Você já percebeu que só vender produto não é mais o suficiente? O nosso cliente, ele está cada vez mais exigente. De um lado, a gente tem um digital muito forte, conveniente, com preço competitivo, com velocidade, também temos a exigência do nosso cliente.
E de um outro lado nós temos nós, varejo físico, capaz de oferecer experiências que o digital não oferece. A pergunta é: o que você tem feito para mudar isso? A questão é que muitos logistas ainda acreditam, tem uma crença de que ponto físico é para expor mercadoria, quando na verdade a gente precisa ser certeiro, assertivo.
Não é sobre corredor infinito, é sobre o corredor certo. E eu sei que isso não é fácil para você, mas o que a gente precisa pensar é como mudar essa chave, como eu posso tornar e potencializar todo o meu ambiente físico para de fato oferecer uma experiência pro meu cliente. E eu vou te explicar [Música] como.
Se você tá caindo nesse canal hoje, bem-vindo. Eu sou Kaká Ribeiro, arquiteto especialista em varejo e visual merchandise com 14 anos de experiência nesse varejão maravilhoso que eu tanto amo. Praticamente me formei, tive algumas experiências em alguns outros ramos como residencial, já trabalhei até na Petrobras, mas foi como gerente de obras, de execução de obras com botina no pé, capacetinho ali na cabeça, que eu comecei a me encantar por esse universo do varejo.
E o universo do varejo vem mudando cada vez mais e em uma velocidade incrível. Mas vamos fazer uma combinada aqui, ó. Vem comigo.
Inscreva-se neste canal agora que você não vai se arrepender. É o canal mais queridinho do Brasil que traz para você assuntos reais, relevantes para você aplicar no teu negócio. Bora falar um pouquinho sobre experiência.
Pra gente criar uma experiência na nossa loja, nós precisamos, enquanto logistas pensar em certas conexões. Às vezes fica um pouco difícil, principalmente se você é do varejo aí da década de 90. Quem aqui é varejo década de 90?
levanta a mão, sinaliza aqui embaixo que já tem aí mais de 30 anos de história. É, eu sei. Para você, minha filha, tá mais difícil.
Tá mais difícil, eu sei. Presta atenção e cola em mim. Quando a gente tá falando um pouquinho sobre varejo de experiências, algumas surpresas elas precisam entrar dentro da nossa loja.
Basicamente, a gente precisa usar criatividade para poder ofertar o nosso produto. Sabe por quê? Porque se eu preciso comprar um produto, eu posso ir o quê?
Pegar o botão de comprar que tá no meu bolso chamado celular. E isso chama-se agilidade, conveniência e preço competitivo. Se eu não estou nesse quadrado, que inclusive eu preciso est, né, gente, a gente não tá falando só de varejo um ou outro e sim um digital é o físico, mas aqui ó, coleminho físico.
Então se eu quero criar surpresas, criatividade, encantamento, eu preciso oferecer algum atendimento ou alguma forma de comercializar o meu produto de uma maneira diferente. Quero um exemplo porque eu gosto de mostrar exemplo aqui para vocês. Fal.
A F é uma marca grandiosa do mundo dos brinquedos e ela também precisa pensar em sacadas para poder encantar os seus clientes. E aí não é que ela teve uma sacada. Ela criou o Jelly Cat Dinner, que é um espaço para vender bichinho de pelúcia colecionável.
Só que a sacada aqui não tá no bichinho de pelúcia. Porque às vezes a pessoa pensa: "Ai, é o bichinho de pelúcia de alta qualidade". Não é sobre isso também, mas não é só sobre isso.
Vocês conhecem essa experiência Jelly Cat? Deixa eu mostrar para você. Alan, coloca o videozinho aqui da Jelly Cat vendendo ursinho de pelúcia.
Vocês perceberam a mágica da venda do bichinho de pelúcia? Vocês viram que ali, ó, o pessoal do atendimento brincando, aquilo ali é um efeito de encantamento. Você precisa criar situações para fazer com que o cliente deseje sair de casa e ir até sua loja.
Qual é a graça de comprar um bichinho desse colecionado pela internet? Nenhuma. A graça é ir lá com a sua família para poder ter essa experiência.
Nossa experiência, ela pode estar atrelada a sentimentos, sentidos, conexões humanas e também ao universo da marca. Muitas pessoas têm ali, por exemplo, uma marca e não sabe como fazer o desdobramento dela na ambientação, porque às vezes nem sabe quem é na fila do pão. Se você tá com dúvida em relação a entender quem é a sua marca e precisa de um diagnóstico da sua marca, a Kaká pode te ajudar.
Aqui embaixo tem o link na descrição para você entrar em contato com a gente, pra gente poder oferecer o melhor para você. Mas vem aqui para te mostrar este exemplo. A Bibi lá no Rio Grande do Sul fez um complexo BBê totalmente pautado no universo da marca e também no encantamento de quem?
Da criança. Bibi vende o quê? Produto infantil.
Vende o quê? Tênis. Vende o qu agora?
A experiência. A mamãe quando vai lá fica muito mais tranquila para fazer uma compra. Eu tenho dois.
Tenho dois e toda vez que eu vou fazer alguma compra com os dois, para mim é muito difícil. Agora pensa eu como mãe, querendo participar de um universo como este que está passando aí na sua tela, não faz muito mais sentido para a sua cliente ou para o seu cliente sair de fato de casa e poder vivenciar aquele espaço? É sobre isso, minha gente.
É sobre a gente conseguir pensar em maneiras de usar e explorar todo o potencial do nosso físico, porque barato não é. Mas se você não colocar tempero nessa tua loja, você vai começar a perder muito espaço pro nosso digital. Bora de exemplo de novidade, de atualidade, de mostrar para o cliente que você está antenado, que você está conectado e que você se preocupa em ofertar também essa experiência pro seu cliente.
A Ering maravilhosa. Que que Ering vende, gente? Básico do Brasil.
Então, camisetinha, t-shirt. Então, ano passado ela fez uma popup, uma colabor Cedric. Groet.
Ela fez uma popup ali na região de Pinheiros em São Paulo, totalmente ambientada nesse universo Paterry. Era para vender o que, minha gente? Fez filas e filas pra galera comprar o chaveirinho, a t-shirt, tudo que tinha no universo envolvido ali.
Sabe por que eles fizeram isso? Porque eles queriam trazer uma experiência diferente. Então, pensar em soluções para ambientar a nossa loja, para, de repente fazer com que ele saia de casa e venha vivenciar aquilo ali no interior da minha loja, é a grande sacada.
É o que o digital não tem e que você tem. Às vezes tá faltando um pouquinho de encantamento, um pouquinho de criatividade e principalmente estratégia. para isso, ó.
Segura na minha mãozinha aqui. Ai, Kaká, mas esses exemplos que você trouxe, Jelly, Cat, Tinner, Bibi, Ering, Ai, eu sou pequeno. Tá bom, tá bom, vem comigo.
Vou te levar a Roncador, Paraná. Para quem não sabe, eu sou do Paraná. Meu estúdio fica em Londrina, mas a gente atende o Brasil todo.
Já estamos em 24 estados brasileiros, Europa, Estados Unidos e até na Angola. Ai, que maravilhoso. Mas eu vou te levar até Roncador, cidade pequenininha, 11.
000 habitantes. Sabe o que eu mais gosto é de receber esses clientes que t a mentalidade muito acima da média. Quando a Elizete chegou aqui na Kaká, ela falou assim: "Kaká, eu tenho uma ótica há 10 anos, estou numa cidade pequena, mas não é porque eu tô numa cidade pequena que eu quero permanecer com essa linguagem".
Eu comecei a perceber que aqui na minha cidade tem um pessoal com um poder de compra. Só que quando eles querem um produto que inclusive eu tenho na minha ótica e nesse momento aqui, ó, vai passando ela na tela, as imagens do antes dessa loja. Quando meu cliente precisa comprar algum produto que eu tenho aqui na minha loja, ele pega o carro e viaja 200 km para ir para uma cidade grande que fica aqui próximo.
Aí eu entendi, Kaká, que o erro tá na minha comunicação. Vamos mudar isso? Ai, claro que vamos, Elizete.
Depois de ter feito todo o diagnóstico da marca dessa nossa ótica, entendemos que a Elisete queria passar uma experiência muito única para essa cidade, para esses clientes dela. Ela queria colher, ela queria trazer um ambiente elegante, inovador, totalmente fora da curva para aquele ambiente. E a gente tá falando aqui o quê?
de experiência, cidades de pequena e como acertar essa comunicação para agregar valor no seu produto e fazer uma conexão com o teu cliente. Vamos ver como é que isso ficou. Melhor, melhor, melhor, melhor.
Não vou mostrar o projeto dela, eu vou deixar ela falar para vocês. Solta o vídeo da Elizete aí, Alan, dela mandando um feedback genuíno pra gente de como tem sido a experiência dos clientes dela nesse novo formato de ótica. Kaká.
E você não tem noção o quanto é importante, o quanto é importante tudo isso daí que você fez lá dentro da nossa ótica. As pessoas hoje eles têm vontade de entrar lá dentro da loja. Quando eles entram, eles se sentem e especiais.
A maneira, a forma de atendimento, o nosso ticket médio aumentou, a nossa visibilidade, a e pessoas assim de todas as classes. Lembra que eu falei que eu queria atingir uma classe talvez um pouco melhor e a gente já começou a atingir essa classe. Aquele espelho lá mesmo é um show, menina.
Na hora da gente apresentar até as nossas peças. Eu ensinei as meninas a apresentar nossas peças diferente, eh, desde o toque na peça, entendeu? Porque a nossa ótica, ela se tornou uma ótica muito diferente, tá certo, queridos?
Entenderam a importância da experiência no ponto físico? Vocês conseguiram entender? Eu consegui transmitir aqui para vocês o poder que você tem na mão que chama ponto físico.
Às vezes o que você tá precisando é de uma ajudinha para você de fato conseguir transformar o seu espaço. Com isso, você pode contar comigo. Precha o formulário que tá aqui abaixo que a gente entra em contato com você.
Vamos conversar. Tenho certeza que a gente pode ofertar o melhor pra sua marca, tá certo? Um beijo da Kaká para todos e até a próxima aula.
Vamos gravar. Vamos gravar. Nosso cliente está cada vez mais pera aí de novo.
Vai [Música] lá. Se você tá e se você tá, deixa eu ver se eu falei certo aqui na minha cola. Cedric.
Isso. Deus. Aleluia.