[Música] [Aplausos] Oi gente eu sou André de especial pauta pública número 63 eu tô aqui ao meu lado com Clarissa Levi Oi Claro tudo bem por aí Oi DIP oi para você que tá aí nos ouvindo sempre vale lembrar que essa temporada tem um tema especial que é conversas que nos ajudam a imaginar o Brasil e Justamente por isso tem uma pessoa que imagina e nem imagina o Brasil a partir de uma maneira bem peculiar é o nosso convidado de hoje Ele é professor Historiador compositor e escritor em seus textos gosta de trazer perspectivas daquilo
que a cultura popular brasileira festas ritmos crenças e também dores e lutas o que se pode chamar de brasilidade hoje a gente recebe aqui no pauta o Luiz Antônio Simas é sempre bom dizer que muitas dessas manifestações populares sofrem perseguição e tentativas de pagamento e tem que resistir para sobreviver enquanto tem Vereador falando em espaço público que baianos são sujos e só ficam na praia Tocando tambor o Simas tem um papel muito importante como alguém que comunica o Brasil plural que se opõe a um projeto de destruição já vamos colocar o bloco do pauta pública
na rua mas antes um recado importante Gente essa semana a gente é pública completou 12 anos isso 12 anos cobrindo histórias diversos desse Brasil enorme da Amazônia ao Cerrado das periferias ao centro do poder para a gente continuar indo onde nem todo mundo consegue ir precisamos muito do apoio das nossas aliadas e aliadas e você que está nos ouvindo pode nos ajudar a continuar ouvindo e trazendo as vozes muitas vezes silenciadas de vários cantos do nosso país se puder considere apoiar o nosso trabalho com valor mensal é fácil é só acessar Aliados ponto a pública.org
e vê lá a melhor forma para você Luiz Antônio escritor pensador é ligado à cultura popular brasileira né é a uma ou mais identidades nacionais quem é o Brasil Então nesse momento da história depois de um governo bolsonaro de uma pandemia com o Lula na presidência até porque a identidades fixas elas são muito confortáveis então é confortável né tanto na sua vida pessoal como para pensar um país um lugar você concluir que há uma identidade fixa mas não né então o Brasil é um enigma o Brasil é um problema como sempre foi né o Brasil
é um país que tem um passado Colonial que tá muito vivo projetado para ser excludente mas ao mesmo tempo um país em que os excluídos conseguiram construir modos né de interação com a vida com a realidade extremamente sofisticados extremamente interessante e o Brasil é uma disputa Eu acho que o Brasil é muito mais uma disputa o Brasil está inscrito na história muito mais como o espaço de conflitos do que um espaço de consensos e a gente vai tentando construir isso mas eu acho absolutamente impossível é fixar o Brasil né numa cápsula identitária porque ela não
existe o Brasil é uma obra em construção podemos dizer assim eu me lembro de ler uma interpretação uma análise sua em que você disse que o Brasil institucional vive em guerra com a brasilidade E aí eu queria te ouvir sobre isso também pensando nesse momento no Lula é será que parte da brasilidade vai enfim caber dentro das instituições você vê brechas para isso quais Olha o Eu acho que o Brasil é marcado por esse conflito por essa tensão entre o que nós podemos caracterizar como um Brasil oficial né um projeto de estado nação fundado dentro
de uma estrutura Colonial para excluir e ao mesmo tempo que eu chamo de brasilidades né esse conjunto de elaboração de sentidos para o mundo fundamentado naquilo que eu gosto também de definir como culturas de festa né imaginando seja um muro e que a brasilidade vai sendo construída nas brechas nas fissuras nas frestas desse muro agora essas brasilidades elas resistem elas transgredo mas elas também negociam então você tem vez por outra espaço de negociação entre o Brasil e as brasilidades né vez por outra o Brasil de certa maneira se aproxima das brasimidades de uma maneira genuína
ou então até com uma perspectiva que é mesmo normatizadora domesticadora controladora isso acontece né Nós estamos hoje vivendo um momento depois de um de um período terrível né que é o período de um governo bolsonaro que a Rigor é um governo que cultuou A Aniquilação né Eu sempre gosto de dizer o seguinte eu acho um absurdo dizer que o governo bolsonaro cultuava a morte como eu cansei de ler quem contou a morte são as culturas de trás né e é muito sério esse tipo de coisa então o governo bolsonaro cultuava não vida né A Aniquilação
que é uma outra coisa mas vamos ver é um embate a gente tem aí o governo Lula eu acho que as brasilidades no governo bolsonaro continuaram evidentemente descendo né as suas maneiras de ocupar essas brechas essas brechas e construir os seus modos cotidianos de vida porque no fim das contas a vida continuou a vida continua mas eu não sei eu tenho eu tenho um certo receio de qualquer dimensão que trabalha uma perspectiva cultural que opere e não digo que o governo Lula vai fazer isso não é acho que vai fazer mas tua pele numa dimensão
do pitoresco numa dimensão da tutela e etc né mas eu acho que a gente tem um ambiente muito mais propício para que essas brasilidades floresçam sejam acariciadas no Brasil oficial Sem dúvida nenhuma né então eu espero que esse tipo de coisa aconteça não como tutela mas como reconhecimento da força simbólica e da sofisticação existencial que essas brasilidades trazem e se mas quando você fala dessas brasilidades assim dá um exemplo para os nossos ouvintes assim você fala por exemplo essa cultura de frestas O que que você pode trazer para gente disso eu gosto muito de trabalhar
com uma dimensão de um Brasil que ocupa as ruas de uma maneira festeira e festeira então para dar um exemplo básico né A minha cidade por exemplo o Rio de Janeiro ela é uma cidade africana Rio de Janeiro tem essa característica como tem Salvador como tem Recife como tem São Luís do Maranhão né Então a nossa cultura o sabores a maneira de interagir com a rua é uma história africana e toda a diáspora é um fenômeno que desagrega que quebra laço ele identitário rede de proteção social tudo isso mas se toda diáspora fragmenta toda cultura
de diáspora opera na lógica da reconstrução daquilo que foi perdido da reinvenção né E sempre numa dimensão coletiva porque você não tem cultura diastólica fundada fundamentada centrada no indivíduo ela sempre parte do pressuposto de que você tem que reconstruir um sentimento de pertencimento a uma coletividade é um grupo então quando você pensa nas manifestações das culturas diastólicas no Brasil né Elas são culturas de fragilidade Quando você pensa por exemplo não reinados nas escolas de samba nos bailes de rua né quando você pensa nos maracatus Quando você pensa enfim todas essas dimensões coletivas de ocupação da
rua para reconstrução do sentido da vida como uma experiência comum a gente está falando de brasilidade né e abra agilidade Então tá presente nos nossos cheiros nos nossos sabores nas nossas danças na maneira que a gente celebra o nascimento a gente lamenta os nossos mortos Esse é o campo simbólico em que as brasilidades se fundamentam você pode explicar para quem tá ouvindo a gente O que são as culturas Encantadas e o que que é o corpo Encantado das ruas eu chamo de culturas aquelas que trabalham com perspectivas ontológicas epistemológicas cosmogônica etc fundamentadas na ideia de
que o contrário da vida não é a morte o contrário da vida é o desencanto né e o contrário da morte não é a vida o contrário da morte é um encantamento Essa é esculturas Encantadas elas por exemplo não verem a morte como um conceito ou um fenômeno da Ordem da biologia da fisiologia a morte a Rigor é uma espiritualidade que pode te acometer em vida então nesse sentido é certamente tem muito morto que tá vivo e tem muito Vivo que tá morto Eu me recordo inclusive de uma ocasião diálogo fabuloso travado entre uma pessoa
que foi que se consultar e o grande filósofo brasileiro Zé Pilintra em que a pessoa vira-se para seu Zé Pimenta para entidade diz quais seus é a vida é tão difícil e para morrer basta tá vivo e José Rico para viver Às vezes basta tá morto né Então as culturas Encantadas são aquelas que operam numa dimensão fundamentalmente ligada que não existe oposição entre a vida e a morte existe oposição entre a vida e a não vida né o encanto e o desencanto são aquelas culturas portanto que ultrapassam essa materialidade do concreto e elaboram dimensões diferentes
para lidar né com o fenômeno da existência Essas são as culturas Encantadas as culturas indígenas diversas culturas africanas elas operam essa dimensão do Encantamento como experiência de construção de sentido e puxando daí eu queria que trazer para nossa conversa o mundo da religiosidade das crenças e das fés né Você estuda tem vários trabalhos que tocam nessa dimensão da nossa Cultura a gente acabou de sair de uma eleição que foi quase forçada para ser algum tipo de guerra Santa E aí eu queria te perguntar de que maneira a espiritualidade Popular impacta impactou a política ao longo
da nossa história de Brasil o Brasil é um país forjado numa encruzilhada em que o profano sagrado eles não operam de uma forma de hipotônica né Nós somos forjados por culturas que profanam sagrados sacralizam o profano o tempo todo então esses fenômenos de crenças e rituais né de organização de sentido no mundo a partir do extraordinário da fé Isso tá presente na nossa formação Então o que eu digo é o seguinte esse é um dado da formação brasileira e a gente tem que se dedicar ele é por isso que eu tenho um livro sobre Umbanda
eu tenho livro sobre o cristianismo Santos de casa né eu me interesso pelos fenômenos da religiosidade popular agora o que está acontecendo no Brasil ligado a isso que tá falando e a preocupante é a ascensão de uma certa linha do cristianismo de uma certa linha Pentecostal e evidente que isso não diz respeito a todos os Pentecostais a todos os evangélicos Claro que não né mas uma certa linha que opera na dimensão da desqualificação do outro da demonização de experiências outras numa disputa que envolve falamos sinceramente o mercado da fé né então dentro desse pressuposto nós
temos essa linha que opera mesmo numa perspectiva de ocupação de espaço político institucional e que coloca em Ameaça é uma conquista da Democracia que é o estado laico né Então esse é o fenômeno muito preocupante e não adianta dizer que sempre foi assim porque não foi esse é o fenômeno que vence a volumando a partir da década de 80 ganhando corpo na década de 90 explodindo no século 21 Porque como essas designações operam na disputa pelo mercado da Fé elas trabalham com a perspectiva de que serão mais fortes se evidentemente atraírem mais clientes porque eu
prefiro usar cliente do que fiel né então você tem várias designações protestantes evangélicas Pentecostais do maior respeito tem os seus fiéis mas eu tô falando sobretudo daquelas que avançaram numa perspectiva de conquistar a clientela da fé né e elas então operam uma lógica de ocupação de espaço dialogando intimamente com que há demais reacionário onde há demais conservador né E que tá dentro da formação do Brasil nós somos um país que tem um aspecto também muito reacionário extremamente conservador e a gente assiste hoje é isso porque é uma um perigo inclusive para a democracia brasileira e
agora pensando que o Brasil se torna cada vez mais Cristão evangélico né como você vê o preconceito ou perseguição a demonização das religiões de matriz africana E como você acha que ela se insere em hoje no Imaginário popular do país não é só intolerância religiosa vai além disso né Eu acho que é um racismo religioso que opera nas qualificação das espiritualidades não brancas e que se manifesta numa perspectiva que é uma perspectiva de Guerra Santa Olha primeiro a gente tem que entender o seguinte o racismo ele não opera só na impressão da cor da pele
não isso eu não tô falando a verdade nenhuma o fanor por exemplo dizia isso o racismo altera também do simbólico na desqualificação daqueles saberes não brancos né E então quando você tem é a discriminação em relação aos cultos brasileiros afro indígenas você tá operando uma O que é a dimensão do racismo isso aí tem que ficar evidenciado essa percepção sempre houve né e é uma percepção que não se desdobra só numa postura agressiva contra essa religiosidades muitas vezes né ela se manifesta de uma forma pitoresca porque às vezes tem gente que se aproxima desse saberes
com uma certa digamos simpatia pitoresca que acaba sendo também um elemento de desqualificação né claro que não se compara agressividade a política de Aniquilação que é implantada sobretudo por essa religiões fundamentalistas cristãs vai acontece agora isso impacta muito o próprio caldo de cultura que foge ao Brasil porque o Brasil tem uma cultura que é experimentada na encruzilhada nos entre cruzamentos e eu vou muito mais longe quando você fala para mim por exemplo Ah porque o Brasil tem um caldo com indígena africano português o caso de Cultura portuguesa é uma encrenca porque o que que é
Portugal eu não faço a menor ideia né Portugal é Cigano Portugal é judaico Portugal é cristão Portugal é árabe né já é uma Encruzilhada pesada quando você fala de África é uma encrenca porque é uma pluralidade absoluta o Brasil proporcionou por causa da tragédia da catástrofe do crime da escravidão o encontro aqui entre africanos que provavelmente na África não se encontraria e você foi produzido portanto esse caldo de Cultura Encruzilhada nós somos uma Encruzilhada agora essa Encruzilhada que caracteriza a formação cultural brasileira no que ela atende mais interessante e mais forte ela tá sobe ameaça
porque a autoridade ela está sendo tratada como algo vocês terminado né então o projeto dessa turma é encapsular no Brasil dentro de um reagionarismo de extrema-direita Cristã que é muitíssimo perigoso como falei não só na dimensão institucional Mas pode promover catástrofe simbólicas Profundas que aniquilem né boa parte da riqueza da cultura brasileira recentemente né um vereador fez um comentário ofensivo dizendo que os baianos são sujos e só querem tocar tambor apesar do absurdo esse pensamento pode estar na cabeça de muita gente e aí eu queria te perguntar quais caminhos para desconstruir essas ideias preconceituosas e
racistas sobre um Brasil que não aceita assim mesmo Olha caminho para desconstruir ideia preconceituosa racista o mais imediato mas eu tô falando para brigar porque não adianta eu dar aquela resposta mais fácil que todo mundo gosta de ouvir o caminho a educação pô basicamente educação então vamos fazer o quê até a gente revolucionar a educação brasileiro o cara vai ter 20 anos para tocar falando dessas barbaridades então o primeiro caminhão enfrentamento né mas são espetamento pesado enfrentamento de guerra né Contra esse tipo de coisa caminho que a curto prazo é ser aplicado e a média
longo prazo não tem para onde você correr não o caminho é você faltar esse tipo de coisa no processo de formação da escola brasileira da educação brasileira o grande problema também é que a escola brasileira ela tá sobre ataque porque as pessoas confundem muito escolaridade com educação dentro da escola você pode educar Óbvio mas às vezes dentro da escola você não é nunca você só reproduz conteúdos pré-determinados então eu diria que nós precisamos reformar profundamente a escola investir numa educação profundamente anti-racista formação mesmo isso passa pela educação não tenha dúvida mas eu vou ser muito
sincero contigo não adianta só você dizer que tem que investir em educação não porque o problema é para ontem então enquanto a gente vai Investindo na educação é um enfrentamento é necessário enfrentamento é absolutamente necessário evidentemente com o protagonismo absoluto daqueles e daquelas que são vitimados pelo racismo pelo preconceito protagonista é esse tem a dúvida isso é indiscutível mas tem que ir para o enfrentamento tem que enfrentamento hoje vamos tentar educar o é quatro amo mas é uma questão que você tem que resolver daqui a duas horas Sim mas você escreve que o Brasil que
a gente tem é um projeto Colonial fundado na ideia de exploração da terra de exploração dos corpos no genocídio indígena a escravização do negro e você diz que isso tudo projeto e esse projeto deu certo eu queria te perguntar mas Quais são as frestas que você vê para construção de um outro projeto e que dê muito mais certo eu acho que o Brasil primeiro precisa uma coisa que eu escrevi num texto uma vez que deu uma confusão primeiro precisa começar a investir fundamentalmente no projeto para dar errado porque até agora o Brasil deu certo né
então numa certa ocasião a gente já tem bastante tempo um ano eu escrevi um texto dizendo que o Brasil deu certo o título era esse e foi aí que eu descobri que as pessoas na internet às vezes Leia o título e não leia o texto e já chegam à conclusão do título diz porque o que eu dizia que no Brasil é excludente não porque tudo deu errado mas eu escolho ele porque foi projetado para ser projeto é esse a gente tem que encarar o horror da formação brasileira e o horror da formação brasileira é esse
nós fomos projetados para excluir né não tenha dúvida nenhuma em relação a isso todo mundo aqui tem alguma para a escravidão né eu você quem tá ouvindo a gente porque ou você é descendente de pessoas que foram escravizadas ou você é descendente de quem escravizou ou você é descendente de quem veio para o Brasil para substituir a mão de obra escrava quando houve a abolição mata todo mundo né no meio dessa confusão Então nesse sentido reconhecer que o Brasil é um projeto bem sucedido de horror é importante claro as festas estão aí e quando você
me pergunta o que fazer e etc eu digo para você o seguinte o povo brasileiro sabe o que fazer porque a gente também não pode colocar numa dimensão imagine de dizer você tem que fazer isso aquilo eu sou um Historiador e como Historiador eu tenho a facilidade de só profetizar aquilo que já ocorreu então eu sou um profeta do passado e erro é uma coisa interessante tinha um Historiador erra profetizando que já aconteceu imagine dali para frente mas eu vejo com espanto e a palavra espanto No melhor sentido dela né Eu gosto de um marca
de uma pedagogia que te expande Isso é muito bom eu vejo com o espanto a maneira como o povo do Brasil construiu nas prestas sentidos de vida que não eram para existir por exemplo era para ter samba no Brasil não o projeto não pois Abolição era para exterminar não era para ter era para ter carnaval de rua não o projeto era não ter né mas tem tem e tá aí vigoroso forte eu acho que não tem linha de condução não o povo brasileiro vai construindo a sua história é a revelia dos iluminados que acham que
podem conduzi-lo e eu me espanto com essa Esse simpático que tem a brasilidade diante de um projeto de horror que é o Brasil que beleza assim mas muito bom esse papo para nos encantar assim com a potência do Brasil obrigada bacana este podcast é uma parceria da agência pública com a rádio guarda-chuva jornalismo para quem gosta de ouvir E chegou a hora da gente recomendar um programa Da rádio guarda-chuva para você emendar na sua playlist depois do pauta comandado por Rodrigo Alves o vida de jornalista para quem quer ter uma viagem narrativa e documental sobre
grandes reportagens e jornalistas e sobre como jornalismo fez parte da história do Brasil em momentos chave o Rodrigo tem um jeito muito especial de contar histórias como eles são muito caprichada e um texto que te prende do começo ao fim o vida já tem mais de 100 Episódios disponíveis além de séries especiais como memórias com reportagens que marcaram época como a cobertura da chegada do homem à lua Então continue com seus fones de ouvido e coloque o vida de jornalista na sua playlist para ouvir depois do pauta [Música] [Aplausos] e bom é isso gente esse
foi o pauta publica 63 Muito obrigado para você que nos ouviu até agora e ó se você ainda não nos segue Aproveita agora e já aperta aí seguir no seu tocador de Podcast Favorito porque assim você recebe uma notificação toda vez que tem um novo episódio se você tiver nos ouvindo no Spotify ou na Apple podcasts dá cinco estrelas aí para gente de presente de aniversário vai levar falta pública mais longe sexta-feira que vem estamos de volta bem cedinho até lá valeu gente um beijo até a próxima [Música]