Todo o indivíduo que se dispõe a explorar o desconhecido carrega o fardo da desconfiança e gozação alheia O britânico Edmond Halley, por exemplo, foi chamado de louco farsante ao usar a matemática e astronomia, em pleno século XVIII para tentar provar que um certo cometa retornaria aos olhares da terra a cada 76 anos. Seu feito foi comprovado, ele entrou para a história da humanidade e esse certo cometa que hoje leva seu nome, cometa Halley, retornará aos olhares da terra, em 2061. para mostrar que aquele que se dispõe a explorar o desconhecido corre um grande risco de jamais ser esquecido.
Eu escrevi esse texto em homenagem a todos os exploradores basileiros sejam eles amadores ou profissionais. Sejam todos muito bem vindos. Pra quem não me conhece, muito prazer, eu sou Felipe Dideus e esse é mais um vídeo do canal "Vamos Falar de História?
". Eu espero que cada um de vocês possa assistir o vídeo até o minuto final, pois além de sair daqui muito mais bem informado do que chegou você vai mostrar ao Youtube que o trabalho que desenvolvo com carinho pra vocês tem relevância na plataforma. Assim como as escrituras gregas escondem mistérios sobre a cultura ocidental, assim como as terras africanas possuem esclarecimentos civilizatórios, assim como as ruínas astecas podem esconder segredos sobre a América do Sul, seria muita arrogância da minha humilde existência dizer que a Amazônia não possui seus mistérios, que talvez passem despercebidos pela mais avançada tecnologia.
Recentemente foi descoberto que a Amazônia esconde cidades que foram erguidas no período pré-colonial com pirâmides de até 22 metros de altura. Já se perguntou por que a Amazônia é tão cobiçada? Se a história que vocês estão prestes a ouvir é verídica ou não, quem sou eu para falar algo.
Mas fiquem à vontade para tirar suas próprias conclusões ao final do vídeo. Estudos apontam que a origem do ser humano data há cerca de 2,5 milhões de anos. Os primeiros seres humanos teriam surgido na África Oriental no final do Período Plioceno.
Evidencias arqueológicas apontam que o continente americano já era ocupado por diversos povos há cerca de 10 mil anos. A teoria mais aceita é que essa povoação só foi possível graças a travessia do Estreito de Bering, que liga os oceanos Pacífico e Ártico, entre a Rússia e os Estados Unidos. Mas as primeiras civilizações surgiram somente por volta de 4 mil anos antes de Cristo na Mesopotâmia.
Pelo menos é o que a história oficial conta. A América do Sul, centenas de anos antes da chegada dos europeus, estava povoada por diversos povos indígenas como os Incas, Tupis, Guaranis, Aimorés, Tupiniquins e muitos outros. Estima-se que a região que hoje é ocupada pelo Brasil era habitada por cerca de 4 milhões de indígenas quando Pedro Álvares Cabral aportou, em 1500.
Somente 200 anos depois, no século XVIII, que os bandeirantes dariam início as suas expedições em direção ao interior do Brasil em busca de ouro, prata e escravos. Consequentemente descobertas históricas seriam feitas pelos bandeirantes. É nesse momento da história, entre o século XVI e o século XVIII, que relatado a descoberta de um longo trajeto que possibilitou a migração e o compartilhamento de culturas entre os povos indígenas que habitavam a América do Sul.
Com mais de 3. 000 km de extensão, esse trajeto ficou conhecido como “Caminho de Peabiru”. Era um conjunto de estradas ancestrais que conectava o Atlântico ao Pacífico, começando no Peru, passando pela Bolívia e Paraguai e terminando no Brasil, onde hoje estão localizados os estados de São Paulo e Paraná.
Ao longo do século 16, diversos exploradores e viajantes relataram ter visto o “Caminho de Peabiru”. O navegador português Aleixo Garcia explorava a região do Rio da Prata a serviço da Coroa de Castela quando naufragou na costa catarinense. Acolhido pelos indígenas locais, Aleixo teria viajado pelo caminho secreto até os Andes.
Em 1542, o conquistador espanhol Alvar Núnez Cabeza de Vaca teria descoberto as Cataratas do Iguaçu enquanto viaja por esse caminho secreto. Em 1553, o viajante alemão Ulrich Schmidel, teria conhecido o caminho enquanto viajava pela Bolívia e Paraguai. Outro relato bastante mencionado pelos pesquisadores é do Padre Jesuíta Pedro Lozano, que durante uma de suas campanhas de catequização dos indígenas pela Companhia de Jesus, teria conhecido o caminho misterioso.
Inclusive, muitos atribuem ao padre Lozano o nome "Peabiru", mas outras vertentes apontam que o primeiro a utilizar tal nome foi o escritor Ruy Díaz de Guzmán, que se referiu ao caminho como Peabuyu. Alguns apontam que um dos responsáveis pela criação do “Caminho de Peabiru” foram os Incas, durante a expansão de seu império. Outros apontam a contribuição dos Guaranis.
Logicamente criar um caminho tão extenso não seria possível sem o apoio de diversos povos, que, segundo pesquisadores, usaram referencias de geolocalização como plantações, rios e relevos geográficos para criar o Caminho de Peabiru. Existem diversas versões e evidências a respeito do "Caminho de Peabiru" Mas de acordo com pesquisadores de Dákila, uma instituição de pesquisas arqueológicas e tecnológicas, origem desse caminho misterioso e sua finalidade é outra completamente diferente da narrada pela história oficial. Segundo esses pesquisadores, o Caminho de Peabiru esconde um dos maiores segredos da humanidade que faz com que a Amazônia seja tão cobiçada.
Ao contrário do que a história oficial narra, o Caminho de Peabiru teria sido construído pelos Murils, que há milhões de anos, se estabeleceram como a primeira civilização do planeta terra. Mencionados como construtores de mundos e detentores de tecnologias avançadas, os Murils escolheram o coração da Amazônia Brasileira para erguer a cidade de Ratanabá, a primeira capital do mundo. Além de riquezas materiais, culturais, avanços tecnológicos e medicinais, Ratanabá teria a resposta de perguntas que poderiam simplesmente reescrever a história da humanidade.
Tudo isso bem no coração da Amazônia. Bem no coração do Brasil. Não é a primeira vez e nem será a última que o mundo debate a existência de civilizações extraterrestres ou muito avançadas que influenciaram na vida humana.
Um debate que está presente no campo cientitico e até mesmo no campo religioso. A lenda de Ratanabá não é a primeira lenda de cidades perdidas na Amazônia. Existem outras lendas como, por exemplo, a lenda do Manuscrito 512 e a lenda da cidade futurista do ano 3000 escondida na Amazônia.
Ambas as lendas foram abordadas aqui no canal e para assistir é muito simples. É só você clicar no card aqui em cima. Segundo Dákila, o Caminho de Peabiru interligava Ratanabá a outros reinos espalhados pelo planeta terra.
Eles eram interligados tanto por terra, em caminhos escondidos no subterrâneo, quanto por caminhos que utilizavam tecnologia eletromagnética. Recentemente, os pesquisadores de Dákila encontraram tuneis no Forte Real do Príncipe da Beira, localizado na cidade de Costa Marques, em Rondônia. Construções similares foram encontradas também em diversos pontos do mundo como em Portugal, Espanha e Países Baixos.
Alguns acreditam que esses tuneis possuem indicações da primeira capital do mundo. Se comprovado, a maior descoberta da arqueologia pode estar em solo brasileiro. A importância do Brasil para o mundo como um todo também é algo debatido no campo religioso.
Segundo o livro “Brasil, Coração do Mundo Pátria do Evangelho, obra psicografada por um dos maiores médiuns espiritas da história, Chico Xavier, o Brasil foi escolhido pelo próprio Jesus Cristo para ser o coração do mundo. A história de Ratanabá divide opiniões. Uns acham que faz parte do folclore brasileiro, outros acham que não passa de uma lenda.
Assim como existem pessoas como os pesquisadores de Dákila, que se dispõe a explorar o desconhecido em busca da verdade. Fato é a gigante Amazônia possui segredos.