tá então hoje nossa aula Ela é um pouquinho mais curta tá até às 9 horas em partes é bom né porque Vocês conseguem descansar um pouquinho mais cedo mas eh eu deixei essa última parte para conversar ela também não é uma parte assim tão tão longa então eu não preciso conversar com vocês correndo tá ã vamos ver se eu consigo aproveitar um pouquinho do tempo aí para tirar al umas dúvidas de vocês eh espero que vocês estejam aí anotando bastante coisa tá gente ã eu já disponibilizei para vocês eh essa parte da matéria se ainda
não foi disponibilizar acho que logo logo já aparece aí para vocês tá podem ficar podem ficar tranquilos esse material vocês vão vão ter acesso tá bom ã e aquilo que uma vez até comentei para vocês né gente material que a gente faz hã n das aulas em si é muito mais pra gente que tá apresentando a aula né então o que a gente fala é eh tem muito mais informação no que a gente fala do que tá contido ali na apresentação né então muitas vezes aí vocês T que buscar um pouquinho de outras fontes né
Eu recomendo bastante artigos científicos tá artigos de revisão é sempre interessante vocês buscarem por review tá eu panho vai no buscador de artigo um Cielo um pubm né coloca lá o tema que você quer procurar e coloca um review tá E aí você já consegue já consegue ter bastante acesso livro que eu indico deixa eu ver o nome dele aqui eu tenho tem um fundamentos de farmácia nuclear que é bem bacana eh Vocês conseguem conseguem encontrar tá é do sarra deixa eu colocar aqui o ator é o sar é difícil encontrar ele não tá vocês
que entendem o que eu quero dizer eh é fácil eh também recomendo que vocês entrem nos site das agências né Agência Internacional de Energia Nuclear Vocês conseguem encontrar bastante informação ã no ipen o site do ipen Vocês conseguem encontrar bastante informação somente ali se vocês forem procurar publicações e eh e dissertações dos alunos do ipen vocês têm acesso tá deixa eu ver aqui se eu consigo abrir o que você tá mandando conheço bacana bacana também E a editora é boa então acesso na Internet vocês têm bastante tá tem bastante coisa de graça aí que vocês
podem acessar mas tem um livrinho na mão Acho que sempre é uma boa opção também para para estudo tá é bom é bom sempre vão construindo aí a bibliotec ainha de vocês que é isso que vai dar mais fundamentação para vocês né E se a gente for parar para pensar essa área da farmácia ela é uma área a farmácia em si já é complexa né gente e a área de radiofarmácia ela é mais complexa ainda porque envolve muita física né então acaba fugindo um pouquinho do que do o que a gente aprendeu na nossa formação
né então às vezes dá pode dar uma confundida tá é então é difícil mesmo Fábio é muito difícil eh eu não sei se você é de São Paulo mas em São Paulo até tem né não é no eisten tem Ah mas essa área ela é escassa Esse é um dos motivos que o conselho né resolveu aqui habilitar vocês né dar essa oportunidade para vocês adquirirem mais conhecimento e vocês poderem trabalhar mais tranquilos na área né Então essa essa é a ideia né claro que uma pós--graduação culturamente aí vai dar mais mais força né em relação
de diploma para vocês mas aqui vocês já TM uma muitos professores de peso aqui que com certeza o tudo que vocês estão aprendendo Não não é qualquer lugar que vocês aprender isso aqui não tudo bem bom Vamos lá gente que o nosso tempo hoje ele é curto olha só só recapitulando um pouco né ã Ontem conversei com vocês aí sobre produção de radionuclídeos principalmente a partir de dos reatores né e dos e do ciclotron então importante aí vocês diferenciar exatamente o que que um produz que que o outro produz tá ah falei para vocês que
quando a gente fala de reator o que a gente o que a gente produz ali são produtos físseis né então são produtos bombardeados por eh nêutrons né então o nutron bombardeia o núcleo de urânio esse urânio ele vai entrando em fissão e vai gerando outros produtos e alguns desses produtos podem ser utilizados aí como r nuclídeo outra forma do reator é você colocar o material ali que você eh quer que é o produto fono dele e aí ele é bombardeado por um Neutron né nessa processo de captura de nêutron você consegue também ter um radionuclídeo
tá a outra forma é pelo cíclotron né então o cíclotron ele é um ele é um acelerador de partículas e essa relação de Ger Ar partículas você consegue ter partículas mais específicas né Um pouquinho mais diferente aí do que o reator reator basicamente você vai ter nêutrons né agora no no ciclotron não você consegue trabalhar com próton consegue trabalhar com partículas Alfa E aí você bombardeia ã um núcleo de interesse e gera aí o seu rádio nuclídeo para poder depois ser incorporado a uma outra molécula virar radiofármaco ou então o próprio nuclídeo ali ele ter
a sua atividade dentro da terapia ou diagnóstico tá eh essas são duas diferenças aí Outro ponto importante quando a gente fala de reator reator normalmente ele vai produzir radionuclídeos que decaem por Beta menos tá os nuclídeos que são produzidos no reator eles decaem por Beta menos já no no ciclotron a maioria deles decaem por Pósitron tá por Beta mais Então essa é uma outra diferença e um terceiro ponto aqui para mostrar para vocês também é que tanto o reator quanto o cíclotron né as meias vidas dos nuclídeos que são produzidos ali né que são preparados
eles têm uma meia vida de longa moderada tá tanto tanto o reator quanto o cíclotron Então essa é uma outra diferença e aí abre pra gente pra gente poder conversar sobre nosso nossa nossa terceira forma aí de produzir um radionuclídeo né que são os radionuclídeos produzidos por geradores né então primeiro vamos entender aí o que que é um gerador de radionuclídeo né Por que que ele existe Qual que é o objetivo de um gerador Eh que que a gente produz né E como que que o radionuclídeo ele é produzido ali no no reator no gerador
Ah vou dar alguns exemplos de radi clí são produzidos por geradores né E como esses processos acontecem e aí depois eu vou dar só uma pincelador para diferenciar tá gente que que quando eu falo de um radionuclídeo o que que é e quando eu falo de um radiofármaco o que que é porque aí vocês vão paraa próxima a próxima parte aí né ã da nossa do nosso módulo né que que é entender sobre preparação de radiofármacos aí é uma próxima fase tá então é é necessário saber como que o radionuclídeo acontece para eu poder pensar
como que eu preparo o radiofármaco depois porque daí vocês vão ter que ter uma uma outra um outro fundamento aqui para entender esse processo do radiofármaco tá então eu vou dar uma pincelador para só para vocês já pegarem essa diferença tá bom e vamos lá então que que que que é um gerador de radionuclídeos né então ele é um dispositivo um pouco mais simples posso colocar dessa forma tá do que os outros que a gente conversou aí ah na nossa noite passada né e a ideia é que eu possa ter um tipo de equipamento que
ele seja um equipamento um pouco mais simples e mais prático para poder gerar um radionuclídeo tá eh outra coisa importante é que um gerador de radionuclídeo ele é móvel então eu posso eu posso utilizar esse equipamento dentro de hospital dentro de uma clínica dentro de um local especializado ali que possa ter esse equipamento né então ele é um equipamento que você pode transportar para um local e para outro local né Eh diferente de um reator nuclear reator nuclear não tem como você transportar assim como um ciclotron né esses eles são equipamentos que você precisa de
um ambiente preparado ã todo um controle específico precisa de um terreno para poder né ter um equipamento como esse uma liberação e tudo mais quando a gente fala de um de um gerador esse processo já se torna muito mais simples de você ter acesso né E aí vem uma diferença muito grande sobre o o gerador e os outros equipamentos né os outros tipos de equipamentos aí para preparar radionuclídeos o gerador Ele prepara né ele produz eh radioisótopos de meia vida curta né Então essa meia vida curta quanto tempo é né meia vida curta aí de
poucas horas minutos a segundos né é o tempo aí que vai vai durar ã o radionuclídeo preparado então você pode usar um gerador que ele já prepara o radionuclídeo na hora e assim do momento que ele já preparou você já consegue fazer a administração no paciente ali na hora né Eh techness é um exemplo disso tá então aqui o que é mais importante a gente entender é o princípio de funcionamento desse equipamento porque esse é um do equipamentos aí que quem trabalha na área né num hospital numa clínica etc é o que vai ter mais
acesso ali né então esse equipamento é equipamento farmacêutico vai ter bastante acesso tá eh o gerador de de de radionuclídeos ele é o o mais padrão tá então ele é um dispositivo que você que ele utiliza um o isótopo radioativo pai né que vai decair e vai gerar um isótopo filho Diferentemente dos outros que a gente viu não vai ter um bombardeamento não vai ter uma partícula que vai ativar aquele aquele isótopo radioativo para ele começar a entrar em processo de decaimento não o decaimento ele vai acontecer de maneira espontânea Então esse isótopo pai dentro
do gerador ele vai decair para gerar o isótopo filho tá ã alguns pontos importantes aqui né É que por exemplo esse isótopo pai ele tem que ter uma meia vida maior né do que o do isótopo filho então ele vai ter que gerar ali um tipo de isótopo que vai ter uma meia vida menor posteriormente então o isótopo pai Ele tem uma meia vida necessariamente moderada tá já o isótopo filho ele que vai ser gerado ele tem uma meia vida curta outra outro ponto importante aqui para destacar para vocês é que ã o radionuclídeo pai
quando ele decai ele não gera um isótopo eh do mesmo elemento Tá então não vai decair o elemento a e vai gerar o seu isótopo a não vai cair o vai ter um decaimento do isótopo a e vai gerar um isótopo B tá essa é uma outra diferença aí então eu não vou ter molibidênio que decai molibidênio ou vou ter sei lá um flur que decai em flur né que daí são os mesmo número de prótons não esses esses elementos eles perdem próton então ele vira um outro se transforma em outro elemento num segundo momento
tá então um exemplo aqui né que depois eu vou eh destrinchar muito mais é o gerador de molibidênio 99 em tecnécio 99 met estvel tá então como eu falei para vocês né esse esse isótopo pai né ele tem uma meia vida maior do que do isótopo filho e vejam que é consideravelmente maior tá então molibidênio a meia vida dele são 66 horas Quanto que o tecnécio a meia vida dele é de 6 horas então ã quem vai ser ali utilizado para preparar o tecnécio que é o meu radionuclídeo de interesse é o molibidênio né então
molibidênio ele vai decaindo e vai produzindo tequin ele vai decaindo vai produzindo tecnécio ele vai decaindo e vai produzindo tecnécio Esse é o princípio do gerador Tá então não tem não tem bombardeamento de nada ali né Isso é como a meia vida ela como a desintegração aí ela acontece tá então o o conhecimento que você tem que ter para entender um desses processos é como funciona a meia vida né como funciona um tempos de desintegração ess São eh são fundamentos importantes aí para vocês lembrarem para poder guardar essa essa parte desse funcionamento Tá bom então
olha só por exemplo aqui ó Isso aqui é uma ideia tá de um gerador de rádio nuclídeo eu vou mostrar várias vários desenhos que querem dizer a mesma coisa tá tá para vocês pegarem bem aqui como ele funciona então o que que que que é esse esse equipamento né então esse equipamento você vai ter uma coluna nessa coluna ela é uma coluna normalmente né no caso aqui de mident eo né de Alumina por que ela é uma coluna de Alumina né Alumina ela não consegue segurar o tecnécio ali ele não vai ficar preso nessa coluna
mas ele já tem uma interação um pouco melhor pelo molibidênio né Se a gente for pensar aí princípio de ã esqueci o nome eu vou lembrar daqui a pouco tá mas é é um princípio de separação separação de colunas tá então ah cromatografia lembrei é um princípio da cromatografia tá então você vai ter ali uma se for a gente for lembrar de cromatografia normalmente a gente for camada delgada você vai ter um frasco de vidro que aqui pode ser isso esse desenho aqui pode ser um frasco de vidro ou de plástico tá no finalzinho dele
aqui tem e um filtro tá E aqui também vai ter um filtro dentro desse desse frasco de vidro no caso da cromatografia camada delgada o que você vai ter é sílica né sílica gel aqui o que você vai ter é Alumina né E aqui dentro você vai ter o quê você vai ter o molibidenio 99 né então ele é o meu material que eu vou utilizar para fazer a minha separação só que como que acontece aqui o processo né uma vez que o molibidenio Ele está impregnado aqui nessa coluna ele já começa a entrar no
processo de desintegração né ele já vai decaindo para gerar tecnécio em quanto tempo a cada 66 horas ele decai em tecnécio né então eu coloco aqui uma massa né uma quantidade de molibidênio que vai decaindo em tecnécio tá esse é o princípio E aí o tecn essas bolinhas azuis aqui ele vai ficando impregnado nessa coluna né só que o tecn ele não consegue ficar preso na coluna de alumín mas ele tá ali dentro do do frasco enquanto não tiver o funcionamento do equipamento ele continua ali né no nessa nessa coluna aqui tá que mais vai
ter nesse equipamento esse equipamento ele vai ser investido por uma blindagem de chumbo né que a ideia aqui é você segurar né um uma blindagem de proteção que a ideia é você segurar a radiação aqui dentro né ã e você vai ter dois ã locais para você colocar dois tipos de frascos diferentes tá um deles é um frasco que o que você vai colocar ali é uma solução Salina pode ser por exemplo eh clorido de sódio tá E soro fisiológico tá então esse é um exemplo posso colocar aqui dentro desse frasquinho soro fisiológico uma solução
Salina que vai ser diferente para cada tipo de material que você vai separar Tá mas exemplo do mol bident céo é soro fisiológico coloca soro fisiológico aqui e o outro frasquinho que você coloca é um frasco a vácuo então quando você recebe o equipamento você você já recebe todo esse material então você vai receber essa caixinha aqui né esse eh frasc um balde parece uns baldinhos assim você vai receber um um esse esse Baldão aqui que já vai ter a coluna lá dentro né já com o seu Eh radioisótopo pai já vai poder est decaindo
né dentro dessa Coluninha que você tem aqui dentro esse essa estrutura ela já vem blindada E aí você você recebe junto os frascos um do material né do eluente aqui da sua coluna que pode ser uma solução Salina e o outro é o frasquinho ali a vácuo aí qual que é o princípio de funcionamento desse processo colocou a solução Salina solução Salina ela vai começar a eluir aqui a nossa coluna né E conforme ela vai elu indo o outro frasco que é o frasco a vácuo né A hora que você ativa esse frasco você meio
dá uma furadinha nele aqui o vácuo começa a trabalhar né então o que que o vácuo faz ele puxa ele vai puxar a solução Salina para esse segundo frasco Qual que é a ideia né como o tecnécio no caso aqui ele não fica grudado né na Alumina a Alumina não consegue segurar o tecnécio a hora que a solução Salina passa por essa coluna ela vai ela tem uma interação pelo tecnécio E aí ela vai transportar o tecnécio até esse segundo frasco aqui né então esse frasco a vácuo ele vai puxar a solução Salina e vai
puxar o tecnécio junto né então se for outro tipo de de material radioativo o material radioativo pai vai ficar aqui e o material radioativo fío vai ser transportado até esse outro frasquinho aqui tá eh aqui você já tem né um ã um filtro e aqui também você vai ter um filtro Zinho tá já para dar uma purificada já tirar as impurezas nesse frasco a vácuo E aí depois esse processo muitas vezes o que já tá o material que você colhe nesse segundo frasquinho aqui você já pode utilizar ele para administrar no paciente ou então você
vai utilizar ele para preparar o radiofármaco tá então o princípio de funcionamento do gerador é esse tá agora eu expliquei de uma forma um pouco mais rápida e aí agora eu vou explicar de novo só que de uma forma mais destrinchando um pouquinho melhor essa informação mas aí só deixa eu ver se Por Enquanto Vocês entenderam Obrigada vi ao cromatografia Eu tinha esquecido da palavra tudo bem gente até aqui não na água Ultra pura não que eu saiba Tá normalmente sempre uma solução Salina ali para poder transportar o material então tá certo vamos lá isso
ela prende Essa é isso aí mesmo ela prende o radion Nucleo de p tá ele vai ficar no frasquinho ali a ideia que ele não não ultrapasse que a solução ela ela transporte somente né o o o rádio radioisótopo filho tá vamos lá então dentro desse processo né coloquei aqui para vocês uma um resumo Minho né do do que eu conversei com vocês destrinchando um pouquinho eh essas informações tá então na preparação do gerador né então o gerador ele vai ter um material de suporte né geralmente aí vai acessar resina ou sólido inerte que vai
tá impregnado com o isótopo Pie o exemplo que eu falei para vocês desse sólido inerte aqui é a Alumina tá que vai tá impregnado ali por exemplo com molibidenio 99 tá então esse Esse é um um um dos pontos importantes tá eh esse esse é o processo fundamental ali pra gente ter né a prepar a produção do nosso isótopo filho depois disso né você vai ter a decomposição do isótopo Pai então nessa coluna o isótopo pai ele começa a sofrer um decaimento né decaimento radioativo aí para gerar o eh para produzir o radioisótopo filho né
então a cada processo isso Outro ponto importante aqui né a gente lembrar que a cada decaimento desse isótopo pai né ele decai ele vai gerar o isótopo fío mas ele vai liberar também uma energia né ele vai liberar Ali vai emitir uma radiação tá então esse até um dos motivos que tem que ter essa blindagem né dentro ali do do do baldinho tá então essa blindagem é para segurar essa radiação que tá sendo gerada ali dentro tá Depois a gente tem a extração do isótopo filho né Então nesse processo aqui ele qual acontece a partir
da eluição de um solvente específico e esse solvente el vai ser específico para cada tipo de gerador tá então eh do molibidênio tecn vai ser um eh Germano Gal pode ser outro e assim vai tá Então depende aí qual que é o tipo de de produto de radioisótopo que você tá tá querendo produzir ali tá querendo ter tá Ah então ele é extraído do gerador por um processo de diluição a partir de um solvente adequado e ele vai sendo passado através gerador dissolvendo o isótopo filho e permitindo depois a coleta dele no recipiente de coleta
aquele recipiente Zinho lá que ele funcionar vácuo Tá feito isso você tem Purificação formulação né então o isótopo fío ele vai ser coletado ele vai ser purificado E aí você já pode ali utilizar Ele diretamente do paciente ou então você vai utilizar esse isótopo filho para poder formular um radiofármaco de interesse tá eh aí já entra num segundo processo então o processo do do gerador é eh funciona somente para produzir o rádio isótopo tá é só eh só essa a função dele então eh ele não vai gerar o radiofármaco mas ele vai gerar ali o
nosso rádio nuclídeo de interesse tá Então essa é a função do gerador Então dentro feito isso né aí a gente tem as aplicações dos dos preparos dos preparos aí da dos radionuclídeos né então eles podem ser utilizados para preparação de radiofármacos né h e eles Os radionuclídeos Preparados aí a partir dos geradores podem ser utilizados tanto para diagnóstico né como para terapia então aí vai depender do tipo de de radionuclídeo e do radiofármaco produzido tá então essa dentro da aplicação Esse é o processo depois disso uma das preocupações né é esse gerenciamento de resíduos porque
você vai ter resíduos eh radioativos resultantes ali desse decaimento por exemplo do libidio né então tem que ter todo um cuidado ali de regulamentação e segurança radiológica para poder manusear e trabalhar com esse equipamento tá eh como eu disse para vocês é um equipamento muito interessante e importante porque você tem mobilidade com esse equipamento né mas a gente não pode esquecer que ele tem radiação ali né né então ele apresenta riscos né então todo todo o processo de segurança radiológica deve ser respeitado e aplicado para trabalhar com esse tipo de equipamento tá bom E aí
eu vou pegar o exemplo então né do do technes como eu falei PR vocês eu vou repetir algumas coisas né ao longo da nossa aula de hoje e vou acrescentando mais algumas informações conforme eu fori repetindo tá que a ideia é vocês pegarem bem o a ideia do processo como que ele funciona então falando aí com sobre o gerador de molibidenio tecné depois eu vou dar exemplos de outros de outros produtos também então para gerar o tecnécio né a gente utiliza o o molibidênio 99 né e o mol 999 ele decai no tecnécio meta estável
daqui a pouco eu falo sobre essa ideia de meta estável aqui tá então o molibidênio 99 ele decai no tecnécio 999 met estável então de novo lembrar que isso é um processo comum de acontecer isso vai acontecer a partir do momento que você tem molibidenio isso vai acontecer isso é esperado então como isso já é esperado Esse é o princípio de funcionamento do gerador tá a extração do tecné 99 M estável né É É feita aí a partir de uma solução Salina e passa através do gerador né e o molibidênio que não é solúvel ele
permanece na lumina então por isso que a a coluna né e o material que essa coluna ela é feita ela tem que ser tem que ser bem pensado para pro tipo de material que vai que vai estar ali presente né então no caso do molibidênio né ele fica ali eh impregnado na Alumina já o tecns 99 ele não consegue ele não não tem interação Ali pela alumín pela Alumina Mas ele tem interação pela solução Salina né então por ter interação com a solução Salina ele consegue ali ser adsorvido nela tá ã Então esse gerador ele
é um contém a solução Salina permanente Então a partir do momento né que você foi lá deixa eu voltar aqui um pouquinho e você veio aqui você colocou o frasquinho com a solução Salina colocou o frasquinho né ali que funciona vácuo tá isso é o start do funcionamento para da extração do seu radionuclídeo filho esse é o start do processo tá aqui o material já está decaindo já na coluna ele já tá decaindo mas o gerador ele começa a funcionar de fato a partir do momento que você começa a né fazer essa extração do material
genético ali de interesse Então esse processo ele vai ficar ele vai acontecendo vai acendo tá então todo gerador ele tem um um tempo útil de funcionamento Quem determina esse tempo útil de funcionamento o rádio isótopo pai né então o tempo dele todo de decaimento é que vai definir pra gente quanto tempo leva aí né Eh de funcionamento desse gerador tá então o tequin Med estável ele decai né Por transição isomérica já vou mostrar o que é isso também tá eh e ele emite aqui uma partícula ã um raio Gama tá então isso que é a
relação da transição isomérica mas eu vou mostrar para vocês exatamente o que que é tá Então essa é uma outra diferença aqui então no decaimento do tecnécio ele emite uma uma radiação Gama tá de 140 kes aí aproximadamente essa energia ela é uma energia importante né para ser detectada aí por por pelos detectores né Eh por isso ele é muito interessante para você utilizar em exames né Eh o tecnécio ele é muito muito utilizado para exames na medicina nuclear tá o pertecnetato eh ele é o produto ali direto do molibidênio né porque na hora que
testável ele mistura ali com com a solução Salina ele vai gerar esse produto tá e a meia vida do M biden vai est ali aproximadamente de 66 67 horas e a vida útil né do um gerador de molibidênio vai aí mais ou menos em uma semana então você adquiriu ali um gerador de de molibidenio né esse equipamento ele vai funcionar mais ou menos por uma semana tá que vai dar aí umas Du e me vidas né do molibidênio Esse é o processo tá então eh o que eu falei para vocês o que vai determinar essa
vida útil do gerador é o radioisótopo pai é ele que determina essa essa característica aí pra gente tá bom bom eu comentei para vocês né sobre essa relação de transição isomérica né Eh esse esse processo né a gente quando a gente pensa ali num nuclídeo né um isótopo a gente tem ali um tipo de de um um átomo no caso né que ele vai ter o mesmo número de prótons e o mesmo número de massa ali essa característica define ele como isótopo né O que o que vai mudar no caso né vai ser ali o
número de nêutrons mas se muda o número de nêutrons e mantém o número de de prótons entre um elemento e outro isso a gente chama de isótopo né se ele é um isótopo com atividade então ele é um radioisótopo né é instável né um radioisótopo porque ele é instável nessa questão né Eh ele quando ele tá instável nesse sentido qual é a diferença para ele ser é igual a número de massa porém que já é uma diferença né porque quando a gente fala de um isótopo que falei para vocês o isótopo ele tem o mesmo
número de prótons mas ele vai ter um número de nêutrons diferentes no decento isoméricos número de prótons e o mesmo número de neutrons Ou seja você vai ter o mesmo número de prótons e mesmo número de massa nessa característica quando o isótopo ele apresenta essa característica e ele tá num estado eh instável num estado instável que que vai acontecer com ele ele tem uma quantidade de energia ali Então nesse momento aqui né O que a gente chama é que esse isótopo ele a gente indica ele como um isômero for pensar da química orgânica né que
que é um isômero isômero é quando você tem lá uma cadeia grande molecular e todos os componentes daquela cadeia eles são iguais né tudo que tá ali é igualzinho plástico por exemplo né E aí a gente dá o nome de polietilen etc porque todos os os as estruturas que estão naquela cadeia elas são iguais tá então quando você apresenta eh isômeros de isótopos né Ou seja eu tenho lá o tecn 99 mas eu tenho outro tecn 99 né para ficar mais claro aqui então se esse aqui é 99 Esse aqui também é 99 Teoricamente eles
são o mesmo tecnécio deveriam ser né deveria ser a mesma coisa mas não são Por que não são a mesma coisa porque esse tecnécio aqui ó ele tá num estado de energia diferente desse tecnécio aqui então como ele é o mesmo elemento só que num estado de energia diferente tecn 99 é tecn 99 mas esse aqui tá num estado de energia energético diferente então a gente fala que esse tecnécio aqui ele é um isômero desse outro tecnécio e aí a gente representa esse aqui com a letrinha m né É aí que a gente coloca que
ele é o no caso meta estável né Então essa a definição aí da ideia do meta estável né então os h radioisótopos metaestáveis quando eles decaem no processo de decaimento deles eles emitem eles emitem um raio Gama essa é uma característica de isótopo met estável no momento do decaimento eles emitem uma um um raio Gama tá E aí difere ele do do Estado excitado né então ele vai sair da da formação dele metaestável que ele vai liberar somente uma energia né ele tá esse tá tá com uma quantidade de energia maior do te do que
o outro technes 99 ele libera essa energia e aí ele decai né e uma característica é que normalmente esse processo ele acontece num tempo mais curto né então por exemplo o tecné metaestável para cair em tecné 99 ele vai levar aqui ã aproximadamente 6 horas tá em 6 horas esse processo ele acontece então a meia vida dele pum ele já perdeu ali uma meia vida rapidinho né então isso é uma característica de eh Radi isótropos de vida curta tá esse é um exemplo não que todos vão ser dessa forma tá é vida curta então é
méo estável não tá mas essa é uma característica tá então ã muitos isótopos ali que foram produzidos no no no gerador eles têm esse esse decaimento aí por transição isomérica Então decaimento por transição isomérica é quando seu elemento quantidade de energia ele emite uma partícula Gama e ele decai tá um raio Gama e ele decai Essa é a característica tá então isso que define ali o processo de transição isomérica compreenderam isso Posso explicar novamente Sem problemas vamos lá ó Dea tentar desenhar elemento a aqui ó aí esse elemento a Vou Colocar assim tá ele decai
no que ele decai ele vai gerar no nesse caso o elemento B certo quando ele gerou esse elemento B aqui né então ele vai ter um número de massa e ele vai ter aqui um número de prótons número atômico né Beleza só que esse elemento B que foi gerado né que foi produzido Ele está com uma um estado energético diferente tá ele tá diferente do qu diferente desse outro aqui ó e quando ele decair ele e também vai ter um um número de massa e um número de prótons mas tá vendo que esse elemento é
igual a esse E aí nesse caso esse elemento aqui ele tem o número de massa igual a esse e o número de prótons igual a esse certo então por exemplo eu não posso falar eh necessariamente que isso aqui é só um isótopo né porque para ser isótopo eu tenho que ter o mesmo número de prótons e diferente número de massa diferente número de nutron certo então ter o mesmo número de próton diferente número de nutron aí eu vou ter o mesmo elemento então por exemplo aqui ó É como se eu tivesse um elemento c e
o número atômico dele aqui é dois e o número de massa dele é TR aí ele decai e aí ele gera o elemento C que número de atômico dele é dois e o número de massa dele é dois Isso aqui é só um isótopo isótopo ó mesmo número de prótons diferente número de nêutrons né número de massa vai ser diferente Isso é só isótopo tá mas nesse caso aqui ó desse B né se eu fosse colocar em números é como se esse daqui fosse sei lá qu o número de prótons dele e esse aqui também
é quatro o número de prótons dele ó o mesmo elemento e o número de massa desse B aqui sei lá é 8 e o número de massa desse outro que decaiu também é oito Ou seja é como se esse elemento b e esse elemento B eles fossem o mesmo elemento porém porém esse daqui Ele está num estado excitado um estado energético diferente desse daqui Isso vai acontecer por um momento ó é por um momento ISO vai acontecer tá então ele tá no estado esse estado diferente do outro B ali então eu posso dizer né eu
não posso dizer que esse cara aqui é um isótopo desse aqui mas eu posso dizer que esse cara aqui ele é um isômero desse cara aqui porque a única diferença entre eles é o estado de energia Essa é a diferença entre eles então para dizer que esse cara aqui é diferente desse daqui a gente fala que esse cara aqui ele é met estável isso é um m tá horrível mas é um M então a gente fala que esse cara aqui ele é met estável que vai perder essa energia essa energia vai ser perdida aqui por
um raio Gama ele vai perder essa quantidade de energia né essa perda de energia esse processo que ele vai liberar um raio Gama é a transição isomérica porque ó ele é o isômero desse aqui então ele vai liberar esse excesso de excitação que ele tá esse excesso de energia que ele tá ele libera isso soltando um raio Gama momento que ele faz isso ele decai pro outro elemento tá Então essa é diferença de um tecnécio 99 meta estável para um tecnécio 99 Essa é a diferença entre um e o outro deu para entender agora não
na Química isômero são compostos iguais eu vou ter um polietileno eu vou ter etileno que liga a etileno que liga a etileno que liga etileno a etileno etileno etileno etileno uma por exemplo né Eh a gente tem eh glicogênio glicogênio é uma molécula polimérica da glicose Então você vai ter glicose que liga a glicose glicose glicose glicose glicose glicose São Todas Iguais tudo glicose aí essa cadeia que é formada né vai ter um número X ali o número que a gente o nome que a gente dá para ela é glicogênio esse é o processo Tá
mas nesse caso aqui a gente tá falando que ele ele é isômero porque ele é basicamente a o mesmo o mesmo elemento mas num estado energético diferente então ele é o mesmo elemento mas nem tanto assim eu não posso falar que o outro tá em repouso tá ele não tá em repouso não eles estão em Estados excitatórios diferentes todo átomo met estável um isômero ele vai decair por transição isomérica Sim nesse caso Cuidado que na Química gente o um sempre não funciona muito assim tá sempre é não então a gente tem que analisar ali que
tipo de elemento é esse um elemento que ele é met testável ele vai decair pro transição isomérica E aí ele vai decair no outro elemento tá essa é diferença aí do met estável ele vai emite uma partícular gama né um raio Gama ali nesse caso Então esse é um outro conceito tá porque aí a gente vê deixa deixa eu ver que a escreveu aqui acontece quando a emissão de energia proveniente do decaimento não é ah não é em transição isomérica é isso ou a transição isomérica só acontece quando a emissão de energia provavelmente do decaimento
não é em partícula é em onda sim sim vai emitir um R que ele vai ele só vai dá aquela aquela aquele estado excitatório dele porque se ele emitir uma partícula né Eh dependendo da partícula que ele emitir ele vai virar outra coisa então Ele só vai tirar aquele aquele excesso de energia que ele tem ali é é por isso que é uma onda que ele vai liberar e não uma partícula vai liberar uma onda tá que no caso aí o raio Gama é isso que ele vai liberar tá Por que é raio Gama porque
tá saindo do núcleo certo se tivesse saindo da eletrosfera por exemplo aí seria um fóton eu tem um um elemento químico que tá extremamente excitado se sair energia ali da excitação do elemento químico que tá na região da eletrosfera ele emite a emissão que ele vai ter vai ser um fóton se for do núcleo né esse excesso de energia que tá ali no núcleo e só vai emitir a energia que tá ali esse excesso de estabilidade aí é um raio Gama tá temho minha vida curta não acontece de ter isômeros não necessariamente não é porque
tem uma primeir vida curta que ele vai ter isômero tá também não não quer dizer isso tá Ah ele tem a via curta porque ele tem [Música] não esse é um caso é um caso certo vamos em frente então ó aqui só para mostrar para vocês o decaimento né do do molibidênio até ele se tornar estável Então olha lá ó o molibidênio 99 né então molibidênio né o processo por exemplo de preparo do molibidênio pra gente ter molibidênio eu preciso do reator o molibidênio né ele vai ser produzido no reator Olha lá falei para vocês
né que é produzido no reator normalmente vai emitir partícula Beta menos então ele tá lá ele vai decair emitir uma partícula Beta menos e vai gerar o tecn met estável tecn tecn met estável por transição isomérica decai libera ali um raio Gama e gera o tecnécio 99 né ó aí já o tecnécio 99 ó a meia vida dele que já mudou um pouco ó poucão né que depois ele vai decair também por Beta menos e vai gerar o rubido aqui 99 tá aí esse cara aqui ele já é estável então ele já não é mais
eh radioativo aí já acabou processo de decaimento acabou não tem decaimento mais a partir daqui tá então é assim que a gente vai observando Como que o elemento a ideia do elemento é essa enquanto ele está instável ele vai decair a diferença é o quê quanto tempo vai levar para isso acontecer né ele tá instável ele decai tá até ele encontrar a estabilidade todo elemento químico todos do universo o que eles buscam né como se eles fossem vivos é a estabilidade o elemento químico a partir do momento que ele está estável pronto e é Inclusive
a forma dele poder coexistir na natureza né aí se a gente for pensar nos outros elementos químicos não cmente os radioativos que que eles fazem para para coexistir e estar estáveis ligações químicas né então eles interagem com outros elementos químicos para poder alcançar aí a sua estabilidade também tá e então a diferença dos radioativos é que eles estão com excesso de energia então eles vão liberando essa energia aí até ele ficar na sua no seu formato de estabilidade tá então aqui só para demonstrar esse processo para vocês Outro ponto também importante quando a gente fala
de radut por geradores é esse processo do decaimento para gerar né Eh para gerar ali o isótopo Radi isótopo fío tá então por exemplo existe duas formas de equilíbrios um equilíbrio que a gente chama de Equilíbrio transiente né Então nesse equilíbrio transiente você tem né um nuclídeo pai por exemplo molibidênio com uma uma meia vida relativamente longa Tá mas não tão long sim mas que gera um nucl fío né em aproximadamente aqui umas 4 meia vidas isso acontece né então uma característica desse equilíbrio transiente por exemplo molid tecnécio é que é mais ou menos aqui
né 10 vezes maior a meia vida do Pai Em relação à meia vida do filho ó 66 horas de um com 6 horas de outro tá então aproximadamente aí pelo menos 10 vezes maior Então nesse processo de Equilíbrio O que que eu tenho eu tenho aqui ó que o rádio nuclídeo P ele vai decaindo ó vai decaindo vai decaindo vai decaindo ele vai perdendo né a a vai ele vai se perdendo ele vai modificando em em relação ao radionuclídeo fío que vai sendo produzido a hora que ele é produzido ele também vai entrar num limite
de produção tá chega uma hora que produziu o que tinha E aí o filho vai decair também nesse processo ele decai também tá então isso aqui é um equilíbrio que chama de Equilíbrio transiente a outra uma outra forma né de eu ter aí radionuclídeos por geradores é a partir de um equilíbrio secular né Então aí acontece em aproximadamente ó seis meias vidas né Então nesse caso Ah o nuc pai a meia vida dele é muito maior ó pelo menos 100 vezes maior do que a do nuclídeo filho então basicamente você nem enxerga direito ou ele
ele diminuindo então o filho ele vai ele vai sendo produzido até que ele chega num momento de Equilíbrio ali com o pai e vão ficar E aí o momento eles vão vão decaindo aos poucos tá Então nesse processo aqui a gente tem um decaimento um pouco mais rápido né Ach que eu posso colocar mais ou menos dessa forma para ficar mais claro os decaimentos aqui são mais rápidos são mais curtos nesse segundo caso aqui não necessariamente tá esse processo já é um pouco mais longo para acontecer E aí eu vou dar exemplos de outros tipos
de geradores E aí vai dar pra gente comparar a meia vida de um com a meia vida do outro para para fazer um sentido aí tá mas importante você saberem que existem essas duas formas tá então existe aí o decaimento por equilíbrio transiente e o decaimento por equilíbrio secular no equilíbrio transiente você vai ter aí um núcleo de pai com a meia vida 10 vezes maior do que a do filho no secular você vai ter aí um radionu de pai com a meia vida aí 100 vezes maior do que a do nuc fío tá então
o tempo de meia vida entre um e outro é o que define essa característica de Equilíbrio tá aqui para mostrar para vocês né então trouxe uma imagenzinha aqui do do gerador de tecnécio né do do ipen só para demonstrar aqui tá eh então aquilo que eu falei para vocês né Essa é a a estrutura né então se a gente for fazer um um corte aqui