a base um documento que é fruto de uma distinção já de longo tempo nela começa na constituição aparece os primeiros elementos depois na direita na ldb posteriormente no plano nacional de educação nos nacionais de do conaea nas diretrizes nacionais da educação básica e no nosso caso a educação infantil também vai estar vinculadas à e diretrizes né ela é um documento mandatório portanto ela não é uma escolha se segue não segue a base e é um documento que vem para orientar a construção dos currículos na educação na educação básica nosso caso na educação infantil com a
proposta de discutir o quê que a eqüidade educação é garantir acesso aos mesmos direitos em todas as crianças do território nacional é por isso que ele é um documento que se estrutura entre definição de um arranjo curricular definições de direitos e objetivos ele está interessado não professor no sentido de noel que o professor tem que fazer mas o que cada criança cada menino ou menina numa escola tem direito ao freqüentar uma escola no brasil com a escolha dos campos de experiência ela se dá em razão de que já nas diretrizes curriculares no parecer 20 sindicável
a possibilidade de que se organizasse os currículos a partir de eixos campos ou módulos de experiência lá já estava demarcado essa possibilidade de um arranjo curricular além disso a gente tem uma tradição é de de currículo que vem se transformando e ao invés de estar centrado na educação infantil a idéia de currículos entrado num conhecimento específico ele começa a se centrar na experiência da criança ou seja um sujeito que constrói um sentido sobre o conhecimento que ele está construindo dentro de um tento da sua trajetória da sua jornada de aprendizagem na escola a idéia de
campo de experiência original é uma idéia que surge na itália numa renovação de orientações curriculares na ocasião que surge muito parecida com um a idéia ainda das áreas de conhecimento tanto que as primeiras as primeiras campos de experiências são muito próximos a ideia de diárias de conhecimento na medida em que eles vão avançando e quando 91 eles reformulam já aparece com bastante diferença então essa nova idéia de campo de experiência e particularmente analisando considero que no brasil a gente avançou mais ainda em relação a essa distinção com os campos com as áreas de conhecimento que
é importante saber quando a base vai começar sua discussão ela estava estruturada por quatro áreas de conhecimento e nós entendemos inclusive pautados nas diretrizes nós que estou falando é eu a professora maria carmem silveira barbosa professora zilma professora silvia que trabalhamos na redação na primeira e da segunda versão da base e na proposição portanto dos campos experiência entendemos que organizar a educação infantil por quatro áreas de conhecimento não responde à complexidade é o que nós vemos nos últimos 20 anos construindo na educação infantil como identidade para a etapa a nossa definição de currículo diz na
diretriz que currículo é um conjunto de práticas que articula o saber saberes experiências das crianças com o património da humanidade sistematizou essa definição de currículos de um desafio que era de como pensar um arranjo curricular que desce conta sim do conhecimento né dum da dimensão do conhecimento do acesso ao conhecimento mas que dá se conta também da dimensão das práticas culturais e das múltiplas linguagens foi nessa triangulação do que nós tínhamos que dar conta enquanto enquanto o arranjo curricular que nós optamos então por campos de experiência para oferecer uma alternativa que não fosse a de
organizar por área de conhecimento e com isso não estou dando um alerta pensar campos de experiência é pensar distintamente do que por área de conhecimento não é dividir os campos de experiência por turnos não é dividir os campos de experiência por horários nem por meses nem por dia da semana a ideia dos campos de experiência uma ideia que é de intercampus se pressupõe que eles estão sempre em conjunto com outros campos isso não quer dizer que quer sempre todos os campos a gente tem que saber identificar aquilo que é saliente mas nunca é um campo
isolado e além disso nós não olhamos para os campos tentando articular com atividades somente nós olhamos para os campos articulando o dia-a-dia da educação infantil a hora de comer tem a ver com determinados campos de experiências deslocar pela escola tem de ter tem a ver com determinados campos de experiência as chegadas e partidas têm a ver com determinados campos experiência uma investigação vai acionar determinados campos de experiência uma pesquisa um projeto que as crianças estão fazendo vai acionar determinados campos experiência mas têm que localizar essa ideia sempre pensando na jornada educativa não em vão como
tradicionalmente a gente vem pensando um outro elemento que eu gostaria de destacar a idéia de que campos de experiência vai centrar a idéia da construção do currículo na experiência de aprendizagem das crianças e essa experiência como o próprio ter uma experiência propõe tem um elemento de continuidade sempre nenhuma experiência na se move por si só já dirigiu e portanto há um contínuo esse contínuo a continuidade é elemento chave para a gente pensar essa idéia de experiência na educação infantil como aquilo que pode num arranjo curricular centrar nas experiências das crianças fazer que essa experiência educativa
seja uma experiência que produza sentidos na nossa estrutura de base de educação o que nós temos lá nós temos é 6 direitos nós temos cinco campos de experiência três grupos etários e um conjunto de objetivos primeiro alerta campo de experiência não é conjunto de objetivos o campo de experiência é maior que dentro dele tem alguns objetivos faça uma uma chamada de atenção para que quando se vai buscar no site do mec não se use aquela ferramenta de marcar campo de experiência e idade porque ele vai oferecer equivocadamente é só um conjunto de objetivos e não
é isso que é campo de experiência se atentem ao documento em pdf que tem a a emenda do campo de experiência e quando a gente lê alimenta a gente pode e cartografado que tipos de situações no cotidiano educativo articulam se com aquele campo de experiência muito mais do que fazer para a ação entre campo entre uma idéia de objetivo uma proposta cotidiana como tradicionalmente a gente fez lembrar sempre que campo de experiência não é um novo nome para as velhas práticas ele é uma indução à renovação das práticas que a educação infantil precisa nesse sentido
como é que a gente articula os direitos dos campos experiência os direitos é a base é é a base da base o direito é aquilo que diz dos módulos de aprendizagem que as crianças têm e dispõe para construir sentido no mundo como é que elas aprendem caso não aprendem só quando um adulto disse isso é assim elas também aprendem nessas situações mas aprendem muito mais participando brincando explorando-se prescendo convivendo conhecendo-se e assim por diante a edição as seis grandes verbos da dos direitos que denotam o modo como as crianças aprendem esses seis verbos também a
gente pode encontrar nos três princípios e diretrizes do ético e estético e político porque ele é princípio da educação no brasil como é que esse princípio de como uma educação deve ser oferecida para as crianças volta pra gente pensar aprendizagem delas por sorte ele nos oferece as palavras chave para a gente entender a complexidade ea pluralidade de formas que as crianças aprendem então eu diria que a gente estrutura essa idéia de campos de esperar de organização curricular na escola de jornada educativa tendo em vista esses seis direitos do uma dica quando a gente pensa em
planejamento na educação infantil tem planejar um contexto e planejar uma sessão mas sim um conjunto de situações que se conectam né quando a gente planeja o contexto a gente planeja o tempo a gente planeja espaço a gente planeja as materialidades a gente planeja as transições a gente planeja como dia a dia acontece faz o motor da escola funcionar essa é uma grande obra de dizer quando eu faço esse planejamento campanha um planejamento mais longitudinal estou levando em conta os direitos quer dizer e se planejar o contexto fortalece a participação das crianças favorece a possibilidade de
explorar esse conhecer favorece a possibilidade de múltiplas formas de se expressar de convívios das mais diferentes formas se é aqui que eu estou dizendo se o direito à educação que nós estamos falando na base da educação infantil que todas as crianças que frequentam deve ter está sendo ou não dado conta esses direitos também vão servir na hora de pensar circulação com o campo de experiência em situações mais pontuais por exemplo quando eu estou investigando com as crianças como que as aranhas produzem a teia de aranha por exemplo tem alguns campos de experiências que se articulam
um projeto sobre isso e tem no modo como eu proponho as atividades das propostas as sessões para as crianças a possibilidade de responder esses direitos ou não se eu tirar a criança da passividade e põe a criança conheça sua agência oferece um bom contexto um trabalho em pequenos grupos por exemplo e alguma coisa em que ela possa investigar sobre como as aranhas produzem até de aranha por exemplo é aí que eu estou não respondendo a estes direitos de aprendizagem que estão postos lá na base quando eu respondo a ele que vejam bem é no modo
como eu proponho quer seja o contexto que seja a atividade eu consigo também mapear que campos de experiência estão em relação nessa situação têm uma imagem que é uma imagem que eu gosto muito pra falar dos campos experiência que imaginar um mercado público numa banca onde tem milhares de temperos milhares de temperos existem certas classificações esses são mais apimentados esses são indianos exceção têm determinadas categorias preparar uma boa comida não pego só um tempero eu vou pegando os temperos de diferentes coleções pensem que as coleções são os tais campos e os temperos são os objetivos
é o artículo diferentes objetivos diferentes campos de experiência pra construir e contrastar com as propostas que ofereço para as crianças é aqui que a gente consegue triangular no modo como eu proponho uma proposta para as crianças em contexto os direitos no como eu vou acionando os diferentes campos de experiência como acesso ao património da humanidade sistematizou o direito de construir um conjunto de práticas cotidianas a sua subjetividade nas múltiplas linguagens e como por fim que não necessariamente antes que eu penso o objetivo é pôr fim após pensar antes dos direitos e os campos e possam
pôr fim contrasta com que objetivos destes campos já que é hoje eu estruturei ele a partir das ementas ao final eu penso que objetivos foram contrastados dialogadas nessa proposta que as crianças fizeram veja que sintetizam tô falando é eu penso pelos direitos o modo como eu vou oferecer alguma coisa para as crianças numa proposta por exemplo eu matei o pelas emendas dos campos de experiência que campos de experiências estão em relação com a zona de investigação que envolve esta investigação e por fim o contrato com os objetivos destes campos isso numa situação e posso fazer
dessa mesma estrutura pensar o planejamento do contexto teve um ganho nessa barra o que a gente precisa considerar é em relação a gente perceber o elemento da identidade e da educação infantil mesmo na construção de uma continuidade quando a gente pensa entre a relação da educação infantil educação infantil fundamental historicamente a gente pensou pelos processos de subordinação ou seja nós pegamos o aparato musculoso do fundamental e fizemos goela abaixo na educação infantil subordinando a educação infantil ao modelo do fundamental inclusive justificando a é para quando ele chegar no primeiro ano saberem fazendo isso essa é
trabalhar com a idéia de criança do vir a ser e não a criança que é a nossa diretriz fala de uma criança que é que não vai vir a ser ela é agora de educação infantil apesar de ser a primeira etapa da educação básica têm especificidades pela faixa etária que ela acolhe que há 106 anos é o primeiro elemento nós temos que pensar a continuidade não pelas vias da subordinação mas pela via do como o que conecta a relação da educação infantil fundamental pra mim é muito claro conecta o direito a ser criança conecta o
direito a participar de uma sociedade conecta o direito de acessar um patrimônio da humanidade sistematizou mas isso não significa estruturar as discussões a educação infantil por vir no ensino fundamental a nossa discussão se dá pelas pelos campos de experiência que mais tarde se especializam e vão virando áreas de conhecimento eles têm perfeito diálogo a gente encontra todas as áreas de conhecimento nos diferentes campos de experiência a gente só não encontra eles compartimentado a velha discussão que ensino fundamental há anos persegue de tentarem interdisciplinar isar nós já começamos o primeiro arranjo curricular proposto a educação infantil
brasileira interdisciplinar de mostramos que essa artificialização do conhecimento compartimentado é uma mera invenção da escola e que as crianças pela natureza diz de onde elas estão 10 a 6 anos o conhecimento não é especializado o conhecimento global é inteiro a criança reconhece o conhecimento na sua inteireza e ela nós precisamos também reconhecer mas o interese pensar a continuidade não é subordinar a educação infantil é fundamental se nós respondermos à complexidade da educação infantil as crianças vão chegar ao fundamental conseguindo construir diferentes hipóteses sobre o mundo que é fundamental para que o fundamental precisa para a
criança chegar lá né a gente tem que começar a parar de pensar do enem para o neném foi lançado o neném para o enem porque a criança vai seguindo e não a gente encaixando ela processo do que vem depois