eu sou francês teclar né trabalho com enfoque da abordagem centrada na pessoa também sou pós graduada em terapia familiar sistêmica sobre terapeuta de casais e família olá meu nome é wanessa também ia se formando na química na homenagem em casa na pessoa e trabalha aqui em frontal olá pessoas tudo bem eu sou ana lúcia palma coordeno centro de psicologia humanista de brasília não falar um pouquinho sobre a transmil trajetória que eu acho que dá pra fazer um sentido da forma como eu trabalho e com casais e famílias que não é um modelo puro da abordagem
centrada na pessoa até certo ponto então eu vou explicar porque eu entendo que apesar de eu trazer outras coisas para o atendimento é eu entendo é que esse é um modelo de trabalho centrado na pessoa e na relação se a primeira formação que eu fiz foi na abordagem centrada em 85 formação de terapia mas terapia individual e de facilitação de grupos depois há alguns anos depois eu fiz a formação em terapia familiar sistêmica não é a terapia de família com é sistêmica construtivista não na terapia de família sistêmica estratégico então na terapia de família sistêmica
construtivista existem muitos pontos é de afinidade entre a abordagem centrada e essa forma de olhar a família o sistema familiar como um todo o que eu pude perceber é que é a minha formação primeira na abordagem me deu um outro olhar e uma outra forma de lidar com que a terapia de família propõe sugere oferece a gente tem muitos recursos dentro da terapia de família sistêmica que eventualmente eu possa ter usar mas é é eu não me baseio nesses recursos pra o meu trabalho com os meus clientes eles podem ser eventualmente utilizados e se fizer
sentido para as pessoas e se ajudar de alguma forma mas ela eles não são essenciais no meu trabalho meu trabalho é entende é que eu como terapeuta e como ficou como facilitador do diálogo e eu também existiu dentro do sistema e do atendimento dentro do sistema familiar e portanto eu tenho uma história eu tenho uma formação eu tenho determinadas experiências eu tenho que terminar de conhecimento que não vão ficar fora do campo de trabalho do meu consultório com os meus clientes primeiro quero lembrar que o roger não elaborou uma teoria específica para o trabalho com
famílias por elaborou uma abordagem maravilhosa que se aplica a qualquer relação inclusive a relação com o grupo familiar e é essa abordagem que norteia todo o meu trabalho clínico tanto individual como com casais e com família e pra mim todo o atendimento em abordagem centrada se baseia sempre as mesmas coisas então é são as atitudes facilitadoras e vai atitudes do terapeuta frente ao fenômeno que se apresenta que fazem a mudança terapêutica que faz a relação fica melhor que proporcionam um crescimento para as pessoas envolvidas para lembrar que também de um conceito oriundo da biologia que
é um conceito de auto conhece é um conceito inclusive poético que é um conceito que diz que os organismos vivos eles têm a capacidade de se autogerir em de se recriar e resolverem os seus problemas de se transformarem esse conceito de auto conhece ele influenciou muito a teoria assistente de segunda ordem que é uma das mais utilizadas no trabalho clínico com com famílias e esse conceito ele estabelece então que os indivíduos eles eles se desenvolvem a partir das características de sua própria estrutura sendo desnecessária uma intrusão uma uma influência externa que traga algo que eles
não possui então esse conselho pra mim é muito coerente com o conceito de tendência atualizam ante desenvolvido pelo rogers que é um conceito que diz também que os organismos vivos eles possuem dentro desse recursos para o seu crescimento para o seu desenvolvimento e para a resolução dos seus problemas então pensando nesses conceitos é que eu em bazzo a minha prática de uma forma não diretiva então essa tendência a crescimento essa tendência a ser cada vez melhor como o que a gente tem em torno não é com que a vida e as situações nos oferecem é
uma tendência que existe também no sistema familiar que existe também nos núcleos familiares ea gente trabalha muito é ajudando a criar um contexto favorável para que isso possa se expressar e que tome a própria direção os casais procuram psicoterapia e eles entendem que o meu papel ali enquanto que quando kaita decidindo quem tem razão quem está certo é que a atitude que eles têm que tomar para melhorar quando o casal ou a família vem normalmente eles vem acreditando que o poder da mudança está no profissional a partir da explicação do primeiro encontro do início da
psicoterapia esse poder sair do profissional passa do profissional para o casal ou para a família isso então significa que eles têm um potencial eles têm o recurso para encontrarem caminhos diferentes do dos que vêm sido caminhadas até aqui e viverem de um jeito melhor não há um estudo de como atender determinada determinado público de uma forma diferente do habitual o terapeuta centrado na pessoa é fundamental que ele possa exercitar e exercer né algumas atitudes que são consideradas terapêuticas quais são elas a primeira de todas é sempre uma compreensão empática o que é a compreensão em
prática é compreender o o o relato da pessoa eo vivido da pessoa a partir da sua própria perspectiva em terapia e com mais pessoas vão colocar assim então não importa que seja do casal ou familiar o terapeuta tem um papel um pouquinho mais trabalhoso porque precisa se colocar empaticamente no ponto de vista daquelas pessoas que estão ali então ao contrário terá pedido ao em que ele exercita isso somente com uma pessoa nas terapias com mais pessoas ele precisa exercitar isso com todas essas pessoas de uma forma igualitária pra isso é preciso não tomar partido e
eu acho isso um ponto bem importante da terapia de casal seja por qualquer ponto de vista seja do ponto de vista financeiro seja do ponto de vista de g dinheiro a gente precisa ficar um pouco mais atento para não tomar o partido da mulher ou do homem ou dos filhos ou dos pais eventualmente dos avós que vem também pra que a escuta seja igualitária para todos é tomar essa posição de juízes da relação mais atrapalha do que ajuda né quando muitas vezes eu entendo que ele já já estão passando por isso lá fora eu me
permito está está nessa relação de forma genuína com tudo o que eu sei que eu tenho toda minha história toda minha bagagem e o meu objetivo é trabalhar a facilitação do diálogo entre essas pessoas que chegam ao consultório ou seja um casal seja uma família com pais filhos sejam famílias é só o pai os filhos quer dizer pra mim não o é no essencial que todos estejam presentes na sessão eu posso trabalhar com partes eu posso fazer recortes entre essas pessoas a ideia que eu tenho dentro da psicoterapia de casal é facilitar condições nessa empate
fica sem congruente aceitando esse casal condicionalmente para quem a partir disso eles possam se fortalecer e repensar se é essa relação que eles querem ter que repensar como que eles querem a relação ea relação deles né porque muitas vezes não é só uma questão de conflitos também entre os dois é uma questão também de conflitos sociais é que acabam interferindo na vida desses desse casal então um é o facilitar condições para que eles possam repensar o que faz sentido hoje na vida deles enquanto casal e o que não faz mais sentindo o que antes combinava
com eles e o que hoje não combina mais então é ter um espaço onde eles possam repensar essa relação que eles estão vivendo hoje e como que eles querem construir ou reconstruir o reformulado daqui pra frente não partiu de nenhum princípio de nenhuma nenhum ideal do que seja bom ou ruim né ter uma família do que seja certo e errado o meu trabalho é ajudá los a refletir sobre o que eles consideram que seja bom ou ruim certo ou errado o que eles dão conta o que eles não dão conta de conviver com que eles
podem com que eles não podem conviver então é um trabalho que vai nesse viés que eu viesse a alma é uma bobagem centrada na pessoa um outro ponto que eu acho importante manter é a consideração positiva e incondicional para todos os membros então eu não posso considerar condicionalmente uma pessoa e incondicionalmente outra sob pena de estar tomando partido e é caindo do erro de enfim de escolher alguém para salvar nessa relação qual é o papel do terapeuta nesse caso ele se coloca como parte desse grupo é e tenta identificar os caminhos identificar osmar ganhados as
dificuldades que esta família está tendo para se relacionar e aí tenta mobilizar os recursos existentes nessa família então o trabalho do psicoterapeuta é ajudar o casal ajudar sua família a expressar seus sentimentos a comunicarem suas percepções de tal forma que um fala ea ouvir do outro também fala e ouvido e juntos uma vez tomando consciência de do daquilo que o outro sente daquilo do que o outro percebe eles podem achar novos caminhos para criarem ou como o casal então como família o terapeuta da abordagem centrada na pessoa naná trabalho com a família via é acredito
que também nos trabalhos individuais eles têm mais um exatamente do que estamos lançando na tela pintura intervenção é mais exatamente é com a intenção que eles têm com as intervenções que eles fazem qual é a se rendiam e finalmente eles estão acreditando que as pessoas que se apresenta a ele tem competência capacidade de encontrar soluções mais plenas para havido eu não acho que tenha uma forma especial de atender indivíduos isolados casais ou famílias o que eu acho que tem de diferente é esse exercício nosso de abarcar mais pessoas e mais pontos de vistas numa mesma
sessão o papel do terapeuta sem ser intrusivo é um papel de alguém que está ali pra ajudar a família se ajudar ajudar as pessoas a utilizar os recursos que elas têm para resolverem as suas dificuldades e que encontrarem os seus caminhos não é o papel de um terapeuta é que vai tentar estabelecer uma homeostase um acordo mas é um papel que vai fazer com que as pessoas percebam as diferenças e tentem harmonizar essas diferenças respeitando as individualidades de cada um quais são então os meios que o o terapeuta de casal e de família vai fazer
uso para ajudar aqueles que buscam a serviço de psicoterapia o trabalho de psicoterapia a se perceberem pode ser através do diálogo através das artes expressivas e através de vivências e eu particularmente nem toda a sessão em um menino uma técnica onde nenhuma dinâmica o que o profissional tem que tomar cuidado que qualquer um desses três tem que ter como alvo tem que ter como proposta a facilitar o diálogo no casal e na família em geral quando o casal chega eles num casal a família também é eles não sabem se comunicar eles não sabem dialogar um
grita outro chora ou então fala o outro houve aí ouvi aquilo que não foi dito e aquilo que foi dito não é ouvido eu faço mais um adendo zinho que a questão do tempo normalmente eu faço sessões e de indivíduos e 50 minutos indivíduos isolados casais uma hora e meia na e normalmente famílias eu separo duas horas pra gente conversar com mais calma para que todos tenham a oportunidade da palavra né e que todos tenham de mim a mesma tentativa de apreensão do vivido fenomenológica em pasta e incondicional e para que eu possa me colocar
congruente mente perante todos eles uma das condições facilitadoras da congruência que como em qualquer relação de ajuda é a forma que psicoterapeuta tem de expressar os seus sentimentos e seus pensamentos outras reflexões dentro daquela relação do casal longe da família e visibilidade do que vai acontecer faz parte desse lugar não saber do terapeuta da abordagem do facilitador do diálogo na abordagem de trabalhar o que a gente tem aqui agora e junto junto junto com a família junto com o casal junto com kent é ao lado junto acompanhando esse movimento que o próprio cliente faz e
que a gente não tem uma ideia a priori de qual vai ser o futuro isso tudo é o que que eu não tenho que é a beleza é a beleza do trabalho