Olá! Eu sou a Professora Estela Maris Bogo Lorenzi, docente no Curso de Letras – Inglês e Letras– Português. Eu também sou professora na educação básica, o que ao meu ver é muito importante, pois a vivência escolar me deixa mais preparada para atendê-lo e para produzir os materiais, que estão disponibilizados a você no ambiente de aprendizagem.
Eu sou Mestre em Educação na área de Linguística Aplicada, pesquiso cenários plurilíngues, políticas públicas e políticas linguísticas. Minhas especializações são na área da Língua Inglesa e na área da Gestão e Tutoria, e a minha graduação é em Letras - Português e Inglês. Hoje nós vamos conversar um pouco mais sobre alguns dos conteúdos abordados no Livro Didático de Língua Inglesa I, mais precisamente acerca da temática da Unidade 1, que aborda “English basic” e “Grammar in use”.
Os objetivos de aprendizagem desta Unidade são: empregar o verbo “to be” e “there to be” no presente e no passado, nas formas afirmativa, negativa e interrogativa, utilizar técnicas de leitura na compreensão de textos, conhecer palavras e expressões utilizadas na temática, partes da casa, aplicar os usos dos pronomes, conhecer o vocabulário utilizado acerca dos continentes e países e, por fim, descrever um local e fornecer direções. Como é de seu conhecimento, este livro didático divide-se em três tópicos. O Tópico 1 aborda “explicit presentation of grammar and vocabulary”.
No Tópico 2, temos “taking notes about pronouns” e no Tópico 3 “continents, countries and some facts about them”. Tópicos muito interessantes, não é mesmo? Pessoal, o estudo acerca da gramática é uma temática relevante, pois como costumo dizer não se aprende inglês de maneira metódica, apenas memorizando regras gramaticais, mas isso não quer dizer que a gramática deve ser eliminada.
Ela tem sua importância, principalmente se você já fala e precisa polir a sua comunicação. Então, se você estiver no nível iniciante, não se preocupe em falar tudo de maneira correta. Nesse estágio o importante é falar e perder o medo de se comunicar.
Você deve focar, nesse momento, na construção de vocabulário para que a comunicação aconteça. Se você estiver no nível intermediário, é hora de começar a refletir e corrigir possíveis erros nas estruturas frasais construídas de maneira errônea, buscando como fonte a gramática, pois seu objetivo será uma fluência de forma correta, mas é importante que tudo isso ocorra naturalmente, de forma intuitiva. É claro que vão existir pessoas que dirão que estudar gramática não é nada motivador.
Em um estágio mais avançado será necessário um pouco de dedicação nesse aspecto, sim. Especialmente no nosso caso, que temos interesse em trabalhar com inglês, ensinando ou estudando de diversas maneiras, seja aqui, no nosso país, ou complementando nossos estudos no exterior. Dentre os conteúdos abordados, separamos alguns que são de suma importância para que você consiga desenvolver as habilidades na parte gramatical da língua inglesa com êxito.
“Let’s go ahead”. Como já mencionamos, o foco da Unidade 1 deste livro didático é abordar o verbo “to be present and past” nas formas afirmativa, negativa e interrogativa, e o verbo “there to be” também nas três formas, tanto no passado como no presente. Depois, discutiremos os “pronouns” e, por fim, de diversos tópicos relacionados ao vocabulário.
Sobre o vocabulário, vamos tratá-lo nas frases e nos exemplos, pois é uma parte que engloba, além do seu estudo pessoal e na universidade, toda a bagagem de mundo vivenciada que você tem e adquire no seu cotidiano. Vamos aqui, no nosso “whiteboad” lembrar a tradicional estrutura do verbo “to be” e dos “personal pronouns”, que geralmente o acompanham. E nada de franzir a testa!
Se você já o sabe, “congratulations”! Se ainda tem alguma dúvida, “pay attention”. Vamos lá, vamos iniciar com o “subject pronouns”.
Já é de seu conhecimento que “I” sempre é escrito com “capital letter”, com letra maiúscula, seja no início, no meio ou no final de alguma frase. Se ele vem composto, ele é escrito por último. Por exemplo “You and I”, okay?
Depois temos “I” e “you”. Temos dois “you”, o “you” singular e depois veremos o “you” plural. Depois, temos o “she”, o “he” e o “it”.
Eu sempre digo aos meus alunos que o “she”, o “he” e o “it” lembram os “super heroes”. Por que “super heroes”? Porque eles são diferentes.
Eles têm um tratamento diferenciado com os verbos. Depois, nós temos o “you” plural, o “we” (que significa nós) e o “they”. O que mais podemos falar dos “personal pronouns”?
Que o “she” e o “he” são usados para mulher e homem. Muitas vezes, vocês podem verificar em alguns textos que o “she” e o “he” também aparecem quando falamos dos nossos “pets”. Por exemplo: eu tenho um cachorro que vive comigo há muito tempo.
Eu vou falar sobre ele, eu posso, sim, falar dele utilizando “he” em vez do pronome neutro “it”. O “she” também é usado para substituir a palavra navio, “ship”, e “nation”, nação, em alguns textos vocês podem ver por aí. O que mais?
O “it” também é um pronome neutro. Por exemplo, quando estou falando e escrevendo sobre “child”, sobre uma criança, “baby”, um bebê que eu ainda não sei o sexo, é comum usar o “it”. O “you”, que eu já havia comentado, pode ser singular e plural.
Como vou saber se ele é singular ou plural? Basta você analisar a frase em seu contexto, assim você saberá. O “we”, nós, e o “they”, eles ou elas, tanto para objetos, pessoas ou lugares.
Mas, vamos ao verbo “to be”. Então, nós sabemos que o verbo “to be” é escrito de três formas. Eu sempre falo para os meus alunos para eles gravarem o “amareis”.
Am/Are/Is. Gravem isso. Verbo “to be” e am/are/is.
“I am”. “You are”. “She/he/it is”.
“You/we/they are”. Esta é a sua forma afirmativa. Na forma negativa, nós apenas introduzimos o “não”.
Como é “não” em inglês? É o “not”. Então, fica: “I am not” e “You are not”.
Ainda, temos a forma contraída: “aren’t”. “He/she/is not” ou “isn’t”. E “you/we/they are not” ou, como já mencionamos, “aren’t’.
Essa é a forma negativa do verbo “to be”. Posso bagunçar? Posso falar “you isn’t”?
Não. Gramaticalmente, não posso usar “you isn’t”. O que mais?
E quando eu quero fazer uma pergunta? Primeiramente, não vamos esquecer do “question mark”. Toda pergunta necessita do “question mark”.
E o que acontece com o verbo “to be”? Ele muda a posição. Nós o colocamos na frente do sujeito, na frente dos “personal pronouns”.
“Am I”? “Are you”? “Is she”?
“Is he”? “Is it”? Ainda temos: “Are you”?
“Are we”? “Are they”? E, assim nós formamos o verbo “to be” na forma no presente.
No passado, nós não temos mais três elementos para o verbo “to be”. Mas, sim, dois. Temos o “was” e o “were”, certo?
As combinações continuam muito parecidas. Com quem combina o “was”? Com “I”, “she” e “it”.
Olha, os “super heroes” novamente! Eu era ou estava. Ela era ou ela estava.
O “were” combina com as outras pessoas. Com quem? Com o “you”, “we” e “they”.
Lembrando que o “you” é singular e plural. “You were”, você estava ou eram, vocês estavam ou eram. Como fica a forma negativa do verbo “to be” no passado?
Simples assim: apenas encaixar o “not”. No caso, nos textos nós sempre encontramos “wasn’t” para não era e não estava, e o “weren’t”, escrito desta maneira. É claro que se eu quiser escrever de maneira não contraída, eu também tenho essa possibilidade: “was not” e “were not”.
E na pergunta, como isso funciona? Igualmente. O “question mark” aparece, e o “was” e “were” na frente dos “personal pronouns”.
Acredito que isso é o que eu queria passar para vocês. Vamos adiante. Revisada toda essa parte gramatical, eu deixo a dica para você baixar o e-book tudo o que você precisa saber sobre o verbo “to be”.
É um material muito interessante que você pode arquivar digo no seu computador e pesquisar sobre isso sempre que a dúvida aparecer. Agora, vamos ver alguns usos desse conteúdo em tirinhas. Acompanhe!
Temos duas tirinhas. A primeira diz: [Leitura da primeira tirinha] Nela, nós temos alguns usos do verbo “to be”. Na outra tirinha também temos: [Leitura da segunda tirinha] Nós vemos nas tirinhas diversos usos do verbo “to be”.
Ele é muito comum. E o “there to be”? Agora ficou fácil, não é?
Vamos novamente ao “whiteboard” relembrar a explicação do “there to be”. Acompanhe! Então, o nome já nos indica: “there to be”.
Vamos precisar utilizar o verbo “to be” novamente. Como eu já havia comentado, “to be” nos lembra “amareis”. Am/ are/ is.
Muitos dizem: o verbo “to be” é “I am”, “you are”, “he is”, “she is”, mas a gente sabe que não. Existem os “personal pronouns” e o verbo “to be”. Não podemos generalizar e nos confundir.
Vamos deixar o “was” e o “were” porque vamos utilizá-los na explicação do “there to be”. Então, temos “there to be”, como falamos antes. Neste caso, nós descartamos o “am”.
Não existe a combinação “there am”. Mas, existe, sim, “there is” e “there are”, que vocês sabem que indicam singular e plural. “There is” existe e “there are” também quer dizer existe, só que no plural.
É o tradicional verbo “há” com “h”, de existir. Como eu faço a forma negativa quando quero dizer que algo ou alguma coisa não existe? Fácil.
Já sei o verbo “to be”, logo são “there isn’t” e “there aren’t” para a forma negativa. E o que acontece na forma interrogativa com o “there to be” na forma presente? Novamente, o “question mark” aparece.
No caso, o verbo “to be” vai para a frente. “Is there”? “Are there”?
Isso na forma no presente. E na forma no passado, será que existem “was” e “were”? Claro que sim!
Nós temos: “there was” para dizer que algo existia no singular, e “there were” para mencionar que algo existia no plural. Na forma negativa é a mesma coisa. “There wasn’t”, quando não existia, e “there weren’t”, quando não existiam algumas coisas em alguns lugares.
Como fazemos para a pergunta? Novamente, o verbo se posiciona na frente e não posso esquecer do “question mark”. Vamos adiante.
Vamos ver alguns exemplos na tabela que nós separamos para vocês. Então, nós temos na tela algumas frases, como: “There is a book on the desk”. Se vocês perceberem, o “there is” está no singular.
“There is a book”. Depois, nós temos: “There are books on the desk”. “Books” é plural, logo, “there are”.
Depois, nós temos: “There isn’t a pen on the table”. “Isn’t” e “pen”, é singular. Não existe uma caneta na mesa.
“There aren’t any pens here” é plural. “Pens” é canetas, logo, “there aren’t” para dizer que não existiam. Depois, nós temos a flexão da pergunta, não é?
“Is there a cat on the chair”? Observem a mudança do verbo “to be”, que veio para a frente da estrutura. Igualmente do “are there”, que também trocou de lugar, e o “question mark” também apareceu.
Certo, pessoal? Nós temos na tela uma tabela para representar o “there was” e “there were” com as suas devidas traduções e alguns exemplos. “There was a nightclub”.
Tinha uma casa noturna, traduzindo bem coloquialmente. “There were” a lot of mistakes”. Existiam muitos erros.
E assim por diante. Agora que já vimos toda essa parte, vamos conversar um pouco mais acerca dos “pronouns”. Você já estudou que eles são classificados em: [Leitura da tela] Os pronomes mais conhecidos são os pronomes pessoais, que em inglês nós chamamos de “personal pronouns”, o que acabei de mostrar para vocês.
Eles são: • “I” (eu); • “you” (você); • “he” (ele); • “she” (ela); • “it” (ele ou ela ou, ainda, isto); • “we” (nós); • “they” (eles). Nós já conversamos sobre eles ainda há pouco. Eles são usados no lugar de quem?
Dos nomes! Dos substantivos e como sujeito de uma sentença. Exemplo: “My name is Estela.
I am an English teacher”. Os “object pronouns” servem para substituir os objetos diretos ou indiretos. Eles sempre devem vir após os verbos ou preposições.
Eu posso dizer: “I love Bob” (eu amo Bob). Ou, eu posso dizer: “I love him” (eu o amo). No exemplo, o pronome “him” deve ser utilizado, pois ele vem após um verbo, “love”, que é amar, e substitui o objeto direto, que no caso é o Bob.
Outro caso é quando o pronome utilizado para substituir o objeto indireto, como em: “I bought these sunglasses to Lisa” (eu comprei esses óculos de sol para Lisa). Ou, “I bought these sunglasses to her” (eu comprei esses óculos de sol para ela). Agora, vamos relembrar outro tipo de pronome.
Os pronomes possessivos indicam posse e são utilizados com o objetivo de substituir o substantivo contido na frase. Por exemplo: “this is my bag”. Esta é minha bolsa.
Nesse exemplo, nós podemos observar que foi utilizado um “possessive adjective”, um adjetivo possessivo, “mine”, que significa meu ou minha, e que acompanha o substantivo, no exemplo anterior, “bag”. Outro exemplo: “That is Paula’s bag and this is mine”. Aquela é a bolsa da Paula e esta é a minha.
Como nesse exemplo foi utilizado um “possessive pronoun”, o pronome possessivo “mine”, não é preciso colocá-lo junto do substantivo, uma vez que a sua função é substitui-lo. Vamos adiante. Os pronomes reflexivos podem ser utilizados para expressar ação reflexiva, em que a ação do verbo recai sobre o próprio sujeito.
Por exemplo: “I cut myself”. Eu me cortei. Segundo: função enfática, em que o pronome deve combinar com aquilo que está se enfatizando.
Por exemplo: “He himself build his house”. Ele mesmo construiu a casa dele. Terceiro: função idiomática, em que se tem a intenção de informar que o sujeito praticou a ação sozinho, sem a ajuda de ninguém.
Nesse caso, o pronome reflexivo deve vir precedido por “by”. Por exemplo: “We did our homework by ourselves”. Nós fizemos o nosso dever de casa sozinhos.
“Let’s go ahead”. Os pronomes demonstrativos têm a função de indicar algo. “This”, perto, singular.
“These”, perto, plural. “That, longe, singular. “Those”, longe, plural.
Vamos ao “some” e “any”. O “some” e “any” são os principais pronomes indefinidos e, a partir desses, surgem outras combinações. Vale ressaltar que os pronomes indefinidos são invariáveis.
O “some” e seus derivados são utilizados em frases afirmativas e interrogativas, que expressam convites, oferecimento ou sugestão, presumindo uma resposta afirmativa. Já o “any” e seus derivados são utilizados em frases negativas e interrogativas com o significado de “nenhum”, ou em frases afirmativas quando a intenção é expressar “qualquer”. “No” e seus derivados são utilizados em frases de sentido negativo.
Certo, “boys and girls”? Os pronomes relativos, os “relative pronouns”, são palavras utilizadas como sujeito e objetos em relação ao verbo principal. Na frase, eles fazem referência a um termo que já foi citado anteriormente.
Quando exercem a função de sujeito, esses termos vêm acompanhados por um verbo. Quando exercem a função de objeto são seguidos por um substantivo ou por um pronome. Para finalizar, nós vamos abordar as “prepositions”.
As “prepositions” ou as preposições são essenciais em qualquer idioma, uma vez que contribuem para a coerência do texto. Elas ligam dois termos e estabelecem, entre eles, algumas relações. Você pode achar que elas são simples, mas vou contar um segredo.
Todos, em qualquer nível de aprendizado na língua, têm dificuldades com as proposições em inglês. Você já tentou explicar, por exemplo, para alguém que não fala o português o uso da preposição “para” e, ainda, os seus infinitos usos? Por isso, devemos praticar, verificar, analisar e estudar as preposições, levando em conta suas particularidades.
“Let’s remember some of them”. A preposição “of” significa “de”, como em: “made of plastic” (feito de plástico). A preposição “in” significa “em” ou ainda “dentro”, como em: “in the car” (no carro).
A preposição “to” significa, neste caso, “para”, como em: “let’s go to Canada” (vamos para o Canadá). A preposição “for” significa “para”. Por exemplo, “this present is for you” (esse presente é para você).
A preposição “if” significa “com”. Um exemplo é: “Do you want to come with me? " (Você quer vir comigo?
). A preposição “on” significa “em uma” ou “na”. “The picture is on the wall” (A foto ou quadro está na parede).
Já a preposição “at” significa “em”, quando usado em localizações, como em “we are at the mall” (estamos no shopping). O “from” significa “de algum lugar”. “Where are you from?
” (De onde você é? ). A preposição “by” significa “perto” ou “ao lado”, como em: “your ahoes are by the door” (seus sapatos estão perto da porta).
A preposição “about” significa “sobre” ou “a respeito”. Exemplo: “What are you talking about? ” (Sobre o que você está falando?
). A preposição “like” significa “como”. Exemplo: “today isn’t like yesterday” (hoje não está como ontem).
A preposição “through” significa “através”. Por exemplo: “my hand went through the wall” (minha mão foi através da parede). A preposição “after” significa “depois”, como em: “we can have dinner after class” (nós podemos jantar depois da aula).
A preposição “between” significa “entre duas coisas”. Exemplo: “It is between 3 and 5” (entre 3 e 5). A proposição “out” significa “fora”, como em “stay out of my property” (fique fora da minha propriedade).
A preposição “against” significa “contra”, como no exemplo: “never go against your bosss” (nunca vá contra seu chefe). A preposição “during” significa “durante”, como em: “he likes to sing during class” (ele gosta de cantar durante a aula). A preposição “without” significa “sem”, como em: “I can’t live without you” (eu não posso viver sem você).
A preposição “before” significa “antes”. Exemplo: “can you come home before work? ” (você pode vir para casa antes do trabalho?
). A preposição “under” significa “debaixo”, como no exemplo: “the cat is under my bed” (o gato está debaixo da minha cama). Assim, encerramos o tópico “prepositions”.
Pessoal, lembramos de que o melhor modo de aprender uma nova língua é procurar informações sobre ela em sites, blogs, ver vídeos e séries, cantar, falar com seu professor e com um nativo. A melhor dica é ler em inglês. Você pode escolher o assunto que mais lhe interessa, como notícias, livros, contos, receitas e até aqueles tutoriais de maquiagem do YouTube.
Assim, a aprendizagem acontece de maneira prazerosa. Por fim, finalizamos o primeiro vídeo do Livro Didático de Língua Inglesa I. Espero ter deixado cada um de vocês “inquiet” perante à temática abordada para que busquem cada vez mais aprofundar seus estudos.
Coloco-me à disposição para maiores explicações através dos nossos meios de comunicação: chat, e-mail, 0800, protocolo e mensagem no Ava. “See you and have a nice day”.