Boa noite pessoal aí do endocrino papers a gente tá começando aí nossa Live da semana voltando as atividades né já que semana passada a gente acabou não tendo os contratempos aqui pessoais Doutor Eric tá de férias e acabou que tive um probleminha aqui em casa mas hoje a gente vai falar um pouquinho voltando a nossa prática de Live né chamando aí todo mundo que no pós prova né pessoal que já já passou pessoal que não conseguiu passar aqui tá esperando correção de prova pessoal que nem fez prova que tá aí na vibe da atualização Então
vamos conversar um pouquinho hoje sobre neuroendócrino tá puxando um pouquinho por fora aí da nossa rotina né então é boa noite para todo mundo que tá chegando o pessoal tá chegando aqui Isabel Rosália pessoal tá chegando aí direitinho hoje a gente vai falar um pouquinho sobre um tema de neuroendócrino muito muito importante que às vezes o pessoal negligencia um pouquinho que a história dos adenomas hippofisários né então hoje a gente vai dar uma geral aí sobre neuroendócrino Espero que o pessoal aproveite bastante que a gente possa depois conversar um pouquinho mais sobre o tema qualquer
dúvida você manda ou como sempre a gente faz a gente vai voltar esse tema algumas vezes em outras lives específicas sobre cada parte do eixo a gente vai falar um pouquinho sobre isso também nos nossos casos aí ao longo das próximas semanas aí doutor Diego ticiara essa coleguinha Ontem foi aniversário de Doutor Eric o mais homenageado aí mês de Julho tem muito aniversariante Então hoje a gente vai falar pessoal sobre adenomas hipófisária vamos dar uma geral sobre esses hipófises em outros empresários e depois a gente vai separando aí eixo por eixo para a gente fazer
ao longo das próximas semanas e tirando algumas conclusões sobre isso então sobre neuroendócrino particularmente é esse ano a gente vai ter pela primeira vez a gente tem um grande evento nacional que é o simpósio de neuroendócrino o Sine já tem várias adições organizado pelas bem e esse ano vai ter pela primeira vez um congresso de neuroendócrino tá é esse ano vai ser lá em Foz do Iguaçu final do ano Novembro finalzinho novembro e aí a gente vai estar por lá trazendo para vocês as novidades na cobertura como sempre a gente faz já aqui no site
e trazendo aí alguns tópicos alguns pontos quentes porque é um tema aí que o pessoal às vezes negligência mas com especialista né acaba pegando bem a gente faz o ambulatório neuroendócrino ele tem o prazer de compartilhar com você lá com uma grande referência aí na neuroendocrinologia Nacional foi meu preceptor na residência a gente trabalha junto no ambulatório lá do Hospital das Clínicas eu doutor Lúcio Dr Patrícia Doutora Carol residente estão todo mundo aí junto e acho que a gente tem um volume grande e aí tem uma certa possibilidade de falar para vocês sobre o tema
para quem ainda não tem tem um livrinho das bem pneu endócrino tá bem legal bem interessante tive a oportunidade de participar em alguns Capítulos na parte diagnosticar cromegalia trabalhei bastante com a cromegalia Doutora Aline minha esposa fez mestrado na área de ecromegalia então assim bem interessante para quem quiser aí um leitor bem bem legal então pessoal vamos falar sobre adenoma hipófisário qual a importância do tema né porque que a gente vai falar sobre hipófisário a gente precisa saber que o achado de uma denome hipófisário um exame de imagens tudo com os animais chega 10% às
vezes até mais do que isso de geral então se você fizer exame de imagem aleatórios de encéfalo de ressonância você vai chegar 10 às vezes de 20% de incidência de prevalência perdão de lesões hipófisárias de tumores hipófisários a gente reserva essa terminologia para condição do incidentalloma hipofisário que é quando você faz o exame por outra razão e encontra a lesão a causa mais frequente associada a esse achado essa fala é né dor de cabeça para sentar com dor de cabeça persistente e vai fazer um exame e encontra lá uma lesão na hipófise e também tem
uma questão do adenoma em si né de você ter uma massa sei lá já sintomática e de novo principalmente os sintomas associado elas essa fala é a dor de cabeça então aí é um sintoma mais frequente geralmente para você chamar de adenoma hipófisário você tem ido fazer o exame para achar lesão você tem geralmente um tumor de um tamanho um pouco maior que vai ter sintoma compressivo vai ter efeito de massa e isso é que vai gerar A sintomatologia então quando a gente fala de adenoma hipófisária não incidenta Loma é detectada porque você foi fazer
um exame específico para aquilo a gente geralmente tá falando de macro adenomas hipófisários né de tumores acima de um centímetro às vezes mais do que isso quando a gente tá falando de achado de exame de imagem incidental aí a maioria dos casos realmente é micro e a maioria desses que não precisa de investigação vai ser tumores um pouco menores então aí a gente já tem essa questão da prevalência que é muito muito frequente exame de imagem você achar uma lesão hipofisária E a gente pode ter esse esse corte que vai relacionar o tamanho e a
sintomatologia causa ainda da lesão hipofisada né no campo dos incidentalomas hipófisários Ou seja no campo de fiz um exame de imagem apareceu uma coisa lá na hipófise fiz uma tomografia fiz uma ressonância e apareceu a mais a maioria desses nódulos desses desses adenomas vai ser microadenomas até 0,6 cm né até 6 mm Esse é um tamanho onde geralmente a gente nem faz grandes investigações a mais fica um paciente que vinha ali assim tomar sem nenhuma queixa e que fez o exame de imagem apareceu um nódulo e esse produto muito pequeno até 6 mm a gente
não teria ali grandes preocupações em relação a investigação é um outro ponto é aquele paciente que tem sintoma e que você vai atrás para checar pensando em hipófise E aí geralmente quando você faz o exame de hipófise para rastrear adenoma aí você fala que é mais frequenta os macro adenomas porque geralmente para dar sintoma tem que ser muito bom acima de um centímetro E aí a gente tem um primeiro definição em relação a tamanho acima de um centímetro a partir de um centímetro a gente chama de macro adenoma hipófisário e abaixo de um centímetro a
gente chama de micro adenoma hipófisário em relação a sintomatologia a cefaleia é o sintoma mais frequentemente associado quando a gente fala desses tumores hipofisários que foram ser rastreados como tumor tumores hipófisários né a gente pode ter cefaleia também na condição de apoplexia Porque como a gente falou geralmente são tumores muito grandes e tomou cresce muito e aí quando ele chega no determinado tamanho ele é pode ter uma destruição celular uma perda celular e fazer o que a gente chama de apoplexia hipofisária e tem um quadro súbito de cefaleia é um quadro súbito de alteração visual
e isso leva a gente a pensar em apoplexia hipófisária às vezes é uma urgência neurocirúrgica para você tem que fazer uma ressonância de urgência porque se tivesse achado pode ser necessário fazer ou tratamento ou fazer uma cirurgia abordagem mais rápida para evitar que você tem uma perda definitiva ali de função de visão ou de alguma outra coisa ou às vezes uma ficha do alcoólica pode gerar uma infecção a meningite tá então se o paciente vinha sintomático chama atenção os macro adenomas se o paciente vinha completamente assintomado fez um exame ao acaso aí geralmente são micro
menores até do que 6mm outros sintomas que podem chamar atenção no diagnóstico são os sintomas relacionados ao eixo gonadotrófico né a história de você ter redução de libido amenorreia impotência sexual no caso dos homens devem sinais deve ser testosterona ou irregularidade menstrual infertilidade no caso das mulheres porque tanto os prolactinomos tem esses sintomas e os prolactinas são os tumores hipófisários mais frequentes quantos adenomas não funcionantes podem ter sintomas pela questão do tamanho né por questão de compressão de arte e acabar tendo uma certa hiperprolactinemia então depois da cefaleia os sintomas mais frequentes são aqueles associados
ao eixo do nada Troféu um terceiro sintoma que chama atenção é a história da alteração visual é para quem já viu um exame de hipófise o nervo ótico passa ali em cima da sela touchica né da região onde fica a hipófise e quando você tem um tumor que cresce no sentido cranial ele vai ter uma possibilidade de ter uma compressão do que haja uma ótico E aí você vai ter uma perda visual que característicamente é uma perda dos Campos temporais dos Campos periféricos tá que as fibras do campo nasal cruzam Na parte central e o
tumor sobe pela parte central Então você tem uma perda dos Campos periféricos dos Campos temporais tá então a gente vai ter de sintoma para chamar atenção cefaleia persistente e aí precisa fazer um exame para dar uma checada alterações do eixo guanadal né seja infertilidade seja amenorreia Você já olhou diarreia seja alterações relacionadas a questão fertilidade menstruação e também alterações de campo visual então isso aí são os campos de em relação a sintomatologia que vai chamar mais atenção tá quando a gente tem alguma desses sintomas e que a gente vai pensar em fazer avaliação segundo ponto
que a gente tem que ter em mente é avaliação de imagem tá a avaliação de imagem o exame mais frequentemente usado para avaliar a hipófise é a ressonância nuclear magnética né então como é que eu faço para pedir um exame de hipófise eu vou pedir uma ressonância magnética de Sela túcica com o contraste se eu já sei que eu quero avaliar isso eu vou pedir dessa forma o exame boa parte desses dessas lesões vão se detectadas em outros exames os exames mais comuns do encéfalo não é tomografia de crânio né que você vai fazer por
um trauma vai fazer por avaliar alguma outra situação e acaba vendo alguma lesãozinha E aí mas se você já tem essa imagem dessa primeira imagem o exame que vai lhe dar mais detalhamento da hipófise é a ressonância de Sela tosca e a gente pede dessa maneira ressonância magnética de se ela tosca com o contraste o que é que eu vou avaliar Na ressonância eu vou avaliar a lesão a topografia dessa lesão acela túcica do lado da hipófise você vai ter passando o seio carotídeo as carótidas e você vai ver se essa lesão ultrapassa esse limite
das carótidas e invadem seios carotídeo isso tem importância em relação a conduta cirúrgica se você vai conseguir operar ou não esse esse nódulo e se você vai conseguir tirar tudo ou não tá isso gera uma classificação chamada knóstico tá então o que nós é uma classificação em relação à posição do adenoma pela pelo seu carocinho se ele chega e toca ele vai ter uma classificação se ele ultrapassa a linha média ele vai ter outra classificação seria ultrapassa a linha exterior da carótida vai ter outra classificação se ele envolve completamente a carótida ele vai ter outra
classificação é o que nós P4 quanto mais invasivo foi se tumor pior prognóstico em relação à condição cirúrgica desse paciente tá então exame por imagem principal a ressonância magnética a gente tem que ter atenção em relação a ressonância as incidências que a gente vai estudar então a ressonância magnética ela tem uma incidência chamada coronal que essa incidência que corta mais ou menos como eu tô fazendo aqui com vocês né que você estivesse vendo de frente é a incidência mais clássica de avaliar hipófise né e tem a necessidade de tal são as duas que geralmente a
gente usa com mais frequência a sagital você vai conseguir ver lateralmente nessa hipófise vai ver a questão do nervo óptico passando entrando dentro da cela tá então a sagital também é interessante para você ver esse nível de invasão certo a gente tem as técnicas né as fases que a gente chama da ressonância a gente tem o T1 onde eu tenho um A gente vai ver geralmente essa lesão um pouco hipocapitante em relação ao contraste a glândula normal ela capta o contraste mais precocemente do que o adenoma Então você consegue ver o adenoma um pouquinho mais
escuro vamos dizer assim do que o resto da glândula tá lesões em ter um lesões císticas lesões líquidas elas vão ser bastante hipo captante você mais escuras quase pretas né e lesões de sangramento com grande conteúdo proteico pode aparecer hipercapitantes sem ter um Então vai ajudar você quer ver uma diferenciação entre uma lesão uma área cística uma área aquosa que seja hiperproteica né um líquido por exemplo um sangramento ou uma área cística que fosse mais antiga já de um tecido mal formado né o tecido perdeu ali sua capacidade Então tem um consegue ver isso O
T2 ele vai ser muito útil para você ver a parte de líquido o líquido vai ficar muito branco e você consegue ver isso pelos ventrículos ventrículos que a gente vê acima da hipófise são locais onde acumulam o Lico né que produz o líquido vai estar lá paradinho então entre dois o licor vai ficar branco vai ficar mais claro e aí você vai ver lesões líquidas lesões císticas vão ficar hipercapitantes vão ficar mais brancas lesões de sangramento vão ficar ao usuário e hipocapitantes então de novo você usando caçando as duas imagens T1 e T2 você vai
conseguir ver se aquela lesão é sólida se aquela lesão é líquida se elas não líquida é de sangramento ou se elas são líquidas é diária cística mais antiga de assim né já tá desmanchando vamos dizer assim o seu adenoma então a ressonância pode te dar todas essas informações é importante a gente saber que às vezes o laudo do colega radiologista não vem com tanta informação lembrar que o radiologista os oncologistas a gente tem alguns radiologistas que fazem mais neuro tem nos grandes centros a gente tem essa vantagem de chegar e dizer ó vamos fazer tua
ressonância com Fulano fazer tração que a pessoa que faz mais neuro mas às vezes ali na periferia no centro não tão grande a gente vai fazer o radiologista que tá ali ele às vezes não tem tanto traquejo com exame então assim ele pode ter ali alguma dificuldade é importante que você saiba ver direitinho essas essas interpretações já que você tá vendo assim sua vida é olhar hipófise né sua parte dentro da do Papel aí do exame então avaliação por imagem principal ressonância checar as incidências checagem fases para ver direitinho definição em relação à lesão em
relação a relação da hipófise sem ter alguma previsão da possibilidade cirúrgica ou não por essa classificação do que não acho que e de ter alguma alteração visual ou não e classificar em micro ou macro adenoma pelo exame de imagem então ressonância é o exame de escolha Depois dessa avaliação de imagem aí a gente vai dividir avaliação Laboratorial em dois grandes grupos né se a gente tiver um micro-adenoma que é um tumor abaixo de um centímetro a gente precisa avaliar hiper função a gente precisa avaliar se esse adenoma é funcionando por quê Porque o microadenoma como
ele abaixo de um centímetro ele não vai ter sintoma compressivo ele não tem tamanho para chegar lá e assim comprimir ou que haja uma ótico ter perda visual por causa de um microadenoma Então microadenoma não vai gerar perda visual o microadenoma dificilmente vai gerar cefaleia é importante que precisa de uma intervenção A não ser que ele esteja numa posição muito específica ali que tem alguma irritação meninge alguma coisa mas em geral se o micro for ter algum problema para o paciente vai ser por secreção hormonal tá E aí falando de secreção hormonal o mais comum
como a gente já falou é o prolactinoma então a prolactina é um exame que tem que ser pedido nesse cenário né E aí a gente vai ter aquela relação onde um tumor produtor de prolactina geralmente vai ter um valor de prolactina de 150 às vezes 200 e se você encontrar aquela prolactina muito baixinha entre 30 e 100 mesmo com a presença de um microadenoma a gente deve pensar em outras causas e medicamento em outras situações e não que aquele microadenoma é produtor da Prolactina então o valor da Prolactina tem essa relação bem importante é o
segundo eixo que ele precisa avaliar em relação a hiper função o eixo corticotrópico né Essa questão do hipercortisolismo não é uma um consenso Geral de que você precisa avaliar e pé cortisolismo todo adenoma tem algumas escolas que dizem que só se tivesse algum sintoma ou síndrome metabólica ou obesidade ou diabetes ou alguma queixa que pudesse atribuído ao hipercortisolismo mas diante do custo né de um cortisol que é muito baixo assim é deve ser feito o exame rotineiramente para trabalhar e ter função a gente pode usar os exames Livres né Falando Central o exame de escolha
seria um cortisol salivar noturno tá porque existe esse esse essa secreção básica né então pela manhã geralmente são os níveis de Corpos mais elevados à noite os níveis são mais baixos Então você Farias de cortisol sério com a meia noite e se tiver levado indica a hiper função tá então exame de triagem para um incidentaloma hipofisário seria o corte salivar é Diferente de quando é um assunto adrenal né que a gente pede o cortisol pós-dexa Tá mas para uma hipófisária a gente vai pedir salivar se tiver algum sinal de percortisolismo a gente vai checar o
acth para ir ver se você tem hipervisualismo a cth dependente mas aí a gente vai falar quando a gente for falar de cushington tá é só explicando para vocês como é que a gente faria ali uma introduçãozinha na questão do eixo corticotrópico em relação ao eixo gonototrópico é em geral a gente não tem assim pode até ter tumor secretou a maioria dos não funcionantes chamados Na verdade ele secretam corticotróficos tão RH e FSH mas a gente geralmente não tem uma hiper função gonadal por secreção hipófisária isso não não É admitido assim roteiramente então a gente
não precisa para hipertensão do eixo do Nadal para comergalia né para pensar no eixo do GH né deixa somatotrópico a gente pode usar só o gf1 basal não precisa dosar o GH vai ter que precisar de teste de supressão ou destino pode usar só o gf1 se o Jeff normal você não tem queijo não tem clínica então não precisaria se estender mais além disso tá lembrar que na cromegalia a maioria das lesões são macro adenomas raramente você vai ter a cromegalia com micro existe mas não é tão frequente assim e quando existe você vai ter
muita característica Clínica associada embora a maioria dos agromegálicos eles não vão a consulta pelas alterações fenotípicas né Vamos por outras razões vão para o Diabetes vão por outras situações e não pela questão da Faces características do acromegal tá então quando a gente se depara com micro adenoma tomou abaixo de 1 cm a gente vai avaliar essas questões das hiper funções principalmente prolactina principalmente o corte de catrófico tira o trófico também pode avaliar mas é muito raro tireotropinoma né que eu tomou TSH e geralmente quando tem também é um macro mas assim vale a pena checar
geralmente o paciente é sintomático geralmente tem boxe geralmente tem sinais de hipertireoidismo tá então também não é muito frequente em relação a isso então microadenoma Principalmente quando ele for muito pequenininho abaixo de 0,5 agem vezes nem precisa fazer essa avaliação toda de laboratório Tá bom quando for um macro adenoma quando for um tumor acima de um centímetro aí a gente começa a confundir um pouco mais a coisa o macroadenoma a gente precisa avaliar ziper funções como a gente já colocou anteriormente e a gente precisa também avaliar zipo funções a gente precisa variar as deficiências hormonais
porque o macroadenoma ele pode gerar uma hipofunção hipófisária por compressão do tecido normal ou por compressão da haste hipofisária já que quem controla o funcionamento da hipófise é o hipotálamo né então a gente tem o famoso sistema hipotálamo hipófisário e se você tiver alguma lesão ali no meio do caminho na haste Você pode ter hipofunção da hipófise tá então a gente precisa avaliar deficiências Tá no contexto do aí decorebinha para o pessoal aí da prova né no contexto das hipó funções do hipopitarismo a sequência de hormônios é a mesma dica que a gente fala do
hipopitarismo congênito e tal então vai seguir aquela O golfo de adenoma né para quem é do curso aí é o mais frequente é da eficiência de GH embora às vezes a gente assim rotineiramente não teste porque a gente só vai repor GH depois que a gente já investigou todos os outros eixos e tá tudo muito reguladinho e o paciente ainda tem sintomas né ainda tem astenia ainda tem fraqueza a inter indicação de repor GH mas a deficiência mais frequente nos macro adenomas Edge tá teria essa mesma situação e aí o GH a gente lembra que
para avaliard eficiência complica um pouco mais que isso tem que fazer teste estímulo tem que fazer comidinha tem que fazer ET tem que fazer algum teste para avaliar se chegar tá baixo tá E aí a gente futuramente fará uma live especificamente sobre o eixo passou explorando o trófico a gente vai falar sobre o eixo ou perdão o eixo somatotrópico né passou do GH a gente vai para o LH FSH Esse é bem frequente a gente tem hipogradismo seja por deficiência de LH FSH causada pelo próprio tumor seja por hiperprolactinemia que pode ser pelo macrodema ser
um macroprolactoma E aí o macroprolacnoma geralmente tem níveis de prolactina muito altos acima de 250 acima de 300 então se você encontrar um macro adenoma e uma prolactina de 100 90 aí você vai pensar em pseudo prolactinoma que é um tumor que está comprimindo a haste e que por isso que a prolactina está alta né já que o controle do hipotálamo é inibitório só para prolactina para todos os outros é estimulatório então elas vão dar acho que vai ter prolactina alta e o resto tudo baixo tá então prolactina a gente precisa avaliar e ter essa
relação se a placa já tiver muito alta aí é o adenoma que tá produzindo se a prova tiver pouco elevada mas geralmente é compressão é o pseudo Isso muda em relação ao tratamento que aí vocês já devem saber mas se não sabe quando é prolactinoma mesmo a gente trata com a bergolina com medicamento Quando é pseudoprolactinoma a gente trata com cirurgia Né desde que tenha sintoma tem a justificativa para operar depois da Prolactina em relação a hiper aí por função a gente vai ver o eixo corticotrófico e aí a gente pede só o cortisol basal
Então você vai precisar pedir só levar meia-noite para ver hiper função e é precisar pedir um cortesão basal para ver ir para a função e a gente tinha um corte só bazar abaixo de três é um Corcel baixo e aí não tem dúvida tá um cortisol basal acima de 18 ou acima de 15 depende do autor seria um cortisol alto suficiente para você afastar deficiência e tem essa Grande zona cinzenta né que é quando o seu corte solvente 3 e 18 8 3 e 15 que aí diante do achado de uma denome hipofisário da possibilidade
de ter deficiência para ser da Clínica aí você tem que fazer um teste de estímulo seja com quartos Mega teste né usa o estímulo para vários hormônios e ver como é que isso aí se comporta se consegue subir estimular com esse teste de estímulo tá bom e aí o ponto de corte Seria o mesmo acima de 15 acima de 18 você afastaria deficiência do eixo do eixo corticotrófico eu já tô falando todos os eixos trocados aqui então dos eixos dos corticoides tá bom em relação a tireoide de novo é bastante simples a gente vai usar
um T4 livre e aí se você encontrar um T4 livre baixo o hormônio periférico baixo se o TSH não tiver alto é Central tá porque a gente sabe que tem uma relação o TSH altera muito mais e antes do que o T4 tá então tem quatro baixo com TSH normal é hipolarismo Central tá não necessariamente precisa vir com TSH baixo certo é para quem vai fazer prova de novo algumas doutores falam sobre a história do ácido ciático que é uma molécula que se liga com esse TSH faz o TSH ficar com peso molecular aumentado e
não até chegar assim biologicamente ativo Às vezes você vem até normal mas isso continua dizendo que é uma deficiência Central tá então para microadenomas a gente investiga as hiper funções e para os macroadenomas a gente investiga zipo funções e hiper funções tá lembrar ainda que no caso dos macro adenomas a gente tem que investigar a parte visual tá já falou do que asma muitas vezes paciente tem uma perda visual muito discreta e que não tenha queixa ele vai chegar não tô enxergando tô com visão tonalizada ou nada disso não então tem que mandar o paciente
fazer uma campimetria e a campimetria vai mostrar se tem ou não uma perda visual e a característica da perda visual de um tumor hipófissário é a perda dos Campos temporais como a gente já falou perde primeiro temporal superior pois o temporal inferior então a minoxia bem temporal ou a quadra Quadra topecia temporal superior né você perder o quadrante superior dos Campos temporais tá de cima para baixo porque a fibra é comprimida de baixo para cima né então a fibra o campo visual é o inverso da fibra né Só lembrando aí a partir de Neurologia para
vocês então passei com macro adenoma tem que avaliar a questão de função e percussão e a questão visual por fim tratamento né como é que a gente vai tratar esses pacientes com adenomas hipófisários o tratamento para a maioria dos casos onde você vai ter uma adenoma que foi diagnosticado como incinentalona ou como adenona não funcionante se for tratar a gente vai parar no ponto de dizer precisa ou não precisa de cirurgia tá o principal contrato de seria cirúrgico a principal via seria via transdisfenoidal abordagem entra nasal onde geralmente vai ter a equipe chama cirurgia de
base de crânio né geralmente vai entrar o neurocirurgião como otorrino otorrino faz o acesso neurocirurgião opera junto a parte da hipófise em si a gente graças a Deus aqui em Recife tem excelente profissionais lá nós todas Clínicas tem excelentes equipes que tem feito o resultado maravilhoso que o nosso paciente é sempre importante a gente ter esse neurocirurgião que é referência para hipófise porque o mais importante em relação a cirurgia hipófisária é realmente a quantidade de cirurgia a prática do cirurgião em relação a essa abordagem tá E acho que essa equipe combinada do otorrino neurocirurgião é
o casamento ali mais interessante para essas esse tipo de abordagem tá a gente sempre ou quase sempre vai preferir Essa Via transfenoidal havia trans frontal é reservada para casos muito particulares se você tiver algum tumor com extensão superior muito grande que geralmente não é o tumor hipofisário pode ser outro tipo de tumor um creme faringema muito grande ou algum tumor de regiões potalímica que realmente está descendo né aí você pode até terça abordagem mas para automotivo em geral abordagem é trânsito fenoidal tá pelo Narizinho aqui é abordagem cirúrgica ela vai ser reservada para tumores funcionantes
em geral né então assim geralmente a maioria funcionante vai ser abordado por via cirúrgica exceto o prolactinoma que o prolactonoma Responde ao avanista dopaminésico né me trata com medicação a clássica cabergolina né a droga que a gente tem de escolha para tratar as provas os outros tumores a gente vai acordar cirurgicamente também eu tiro a tropinoma tem alguns casos onde não se não tivesse sintoma compressivo você pode usar o agonista de somatostatina seja o que tirar otite que ele pode levar uma normalização hormonal em mais de 50% dos casos então se não tem sintomas compressiva
controlou o hormônio beleza não preciso me preocupar com uma neurocirurgia né não é fácil embora a boa parte dos Estados não libera o análise do somatostatina para tratar pirote não mas então não tem a questão custo que o análise uma taxa é muito caro então é difícil a gente conseguir sustentar esse tratamento sem o apoio aí do SUS que geralmente não libera a medicação para esses casos tá então o abordagem é cirúrgica se você tiver hiper função se você tiver um produtor de hormônio ou se você tivesse sintoma compressivo principalmente o mais frequente sintomas visuais
né na presença Aí também tem indicação cirúrgica exceto obviamente no próprio nome como a gente já comentou tá fora que não mas se tivesse sintoma visual a gente vai fazer cirurgia os outros tumores mesmo o prolactinamma com sintoma visual ele vai ser tratado inicialmente com o caderno já responde nesse sentido certo então o tratamento em geral é cirúrgico é certo probatinoma e aí a cirurgia a preferência por via trânsito fenoidal e após a cirurgia a gente precisa reavaliar porque é boa parte uma parte considerável desse paciente pode cursar com hipoitarismo né com deficiência dos hormônios
porque você fez a retirada da hipófise né então não pode operatório é importante a imunista química validar ali alguma ideia em relação a funcionalidade do boa expressão de alguns receptores de repente ficou algum resíduo e você vai poder tratar remédio medicamento né então se tiver receptor de somatostatina você vai usar o Creatina se tiver receptor de dopamina você pode usar caverna e por aí vai então pode ajudar nesse direcionamento de uma proposta terapêutica embora essa relação não seja tão precisa tá então pronto pessoal acho que aí a gente encerra nosso papo de hoje a gente
falou sobre adenomas hipófisárias uma visão geral definição em relação a epidemiologia é um tumor muito frequente aí acomete quase Desce mais 10% da população se sai fazendo ressonância todo mundo vai aparecer muito a de nome hipófisário sintomatologia dos macro cefaleia mais frequente e alterações do eixo bonadal é bastante frequente também como a gente vai fazer a investigação com a ressonância Quais são os aspectos que a gente tem que olhar na ressonância como a gente vai variar os micro que aí a gente vai valer principalmente hiperfulsão que a gente vai falar tanto para hiper como para
ir para a função e a conduta é cirúrgica na maioria dos casos por via transfenoidal no pós cirúrgico a gente pode ter o hipopitarismo E aí precisa Estar atento para fazer reposição dos hormônios de acordo com as deficiências que apareceram Ok então aí é o que a gente tinha para falar hoje se vocês têm alguma dúvida a gente tem aí mais uns 10 minutinhos para tirar alguma dúvida se ninguém tiver dúvida esse vídeo vai ficar aí acho pelo menos o de hoje para amanhã no feed Então quem quiser pode assistir de novo já que a
gente falou muita coisa né então sempre vale a pena aí fazer as anotações para vocês ficarem ligados e aí a gente vai se organizar para assim destrinchar esses eixos aí para fazer nosso cursinho de neuroendócrino também aí falar sobre cada eixo separadamente falar daqui a pouco sobre prolactonoma separadamente sobre coaching sobre ter o próprio nome cada um desses tumores separados tá bom para vocês aí que tem Feriadão né bom feriadão para vocês a gente aqui no Nordeste não tem feriadão porque o feriado é trocado pelo São João né que prefere o feriado no São João
Então é isso aí que a gente tem para falar boa noite para todo mundo bom feriado aproveitem aí o final de semana que quiser estudar um pouquinho a gente tá por aqui tá bom então boa noite pessoal tchau tchau