Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos sobrenaturais aqui todos os dias para vocês. Se por um acaso você caiu de para-quedas aqui e tem algum relato para me enviar, o e-mail fica aqui embaixo na descrição do vídeo. Lembrando que todos os conteúdos postados aqui também estão disponíveis lá no meu Spotify e o link também já fica aqui embaixo na descrição. Como vocês sabem, eu não Gosto muito de enrolar, é, na introdução do vídeo, então já vamos pros relatos. Mas antes, não se esqueça de se inscrever
no canal, caso você ainda não seja inscrito, mas gosta desse tipo de conteúdo. Então se inscreve aí porque tem conteúdo novo todos os dias, sem falta. E também gostaria que vocês curtissem esse vídeo agora no início, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui na plataforma, curtindo ele agora no iniciozinho. E também se tiver Disponível aí para vocês a opção de hypar o vídeo, raiva para mim, porque ajuda demais. Agora sim, recados dados. Vamos aos nossos relatos de hoje, que é uma coletânea sobre casas assombradas. E bom, nosso primeiro relato se chama O terror na
vizinhança. Oi, Leandra, eu assisto seu canal há bastante tempo e isso me fez vir aqui e escrever alguns acontecimentos da minha infância. Atualmente tenho 30 anos e julgo já ter vivido muita coisa. Eu sou a irmã mais Velha, portanto sempre tive mais responsabilidade que os meus irmãos. Minha mãe me deixava sozinha em casa por várias vezes. Então eu acho que por conta disso eu me tornei uma pessoa corajosa. O que eu irei relatar aconteceu quando eu tinha por volta de cinco ou se anos. Minha família havia mudado de casa na mesma cidade, porém longe da
casa de minha avó, onde morávamos anteriormente. Naquele tempo, as pessoas Não tinham costume de cercar os terrenos e nós tínhamos acesso aos quintais e casa dos vizinhos. Isso era legal porque havia crianças para brincar e íamos um na casa do outro. Eram diversas as brincadeiras e quando mamãe queria saber onde o filho estava, bastava gritar ali da porta que o filho respondia do local onde estava. Porém, com o passar do tempo, percebemos que esse local possuía algo estranho. Duas casas depois da minha, existia uma casa abandonada que Era conhecida como assombrada. O quintal dela era
tipicamente assustador, bem cara daqueles filmes de terror. As árvores assim pareciam maltratadas e muitas estavam podres. Certa vez, eh, uma dessas árvores até caiu em cima do meu irmão, que foi brincar lá. Ele ficou bem, apenas assim, com a mão bem ferida. Mas enfim, eu e minhas vizinhas, que tinham quase a mesma idade, fomos algumas vezes lá naquele quintal brincar de caça ao tesouro. Eu achei algumas Coisas tipo um relógio diferente e levei para casa para brincar. Eu sabia que o local onde achei tinha energia ruim, mas eu não tive medo. E aí à noite,
né, daquele mesmo dia, eu tive dores de cabeça, não dormi bem e eu achei que era por ter brincado demais. naquela casa, eh, naquela casa mal assombrada, vez ou outra, um vizinho via ou ouvia algo. E no outro dia que eu havia achado aquele relógio, enquanto estava na sala de casa, eu vi uma Movimentação no fundo do quintal. eram os vizinhos se reunindo eh para ah porque estavam falando da casa, pois alguém ouviu vozes como se estivessem brincando naquele local e a discussão era séria. A pessoa que ouviu ficou bastante assustada, pois não havia ninguém
ali. Entre a vizinhança, naquele momento, tinha um pastor e muitas pessoas da igreja que resolveram fazer uma oração em torno da casa. Ninguém entrava na casa, pois além de Estar trancada, quem teria coragem de correr esse risco, né? Se até nas proximidades ela já exalava energias negativas. Bom, eu com medo joguei aquele relógio velho que encontrei fora e ainda bem, pois vai que algo maligno grudava ali em mim, né? Bom, agora eu irei contar uma situação que me assustou bastante e eu sempre lembro, não sei se tem relação com o local ou com a vida
da mulher. A casa que fazia fundo com o quintal da minha Casa era de uma mulher muito bonita, morena, alta e de um corpo exuberante. Ela era casada com um homem de um porte físico assim também notável. E essa vizinha, eu não sei dizer qual religião ela frequentava. Mas a partir de um período, ela começou a apresentar um comportamento anormal. Ela ficava agressiva e gritava, quebrava as coisas. E o marido, um homem fisicamente muito forte, a continha. Mas nestes nestes momentos, ela apresentava uma força Anormal. E eu ouvia tudo de casa. Não tinha coragem de
sair para olhar, pois era assustador, mas ficava escutando. Minha mãe dizia que ela ficava assim porque estava pegando o santo, que era como diziam quando uma pessoa era incorporada por uma entidade da Umbanda. Eu não entendia bem como era isso, mas teve um dia que me fez ficar realmente assustada e pensando se aquilo era mesmo algo relacionado a essa religião. Estávamos em casa à noite, quase indo Dormir quando os gritos começaram. Uma voz tão macabra que eu nem sei como descrever. E era a dita vizinha. Ela estava incorporando aquela coisa novamente e seu marido tentava
de todo jeito contê-la. Não conseguindo, ele saiu correndo entre as casas e passou para perto da para perto ali da nossa da nossa casa. Graças a Deus, as portas e janelas estavam já estavam fechadas e aquela coisa não entrou, pois só de ouvir os barulhos já Arrepiava a espinha. Ela rugia e falava com uma voz demoníaca que parecia muito com os filmes de possessão. Os seus passos no chão não eram de uma pessoa normal. Fazia um barulho como de um cavalo trotando. Na verdade, nem parecia que era uma pessoa que estava ali. Era algo que
não é deste mundo. Minha mãe queria ver o que estava acontecendo, mas eu nem deixei abrir sequer um pouquinho da janela, porque eu estava morrendo de medo e a mulher, né, estava bem do lado Ali de casa. E eu não sabia o que aquilo queria ali, se poderia entrar e o que poderia fazer, né, com o tamanho da força que ela apresentava. Até que o marido dela correu atrás dela e acredito que ele deve ter pedido ajuda de outros homens, pois sozinho não conseguiria. E eles se afastaram. Como eu disse, não olhei para ver o
que estava acontecendo e depois fomos dormir. Essa vizinha iniciou um tratamento espiritual Para se livrar dessa coisa e depois de um tempo ela voltou à vida normal, acabou mudando também depois daquele local. E até hoje eu fico na dúvida do que era aquilo que se manifestava nela, pois eu achei muito parecido com os relatos de possessão. Os meus pais se separaram e nós nos mudamos deste local, mas sei que depois de um tempo os terrenos passaram a ter muros e a casa mal assombrada eu não sei dizer o que aconteceu. E aí o Relato acaba
por aqui, ó. Um beijo, muito obrigada por ter enviado. Em algum momento você já se perguntou se talvez a separação dos seus pais pode ter tido alguma coisa a ver com esse lugar que você morou, né, com essa casa, porque aparentemente era um lugar que não era só a casa que aparentemente era a casa mal assombrada, né, que ficava depois da sua, que tinha alguma coisa, parecia que era o lugar todo, né? Porque essa outra vizinha também começou a sofrer com Algum tipo de coisa. E às vezes é o terreno, né, gente? É, ainda mais
que não tinha muro, às vezes era um terreno muito grande que no passado pertencia a tipo a uma pessoa só, a uma única família. E às vezes aconteceu alguma coisa e depois como era um terreno muito grande, foi dividido e aí virou vários lotes e as pessoas, né, foram comprando. E vai saber se essa casa que era assombrada mesmo, talvez não era a casa principal Do terreno, entendeu? E por isso que lá a manifestação poderia ser um pouco mais forte. E às vezes podia ser isso, né? E o lugar todo, né, era assombrado por conta
das terras, né? vai saber o que aconteceu lá no passado. Mas muito interessante. Muito obrigada por ter enviado o relato. E agora a gente vai pro próximo que se chama: "Moramos numa casa assombrada e não sabíamos". Oi, Li. Boa noite. Eh, espero que goste e caso queira eu tenho outros relatos Sobrenaturais. Deixa eu só abrir aqui que mandou em PDF aí. Eh, mandou de aí, tá? Começou de novo. Oi, Lilica, tudo bem? Pode falar meu nome sem problemas. Me chamo Alisson e tenho 31 anos. E vocês devem estar se perguntando: "Como assim morou numa casa
assombrada e não sabia?" Pois esperem, vocês vão entender tudo até o final do relato. Bom, a minha história começa da seguinte forma. No ano de 2022, eu e meu marido Alan Queríamos morar juntos. Porém, ele morava em Budas Artes, uma cidade próxima à capital de São Paulo, enquanto eu ainda vivia na capital com os meus pais e meu irmão. Pois bem, precisávamos encontrar um meio termo ali entre as famílias, já que ambos somos bastantes eh bastante apegados. E assim, a melhor opção foi a cidade de Tabuão da Serra. Buscamos incansavelmente durante 5 meses casas na
região, mas nenhuma nos agradava. Até que ele finalmente achou Na internet uma casinha de três cômodos que tinha acabado de ser reformada e aparentemente estava em boas condições. Fizemos uma visita para conhecê-la pessoalmente e a primeira coisa que vi cheguei foi que era uma casa com quintal compartilhado. Eu nunca me senti confortável em dividir quintal com ninguém. E bom, esse não era o único problema da casa. Ela ficava abaixo do nível da rua, ou seja, tinha pouca Ventilação e pouca incidência de luz solar. Mas até aí tudo bem. Precisávamos nos mudar logo, pois queríamos o
nosso espaço. Então assim o fizemos, organizamos nossa mudança e nos mudamos no final de maio com as poucas coisinhas que tínhamos. Ganhamos o fogão dos meus pais, a geladeira dos pais do Alan e o restante dos móveis e eletrodomésticos. Fomos conquistando com um tempo. Nosso primeiro mês foi muito bom. conhecemos nossas vizinhas que era ali uma mãe solo E a filha dela e elas eram e são assim pessoas incríveis com quem inclusive temos contato até hoje. E bom, depois que já estávamos habituados à nossa nova rotina e passada toda a animação ali da mudança, eu,
que sempre fui mais sensível espiritualmente ali do que o Alan, comecei a sentir umas coisas estranhas. passei a ter medo de dormir sozinho, algo que nunca me aconteceu antes. Então, assim, todas as noites eu precisava dormir agarrado com ele para Me sentir seguro. E até então eu achava que era normal, afinal eu não estava mais na casa dos meus pais e sim em um ambiente novo. Então, eu simplesmente aceitei o que estava acontecendo. E, pois bem, logo as coisas começaram a ficar um pouquinho mais sérias. Agora, toda vez que eu dormia, eu tinha sonhos eróticos
e eram sonhos diferentes todas as noites, sempre envolvendo homens que eu nunca tinha visto antes e geralmente eram homens Mais velhos. E eu cheguei a comentar isso com o Alan, mas não levamos muito a sério a situação. O tempo foi passando e com a correria do dia a dia, tal como o trabalho, afazeres domésticos, estudos, entre outras responsabilidades, a gente nem percebeu quando outras coisas estranhas começaram a acontecer. Começamos a nos sentir cansados ao extremo, brigávamos por nada e não tínhamos mais disposição nem para Transar. Aí ele colocou ris entre parênteses. Mas acabávamos não dando
muita importância. Sempre achamos que era normal, afinal tudo era novo para nós. E como sempre fomos muito unidos, então conseguimos superar essas adversidades até que tudo começou a escalar. Agora víamos vultos, sentíamos presenças, escutávamos o portão que dava acesso ali à nossa casa abrindo ou então alguém batendo, mas quando íamos ver não Tinha nada, não era ninguém. E cada um sofria a sua experiência de forma individual e não comentava com ninguém. A gente apenas seguia o fluxo, pois não tínhamos tempo para pensar nessas coisas. E vocês devem estar pensando, gente, com tudo isso de sinal,
vocês nos desconfiaram? E a resposta é não, porque, como eu disse, estávamos tão cansados, assim, tão fadigados, que não conseguíamos prestar atenção a esses detalhes, nem conversar entre nós sobre O que estava acontecendo. Mas aquilo que era ruim sempre pode piorar, não é mesmo? Lembra das nossas vizinhas ali que eram nossas amigas? Bom, elas se mudaram. A casa delas, que ficava nos fundos da nossa, literalmente as expulsou. O mofo corroeou todos os móveis, roupas, alimentos e elas até brincavam que estavam ficando mofadas por dentro. Então, finalmente foram embora e nos deixaram sozinhos lá, mas não
por muito Tempo. Três meses depois, um novo inquilino se mudou para lá e para nosso desgosto, era um noia. Usava drogas pesadíssimas e levava vários usuários pra casa dele. E isso nos deixava cada vez mais aflitos, com medo, né, de alguém, de que alguém nos fizesse algum mal, né? A energia caótica daquele cara e dos amigos dele deixou a atmosfera da casa insuportável. Eu sentia o tempo todo vontade de fugir e correr. Não me sentia Em paz. Eu não conseguia mais dormir. As noites ficaram cada eh cada vez mais longas e inquietantes. E eu não
conseguia descansar nunca. Por mais tempo que eu dormisse, era como se não adiantasse, sabe? Eu podia dormir, dormir porque mais cansado eu ficava. O tempo não rendia. Eu e o Alan e o Alan, né, não conseguíamos fazer absolutamente nada, pois os dias simplesmente passavam rápido demais. A frustração de ambos só aumentava. Até que finalmente o Noia Também foi expulso pelo mofo. Mais diferente das nossas vizinhas, ele comentou algo. Disse que aquela casa tinha uma energia ruim. Não que ele fosse lá uma flor que se cheire, né? Até ele que era noia e tinha energia pesada,
se espantou com a energia ruim da casa. para vocês ver o nível, hein, gente. Mas enfim, aquilo eh me acendeu uma chama. Precisávamos nos mudar dali urgentemente. Ou aquilo que estava ali se alimentando da nossa energia e Drenando a nossa vitalidade, acabaria nos dominando. Cerca de três meses após a saída dele, achamos um apezinho excelente, com luz do sol, boa ventilação, tudo que precisávamos. Então, comunicamos ao proprietário da casa antiga que nos mudaríamos dentro de um mês. Quando nos mudamos paraa casa nova foi como se eh tirássemos um peso das costas. Meu relacionamento com Alan
melhorou e continua melhorando. Nosso Cansaço e nossa saúde mental foram renovados. O tempo rendia, sabe? Conseguíamos fazer tudo e ainda sobrava tempo. Depois que tudo isso passou, um amigo nosso, que é um bandista e candomblecista, veio visitar a casa nova. E observação, esse amigo ele já tinha visitado e até dormido na casa velha. E assim que ele entrou, a primeira coisa que ele falou foi: "Finalmente vocês saíram de lá. A energia dessa casa é excelente, bem Melhor que a outra". E eu perguntei, né, melhor do que a outra? O que você quer dizer com isso?
E aí ele respondeu: "Bom, eu não queria falar antes para não assustar vocês, mas eu sentia a presença de um homem idoso naquela casa. Era uma presença fraca, mas constante, sempre é espreita. Eu fiquei receoso de contar e vocês acharem que era coisa da minha cabeça." E aí eu falei: "Bicha, você tá maluca? devia ter nos contado antes. Eu eu estava sentindo coisas estranhas Desde o primeiro momento em que eu pisei naquela casa. E aí, nesse dia, eh, eu, meu amigo e meu marido, conversamos sobre tudo, né, o que rolou durante aqueles anos e sobre
os relatos que vivíamos de forma individual. E enfim, Li, a verdade é que não sabíamos que estávamos vivendo numa casa assombrada, porque não dividíamos as nossas experiências e achávamos que era normal viver naquele cansaço. Mas hoje, finalmente, estamos morando em um lugar Onde sentimos paz. Hoje eu chamo o lugar onde moro de lá e estamos vivendo muito felizes. Eu espero que tenha gostado da história. Não há nada de muito assustador, mas só de imaginar passar por uma situação dessas novamente já me dá arrepios. Aí o relato acaba acaba por aqui, ó. Um beijo, muito obrigado
por ter enviado e eu fico muito feliz que hoje vocês estejam bem, que vocês tenham encontrado ali um lugar legal, bacana para morar. E é assim, eu super entendo A questão de vocês, no caso, você primeiro, né, eh, viu que o lugar tinha uma energia estranha e mas não saiu, porque, gente, mudança é uma coisa muito complicada. Às vezes é contrato que você faz com com o lugar e gente fica levando o móvel de um lugar pro outro é muito ruim. Tipo, isso acaba com os móveis, é com os móveis. Sempre vai ter alguma coisa
que se você desmontar ela nunca monta do mesmo jeito. E às vezes você perde um móvel caro, que às vezes é novo Também, que às vezes você parcelou e nem terminou de pagar, o negócio já estragou. Então, mudança é muito complicado. E às vezes, como eh, por exemplo, não aconteceu nada do tipo de vocês ver em algo tipo uma assombração mesmo, vê, por exemplo, a pessoa que assombrava, vocês não viram nada e assim fica muito mais difícil de você sair do lugar por achar que tá assombrado, porque ah, vocês vão sair, mas vocês viram alguma
coisa? Não, aí tipo, você Fala que não viu, aí você aí fica difícil sair, porque você fica achando que é coisa da cabeça, que igual ele falou, é rotina nova e tals, é tudo novo, então podia ser eh dessa rotina, dessas coisas novas. Então eu super entendo não ter saído assim de primeira, ter demorado, né, para sair, porque de fato é difícil, né? Não é, não é simples. Ainda mais quando as manifestações são desse tipo, igual vocês estavam passando, que vai Drenando, que vai consumindo, sabe? Então é muito, muito difícil. Eu super entendo. Mas enfim,
muito obrigado por ter enviado o relato e agora a gente vai pro próximo relato que se chama O apartamento Assombrado. Oi, Li. É, eu sou a fulana e peço que não revele o meu nome. Estou acompanhando o seu canal desde o ano passado e se tornou o meu canal favorito, a minha companhia diária. E bem, eu vou contar algumas coisas Sobrenaturais que aconteceram comigo e com minha família. E te digo, já aconteceu muita coisa comigo, porque desde criança eu tenho muita sensibilidade espiritual. E essas coisas que eu vou contar aconteceram todas em um mesmo AP,
que eu morei de 2015 até 2018. Era um prédiozinho com dois apartamentos por andar e ele tinha três andares. Logo que nós nos mudamos, um belo dia estava eu e meu irmão sozinhos em casa e de repente começamos a ouvir Um barulho vindo do andar de cima. E um detalhe, minha irmã era casada na época e morava nesse apartamento que ficava em cima da gente. E simplesmente o barulho era de bolinha de good sendo jogadas no chão. Aquele barulhinho agudo, sabe? Bom, eu e meu irmão ficamos em choque, pois não tinha ninguém na casa. Minha
irmã e meu cunhado estavam no trabalho. Bom, depois, né, nós contamos para os nossos pais, mas eles não deram muito ibope pra gente. Passou um tempo e Esquecemos a situação. E uma coisa muito estranha também começou a acontecer de uma forma muito exagerada. Eram brigas e mais brigas entre os meus pais e também entre nós irmãos. E era e era sempre uma confusão diferente pelos motivos mais bestas possível. Sério, Leandra, era muito esquisito. O meu irmão e o meu irmão caçula de 6 anos, inclusive começou a ficar doente. Ele vomitava muito e praticamente todos os
dias. A minha mãe Levava ele em vários médicos e nunca sabiam que ele tinha. Até que um outro dia minha mãe estava tomando banho no banheiro lá do quarto dela e ouviu alguém abrir a porta do quarto. E ela estranhou, pois era de tardezinha e todos nós estávamos na escola. Geralmente só ficava ela e meu irmão caçula, que na época tinha 6 anos. Aí ela perguntou quem era e uma voz masculina e grossa respondeu: "Sou eu". E ela estava ali tomando banho dela e pensou que, sei lá, poderia ser o meu pai, né? Só que
resultado, ela terminou o banho dela e entrou no quarto. A porta estava fechada antes, só que agora estava aberta e meu pai estava na sala assistindo TV. E aí ela foi e perguntou: "Foi você que, né, entrou no quarto e falou comigo?" E meu pai disse que não. E ela ficou super brava. Eh, e ela ficou assim super brava, achando que ele estava, sei lá, querendo Brincar com a cara dela, só que ele jurou de pé junto que não foi ele. Minha mãe disse que ficou morrendo de medo e bem assustada com a situação. Uma
outra coisa sobrenatural que aconteceu nesse apartamento foi o seguinte: eu e minha família somos cristãos protestantes e é costume nosso ir ao culto domingo de manhã. E dessa vez não foi diferente. Eu cheguei do culto e estava morrendo de sono e eu falei assim: "Mãe, vou tirar um cochilo enquanto o almoço não fica Pronto". E isso deveria ser umas 10:30 da manhã. Eu deitei na cama dela porque simplesmente a cama da minha mãe é a cama mais confortável do mundo. E toda a oportunidade que eu tinha, eu dormia na cama dela. Hoje não dá, né?
Porque já sou uma mulher casada. Mas enfim, voltando pro relato, eu dormi e depois eu acordei, abri os olhos e vi em frente ao guarda-roupa ali da minha mãe um ser muito estranho e feio. Ele tinha a altura de uma criança, mas não dava para Enxergar com nitidez o rosto daquilo. Ele era escuro com uma roupa vermelha que era um vermelho escuro também. Eu fiquei paralisada de medo e comecei a orar em pensamento, já que não conseguia me mexer. E eu me sentia paralisada. Eu só conseguia mexer os olhos. Então, aquela coisa falou comigo e
falou o seguinte: "Eu te odeio, menina". Era uma voz horrível, mas não era grossa. Era tipo uma voz masculina, distorcida, meio rouca. Eu fiquei em pânico, mas Prossegui com as minhas orações em pensamento, pedindo ajuda a Deus e que tirasse aquele bicho horroroso de perto de mim. E aí, de repente aquele ser saiu de costas, muito rápido ali do quarto da minha mãe e foi embora. Na mesma hora que ele saiu do quarto, eu consegui me mexer e não perdi tempo. Levantei e corri chamar minha mãe e demos as mãos e começamos a fazer orações
pela casa. Eu orava e dizia que a minha casa é habitada, é habitada pelo Espírito Santo E que espíritos malignos não são bem-vindos e outras coisas do tipo. Aí essa situação, né, passou uma outra vez eu estava inquieta. Toda vez que ia chegando à noite me via um pânico, sabe? Eu não sei explicar, mas eu estava tão oprimida com essas coisas que eu comecei a ter pânico da noite. Eu me sentia observada o tempo todo naquele apartamento. No banho, eu ficava com muita aflição de fechar os olhos. E nessa noite em específico, eu Estava muito
inquieta. Deitei na minha cama e meu irmão caçula dormia comigo. E aí eu peguei e falei assim: "Vamos orar? Eu tô sentindo uma vibe estranha, uma coisa meio pesada. Então, oramos e eu fui tentar dormir e ficar mais calma. Só que aí a porta do meu quarto estava entreaberta e tinha uma boa fresta e dava para ver a sala sendo levemente iluminada pela luz da cozinha que sempre dormia acesa, de modo que dava para enxergar muito bem tudo que estava na Sala. Até que eu vi uma silhueta de uma pessoa atravessar da cozinha pra sala
e eu vi isso nitidamente. Era uma pessoa passando pra sala e então eu me arrepiei toda. E como se não bastasse, eu ouvi o barulho das chaves na porta de entrada e o barulho da porta também sendo aberta e depois sendo e sendo fechada logo em seguida. Aí eu fiquei mais aliviada porque eu pensei que era o meu pai ou sei lá, Minha mãe indo lá na varanda, sabe? Só que ninguém voltava e eu só ouvia a pessoa saindo, entende? E eu achei aquilo muito estranho. E pasme. Sempre quis falar isso. Eu tirei coragem de
não sei da onde, levantei no escuro ali mesmo do quarto e fui até a sala. Leandra do céu, a sala estava muito gelada, mas muito gelada mesmo. E isso é uma coisa impossível, porque primeiro, a gente mora em Salvador, na Bahia, e segundo não tínhamos e ar- condicionado E não fazia o menor sentido, sabe? aquela aquela friagem toda. Era um calor danado e todo mundo com ventilador no último. Aquilo era completamente espiritual e eu podia sentir a atmosfera da sala muito densa e muito pesado. Era quase palpável o terror naquela sala. Eu nem preciso dizer
que eu já estava arrepiada da cabeça aos pés, né? E aí eu fui correndo acordar a minha mãe e isso era por volta de meia-noite mais ou menos. E aí fizemos novamente aquelas Orações. Eu não sei o que era aquilo. Eu só sei que foi tenebroso ter presenciado aquilo. Eu fiquei assombrada por dias, sem conseguir dormir direito. E depois disso aí só foi piorando. Alguns poucos dias depois, meu pai viajou e minha mãe chamou meu irmão caçula para dormir com ela, porque ela não gostava de dormir sozinha. e meu outro irmão tinha ido dormir na
casa de baixo. Na época, os meus pais estavam terminando eh de construir a nossa própria casa que Ficava na rua de baixo e o meu irmão foi dormir lá. Não lembro o motivo agora, mas ele foi. E enfim, eu ia dormir sozinha no quarto e isso estava me perturbando muito durante todo o dia. Mas eu não quis dar o braço a torcer. Eu não queria ficar com fama de medrosa, então eu aguentei calada o meu medo. E foi chegando à noite e eu fingindo demência. E essa foi uma das piores, Leandra. Eu consegui até dormir
depois de um bom tempo, porém eu fui acordada Com um rosnado que eu não sei identificar do que era, mas era um rosnado muito alto e uma respiração ofegante dessa coisa que rosnava nas minhas costas. Eu estava deitada, virada pra parede, sabe, de costas para o resto do quarto. E eu senti aquilo respirando no meu ouvido. Ai, Liandra, foi horrível. Meu Deus, só de lembrar me dá arrepios. Eu fechei os olhos e fiquei orando muito para aquilo passar. Eu Acabei caindo num sono profundo, mas depois acordei de novo e dessa vez eu estava sufocando sem
conseguir respirar. Eu abri os olhos e vi uma coisa branca sentada em cima de mim no meu peito. E eu estava de barriga para cima e aquela coisa branca não tinha forma. estava apenas ali apertando o meu pescoço e eu já não tinha forças para reagir aquilo, pois tamanho era o meu pavor. Eu só chamava por Jesus no meu pensamento. E assim que eu pensei em Jesus, foi como Se aquela coisa fosse arrancada dali de cima de mim e sumiu no ar. Juro, foi assim bizarro. E aí no dia seguinte eu contei pra minha mãe
e meus irmãos e ela falou que não era para eu dormir sozinha e que quando acontecesse alguma coisa assim era para eu gritar, né, que ela vinha. Mas a questão é que eu não conseguia, sabe, gritar e nem me mexer, então, né, era complicado. Bom, alguns meses depois, até que estava tudo tranquilo, não estava mais acontecendo Essas manifestações e eu estava até bem aliviada e não estava mais com todo aquele medo. Eu tinha superado através ali de muita oração, leitura da Bíblia, enfim. Só que o pior de tudo era que sempre que eu via as
coisas, só aconteceu é assim, uma vez da minha mãe ouvir, né, como eu falei, eh, como eu falei ali em cima, mas sempre era eu e eu já estava me sentindo esquisita, como se tivesse, sei lá, alguma coisa de errado comigo, sabe? Muitas dessas coisas eu nem falava para ninguém da minha família, pois eu tinha medo deles me acharem perturbada ou maluca. Só que assim, uma outra vez, eh ah, tá. E agora vai paraa outra história, né? Eh, uma outra vez eu estava dormindo com meu irmão caçula, como de costume, e do nada eu acordei
num desespero, num sobressalto. E eu lembro de ter ouvido eu mesma gritando bem alto: "Sangue de Jesus tem poder!" E Aí eu acordei e juro para você, Leandra, eu vi voando pelo meu quarto várias trevas, eram vultos. Sabe, eles eram muitos e eram mais escuro do que o escuro do quarto, pois eu conseguia ver e foram questão de segundos dessa visão e logo isso sumiu. Eu corria para acender a luz. Eh, eu corri para acender a luz ali, peguei meu celular na mão e quando fui ver que eram 2:40 da manhã. E depois disso, a
luz do quarto ficou dando umas umas piscadas bem rápidas. É Assim, bem rápido. E depois apagou e pronto, acabou ali. Eu senti o meu corpo ficar mole e muito quente. E eu nunca senti um medo tão grande como naquele momento. Eu sentia o ar pesado e carregado demais. Eu corri, acendi de novo a luz e corri para o quarto dos meus pais novamente. Eh, o quarto dos meus pais e novamente eu não sei de onde eu tirei tanta coragem. Pois assim, tinha um corredor até chegar lá e nesse corredor não tinha luz. Eu fui correndo
E bati na porta desesperada. Minha mãe veio ali ao meu amparo, já imaginando, né, do que se tratava. Pelo horário e pela minha cara de pavor, ela já sabia. A gente voltou e orou no quarto até aquela energia pesada ir embora e eu sentir paz no coração de novo. Foram anos tenebrosos que vivi naquele apartamento. Quando a gente foi embora, eu fiquei tão aliviada, mas tão aliviada, e depois, é, e daí depois descobrimos que o antigo morador era um Traficante e que ele tinha morrido ali quando a polícia invadiu e ele tentou, né, reagir e
acabou sendo baleado. Foi uma tragédia assim, uma coisa horrível e a gente não fazia ideia disso quando alugamos. E outro detalhe também que eu crio teorias é que a família vizinha que morava nos fundos, eles eram de religião de matriz africana. Eu não estou querendo ser intolerante nem nada do tipo, até porque nós sabemos que existem pessoas boas e ruins em todas as Religiões. E no caso dessa família, eles eram bem ruins, pois deviam muitos meses de aluguel. E depois descobrimos que a filha deles invadia nosso apartamento sempre que a gente saía. E ela não
gostava da gente porque ela sempre passava perto da nossa janela e ficava ameaçando em voz alta, dizendo que ia fazer trabalho para matar a gente e não só para ficar doente. Ou seja, é muito provável que ela estava fazendo também trabalhos para prejudicar a saúde do meu Irmão caçula, que era só uma criança. Então, provavelmente aquele ser que eu vi no quarto dos meus pais poderia ser mandado por ela para fazer algum mal a mim. eh, ou a minha família, não sei exatamente o que pensar, mas depois que fomos embora dali, meus pais melhoraram muito,
não tinham mais tantas brigas, meu irmão caçula nunca mais ficou vomitando e eu parei de ver aquelas coisas que eu via. E bom, esse foi o meu Relato, Leandra, me conta o que você achou. Tomara que você leia e eu tenho muitos outros relatos para te mandar, ó. Um beijo, muito obrigada por ter enviado e sim, você pode mandar. E gente, esse relato e eu fiquei muito assim com uma sensaçãozinha de que eu já li esse relato ou se eu não li, eu já escutei esse relato em um outro canal, mas aí eu não tenho
certeza. Só que o que pega muito é que não tem muito tempo que a pessoa me mandou Ele. É, quer ver? Não tem muito tempo. Deixa eu até ver aqui. Esse relato foi mandado. É super recente. Quer ver? A gente janeiro, fevereiro, março. É ma. Esse relato foi enviado ontem, tipo 6 de maio. Não, pera aí. É, a pessoa enviou dia 6 de maio. É isso mesmo. Então, tipo assim, eu recebi hoje é hoje é 7 de maio de 2025. Eu recebi esse relato ontem e tô lendo ele hoje aqui para vocês, né? Porque ele
tem aí a temática que eu queria pra coletânia, só que eu tenho a sensação de que eu já li ou eu já escutei esse relato em algum lugar ou foi um relato muito parecido. Mas que doideira, né? É assim, eu acho que o que acontecia aí com vocês era um misto de coisas. poderia ser a energia da pessoa que faleceu dentro do apartamento e também às vezes a energia que vinha da família que por algum motivo não gostava de vocês. Ou então às vezes a família Queria até eh alugar o apartamento que vocês alugavam e
aí por vocês estarem morando não conseguiam e talvez fazia isso para ver se vocês saíam, né? Só que vocês não saíam porque vocês estavam esperando a casa ficar pronta, né? Então, pode ter sido isso também. Mas enfim, um beijo, muito obrigada por ter enviado. E agora a gente vai pro próximo que se chama A ligação que nunca foi feita. Oi, Li, tudo bem? Eh, eu acho que pode falar o nome. Meu Nome é Ana Carolina, eu sou de São Paulo e eu conheci seu canal no final do ano passado e desde então venho pensando em
mandar um relato que aconteceu comigo quando eu era criança e finalmente decidi escrever. Antes de começar a história, quero dizer que provavelmente eu não vou citar nomes, mas se acabar citando, pode ler sem problemas. Eu conto esse caso para todos que conheço, porque ele é bem bizarro e até hoje eu não tenho uma explicação para o que Aconteceu. Vamos ao caso. Aconteceu em 2013 e eu tinha 11 anos e tinha acabado de chegar da escola. Eu estudava no período da manhã e à tarde ficava sozinha em casa porque meus pais trabalhavam. Minha mãe até hoje
se sente culpada por me deixar sozinha por algumas horas naquela época. Mas para ser sincera, eu até gostava, podia fazer as coisas ali no meu tempo, sabe? Estudar, ver televisão sem ninguém por perto e, principalmente enrolar para Fazer as tarefas de casa. Eu ficava sozinha ali das 13 até às 17 horas. E nesse período, minha mãe nunca me cobrava nada além assim de uma única coisa, lavar e secar a louça. Por algum motivo que hoje adulta, eu entendo perfeitamente, ela odiava chegar em casa e ver louça suja na pia. Então era a única tarefa que
ela me pedia e claro que eu fazia, mas sempre em cima da hora. Eu enrolava até umas 4:40, mesmo sabendo que ela e meu pai Chegava assim quase sempre 5 horas em ponto, já que meu pai pegava minha mãe no ponto de ônibus para que ela não viesse a pé e depois saía para viesse a pé e depois saía pro segundo trabalho. Acho que era o pai dela, né? já que meu pai pegava a minha mãe no ponto de ônibus para que ela não viesse a pé e depois saía pro segundo trabalho. Acho que é
isso. Era uma tarde como qualquer outra. Eu estava assistindo Violeta na Disney quando o Telefone fixo tocou. Na época eu não tinha celular e aí era minha mãe e havia uma barulheira do outro lado da linha e ela disse: "Aninha, não esquece de lavar a louça, viu? Tô saindo daqui agora e vou chegar mais cedo. Eu achei a ligação normal, assim, ela foi rápida, não me perguntou se estava tudo bem ou se eu queria algo da rua, que era algo que ela sempre fazia. Mas por causa da barulheira, eu presumi que, sei lá, ela estivesse
no ônibus e sem condições de Conversar muito. Era por volta ali de 1:30, então eu calculei que ela demoraria pelo menos uma hora até chegar. Então eu continuei assistindo TV, tranquila, pensando em lavar a louça só mais tarde. Até que de repente eu ouvi batidas muito fortes na porta. Levei um susto e a minha primeira reação foi: "Meu Deus! a louça. E assim, antes que pensem que minha mãe era obsecada por limpeza, não, ela nunca brigaria comigo por causa de louça, mas na cabeça De criança, sei lá, aquilo era a minha única missão do dia.
Então assim, eu precisava cumprir. Então eu desci as escadas correndo, mas quando eu estava quase no último degrau, eu comecei a estranhar. Ela não poderia ter chegado. Fazia menos de 5 minutos que me ligara e eu não ouvi o portão da garagem, que era super enferrujado. Então, quando era aberto sempre dava para ouvir de longe. Além disso, as batidas elas eram estranhas, muito fortes e insistentes e, Ao mesmo tempo, silenciosas de um jeito que eu não sei explicar. Então, eu pensei, por que a minha mãe bateria tanto na porta se ela tem chave? E aí
um aperto horrível no peito me fez dar meia volta e correr de volta pro meu quarto. Algo dentro de mim gritava: "O quer e o que que pera aí? O que quer que esteja batendo na porta não é a minha mãe. Sempre gostei de filmes de terror por influência do meu pai. Então logo pensei estar vivendo um. Entrei no Quarto, tranquei a porta e me encoli num canto chorando baixinho. E eu fiquei ali por bastante tempo, talvez assim uma hora e meia. Eu lembro que em dado momento eu pensei: "Minha mãe morreu e o espírito
dela veio para casa". E enquanto ponderava o que era aquilo, batendo na porta, continuei chorando mais ainda. Eu estava paralisada e sem coragem de sair, sem coragem de de verificar se as batidas tinham cessado. Até que eu ouvi o som familiar Do portão enferrujado sendo finalmente aberto. Mas não saí do meu esconderijo. O medo era ainda maior. Eu vi então minha mãe entrando em casa me chamando. Meu quarto era em cima da cozinha que ficava no primeiro andar. Então eu até ouvi ela comentar: "Essa menina não lavou a louça, mas eu continuava sem conseguir sair
do meu esconderijo." Depois de um tempo, ela subiu correndo às escadas, percebendo que algo estava errado, já que eu não Apareci, como de costume, para a xeretar a bolsa dela, né? E ver se ela comprou alguma coisa para mim. Ela começou a bater na porta do meu quarto de forma desesperada e ao ouvir ali meu choro, ela batia mais desesperada ainda. Então, quanto mais ela batia, mais eu chorava, relembrando ali o momento sinistro de antes. Eu só consegui abrir a porta quando ela começou a chamar e começou a dizer: "Filha, o que que tá acontecendo,
filha? É a mamãe". E aí a voz doce ali Da minha mãe me acalmou, né? aquela voz acolhedora dela. E foi só aí que eu consegui destravar o corpo e destrancar a porta. Eu contei tudo para ela, que sempre foi muito aberta a questões espirituais. Minha mãe é daquelas que tem imagens de Umbanda, do catolicismo, de Buda. Ela acredita em tudo e é muito protegida. Mas o mais chocante foi, ela disse que não me ligou. Gente, segundo ela, até pensou em ligar, mas não conseguiu o sinal onde estava. Ou seja, algo, talvez até a mesma
coisa que batia na porta me ligou e me passou o recado de que tinha eh de que a minha mãe chegaria mais cedo e ainda me chamou pelo apelido. Gente, que doideira. Bom, eu nunca mais vivi algo parecido, mesmo continuando a morar na mesma casa até hoje. Os meus avós e minha mãe sempre disseram que eu tenho a mediunidade forte e quando criança parecia que eu via coisas na roça dos meus avós. Até Hoje eu me sinto estranha em lugares com energias carregadas, como brechó, tipo casas antigas, esses lugares. Mas enfim, essa foi minha história.
Espero que vocês consigam me ajudar a entender o que aconteceu naquele dia. Era só, né, um espírito tentando me avisar que minha mãe chegaria mais cedo, mas assim, com que intenção? E porque eu nunca mais presenciei algo assim, mesmo morando na Mesma casa e mesmo tendo que ficar sozinha nos dias que vieram? A ela botou, bom, são tantas perguntas, ó, um beijo, muito obrigada por ter enviado. E realmente não foi porque eu achei que pelo menos o que que assim, antes dela falar que não foi a mãe, sabe o que que eu pensei? Que talvez
realmente a mãe ligou, porque a mãe chegou mais cedo, né, naquele dia, o que tudo indica. E aí talvez a o espírito, vamos dizer Assim, pensou: "Ah, vou aproveitar que ela tá esperando a mãe chegar e vai acontecer alguma coisa, vamos fazer alguma coisa para dar um susto nela ou algo do tipo". Mas não, não foi a mãe que ligou. Então, parece que assim, gente, eu fiquei meio deu um nó na minha cabeça aqui, mas por que que ligou? Porque assim, foi alguma coisa que era para ela ter ali a noção de que a mãe
estava para chegar para que na hora que Alguém batesse no portão, ela fosse lá e abrisse, porque no horário ela não era um horário que a mãe costumava chegar, então ela obviamente não ia abrir a porta nunca, sem saber quem era. E ela só pensou que fosse a mãe por causa da ligação. Então, tipo, a ligação aconteceu para ela abrir a porta. que ela só não abriu porque ela sentiu ali aquela angústia, aquela coisa. Aí agora vai saber se tudo isso foi só coisa sobrenatural Ou ou vai saber também se de fato eh o que
tava ali não era uma pessoa, sabe? Porque eu também fiquei pensando muito nisso, tipo, poderia muito bem também ter sido uma pessoa se passando pela sua mãe para que você abrisse a porta. E às vezes você, assim, a pessoa fez uma voz muito parecida com a sua mãe e a questão do apelido, porque poderia ser alguém que te conhecia, né? Eh, é uma hipótese, tá? Às vezes, ainda mais que era esse telefone fixo, a voz eu Lembro que mudava bastante e vai que a pessoa ali, né, vai saber quem poderia ser, conseguiu fazer a voz
um pouco parecida. E aí o sobrenatural é que você sentiu a energia ali e não abriu a porta, porque pode ter sido isso também. ao mesmo tempo aqui pode ter sido coisa sobrenatural, pode ter sido algo, né, carnal, um ser humano mesmo que tava querendo armar uma emboscada para você. Gente, isso de ficar deixando criança assim é muito perigoso, mas eu não julgo Porque eu sei que é a realidade de muitas famílias, então é é muito complicado julgar, né? Eh, então assim, não cabe a mim fazer isso, mas enfim, muito obrigada por ter enviado o
relato e que bom que você não abriu essa bendita porta. E bom, agora a gente vai pro próximo relato que se chama A casa Assombrada. Oi, Leandra, tudo bem? É, eu espero que sim. Essa é a minha primeira vez escrevendo para você e felizmente o Relato não é meu e sim de alguns parentes. Você entenderá. Antes de tudo, preciso dar algumas informações. A casa onde aconteceu essas coisas passou de geração em geração na minha família. Eu não sei exatamente quem morou lá no início, mas acredito que tenha sido ali os meus bisavós maternos quando eram
bem jovens. E bem, quando eles foram morar lá, a cidade ainda estava se tornando uma cidade. Moro no interior, então não é difícil, né? eh imaginar como era. E Para você ter noção, ainda estavam colocando luz na cidade. E foi aí que eh e foi aí que tudo ao pé da letra começou, porque a casa era alugada. E quando os meus bisavós realmente se acomodaram lá, os trabalhadores que estavam instalando luz na cidade perguntaram ao meu bisavô como eles estavam conseguindo ficar naquela casa, porque antes de alugarem para ele, eles que estavam lá, mas não
conseguiram ficar. O motivo que circula até hoje na Minha família é porque, segundo os trabalhadores, eles ouviam vozes, passos e viam vultos pela casa. Mas enfim, isso é apenas a ponta do iceberg. Agora, passando para a época época em que os meus avós moravam lá, eu não tive a oportunidade de conhecê-los, mas minha avó contava pra minha mãe que de madrugada, quando ela ia ao banheiro, que era e ainda é no quintal da casa, puxavam o cabelo dela, tipo do nada, alguma coisa ia lá e puxava. Além disso, Também segue a história de vultos, passos
e vozes. E bem, a casa também era bastante frequentada eh pelos primos da minha mãe. E um deles, que infelizmente faleceu, contava que viha um menininho de uns 7 anos sentado na bicicleta dele na sala. O menininho, segundo ele, tinha o rosto cheio de buracos pretos. Ele era uma criança quando viu isso, mas faleceu afirmando que tudo que ele viu era verdade. Enfim, agora vamos para quando meu tio, irmão da minha mãe, Morava lá. Na minha opinião, foi aí que as coisas pioraram. Leandra, meu tio era um homem que vivia muito em festa. Ele não
casou, então para não morar sozinho, morava com um irmão da minha avó, tio dele, que consequentemente também meu tio, mas vou me referir a ele como tio dois. Mas na época que meu tio dois ainda estava vivo, meu tio se comportava. Ele não fazia baderna dentro de casa e as coisas estranhas haviam parado. Claro que ainda tinha energia Pesada, especialmente porque metade da minha família materna foi velada naquela casa, mas era algo que estávamos acostumados. E bem, tudo desandou quando meu tio dois faleceu. E a partir dali o meu tio começou a fazer baderna em
casa, beber todos os dias e levar todo tipo de gente para lá. E a energia dessa casa piorou de uma forma que ninguém da família pisava lá. E a partir disso, meu tio começou a ver um homem dentro de casa. Certa vez ele até falou: "É alguma Coisa pro meu tio, mas em uma língua diferente". Segundo ele, quando isso aconteceu, ele estava sóbrio. E eu acredito porque ele simplesmente se recusava a admitir que tinha algo de estranho naquela casa. Ele também diz que naquela época dormia na sala, então dali ele conseguia ver a cozinha. E
em uma dessas noites ele viu a geladeira abrindo sozinha, assim como a porta. que é daquelas antigas de ferrolho, sabe? Que são repartidas ao meio. Mas o ápice Mesmo foi uma aparição na frente da casa. E bom, os vizinhos do meu tio tinham ali em sua maioria entre 55 a 70 anos e todos eram fumantes. Fumantes viciados daqueles que acordam de madrugada para ir fumar. E foi exatamente assim que três deles viram uma senhora na frente da casa do meu tio. E a descrição dos três é muito igual. Todos dizem que ela era uma senhora
de unhas e cabelos grandes, descalça, vestindo roupas velhas, largas E rasgadas, especificamente um vestido com panos por cima, descabelada e segurando livros. Dois do que dos que viram contaram que ela estava ali na frente do portão gargalhando e dançando e que aquilo mais parecia um ritual pelo modo que eles falaram, porque ela pulava e também rodava. E o outro disse que viu ela sentada no final da calçada do meu tio. O mais jovem foi o que viu ela sentada, já que os que viram ela dançando foram assim mais idosos, né? E Uma delas, aliás, era
uma senhora bastante respeitada e querida ali no bairro, sabe? E simplesmente não tinha motivos para mentir. E eu reforço isso porque eu era muito cética. Eu acreditava, mas achava que só acontecia com os outros. E bom, meu tio só parou com as bebedeiras e festas depois que ele adoeceu. Ele passou um bom tempo no hospital e depois veio para minha casa, o que o obrigou a devolver a chave para a dona, porque em algum momento alguém Da família resolveu vender a casa, mas continuar morando de aluguel. Só que como passava de geração em geração, não
mudou muita coisa, porque especialmente porque a casa é muito velha e as donas deixavam ali que a minha família morasse lá de boa. E bom, hoje meu tio está mudando e ele está bem e agora mora perto da minha casa. Ele finalmente admite que a casa realmente é estranha e que de certa forma alguma coisa o prendia lá. Porque minha mãe tentou Diversas vezes fazer com que ele se mudasse antes de adoecer e ele se recusava. Enfim, esse foi o meu relato. Peço desculpa se houver muitos erros ortográficos ou se está muito confuso ou também
se tiver ficado muito longo. Obrigado por ler, ó. Um beijo. Muito obrigada por ter enviado. E gente, que doideira, né? Que doideira. E eu achei interessante que é assim o que o que aparenta ter acontecido no início, a Casa não era deles, eh, que foi o que deu a entender. Quer ver? Porque em algum momento alguém da famí da É isso mesmo. No início, quando as a primeira pessoa da família foi para lá, ela era alugada e provavelmente depois ela foi comprada. Ela ficou muitos anos na família e depois eles venderam de novo a casa,
porque eu acho que todo mundo via que era uma cilada, né? E e eu tô boba que assim, eles moravam lá de aluguel Primeiro e eles percebiam as coisas estranhas que aconteciam e mesmo assim eles compraram o lugar. Tipo, por que que não pegasse o dinheiro e comprasse outro lugar, gente? Se tinha um dinheiro para comprar, porque assim, quando é aluguel, beleza, né? A pessoa às vezes só tem a condição de pagar o aluguel, mas se a pessoa teve como comprar, por que que ela não comprou outro lugar? Não faz sentido algum, mas tá Bom,
né? Coisa de gente mais velha, vai saber o que que aconteceu na época, mas aparentemente é alguma coisa que já tá lá muito tempo, antes mesmo das primeiras pessoas da família que morou, então porque os os trabalhadores, né? Eh, isso era muito comum antigamente, quando a energia elétrica tava passando, a empresa alugava a casa e às vezes eles até montavam acampamento quando não tinha casa, quando era lugar muito remoto e as pessoas que Trabalhavam na instalação ficavam lá, olha, tipo, por dias e mais dias e morava todo mundo junto, né? Porque tinha que morar junto,
não tinha muito o que fazer. Gente, que doideira, né? Mas enfim, muito obrigada por ter enviado o relato. E agora a gente vai pro próximo. Deixa eu só ver um negócio aqui. Esse chama A casa assombrada da minha irmã. Olá, Leandro, pessoal que assiste ao canal. Esse relato é real e aconteceu comigo. A história está sendo Contada sem exageros e com total convicção. Os nomes foram trocados, pode ler sem problemas e aconteceu há uns 10 anos atrás. Eu tenho uma irmã chamada Érica, que mora em outro estado. Ela é casada com Rodrigues e o casal
não tem filhos humanos, apenas animais de estimação. Eles na época eh tinham muitos cachorros e três gatos, todos resgatados. Os animais eram muito bem tratados e eles realmente os amavam. Dos cachorros, apenas uma, a Emily era de Dentro de casa. O restante ficava no quintal, onde tinha várias casinhas super confortáveis. Antes que julguem, eh, não havia possibilidades de todos ficarem dentro de casa, porque quando entravam marcavam território, fazia muita bagunça, brigavam demais, enfim, não tem realmente como, né, gente? E bom, os gatos também ficavam dentro e um quarto era só deles, que se tornou meu
também. E bom, a Emily só se dava bem com eles e comigo, não aceitava ninguém. O restante dos animais era bem tranquilo e eles queriam muito fazer uma viagem, mas por conta da Emily só poderiam ir se eu fosse para lá. E eu fui, Leandra, a princípio, tudo tranquilo. Depois de uns dois dias, na noite da viagem, minha irmã e o marido deram uma saída rápida e eu estava no quarto com a Emily quando ouvi passos, mais passos nítidos ali na escada. Era uma casa de de andar. Eu fui pra porta ali do quarto e
perguntei se eles tinham esquecido algo, mas ninguém Respondeu e ninguém apareceu. Eu desci as escadas e a porta estava fechada. Não havia ninguém ali. Deixei de lado e continuei lá com a com a Emy. Eles viajaram e foi aí que as coisas começaram a ficar bem estranhas. Eu não dormia totalmente só na casa. Uma moça ia para lá e me ajudava de manhã com os animais. Logo em seguida, ela saía e só voltava à noite. O nome dela era Lúcia. Uns três dias depois da viagem, eu ouvi um barulho enorme no andar de cima. Imaginem
uma mão gigante, sei lá, dando um murro no chão. Imaginaram? Pois é, foi essa a sensação que eu tive, um estrondo. Coloquei na minha cabeça que poderia ser o forro estalando, mas eu sabia que não era. E detalhe, deveria ser umas 2as da tarde. Fui subir já quase escurecendo para o quarto e confesso que eu estava com medo. A Lúcia chegou e eu não comentei nada. No outro dia, tudo normal, mas no dia seguinte, ao descer da escada, eu fui empurrada. Sim, empurrada. Eu não senti mãos físicas, mas sim uma força projetou o meu corpo
pra frente. Eu só não caí porque Deus não quis. E isso aconteceu à tarde também. E fiquei mais uma vez com medo porque foi algo muito real, gente. Eu colocava música, eu deixava a televisão ligada quase que assim o dia todo e tudo para me distrair. Mas não dava certo. O negócio não parou por aí. Um dia, a Lúcia demorou muito a chegar e eu já estava desesperada. Sentada no sofá da sala, eu ouvi um pulo no quintal, como se alguém tivesse pulado do muro pro chão. E nessa hora eu fiquei aterrorizada. Eu não pensei
que fosse assombração. Eu pensei que fosse alguém encarnado que tivesse entrado na casa para roubar. Então eu corri como uma louca pra porta da sala, atravessei a garagem e fui pra rua. Gente, eu estava tremendo. Quando que de repente me veio algo na cabeça? Os cachorros, se alguém Tivesse pulado no quintal, eles teriam feito um escândalo. O que pulou o muro não se mostrou a eles. Então eu voltei para casa umas meia hora depois e aí a Lúcia apareceu. A casa era pesada, muito densa. Eu não sei explicar bem. Do nada começaram a aparecer muitos
ratos e tudo ali era limpo, não tinha porquê disso. Mas enfim, uma manhã encontrei uma cobra no quintal e graças a Deus os doguitos não a viram. Tirei a [ __ ] e coloquei Um terreno ao lado da casa. Os eletrodomésticos queimavam do nada. Tudo estalava, piscava. Quase todos os dias faltava energia. Era uma coisa de doido. Faltando uns dois dias para Eric e Rodrigues chegarem, aconteceu a noite do terror. Já havia presenciado outros fenômenos, mas nada comparado com o que aconteceu. Vamos lá. Lúcia já havia chegado. Era noite. As coisas começaram por volta das
9 horas. Emily ficava no quarto da minha irmã e consequentemente Eu ficava lá bastante tempo. O quarto era grande e a porta do closet de Érica ficava bem bem em frente de onde eu armei uma rede. Para ir ao banheiro, a gente precisava passar por ele. Eu estava deitada na rede assistindo televisão e a Emily deitadinha ali na cama. Eu comecei a sentir uma coisa estranha e a Emily começou a latir para a porta do closet, mas assim, latir muito alto. Ela desceu da cama e foi pra frente da porta. Latia, latia e latia e
por mais que eu a chamasse, ela não parava. Eu via a parede e, sei lá, ficava ali procurando uma largicha ou algum bichinho que pudesse estar chamando a atenção dela, mas não tinha nada lá. E sabe quando alguém enchota o cachorro e ele vem correndo assim, olhando para trás? A Emily fez isso como se alguém tivesse enchotado ela. Ela correu em direção à minha rede e pulou, me arranhando toda. Ela estava afando e tremia de medo. O Olhar daquela cadela é me deu pena. Era assim um olhar desesperador. Eu me levantei com muito custo e
criei coragem e entrei no closet, pois eu precisava ir ao banheiro também. E Leandra, na hora que eu entrei ali, o meu corpo inteiro se arrepiava. Quando eu sentei no vaso, parecia que eu pesava uns 300 kg. A Emily ficava o tempo todo comigo e muito assustada. Eu comecei a falar com ela e a minha voz saía Abafada. Voltei pro quarto e a Emily, hora ou outra, latia. Parece que fazia de propósito. Quando deu meia-noite, eu me levantei para ir pro quarto que eu dormia, o quarto dos gatos. Quando a Emily me viu perto da
porta, ela ganhia, chorava e eu assim não podia fazer nada. Eu apenas falei: "O que estiver aqui, por favor, saia e deixa a cadela em paz. Ela é inocente e se quiser, venha comigo." Ah, Leandra, para que eu fui falar isso? O meu quarto, né, ficava em Frente ao da minha irmã. Quando eu entrei lá, os três gatos estavam muito assustados. Dois deles foram olhar por baixo da porta e de repente os três saíram correndo pelo quarto. Eu convidei e a coisa, pelo visto, entrou. Leandra, eu estava exausta, muito cansada. Os gatinhos estavam aterrorizados. Eu
deitei na minha cama e desliguei a luz, e o quarto ficava iluminado pelo poste da rua. Eu estava deitada quando eu ouvi um barulho forte Dentro do quarto. Leandra do céu. As duas caixas de areia viraram sozinhas. Elas foram assim jogadas, arremessadas. E os três gatos estavam ali no meu canto de visão. É, no meu campo de visão. Um estava no hack, outro na cama comigo e a outra na janela. Não foram eles. E aí, nessa hora eu gritei: "Chega! Para! Falei bem alto: "Eu vou dormir agora para eu vou dormir em paz. Eu vou
dormir agora". Eu rezei pedindo que os espíritos de luz me ajudassem. Eu só Queria dormir. E assim já se passavam de 3 horas da manhã. Eu precisava dormir. Eu só sei que depois disso eu apaguei e quando eu acordei era 7 horas da manhã. Os gatos estavam tranquilos e as caixas de areia estavam no meio do quarto. Tudo sujo, areia espalhada por todo lugar. Eu fui ver a Emily e ela estava mais tranquila também. Desci e a Lúcia me olhou com uma cara muito preocupada e me perguntou o que tinha acontecido ontem. Ela falou que
ouviu Muito barulho lá em cima e que já estava pensando em, sei lá, ligar para alguém. Ela disse que ouvia passos correndo, barulho de coisas caindo e outros sons. Eu só contei ali por cima o que aconteceu, porque eu fiquei com medo dela não querer vir mais para casa e eu acabar ficando sozinha. Enfim, então eu só contei ali o básico e me assustei mais ainda com o que ela falou sobre os passos. Não daria para ela ouvir eu andando e a única Coisa que caiu foram as duas caixas de areia. O que estava lá
a fez ouvir isso. Ela disse que era como se tivesse alguém correndo dentro do quarto. E ela também me disse que não havia dormido nada também. Eu passei o dia sobressaltada, com um aperto no peito e lembrava que ainda passaria mais uma noite sem a minha irmã e o marido, mas felizmente não aconteceu mais nada. Érica já havia me falado que lá aconteciam algumas coisas estranhas, mas Eu não imaginei que iria passar por isso. Depois que eles chegaram, eu ainda fiquei mais uns quatro dias por lá e eu esperei ficar sozinha com ela e falei
tudo. Ela ficou horrorizada e acreditou em mim. Leandra, já aconteceram tantas coisas naquela casa depois disso que eu não sei como eles ainda moram lá. Fizeram uma limpeza espiritual e tudo melhorou. Mas nunca parou de fato. Minha irmã ouvi coisas caindo, barulhos estranhos e já acordaram no meio da Noite com som de missa sendo rezada. Já viram uma sombra correndo no teto e muitas outras coisas. Tanto que eles isolaram o andar de cima e viveram um bom tempo só no andar de baixo. Tentaram até voltar a usá-lo, mas não deu muito certo. Ficaram mais um
tempo no andar de baixo e só depois de muito tempo voltaram a usar o andar de cima. Meu cunhado, apesar de espírita, finge que quase nada acontece, mas a Érica não. Ela é totalmente consciente do que tem Lá. Ela é, ele é engenheiro, a casa é linda, assim, toda bem planejada, tudo bem pensado, mas infelizmente quem ou que mora com eles não está satisfeito e nunca foi embora. Porque hora ou outra Érica me liga tentando eh contando, né, algo que aconteceu. E te falo com certeza, se eu não tivesse um conhecimento espiritual, teria enlouquecido. O
sobrenatural existe, o maligno existe. Eles vivem com a gente ou a gente vive com eles. Sei Lá. Quem fez a limpeza disse que lá tem uns 3.000 espíritos, que a parte subterrânea do terreno é como se fosse um anfiteatro. Nem todos interagem com a casa, mas alguns não querem a minha irmã e cunhado por lá. Alguns nem sabe onde estão e apenas vagam. Outros são neutros e alguns agressivos. E na limpeza feita estabeleceram um limite, mas hora ou outra esse limite é quebrado. Tudo ali queima. Só a máquina De pão minha irmã já está na
terceira. Tem um monte de infiltração no andar de cima e em pontos que nem o nem cano de água tem. O closet da minha irmã encheu de mofo e olha que tem um sistema de ventilação e ela vive escutando uma coisa que vai e volta. Acredito que os agressivos, né, os mais sombrios, se apoaram do andar de cima. E minha irmã até pensou em colocar uma câmera lá, mas desistiu com medo do que ela iria ver. Não faz muito tempo que ela acordou e Viu um homem velho na parede do na parede do quarto. Isso
assim, eh, na parte de baixo. E a última Ah, tá isso na parte de baixo. E a última coisa que ela me falou foi que por umas duas noites ela acordou com um barulho de chineladas no pé da parede, circulando o quarto todo. Ela também já acordou sufocada e meu cunhado desenvolveu crise de pânico. Leandra, eles já pensaram em se mudar, mas ainda não podem. Há uns 7 anos atrás, encontraram uma porca na Estrada, filhote, e tiveram que levar para casa e criam até hoje. Não tem onde deixá-la e eles não querem se desfazer porque
tem medo de matarem a [ __ ] para comer. Hoje ela pesa uns 200 kg e os cachorros foram morrendo um atrás do outro de doenças terríveis. Do nada adoeciam e morriam. Boa parte da das economias deles foram gastas ali com veterinários. Um dos cães nenhum veterinário soube explicar o que ele tinha. Uma cadela morreu com uma linha Presa em todo seu intestino e minha irmã não sabe como. Alguns cães apareciam com tumores terríveis do dia pra noite. Olha que tem tanta coisa que eu passaria assim um dia inteiro escrevendo. Tudo aqui contado. Eh, aconteceu,
como eu falei, e assim, contei sem exagero algum. Depois desse tempo, ainda acontecem coisas lá. Minha irmã aprendeu a não ter mais tanto medo, porque senão ficaria impossível de morar lá. Meu cunhado nem sempre está em casa, pois Trabalha em outra cidade agora. E aquela casa é um filme de terror real. A Emily hoje já é falecida e os gatinhos também. Ainda um restão poucos cães e a porca apenas, né, que ela resgatou. E aí o relato acaba, ó. Um beijo, muito obrigada por ter enviado esse relato aqui também, gente. É muito doido isso. Eu
eu tenho a impressão de que eu já li essa história, mas ela estava fechada no meu e-mail ou eu não sei explicar. Eu odeio essa sensação de já Ter lido o relato porque eu não gosto de repetir relato, sabe? É chato isso, mas não sei. Eu acho que eu tô confundindo vocês que estão aí há mais tempo e talvez que tiver aí a memória melhor que a minha. Tem um relato que eu já contei aqui que tinha um negócio de animal também e que a casa era assombrada e o o gato, o cachorro, não sei,
da pessoa apareceu sufocado com a coleira na cerca. Eu tô achando que eu tô Confundindo com esse relato porque eu era uma casa também que era assombrada e aí por acaso ser assombrada pegava nos animais. Então assim, eu tô com muita dúvida. Então assim, independente se eu já li ou não, eu achei essa história muito doida. E uma coisa que eu tenho a dizer é o seguinte. Eu acho que só não aconteceu nada de muito ruim com a sua irmã e com o seu cunhado. Assim, ele já tá começando a ter crise de ansiedade e
Tals, mas só não aconteceu de nada muito pior, muito ruim acontecer com eles, porque o que tá ali vai drenando a energia dos animais, que eram muitos. E isso acontece muito em casa assombrada. As a primeira coisa que acontece quando a pessoa se muda e tem animal de estimação é os animais começarem a morrer ou começa a adoecer e não descobre o que que o animal tem. É porque é a primeira vitalidade que o espírito, que o obsessor começa a sugar. E de repente, por ser uma casa que tinha muitos cachorros, muito gatos, isso, né,
foi acontecendo. É por isso que eles estão lá há muito tempo, h, há bastante tempo. Então, na hora que não tiver mais animal, na hora que todos eles falecerem, inclusive ela mesmo fala no relato que eles faleceram de causas bem estranhas, né? Então, na hora que não tiver mais animal, vai começar a atingir eles. O que é muito preocupante, né, gente? Eu já teria saído me mandado Dessa casa, mas tá bom. Muito obrigada por ter enviado. E agora a gente vai pro próximo que se chama A casa Mal Assombrada. Olá, Leandra, como você está? Meu
nome é Tamires e não há problema em dizê-lo, pois não haverá outros nomes durante o relato. Conheci o canal há algumas semanas e já estou completamente viciada. Adoro ouvir os relatos me arrumando, lavando louça e até mesmo na hora de dormir. E vendo a forma respeitosa como você trata os Relatos, hoje eu decidi te contar um dentre os vários que já aconteceram em minha família. Esse relato aconteceu quando eu tinha 12 anos de idade e hoje eu tenho 26 anos, mas ainda me lembro como se fosse ontem. Na época nós morávamos em uma casa de
aluguel e nessa casa morava minha mãe, meu padrasto e eu, que na época tinha 12 anos, e o meu irmão que tinha 16. Era uma casa de fundo, até bonitinha, muito bem feita e recém-reformada. A casa tinha dois Quartos. Minha mãe ficava no quarto principal com meu padrasto e eu dividi o outro o outro quarto com o meu irmão. Como eu já disse, a casa era de fundo e na frente ali e na casa da frente morava o filho do dono, um homem metido e asqueroso. E mais paraa frente vocês vão entender porque guardo o
rancor desse homem até hoje. E acontece que desde o primeiro dia eu odiei morar naquela casa. Eu não sei explicar, mas eu nunca gostei daquela casa, mesmo sendo uma Casa muito bonitinha e arejada. E tudo seria perfeito se a casa não fosse mal assombrada. Desde a primeira semana, eh, desde a primeira semana percebemos que havia algo de errado com aquela casa. Eu, minha mãe e meu padrasto presenciamos eventos sobrenaturais ali, porém o meu irmão nunca viu nada. Meu padrasto, que simplesmente chamarei de padrasto mesmo, logo na primeira semana começou a ter sonhos horríveis Com uma
mulher. Essa mulher, segundo ele, deveria ter uns 40 anos de idade, porém ela tinha uma aparência muito abatida. Ela era loira e tinha um cabelo solto e todo bagunçado. Primeiramente, meu padrasto só havia de relance, mas com o tempo, aquela mulher começou a atacá-lo nos sonhos. Até que um dia, cerca de uns 4 meses que estávamos morando naquela casa, meu padrasto estava dormindo com a minha mãe na cama quando acordou com uma Sensação estranha. E ao olhar para a porta do quarto que estava aberta, meu padrasto viu algo que o deixou aterrorizado. Observação: a minha
mãe sempre dormia com a porta aberta, pois eu tinha muitos pesadelos naquela casa e era comum no meio da noite eu ir dormir na cama dela. Mas enfim, continuando, ao olhar pra porta do quarto, meu padrasto viu aquela mulher, a mesma dos sonhos dele, parada em frente à porta, olhando fixamente. Ele soltou um grito e nisso Acabou, né, acordando a minha mãe e a todos na casa. Eu e meu irmão acordamos e fomos correndo ver o que estava acontecendo. Meu padrasto nos disse que havia visto um rato e, por isso, se assustou e gritou e
que poderíamos voltar a dormir, que no outro dia ele se encarregaria de pegá-lo. Sim, Leandra, eles mentiram. E só depois que saímos daquela casa que a minha mãe veio me contar o que realmente aconteceu naquela noite. É claro que como éramos crianças, Eles preferiram mentir, pois não queriam nos assustar. Pois bem, voltamos todos a dormir e segundo meu padrasto, ele continuou vendo aquela mulher por todo o tempo que moramos ali e que sempre quando ele pegava no sono, a sensação estranha voltava. E ao abrir os olhos, ali estava ela olhando fixamente. Com o tempo, meu
padrasto passou a dormir todas as noites com a luz da sala acesa, pois a luz da sala acabava iluminando os dois quartos da Casa. E sempre antes de dormir, ele começou a fazer uma oração pedindo proteção a Deus. O mais curioso é que ninguém mais via aquela mulher, somente ele. Como eu já disse, eu e minha mãe e meu padrasto presenciamos atividades sobrenaturais naquela casa, menos o meu irmão. Para minha mãe, a casa ou aquilo que estava nela se manifestava de um jeito diferente. Ela tinha sonhos estranhos, calafrios e às vezes sentia estar sendo vigiada.
Lembro-me que Evitávamos ficar sozinhos na casa, pois a sensação de estarmos sozinhos naquele lugar era terrível. Minha mãe ainda não tinha visto nada na casa até que esse dia chegou. Era um final de semana, meu irmão estava na casa de uns amigos dele, meu padrasto estava trabalhando e eu em casa com minha mãe, somente nós duas. Pois bem, acontece que minha amiga que estudava comigo e morava ali na mesma rua que a minha, veio me chamar para brincar. Eu fui lá implorar pra minha Mãe me deixar e joguei logo ali um charme para cima dela
e a [ __ ] acabou deixando, tendo que ficar sozinha na casa. Fui para a casa da minha amiga e minha mãe ficou sozinha na casa. Início ainda era ali umas 11 horas da manhã. O pai da minha amiga era daqueles homens ignorantes que não deixam a filha sair nem da calçada ali de casa e por isso eu quem tinha que ir pra casa dela e ficar lá brincando. Minha mãe então ficou arrumando a casa e ajeitando ali As coisinhas dela. Minha mãe sempre foi uma mulher muito temente a Deus e apesar e apesar de
já ter presenciado muitas coisas sobrenaturais, não tem medo, pois sempre acreditou que o poder de Deus é muito maior que qualquer mal. Após arrumar a casa, minha mãe foi até a padaria do bairro comprar algumas coisinhas para jantarmos. E nisso o sol já havia esse posto e eu ainda estava na casa dessa minha amiga. Acontece que na volta da Padaria, conforme ia chegando, minha mãe viu uma criança correr para dentro da casa. Deixe-me explicar para vocês, Leandra. Sabe aquelas casas que tem tipo uma entradinha como se fosse um mini quartinho? Então, o portão ficava protegido
da chuva e quem ficasse ali na frente para o eh na de frente para o portão não poderia ser visto pelas pessoas da rua, pois estaria dentro desse mini quartinho. Será que deu para entender? Bom, minha mãe morria de raiva Dessa entradinha, pois tinha um morador de rua que vivia fazendo essa entradinha de banheiro sanitário. Tadinha. Mas voltando ao relato, conforme minha mãe foi chegando perto da casa, ela viu uma criança de vestido branco e cabelos pretos e longos iguais ao meu. E ela viu essa criança correr para dentro de casa. E como a casa
tinha essa entradinha, ela não conseguiu ver a pessoa parada, sabe? e ela apenas viu a criança correr para essa entrada. E como essa tal criança Tinha a mesma altura que a minha, a minha mãe achou que era eu. Ao chegar em frente ao portão da casa, ela estranhou, pois não havia absolutamente ninguém ali. E ela achou que eu estava me escondendo ali na entrada para dar um susto nela. Mas quando ela viu que não havia ninguém ali naquela entradinha, ela ficou foi eh assim apavorada. E não tinha como eu ter eh como eu ter entrado
na casa e trancado o portão, pois só haviam duas chaves, a da minha mãe, que Estava com ela, e a do meu padrasto, que estava com ele no serviço. Outro fato curioso é que nessa entradinha havia uma luz que possuía sensor de presença. E quando a minha mãe chegou perto da l da entrada, a luz não estava acesa. E se o que ela viu fosse realmente uma pessoa? Quando essa pessoa chegou perto da luz, a mesma deveria ter acendido. E não, a luz não estava queimada, pois logo que a minha mãe parou em frente ao
portão, a luz ligou. Minha mãe ficou com tanto medo que não entrou sozinha na casa e foi imediatamente me buscar na minha amiga, que, como eu já disse, morava ali na mesma rua que a minha. Porém, a minha mãe não me contou o que havia acontecido. Ela simplesmente disse que já era tarde, que eu precisava jantar. A minha mãe só foi me contar a verdade depois que saímos daquela casa. Mais uma vez, ela omitiu os fatos para não me deixar mais assustada do que eu já era Morando naquele lugar. Comigo, a casa me afetava através
dos sonhos. Eu vivia tendo pesadelos horríveis, além da sensação estranha de que que eu sentia demorando ali. E até aí tudo bem ou não? Até que um dia eu vi algo. Era bem cedo e o meu padrasto já tinha ido para o serviço. Meu irmão estava dormindo, pois na época ele estudava à noite e minha mãe estava preparando o café da manhã e eu estava me arrumando no quarto dela para ir pra Escola. No quarto da minha mãe tinha um guarda-roupas embutido daqueles enormes de madeira que chegam até o teto. E esse guarda-roupas tinha um
espelho por dentro. Então, conforme você abria ali uma das portas dele, havia um espelho embutido na porta. E olhando pelo espelho, você conseguia ver a sala ao fundo. Pois bem, eu estava sozinha no quarto da minha mãe, penteando meu cabelo em frente ao espelho dela. No banheiro tinha um espelho, mas eu Gostava de usar o da minha mãe, pois assim eu poderia usar os cremes e os batons dela escondido. Eu estava penteando o cabelo e lembro-me de olhar para baixo. Não sei por qual motivo, mas eu olhei para baixo. E quando eu voltei o olhar
para o espelho, eu vi algo parado na sala, olhando em minha direção. Eu vou tentar explicar o que eu vi. Tinha a forma de um ser humano, mas eu sei é, eu não sei se era homem ou mulher, pois aquele ser era totalmente Preto, não tinha olhos, boca, rosto, cabelo, nada. Era como se uma sombra tivesse ganhado vida e saído andando por aí por conta própria. E eu sei que ele estava me olhando, pois o corpo dele estava posicionado pra frente e os braços estavam pra frente, assim, os pés eh e tals. E como o
espelho era daqueles grandes de corpo inteiro e como a criatura estava na sala ali ao longe, eu conseguia ver o corpo daquilo por completo. O ser estava parado na sala. E Uma observação, o quarto da minha mãe era ao lado da sala, então aquilo estava ali encarando. E eu senti um medo tão grande que eu comecei a tremer. E era como se eu estivesse sem forças para me manter de pé. Tudo isso aconteceu em segundos, mas para mim foi uma eternidade. Eu olhei para trás e aquela coisa havia simplesmente sumido. Criei coragem e corri até
a porta do quarto da minha mãe. Tranquei a porta e comecei a gritar por ela. Eu não quis ir correndo Até a minha mãe, pois para ir até lá, eh, que estava na cozinha, eu tinha que passar pela sala, que é onde aquele ser estava ou esteve. Então, eu não ia de jeito nenhum. E ouvindo os meus gritos, minha mãe foi até a mim e perguntou o que estava acontecendo e eu contei tudo. Minha mãe acreditou em mim, já que ela também já havia presenciado coisas naquela casa. E depois desse ocorrido, a minha mãe decidiu
que já era hora de procurar uma Casa nova. Paralelo a isso, procuramos também ajuda em nossa igreja. Alguns irmãos, que é assim que nos chamamos, né, em nossa igreja, foram orar em nossa casa. E as coisas parecem até ter se acalmado, porém nunca deixaram de acontecer. Eu lembro-me de sair pelas ruas da cidade à procura de casa com minha mãe, mas não encontrávamos nada e a nossa frustração só aumentava. Até que um dia minha mãe estava do lado de fora da casa limpando A calçada e a vizinha, que morava a duas casas da nossa, veio
puxar assunto com ela. Conversa vai, conversa vem. E minha mãe perguntou à mulher se ela sabia de alguma casa para alugar, pois queríamos nos mudar dali. A vizinha respondeu que não e que também estava atrás de casa para alugar. Minha mãe então disse a ela que estava impossível continuar morando ali, pois sentia que uma energia ruim e pois sentiu uma energia ruim vinda da casa. E foi aí que a vizinha Confidenciou algo à minha mãe. Segundo a mulher, coisas estranhas também aconteciam na casa dela e que o auge dos eventos tinha ocorrido há uns dias
atrás. A vizinha contou que estava lavando a louça e que ao terminar saiu para o quintal da casa para lavá-lo. E foi quando ela viu uma senhora de cabelos brancos e vestido branco sentada na cadeira de rodas do filho dela. Ela contou que soltou um grito e correu para dentro de casa. O marido dela, que Também estava em casa, perguntou o que tinha acontecido e ela disse que tinha uma mulher sentada na cadeira de rodas ali do eh do filho deles. Então, o marido da vizinha foi até o quintal, mas não havia ninguém, absolutamente ninguém.
E vocês devem estar se perguntando, será que a senhorinha não pulou o muro? Não era impossível, pois o quintal dos fundos onde essa vizinha viu a senhora era separado do quintal da frente da casa e a casa de trás da dela Possuía um muro enorme, então não tinha como. A mulher ficou tão traumatizada que jogou a cadeira de rodas do filho no lixo e que por esse motivo também estava atrás de outra casa para alugar. Daí vocês devem estar se perguntando: "Nossa, mas a vizinha que morava duas casas da sua também estava vendo coisas?" "Sim,
e digo mais, não só ela." Algum tempo depois dessa conversa, a casa ao lado da nossa foi alugada. Nessa casa não parava ninguém. Essa casa era Literalmente ao lado da nossa, lembrando que nossa casa era de fundo e na casa em frente morava o filho do dono. Pois então, a casa ao lado da nossa foi alugada para um jovem casal e o filhinho deles eh era recém-nascido. Era um casal de jovens muito bonzinhos e solícitos. E a minha mãe, que sempre fez a política da boa vizinhança, já foi logo se apresentando ao casal. E com
o passar do tempo, acabamos fazendo amizade com eles. Sabe aquelas amizades de oi, Tchau, tudo bem? Olha, se precisar estão aqui, viu? Esse tipo de amizade. E ninguém invadia a vida e nem a intimidade de ninguém. Mas sempre que a mocinha precisava de ajuda com o bebê ou algo do tipo, minha mãe ajudava. Até que um dia estava muito quente e decidimos sentar na calçada de casa. Eu, minha mãe e meu irmão. O meu padrasto não estava em casa, pois trabalhava até de noite. Sentados ali na calçada, decidimos chamar a nova vizinha, que aqui chamarei
De mocinha, pois ela era bem novinha. A mocinha estava sozinha em casa com seu bebê, pois o esposo dela trabalhava também eh de madrugada. Chamamos ela e ela foi lá ficar com a gente na calçada. Conversa vai, conversa vem e adivinhem só? A mocinha nos agradeceu por chamá-la, pois já estava ficando com medo de ficar sozinha na casa, pois coisas estranhas aconteciam ali. Minha mãe a instigou a falar e ela contou que coisas estranhas aconteciam na casa Dela. Ela ouvia passos à noite, as luzes acendiam e apagavam sozinhas, e a TV e o rádio ligavam
também sozinhos. Sem explicação. Leandra parece até coisa de filme, pois foi só a mocinha acabar de falar que o rádio dela ligou sozinho e no último volume. Nos olhamos assustados e a mocinha falou: "Viu só?" E é direto isso. A mocinha então deu o bebê pra minha mãe segurar e pediu para mim entrar com ela na casa para desligar o rádio. Eu me fiz de corajosa e então Entramos. Bom, depois desse fato, eu e minha mãe ficamos com muita dó da mocinha e quase toda a noite eu ia ficar um pouquinho com ela lá na
casa dela para ela não se sentir tão sozinha. Eu só sei que não levou assim nem quatro meses e a coitada foi embora daquela casa. No dia em que a mocinha foi embora, ela veio se despedir da gente. Agradeceu a minha mãe e a mim por ter feito companhia a ela todo esse tempo. A coitada não aguentava mais passar por Por medo e no caso dela era bem pior, né? Pois como o marido trabalhava de madrugada, ela estava passando muito medo sozinha e também, né, tinha um bebê na casa. Na época não era tão comum
o telefone celular, então acabamos perdendo o contato e eu espero que a mocinha esteja bem e quem sabe ela até não possa, sei lá, estar ouvindo esse relato. Bom, Leandra, eu só sei que depois que a mocinha se mudou, a outra vizinha, né, Que tinha visto a mulher sentada na cadeira de rodas, também se mudou. Foi coisa de uns três meses depois e acabou que todo mundo estava achando caso e indo e indo embora, menos a gente. A sensação ruim continuava, porém, graças a Deus eu nunca mais vi nada ali. E Leandro, eu pedi tanto
a Deus para não me deixar ver mais nada, que eu acho que ele não aguentava mais ouvir minhas orações. Minha mãe também não viu mais nada ali, somente sentia a energia ruim Do local. E quanto ao meu padrastro, o coitado foi o único que continuou vendo a mulher na casa. Era só ele ir ir dormir, né, que ela aparecia ou em frente à porta ou ao lado da cama encarando. Eu só sei que ficamos naquela casa por dois longos anos. E sabe ali naquela casa e eu ganhei um cachorrinho, era um poodle mini, ele era
um machinho lindo, a coisa mais linda. E eu sempre fui muito apaixonada em animais, especialmente cachorros. E o meu Cachorrinho, que se chamava Rick, entrou de uma forma muito especial em minha vida. Minha mãe tinha uma colega e essa colega morava no mesmo bairro que a gente. E um dia indo à padaria do bairro, minha mãe passou em frente a casa dessa colega e viu ela com um cachorrinho no colo. Minha mãe viu o cachorrinho, ficou encantada e a mulher então levou o cachorrinho para minha mãe ver e perguntou se minha mãe estava interessada em
comprá-lo. Minha mãe Disse que não tinha dinheiro e como o cachorrinho era de raça, deveria ser caro. A mulher então explicou que a poudle dela deu sete filhotinhos e que somente aquele filhotinho que futuramente seria o meu Nick havia ficado, pois os outros seis eram branquinhos. E o Rick, como era pretinho, ninguém queria. Dá para acreditar? O ser humano consegue ser preconceituoso até com animais. E aí a mulher disse que faria mais barato para Minha mãe, que poderia até dividir em parcelas. Minha mãe então não pensou duas vezes e pegou o cachorrinho para mim. E
eu coloquei o nome dele de Rick, pois na época a dupla Rick e Renner estava fazendo muito sucesso. E o Rick foi para casa e foi amor à primeira vista. Pensa em um cachorrinho especial. Como eu o amava. Até que um dia o Rick amanheceu mal, tipo muito mal. Minha mãe correu com ele para o veterinário e descobrimos Que ele havia sido envenenado, mas já era tarde e o Rick não resistiu. Eu fiquei desolada e nada me fazia parar de chorar. E ainda hoje me lembro com lágrimas nos olhos. Alguns dias depois, minha mãe estava
na calçada e o vizinho da frente, que era o filho do dono da casa, veio falar com ela. E ele perguntou paraa minha mãe onde estava o cachorro, pois não tinha o ouvido latir. Minha mãe contou o que tinha acontecido e aquele homem riu na Cara dela. Ele riu na cara da minha mãe e então ele assim não então assim ela não teve dúvidas de que quem havia envenenado o Rick, né, foi ele. Minha mãe ficou tão brava que mudar daquela casa havia virado questão de honra para ela. Eu só sei que depois desse fato,
Deus fez uma obra tão grande que dali saímos direto pra nossa casa própria. Foi uma obra muito bonita. Minha mãe e meu padrasto conseguiram tirar uma casa na qual moram até hoje. E finalmente Saímos daquele inferno de casa. Essa foi a casa que eu mais odiei morar em toda a minha vida. Acho que não só pelo sobrenatural, mas pelo mal, né, que aquele homem fez ao meu cachorrinho. E sabe, tenho algumas perguntas não respondidas até hoje. O que será que havia naquela casa? Por que que para cada um de nós essa coisa aparecia de uma
forma diferente? Porque o meu irmão nunca viu nada. E como que essas coisas conseguiam Aparecer não só na nossa casa, mas também na casa dos vizinhos? Eu tenho uma teoria de que alguém fez uma magia naquele naquele naqueles terrenos e que todas as casas construídas ali ficaram mal assombradas. E um detalhe esqueci de mencionar, as casas das duas vizinhas, elas não pertenciam ao mesmo dono, pois se pertencesse, poderíamos até pensar que era o dono que talvez mexia com alguma coisa errada ou sei lá, mas não era o caso. Eu não sei se esses eventos Também
ocorriam na casa do vizinho da frente, que era o filho do dono, pois não tínhamos contato com ele. O dono assim era uma gracinha, sabe? Um senhor muito respeitoso, mas o filho era um nojento metido à besta. Eliandra, eu estou mandando em anexo um desenho da planta da casa e das casas vizinhas para você entender melhor o relato. Estou mandando também uma foto aleatória do Pinterest de como era a entradinha do portão, pois eu não sei se deu para Entender como a minha explicação. Fique à vontade para que, se possível também mostrar aos seguidores. P.
Só mais uma coisa. A casa permanece lá e eu morro de vontade de bater lá e perguntar aos novos moradores se eles já presenciaram algo ali. Mas eu tenho medo deles chamarem a polícia para mim. Bom, desculpa o relato grande, é, adoro o canal e ficarei muito grata e feliz caso você leia o meu relato. Beijinhos e fique com Deus, ó. Um beijo, muito Obrigada. É, então eu vou deixar aqui para vocês a foto que ela mandou. Lembrando, gente, que essa foto da casa não é da casa que ela morou, é uma foto que ela
achou no Pinterest. Eu tô deixando bem claro porque pode ser de uma outra casa brasileira, né? E aí, às vezes, vocês interpretam errado, mas não é a casa que ela morou, tá? É só para vocês terem ideia de como é esse quartinho que ela falou. E eu vou deixar aí para vocês, é, Entenderem. E também vou deixar a planta, né, que aí ela colocou a minha casa, a casa que o filho do dono morava e tinha um corredor para sair. Entendi. Ah, entendi. Então, tipo, realmente as casas eram, como vocês podem ver, as casas eram
bem coladas uma na uma nas outras. Então assim, se o rapaz, o dono, né, do terreno, que era o senhor, era uma pessoa adorável, uma pessoa legal, Provavelmente o problema não era ele, né? Então, possivelmente era o terreno. Porque sabe o que que pode ser? Uma teoria que eu criei aqui, vocês seguidores que estão vendo a planta, era tudo, é tudo muito juntinho. Então, o que que poderia ser? Talvez esse terreno aonde tudo isso foi construído pode ser tipo terreno de família, sabe? Que depois de algum tempo reparte e cada um fica com a sua
parte. Então, de repente era um terreno muito Grande de família e aí separou o terreno e aí esse senhorzinho, né, ficou ali com a sua casa e provavelmente a casa que o filho dele morava devia ser dele, mas aí, né, pai, filho, aí ficou. Eh, eu não lembro se num relato você colocou se a casa do casal de jovens que ficava colada com a sua era dele também. Se você colocou, eu não vou lembrar agora, mas enfim. Aí nesse terreno que era que ficou para ele, pro senhorzinho, ele fez as casas para alugar. E aí,
Provavelmente com o filho dele crescendo e querendo, né, construir ali sua vida e tudo mais, deve ter disponibilizado uma das casas que ele usava para alugar, pro filho morar. E aí, provavelmente, essas outras casas não eram dele, mas às vezes era de outra pessoa da família, por conta de como as casas são muito coladas uma na outra, entende? Tipo, eu acho que se fossem eh terrenos distintos de de pessoas que talvez nem se conhece os donos dos terrenos do dos terrenos, não Faria tão junto às casas. E a outra questão também que me chamou muito
atenção é que são todas casas para alugar. Então o que que eu penso? Devia ser um terreno muito grande de família que foi dividido, cada um ficou com um pedaço e fizeram dali casas para aluguel, para poder viver de aluguel. E aí o a da frente era alugada pelo filho dele, porque ele deve ter dado pro filho ali ter onde morar e não precisar pagar aluguel, não precisar comprar casa. Então, provavelmente eh as casas ali eram todas para isso. As pessoas botava para lugar. Então, provavelmente eles nem deviam saber se a casa, o lugar era
mal assombrado ou não. E aí a resposta, né, que, né, a gente talvez tenha aí é que o terreno deve ser um lugar amaldiçoado. E aí é por isso que, apesar de serem de donos distintos, acontecia manifestações sobrenaturais tanto na sua casa quanto nas outras, porque estavam todas no mesmo terreno. Então, Provavelmente foi isso. um terreno amaldiçoado que foi dividido. Eh, provavelmente essas outras casas, os donos que alugavam, devia ser da mesma família desse senhor. Às vezes vocês, a sua família não ficou sabendo disso na época, mas provavelmente era isso, porque senão é muita coincidência
elas serem muito juntinhas e assim todas serem para aluguel, entendeu? E você pode ver que a do lado, se não tinha ninguém alugando, ela ficava vazia. Então são casas construídas só para alugar mesmo. Então essa é a minha teoria de que é o terreno que é amaldiçoado. E às vezes quem viveu ali em um passado tipo muito distante até sabia disso. Mas bom, gente, esses foram os relatos de hoje. É, eu acho que essa coletânia vai ficar gigantesca do jeito que vocês gostam, né? Então assim, quero agradecer a cada um de vocês que tenha enviado
aí os relatos e agradecer a cada um de vocês Que tenha ficado até o final desta coletânia. Um grande beijo. Tchau tchau.