Й Olá, pessoal. Bom dia. Gostaria de cumprimentar todos vocês presentes aqui na reunião, nossos membros do CEP, também toda a comunidade que nos acompanha. Essa aqui é a nossa primeira reunião do do colegiado de ensino, pesquisa, e extensão do IFSK de 2026. Já agradeço ao Everton, né, que tá aqui Na na no apoio da tradução interpretação em língua de sinais. Pela manhã, além do Everton, nós temos o André. Pela tarde nos acompanham a Bianca e o Mateus. Já agradeço. Agradeço também o Jeferson, que está na parte técnica. Pela secretaria, o Paulo e na assessoria eh
Proem, a Elisandra. Tá? Então, eh agradecer por mais um início de semestre, né? A imagem que abre a nossa reunião de hoje é justamente essa alegria dos nossos campos, recebendo os Nossos estudantes. É sempre uma festa, uma festa, né, do fazer da escola pública, que é o que a gente faz aqui no IFSK, com muito orgulho, né, e com muito trabalho também. Então, boas-vindas e bons trabalhos a todos nós que construímos o IFSK dia a dia. Pode dar sequência, Paulo, por favor. Então eu vou abrir a nossa reunião, né, com a para que a gente
aprecie a ordem do dia. Nós temos as súmulas das reuniões de 4 e5/12, né, que foi a Reunião presencial de dois dias aqui. Depois nós passamos pro expediente informes. Nós temos algumas resoluções a de referendo para apreciação. Na sequência nós temos os cursos, né, apreciação dos nossos cursos. Depois, como pontos específicos de pauta, o acordo de cooperação técnica para dupla titulação. Na sequência, o intervalo e após o intervalo do almoço, nós temos a discussão do regulamento do Comitê Permanente de Extensão a ser apresentado pela PROEX. Na sequência, esse ponto de pauta nós deixamos de de
trazer na reunião de dezembro, né? Vocês lembram, porque nós substituímos por uma formação para nós do CEP, né? Então vem esse ponto de pauta que seria a prévia das ações PRO, PROEX e PROP pro ano de 2026 e depois o encerramento previsto às 17 horas. Tá bom? Eu pergunto se acordo com essa ordem do dia. Tendo acordo a gente dá sequência já paraa apreciação das Súas. OK. Então podemos dar sequência, Paulo. Aí eu passo pro Paulo, né, paraa apresentação das súmulas da última reunião. >> Bom dia, pessoal. Tudo bem? Deixa eu ligar minha câmera aqui
rapidamente. As boas-vindas aqui para os colegas. E bom, simples dizer, né, que a súmula então ela foi disponibilizada no fórum. E pergunto então para vocês se há alguma consideração, algum Item que deixou de ser contemplado, algum equívoco, deixo para manifestação de vocês. Se não tiver manifestação, consideramos aprovado. Acho que não temos nenhuma manifestação. Então, Eliana, dou sequência aqui. Consideramos aprovada então a súmula dos dois dias ali da nossa reunião presencial. Perfeito, Paulo. Passamos então na sequência para as resoluções lá de Referendum, né, do C. Eu posso trazer rapidamente aqui para vocês, tá, a resolução 96
e a 97. A 96 é o curso técnico em agricultura, subsequente ao ensino médio do campus Urupema, né? Eh, a necessidade foi em decorrência da inclusão da oferta em edital de ingresso. Então, o campus nos solicitou ali o departamento de ensino básico, né? Ele fez toda a conferência e aí nós emitimos essa resolução. Como é a Criação de um curso, ela foi para o Consup e lá também já foi aprovado, tá bem? A 97, da mesma forma, no entanto, era uma alteração, uma alteração do PPC de qualificação profissional em operador de computador integrado ao ensino
médio, tá? EGPT. Então, também foi essa necessidade. E por último aqui, eh, nós tivemos a resolução número um, que foi a necessidade que o campo São Carlos identificou no PPC de uma inconsistência de carga horária na matriz curricular. Então, eh, até a Elisandra também participou, o Miguelme ali na Direm, fizemos toda a interlocução e aí chegamos na nessa retificação, né, que tinha uma urgência, então, no curso, era a questão de retificação de carga horária. Então, são essas as resoluções lá de Referendo. Eh, bom, passo para ti, Ella, para que a gente possa apreciar se alguém
tem alguma consideração ou se aprovamos. Isso está aberto, pessoal, então, para manifestações com relação às resoluções de referendo. Pessoal tá se manifestando ali no chat, tá de acordoções. Então podemos dar sequência. >> Bom, agradecemos. Então, na sequência, passamos aos informes. Então, >> então, pessoal, com relação aos Informes, né, da presidência, eh, destacar, primeiramente, né, que nós tivemos uma formação sobre educação paraas relações étnico-raciais e currículo escolar entre tensões e possibilidades. Essa formação tá disponível no YouTube, aconteceu aqui na reitoria, né? Foi transmitido online, mas nós entendemos que é uma formação bastante importante, né? Nesse sentido
está à disposição para que toda a comunidade, né? Psa acompanhar, rever ou Ver pela primeira vez, né? A intenção é que a gente tenha essa formação para os campos, né, de forma regionalizada ainda esse ano, mas, né, com mais aprofundada, mas é uma uma, né, uma formação bastante importante, discutindo as formas e estratégias para que a gente aprimore e avance na discussão dessa temática nos nossos currículos eh escolares de todos os cursos, da educação básica à educação superior, né? Eh, o vestibular unificado. A gente já Levou essa essa informação pro colégio de dirigentes, mas é
importante trazer aqui. Nós estamos respondendo a uma demanda, né, das nossas direções de campos e das coordenações de cursos superiores para que a gente tenha um um estudo, um reestudo sobre o nosso processo seletivo pro ingresso dos nossos cursos superiores, né? Nós entendemos que o primeiro passo para avançarmos nisso é o ingresso, né? Embora os desafios dos nossos cursos Superiores eles transcendem a questão do ingresso, mas temos questões importantes de ingresso para avaliar. Desse modo, né, nós estamos em diálogo com a UFSK para que nós possamos ou ter os avanços reivindicados pelo pelo IFSK já
há 4 anos ou então, né, um novo tipo de processo seletivo para os superiores. Esse processo tá sendo coordenado pela PRO. Temos já tivemos agendas com a COPERV, também com o IFC, que faz parte da parceria, para que nós no dia 11 do3 Tenhamos uma decisão deliberada pelo colégio de dirigentes, né, com relação ao vestibular unificado. Destacar também para vocês, né, que nós tomamos a decisão enquanto IFS que pela mudança do nosso sistema de ingresso também em resposta aos desafios colocados pro processo de ingresso e matrícula nos nossos cursos. Então, vamos adotar um novo sistema.
Eh, o DEING junto a DEIA e também a DETIC estão num num cronograma bastante Estruturado, né, com prioridade eh bastante grande na instituição, de modo que em 20271 eh esse processo seletivo já utilize o novo sistema de ingresso. Então, a ideia é que nós, a partir de julho, já deixemos esse sistema à disposição das equipes técnicas para que elas possam compreender, né, testar e a gente faça os ajustes necessários para que então o processo seletivo de todos os cursos a partir de 20271 já adote esse novo Sistema que vai integrar, né, a parte de inscrições
e culminar no processo de matrículo, né? Então fica já essa informação e também já fica de antemão o convite à equipes técnicas para em momento oportuno nos auxiliar para que a gente tenha um sistema que dialogue com as reais demandas, né, dos nossos campos. eh destacar também, né, que foi aprovado aqui pelo CEP, então a gente, né, reitera pros nossos campos, que esses informes também são, né, paraa Nossa comunidade, que a ordem de inscrição, o o ingresso por ordem de inscrição está vigente e também os editais das vagas ociosas agora estão delegados à direções de
campos. Desse modo, nós não precisamos trazer pro CEP autorização especial para que os campos, uma vez esgotados, né, os processos seletivos regulares e o cadastro reserva pudessem ter editais próprios para preenchimento das vargas, né? Vocês vão lembrar que nós aprovamos inclusive eh Resoluções a de referendum dando autorização aos campos. Agora, isso não é mais necessário, porque no ano passado, né, o CEP aprovou as vagas ociosas, então os campos podem abrir processos, né, mais ágeis para para que tenhamos o preenchimento das nossas vagas ociosas, especialmente nossos cursos técnicos concomitantes e subsequentes e também nos nossos cursos
superiores, tá bom? Então a gente reforça esse processo. A ordem de Inscrição vai exigir um diálogo maior com os campos, né, para que a gente pense num fluxo que seja de fato célere, né, de modo que a gente não eh abrindo uma possibilidade mais ágil, a gente não traga burocracias a mais. Então, a ideia é que em diálogo com os campos, nós tenhamos um fluxo mais eh organizado, né, pro processo de ordem de inscrição que envolve o sistema de ingresso. O sistema de ingresso atual já foi customizado, então já está à disposição. E aí em
diálogo com os campos e o DEING, nós vamos ajustar o fluxo, né, para atender esse processo nos nossos cursos. E nós devemos receber no CEP nos próximos meses uma série de outros PPCs de curso, né, inserindo a ordem de inscrição como forma de ingresso. Bom, podemos seguir. Eh, em termos de ingresso ainda, né, nós temos alguns cursos com cadastros reservas eh reserva em aberto, especialmente PROEA. Então fica o Destaque, né, especialmente pros campos, o incentivo, né, à divulgação desses cursos. As esse cadastro reserva vai até dia 23/02 pros cursos PROE. O nosso processo de graduação,
né, já terminou o processo de ingresso regular mais o cadastro reserva. Então agora nós estaríamos na fase das vagas ociosas, né, da demanda espontânea, eh, que está à disposição dos campos. Até então, pelo processo regular, nós tivemos 540 matrículas, né? Os cursos de Pós-graduação, 816 matrículas. Nós também ainda temos em andamento, né, o processo especial para educação em direitos humanos, que é um edital específico até dia 23 também. E nos cursos de qualificação profissional, que ainda estão em fase, né, de de matrícula, nós temos disponíveis a comunidade mais de 2.000 vagas espalhados por todos os
nossos campos. Nós temos também os editais de projeto de de ensino reforçando, né? Nós organizamos esse ano em dois editais, um amplo para projetos em geral dentro daquelas linhas prioritárias colocadas, né, no edital. E nós temos um edital específico paraa área de alimentação, que também está lançado. As datas, o cronograma é muito similar, né? Então fica esse reforço a divulgação dentro dos nossos campos. E também, né, para além dos recursos colocados nesses Editais, os campos estão, os campos podem fomentar projetos, né, do projetos próprios dos seus servidores, né, reforçando eh eh a chamada, né, a
a listagem de classificados desses editais. Destaco também que no final do ano, né, na a partir da resolução CODIR, né, da reunião que aconteceu na no dia 12/12, nós publicamos pela DAI uma nova IEN para execução da dos recursos de alimentação escolar, né? Essa y ela já Teve frutos, né, digamos assim, nós tivemos um incremento já na execução dos recursos da alimentação do ano passado. Historicamente o IFSK devolve esses recursos porque nós temos desafios, né, para a execução. Então, frente à nova à nova metodologia de execução orçamentária, nós já temos, né, um um incremento nesse
nesse índice de execução, trazendo benefícios à comunidade. está à disposição. É importante a Leitura, né, pelos campos e pelas equipes para compreender eh esse novo formato, né? Isso já foi, claro, tratado com as equipes de alimentação, mas a IN está à disposição para para leitura e estudo da comunidade. Ainda com relação à alimentação, né, nós tivemos uma mudança esse ano na distribuição orçamentária, né? Então, esse é um dado importante. Nós temos eh essa discussão volta pro SEGAI, né? Por quê? Porque nós temos um Planejamento para esse ano e com a LOA, além de diretrizes orçamentárias,
nós tivemos uma mudança. Essa mudança ela transfere recursos, né, da 2994, da assistência estudantil para uma fonte específica de alimentação escolar. Então, o volume global dos recursos da 2994 não aumentou, mas houve um ajuste na forma de execução, né? Então, foram deslocados 4 milhões dessa da 2994 para uma fonte interna específica que é A fonte da alimentação escolar. Então isso vai exigir de nós um realinhamento para que a gente tenha ao mesmo tempo garanta, né, o atendimento aos estudantes em vulnerabilidade e incremente as ações de alimentação, claro, priorizando também esse público, né? Então esse processo
vai ser, tá em diálogo entre a PROAD, entre a DAI e depois na sequência vai a proposta pro SEGAI. A certificação do Enem também um outro Ponto que eu gostaria de trazer aqui pro CEP, né, nós também levamos pro colégio de dirigentes. No dia 13 de janeiro, foi publicada uma portaria do INEP eh sobre a certificação do Enem. Se vocês lembrarem, o IFS, antes da certificação do Isej já fazia a certificação do Enem ali até 2016. E eh novamente, né, o governo federal retomou a proposta de certificação de estudantes no ensino médio, né, aqueles estudantes
que fazem o Enem com alguns Requisitos, estudantes acima de 18 anos, né, que fizerem o Enem e tiverem a nota mínima, podem solicitar certificação integral do ensino médio, né? Então essa proposta chegou em janeiro e as instituições tinham um prazo até 16 de fevereiro paraa adesão, né? Houve uma movimentação dentro do próprio CONIF, eh, relacionado também aos eh pró-reitores de ensino para entender os impactos disso, né, na rede federal. Então, nós desde janeiro estamos Tratando desse dessa temática, né? Pode passar, Paulo, por favor. E as principais preocupações, né, levantadas pelo pelos pró-reitores de ensino e
levadas ao CONIF, né, ao pleno do CONIF, está além da sobrecarga administrativa, né, porque vem esse essa demanda aos nossos às nossas áreas técnicas de certificação. Nós temos também uma insegurança jurídica e operacional, né? Porque nós não temos clareza de como isso se pode, Né, pode ser processado, se é nos campos, se é na reitoria, né? Nós também temos o envolvimento das secretarias estaduais de educação, nós também temos o envolvimento eh a a expectativa de um sistema ser criado, né, que ainda não foi criado. Pode dar sequência, Paulo. Nós também temos dúvidas sobre os indicadores,
né? como que isso vai impactar, se é que vai impactar os nossos indicadores, por exemplo, a PNP, se isso contabiliza a matrícula ou não. Além do fato de que a gente tá certificando o ensino médio quando nós somos instituições de educação profissional e tecnológica, né? Então, o nosso ensino médio ele é integrado à educação profissional, é o que a gente efetivamente deveria certificar, né? Esse é o nosso entendimento também. E aí nós temos impactos diretos, né, ao nosso aos nossos públicos. E aí a gente destaca dois, a educação de jovens adultos sofre mais de um
impacto, né? É, Além do impacto que nós já temos, naturalmente com já passamos a ter mais um impacto com esse tipo de certificação. E os nossos cursos integrados de 4 anos. Nós entendemos que sim, esse é um público diretamente atingido, já é atingido pelo Iseja hoje, passaria a ser ainda mais atingido pelo por esse tipo de certificação, né? além da distorção no sistema de cotas, porque a portaria ela é bastante sintética e ela não Trata, né, de que modo esse tipo de certificação pode impactar o ingresso nos cursos superiores, por exemplo, né, em que a
o certificado de ensino médio integralmente realizado de um aluno que realizou integralmente escola pública, né, dá direito à cota de escola pública. E aí fica o ser esse tipo de certificado, né, de de do Enem para o ensino médio, se vale também para certificação de escola pública. Isso pode criar distorções no nosso sistema, Né, de de de cotas. É aí como encaminhamentos, né? Eh, depois de de vários debates e de várias reuniões, tanto aqui no IFS, quanto dentro do FDE, quanto no próprio pleno do CONIF, que teve reunião na data de ontem, né, uma reunião
deliberativa sobre o tema, deliberou-se pela não adesão da rede federal. Isso de forma coletiva. Claro que as instituições elas têm prerrogativa para fazer a adesão de forma individual, mas frente um impacto Mais amplo sobre a rede, o CONIF optou por ter um entendimento coletivo, né? E esse entendimento corrobora o entendimento individual do IFSK, que é pela não adesão, né? por as motivações que a gente que eu apresentei anteriormente, mas também temos uma motivação no sentido do que nós compreendemos sobre o papel da educação básica, né, que ela está para além da certificação. Nós temos a
educação básica e o ensino Médio é um direito constitucional, então nós temos uma série de obrigações enquanto instituições de ensino e a certificação é a conclusão desse processo, né? Mas ela por si só não não dá conta de todo o processo de formação humana, formação técnica, formação propedêutica, que é direito dos estudantes, é direito da população, né? Eh, é em idade eh escolar ou de toda a população, né, que tem que está apta a cursar o ensino médio. Então, também tem Esse entendimento eh político colocado, né? né? Então, faço destaque esse processo. Então, por hora,
né, nós não vamos dar encaminhamento no IFISK, mas nós sabemos que uma vez eh difundido, né, nós teremos nos nossos campos uma pressão, né, inclusive processos judiciais por essa certificação. Nós já temos recebido, temos respondido, né, mas certamente envolverá os campos também. Então, é importante que nós acompanhemos, né, e possamos dialogar Sobre essa temática. aí a médio prazo. Tá bom? Eu passo então pro Henry, né, para os informes da prova. >> Bom dia a todos. Nessa que é a nossa primeira reunião do CEP, então gostaria de inicialmente desejar um excelente ano letivo para nós, né,
na nossa instituição e que seja um ano de muitos bons resultados, né, dentro dos campos. Eh, tô substituindo nesse momento o professor Thago, pró-reitor, né, de Pesquisa e pós-graduação. E por um bom motivo, né, a família está crescendo, a pequena Estela veio ao mundo no dia de ontem e aí também registro aqui, né, que seja de muita felicidade e saúde pra família do Thiago. Bom, ah, como o primeiro informe aqui da PR, eh, venho falar um pouco do edital que nós contemplamos no ano passado, né, o edital de manutenção preventiva e corretiva de equipamentos, no
qual conquistamos um valor muito bom e Significativo de aproximadamente 1,9 milhões, que era feito para manutenção dos equipamentos, né? A boa notícia nesse momento como informe é que a FEP liberou, né, os recursos e permitiu a assinatura do convênio. Então, estamos nesse momento fechando os trâmites para assinar o convênio que, né, que vai ser entre a FNEP, né, a FESC e nós do IFS. E a previsão, eu acredito que, né, os campos estão de certa forma aguardando esse recurso para possibilitar, né, a Manutenção desses equipamentos e que permita, né, a ativação deles pro uso em
pesquisa, ensino e assim por diante. A previsão ainda não é uma data exata, mas acreditamos que a previsão para que os campos possam se organizar para usar esses recursos seja a partir de abril. O nosso planejamento é que assim que é assinado o convênio, nós façamos uma capacitação com a FEESC para entender como que é os procedimentos para uso dos recursos, né, quais são as exigências. Depois desse passo, nós vamos entrar em contato com quem vão ser os responsáveis nos campos por usar o recurso, né, fazer essa capacitação. Então, por isso esse planejamento que acreditamos
que a partir de abril já estejam disponíveis pros campos fazerem a utilização, né? Então esse um informe muito positivo, né, que nós teremos aí para esse ano. Outro informe são dois editais que estão abertos, né, estão disponíveis no portal do servidor. Dois deles relacionados às Chamadas da FINEP. Então, a FEP fez duas chamadas. uma que é do edital um está relacionado a centros temáticos, na onde a instituição vai poder selecionar um projeto para submissão. Esse projeto, né, vai tá na ordem de 3 a 10 milhões, que é determinação da FINEP para uso do recurso. As
submissões, decisões digitais é até o dia 19 de fevereiro. O edital 2, também da FINEP, é o Proinfra 2025, expansão. Então ele permite a atuação em três linhas de submissão, Seja para equipamento, seja para construção de novos ah edifícios, novas estruturas ou para projetos também o dia 19 de fevereiro. O grande ponto que eu gostaria de trazer para vocês aqui, tanto no edital um quanto ao edital dois, é a forma com que nós vamos fazer a seleção interna. A seleção interna é a seleção institucional do IFSK, né? Ao invés de utilizarmos somente avaliadores a Deock,
nós propusemos uma nova alternativa, que é a realização de uma Banca de avaliação. Então, essa banca de avaliação será realizada no dia 25 de fevereiro. E a proposta dessa banca é que o coordenador tenha a condição de apresentar, defender a proposta do projeto submetida ao edital. Esse um ponto positivo, porque às vezes escutando quem elabora o projeto, a gente consegue ter outros olhares sobre o potencial institucional da proposta. E o grande ou o principal aspecto relacionado à banca é que todos os Envolvidos no momento da banca consigam ter a visão de todos os projetos e
fazer uma atuação, inclusive com questionamentos ao coordenador que possibilite entender melhor a proposta e auxiliar o coordenador na escrita da proposta contemplada. Em outras palavras, a banca toda unida vai fazer a decisão de quais são os projetos institucionais que serão submetidos e tendo essa definição, a banca e a PROP atuará em apoio aos coordenadores para Melhorar a possibilidade de contemplação, tendo em vista que institucionalmente o nosso foco é ter a contemplação da FINEP e conseguir, né, trazer esses recursos para a instituição. Então essa é o informe, né, dois editais realmente de grande porte no valor
ali, né, de aproximadamente 10 milhões, né, que é recurso realmente muito importante pra instituição e que nós vamos atuar no intuito de colaborar, selecionar, Colaborar para que tenhamos, né, quem sabe no futuro, em breve, uma resposta positiva e que sejamos também contemplados nesses editais. Olá, pessoal. Bom dia. Quero desejar também um um excelente ano, um excelente início de semestre para todos. Seja um semestre produtivo pro IFSK e para nós aqui no CEP, né? Eu trago quatro informes da PROEX. O primeiro é sobre a eh divulgação do cronograma dos editais de extensão. Então, a cerca de
duas semanas foi encaminhado a as direções e as coordenações de extensão o nosso calendário de editais para 2026. Então, a partir dele, os extensionistas, quem tem, né, quem tá planejando submeter seus projetos aos editais, consegue se organizar, né, sabendo o que que será lançado no primeiro semestre, o que que seria lançado no segundo, edital, em que momento é lançado, em que momento os projetos finalizam para que o Extensionista possa avaliar quais desses editais eh melhor se adequam aos seus projetos. então ele possa se planejar, né, no pro decorrer do ano. Então esse esse cronograma ele
está publicado, né, no site, o link dele, site da PROEX, e também chegou as coordenações e a direção, as direções dos campos, né? O segundo informe é sobre o edital que está publicado nesse momento com propostas que podem ser enviadas até o dia dois, que é o apoio a projetos Permanentes de arte e cultura. Esse é um projeto eh é um edital que tem um valor todo destinado para esse tipo de projeto, né? E aqui destaco projetos permanentes, então são aqueles projetos mais robustos, né? que se eh que ocorre no decorrer de todo o ano.
Então ele está aberto agora até o iniciozinho de março, até o dia dois, para que as propostas sejam submetidas, tá? E também está em fase de publicação, já serão publicados nos próximos dias o Edital de fluxo contínuo para programas, projetos e cursos de extensão, o de fluxo contínuo para eventos e produtos de extensão e um edital novo que lá na parte da tarde, quando tratarmos sobre o planejamento da PROEX para 2026, a gente vai falar um pouquinho melhor, que é o edital de fluxos contínuo para fomento externo. Então, a gente vai ter o devido registro
também do desses projetos que tem eh o fomento de outras instituições, de Ministérios, editais externos, né? A gente vai ter esse esse registro na instituição também, tá? Esse editais estão saindo nos próximos dias. Pode seguir, por favor. E por fim, né, no ano passado havíamos feito um informe sobre eh a conclusão dos trabalhos de um GT com servidores que trabalham com economia solidárias nos campos, com servidores também aqui da PROEX, que trabalharam sobre a regulamentação das Feiras de economia solidária, né? Então, naquele momento, eh, a, essa comissão, esse GT tinha encaminhado o resultado do seu
trabalho ao gabinete para fazer análise técnica da proposta de IEN, né? E agora em janeiro a IN, tá? Ela que regulamenta então as feiras de economia solidária no IFSK. sempre havia uma dificuldade nos campos, né, no momento de executar esse tipo de atividade, esse tipo de projeto, né, a dúvida sobre o que poderia ou não Fazer, tendo em vista que a comercialização de produtos em espaços públicos é sempre um tema sensível, né? Mas agora essa IN deixa claro as possibilidades, né, e de que maneira, quais os critérios de participação, né, esses as feiras serão registradas
como projetos de extensão e os expositores, então, eles passarão por uma chamada pública simplificada, né, que então o proponente eh publica via campos para que com toda A segurança necessária para servidores gestão do IFSK, expositores, as feiras possam acontecer, tá certo? Então, foi publicado agora em janeiro, eh, é uma primeira in nesse sentido, né, regul regulamentando as feiras de economia solidária. Naturalmente, um ponto ou outro pode surgir de dúvidas, de sugestões e a gente fica aberto, tá? Para quem quem vai lidar com esse documento e tiver sugestões, fiquem à Vontade a nos encaminhar e a
gente vai na medida do da IN atualizando e ajustando com que for necessário. OK. Muito obrigado. >> Obrigada, Mike. Obrigada, Henry. Eu passo então aos demais membros, né, para os informes gerais. Se alguém gostaria de usar a palavra, fica à vontade. Não vi manifestações, pessoal, pros informes. Então eu acredito que a gente possa dar seguimento. Então passo para ti, Paulo, paraa gente Abrir a planilha de cursos aqui. >> Certo, pessoal? Compartilhar a nossa planilha aqui de 2026 na aba do mês de fevereiro, começando com a criação do bacharelado em administração do campus Joinville. Ele teve
uma série de rodadas, tá? O parecerista é o Guilherme do Campos Canoinhas. Ele é Hoje ele é suplente do CEP, tá? Suplente, tá? E ele fez um trabalho eh bem forte ali de devolveu pro campos, cobrou, foi devolvido, fez mais alguns questionamentos. Deixa eu achar aqui o parecer dele e aí vou fazer a leitura. para vocês, tá? É um despacho favorável. Então, Trata-se de uma solicitação de criação do PPC de bacharelagem em administração do campus Joinville. É um curso de nível superior noturno a modalidade presencial com até 40% de carga horária D. Ele oferece 40
vagas para ingresso anual, porém sua estrutura curricular é semestral. A carga horária total é de 3300 horas entre disciplinas regulares e atividades Complementares a serem cumpridas em um tempo mínimo de quatro semestres e máximo de oito semestres. O início da oferta está prevista para 20271 com seleção através do CISU do MEC com base na nota do Enem. Além de processos simplificados para vagas permanecentes por meio de normas estabelecidas em editais organizados pelo setor de ingresso do IFSK, além de vestibular, transferências externas e internas, quando houver vagas disponíveis. e outros métodos definidos pelo IFSK. De acordo
com a organização didática vigente, o egresso do curso de bacharelado de administração deve ser capaz de entender, analisar e aplicar os princípios da administração em diversos contextos, estando preparado especialmente para Atender as demandas sociais, ambientais sustentáveis e econômicas no seu contexto de atuação. Este perfil é moldado a partir de uma sólida formação técnica, ética, social e humana, combinado com uma visão abrangente das necessidades da sociedade e da capacidade de contribuir para o desenvolvimento sustentável. A criação do curso se justifica, pois irá se configurar Atualmente como o único curso superior público e gratuito em administração ofertado
no município de Joinville por uma instituição federal de ensino, o que reforce a sua relevância social e educacional no contexto regional. E aí o Guilherme coloca que para chegarmos na versão atual do PPC do curso, passamos por alguns ajustes, principalmente na adequação de carga horária, descrição das metodologias de abordagem nas Emendas de disciplinas, articulação do curso com ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena. alinhamento de normativas e enriquecimento da justificativa do curso. Então, com essas considerações, o Guilherme deu o parecer favorável à aprovação da solicitação eh do dia 9 de janeiro. Como eu disse
para vocês, foram eh algumas rodadas, tá ali em interlocução com campos, foram Feitos alguns ajustes, não ficaram contento. O Guilherme continua a análise ali bem minuciosa até chegarmos agora então no parecer favorável, tá? Então, pergunto a vocês se tem alguma dúvida, se tem algum questionamento para que a gente possa aprovar diante do parecer do Guilherme. Paulo, aqui vejo a mão levantada, Por favor. Bom dia. Eh, vocês conseguem me ouvir bem? Paulo? >> Sim, >> sim. Tá, obrigada. Eh, desculpa, demorei um pouquinho aqui para conseguir abrir a câmera. Eh, não é não é exatamente um questionamento
assim. Eu só considero importante fazer um registro e sei que não é uma não é uma grande novidade assim o que eu vou trazer, mas eh não não discordo, né, da aprovação do Parecer, nem da oferta do curso, nem nada disso. Só chamar atenção pro fato de que esse é um curso com eh oferta anual, né, e programa semestral. Então, eh, a depender do nível de retenção que a gente eventualmente vem a ter, né, eh, sobretudo ali nas primeiras unidades curriculares ofertadas do curso, a gente pode acabar tendo um travamento assim, né, de de estudantes
que vão ficar vão ficando retidos e acabam demorando um Tempo maior para se formar eh com o avanço das fases, né, eh eventualmente eles vão vão poder puxar disciplinas, né, unidades curriculares de outras fases. Mas como o horário do curso ele é organizado dentro, né, do do da própria fase, sempre vai haver o risco de haver choque, né, de horário entre disciplinas e tal. Ele tem uma alta carga horária EAD, então acho que isso também pode colaborar ali para pra organização da oferta. Mas queria só chamar atenção Assim, porque não eh eh eu sei que
não é o óbvio, né? não é o primeiro caso, não será o último. Muitas vezes é uma estratégia que a gente usa para conseguir começar uma oferta e para ir sondando, né, a organização dessa oferta. Mas eu acho que é uma é um diálogo que a gente precisa sempre ter com os campos. Eh, eu imagino assim que eh parto do pressuposto, né, que o campus já se questionou isso, mas acho que é sempre é uma matéria de atenção Pra gente. Eh, só esse registro mesmo. Muito obrigada, Paula. Imagina nós que agradecemos, né? Eh, outro dia,
alguns dias atrás, nós estamos aí no processo de formação aí com relação a às análises de PPC. Então, a gente que agradece sempre os comentários, a chamada de atenção para que também eh seja um processo aqui formativo constante nosso, né, Silvana? Vejo a mão levantada aqui. >> Bom dia, pessoal. Tudo bem? Dá para me Ouvir, Paulo? >> Sim. >> Precisa abrir a câmera? >> Fica à vontade. Sim. É >> porque a gente pode atrapalhar também o inérprete, né? Muitas câmeras abertas. É o seguinte, é só para somar a fala da Paula, porque nós temos o
curso técnico de enfermagem na no formato que a Paula mencionou. E realmente tem essa questão de pessoas que às vezes reprovam, ela tem que esperar um ano para ela poder Fazer novamente a a disciplina que ela reprovou, né? Então, realmente essa é uma realidade que ela é que ela deve ser observada nessa situação. >> Certo, Silvana, obrigado. Se ninguém mais tiver considerações, então pergunto se podemos considerar um parecer favorável. do nosso colega Guilherme. Bom, não vejo manifestações aqui no chat. Bom, faço constar aqui a colocação da Eliana, né, no sentido de que nós devemos tratar
desse ponto na revisão do RDP, tá? A gente já comentou algumas vezes aqui da da eminente revisão do RDP, certo? E aí, Mike, Cláudia, os outros colegas aqui também manifestando de acordo. Tá bem, eu agradeço e consideramos então aprovado aqui o bacharelado em administração do campus Joinville. Na sequência também do campus Joinville, também uma criação de um curso técnico subsequente em mecânica, tá? Eh, vou relembrar um pouco vocês aqui. Esse curso teve ali uma uma discordância por parte da chefia do DEP, com uma própria área ali De mecânica, tá? Nós tivemos parecer, nós eh arquivamos
o processo, desarquivamos e aqui no pleno nós decidimos por enviar de novo ao campus para receber a manifestação do DEP sobre a continuidade ou não do trâmite desse PPC, tá? Então, houve a manifestação, eh, nós decidimos por nomear um outro parecerista aqui do CEP, tá? Esse foi ali ainda na troca da gestão aqui, né? Troca dos membros eleitos. E aí a nossa colega Lara, então, eh, trabalhou nesse PPC. Nós temos o parecer dela. Ela solicitou que eu fizesse a leitura, tá, desse parecer que eu vou compartilhar com vocês aqui, tá? Trata-se da solicitação da criação
do PPC Técnica e Mecânica do Campos Joinville. Com relação aos principais pontos de análise, o PPC técnica em mecânica foi Aprovado após a incorporação das adequações sugeridas por pareceristas anteriores, as quais foram devidamente atendidas pela coordenação do curso. Ou seja, o parecerista anterior, ele solicitou, na verdade, ele deu um parecer condicionado a ajustes, os quais foram eh realizados pelo campus. Contudo, após nova análise técnico-pedagógica legal, identificaram lacunas relevantes no que se refere ao Cumprimento integral da legislação educacional vigente, especialmente no tocante à educação para as relações étnico-raciais e adequação do curso aos arranjos produtivos, sociais
e culturais locais. A LDB em seu artigo 26A torna obrigatório o ensino da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena em todos os níveis e modalidades da educação básica, Devendo este conteúdo ser desenvolvido de forma transversal, contínua e integrada ao currículo. Tal determinação é regulamentada pela resolução CNE1. de 2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações ético-raciais, estabelecendo que a formação técnica e profissional não pode se eximir nessa responsabilidade formativa. Também menciona a política nacional de Equidade, educação para as relações e educação escolar quilombola, cujo objetivo é implementar ações e programas
educacionais voltadas à superação das desigualdades éticoraciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como a promoção e ao fortalecimento da política educacional destinada à população quilombola. Adicionalmente, a política nacional de equidade, educação para as relações éraciais e educação escolar quilombola Reforça a necessidade de que os sistemas e as instituições de ensino implementem ações estruturantes de combate ao racismo e as desigualdades étnico-raciais, bem como reconheçam os territórios como bolas, seus sujeitos, saberes, culturas e modos de vida. Tal diretriz é especialmente relevante quando os cursos são ofertados em contextos territoriais nos quais há presença histórica e
socialmente Constituída de comunidades quilombóas, como é o caso do município de Joinville. No caso específico deste PPC, destaca-se que o curso será ofertado no município de Joinville, maior cidade do estado de Santa Catarina, que concentra o maior contingente populacional negro do estado. O território abriga duas comunidades queambolas certificadas, Beco do Caminho Curto e Ribeirão com Cubatão. além sediar um dos clubes negros mais Antigos do Brasil, o Kenia Clube, importante referência histórica, cultural e política da população negra catarinense. Soma-se a isso a presença de povos indígenas singulares, como Shockleng e comunidades guarani, cujas existências impõe à
educação pública o dever de reconhecer e dialogar com a diversidade étnica e cultural local. Nesse sentido, a ausência explícita da educação para relações ético-raciais no PPC configura inconformidade com a legislação educacional vigente, bem como com o princípio da educação contextualizada e socialmente referenciada, previsto nas diretrizes curriculares nacionais para Educação Profissional e Tecnológica, que orientam a adequação dos cursos aos arranjos produtivos sociais. culturais e ambientais locais. Ressalta-se que a educação para as Relações pode e deve ser trabalhada de forma transversal nas unidades curriculares, sem prejuízo da carga horária ou dos objetivos técnico técnicos do curso. simplificadamente,
na disciplina de materiais, é plenamente possível abordar a contribuição histórica dos povos africanos e latino-americanos pro desenvolvimento das cerâmicas e de outros materiais desde os períodos Pré-coloniais. Na área de refrigeração pode-se incluir o estudo das contribuições científicas e tecnológicas de John Standard, eh, inventor negro, responsável por patentes fundamentais para o desenvolvimento dos sistemas de refrigeração e fogões a óleo, amplamente utilizado até os dias atuais. Mais um exemplo aqui que a Lara nos Coloca com relação à disciplina de gestão da produtividade e qualidade, onde o PPC já prevê o aprofundamento da educação ambiental. E aí recomenda-se
a inclusão explícita da educação para as relações étnico-raciais, articulando as as discussões sobre a sociedade contemporânea, racismo estrutural, isogenia, problemas alarmantes no contexto Catarinense que é o princípio do ESG, environmental social and governance, que orientam práticas industriais sustentáveis, socialmente responsáveis, e eticamente comprometidas. Então, a formação de técnicos e mecânica não pode prescindir dessas dimensões formativas. Profissionais egressos atuarão em ambientes de trabalho marcados pela diversidade humana, social e cultural, Exigindo letramento crítico para relações interpessoais, éticas e profissionais. Não há educação de qualidade nos termos constitucionais e legais que desconsidere a diversidade e a justiça social como
princípios estruturantes da formação humana e profissional. Diante do exposto, recomenda-se a adequação do PPC com a inclusão explícita da educação para as relações éticociais em conformidade com a LDB. Resolução CNE1004. as diretrizes da educação profissional e tecnológica e o PINERC, garantindo a legalidade do curso, a qualidade da formação e o compromisso institucional com educação antiracista, democrática e socialmente referenciada. Então, o parecer da Lara diante dessas colocações é aprovado com as adequações, tá bem? Então, pessoal, eh como a Lara já deu esse esse parecer e Já devolveu para o Campus H aqui o parecer dela, então
é aprovação condicionada aos ajustes. Então, a partir do momento que esse PPC voltar pra Secretaria do CP, né, ele passa então pelo crio da Lara. E aí nós podemos eh aprová-lo diretamente, sem passar aqui no pleno novamente, tá? Então vejo aqui também a manifestação aqui da Paula, eh, uma Aula, né? Obrigado por essa contextualização. A Silvana também coloca, é maravilhosa mesmo. Então, muitas vezes a gente, né, tocou no assunto, mas não chegou nesse nível de aprofundamento aqui que a Lara traz no seu parecer. Então, coloque em apreciação parecer da Lara. Se alguém quiser também fazer
uso da palavra, por favor. Pessoal tá se manifestando no chat. De acordo, Joelma, Cláudia, Maria Luía, Mike, Daniela, muito bem fundamentado parecer. Miguel, me manifesto favorável. Então pessoal, vou aqui mudar o nosso status aqui para con aprovado, condicionado ajuste. Agradeço a Lara e passamos aqui ao próximo curso que é da criação de um curso superior de Tecnologia em gestão pública, tá? Ele é do campus das Par. Esse curso ele no momento ele tá em análise de conformidade no departamento de EAD. Então nós estamos esperando aí então ainda a ocorrer toda a análise de conformidade para
nomear algum designar algum parecer aqui do CEP. Tá bem? Então a gente aguarda um outro curso, pessoal, é um curso do campus Florenópolis. Trata-se da Alteração, né, do curso subsequente em meio ambiente. E aí eu vou que como secretaria, tá? A gente vem reiteradamente cobrando o campus a respeito desse curso, tá? reiteradamente no passado, mas ele desde abril de 2025 não teve mudança do status dele no CIPAC, tá? sequer foi recebido. No entanto, foi cobrado em maio. Em junho, o coordenador disse que retorna De licença em julho, disse, né, foi cobrado em agosto, teve um
retorno afirmando que há interesse, depois foi cobrado em setembro, em outubro e em novembro, tá? Aqui eu eu não conversei com Eliana, tá, a respeito disso. Eu trago aqui diretamente pro pro pleno a sugestão de que nós arquivemos esse processo, tendo em vista aqui as diversas manifestações, diversas cobranças e não Tivemos ainda eh um retorno, tá? Então eu sugiro que a gente arquive esse processo, que a gente comunique o campus, que a partir do momento que esse PPC realmente estiver revisado, que ele possa voltar, porque nós não podemos aqui ficar um ano cobrando eh a
análise do PPC, tá? Aí ficou fica a critério de vocês também se é esse o encaminhamento ou não. Bem, Eliana também se manifestou aqui adequado, tá bem, pessoal? Quem sabe aí o curso, pessoal se agilize lá, tá? Vamos colocar em aqui o que a gente deliberou aqui. Então, na sequência, nós temos a criação do curso eh técnico integrado em agropecuária. Ele é do campus Uripema, Nossa colega Kelly, ela ainda na gestão anterior como membra aqui do C, fez também uma vasta análise ali no no PPC, tá? ele retornou ao campus, eh, a Kelly analisou novamente
e deu parecer ali interlocutório, h, cobrando mais alguns ajustes do campus. Então, esse PPC foi devolvido agora no último dia 30 de janeiro pro Campos e Ele está aguardando o retorno, tá bem? Na sequência, outro curso eh de uma, esse é um curso que ele foi aprovado a á de referendo aqui no dia de dia de hoje, né? Foi referendado, aliás, pelo pleno do CEP. E então esse curso tá aprovado, tá bem aprovado a de referência. Na sequência, nós temos o PPC, Eh, uma alteração da licenciatura em matemática do campus do Barão, tá? Nós tivemos
aí um umas mudanças, né, que é com relação à oferta da UAB. O pessoal solicitou aí uma uma certa urgência na análise desse PPC. A nossa intenção era aprovar a de referendo. A Diren fez todo o a análise completa ali, eh, como se fosse um parecerista do CEP, tá? Então, interlocução com o campus, nós Devolvemos para os ajustes ali, uma série de ajustes eh colocados pela pelo Miguelme, pela Jiren, e ele retornou no dia 29 de janeiro para o Campos e nós estamos aguardando o retorno, tá bem? Na sequência, nós temos do campus lajes a
criação do Ejafic, né, auxiliar de laboratório. A partir da análise inicial de conformidade do Departamento de Educação Básica, Ele foi e voltou já duas vezes, então, né? e retornou no dia 23 de dezembro e nós aguardamos a o retorno do campus. Na sequência, a alteração de um EJA FIC, operador de computador integrado ao ensino médio, proeja. Esse também nós referendamos no dia de hoje, né? ele foi aprovado lá de referê, tá? Então também já está no já está aprovado. E aí nós temos aqui o 10o curso da nossa planilha, ele é a cria eh de
Criciuma, o curso do campus Criciuma, uma alteração do bacharelado em engenharia mecatrônica. Nós temos um parecer favorável do Bruno. O Bruno tá aqui, né? Bruno gostaria de falar um pouquinho, apresentar o teu parecer, Bruno. Pode ser. >> Bom dia a todos. Eh, basicamente é uma alteração de carga horária e vai reduzir um semestre. Então, de mais de 4.000 horas vai para 3.990. Aí houve adequação de algumas unidades curriculares, né? Eh, extinção de algumas e fusão de outras, tá? Eh, o estágio vai poder ser feito antes, né, dentro daquele limite de 70% do do curso que
o cara tem que cumprir, né? Eh, algumas inclusão de algumas Alguma carga horária para IAD. e algumas unidades curriculares dentro ali do tudo dentro do dos das questões mínimas e máximas, né, das DCNs e das da legislação do IFSK. Então, eu tô de acordo ali com as alterações, né? Eh, não é uma alteração muito substancial, é mais é carga horária. Única alteração de conteúdo foi a bibliografia de uma de uma unidade curricular, tá? de questão de conteúdo mesmo, é mais adequação de carga horária Que vai beneficiar, né? Porque vai reduzir o semestre, então vai estimular
eh vai reduzir a evasão, tá? É mais isso aí que foi feito, né? Então tá, como tá tudo dentro dos limites mínimos e máximos, né? Eh, eu tô de acordo, meu parecer é é isso aí. Tá bom? Obrigado, Bruno. Perguntamos aqui aos colegas, então, se temos acordo com o Bruno, se algum comentário. De acordo. De acordo, Pessoal. Então, manifesta acordo com o parecer do Bruno. Nós agradecemos e então modifico aqui o status para aprovado. Bom, na sequência nós temos mais três cursos, tá? Eh, próximo curso, uma criação subsequente em agropecuária do campo São Carlos. Esse
também tá análise de inconformidade, ele Já passou pelo departamento de educação básica e no momento nós estamos aguardando a o retorno do campus. Próximo curso é um curso do campus Itajaí, uma alteração do curso técnico subsequente em fabricação mecânica. Já passou então pela análise de conformidade. Nós designamos a nossa colega Maria Luía, que nós conversamos ali por e-mail a Respeito desse PPC e ela ainda, em virtude das demandas ali do campus, ainda não conseguiu realizar a análise, tá bem? Então, a gente aguarda. E por fim, do campus Joinville, nós temos a criação de um concomitante
em mecânica. Ele está no momento em análise de conformidade no departamento de EAD. Então, quanto à apreciação de cursos, a nossa planilha ainda está enxuta, né? Não temos recebido, não temos recebido PPCs, na verdade, nos últimos nos últimos dias não recebemos novos PPCs, tanto de criação ou alteração, suspensão, extinção de cursos, tá? Então esse é o ponto. Passo a palavra para Paula que levantou a mão, por favor. Oi, Paulo. Eh, desculpe, é só uma pergunta breve, eu não tô com a Planilha aqui aberta. Eh, tem uma criação de curso técnico comitante em mecânica em Joinville,
>> que tá com departamento de EAD. Aquele outro técnico em mecânica de Joinville é um subsequente, que é o que tá para alteração, que tá com a análise da Lara, que tá >> e esse que voltou quando ajustes, né? >> Isso, isso, desculpa. Aham. Esse é a criação subsequente em mecânica, mais. >> Ah, tá, entendi. Muda, muda a oferta. Muito obrigada. >> De nada, pessoal. Então, passamos aqui por todos os os cursos, então vencemos esse ponto e passamos para o próximo. Na verdade, ele tava previsto para as 11:30. Eu fiz o convite ali paraa professora,
professora Aline Provedel, para que ela tivesse aqui na sala, né, para tirar possíveis dúvidas com relação a esse acordo de cooperação técnica, Que é para a implementação do programa de dupla titulação entre o mestrado e engenharia. eletrotécnica, eh, Sistemas Elétricos de Energia do Instituto Superior de Engenharia do Porto, do Instituto Politécnico do Porto, né, Portugal, e o mestrado profissional em sistemas de energia elétrica. Opa, Aline chegou na hora. Bom dia, Aline, seja bem-vinda. Nós entramos aqui no ponto de pauta do acordo de dupla titulação. Eu dizia que é entre a engenharia eletrotécnica lá do Instituto
Politécnico do Porto e o nosso mestrado profissional em sistemas de energia elétrica do programa de pós-graduação em engenharia elétrica do campus Florenópolis. do Instituto Federal de Santa Catarina. Os documentos desse acordo foram disponibilizados ali no fórum, tá? Vocês tiveram a oportunidade de analisar. Eu compartilho aqui o acordo de cooperação técnica disponibilizado ali para vocês que trata desse acordo, né? Então, o objeto é o que eu fiz a leitura ali e aí é a implementação de programa de dupla titulação, a com tutela envolvendo Mestrados das duas instituições, né? Temos aqui os princípios gerais da execução do
acordo. Uma série de itens aqui, as atribuições e responsabilidades das instituições. a vigência que será de 60 meses, a contar a assinatura. Cláusula quinta, denúncia também do compartilhamento, transferência internacional e da proteção de dados pessoais, Da solução de controvérsias, do foro para dirimir controvérsias e da publicação. Também vou compartilhar com vocês aqui, ã, ponto de trabalho. Vou fazer uma leitura rápida aqui, tá? E aí nós passamos a palavra para ele, para poder se manifestar aqui, colocar um pouquinho mais do contexto, né, desse acordo e para vocês também puderem se Manifestar, podemos fazer aí questionamentos aí
e deliberar. Então, o programa visa possibilitar que estudantes de ambas as instituições obtenham dupla titulação por meio do reconhecimento múo de créditos e do cumprimento de requisitos acadêmicos definidos em comum acordo, promovendo a mobilidade internacional e a formação complementar de futuros profissionais da área da engenharia elétrica. A justificativa trago para vocês aqui que o o nosso PDI 202529, de acordo com ele, né, a instituição deve desenvolver e implantar programas que fortaleçam as ações de internacionalização, ampliando as oportunidades de mobilidade acadêmica. Nesse contexto, a consolidação da internacionalização constitui um dos objetivos estratégicos do IBSK, Desdobrando-se iniciativas
que incluem o aumento da visibilidade do IFSK no exterior e o estabelecimento de parcerias acadêmicas internacionais. Com base nesse direcionamento, a coordenação do curso de mestrado profissional em sistemas de energia elétrica do campus Florianópolis propõe a celebração de um termo aditivo ao acordo de cooperação técnica firmado entre o IVSK e o Instituto Politécnico do Porto, Portugal, vigente desde 2021. Este aditivo visa formalizar o programa de dupla titulação entre o curso de mestrado profissional em sistemas de energia elétrica do campus Florianópolis e o mestrado em engenharia eletrotécnica, sistemas elétricos de energia do Instituto Politécnico do Porto.
A proposta decorre da afinidade entre os cursos das duas instituições e tem como finalidade possibilitar que os estudantes em mobilidade rompliem sua Formação acadêmica, adquirindo conhecimentos complementares e específicos que contribuam para a atuação profissional em contextos internacionais, culminando na obtenção da dupla titulação. Cumpre destacar que o presente termo aditivo não envolve qualquer repasse ou obrigação financeira entre as partes, destinando-se exclusivamente à formalização das condições acadêmicas E administrativas necessárias à execução do programa. O respectivo plano de trabalho, contendo as diretrizes para mobilidade estudantil segue apensado a este processo. Dessa forma, considerando que a proposta está plenamente
alinhada às políticas institucionais de internacionalização e aos objetivos estratégicos do IFSK, a coordenação do curso de mestrado profissional de sistemas de energia elétrica do campus Florianópolis. Solicito deferimento para a celebração do termo aditivo ao acordo de cooperação técnica com o Instituto Politécnico do Porto, com vistas à implantação do programa de dupla titulação entre ambas as instituições. Vou colocar para vocês aqui também os objetivos, tá bem? O objetivo geral é implementar o programa de dupla titulação entre o curso de mestrado profissional em sistemas de energia elétrica do campo de Florianópolis do IFSK e o mestrado em
engenharia eletrotécnica, sistemas elétricos de energia do Instituto Politécnico do Porto, promovendo a formação acadêmica internacional e o reconhecimento mútuo de créditos entre as instituições. Os objetivos específicos: favorecer a mobilidade acadêmica entre estudantes e docentes das instituições parceiras, ampliar as oportunidades de formação Técnica e científica em nível internacional, estimular a integração entre as estruturas curriculares dos cursos envolvidos e contribuir para a consolidação da política de internacionalização do IFSK. O público alvo são os estudantes regular regularmente matriculados no curso do Ipsk que atendam aos critérios de seleção previsto no edital. Temos aqui objetivos, metas e Indicadores de
acompanhamento, tá bem? Também tem a descrição de todas as atividades e a aplicação dos recursos não se aplica. Também temos o cronograma. Então, da minha parte, eh, somente uma apresentação aqui do documento constante. Eu então passo a palavra pra Aline para ver se ela quer contextualizar melhor, Trazer um pouquinho pra gente do algumas especificidades aí do desse acordo para que a gente possa abrir pros membros e dirimir possíveis dúvidas para dar um encaminhamento. Tá bem, Aline? Obrigado. >> Bom dia a todos. Então, eh, como já foi dito, né, pelo pelo Paulo, esse é um acordo
aditivo. Nós já temos uma parceria consolidada com o Porto, né, especialmente no campus eh Florianópolis. Eh, nós já enviamos alunos pro porto há alguns anos para dupla titulação eh no nível de graduação e agora então esse é um estágio posterior que a gente passará então a enviar estudantes para lá no nível de de mestrado, né, que é o que estamos discutindo aqui hoje. Mas é é basicamente isso, né? Eh, nesse acordo aí a gente já fez a inclusão da parte de proteção de dados, que é uma recomendação mais atual, né? Ele já tá já tá
no modelo atualizado. E e é isso. Eu fico à disposição. Caso alguém tenha alguma, alguma dúvida, alguma questão, tô à disposição. A Paula se manifestou aqui no chat, tá? a nossa membra Tai eh, coloca que é uma excelente parceria e também agradece pela disposição. Só acrescentando, né, que essas parcerias, apesar delas terem como eh pontapé inicial, elas serem dadas, né, eh elas serem inicialmente iniciadas em Um campus específico, no caso o campus Florianópolis, ela pode ser eh aproveitada por outros CAMB também, com cursos semelhantes, né? Porque uma vez que a gente já tem um acordo,
você a gente vai fazendo termos aditivos a esse acordo principal, né? né? Então, apesar da gente estar discutindo eh o campus Florianópolis hoje, isso não impede que outros eh campes sejam beneficiados também. >> Cláudia, por gentileza. >> Oi, bom dia. Bom dia a todos. Bond Aline. Eh, eu gostaria de parabenizar, né, Aline e a turma toda aí que tá por trás disso pela pela ação. Vejo que é bastante importante. Eu conversei um pouquinho com o professor Piara também, né? Ele me me esclareceu bastante. Eu fico bem eh otimista aí com esse com esse programa. E
e gostaria de destacar assim algumas das coisas até que eu que eu conversei com Piara, né? Eh, assim, esse vejo que esse essa ideia, como a Aline já bem colocou, né? Já partiu lá do do curso de eletrotécnica, do curso de engenharia, né? O curso superior de engenharia elétrica e tem dado muito certo. A gente tem tido um retorno assim maravilhoso do dos estudantes, né? E acredito que o mestrado também, claro, não vai ser diferente, né? E eh como foi colocado, assim, é é algo que estimula muito a participação dos estudantes, eh, em âmbito internacional,
não é? É um algo a mais, vamos dizer Assim, que se coloca no que se há de colocar no diploma desses desses estudantes, né? enfim, amplia de uma certa forma a a formação eh de cent com ideia até de publicação internacional. E vejo também que é muito importante pro IFISK, porque eh a gente tá em constante avaliação, né? Os nossos mestrados estão sempre sendo avaliados pela pela CAPS e esse acordo eh também vai ter uma uma relevância bastante grande, né? Então, gostaria de de parabenizar. Outro dia a Gente já passou também aqui uma parceria, né,
e o pessoal entendeu realmente essa essa importância que tem tanto para instituição quanto paraa questão também de permanência e êxito dos nossos estudantes. Tá bom? É isso. Obrigada. >> Só abrir o microfone, Aline. >> Queria só corroborar com o que a Cláudia falou. Eu participo das entrevistas, né? Eu sou docente de de língua inglesa, né? Só para quem para quem não me conhece, Né? Eh, desde semana passada eu tô à frente da da AREX na reitoria, mas eu eu estou ainda como R do campus já há há 3s anos, né? Então, eu participo da das
entrevistas de de inglês, dos editais de dupla titulação e é recorrente a gente escutar dos estudantes que eles optaram fazer a engenharia do IFSK e não na UFSK, por exemplo, por conta de saber desse edital e de saber que eles teriam a oportunidade de fazer o intercâmbio, né? Então eu acho que esse feedback dos Alunos ele é bem é bem importante. Nossa colega Joelma coloca o desafio aqui que é buscar mais recursos para bolsas, tá? Maria Luía também manifesta aqui a ótima parceria entre a instituição e nossos estudantes. >> Passo paraa Joelma então que ela
>> eu só gost gostaria de corroborar a fala da Aline, né, no sentido da busca dos estudantes em função dessas parcerias. Nós temos uma pós-graduação que é uma especialização lato senso em marketing Aqui e nós temos muitos estudantes que vêm porque nós promovemos uma missão para Portugal lá paraa Beija, né, que é o convênio que nós temos do Lidere. E eles vêm muito pro curso para poderem fazer essa viagem porque para muito, muitos deles é a primeira oportunidade de um contato internacional. E nós vamos fazer agora uma missão que vai ser do dia 29. Eh,
na verdade a missão ela é mais completa porque ela envolve empresários também, mas a dos estudantes É do dia 4 de maio até o dia 10 de maio lá em Beja, né, onde eles cursam uma disciplina no mestrado já, né, e Beja faz isso com a possibilidade também de atrair estudantes para os programas deles, né? E nós temos recebido também alunos de lá aqui, né, o que é bastante interessante porque dá essa ideia de diversidade, ampliação da visão dos nossos estudantes aqui no campus. Muito bacana. Parabéns aí, Aline. >> Então, fechamos esse ponto, né, Paulo?
Eu queria agradecer muito a Line a tua presença aqui, né? Sempre importante porque a gente qualifica a pauta e destacar, né? E desejar que nós tenhamos outros outros cursos também fazendo parte dessa parceria, como você bem destacou, né? Uma vez que nós tenhamos um termo de cooperação, ele é entre o IFS e a instituição externa, então portanto ele é para todos os nossos campos, né? né? Então, muito obrigada aí a AREX todo o trabalho que vem sendo Desenvolvido na área de relações internacionais. >> OK? Só queria deixar registrado, então, que o pai desse edital, né,
são os professores do curso. Eu sou só um canal, OK? É como eh uma assessoria técnica, né? Mas o mérito com certeza é todo é dos professores do curso, em especial do professor Piara, que há tantos anos se destaca aí, né, nesse eh nessa nesse fortalecimento das nossas eh parcerias. Tá bom? Muito obrigada pelo Convite e contem comigo. >> Obrigada, Aline. >> Eu posso sair então? >> Obrigada. Isso, pode sair, fica à vontade. Na verdade, se quiser continuar, >> daqui a pouco eu tenho outra reunião. Então, obrigada, gente. Bom dia para vocês. >> De qualquer
modo, esse também é o nosso último ponto de pauta, né, Paula, nessa primeira parte da nossa reunião. Eh, Agora são 11:30, eu acredito. Eu não sei se o Mike gostaria de antecipar ou se talvez a gente precise de mais tempo, né, Mike? Então, quem sabe a gente pararia agora e retornaria no horário previsto pro período da tarde. Bom, não disse, ficou para mim responder. Então nós talvez nós aproveitemos essa esses 30 minutos que ainda temos, se vocês estiverem de acordo e iniciamos a apresentação do Regulamento da da extensão. Aí eu passaria nesse caso para ele
e pro Mike apresentar. >> Retornamos às 3:30. Então >> eu acredito que a gente pode usar isso. Deu uma lacuna aqui na internet, mas >> quando a quando a me citou travou e eu não ouvi mais. Se puder repetir a proposta por favor. O proposta Mike, se vocês estão de acordo, a gente iniciar a apresentação do regulamento, né, da instalizar Até meio-dia, mas daí retornaríamos às 3:30. A outra opção é a gente parar agora pro intervalo, teremos um intervalo maior, né? Mas eu acredito que é sempre bom a gente aproveitar o tempo pra gente não
se apertar lá no final da do tempo da reunião, final da tarde. >> Aí tiver apostas, ela que vai apresentar, né? Acho que dá para apresentar antes do intervalo, né? Daí na na volta já entra na discussão direto. >> Perfeito. Então, então eu passo para Ev. Obrigada, Ev. Bem-vinda. >> Obrigada também. Bom dia a todos e todas os presentes, os membros e quem nos acompanha aí pelo YouTube do IBS, né? Então, dando sequência, né, a gente inicia agora então ali com a apresentação, esse diálogo referente ao nosso regulamento do Comitê Permanente de Extensão da PROEX,
eh no qual nós havíamos já introduzido, né, a questão ali na reunião de dezembro. Então, eh, o documento foi disponibilizado também na íntegra, né, a dentro do fórum, né, nós já tivemos algumas manifestações ali como comentários no próprio no próprio documento. E na sequência aqui da apresentação, eu acredito que a gente se limita à apresentação agora e no período da tarde a gente abre o documento e aí decide se faz a leitura na íntegra ou só dentro daqueles pontos que tiveram destaques ali, né, eh, por alguns Membros aqui do colegiado. Então, ah, contextualizando só essa
questão do Comitê Permanente de Extensão, né? Lembrando que hoje a gente já tem regulamentado um comitê permanente de pesquisa, né, dentro do IPS. E nesses mesmos moldes, até usando como um modelo de partida ali, né, usamos esse próprio regulamento que já tá aprovado pelo próprio CP, né? E nessa contextualização, então o comitê da extensão, ele foi constituído por meio De uma portaria em 2017, então era só uma portaria realmente de nomeação. Então a gente não tinha a regulamentação do que eram as atividades, né, em detalhes, como a gente traz dentro desse dessa proposta de regulamento,
né? Então, naquela época o comitê ele se constitui como essencialmente técnico, né, pra gente poder seguir ali as aprovações, né, de de relatórios de extensão dentro do SIGA. Então, naquela portaria ali eram Membros, né, o pró-reitor, né, de extensão, a sua assessora, a diretoria, né, a Direx, a equipe técnica Direx e o representante sempre da Proem e da PROP, né? Então, se limitava ali dentro de algum parecer que a equipe técnica de extensão eh algum recurso referente a alguma avaliação ali que é feita pela equipe técnica, havia algum recurso, então se chamava esse comitê, convocava
essa reunião para poder avaliar e assim dar Um parecer ali, incluindo a análise da PROEN e da PROP também sobre aquele projeto, né, sobre aquele relatório. pode seguir, por favor. Então, agora o essa proposta de um comitê regulamentado com reuniões periódicas, né, ele surge aí dentro de uma natureza de um órgão consultivo e de assessoramento à Pró-Reitoria de Extensão e Relações Externas, né? Pode seguir, por favor. Então, da finalidade, assessoramento, Análise técnica e análise dos casos omissos, né, dos editais da PROEX. Então, no quesito assessoramento, é, em termos de, né, de políticas e diretrizes relacionadas
à extensão e análise técnica de projetos de extensão, né, outros casos pontuais aí que que chegam até a PROEX, né, e um caso, né, uma situação ilustrando aí uma demanda que ocorreu logo no início da nossa gestão ali no ano passado, eh, chegaram, né, alguns alguns projetos de extensão ali Em fluxo contínuo que necessitavam, né, de um parecer, de um parecer do comitê permanente de extensão, né, são projetos que que iriam captar recursos e iriam ter esse recebimento de recursos, a gestão desse recebimento desses recursos via fundação, né? Então, a fundação exigia realmente uma ata
de reunião, né, dizendo que aqueles projetos eles estavam aptos, né, a serem executados dentro dos termos que a extensão do IFSK trabalha. Então surge, né, essa Necessidade aí de ter esse processo, né, esse comitê realmente instituído como um órgão, né, de assessoramento. E do contrário, a gente teria que tramitar, por exemplo, esses projetos de extensão dentro da do CEP, né? E aí a ideia é essa, é é o CEP delegar, né, o regulamento, a existência, né, a constituição desse comitê para que a gente tenha autonomia de análise técnica sobre esses projetos que chegam, né? Então,
surge esse diálogo inicial a Partir desse contexto. Pode seguir, por favor. Então, a composição proposta, né, é diferente daquela portaria inicial, né, que tinham apenas membros da reitoria. Então, é o pró-reitor de extensão e relações externas, diretor diretora de extensão, coordenador coordenadora de extensão, né, esses membros todos da Direx, né, e da PROEX, representante da diretoria de extensão, no caso servidores, né, que são equipe técnica Aqui da Direx, sendo dois titulares e dois suplentes, um representante da diretoria de ensino, sendo um titular e um suplente, um representante da diretoria de pesquisa, sendo um titular e
um suplente. E aí também eh com o diferencial aí, incluindo a representação dos coordenadores de extensão dos campos, né? Eh, pensando na lógica que a gente tem hoje dentro do Consul, considerando as regiões, então Seriam cinco titulares, né? Dentre os coordenadores de extensão, hoje 22 coordenadores, né? E aí cinco titulares e cinco suplentes para ter cadeira dentro desse comitê permanente de extensão, né? Então o total de 12 membros mais a secretaria do comitê que seria exercida pela assessoria da PROEX, né? pode seguir das atribuições do comitê, então assessorar, né, a PROEX na proposição de Políticas
e diretrizes de extensão, né, como próprio, por exemplo, amadurecer inicialmente alguma atualização, né, dos nossos regulamentos da extensão, proposição de IN, né, documentos aí que precisam realmente nortear e e gerir, né, os processos da extensão. assessorar também a PROEX na proposição de normas e procedimentos para a gestão dos processos e de extensão, né? Eh, resumindo isso, e emitir parecer sobre propostas de atividades de extensão, né, Nos casos de projetos com recursos financeiros externos e que serão administrados por fundação, como havia adiantado anteriormente, né? Então, surge dessa demanda, mas é um comitê que também vai ter
a possibilidade de um diálogo democrático com amadurecimento de questões, né, dentro do âmbito de de quem trabalha a gestão da extensão, campus e reitoria, né, e aí realmente dando esse subsídio aí de uma escuta, né, aberta e Construída de forma bastante democrática. Pode seguir, por favor. A, ainda dentre as atribuições, né, emitir parecer sobre propostas de normas complementares, né, relativas às atividades de extensão, eh, e manifestar-se quando necessário, né, ou quando solicitado em assuntos pertinentes à PROEX, né, e deliberar sobre outras atribuições delegadas pelo CEP, né, a depender da discussão, se Entende que tem que
realmente a a funilar, né, uma discussão específica Então fica aberto esse canal aí de encaminhamentos de demanda do CEP para esse comitê. Pode seguir, por favor. Ah, em relação às atribuiçõ atribuição específica, né? emitir parecer sobre propostas de atividade de extensão em casos de projetos com recursos financeiros externos e que serão administrados por fundação. Aqui a gente Se depara, né, hoje com uma inconsistência ali, eh, no sentido da resolução CONSUP, né, 117 ali de 2024. Então, de acordo com o artigo 12, né, a depender da natureza primária, os projetos a serem executados com apoio de
fundação deverão ser aprovados em instância colegiada. Então, hoje e essa instância colegiada, nesse caso dos projetos que são de extensão, que estão sendo administrados por fundação, teria que ter a aprovação do do CEP, né? Então, só que o CEP ele pode, né, delegar isso ao próprio comitê permanente de extensão, comitê permanente de pesquisa, né, no caso. Então, a o parágrafo dois ali desse dessa resolução do Consul traz, né, que fica delegado ao CP estabelecer quais instâncias competentes, no caso dos projetos cuja natureza primária é ensino, pesquisa, né, ou extensão ou inovação. Então, tem essa delegação
aí eh Incluída na no texto dessa resolução CONSUP, né? Pode seguir, por favor. Então, o funcionamento previsto ali eh a previsão de duas eh de reuniões a cada dois meses, né, com calendário próprio aprovado pelo próprio coletivo ali na primeira reunião, né, convocada. E aí fica realmente ali a a depender necessidades de reuniões extraordinárias. Mas então o calendário segue um rito aí eh a cada dois meses, né? Aí eh temos aí um tempo ainda adequado para iniciar as discussões. Não sei se alguém tem alguma pergunta em relação ao que foi apresentado, tá? Do contrário ali,
eu já poderia trazer, né, o documento na íntegra. para...a gente talvez avaliar num primeiro momento ali os apontamentos que os colegas membros do CEP já fizeram no próprio documento, né, Mike? Também fique à vontade ali para complementar a minha fala, por favor. Pessoal, boa, mais uma vez, bom dia. Não, só um destaque adicional. é que a gente tá trazendo aí aos cinco representantes dos campos, né? Nesse caso, a partir das a partir da das coordenações que em cada campus abrangem a extensão. E aí em cada unidade tem uma configuração diferente, né? Mas em todas tem
uma coordenação responsável pela extensão. A gente traz algo importante para paraa extensão, que é estar próximo aos Territórios, né? embora seja regionais, né, as regionais, as regiões não são tão pequenas, mas traz uma característica que não é a gestão da extensão a partir de um ponto do estado, no caso aqui a partir da reitoria, né? Então, a gente precisa desse olhar de quem tá mais próximo onde os projetos estão acontecendo nas diferentes regiões do estado. Então, as representações do das coordenações locais de extensão Eh é um diferencial pro formato anterior, né, por conta disso, né,
traz essa visão que se já é importante eh pro trabalho com diferentes políticas do IFSK paraa extensão mais ainda, porque é onde efetivamente eh o público, os territórios estão no entorno ali dos campos, né? Então, só adicionalmente fazer esse destaque e eu não sei, Eliana, se a gente pode começar a discussão ou não, Daí vamos avaliar com com o grupo, né? E talvez uma adesão que a gente já pode tomar é se o grupo acha necessário passar todo o documento na sequência e fazer a leitura artigo a artigo, né, e trabalhando os destaques. Ou se
não é o caso, talvez a gente já tome essa decisão agora. Agora devolvo para ti para pros encaminhamentos. Quanto a apresentar toda a resolução na íntegra ou apenas os destaques, eu acho que fica aberto pros demais membros. De Qualquer modo, a gente pode tomar essa decisão agora, mas eu sugiro que a gente faça a discussão mesmo no início da tarde, tá bom? A Paula sugere, eh, Mike, que a gente pode ir pros destaques, destaques, né, dado que esse documento está bastante tempo disponível, né, paraa leitura dos colegas. Se ninguém tiver outra sugestão, eu acredito que
a gente faça isso, né? Então, já no início, às 13:30, a gente retoma a apresentação, Eh, mostrando o documento, claro, mas focando nos destaques. Pode ser assim? Eh, a Cláudia também concordo. Então, pessoal, eu vou desejar a todos um um bom intervalo, um bom almoço, né? E nós retornamos pontualmente às 3:30. Obrigada. >> Até mais, pessoal. Tá bom, moço. Até logo. Heй.