Bate bola com Gustavo Dória Filho. >> Bate bola com Gustavo Dorafilho, especial com meu amigo Rivaldo Leite. >> E aí, Gustavo, obrigado pela oportunidade aí, hein? Eu quero que você saiba que esta não é a primeira e com certeza não será a última, mas eu acho que esse momento de transição, de maturidade na sua jornada merece uma celebração. >> Obrigado. >> Fiquei muito honrado que você aceitou esse convite nosso para que a gente possa perpetuar, né, essa nossa vivência nesse setor. Aliás, vamos dar os votos aos donos deles, né, que foi o Kéber, teu sócio
mais recente, que eu fiquei muito feliz com essa notícia. Cléber leu uma matéria minha em algum lugar e falou: "Vamos fazer uma matéria sobre a tua carreira, tal, etc." Mas ele não sabia ainda da novidade. Aí eu dei uma enrolada nele. >> Sério? >> Sério? Sério, >> rapaz. Por isso que ele é meu sócio e diretor de conteúdo, né, irmã? Examente. Exatamente. >> Mas o que eu acho legal, Riva, é que a gente tem o privilégio de ter vivido tantas fases desse negócio, né? Eu tava me lembrando outro dia conversando com a equipe, cheguei nessa
indústria tem 86. Você chegou antes de Mim um pouco, não foi? >> Em 80, 14/10. Para mim é uma data marcante essa data para mim, ela me serve para várias coisas. o Brasil deveria ter por volta de 30% de inflação mensal. Não, não, acho que um pouco menos. Depois piorou. É, mas na época não era ainda não. Na quando começaram a ter aqueles planos todos. É, já aí aí já foi 84, 86. >> E é o seguinte, o cara segurava um carro, uma pala, aquele carrão da época. Se batesse com se meses de vigência levava
um enxavete. >> É, é verdade. É porque não tinha moeda que tivesse essa correção automática. Não existia uma cultura de correção monetária. >> É. E na e na e hoje hoje o pessoal comenta um pouco do seguro, que o seguro tá caro. Seguro não tá caro não. Seguro Foi muito mais caro. Eu lembro muito bem naquela época que eu fazia muito cálculo na mão ainda >> eu trabalhei muito com com taxa IPR >> e na média a taxa era de 8 a 10%. E era meio que comum na cabeça das pessoas do consumidor que seguro
custava de 8 a 10%. Eram uns 10% sempre uns 10%. Examente. >> E o que acontecia com esse processo inflacionário era que a gente não tinha, a gente a Gente tinha muito pouco prestígio perante da sociedade, né? A gente vivia um processo de extrema eh descredibilidade. Primeira página do Procon sempre tinha seguro. E aí eu me lembro quando veio o Plano Real, o código código de defesa do Consumidor e assistência 24 horas. Lembro, lembro de tudo isso. Transformaram a nossa porque a nossa posição na fila do pão. >> Plano Real 1990, governo color. Eh, não,
não, desculpa, plano color. >> Plano color foi em 90, o real foi em 94. É 94. Então vamos lá de novo. Plano, Plano Real em 94. >> Isso. Plano. Plano real em 94, talvez. Eu acho que um pouco. É 90. Isso. 94. do Pokémon que aqui teve aquela moeda temporária >> é porque foi, na verdade foi na mudança de governo que era o color que teve o impitar Fernando Henrique era o ministro da fazenda >> que criou a moeda transitória, né? E que a gente acabou tendo examente >> o lançamento de uma nova moeda. E
o que eu acho legal é que >> e o dólar bateu 90 centavos. >> Eu não lembrava disso. >> 90 centos de dólar. Eu lembro. E eu acho que é uma coisa que é muito interessante, que hoje a gente vê o seguro como objeto de desejo, super credibilizado. E eu gosto de falar que a nossa geração tem uma forte Responsabilidade nessa transmutação. >> É verdade. >> Eu queria lhe perguntar se você começaria tudo de novo. >> Olha, se olhar paraa minha vida inteira, desde dos pais que eu tenho, graças a Deus, até hoje vivos, eu
não mudaria nada na minha vida, Gustavo. Nada. Eu tenho um orgulho muito grande de da onde eu nasci, como eu cresci, como eu fui cuidado eh em todos os sentidos, né, de de família. Eu nasci em Pombau. Você tem Noção onde é Pombal? >> Pombal, não faço a men. >> Pombau é a 600 km de João Pessoa, na Paraíba. >> Você é paraibano? >> Sou paraibano. Sou com muito orgulho, né? Eh, e eu vim para São Paulo muito cedo. Eu vim para São Paulo. >> Meus pais, meus pais. Como toda história de bom nordestino, primeiro
vem o pai se arruma por aqui e tal. Aí geralmente vem para ficar na casa de na casa de de Algum de alguma tia, de alguns amigos, tal, etc. Minha história não foge dessa, né? E chegamos em São Paulo em em 70 e pouco, não lembro. >> É, eu me mudei de São Paulo paraa Bahia, virei baiano em 1970, 70. É. Me conta um negócio. Como é que você veio parar em seguro, velho? Ninguém nasce assim correndo. Ei, eu vou trabalhar com seguro. Hoje até tem isso, mas na nossa época não tinha. Conta para mim
como é que você viu Parando seguro. >> Olha, eu eu sempre trabalhei desde cedo, né? Então, desde cedo, quanto? >> 8 anos. >> Desde desde os 8 anos. Mas eu eu tinha uma certa necessidade, mas eu gostava, eu queria começar a trabalhar e eu queria essa essa independência desde autonomia. essa autonomia. Exatamente. Então, com 8 anos, eu talvez o meu primeiro, o meu primeiro, não vou dizer emprego, mas a minha primeira maneira de Ganhar algum trocado foi vendendo sorvete. Eu era o vendedor de sorvete, adorava vender sorvete, adorava. Eh, e depois eu fui engrachat, cara,
eu cheguei a ser engrachate e depois eu fui trabalhar num posto de gasolina. >> Fazendo o quê? Eh, era um faz tudo, tinha uma loja de conveniência, servia café, eh, limpava o pátio, abastecia, trocava o óleo, enfim. >> Isso aondde >> isso em Ferraz e Vasconcelos. Isso aqui Em São Paulo já, né? Que aliás eh eh depois um dos filhos eh do dono do posto de gasolina virou corretor de seguros, transformou ele num corretor de seguros. É. Eh, e então eu eu trabalhava lá, tal, e eu tinha um primo, um primo Sérgio, né? O Sérgio
todo dia vinha para São Paulo e ele pegava o ônibus em frente ao posto de gasolina que eu trabalhava e ele falava assim: "Tô indo para São Paulo que eu arro meu emprego de office boy, cara". >> Ai, que está aquele aquele nome offs boy, cara. Eu achava o máximo aquilo. E todo dia eu vi o Sérgio lá, pegava o ônibus e eu lá [ __ ] limpando o poço, abastecendo, tal. E um dia vou ser office boy, um dia eu vou ser office boy. Fiquei com aquilo um tempão. Até que um dia eu falei
pra minha mãe, né? Eu falei: "Mãe, olha, eu quero sair do posto, tal e quero ser office boy." >> Que idade? Ali eu tava de 12 para 13, eu acho. Naquela época com 13 anos já podia ter já podia ter carteira, ser registrada, etc. Tal. E aí eu comecei, ela ficou assim: "É, mas é isso mesmo, cuidado, tal, não sei o quê, não sei o que lá". >> O mundo era outro, né? >> O mundo era outro, a necessidade era outra. E aí eu peguei, não, eu vou, eu quero, eu quero, eu quero, eu quero
ser office boy, eu quero ser fic boy, né? E comecei a vir para São Paulo. >> Você é muito rival do Brasil. Comecei a vir para São Paulo. Eh, e >> arranjou fácil um trabalho de off. >> Não foi tão fácil, porque eu vim aí na época, até hoje ainda, né, muito muitas agências de de emprego e no centro de São Paulo ficava um monte de gente com aquelas placas nas costas, os escritórios, datilógrafo, não sei o quê, não sei o que lá e Office Boy, office boy. E eu ia numa porrada de agência, preenchia
a ficha. Tanto é que eu sei todos os eh os meus dados, os números Dos meus documentos de cabeça de tanta de tanta ficha que você preencheu >> que eu preenchei, que eu que eu preenchi, né? E aí e aí eu vi que a estratégia não tá dando certo, certo, né? E eu tava quase desistindo já. E até com um dia que eu falei, pô, esse negócio de agência de emprego não tá dando certo. Eu aí eu falei assim, bom, amanhã quando eu voltar para São Paulo, eu vou subir no prédio até o último andar
>> e descer b de porta em porta >> e descia de porta em porta. >> Eu já fiz isso para vender seguro. E até que um dia, depois de três dias fazendo isso, eu bati na porta de uma corretora de seguros. Logul Menot, corretora de seguros. >> Que ano mais ou menos isso? >> 80. >> Já em 80. Já em 80. Já, já em 80. E aí eu bati na porta da logo Liben corretora de seguros e muito parceira da Porto Seguro, 100% Porto Seguro, né? Eh, a pessoa me falou: "Olha, eu tô precisando, mas
tem que ser hoje". Precisa. Na verdade, não é nem hoje, é agora. Você topa começar agora. Falei: "Agora, agora." E aí ela era para entregar uma produção na Porto Seguro, na Avenida Rio Branco. Foi a primeira vez que eu subi a rampa da Rio Branco, na Avenida Rio Branco, 1489. >> E era aquele prédio bonitão. >> E era o prédio bonitão, né? Era >> 1980 aqui não era um prédião. >> É. É. Não era, não era um, mas era porque era coisa nova, etc. Metade do prédio era corretores de seguros, que a gente sempre teve
essa coisa e tá muito próximo corretor de seguros, né? >> E e a metade funcionários. Eh, então eu fui contratado pela corretora e a Porto Seguro subsidiano, porque na época a Porto, a Porto era comum isso. A Porto contratava muitas Pessoas e alocava essas pessoas nas corredoras. E isso até uns 15 anos atrás tinha. E eu sou >> Então você começou já como boy contratado da Porto para trabalhar na menote. Exatamente. Exatamente. Eh, e aí o o aí o fui crescendo, aprendi muito na corretora, fiquei na corretora um bom tempo, né? Eh, e depois eu
fui, eu fui crescendo, fui crescendo e o meu sonho era trabalhar no prédio da matriz, né? trabalhar na Porto, eh, ter o crachá Porto, tudo dentro da Porto, tal. E aí eu comecei a estudar seguro, aprender sobre seguro, tal, etc. E aí foi indo, foi indo. Eh, então >> começou em que área? >> Comecei na área de automóvel, >> mas fazendo o cálculo administrativa ou sinistro? Era propenchedor de proposta. >> Eu comecei cometeiro fazer. Não, na verdade era o seguinte, a proposta vinha preenchida pelo corretor. Eu pegava a Proposta do corretor e e tudo que
tava escrito ali, >> você transcrevia. Eu >> eu transcrevia para um formulário que era mais fácil pro digitador processar depois. >> Então você preparava o material pro cara digitar e colocar no sistema. >> Exatamente. Exatamente, né? Tempos de glória. >> Tempos de glória. Tempos de glória de muito aprendizado. Aí essa época Porto Já começava a crescer, virava a noite às vezes, porque era uma produção crescente. E aí foi foi indo, foi indo. Eh, mas voltando o início lá atrás, eu não mudaria nada na minha vida, nada nessa trajetória toda. >> Uma coisa que eu acho
que é muito bonito no na jornada do seguro é como nós somos uma indústria de pessoas legais. Até quando o trabalho é chato, é bom tá. Ontem eu tive o privilégio de de jantar Lá com nossos amigos e todos nós temos experiência de chegar nessa indústria e não querer sair, né? >> Sim. É, é, é impressionante. Todo mundo fala isso e é verdade. Uma vez seguro, sempre seguro. Eh, tá aqui uma prova viva de tudo isso. 45 anos mercado. >> Posso na Porto? Eu fiquei uma, eu fiquei um ano e meio na Mafre >> antes
de vir para Porto. >> Não, eu tava na Porto na 92, 90 92 mais ou menos. A Mafre tava Chegando no país e tava abrindo um monte de filiais, etc. Tal. O presidente da MAF me convidou. O o presidente da MAF foi no ABC. Nessa época eu já tava no ABC, não tava mais na matriz. Ele me encont >> Você fazia o que na sucursal? Comercial na na sucursal. Na sucursal eu fui para ser operacional. Era uma sucursal que tinha uma >> operacional que faz o backoffice que >> isso. Isso. Na verdade eu fui para
lá a Essa sucursal de Santo André, ela cresceu muito e o e o gerente de lá na época, o Mairá, um grande amigo meu que me ajudou muito a vida inteira, eh ele queria que a emissão fosse lá, porque ele ia emitir mais rápido. >> Sacada dele. Sacada dele. traz, traz a emissão para cá que eu vou dobrar a produção aqui em tanto tempo. E aconteceu exatamente isso. >> E você foi lá para fazer essa? >> Então eu fui para lá e foi muito foi Muito é é é muito louca essa história, porque aqui eu
tava emitindo e num dado momento quase que eu fui demitido, tava com a carta pronta já. Por quê? Porque eu errava muito, eu eu era muito ruim de digitação, digitação. >> Eu era meio disperso. Essa coisa comercial, tudo comercial um pouco disperso, né? E tal, tal. Aí aí alguém falou: "Mas ele ele leva gente para corretor, ele pô ele se se relaciona super bem. Os corretores vê aqui, quer Que ele atenda, fica esperando ele atender, e para poder ele atender tal". que foi que foi a a a Lúcia Lúcia Helena, que foi uma coordenadora minha
na época, me salvou lá, né? Porque eu também já tava mandou para Santo André para você. >> Aí aí veio a ideia de criar essa unidade operacional em Santo André, que era justamente paraa emissão das apólios serem em Santo André. E aí, pelo conhecimento técnico e por essa coisa do Corretor, falou: "Ó, é a pessoa certa, porque tem o lado técnico e tem o lado comercial". Então você não pode levar uma pessoa para lá que vá atrapalhar a função comercial do gerente local. >> É, o sucursal é para distribuir, né? >> Exatamente, né? E poxa,
foi assim, encantador. Foi foi maravilhoso. Me dei super bem, ajudei lá. Quanto você colfre? Eu fiquei, então, eu fiquei lá dois na Casa da Porto, no lá em Santo André, eu fiquei do anos. E eu uma História muito legal também, porque é muito bom relembrar pessoas, né? >> Então, em cada fase da tua vida tem pessoas, né? Tem tem pessoas que te ajudou. >> E nessa época lá no ABC teve Mairá, que para mim foi o maior mestre Mairá, Luiz Carlos Mairá. Para mim, ele foi o maior mestre na área de relacionamento com o corretor,
na área de fazer o corretor produzir. Foi um mestre, meu mestre na área de produção. Foi meu mestre, sem Dúvida nenhuma. E e aí ele eh a Marf chegou lá crescendo, tal, e o e eu tava na parte de emissão ainda. Aí eu virei líder, eu virei um coordenador lá no ABC graças a essa vaga de na emissão. >> Na emissão, >> só que mesmo você digitando mal, você acabou >> porque eu virei líder, eu não digitava mais, eu coordenava os os digitadores. >> Perfeito, >> né? E aí eu me saí super bem e a
produção cresceu muito, tal, o negócio foi cresceu muito, cresceu tanto que aí teve a ideia, Porto teve a ideia de ter mais uma filial no ABC de tanto que >> Mas não mais em Santo André, >> não mais em Santo André, em São Bernardo, que aí foi um momento muito importante da minha vida também, porque eh o gerente que foi para lá abrir a filial de Sobernado foi o Sérgio Lima e gerou ali meio que um meio que uma uma Disputa territorial, que é normal área de vendas, tal. E o Sérgio começou do zero lá
e com a BC era muito grande, tava crescendo muito. E a minha unidade de emissão emitia para Santo André e para São Bernardo. >> Ah, você entendia das duas? >> As duas. E eu tava ali no meio dos dois, né? Tal. Até que um dia que o Sérgio Lima falou: "Meu, o teu lugar não é na emissão, o Teu lugar, a tua vocação é na produção >> e te catar por >> mesmo, mesmo mesmo não gostando da ideia de te perder na emissão, mas pro teu desenvolvimento, teu crescimento, a produção e eu acho que o
teu lugar é na produção." Aí um belo do dia, tal, conversando com uma era que era que que era o meu chefe, eu comentei com ele dessa coisa de produção, ele pegou e falou assim: "Você Quer? Cara, eu te quero, eu te pego na produção amanhã. Certeza que você quer vir pra produção?" Falei: "Eu quero." Aí deu tudo certo. Fui pra produção trabalhar diretamente com Mairá. Eh, aprendi mais ainda ali ao ao lado dele e tal. Aí já tô falando aí de 94, 95, porque eu lembro muito bem da Copa de 94, a gente assisti
os jogos, fazia churrasco lá nessa casa da Porto em Santo André e era uma festa e todo mundo amigo, né? Cásia, Pelaz são amigos de uma vida, né? São pessoas que não vou esquecer nunca, me ajudaram muito. E aí o o aí a Maf tava chegando no no país, no no é no ABC. E o presidente da MAF foi conhecer os corretores do ABC e no bate-papo lá ele comentou que queria expandir, que queria um tava em busca de um gerente, tal, etc. E se os corretores tinha alguém para indicar. >> E você lembra quem
foi o corretor? >> Eu lembro. Foi o Eduardo Santana. Eh, é Um grande amigo, Dudu Santana, eh, de São Bernardo do Campo. Ele e o sócio dele, que é o Edson, foram eles. >> Ainda trabalho com a companhia. >> Trabalhar com a companhia. Super amigo meu. Tive com ele esses dias lá no ABC. Super amigo, me liga, parceiraço, parceiraço. >> E o, e ele ac ele, ele tinha certo contato na Mafre, ficou sabendo dessa história toda, tal. E aí me indicou, me indicou. E >> e a Mafra já era? de Aracáo. Ah, não, quem me
contratou foi o Sergio Tim. >> É o Sérgio Tim a minha a minha >> Serginha da minha época. >> É, a minha primeira entrevista foi com foi >> jáamafre ou era Veracruz? >> Já era mafre. Já era MAFRE numa casa bonita que eles tinham ali na Avenida Brasil. >> Ah, lembro >> aquela sala bonita do seu Tim lá. Meu Guri, meu guri, você vai agora no multinacional, você vai dominar o mundo, você não sei o quê. E foi foi muito interessante, um grande líder, >> um grande líder, um grande líder. É, é outro de produção
também, outro mestre, né? >> Outro mestre de relacionamento, lidar com os corretores. Uma coisa que eu acho que é muito interessante, que >> nesse mundo fital, né, do do digital com Físico, >> eh, a gente tem muitas facilidades hoje, né? Naquela época a gente tinha que interagir muito para fazer. >> É. E e sabe quem foi meu chefe na Mafre? O Jarba. O Jabes, >> Jabes, >> Jabes, cara. Jabes, pô, foi, nossa, trabalhar com Jav também foi outro momento. Eu gosto muito dele. Gosto muito. >> Nossa, cara, foi muito legal. Foi foi uma experiência. Fiquei
um ano e pouco, um ano e meio >> só. >> É o o E um e um fato curiosíssimo, né? Eh, meu filho, o Lucas, que hoje tem 28 anos, ele nasceu quando eu tava na Mafre, né? Eh, e foi assim um momento muito especial também. E eu fiquei um ano e meio. Por quê? Porque na mar também eu tava dando muito certo. E o e aí na época eh não sei exatamente aonde Começou a história, que eu já ouvi várias versões, eh mas eh de uma coisa eu tenho certeza que eu lembro como com
fosse hoje o Sabino. Eh o Sabino foi VP de produção muitos anos, é uma pessoa também que foi meu líder, eu aprendi muito com ele também. Ele ele tava tendo um churrasco lá na casa da Porto em Santo André. Eu fui convidado para aquele churrasco e o Sabino tava lá. E o Sabino já >> a os a galera da Porto chamou você tando Na mar para fazer churrasco >> Exatamente. Exatamente. E o eh e o E o Sabino foi lá nesse dia. E aí eu avisei o Sabino de longe, ele também. Oi aí rivaldo? Tudo
bem? Tudo bem, tal, não sei o que, não sei o que lá. Ele falou assim: "E aí, como é que você tá?" Eu falei assim: "Tô bem, mas estaria melhor na Porto da assim na lata". Aí ele falou: "Vamos conversar na segunda-feira?" Falei: "Fechado". Aí segunda-feira, isso Foi numa sexta. Na segunda eu tava eu tava conversando com ele e >> E nessa volta você foi para que para que área? >> Então, nessa volta também tem uma passagem muito interessante, muito interessante, né? Aí eu voltei, conversei com com o Sabino, né? O Mairá ajudou na conversa,
acho que o Sérgio Lima também. Enfim, tinha uma corrente do bem aí muito bacana, porque realmente com uma eu tinha uma filial na Mafre que Não tava muito bem. >> Qual era a filial? >> Era na Avenida Dom Pedro em Santo André. Abri mais uma filial em São Bernardo e tava indo paraa terceira na Avenida Portugal em Santo André e já tinha um plano de mais seis ou sete indo até o litoral, né? E aí os corretores, pô, chegar, começaram a comentar com com o pessoal da da Porto. Eh, e aí o aí eu peguei,
tive essa proposta, voltei com o Sabino e o Sabino falou: "Olha, temos um plano aqui, tal, etc. Nós queremos abrir taquera". O Jaime quer abrir Itaquera. Peguei, falei assim: "Sabia, >> você já tinha contato com Jaime essa época? como é que funcionava? >> Tinha contato com Jaime, né? O Jaime sempre foi muito próximo. O Jaime vivia nas filiais, tal, tinha tido alguns contatos com o Jaime em campanhas de sugestões, etc. Mas assim, dele saber exatamente quem eu era, não. Eu acho que Na verdade ele ficou sabendo quem eu era exatamente nessa volta minha, ou pelo
menos soube de mim nessa volta minha. E quando quando eu fui quando eu fui quando eu fui conversar com o Sabino para fechar tal, que ele me falou Itaquera, eu falei: "Olha, Sabina, eu moro em Itaquera, para mim vai ser maravilhoso". Eh, mas eu acho que o momento não é Itaquera, eu acho que o momento é outra região. Ele falou: "Qual?" Falei: "Mogi Das Cruzes". Ele: "Mogi das Cruzes, mas por que Mogi?" Eu falei, ó, porque Itaquera, a Porto já tem São Miguel, a Porto já tem Penha, a Porto já tem São Mateus, a Porto.
Então, >> tá tudo ali tal, né? E eu sabia também que eu ia entrar numa concorrência tremenda com as outras casas da Porto, né? Eh, eu falei assim: "Olha, agora Mogi, Mogi tá crescendo, eu já olhei os números de lá, os números eh eh eh de economia, de população, eh de frote e Etc. E a a e uma congênere acabou de abrir Mogi. Eh, então eu acho que Mogi é mais o Jaime que é Itaquera. Falei: "Sabino, eh, troca uma ideia com o Jaime lá e comenta que eu comentei isso para ver o que". Ah,
Evaldo, pô. Falei, Sabino, aí ele tá bom. Aí, só que eu tinha ficado um ano e meio fora e não tinha pego férias e já acumelei uns 3 anos sem férias, nascimento do filho, etc., tal. Nessa minha volta eu tinha combinado de ficar uma semana de férias, Ou seja, eu voltei para Porto começando pelas férias e uma semana depois ele e eu eu cheguei já com crachá, com tudo, tal, tudo certo e ele falou assim: "Olha, eh, conversei com o Jaime e ele falou que você tem razão." >> Sério? >> Sério? >> Que irado. >>
É. Jaime sendo Jaime. Jaime? Jaime sendo Jaime que aquessa coisa de ouvir, de ouvir a ponta, de ouvir o dono Do pedaço. O Jaime sendo Jaime. >> É outro dia eu tava no evento aqui do outro lado da rua e foi muito legal que eu vi C falando com todo mundo, né? Aí eu filmei, aí eu mandei pra Jaime e falei assim: "Ó lá, ó, tem mais gente sendo Jaime". >> Ah, legal, legal. E a E aí então e aí o o Aí decidimos abrir Mogi das Cruzes, né? Aí, OK, comecei em Mogir das cruzes,
eh, do zero, do zero, completamente do zero. Aliás, a última conexão vai ser Mogi das Cruzes, não lembro exatamente a data. Acho que vai ser um momento muito legal também, porque eu abri aquela filial, foi um momento que marcou a minha volta para Porto >> e foi em 90, foi em 95 isso. Então agora completou 25 anos. Não, 30 anos. >> Caramba. 30 anos. Parece que foi ontem que eu tavaando. É, exatamente, né? >> Então, foi isso que sabe de lá, >> de lá, Eh, de lá eu peguei, fui para Mogi, que teve também um
um teve um fato muito interessante também nessa história toda. Tem mais um episódio Jaime sendo Jaime de novo. >> Hum. >> Eh, aí o o teve uma dúvida aqui dentro. O que que era se Mogi das cruzes era considerado interior de São Paulo >> ou ou era capital e metropolitana de São Paulo porque eram diretorias diferentes, Né? E o Sabino era diretoria eh capital e metropolitana, >> né? O Zé Luiz, nosso amigo Zé Luiz, Zé Luiz junto com a Juliana, >> que é Juliana é um capítulo à parte, né? Juliana, minha segunda mãe, com certeza,
porque ela cuidou de mim, que ela teve paciência comigo, que ela me ajudou nessa época toda, que ela acreditou em mim. Nossa, realmente foi uma coisa Impressionante. E aí o que aconteceu? Na hora que eu no dia que eu voltei a trabalhar, o Sabino me chamou e falou: "Olha, Rivaldo, tá tudo certo, não vai ser Itaqueda, vai ser MGI das Cruzes". Só que nós tivemos uma reunião aqui e a decisão é que você é que Mogi das Cruzes é interior de São Paulo e não capital e metropolitana e você não vai ficar ligado diretamente a
mim, você vai ficar ligado diretamente a Juliana e apontou pra sala da Juliana que ficava a 3 m Ali. Lógico, eu levei um susto, né? O Sabino já me conhecia, já todo histórico, ele que fez toda a costura da da minha volta, tal, né? Eu fiquei hiper preocupado, né? E meu filho com 4 meses. >> Onde é que eu tô me metendo? Tal, né? Eh, beleza, vamos embora, vamos em frente, tal, sem problema nenhum, legal, tal, tal. Conversei com a Juliana, né? Eh, mas aí eu falei assim, Sabindo, mas por que que teve essa decisão?
assim, porque eh nós discutimos Um pouco aqui eh e o e chegamos à conclusão que Mogi das Cruzes é interior e não, mas eu falei Sabino, mas Mogi é DDD 11. Mogi tá do lado aqui. Falou: "Rivaldo". É, realmente você tem razão, mas essa discussão a gente acabou escalando ela e no e a decisão foi num dado momento, a gente tava discutindo num numa reunião entre nós e o Jaime tava >> e o Jaime pegou a tarifa, abriu a página tal e lá tava a classe de Localiz Mogi das Cruzes, >> localização, >> classe de
localização nove, eh, interior de São Paulo. Tá decidido. Tá decidido, tá resolvido. As tarifas, né? As tarifa. >> Então, olha só, por causa dessa decisão, eu mudei completamente minha vida. Porque quando você muda uma liderança, quer queira, quer não, você muda um pouco a sua vida. >> Claro, >> porque você >> se encaixa do jeito de uma pessoa, você vai e passa a se encaixar do jeito de outro, né? Eh, mas olha, foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. >> Você vê como a vida escreve certo por linha toras. Exatamente. Porque >> você
morava. Moravaquera. Ó, você vê como que escreve ser com linhas tortas e o que e a tua visão e aquilo que você enxerga como certo, como correto e não pensar em você e pensar na empresa. E eu E eu sigo isso a vida inteira. Até hoje. Todas minhas decisões são pensadas na empresa e não em mim. E a primeira delas foi essa. Eu poderia ter ficado daquera no meu bairro, >> no conforto >> e eu ia ficar 5 minutos de casa. Eu fui escolher uma filial a uma hora de casa. >> Foi buscando a oportunidade,
né, Ev? Você vou buscar o que era melhor. >> Eu eu vi eu vi o melhor para Porto. Acho que para Porto aquele momento ali. E eu Também não queria estar no meio dessa dessa confusão do São Paulo. Era muita casa muito próxima, tinha uma de uma competição de quem é o corretor, não sei o que, não sei o que lá. Emoji tava meio separado. Em foi um pão anho. >> Então aí em eu fiquei um ano e meio, peguei a casa do zero, né? Fiquei 1 ano e meio lá. lá em foi também foi
muito rápido, foi o apoio dos corretores, fiz muitas amizades, >> puxa, foi um momento assim muito Especial, né, que completa, que completou 30 anos agora. Tem tem uma funcionária lá, Luciana, lá em Mogi das Cruzes, que é desde dessa época e ela entrou como guardinha. Na época a gente tinha umas que chamava de guardinha, né? E até hoje ela tá lá comercial, a lua lá tá super bem. Eh, e aí teve uma oportunidade em São José dos Campos. >> Já já mais longe aí. >> Mais aí interior, com certeza. interior. Só que a Juliana, minha
chefe, na época, muito próxima, muito zelosa, muito cuidadosa com todos nós, ela foi um dia me visitar lá, passou o dia comigo, ela já tinha essa questão de São José na pauta dela. E aí na hora de ir embora assim, ela me chamou, ela sentada no carro e eu em pé, ela encostou assim, olhou para mim e falou: "Você mudaria de Mogi?" Aí ela o jeito, esse é o jeito. >> Você não morava em Mogi, você morava em Taquera? >> Não, depois fui oito meses depois mudei. >> Aí ela falou assim: "Ah, mas você tá
muito bem aqui. Você fez um excelente trabalho". Ela jogou a isca e ao mesmo tempo tirou, né? >> Te beliscou. >> Beliscou. Aí eu falei, Juliana, dependendo sim, para onde for, tal, qual plano, tal. Aí ela ela não tinha claro ainda. Ela falou assim: "Eu não tá claro para mim Ainda. Eu só queria saber se você com uma necessidade mudaria tal". Aí eu falei: "Mudaria". Sim. E a Juliana sempre teve uma uma preocupação muito grande com família. Não adianta eu querer. Tinha que eu querer e a minha esposa querer. E ela tem razão. Se não
combinar essas duas coisas, não vai dar certo. Não vai dar certo. >> É, não é ma pressagem, é um mau modelo. >> Exatamente. E a gente já teve alguns Exemplos na companhia que se a companheira, se a esposa não comprar ideia, não adianta, não vai dar certo. Não vai dar certo. >> E aí? E aí, Gustavo, eu ací depois de um certo tempo, ela me chamou na matriz e falou: "Olha, ah, porque ela tinha que resolver a questão lá, não tava resolvida ainda e ela foi muito ética, né, de não falar nada, tal". Aí depois
que ela resolveu a questão de São José dos Campos, ela deixou a a cadeira tava Vaga, tal, aí ela me convidou eh para ir a para ir em São José dos Campos, que ela tava lá, tal, lá, >> é isso aí. Ela me convidou, me convidou para ir lá, falou: "Ó, então olha aquele papo lá era São José, a casa é essa, tal, etc. Mas você não vai me dar notícia nenhuma, você não vai me dar certeza nenhuma antes de você voltar aqui com a tua esposa, passar um final de semana por aqui, eh, para
depois você voltar na matriz e decidir se você quer Ou não. Mas não quero ouvir você em nada agora. Volta, faz isso aí que eu tô te falando. >> E de primeira você já tinha gostado da ideia, como é que foi? >> Apaixonado. São José, eu já conhecia São José porque eu ia muito pro Rio de Janeiro de carro, parv de vez em quando, tal. >> É, na MAFRE, na MAF eu fiz uma grande amizade com um gerente de São José dos Campos, que é que foi que era o Jorge Vericeev, que infelizmente Deus o
levou há há 20 anos atrás. E São José é uma cidade maravilhosa, né? Mas eu cumpri a tabela. Peguei no final de semana, peguei minha esposa, peguei o meu filho, que ali já devia estar com um ano e meio, dois. Eh, e saí no sábado de manhã, fui para São José dos Campos, passei dentro da cidade, dei uma volta dentro da cidade e fui passar o final de semana em Campos do Jordão. >> Jogou baixo, Cidade, porque também já conhecia Taubaté, já já tinha um pouco mais da região toda, né? Eh, e aí aceitei o
convite para ir para São José dos Campos, que isso aí eu já tô falando em 98, que eu lembro até hoje como foi. Isso. Foi foi no comecinho de 98, durante um período eu fiquei tocando São José e Mogi. >> Durante um período a gente teve dúvida se ficava com as duas coisas. Aí eu mesmo falei: "Não, tem uma missão muito Grande do lado de cá, é melhor abrir mão de Mogi". Eh, e abraçar o processo do Vale, porque o Vale é muito grande, né? O Vale Paraíba e rico e rico. É. E eu quero
focar aqui. Aí eu eu cheguei em São José dos Campos em julho de 98. Por que que eu lembro bem muito disso? Que era a Copa da França em 98. >> Ô meu Deus do céu. >> Exatamente. Eu cheguei no dia de um jogo lá que não era nem Brasil e tava todo mundo lá. E aí eu peguei e Já juntei um monte de corretora que eu nem conhecia. Aí já fui me turmando com todo mundo. >> Quanto tempo ficou lá >> em São José? Fiquei 12 anos. >> Ah, então foi lá realmente que você
>> é e um negócio muito engraçado que tem corretor que lembra isso até hoje, a Íris, a Íris de São José dos Campos, que é uma grande parceira nossa e amiga, ela lembra disso até hoje, porque nesse dia desse jogo eu fiquei sabendo que tinha Um monte de corretores reunidos e eu não conhecia ninguém. Falei: "Pô, é lá que eu vou me encaixar". Só que no mesmo dia chegava o caminão de mudança minha de Mogi para São José dos Campos. O caminão chegou meio-dia. >> O jogo era que horas? >> O jogo era 2 da
tarde >> e >> eu cheguei em casa 8 da noite. >> Sua mulher fez a mudança sem você. É isso. >> Exatamente, cara. É ela e o e o pessoal e o e os os ajudantes do prédio, os ajudantes do caminhão de mudança, tal. Pô, e mas foi assim, mas valeu a pena e ela entendeu tudo porque ela sempre entendeu, sempre me acompanhou em tudo isso aí. Eh, ela eh, mas valeu a pena porque tinha 30 corretores ali. >> Podia dizer que vocêentrou com pé direito. Oidade que eu ia ter de ter Contato com 30
corretores no momento festivo. Pô, foi maravilhoso. Foi >> placa. >> Gol de placa. Gol de placa. Exatamente. E aí eu fiquei lá, eu fiquei aí em São José abriu tudo para mim. São José foi eh sei lá, uns dois anos depois eu tinha mais um, tinha duas filiais em São José, depois Taubaté, depois Guará, depois Pinda, depois Litoral Norte, enfim, São José virou o Vale do Paraíba Virou a queridinha da Porto Seguro, né? E você pilotando? >> E eu pilotando, né? Eu e todo um time, tá? Uma um time, né? E a Juliana apoiando e
uma torcida enorme >> para tudo isso. O Zé Luiz também me ajudou bastante também. Eh, e aí aí não. E São José já disputando muito forte com Campinas, que também a Eva também sempre fez um trabalho belíssimo. Eva Miguel, minha irmã, >> Miguel, >> eh, fez um trabalho belíssimo em Campinas. E o Montoro em Santos que o Montoro detonava, né? >> Esse time é bom, hein? Ó, você, Eva Montoro, Zé Luiz. >> Olha, era um timaço, viu? É um timaço assim. >> Esse time, eu diria que esse time remodelou o modelo de atendimento a corretor
na história do Brasil. Eu acho que esse time foi um time que deu um uma sedimentada no no no jeito Jaime de De Então, eu ia falar isso, eu acho que a gente já tinha já nasceu com essa vocação e essa coisa do Jaime também da Porto com corretor de seguro. Na verdade, nós bebemos eh na fonte muitos anos, né? Aliás, bebemos até hoje, né? O Jaime ainda é uma uma uma inspiração. Eh, >> gostei que eu ia te completar a referência, eu mesmo pensei já na referência, já minha inspiração você trouxe a palavra. >>
É muito bom isso. >> Exatamente. E o o E aí depois lá indo muito bem, muito bem, muito bem de todo mundo preocupado se eu tava bem e tal, não sei o quê. No dado momento desse São José dos Campos, eu acabei assumindo metade do sul de Minas, porque Minas naquele momento não andava tão bem e eu tava indo muito bem ali. A companhia queria me manter motivado. Aí eu eu passei alivia São José dos Campos, Eu eu passei a tocar Juiz de Fora, eh e todo o sul de Minas, que foi uma experiência maravilhosa.
>> Já 2000 e pouco. >> Aí eu já tô falando de 2002, eu acho. De 2002, mais ou menos. de 2002, eu acho, >> que já existia que >> já, já, já. E aí, Gustavo? Aí, poxa, foi isso tudo isso crescendo muito, crescendo muito. Aí o o e aí eu comecei a colocar na companhia a ideia de que o interior podia ser ser mais e eu tava Muito bem e tal. Com isso chega quem? Chega o Fábio Luquete, que assume a presidência da Porto, né? Eh, e o Fábio já conhecia a companhia muito bem. O
Fábio já tinha um conhecimento da máquina toda, né? E desde a época de unidade que eu fui par do Fábio nas unidades, o Fábio sempre foi parceiro e o Fábio, tenho ele assim também [ __ ] gestor, [ __ ] administrador, tal, eh, pena que que decidiu parar cedo, né? mas também um cara que me ajudou muito, me Ensinou muito, eh, muita, muita disciplina. Eu eu aprendi com a Juliana e com o Fábio, né? Eh, e o Fábio assumindo a presidência, tinha um olhar mais da companhia Brasil, né? >> E se catapultou para diretor nacional.
Ah, não, não. Antes disso ele me ele me convidou me convidou para um almoço 15 dias antes dele assumir. Só que ele sabia que ele assumiria, eu não sabia. E ele me convidou para um almoço, um almoço de 3 horas, onde a gente falou, Falou e eu falei muito da companhia, o que que eu achava, contei tudo que a a o profissional de produção da Porto, ele tem uma vantagem enorme. E o Sabino não tinha essa frase. Você quer saber como tá a empresa? Pergunta para um bom gerente de filial, porque ele tem a noção
de tudo, de tudo, de tudo, né? E esse almoço com Fábio, eu lembro, foi uma, ele saiu com uma lista lá de três páginas e tanta coisa que ele anotou. E depois de 15 dias o Fábio Assume como como vice-presidente, que o Jaime ainda é do presidente, tal. >> E uns três meses depois ele me convida para um outro para um outro almoço e dá uma sondada se eu tava a fim de de sair de São José, pegar uma região maior, tal, etc., já tá eh aí o o eu meio que sinalizei que sim e
tal. Aí ele conversou com o Zé, que era o meu chefe na época. A Juliana, a Juliana já não tava mais na coordenação do interior, ela já tava com outras funções. E aí tá, o Zé me, o Zé me convidou para um almoço e formalizou o convite. Olha, eh tem uma oportunidade aí, a gente quer expandir muito no interior de São Paulo. Eh, e aliamos aqui tal, nós vamos abrir parte do interior de São Paulo, porque tinha Eva que mandava muito bem naquele miolo de Campinas. Então, de São José, aí eu abri mão de Minas,
né, e comecei mergulhei Muito no interior no interior como um todo, no fundão, né? E começou muito bem, foi indo, foi indo, foi indo. Num dado momento, eh, também eh aí decidimos que seria o interior inteiro. A Eva super parceira, a Eva também me ajudou muito, me apoiou muito, né? Eh, o Marino também foi um cara, o Marino entende muito do interior de São Paulo e na época ele era um gerente de uma filial, ele mais duas pessoas, também me ajudou muito, muito, muito. Eh, então aí O interior explodiu, o interior bombou, bombou. E aí
o teve uma oportunidade nos três estados do Sul. Aí, >> mas você fez regional sul? >> Fui, fui regional sul. >> E você ficou baseado em onde? Porto Alegre, Paraná, Santa Catarina. Outra, outro fato interessante, quando surgiu o convite do Sul, me convidaram pro Sul, tal, e eu e eu ia deixar o interior de São Paulo. Durante uma semana eu fiquei com essa coisa de Ser diretor do Sul e eu deixaria o interior de São Paulo. >> Hum. >> E eles estavam conversando quem seria. E aí na segunda-feira eh me chamam e falam: "E nesse
inteirinho eu cheguei, eu tava procurando imóvel em Floripa, eu ia eu ia morar em Floripa, já tava tudo acertado em casa, tal, eu ia para Floripa >> e aí no aí me chamaram na segunda-feira E falaram: "Olha, tivemos outra reunião aqui e a decisão é que você vai você vai você e eh você os três estados do sul é teu, mas Você continua com o interior de São Paulo. >> Nossa, pedação da companhia. >> Pedação da companhia, cara. Pedação da companhia. E aí foi indo fazendo as duas coisas, tal. Também o Sul foi muito bem,
o Sul bombou. Aí veio a JV, a Joy Ventury com o Itaú. E aí Chegou aquele monte de comercial do Itaú, aquele monte de coisa. Eu já tava com já tava assim com um repertório muito bom do do interior de São Paulo, dos três estados do Sul, tal. E aí veio a oportunidade de eu ser executivo da companhia, porque até então eu não era um executivo ainda, eu não era um diretor estatutário, não. >> Aí o o aí eu tô falando isso de 17 anos atrás, eh, que aí com a chegada do Itaú, a área
comercial cresceu muito e a Produção ficou enorme. Eu virei diretor executivo estatutário do estado de São Paulo. Com isso vim a capital metropolitana, né? Eh, e os três estados do Sul. Então, fiquei de diretor estatutário. Incorporando uma capital junto daquele lado. >> Isso. Isso. E aí nesse e quem era de São Paulo, né? Da Então ficou com isso a Eva sobe, não. Com isso. Primeiro a gente alocou as pessoas do Itaú. Só que com o tempo a gente foi vendo, algumas pessoas se adaptaram, outras não. A pessoa do interior de São Paulo não se adaptou
muito. E aí colocamos a Eva, que a Eva sobe para ser a pessoa do interior de São Paulo. E com isso a gente a gente eh e tinha o Cosma e tinha o Bruno Garfing que era diretor comercial de São Paulo. Com essa, com essas decisões todas, o Cosma assume São Paulo inteiro. São Paulo, capital metropolitana. O Bruno se Aprofunda um pouco mais nos conhecimentos da companhia ino pra área de sinistro. >> Eu foi quando eu conheci >> que foi como o Jaime começou a carreira dele também. do do James, acho que foi em Sinistro,
>> então que foi quando você conheceu o Bruno e aí o o e eu fiquei de diretor executivo estatutário do estado de São Paulo, tendo o Cosma diretamente em Campo, tena Eva no interior de São Paulo e no Sul ficou um tempo comigo, aí ficou com Weber, porque a gente alocou também as pessoas que eram do Itaú e o Weber era do Itaú. Weber, o Weber também é um grande parceiro, me ajudou para caramba em várias coisas. E aí mais na frente deu um outro passo que foi assumir o Brasil inteiro. >> Zé foi assumir
produtos e eu acabei assumindo a produção Brasil inteira que aí veio junto com isso, veio o Pinho, o Mauro José e a Solange. >> E isso sobre a tutela ainda de Fábio Luquete, >> de Fábio Luquete, Fábio Luquete, né? Eh, eh, teve um período direto com Sabino e depois com Fabio Luquete, quando virou Brasil, aí já não era o Sabino mais, que Sabino também já tava de saída. E aí com o Fábio Luquete, eh, foi, pô, foi um momento assim muito diretor comercial nacional da Porto >> diretor comercial nacional da Porto. >> E quando Roberto
Santos entra na sua vida, >> então o Roberto Santos, cara, Roberto Santos é um irmão, é um amigo, é é um monte de coisa, cara, um monte de coisa boa. O o Roberto Santos entra na minha vida quando a Porto compra a AXA, que vira azul. né? Eh, o primeiro contato meu com o Roberto Santos, eu acho que foi ao telefone. Ele tava no Rio de Janeiro, me ligou, olha, tô chegando aqui, tal, Ouvi falar de você. E eu tava em São José ainda. >> São José. >> Eu eu eu nem ah, eu era eu
era São José e começando no interior. >> Hum. >> E ele, olha, eh, tô chegando agora, tal, já ouvi falar de você, queria o teu apoio aí pra gente começar um trabalho com azul, tal, etc., tal da. Aí eu falei assim: "Pô, Roberto, que legal, tal, não sei o quê, não sei o que lá e a gente Vai aumentar o qu?" Não, não, não, não, não. É o time que >> esse é o Roberto Santos que eu conheço, >> não é? O time que você tem aí tal, não sei o quê, o produto é fácil,
tal, tá tal tal tal. Falei: "Ah, bom, vamos embora então, beleza, né?" E aí depois eu fui conhecer o Roberto pessoalmente, viramos amigos e o Roberto é uma pessoa que você é muito rápido, >> é meu grande amigo, >> né? Eh, então, pô, 15 minutos depois já Éramos amigos e começamos a falar de vinho e não sei o quê, não sei o que lá virou um Aí veio Gilmar também, a turma da AXA, veio uma turma, pô, veio um timaço, né, pôra? Roberto, eh, Gilmar, Sérgio, >> Serjão fez o trabalho aqui também. fez um trabalho
maravilhoso, cara. Felipe Milagres também fez um trabalho. Poxa, >> Sergião, meu grande amigo. >> Timaço, cara. Veio um veio um timaço, né? Gente, gente muito competente, gente Muito boa e gente que ficou com a gente 20 anos, cara. É uma turma de 20 anos, 20, 21, 22 anos. >> Mas quem te trouxe para CEO foi quando >> Tá, então boa. Vamos chegar aí. >> Foi aberto quando já nas verticais, não foi? >> Tá aí o aí foi o tempo foi passando, tal, etc. Eh, o Fábio acabou saindo, né? Eh, e o aí o Roberto assume,
né? E com isso, mas na gestão do Fábio ainda, eu eu já era, Eu aí eu passei a ser VP, que eu era diretor nacional de produção, depois virei vice-presidente e acumulei marketing e a central 24 horas. Pô, é, pô, bem bem bem pesado, né? Mas, pô, tinha Sônia Rica. Sônia Rica apaixonada pelo que fez a vida inteira, pelo pelos corretores, pelo atendimento. Pô, eu tinha uma reunião com a Sônia Rita rica para Sônia, tá precisando de alguma coisa? Porque o resto ela sempre tocou, já tocava muito bem, muito bem. >> Eh, marketing, eu tinha
uma certa experiência, mas o marketing se se moderniza o tempo todo, se você não tá conectado. Mas tinha um time muito bom. Rafa tava aqui nessa época. >> Na época tinha na época não tinha um cargo assim. Rafael já tava >> já tava Rafael Caetano. >> Tá tá tava o Rafael. Tava a Magda, também uma pessoa muito bacana, né? >> Daniel trabalhava com eles ainda. >> Daniel também tava não. Na quando eu Assumi o o Daniel já não tava mais. O Ronaldo Celestino, >> né? Então tinha uma turma bem bacana que conhecia muito de Porto,
tal. Eh, aí o, aí quando o Roberto assume, né, ele tinha uma preocupação do do tamanho que tinha ficado a produção e que a gente precisava evoluir em outros produtos, tal. E ele conversou comigo, de Rivaldo, dá para você focar só na produção e o marketing, eu preciso ajustar algumas coisas, tal. Falei: "Beleza, ô Roberto, estamos junto, beleza? Fica com marketing aí, tal, sem problema nenhum. E eu produção, produção Brasil para lá, encontroá aquilo que tudo que você já viu aí. E aí, OK. Aí e o Felipe Milagres que era da Azul assumiu o marketing.
E o Felipe também não era, apesar das qualidades dele muitas, o Marx também não era a formação dele e etc, tal. e a gente precisou dele em outras funções mais importantes. E aí o o marketing Acabou voltando para mim na própria gestão do Roberto. Aí eu fiquei vice-presidente de produção e com market de novo que ficou um ano e meio, dois mais ou menos. E comecei e vamos embora, vamos embora. Porto crescendo, crescendo, crescendo. E aí num dado momento veio a ideia das verticais que aí já chega Bruno, >> né? Essa é a grande transformação,
na minha opinião. Acho que o, para mim, que olho de fora do trabalho do CQS, me Obriga a trabalhar com tendência, né? Tá olhando próximo espaço. Essa arrumação da casa foi muito importante, né? >> Olha, ô, então aí nessa aí nesse interim todo o Roberto assume, né? E o eh o Bruno, o Bruno chega assim com uma com uma responsabilidade muito grande, mas com uma vontade muito grande >> e oxigenando, né? Éando, Bruno, acho que Bruno chega trazendo um, eu eu gosto muito de falar quando eu conheci Bruno de verdade, eu eu tive o primeiro
Contato com ele tava em sinistro e a gente veio na época do CQCS fazer algum BO de sinistro, mas quando ele assumiu o conselho, eu pedi um amigo meu chamado Silvio de Barros que era era do foi fundador do web Moto. >> E eu falei assim, eu queria conhecer Bruno fora do do do seguro então me apresenta. Eu fui almoçar com ele ali nos jardins e ele falou: "Ó, te explicar um negócio. Eu não sou igual meu pai, eu pareço mais com a minha mãe. Então você não olhe para mim para me esperar um dia
um Jaime, né? Então o dia que eu chegar minha vez de eu turbinar, eu vou turbinar de uma outra maneira". E aí quando eu vi essa jornada das verticais, eu falei: "Isso tá o oxigo, oxigenando a operação, sempre inspirado e muito por, mas tá trazendo uma digital nova paraa organização. E eu acho que esse foi um marco muito importante, né? Eu Eu fico muito feliz de de hoje poder olhar e dizer que a Porta é uma companhia liderada para um cara que não é agresso do seguro como a gente não tem 40 anos na indústria.
Temos na área comercial alguém que também não vende o seguro, né? E temos nas verticais, né? Líderes de com com jornadas distintas, mas eu gostei muito porque a vertical de seguros ficou na mão do cara. É seguro raiz. >> Então eu vou chegar aí. E então o Bruno Chega e chega num momento difícil porque logo na sequência vem a pandemia, pô. Então foi ali dois anos ali bem complicados, né? tinha eh a mudança tinha ocorrido há pouco tempo, a mudança do Bruno assumiu o conselho tinha acontecido há pouco tempo. Aí chega a pandemia que mesmo
na pandemia o Bruno já foi muito atuante. Aí num dado momento a gente eh eh começa a desenhar algumas coisas, tal, e o Bruno falou: "Olha, vamos vamos criar uma coisa Diferente, vamos dividir um pouco essa essa esses produtos todos. Vamos trabalhar". E na época a gente, por incrível que pareça, a gente brincou, que foi uma brincadeira que eu acho que o próprio Bruno que trouxe, que as verticais eram como se fosse salsichas. A gente desenhou assim, arrabiscou quatro quatro quatro torres, mas as torres pareciam muito mais uma salsicha do que uma torre, né? E
ele conta essa história, né? E ele a partir daquele Momento a gente olhou assim, tal, fazia sentido, mas era uma mudança radical, uma mudança importante, tal. >> Era mais que uma mudança, era uma transformação. >> Uma transformação. Exatamente. Então, que a gente chama de CDO, aqui é um encontro que a gente tem a cada três meses de olhar pra frente, de farol muito alto. E aí olhamos, ficamos com aquilo ali e tal. Aí depois de um certo período o Bruno, e aí Vamos aquele negócio lá. Cadê? Vamos aí tal, não sei o quê, não sei
o que lá. Aí pegamos um negócio, realmente aí um pegou uma tarefa, o outro e aí construímos a ideia em três ou seis meses. Aí aí que nasceu as verticais e muito da cabeça do Bruno, muito da cabeça dele de idealizar, de estruturar, de de costurar o que fica aqui, o que fica ali. Aquela área não fica mais com você, fica com você, tal, etc. arrumou o tabuleiro. >> Arrumou o tabuleiro e acabou também eh trazendo trazendo gente muito boa, muito boa, né? Especialistas, por exemplo, o Arruda. O Arruda parece que foi ontem, mas o
Aruda já tá há 5 anos na companhia, né? Poxa, e o marketing uma evolução, não precisa nem dizer, né? É, é eh eh são conquistas o tempo todo, né? criou n coisas, criou a a marca nova, eh, enfim, deu um deu um deu um deu um outro vigor, deu um transformou também transformou, criamos um eh um comitê Executivo de marketing com pessoas de mercado, né? [ __ ] deu um up assim, tanto é que ele ficou comigo muito pouco tempo. Ele ficou comigo acho que uns dois anos e meio. Eh, já já demos um upgrade
na carreira dele, no cargo dele, porque realmente ele é uma pessoa diferenciada, muito inteligente, né? >> Eh, e aí o o aí e vê o Sam, o Sam também, o Sam, pô, [ __ ] profissional, [ __ ] executivo, né? Mas não veio de seguro. >> Transformou saúde. Ele não veio. Não veio de seguro. Ele veio da telefonia. >> Ele veio da telefonia. Ele foi também da aviação. >> Eu gosto dele que ele tem um outro olhar, ele tem um olhar de produto que é de produto. >> Não, não. O Sam, o Samento nato, tá
talento n assim, um executivo e mão na massa, eh, disciplinado, pô. Foi um, nossa, foi um presente. Um presente. >> Serviços. >> Serviços. Então, os serviços é a caçula, né? Ah, niná. E até então a seguradora. Então, tinha seguros o Picanço, que já tava com a gente há muitos anos, saúde, o Sam que veio de fora e o Ben Loução, que já tá na casa também há quase 20 anos. >> Lão, Loução Porto. >> Loução brother, Loução, irmão. Loção irmão da vida. Eh, e pô, já conhecia tudo, tal, estruturando, estruturando cartão, crédito, eh, você nessa
hora. E Você aonde nessa hora? >> Eu nessa hora produção. Eu produção, né? Eu produção, eh, e produção de tudo isso, de todos os produtos, né? Vendas, inclusive canal banco, eu com essa história toda, né? Eh, e aí o o a coisa foi caminhando, foi foi pandemia, não sei o quê, tal, tudo andando, tal tal tal tal tal tal tal tal tal tal tal. Num dado momento nunca passou na minha cabeça isso. Na minha cabeça eu seria eternamente produção Pela história, pelo relacionamento, por tudo, tal. Eh, só que por um outro lado, o Arruda vinha
vinha vinha muito bem, né? Eh, a Eva também tinha assumido outra também, tá? tava tudo muito bem, tudo organizado. >> Eh, e o e aí o Roberto e o Bruno me convidaram para um jantar, né? Eh, e aí a cadeira da a cadeira da seguradora já tava desocupada, porque um colega tinha saído. E aí o me convidaram para um jantar e falou: "Rivaldo, olha, Eh, cadeira da seguradora eh precisa ser, precisa ser isso aí. Eu tô falando, completou 3 anos. 3 anos agora no dia 1eo de setembro, >> dia 20, então 23 que você tá
falando >> isso. Isso. Eh, pós-pandemia. Eh, então a gente, a cadeira de seguro >> precisa de alguém e tal. Eh, a gente precisa ajustar várias coisas e precisamos de uma pessoa que conheça a Porto Seguro e não tem na companhia outra pessoa tão preparada ou Pelo menos que conheça tanto a companhia como você. Eh, então nós estamos te convidando para assumir a presidência da seguradora. >> Nossa, >> nossa, um balde d'água. Chorei igual criança, né? Foi [ __ ] do jantar, cara. Foi um jantar maravilhoso. Fazando, pô. Foi >> que emoção. Eu tô emocionado. Emoção.
Emoção muito grande. Muito grande mesmo. Por quê, Gustavo? Porque não, não tava No meu radar aquilo, sabe? >> Foi uma grata surpresa, né? >> Foi uma grata surpresa. Não era, não era uma ambição. Sabe qual sabe qual foi a grande, as grandes ambições da minha vida na Porto? >> Me conte. primeira ser office boy da companhia, que eu já contei aqui, né? E ter e ter o ter o crax da Porto. É. E a segunda era ser um gerente de filial. Eh, pelo clima que eu vivi no ABC na Porto, que eu não era gerente,
eu era eu Era assistente, mas eu vi o poder que uma tinha de de ser o dono. Aquilo sempre me encantou muito. Então, agora que eu tô lembrando isso, que o meu sonho de ser um gerente de filial é que na verdade eu queria ser um umaá. Eu me espel, eu achava o ele, ele era o dono do pedaço. >> Ele era o cara. >> Ele era o cara. Ele era o cara. Então, eh eh na verdade eu acho que eu não queria ser gerente filial, eu queria ser Uma herá, eu queria ser uma herá
de tanto que eu curtia a função dele e tal e etc. E você ser um gerente de filial da Porto, você ser uma Silvana lá em Salvador, você ser o João Paulo no Rio de Janeiro, o Márcio Henrique e tantos outros pela autonomia que a companhia dá aos regionais, >> é um dono da companhia. é o dono da é o Jaime, é o Bruno lá. Poxa, você é respeitado, você é conhecido, a >> você representa >> representa a maior marca de seguros do Brasil. Poxa, eu falo isso pros comerciais. Isso é um privilégio, você ser
nem que você você não precisa ser o dono, você não precisa ter uma uma casa eh em tal cidade. Só o fato de você ser o representante da companhia lá em Sertãozinho, lá em Catanduva. Poxa, já é um E você ser dono de uma região, você ser dono de um estado, de uma Santa Catarina, De uma Goiânia, de uma de Minas Gerais, é um privilégio muito grande pela autonomia, pelo reconhecimento da marca, pela liberdade, pelo que você constrói quando você cresce, eh, as oportunidades que você eh eh que você dá pros funcionários crescerem, pras oficinas
crescerem, pros prestadores dores crescerem é envolve muito, >> você carrega todo ecossistema com você, né? >> Exatamente. Então é, poxa, é um Privilégio muito grande. E aí, voltando a noite do jantar, então, poxa, eh eh aceito assim, aceitei de de de mão aberta e ainda eh eh ainda na época a gente ainda fala assim: "Olha, pô, legal, tal, etc." Mas eu acho que desconectar a produção de cara não é legal, porque ainda não tava ninguém preparado. Ah, >> tava chegando. >> Sim. E eu e na minha cabeça era uma coisa assim meia que o corretor
vai Ficar feliz por uma coisa e vai ficar meio preocupado com outra. Então vamos com calma. [ __ ] aí jeito Porto. Bruno Roberto falou: "Realmente faz sentido tal". Então vamos dar a notícia e depois a gente vai ajustando aí e com prazo determinado a gente você falei fechado, beleza, mas vamos devagar para poder não descarrilhar a coisa, né? E assim foi feito. Então, deu deu um tempo maior pro Aruda se preparar, deu um tempo maior eh paraa Eva, para Eva também ficadona do Brasil, eh, porque o Arruda tinha produção e marketing, clientes e dados,
era muita coisa também. Então, foi dando e as coisas foram se encaixando ali, as verticais, ganhando realmente eh eh musculatura, >> substância, >> substância, tal. Eh, e aí foi indo, foi indo, foi indo, assumi a seguradora 3 anos e pouco. Eh, poxa, tudo lindo. E >> como é que o C aparece nessa história? >> Então, aí, ah, pô, o o eh, o Cqui ele já era >> Cqui era do conselho, né? >> Ele era do conselho, tá? Era, é isso, ele era do conselho, ele já tinha 4 anos de conselho, então já conhecia a companhia,
né? Já tava apaixonado, >> já tava, já tava apaixonado, né? E o Caqui, ele uma experiência muito grande no setor automotivo. Ele foi presidente da AUD muitos anos, né? Trabalhou na Volkswagen do sei lá que década lá, não sei quando lá atrás lá. >> Eh, e se conectou muito rápido com a Porto. O Roberto também já tava estruturando o plano de saída dele. O C já tava aqui próximo, né? sacada do Bruno também, uma sacada muito feliz. Eh, convidou o Caquim, lógico, com conversou com Roberto bem antes, tal, etc. E o Caquim chegou, cara. Chegou,
chegou, chegou muito bem, conquistou Todo mundo, tá falendo, tá falando falendo trabalho. Conquistou indústria. >> É, é um cara muito estruturado, um cara com uma disciplina também, por ter uma governança tremenda, é um cara hiper carismático, aonde vai, seduz todo mundo, né? Eh, >> e tem um cuidado muito grande de não não tomar decisões e e e invadir espaço. Usando aquela metodologia, né? Duas orelhas, uma boca com a cabecinha no meio, né? >> Exatamente, né? Então ele ele chega muito bem, chega jogando. Óbvio que o Roberto também deixou tudo muito bem plantado, tudo muito bem
estruturado. Roberto, eu conheci Roberto no no no sinistro, acho que era da General ou da Boa Vista, tá certo? E o Roberto chegou a presidente da Porto Grupo e presidente do Conselho das Configuradoras do Brasil. >> Roberto fez toda a jornada. >> Não, ó, o o eu fico impressionado com a Capacidade que o Roberto tem primeiro de entender o seguro e a memória que o Roberto tem. Pô, eu lembro que de reuniões ele tal discutindo tal, ele trazia um dado, ele trazia uma coisa impressionante a a a memória que o Roberto tem de de números
de dados. F impressionado. Roberto vencedor. Mas se volta mesmo car aí. >> Então aí o aí o aí aí aí o aí aí o CQ chega assume eh tem aquele momento de de conquistar todos. Eh ele avaliando a Gente, a gente avaliando ele e tal. E a coisa foi se encaixando, se encaixando. E aí eh eh chegou o momento e com isso também a minha idade foi avançando também, né? Trabalhou para caramba, né, irmão? Exatamente, né? E aí também aí a aí chega também antes até do CAC não antes não, depois do CAC do do
do Caqui tem a Patrícia Chacada de Méx. >> Exatamente, né? A a gente já já vinha Observando o quanto a a empresa que ela que ela que ela representava tá indo tava indo bem, né? É, ela chegou a ter um combiner 22 muito bonito. >> Exatamente. Vinha no momento >> muito bonito. E ela e ela foi e ela também protagonizou muito aquele arrumação da casa no automóvel pós pandemia, quando teve a indústria teve que dar aquele passo para sanar a carteira de automóvel como um todo. E Ela foi muito valente naquele momento. Eu eu já
tinha essa admiração e quando eu soube que ela vinha para cá, você que me contou. >> É isso. É. Então, e aí quando quando porque também quando eu assumi a a a companhia, eu eu eu sempre tive um lado comercial muito forte, um lado de relacionamento muito forte. Eu nunca fui aquela pessoa estruturada para governança, para complices, para jornadas, para operacional. Tanto é que Eu quase fui mandado embora por causa operacional, né? Eh, e eu precisava disso, né? E o Caqui também, ele foi muito feliz e muito parceiro, porque logo que ele assumiu, ele falou:
"Faz a leitura da tua área lá e vou e vê o que você precisa, né?" Eu falei: "Eu preciso disso, disso, disso e disso". Eu falou: "OK, vamos, vamos embora". Eh, e aí no dado ness nesse pedido, nessa lista, a gente não não sabia ainda da questão eh da Patrícia. Aí nesse inteirinho, Enquanto a gente olhava para isso, surgiu a oportunidade dela. Aí eu fal, conversamos aqui, fala: "Pô, é agora, o momento é agora, tem que ser agora." >> Para dentro, >> para dentro. Marquei um café com ela, né? Eh, ela também acho que não
lembro exatamente, não sei você. Você convite ela? >> Sim, sim. Eh, e aí o o e eu acho que da acho não da banda de lá, do lado de lá, já tava certo eh oferecer outras Oportunidades para ela em outras regiões, mas ela sempre deixou bem claro que queria ficar no Brasil, já tinha uma certa um um certo uma certa admiração pela Porto. Eh, e segundo ela, palavras delas que também tinham admiração pelo meu trabalho. Então, combinou tudo, né? Deu tudo certo. Para mim foi um baita de um alívio, porque toda essa parte operacional, essa
parte de jornada de portólio, ela é nossa, ela é muito boa, muito boa. >> E e com tudo isso aí, a coisa foi caminhando, foi caminhando e aí eu eu e a minha idade avançando também, né? E aí eu falei assim, né? Eu sempre tive, Gustavo, isso. Eu tive assim há muitos anos, que até os 60 eu ia e ia igual um foguete, né? Eh, e depois dos 60 eu ia reparinar minha vida. Então, não é uma decisão de agora, é uma coisa que tá na minha mente. >> Só, desculpa, a senhora jornal é clara.
>> Exatamente. Só que eu não, pela minha Posição e eu não ia sair ou até 60, pô. não dá para ficar criando essa instabilidade, né? Mas na minha cabeça tinha essa coisa de 60, né? Eh, e quando a gente também fez as mudanças da Patrícia chegando, tal, etc., a gente teve uma conversa eh de que, Rivaldo, você fica na companhia até o dia que você quiser. E >> isso é muito bonito, né, velho? Isso é muito bonito. >> Car, então, tivemos uma conversa de eu Eu não tinha prazo, né? Fala, Rivaldo, você fica na companhia
até o dia que você quiser, eh, do jeito que você quiser, que você quiser. >> Quando quis >> e aí eu comecei aí o o o eu a coisa tá andando, tá caminhando, a Patrícia se encaixando muito bem, eh o Aruda se encaixando muito bem. H tinha, eu já sabia que tinha um período de transição também de Eva, de Marcos, Eh, de Gilmar, de Serjão. Poxa, era um ano, >> muitos cí fechando. >> Exatamente. E eu também tinha que estar ali para apoiar, para segurar aqui, etc, tal, etc. Tudo isso passado, tudo isso passado, eh,
que foi no final do ano passado, eu comecei, eu virei o ano já pensando, falei: "Poxa, será que tá chegando a hora, tal?" A Patrícia se encaixou, a Rud encaixou, o a a transição de Eva, de Marcos, de Sérgio, Eh, de Gilmar, tá tudo OK, tá tudo certo, tal. Eu acho que tá na hora de eu começar a pensar em mim. Eu virei o ano com essa cabeça >> já pensando em mim, né? E aí em janeiro, em janeiro, eh, eu tinha uma conversa com Caqui que todo ano virada de ano a gente tem, né?
Todos os os executivos têm. E eu falei, pá, não lembro exatamente como começou, mas eu eu deixei no ar que eu tava pensando já >> em fechar o ciclo, >> em fechar o ciclo de executivo, né? Porque na primeira conversa, tr anos atrás, com a chegada da Patrícia, 2 anos, eu já tinha mais ou menos comentado que num dado momento eu eu queria deixar de ser executivo, mas continuar no quintal da companhia. E o Caqui foi muito claro, muito gentil, muito zeloso, muito cuidadoso o tempo todo. E ele repetiu o tempo todo. Você fica até
o dia que você quiser, você fica na cadeira que você quiser >> e você fica. >> Isso é cquin pr caramba, né? >> É >> isso é covando de serja. Isso aí que estava falando é muito CQ. Exatamente. Então, depois de >> respeito pelo ser humano muito bonito. >> Exatamente. E depois o Bruno, que nem precisava fazer isso, poxa, me liga, fala: "Riva, tô acompanhando tudo, as mudanças aí, tal, etc, tal, mas já me falaram que você tá bem, que você tá tá Concordando com tudo. E eu só quero ratificar o que foi dito para
para você até agora. Você fica na companhia, na cadeira que você quiser, até o dia que você quiser. Então, Gustavo, [ __ ] de um tratamento, cara. [ __ ] de um, né, de um carinho. E o Roberto também, que quando tava aqui também ratificando isso tudo, tal. Eh, e aí quando chegou em janeiro do ano passado, eu comecei puxar essa conversa com o Caqui. Falei: "Olha, Caqui, pô, tô Pensando aqui e tal." Desse ano, >> desse ano. Esse ano eu completo em agosto, completo 60 anos, tal, trabalho desde os 8 anos, [ __ ]
vida inteira dedicada, dedicada a porto, né? Esse, só aspas, né? Porque nessas conversas todas aí, eh, foi para Caqui, que foi para Bruno, que teve um almoço com Jaime e tal. E eu comentei com Jaime, né, que ano, quando o Jaime completou 60 anos, a gente almoçou, curiosamente almoçamos no mesmo dia. E naquele dia ele falou assim Para mim: "Hoje eu decidi uma coisa, eu vou me dedicar a Porto Seguro, aos 60 anos, eu vou me dedicar a Porto." O cara dedicou a vida inteira, se dedica até hoje a Porto, né? E ele falou assim,
né? Olha, tem todo mundo se dedica a Porto, todo mundo se dedica, todo funcionário, todo mundo. Mas igual a mim, ninguém se dedicou a Porto. Eu fiquei com aquilo na cabeça há 18 anos atrás, né? E agora almoçando para ele, eu lembrei ele desse almoço e falei: "Jaime, no dia tal, você Falou isso há 18 anos atrás, que você falou que você era o número um em em dedicação ao Porto. Eu falo de peito aberto, eu sou o segundo porque e realmente a história tá aí, né? Eu acho muito legal quando você traz essa dedicação
à companhia, especialmente essa dedicação ao seu sonho. >> Sim. né? Eu me sinto muito honrado de testemunhar essa jornada. Me sinto Abençoado da nossa possibilidade de convivência nos últimos anos, né? Como a vida nos proporcionou esse encontro na maturidade. Temos nos divertido muito nos últimos anos, né? >> Com idades parecidas, com visões parecidas, com jornadas por épocas, né, únicas, paralelas. E eu queria te dizer o seguinte, eu tenho visto muitas carreiras na indústria. Eu não me lembro de um fechamento de ciclo tão bonito como que você tá premiando a gente. >> Ó, Gustavo, não te
interrompendo e já e já e já falar isso aí, isso aqui já me lembro. É, eu eu tô assim eh eh primeiro assim foi tudo perfeito. Na minha visão, o plano todo tá sendo muito bem executado, muito perfeito e na hora certa. >> Eu não tenho dúvida nenhuma que é o momento certo, tá? Eh, o jeito que a a eles me trataram a vida inteira, a família, o Jaime, o Bruno, não, o Bruno, o Bruno completou na companhia 20 anos, sempre foi comigo um gentil, irmão, cara cuidadoso, zeloso, nesse >> zeloso é uma palavra muito
combina muito com ele. Ele é um cara que gosta de gente. >> Exatamente. Tem tem a ver do pai também, pô. E o e e mas assim, o cuidado, ó, é por aí. É isso mesmo. Eh, você tá feliz? Tá bom assim? Você quer mudar alguma coisa? O tempo todo, cara, muito, muito, muito preocupado. Muito. O Cqui Iden, o Cqui falava assim: "Pô, pera aí, não, calma, não, agora não, pera aí, volta daqui a três meses com esse tema. Não, não, pensa bem, repensa bem e tal". Aí depois eu voltava lá, não é por aí
mesmo. Não, não, não, não dá mais um tempo, tal. Eh, você vai estar em férias em julho, então tira férias, em agosto a gente conversa aí. Voltei em agosto, não É isso mesmo, tal, porque a companhia tá muito bem estruturada. Eu eu eu eu fico tranquilo porque os sucessores, que é uma que é um valor nosso, que é uma missão nossa de formar os sucessores, tá tudo muito bem formado. Com isso abre espaço pra Patrícia, com isso abriu espaço pro Jaime e pro Jarbas, que são dois craques de seguro, viraram executivos. Eh, com isso abriu
espaço pro Emerson, abriu, abriu um espaço pro pro Arruda, para todo mundo, né? O time Tá montado. >> Melquial tem uma uma fala que eu acho muito bonita, que o novo sempre vem. >> Ex. É, exatamente. >> É. e acho muito bonita a maneira como você tá lidando com isso. >> Então, Gustavo, assim, eh, e é muito oportuno esse momento, porque às vezes eu eu recebo, eu, eu, eu recebo muitas mensagens, muitas ligações. Hoje mesmo eu recebi um, eh, uma ligação de um grande amigo de mercado que foi o Matias, né, >> Ávila. >> Ávila,
Matias Ávila, né? Eh, eh, ele ligou e falou: "Rivaldo, eu só liguei para saber se você está bem, se você tá feliz, se você tá contente." E a e várias ligações têm sido nesse, nesse sentido, a preocupação, né? E aproveitando aqui a grande audiência, eu estou ótimo, tô super feliz, tô feliz da vida, vou viver mais, vou aprender mais, vou viajar mais, eh, por onde eu andar, Eh, pelo mundo, eu vou est tentando me conectar com o seguro, com corretor de seguros, para tentar trazer coisas novas. Eh, e poxa, e vou continuar ainda porque, ó,
você conselheiro, você é consultor para assuntos estratégicos da companhia, continuo com a operação do Uruguai, que é uma Uruguai também é uma coisa que a gente se apaixona, cara. Quem passa pelo Uruguai se apaixona. É uma operação que tá indo muito bem, né? Eh, e v que mais essas Três. Ah, ah, e continuo como vice-presidente da FENSEG, que vou acabar tendo um pouco mais de tempo para poder ajudar o Nei lá na FENSG, ajudar o mercado no momento também de de muitas circulares, de muitas mudanças no mercado, mas tudo isso com uma agenda mais tranquila.
Então, vou vou ter muito mais tempo, vou ter uma agenda muito mais livre e vou estar no no SX SW comigo >> em Austin, contigo. Eh, vou ficar uma Semana lá, vou levar meus filhos. Olha que delícia. E tem tantas outras viagens misturando cultura, misturando aprendizados, misturando seguro, corretores, enfim, cara, não é para estar feliz com tudo isso. >> Eu estou muito feliz por você. Quero agradecer o espaço desse papo. Eu quero que as pessoas que nos assistem bebam dessa fonte da realização, da entrega plena, da noção do seu tempo na jornada, do senso de
finitude e Renovação. Os ciclos não se encerram, eles se renovam. E tô muito feliz de ver que você tá feliz. E eu fico feliz pela sua felicidade e me sinto abençoado de poder testemunhar a maneira, Rivaldo, com que você tá cuidando nesse momento. Parabéns. E eu não podia deixar de dizer, gratidão por tudo que você fez, pelo que você tá fazendo e porque eu espero que você ainda faça por mim. Gratidão, meu irmão. >> Olha, Gustavo, gratidão recíproca, né? A Gente tem um carinho muito grande. Viramos amigos, né? tantas discussões profissionais, técnicas, mas o lado
da pessoa da amizade nunca foi abalada, né? Isso é muito importante. >> Foi turbinada. Exatamente. Turbinada. Eh, e aproveito aqui também para agradecer eh todas essas pessoas que conviveram comigo esse tempo todo, todos os líderes que de algum momento eh contribuíram muito com o meu crescimento, com o meu desenvolvimento e Em especial, né, os corretores de seguros. uma jornada maravilhosa. É uma coisa que eu falo para todo mundo, assim, paraa minha família, pros amigos. Não é não é todos que têm o privilégio de de conquistar a carreira que eu conquistei e por onde você andar
no Brasil, você saber que tem um corretor de seguro e aquele corretor de seguros é teu parceiro, é teu amigo e vai tratar você muito bem e vai ser um prazer viajar o país e encontrar vocês pelas Estradas da vida. Um beijo no coração de todos vocês. Muito obrigado por tudo. Valeu. Continuamos juntos, hein? 26 a gente continua junto. 26 27 28 29 até que sei lá eu quando, né? É, é uma história sem fim. Valeu. Obrigado, Gustavo. Acho que foi show, viu? Foi muito bom. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Bate bola com Gustavo
Dora Filho.