[Música] como vocês podem ver nós estamos indo pra parte dois do método vivencial e olha por que isso a gente eu tô selecionando as partes que eu acho mais importantes sobre o método venal mas são tantas coisas que eu achei insuficientes as que eu já apresentei resolvi apresentar mais aspectos agora nessa aula então essa aula inclui informações complementares e orientações complementares importantes para sua formação no método vivencial e também a ilustração de algumas vivências Então vamos lá então vamos às vantagens do método vivencial Na verdade são muitas mas nós vamos aqui falar das principais e
que foram cruciais para nós para para investirmos nesse método e para a efetividade desse método nós entendemos que esse são os as são as características do método vivencial que fazem j a sua efetividade vamos lá a primeira é a criação de condições para observação e desempenho dos clientes e de experiências interpessoais que articulam as demandas cognitivas emocionais e comportamentais numa interação social isso é muito importante já que um objetivo da competência social é a coerência entre esses aspectos e também a o reconhecimento do quanto eles estão Entrelaçados numa interação social o segundo aspecto é identificação
e intervenção sobre os comportamentos considerados clinicamente relevantes numa sessão de atendimento quais são eles principalmente aquelas dificuldades ou déficit do cliente e por outro lado as aquisições graduais que ele vai tendo ao longo das sessões o terceiro aspecto que a gente chama atenção aqui é a oportunidade Ampla de observação descrição e feedback aos desempenhos tanto por parte do terapeuta quanto por parte dos demais participantes o quarto aspecto aqui que a gente destacou é a criação isso é muito importante criação de um ambiente de apoio mú isso é um ambiente terapêutico e também que ajuda a
promover a dessensibilização da ansiedade social as pessoas que têm Muita ansiedade nas interações sociais elas vão conviver vão experienciar vão participar de tantas interações que acabam reduzindo dessensibilizando fazendo uma adaptação a essa situações sem ansiedade o quinto aspecto é a Ampla op unidade de prática de observação e auto-observação aprendizagem por observação e por auto-observação observação do desempenho do outro e observação do próprio comportamento análise de tudo isso principalmente os procedimentos de modelação envolvidos aí no programa o sexto aspecto também fundamental é que o o o método venal propicia uma condição ímpar nós vamos falar disso
nessa sessão de usar uma variedade de técnicas e procedimentos que são usuais Nos programas de treino de habilidades sociais mas que a gente de alguma maneira articula nesse conjunto de coisas que nós chamamos método vivencial e o último aspecto aqui também não menos importante é a identificação de novas dificuldades e o teste dos desempenhos já aprendidos à medida que o cliente vai se expondo a novas interações ele também vai mostrando novas dificuldades e aí que nós sempre recomendamos tenha sempre um registro de Cada sessão para você identificar não só o que o cliente cada cliente
aprendeu adquiriu desenvolveu mas também as dificuldades remanescentes E aí você pode fazer ajustes no seu programa de treinamento é para isso que serve Então essa sua cadernetinha de registro e ela é fundamental e aqui nós vamos falar do conjunto das técnicas e procedimentos que podem ser acoplados ao método venal e nós já falamos de todas essas técnicas vocês podem olhar aí ó todas elas nós já fizemos referência até aqui por isso que nós estamos falando do método incial agora no final mas é exatamente Porque como método nós definimos O que é Método lembra método sempre
articula diferentes procedimentos técnicas recursos enfim é um combo de várias coisas e aqui vocês estão vendo procedimentos e técnicas Então vamos lá o reforçamento e A modelagem eles podem ser utilizados ao longo de todas as sessões e geralmente Associados a mudanças de aquisições em direção as habilidades alvo o feedback ele pode ser ao longo de todo o programa também mas olha sempre com ênfase no feedback positivo dos desempenhos amente observados Isso é muito bom você não tá dando feedback para relato você tá dando feedback para aquilo que o cliente tá sendo capaz de fazer para
aquilo que ele tá aprendendo e o contexto de grupo é um contexto muito similar ao contexto natural por isso toda essa experiência é muito importante aí a o outro aspecto é a modelação a técnica de modelação ela pode ser feita numa situação de programa grupal com a colaboração de todos os participantes seja para modelar seja para observar seja para descrever seja para espelhar alguns desempenhos seja para dar feedback enfim a modelação tá presente aí nesse processo há o ensaio comportamental que é o núcleo é um dos núcleos nós vamos dar ênfase no ensaio comportamental e
tarefas de casa principalmente o ensaio comportamental é parte central da vivência ou até é posterior a uma vivência especialmente no caso de vivências simbólicas elas podem depois ser complementadas por um ensaio real na sessão Sempre Com base no contexto e no desempenho dos participantes as tarefas de casa podem ser treinadas na vivência antes de serem atribuídas E aí ao final da sessão o terapeuta ou facilitador atribui a tarefa que foi já treinada na sessão e que vai ser analisada relatada na sessão seguinte a instrução outro procedimento importante a instrução as regras isso pode acontecer em
qualquer momento da sessão podendo ser inclusive apoiado por recursos multimídia que explicam que dão mais detalhes sobre como deve ser o desempenho mas lembre-se como nós já falamos que instrução procedimentos expositivos devem ser Breves o principal é o desempenho bom aqui ainda a reestruturação cognitiva sempre que o desempenho ou o relato do cliente evidencie crenças e regras pouco adaptativas para a aqueles requisitos todos da competência social Então esse é o momento de entrar com procedimentos de reestruturação cognitiva e sim pode ser feito em grupo nós já falamos sobre isso lembram Eh agora sim o último
aspecto é o uso de recursos multimídia nós podemos usar associados ao método vivencial para ilustração para análise para modelação de desempenhos para apoio à instrução e à reestruturação cognitiva e até para instigar desempenhos dos participantes Então veja a pleiad de procedimentos e técnicas que nós podemos utilizar num programa vivencial de ths é bastante coisa e é importante foi por isso que nós primeiro apresentamos uma uma e agora nós estamos juntando todas porque inclusive no atendimento individual você acaba combinando todas essas técnicas e aqui eu trago para vocês o núcleo do método vivencial são três procedimentos
que são a base do método vivencial e que são depois articulados com os outros procedimentos e técnicos vocês já desconfiaram quais são Vamos lá olha só o primeiro é claro uso de vivências método venal tem que ter vivência certo então o primeiro é o método são as vivências que devem ser incluídas na sessão o segundo é o uso ampliado de tarefas de casa as tarefas de casa em geral São eh consideradas muito com objetivos de treino daquilo que foi aprendido na sessão ou de fortalecimento daquilo que foi aprendido Ou no máximo de generalização mas nós
temos objetivos muito mais ampliados vocês lembram lá a gente falou em tarefas de casa Quantas coisas podemos fazer com as tarefas de casa então ela também é a base o núcleo do nosso método vivencial e a o ensaio comportamental e as suas variações nós já falamos algumas espelhagem troca de papéis enfim toda a parte de ensaio comportamental que nós já referimos em aulas anteriores é claro que tem os outros procedimentos mas o núcleo é esse trio aqui da Pesada que caracteriza o nosso método vivencial e agora eu quero trazer aqui para vocês os componentes todos
que são os objetivos alcançados ou que nós temos alcançado por meio do método venal e que tem a ver com competência social e todos os seus requisitos incluindo declaro as habilidades sociais Olha nós falamos em variabilidade flexibilidade das habilidades sociais nós conseguimos com método vivencial desenvolver a sensibilidade dos participantes à contingências as habilidades de processo elas são fundamentais vamos falar de cada um já já a automonitoria a superação é claro dos déficits e específicos dos participantes Lembrando que nós vamos discutir isso no Próximo módulo que nós programamos fazemos um programa quando é de grupo pensando
naquelas dificuldades que são comuns a todos e naquelas dificuldades que são específicas a alguns participantes e todas elas tentando contemplar ao longo da programação do planejamento do programa e finalmente a generalização das aquisições que nunca nunca pode ser esquecida então vocês estão vendo esse círculo guardem bem são todos os aspectos aqui ou pelo menos os principais aspectos que não podem faltar em um programa de competência social ou de treino de habilidades sociais orientado para a competência social e aqui nós vamos ver cada um desses focos superação de déficits específicos nós já vimos nós já Vimos
que as vivências podem ter objetivos muito específicos e já já nós vamos falar sobre vários objetivos nas vivências que devem depois ser combinados com aquela aval ação do portfólio do cliente e do das dificuldades e da organização disso ao longo das sessões mas enfim é um dos focos principais É claro é Superar as dificuldades dos clientes só que não basta isso e aqui nós destacamos a variabilidade e a sensibilidade às contingências esses dois aspectos TM que estar associados ao conceito de habilidades sociais não é ensinar como se fosse um script um conjunto de regras não
você precisa ensinar mais que isso você precisa ensinar o cliente a flexibilidade comportamental para que ele combine habilidades para que ele perceba qual habilidade ele tem para que ele perceba em que condições ou situações uma habilidade é mais necessária do que a outra para que ele escolha entre as diferentes habilidades são esses dois aspectos que nós estamos falando aqui então aqui nós na verdade nós temos um conjunto de de objetivos subsidiários quando nós falamos desses dois aspectos Olha primeiro constatar as diferentes funções para uma mesma habilidade e as diferentes habilidades com a mesma função e
aí você vai variar em função do contexto do interlocutor do momento do seu repertório tudo isso é uma aprendizagem de flexibilidade e de sensibilidade as contingências também o segundo aspecto é que as vivências e as tarefas de casa seriam condições privilegiadas no método vivencial para essa sensibilidade você vai pedir ao cliente tarefas que vão expô-lo a novas contingências que vão fazê-lo experimentar essa vari variabilidade é muito comum nos Nossos programas a gente dá uma mesma tarefa e uma pessoa eh colocar que numa situação deu certo na outra não e ela precisa entender qual quais foram
as contingências daquela situação que geraram dificuldade que facilitaram ou de uma pessoa e de outra porque queem um contexto deu certo e no outro não isso tudo é analisado na sessão as vivências então e as tarefas de casa seriam condições privilegiadas para atingir esses dois focos outra coisa muitíssimo importante quando a gente fala em sensibilidade à contingências Especialmente quando nós estamos trabalhando com grupos nós acabamos tendo ali uma amostra da subcultura grupal quem é a cultura de cada um dos participantes ali quando nós juntamos um grupo de jovens e Especialmente quando esses jovens têm mais
ou menos a mesma idade mais ou menos os mesmos interesses mais ou menos a mesma condição Econômica nós vamos ver que eles criam uma subcultura a linguagem a aquilo que eles valorizam aquilo que eles reprovam isto também permite prever quais seriam as contingências prováveis lá no ambiente natural e aqui na sessão eu já tenho a as pessoas os próprios participantes agindo como a subcultura que o indivíduo vai encontrar lá no ambiente natural você percebeu então É como se você tivesse criando um contexto mais próximo do contexto natural um outro aspecto importante para essas para essas
duas características esses dois focos é a identificação das condições que afetam o desempenho interpessoal Isso é uma contingência também as n minhas privações o meu cansaço o meu sono a minha irritabilidade a minha ansiedade isso eu posso identificar no meu desempenho e que me fazem também perceber melhor a que contingências afetam o meu des empenho na na na interação social e um último aspecto extremamente importante para nós é a questão da topografia a serviço da sensibilidade às contingências que que é isso significa que eu vou ensinar a a algumas habilidades E à medida que o
indivíduo melhora alguns aspectos da topografia ou à medida que o próprio terapeuta pede para ele faça de novo mas agora altere o seu fale um pouco mais devagar e aí na própria situação o indivíduo vai ver que esta é uma variável que afeta o impacto que afeta a contingência a consequência do seu comportamento que é uma contingência importante para fortalecer para manter o seu comportamento olha quanta coisa ligada à variabilidade flexibilidade e também a sensibilidade as contingências tudo isso faz parte do da promoção de competência social não é ensinar um script pronto de uma habilidade
ó Nessa situação você tem que fazer isso isso isso depende Pode ser que em naquela situação não vai funcionar assim Pode ser que você tenha que recorrer a outra topografia Pode ser que você tenha que alterar o tipo de habilidade que você usa para aquela situação percebe então é tudo isso que precisa ser objeto de atenção do facilitador e treino durante a sessão método venal facilita tudo isso então nós falamos aqui desses dois aspectos vamos ao próximo aqui nós vamos falar da automonitoria vocês estão vendo aqui a automonitoria que é a leitura do ambiente social
a discriminação da demanda dos sinais sociais das regras sociais Então esse é um dos componentes da automonitoria nós colocamos que é um requisito de competência social nesse combo chamado quisito da automonitoria tem outros aspectos aí envolvidos O primeiro é a leitura do ambiente social o segundo é a autoavaliação do Repertório ao Como eu posso lidar com essa situação Será que eu tenho uma forma de lidar com isso eu vou olhar pro meu repertório eu vou identificar o que eu sei fazer e como eu faço e buscar a melhor resposta paraa situação é como um processo
de solução de problemas nós já vimos isso então esse processo se a praticamente todas as situações Isso significa automonitoria também então o segundo ponto é importante da automonitoria o terceiro é o autocontrole daquelas respostas mais prováveis é bem provável que quando alguém me provoca a primeira coisa dá uma resposta atravessada e eu vou ter que aprender isso eu vou ter que aprender que essa resposta pode ter consequências imediatas que não são exatamente as que eu quero eu quero consequências que podem até demorar um pouquinho mais mas que são melhores para mim em médio e longo
prazo Então eu tenho que regular o meu comportamento é autocontrole autorregulação tudo isso faz parte da automonitoria nós falamos tem que fazer automonitoria durante interação com a interação correndo em curso e é isso que nós estamos falando em termos de automonitoria a outra coisa é claro desenvolver a sensibilidade as contingências em curso significa eu tá atento paraos desfechos pro Impacto que o meu comportamento tá gerando no outro para Como eu mesmo percebo mesma percebo as o que tá afetando o meu comportamento essa sensibilidade as contingências da própria interação fazem parte da automonitoria e significa também
claro atenção aos comportamentos do interlocutor e muitas vezes alteração dos meus comportamentos na interação para que ele deixe de gerar aqueles efeitos indesejáveis e passe a Gerar outros os efeitos Olha o vendedor é muito craque para fazer isso ele percebe se ele dá um fora é a ideia de fora mesmo ele o que que é o fora nesse caso ele percebe que ele falou alguma coisa que afastou o cliente então ele tem que trazer o cliente de volta é um pouco isso você tem um objetivo lá na frente na interação você quer fazer amizade ou
você quer expressar o seu sentimento de repente você fala alguma coisa que tá te afastando do Objetivo Então você tem que rever isso tudo isso significa a automonitoria e é fundamental e é possível vocês viram e vão ver mais a medida que nós trabalhamos com o método vivencial e aqui as habilidades todas de processo o que que nós estamos chamando de habilidades de processo são algumas habilidades análise comportamento fala em habilidades de segunda ordem ou comportamentos de segunda ordem ou comportamentos de ordem superior Porque eles estão presentes em todas as sessões em todos os desempenhos
em todas as nossas interações mas só que muitas vezes nós precisamos aprendê-los e o método venal é fundamental para isso olha observar descrever fazer e responder perguntas expressar sentimentos positivos fazer análise de contingências prover feedback positivo elogiar o outro essas habilidades algumas são de processo para mim pro pro futuro do meu ah da minha vida fora daquele ambiente de Treinamento mas dentro do ambiente de Treinamento também é importante elas são coadjuvantes de todo o treinamento dos próprios participantes dos demais participantes eh da sessão isso é bem importante se o terapeuta investe nisso ele vai ter
muitos coadjuvantes para para o seu trabalho e aqui as habilidades as o seu foco Aliás na generalização das aquisições nós já Vimos que o contexto vivencial facilita generalização porque ele traz a subcultura do indivíduo para dentro da sessão então fica mais fácil transferir para fora da sessão mas é claro que tem as a os procedimentos e e e técnicas associados que também ajudam isso as tarefas de casa que envolvem o treino Extra sessão e também a exposição às contingências o teste de suficiência das aquisições tanto nas tarefas quanto nas vivências o desenvolvimento da automonitoria regulação
também fica a serviço da generalização a sensibilidade à contingências o conhecimento das regras sociais a a discriminação de demandas a a vivência o tempo todo exige isso discriminar a o que é que eu tenho que fazer nessa situação a que que eu tenho que que prestar atenção Quais são as pistas sociais importantes para essa situação o autoconhecimento dos meus recursos pessoais todos esses aspectos facilitam a generalização e eu vou até deixar aqui para vocês lembrarem desses aspectos Olha só são vários e importantes tudo bem E aqui eu quero que você veja a estrutura descritiva que
nós adotamos para divulgar as vivências ao longo de toda a nossa trajetória profissional além de criar e testar as vivências nós investimos em torná-las disponíveis para você para os profissionais do campo da competência social e das unidades sociais e foi por isso que nós escrevemos todos esses livros eh Ao todo são mais de 120 vivências todas elas descritas após serem testadas várias vezes em Nossos programas Nos programas dos nossos orientando dos nossos alunos e todas elas Se mostraram bastante efetivas essas que nós publicamos vocês vão ver então vão encontrar Principalmente nos livros que nós vamos
destacar aqui no final então então aqui a estrutura nó em cada vivência quando nós apresentamos as vivências nos nossos livros deixa eu pegar um livro aqui para isso Então veja só que interessante ó aqui é uma vivência você vai ver objetivos tanto os específicos quanto os complementares os específicos são específicos para essa vivência os complementares são mais Gerais são mais habilidades de processo mas que estão presentes também nessa viven E aí depois você tem a identificação dos materiais que são utilizados na vivência dos procedimentos e ainda nós incluímos variações e observações O que são as
variações e as observações nós propomos algumas variações Mas é claro que isso fica aberto para você também propor variações e fazer as variações da partir da descrição dessas vivências e temos também algumas observações que foram aspectos que nos chamaram atenção ao longo das vivências que se repetiram ao longo das vivências então a gente fala ó em geral nessa vivência as pessoas ficam um pouco ansiosas na parte tal ou essa vivência tem gerado bastante envolvimento tudo que a gente achou que era interessante eh destacar para cada vivência nós colocamos em observações Então essa essa é a
estrutura que nós adotamos eu mostrei aqui rapidinho o livro de habilidades sociais na infância mas também o todos os livros nós adotamos essa estrutura para descrever para facilitar para você estudar a vivência preparar-se para aplicar a vivência no seu trabalho então vamos lá eu vou apresentar uma vivência chamada conduzindo o outro essa vivência pode ser no formato GVG e ela tem três fases distintas eu já deixei aí Claro do lado objetivos e específicos e complementares vocês podem ir olhando enquanto eu tô falando mas nas próximas eu vou querer que vocês próprios identifiquem quais seriam os
objetivos vejam que eu a gente tenta descrever o objetivo de uma maneira bem objetiva Qual é o comportamento que nós estamos estabelecendo como alvo para aquela vivência então aqui os participantes são solicitados inicialmente a fazer uma caminhada uma caminhada nada livre ah eh o facilitador pede que eles parem e descrevam a experiência e sempre com GV go como é que nós fazemos isso na vivência um grupo é chamado para o Centro para fazer algumas atividades e o outro grupo fica observando eh e dando feedback e relatando O que foi observado E ajudando quem está na
vivência a também se perceber Então nesse momento o o terapeuta eh pede para eles darem uma caminhada depois pede que parem e que descrevam o a experiência que viveram parece simples mas vamos ver como eles descrevem né ao mesmo tempo pede pro grupo de observador o go que Descreva o que que ele observou às vezes eles estranham mas não tem nada para observar ou viu um monte de gente caminhando que mais a gente exige e vai pedindo para que eles refin as suas observações sempre há mais coisas para observar Depende dos olhos de ver aí
o facilitador indica algumas pessoas só para retomarem a caminhada tá e alguns vão ficar com os olhos vendados e outros com os olhos abertos vocês estão vendo aí na figura alguns de olhos vendados novamente ele interrompe após alguns segundos e pede nova aviação alternando entre os que caminharam de olhos vendados e os de olhos abertos invertendo aí o outra vez a experiência é avaliada na segunda etapa o facilitador divide os participantes em pares uma pessoa vai caminhar de olhos vendados e a outra vai ter a incumbência de guiá-la pede para eles fazerem isso durante algum
tempo isso tudo no centro de um círculo porque é um trabalho de grupo e depois pede avaliação geral sempre eh pedindo primeiro para aqueles que estão no centro do Círculo e depois para aqueles que estão observando aí na terceira fase o facilitador tô chamando de facilitador nós chamamos também ou terapeuta ou facilitador ainda na segunda parte o Terapeuta pode Inverter novamente agora inverter quem vai guiar e quem vai ficar de olhos vendados depois da avaliação a segunda a nova avaliação ainda da segunda etapa vamos pra terceira na terceira etapa o terapeuta pede que as duas
pessoas caminhem de olhos vendados e que decidam quem vai guiar quem E aí então nova avaliação então vejam aqui alguns aspectos dessa dessa tarefa e para encerrar cada fase o terapeuta pede que eles avaliem como foi a ajuda recebida isso para quem Ah tava de olhos vendados qu os sentimentos que experimentaram se foi de segurança de insegurança durante a caminhada e que o próprio grupo de observador descreve os diferentes tipos de ajuda que percebeu isso é muito interessante a gente já viu casos em que a pessoa que estava conduzindo deixou o outro tropeçar ou não
não fez com muito cuidado a outro que era bastante cuidadoso todas essas diferenças aparecem aí e ao final de tudo o facilitador discute com o grupo as possíveis analogias da experiência com a vida real propondo até uma metáfora B uma metáfora que pode po ser encontrada na Bíblia propondo até uma metáfora análise de uma metáfora bíblica cegos conduzindo cegos ambos cairão no abismo como é que o grupo vê isso E aí para facilitar os insites do grupo ainda faz algumas perguntas como que a gente faz quando a gente encontra alguma dificuldade Será que existem momentos
em que as pessoas têm dificuldade para saber onde vão ou que decisão mar veja nós estamos fazendo agora analogias metáforas com a vivência que acabou de ocorrer deixar se conduzir ou imitar as outras pessoas são a mesma coisa por sim por não então vejam são reflexões que tem tudo a ver com relações interpessoais e vão além daquilo que acabou de ser vivenciado quem são os modelos que imitamos Quais são os valores Será que a gente consegue perceber quem são os nossos modelos Quais são os valores Será que a gente tem bom senso e equilíbrio para
escolher os nossos valores que tipo de pessoa pode nos auxiliar nas nossas dificuldades o que acontece quando nós somos guiados ou quando nós seguimos como modelos pessoas que nem sabem para onde elas estão indo olha quanta coisa para refletir a partir dessa vivência essa vivência é muito rica por isso quer dizer um pouco é o que as pessoas fazem e outro pouco é o que elas refletem sobre não é para ficar fazendo grandes discursos não mas para refletir rapidamente por quê Porque quem acabou de experienciar seja como observador ou como pessoa da do núcleo da
vivência eles estão despertos eles estão prontos para fazer essa análise não é uma análise No Vazio uma análise calcada na experiência um pouquinho das variações da própria vivência veja aí ó nós podemos colocar obstáculos no ambiente vivencial núcleo vivencial e ver como é que isso afeta o desempenho das pessoas nós podemos dar opção para os participantes negociarem a formação de duplas isso É bem interessante muitas vezes funciona também como aspecto da motivação dos participantes nós podemos ainda repetir a vivência mas colocando as pessoas de olhos vendados em outro ASP em outro ponto da sala para
ver como é que elas lidam com a orientação espacial de olhos vendados isso tudo traz outro tipo de reflexão inclusive pra questão das deficiências visuais enfim há muito a ser explorado nessa vivência agora eu vou passar mais rapidamente algumas vivências para vocês essa por exemplo sua vez outra vez vejam aqui ó inicialmente o facilitador convida todos os participantes para eh participar da vivência todo mundo aí ele retira de uma sacola várias bolas de tênis joga pro alto pede PR as pessoas andarem joga para um joga paraa outra preferencialmente para quem tá distraído para para trazer
a atenção de todos para aquele contexto inicialmente e ele faz já referência à necessidade de atenção nada é por acaso tudo é muito bem eh colocado aí com um objetivo aí ele instrui para que eh cada pessoa permaneça o mínimo de tempo com a bola atirando para outro participante Depois dessa brincadeira ele interrompe recolhe as bolas e pede para as pessoas sentarem preferencialmente em grupo de cinco pessoas dentro de um do Círculo e as outras em volta observando aí ele pede que essas pessoas do centro se sentem ah ou no chão ou em cadeira dá
para fazer no chão também formando um círculo e mostra a bolinha de tênis e pergunta pro grupo pro grupo GV pro grupo da vivez quantas vezes vocês acham que eu vou conseguir e passar que vocês vão conseguir passar a bola um pro outro sem repetir as formas utilizadas todo mundo voltando ao ponto inicial E aí pede para eles Eh projetarem estimarem quantas vezes até an nota no quadro se for o caso Essa parte é muito interessante em geral as pessoas subestimam a quantidade de alternativas que elas podem ter nesse trabalho aí ele pede para o
GV iniciar sua tarefa e o go vai observando e vendo quantas vezes eles voltam ao ponto inicial é essa a estimativa solicitada então sempre passando de um para outro de maneira diferente uma vez novamente duas vezes quantas vezes eles vão fazer E aí o terapeuta eh o Ou facilitador pede também para que o go que tá observando verifique se não tá havendo repetição eles não podem repetir a Às vezes acontece deles repetirem mas aí falou não não mas eu fiz com a mão direita agora é com a mão esquerda enfim mas a ideia é não
repetir É claro que depois de algum tempo ele interrompe mostra que as alternativas ou fala apenas que as alternativas não estão esgotadas discute com todo o grupo a metáfora dos problemas de do nosso cotidiano e as diferentes formas de busca de solução verifica também com GV se algém Em algum momento se sentiu incapaz de criar novas alternativas isso acontece muito de repente a pessoa trava ela não consegue pensar numa alternativa ela já viu todo mundo fazendo e não consegue pensar numa outra tudo isso são metáforas para o cotidiano e veja que essa é uma vivência
simbólica essa é uma vivência simbólica e outra coisa que o facilitador pode fazer agora é pedir para as pessoas de em volta para fazer uma nova estimativa e continuar para ver até quanto eles chegam e eles perceberem o quanto eles podem ser criativos em grupo tudo isso criando novas condições aqui então a observação é muito importante veja aqui e uma coisa que a gente percebe nessa vivência é que a observação de um gera uma alternativa do outro não igual porque não pode ser igual mas que a gente vê que foi inspirada no outro isso também
acontece no nosso cotidiano e aqui por exemplo a observação a cognição e o desempenho de alternativas e aqui a criatividade isso também é muito legal a gente vai vendo uma criatividade incrível das pessoas nessa vivência e olha os objetivos aqui eu poderia ter pedido para vocês pensarem mas aqui Dá para vocês também pensarem nesses objetivos Olha só compreender que muitos problemas podem ter diferentes alternativas de solução gerar diferentes alternativas para o mesmo problema lembra da solução de problemas reconhecer o desempenho dos colegas como fonte geradora de ideias e de alternativas exercitar a criatividade são todos
objetivos relevantes agora uma outra vivência muito parecida buscando saídas também é uma vivência simbólica e aqui a tarefa é sair do Círculo e o terapeuta pede paraa pessoa sair uma vez mas depois ele já não aceita aquela resposta pede pra pessoa fazer diferente se a pessoa tem muita dificuldade o Terapeuta pode pedir para uma outra entrar no círculo junto para ajudá-la a a resolver o problema ela tem várias alternativas mas a gente vai analisando cada alternativa por que ela escolheu Fulano Qual foi a dica social ali que fez ela escolher fulano e não ciclano eh
qual foi a consequência que outra alternativa ela teria para lidar com isso enfim a todo momento aqui existi um conjunto de alternativas sendo trabalhadas e ao mesmo tempo dicas verbais e não verbais as quais a pessoa que tá sendo treinada precisa estar atenta porque o facilitador ainda faz alterações no grupo por exemplo uma alteração que nós costumamos fazer é todo mundo ficar de costas e aí a gente dificulta muito pra pessoa que tá no no meio como é que ela vai lidar ela tem que sair de um círculo onde todo mundo tá de costas para
ela complicado né aqui vivendo o o papel do outro acho que vocês podem imaginar qual é o objetivo ou Quais são os objetivos dessa vivência então aqui o homem o marido e a mulher tem que trocar os seus papéis na hora de lavar roupa Será que ele vai saber lavar roupa Será que ele como é que ele vai lidar com isso como é que ele vai se sentir fazendo isso fazendo o trabalho que normalmente a mulher que faz na na casa ão supondo claro uma casa em que acontece dessa Essa divisão de trabalho poderia ser
outra coisa mas é importante antes perguntar para os participantes o que que normalmente é você que faz e o que que é normalmente ela que faz E aí a partir daí você fazer essa inversão analisar como é que eles se sentem analisar como é que eles vão lidar com estar no papel do outro e aqui os objetivos Os muitos objetivos vivenciar novos papéis isso é importantíssimo paraa flexibilidade comportamental colocar-se no papel do outro importante paraa empatia desenvolver os componentes ou pré-requisitos paraa empatia observar e descrever comportamentos exercitar a flexibilidade de papéis veja aí é uma
vivência que pode ser adequada a muitos problemas dificuldades do seu cliente e aqui o corredor brasileiro é uma vivência linda também onde e a a ideia metáfora também ela é uma vivência simbólica também só que aqui é uma vivência que recorre a ideia do Corredor polonês só que invertido no corredor polonês a pessoa passa por um corredor e recebe tortura policial militar uma pessoa obrigada a atravessar uma fila dupla de indivíduos encarregados de golpeá-la com diversos eh instrumentos mas aqui essa é a única semelhança aqui é que existe um corredor só que é contrário é
só um homônimo o o que nós vamos pedir é que a pessoa na ponta imagine um objetivo que ela só vai alcançar quando chegar lá do outro lado ela tem que pensar um objetivo que ela tá buscando muito alguma tarefa alguma atividade alguma aspiração E aí a tarefa de todos é incentivá-la enquanto está havendo o corredor ela enquanto ela caminha pelo corredor cada uma das pessoas deve incentivá-la sim você vai conseguir vai em frente ela deve receber todo esse apoio com toque com palavras não precisa sem que ela pare ela não pode parar ela é
instruída a ir caminhando sem parar mas recebendo o apoio dos colegas quando ela atravessa todo o corredor outra pessoa é colocada lá na ponta com a mesma tarefa e atravessa também para receber até que todos passem por essa experiência de receber apoio essa é uma vivência muito interessante especialmente no final de uma sessão difícil pode ser feita só com algumas pessoas que foram mais eh sensibilizadas durante a sessão enfim existem muitas alternativas aí para o uso dessa vivência vocês podem imaginar quais seriam os objetivos eu não vou falar para essa e quem quiser pode buscar
lá no nosso livro e aqui a vivência Frente a Frente quero que vocês parem e Leiam aqui e imagine qual seria o objetivo dessa vivência Hum vamos lá conseguiram identificar já experimentaram conversar com outra pessoa de olhos fechados que que falta qual vai ser a dificuldade como é que você vai lidar com essa dificuldade E aí quais dessas vivências você achou mais interessantes quais Você já conhecia quais você ou Você conhece dos nossos livros deu para ter uma ideia pelo menos do conjunto das vivências e também dos tipos de vivências na verdade a gente acabou
fazendo aqui mais exposição de vivências simbólicas do que análogas mas por exemplo a vivência invertendo o papel ela pode ser uma vivência muito análoga à situação eh real mas a vivência sair do círculo não existe uma situação real eh no seu amb ambiente social em que você é colocado dentro de um círculo para sair dele mas aqui a função é parecida com a de solucionar problemas essa sim existe na sua realidade você pode aprender muito com uma vivência desse tipo e depois generalizar para situações em que você precisa resolver problemas Ficou claro Agora ficou mais
claro essa ideia e aqui os nossos livros novamente todos eles contém muitas vivências