Para, para, para tudo o que você tá fazendo, que isso aqui é uma bomba. Saiu agorinha na imprensa. Bora então direto ao ponto. Qual é a suspeita do gabinete do André Mendonça? De que o Andrei passa informações para o Palácio do Planalto, presidente Lula, e de que a Polícia Federal eh tem trabalhado com certa parcialidade quando a investigação é sobre integrantes ou familiares do governo do PT. É isso, ninguém diz, mas é isso. Agora, diante [limpando a garganta] disso, qual é o papel legal? O que que um ministro, o que que um juiz faz? Abre
inquérito. Se há suspeitas de que o Andrei está fornecendo informações indevidas para o palácio, o papel de um juiz é abrir um inquérito. Abre um inquérito e manda investigar o Andrei. Porque em 18 teve o mesmo episódio, tá lembrado? Aí na época era sobre Fonte nova, tal. Abriram o inquérito, fizeram aquele barulho, que sempre tem um barulho. Depois eu não fui nem indiciado, não tem nem processo e foi arquivado o processo. É óbvio que fica aquele prejuízo. Então hoje ele me pede, meu pessoal também de imprensa me pede por ordem dele, ele só ó, não
fale disso, desde que eu tô cuidando, porque tudo que você fala, se você tá sendo investigado, é direito do senhor ficar em silêncio mesmo perante a imprensa. Então, peço até desculpa, mas é por orientação dele para eu não sair daqui tomar bronca do meu advogado, ele pede para eu não falar. Eu vou só citar uma frase no texto do próprio ministro André Mendonça, que ele diz: "O inquérito a investigação serve até para afastar a culpa". Então, eu tenho certeza que eu Vou provar a minha inocência. Eu me sinto muito honrado de poder contar com a
Teresa Cristina nessa caminhada de resgate do nosso Brasil, senadora, né, que se tornou uma grande amiga, uma ministra da agricultura excepcional, no meu ponto de vista, a melhor que esse país já teve foi durante o governo do presidente Bolsonaro. Fiquei muito honrado quando ela aceitou o convite para caminhar conosco na qualidade de candidata a vice-presidente, né, e por questões aí internas do do Progressistas. Vimos essa nota de agora a pouco dizendo sobre a neutralidade do do Progressistas, do partido onde eu iniciei a minha carreira política, inclusive quando fui eleito deputado a primeira vez lá em
2002, foi pelo PPB, número 1110. Então, partido que eu me sinto bastante em casa, me relaciono bem com os seus presidentes, né? E, enfim, até o dia 5 tudo pode acontecer e independente de qualquer coisa, eu já quero aqui ficar deixar o meu agradecimento também ao Progressistas, à união. As conversas continuam. fator supremo a ajudou a aumentar a resistência do central a fazer aliança com Flávio. Publicamente, Ciro Nogueira diz, né, que é porque tem um acordo de neutralidade com Lula, mas a razão mais citada nos bastidores da campanha desses partidos é outra, é o medo
do Supremo. De acordo com quatro aliados do Flávio ouvidos pela equipe da coluna, liderança das duas legendas, das duas tem citado pressão e recomendações de ministros do Supremo como razão para preferir não fazer formal com a chapa do Flávio, tanto pelo risco de serem alvo de algum tipo de retaliação em razão da pissão eleitoral por um adversário da corte. Você vai apoiar um inimigo do Supremo, a gente vai te Retaliar, como pelo risco do próprio Flávio Viacel de alguma judicial até o fim da eleição. Aos interlocutores com quem tem debate da aliança, três dirigentes relataram,
olha só, eles procuraram ministros o encontraram em ocasiões sociais. Ministros, vocês acham que uma aliança com Flávio pode nos render problemas? E a resposta desses ministros foi sempre na linha, rapaz. Melhor não, viu? Melhor não. Melhor não se aleg o Flávio. Vamos meter todo mundo na cadeia. Isso. É claro. Só para vocês entenderem como é que a que a coisa vai muito além do que vocês podem imaginar, tá? Neto de Fidel, calma. Neto de Fidel faz acordos com Maricá e encontra Neto de Niemá. Beleza. Quem tá lá em Maricá, quaquá. OK. Então, tá lá, inclusive,
inaugurou um hospital. Pode ir baixando ali. Inaugurou um hospital chamado Ernesto Tegevar. OK. Tá lá. Esse aí é o é o Neto do Fidel, tá? É o Neto do Fidel. OK. Beleza. Tá lá em Maricá. Fidel Antônio Castro Smirnov. Não é Smirnov não. Smirnov é com V no final. Se fosse com F era a voddica. A vódica. Mas é é por aí. Eles gostam. Fidel Antônio Castro Smir, neto do Fidel. Ups. Transacionando com as prefeituras aqui. Será, André Mendonça, que as prefeituras estão comprando Equipamentos e doando para eh o Cuba? Será que o governo federal
está comprando equipamentos na área de saúde? Olha só que interessante, a saúde também e tá doando para Cuba? Será que a gente tá comprando, o governo federal tá comprando alimentos e doando para Cuba? Quem será que faz a intermediação de desses negócios? Quem são as empresas que estão vendendo? Tô aqui dando algumas hipóteses, dicas e hipóteses para investigação. André, se você quiser sugestão, coloca a outra notícia. Olha com quem o neto do Fidel esteve aqui no Brasil. Opa, com o Lula. Não, não, com o Lula. É em Brasília. É em Brasília. Comaquá, com Lula, com
todo mundo. Sabe com quem o Neto do Fidel esteve recentemente em Lisboa? Foi e foi flagrado almoçando num restaurante famoso lá com Lulinha, viu, André? Com Lulinha. Eu não sei se o careca tava junto. Kaká, o Cquá, será que tava junto? Vai investigar, André. Pega teus farejadores aí da Polícia Federal que não tem contato com a direção, coloca para investigar, quem sabe vocês chegam em alguma coisa, tá? Então, só para encerrar aqui, ficam minhas dicas, tá? É impressionante como essa gente é conectada, infelizmente bem formada e sabe o que está fazendo. Gente, isso aqui não
é piada, não. Isso é sério. Eles venderam essa narrativa com apoio de dinheiro bilionário de um filô e por isso que eles quiseram prender o Bolsonaro. O Lula fazia, não faz parte de uma organização criminosa Narcoterrorista, envolve com o envolvimento de venda de meninas e crianças. Esse relatório de análise, fui eu quem fiz isso aí mesmo, tá? Eh, na internet com inteligência artificial, mas para deixar bem claro para vocês o que que é o que está em julgo nesse exato momento, tá? Essa rede internacional e esse projeto de poder e por que o Brasil precisava
expurgar o Bolsonaro, jogar o Bolsonaro na fogueira para poder dar estrada livre para o Lula. Você tem o braço intelectual, tá ali, ó, Nomski. Você tem a internacional socialista, que continua até hoje, e as suas mídias, que no caso no Brasil e nos Estados Unidos, a principal delas naquele momento era o The Intercept para poder soltar o Lula. Pode passar a Bob, por favor. Aí você tem qual foi a tese central deles. A campanha internacional pela soltura de Luís Inácio Lula da Silva não foi um movimento espontâneo de direitos humanos, mas uma operação articulada para
preservar o projeto de poder da esquerda na América Latina, ou seja, para manter a força do foro de São Paulo e fazer com que a esquerda nos Estados Unidos e em toda a América Latina, Central e Caribe, o projeto continuasse em andamento. da mesma maneira, como eu falei para vocês aqui do programa chamado Road to Socialism, que é Estrada para o Socialismo, que era o programa do Partido Comunista dos Estados Unidos da América. E aí a narrativa inicial era o quê? Foi golpe. A prisão de Lula foi reembalada internacionalmente, não como Um ato de justiça,
mas um golpe suave, que é o Soft Coop, orquestrado pelas elites e interesses dos Estados Unidos. Essa era a narrativa principal deles. Ninguém demonstra todos os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, desvios de verbas públicas altamente demonstrados, provas, confissões, apreensões, volumes de dinheiro, delação, nada de três instâncias. A segunda instância aumentando a pena. Ainda assim ninguém em âmbito internacional, essa não era a propaganda. Era um coitado que tava sendo tirado do poder. É, não, nada disso. Não, pode deixar a imagem lá B, mesmo quando o pessoal fizer eh eh acréscimos aqui, o Max e o
Rama. Aí o passo dois, depois que colocou a narrativa de que na verdade não era um ato de justiça, não eram não era isso que a Ram acabou de falar, não eram crimes comprovados que foram julgados. Então isso aí tudo, na verdade era a elite dos Estados Unidos que está querendo acabar com o pobrezinho do sindicalista Lula que era pobre, perdeu o dedo, amo os pobres e foi parado no Brasil por causa do fascista Bolsonaro. Essa é a narrativa deles. Ponto dois, a legitimação intelectual. Isso aqui, a direita tem que ter uma aula disso aqui,
porque na direita legitimação intelectual ocorre assim, mendingo do Pix. A a burrice da direita às vezes me impressiona. É o mendigo do Pix, fulano dos demônios. Enquanto que a a a esquerda sabe como trabalhar com o jornalismo o os intelectuais para poder criar a narrativa deles, sendo que nós não trabalhamos com uma manipulação da narrativa dos fatos, nós simplesmente narramos os fatos. Ponto dois, legitimação intelectual. Figuras como Nomski foram mobilizados. Ah, para mim tá longe. Deixa eu ver se eu consigo aproximar aqui de alguma maneira. Deixa eu acompanhar aqui. Pronto, vou acompanhar daqui que é
melhor. Bob, pode deixar na tela aí. Não, não, pode deixar assim. Figuras como non Chonsky foram mobilizados para dar peso acadêmico à tese do prisioneiro político, o coitadinho que sofreu. O ponto três, o objetivo geopolítico. A liberdade de Lula era necessária para a sobrevivência do Pix. Abre aspas, fecha aspas. Gente, isso aqui tá nos e-mail. A sobrevivência do Pic está nos e-mailos do Epstein com Nonski e o desafio é hegemonia norte-americana. Ponto quatro, a ferramenta lawir, a deslegitimação das instituições judiciárias brasileiras foi uma arma central da retórica. Aí agora vamos ao validador intelectual Nski. Quem
é esse cara que visitou o Lula na prisão, né? foi lá visitar o Lula na prisão e foi levar que o Lula estava sendo colocado na prisão injustamente, como a gente colocou aqui, com diversas provas de todas as instâncias, desvio, roubo, não é questão política, não. Não é crime político ou querer fazer um golpe que nunca existiu, não é roubalheira, desvio de verbas, organização criminosa, lavagem de Dinheiro, tudo comprovado por vários atos, várias delações, várias confissões, várias apreensões, milhões de dólares no Brasil e no exterior. essa pessoa tira como um intelectual de esquerda, veio visitar
o o Lula na prisão para fazer exatamente esse tipo de discurso. Só para pessoal ter ideia da coisa, tá? Ele não tava enganado nessa história, não. Tem um e-mail, eu vi esse e-mail eh nesses novos arquivos que o Nõs dá conselhos pro EPS de como lidar com as acusações de tráfico sexual que ele tá sofrendo. Pois é. E aí toda a movimentação internacional que o Eduardo Bolsonaro faz não tem eco e nem fortalecimento às vezes internamente no Brasil. A esquerda não ag não age dessa maneira. Ela é ela sabe muito bem agir de modo unificado.
E aí começa o contexto. Ele é um linguista e ativista e de esquerda, atuou com a principal voz para internacionalizar essa narrativa do PT, que era qual? A narrativa do Lula, coitadinho, que tá sendo preso por Law Fair, que é exatamente o que aconteceu com o Bolsonaro, mas não aconteceu com o Lula. Lula é a figura mais significativa do século XX. Por direito deveria ser o presidente do Brasil. Tá engraçado, né? Não por voto, né? Não por voto, por direito, tá? [risadas] Isso aí. Se ele tem direito a ser presidente, quer dizer que os brasileiros
têm dever de aceitá-lo como presidente. Exato. Dever moral. É isso que ele tá dizendo. E aí, Fonte? Tá aí, ó. Cut, tá? A CUT noticiou isso quando o Nonssky foi visitar o Lula na cadeia. Qual é a estratégia? Ele visita o Lula na prisão Em setembro de 2018, acompanhado de Aluío Mercadante. Qual é o reenquadramento? Que é técnica do framing, né? Essa é a técnica de enquadramento. Qual foi o reenquadramento aqui? A visita serve então para classificar Lula como o prisioneiro, abre aspas, o prisioneiro político mais importante do mundo. Brasil 247. Ou seja, que se
você tem um intelectual internacionalmente conhecido visitando o Lula, significa que o Lula é o prisioneiro político mais importante do mundo. É, esse foi o enquadramento que eles fizeram, por a arma retórica deles, né, que de fato aconteceu com Bolsonaro, mas não aconteceu com o Lula, eles colocaram como o conceito de lawir Bob and Bob. Opa, obrigado. O que que vem a ser então o conceito de lawir? o uso da lei como arma de guerra para perseguir oponentes políticos operando de cima para baixo para despolitizar a sociedade, que é exatamente como fizeram com Bolsonaro, como fazem
até agora como Bolsonaro. E aí como é que fica o enquadramento narrativo? A Lava-Jato é a mesma coisa do que uma colaboração ilegal entre promotores brasileiros e o departamento de justiça dos Estados Unidos da América. Essa é a narrativa que eles venderam e a tática era comprovar provas materiais, no caso do apartamento de Guarujá, a casos frágeis internacionais, como o caderno da Hello Kitt no Equador para ridicularizar o judiciário. Gente, é impressionante como essa gente é conectada, infelizmente bem formada e sabe o que está fazendo. Uma direita que queira lutar contra isso aqui sem estudo,
sem informação, é impossível. Por isso que não dá para ouvir aquele argumento. Não dá tempo. Não dá tempo. Não dá tempo. Dá, dá sim. Para, senta e estuda, pelo amor de Deus. Não digo para você em casa que tá nos assistindo, mas os deputados, senadores, eles têm a obrigação de sentar e começar a estudar. Obrigação. É uma obrigação. Do contrário, eles não poderão oferecer nada para a população contra essa esquerda maldita. E o argumento central tá aí. O Laufir busca submeter questões políticas a questões tecnocráticas decididas por burocratas e juízes. É isso que eles venderam
para todo mundo. Pode, Bob, pode mudar, Bob. A narrativa do golpe suave era o seguinte: a elite brasileira, aliança neoliberal, esse termo aliança neoliberal, ele já aparece nesse texto de 2015, que eu mencionei aqui, que era o texto 2015, acho que 2010, não lembro agora. Eles tinham uma data mais antiga, depois eu vou procurar lá no Internet Archive, de qual é o ano do texto Road to Socialism, que é do Partido Comunista da dos Estados Unidos da América, que escreveu esse texto estrada para o socialismo. Mas lá eles já fazem esse esse enquadramento aqui, a
tal da aliança neoliberal, que é o que eles chamam de o oposto do que os comunistas estão fazendo no Brasil, que aí teria uma aliança neoliberal. É como se o Bolsonaro estivesse em aliança com o Banco Itaú, com o Globo, né? Rede Globo, Banco Itaú, Leman, para poder destruir a mata no Brasil, entregar o dinheiro todo pro pro agropecuário e deixar o povo mais pobre. Meu Deus, quem Fez tudo isso? É, acuse-os do que você é, do que você faz. Isso é a tática esquerdista assim mais antiga. Tudo que eles xingam os outros, na verdade,
é o que eles fazem. E aí começa a elite brasileira que eles chamam de aliança neoliberal. Esses que estão nos e-mails que o Max acabou de mencionar. Então tem mais para mostrar ainda. Aham. Então essa elite usou o judiciário para destruir o PT na falta de líderes fortes. Olha isso. Ou seja, em 2016 o impeachment da Dilma foi essa aliança neoliberal dos bilionários, dos ricos contra os pobres. O pessoal do Banco Itaú, o pessoal da Faria Lima, o pessoal que é rico no Brasil. Eles é que fizeram o impeachment da Dilma e eles é que
levaram o Lula para a prisão em 2018. Porque é golpe, golpe parlamentar judicial, porque isso aí tudo é uma aliança de privilégios, porque eles na verdade querem oferecer privilégios a essa elite. Algo que os e-mails que Max vai trazer aqui para vocês daqui a pouquinho mostram o o completo contrário de tudo que eles prepararam durante mais de uma década. Abre aspas, Nomski para o Intercept. abre aspas. Aos olhos da estrutura de poder do Brasil, prender Lula não é o suficiente. Eles querem garantir que a população não possa ouvi-lo. Fecha aspas. Meu Deus do céu. Exatamente
o contrário. Vai pro próximo, Bob, que tá acabando aqui. Falou. Na verdade, isso daí poderia ser dito para o Bolsonaro. O Bolsonaro não recebe visita. O Bolsonaro não pode dar entrevista, né? Ninguém eh eh pode depois chegar e colocar na mídia uma entrevista do do Bolsonaro. Bolsonaro tá completamente isolado. Então não querem que o povo escute o Bolsonaro. Aí é verdade. E o tudo que eles narram com relação ao Lula aqui, você vai ver como que de fato ocorreu com Bolsonaro. Não aconteceu com o Lula. Exato. Por exemplo, o Lula teve julgamento em foro próprio?
Teve. Não foi no TRF4, se eu não me engano. Ram o o Lula foi TRF4, não foi? Rio Grande do Sul. Então o Lula foi está no Paraná, o TRF4 TR e lá do Rio Grande do Sul. Então ele não foi enviado diretamente para STF, não. Então com o Lula teve julgamento em foro próprio. Ele não era, ele não era presidente, ele não era ministro, ele não tava lugar nenhum do governo. Então ele não deveria ir para o STF. O Bolsonaro vai direto para o STF. O Lula teve direito à legítima defesa? Teve. Bolsonaro não.
Bolsonaro não tem nem a quem recorrer. Bolsonaro não tem outra instância. Vejam que tudo que eu vou narrar aqui agora como a estratégia da esquerda internacional para soltar o Lula foi, na verdade exatamente o que o Bolsonaro está sofrendo. É, é a narrativa deles é impressionante. Então, tá aí a internacional esquerdista, né, socialista, utiliza-se de líderes Globais, sindicatos no Brasil, trade unions, que são os sindicatos nos Estados Unidos. Isso tudo foi denunciado pelo nosso amigo lá da do de Miami, quando a gente conversou com ele, ele levou um susto. Lembra quando lá lá na na
quando a gente tava comendo churrasco lá em Washington? O nosso amigo que tá trabalhando agora na administração Trump, não lembra quando a gente falou para ele, ele falou assim: "E tem tem os sindicatos do apoiando dos straight unions aqui dos Estados Unidos apoiando o Lula". A gente falou assim: "Tem sim, tá aqui." Foi, foi verdade. Lembrou? Lembrei. Então beleza. Não fala o nome não, deixa quieto. Ele hoje tá tá trabalhando na administração do Trump. Uhum. Né? Trabalhou na CIA, né? Não, na CIA não. Na Foi na CIA, né? Ele era ele ele tá ele tava
onde antes. Não era o FBI ou S? Agora não lembro, mas a gente comentou com ele. Você lembra? Lembro. Muito bem. Mas com M nome dele, se você não tá lembrando o nome. Lembrou agora. Beleza. Então, vigília Lula Livre, né? mobilização diária, coisa que a a direita não tá fazendo, os deputados nem sequer incentivam. E aí nos líderes globais você tem além do Pep Mujica, você tinha o Evo Morales até o Maduro. E o Maduro não pisava aqui porque ele tinha medo, não pisava no Brasil porque tinha medo do Bolsonaro. Mas aí o Pep Mjica,
Evo Morales e aí o conceito era a solidariedade internacional como tática política, algo que não acontece no Brasil com o Bolsonaro, que de fato precisa de solidariedade internacional e mobilização. Por isso que eu fico impressionado quando alguém não divulga a viagem do Flávio Bolsonaro e do Eduardo Bolsonaro, tanto a Israel quanto a viagem dele aos países árabes. A direita tá como no Brasil? Quietinha. A esquerda ficou quietinha. Diz para mim, quando o Bolos ia pedir ajuda internacional, a esquerda, os deputados de esquerda ficavam quietos ou divulgavam? Não, barulhão. Então, então fica aí o Alan chato,
né? O Alan chato, né? Comprova o Alan chato com a realidade se eu sou chato mesmo, tá? Então vamos lá. ação manutenção do capital político através da vigília. Bom dia, presidente Lula. Todo dia tinha essa porcaria. Todo santo dia. E os caras fizeram dever de casa direitinho, um tapa na cara dos congressistas do Brasil. Resultado, a campanha derrotou o objetivo incidioso do Law Fair impedir esse retorno ao poder. Pode ir pro próximo, Bob, por favor. A motivação geopolítica. Fase um, o desafio e a hegemonia dos Estados Unidos. Era isso que eles estavam falando. Então, o
apoio a Lula visava restaurar um polo de poder anti-americano. A evidência vitória de Lula, vista como essencial para revigorar o brick e exportar a fragilidade do poder dos Estados Unidos da América. Soltar Lula mostrava a fragilidade do poder dos Estados Unidos. Ou seja, vocês não tm poder de influência nenhum no Brasil. Nós fizemos um barulhinho lá e já conseguimos soltar o Lula. Você enfraquece o poder dos Estados Unidos. A rejeição aos Estados Unidos como o padrinho da América Latina para poder atrair quem? A China. O Brasil tornou-se talvez frase do Nome Chski, esse esquerdista que
andava com esse, né, ped? Eu vou falar só uma vez só do Epstein. O Brasil tornou-se, talvez o país mais respeitado internacionalmente sobre Lula. Isso poderia dar um impulso ao desenvolvimento do bricks. Fecha aspas. Nome próximo, Bob. A motivação geopolítica parte dois. A Amazônia como pretexto, a ameaça, o Bolsonaro, o fascistão, né? O taxista, fascista, blá blá blá, era retratado como acelerador do ponto de não retorno e destruição da floresta amazônica. Meu Deus, não pode. Pelo amor de Deus, gente. Meu Deus do céu. O Bolsonaro tem que sair. Vídeo. Vocês lembram do vídeo do dos
caras do Avengers? O Hulk, a galera toda. Bolsonaro. Que horror, gente. Teve até girafa da Amazônia. Girafa da Amazônia. Essa foi a narrativa. A estratégia era qual? Vincular a liberdade de um pseudo preso político, no caso Lula, a sobrevivência planetária. O mundo não vai sobreviver se o Lula ficar na cadeia. para angarear apoio ocidental. Qual era a salvação? Lula apresentado como a única esperança para salvar o planeta e proteger reserva indígenas. Frase do Nom Tomski, tá? Uma vitória de Lula no Brasil poderia ajudar a salvar o planeta. Gente, isso aqui não é piada, não. Isso
é sério. Eles venderam essa narrativa com apoio de dinheiro bilionário de um ptófilo e por isso que eles quiseram prender o Bolsonaro. Próximo, o aparelho mediático, amplificação, né? A importância de você assinar a timeline para ter amplificação mediática. Isso aqui tinha que tá sendo falado para 200.000 1 pessoas ao vivo simultaneamente só no YouTube para parar de ser enganado. Intelectuais non Chunski e o Prachado. The Intercept usa os artigos do TSK definindo o Lula como prisioneiro político, coisa que ele nunca foi. A mídia aliada vai lá, divulga o Democracy na uma plataforma para discussão da
fragilidade dos Estados Unidos e o Brasil 247 acaba repercutindo isso internamente do Brasil. E aí você tem o giro ali, pode passar pro próximo Bob. os mecanismos de de opinião que eles criaram acabam mudando e fala assim: "Isso aqui é fato." E aí isso aqui é só um dos e-mails, um, né? Na verdade, dois, só dois dos e-mails que foram liberados, que a gente tá trazendo aqui para vocês. Num deles, setembro de 2018, o Nchonsky enviou para o Jeffrey Abstein. No Brasil e muito envolvido, estou muito envolvido em atividade do Lula Livre, né? Valéria e
eu visitamos na prisão ontem. Ele falou isso. Valéria, esposa do Nonsk. Isso. E-mail. Segundo e-mail, dezembro de 2018, conseguimos visitar o Lula, o prisioneiro político mais importante do mundo. Ou seja, o lobby por Lula circulava em redes de da elite financeira global, Jeffrey Absten, transcendendo o mero ativismo político. Chegou num dos maiores bilionários do mundo, o cara que tava funcionando ali, operando por meio da CIA, por meio do Mossag, para destruir a direita nos Estados Unidos e no Brasil. para depois eu ter que ouvir de gente falar assim: "Não, quer saber de Estados Unidos? Não
quer saber de Estados Unidos, não, quero saber do Brasil. Pois é, você não quer saber dos Estados Unidos, você não quer saber de parceria com os Estados Unidos. Parabéns para você. O nome Chansk pensa diferente, o Lula pensa diferente, a esquerda americana pensa diferente, eles fazem todo tipo de aliança que vocês possam imaginar. E nós vamos fazer o quê? E aí o tal do inimigo ideológico, Bob, próximo, o neoliberalismo autoritário, que nem existe, tá? Esse o que eles chamam de neoliberalismo tá no espelho. Eles é que fazem isso, estado e mercado. Qual é o conceito?
Para a rede de apoio, a prisão de Lula era uma ferramenta de guerra de classes para impor reformas impopulares. Ou seja, o Lula, cara, foi preso para privatizar. O Lula foi feito, foi, foi preso para eles poderem vender a Petrobras, para eles poderem vender os Correios. Que absurdo. Eles querem queimar a Amazônia. Esse Bolsonaro é o Satanás, é o Bolsonaro dos demônios, entendeu? Porque ele é o malvadão, ele é o perigoso da história. Então começa teto de gastos, privatizações, desmonte do Estado. Qual era a narrativa? O golpe contra Dilma serviu para provar o que as
urnas rejeitariam. Ou seja, o povão não queria, o povão não queria privatizar nada. O povo queria tudo estatizado. O povão só queria socialismo. E eles fizeram impeachment para arrancar a Dilma e depois, dois anos depois, prenderam o Lula para poder sepultar o poder do povo. Decisão de voto. A democracia morreu no Brasil. O objetivo da soltura, interromper a destruição do estado e retomar controle sobre BNDS e Petrobras. Ou seja, eles estão destruindo o estado brasileiro. Meu Deus, que horror. O impeachment da Dilma, a prisão do Lula, a eleição do Bolsonaro, né? A Amazônia vai queimar,
vai pegar fogo, vamos mobilizar todo mundo. Mobilizaram, fizeram de tudo. Agora veja a execução como é feita. Da prisão à ressurreição política. Estágio um, manutenção Midiática, visitas internacionais frequentes a Curitiba. Fase dois, retórica unificada, insistência no termo Lula livre, até a anulação das condenações. E a fase três, o capital político intacto. Lula solto, com estrutura de estatura de estadista global. Nomski, abre aspas, você é uma das figuras mais influentes da minha vida. Falou isso na visita hospitalar de 2024. Como é que consolidou isso, gente? A unidade das forças de esquerda, coisa que a direita tem
que aprender para ontem, né? E não ficar eh menoresprezando trabalho de jornalismo e trabalho intelectual. Políticos, acordem. A libertação de Lula permitiu a reativação da articulação internacional esquerdista. A convocação Lula chama a unidade das forças democráticas e progressistas ao redor do mundo. Fecha aspas. Isso aí era o papel do foro de São Paulo. E o desenvolvimento disso foi o movimento Lula Livre transformou-se em uma plataforma de governança global. A moeda era o a América Latina e o bricks. A solidariedade internacional foi um investimento político com retorno garantido. Vamos ver que tipo de retorno. Um projeto
de poder bem preservado. Bob, o ativismo internacional não foi movido meramente por preocupação humanitária. foi uma operação estratégica de guerra de quinta geração para reverter um o que eles chamariam de revés político, mas na verdade foi crime cometido por Lula. Lula serviu como ponto de convergência para reorganizar a esquerda internacional contra os Estados Unidos dentro e fora dos Estados Unidos. Gente, diante de tudo isso aqui que vocês estão vendo, pode terminar aí, Bob, obrigado. Diante de tudo isso que vocês estão vendo, eu nem toquei ainda na parte da das escravas secuais. pedia, etc. Eu só
tô mostrando como que os esquerdistas, os bilionários, os interesses com a as fazendas e florestas na Amazônia, eu, cara, se eu se eu sou dono de fazenda lá na na nessa região norte do país e eu sei de tudo isso aqui, eu imediatamente financiaria a timeline. Eu tô falando sério, isso aqui não é merchan, isso aqui não é marketing, isso aqui não é publicidade, não. É só para dizer: "Eu não sou burro, eu vou financiar isso aqui porque é o único jornal que tá denunciando isso. Cadê a Band? Cadê o SPT News? a Globo, a
Folha de São Paulo, o Estadão. Só a direita tá mostrando claramente o Lula fazia, não faz parte de uma organização criminosa narcoterrorista com o envolvimento de venda de meninas e crianças. Esse é o Lula. Na verdade, isso, essa recepção que nós estamos tendo, tanto aqui no Barém como nós tivemos também em Israel, isso é fruto de duas coisas. Primeiro, mais um legado do presidente Bolsonaro, que abriu as portas, né, desses países de uma forma que vai além daquela coisa formal de um de um chefe de estado recebido por outro. O jeito dele, a equipe que
ele trazia junto, isso deixava essas conversas num tom muito mais informal, num tom muito mais leve. E não tenho nenhuma dúvida que isso ajuda a consolidar relações, ainda mais em países como Barém, aonde é que aqui é uma monarquia, né, como algo parecido com monarquia parlamentarista. Então tem aqui um rei, tem também um parlamento que é em parte, grande parte escolhido pela população em voto direto, algo parecido talvez com o que aconteça na Inglaterra. Então, eh eh as pessoas olham para mim e enxergam o presidente Bolsonaro, não só pelo sobrenome, pela aparência, mas também pela
defesa das mesmas ideias e princípios, né? Esse é um ponto. E outro ponto é que o Lula facilita muito a nossa vida, porque o desastre que tá sendo a sua a sua diplomacia e as suas relações internacionais, né, paraa tristeza de nós brasileiros, que isso afasta investimentos, mas o Lula conseguiu a proeza de desagradar a comunidade judaica e a comunidade árabe pela sua postura antissemita de dar suporte ou de ter simpatia ou de fazer gestos ou de se posicionar sempre favorável a justificar os atos terroristas que assassinam inocente, que causam um pavor, um pânico no
mundo inteiro. E isso também não é bem visto no mundo árabe. Muitas pessoas têm a falsa percepção de que aqui na na região do Oriente Médio, né, especificamente, eh os países dão suporte a esse tipo de organização terrorista, pelo contrário, não dão. E nós temos aqui um exemplo no Barém de um País sério, de pessoas que pensam sempre no que é melhor pro seu país, no de construir relações eh internacionais sólidas e duradouras. Então, fico muito feliz mesmo com uma forma como a gente tá sendo recebido. Grande honra para mim continuar, dar continuidade a essas
relações que foram abertas pelo presidente Bolsonaro com o apoio e o suporte do meu irmão, o deputado Eduardo Bolsonaro, que muitas pessoas desdenham do trabalho que ele faz, mas qualquer pessoa que tivesse nos acompanhando, como você tá aqui, tantas outras que estão na nossa comitiva, como o deputado Paulo Birinsk e o o deputado Rodrigo Valadares do Sergipe, eles vêm a forma como o Eduardo trata com essas lideranças mundiais, como foi com o primeiro ministro Benjamin Nataniarro, como tá sendo aqui com os os shakes príncipes. do do Barém e como vai ser também logo na sequência
que nós vamos para Abu Dhabi. Então, cam isso me impressionou muito assim, eh, o senhor é candidato à presidência da República no Brasil, pré-candidato pela legislação do Brasil, não tô na jurisdição deles, mas vou respeitar aqui a nomenclatura. Eh, pré-candidato a presidente pro Brasil, senador, claro, mas tem sido recebido de uma forma impressionante e pelas maiores autoridades do país, né? Est falando em Israel, que é um país que onde o Lula é persona não grata, como eh o senhor bem disse no seu discurso, eh foi recebido pelo primeiro ministro, pelo presidente aqui também recebido pelo
pelo eh crown prince, né, que eles chamam o príncipe regente, príncipe [risadas] sucessor, príncipe herdeiro, eh, e outros os irmãos da família Ralifa aqui, né, que comanda a Al Califa que comanda aqui o Barim. Eh, o que que você atribui isso? Essa relação, essa rede de relacionamento que eu acho que nenhum outro político brasileiro teria capacidade, nem o próprio Lula teria a capacidade de organizar uma visita dessas. A primeira uma relação de de confiança construída ao longo dos úos dos últimos 7 8 anos pelo do Bolsonaro. Mais uma vez o presidente Bolsonaro, a forma como
ele tratava sempre aqui eh essas relações de forma eh bastante séria e principalmente porque há um interesse recíproco entre os países. Vamos tratar aqui, por exemplo, do Barém. Aqui a a preocupação deles é sempre a segurança alimentar. Brasil é o maior produtor de alimentos do mundo, o nosso agro, que é um orgulho nacional, produz comida para mais de 1 bilhão de pessoas pelo mundo. E muitas vezes a comida no produzida no Brasil tem dificuldade de chegar aqui no Médio por falta de infraestrutura, por tarifas elevadas, por burocracia. E é uma coisa que eles aqui no
Orientemente podem ajudar muito o nosso país, o Brasil. Por quê? Se você pegar as nossas ferrovias brasileiras, nós temos basicamente um escoamento de toda a nossa produção pro litoral, mas não há uma interconexão região Centro-Oeste com os portos da região Norte e Nordeste de uma forma direta. Temos os projetos para isso, mas é uma coisa que interessa ao Oriente Médio, porque o presidente Bolsonaro inovou mais uma vez ao permitir a possibilidade da de que de que projetos possam ser passados pela iniciativa privada pelo modelo de autorização. Portanto, eles como é que funciona isso? De uma
forma bastante simplificada. O investidor privado vem, bota o dinheiro, constrói, faz o projeto que que seja viável, constrói uma uma ferrovia e pode explorar essa rodovia por 50 anos. Então é algo que eles podem investir, que eles vão ter o retorno do investimento deles e vai ser muito estratégico para que a comida chegue até os nossos portos no Brasil de uma forma mais rápida, de uma forma mais barata, com menos desperdício. E, portanto, eles garantam aqui a segurança alimentar deles, que muitas vezes em função eh da da dos conflitos que ex que existem aqui com
alguma frequência nesse nessa região, eles acabam sempre preocupados com o risco do abastecimento de de alimentos Ser interrompido. Eu acho que é uma relação ganha ganha, só para citar o exemplo aqui do Barém. E algo parecido acontece também com o Israel. são países eh construídos praticamente sobre o deserto e que a gente pode ver a imagem aqui, olha como é que é um país próspero, onde as pessoas trabalham, aonde o estado de verdade abraça quem precisa e cria as oportunidades mediante o setor privado de que possam trabalhar e receber um salário digno. Então é não
é não é inventar roda, é apenas construir uma relação de credibilidade, identificar quais são as necessidades do Brasil e desses países com quais com os quais nós estamos nos relacionando e fazer as coisas evoluirem de verdade de forma rápida. concretamente tem acordos assinados, agreements, eh, e, e, mas que demoram muito para sair do papel quando saem. Então, acho que essa mentalidade sim de de do setor privado nesse nessa nessa questão das relações internacionais seria bastante útil para todos nós. E é o que nós vamos fazer no Brasil, se Deus quiser, a partir de 2027. Eu
tenho acompanhado algumas duas conversas e e tenho visto exatamente isso, a preocupação deles com o que que o Brasil pode agregar a eles e o que que eles podem agregar no Brasil. agora aqui eh em aqui no no Baré, que é um hubiro aqui do do da região do Golfo. Depois nós vamos seguir para para o Emirados Árabes Unidos, tem agenda também na Europa. Em seguida, eu sei que um pouco depois tem agendas também nos Estados Unidos. O senhor tem feito essa turnê internacional? Algumas pessoas no Brasil discordam, acham que o senhor devia estar no
Brasil, que o momento é de é de campanha, etc, etc. Queria que o senhor respondesse a essas pessoas, qual a importância de estar aqui, não Brasil nesse momento? A gente tá aqui, mas acompanhando tudo o que tá acontecendo no Brasil. É óbvio que a gente vai se posicionar sobre qualquer assunto que que esteja acontecendo no Brasil, mas algumas razões para a gente tá aqui, né? primeiro para tentar desfazer essa imagem muito negativa que o Lula conseguiu eh construir eh perante todo o mundo, perante esses países que nós estamos conversando. É um cara que fala toda
hora contra os Estados Unidos, é um cara que fala contra Israel a todo momento, é um cara que fala a favor de grupos terroristas que que t essa resistência aqui no Oriente Médio. Então para falar, olha, o o Lula não nos representa. A maioria do povo brasileiro é um povo que entende, né, que defende direitos humanos, que quer se relacionar com com países estabilizados, né, que tem a democracia e que tem muito a oferecer ao nosso país. hoje as portas estão fechadas, então já é uma rodada assim importante para que eles entendam. Nós estamos fazendo
aqui uma espécie de de de meio de campo, tá? Antecipando o o que a gente com certeza vai começar a fazer a partir de 2027. E esse é um ponto fundamental. Então já cria-se aqui uma atenção especial, um olhar pro Brasil, já começa-se a estudar o que é que a gente pode negociar a partir do ano que vem com com o Brasil que interessa. O Brasil tem tudo. O Brasil é um país privilegiado por Deus com as suas riquezas minerais, suas belezas naturais. Então assim, todo segmento, seja no agro, seja no turismo, seja na infraestrutura,
seja na saúde, na tecnologia, na segurança, todos esses países com os quais nós estamos conversando, a gente consegue já plantar essa semente para que eles voltem a ter um olhar, né, de muito interesse no nosso país. Tem um outro ponto importante também que eu acho que eh a partir de agora não há mais nenhum questionamento sobre se a se a minha pré-candidatura ela é um balão de ensaio ou não, a partir do momento que nós nos comprometemos com os principais líderes mundiais. E nós vamos paraa Europa aqui na sequência também. a gente fecha o o
ocidente praticamente todo, além das conversas que nós também pretendemos ter Na América do Sul, a gente faz essa rodada para falar, olha, de fato, o presidente falar do presidente Bolsonaro, da perseguição que ele vem sofrendo, que o Brasil passa eh por um momento de low fair muito grave, que ele não tá, ele tá pagando por crimes que ele não cometeu. Então, explica um pouquinho desse contexto. Eles entendem porque é que o presidente Bolsonaro indicou o Flávio Bolsonaro para isso. Fala um pouquinho da minha história. Então, eh, eles aqui fora sabem que é uma coisa eh
consolidada e no Brasil também. Eu acho que ninguém tem mais esse essa essa dúvida que tinha, por exemplo, lá em lá em dezembro, um mês e meio atrás. Eu achei interessante ver hoje uma notícia no portal G1 dizendo que o próprio Palácio do Planalto via que temas internacionais teriam muito peso nessa candidatura. uma notícia do do grupo Globo desse momento. Tô vendo o seu esforço. O Eduardo sempre foi muito atento em relação a isso. Deve encontrar eh o presidente da Argentina VMI eh na casa do Trump na semana que vem ou alguma coisa do tipo.
Eh, e o senhor falou bem, a última vez que nós sentamos para conversar lá em casa, eh, houve havia ainda uma discussão a respeito de se sua candidatura era séria ou não? Isso parece ter se dissipado. Além de séria, é é a mais viável, inclusive, né? Hoje todo mundo enxerga com mais clareza. Eu acho que as pessoas estão enxergando isso com bastante clareza. Eh, e vi que também há um clima de coesão maior dentro do que se chama de direita, né? Eh, vou citar aqui só alguns exemplos que aconteceram desde que a gente falou. O
governador Tarcísio tem feito declarações bem bem mais explícitas do que tinham feito naquele momento. Virime tem se posicionado de forma bem clara em seu apoio. Eu vi também que o seu irmão, eh, o vereador Carlos Bolsonaro, teve na casa do governador Tarcísio, almoçando com ele. O, até o próprio Eduardo fez uma postagem muito simpática ao governador Tarcis. Ao mesmo tempo vi que ambos fizeram eh posts de manifestação em apoio à iniciativa eh que começou lá com o Nícolas da Caminhada. Há há um clima de união agora? Há uma uma uma convergência já em torno do
seu nome? Ô Paulo, da minha parte sempre teve, né? todos os meus gestos públicos ou as conversas reservadas que nós temos sobre estratégia política e tal, eu nunca considerei um cenário em que não houvesse essa integração. E aí cada liderança política ou cada ou cada partido no seu tempo, eu respeito muito isso, eu nunca tive dúvida que a gente ia caminhar junto. E assim, é aquela analogia do do caminhão com a caçamba cheia de melão. A gente vai andando e os os melões vão se acomodando. Esse que tá acontecendo. Então, Tarcísio, eh, talvez seja ali
a a maior maior revelação política nos últimos anos, uma pessoa que é do grupo do Bolsonaro. Eu brinco ness da costela do presidente Bolsonaro, porque como é que foi isso? Ele enxergou no perfil Tarcísio, que é uma pessoa séria, esse gestor competente, inteligente, que é a cara do que o eleitor de São Paulo eh historicamente eh escolhe para governar aquele estado. Então, um carioca flamenguista tem esse problema, né? com esse tem é um problema sério. Vamos falar aqui, vamos falar aqui sobre esse anel, esse anel do Vasco. E então assim, o Tarciso aceitou essa missão
que foi uma missão. Eu converso muito com o Tarcío, considero ele um amigo de verdade. Ele fala: "Flávio, eu tinha proposta para ganhar algumas dezenas de milhões de reais na iniciativa privada eh a eh se se eu, se eu não fosse paraa política". E é verdade, é verdade. Então ele foi para uma missão. É sim um uma dedicação pessoal, eh um desgaste para todo para sua família também, porque quem quem quer trabalhar sério na política, isso acontece, é muita cobrança, eh você não tem privacidade, enfim, tudo que você faz, você respirou mais fundo, tem matéria
no jornal falando alguma coisa. Então, a gente tem que ser sim muito grato ao Tarcísio por ter se dedicado a isso, por mais uma vez estar se colocando a cumprir mais essa missão de de ir para uma para uma reeleição no governo de São Paulo como uma pessoa importante no nosso grupo. E aquilo que eu sempre disse também, Paulo, é fundamental o estado de São Paulo paraa nossa estratégia nacional de eh ter uma vitória em relação ao Partido das Trevas. Então, e tem vários outros exemplos como esse dos outros estados que a gente precisa ficar
aqui detalhando, mas eu tô muito feliz com com o caminho que as coisas estão seguindo e as pessoas cada vez mais percebendo também, não só nós estamos nos integrando, mas as pessoas percebendo que nós estamos nos integrando. E mais uma vez respeito muito o tempo de cada um, mas eu vou sempre buscar essa unidade, seja agora, seja lá no meio da eleição, no segundo turno que seja, se tiver no segundo turno, porque eu acredito que o governo Lula tá tão desgastado, é uma há uma fadiga, há uma uma clareza na cabeça das pessoas. Paulo de
muita gente que em 2022 não votou no Lula, né? Por alguma razão votou contra o presidente Bolsonaro. Grande parte dessas pessoas já se arrependeram. E o que mais a gente vê até nas redes Sociais de pessoas simples, né, que estão ali colocando o seu dia a dia no Instagram, numa rede X, no YouTube, criticando, pô, votei, já votei do lado de lá, mas agora não me engana mais. Isso que acho que vai acontecer no Brasil todo, especial no Nordeste. E as pesquisas já mostram isso, um derretimento do Lula no Nordeste e cada vez mais a
consolidação, não apenas do Bolsonaro, mas desse projeto, porque o Brasil vai escolher dois caminhos, o da prosperidade com a gente ou o de pular do precipício em para-quedas com o com o Lula. Eu acho que essa eleição vai vai ser sobre isso. Portanto, minha convicção de que assim uma chance real de que o brasileiro deu um basta em Lula e no PT de uma vez por todas, já no primeiro turno da eleição desse ano. Bom, eu tinha muitas perguntas ainda, eh, inclusive sobre a questão da própria corrupção e como é que isso vai afetar o
governo Lula, STF, etc., mas eu sei que a tua agenda agora tem um encontro com mais um shake. Eh, então agradeço mais uma vez aqui a a participação. Quem sabe a gente ainda conversa nessa viagem. Vamos conversar, Paulo mais uma vez. Muito obrigado por estar com a gente aqui. Um abraço a todos aí no Brasil. Muito em breve vamos estar juntos aí mais uma vez para resgatar a nossa democracia e recolocar o Brasil no caminho da prosperidade. E os vermelhos tentaram, tentaram mesmo, a gente vai chegar lá na tentativa real de tirar os vermelhinhos das
páginas policiais. Globo, Metrópolis, G1, Metrópolis, Valor Econômico, Estadão, Diário do Poder, não deu, né? Mendonça autoriza nova investigação de Lulinha e Polícia Federal se acesso ao gabinete presidencial. Meu Deus, meu Deus, meu Deus, meu Deus. Como assim? Como assim, Lula? Gabinete presidencial. Aí saíram aí várias notícias, só que a gente tem que falar sobre isso. Foi uma coincidência divina o Mendonça poder ter tomado esta decisão, porque a turma que gosta de fazer o L, hum, eles tentaram tirar essa decisão das mãos do Mendonça, mas vamos por partes. Após a decisão, já começou o choro. Verá
Magalhães ali, né, disse que, por óbvio, essa investigação preocupa o Lula. Certamente essa notícia não vai ser bem recebida no Palácio do Planalto. questionado, ele provavelmente vai repetir essa fórmula, vai repetir algo do gênero, mas nos bastidores é tido com grande preocupação esse eh essa decisão é vista com grande preocupação, porque pode gerar fatos novos que podem vir à tona no meio da campanha a respeito do envolvimento dele com o careca do INSS dele ou da sócia e outras questões ligadas a esse esquema de desvio de recursos de aposentadorias e pensões. Então, uma má notícia
pro presidente Lula é capaz de que isso deflagre no PT. É lógico que o Lula não vai vestir essa carapuça e passar esse recibo, mas o PT talvez avente a possibilidade de o Ministro André Mendonça ter agido para prejudicar o presidente Lula pelo fato dele ter sido um ministro nomeado pelo Jair Bolsonaro e vai aumentar a cobrança em cima dele para que, por exemplo, abra uma investigação contra o Flávio Bolsonaro no caso do Dark Horse, que é ligado ao caso do master, do qual ele também é relator. Ele é relator dos dois inquéritos, do inquérito
do INSS e do inquérito do caso Már. Já faz alguns meses que veio à tona a troca de mensagens entre o o Daniel Vorcaro e o Flávio Bolsonaro, que o Flávio Bolsonaro pessoalmente pedindo recursos do master para execução desse filme. E até aqui não tem uma investigação formal ligada ao Flávio Bolsonaro. Tem várias outras investigações do caso master, mas não uma desse caso Dark Horse Flávio Bolsonaro. Então, agora que ele autorizou a abertura formal de uma investigação em relação ao Lulinha no inquérito do INSS, essa cobrança por uma investigação sobre o Flávio Bolsonaro, não tem
nenhuma investigação no Flávio Bolsonaro, né? Pera aí, não tem não, né? Ana Magalhães, ela tá falando na CBN. Eh, ela tá falando na CBN. Ela tá falando na CBN. Deixa eu ver aqui. CBN é Globo. Ela ela falando que não tem, né? Ela tá falando que não tem. Ela estava ao vivo na CBN. CBN Dark Rossman autoriza investigação da PEV sobre repasses do mar até o filme 23 de julho. Ela não é burra, ela não é desenformada, né? Cachorragem. Cachorragem. Essa vozinha aí. Vocês não abrem a boca para falar dos desmandos e a perseguição que
o bolsonarismo sofre. Eu espero que vocês sofram em vida, porque o lugar de vocês no inferno está guardado. Ai, aí começou agora de manhã. Ministros do Supremo, obviamente vocês sabem quais, monitoram atuação de Mendonça na nova investigação contra a Lulinha. Por quê? Alguém tá monitorando a atuação do Dom Pedro I na nova investigação contra Flávio Bolsonaro com Bolsonaro. É a turma de sempre. É a turma de sempre. Eles eles agora v fazer o quê? Vamos perseguir o Mendonça. Ministros do Supremo seguem atentos à atuação de Mendonça, no caso que investiga o Lulinha, suspeito de tráfico
de influência e corrupção. Na avaliação do Supremo é que o ministro tem atuado com prudência, respeitados pedidos feitos pela PFPGR. Essa postura é vista como forma de blindagem contra eventuais acusações de uso político do processo com aproximação da campanha eleitoral. Se Mendonça seguir tomando decisões calçadas em pedidos da PGR e da PF, estará bem coberto. Resumiu um colega. Pois é, o Mendonça tá sendo muito inteligente para andar pano pra manga, porque o Mendonça sabe, e ele falou isso na cara de seus coleguinhas, ele falou na cara, sabe que tem gente tentando melar, melar as investigações.
A movimentação do Supremo acontece em um contexto delicado e com o potencial de trazer impactos para a reeleição do Lula, a depender dos desdobramentos do caso. Já estão criando um cenário para tentar falar que o Mendonça é parcial. Vamos ver. Não acho que o Mendonça vai para cima de ninguém sem provas na se liberar e tiver prova, eu quero ver o que que vocês vão fazer para justificar as provas. A turma da defesa do Mendonça, eu nem coloquei aqui em vídeo porque não não bateu na minha, sabe? Não sei não, não fez sentido. Mas agora
parando para pensar, a defesa do Lulinha falou que isso daí é motivo para criar uma pesca probatória. Bom, quem não deve não teme. Uma pesca probatória só funciona se tiver o que achar. Não é assim que funciona as coisas? Se o Lulin é santo, ainda que faça uma pesca probatória, não vão achar nada. Eu disse que foi fato que os vermelhinhos que gostam de fazer o L realmente tentaram e deu errado por interferência do divino. E mais uma nota também tentando dizer que o Mendonça teria talvez uma motivação política. PF tentou driblar Mendonça, no caso
Lulinha e não para por aqui não. Além dessa não tem uma coisa muito pior. A PF tentou dar um drible no Mendonça e retirar de sua batuta as investigações envolvendo o Lulinha. Que que aconteceu? Nas apurações do caso do INSS, cujo relator é Mendonça, os investigadores descobriram as ligações de Lulinha com o careca do INSS. E lá no meio estava também uma suspeita de tráfego de influência do gabinete. Ah, desculpa. Tráfico de influência do filho do presidente Lula a favor do Cana de Biol junto ao ministro da saúde. Careca do INSS chegou a levar Lulinha
numa viagem a Portugal sobre o tema. Sem consultar Mendonça, ó o drible. A PEF decidiu que Lulinha merecia um tratamento especial e aí olha o timing. Enviou para a presidência do Supremo um pedido de abertura de inquérito sobre um novo relator. Não menos, só vamos pedir um relator novo. Manda pra presidência do Supremo. Só que o time é tudo. Por quê? Quem é o presidente do Supremo? Em tese o Faquim. Mas até o Faquim tira férias. Nas férias do Faquim, quem assume o posto é o Dom Pedro I. Então, a PF mandou pro Dom Pedro
I para sortear de novo. Aí Dom Pedro I mandou pro Paulo Resolve, que não foi contra. Escolhe o novo relator aí, pô. Paulo resolve tá junto. E aí o inquérito de Lulinha partiu para um sorteio por aquelas ironias do destino. O sorteado foi o próprio Mendonça. O drible quase funcionou. Dá para vocês isso? O time, né? Faquim fora. Paulo resolve como sempre resolvendo e o drible quase funcionou. Os embates entre a PF e Mendonça nas investigações do NS não vem de hoje, mas chegam ao ponto mais tenso do jogo. Já foram trocados pela cúpula da
instituição três delegados que conduzem o caso e um perito. Pessoas que acompanham o assunto de perto dizem que são evidências de pressão política, mas a PF nega. Menos fez uma reclamação formal sobre a amorosidade das apurações, a falta de informações sobre o caso nos autos e cobrou imparcialidade. Recebeu um relatório de oito páginas e voltou a protestar. Aí o que diz agora Raquel Holandinho, ol, a PF reagiu, enviou um pedido à AGU para que encontre um remédio jurídico para frear atuação do Mendonça. E o que considera uma interferência na autonomia da PF. Mendonça foi indicado
para o Supremo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Aí ó, já tá dizendo, ó lá, ó, ó lá, ó. Mendonça é bolsomínio. O jogo é pesado, envolve o filho de Lula que é candidato à reeleição. E vale lembrar o pleito Ocorre em outubro. O Flávio, filho de J Bolsonaro, é o principal candidato da oposição. Lulinha é santo, né, Raquel Landinho? Que história é essa aí da GU? Quem não deve não teme, né? Eu acho que a turma vermelhinha tá passando vários recibos que estão preocupados. PF aciona governo contra medidas de Mendonça, no caso INSS, que envolve Lulinha.
Que que aconteceu? Semana passada, PF acionou a GU, a turma do Messias, né, contra medidas impostas pelo Mendonça, que aumentaram o controle do caso que investiga as fraudes nos descontos no INSS. As investigações sobre o caso envolvem o Lulinha, filho de Lula, que também se tornou alvo de inquérito sobre outro tema sobre suspeita de tráfico de influência em atuação por comércio de can de Biol. Luce Lulinha agora tem dois inquéritos. O objetivo do órgão é que a AGU encontre algum remédio judicial para rebater a determinação de Mendonça, para que todos os atos da apuração sejam
imediatamente juntados ao processo que tramite em seu gabinete. Deste modo, essas informações não poderiam passar mais por outros departamentos da PF, como a coordenação de repressão, a corrupção, crimes financeiros e lavar de dinheiro. O que que isso significa em termos práticos? Quem vai explicar isso? Até o Mário Sabino. Não dá para filtrar o que vai chegar o Mendonça. Se fez qualquer coisinha, insere aí no inquérito, viu? Coloca aqui no processo. Ah, não, não, não, não. Deixa que o Mendonça julga se é importante ou não. Aí a turma não gostou não. A turma da PEF não
gostou não. Perderam autonomia. Mendonça também determinou que qualquer afastamento de policiais da equipe de investigadores seja comunicado previamente a ele e que a remessa de todas as extrações de dados sejam enviadas ao gabinete no meio das apurações com a ferramenta de análise da PF. Hoje, no alto da minha insignificância, porque eu sou insignificante em termos jurídicos, eu tenho eu tenho um conselho muito, não é um conselho não, eu tenho uma, não sei também se é só, é mais do que uma dica, mas não é um conselho. Eu tenho algo a dar pro Mendonça para dar
substância a próxima decisão dele e colocar nos autos, que vai ser assim, ó, irrefutável. Ninguém vai poder questionar, pelo menos essa questão que envolve afastamento de policiais. Eu acho que o Mendonça nem deveria, nem deveria falar que ele quer ser comunicado. Ele tem que falar que não pode mudar nada e acabou. Nem férias pode tirar. Ele tem base jurídica para isso. Eu vou dar pro Agora tem uma palavra. Eu vou dar paraa Mendonça o precedente. Mendonça, vou te dar o precedente. Ninguém da imprensa vai conseguir te vai conseguir te criticar. Eu vou dar, tô prometendo.
Nos bastidores, pessoas com acesso à cúpula da polícia Classificar as medidas como intromissão do magistrado na gestão de suas equipes e uma violação às competências do órgão. A decisão de compartilhar os dados diretamente com o gabinete também foi vista como um sinal de uma possível desconfiança do ministro em relação à imparcialidade da PF na condução do caso. O investigador ligado às apurações disse que se Mendonça avalia que a perseguição ou proteção a alguém, alguma irregularidade, ele deve formalizar isso no processo e não encontra uma instituição por uma suspeita genérica. Eu vou te dar, Mendonça, o
precedente jurídico. Eu vou dar, prometo. Chegaremos lá. Vamos falar aqui no Mário Sabino, uma análise de um jurista. A gente a gente vai chegar lá. Oo Sabrino escreveu sobre casa, tá sempre tomando lado do André Mendonça, acho importante, né, encontrar ecoa aí na imprensa, a defesa do certo. Lulin NSS, Mendonça versus Polícia Federal. Mendoncinha, relator da Farra no INSS, está desconfiado que a PF faz corpo mole na investigação sobre a suposta participação de Luliano no escândalo. A suspeita é que o filho do presidente da República seria sócio oculto do careca do INSS. O Menonça está
tão desconfiado e irritado que mandou que todos os atos de investigação sejam imediatamente juntados ao processo comandados por ele. Desse modo, fica muito mais difícil para a PF selecionar o que será enviado ao gabinete do ministro. Esquece pra de selecionar, manda tudo. Além disso, Menosa fez saber que o afastamento de policiais da equipe de investigação lhe deve ser comunicado previamente com as devidas justificativas. Jornalista Constância Rezende informa que contrariada com o controle exercido pelo ministro, a PEF acionou a GU contra as decisões de Mendonça, que é um remédio judicial para confrontá-las. Aqui tem uma coisa
importante, mais uma vez que vem na linha do que nós comentamos no vídeo de ontem sobre o embate supremo versus TSE. Quem foi a jornalista da Folha que publicou essa nota? Constância Rezente. Constância Resente. Veja, a Luía Martins, ela não consegue dialogar, ela nunca traz bastidores da ala que quer investigar alguma coisa nesse país. Luía Martins só tem bastidores da ala ligada a Gilma Mendes, Flávio Dino, Dom Pedro I, a ala pró censura, pró-tirania, pró ditadura. Só é incrível. Toda vez que tem alguma nota importante de relevância nacional envolvendo o judiciário e não é dessa
aula, a Luía Martins nunca tá presente, ela vai ficar [ __ ] comigo. Eu tô assistindo dia que vai dar é ruim ficar explicando nesse pessoal, né? Mas só isso mesmo. Igual Danela Lima, que que eu posso fazer? É porta-voz, não é? Não é jornalista. Dos bastidores pessoas com acessoam a cúpula da polícia. Aí só repete que tá na nosa, né? a classificar as medidas como a introdução do magistrado na gestão de suas equipes e uma vialuação às competências do órgão. Também nos bastidores, uma parte da peste jura de pés juntos que Lulinha segundo a
alma mais honesta do país. A primeira é o pai dele, né? Parêntese. Este colunista se pergunta se a PF ousaria acionar a AGU se o ministro que tivesse tomado essa decisão fosse Dom Pedro I Gilma Mendes. Fecha parêntese. Óbvio que a PF não ia fazer. O que se pode dizer com certeza é que não apenas Mendonça está desconfiado, irritado com andamento das investigações sobre um dos escândalos mais imorais da história da República. Os brasileiros com mínimo de decência, ainda são muitos, acham que não pode haver nem sequer resquício de impunidade para todos, todos os responsáveis
pela roubança que sangrou milhões de aposentados e pensionistas diretamente das suas contas bancárias. Força, ministro. Aí o Eno compartilhou a da Constância e diz assim, ó, prezado senor André Mendonça, tá fazendo uma cobrança o Mendonça, né? Eu não vou fazer cobrança ao Mendonça, tô mostrando a cobrança dele. Eu vou ajudar o Mendonça. O que falta para você abrir investigação sobre essas interferências na investigação das fraudes do INSS? Eu nunca vi a PF acionar a GU para questionar decisões judiciais, inquéritos no Supremo. Inclusive, a GU não tem o menor papel nesse inquérito. Aliás, até hoje a
cúpula da PF aceitou calada todas as determinações exóticas do Dom Pedro I. Agora, quando as questões começam a chegar ao filho do Lula, a cúpula da PF quer se rebelar contra o relator do inquérito. Já esqueceu o ministro que houve troca de delegados nesse caso? Já esqueceu, ministro, que o Ministério da Justiça tentou retirar policiais federais lotados no seu gabinete? Você já tinha ameaçado abrir esse inquérito? Cumpra essa parte assim, ó. Eh, e não não tá errada assim que a cúpula da PF aceitou calada. Isso aí meio que sim, só não dá para falar. Essa
frase não tá errada. Estaria errada se falar assim que nunca houve boatos, notas ou comentários informais sobre as decisões exóticas. Porque comentários informais, né, que de forma reservada e privada já ocorreram. Mas vamos lá. Falei que dar o presidente por Mendonça e está aqui. 24 de abril de 2020, o dia que Sérgio Fernando Moro saiu do governo Bolsonaro, né, numa tentativa de golpe de estado, direcionando o inquérito das fake news para cima da direita. O que Dom Pedro I fez naquele dia? Ele não baixou uma determinação como a do Mendonça, dizendo: "Ó, me informem e
me justifiquem qualquer mudança." Não, ele foi muito além. Ele determinou que a PF mantenha delegados na apuração de fake news. Não se mexe nessa equipe. Tá ali, ó. Além dos casos de fake news contra ministros da corte, as investigações também apuram as manifestações contra a democracia. E 33 dias depois, 33, ol, esse número era aí dos maçons, né? 33 dias depois, 27 de maio de 2020, teríamos a primeira grande busca e apreensão. Pois é, não pode mudar a equipe. Isso aqui é um comentário do Pedri da época. Eu peguei aqui porque é o que tava
no vídeo da época para não deixar dúvidas sobre quem realmente interfere na PF. Dom Pedro I ordena que os delegados do inquérito não sejam trocados. Tá aí, Mendonç precedente. É só pegar a decisão. Se a imprensa quiser reclamar, primeiro questione a decisão do Dom Pedro I. E aí tem outro ponto que é o que eu falei, né? A cúpula da PEV realmente nunca acionou nenhum órgão, nem veio a público falar a diretoria. Porém, entretanto, todavia, se você volta no Tempo para 2019, e é um assunto de baixo conhecimento dentro da própria direita, eu desconheço as
pessoas que consigam contar realmente essa história, e eu sempre bato na tecla, a gente tem que saber contar a história da perseguição. As pessoas só comentam sobre a falta de distribuição do caso no Supremo, que o relator foi escolhido no Supremo. Mas as pessoas não comentam, você não encontra editoriais sobre isso, você não encontra pessoas da direita falando sobre isso, políticos, jornalistas, comunicadores, o que você quiser. Falando disso daqui, ó. Delegados da PF apontam anomalia no inquérito das fake news contra o Supremo. 16 de abril de 2019. com inquérito recém-aberto, olha o que que essa
nota dizia. Delegados da PF, ouvidos reservadamente pela reportagem, apontam uma anomalia no inquérito que apura supostas fake news contra ministros. Segundo os delegados, não houve livre distribuição do caso. O responsável pela investigação foi escolhido pelo Dom Pedro Ters indicação do diretor geral da PEF em exercício, Disney Rosset. Em exercício, porque o o Maurício Valeixo estava, sei lá, de férias ou alguma coisa dessa. Ele não tá, ele tava com interino o Rosset. Ministros da corte, consultados pela reportagem argumentam que inquérito é presido por Dom Pedro I nos termos regimentais da Corte e não pelo delegado da
PF. Em 19 de março, Dom Pedro I Compôs a equipe para apurar o caso, design o delegado federal Alberto Feira Neto, chefe da delegacia especializada em repressão a crimes fazendários, por indicação do diretor da PF em exercício, o Dígne Rosset, para auxiliar nas investigações. Ordenou o ministro. Na avaliação dos delegados, o inquérito descumpriu as regras da administração da Polícia Federal. Cadê aqui agora as críticas? autonomia da instituição, da corporação. O correto para os delegados seria que o caso tivesse sido enviado a corregedoria da PF, que por sua vez distribuiria o caso à delegacia competente. Lá
o delegado chefe apontaria o responsável pela investigação. Melhor não. Tô aqui pensando, sabe o Dr. Mistério lá da Marvel que ele fala lá no Vingador, né? Ele para e em 3 segundos analisa 7 milhões de cenários diferentes. Só só um, né? Eles vencem. Então aqui o único cenário que eu não me dou mal é ficando calado. Eu ia falar uma coisa, mas ainda acho que é é melhor deixar para lá. Delegados ouvidos pela reportagem destacam que Alberto Ferra Neto é idôneo, ótimo, já fez boas investigações. Os delegados reclamam do fato do caso não ter sido
distribuído livremente. Segundo a norma interna, as comunicações de crime dirigidas a unidades centrais, depois de protocoladas, serão encaminhadas à corregedoria geral da PF para análise e remessa à unidade competente. E esse caso ainda muito mais profundo, tem muito mais coisas, principalmente depois do 24 de abril e dá para voltar uns anos antes, 2016. Tem alguns eventos importantes, eventos importantes relacionados em cada das fake news em 2016.