o Olá vamos a continuidade hoje a nossa discussão do Capítulo 1 da mercadoria no qual Marx está tentando pensar o que torna as mercadorias portanto os produtos do trabalho humano equivalentes entre si quando entram no mercado Marcos começa o item 2 e titulado o duplo caráter do trabalho representado nas mercadorias fazendo um pequeno resumo do que Ele discutiu no e tem um ele vai dizer inicialmente a mercadoria apareciam como valor de uso e valor de troca mais tarde mostrou-se que também o trabalho é na medida em que se expressa no valor já não possui os
mesmos traços que ia ficar bem como produtor de valores de uso portanto no ato de converter os produtos do Trabalho em mercadoria fica em enésimo plano os trabalhos concretos portanto trabalhos específicos depositados na mercadoria e o que passa a valer é aquilo que o Marcos vai chamar por trabalho abstrata relé Geral de trabalho Portanto o tempo de trabalho socialmente necessário que foram para incorporado em determinada em determinado o valor de uso em determinado produto que vai ser transformado em mercadoria o Marco de parque neste de duas mercadorias básicas o casaco e o vinho a fim
de demonstrar o que faz dos dois valores de uso de qualidade distinta uma vez que casaco não é igual alinho né importante eles têm uma qualidade distinta O que faz de dois valores de uso de qualidade distinta iguais enquanto mercadorias com a mesma expressão de valor Portanto ele já começa a abordar aqui como é que trabalhos concretos são reduzidos a trabalho abstrata trabalho social geral este esforço conduz de imediato ao tratamento por parte de Marx de duas questões intimamente ligadas de um lado o processo de trabalho de outro o processo de trabalho como produtor de
coisas úteis trabalho útil é impossível a realização da produção o filme determinado processo de trabalho para realizar a produção de qualquer objeto é necessário que se utilize ferramentas adequadas o tempo adequado o material adequado porque se você não utilizar o material adequado a ferramenta adequada você terá um dispêndio a mais de energia física e mental para realizar aquele trabalho trabalho o útil para o Marcos lembrando mais uma vez é aquele trabalho que contém os testament necessário para ser produzido não está em Pauta que esse indivíduo trabalho com mais rapidez ou com menor rapidez o que
está em Pauta o que está no foco do Marco é o fato de que dada certas condições de produção é possível se trabalhar realizar uma mercadoria de uso em um tempo x determinado Olá neste momento portanto não está colocada na análise do Marcos ainda aí a investigação do trabalho excedente não pago portanto aquele trabalho que vai produzir mais-valia seja ela mais-valia absoluta ou a mais-valia relativa a essa tarefa de investigar o trabalho excedente investigar a mais-valia o Marcos vai se dedicar nos Capítulos posteriores do Capital assim como do conjunto da sua obra o Mack parte
Como já dito anteriormente de duas mercadorias básicas o casaco eu venho ele vai dizer o casaco é um valor de uso que satisfaz uma necessidade específica para produzir é necessário um tipo determinado de atividade produtiva a qual é determinada pela sua finalidade modo de operar objeto meios o resultado o trabalho cujo tividades representa no valor de uso de seu produto uma vez que todo o produto do trabalho vai cumprir determinadas finalidades que serão descobertas historicamente pelos homens né o trabalho cujo tividade te representa no valor de uso de seu produto ou no fato de que
seu produto é o valor de uso chamaremos aqui trabalho útil portanto trabalho útil é aquele que vai ser realizado dentro das condições objetivas possíveis e das condições que se abre no interior de uma sociedade no momento da do estádio de desenvolvimento produtivo atingido por aquela sociedade e ainda que o processo de trabalho se mostre uma necessidade específica para o Marques vai observar que na sociedade capitalista né que vai observar que este processo de trabalho e não se restringe a sociedade capitalista toda a sociedade é marcada por um determinado o processo de trabalho O que Max
vai analisar posteriormente é que esse processo de trabalho na sociedade capitalista ele está voltado a produzir mais trabalho a produzir excedentes portanto a produzir trabalho social não pago portanto a importante observar que a história da humanidade é uma história marcada por uma diversidade de processos produtivos é uma é um desenvolvimento pelo qual você desenvolve você opera também com uma infinidade de processo de trabalho uma vez que o instinto os valores de uso Isso significa que eles exigiram também processos de trabalho deste o que não caráter Universal a todos os processos de trabalho segundo Marx é
um fato de que todos eles dependem necessariamente da natureza para serem realizados não tem como se realizar a transformação ou a produção por exemplo de uma xícara de Barro ou mesmo do casaco Quando pegar o exemplo do Marco produzir o casaco sem utilizar a matéria-prima que vai compor o casaco e essa matéria prima só pode ser fornecida pela natureza neste sentido ele vai dizer no item 2 cada elemento da riqueza material não fornecido pela natureza sempre teve de ser mediada por uma atividade produtiva especial direcionada ao fim que adaptar matérias naturais específicas a e portanto
que o homem ele transforma a matéria-prima das fornecidas pela natureza ele não muda a natureza dessa matéria-prima mas ele transforma a forma desta matéria-prima ele não vai mudar a natureza do barro mas ele transforma o Barro em uma caneca ele não vai mudar a natureza do algodão mas ele vai transformar o algodão em casaco o que não significa dizer que o casaco deixou de ser de algodão como criador de valores de uso como trabalho útil o trabalho é assim uma condição de existência do homem Independente de todas as formas sociais eterna necessidade natural de mediação
do metabolismo entre o homem EA natureza e portanto da vida humana por outras palavras não tem como se falar em fim do trabalho uma vez que independente do modo de produção no qual os indivíduos estão inseridos e sempre terão que estabelecer mediações as suas energias físicas e mentais com a natureza deste modo continuou marcas os valores de uso os corpos das mercadorias Lembrando que os corpos das mercadorias para o Marco suas propriedades específicas contidas em cada mercadoria e portanto contido em cada valor de uso os valores de uso os corpos das mercadorias são nexo de
dois elementos matéria natural e trabalho ou seja são o resultado da unificação de dois elementos Primeiro as matérias-primas fornecidas pela natureza segundo o trabalho de feixe de energia física e mental vai transformar estas matérias-primas dando a elas uma forma útil para os homens e subtraindo-se a soma total de todos os diferentes trabalhos úteis contidos ainda terminado o produto do trabalho exemplificadas por Marcos no caso do casaco e do Minho O que resta é um substrato material para ter uma base material né que existe na natureza sem interferência da atividade humana e o produzir o homem
pode apenas alterar a forma das matérias ele pode transformar o algodão em fio e de fio em casaco mas ele não vai mudar a natureza do algodão ao produzir o homem pode apenas alterar a forma das matérias mas ainda nesse mais ainda nesse próprio trabalho de Formação ele é constantemente amparado pelas forças da Natureza e por que que ele amparado pelas forças da natureza porque ele vai utilizar propriedades da natureza para por exemplo é moreno trigo Você tem o trigo em grão Ele vai construir um Moinho vai construir um Moinho ao ao lado de uma
queda d'água de tal modo que ao girar o moinho vai triturar o trigo ou então ele pode construir um Moinho a vento e ao girar a paz do Moinho este Moinho vai também é aquela matéria prima vai triturar do Trio então homem não se apropria apenas da natureza e também vão utilizar as forças da natureza para modificar a forma das matérias-primas sobre a qual ele vai operacionalizar o teu trabalho é desse próprio trabalho de Formação ele é constantemente amparado pelas forças da natureza Portanto o trabalho não é a única fonte dos valores de uso que
ele produto a única fonte da riqueza material o trabalho é o pai da riqueza material Como diz William Petty e a terra é a mãe essa referência do Marcos a unha Pet em razão de que o Marques assim como índios consideram que William Petty é o verdadeiro fundador da economia política moderna nessa passagem máquina está fazendo na verdade uma homenagem a Pete pelo fato de que o pet ele encaminhou a sua reflexão para compreender a questão do valor a questão do valor trabalho uma passagem do Windows no antijurídica e podemos resgatar aqui diz o seguinte
por exemplo e antes de ouro escrito pelo Windows É bom lembrar isso né Win Duos note Win Pet e traça uma análise perfeitamente Clara e exata da magnitude do valor das mercadorias ao esclarecer a magnitude e intuitivamente primeiro com equivalência de metais preciosos e trigo quem canal a mesma quantidade de trabalho anuncia a primeira e última palavra teórica acerca do valor dos metais preciosos porém proclama ao mesmo tempo com a mesma precisão e alcance geral que os valores das mercadorias que medem por trabalho igual portanto por trabalho abstrato e deu essa referência que o Marcos
está fazendo aqui ao Pet é para resgatar a importância deste Pensador para o desenvolvimento da teoria do valor o Max sempre vai dizer que teórico antes dele tiveram a por favor mas não chegaram aprofundar essa reflexão a respeito do valor no item 3 dupla do capítulo primeiro e vai falar inclusive de Aristóteles que se debruçam sobre a questão dos equivalentes mas por viver em uma sociedade onde a escravidão era a o motor da sociedade não chegou a problematizaram adequadamente a questão do equivalente mesmo virou as costas para a questão do equivalente considerando que era um
absurdo o que coisa diferentes pudessem ter o mesmo valor a fita de breve parêntesis a respeito de William Petty né vamos dar continuidade ao raciocínio que o Marcos vai apresentando no item 2 do capital e é importante observar que Marques vai passo a passo aprofundando a sua reflexão não dá para entender o capítulo pegando Apenas Um item dois muito menos entender o capítulo um pegando apenas o item 1 e assim por diante nesse sentido o Max conclue com o reconhecimento de que casaco e Vinho são valores de uso de qualidades distintas uma vez que resultam
também de processo de trabalho de sinto tão resultantes de processos de trabalho diferentes e a exatamente a diferença de suas qualidades que torna possível converter esse Mercador ISO uma vez que nem em troca lhe opor vinho ou casaco por casaco ninguém troca algo idêntico Tá certo em valor de uso não se troca uma caneca amarela a caneca amarela igual só se troca uma caneca amarela por um produto ou por uma outra caneca e seja distinta mas Idêntica isso não é a base para se compreender quanto vale a caneca é necessário que você tenha um parâmetro
de algo distinto para estabelecer o valor daquilo que você está transformando em mercadoria um outro alimento acrescentando por Max neste item na análise é que a produção de mercadorias só é possível ave onde se atingiu um certo grau de desenvolvimento da divisão social do trabalho O que é lógico porque é somente a partir do momento em que o trabalho começa a ser efetivamente dividido no interior de um agrupamento social se torna possível a produção do excedente e portanto a transformação do excedente em valor de troca por tanto a transformação do acidente em mercadoria tão divisão
para dizer um marca tão divisão portanto tal divisão social do trabalho é condição de existência da produção de mercadorias embora esta última não seja a condição de existência da divisão social do trabalho com isto marca quer dizer o seguinte você pode ter a divisão social do trabalho sem que os produtos do trabalho sejam convertidos em mercadoria podem ser consumido é do mesmo agrupamento social no interior de uma mesma comunidade de indivíduos né Lembrando que comunidade aqui no sentido do Marcos é de que ainda não existe as divisões de classe da antiga comunidade indiana o trabalho
é socialmente dividido sem que os produtos retornem mercadorias aqui o Marcos está exemplificando a sua afirmação E aí vai desenvolver muito essa ideia do trabalho sem ser mercadoria em um dos Capítulos dos grundrisse intitulado formas que precedem a produção capitalista é um capítulo que pode ser encontrado em português em uma edição chamada formações econômicas pré-capitalistas que contenham longo prefácio do Eric hobsbawn um livro foi publicado há muitos anos atrás pela Editora paz e terra e vai vibrar antecipando aqui a passagem que fecha o item 2 deste item 2 do capítulo 1 que o Max né
para o Max todo trabalho é por um lado dispêndio de força humana de trabalho e sentido fisiológico e graças a essa propriedade de trabalho humano igual ou abstrato ele gera o valor das mercadorias por outro lado todo trabalho é dispêndio de força humana de trabalho numa forma específica determinada a realização de um fim nessa qualidade de trabalho concreto e útil ele produz valores de curso não tem como marcas vai progressivamente articulando todas as categorias que ele apresenta trabalho trabalho o útil valor valor de troca valor de uso porque o mar que sempre está trabalhando no
plano da totalidade não se compreende a produção e se você simplesmente separar os momentos em enquanto momentos distantes você tem que articular cada momento mostrando que eles formam um complexo que eles formam uma totalidade assim apesar de constituir atividades produtivas qualitativamente distintas os valores de uso são antes de tudo despende o produtivo de cérebro músculos nervos mãos etc humanos e nesse sentido São trabalho humano formas diferentes de despender força humana de trabalho na medida em que as mercadorias não podem existir por vontade própria é isso significa segundo Marx que o valor da mercadoria representa unicamente
trabalho humano dispêndio de trabalho humano portanto Se quisermos compreender o que é a mercadoria temos que compreender a forma a substância de valor portanto a substância que forma o valor que é o trabalho isso não quer dizer que Marques esteja menosprezando o valor de uso e valor de troca Mas o mais importante para ele é desvendar no interior da análise como essas duas categorias valor de uso e valor de troca são mediações fundamentais para apreensão do valor das mercadorias embora alfaiataria e Tecelagem envolvo processo de trabalho pelos quais se produz coisas diferentes e os trabalhos
eles são qualitativamente distintos mas parei feita da sua conversão em mercadoria eles têm que ser igualados por uma medida e essa medida é o tempo tempo de trabalho socialmente necessário para produzir os é e é portanto enquanto produto do trabalho que as mercadorias se apresentam para a troca e se apresenta enquanto valores de determinada grandeza portanto resultado de dispêndios distintos e força de trabalho serão medidos Pelo Tempo São resultado do trabalho mais produzidos em tempos de trabalho de instinto se você produz por exemplo um casaco em meia hora e você produz os 100 metros de
vinho em uma hora significa que para você ter uns cem metros de linho Você vai precisar cd2 casaco uma vez que dois casacos vão envolver uma hora de trabalho então você igual a uma hora a uma hora o repórter essa compreensão não é Marcos reforça essa compreensão ao afirmar alfaiataria e Tecelagem são elementos formadores dos valores de uso casaco é vinho precisamente devido às suas diferentes qualidades constitui substâncias do valor do casaco e do valor do vinho apenas na medida em que se Abstrai Ou seja que se não tenha em consideração suas qualidades específicas e
ambas possuem a mesma qualidade a qualidade de trabalho humano ou seja no ato da troca não está em pauta para que serve o casaco para que serve o linho o que está em pauta é apenas o Quantum de trabalho socialmente necessário que foi materializado no casaco e o Quantum de trabalho socialmente necessário que foi materializado no rim A análise deste item dois Portanto o foco do Marcos não é o trabalho concreto trabalhos específicos que são materializados em um determinado valor de uso o trabalho de especial o foco dele tá certo é exatamente pensar o valor
E para isso se faz necessário reconhecer que as mercadorias se tornam equivalentes na medida em que são reduzidas no ato da troca a Geleia Geral de trabalho a tempo de trabalho social médio nas palavras de Marx abstraindo-se da determinar na determinidade da atividade produtiva ou seja abstrair-se das qualidades próprias contidas no valor de uso e portanto do caráter útil do trabalho resta o fato de que ela a mercadoria é um de espelho de força de trabalho humana então não está em Pauta as propriedades da caneca no está em Pauta as propriedades do casaco ou as
propriedades domingo Tu tá em pauta é o quanto de tempo de trabalho socialmente necessário foi preciso materializar no casaco e não veio assim como na infinidade de mercadorias que existem eu posso resistir neste ponto da análise Marco se depara com um aparente problema nem todo trabalho na sociedade é trabalho desqualificado é trabalho simples existem trabalhos mais complexos que exigem um certo grau de qualificação como estabelecer então o tempo de como estabelecer então o tempo de trabalho social médio que permite a redução dos produtos do trabalho a valores se certos trabalhos são complexos de trabalho são
simples a resposta do Marques será bastante objetiva trabalhos complexos nada mais são do que a síntese de uma multiplicidade de trabalho simples o gato assim desmarque é por todo o reconhecer que o trabalho humano é apenas dispêndio o que o trabalho humano nada mais é do que despende da força de trabalho simples que em média toda a pessoa comum sem qualquer desenvolvimento especial possui em seu organismo corpóreo o trabalho simples médio varia seu caráter em diferentes países e épocas culturais Porém é sempre dado em uma sociedade existente o trabalho mais complexo vale a pena como
trabalho simples potenciado ou antes x de modo que uma quantidade menor de trabalho complexo é igual a uma quantidade maior de trabalho simples e desse modo mesmo que uma mercadoria seja o produto do trabalho mais complexo seu valor a equipada ao produto do trabalho mais simples e desse modo representa ele próprio uma quantidade determinada de trabalho simples as diferentes proporções em que os diferentes tipos de trabalho são reduzidos ao trabalho simples como sua unidade de medida são determinadas por meio de um processo social que ocorre pelas costas dos produtores Eles parecem assim ter sido legados
pela tradição o mar que você quer dizer o quê com isso que os homens fazem esta separações entre trabalho simples e complexo essas equivalências sem perceberem no entanto que estão fazendo mas para realizarem as trocas eles precisam fazer essas equivalências eles vão estar por exemplo ou trabalho de um artesão ele vai ah ah ah um trabalho simples realizado por vários funcionários que vão resultar no mesmo tempo útil no mesmo produto simplesmente é isso que ele está dizendo que você não vai fazer uma medida de valor para trabalho complexo e que você não vai fazer uma
medida de valor para trabalho simples você vai reduzir todo trabalho simples todo trabalho complexo a um conjunto uma quantidade a correspondente de trabalho simples ou considerar que um conjunto de trabalho simples equivale a um certo tempo de trabalho complexo o distinto são os ângulos sobre o qual se manifestam os produtos do trabalho quando se observa enquanto valores de uso o enquanto os valores mercadorias nesse sentido observar vai observar o Marcos né que se em relação ao valor de uso o trabalho contido na mercadoria vale a pena qualitativamente em relação a grandeza de valor portanto ao
tempo de trabalho socialmente incorporado em relação a grandeza de valor ele vale apenas quantitativamente depois de ter sido reduzido a trabalho humano sem qualquer outra qualidade e lá no primeiro momento trata-se de como e do que do trabalho aqui trata-se do seu quanto de sua duração Ok no caso da troca de mercadorias o que importa é quanto de trabalho está materializado que vai possibilitar o estabelecer a equivalência com outros quantos de trabalho que estão materializadas em outras mercadorias como a grandeza do valor de uma mercadoria expressa apenas a quantidade de trabalho nela contida as mercadorias
devem assim ser dadas em proporções distintas sempre mais embora e proporções de quintas sempre valores da mesma grandeza Você pode trocar dois casacos por 100 metros de mim são distintos no entanto o que está em pauta é que dois casacos correspondam ao mesmo tempo de trabalho que foi necessário para produzir 100 metros de vinho e dependendo do estágio atingido por pelas forças produtivas da habilidade atingida pelo Trabalhador das matérias-primas etc disponíveis pode-se produzir mais que queda social ou menor riqueza social Lembrando que riqueza social para o Marcos é a produção dos valores de uso não
tem a ver com o dinheiro a como o de dinheiro tem a ver com a quantidade de valores de uso que uma sociedade pode dispor em determinado momento quanto maior a quantidade de valores de uso maior riqueza material da sociedade porque maior é o número de pessoas que poderão consumir aqueles frutos do trabalho e dependendo do Instagram atingido pelas forças produtivas da habilidade atingida pelo Trabalhador das matérias-primas etc disponíveis pode-se produzir mais pequena social ou menor riqueza social Isto é pode resultar mais ou menos coisas produzidas pelo trabalho Marx cita como exemplo que mantendo-se inalterada
a força produtiva portanto produzidos sempre da mesma maneira de todos os trabalhos úteis requeridos para a produção a grandeza de valor aumenta com sua própria quantidade ou seja naquele tempo na produzida da mesma maneira você vai produzir centro dentro do mesmo tempo mais mercadorias a grandeza de valor aumenta no plano da quantidade uma quantidade maior de trabalho constitui por si mesma uma maior riqueza material porém destaca Marques Encerrando o item dois não se deve confundir o aumento da massa da riqueza material Ou seja a quantidade os valores de uso produzidos pelo trabalho com a grandeza
de valor E isto é o tempo de trabalho socialmente necessário materializado um determinado valor de urso o valor ele pode cair e pode ser reduzido se antes você demorava meia hora para produzir um casaco e novas forças produtivas foram desenvolvidas de tal modo que os reproduz o casaco em 15 minutos significa que o casaco vale agora metade do que ele vale antes ele contém 15 em 15 minutos você tem a redução de 30 minutos que eram necessários antes para produzir o valor Agora você tem 15 minutos tá certo agora em 15 minutos significa que você
vai produzir mais casaco ao longo do dia significa que você está aumentando a massa de valor ou seja a quantidade de valores de uso que estão sendo produzidas ao longo de uma jornada diária de trabalho e portanto é importante não confundir massa de valor com a redução do valor da mercadoria e Marcos vai explicar isso Encerrando o item dois com a seguinte passagem a força produtiva é sempre a força produtiva do trabalho útil concreto e determina apenas o grau de eficácia de uma atividade produtiva adequada ao fim num dado período de tempo o trabalho útil
se torna desse modo uma fonte mais rica ou mais pobre de produtos em proporção Direta com o aumento ou a queda de sua força produtiva e você tem mais dificuldades de produzir Tá certo não se reproduzir - valores de uso consequentemente você vai produzir menos riqueza social mas você desenvolve Mais forças produtivas você vai produzir mais valores de uso portanto mais riqueza social cresce a massa da riqueza social ao contrário por si mesmo a mudança da porta produtiva não afeta em nada o trabalho representado no valor e assim o mesmo trabalho produto nos mesmos períodos
de Tem sempre a mesma grandeza de valor o ok antes você produzir um casaco em meia hora uma grandeza de valor você é e meia hora passou a produzir dois casacos que caíram para metade do valor porque cada um está sendo produzido A cada 15 minutos no entanto tomando 15 minutos e mais 15 minutos você continua tendo meia hora o que muda é apenas a proporção dos valores de uso que foram produzidos e não o valor a quantidade de valor que foi produzida Ok a quantidade de valor ou seja de tempo de trabalho socialmente necessário
que foi gasto certo assim o mesmo trabalho produz nos mesmos períodos de tempo sempre a mesma grandeza de valor independentemente da variação da força produtiva mas ele fornece no mesmo espaço de tempo diferentes quantidades de valores de uso antes de produzir apenas um casaco agora dois casacos uma quantidade maior quando a produtividade o menor quando ela diminui a mesma variação da força produtiva que aumenta a fertilidade do trabalho e com isso a massa dos valores de uso por ele produzidas diminui a grandeza de valor porque você passa gastar menos tempo para produzir um casaco e
dessa diminui a grandeza de valor dessa massa total aumentada você gasta menos tempo produzindo o casaco Mas você vai produzir uma massa maior de valores de uso é a mesma variação da força produtiva que aumenta a fertilidade do trabalho e com isso a massa dos valores de uso por ele produzida diminui a grandeza de valor dessa massa total aumentada ao reduzir a quantidade de tempo de trabalho necessário a sua produção e vice-versa é bastante complexo às vezes é difícil assimilar este raciocínio mas ele é bastante simples também se você está produzindo em menor tempo graças
a novas forças produtivas você está produzindo uma massa de de valor maior no entanto meia hora de valor incorporado antes continua equivalendo a meia hora de trabalho a meio a hora de valor incorporado quando você produz dois casacos por quê Porque se antes o valor corresponde a 30 minutos agora o valor de cada casaco corresponde a 15 minutos é uma questão de ir assimilando aos poucos essa linguagem do Marcos que nem sempre nem sempre é simples e e é isso para hoje encerramos aqui o item 2 e futuramente gravaremos o item 3 Espero que tenham
gostado se gostaram assinem o nosso canal e dei o retorno considerações sugestões para que possamos melhorar desse trabalho Obrigado até a próxima