muito bem queridos irmãos sejam todos bem-vindos a nosso curso em AD né de Formação curso fundamental para os ministros extraordinários da Sagrada comunhão nessa aula nós vamos falar sobre as funções especificamente do ministro extraordinário da Sagrada comunhão quais são no caso as atribuições principais do ministro extraordinário da Sagrada comunhão nós temos então em primeiro lugar a comunhão para os enfermos a distribuição da Sagrada Eucaristia na Santa Missa a celebração da palavra o chamado culto dominical a exposição do Santíssimo Sacramento e o ritual de ezquiaga comunhão na nossa arquidiocese porém a principal e mais importante função
de um ministro extraordinário da comunhão el é levar a mesma Sagrada comunhão a sagrada Eucaristia aos enfermos tá isso é muito importante entender se você foi convidado pelo seu pároco para a função de Ministro est da Sagrada comunhão esteja ciente de que a sua principal atribuição é levar a comunhão aos enfermos é a grande necessidade que se tem E por quê né com o grande crescimento da cidades hoje sobretudo nos contextos urbanos e mesmo também no contexto Rural das grandes paróquias com várias e várias comunidades muitas vezes é preciso de ajuda né para levar a
comunhão aos enfermos nós vamos ver que o ministro Ministério extraordinário e Sagrada comunhão é função supletiva levar a comunhão aos enfermos é uma obrigação dos chamados ministros ordinários os presbíteros e os diáconos porém né se hoje nós olharmos o contexto das paróquias nossas das celebrações às vezes nós temos Miss paróquias onde são quatro três quatro ou cinco missas dos Domingos além de outras atividades muitas vezes nos no no no contexto do do Domingo nós vamos ver que se tornaria muito difícil ou quase impossível para o sacerdote para o pároco levar a comunhão para 50 60
enfermos né geralmente é uma é uma média da da da maioria das paróquias sobretudo da cidad satélites da nossa arqu diocese é você ter um bom número de enfermos assistidos em cada paróquia E se fosse apenas ao padre caber a função de levar não seria possível até porque tem missas tem outras atividades retiros encontros formações etc por isso então a igreja viu que seria interessante poder contar nesse sentido com a colaboração de fiéis leigos que pudessem aos domingos ajudar também colaborar levando a comunhão para os infermos aí que está o exercício do ministério na Santa
Missa nós vamos ver ele está condicionado por um critério de necessidade então a questão do do serviço na Santa Missa ele é secundário e vai depender da necessidade da ocasião isso é muito importante a gente colocar na cabeça né não é porque tem um ministro na missa que ele necessariamente tem que distribuir a comunhão isso vai depender das circunstâncias práticas vai depender da situação concreta daquela celebração nós vamos falar disso daqui a pouco assim o ministro da comunhão deve estar bem disposto para levar a comunhão aos enfermos e administrá-la conforme o rito próprio da comunhão
dos enfermos realizado dentro de uma breve celebração da palavra de Deus como está previsto tanto no nosso rito da Sagrada comunhão e o culto Eucarístico fora da missa como está também previsto no ritual da da unção dos enfermos e su ência Pastoral lá existe um rito previsto para a comunhão dos enfermos que está transcrito no nosso manual dos mess tá no caso a atuação do mest está restrita arqu Diocese de Brasília se você é um ministro aqui da arquidiocese você não pode chegar em uma outra cidade em viagem de férias e já vestir sua Vesta
e sair exercendo não sua área de atuação está restrita a Arquidiocese de Brasília para outros lugar você precisaria ter uma uma autorização no caso do seu pároco e da Coordenação dos Mestres levando lá paraa Paróquia onde você vai de férias mas geralmente a sua atuação está restrita a arquidiocese e não só isso mas a o mestre deverá exercer seu ministério somente na área da sua Paróquia Então você tem autorização para exercer sua função dentro do do do território da sua Paróquia Onde você está onde você participa na paróquia vizinha você já não pode exercer o
seu sua missão tá fora da área Paroquial o mestre exercerá seu ministério somente nos eventos arquidiocesanos no caso as grandes celebrações como o Corpus Cristo Nossa Senhora Aparecida eem eventos de ajuda fraterna como é o caso por exemplo do Pentecostes isso quando for solicitado tá E nesse sentido ressalta-se a necessidade de que o Mestre esteja sempre em obediência ao seu pároco e a e a a e a igreja então o exercício do Ministério do extraordinário da Sagrada comunhão deve sempre ser feito em comunhão nunca por mera autonomia ou opinião a instrução imensa e carites nos
diz o seguinte o ministério da comunhão é próprio dos ministros ordenados tá o título l em cima do slide está M como função supletiva isso aqui é muito importante tá o ministério da comunhão é próprio dos ministros ordenados por isso nós dizemos que os ministros ordenados são ministros ordinários da comunhão então é obrigação primeira dos padres e dos diáconos e dos bispos distribuir a comunhão e levar a comunhão aos enfermos mas por conta de necessidades graves a igreja decidiu que os fiéis leigos poderiam assistir Os ministros ordenados no desempenho de suas funções é dada aos
ordinários dos lugares a faculdade de permitirem que pessoas idôneas individualmente escolhidas possam na qualidade de ministros extraordinários em circunstâncias singulares adum ou seja às vezes só para aquela celebração em particular ou por um período de tempo determinado no caso a questão do chamado mandato ou ainda de modo permanente onde se apresentar a necessidade disso de alimentar-se por si próprios com o pão Eucarístico com o corpo de Cristo e aos demais fiéis e mesmo levá-lo aos doentes que se acham retidos em casa então essa aí é a previsão que a igreja fez em relação à necessidade
de atuação de ministros extraordinários da Sagrada comunhão A imitates número 4 diz assim dado que estas faculdades foram concedidas unicamente em vista do bem espiritual dos fiéis e para os casos em que se verifica a verdadeira necessidade tenham sacerdotes presentes que em virtude das mesmas não ficam eximidos do dever de distribuir a sagrada Eucaristia aos fiéis que legitimamente a desejam receber e de modo particular do dever de a levar e ministrar aos doentes então o que que a imensa e carit se recorda recorda que os sacerdotes não podem simplesmente se eximir do seu ofício Não
é porque eu tô com a paróquia cheia de ministros que eu não vou distribuir a comunhão na missa ou que eu não vou levar a comunhão aos doentes pelo contrário é a atribuição minha mas por conta das necessidades da comunidade da quantidade de atribuições legítimas então eu posso contar com a colaboração de fiéis Mas isso não me desobriga do dever Nobre e de ofício de levar a comunhão aos enfermos de levar a comunhão aos doentes e de distribuir a sagrada comunhão na celebração eucarística a instrução redencion e Sacramento nos diz o número 154 isso aqui
eu faço um convite a vocês né que estão acompanhando essa aula façam uma boa leitura dessa instrução ela dedica um Capítulo inteiro ao Ministro extraordinário da Sagrada comunhão tá então o que diz o número 154 Como já se tem lembrado O sacerdote só O sacerdote validamente ordenado é um ministro capaz de gerar o sacramento da Eucaristia atuando em pessa crp ou seja ele é o único capaz de confeccionar se é que podemos dizer assim a Santíssima Eucaristia por isso o nome ministro da Eucaristia se refere propriamente ao sacerdote então aí nós temos uma correção a
ser feita né durante muito tempo se criou uma tradição de referir-se aos chamados ministros extraordinários da comunhão com ministro da Eucaristia não é certo o ministro extraordinário da Sagrada comunhão é o termo correto porque ministro da Eucaristia aquele que pode confar eu consagrar o corpo e o sangue do nosso senhor Jesus Cristo na celebração é somente O sacerdote então ministro da Eucaristia é o sacerdote porém aos fiéis leigos chamados a prestar esse serviço à igreja na distribuição da comunhão nós chamamos propriamente Ministro extraordinário da Sagrada comunhão eucarística cuja sigla vocês podem ver no slide na
parte de cima em maiúscula M Ministro extraordinário Sagrada com eucarística então por favor não se refere não nós não nos referimos aos mestre como Ministro de Eucaristia é ministro da comunhão tá isso é importante ressaltar o mesmo número 154 da Sagrada da da instrução reden nesse Sacramento nos diz o seguinte também em razão da Sagrada ordenação os ministros ordinários da Sagrada comunhão são o Bispo o presbítero e o diácono aos que que correspondem portanto administrar a sagrada comunhão aos fiéis leigos na celebração da santa missa então cabe a eles em primeiro lugar dessa forma se
manifesta adequada e plenamente a sua tarefa ministerial na igreja e se realiza o sinal do Sacramento no número 155 diz assim além dos ministros ordinários está o chamado acólito instituído ritualmente como Ministro extraordinário da Sagrada comunhão inclusive fora da celebração da missa todavia só o aconselham em razões de verdadeira necessidade conforme as normas do direito o Bispo Diocesano pode delegar também outro fial leigo com Ministro extraordinário quer seja por um momento quer seja por um tempo determinado recebida da maneira devida à bênção isso aqui é importante porque muitas vezes há na cabeça de muitos a
ideia de que o ministério extraordinário Sagrada comunhão seria uma espécie de uma comenda né seria uma espécie de um título de honra ou ou um sinal de reconhecimento não eu vou tornar fulana ministra Porque tantos anos de serviço que ela prestou a comunidade na verdade a ideia não é bem essa né o ministério não foi feito para como uma espéci de título de honra ao mérito a ninguém ela é um serviço que precisa de disponibilidade que precisa de dedicação tá E que se ree por critério de necessidade a instituição do ministro extraordinário sagr da comunhão
e sua atuação depende da Necessidade se não há necessidade não se institua e o mestre não atua tá isso é muito importante eu quero tocar um pouco nesse ponto e lembrar isso por quê Porque por exemplo nós vamos ver isso na distribuição da comunhão na missa se não existe razões se o número de fiéis é pequeno se o próprio sacerdote é capaz de distribuir a comunhão para aqueles fiis estão ali porque não são tão numerosos assim o mestre fica sentado no seu canto fica lá sentado e agradece a Deus pela oportunidade de participar da celebração
mas não tem que ficar magoado chateado revoltado porque naquela missa não atuou não houve necessidade não houve por quê era pouca gente o padre podia perfeitamente distribuir a comunhão para todo mundo então você fica quieto né o critério é um critério de necessidade tá seja para instituição seja para atuação do mestre isso a própria igreja V na instrução no número 155 ainda diz assim sem dúvida esse ato de designação Não tem necessariamente uma forma litúrgica nem de modo algum e lugar possa se imitar a sagrada ordenação nós temos no caso na nossa arquidiocese um rito
de vestição dos mestes mas é um rito muito simples consiste unicamente na bênção da veste né se abençoa a veste do ministro ele veste e então ele já está AD recebe o mandato para o exercício Então não é um rito por exemplo que se assemelhe a ordenação não precisa de prostração não precisa de ladar em todos os santos imposição das mãos entrega de objetos não é somente uma um tanto que se chama de rito de vestição né só em casos especiais imprevistos O sacerdote que pres a celebração eucarística pode dar um uma permissão a daum
o que que acontece pode acontecer numa celebração onde o sacerdote esteja só né sem nenhum Ministro extraordinário sem o auxílio do diácono sem o auxílio de um acólito esteja só ele diante de uma assembleia muito numerosa nesse caso o que que o sacerdote pode fazer ele pode escolher ali no momento da celebração um Fiel idôneo para ajudá-lo na distribuição da comunhão um ou alguns dependendo da situação e naquela celebração e unicamente para aquela celebração lhe dar essa chada permissão adct por meio de uma bênção que está prevista no Missal Romano Então esse fiel é chamado
ali Junto do Altar recebe essa bênção do sacerdote e Então a partir dessa bênção e unicamente para aquela celebração ele está delegado para a distribuição da Sagrada comunhão pode acontecer também em relação aos enfermos tá de repente numa situação de emergência O sacerdote não tem como E precisa que alguém leve a comunhão aquele enfermo o padre pode dar uma permissão adct unicamente para aquela ão tá se habitualmente a número suficiente de ministros sagrados também para a distribuição da Sagrada comunhão não se pode designar ministros extraordinários isso aí é uma observação da instrução de Sacramento número
157 tá então se se já tem uma uma quantidade suficiente de ministros extraordin de ministros ordinários Não há necessidade de você instituir então não se deve instituir ministros extraordinários Em tais circunstâncias os que têm sido designados para esse Ministério não exerçam reprove o costume daqueles sacerdotes que apesar de estar presentes na celebração absten distribuir a sagrada comunhão delegando essa tarefa leos então por exemplo nós temos uma grande celebração com uma presença de muitos sacerdotes de muitos diáconos e que eles podem perfeitamente distribuir a comunhão para os fiéis Então nesse caso os mestes ficam sentadinhos né
participam da ação porque tem ministros ordinários em número suficiente Tá então não é correto Por exemplo você ter uma celebração com muitos presbíteros com muitos diáconos chega a hora da comunhão os padres e diáconos sentam e os leigos ministros os mestres vão desir a comunhão isso a própria reden Sacramento ela ela reprova essa atitude ela reprova essa atividade esse comportamento esse procedimento o ministro extraordinário da Sagrada comunhão poderá administrar a comunhão somente na ausência do sacerdote ou diácono quando o sacerdote está impedido pela enfermidade então O sacerdote tá doente idade avançada ou por outra verdadeira
causa ou quando é tão grande o número de fiéis que se reúnem à comunhão que a celebração da missa se prolongaria por demasiado Então se o número de fiéis então O sacerdote está enfermo né dificuldades seja na locomoção seja mesmo para estar ali na celebração dificuldades para distribuir a comunhão o mestre pode ajudá-lo idade avançado um sacerdote idoso né ou por outra verdadeira causa ou quando é tão grande o número de fiéis uma missa muito massiva em número de fiéis quantidade imensa de fiis participando na celebração e a distribuição da comunhão demoraria tanto se fosse
distribuída unicamente pelo sacerdote Mas aí tem uma observação nesse número 158 que diz assim por isso deve entender que uma breve prolongação seria uma causa absolutamente suportável de acordo com a cultura e os costumes próprios do lugar então às vezes a ideia de você ter mestre para comunhão simplesmente para encurtar o tempo da comunhão também não é algo desejável segundo a instrução Ah não vou usar aqui os ministros porque aí a gente distribui tudo em 5 minutos é rapidinho não a ideia não é essa claro que resguardados costumes a cultura etc mas o fato de
demorar um pouquinho a mais coisa de poucos minutos não justificaria seria o problema por exemplo se por conta da quantidade de pessoas a comunhão se prolongasse por horas ou uma meia hora 40 minutos tudo bem aí talvez justificaria a necessidade de você ter minist mas coisas de poucos minutos 5 minutos 10 minutos não justifica tá segundo a reden Sacramento ao Ministro extraordinário da Sagrada comunhão nunca lhe será permitido delegar nenhum outro para administrar a Eucaristia como por exemplo os pais o esposo ou filho do enfermo que vai comar nesse sentido a redção de Sacramento també
chama atenção que o Messi não tem autoridade para subdelegar tá aqui nós podemos entender o seguinte por exemplo dentro de um grupo de ministros da Sagrada comunhão por ex um mestre pode encarregar outro mestre de levar comunhão no seu lugar Isso é perfeitamente possível com a anuência do Coordenador e do padre olha Geralmente quem leva a comunhão para a dona fulana é o ministro Fulano mas ele está impedido está viajando está doente então quem vai no lugar dele é outro Ministro autorizado pelo padre autorizado pelo coordenador ele vai pode agora você não pode subdelegar né
você é ministro da comunhão tem que dar comunhão para aquela Senhorinha mas ela não não acordou tá ada tá tá na consulta não chegou ainda então você não pode deixar a âmbula na casa da Senhorinha e dizer olha você é a filha dela sim quando sua mãe acordar você dá comunhão para ela não pode você dá se você foi lá e a Senhorinha não tá você vai entrar em contato com a família marcar um outro horário e voltar lá novamente para distribuir a comunhão um outro horário previsto num outro horário possível tá bem isso é
importante também comunhão dos enfermos no atendimento aos doentes o Messi deve seguir o rito prescrito da na instrução eucarística um mistério ver especialmente os itens 2 a 5 da página 38 do manual dos Messi tá aqui nós temos algumas orientações no caso o foi citado né a sagrada o nosso rito da Sagrada comunhão e o culto Eucarístico fora da missa tá esse aqui também tem um um rito para a comunhão dos enfermos e também o ritual da unção dos enfermos tem e o nosso manual também traz um rito Ito para a comunhão dos enfermos os
pastores de almas cuidem que os enfermos e anciãos mesmo não gravemente doentes não necessariamente o tem que estar doente tem que est camado mas já os anciãos né ou pessoas enfermas que não tem a possibilidade de se dirigir à igreja para ir a missas por problemas diversos né podem receber a sagrada comunhão frequente devem receber a sagrada comunhão frequentemente sejam esses ou aqueles que estão em iminente perigo de de morte preferencialmente aos domingos dias do Senhor e mesmo quando possível todos os dias se possível possam receber Eucaristia principalmente no tempo Pascal o que poderá ser
feito a qualquer hora tá aí é uma uma prescrição da Constituição Apostólica Sacra oion com infirmorum número 46 no caso da comunhão dos enfermos nós temos algumas orientações práticas primeiro o se deve comunicar ao pároco para que seja autorizado geralmente né quem vai mediar quem pode também mediar e fazer essa ponte é o coordenador do grupo dos Messi geralmente o coordenador do grupo dos Messi é quem monta a escala e a Ele o Messi pode se dirigir porque ele no caso dirige o grupo em nome do pároco tá então você pode comunicar o seu coordenador
ou vendo alguma situação extraordinária o seu coordenador pode levar essa situação ao pároco levar a comunhão PR especialmente aos domingos dia do Senhor por isso uma das questões relacionadas ao Ofício dos Mestres é a necessidade que se tem de disponibilidade de tempo então o mestre tem que ter tempo aos domingos para levar a comunhão aos doentes o mestre que não tem tempo para levar a comunhão aos doentes nós teremos sérios problemas com esse mestre então então é uma das questões por exemplo relacionadas ao convite que o pároco te faz você tem possibilidade aos domingos ou
pelo menos nas tardes de sábado levar a comunhão aos doentes seria muito importante levar a comunhão aos somente aos doentes ou alguém IMP possibilitar de sair de casa em virtude de cuidados demandados no caso geralmente o que a igreja orienta é que a comunhão se leva ao enfermo que está em casa retido acamado ou não mas que não tem condições de se dirigir à igreja para participar da celebração e aquela pessoa que o acompanha porque muitas vezes nós temos pessoas que vão estar ali à cabeceira daquele doente em Cuidado intensivo que não saem de casa
porque tem que dar atenção ao enfermo essa pessoa ela pode também juntamente receber a comunhão Às vezes acontece você tem lá o doente acamado mas tem a filha que não sai de casa porque tem que estar o tempo todo acompanhando a mãe cuidando da mãe zelando da mãe essa essa filha que mora com essa mãe que não tem como ir à igreja porque tem que cuidar da mãe também pode juntamente com a mãe receber a sagrada comunhão do Messi procurar saber se o doente está consciente se é católico e se já se confessou nesse sentido
eu gostaria aqui de de sugerir algo muito interessante que é criar uma boa sintonia entre os ministros da Sagrada comunhão e a Pastoral da Saúde geralmente a Pastoral da saúde das paróquias elas fazem esse acompanhamento elas visitam os doentes acompanham os enfermos seja na casa seja em situações de internação e Geralmente os agências Pastoral da saúde podem firmar uma boa parceria com os mestres para trocar essas informações né eu falo da minha experiência os anos que eu fui pároco né ah sempre quando eu precisava visitar um enfermo nós tínhamos um procedimento primeiro ia o pessoal
da pastoral da Saúde fazia uma primeira visita fazia o cadastro colhia as informações conhecia a família e via as condições daquele enfermo se ele é católico se é batizado se tem o sacramento se está consciente se tá lúcido então trazia essas informações para mim nós marcá a minha primeira visita aí Geralmente eu ia junto com a Pastoral da Saúde então nós fazíamos o atendimento do enfermo levav dávamos a a atendia um enfermeiro em conção se preciso fosse dava unção e a partir daquele momento o ministro ele era o enfermo ele era inserido no na lista
dos ministros da comunhão e a partir daquele momento o ministro passava a acompanhava havendo necessidade o ministro entrava em contato com a Pastoral da saúde e avisava olha dona fulana tá precisando de uma visita do padre E aí é o Pastoral da Saúde fazer o agendamento olha tal dia o padre vai visitar dona fulana isso sempre funcionou então é uma dica que eu dou que os coordenadores dos ministros procurem ter uma boa sintonia com a Pastoral da saúde e essa droga de informações pode ser muito útil tá lembrando que para a comunhão dos enfermos a
área da atuação do mestre é na jurisdição da sua Paróquia em situações outras deve ter autorização do pároco Tá mas geralmente você vai levar comunhão para os enfermos na área da sua paróquia tá é uma atividade evangelizadora estamos com Cristo em nome da igreja por isso discuta situações vivenciadas com o pác demais Mestres em reunião para aprendizado então às vezes essa partilha de situações é importante para que se possa né aprender compartilhar e mesmo resolver possíveis problemas que possam aparecer também tem uma questão na na na comunhão doos enfermos que é o traslado da Sagrada
comunhão Ou seja você levar a sagrada comunhão o mestre ele deve usar a Teca tá tá aqui no número na página 73 do manual a foto vocês quiserem não coloquei no slide mas eh pode encontrar-se lá que será colocado em uma pequena bolsa própria que vai pendurada ao pescoço por um cordão e que deverá ir junto ao peito tá no trajeto do paracasa Hospital do enfermo o mestre não precisa usar a vest o mestre não precisa estar vestido com a veste de Ministro durante o trajeto ele pode vestir a sua roupa normal e vestir a
veste unicamente para a celebração mas deve estar trajado dignamente a roupa tem que traduzir uma dignidade Afinal de contas você está levando Jesus consigo e vai conduzir um momento uma celebração ali na na casa do enfermo então a a sua roupa tem que ser uma roupa digna na casa ou hospital o que que se precisa preparar tá uma mesa forrada com uma toalha branca que pode ser providenciada pela família aí se combina previamente ali junto à Cabeceira do enfermo ou na sala junto a onde ele está tá sentado vela crucifixo corporal sanguíneo recipiente com água
para purificar os dedos após a comunhão e aqui uma recordação quando se purificam os dedos a água da Purificação não pode ser jogada na na pia do esgoto na privada ou em outro lugar ela deve ser jogada numa plantinha tá numa plantinha ou no caso existem nas igre em algumas igrejas mais antigas uma pia consumid ouro ou seja que vai direto pra terra né se a sua igreja tem essa pia Sumidouro também pode ser despejada ali tá na atuação da santa missa Como já foi dito anteriormente a atuação do mestre na distribuição da Sagrada comunhão
deve pautar-se por razões graves em situações concretas de verdadeira necessidade tá Quais são as situações Só lembrando ausência de ministros ordenados e do acólito instituído grande afluência dos fiéis o número dos fiéis que desejam receber a comunhão é tão elevado que obrigaria a prolongar excessivamente o tempo da celebração da missa ou da distribuição da Sagrada comunhão fora da missa e ou a questão da enfermidade ou idade avançada do sacerdote Essas são situações que preveem a atuação do mestre na celebração tá a instrução Geral do missão Roman número 100 diz assim na falta do acólito instituído
podem ser destinados para o serviço do altar para ajudar o sacerdote O diácono ministros leigos que levam a cruz os sírios o turíbulo o pão e o vinho e a água seja ministros que podem ali na celebração atuar junto ao altar né também podem ser designados ministros leigos para distribuir a sagrada comunhão como ministros extraordinários tá aí tem uma uma citação da ensa caritat tá E tá citado no número 100 da instrução Geral do Missal Romano na mesma instrução Geral do Missal Romano número 162 diz assim na distribuição da comunhão O sacerdote pode ser ajudado
por outros presbíteros eventualmente presentes mesmo que não necessariamente estejam con celebrando isso também é importante para distribuir a comunhão o padre não tem que estar con celebrando com outro basta ele estar presente na celebração tá se estes não estiverem disponíveis e o número de comungantes for demasiado grande O sacerdote pode chamar em seu auxílio os ministros extraordinários Isto é o acólito devidamente instituído e também os outros fiéis que tenham sido devidamente nomeados para isso e em caso de necessidade O sacerdote pode designar só para essa ocasião alguns fiéis idôneos isso aí a gente já falou
só citando e reforçando segundo a instrução geral da missão Romana número 162 um outro detalhe interessante que eu queria chamar atenção muito rapidamente é o fato de que no serviço da distribuição da comunhão o acólito instituído ele tem precedência sobre o ministro estra ordinário tá então na paróquia onde há um um acólito instituído ele tem precedência então ele tem prioridade ele tem preferência para a distribuição da comunhão tá nos meus anos de paróquia muito muitas vezes eu recebi acordos instituídos vindos do seminário para sua atividade Pastoral e geralmente a eles era dada essa atribuição eles
sempre distribui eles eram sempre os primeiros a receber a âmbula para a atribuição da comunhão tá então isso aí também é absolutamente previsto esses ministros não devem aproximar-se do altar antes do sacerdote ter tomado a comunhão e recebem sempre da mão do sacerdote o vaso com as espécies da Santíssima eucarestia distribuí aos fiéis então é aquela coisa se você vai receber da para distribuir a comun você tem que receber a âmbula da mão do sacerdote o ministro não pode ir lá na no altar e ficar ali já colado no junto ao padre e mal o
padre terminou de comungar o ministro já vai a garrula dele e desce para distribuir a comunhão porque se ele não não pega âmbula o padre pode não dar o outro Ministro pode pegar isso não existe esse essa atuação ela é errada você recebe do sacerdote Se não receber Como eu disse paciência tá volta pro seu lugar e agradece a Deus pela graça de poder estar ali salvo a situação de ausência de outros ministros idôneos o messe deve evitar exercer um ministério de leitor comentarista cantos coroinha ou outro Ministério litúrgico na mesma celebração litúrgico quem que
irá atuar como Messi então se não havendo outros ministros havendo acólitos cantores leitores comentaristas o Messi fica apenas com a sua função de Messi tá não tome lugar de outros tá porém nós vamos ver que na ausência desses ministros nós podemos ver a atuação do mestre em outros ofícios também mas vamos daqui a pouco nós vamos comentar o Messi ele deve ocupar durante a celebração eucarística o primeiro banco e colocar a sua veste apropriada somente no momento da comunhão ou quando se vai buscar o Santíssimo Sacramento no Tabernáculo a previsão do manual dos Mestres da
nossa arquidiocese é que os mestres não estejam sentados no presbitério tá o mestre ele deveria estar embaixo sentado ocupando o primeiro banco de preferência não revestido mas com a sua veste colou do colo no encosto do banco tá no espaldar do banco e somente se reves disse para subir ao presbitério para receber a comunhão e distribuir claro que aqui a ideia não é gerar conflitos né então muitas paróquias o padre prefere que os mestres estejam sentados junto a si Nesse caso fica a critério do padre tá mas o que se prevê é que o Mestre
esteja sentado na assembleia e não no presbitério Tá mas como disse aqui não estamos para polemizar na cada paróquia siga-as as orientações do pároco caso faltem coroinhas o mestre poderá substituí-los tá nesse caso então faltou coroinha na missa o mestre ele pode assumir Então as funções dos coroinhas no caso ele nesse caso ele vai participar da da processão de entrada juntamente com o presidente da ação litúrgica usando a sua veste Branca apropriada desde o início da celebração se não houver coroinha Qual que é o ideal e o previsto que ele esteja sentado na Assembleia Não
entre em procissão desde o início El já está sentado no seu banco com a veste no colo ou com a veste sobre o ali junto a ele tá e se revista para servir não haver coroinha precisa então de que ele atue no Altar junto com o padre então ele vai revestir-se e entrar em procissão tá a purificação das mãos não deve ser feita no Ofertório Padre lá segundo o rito o celebrante O sacerdote Presidente ele faz o rito chamado do lavabo né que tem uma riqueza simbólica espiritual mais do que uma utilidade prática nesse caso
o ministro ele não vai fazer o lavável junto com o padre mas antes da celebração Ele lava suas mãos na sacristia tá então já ele já deve entrar a celebração já com as mãos devidamente lavadas de preferência depois que você lava as mãos não use essas mãos para pegar em outras coisas reserve suas mãos para a sagrada comunhão a purificação dos vasos sagrados depois da comunhão ela é função do diácono acólito instituído ou na falta deles do próprio sacerdote que Preside ação litúrgica não é função do ministro extraordinário da Sagrada comunhão purificar O Cálice ou
purificar as âmbulas usadas da missa ali no ato da missa ou logo em seguida É verdade por exemplo que o ministro extraordinário da Sagrada comunhão ele pode de purificar a sua Teca quando leva a comunhão aos enfermos também é prática em algumas igrejas por exemplo que depois da celebração quando se está guardando as coisas em algumas igrejas se costuma fazer uma repu do Cálice e das âmbulas só para garantir que não fica nenhum fragmento isso também pode ser feito mas isso lá na sacristia fora do contexto da celebração na celebração ou logo em seguida quem
faz essa Purificação é sempre o acólito instituído O diácono ou o próprio sacerdote no Exercício do seu ministério o mestre sempre deve usar a veste prevista tá nunca ele deve atuar sem ela a não ser em caso de extrema necessidade com a autorização do pároco vai mas a fora isso não se deve fazer tá a celebração da palavra só algumas orientações né a celebração da palavra feita por um ministro leigo na ausência do diácono ou Presbítero não é estritamente uma ação litúrgica na verdade ela chega a ser uma celebração litúrgica mas não é uma celebração
eucarística tá eh porque inclusive está previsto no nosso rito no nosso livro né no nosso ritual da Sagrada comunhão tá nesse caso em relação à celebração da palavra siga as orientações do bispo e do pároco os fiéis não ordenados t fórmulas propriamente distintas tá seja fórmulas de saudação e deção tá não é concebível que aquele que dirige faça tudo então você vai fazer a celebração da palavra como Ministro não tem que fazer a leitura você não tem que fazer cantar não divida US as funções como aconteceria na celebração da missa quem vai fazer a leitura
Quem vai cantar quem faz os comentários isso aí pode ser feito o uso do folheto litúrgico povo de Deus ele pode e deve ser usado na celebração da palavra sim mas somente na parte referente à liturgia da palavra tá a parte da liturgia eucarística não deve ser utilizada Então nem preparação de ofertas oração sobre as oferendas prefácio oração eucarística não se pula toda essa parte geralmente terminou a liturgia da palavra com a oração dos fiéis já se procede a sagrada comunhão imediatamente tá também a celebração da palavra ela não é missa Então tem que se
deixar muito claro que ela não é missa ela é celebração da palavra ou culto dominical tá isso aí tem que se deixar muito claro também o Messi ao proclamar o evangelho simplesmente diz ouvir irmãos as palavras a palavra do senhor Jesus Cristo narrada no evangelho de tá nesse sentido não faz nem a unção do livro ele não traça o sinal da cruz do livro e não saú da Assembleia Como faz O diácono Presbítero o senhor esteja convosco não faz Apenas lê esse esse cabeçalho ouvi irmãos as palavras do Senhor Jesus Segundo o Evangelho de São
João São Marcos São Lucas e proclama o evangelho ao final pode dizer palavra da salvação mas não beija tá o o livro tá na celebração da palavra o mestre não deve utilizar a cadeira presidencial do sacerdote tá ele sempre se senta numa cadeira ao lado tá não se faz também o beijo do altar na entrada ou na saída Esse ato é somente para os ministros ordenados exposição do Santíssimo Sacramento ordinariamente quem expõe o Santíssimo Sacramento da Benção eucarística é o sacerdote ou diácono o messe somente na ausência do sacerdote com a respectiva autorização do padre
pode a expor ou retirar o Santíssimo Sacramento tá nesse sentido pode ser feita exposição tanto na âmbula como no ostensório não tem problema e não há restrições nesse sentido tá porém o que que se diz em relação à exposição primeiro o mestre nunca deve dar a bênção do Santíssimo a benção do santísimo é unicamente do sacerdote e do diácono e do bispo claro né então o mestre não dá a bênção do Santíssimo tá ele pode somente expor e repor dispõe e recolhe unicamente e também não pode conduzir processional o Santíssimo Sacramento tá então eh o
Santíssimo Sacramento você vai trazer da sacristia ou da capela do santíssimo para o altar para exposição vem na na Teca de preferência coberta tá vem na Teca vocês põe os Santíssimo fica para adoração terminou recolhe você retira da da da da Custódia recoloca na Teca e reconduz ao sacrário não sai o ministro levando ostensório em procissão isso não se faz isso não está previsto isso não é correto tá E nem Caminhar pela igreja levando o Santíssimo isso não é função do do do ministro extraordinário da Sagrada comunhão por fim em relação às ezéchiel p comessa
Pode ministrar as ezquiaga Benta né então pode ver com o padre a possibilidade de levar um um aspersório com água benta E no caso solicitar as orientações ao pároco seguindo o ritual previsto no manual dos mess Tá bom então nossa bibliografia catecismo da igreja católica O Código de Direito canônico a a instrução antiga Ministério do papa Francisco a espíritos domines também moto próprio do papa Francisco a instrução Fide custos do Papa Paulo VI nós temos também a instrução imensa e caritat da congregação para o culto Divino a instrução reden Sacramento também da congregação para o
culto Divino a sagrada o ritual da Sagrada comunhão e o culto do Mistério Eucarístico fora da missa eu acho que todo mestre deveria toda sacristia deveria ter esse livro e pode ser utilizado pelos Mestres no Exercício da sua missão o ritual da unção dos enfermos assistência Pastoral e as normas e orientações para o ministério Extraordinário de Sagrada comunhão eucarística dos Mestres nosso manual dos Mestres da arquidiocese de Brasília