a saúde agora a partir de hoje você acompanha aqui no Repórter Brasil na série de reportagens especiais sobre o Burnout a síndrome recentemente oficializada pela OMS como uma doença crônica está diretamente ligada ao excesso de trabalho hoje a repórter Flávia Peixoto conta a história de quem teve que mudar o estilo de vida para vencer a doença [Aplausos] uma síndrome específica do mundo do trabalho a síndrome de bournout o termo traduzido do inglês ao pé da letra significa queimar completamente o a terminação da Organização Mundial da Saúde passa a fazer parte da nova classificação internacional de
doenças políticas de o e mudanças de estilo de vida e como saída paraense alarmantes no Brasil e no mundo [Música] dos setenta e dois por cento e trinta e dois e três se configuram como sofrendo de barnaut [Música] o Brasil é o segundo país com maior incidência de bournout só perde para o Japão em terceiro lugar vem a China em quarto os Estados Unidos e em quinto Alemanha te dou mais trabalho do que você pode entregar mas todo mundo se explora mesmo todo mundo se violenta mesmo todo mundo se diz respeita mesmo então eu vou
lá e deixo você passar uma vida tentando trabalhar mais do que você pode eu digo que Vou permitir todo aqui é um cocô e cocô é isso Brasil e conseguiu incorporar na sua cultura você tem diferença o sofrimento [Música] E aí E aí e eu me deixei afundar totalmente na função de pianista eu tava sempre tocando ainda algum lugar ou vindo de algum lugar que eu tinha tocado ou indo era tudo tempo inteiro relacionado ao piano eu me consigo meu cérebro se cansou de decodificações e o psiquiatra me perguntou o que foi que aconteceu Ele
falou sim você tem uma síndrome de bournout porque está relacionada ao teu ofício a profissão do professor eu considero não é tão valorizada quanto deveria ser você trabalha nas suas horas de aula e fora da você também tem que planejar aulas estudar fazer cursos capacitações e tantas o trabalho tempo inteiro sem parar você tem que arrumar um esse fazer alguma coisa aí começa havia vendo por aí é eu tocar em casamento tocando em formatura tocando aniversário e E desde criança fui aprendendo sempre a tocar ser grata por ter a oportunidade de tocar e não dizer
não uns três sonoro para um músico é mortal né porque não existe silêncio em lugar nenhum era complicado sair na rua ouvir sons eu não queria escutar nada o buzina uma campainha a máquina de uma vaca e que tocava em si bemol se usar estressante dentro de casa é e quando sugeriram que a pianista fosse tratada com musicoterapia ela relutou no começo a nossa música no chapéu não tinha nada não o pior eu tava lá do outro lado longe tão fechado para a única coisa que ela tocava era mesa Lira que é um instrumento musical
que é uma prancha que ela toca por baixo cordas você senta em cima aquilo Relaxa o seu corpo você dorme Você sonha você chora ali você libera conteúdo dos teus que que a vida mudou depois vem de carro fiz um monte de mudanças até para eu digamos me me adaptar à Nova realidade financeira onde eu tivesse algum dinheiro guardado pudesse usufruir um pouco dele e não precisava trabalhar como uma louca é e amanhã na segunda reportagem sobre bornalte você vai saber porque é tão complexo chegar ao diagnóstico dessa síndrome também como médicos especialistas vem sem
esse dizer