[Música] Olá, amigos. Um ótimo reencontro nessa quinta-feira. Desejamos que as rosas floresçam em vossa cruz.
Na vossa também. Obrigado. Presença de São Pedro Porto Ferreira e nosso convidado Ricardo Leme.
Tudo bem, Ricardo? Maravilha. Tranquilo.
Tranquilo. Estamos indo paraa reunião de número 108 falando dos planetas. 38ª aula, Lua, sexta reunião sobre lua, dada a importância desse satélite planeta, né, que, como você disse, eh, a Lua pertence à Terra, né?
Ela ela tem o mesmo material da Terra, assim como de alguma forma os filhos têm o mesmo material dos pais, né? Bonito, né? Essa coisa da face ser sempre a mesma, né?
Que se volta pra gente. É, sim. Então, a Lua também representa os estados alterados de consciência, os devaneios, as alucinações, até o nome lunático deriva da Lua.
Pô, esse cara é meio lunático, não dá para confiar muito no que ele fala, tem umas ideias estranhas e tudo isso gera um déficit de atenção da realidade. Você fica num mundo viajando num mundo seu, só seu, totalmente subjetivo, e tromba com a realidade. Essa pessoa tende a ser infeliz, né, Jubão?
Porque sei lá, ela ela parece que não sabe fazer com que com o material que lhe aparece pela frente, né? Ela fica atrapalhada e volta pro mundo da fantasia toda vez que vem um desafio. É assim que funciona?
Certamente. Certamente. Uma lua desalinhada e infelicidade é andando de bons dados, né?
Não consegue, o leitor do DVD dela tá emperrado, não consegue mudar a página, né? Impressionante, né? fica colado.
Então tem uma cabeça borboleteante, né? Ou que nem uma mariposa procurando a luz ou a mariposa que em busca da luz morre queimada na fogueira. Eh, e é isso, né?
se distrai com facilidade. Eu tenho amizade com uma pessoa que tem lua em Aquário que é assim, você tá conversando com ela, ela vira o rosto assim, deixa ele te ouvir para prestar atenção na borboleta. Não dá vontade de matar uma pessoa dessa?
Ah, linha aqui então dá aquela leseira de segunda-feira. Segunda-feira é regida pela lua, né? Pois é.
Aí você acorda e olho [Risadas] do você acorda amaldiçoando a semana. Meu Deus, vou ter que sair da cama. Às vezes você até vence a a briga com travesseiro, mas é derrotado pelo lençol e continua ali, né, rosnando na cama.
Ai, ai, aja café, né? Ah, café, chamate, né? Porque é um café disfarçado, tudo [Risadas] isso e estados letárgicos, ou seja, é, parece que a consciência não consegue encaixar no corpo, não é isso, como é que funciona isso?
Você que é neurocirurgião. A lua é um uma espécie de cérebro suprafísico, né? E ela é o mediador entre aquilo que nós somos de fato, que é o espírito e o corpo, que é essa cristalização de matéria, né, que o espírito sustenta.
E ela é esse mediador entre espírito e corpo. Ela leva ao espírito aquilo que o corpo extrai aqui e traz ao corpo aquilo que o espírito já extraiu enquanto um sistema de localização. Se ela tá lesada, você fica a deriva aqui.
Então você vira o clube da luta, você leva a pancada, você não sabe nem da onde vem, você tá completamente entortado pela vida e você não consegue retomar a sua instância, o seu órgão celeste que permitiria você acessar o espírito. Então é muito importante a gente serenar, né, focar, porque realmente é é a partir de lá que você vai ver o o distúrbio do déficit de atenção. Inclusive, inclusive nesse filme que você mencionou, o Edward Norton, que é o personagem principal, o super ego dele, o alter ego dele é o Brad Pitt.
Uhum. E é interessante que ou o espírito, a gente pode imaginar que o Brad Pitt é o verdadeiro espírito, o esforço que o espírito faz para ele cair na real, isso ele tá toda hora fugindo. Inclusive a mulher que ele gosta amarla é a própria Lua, um ser completamente descompensado que frequenta terapia de tudo quanto é tipo, né?
Essa figura Marla é fantástica nesse filme. O Clube da Luta é um filme maravilhoso. Belo filme para estudar a lua, né?
Uma lua desgovernada. Sim. E e as tentativas do espírito para realinhar, né?
É. E pra pessoa perceber que às vezes aquilo que parece uma surra, na verdade, é aquilo que precisa para que você desperte pra essencialidade, né? Sim.
Então, eh, a lua pode gerar esse estado paralisante de você ficar olhando pro nada. Imagina você ficar encarando nada horas e horas, meio que vazio por dentro. É angustiante, né, Jubão?
É. É. Então, processos de insônia, fantasmas noturnos que te visitam.
Você, puxa, eu tive a sensação que um vulto passou por aqui. Em que medida isso é real ou não é real, Jom? Eh, existe essa realidade física objetiva, mas essa realidade subjetiva que a gente tende a atribuir uma não realidade diz respeito ao nosso estado funcional.
A subjetividade da pessoa mostra como que ela vibra emocionalmente. Então você começa a ver vultos, assombranções, você começa a perceber o estado de desalinhamento lunar que você tem, o estado de incapacidade de ler o espírito e como você é assombrado por aquilo que lhe falta. As assombrações geralmente dizem respeito à aquilo que nos falta.
Então, uma um sonambulismo ou um estado meio zumbi, eh, é uma lua extremamente deformada já, né? Deformada. Aquilo que eu não fiz e eu quero fazer num estado de subconsciência, né?
é um é um movimento de falta que busca uma compensação. Então você perde o sono de madrugada e começa a imaginar que vai sair alguém do guarda-roupa ou alguém. Aí você fica com sono sensível, ouve um estalo, esse estalo te leva a imaginar um milhão de coisas sempre envolvidos num esquema paranóico.
Isso de perseguição, de medo. Que que trágico, né, Jobão? Trágico.
Veja isso dentro da perspectiva que você falou de uma lua em Aquário, que é o princípio da maternidade universal. Imagine uma pessoa que esquece a maternagem universal e focaliza numa maternagem pessoal. Toda essa universalidade vai assombrá-la, vai tentar visitá-la à noite numa perturbação, como que prestando contas, né?
Porque só ele e nós, né? Essa esse princípio da maternidade universal é ele é complexo, né? Porque a maternidade é algo muito egóico também de algum modo, né?
Sim. Então, eh, corre-se o risco de durante um tempo da vida, o período da vida, você ter esses visitantes indesejáveis, os visitantes sinistros, essas assombrações. Mas eu volto à questão, Jubãom, em que medida elas são reais?
Em que medida o teu psiquismo é real? O psiquismo ele fala quando ele tá perturbado, ele fala de faltas e omissões, coisas que não aconteceram e você passa a ser assombrado por elas. Toda negligência ela vem dentro de um de um princípio de cobrança que te assombra, né, que te parasita.
Essa parasitagem é uma predisposição que você tem por algo que deixou de ser realizado da sua parte. Então você vê, a realidade é aquilo que você deixou de fazer. O psiquismo é a consequência de um espaço vazio que não foi preenchido de uma forma essencial.
Então você vê uma realidade subjetiva. Mas por exemplo, uma pessoa era muito ligada à mãe ou ao pai, aí a mãe desencarna. Durante anos, ela continua vendo a mãe ou o pai no quarto querendo falar com ela ou ali parada imóvel só olhando.
A minha volta a perguntar, isso tem uma realidade? A mãe de uma pessoa, por mais que pareça um outro ser, ela é a síntese de todas as mães que essa pessoa foi em alguma instância. Bonito, hein, então, na medida em que ela não integrou um movimento essencial, aonde ela assume tudo que ela foi, a tendência da assombração pelo passado, ela vai ser sempre necessária como uma espécie de despertador ou perturbador, até que ela assuma quem ela é, até que ela honre toda essa linhagem materna que diz respeito a ela, que não é outro ser fora dela, mas ela mesmo.
para que encarnando essa presença, esses acessórios psíquicos, essa subjetividade patológica, não a visite, não a assombre. Enquanto ela tem culpas, ela tem saudade, ela tem ressentimento, ela tem alguma coisa que ela quer se vingar, ela tem um não perdão, essa assombração é inevitável, mas é um processo de dissociação que parte a parte parte da pessoa que não integrou. Então você poderia dizer sinteticamente que uma assombração, entre aspas, é a condensação de coisas mal resolvidas.
Isso. Tudo que você não fez ou tudo que você foi excessivo ou ou tudo que você foi condenatório sem reconhecer no seu caminho que diz respeito a você mesmo. É um princípio não redimido que te acompanha, né?
Diferente de um amigo que aponta alguma coisa, fala: "Olha, você pode tropeçar ali". É um estado interno de questões que ninguém poderia apontar, só a sua interioridade mesmo poderia lembrá-lo. Como se fosse um órgão mesmo, intestino que faz a digestão, um órgão de natureza psíquica que vincula você a uma realidade passada, existencial, que você não fez um bom cumprimento.
Isso pode ser resolvido instantaneamente por você. Se você é assombrado nessa medida, é importante você se pergunte: "Puxa, onde eu fui negligente? Onde eu fui excessivo?
O que eu posso melhorar? sem tampar só com peneira, né? Quer dizer, a gente tenta compensações em áreas correladas que não resolvem.
É você que tem que resolver com você mesmo. Esse não, esse sim tem que partir de você, não de fora. Existe uma certa coragem, né?
Muita coragem, porque você precisa assumir que foi menos do que poderia. A gente não gosta disso, principalmente se a gente tá razoavelmente adequado socialmente. E se eu tenho facilidade para colocar a culpa no outro, aí muito mais fácil.
É muito mais fácil, né? Superstições. Então, quando a vida vai mal, eu vou no tarólogo, no astrólogo, vou tomar um passe, eu tô com encosto.
Uhum. Eu tô com mal olhado, você terceiriza tudo. É, as pessoas me odeiam porque eu sou lindo, sou maravilhoso, sou inteligente, sou astrólogo, já tem um lugar no céu reservado, as pessoas me odeiam, anjo.
Bom, aí você vai, faz o quê? Tô com mandinga, vou tomar um banho de comigo ninguém pode, vou pôr uma ruda na orelha. É assim, né?
É tudo reatividade eh maquiada. É, todas essas reatividades maquiadas são indicativos de uma lua que padece de algo muito sério. E na lua cheia as bruxas ficam soltas, dizem, né?
Parece que a coisa aumenta, aumenta, aumenta, aumenta, porque aí não tem como você esconder, né? Aí aquilo que é se mostra na sua melhor clareza. Não há como esconder.
E é muito interessante observar, pelo menos naqueles que têm câncer muito forte, seja no ascendente ou seja um signo solar, como a lua cheia para eles é de uma intensidade muito elevada, né? É o melhor melhor arena para você observar o que é essa lua cheia que parece uma crendice popular, mas não é. E para quem quer entender melhor a lua, é interessante estudar o folclore, porque o folclore fala de faces da lua, né?
Facetas da lua. É lindo, né? Sim.
Folk lor é folk é povo, né? Povo são histórias do povo, né? Uhum.
Portanto, raízes. E tudo que é raiz é lua. É lua.
Então, invocações mágicas, feitiços, conjurações, evocação de ancestrais. Vou pedir paraa minha avó me ajudar nessa parada que eu não tô conseguindo. Minha avó resolvia tudo no passado.
Eu lembro, era pequenininho. Eu vou chamar ela porque ela vai resolver minha vida. Então você fica chamando o pessoal que tá lá já eh o corpo já apodreceu na terra, ainda você fica clamando para uma pessoa vir te dar uma mãozinha.
Que horror, né? E vem, né? E vem.
E só que não vem só o que você queria. Vem a pessoa com tudo que ela não fez. Sim.
Vem a pessoa com todas as suas demandas. E você não entende porque ainda que ela tenha vindo, as coisas tendem a piorar. Porque agora você tem as suas demandas e a demanda daquele que lhe visita, né?
Às vezes a gente chama no sentido de ajuda, mas esquece de perceber que o que a gente evoca tem também suas questões que não foram resolvidas. Agora me diz uma coisa, Jubãom, você sabe disso porque você trabalha nos planos invisíveis. Quando você evoca um ancestral ou um amigo que desencarnou, alguém que já não tá mais nesse plano, você chama para para qualquer motivo.
Você tá interferindo no destino espiritual desse ser? Claro que você tá. Então olha que responsa.
É claro que você tá. Esse ser atua em algum plano. Esse ser é participa de algo.
Você cessa essa participação em favor pessoal, achando que você tá chamando um desocupado para fazer o que você não faz. O cara tá lá não fazendo nada. Morreu mesmo.
É, deixa eu chamar. O pessoal tá morto. Deixa eu chamar.
Não é o o ser. É, então ele acontece e esse acontecimento, na medida em que ele é interrompido, você se responsabiliza porque aquilo, por aquilo que está deixar deixando de ser feito. Então, toda vez que você aciona forças de retrocesso, você tá comprometendo, na verdade, o seu destino e das pessoas envolvidas.
Você tá fazendo um acordo, do mesmo modo você faz um empréstimo. Nossa, tudo bem. Se você tem consciência disso, tudo bem.
Há uma aparente ajuda momentânea, instantânea, mas há um acordo. Os acordos os carecem de serem honrados. Aqui na Terra a gente pode até ser esperto e acreditar que se escapou, se deu bem, mas não tem esse negócio de se dar bem.
Não tem nada disso. Fez acordo, meu caro, vai ter que ir até o final. Saturno fica exaltado em Libra.
Ótimo. Bem lembrado. Signo dos acordos Libra.
Saturno tá lá para cobrar, ó. Uhum. A duplicata tá aqui.
Venceu. Isso. Reações de pavor.
Então você tem muita coisa mal resolvida no seu interior. Você se sente mal amado, você tem traumas, toda aquela problemática psicológica da lua. E quando reaparecem situações difíceis, você tende a tremer de novo.
É interessante, né? Parece que você revive aquilo, né? É, a lua é como esse como esse espelho que em algumas histórias e é trazido como uma das imagens da lua, né?
Quando você olha para esse espelho lunar, se você estivesse de fato num estado pleno de saúde, o que você deveria ver nesse espelho? Nada. Só o espelho.
Enquanto algo se reflete naquele espelho, você está lunarmente comprometido. Ainda que num estado mínimo de saúde, naquele espelho, você deveria ver a sua imagem refletida. Mas enquanto você vê aquela imagem refletida e não um princípio de ligação daquilo que tá no alto com aquilo que tá embaixo, você ainda tem um comprometimento lonado.
E os que estão mais comprometidos do ponto de vista patológico com a Lua, quando olham nesse espelho, eles não vêm nem nada, que é só o espelho e nem a imagem de si próprio. Eles vêm no espelho aquilo que lhes falta. Então, no espelho, ele vê toda a cena daquilo que ele deseja, que falta e que ele gostaria.
E esse espelho lunar, ele responde demais a isso que você vê, porque ele direciona o seu encaminhamento. E tem existem várias instâncias, né? O o nas primeiras histórias de Guimarães Rosa, ele vai falar um pouco sobre esse espelho e como conseguir estar na frente dele sem sem se ver, mas ver apenas o espelho.
Até no Harry Potter, que é a história de criança, você vai ver esse espelho aonde a pessoa no espelho não vê a sua imagem, mas vê aquilo que ela mais gostaria. no espelho, no espelho de Mikel, ele vai fazer várias vezes esse exercício de como está o polimento desse espelho para que você veja as coisas como elas são. Então essa esse simbolismo, né, da lua com o espelho, né, para que a gente não chega a essa reação de pavor em relação à aquilo que o espelho nos mostra.
Eh, é muito importante que a gente elabore na literatura, no cinema e dentro de nós mesmos enquanto uma reflexão, né? Como está hoje a minha relação com esse espelho? A lua é um espelho.
Então, de certa forma, quando você olha no espelho, você tá desejando seu futuro. É. E você vê como é que tá essa estrutura de desejos, né?
Como que você anseia? Se você está em paz, se o seu espelho tá bem polido para ver as coisas como elas são ou você ainda carece de ver as coisas como você gostaria que elas fossem? Caramba, profundo, hein?
profundo. Então, um filme também aterrorizante, é, é um dos piores filmes que eu conheço sobre passado, sobre lua, sobre trauma, né, sobre uma criança mal amada e judiada, torturada, que essa própria criança se transforma numa assombração. chamado a na Naomi Wats, essa atriz maravilhosa, dá um show nesse filme.
O o anel, né, o nome original, mas foi traduzido como o chamado. Vale a pena. Mas precisa ter, precisa est preparado para assistir.
É, precisa tá bem preparado, que é é razoavelmente indigesto, né? É, a televisão de alguma forma se mostra como esse princípio anímico de mediação, né? Sim.
como espelho. Mas é é um filme que mostra que a imagem da televisão pode se materializar. Você imagina o perigo de est assistindo televisão passivamente?
É isso. E não precisa ir longe, porque a própria neurociência, quando ela descreve os neurônios em espelho dentro do nosso ser e que aquilo que você enxergue, acredita que esteja fora, na verdade tá acontecendo dentro, até a neurociência materialista mostra, comprova, isso é indiscutível. que aquilo que você assiste tá acontecendo dentro de si próprio, você tá comungando daquela experiência.
Por isso que esse filme nos toca tanto, né? Porque ele é muito realista. É o que acontece de fato, né?
E você assiste e descreve quem você é, né? Tem outro filme nessa linha e do Cronemberg, David Kronenberg, chamado Vidiodromo, também sobre o efeito terrível hipnótico dos raios de tubos catódicos. Antigamente a televisão era um raio de tubo catódico.
Hoje tem plasma, tem LED, etc. Mas continua valendo a ideia. o poder de penetração que essas imagens têm até de mudar nosso corpo.
Toda a estrutura de comando de massa que foi muito potencializado com o descobrimento da propaganda são estruturas lunares e a gente precisa estar muito atento a pessoas que têm uma lua muito focada e boa, porque são pessoas capazes de influenciar a massa de uma forma intensa. Influencers, influencer, pessoas que têm uma habilidade política, uma retórica diferenciada. É muito importante que a gente pudesse desnudá-las em termos lunares para ver de onde esses seres vêm, a que essa influência se presta, quais são os acordos que essa pessoa fez e com que ela está comprometida.
Porque são mensageiros e emissários também de lugares que a gente não sabe quais são, mas que tende a ser sombrio, porque a manipulação de massas, que sempre responde na vibração mais baixa no seu conjunto, ela tá ligada a um exercício lunar. E se a minha lua está fragilizada, eu sou arrastado por esse influencer ou por esse comentador. Vamos ver qual que é qual que é a interpretação do nosso especialista sobre esse assunto.
Entenda o que isso quer dizer com o nosso comentarista. Eu eu não posso entender. Eu preciso do especialista para dizer, para contar para mim do que se trata informação.
Eu não posso mais me relacionar puramente com ela, porque tem um especialista na informação que vai me explicar do que ela se trata. Que loucura. Loucura.
O princípio da propaganda é algo terrível, né? O século do self, esse esse documentário da BBC de Londres vai fabuloso vai mostrar pra gente, né? Como a gente pode ser arrastado do ponto de vista lunar por alguém que seja hábil, né?
A gente conhece o que pessoas com Lua, com Júpiter já fizeram pela humanidade. A gente sabe, né? Eh, vale a pena, para quem tiver interessado, eh, assistir uma série do YouTube chamada Mentes e Maltes.
Malte, aquilo que vai no ISK, né? Mentes e maltes. Eh, o organizador chama Abel Pataca.
É uma série bem longa que fala exatamente isso que o anjo Bom está comentando. Como nós somos controlados hoje não mais até por mentes diabólicas, mas por algoritmos como previa o filme Matrix. As máquinas nos controlam e nos vigiam.
É isso, An. É simplesmente isso. Não tem nada muito elaborado, é só observar, né?
Obrigado, João. Obrigado. Maravilhoso bate-bola.
Obrigado, turma. Até quinta-feira que vem. E desejamos que as rosas floresam em vossa cruz.
Na vossa também. Obrigado. Se você gostou do nosso vídeo e se inscreva no canal e ative o sininho e compartilhe com os amigos.
Que as rosas floresam em vossa cruz. Na vossa também. Obrigado.