O cliente ideal no final ele não quer saber qual o funil que ele tá passando, ele só quer saber se a oferta vai resolver o problema dele. >> A pessoa que tá já tá no buraco, ela ela toma a decisão de adquirir. A pessoa que tá eh ainda, né, ainda tem o tem gente que, por exemplo, né, tá há anos assim num mesmo patamar, mas por causa dessas decisões que a pessoa não toma, faz ela ficar nesse patamar. E aí uma solução que pode mudar, às vezes não não toma uma decisão. >> O que que
a gente precisa fazer aí no funil de marketing? elevar o nível de consciência das pessoas. É o empresário entender que se ele ficar mais um mês sem vender, não tiver o processo de vendas, a empresa dele vai quebrar. Às vezes chegam alguns clientes pra gente que o cara tá, cara, há mais de um mês e meio sem vender e o cara tem caixa para investir em alguma solução que vai fazer com que ele consiga sair do buraco que ele tá e consiga chegar onde ele quer chegar. Só que ele não compra por medo. Se ele
tiver a consciência certa para conseguir comprar o produto, ele vai comprar o teu produto mesmo que você ofereça para ele via DM do Instagram. Você sente que a sua operação comercial ainda não tá no ponto que você deseja? Você tem dinheiro na mesa para colher? Durante mais de 2 anos, a Full System já ajudou mais de 350 empresas a faturar em 60% mais, com mais lucro, com processos simplificados. Para de tentar fazer as coisas na tentativa de erro e vai no caminho invalidado. Por isso, tô te convidando agora a você apertar no primeiro link da
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400.000 por mês para 3.6 milhões no mês. É um é o cara que eu mais respeito em funil. Mas antes de eu da gente começar esse tema incrível, eu peço para você que você curta, você possa compartilhar ao longo da desse podcast para quem você acha que que é que é interessante e clar seu comentário ao final, mas não deixe de seguir também a nossa plataforma aqui para você receber mais conteúdos como esse que vão agregar demais no seu negócio. Aqui do meu lado direito está Mateus Matuta, o cara dos funis do marketing. Matuto, esse
tema aí é um algo que você conhece bem, né? Ô, Matuto? >> É verdade. Não é um tema que eu penso muito, eu vivo isso, né? >> Pois é, cara. >> Acabou de fazer um funil semana passada, pelas minhas contas bateu acho que 1.3 até agora, mas ainda tem algumas vendas para rolar. >> De um funil só que investiu no te contando o prejuízo? 70.000 de prejuízo. >> Ah, então é 70.000 x 1.4. Dá 20 de ruas, né? >> Dá mais de 20. >> É, se se fechar 1.4. >> É verdade, né, cara? Bom ou
não? >> Segredo, não sei. A galera de casa que eu vai falar se é bom ou não. >> Maravilha, cara. E olha, e olha que interessante. Eu acho interessante investir R, voltar a 20. Dá mais com a margem que a gente tem, né? >> É verdade. Não, e teve muita venda de caixa, cara. Teve mais venda de caixa do que eu imaginei. E tinha muita venda também de lead que já conhecia a gente há algum tempo, mas o evento fez a pessoa ela ser impulsionada a comprar. >> Legal. A gente vai falar desse aí. A
gente vai, aliás, vamos fazer um podcast só de lançamento de ardilor, tá? É o nome que a gente deu e que ficou, né? >> Porque vou explicar por esse nome não. Vai ser desafio ardiloso. O que que tu acha? >> Desafio pode ser. Mas ó, porque quando a gente tem um um cara que toca esse intensivo, esse desafio, que o nome dele é arcílio, só que quando você vai escrever no normalmente o celular e o corto cartilo, direto ele tá mandando iloso, iloso como ele toca esse esse desafio, né? Ficou desafio de >> verdade. >>
Mas enfim, >> não, mas foi bem legal. >> Que bom. Eu acho que assim, tem muita coisa que melhorar mesmo. Tava falando parceiro que eu acredito que dá pra gente chegar em oito dígitos somente em um intensivo, né? Claro, a gente vai precisar de mais equipe, precisar vender muito mais ingressos, mas tem como chegar em oito dígitos de faturamento, investir muito mais em tráfego também, porque a gente vestiu pouco consideravelmente, né, com relação ao resultado e talvez mais ofertas, talvez de tickets menores, né, não sei, mas eu acredito que tem o potencial de chegar em
oito dígitos, ou seja, mais de R 10 milhões deais em uma campanha só. Mesmo, o tema do episódio é como fazer funil de marketing para conseguir ter eh vendas, >> para ter clientes, né, de maneira mais precisa. >> De maneira mais precisa. A precisão do funil de marketing, ela vem sempre de uma coisa só. Tem um livro, eu gosto bastante sempre de dar referência, né, que é do Dan que chama No funnel strategy. >> É uma um nome meio contra contrainttuitivo, né? Porque é a estratégia de não ter o funil. que ele fala sobre a
questão de que o cliente ideal no final ele não quer saber qual que é o funil que ele tá passando. Ele só quer saber se a oferta vai resolver o problema dele. Se ele tiver a consciência certa para conseguir comprar o produto, ele vai comprar o teu produto mesmo que você ofereça para ele via DM do Instagram. >> Uhum. O grande problema que ele fala muito nesse livro também é sobre o ponto de que às vezes as pessoas não têm um nível de consciência certo para conseguir tomar a decisão de compra de forma rápida. Então
ela precisa passar por algum processo de elevação de nível de consciência. E o funil de marketing, para deixar claro para as pessoas até a diferença aí eh com relação a outros tipos de funis, ele é responsável por fazer com que o telefone toque. Então ele é responsável por fazer com que o teu time comercial tenha ali as reuniões agendadas, né? Na verdade até em conjunto com pré-vendas ali, >> mas também fazer com que as oportunidades surjam, né? Então ele é responsável por essa primeira etapa ali de uma cadeia produtiva para transformar curiosos em clientes. Os
curiosos se tornam interessados, interessados tornam oportunidades, oportunidades se tornam clientes. >> Oportunidades, no caso, são pessoas agendadas. Já é um termo que o pessoal do corporativo usa, é, são os deals, né, que eles falam, são as oportunidades. Então, o marketing ele é responsável por fazer com que os curiosos se tornem interessados e os interessados se tornem oportunidades. Essa primeira etapa da cadeia produtiva é é responsabilidade do marketing. O que que a gente precisa fazer em um funil de marketing? Elevar o nível de consciência das pessoas. Então, o Fo de marketing, ele é responsável por fazer
com uma pessoa que, por exemplo, nem sabe que tem diabetes. Eu vou dar o exemplo do diabetes porque é um existem problemas ocultos atrás do diabetes, sintomas que acontecem antes de a pessoa ser diagnosticada. Por exemplo, a pessoa antes de ter diabetes, ela tem resistência à insulina, diabetes tipo dois, tá? Especificamente antes de ter resistência insulina, ela tem cara manchas no pescoço, manchas às vezes nas articulações, começa a fazer xixi durante a noite, entendeu? A pessoa ela tem um problema de ter vontade muito grande de comer doce, então começa a ter uma fixação com relação
a a comer mais açúcar. Cara, ela não consegue ficar mais de 3, 4 horas sem comer. >> Hum. Hum. >> Então ela tem que às vezes é, acorda de manhã e já come para caramba. Por quê? Porque o corpo dela não consegue mais ficar tanto tempo eh com fome, né? >> Uhum. >> Então ela começa a ter esses sintomas. Que que o marketing vai fazer? Mostrar para ela que esses sintomas são um indicativo de que se ela não mudar alguns hábitos dela agora, isso vai piorar e no futuro vai se tornar diabetes. >> Que legal,
cara. Que legal. >> Então esse é um exemplo, né? por exemplo, do, eu dei um exemplo em outro mercado completamente diferente para que a pessoa conseguisse aplicar dentro do contexto dela. Mas o nosso mercado é o empresário entender que se ele ficar mais um mês sem vender, não tiver um processo de vendas, a empresa dele vai quebrar. >> Aham. >> Vai quebrar. E dá até dó, porque às vezes chega, ó, vou falar aqui um negócio que acontece às vezes, às vezes chegam alguns clientes paraa gente que o cara tá, cara, mais de um mês e
meio sem vender e o cara tem caixa para investir em alguma solução que vai fazer com que ele consiga sair do buraco que ele tá e consiga chegar onde ele quer chegar. >> Uhum. >> Só que ele não compra por medo. >> Ah, é. >> Não compra por medo. E esse medo vem justamente da falta de consciência. Então, o cara chega na reunião de vendas, ele não tá pronto para comprar. Por quê? Porque ele não entende que se ele não investir nisso agora, ele tá ferrado, porque ele já tá caminhando pro buraco. Se o marketing
não mostra para ele que ele tá caminhando pro buraco, o que vai acontecer que ele vai caminhar pro buraco. Vai chegar no buraco e aí vai sair. >> Sabe o que eu percebi nesse tema? Na cal de vendas, >> a pessoa que tá já tá no buraco, ela ela toma a decisão de adquirir a pessoa que tá caminhando, >> tá doendo, né? >> É. a pessoa que tá eh ainda, né, ainda tem o tem gente que, por exemplo, né, tá há anos assim num mesmo patamar, mas por causa dessas decisões que a pessoa não toma,
faz ela ficar nesse patamar. E aí, ã, uma solução que pode mudar, às vezes não não toma uma decisão, mas isso é metade, né? A gente teve aí esse intensivo que 5 os closers nosso conseguiram ajudar 57% das pessoas a a melhorarem seu comercial. Mas a fração que não ajuda, às vezes a gente se fizer uma pesquisa, a gente pergunta: "Cara, produto era interessante para você?" A maioria vai falar que sim, né? E aí a pessoa às vezes não toma a decisão por causa do medo mesmo. >> É, mas assim, a consciência ela tira o
medo. Quanto mais consciente a pessoa é, mais urgência ela tem de tomar algum tipo de decisão. É aquele ponto de, cara, a gente fica preocupado por não ter eh por ter tá com sede, não. A gente vai lá e toma um copo de água. Por quê? Porque a gente sabe que, cara, é um negócio fácil de conseguir resolver. Uhum. Quanto maior o nível de consciência da pessoa, mais ela tem facilidade de conseguir entender que aquilo é fácil de resolver. Então, fun de marketing precisa fazer isso. >> Entendi. >> E aí aprofundar, >> mas ela priorizar,
né? >> Exatamente. Criar urgência quanto mais urgência >> ela entende. Porque existem tipos de consciência também, acho que é legal falar. Eh, o primeiro tipo de consciência é a consciência do problema. Ela precisa entender que o problema existe e que urge algum tipo de solução. Se ela não resolver aquele problema naquele momento, é como uma mulher que vai no médico com uma dor na perna e o médico diz para ela que se ela não suplementar um alguma coisa, ela vai perder a perna. Então ele criou ali uma urgência por nível de consciência de problema e
ela já sabe que existe uma solução, que a suplementação, ela toma uma ação rápida para resolver aquele problema. >> Uhum. Então, o segundo nível é o nível de solução, em que a pessoa ela precisa entender que ela tem um problema e que existe uma solução para aquele problema. >> Mas existe mais de uma solução para aquele problema. >> E aí, às vezes ela fica até eh nesse nível de consciência sem entender qual que é a melhor solução com base naquilo que ela vive. Por exemplo, no emagrecimento tem o Monjaro, tem o Zenque, tem um monte
de coisa aí, né? Ou então a pessoa pode fazer academia, mudar alimentação, fazer dieta. jejum, né? Ela tem várias formas de conseguir resolver o problema para emagrecer. >> Sim. >> E ela não sabe qual que é melhor com base na solução dela. Então esse nível de consciência é onde a gente trabalha com o cliente que a gente chama de mecanismo, >> tá? Quais Quais são os níveis de consciência pro >> Legal? Então o primeiro é problema que eu falei, segunda solução, que é isso que eu tô falando, e o último é produto. >> Ah, legal,
legal. Então é problema, solução e produto. Então a pessoa ela ou ela é inconsciente de tudo, ela não entende, ela só tem um sintoma. Ela fala: "Nossa, chegam as pessoas na call de vendas para mim, mas eu não sei porque eu não consigo vender." >> Sim. >> Ou então ela, por exemplo, tem 10% de conversão em call e acha que isso é bom. >> OK. Eu não tenho >> tem problema e não, às vezes tava com 5%, tá em 10, >> eu tava feliz da vida. Ó, por exemplo, a gente fez um podcast com uma
moça que ela tem uma empresa e aí nessa empresa ela tem uma taxa de conversão muito baixa, só que ela não sabia porque o comercial era terceirizado. >> Uhum. >> Ela é o quê? Inconsciente do problema, entendeu? >> Uhum. >> Quando eu mostro para ela, nossa, você poderia ter uma taxa de conversão de 10, era tipo menos que 10%. E ela já tinha um resultado bom financeiro, entendeu? O resultado bom financeiro mascarava um problema que ela tinha. >> Sim. Então ela era inconsciente. Quando ela entendeu isso, ela se tornou consciente do problema. Então a partir
disso, ela falou: "Eu preciso fazer algo para mudar ali a situação do meu comercial". >> Existem diversas soluções para esse problema. >> Sim. >> O quê? Contratar outro outro terceirizado, cobrar mais, ficar mais em cima, ajustar o processo do terceirizado, ou então fazer um comercial interno, ela mesmaí pra frente do comercial, não é? >> Sim. >> Ou então testar outros funis, outras formas de conseguir vender, baixar o preço, ajustar, entendeu? >> Uhum. >> Ela pode fazer um monte de coisa. Sim. >> E às vezes a melhor solução não é a mais óbvia. >> Sim. >>
Ou então talvez não seja aquela que é a mais fácil. >> Então no nosso caso, eh, a pessoa detectou detectou um problema. Tem um comercial que tá performando menos que do gostaria. >> Exatamente. >> E aí a solução para para ter isso são várias soluções. Aí o nosso trabalho é mostrar que >> mostrar que a nossa solução é a melhor entre todas. eh, que, por exemplo, a gente acredita que internalizar o o processo com aquela metodologia nossa, né, de você eh estruturar produtos, ofertas, vendas pré-vendas, RH, é a solução, ou seja, a pessoa pegar e
construir aquilo. Depois o produto, né, a gente conscientizar que o nosso produto, nossa empresa produto, é a melhor forma da pessoa ter a solução sem passar pelo problema. É isso. >> Legal, pô. Então, quando a pessoa chega nesse ponto de entender e >> essas coisas, né, ela já tá pronta para comprar. >> Maravilha. >> E aí ela só precisa lidar com forma de pagamento ou então paraa melhor situação com baseamento dela, como é que ela vai encaixar a entrada, determinadas partes do produto que talvez ela tenha dúvidas. >> Legal. Isso, isso é muito importante entender,
né, Matuto, porque a gente faz ações, a gente quando a gente fala, a gente troca ideia, a gente entende isso muito mais, mas entender nível de consciência, consciência faz toda a diferença. >> E existem mercados de com diferentes estágios de de consciência, >> que é o livro que você leu, que eu li também, que é do Jots, né? Breakow de verdade. >> Breakthrow de verdade. Por exemplo, cara, você não precisa convencer ninguém que para você chegar do ponto A ou B, uma viagem de família, você pode ir de carro. >> Exato, >> né? A pessoa
já vai para uma concessionária e aí a consciência que é levada em geral é do produto, porque o mercado de carro >> agora vai vender viagem de balão para sair do Rio de Janeiro para ir para São Paulo. >> É [ __ ] né? Porque ninguém tem consciência disso. Não é um mercado que já é consciente ao ponto da pessoa tomar uma decisão rápida. A decisão rápida é óbvio. Eu >> vou dar um um grande exemplo. Energia solar. >> Legal. >> Energia solar. Aí é tem muito mais mercado que não sabe que ele economiza mais
que a parcela do, quer dizer, economiza a conta é R$ 1000. R$ 1000. Ele paga na parcela R$ 900 de, por exemplo, para ter o equipamento e depois ele não paga mais porqueitou o apartamento. >> Legal. >> O o equipamento, aliás. E aí o o pessoal de energia solar, ele foca muito na galera inconsciente ainda. >> Legal. >> Ou seja, é algo que o produto é maravilhoso porque é ecológico, economiza, mas o pessoal não é não é consciente, não sabe disso. >> Propriedade compartilhada >> também, >> mesma coisa, né? >> É. E só que vai
mudando com tempo o nível de consciência, que nem pasta de dente antigamente, >> que nem batom. Teve uma época que você tinha que comunicar que eh o problema da pessoa era ter o dente podre, isso era ruim. E aí a parte de dente resolvia. >> Enfim, então todo mercado inconsciente já, quer dizer, consciente hoje já foi inconsciente. >> E tem mercados que passam no nível de consciência, faculdades. >> Exato, >> cara. Teve um momento auge de faculdades que as faculdades ofertavam o preço, a pessoa a os benefícios e preço. Ponto. >> A pessoa já era
empurrada. É, já era empurrada para querer faculdade e aí pagava lá com faculdade. >> Tenho muito bom hoje em dia escola de inglês. Cara, eu tenho um amigo que ele vem de escola de inglês, tem alguns amigos, né? Eles estão com uma taxa de conversão absurda, porque é óbvio para as pessoas da sociedade que elas precisam estudar inglês. Existe um problema claro que é da falta de estudo de inglês, uma solução clara que é aprender inglês ou novos idiomas. E quando eles mostram um produto que se encaixa nisso, é uma solução fácil da pessoa consciência.
>> Agora, na época de Flávio Augusto, né, que o cara fez a Wi era todo mundo inconsciente, o inglês era só para criança. >> É. >> E aí ele tinha que E bom que a estratégia dele era prospectiva, não era eh de trazer a pessoa. É, ele era ele trabalhava com prospecção, >> pesquisa, >> né? E ele ele não tinha um inbound, né? Porque quando você faz marketing, você tem que entender o nível de consciência que o mercado está para comunicar de acordo com esse nível de consciência. >> Isso. Exatamente. Não. E aí essa é
a primeira parte, né? Então você entende isso com base nisso. Você vai montar o teu funil de marketing. Então existem mercados em que faz sentido, por exemplo, você ter um funil mais complexo, em que você precisa apresentar algum tipo de solução, você precisa apresentar algumas outras coisas, né? Existem mercados como, por exemplo, da escola de inglês, em que só de você agendar uma reunião e mostrar tua solução pra pessoa, ela já vai tomar a decisão dela. >> É, a gente tava analisando qual de uma pessoa, né, de inglês, que é a pessoa, o cliente por
si já estava procurando, né? >> Olha só, >> já tava procurando, não preciso, não, realmente preciso para crescer minha carreira e tudo mais. Claro que tem muita gente que ainda não tem essa consciência, mas >> aí você vai entender os funis que você tem acesso. >> Isso. >> Vou dar um exemplo. Quando na venda de fração imobiliária, que que a gente faz em geral? A gente eu fazia uma semana de vídeo, né? E eu chamava a ideia de o segredo do terceiro meio, o método para você >> segredo do terceiro meio, >> para você economizar
80 a 90% nas suas hospedagens de auto. >> Quanto que você pagava no lead? Só de curiosidade, >> R,50, R$ 4. >> E aí a gente é >> barato. >> É. >> E aí a pessoa, eu só queria viajar, pegava por esse nível de consciência. Se, se eu tivesse convencer a pessoa que ela precisava viajar para um monte de coisa, ia dar errado. Mas se eu eu já tenho essa esse desejo para se canalizar. Esse livro fala muito. Você não cria desejo, você canaliza desejos já existentes. Então o desejo de viajar já tá muito latente.
E aí viajar com 90% em alto padrão, 80% ficar pelo menos curiosa, né? >> Pois é. Aí eu trago ela por aí e aí nesse trazer eu vou aumentando o o eu vou aumentando a consciência pro pro mecanismo. >> Exatamente. >> O mecanismo, a solução que tem uma propriedade compartilhada. Ponto. Isso acaba no segundo vídeo. No terceiro vídeo que eu vendo é qual produto, qual empresa. Aí eu falo de mim e do produto que eu tenho. >> Mas se eu já falasse, se eu fosse vender carro, talvez fosse diferente. E eu falar sobre o carro,
cara, imagina o carro que é elétrico, é autonomia, digamos, de de uma semana, né, com com design, com não sei quê. Venha com, sabe, falar direto do carro, porque a pessoa já sabe que é carro >> com base no cliente, né? O primeiro ponto para fazer um bom funil é primeiro você entender o teu cliente ideal, >> depois entender o nível de consciência dele, a partir disso entender a oferta com base na oferta de o tipo de comunicação que vai funcionar para ele. E aí é se você quer mais ou menos leads, leads mais conscientes
ou menos conscientes, você vai escolher o melhor funil. Então, por exemplo, você quer uns leads mais conscientes, você vai ter uma comunicação mais voltada para pessoas que tm o nível de consciência da solução e do produto. Você vai falar: "Olha, você tem interesse em ter um curso de inglês aí ou então tinha um um mentorado meu que tinha curso de inglês corporativo." >> Legal. >> Então, ó, curso de inglês corporativo, cara. aperta no botão aqui embaixo para entender melhor como é que você consegue melhorar o teu inglês corporativo. Então, o tipo de comunicação que ele
fazia nos anúncios, levando direto para um funil de aplicação, por exemplo, para fazer uma reunião de vendas, era um tipo de comunicação voltado paraa solução e para produto. >> Uhum. Mas se você quer pegar um público que é menos consciente, que é um público que não tem tanta consciência ali de que ele pode melhorar, então de que ele pode fazer algo, então que ele tem um problema, você vai ir mais pra curiosidade, então você vai mais para aquele público, cara, você vai comunicar de uma forma que seja um mistério ou então um segredo, contar a
história de alguém. Tem um livro muito bom que fala sobre como é que você começa de acordo com o tipo de público que é do Mark Ford, que é o Great Leads. >> Aham. Sei. >> O Michael Masterson, acho que é. >> Uhum. >> Michael Masterson. É muito estudado no COP Camp aqui do Brasil, né? Então ele derivado do break adversas, né? >> Hã, >> ele ele usa o embasamento do break. >> Ele usa embas daqui não usa, né? Todo mundo, todo mundo usa o embasamento do Breakhr Advertising. Mas assim, nesse Great Leads, ele fala
sobre qual que é a melhor forma de você começar a comunicação de acordo com o teu público. E ele fala que existem seis formas de começar. Então ele separa de três em três. Três para aquelas pessoas que são conscientes e três para aquelas pessoas que ainda não são conscientes. >> Para quem não é consciente é mistério, história e segredo. >> Sei. >> Para quem é consciente é promessa, >> problema. >> Problema é >> e offer lead >> e oferta. Exatamente. >> Oferta. Você pode ir direto, você pode comunicar direto no problema, direto no na solução,
direto na oferta. Ou seja, a pessoa, a faculdade, a pessoa só queria saber, cara, já não preciso saber que eu quero fazer faculdade, já vou, eu tô saindo, né, do colégio e todo mundo tá falando qual faculdade vai fazer aí, pô, eu não sou tão inteligente, eu vou ter que fazer uma particular, qual que eu faço? Aí tem, já tem anúncio, ó. >> É isso aí, você vai diretasso porque a pessoa já tá pronta >> e aí depois o funil que você usa, ele vai trazer a pessoa mais pronta ou menos pronta para comprar. Por
exemplo, no funil de webinário, que é um funil de apresentação, você tem uma fricção maior, só que a pessoa que vai pra reunião de vendas tem uma taxa de conversão muito maior, né? A gente tem o nosso cliente aqui, Eduardo Luz, não é? >> Sim, >> cara. O cara chega a ter 80% de conversão na reunião com o mesmo lead, talvez, que a gente capta no funil de aplicação que a gente tem 40, metade da conversão. >> Sim. Então, dependendo do funil que você escolhe usar, mesmo que a chamada seja a mesma no anúncio, a
pessoa que passou por uma apresentação de 1 hora e meia, ela tá muito mais pronta para comprar do que quem não passou. Aí vem um segundo ponto que eu percebi, >> primeiro é consciência, o segundo é confiança. >> Exatamente. >> Como é que você constrói confiança pra pessoa? Aí eu tenho pensado muito sobre isso. Escrevia, tô escrevendo até um um livretinho sobre isso para conseguir ver se eu consigo perceber mais coisas que a gente consegue usar. >> Sim. >> Eh, e que que eu percebi? Duas coisas. Primeira coisa, quando a pessoa entende pontos de precedência.
Que que são pontos de precedência? São sinais, vestimentas, networking. Por exemplo, cara, se tu conhece o Vini e vê ele como referência e vê eu andando com o Vini, sabe que eu sou sócio do Vini, naturalmente existe uma transferência de autoridade. Você acaba confiando em mim por tabela. Você já confia no Vini, você começa a confiar em mim, né? Da mesma forma, quando alguém é um golpista, por exemplo, você vê a pessoa andando com golpista, que que você pensa da pessoa? >> É, exatamente. >> Então, existem pontos de precedência. Esses pontos de precedência são situações
pelo quais a pessoa passou, como ela se posiciona nas redes sociais. E esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é o tempo de tela. >> Tempo de tela. >> Acontece muito com político. >> É, >> cara, ninguém conhece o político. Ninguém conhece o político. >> Eu confio ele porque vi ele o tempo todo aparecendo na tela >> e o cara ganha eleição. >> Exatamente. Quanto mais você olhar para alguém, o cérebro humano ele tem isso, né? Quanto mais você olha a pessoa aí repetidamente, você passa a confiar nela naturalmente. >> Então, só de aparecer,
só de, só ficar aparecendo, aparecendo, aparecendo, aparecendo, aparecendo, a pessoa começa no primeiro, ah, esses caras são charlatão, porque sempre começa assim, o nível de ceticismo do ser humano começa lá em cima e aí vai descendo, aí olha pra pessoa, ela fala uma coisa interessante, >> aí você vai ouvindo, acho que não é tão ruim assim, daqui a pouco você vira fã. Teve uma história de um cara semana passada que ele deu um depoimento no meio do intensivo. >> Aí, como é que é? >> Cara, eu descobri que esse cara era um hater gigantesco. Nossa,
>> é, era. >> Como que eu descobri? Fui ver no Instagram, procurei o Instagram dele, não aparecia para mim, descobri que era bloqueado. Aí lembrei que esse cara xingou a gente um monte falando que a gente era charlatão, que não sei o quê. Aí comprou, sabe o que ele falou quando ele comprou? quê >> tava junto, ele falou: "Cara, eu não vi outra solução senão a de vocês. Eu via tanta gente tendo resultado com que vocês faziam que eu falei: "Vou pelo menos testar". E testou e deu certo. >> Era um reução lá de R$
10.000. Sabe o que eu tô falando? >> Não sei, cara. Pior que não se >> tava no meio da reunião assim, ele falou: "Cara, peguei o que vocês têm, vendi aqui, vendi por R$ 10.000 a galera no chat". Ah, começa com, >> cara? Que loucura. Que isso, cara? Pelo amor de Deus. >> E agora o cara é fzaço. Então, o cara foi o quê? Elevando o nível de confiança pela precedência criada. Que que é precedência? O resultado que você gerou, a prova social que você tem, né? Como a sociedade te valida de alguma forma. Então
você vai palestrar num determinado local, cara, isso daí te cria um ponto de precedência. >> Você tá num determinado clube de negócio, você te cria um ponto de precedência. Tanto que na apresentação comercial a gente tem lá os pontos que a gente coloca quando vai apresentar as pessoas que são as donas do projeto. >> Para quê? Para criar pontos de confiança na pessoa para ela falar: "Caraca, esse cara aqui fez tal coisa. Esse cara aqui >> tem >> interessante, >> tem esse noal. E aí esses pontos de precedência junto com o tempo de tela faz
com que a pessoa confie em você. Então imagina um webinário. Agora falei tudo isso para imaginar. Cara, a pessoa se cadastrou, assistiu você por 1 hora e meia. Quando você faz uma oferta para ela depois, mesmo que seja direto ou então numa reunião de vendas depois, essa pessoa já tá pronta para comprar, porque ela tem um nível de consciência certo e ela confia em você. É o o jogo do marketing, agora entendendo o nível de consciência e tudo mais, é conseguir você com que a pessoa ideal seja retida no máximo de tempo de tela possível.
>> E esse tempo tem que ser tão preciso que você gaste menos energia de de necessidade de tempo de tela para ela se sentir já pronta. >> Isso. >> Porque eu posso ficar um ano conversando com alguém, eu posso ficar uma semana conversando com alguém. >> Exato. >> E aí você conseguir expor dessa maneira. É por isso que um webinário, por exemplo, que esse nosso cliente faz, o Eduardo Luz, que a gente faz também, a gente ã tem a intenção de trazer uma pessoa interessada para um gancho ideal, ou seja, eu tenho que entender qual
o que que ela tá sofrendo hoje ou o que que ela deseja hoje. No meu negócio eh de propriedade compartilhada, ela querer viajar mais pagando menos, >> isso >> é um desejo. Aí trago a pessoa por esse por esse gancho. E aí, por esse gancho, eu tenho que reter a pessoa para assistir até o final uma apresentação que ela tem o interesse de dar valor pra pessoa, mas tem interesse de gerar consciência a todo momento, gerar consciência sobre mim, sobre a solução e depois sobre o produto, tudo junto. Dá para você fazer isso numa atacada
só. Aí o webinário, né? Eh, quando a pessoa sai do webinário, por que é mais fácil converter ela? Porque ela já passou por um construtor de consciência. Exato. >> Um acelerador de consciência. E aí ele vai para uma reunião para um closer e ele tem uma resultado. O que que a gente fez em desafio, né? A gente fez um desafio. >> Desafio é basicamente um monte de webinário empilhado. >> É isso aí. >> São vários webinários empilhados. >> Exatamente. A gente vai fazer agora do Matuton Pago, né, de R$ 97 para quem que é fundo
de funil, ou seja, quem é mais avançado. Você quiser entender como ele fez para levar nossa empresa de 400.000 1 para 3.600. Você você vai no dele @mateusmatuta, >> né? Matutamateus. >> Matuta @matuta Mateus. É R$ 97 só para não ficar entrando muita gente que é curiosa, ele poder dar atenção. Então se você é fundo de funil, >> vai lá. >> Funil é fatura mais de 80.000 pelo menos por mês. >> É isso aí. >> É algo para você para você se se alavancar e entender o que que ele faz. Se você fatura 500.000, 1
milhão por mês, >> melhor ainda. >> Vai servir ainda mais para você vai ter mais resultado. >> Vai ter até o VIP lá que a pessoa vai pagar R$ 300 a mais e vai poder ter uma horinha mais para conseguir retirar dúvidas, falar do projeto dela, a gente trocar uma ideia. >> Cara, uma ideia que ele te dá, te fatura milhões. Ele aqui dá várias ideias, a gente fatura milhões e milhões e milhões. >> Muito legal isso. >> E bom, o você pode ter vários funis para atender a nível de consciência diferente. Por que que
a gente é não é aprisionado a criar funil de marketing forte? Porque a gente tem o comércio é forte. Isso aí. >> Então, o nosso comercial ele consegue vender para qualquer nível de consciência e tem gente que o comercial não consegue vender para qualquer nível de consciência. Mas deveria, >> deveria porque a gente consegue >> e colar com a gente, né? >> É, obviamente >> apertar o primeiro link da descrição. >> É, aperta no primeiro segundo link da descrição e você vai ser ajudado pela gente, não só na paz de vendas, como na estruturação comercial,
ofertas e funis, porque é tudo um sistema único, né? É. Agora a gente consegue vender para prospecção fria, que é zero consciência, muitas vezes é zero consciência sobre pelo menos a empresa e o produto, né? E aí joga numa reunião, é vendido. Claro, a facilidade e a e o e o percentual de conversão de um closer em em em funis, ela ela varia pelo nível de consciência. Se eu jogo um lead de webinário, é muito fácil. Se eu jogo um lead de evento presencial, >> nossa, >> a conversão é 80%, cara. >> É, >> ou
seja, a pessoa ficou três dias presencialmente, a gente tem esse funil, né? >> Sim. >> A gente podia até listar os funis que a gente tem aqui pr pra pessoa entender. >> Legal. >> Vamos listar daqui a pouco. Então, três dias com a gente, a pessoa vai lá e se ela senta na mesa é 80%. >> É isso aí. >> Por vários fatores, não só a nível de consciência, por e >> contato, proximidade, confiança, prova social. São muitos pontos de precedência, cara, que a pessoa recebe ali de uma vez só. >> Exato. >> E aí
ela fica pronta para comprar. >> É. E olha que interessante, se eu tivesse uma reunião e eu já pudesse ajudar ela, tenho certeza que eu pudesse ajudar ela sobre um preço que seria muito maior do que o retorno imediato que ela teria, nem longo prazo imediato. Mas às vezes a minha conversão de uma pessoa dessa na call pode ser menor do que uma conversão no evento. Não mudou nada, a solução é a mesma. Só que é como ela compra, ou seja, que que ela teve antes de comprar, que influência ela teve antes? >> Isso aí.
>> Influência pode ser tipo muito forte como evento presencial ou pode ser ao longo do tempo, né? Com conteúdo. Conteú, por exemplo, a pessoa viu uma prova social de um vídeo de alguém numa rede social de ter uma pessoa do lado dela falando assim: "Apliquei e faturei tanto apertar a mão dela, sabe?" Então ela tá sendo ali, cara, existem outros eh outros tipo tato, visão, >> é sentidos, né? >> Outros sentidos que ela tá >> recebendo aquelas informações e a partir daquilo, cara, não tem como ela duvidar, fica muito óbvio, né, a decisão que ela
precisa tomar. Vamos listar os funis. >> Vamos lá. >> Ó, a gente tem três tipos de funis que a gente usa. São os funis de aquisição, gratuita e paga. Que que são esses funis de aquisição? São fonis em que a pessoa ou paga ou se cadastra, né? Ou seja, ela paga com o tempo dela ou com dinheiro para conseguir ter acesso a algum material específico. >> Sim. >> Então, ela tá ou baixando um ebook ou comprando um script ou comprando um kit de gestão comercial ou qualquer outra coisa. >> Sim. >> Os funis de apresentação.
Esse funiz de apresentação tem gratuito, pago. O evento presencial também apresentação, né? que é uma apresentação que a gente faz em três dias ali. >> Então você tem webinário, eh, imersões onlines e gratuitas, pagas e gratuitas. Você tem eh Desafio, que também é um funil de apresentação durante vários dias, é um funil de imersão. Você tem evento presencial, que eu já falei, webinário, seminário, imersão, esses funis. >> É, tem essa categoria, é, e tem vários funis, né? E aí tem o de apresentação e tem os fis de aplicação. Os funis de aplicação é para quando
você coloca os teus dados pessoais para você ser escolhida para participar de uma reunião com o nosso time. Então você aplica para entender um pouco mais sobre como que a gente pode te ajudar efetivamente. Cara, entre esses três, assim, os dois primeiros são pessoas que são curiosas sobre o tema ou interessadas sobre o tema. O terceiro são pessoas que estão mais prontas para comprar. >> Uhum. Então hoje o que a gente mais investe em marketing é são nos fres de aplicação. São aquelas pessoas que já estão prontas para fazer pelo menos uma reunião comercial e
entender melhor nossas soluções ou então como que a gente pode ajudar ela naquele momento ou então se a gente pode ajudar ela naquele momento. >> É, e a gente mesmo no funil de aplicação a gente fala do problema, né? Exatamente. >> Só que eles eles eh a gente tem pessoas vindo também por formatos diferentes e a aplicação pode ser aplicação pro evento e no evento ser um um ela, apesar dela pagar o o evento para a gente serve como um funil >> é >> de vendas. Não, tudo que ela paga, na verdade, >> é porque
o evento funciona como funil de Vênus, apesar de, né, nosso, pô, nossa imersão, cara, já viu várias vezes o pessoal falou, cara, melhor imersão que eu já fui o pessoal fala isso, mas apesar de ser um funil que ela entrega por si só, a nossa conta financeira não é nem lucrar com o ingresso dela muitas vezes, né? É que ela conheça a gente e ela possa acender paraos outros produtos. Então vira vira um funil também. Então a gente tem vários funis de categorias diferentes. Tem vários funis e a gente tem empilhamento de funil. >> Tem
empilhamento. Isso >> porque a gente tem um funil agora do FSS Flix que a gente tá colocando um um conjunto de materiais gratuitos. Vai começar gratuito, né? Não sei se a gente vai cobrar. Se você tiver acesso depois você >> vá, porque gratuito talvez você tenha agora, depois talvez não seja. >> É. E aí a pessoa, por exemplo, vai para um desafio, ela já é, pô, mas se você quer entrar numa comunidade também, ou seja, vem de um lugar e e cai cai em outro também, ela vira ela ela vira um líder da comunidade do
qual a gente vai aumentar. E para que serve pra gente a comunidade? A gente vai entregar muito valor, ou seja, entregar muita coisa pra pessoa às vezes de graça. >> Aham. >> Só que em troca eu ganho o quê? a pessoa falando bem, a pessoa aumentando o nível de consciência dela, a pessoa tendo resultado e gerando reciprocidade. Então esse funil de comunidade que a gente vai eh usar também para para escalar para para profissionais de vendas que eh que são boa parte também do do nosso público, né? >> Aí me pediram no domingo formação de
rede comercial, cara. O cara falou: "Putz, eu ainda não sou formação de closer, mas também não sou empresário, eu sou red comercial". >> Ah, legal. Eles criassem um produto para mim. Falei, pode, >> vai ser criado, vai ser criado, vai ser criado, vai ser criado, com certeza. >> Mas aí o funil de comunidade ele serve como se fosse um microondas, né? >> É, >> gosto dessa tese do microondas, porque a pessoa entrar lá e fica rodando e aquecendo, rodando e aquecendo, rodando e aquecendo. Chega um ponto que tá pronto, você aperta o botão, atira. >>
Pois é, né, cara? Pois é. E e cara, eh, você pode, claro, que a gente tem estrutura para isso, não se começa com vários funis, né, que nem a gente faz, a gente tem estrutura, tem equipe, tem, a gente consegue reinvestir todas as vendas que a gente fez. A gente tem caixa, tem equipe madura, >> então a gente às vezes não faz um funil só porque ainda não tem equipe eh me hora disponível ou maduro para para fazer. sobre empilhamento. Só para ficar claro pras pessoas como é que funciona. Por exemplo, eu faço um webinário,
no final do webinário, ao invés de vender diretamente pra pessoa, eu empilho com fundo de aplicação e vai para uma reunião de vendas. Ou então a pessoa comprou um ticket baratinho, eu empilho o quê? Num webinário, ou então empilho numa comunidade para depois empilhar numa aplicação, entendeu? Vão ter pessoas que durante esse período talvez comprem antes que outras. Sim. >> Mas quando você empilha, você consegue fazer com que a pessoa fique mais tempo com você. Exatamente. >> E aí sim uma maior chance de que a pessoa dê um próximo passo também. >> Exatamente, exatamente, exatamente,
exatamente. >> Bem legal, cara. Eu acho que agora o pessoal já tem uma clareza maior de como criar os funis de marketing. A gente não falou aqui sobre funis comerciais também, >> é, >> mas são funis complementares que você usa em conjunto com os de marketing para garantir que você vai ter uma efetividade maior. Então, por exemplo, existem funis que são complementares aos de marketing. Aplicação com social selling é que nem queijo de goiabada, né? Legal, né? Arrozijão. >> É, ó. Ah, que interessante. Você faz um anúncio, a pessoa aplica e tem um cara que,
ah, não vou virar lead não, né? Mas vou seguir, vou ver qual é. Aí tem um social seller lá conversando com a pessoa. E >> às vezes nem é isso. Às vezes o cara tá, a mulher tá na casa dela lá, empresária, aí o gato cai na escada na hora que ela se cadastrar, >> aí ela fala: "Deixa eu seguir porque eu vou lá dar uma assessoria pro gato. Então levar a avó no gilit". Não sei. Tinha uns caras que falavam essas coisas. Mas tipo, o cara tinha que fazer alguma coisa naquele momento que tava
se cadastrando e aí não deu, não foi. Aí vou seguir aqui porque depois eu dou uma olhada. >> Esse da esse na que na verdade a pessoa nunca vai ver depois, né? >> Aí o Social Celling vai lá e faz o quê? Aborda a pessoa, >> aborda. >> Fala: "Ô, fulana, vi que você começou a me seguir aqui, né?" E aí começa a trocar uma ideia com ela num funil comercial que é complementar a qualquer outro funil. >> Isso aí. E aí você consegue ter um faturamento dessas pessoas que foram a rebarba de outros funis.
Então os funis comerciais eles servem para aumentar a efetividade dos funis de marketing. Eu eu mesmo no meu perfil eu tinha 2000 seguidores, cara. Teve uma semana específica e o o Vctor Mully, que é nosso SDR hoje, né? Ele era meu SDR na época. Ele agendou seis calls, fechamos quatro. Três a 20.000, 1 a 24. Foram 88 2 4 6 foram R$ 84.000 na semana. >> Legal. E eu rodei tráfego só paraa venda de um produto de R$ 97, que era o mapa da otimização. >> Eu investi naquela semana e 3.000, voltou 3.100. Então, se
eu fosse só pelo funil da venda de R$ 97, eu teria R$ 100 de lucro. Talvez nem tivesse, porque tem que pagar imposto, taxa de plataforma, uma série de outras coisas, né? >> Mas como eu tinha um social selling, eu falurei R$ 84.000 naquela semana. >> Que legal, cara. >> Entendeu? >> Que legal. que foi o aproveitamento dos leades que vieram ou dos anúncios ou do meu conteúdo ou de indicação que ele abordou, agendou reunião, fechou venda. >> Isso aí >> eu me lembro que mandando multiplicando muito faturamento, né? >> Hã, >> multiplicando faturamento. Série
lá. >> Bom, você que tá aí e gostou desse conteúdo, não esquece de dar seu like. Foi muito bom estar contigo. Se você é empresário que quer conhecer como a gente pode te ajudar, primeiro no link da descrição, você vai ter acesso a se cadastrar paraa nossa lista aqui de pessoas interessadas pra gente eventualmente entender como que a gente pode ajudar o seu negócio a performar mais, com mais vendas, mais geração de leads e mais crescimento, tá? Quero te ver no próximo episódio Comercial Faixa Preta. Um grande abraço e até o próximo. >> Bora. Não
sei se você sabe, mas no primeiro ano a Influ conseguiu ajudar mais de 250 empresas a faturar 60% a mais. Não sei quanto isso significativo para ti a partir do teu faturamento. Se tu fatura 100.000, por exemplo, você faturaria R$ 160.000. Cara, existem cases até de conseguir faturar o dobro, só para que você consiga entender. E o melhor, um dos nossos valores principais é ter integridade na venda. Então não tem nenhum tipo de truquezinho ou então de falar para você conseguir mentir para conseguir vender mais. Às vezes até fazendo você conseguir cobrar mais. vendendo exatamente
o que você já vende. A gente já tá contando aí mais de 100 milhões em resultados pessoais pra gente, pros nossos clientes aí nem se fala. Para você ter acesso à nossa assessoria, entender como que a gente pode colocar algum tipo de solução para te ajudar a melhorar teu comercial, conseguir gerar mais demanda e fazer com que você venda mais e melhor, aperta no link da descrição aí para ter acesso a um diagnóstico comercial que é feito pelos nossos especialistas comerciais. Ele vai te dar uma aula sobre o nosso sistema e te mostrar alguma solução
que faz sentido com o teu momento. Então, aperta no primeiro link da descrição e a gente se vê aí do outro lado.