O Olá eu sou o nosso curso de tricologia e Terapia capilar na prática nessa nossa Aula 5 nós vamos estudar sobre alopecia androgenética uma das doenças que você mais vai se deparar aí na sua prática clínica de tricologia vamos lá então nós vamos entender a fisiopatologia da alopecia androgenética vamos primeiro dividir essa palavra o Leandro quer dizer envolvimento de hormônios andrógenos hormônios andrógenos a gente Pensa em harmônios masculinos tá lembrando que mulher também produz hormônios andrógenos lembre sempre disso é Ou seja a alopecia androgenética não tem não é desenvolvida somente no homem também temos alopecia
androgenética feminina tá bom bom e genética por quê Porque ele é um disso ela é um distúrbio poligênica ou seja envolve muitos genes não é um único gene Há muitos genes é maternos ou paternos então tem uma certa predisposição Familiar Poxa Gisele então quer dizer se o meu paciente apresentar aí a mãe ou o pai cal vou usar a voz calvos ele tem essa predisposição familiar a alopecia androgenética sim tá então é uma herança genética isso é herdado tanto do Pai quanto da mãe mais da mãe porque tá mais ligado ao cromossomo x e a
mãe tem dois cromossomos x né então tem aí um envolvimento um pouquinho maior dó que que acontece na alopecia androgenética os folículos eles ficam suscetíveis a DHT que que é DHT dihidrotestosterona é um tipo de hormônio tá E ali HT né a dihidrotestosterona quando ela se acumula ali no folículo ela vai induzir a produção de e talvez mais curto EA cada ciclo de crescimento é cada vez menor dando origem aí aos pelos velares meus pelos velos que a gente conhece tão famosos da alopecia androgenética e aqui já vou citar para você a diferença entre um
pelo velos um pelo de crescimento é que O pelo velos é aquela pelo juizinho então pela bem fininho não tem medula e geralmente não tem tanta pigmentação diferente do pelo de crescimento tá então dá para diferenciar esses pelos quando você tá fazendo aí a tricôs copia bom é o desenvolvimento então do DHT fazendo esses folículos que já tem uma pré-disposição né a sofreu uma sensibilidade aí ao DHT vai fazendo com que gradualmente o ciclo capilar fique menor produzindo fios mais fininhos né Pelos velários e e tô dando a sensação no meu paciente de uma perda
e afinamento gradual ou seja não é aquele paciente que vai chegar para você nós estamos falando só da alopecia androgenética tá lembrando que eu posso ter alopecia androgenética por exemplo com o eflúvio telógeno tá Mas no geral pegando solo parece androgenética não é aquele paciente que vai chegar para você na consulta e falar o meu cabelo caiu horrores de três meses para Cá não isso é mais relacionado o que ao eflúvio telógeno mas ele pode ter alopecia androgenética então o seu paciente dia alopecia androgenética que chega para consulta ele vai falar para você assim eu
tenho percebido que ao longo do tempo o meu cabelo vem assinando o meu cabelo tá parecendo que tá ficando cada vez mais é curtinho eu tô e algumas entradas Eu tô percebendo falta de volume tá então são essas as Queixas da dupla ciente que tem a alopecia androgenética ele não vai chegar para você raramente ele vai chegar para você e falar olha eu tive uma queda muito intensas veja os cabelos pelo chão não quando você pergunta para o paciente de alopecia androgenética ele não percebe a queda por quê Porque a queda está relacionada aos pelos
velos né a produção de pelos belos e os pelos velas que vão se desprender mais do couro cabeludo pelos sem pigmentação Mais fininhos né mais difíceis de perceber diferente do fuso telógena suas está loja não tem a queda do Fio relógio ou seja se o grande né no ciclo capilar grande é bem espesso com coloração uma queda mais intensa mas a bruta Então isso que assusta né então a gente tem que sempre diferenciar uma a doença da outra né uma disfunção de outro tá bom bota hormônios andrógenos estimulam o folículo a produzir um pelo terminal
tá então eu coloquei essas três Caixinhas verdes aqui porque são lembretes para você hormônios andrógenos no nosso organismo eles vão estimular o folículo piloso a produzir um pelo terminal então eles são importantes eles são importantes para o círculo capilar só que em excesso né nunca é benéfico no homem os hormônios andrógenos precisam estar nos níveis normais Para que ocorra androgenética da lei de novo no homem os hormônios Android nos precisam estar nos níveis normais para que eu tenho Desenvolvimento da alopecia androgenética A Gisele quer dizer então que se eu pedir uma dosagem de testosterona de
DHT eles vão estar nos níveis normais no exame sim e a nós como que eu de tecto então você pode detectar pelo exame né Isso se tiver um pico muito grande do testosterona por exemplo ou de DHT tá indiretamente quando a gente vê um pico muito grande de testosterona depois a gente vai a observar um pico grande de DHT também né porque a testosterona é convertida em dihidrotestosterona isso a gente vai estudar mais à frente Mas no geral os níveis hormonais não está aí no nível no valor de referência inferior superior dentro desse valor de
referência então não vou detectar alopecia androgenética por exame Laboratorial em muitos dos casos tá a não ser que seja alguns algumas exceções por exemplo reposição hormonal aí pode ser que sim tá então raras exceções Menopausa andropausa que aí eu vou conseguir detectar alguma pequena variação e o exame Laboratorial mas para que eu tenho desenvolvimento da androgenética hora que eu olho o exame do meu paciente você tá dentro do valor de referência na maioria das vezes tá E outra é a ligação do DHT no folículo suscetível que ativos genes responsáveis pela miniaturização Então não é porque
eu tenho Gene que eu vou ter a produção lá do DHT aumentados É o primeiro tem a produção do DHT aumentada a sensibilização do DHT do folículo no folículo capilar tá a produção EA miniaturização dos fios e essa sensibilização é que vai levar ativação do Gene da alopecia androgenética fazendo com que ocorra cada vez mais produção de fios miniaturizadas Tá então não é a questão genética que ativada primeiro é a questão hormonal primeiro para depois ativar que A médica Espero que tenha ficado claro isso para você E por quê que isso é importante né porque
que é importante eu saber primeiro que é o hormônio para depois que a ativação do gênero porque eu posso ter uma predisposição genética Mas eu posso ter um estilo de vinho eu posso ser não ter uma variação hormonal por exemplo e os meus genes nunca serem sensibilizadas né a produzir cada vez mais pelos miniaturizadas Então depende Muito mais a ativação da alopecia androgenética Vamos colocar assim depende muito mais né um gatilho da mudança hormonal da variação hormonal e pequena variação hormonal que não é detectado muitas vezes nem nos exames laboratoriais para depois da ter uma
resposta genética tá então primeiro tem uma variação hormonal e depois eu tenho a ativação dos genes na pessoa que é predisposta Ficou claro Espero que sim bom características né então E são é características sendo que no padrão masculino a queda mais expressiva na região do vértice e nas regiões fronto pronto temporais tá enquanto que no padrão feminino a queda é difusa mas na região do Ápice do couro cabeludo mas presta bastante atenção porque lembra que o eflúvio telógeno também dá essa variação né na risca aí do ar se do couro cabeludo então a gente precisa
sempre avaliar e diferenciar uma questão de outro algo que eu citei no slide Anterior que é a queixa do paciente ela é muito importante ela é um ótimo sinal para você já identificar né já seguir os caminhos aí para diferenciar a alopecia androgenética da questão do eflúvio telógeno tá então é sua vida loja na queda vai ser abrupta e na alopecia androgenética ou afinamento a rarefação ela vai acontecer de forma gradual tudo bem bom o histórico do paciente né a perda e afinamento gradual com início na fase pós-puberdade ou após A menopausa devido ao envolvimento
hormonal lembra que eu falei a gente sempre vai ter primeiro uma variação hormonal para depois que ativação do gênio tá e frequentemente mas nem sempre com histórico familiar de calvície a Gisele porque nem sempre porque o gene aí né os genes da alopecia androgenética eles podem pular até quatro gerações para se manifestar ou mais né até então Muito provavelmente se o seu paciente chega para você fala não não tem ninguém Causa na minha família tudo bem mas ele não conhece Às vezes a gerações estão anteriores então pode ser que é com a miscigenação que a
gente tem hoje e principalmente aí no Brasil mas no mundo inteiro é essa essa questão de expressão e predisposição é a alopecia androgenética é ela fica mais Evidente né então isso é mais comum é mais como uma pessoa ter o gênio Claro para disposição de alopecia androgenética e sofreu alguma variação hormonal e ativar Esse genes do que não ter tá então pode ser aí o envolvimento do histórico familiar é acomete comumente homens caucasianos seguidos por asiáticos e as americanos da puberdade até os 70 anos afetando em graus diversos até oitenta por cento dos homens e
aí é que a gente faz um parentes no nosso curso né olha com o mercado é grande para se tratar para se intervir em alopecia androgenética oitenta por cento da população masculina vai em algum A linha alguma fase da vida desenvolver a alopecia androgenética é muito né então a gente tem que trabalhar aí com a população no sentido de conscientização para trate antes que você tenha porque você tem uma pré-disposição né então isso é muito importante não mulheres a maior incidência já ocorre após a menopausa ou em caso de histerectomia que a retirada do útero
e ovários tá ou então interativas de reposição hormonal mas as jovens elas também podem ser Acometidas por quê Porque a gente vê aí o envolvimento da terapia com uso de anticoncepcional são alguns algumas classes de anticoncepcional motivando a queda androgenética né o afinamento e miniaturização dos fios em mulheres pré-dispostas tá no geral cerca de quarenta por cento das mulheres Bom dia alopecia androgenética importante na puberdade ocorre uma recessão normal e uniforme da linha frontal do cabelo embora sejam Alterações dependentes do início da produção hormonal na adolescência não deve se confundir com alopecia androgenética então quando
vem alguns adolescentes procurando né a consulta a eu percebi que aqui esta região frontal ficou mais para trás isso é normal porque se você observar no geral as crianças Elas têm mais pelinhos aqui na testa e depois quando é ocorre a produção hormonal não corre os ciclos né de produção hormonal aí na puberdade a Né ocorre a perda desses pelinhos para poder o que ficar com a linha de implantação folicular dos fios mas de limitada mas certinho tá então geralmente isso ocorre na adolescência onde eu tenho um pico de em Manaus Natura mais essas folículos
da linha de implantação e esses da frente aqui eles é cai né e ficam aí miniaturizadas porque você pode ver até como ficou os copos o pelinho menorzinho e mais fininho então com outra Característica tá com isso eu vejo Observe nos adolescentes uma recessão da linha frontal ficando bem delimitada aí a região da testa separando da região de início do couro cabeludo né de implantação tudo bem importante dois ao passar dos anos com o envelhecimento do organismo a uma gradual involução dos folículos pilosos gerando um afinamento na área equação hematene se é alopecia senil né
então a gente conhece essa regressão dos folículos como alopecia Senil Claro no processo de envelhecimento do nosso é como um todo tudo Vai envelhecer todas as células inclusive o folículo piloso então folículo piloso é passa produzir cada vez mais fios fininhos mais fios com Kani se né que é brancos mais fio sem segmentação e também muitos folículos aí deixam já de produzir fios né então a gente tem a inativação dos folículos que a gente tenha ao longo da vida tá então ao longo da vida no Processo de envelhecimento É normal a paciente que é mais
idosa se queixar Poxa eu tô tendo nunca tive problema de queda capilar eu tô sentindo os meus fios é menos fios ao longo do tempo e também um pouco mais finos não confunda isso com alopecia androgenética pode ser que não seja androgenética Olha o padrão Olha a distribuição e olha principalmente a idade dessa paciente ou desse paciente né pode ser E também porque foi embora oitenta por Cento dos homens sofrem algum grau para alopecia androgenética a gente tem a porcentagem que não sofre então a gente não pode confundir androgenética com alopecia senil Principalmente nos pacientes
idosos ah ah ah androgenética é desencadeada por uso de anticoncepcionais orais ou por terapia de reposição hormonal são mulheres aí na menopausa que fazem terapia de reposição hormonal e tem predisposição podem apresentar alopecia Androgenética em algum grau tá porque porque alguns progestogênios ou seja progesterona pode ter efeito similar àqueles causados pelos hormônios andrógenos nas mulheres com predisposição genética e quando eu faço a terapia de reposição hormonal né na mulher aí que está na menopausa por exemplo eu vou fazer a terapia O médico faz a terapia utilizando estrógeno e progesterona muitas vezes testosterona também né Então
dependendo aí da classe De hormônios que forem Respostas como tem um envolvimento da progesterona a progesterona pó o cade a uma resposta semelhante a testosterona em DHT no folículo piloso da mulher que já é pré disposto alopecia androgenética então eu voltei aí o envolvimento né o desenvolvimento de alopecia androgenética por conta da reposição hormonal com progesterona Ah mas isso é ruim Gisele aí o médico que tá fazendo a reposição hormonal que Precisa avaliar casa sua paciente né se queijo chega e queixando-se na questão de perda capilar de afinamento capilar é ideal que você converse com
ela e para que ela possa expor isso também para o médico responsável pela reposição hormonal dela tudo bem E para prolactina e Mia um aumento da Prolactina também pode levar a super produção de andrógenos pelo córtex da adrenal e influenciam ou causar a alopecia o ioiô Ah tá então quando a gente tem a Prolactina aumentada a gente pode ter uma causa uma das causas ou uma influência na alopecia androgenética mulheres que amamentam prolactina e já tem alopecia androgenética pode aí tem uma piora do quadro por conta da Prolactina mais alta tá então é sempre importante
tá dos anos desses hormônios né embora em muitas das vezes eu não vou tão claramente evidenciar no no exame então não quer dizer que a tá fora do ar dentro do padrão de normalidade não tem Nada não é bem assim pequenas variações hormonais que vão fazer ali o afinamento do folículo suscetível tá bom há um outro fator aí que pode piorar né desencadeá-lo ter-se androgenética É o estresse o estranho ele tá relacionando a alopecia androgenética porque níveis elevados do hormônio adrenocorticotrófico que é o hormônio produzido pelo córtex da glândula adrenal tá é vai aumentar a
produção de hormônios andrógenos ou então também o Aumento do cortisol da cortisona que é o hormônio relacionado o stress vai ter um efeito similar dos hormônios andrógenos ali no fio e também em resposta ao estresse eu tenho aumento na produção de outro hormônio que são os glicocorticoides e esses glicocorticoides quando em nível aumentado no meu organismo promovem o que a diminuição da shbg que a hemoglobina ligadora de hormônios sexuais e lembra nós vamos lá É um pouco melhor sobre ela na nos próximos slides mas eu já vou adiantando aqui para você shbg é uma proteína
né uma e muito tipo de hemoglobina que nós temos o nosso organismo que ela se liga aos hormônios sexuais quando eu tenho a testosterona ligada a shbg a essa proteína esse conjuntinho ele não faz mal algum ao folículo capilar qual qual o hormônio então Android no né Gisele que vai fazer mal que vai interferir ali no meu ciclo capilar é o hormônio Andrógeno na forma livre Então hormônio andrógeno que não está ligado a essa proteína logo quando eu tenho stress então eu vou ter aí três fatores primordiais piorando a resposta ou desencadeando a alopecia androgenética
que é recapitulando né o aumento do nível do hormônio adrenocorticotrófico o que vai aumentar a produção dos hormônios andrógenos Então eu levo a c t h a que o hormônio adrenocorticotrófico eleva a produção de hormônios andrógenos 1.1.2 maior cortisol quanto mais cortisol o cortisol ele desempenha efeito similar aos hormônios andrógenos ali no meu folículo então também vai prejudicar o folículo capilar né levando a miniaturização dos fios. 3 o aumento do glicocorticoide vai reduzir a proteína que se liga nos hormônios andrógenos que a shbg logo seu tem uma redução da 10º globina da shbg eu vou
ter um aumento do Amor no Android no livre então um aumento no hormônio Andrógeno livre quer dizer mas é prejuízo aos folículos mais miniaturização e as pessoas pré-dispostas alopecia androgenética então stress ele está envolvido principalmente nesses três fatores aí piorando ou desenvolvendo sendo um gatilho para alopecia androgenética além de isso nós também temos por exemplo problemas uns o vários problemas nas glândulas supra-renais né como cistos tumores podem causar um Desbalanço aí um aumento né uma variação muito grande na produção dos hormônios andrógenos desencadeando alopecia androgenética principalmente nas mulheres para dispostas a Porque nas mulheres porque
na mulher a produção de hormônios andrógenos ela vai acontecer principalmente aí nas glândulas supra-renais tá bom o aumento de pelos faciais na oleosidade da pele também são sinais de super produção de andrógenos Então eu tenho um desbalanço quando você For avaliar o olhar seu paciente avalia isso também sempre pergunte sobre a oleosidade do couro cabeludo da ter se olha e sinais né Principalmente nas pacientes mulheres olha os sinais de pêlos no rosto tá eu tenho muitos pelos no rosto quer indica superprodução de hormônios andrógenos e a E por que que a barba não é prejudicada
pronto e isso é uma pergunta muito interessante que muitos pacientes fazem Poxa não tem o cabelo e tenho Muita barba porque que eu tenho umas barba né do que cabelo como que isso acontece porque que não cai o pelo da barba e Caio pelo do couro cabeludo porque o DHT reagido testosterona é responsável por crescimento dos pelos faciais entretanto esse hormônio ele vai afetar de forma diferenciada e os pelos da face os pelos do couro cabeludo na barba Eu preciso de uma maior concentração de DHT para que ela se desenvolva então o DH teria é
benéfico Aí para barba né para os pelos faciais dos homens que gostam de barba e na maioria dos casos níveis mais baixos ou menor sensibilidade a esse hormônio levam a menos crescimento de barba as os homens com níveis mais altos de testosterona em DHT podem desenvolver mais barbas do que o homem com níveis mais baixos desses hormônios né Lembrando que o folículo capilar do couro cabeludo sempre vai ser mais sensível à ação do DHT Então eu preciso Do drht no folículo da barba para desenvolver a barba e uma superprodução né do DHT na cúmulo do
bhc no folículo capilar no Homem Pré disposto vai levar um afinamento né uma evolução daquele folículo Então são respostas diferentes por quê que isso acontece Gisele por causa dos receptores ali na região do folículo tá então eu folículo da barba ele precisa do DHT para desenvolver já o folículo do couro cabeludo num homem que é para disposto né no homem que é Suscetível é esse e vai provocar minha autorização folículo vai evoluir Tudo bem então essa resposta é diferente e aí a gente tem aqui ó como DHT afeta o crescimento do cabelo então a testosterona
é convertida em DHT em dihidrotestosterona por um homenzinho que chama 5 Alfa redutase E aí o DH ter vai se acumulando aqui ó na região do folículo tá DHT de grado folículo capilar e promove uma inflamação então o fio quer que ele fil Na fase telógena terminal ele vai tendo um ciclo capilar cada vez mais curto e vai evoluindo no sentido de miniaturizar então o fio que é um fio telógeno normal ao passar do tempo ele vai ser se tornando né Um Fio Zelos com folículo capilar vá tô indo e também o encurtamento da base
dos fios né então os fios vão ficando cada vez mais superficiais ali dando aí os vários estágios da naloxona genética né que a gente tem uma demonstração Estágio um o estágio 2 eu estágio 3 tá e a gente tem então algumas escalas né de classificação da calvície então nos homens as regiões frontotemporais e do vértice elas são mais afetadas e nas mulheres ao afinamento nas regiões frontais no topo do couro cabeludo então aqui ó são os vários graus né as escalas aí de norwood renton Ea escala de luz e o iG save Então temos aqui
os graus né um dois três onde a gente vê o a alteração na região das têmporas né na Região frontal nós começamos a ver e ficar uma região do Vert você também sendo afetada e é isso aqui vai progredindo né até o que essa rarefação e estacionamento se juntar tá bom E acertar todo topo do couro cabeludo assim como ocorre nas mulheres também ó nós temos né 1° um dois e três grau mais avançado de rarefação e Aqui só essa questão demais classificações né então tem uma linha média normal poucos passada onde eu vou Observando
o espaçamento progressivo dessa minha mera tá lembrando que na mulher pouco se perde desse desses fios aqui na região frontal eu vou ter só essa questão da região do Topo sendo acometida tudo bem essa escala né de classe e ela pode estar presente por exemplo na sua ficha de avaliação tá é de um modo geral eu não acredito ser tão importante classificar o grau de alopecia do paciente né então na minha avaliação eu Demando mais tempo explicando para o meu paciente por quê que aquilo tá acontecendo do que me preocupando em classificar aí a alopecia
dele tá bom Tá bom então a fisiopatologia né o como que acontece aí ativação da androgenética tão ativação ocorre né há-de haver ocorre uma ativação excessiva dos receptores de hormônios andrógenos presentes ali no folículo tá que vai levar a miniaturização dos fios com a fase anágena progressivamente mais Curta então ela vai ficando encurtada longo do ciclo capilar né à medida que o ciclo vai acontecendo aí a fase anágena vai sendo mais curta tá e o resultado São o que a produção de fios hellos né fiozinhos cada vez mais curtos e no nível do couro cabeludo
então um fiozinho ele não se desenvolve tá o paciente com androgenética ele vai apresentar a maior produção de DHT de hidro testosterona esse hormônio aí né que é convertido pela 5 alfa-redutase a Partir da t a carona e de receptores de andrógenos no couro cabeludo então eu vou ter tanto mais DHT quanto mais receptor para DHT também ali no folículo tá a enzima 5 alfa-redutase O que é a enzima responsável então pela conversão né Pega a testosterona e transforma em dihidrotestosterona quem que faz isso é sem cima e ela chama 5 alfa-redutase sendo que esse
último né a de hidrotestosterona vai ter maior Afinidade pelo receptor de hormônios andrógenos então ele vai se ligar nos receptores de hormônios andrógenos presente ali no folículo capilar é Existem duas formas né da enzima 5 alfa-redutase a gente tem a tipo 1 e a tipo 2 A tipo um ela vai estar mais presente nela é predominante ali mas glândulas sebáceas nos queratinócitos e nas glândulas e veja couro cabeludo a gente tem aí uma grande quantidade de glândulas sebáceas E sudoríparas né e assim qual foi resultado tipo 2 ela vai estar presente aonde exatamente na bainha
externa do folículo capilar então é ela também que tenha uma maior participação nessa questão do androgenética tá a 5 alfa-redutase tipo 2 também no homem és enzimas em qual foi o resultado tipo 2 vai estar no epidídimo no canal deferente nas vesículas seminais e próstata tá é embora assim qual foi o resultado tipo 1 tipo 2 tenham aí o seu Papel na alopecia androgenética lembre-se aqui é tipo 2 que têm maior participação juntamente com o metabolismo hormonal e os receptores de hormônios andrógenos tá então a gente tem aí me envolvimento na alopecia androgenética da um
ponto alto da enzima 5 alfa-redutase tipo 2 do hormônio de hidro testosterona e da quantidade de receptor para hormônios andrógenos ali no folículo capilar aqui eu coloquei como destaque Olha a ativação do receptor de andrógeno que encurta fase anágena no ciclo capilar Então esse receptor né o excedente de hormônio Vamos colocar assim ele liga-se ao folículo tá ao receptor ali de hormônio Android no no folículo e progressivamente o ciclo capilar vai ficando com a fase anágena cada vez mais curta dando origem a fios Tá bom acho que ficou bem claro né então a gente tem
essa relação hormonal de transformação da testosterona pela de Hidrotestosterona através das enzimas 5 alfa redutase e também em E aí de receptores para hormônios andrógenos que estão presentes no folículo capilar ainda na mulher a gente tem o quê que o hormônio mas é predominante né o DH que é o dehidroepiandrosterona esse nome grandão aí mas BH EA androstenediona tá eles são dois hormônios produzidos na glândula adrenal e são responsáveis por cinquenta por cento da produção de testosterona na Mulher principalmente sendo que o restante da testosterona é produzida aí nos ovários e no tecido adiposo por
exemplo em outras outras regiões tá já nos homens a testosterona ela vai ser produzida principalmente no testículo então tem essa diferença né claro mulher ela não tem o testículo então principal glândula que produz a testosterona no homem é o testículo e na mulher mais de e por cento né cerca de cinquenta por cento é produzido os hormônios Andrógenos são produzidos pela adrenal pelo córtex da glândula adrenal tá E o restante é produzido tanto pelo ovário quanto localmente a gente fala né porque o tecido adiposo ele também é responsável por produção hormonal de testosterona por exemplo
é embora a fisiopatologia vai ser aí semelhante ela não é igual para homem e mulher ela é semelhante tem um envolvimento do bht tem um envolvimento de enzimas tenho envolvimento da questão do demais Receptores de hormônios andrógenos ali no folículo mais ela não é igual para homem e mulher por isso que muitas das vezes é tratamentos né que utilizo para homem eu tenho o resultado eu não consigo aplicar o mesmo tratamento para mulher que a gente tem aí outras questões é o papel dos andrógenos na alopecia androgenética feminina ele ainda é pouco Claro enquanto na
alopecia androgenética masculina ele já está bem estabelecido Ele é muito estudado é um modelo muito mais claro para aula preci androgenética feminina ainda não está tão claro aí essa relação de produção hormonal de sensibilização de receptores e de enzimas que participam desse processo tá as mulheres Elas vão apresentar um aumento na quantidade de receptores de DHT como eu falei para você aumenta os níveis das enzimas 5 alfa-redutase também e também de uma outra enzima que é aromatase que ela é responsável por Transformar testosterona em estrogênio Então tem um envolvimento que a dessa outra enzima que
a aroma tarde até onde já se estudou então a gente precisa ver pensar né Muito bem isso é isso muito bem esclarecido que embora seja alopecia androgenética e leve e ao sinais né de rarefação de afinamento progressivo de fase anágena cada vez mais curta para homem ela vai funcionar de um jeito e para mulher ela vai funcionar de outro tá Mas independente De como é como se dá a alopecia androgenética é a alteração no folículo tanto no homem quanto na mulher parece ser a mesma é o que eu falei vai dar na mesma vai modificar
o que só o padrão de acometimento então no homem a gente vai ter aquelas áreas né de rarefação principalmente têmpora e vértice e na mulher a gente vai ter uma perda de densidade na área aqui do Topo né na área pare e tal tá sendo mais expressivo a minha autorização e a calvície nos Homens do que nas mulheres é muito difícil a gente ver mulher a calva né pela alopecia androgenética então sem cabelo algum ali na área do topo do couro cabeludo tá é embora aí a gente tem né o nome de alopecia androgenética feminina
por conta dessa fisiopatologia se dá um pouco diferente nela é semelhante mas ela não é igual no homem e na mulher tem-se adotado é um outra uma outra nomenclatura que é a queda capilar padrão genético feminina Tá então também tem aí essa questão inclusive de nomenclatura que tá sendo atualizado devido a fisiopatologia não ser Idêntica para o homem para mulher O que que a gente tem então a testosterona ela circula sobre três formas no organismo E se eu já falei também nos slides anteriores mas aqui tá bem explicadinho para você 65 por cento do hormônio
testosterona e vai circular ligado fortemente a uma globulina tá que é a globulina ligadora de hormônios Sexuais ela é chamada shbg então tudo que tem no nosso organismo né para chegar de um local de produção até outro local de ação geralmente são transportados por globulinas plasmáticas tá então são proteínas que a sua essa por exemplo a shbg é uma proteína que ela vai se ligar testosterona e vai carregar ela pelo organismo e para soltar a onde ela precisa fazer ação dela né trinta por cento é ligado à fracamente a Albumina que é uma outra Proteína
plasmática é responsável por carregar aí né substâncias ao longo de todo o organismo tá e 0 0.5 não é meio por cento a dois por cento da testosterona vai circular no organismo de forma livre ligada à nada é essa forma que a forma conhecida como biologicamente ativa que vai influenciar o folículo piloso então se a testosterona ela tá ligada a alguma proteína seja Albumina seja shbg seja qualquer outra proteína plasmática ela Não vai ter ação ali no folículo piloso tá já testosterona que não está ligada em nada e nenhuma proteína ela que vai ter a
situação ali no folículo piloso é essa testosterona livre que vai ser convertido en bhp e sensibilizar os receptores ali tá bom a produção da shbg ela é aumentada pelo estrógeno e diminuída pelos hormônios andrógenos Olha que interessante além dos hormônios andrógenos também progesterona e Glicocorticoides lembra dos hormônios do estresse glicocorticoides bom Diminuir a quantidade né de shbg para que que você tá falando tudo isso Gisele porque de repente dosagens de shbg ou seja avaliar essa globulina vale a pena e um paciente que a gente tá aí com suspeita de alopecia androgenética tá E também para
a gente ter Claro o seguinte que não é só o envolvimento do hormônio a gente tem outras questões também envolvidas aí com o advento né da alopecia Androgenética a shbg ela vai ser aumentada na presença de estrógenos e ela vai ser aí ó diminuída nos glicocorticoides na projeção bom e na presença de andrógenos Então até o quantitativo dessa proteína Eu tenho aí é sendo estabelecido pela Floresta relação ammonal né por essa função hormonal tá é a Gisele muito bem eu tenho então é shbg ali numa quantidade ideal que ela tá carregando a minha testosterona e
não está sobrando Muita testosterona livre tudo bem é uma resposta a não é o meu o paciente que ele tem androgenética ele tá numa fase de estresse muito intenso tá produzindo Possivelmente muito glicocorticóide e além de Todas aquelas alterações né que o estresse provoca também no ciclo capilar a gente tem o que uma piora do quadro dando genética por conta também também da diminuição de shbg ou seja o glicocorticoide ele diminui a pro a shbg E sobra mais do que testosterona Livre logo se eu tenho mais pessoas carona livre no indivíduo que é pré disposto
eu vou ter mais sensibilização eu vou ter mais miniaturização eu posso ter inclusive mais queda acelerada né então devido ao estresse por exemplo então aqui a gente consegue rapidamente fazer uma relação entre o stress e orando o quadro aí da alopecia androgenética por um único fator que a admissão da proteína né da shbg tá claro tem em outros fatores inclusive outros Fatores que não foram nem estudados e nem descobertas ainda mas esse já é um importante Marco né já é um importante fator que a gente tem aí relacionado ao estresse e alopecia androgenética tá então
no geral o que que eu tenho que pensar que é um equilíbrio tá então quer dizer que a testosterona é péssima bom é bem assim a testosterona é necessária é vital na verdade ela participa de muitas reações orgânicas né É Para Isso que a gente tem esse Hormônio também tá então quer dizer que se eu bloquear Tudo aumentar shbg deixar toda a testosterona ele ligada proteína e bloquear sem calça redutase toda quer dizer que eu vou dar uma melhora no androgenética não necessariamente porque você precisa de testosterona para regular inclusive processos orgânicos que vão influenciar
também no ciclo capilar que eu quero que você entenda aqui com esse esse esqueminha que principalmente é que tudo no nosso Organismo precisa de uma palavrinha só homeostase ou seja precisa de um equilíbrio tá não adianta eu ter nada em excesso e não adianta alternado em falta eu preciso de tudo em equilíbrio tudo então a gente tem e é isso aqui para entender realmente que essa harmonia ela faz muito sentido no nosso organismo né que não dá para achar que vai resolver o problema só bloqueando aí toda a testosterona que não é bem assim que
funciona que os Outros processos biológicos Eles também precisam de testosterona por exemplo né para funcionar Tá então isso é importante a gente ter sempre em mente é o mecanismo de ação da testosterona E aí eu fiz um resumão aqui para você lembrar comigo tá ó a testosterona então é é esse hormônio que vai ser convertido em estrad ol pela enzima aromatase esse estradiol vai se ligar ao receptor de estrógenos que está presente Principalmente nos ossos no cérebro e Nas mamas só nesses locais não a gente vai ter se receptor e muitos outros locais em todo
as células praticamente do nosso organismo Tá mas a a região né Vamos colocar assim um órgão que eu tenho mais receptores de estradiol são os ossos o cérebro e as mamas tá bom na conversão da testosterona em dihidrotestosterona a gente tem a participação do menzi muck chama 5 alfa-redutase a 5 alfa-redutase vai converter a testosterona em DHT Dihidrotestosterona que vai se ligar ao receptor de andrógeno receptor de hormônios andrógenos que está presente aonde na genitálias masculina e feminina tá é na próstata aí só no homem Claro e Olha onde pele cabelos e pelos isso no
homem e na mulher por isso que a gente pode falar que a fisiopatologia da lotece androgenética E aí masculina ela é parecida lembra que a gente falou isso mas que ela não é igual ela é semelhante tá e o BH até Aqui vai ter influência direta na pele e nos cabelos e nos temos a Gisele a testosterona sozinha testosterona sozinha ela também e se liga a um receptor de hormônio andrógeno que está presente Principalmente nos músculos na medula óssea nos ossos também cérebro e tecido adiposo tá então a gente tem aqui ação da testosterona em
quase todas as células aqui do nosso organismo hora em estrad ol hora hein de HP ordem testosterona na sua forma normal né na Sua forma ciência transformado tá bom é mais a gente tem que lembrar aqui na pele e nos cabelos e nos pelos a gente vai ter aí maior influência do DHT e maior o receptor andrógeno nas pessoas pré-dispostas a alopecia androgenética inclusive que na mulher a gente também vai ter o envolvimento aí não tão claro até o momento tá mas também sabe-se que tem um envolvimento dessa ou trenzinho aqui que é arômatas Tá
além da 5 Alfa Redutase tudo bem Espero que tenha ficado muito claro isso para você bom de tudo isso né estudada e toda a fisiopatologia o desenvolvimento da alopecia androgenética agora nós vamos avaliar a estudar as questões de tricôs copia tão na alopecia androgenética Eu tenho um padrão similar de tricôs copia quando eu faço o exame tanto no homem quanto na mulher então não dá para diferenciar pela tricôs copia uma alopecia androgenética feminina de uma Masculina ficou sinais são similares é no geral o que que eu vejo o fio o faturizado e a presença de
uma pigmentação perifolicular o sejam redor do folículo de cor marrom além de uma heterogeneidade de espessura das hastes foliculares com o aumento de pelos velos aumenta o número de folículos com apenas uma arte e presença de pelos ondulados e finos além de pontos amarelados e hiperpigmentação e favos de Mel tá pelos belos são hipopigmentado se eles não tem Pigmento não tem medula e tem a espessura menor do que 30 micrômetros e o comprimento menor do que 2 A 3 mm então é um pelo curtinho fininho e sem cor tá a porcentagem de pelos velos na
região frontal na alopecia androgenética feminina é de cerca de 20.19 por cento e normalmente a pessoa senha alopecia androgenética tem aí também pelos velos no couro cabeludo mais uma porcentagem muito menor de seis. 15 por cento Então olha Só a diferença né vou ter muito mais pelos velas na alopecia androgenética feminina e nesse caso EA porcentagem de folículos com apenas uma haste é de cerca de 65. Dois por cento onde normalmente o indivíduo sem nenhuma alteração capilar aí eu vou encontrar as 27.3 por cento dos folículos com apenas uma haste no geral na se copia
é possível a gente avaliar no couro cabeludo saudável folículos com duas a três hastes capilares tá Às vezes até Quatro mas é mais raro então duas a três é mais padrão E aí quando eu tenho muitos folículos com apenas uma arte pode indicar aí a Oi Sandra genética a hiperpigmentação e favos de mel é bem característica né parece um favo de mel mesmo e ela é visualizada na superfície do couro cabeludo ela é devido à exposição solar mas ela pode ser detectada em pacientes com alopecia não cicatricial está normalmente presente indivíduos com Fototipos mais altos
Então se vê em um paciente para você com queixa de queda capilar sem aos alterações relacionadas alopecia androgenética mais com pigmentação aí no couro cabeludo em Favo de Mel você vai pensar duas coisas você vai avaliar o fototipos de pele dele e se ele tomou sol recentemente por quê Porque essas duas questões nessas: pode ter normalmente no couro cabeludo o aspecto aí de favos de mel Então se o indivíduo tem falta o tipo mais alto ou Foi exposto ao sol ele vá a taça pigmentação e Favo de Mel e não necessariamente ser alopecia androgenética mas
quando está presente junto com as outras características pode ser um sinal indicativo comumente alopecia androgenética ela vai estar presente juntamente com eflúvio telógeno né então se o paciente por exemplo tem alopecia androgenética foi submetido a um estresse intenção uma crise emocional a uma gripe com febre né com quadro de Febre enfim características que a gente estudou lá na aula de eflúvio telógeno eu vou ter aí as duas condições coexistindo no couro cabeludo né claro uma piorando o quadro da outro exclusiva telógeno piorando o quadro de alopecia androgenética a gente tem sempre que Estar atento não
necessariamente eu vou ter predominância de uma única afecção do couro cabeludo eu posso até aí outras questões relacionadas G1 A anamnese detalhada e com a identificação de sintomas e histórico familiar de doenças pré-existentes vai guiar você para identificar e diferenciar a alopecia androgenética de outras afecções do couro cabeludo algumas dosagens laboratoriais né Como o ferro a capacidade total de ligação do ferro e Ferritina avaliação da função tireoidiana o hemograma completo a dosagem de shbg testosterona total e me livre o DH e hormônio Folículo-estimulante e luteinizante a prolactina podem te ajudar podem indicar algum diagnóstico de
alopecia androgenética muito embora na maioria dos casos esses essas dosagens elas podem se apresentar nos valores normais e mesmo assim eu ter a predisposição e o desenvolvimento de alopecia androgenética Principalmente quando e em hormônios sai nos andrógenos aí na testosterona tudo bem diagnóstico diferencial que que eu preciso Diferenciar alopecia androgenética da Alopecia areata eo eflúvio da sífilis e de outras doenças sistêmicas Então eu preciso dessas avaliações Eu preciso de uma gama de avaliações tanto dosagens laboratoriais ficou os copia anamnese Então tudo isso vai me ajudar e vai Me direcionar para diferenciá-lo Cassandra genética dessas outras
afecções do couro cabeludo correlação então alguns estudos vão apontar uma relação entre a androgenética e a hipertensão arterial Infarto do miocárdio resistência à insulina lipídios anormais obesidade infertilidade além da hipertrofia benigna de próstata e câncer de próstata nos homens a minha doença ovariana policística nas mulheres então quando eu tenho essas relações eu posso aí já dá um ponto a mais para identificação da lotece androgenética tá então também avaliar muito bem aí o histórico do meu paciente essas outras doenças né alopecia senil Né ou alopecia involutiva como eu falei para você no slide nos slides anteriores
ela vai correr fisiologicamente é um processo de envelhecimento natural do couro cabeludo e não ficou os copia eu vou avaliar unidades foliculares com apenas uma arte redução da densidade capilar e a presença do sinal perifolicular veja que são sinais semelhantes alopecia androgenética mas eu vou diferenciar e pela idade do meu paciente e também por outras questões tá É muito difícil a gente não ter uma relação a alopecia senil com a alopecia androgenética Mas pode acontecer a pessoa desenvolvendo solo precisa ser mim é essa alteração do sinal perifolicular quando a gente olha na tricôs copia ela
vai ser mais comum na região frontal além das alterações de pigmentação então Claro vou ver um fio né Muito mais branco é hoje em dia as senhorinhas chegam para gente o Senhorzinhos também né é com os fios já coloridos Então você tem que perguntar para o seu paciente olha qual é a porcentagem média dos seus fios né brancos até oitenta por cento então a gente caracteriza mais aí é alopecia senil tá e o tratamento Eu dividi o tratamento porque é um para mulher e um para um homem não adianta achar que o tratamento da alopecia
androgenética também é similar nós vimos na fisiologia Fisiopatologia da doença que a gente tem inclusive envolvimento de enzimas Diferentes né então a gente precisa estar sempre atento porque um tratamento para um gênero não vai servir para outro tá então na menopausa ou histerectomia a terapia de reposição hormonal É uma opção de tratamento com administração do que destrói nos então eu vou dar prioridade para aumentar os estrógenos naquele organismo que já tá ainda S de produção hormonal por conta da menopausa É do tipo acetato de ciproterona que também é antiandrógeno então ele vai bloquear a ligação
do receptor de andrógeno com DHT no folículo Olha que coisa boa e o acetato de ciproterona ele vai entrar ali bloqueando a ligação do DHT com o receptor presente no folículo capilar Então vou tratar também indirectamente alopecia androgenética alguns anticoncepcionais eles são formulados a base do acetato de Ciproterona então eles têm mais estrógenos né Tem mais vezes são a base de estrogênio e devem preferencialmente ser usados pelas mulheres pré-dispostas alopecia androgenética mais lembre-se a maioria dos anticoncepcionais que a gente tem hoje no mercado eles são uma combinação hormonal de estrógeno e progesterona logo eu tenho
da progesterona se a mulher é pré disposta eu posso está desenvolvendo tá contribuindo para um desenvolvimento aí Mais precoce ainda né dá aula para síndrome genética Então vale você ressaltar para sua paciente jovem que faz o uso de um profissional nessa questão que o ideal é o uso de um anticoncepcional à base de estrogênio tá bom é antiandrogénios orais como a espironolactona que ela vai agir também bloqueando a ligação do DHT e da testosterona livre ao receptor de andrógeno e além de isso inibindo a Síntese de Android nos aumentando a conversão da testosterona estradiol ela
vai também ser aplicada sem empregada no tratamento da alopecia androgenética feminina Lembrando que a espironolactona é um medicamento que tem outra finalidade né espironolactona Ela é um medicamento para controle de pressão arterial mas Foi verificado que também tratava as questões relacionadas a fios né a cabelos Então ela é empregada hoje para o tratamento da alopecia Androgenética feminina efeitos a hipercalcemia não suplementar potássio nessa paciente que faz uso de espironolactona caso você seja né um profissional prescritor alterações de humor ciclo menstrual desregulado cê sensibilidade nos seios então esses são alguns dos efeitos colaterais lembrando a espironolactona
é um medicamento ela vai apresentar os seus benefícios Mas elas também vai ter o efeito colateral a aplicação tópica de Minoxidil dois por Cento a porque dois por cento Gisele não uma porcentagem mais alta o Minoxidil no porcentagem muito alta em mulheres ele pode ocasionar a produção e o desenvolvimento de pelos faciais Então vai começar com a terapia de Minoxidil na sua paciente começa com uma porcentagem baixa não tá sendo resposta Aí sim pode avaliar o aumento dessa porcentagem mais uma forma Ah tá nunca começa é uma terapia de tratamento né mulher com o nível
Genética com Minoxidil já há cinco porcento sempre devagar tá se uso de fitoestrógenos naturais tal como o do pai a palmeira-anã São também opções aí de tratamento de auxílio no bloqueio da questão hormonal ligada androgenética feminina o jantar os homens né o tratamento aí da alopecia androgenética ele é já é clássico muito bem desenhado reconhecido inclusive pelo FD e eu uso da Finasterida 1 MG por dia afinar as ter Ido é um medicamento originariamente para tratar câncer hiperplasia benigna de próstata né então já é utilizado em outra porcentagem com outra concentração para tratamento dessas patologias
mas quando foi empregada para tratamento de alopecia androgenética observou-se que miligramas por dia era o ideal para inibir a 5 alfa-redutase tipo 2 sendo eficaz em aumentar o crescimento do cabelo na região do vértice do couro cabeludo Já androgenética Feminina eu Não posso usar finasterida né não vou para escrever e os astros nas feridas para mulher porque porque principalmente essa mulher tiver em idade fértil claro né É porque ela pode causar mutações no feto então eu não vou correr o risco dessa mulher em idade fértil engravidar se tiver fazendo uso de finasterida E aí tem
alguma mutação no bebê né então a gente preconiza não utilizar finasterida em mulheres em idade fértil A não ser Que enfim vem aí o acompanhamento né de teste de gravidez mais a gente tem outras possibilidades como eu mostrei para você no slide anterior do que los a mão e da Finasterida esse tá grossa mulher tiver numa fase mas menopausa por exemplo aí sim fizer histerectomia né então são outros casos que dá para pensar em finasterida só que é uma última opção de tratamento né na maioria das vezes então para a gente correlaciona finasterida ela não
é tão Bem empregada para o tratamento da androgenética feminina tudo bem é um outro medicamento né também empregado para tratamento de controle da pressão arterial e como efeito contrário foi observado que produzia pelo né ajudava na produção de cabelos aí é o Minoxidil então hoje ele é empregado na porcentagem 5 porcento para homens dois por cento né Dois a três por cento para as mulheres é porque ele é um vaso dilatador é um aplicado a loção tônica Né loção tópica uma ou duas vezes ao dia sendo esse caso aí na nutrição do folículo e no
espessamento dos fios tá ele vai receber responsável por alargar os vasos sanguíneos então carregando aí né levando mais nutrição mas o oxigênio para o folículo capilar os efeitos adversos Então todo paciente que tem aí a o uso né que faz uso do Minoxidil tópico vai se queixar maioria deles mais se queixar a cera irritação local que o cabelo fica Com aspecto endurecido ou então também algum tipo de descamação tudo isso relacionado ao uso do produto o início pode causar uma fase inicial de queda que é conhecida como sheli isso porque o Minoxidil ele faz com
que os fios que estão ali na fase telógena no finalzinho da fase telógena ele se desprendam do couro cabeludo né com uma frequência mais aumentada para dar início a um novo ciclo capilar tá é um Minoxidil oral ele também pode ser empregado no meu Porcentagem também mais baixa para o tratamento da alopecia androgenética mas até o momento não se tem nenhum estudo que comprove a eficácia né diferença e do emprego do Minoxidil tópico com Minoxidil oral a questão do medicamento né da cápsula oral do Minoxidil é só referente a esses outros efeitos de prurido irritação
local que o meu paciente não vai ter não vai desenvolver mas é também por ser um medicamento vai ter outros efeitos adversos lembre-se Ele é um medicamento para controle de pressão arterial Então baixa na pressão esse desbalanço de sódio potássio me paciente que não tem essa questão de pressão arterial é fica um pouco mais complicado de fazer o uso da medicação oral né então a gente tem sempre está avaliando essas situações de uso de medicamento bom a Duda a ferida é um outro ativo que também vai agir nos dois tipos de enzima 5 alfa-redutase ela
é similar a finasterida mas ela tem essa Essa questão de inibir né de bloquear a 5 alfa-redutase tipo 1 e tipo 2 o reconhecimento utilizada nos pacientes que não tem resposta nenhuma ao tratamento com finasterida então a Duda as feridas seria uma opção aí ao tratamento da Finasterida tudo bem e aqui o ressalto somente para você observar né trouxe essas classes de medicamentos mas é importante sempre dizer que se você é um profissional prescritor sim avalia classe de Medicamentos que você está apto a fazer a prescrição e caso você não seja um profissional prescritor fica
aí como conhecimento para você a ação desses medicamentos né Lembrando que a tricologia e Terapia capilar elas são questões multiprofissionais então a atuação em conjunto e talvez com um profissional que possa fazer a prescrição de classes de medicamentos e auxiliar no resultado do tratamento da alopecia androgenética para o seu Paciente vale muito a pena então eu trouxe também aqui outros tratamentos e terapias que podem ser empregados para tratar alopecia androgenética Como por exemplo o a luz vermelha o laser de 660 nanômetros que vai estimular o ciclo capilar e vai tratar inflamação é promover a esse
pensamento né dos fios aí do principalmente dos fios que estão sofrendo afinamento capilar é o extrato de plantas naturais né então se você é Um profissional prescritor e tá apta para escrever suplementos vale a pena é investir na prescrição da serenoa repens por exemplo que é o Saw palmetto é o chá verde enfim erva chinesa outros ativos né que a gente pode lançar mão aí que também fazem o bloqueio do DHT Então vão apresentar aí essa essa regulação na sensibilização do folículo piloso ao DHT tá análogos da próxima Glam Gina como ela tomou próstata fatores
de crescimento né Principalmente aplicados No couro cabeludo com microagulhamento técnicas né de microagulhamento é o plasma rico em plaquetas emblema é uma técnica ó syllable até o momento mas também tem seus resultados aí foi tratamento da alopecia androgenética de outras quedas capilares né além de Terapias com células-tronco também aplicadas por alguns profissionais habilitados é Observe sempre sempre atende o seu paciente quanto ao controle de peso em pacientes obesas reduza a Transformação periférica dos hormônios andrógenos vai diminuir a intolerância à glicose vai aumentar a produção da shbg vai reduzir a testosterona livre melhorando como um todo
o perfil hormonal do seu paciente também então aqui trabalhar em Associação com um nutricionista para um paciente obeso que tem alopecia androgenética também vale a pena então pensar no paciente como um todo e essa é a principal mensagem que eu trago não só para essa aula de hoje Né para alopecia androgenética é mas para todas as afecções que a gente vê Tem que olhar o paciente como um ser humano completo não só como uma questão de queda capilar isolada e única tudo bem sempre fica com essa mensagem então para você aqui eu trouxe algumas imagens
de alopecia androgenética nessa aqui ó o padrão masculino onde a gente vê essa rarefação aqui ó na região do topo do couro cabeludo né e na região da temporal nas entradinhas aqui essa já um Padrão feminino Olha só como a linha média do couro cabeludo fica mais larga então a medida que essa alopecia androgenética feminina vai evoluindo aqui essa região né vai tendo separação maior distanciamento entre a linha do couro cabeludo né aqui a presença dos pelos velos vejo são pelos Oi meninos bem curtinhos e sem pigmento tão na tricôs copia nós avaliamos a presença
desses pelos velhos Além disso nessa lâmina aqui nessa imagem que nós Estamos vendo Nós vemos ó a presença de um única haste capilar Então muitos folículos com uma única haste capilar por exemplo nessas regiões que eu tô apontando para você com a seta além de alguns fios né com formatos diferentes e aí a gente tem aqui esse sinalzinho olha nessa foto ele tá um pouco menos Evidente mas é um sinal perifolicular de coloração marrom nessa também nós temos ver o predomínio né de pelos velos então para não ficar dúvidas sobre a Identificação dos pelos belos
né aquela uma androgenética já vem avançada em estágio bem avançado ó e aqui também olha tudo bem e por pigmentado então um raramente Verde coloração muito forte muito intensa olha só a cor de um fio né do paciente EA hipopigmentação dos pelos velhos fica até difícil de visualizar quando você faz a ficou os copia aqui as unidades foliculares com apenas um pelo Olha quantas unidades com apenas um pelo né Gente não tem tantos pelos belos né na imagem a gente consegue ver solo uns olhos na setinha quem né Bem fininhos bem difíceis até de visualizar
mas a gente já vê um predomínio muito grande de unidades foliculares com apenas uma arte capilar o que indica uma alopecia androgenética Muito provavelmente numa fase mais inicial a e essa bibliografia dessa aula né Espero que você tenha aproveitado e gostado bastante nesse conteúdo e que ele te Ajude bastante no tratamento no manejo da queda aí dos seus pacientes com alopecia androgenética um beijo e até a próxima aula