8 anos de canal de YouTube, quase 900 vídeos gravados aqui para você e hoje é o primeiro vídeo que eu vou fazer um remember, que eu vou trazer de novo um assunto que marcou esse canal do YouTube. anos atrás, quando estávamos engatinhando, produzindo alguns vídeos e com poucos seguidores aqui, 1000, 1500 seguidores e achando que a gente estava arrasando com 1000 do 2000 pessoas inscritas consumindo o nosso conteúdo. Eis que um vídeo viralizou e esse vídeo foi o responsável pelo sucesso que hoje trouxe mais de 2 milhões de inscritos aqui no canal.
E esse vídeo tem sido usado até hoje nas minhas consultas as pessoas que buscam atendimento, polissintomáticas, queixosas e como a gente fala, né, dentro do consultório, quase tudo que você apresenta, queixa, sintomas, pode começar no seu intestino. Por isso que hoje a gente vai falar sobre bosta aqui no intestino, literalmente sobre bosta. Ai, Samuel, que nojo.
A gente tem que parar de ter nojo do cocô, principalmente aprender a olhar pro cocô quando a gente levanta do vaso. O nosso cocô, ele fala muito sobre a nossa saúde. E um desses vídeos que viralizou quase 9 anos atrás foi justamente o vídeo que fala sobre intestino, o segundo cérebro do corpo.
Na verdade, esse vídeo tava no meio de um playlist, né? quatro vídeos falando sobre todos os aspectos que o intestino está envolvido na saúde do corpo. Só que, como eu disse, isso já tem quase 9 anos, 8 anos, talvez.
Poxa, de lá para cá muita coisa evoluiu. Então, vale a pena trazer de novo esse assunto com atualizações para você. Meu nome é Samuel da Lelast, sou médico.
Esse é o nosso espaço aqui no YouTube para discutirmos temas relacionados à saúde, bem-estar e qualidade de vida. E quando a gente fala de saúde, bem-estar, qualidade de vida e gerenciamento do envelhecimento, realmente o intestino precisa ser colocado nos olofotes, precisa ser um sistema, um órgão valorizado durante a consulta, porque se o seu intestino não estiver saudável, você não tem saúde. Agora eu faço um parênteses aqui, porque muitas pessoas quando eu falo sobre intestino saudável, as pessoas falam assim: "Ó, não, mas o meu intestino é lindo, é maravilhoso".
Por quê? Porque o teu cocô sai todo dia num formato bonitinho. OK, isso é bom, mas isso não necessariamente significa que você tenha uma boa saúde intestinal.
E até o final desse vídeo, eu vou te ajudar a ter informações para saber se o seu intestino realmente é saudável ou se você precisa botar um pouquinho mais de atenção, botar foco e fazer um tratamento que a gente chama de modulação intestinal, né? o tratamento para tratar a alteração da microbiota da das bactérias do seu intestino. E é sobre isso o vídeo de hoje.
Para falar sobre intestino, primeiro precisamos falar um pouquinho sobre a história. Por que que este órgão passou a ser considerado pela ciência um órgão tão importante. Porque se a gente olhar pra história, 5.
000 anos atrás, os primórdios da medicina aurveda, que é a medicina praticada na Índia, a medicina chinesa, já olhavam pro intestino como um órgão importante. A medicina científica, a medicina tradicional que começou em 1910 com o relatório Flexner, que é aquela medicina que diz o seguinte: "O médico só pode e deve tratar, se interessar, investigar coisas que tenham provas científicas robustas. Ou seja, se não tem um artigo que mostre que água é importante para a hidratação do corpo.
Se nenhum artigo foi publicado sobre água, esse médico não deve nem falar sobre água, porque ele estaria cometendo um erro ao falar sobre algo que não tenha uma evidência científica. Ciência é bom, artigo é importante, mas a gente tem que ter, né, como médico, como profissional da área da saúde, o mínimo de discernimento para não cair na besteira de deixar passar coisas extremamente importantes só porque não está nos protocolos da medicina baseada em artigo, tá? Então vamos lá.
5000 anos atrás, intestino era trat era usado como órgão para tratar várias doenças. Depois parece que teve um limbo, caiu no esquecimento. E quando que começou a ter um interesse maior nesse órgão, o ano é esse, gente, ó, 2008, tá?
Por que 2008? No ano de 2003, tivemos o mapeamento do código genético humano chamado de projeto genoma, que foi quando começamos a entender conceitos como epigenética, nutrigenômica, nutrigenética, que já tem todos esses vídeos aqui no meu canal do YouTube para explicar sobre isso, né? Então, em 2003, nós mapeamos o código genético humano e 2008 nós mapeamos os microorganismos do nosso corpo, chamado de projeto microbioma, tá?
Vamos de novo, ó. Genoma. Genoma.
Mapeamento do código genético. Microbioma 2008. mapeamento dos microorganismos.
O que que se primeira informação importante aqui, olha só, chegamos a a um número estimado de que para cada uma célula que nós temos no nosso corpo, nós temos o equivalente a 10 bactérias, tá? Daqui saiu o conceito de que nós somos 10% humanos e 90% bacterianos. Porque, ó, um para 10, tá?
Para quem gosta desse assunto, no final do vídeo aqui eu trago, eu vou vou indicar para vocês um livro interessantíssimo que explica tudo sobre o projeto Microbioma, tá? escrito pela Alana Colen, que participou desse projeto. Então, 2008, nós entendemos que nós temos 30 trilhões de células e 300 trilhões de bactérias, microrganismos do nosso corpo, tá?
Mais um um tema importante aqui, um ponto importante é que de todos esses 300 trilhões de bactérias, nós temos 80% da nossa do nosso microbioma, 80% está no intestino. OK? Olha aqui, 80% de todos os microrganismos do corpo estão no intestino.
Chamamos isso, esse conjunto de todas as bactérias intestinais, chamamos de microbiota. Microbiota intestinal. Eu tô trazendo agora conceitos para vocês, nomes, nomes feios, importantes para entender o resto do vídeo, tá?
Microbioma, conjunto de bactérias que formam o nosso sistema. Microbiota intestinal, o conjunto das bactérias do sistema que estão localizadas no intestino. Qual a importância disso?
Toda. Toda. Por quê?
Olha só que que a gente descobriu com tudo isso. Até com conhecermos a função dessa microbiota, nós tínhamos certeza que o órgão que fazia mais metabolismo no corpo era o fígado, tá? fígado era o órgão de maior metabolismo no corpo.
Depois de conhecer o conjunto das bactérias intestinais e todas as funções e processos metabólicos que elas desempenham, o fígado cai fora e o intestino ou a microbiota intestinal assume o posto de local, né, órgão, dá para chamar até de órgão, é chamado já quase um órgão, o microbioma. O órgão de maior metabolismo do corpo agora é o está sendo o conjunto de bactérias do nosso intestino. Por quê?
Olha só, 80% do sistema imunológico do corpo é comandado pelo seu intestino, principalmente células de goblê, células de panê, que são células sinalizadoras de resposta imunológica. A gente tem o intestino como o órgão que produz a maior parte dos neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, prazer, plenitude, serotonina e dopamina. 90% da serotonina que o cérebro utiliza é produzido pelo intestino.
50% da dopamina que o cérebro precisa é produzida pelo intestino. Então a gente começa a olhar pro intestino já como um órgão com capacidade de interferir no sistema nervoso central. Sim.
E aí nasce um novo conceito que é o eixo intestino cérebro ou também chamado de sistema neuroérico. Vamos botar esses conceitos aqui no quadro. Eu acho importante a gente conceituando isso aqui, ó, para olhar pro que eu escrevo e a gente entender.
Olha só, sistema neuro entérico. Que que é isso? neuro de cérebro entérico de intestino.
Por quê? Porque nesses estudos, não vou falar que isso é novidade porque chega a ser feio, né? Mas do nada parece que começaram a olhar pro intestino e trazer informações.
Então vamos lá. Essas informações atualizadas elas mostram o seguinte, ó. Imagina que eu tô desenhando aqui um cérebro.
Faz de conta, usa bastante a tua criatividade. E aqui embaixo, imagina que isso daqui é o teu intestino. Aqui o intestino grosso, né?
Sigmoide, o anos. E aqui você tem o intestino delgado, tá? O Andris nos ajuda aqui, ó.
Mostra aí, Andes, ó. Olha aqui, ó. Que que a gente tem aqui?
o nervo vago conectando o intestino ao cérebro. E por que que quando fala nesse tal de eixo, nesse sistema neuroentérico, sempre se fala intestino cérebro e nunca fala cérebro intestino. Por que que ficou convencionado falar intestino?
Agora você vai entender por quê. Porque o vago ele tem 90% das fibras desse nervo, dos neurônios que passam nesse nervo. 90% são no sentido intestino cérebro.
Ó o tamanho da seta que eu vou fazer aqui, ó. Fazer até maior, ó. Olha aqui, ó.
Ó. 90% de todo estímulo é do intestino pro cérebro. Mas tem 10% que é no sentido oposto, tá?
A gente chama de sentido aferente e ferente. Então, olha aqui, ó. 90% o intestino manda no cérebro, mas tem os 10% que o cérebro manda no intestino, que é justamente o que explica.
Por que que quando você toma um susto, é assaltado, bate o carro, você tem diarreia depois, né? Afrocha tudo. Por quê?
Porque como é que o intestino sabe, né, que você foi assaltado, que você passou por um suspoxeram para nós o conhecimento de que nós temos neurônios no intestino, tá? Olha aqui, neurônio não é só no cérebro, existem neurônios no intestino. Ó que louco isso.
Conectados através do famoso nervo vago. Nervo vago tem muito estudo em cima dele atualmente, porque isso aqui tem sido realmente eh o o queridinho de todos os estudos, porque entender intestino é entender o resto do corpo inteiro. Então agora a gente já tem o conceito do que é microbioma.
microbiota, essa conexão intestino cérebro, a gente já sabe que o a serotonina, a dopamina é produzida muito aqui para atuar aqui. Agora eu vou trazer talvez um dos conceitos mais importantes aqui do nosso vídeo de hoje, que é o termo disbiose. Pra quem, ó, se você tá assistindo esse vídeo pela primeira vez e nunca ouviu falar sobre disbiose, você precisa se preocupar, tá?
Por quê? Porque isso quer dizer que o teu conhecimento sobre saúde preventiva é muito pequeno. Porque disbiose é um termo muito usado pela medicina funcional, porque praticamente todas as doenças, manifestações do corpo podem, veja bem, não falei que é, eu falei que pode começar por um processo de disbiose.
Que que é disbiose? conceito de disbiose, alteração da microbiota do seu intestino. Ou seja, as bactérias que atuam no teu intestino, elas precisam estar num equilíbrio de firme, bacterioes.
Você tem que ter a relação de lactobacilos, bife de bactérium. A gente sabe inclusive que, por exemplo, a doença da COVID-19 foi uma doença que quem contraiu desenvolveu um tipo de disbiose específico que a gente encontrava a ausência total de um tipo de bactérias importantes, que é o grupo dos bif do bactérium. Então assim, quem pegou o COVID passou a apresentar sintomas que eram muito sugestivos e muito relacionados com uma disbiose específica por deficiência de bífério, mas existem várias formas de disbiose e hoje em dia, atualmente, algumas formas que vê sendo estudadas e e trazidas com uma novidade na ciência, como por exemplo uma forma muito importante que a disbiose, não por alteração da qualidade das bactérias, e sim da quantidade, que é a famosa cibo, né?
A cibo é um tipo de disbiose por excesso de bactéria, tá? Essa aqui é uma característica especial, tem que tratar com antibiótico específico, né? Não é o tipo mais comum de disbiose, mas eu botei aqui no quadro justamente porque a ideia de hoje é trazer todos os conceitos para que você possa ter conhecimento e depois o que te interessar você consegue seguir pesquisando, né?
Então pesquisar sobre Cibo, aonde que você pode pesquisar? Aqui no meu canal, tá? Já tem vídeo sobre Cibo aqui para você.
Cibo, então é um tipo específico, não é o que a gente vai abordar aqui hoje, já tem vídeo para falar sobre isso, mas o conceito de esbiose você tem que pegar, tá? que é justamente quando houve uma desproporção no seu intestino que pode ter sido causado por vários motivos. Vamos lá.
Motivos que levam você a uma disbiose. Vamos listar aqui, ó. Vou listar, tá?
Primeiro, falta de hidratação, tá? Então aqui, ó, baixa hidratação. Hidratação é água, tá, gente?
Café não hidrata, suco não hidrata. Eu tô falando de água. Primeiro, o básico de tudo, desidratação.
Segundo aqui, uso de fármacos. Quais os fármacos? Vários remédios podem levar a um processo de disbiose, vários.
Mas vamos trazer aqui os mais importantes, os que são óbvio, tá? Primeiro, antibióticos. Óbvio.
Por quê? Porque ele mata as bactérias do teu intestino. Segundo, antiinflamatórios.
não esteroides, tá? Que são os Aines, anti-inflamatório não esteroide. Por quê?
O que que quais são? Declofenac, buprofen mesulida, todos esses anti-inflamatório que a gente toma desde pequeno para um processo inflamatório, tá? Mas os anti-inflamatórios esteroides também causam disbiose.
Quais são os anti-inflamatórios esteroides? Corticoide, tá? Então vamos de novo.
Antibiótico, anti-inflamatórios, corticoides, pílula anticoncepcional, tá na lista, tá no hall medicamentos que causam disbiose. E talvez o mais utilizado por todos e um veneno, um perigo pro intestino, os inibidores da bomba de prótons. Que que é isso?
É um grupo de remédio que engloba pantopraszol, lanzopraszol, esomepraszol, omepraszol. Todos os prazóis da vida atuam aqui trazendo um prejuízo pra microbiota intestinal, porque ele simplesmente acaba com todo e qualquer processo digestivo do corpo. Então, tá, ó, segunda causa, fármacos.
Vamos botar aqui, ó, mais um estresse. E aí, estress? Quem é que vive sem estress hoje, né?
Ninguém. O stress tá presente na nossa vida. Agora, não é o strress que vai causar a disbiose, e sim a inabilidade de lidar com o stress.
O estress pode vir, se você lida bem com isso, tá acostumado, tá tudo certo, né? Agora, quando você está perdendo pro stress, está com uma inabilidade de gerir o seu estress, você começa a a cometer a E eu vou explicar porque que vai acometer o intestino, vou desenhar aqui, vou mostrar para vocês, tá? Vamos continuar aqui, ó.
Ó, cirurgia bariátrica. Bariátrica. Pacientes que quiseram emagrecer.
Não, eles não quiserem emagrecer. Eles quiseram ser emagrecidos, eles que pediram para alguém emagrecer eles, né? Fizeram uma bariátrica.
Bom, aí você vai ter mais chance de esbiose. Mais um grupo de pessoas que quer ser emagrecida aqui, ó. Vamos colocar aqui em cima, ó.
Uso das canetinhas, Monjaro, Victosa, Zenque, né? As canetas emagrecedoras mágicas também podem trazer disbiose. Vamos botar aqui, ó, alimentos.
Alimentação. Aí eu vou falar depois quais os alimentos. Gente, aqui, ó, na verdade a lista é muito grande.
Eu vou colocar, botei para vocês os principais, as principais causas de disbiose e vou explicar aqui desenhando para vocês o pouquinho da fisiologia do intestino. Então, aqui, ó, agora vamos lá de novo. Bota a criatividade para funcionar.
Imagina que isso daqui é o tubo intestinal, né? é o intestino passando por dentro do teu corpo. E o intestino, como todo órgão, ele é feito por células.
A célula do intestino, ela tem um nomezinho, ela é chamada de interócito. E essa célula, ela é bem assim como eu tô desenhando. Eu vou desenhar ela grande aqui, ó.
Ó, uma célula, tá? Ela é assim, ó. Ó, para você entender, ó.
Bem bonitinho. O nome disso aqui que a gente chama de borda em escova. Essa borda em escova, isso aqui chama velocidades, que são.
Por que que tem essas velocidades? Porque assim, pensa, olha como é como é claro e como é fácil de entender. Com tantas entrâncias, eu aumento a superfície de contato com o bolo fecal, né?
O bolo fecal tá passando por aqui, ó. Tá? E essa parede do intestino, que é essa aqui que eu desenhei grande, ela tem a responsabilidade de absorver o que tá passando pelo bolo fecal, né?
Você comeu, passa pelo intestino, o intestino vai pegando o que ele quer, tá? Então, se isso daqui fosse reto, vamos desenhar aqui, ó, reto, ó, ou assim, ó. Se fosse assim, olha o tamanho da superfície de contato aqui.
Vamos inventar que aqui tem 20 mm, né? 20 mm. Aqui eu tenho 1 km de superfície de contato com a comida para absorver, tá?
Então por isso que é importante manter essa borda em escova sempre bonita, perfeita e funcionando. Só que para ela tá protegida, existe uma camada de muco que fica aqui por cima, ó. Ó, como se fosse aqui, ó.
Tá vendo? Um muco. A gente chama de muscina, uma muscina protetora.
E essa muscina, ela é produzida por uma imunoglobulina chamada imunoglobulina a secretora. Secretora IGA secretora. Agora, olha só, essa IGA secretora, que é quem produz esse muco, ela é inibida pelo estresse.
O a inabilidade de lidar com o estresse. Ela é inibida pelos antiinflamatórios e pelos corticides. Então, olha, agora você começa a entender por que eu falei que a disbiose pode ser causada por esses remédios, pelo estresse, porque no momento que eu inibo a IGA secretora, eu inibo a produção de muscina e esse meu intestino fica vulnerável a ser agredido e machucado.
E aí eu começo a ter aqui, ó, ó, olha essas velocidades agora, como é que elas estão, ó, elas tomaram pedrada, ó. Aqui, ó. Ó.
Pronto. Agora o que que vai acontecer aqui? Agora você começa a ter primeiro diminuição da absorção do que você come.
Você começa a ter dificuldade de absorver nutrientes. Seu primeiro passo. Segundo, você começa a ter um processo inflamatório que vai fazer com que o teu corpo ele recrute células de defesa, linfócitos, que são os os leucócitos, né?
glóbulos brancos. O sangue tem glóbulo vermelho que transporta oxigênio, ferro e tem os glóbulos brancos que são as células de defesa. Então aqui você começa a recrutar, começa a pedir para que chegue defesa, soldados.
E esses soldados são os glóbulos brancos. Porém, olha que loucura isso aqui que eu vou mostrar para vocês, ó. Agora vai começar a entender um pouco de como o intestino ele atua de forma sistêmica.
Esse, essa mucosa aqui, ela é a mucosa do intestino ou chamado de tecido linfoide do intestino, tá? Em inglês, intestino chama gut, tá? Então aqui, ó, na língua inglês a gente vai gut significa intestino.
Que que a gente tem aqui, ó? Aqui a gente tem a gal. Que que é gal?
tecido linfoide associado ao intestino, gut, né? Intestino. Então, ó, o que que é a galut?
É a mucosa que recobre o intestino. Todo o intestino é coberto, forrado por uma mucosa que chama Gut. Só que eu vou vou trazer para vocês outras mucosas do corpo.
Por exemplo, a mucosa que recobre os seios da face. Sabe o que que é seio da face? aqueles buraquinhos nos ossos que a gente tem aqui, essa parte que recobre o nariz.
Como é que é o nome dessa mucosa? Ela chama Nut, tecido linfoide associado à mucosa nasogeniana. Essa parte do nariz nasogeniana.
Outra mucosa importante, a mucosa brônquica, que recobre os brônquios pulmonares, que ela também tá aqui, ó. balte, tecido linfoide associado à mucosa brônquica. Outra mucosa recobre a uretra, a bexiga, o ureter, a gente vai chamar ela dealt, tecido linfoide associado à mucosa urogenital.
Olha só, todos esses órgãos eles são cobertos por mucosa. E esse conjunto todo aqui, ele tem um nome, ele chama malte, tecido linfoide associado às mucosas. Ou seja, todas essas mucosas que pr pro nosso cérebro parece tudo distinta, né?
Uma tá aqui, outra tá aqui, outra no intestino, outra na bexiga. Mentira, não tá distinto, não. Tá tudo comunicado uma com a outra e isso forma o conjunto das mucosas.
Samuel, o que que isso é importante para mim? Vamos lá. Aqui tá o pulo do gato para entender algumas manifestações sistêmicas do corpo que a gente nunca ouviu falar e nunca associou ao intestino.
Por exemplo, quando você machuca o intestino, que que eu falei aqui, ó? Existe um recrutamento de células de defesa. Beleza?
Essas células de defesa vão vir para cá, vão começar a atuar na mucosa do intestino. Só que não vai ficar restrito somente à mucosa do intestino. Isso vai se espalhar para todo o sistema de mucosa.
Todo, talvez não todo. Depende muito da suscetibilidade de cada pessoa, do órgão choque de cada pessoa. Pr as pessoas que o órgão choque tá mais aqui nessa parte respiratória, quando inflamar o intestino vai vir junto uma rinite, uma sinusite, uma midalit, uma otite.
Ou seja, doenças inflamatórias respiratórias começaram aqui, ó, nessa inflamação do intestino. para outras pessoas, quando esse intestino inflamar, vai direto pros brônquios. Aí começa o quê?
asma, bronquite, essas doenças alérgicas pulmonares começaram também no intestino e nas mulheres, homem também, mas é muito mais comum em mulher, aquela mulher que começa a ter infecção urinária de repetição, famosa cistite. Cistite também é uma manifestação de disbiose intestinal. Então, olha aqui, gente, ó.
Disbiose pode trazer cistite, pode trazer candidíase também pode trazer asma, bronquite, amidalite, sinusite, rinite, otite. E eu vou mais rosácia, aquelas manchinhas aqui na pele, melasma, outra forma de manchinha na pele, também tá associada a intestino. E aí a gente começa a entender por que muitas pessoas tem quadros sistêmicos, né?
A pessoa, ela tem um intestino que não funciona muito bem, é meio trancado, aí chega ao inverno, começa com as rinites, começa a apresentar sinusite. Aí o que que ela faz? Toma antibiótico.
O que que o antibiótico faz? piora a disbiose intestinal, melhorou a sinusite, mas depois aquilo ali vem de novo ou com uma amidalite ou com uma manifestação em outro órgão, tá? Só que a pele, nós também temos uma mucosa de pele muito mais fininha do que todas essas que eu trouxe aqui, né?
Mas a pele também tem uma mucosa. Então a disbiose intestinal é a principal responsável pelos processos de dermatite, tá? Então assim, ó, doença de pele, dermatite ceborreica, dermatite atópica, acne, tudo isso pode est ligado também à disbiose, né?
Tem um professor Murilo Pereira, um professor de nutrição, que ele fala o seguinte, ó. Se o seu cachorro tem uma dermatite, você troca a ração dele. Se o seu filho tem uma dermatite, você passa uma pomadinha de corticoide.
Ué, por quê? Por que que no cachorro você troca a ração? Porque você realmente faz essa associação que o problema é o que ele tá comendo, mas o teu filho não.
Você vai dar uma pomadinha de corticoide. Então vamos lá, vamos começar a despertar para esse novo olhar, essa nova forma de enxergar as manifestações do corpo, tá? Só que tem um detalhe, se já tava ruim uma disbiose, porque eu trouxe todo esse conceito das doenças, das manifestações, agora nós vamos falar de um outro problema pior que pode acontecer aqui no intestino, que ele tá associado ao excesso de maus tratos com intestino.
Olha o que que eu desenhei para vocês aqui, ó. Eu mostrei que o intestino é todo recoberto por estas células chamadas de enterócitos. Qual a função dessa célula aqui, ó?
Pensa aqui. Tá passando que você comeu, tá? Você comeu, engoliu, passou pelo estômago, foi pro intestino e agora tá passando por aqui, ó.
Isso aqui é o teu bolo fecal. passando por aqui. Esse bolo fecal, ele tá trazendo muitas coisas boas, mas ele pode tá trazendo coisa ruim, né?
Ainda mais se você olhar o que as pessoas comem hoje. Poucas pessoas comem coisas boas, a maioria comem produto processado, industrializado. E tudo isso tá passando por aqui, carregando organo fosforado, carregando metal tóxico, contaminante ambiental, proteínas de alto peso molecular.
E o intestino tem como obrigação essa parede celular, a obrigação é servir como barreira. Distorceu a imagem aí, Andre? Não deu.
Tá pegando. Dá um zoom aí. >> Deu.
Tá pegando. Ó, tá vendo aqui? Uma célula, outra célula encostou, grudou.
E nada nessa vida deveria soltar isso daqui, tá? Para isso é que esse essas células, vamos desenhar aqui, ó, como se fosse aqui em cima, que tá maior de enxergar, ó. Vamos desenhar aqui, ó.
Ó, bota uma célula do lado da outra aqui, ó. Tá? Ó, essas células aqui, elas são grampeadas uma nas outras, tá?
E os nomes desses grampos são desmossomos ou tig junctions, que são tig junção t português, junção tér e desmossomoso. São grampos que unem essas células, tá? Fazendo com que nada passe entre elas, apenas por elas.
Por quê? Porque a célula é esperta, ela sabe o que tem que entrar ou não. A função dela é essa, é definir.
Ó, isso aqui é bom, entra. Isso não é bom, segue o fluxo e vai embora para sair pelo anos como cocô, tá? OK.
Só que tem um detalhe, quando você destrói a camada de muscina do corpo ou quando você coloca, desculpa, camada de muscina do corpo, não, a camada de muscina do intestino. Ou quando você expõe esse intestino a proteínas de alto peso molecular, você quebra esses grampos aqui e agora agora você arrumou um problema na tua vida. Olha aqui, ó.
Olha o que que você arrumou. Você arrumou células que estão separadas umas das outras, tá? Isso aqui tem um nome, a gente chama de hiperpermeabilidade intestinal ou em inglês liqu, né?
Porque gut a gente falou gut é intestino. Então aqui, ó, lick gut ou hiperpermeabilidade. Por que hiperpermeabilidade?
Porque esse intestino, naturalmente, ele tem que ser permeável, né? A célula intestinal ela é permeável, ela permite que passe por ela o que tem que passar. Quando ela perde essa capacidade de de ser uma uma membrana seletiva, tipo porteiro, porteiro do teu condomínio, ele escolhe quem entra, ele escolhe quem não entra.
No momento que ele tiver um problema nos olhos, operar as cataratas lá, aí colocou aquele tapaolho e o médico falou: "Ó, atestado 10 dias em casa com oclusão total e ele fala: "Não, eu tô começando emprego agora. Eu não posso deixar de trabalhar". E ele vai trabalhar com os dois olhos ocluídos.
Ele tá sem enxergar nada. Que que acontece? Entra qualquer um no teu condomínio, que é mais ou menos a liqug que a hiperpermeabilidade intestinal.
Vai entrar quem quer, vai fazer uma zona aqui dentro. E o que que vai acontecer? Olha aqui, ó.
Agora então eu tenho aqui passando pelo intestino, né? Coisa boa e coisa ruim. Só que a coisa ruim entrou pela fresta aqui, ó.
Entrou e foi para onde? foi direto pra corrente sanguínea e agora foi pro teu sangue, gerando um processo inflamatório de baixo grau. É assim que fala, tá?
Um processo inflamatório de baixo grau ou uma inflamação de baixo grau, inflamação subclínica, metainflamação, tá cheio de nome para falar a mesma coisa. É quando você nem sente nada ou começa a sentir talvez, mas a maioria dos pacientes não sentem nada. Mas um processo inflamatório começa a acontecer no teu corpo, tá?
Quais são os principais alimentos geradores da quebra dessa quebra aqui, ó? Ó, quebrou aqui, ó. Quais são os principais alimentos que fazem esse espaço entre as células aqui, ó, permitindo que entre porcaria no teu corpo?
São os as proteínas de alto peso molecular. Vamos listar aqui as principais, tá? As principais.
O trigo geneticamente modificado, que é até um crime chamar de trigo que você come hoje, trigo era o que se comia na época de Jesus Cristo. Aí um animal chamado Norman Borl foi responsável pela modificação da estrutura do trigo, né? Hoje ainda chamam de trigo, devia ter outro nome, mas essa proteína aqui, ela carrega uma junção que o teu estômago não consegue digerir, tá?
Que é quando você junta a glutamina, glutamina, a glutamina é um aminoácido do bem, tá? Mas quando ele junta com a prolina, aqui você começa a ter problema. Por o teu estômago, teu ácido clorídrico, o teu corpo não consegue quebrar essa junção aqui, tá?
Portanto, será uma proteína de peso molecular grande. Por quê? Vou explicar para vocês, ó.
Toda proteína, ela tem que ser quebrada em aminoácidos no corpo, ok? Só que o máximo que o teu intestino tolera são cadeias de um, dois ou três aminoácidos, tá? Então aqui, ó, um aminoácido, OK?
Ótimo. Ligado a outro aminoácido. Ótimo.
Ligado a outro aminoácido. OK. passou de três aminoácidos, vai danificar, vai ferrar essa mucosa intestinal, essas células aqui.
O trigo moderno, que é essa ligação de glutamina com prolina, ele faz cadeias de 11, 17, 33 aminoácidos. Já fiz vídeo sobre trigo aqui explicando isso. Então, é óbvio que quando vai passar aqui no teu intestino, vai quebrando tudo isso, tá?
e vai fazendo a hiperpermeabilidade intestinal, também chamado, tem um termo vulgar assim falado intestino vazado ou intestino rachado, né? Porque é isso aqui mesmo, né? São vazamentos que fazem com que o que tá passando no intestino pode entrar tudo para dentro do corpo, tá?
Só que isso não é uma exclusividade do trigo, não, né? Vamos seguir aqui na listinha dos alimentos que t essas proteínas grandes. O milho modificado, né?
o o milho transgênico, a soja, o amendoim. E o amendoim é um problema em dose dupla, né? Porque é o tamanho da da proteína e a carga fungica que ele carrega, né?
E aqui por último e obviamente não menos importante, a gente tem a caseína, que é uma proteína enorme, enorme, encontrada onde? No leite da vaca, da cadela, da cabrita, o único leite que não tem casina é é o leite de camelo. Todo animal mamífero que produz leite paraa sua espécie tem caseína.
Só que a caseína ela seria ruim para todos os intestinos, né? A caseína do leite da vaca é ruim pro intestino do bezerro. A caseína do leite da minha mãe é ruim para mim.
A casina do leite da cadela é ruim pro cachorrinho. Mas então, por que que Deus inventou isso aí que tem que mamar? Porque até uma certa idade, essas junções aqui, elas não estão fechadas no intestino e tá tudo certo.
Por isso que a gente tem o leite com a casa. Então não é que é ruim, naquele momento é bom. Agora existe uma idade pro desmame.
Tanto é que todo animal mamífero respeita o desmame, né? O bezerrinho para de mamar, a o cachorrinho para de mamar e o ser humano não para de mamar. Só que aí ele pega um leite pior, né?
Porque o leite da vaca tem muito mais caseína do que o leite da mãe, da nossa mãe tinha. Por isso que a caseína é considerada a proteína mais mucogênica que existe na alimentação. Que que é mucogênica?
Produtora de muco. Essa esse muco sempre com nariz fungando, aquele pigarro na garganta, muitas vezes está associado à caseína. Caseína está no leite da vaca e ele vai est em concentrações maiores ainda em alguns derivados.
por exemplo, o queijo, né? Porque para você fazer 1 kg de queijo, você usa 10 L de leite. Então você concentra a caseína demais aqui, formando então um concentrado de uma proteína que vai acabar com a mucosa do teu intestino.
E quando eu falo sobre isso, um monte de gente fala assim: "Eu tomo leite a vida toda e não sinto nada". Aí eu vou ver essa pessoa tem acne ou essa pessoa é bem atópica, tem muita alergia, bota uma bijuteria, uma prata, tem alergia na orelha, no pescoço, ou essa pessoa tem dermatite, ou ela tem o nariz meio entupido, mas ela fala: "Não, não tenho nada". Por que que ela fala que ela não tem nada?
Porque ela vive a vida inteira com esses sintomas e ela já achou normal e ela nem associa que possa estar associada a casina. Ela tem às vezes uma dor de cabeça, ela fala todo todo mês eu tenho uma dorzinha de cabeça, mas eu tomo leite e não sinto nada. Como não sente nada?
Vamos começar a olhar pro corpo, né? Você queria sentir o quê? Morrer.
Não, eu tomo leite e nunca morri, então eu não sinto nada. Não, não é, não é assim, né? Se você tem sintomas que o teu corpo tá manifestando, que são que fogem do que seria saudável, aí tem que olhar alguma coisa eu tô comendo que tá trazendo isso, né?
A própria dor de cabeça constante pode ser por causa da caseína. E aqui, pelo amor de Deus, eu vou fazer um apelo. Não confunda caseína com lactose.
Lactose é o açúcar do leite que algumas pessoas têm uma intolerância. Caseína é a proteína do leite que é altamente inflamatório pro intestino do homem, tá? Então, ah, mas eu vou tomar um leitinho sem sem lactose, um queijinho sem lactose, não é?
sobre lactose, tá? Esquece a lactose, esquece. O problema da da do leite e do queijo, dos derivados é a caseína, tá?
Por isso que chega a ser ridículo fazer um teste de intolerância à lactose. Para quê? Se no mesmo leite que tem lactose vai ter caseina e casina não se consome, não se faz teste de intolerância à lactose.
É igual fazer teste de intolerância ao cigarro, teste de intolerância a refrigerante, não se faz isso. O que faz mal pro corpo, não precisa fazer teste, tá? Então esses alimentos aqui, eles vão gerando esse estado que eu já falei aqui chamado hiperpermeabilidade intestinal.
E agora a gente vai entender o onde isso pode chegar, porque aí você pode falar para mim: "Ah, mas eu convivo bem com uma rinitezinha, com uma midalite. Prefiro conviver com isso do que parar de comer meu queijo, minha farinha, minha pizza". Olha como o buraco é mais embaixo.
Olha aqui, ó. Vamos de novo desenhar o intestino bem grandão aqui, tá? E aqui as células que eu falei, ó, grudadinhas, bonitinhas, intestino íntegro, ó.
E agora você se estressou demais, tomou muito remédio, comeu muito queijo, muito pão, muita pasta de amendoim e ó, que que você fez? Danificou completamente teu intestino, tá? Aqui tá passando teu cocô, teu bolo fecal, né?
E o bolo fecal, ele tá entregando pro intestino coisas que deveria estar passando de forma coerente, inteligente, seletiva. Mas como você teve uma alimentação inflamatória, agora você detonou aqui essa membrana, que que vai acontecer? Ó, começou a entrar para dentro do teu corpo estruturas que o teu corpo não conhece e que nunca deveria ter conhecido.
Vamos desenhar aqui, por exemplo, ó. Entrou aqui uma estrutura do trigo mal digerido que tem 13 aminoácidos grudados, tá? Aqui gerou uma estrutura do trigo que tem sete aminoácidos grudados.
E o corpo começa a olhar para isso e ele fala: "Rapaz, isso não devia tá aqui. Isso aqui nós vamos dar um jeito de tirar, porque isso aqui é algo estranho ao corpo. Lá na frente vai dar problema.
Então o que que o corpo faz? Ele desencadeia a produção de anticorpos para eliminar isso aqui e para eliminar isso aqui e para eliminar isso aqui, ó. Tudo coisa estranha.
13, 5, 7, tá? E esses anticorpos eles começam a vir com tudo. Imagina o teu teus soldados, tá, exército.
E aí começa a atacar tudo isso que começou a entrar a invadir teu corpo. Porém, algumas estruturas do próprio corpo podem ser muito parecidas com essas estruturas que estão sendo atacadas. E agora você vai começar a entender o conceito de doenças autoimunes.
Doença autoimune é quando anticorpos do teu próprio corpo atacam células do teu próprio corpo. Então, olha só, essa cadeia aqui de 13, vamos supor, tá? Tô falando aqui meio ludicamente.
Essa cadeia de 13 aminoácidos, ela é muito parecida com a glucosamina, que que é uma estrutura natural que vai lá nas tuas articulações, renovar o teu tecido articular. Só que agora teu corpo tá produzindo um anticorpo para atacar essa porção aqui do trigo que é muito parecido com a glucosamina que tá no teu cotovelo, nas tuas articulações. E agora esses anticorpos começa a atacar a glucosamina e você começa a ter dores articulares.
Ao mesmo tempo, essa estrutura aqui de sete aminoácidos, ela aparece muito com a tirosina, que é a o aminoácido da que a tireoide usa, que a tirosina, não, desculpa, é tirioperoxidase, que a tiroperoxidase é uma célula aqui do da tireoide responsável pela produção de hormônios da tireoide. E aí agora teu corpo começa a produzir anticorpos contra esse essa cadeia de aminoácido que é muito parecida com a tua tireoide. Agora a tua tireide começa a ser pauleada, atacada à toa, coitada.
Ela nem imaginou porque que ela tá apanhando, mas tudo começou lá no intestino hiperpermeável. Isso é uma das teorias que explicam as doenças autoimunes. Não é a única, mas é uma das mais importantes, tá?
Porque doença autoimune, ela pode ter começado aqui nesse teu intestino, ela pode ter começado por próteses de silicone, ela pode ter começado após vacinação. Tudo isso tá descrito na literatura, tá? Apenas para quem nunca ouviu falar de prótese e vacina, pesquisa sobre Sim.
Síndrome Ásia. Eu também já fiz vídeo sobre síndrome Ásia, tá? Então, doença autoimune tem algum algumas causas conhecidas, mas a hiperpermeabilidade intestinal é a que mais explica artrite reumatoide, artrose, todas essas doenças articulares, hipotiroidismo de rachimo, tudo pode ter começado aqui.
Só que como se não bastasse agora que tá entrando pro teu corpo um monte de estrutura que não pediu licença, as bactérias gran negativas, porque o teu intestino é que tem bactéria grã positiva e grã negativa. As bactérias gran negativas elas contêm na estrutura delas, aqui estão as bactérias, elas contêm algo chamado LPSO, lipopolisacares. E os lipopolissa vão entrar aqui, ó.
Lipopolissacárides, oriundos de bactérias ruins, vão entrar no corpo, vão também pra corrente sanguínea e vão lá pro cérebro causar um processo de neuroinflamação. Lembra? Intestino e cérebro se comunica.
E agora essas esses fragmentos de membrana de bactérias ruins vão chegar lá no teu cérebro e vão começar a desencadear um processo de inflamação no cérebro. Isso dá febre? Não, isso dá sintomas de dor de cabeça.
Talvez. Pode ser que não. Agora, o que que isso pode trazer?
Isso pode trazer depressão. Por isso que hoje a depressão é chamada de uma doença inflamatória, tá? Depressão, ansiedade, pode trazer um comportamento de TDH.
Aí você vai no neurologista, ele fala que você tem TDH e talvez você tenha só uma neuroinflamação que se comporta muito parecido com TDH. Isso pode trazer síndrome do pânico, isso pode trazer insônia, isso pode trazer uma série de alterações que você vai tentar tratar com antidepressivo, antiolítico, que tá ali na patar e talvez não tenha melhora nenhuma. Por quê?
Porque o problema começou aqui no intestino. Então, gente, olha só, olha esse vídeo. A gente tá uma hora já de vídeo, eu acho, né, Andres?
Um dos vídeos mais longos aqui que eu gravei nos últimos meses. Por quê? Eu não quis cortar no meio, não quis dividir esse vídeo, eu quis fazer um vídeo único, inteiro para você entender tudo que um intestino doente pode trazer para você, além de toda a parte respiratória, queixas de intestino, diarreia, afitas na boca, barriga inchada, problemas de sistema nervoso central, doenças autoimunes, dermatites na pele, estado de cansaço, fadiga mental, fadiga física, Ou seja, quantas pessoas chegam no meu consultório todos os dias com uma lista enorme de queixas e nem imaginavam que tudo isso poderia ter começado no intestino.
E como é que se resolve isso, né? Porque agora eu trouxe o caos aqui para você. Como é que se resolve isso?
Infelizmente ou felizmente para resolver isso aqui, não existe saída mágica, canetinha mágica, igual buscam para emagrecer e tal. Aqui o paciente tem que se comprometer com o médico para fazer realmente o tratamento que tem que ser feito e é o único que eu conheço que funciona, que eu como sou velho, os cabelos já tão branco aqui, eu ainda vou falar dos 4 Rs, né? Quando eu aprendi a tratar isso aqui, eu aprendi os 4R, depois veio 5R, 6R, 7R, deve est no 8R já, mas é tudo uma firula aí, porque o o que importa é o básico, ó.
Primeiro R, segundo repara, terceiro reino quarto repõe, né? Então a gente retira do paciente tudo que tá sucateando o intestino dele, seja remédio, seja alimento, seja falta de água. E aí a gente faz o reparo usando alguns suplementos.
usa glutamina, usa ôega-3, usa molibidênio, tem alguns suplementos que usa para isso. A gente faz a reinoção do paciente, que é preparar o ambiente intestinal, né, principalmente com prébióticos. Eu gosto muito de usar a inulina, a chicória é um baita alimento com inulina para depois você fazer o quarto R, que é o R de repor.
Repor o quê? Probiótico, né? Aí vai tomar, vai tomar probiótico que o médico vai prescrever, enfim, tá?
Obviamente não tô aqui ensinando vocês a fazer tratamento. Eu tô trazendo um conceito para que você conheça tudo que envolve o intestino e todas essas manifestações que talvez você esteja convivendo com elas há anos ou décadas e nem sabia que o problema tava no seu intestino. Agora eu quero que você primeiro escreva abaixo desse vídeo, comenta aqui para mim se alguma coisa que eu escrevi aqui faz sentido para você, tá?
escreve, deixa teu depoimento, vai ser bem importante. Se você quer conhecer mais sobre o segundo cérebro do corpo, eu vou colocar aqui abaixo alguns livros para você poder eh acessar aqui a capa, conhecer livros que podem eh complementar para você aqui eh o o ensino, esse estudo que eu tô trazendo. E se você gostou desse vídeo, por favor, dá um like, né?
Eu podia estar roubando, matando, mas não tô. Tô só pedindo um likezinho aqui para você para ajudar com que esse vídeo tenha relevância, tá? Não é porque eu quero e meu ego que é like, não.
Se você der like aqui, o YouTube entende que esse vídeo é importante, tem relevância e vai levar esse vídeo para outras pessoas. E quanto mais pessoas tiverem acesso a essa informação, podem ser vidas que serão salvas aí por conta desse dessa relação que tem que ser entendida, né, do intestino como um órgão que faz ponte com o corpo inteiro. Então ajuda a fazer esse vídeo chegar a mais pessoas dando teu like.
Se não tá inscrito no meu canal, se inscreva, aciona o sininho para receber alerta de novos vídeos toda semana aqui para você. E eu quero agradecer a oportunidade de você ter ficado comigo até o fim. Fica aqui o meu muito obrigado.