Oi sou a professora Vanessa Meyer E hoje vamos falar sobre a avaliação do membro inferior [Música] Oi Hoje vamos falar sobre a avaliação do membro inferior então retomando um pouquinho o conteúdo sobre membro inferior Uma Breve revisão né das estruturas que vão compor esse membro inferior o membro inferior do corpo humano os membros inferiores são formados pelo quadril pela coxa pelas pernas e pelos pés esse conjunto de membros é chamado de membros inferiores então eles são responsáveis pela descarga de peso de todo o nosso tronco né membros superiores cabeça e pescoço sobre eles eles são
responsáveis pela nossa locomoção e pela nossa sustentação qualquer alteração que exista nesse membro ele compromete um posicionamento de praticamente todo o corpo a gente deixa de descarregar o peso em um dos membros ou reduz essa essa descarga do Peso corporal sobrecarregando um lado contra lateral então o equilíbrio corporal também é influenciado pelo membro inferior Então quais são as principais articulações desse membro então nós temos lá em cima né as articulações do quadril nós temos o osso do quadril e nós temos o fêmur que vai se articular com esse osso do quadril o joelho então a
articulação do joelho que permite dois movimentos Reflex de extensão e as articulações do tornozelo Então são articulações importantes para nossa mobilidade e são dependentes né O que quer dizer isso qualquer alteração em uma delas modifica então a forma de movimento de todo um membro de todo um membro inferior a função principal Então vai ser como eu falei é de sustentação vamos começar falando então lá em cima do quadril o quadril a pelve chama-se a pelve a primazia da postura o que acontece qualquer desequilíbrio na articulação pélvica no movimento pélvico qual altera todo o posicionamento do
nosso corpo por quê Porque ela tá no centro do nosso corpo então nós temos no centro a pelve né e da pelve nós temos a parte superior ligada a ela nós temos a coluna e para baixo articulando com ela nós temos um membro inferior de uma forma específica o osso do fêmur Então essa articulação do osso do fêmur né que a articulação roxo femoral ela também chamada de articulação do quadril ela é uma articulação esferoide Então se vocês olharem na imagem ao lado vocês notam que existe é um encaixe na região né do quadril da
cabeça do fêmur e ela permite o movimento esferoide porque ela é arredondada permitindo então o movimento é todos os movimentos em relação a flexão extensão abdução abdução rotação e circundução isso quer dizer permite todos os movimentos dentro da articulação era uma articulação extremamente móvel né Igual a ela nós vamos ter articulação do ombro a principal função primária do quadril é justamente a sustentação do Peso né então de todo o nosso corpo então dos braços do tronco da cabeça então toda parte superior ela está inicialmente então sobre articulação aqui do quadril e depois das estruturas que
vem abaixo dela também e quais são os componentes então do complexo do quadril da estrutura do quadril nós observamos então que nós vamos ter uma divisão nós temos a pelve né a pelve nós vamos ter a parte do osso aonde na curva superior ali anterior nós temos a cristilíaca nós temos a região do ísquio que inclusive é onde se origina na parte posterior ali onde se originam os músculos e Skills tibiais e nós temos a região pubiana que a região do púbis que é ligado uma cartilagem no centro né onde liga então essa região pubiana
onde no processo gestacional por exemplo é um afastamento dessa articulação e uma modificação do posicionamento desse osso do quadril se articulando com esta pelve nós vamos ter ali ó o osso fêmur que se encaixa então na estrutura do complexo do quadril podendo gerar os movimentos então do membro inferior nós temos aqui alguns graus de movimento então como eu falei ela permite muitos movimentos para elas ter um formato esferoidal então o formato arredondado então no plano sagital ela vai permitir dois movimentos um anterior que a flexão do quadril e outro posterior que é o movimento de
extensão do quadril nós temos no plano frontal dois movimentos que é a abdução e a adução Então os movimentos de abertura e de fechamento afastando então e aproximando na linha média do nosso corpo no plano transverso nós estamos nos movimentos rotacionais onde nós vamos fazer a rotação medial do quadril e a rotação lateral do quadril todos esses movimentos de forma combinada como eu comentei com vocês eles geram então o movimento de circuncisão e quais são os ângulos de normalidade do movimento do quadril então no movimento de flexão ele vai ter uma diferença nós podemos fazer
o movimento de flexão do quadril com a perna fletida ou com a perna estendida então com a perna estendida nós teremos uma amplitude de movimento menor por quê Porque os músculos diz que os tibiais acabam então travando o movimento segurando então o teu membro gerando uma resistência durante esse movimento de flexibilidade é por isso que a flexão do quadril ela pode ser prejudicada por um encurtamento dos músculos E esquiviais então aqui ela fica em 80 graus de normalidade com a perna estendida com a perna fletida nós vamos ter 120 graus então ela vai ser maior
porque porque quando eu faço uma flexão do joelho eu vou fazer uma inibição dos riscos tibiais e aí eu tenho 120 graus movimento de extensão Ela é bem curto e tem que tomar muito cuidado que o movimento de extensão quando a gente vai avaliar nosso paciente ele gera uma restrição né Então essa restrição do movimento de extensão ela pode ser compensada porque ele já é um movimento curto compensada com o movimento da coluna lombar Então tem que ser um movimento puro bem observado ele tá só em 10 graus o movimento de abdução é um movimento
de afastamento então da linha média Então nós vamos ter 45 graus de abdução o dedução é de 15 graus fazendo fechamento na frente né da nossa da nossa corpo movimento de rotação medial ele é de 45 graus e de rotação lateral também 45 graus e quais são os principais músculos então para se realizar um movimento de flexão de quadril nós temos alguns músculos importantes nós temos ali na região da pelve né Nós vamos ter o Will pessoas que é extremamente importante uma somatória de pessoas com ilíaco que é um flexor do quadril nós temos um
músculo reto femoral que faz parte do quadríceps mas o músculo reto femoral é o único que auxilia no movimento de flexão do quadril o quadríceps em si ele é a tua fortemente na extensão do joelho e o reto femoral ele tem as duas funções por ele ser um músculo B articular o músculo tensor da face a lata e também auxilia na flexão e o sartório são os flexões primários do quadril adutores os adutores estão nessa parte Medial interna né então lembrando ali o que a gente viu na anatomia olha aqui na imagem ao lado observem
que grande parte dele está saindo próximo da região aqui ó de próxima uma proximidade muito grande da sífilis e Pública então isso inclusive nos arremete é o seguinte olha até uma flechinha escrito Aff então um movimento servem bem o movimento é rápido movimento uma lesão estiramento principalmente nas atividades esportivas ela pode gerar uma síntese né ter corrente de um movimento então exagerado ou tá passando limite da normalidade que gera um estiramento ou uma tendinite ali naquela região então eles estão muito próximos a região da sífilis pública e vão se inserir né em toda a extensão
ali do osso fêmur até a região medial do joelho então aqui os importantes adutores são o adutor longo o ator curto adutor Magno o pectinio e o grácil abdutores Então temos três abdutores aqui importantes né Nós vamos ter o glúteo médio e o gluto mínimo que são importantes estabilizadores do nosso quadril Então são é muito importante a gente ter essa musculatura bem fortalecida que Observe que era vista lateral aqui vocês não estão enxergando a cabeça do firme Então esse músculo forte ele faz uma estabilização da sua cabeça do fêmea então o glúteo médio e o
tensor da Face lá tudo servem lá o tensor da face alada ele também tá implano lateral e ele tem então aquela Face né aquela se ele considerar tendão que vai se ligar até a região do joelho extensores que são estão na parte posterior da coxa e do quadril Então os extensores aqui nós vamos ter o glúteo máximo então que está lá cobrindo o glúteo ele vai estar acima né do médio do mínimo nós temos os íps tibiais então e quer ter aqui são os riscos tibiais esses riscos tibiais são formados pelo bíceps femoral semitendinoso ou
semitendinho que é a mesma coisa e o semimembranoso aí vamos começar como é que nós vamos avaliar tudo isso então nós temos que ter um conhecimento da parte anatômica né das estruturas do posicionamento de cada uma das estruturas sejam elas musculares articulares tendinhas para nós sabermos abaixo daquela queixa Que estrutura que nós temos até para nos direcionar na parte da palpação para identificarmos então a estrutura lesionada e o movimento que pode ter gerado essa lesão né então toda a história do nosso paciente toda aquela página anamnese ela deve determinar o início desses sintomas então a
gente sempre tem que chegar no começo na origem do problema né então qual foi o mecanismo de lesão então de que forma essa lesão aconteceu como que isso se isso está ligado alguma alguma situação se isso veio de uma forma progressiva iniciou com uma dor leve veio com uma dor moderada Será que isso foi a esforço está ligado atividades esportiva Então temos que ser bastante críticos e fazer uma um interrogatório bastante detalhado Para conseguirmos baseados na queixa do nosso paciente chegarmos a possível causa do problema questões sobre ambiente de trabalho participação atlética que são as
atividades esportivas atividades diárias recreacionais coisas que o teu paciente realize no seu dia a dia que são os hábitos de vida né Para nós que a gente possa então tentar fazer uma interligação da queixa né com a vida do teu paciente então o fisioterapeuta ele tem né a necessidade de tentar então identificar toda essa causa do problema para poder depois para escrever um tratamento adequado e tentar modificar possíveis causas desse problema vamos orientações em relação às atividades do seu dia deve ser coletados então informações em relação à atividades e posições que podem agravar né ou
diminuir sintomas posicionamentos que o paciente deve executar alguns cuidados inspeção a gente observa o paciente desde o momento que ele entra no nosso consultório Então essa observação a gente já tá analisando de uma forma informal que quer dizer isso ele entra não sabe que está sendo avaliado nós estamos observando a marcha estamos observando esse paciente está fazendo uma marcha por exemplo claudicante que é mancando se ele roda o quadril se ele tá fazendo compensação Então nós vamos observando como é que ele se importa se ele consegue sentar se ele consegue ser precisa de apoio tá
sentando mais lateral Então nós vamos observar desde a entrada no nosso paciente na sala até o momento né da dessa inspeção observamos também a parte né em todas as vistas anterior posterior lateral a oblicidade pélvica que é o que eu posicionamento da pelve do paciente então ele pode estar diversão e retroversão e inclinação simetria de sustentação de peso então essa descarga de peso num membro mais do que o outro observamos o equilíbrio se ele tem uma boa um bom controle para perceptivo nessas articulações avaliadas posição dos membros se elas são iguais e simétricas isso quer
dizer são se equiparam né de um lado com o outro a textura da pele se tem alguma cicatriz sempre tem cicatriz qualquer alteração que a gente visualize nós temos que questionar o paciente sobre a origem o nosso paciente ele não fala tudo né então nós temos então perguntando se houve algum procedimento cirúrgico mesmo que anterior a esse quadro áudio né uma cirurgia muito anterior é um trauma que tem acontecido que possa vir a ter gerado essas assimetrias que nós podemos vir a visualizar observação geral então danos no tecido se tem edema a temperatura da pele
então Quanto mais quente a região avermelhada arroxeada sinais de trauma de processo inflamatório ao toque aumento da sensibilidade no local se na articulação apresenta algum está Lido ou crepitação é observar as articulações periféricas que são que periféricas as extremidades se tem alteração de coloração da pele né então para arroxeado principalmente que aí demonstra uma alteração vascular mais significativo a normalidades dos contornos ósseos e de tecidos moles então sempre comparando o membro direito com o membro esquerdo a gente nunca avalia somente membro da queixa a gente sempre compara um membro ao outro vamos observar não só
de forma passiva mas como de forma ativa porque às vezes esse paciente parado ele não apresenta grandes alterações só que quando ele vai desenvolver um movimento a gente começa a notar algumas alterações relacionadas a padrões de movimento ritmo qualidade do movimento movimento das articulações associadas limitações né E vamos analisar marcha Então como na imagem lateral Às vezes a gente observa por exemplo que o paciente durante a marcha ele faz uma queda muito grande no quadril então às vezes por fraqueza da musculatura do glúteo médio né que é uma das coisas comuns que acontecem paciente com
muita dor fazendo uma marca que seja mais compensatória né Porque durante a descarga de peso durante execução da passada esse paciente aumenta a intensidade álgebra E aí então descompensa ainda mais e faz essa sobrecarga no lado contra lateral né a palpação sempre na palpação nós vamos buscar o quê possíveis alterações então para nós sabermos Quais são as alterações nós temos que saber o que é normal então observar a anatomia normal identificar as anormalidades de contorno Observar se tem presença de dor em algum ponto específico deformidade óssea alterações do tônus muscular trofismo da musculatura né então
observar gente se existe alguma alteração é assimétrica em relação ao lado e outro E aí nós temos alguns testes especiais O que são testes especiais ou testes específicos são testes que nos geram diagnóstico diferencial então muitas vezes eu vou realizar esse teste para ter certeza de que esse problema realmente que o identifiquei o que eu suspeito durante avaliação ele se confirme então esses testes ortopédicos nós então vamos desenvolver né no nosso paciente de acordo com tudo que a gente observar durante a avaliação então ele vai nos dar Justamente esse direcionamento para o que o que
a gente vai utilizar o teste de treino Burger é um teste por exemplo que ele identifica a presença de fraqueza do glúteo médio Que perfil de paciente que a gente poderia utilizar esse teste um paciente por exemplo que tenha realizado uma cirurgia de prótese de quadril Lógico que não de imediato né mas no seu tempo adequado então para observar se houve uma fraqueza de glúteo médio teste de Thomas ele avalia uma presença de contratura e flexão do quadril então também suspeitando de uma alteração nesse sentido uma alteração de posicionamento um paciente com anteversão pélvica a
gente faz o teste de Thomas Patrick ou Patrick Faded ele detecta tanto patologias do quadril como da articulação sacroilíaca Então esse teste de Padre a gente observa durante a execução que o paciente refere dor durante a execução aí nós temos que prestar atenção se essa dor é dentro da articulação do quadril ou se ela vai ser na região da articulação sakurifica o teste de Hortolândia esse teste de Hortolândia ele é realizado no bebê então ele é utilizado para verificar se esse bebê tem estabilidade já no quadril o teste de Uber ele vai identificar então a
contratura em abdução do quadril vamos para avaliação do joelho agora vamos descer um pouquinho mais então a articulação do joelho ele é considerada a maior articulação do nosso corpo Então ela é bastante suscetível a lesões traumáticas Então ela tá entre dois braços delavanca né que é o filme e a tíbia e ela não tem uma grande proteção né então ela não tem a proteção de músculos sobre articulação então nós temos tendões que vão atravessar a articulação e tem pouquíssima precisa de pouso Então ela é muito suscetível articulação então do joelho ela vai envolver três ossos
o fêmur a tíbia e a patela essas três estruturas elas vão formar duas articulações a articulação femoropatelar e articulação tíbia femoral os movimentos são bem mais simples do que os movimentos de quadril Na verdade nós teríamos puros dois movimentos que é o movimento de flexão do joelho e o movimento de extensão o de flexão do joelho ele vai partir do zero que a perna estendida e ele vai fazer uma flexão de 140 graus e o distensão ele vai de 140 a zero o que que limita uma flexão que não seja uma patologia então por exemplo
excesso de gordura na região da Coxa pode limitar o movimento aumento da massa muscular de forma excessiva hipertrofia pode limitar o movimento isso sem relacionar a patologia nenhuma então quando nós vamos observar o nosso paciente nós temos que identificar justamente é essa alteração em si Então não é uma alteração patológica que tá gerando né Essa alteração de movimento e se uma alteração de estrutura corporal então Observar isso o encurtamento muito grande no músculo quadríceps ele diminui o movimento não permite ou diminui uma um movimento de flexão do joelho então sempre analisar o todo né pensar
no geral Quais são os principais ligamentos do joelho então a gente ouve falar bastante né então principalmente no futebol sobre as rupturas e as lesões que acontecem nos ligamentos do joelho nós temos aqui no nosso joelho Então os dois principais dentro do joelho observem na imagem do lado nós vamos ter os ligamentos cruzado anterior e o ligamento cruzado posterior estão dentro do joelho que é o LCA e o lcp do lado do nosso joelho tanto Medial como lateral nós vamos ter os ligamentos colaterais e um forte que nós temos é o infrapatelar que ele vai
ligar então a patela a tuberosidade da tíbia então que aquele tendão anterior né os ligamentos eles são compostos por tecido conjuntivo fibroso e ele tem o objetivo de justamente impedir travar o joelho né no movimento excessivo ou anormal dessa articulação então eles auxiliam no que Na estabilidade agora um movimento muito brusco o movimento com rotação preparado e rotação nós temos aqui uma sobrecarga sobre esses ligamentos E aí acabam se rompendo e muitas vezes essa ruptura ela vai aqui ela vai paciente para cirurgia né E nós vamos reabilitar esse pós-operatório ou rupturas parciais onde nós trabalhamos
somente na fisioterapia para fazer estabilização dessa articulação músculos tão importante quanto as demais estruturas é válido frisar que a musculatura quando ela está forte Ela diminui a proteção de lesões Quando que a gente observa isso então por exemplo quando a gente assiste um jogo de futebol nós observamos a quantidade de traumas que acontecem durante o jogo imagina se cada uma daquelas quedas dos jogadores fizesse uma lesão ligamentar não jogava mais então eles têm o quê desenvolvido musculatura musculatura auxilia a Gerar essa estabilização articular um músculo forte mas também flexível ele auxilia muito nessa estabilização Então
isso inclusive é um tipo de atividade que nós executamos na prevenção de lesões Então os músculos que vão fazer parte né dessa estabilização que do joelhos são o quadríceps é o vasto lateral composto pelo vaso lateral vasto Medial vasto intermedi reto femoral então eles realizam o movimento de extensão do joelho eles estão na parte anterior da coxa na parte posterior da coxa nós temos os riscos tibiais eu falei que os riscos tibiais fazem a extensão do quadril né na aula anterior no slide anterior e agora estou falando que eles também fazem a flexão do joelho
Então são músculos biarticulares que realizam duas funções então bíceps semitendíneos você membranos auxilio fazem um movimento de flexão do joelho tensor da facelato realiza a rotação lateral do joelho e ele promove também a estabilização da articulação sartório rotação medial do joelho existem aqui observem aqui na imagem ao lado todos esses músculos eles vão fazer o que vão se inserir em algum ponto existe um grupo de músculos chamado músculos da pata de ganso porque esse nome se vocês observarem na imagem ao lado ele tem três pontos então ele Parece uma patinha de ganso né por isso
do da origem do nome a pata de ganso de ganso desculpe na anatomia humana ele é um conjunto de três tendões tem dois do músculo sartório do braço e você me entendido eles têm a função de realizar a rotação medial ou interna do joelho essa localização da pata de Ganso ela fica na região anteromedial da perna então no terço por sinal Então logo abaixo da articulação do joelho na região Medial está a pata de ganso Então por que que eu preciso saber disso porque existem muitas pessoas que têm tendinite na pasta de Deus então ela
não é articular ela é uma não é uma dor de componente articular era uma dor abaixo da articulação outras estruturas importantes nós temos diversas bursas ou bolsas Então essas bolsas elas estão posicionadas em diversos pontos do nosso joelho Então nós vamos ter a bolsa ou bolsa pré-patelar a infrapatelar e a pata de ganso quando se gera um processo inflamatório e uma dessas bolsas nós temos uma bursite então o paciente tem muita dor tem dor a palpação dessa estrutura né e a gente acaba identificando então o processo de bursite os meniscos têm menisco medial menisco lateral
observem aqui na imagem ao lado né porque nós temos ali eles deitados sobre o prototibial Onde eles fazem justamente essa absorção de impacto Eles estão posicionados no platô e geram então junto com a região dos cônjuges cartilagem lá em cima dos cônjuges femorais que desliza sobre a estrutura do prototibial Isso quer dizer sobre os meniscos no centro nós vamos ter que ir a patela Lógico que ele está o que é para visualizar melhor são os locados né mas a patela vai ficar anterior então aqui algumas imagens do que a gente observa Na expressão mesma coisa
que quadril todo membro inferior a gente tem que observar a marcha do nosso paciente então nós vamos colocar ele para andar vamos observar tanto na postura estática como na postura dinâmica mobilidade do joelho Então vamos Observar se esse joelho Tem movimento não tem movimento o quanto de redução ela tem né entumescências que são o que os edemas né que podem ser bem localizados Mas podem ser como na imagem ao lado e nem mais generalizados então o que atinge uma estrutura muito grande né aí nós vamos palpar aqui na imagem ao lado da primeira imagem avermelhada
a gente nota um sinal clássico de inflamação esse paciente vai ter dor a palpação Com certeza então dor calor robô e edema observamos a nitidez do Contorno eu não consigo visualizar nenhum de tapa a tela nessa imagem Então cadê o contorno desse joelho Contorno correto assimetria presença de cicatrizes de manchas quando nós temos um pós-operatório como na imagem abaixo nós temos ali uma incisão cicatricial observar o tipo dessa incisão Observar se tem algum processo de infecção é algum ponto de infecção nesse local tá observar a presença de movimentos anormais Então o que aconteçam né nessa
durante a execução no movimento se a patela desloca então o que que tá acontecendo atrofia do músculo muito comum no pós-operatório Então quando você deixa de utilizar aquelas aqueles movimentos né que você executava anteriormente se acaba então diminuindo a força ou diminuir o apoio não pode realizar o apoio né a tíbia normalmente ela já apresenta né uma angulação valga em relação ao filme nós não temos a perna 100% a reta nós temos então uma angulação um valgo de joelho né E algumas isso comumente agora nós temos algumas deformidades dessa circulação eu posso ter um joelho
varo que é uma abertura não para dentro mas para fora no formato mais de alicate né o valgo que aquele joinho para dentro então em x ou uma hiper extensão do joelho também pode acontecer também pode acontecer de um flexo que que é um flexo joelho sempre refletido por alguma razão notar alterações e cumprimento do Passo que que é comprimento do Passo durante a caminhada passadinhas muito curtas ou uma das pernas da passada normal e a outra vai curta a velocidade da Marcha a Cadência que são número de passos e o desvio se o paciente
desvia desloca desequilibra aqui mostrando Então o que é um valgo e o que é um vago então aqui na primeira imagem nós temos três imagens uma das imagens em alinhamento uma discreta angulação valga na segunda nós temos uma exacerbação do valgo observem que a uma inclinação Medial ali né esse joelho fica mais para dentro e na terceira imagem nós vamos ter o contrário nós temos então o varo que equivale aquela imagem aqui mais na lateral né ou dos joelhos não se encostam que aquele joelhinho mais em alicate né agora na imagem preto e branco olham
aqui eu enxergam uma imagem do valgo que é o joelho junto e o pé abre a base abre ao contrário do Vale na palpação nós vamos fazer a palpação com o paciente sentado na Borda da Mata então grande parte dos nossos ligamentos eles estão mais relaxados na verdade se quiserem colocar em decúbito dorsal na maca também porque numa posição de semi-flexão em 30 graus a gente tem um relação um relaxamento maior das estruturas ligamentares do joelho na goniometria então realizando lá ó gonios ele fica na face lateral da perna né então bem na articulação do
joelho aqui realizando o movimento então na imagem de flexão do joelho professora mas existe uma outra forma que não só endorsal existe nós podemos colocar o paciente ventral também né e fazer o movimento de flexão de joelho e a extensão que vai ser zero nós temos um ângulo formado que eu falei naquele algo fisiológico que nós temos essa angulação valga né e chamada de ângulo q Então esse ângulo que ele tem uma diferença entre as mulheres e os homens nas mulheres em média nós temos em torno de 15,8 graus de angular São Paulo nos homens
11,2 graus o ângulo que maior que 15 graus ele tem uma ele gera uma contribuição maior para condromalácia patelar Isso quer dizer um atrito da patela em relação a cartilagem do firme que acaba gerando uma degradação né um processo inflamatório nessa região da cartilagem gerando então condromalácia dorfeno patelar e Inclusive a luxação patelar alguns testes nós temos o teste do rechaço Então se teste do richar a gente faz observação para ver se tem uma flutuação de patela teste joelhos saltador Então a gente vai impor a resistência contra o movimento de extensão do joelho e a
gente observa então o objetivo é justamente a presença de tendinite patelar ou do quadríceps teste de gaveta teste de gaveta detecca detecta instabilidade anterior do joelho com quer dizer é quando o gaveta anterior a gente pode fazer também gaveta posterior que é identifique então a estabilidade posterior Então quem normalmente nesse teste a gente tá testando é o ligamento cruzado anterior é e posterior quando na gaveta posterior Então nós vamos testar com os testes de gaveta os ligamentos cruzados no lacma lesão do ligamento também cruzado tá anterior e posterior a que eu coloquei só anterior teste
de compressão de Apple a gente vai identificar lesões meniscais Mac Mury lesões também meniscais teste de apreensão identifica o deslocamento da patela e o sinal declaro que a presença de condromalácia patelar então diante do histórico né Nós vamos fazer alguns testes para tentar Identificar qual é o problema real do nosso paciente E aí chegamos na extremidade do nosso corpo Chegamos no pé e no tornozelo articulação do tornozelo então se eu falei que o quadril suporta todo tronco o peso do tronco né dos membros superiores da cabeça imagine então toda sobrecarga vai estar sobre ele né
então a articulação do tornozelo ele suporta maior carga do que qualquer articulação do nosso corpo as articulações dos ligamentos do pé e do tornozelos geram estabilização e o nosso pele é capaz de se adaptar algumas formas por isso que quando andamos descalço nosso pé que tem o poder de se adaptar a estruturas irregulares as estruturas do pé são formadas por 26 ossos que vão se dividir em três grupos principais então Aqui nós temos falanges que são os dedos metatarso que é o médio e pé e a região do Tarso que é a parte mais posterior
na vista de cima né a gente vê no retro-pere o osso tá luz e o calcâneo que a parte mais posterior do nosso pé né no médio pélvicular o Boys e os cuneiformes e no anteper metatarsos falanges na região do Tarso nós vamos ter Sete Ossos o Boyd navicular cuneiforme talos 5 ossos nos metatarsos e 14 falanges estabilização do tornozelo a estabilização do tornozelo é mantida por dois tipos de mecanismo a forma passiva e a forma ativa passiva é o que que são justamente os ligamentos a membrana sinovial a cápsula articular então isso né é
a estabilização passiva nós temos uma parte óssea também na passiva que a pinça amarelar né o osso talo de osso calcâneo então cápsula ligamentos né eles estão posicionados em todas as estruturas Medial lateral anterior posterior na região lateral nós temos o talo fibular anterior o calcâneo talos posterior e Medial ligamento deutoide que são os mais lesionados nos movimentos em torce músculos posterior nós vamos ter tríceps oral ele é formado pelo gastrocnídeo sólido o tendão do tibial posterior do flexor longo dos dedos e dorflexo ao longo do alaxy na região lateral nós vamos ter fibular longo
eibular curto anterior tibial anterior extensor longo do Halo e ao longo dos dedos intrínsecos Olha a quantidade de músculos intrínsecos no nosso pé né extensor dos dedos os enterócitos quadrado da planta flexor curto dos dedos e do hálux adutor do hálux abdutor do hálux flexor curto do quinto dedo abdutor do quinto dedo e oponente do quinto dedo arco plantar então o arco plantar ele tem uma forma de abóbora né então ele tem ele é sustentado por três partes por três Arcos Isso quer dizer ele é mantido por três pontos né Ele é flexível e ele
tem essa capacidade de fazer essa adaptação então quando nós estamos poção de bíper que a posição em pé né era se você ponto de apoio na região da frente lateral na cabeça do quinto metatarso atrás do calcâneo frente Medial na cabeça do primeiro metatarso e esses Arcos eles vão ser mantidos por tensores ligamentares e por músculos arco plantar longitudinal Medial então ele vai ser formado pelo calcâneo talos navicular primeiro cuneiforme e primeiro metatarso ele vai ser mantido por quem pelo abdutor do aluno tibial anterior e flexo ao longo do lado o arco plantar longitudinal lateral
ele vai ser formado pelo calcâneo o boy de quinto metatarso que vai ser visível somente no esqueleto não dá para ver no paciente e ele vai ser mantido pelos tribulares tanto longo como curto o arco transversal ele é visível na parte da zona Central dos metatarsos na altura do médio pé né ele vai ser mais alto calcâneo navicular ele tem uma faixa transversal ele é mantido então para o tibial posterior né Principalmente interocios e adutor do hálux professor que significa essa história de mantido é quem vai dar essa sustentação e quando que ela pode não
manter Digamos que o teu paciente fez um trauma fez uma cirurgia e ele ficou com o gesso aí por 60 dias né a partir de 45 dias você deixa de executar o movimento por 45 dias é uma fraqueza desse músculo e é uma tendência então de ter o que uma queda desse arco plantar por fraqueza muscular onde vão ter que ser fortalecidos esses músculos para que se recupere a forma correta da Pisada porque nós paciente ele não vai conseguir desenvolver a marcha da forma adequada no exame físico as informações sobre queixa principal do paciente deve
incluir sempre Quando onde e como essa lesão aconteceu então detalhes sobre o mecanismo da lesão então sabe como aconteceu há quanto tempo aconteceu né se veio piorando essa essa dor excedendo o que aconteceu com ele você precisou fazer cirurgia então sempre ter detalhes sobre o que aconteceu com o paciente na inspeção a gente observar sapato então se ele desgasta mais sapato do lado do que do outro está fazendo alguma sobrecarga nessa descarga de peso né dedos gente quantidade de dedos terdos numéricos se esse dedos são superpostos se tem deformidade dedos Ingá dedos em martelo o
arco do PS tem o pé chato ou pé plano ou pecava que aquela curva maior né no pé na região da do ar plantar a coloração da pele então a tendência a uma cor mais arroxeada a uma diminuição circulatória de extremidade edema se ele é único é bilateral então normalmente num trauma muito mais difícil você ter um trauma bilateral né mas acontece mas mais complexo mais difícil um edema que seja bilateral sem queixa de trauma ele nos faz gerar ligações com problemas mais sistêmicos renal cardíaco circulatório calosidades presença de calosidades que são o que pontos
que estão sofrendo mais sobrecarga então forma de pisada né sapatos mobilidade Então os graus de mobilidade amplitude de movimento goniometria Então nós vamos medir através da gonometria nós temos a dorsa e flexão a flexão dorsal que ela vai até 20 graus a plante flexão ou flexão plantar que vai até 45 graus inversão 40 graus e eversão 20 graus alguns testes nós temos alguns testes bem menos testes né do que joelho nós vamos ter o teste de Thomson que vai avaliar a integridade do tendão do músculo principal do grupo muscular principal né gaveta anterior do tornozelo
que vai fazer um teste do ligamento fibular para ver se houve alguma ruptura ou tem alguma estabilidade algumas referências obrigado pela atenção agradeço a atenção de todos não esqueçam de acessar a página e ler o material complementar [Música]