Ou, por acaso você sabe o que que aconteceu entre o ano 1 e 1000? Não, não muito. É, sim, o surgimento do cristianismo aconteceu, né?
Isso foi um pouco importante, né? que a gente chama de ano um, por isso a queda do Império Romano, o maior império que já existiu também tem isso. Ah, e também teve uma erupção vulcânica em 535 que apagou o sol por 2 anos, gerou fome generalizada, levou à perda de safras em toda a Europa e também ao surgimento da primeira peste bobônica.
Que agradável. Mas quando a gente olha pra riqueza, a produtividade por pessoa foi basicamente a mesma. A produção global aumentava só proporcionalmente a quantidade de pessoas que nasciam e a exploração de novas terras.
Mas nos próximos 1000 anos, uma coisa interessante acontece. Uou, que que é isso? A pista da morte do Tony Hulk?
melhor. A partir do século XIX, a produção explodiu. Com a eletricidade, a utilização das máquinas na produção e o desenvolvimento tecnológico, cada pessoa foi aumentando cada vez mais a sua capacidade de produzir.
E você pensaria, bom, isso não adiantou de muita coisa, dado que isso veio com um aumento da desigualdade. Os ricos ficaram mais ricos e os pobres ficaram ainda mais pobres. E você não estaria errado ou estaria.
Olha esse gráfico aqui. Esse gráfico mostra a parcela da renda total produzida, distribuída entre os topo 10% mais rico, os 40% do meio e 50% mais pobres. E numa olhada rápida, fica bem claro que tem uma classe tirando das outras.
Desgraçados capitalistas. Mas essa não é toda a história. O somatório em qualquer período de tempo, do percentual do total de riqueza detido por cada uma dessas classes, sempre vai ser 100%.
independentemente da riqueza total disponível para todos ser dó ou 1 trilhão de dólares. Então, mesmo que todo mundo esteja melhorando a sua qualidade de vida, se a gente só olhar para esse gráfico ao longo do tempo, dá a entender que uma classe tá tirando das outras. Mesmo que o enriquecimento de uma classe específica puxe o enriquecimento das outras classes consigo.
Mas foi isso que aconteceu. Por sorte, a gente não precisa especular. Vamos analisar a riqueza total disponível em quatro momentos igualmente espaçados.
no ano de 1900, 1940, 1980 e 2020. Olha essa tabela que tá aparecendo na tela. Nesse período de 120 anos, a concentração de riqueza detida pelos 10% mais ricos aumentou em 28,6 vezes.
Pelos 40% no meio aumentou em 34,4 vezes. E pelos 50% mais pobres, aumentou em 24,9 vezes. A classe média, então, foi a que teve a maior mudança de qualidade de vida, mas ainda assim é innegável.
Todos ficaram mais ricos. Lindo, né? Não, pelo menos não ainda.
Essa tabela que eu te mostrei não é de todo verdadeira. Os dados estão certos, mas ela omite um outro dado fundamental pra gente conseguir analisar a qualidade de vida real da população, a quantidade de pessoas. Pensa, se a gente só olha pra riqueza detida pelos 50% mais pobres do mundo ao longo desse período de 120 anos, eles enriqueceram quase 25 vezes, né?
Mas e se o tamanho da população representada pelos 50% mais pobres tiver aumentado 50 vezes nesse mesmo período? Então eles teriam ficado na verdade duas vezes mais pobres. Então o que que aconteceu?
Eu fui procurar no outro Dara dados referentes ao crescimento populacional desde 1900, mas lá eu só consegui encontrar os dados do crescimento populacional a partir de 1950. Então eu fui procurar em um outro site que tivesse esse dado pra gente. Eu encontrei esse outro site chamado de Worldometer.
E o Worldometer diz que havia 1,6 bilhão de pessoas vivendo nesse planeta no ano de 1900. Em 2020, 7,89 bilhões. Então, em 1900, os 50% mais pobres representavam 800 bilhões de pessoas.
Em 2020, representavam 3,9 bilhões de pessoas. Foi um crescimento de 4,93 vezes nesse mesmo período. Arredondando esse crescimento para cinco vezes população e 25 vezes crescimento de riqueza, cada pessoa dos 50% mais pobres em 2020 era cinco vezes mais rica do que uma pessoa da mesma faixa no ano de 1900.
Uma pessoa do meio 40% era sete vezes mais rica e uma pessoa do topo 10% 5,8 vezes mais rica. fazendo a média ponderada desses valores, cada uma dessas classes sociais, já corrigida pela inflação, ficou, de novo, em média 5,9 vezes mais rica. Mas isso foi de acordo com os meus cálculos, claro que embasado em fontes legítimas, mas eu queria ter certeza se esses meus cálculos estavam certos.
E aí eu procurei por DDP per capta evolution, que é evolução do PIB per capta, e eu vi que tinha esse dado na wording data e ele tava dando seis. Então, sim, a desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres aumentou. Mas isso não aconteceu mediante ao empobrecimento dos mais pobres.
Isso aconteceu mediante um enriquecimento de todas as classes sociais. Inclusive, a classe que mais aumentou a sua qualidade de vida não foi, PME, a dos 10% mais ricos, mas sim a dos 40% do meio. E expor isso é importante porque quebra a premissa infundada de que quando os ricos ficam mais ricos, isso prejudica o resto da população.
Pensa comigo, dizer que um rico é culpado pela pobreza é dizer que os pobres estariam melhor se os ricos não existissem. Mas os dados não mostram isso. A invenção de máquinas, a invenção de tecnologia, internet, inteligência artificial recentemente, todos esses foram produtos de movimentos coordenados de estruturas empresariais construídas por empreendedores.
E esses empreendedores aumentaram a sua riqueza pessoal e elevaram a produção global e a qualidade de vida de todos, aumentando a variedade de produtos e serviços disponíveis, tornando-os mais acessíveis e aumentando a oferta de empregos. Mas eu vejo pobreza onde? em todo canto e você tá totalmente certo.
Ainda existe um longo caminho para seguir, mas a gente tende a julgar a realidade de todo mundo, analisando uma parcela muito pequena dele. Tem um nome para isso, inclusive, se chama Viés da Disponibilidade, quando pessoas avaliam a probabilidade ou a frequência de um evento com base na facilidade com que esse exemplo vem à mente. Então, toda vez que a gente vê uma pessoa numa situação difícil na rua ou alguma violência, aquilo impacta, fica na cabeça e a gente conclui que isso deve representar que o mundo então tá cada vez pior.
Mas essa não é a realidade, pelo menos não de acordo com os dados. Se a gente pegar historicamente os dados associados à pobreza, como por exemplo, a taxa de mortes causadas por malnutrição e mortes por doenças infecciosas, o que a gente vê o seguinte: os números nas últimas décadas, nem nos últimos séculos, têm decrescido substancialmente, a exceção da pandemia, que foi um evento generalizado no mundo e não diretamente associado à pobreza. Então, é claro, ainda existem pessoas vivendo em pobreza extrema.
Inclusive, é categorizado como pessoas que vivem pobreza extrema, aquelas que ganham menos de 2,15 por dia ou então menos de 370 por mês. Mas mesmo essa parcela da população global vem caindo drasticamente. Em 1820, quase 80% da população global vivia em pobreza extrema e hoje esse número caiu para em torno de 10%.
Esses dados foram ajustados e corrigidos pela inflação. Mas teve mais uma coisa interessante que aconteceu. Você lembra que a gente viu que os 40% do meio ou a classe média foi que teve a maior melhoria na qualidade de vida?
Perceba quanto que o aumento na produção ao longo do tempo não só contribuiu pro aumento da riqueza de diversas classes sociais, mas também permitiu a mobilidade entre classes sociais, das mais frágeis para as mais estruturados. Então me responde você. Desigualdade é um problema?
Depende. Quando um rico constrói uma empresa e pelo seu sucesso é capaz de comprar mansões em todo o mundo, iates, aviões, carros de luxo e seus empregados só capazes de comprar uma mansão e dois carros, ainda que com condições desiguais, nenhum dos dois tá vivendo sem dignidade e o empregado pode estar absolutamente satisfeito com a sua situação. Agora, quando a disponibilidade de oportunidades, educação de qualidade, tratamento médico de qualidade ou empregos formais estão disponíveis só para certos grupos, isso é um problema, não pela desigualdade em si, mas sim pelo fator que gerou essa desigualdade para começar.
E esse fator gerador, paisme, é pobreza. Pobreza gera pobreza e ela é uma prisão muito, muito difícil de sair. A não ser que, é claro, a gente tire dos ricos para darmos pros pobres e reduzirmos a pobreza.
Namarra, pensamento nobre. Mas historicamente, quando a pobreza é atacada por coersão aos que produzem riqueza, isso gera paradoxalmente um efeito de longo prazo de aumento da pobreza e redução na desigualdade, porque todas as classes sociais empobrecem, o dinheiro roda menos e a riqueza que antes estava sendo distribuída desigualmente, agora não tá sendo sequer distribuída, porque ela nem existe. Os gicos param de produzir porque empreender deixa de compensar.
Eles demitem seus funcionários, espatriam as suas fortunas, mandam pro exterior em que há leis menos punitivas sobre o seu patrimônio e eles se mudam para outros países e vão gerar receita, empregos, inovação e riqueza em outros lugares. Foi exatamente isso que aconteceu com a Argentina sob décadas de governos de extrema esquerda, que no início do século XIX era o país com o maior PIB per capta do mundo. Foi o que aconteceu com a Venezuela, que mesmo sendo um dos países com as maiores reservas de petróleo do mundo, também são um dos países com a maior crise inflacionária do mundo.
E tem algumas medidas de redistribuição de renda que são tão mal pensadas que elas não só aumentam a pobreza no longo prazo, mas são capazes de também aumentar a desigualdade. que é exatamente o caso do Brasil, em que sob a justificativa de ajudar os pobres, são cobrados tributos no consumo de bens e serviços básicos, como alimentação, transporte, remédios, em que quem paga mais são, adivinha, os pobres. O governo, na maior parte das vezes, com as melhores intenções, acaba criando problemas que prejudicam principalmente aqueles que mais se dispõem a ajudar.
E o preço chega pra população na forma de um fenômeno que você conhece muito bem, chamado de inflação. E o Brasil pode ter todos os problemas que for, tá? Mas não tem nenhum país que tá salvo disso.
É do incentivo de governos executar medidas inflacionárias pelo simples fato de pra maior parte da população serem confundidos com iniciativas sociais. Quando você fala de aumentar gastos, sem dizer da onde vem esse valor, quando você fala de tributar os ricos num contexto em que a inflação já tá alta e a SELIC vai ter que continuar subindo para conseguir compensar os impostos cobrados sobre aqueles que produzem, o que vai aumentar a dívida pública, fazendo com que o governo tente arrecadar de um lado e precise pagar ainda mais do outro por conta de uma medida que ele mesmo causou. Tudo isso são coisas que a maior parte das pessoas não entendem, mas ainda assim elas sofrem com todas as consequências.
E assim, o real perdeu mais de 90% do seu valor desde a sua criação, em 1994. E no mesmo período, o dólar, moeda do país que detém a moeda global de trâns comerciais, perdeu metade do seu valor nesse mesmo período. Só existe uma forma de se proteger da perda do seu poder de compra com uma moeda e essas não são detidas por governos.
crirypto. Algumas criptomoedas, como o Bitcoin, elas foram criadas com a mesma função que o dólar ou real, transacionar valor. Mas tem uma diferença, Bitcoin não é emitida por nenhum governo.
Então, nenhum governo pode se influenciar com as suas medidas bem intencionadas ao aumento da disponibilidade de bitcoins ou a locação de bitcoins para determinado fim, porque existe uma quantidade limitada de bitcoins, 21 milhões e acabou. Criptomoedas t sonado tão importantes para se proteger da má gestão de governos populistas, que inclusive foram uma válvula de escape para cidadãos manterem seu poder de compra na Venezuela e em outros países da América do Sul que estavam sujeitos a governos intervencionistas, corruptos e completamente cegos das consequências econômicas de longo prazo das suas ações. Os benefícios das criptomoedas são tantos que não só cada dia mais empresas está permitindo a venda de produto ou serviços com pagamento em cripto, como elas estão literalmente guardando caixa em cripto.
Olha o que aconteceu com as ações da Micro Strategy depois que ela começou a converter todo seu caixa em Bitcoin. O mesmo aconteceu com a Mélios, empresa brasileira e a Tesla também tá fazendo isso. E sem falar dos próprios governos que também estão fazendo reservas em criptomoedas.
Se eu não posso contra eles, melhor que eu me junte a eles. Então, todos deveriam ter uma parcela do patrimônio exposta a criptomoedas. Mas eu entendo que para quem tá entrando nesse mundo pode ser um pouco difícil.
Por isso eu fiz uma parceria com a Coin Base, que é uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo e é mais fácil de usar. Tem suporte em português e tá dando R$ 20 em Bitcoin para todos que abrirem conta e fizerem seu primeiro aporte lá. A única coisa que você precisa fazer é clicar no link da descrição, abrir sua conta, fazer a transferência da sua conta bancária pra sua conta da Coinbase, selecionar a cripto ou as criptomoedas que você quer comprar e pronto, você é finalmente um investidor de criptomoedas e é só esperar pros seus R$ 20 bonificados de Bitcoin.
entrarem na sua conta. Então, desigualdade não é a causa da perpetuidade da pobreza. Pobreza é a causa da perpetuidade da pobreza e desigualdade é só uma consequência comum.
Para eliminar a pobreza é preciso de um sistema robusto de educação de base acessível para todas as pessoas. Essa é a única forma de quebrar o ciclo vicioso de perpetuação da pobreza e as suas consequências. Mas eliminar desigualdade, isso é atacar as consequências e também impossível de fazer.
Porque mesmo que todos nascessem com as mesmas condições, as pessoas ainda teriam gostos, teriam sonhos, teriam ideias diferentes sobre trabalho, como alocar o seu tempo e pessoas ainda teriam sortes diferentes. Esse processo gera uma variedade tão grande entre cada indivíduo que ia naturalmente fazer com que riqueza viesse a se concentrar na mão de, adivinha? Algumas pessoas, ao invés de na mão de todas, não por falta de oportunidades, mas também simplesmente pela diversidade humana.
E tudo bem, porque desigualdade não é a causa da miséria, mas sim a consequência natural de um sistema que remunera quem produz mais. Sistema esse que assegura o incentivo de pessoas ambiciosas a arriscarem seu dinheiro, tempo, arriscarem esforço para criar, inovar e contratar pessoas para concretizar a sua visão enquanto geram riqueza para toda a sociedade. Então, se lembra, link para você abrir conta na Coinbase e ainda ganhar R$ 20 em Bitcoin.
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