Meu cordial bom dia boa tarde boa noite boa madrugada para você que está aí do outro lado da tela tudo bem sou Professor Augusto Rosa do Colégio Curso Évora seja muito bem-vindo aqui para mais uma aula de revisão para a prova da uems Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul este vídeo no caso gravado em 2024 para n o vestibular que vai dar entrada pro ano de 2025 a quem for aprovado e espero que você que esteja Ouvindo né conquiste a sua aprovação queridos eh este vídeo assim como outros né que fazemos uma revisão então
comentaremos aqui elementos principais algumas apostas para prova né o que que pode ser mais ou menos interessante numa disposição interdisciplinar ou inter textual E no caso caso assim se você precisar de alguma atenção maior algum livro né se você achar que precisa de uma aula com mais completa né em que precisa ali de Mais detalhes Eu tenho um curso específico né para esse vestibular como para outros aqui da região em que eu detalho e analiso de forma mais minuciosa essas obras no caso pessoal ã são muitos textos tá Para que vocês entendam Aqui nós temos
uns braços que é um conto é um conto só tá sempre viva é um romance então texto em prosa contínua curva de rio sujo meio estranho de classificá-lo Mas colocaria como contos tá são várias narrativas presentes aqui nós temos o Úrsula que é um romance bem tradicional a maneira linear da coisa tal rodeio a céu aberto que é uma coletânia de crônicas e de contos então vários textos selva trágica é um romance e um dos que eu mais gosto aqui dessa lista Eu particularmente gosto bastante dessa lista aqui da wems a isca é uma coletânia
de quatro novelas então não são curtos como os contos mas também não São tão extensos quanto romance quatro narrativas né de um um fôlego Zinho aí um pouco maior e ânsia eterna que é uma coletânea de contos né Então temos várias histórias ali também enervadas é um romance eh já li de uma característica de transição pro modernismo tal o sururu com coca-cola é um livro de poemas bem como o bovino letras é um livro de poemas também bem vejam que dessa lista há uma predominância da prosa Narrativa várias prosas vários textos livro de poemas né
então há uma densidade H uma quantidade de textos absurda tá então eu gostaria né de convidar você entre em contato com evora para poder ter né se você sentir necessário uma análise um pouco mais aprofundada dessas obras até porque algumas estão mais difíceis de vocês encontrarem no mercado por aí tá bem sem mais delongas né Vamos começar a nossa análise rápida comentário sobre Essas obras e o que esperar pessoal começar ali ó uns braços né um conto machadiano Machado de Assis que né vocês todos já ouviram falar pelo menos lembram lá de Dom Casmurro lembram
de memórias próximas né o Machado de Assis contista né ele ah por vezes aparece uma coisa ou outra né em Provas a FUVEST enfim Mas no geral ele é muito lembrado como romancista né com a prosa narrativa maior no caso esse conto ele reflete uma característica típica de Machado de Assis que é a um um pensamento ou melhor uma quebra de idealização feminina que foi cristalizada né durante o período romântico da mulher e ser pura virgem casta sem pensar em besteira ou coisa do tipo nossa professor por porque essa história uns braços né começa nos
apresentado o Inácio que é um menino ali de 15 anos um adolescente né pimpol ele está eh naquela fase complicada e o pai que é um barbeiro lá Da cidade nova né lembrando se passa no Rio de Janeiro lá em 1870 essa história e o pai que é barbeiro na Cidade Nova mandou o filho aos cuidados de um sujeito de nome Borges tá E esse sujeito ele trabalhava como uma espécie de oficial de justiça de procuradoria né e colocou o filho para aprender a profissão ficar naquela relação de aprendiz enquanto né também ficava aos quartos
dos Fundos né ali no fundinho como um agregado da casa A figura do agregado né essa questão também é bem presente na literatura machadiana enfim o menino já está ali algumas semanas e ele tem um pensamento que todo adolescente tem que saco né tô tédio quera embora né mas há algo que o segura ali olha o título uns braços uns braços o seguram mas não fisicamente metaforicamente que são os braços desnudos da esposa do Borges Como assim professor braços desnudos pense aquele tempo 18 70 ah Cobrava se exigia-se da figura feminina branca né de do
aspecto burguês que ela se portasse de uma maneira né mais catada cobrindo os braços né aquele vestido de manga comprida então estar com os braços desnudos às vistas usar um pouquinho de decote né já era algo que atraía Mita a visão masculina principal de um adolescente 15 anos de idade né E no caso esse menino que é tão ele fica ali na dele a melhor hora da vida dele é quando vai ali sentar à mesa com o casal E eles né ficam ali tal comem e ele fica quetão mas ele fica olhando pros braços né
e sonha com esses braços você imagina até o quê né o tempo vai passar etc a mulher no caso né ela vai suspeitar ali de que o menino Possivelmente esteja interessado nela né Por Conta do Olhar Ela prefere não comentar com o marido Ela prefere arriscar ver se é isso mesmo talvez ela pudesse estar pensando coisas que não existem assusta-se com a ideia de ele Ter 15 anos né e é um ponto interessante pensar que exigia-se da mulher com 15 anos por conta de fatores biológicos dada menstruação e cois do tipo uma maturidade tipo pode
casar e ser mãe enquanto da figura masculina talvez também por um elemento de um amadurecimento mais tardio até porque justificava-se uma espécie de adolescência eh um tanto quanto da eh enfim da Boemia etc da burguesia com A tal da Mocidade né coisas da Mocidade pro prostíbulo e enfim etc para depois se tornar um homem mais né de para casar mais sério então pensemos assim já também numa maneira crítica isso E no caso ela fala ah mas ele tem 15 anos mas já tem lá um bigodinho né n cendo uma penugem Zinha ora o fato dela
já estar pensando demais sobre isso já vem quebrando aquela idealização da mulher romântica ela não e eh e ostentava digamos assim os braços Desnudos porque que ela era safadinha nem nada disso não é porque ela não tinha mais os vestidos de Mangas né Compridas para usar e na falta deles usava né ficava mais em casa mulher figura feminina enfim eh não era para provocá-lo mas ela vai começar a fazer uns testes né tipo or ela é mais rígida com o menino ora ela é mais carinhosa atenciosa o guri na cabeça dele não faz muito sentido
eh nada na verdade né tem 15 Anos o fato é que em um determinado domingo o moleque vai est lá dormindo domingo à tarde porque é o adolescente faz o seu Borges vai ter que dar uma vazada e a mulher dele tá sozinha com o menino na casa você deu um sorrisinho de lado que eu sei né A mulher tá apavorada porque ela está numa ansiedade ela está ali meu Deus meu Deus meu Deus o que que vai acontecer tal tô com o moleque o moleque tá aqui ele é afim de mim eu já pensei
assim de Uma outra forma no menino e tal e ela fala vou ver como é que ele tá e abre a porta tá lá o menino deitadão e ele tá sonhando com quem com ela el tá tendo ótimos sonhos tá ali viajando na batatinha ela vai se aproximando dele dá um beijo e o beijo acontece no sonho do rapaz ela se afasta ela meio que se arrepende fica assustada e a partir de então daquele jantar porque o menino só vai vai acordar pro jantar ela passa a Se cobrir com o chale e no jantar naquele
dia o menino tava tão assim Nossa que sonho delicioso nem reparou que ela estava com chal mas sim na segunda na terça né E até chegar o final de semana ali sexta para sábado que o o o Borges vai mandar ele vazar e comunicou ao pai que não podia mais ficar com o meninao ali dá a impressão de que a mulher do Borges não comentou nada a respeito de uma provocação e Óbvio muito falaria de ter beijado Porque né enfim mas o próprio bord fala olha o dia que você precisa de alguma coisa né dá
uma espécie de atenção e ele que era tão seco e ofendia o menino e dá até um um final ali diferente o menino vai embora pensando assim né não sei por mandar embora mas ele vai feliz com o gosto daquele sonho né e o final da história ali a gente tem que ele mesmo depois de mais velho jamais provou o tamanho a sensação gostosa e tal como daquele Domingo à tarde e ele dizia para ele mesmo né para poder né se conformar cara e isso porque foi só um sonho né então a gente tem desse
conto né uma ação rápida a mulher com desejos né que vai eh quebrando aquela ção feminina ela vai lá dar um beijo no guri né mesmo que depois ela se sinta meio mal ou qualquer coisa assim poxa Já foi uma ação diferente daquela eh cristaliz durante o período romântico né o moleque enfim ele não vai fazer nada para provocá-la ele só olha Enfim olhar né Eh Enfim então e tem essa coisa né meio triângulo amoroso que o o o machad sis gosta também né de colocar situações ainda que inexistentes nem que aconteça pelo menos no
pensamento né enfim interessante essa história né um conto então uns braços Machado de Assis e esse texto é novidade na lista de obras de leitura obrigatória para o EMS Professor Como assim a o EMS ela mudou a lista para esse ano né para essa prova de vestibular então se você Assistir ao meu vídeo referente à prova do ano passado você vai ver que alguns livros estão iguais permanecem outros saíram tá enfim o uns braços então né Já podemos colocar aqui ok belezinha e tal Sempre Viva de Antônio Calado vamos lá Professor Sempre Viva sim jeito
é desse jeito tá escrito bom ah eu particularmente gosto né de pensar em questões de título né porque eu acho importante é o nome que se dá a obra Sempre Viva tem tudo a ver com a história em si e essa ideia de permanecer viva constante né é o nome de uma florzinha também né enfim ah mas no caso tem um jogo metafórico profundo com o que é a motivação do nosso protagonista ali um tal de Quinho né que é o Vasco Soares Apesar de o nome mesmo dele não ser muito usado pelos seus amigos
e conhecidos como seu vocativo né para chamá-lo então Aqui nós temos um um Rapaz um rapaz não um homem né chamado Quinho mas é o apelido dele tá quinho é o apelido é o apelido do protagonista aqui E esse Quinho ele mantém o que sempre vivo ele manté a memória uma mulher que era a mulher dele a tal da Lucinda e essa mulher el ela foi tirada dele sequestrada presa torturada executada eh e ela estava Grávida e isso se tornou um trauma na vida do Quinho então isso aqui se tornou um trauma Deixa eu só
colocar aqui é para poder preencher o espaço não me D agonia pensar né no triângulo amoroso né mas um triângulo bem entre aspas a quebra da idealização feminina né importante também colocar Aqui tá Eh vamos lá voltando aqui pro Sempre Viva E por que que essa mulher foi presa torturada morta porque a história tem conexão justamente com o período de quando foi escrito esse livro né o Antônio Calado pessoal ele já havia publicado um livro Fantástico na minha opinião o melhor livro dele que é o quarup tá um livro ele é um autor engajado Antônio
Calado ele é um um jornalista barra escritor de literatura Eh também voltado para as questões da historiografia e o Antônio Calado nunca deixou de ter um posicionamento crítico a regimes né tanto da era Vargas quanto o regime de 64 em que a a mulher né a Lucinda do Quinho foi presa por ser parte da oposição ela não era da luta armada tampouco o Vasco né o Quinho inclusive o Quinho bem menos ativo numa militância de oposição tanto que é a mulher que vai ser presa né enfim ela até mexe assim Para ele não fazer nada
e ela ir sozinha ah e no caso o Quinho ele estava há um tempo já foragido assim exilado né e em Inglaterra importante destacar que eh Há um intervalo Temporal da morte para quando se passa a narrativa de anos aí até porque já cogita a questão da Anistia já cogita a ideia de uma abertura pr pra redemocratização que já era mais ou menos também o período ali que se falava alguma coisa Burburinhos da década de 80 tá beleza E esse sujeito kin ele vai sair do seu exílio sair da Inglaterra ele vai paraa Bolívia a
história começa com ele na Bolívia tá e ele vai fazer da Fronteira por meio lá da ajuda de um contrabandista chamado PEP e ele pega e tem até uma certa resistência ele tem uma dificuldade de atravessar a fronteira né uma espécie de medo de angústia e tudo mais e e pela Bolívia ele vai acessar onde ele vai acessar a Região pantaneira ele vai acessar aqui o nosso Estado de Mato Grosso do Sul ele vai acessar Corumbá Corumbá é uma cidade importante historicamente culturalmente pra história do antigo Mato Grosso grandão né antes da divisão antes da
criação do Estado de Mato Grosso do Sul eh Cidade portuária né A questão do Rio Paraguai que por ali passa região de Fronteira né então tem todo esse aspecto a ser considerado também e né Óbvio tem um q regionalizado aqui que você já deve Ter imaginado pelo caráter da prova da uems né Estadual etc bom ah no caso qual Qual que é o objetivo dele o objetivo dele é fazer uma Vingança mas de início ele como eu disse era já né um sujeito não muito ativo eh muito menos pegar em arma né ele não não
é da luta armada ele representa mais uma disposição de fazer oposição por vias eh do que a gente chama do caráter intelectual né por meio de manifestações em textos eh uma cobrança internacional Etc enfim eh e ele fica sabendo que o delegado que foi responsável pela tortura né etc das da da da sua amada por assim dizer estava sob pseudônimo né e com um outro nome proprietário de uma fazenda ali né chamada vulgarmente de la pantaneira eh que seria ali uma propriedade com jagunços né com com feitores ali que eh era espe ada digamos assim
em tirar couro de animais né caça de animais principalmente de onça né tanto que o proprietário que no caso se Passava por um nome mas é o Claudemiro enfim e ele é um sujeito que era vão talvez agora não me lembro se pesc pseudônimo dele enfim semanas semanas de revisões complicado e aqui é tudo né Sem edição mas enfim ele usa um pseudônimo tal e no caso e ele pega e já é um sujeito identificado tipo assim tem ess certeza que ele é o cara tal de anos atrás que sumiu e tudo mais e existe
um outro sujeito que era objetivo né de também Vingança pessoal Ali do quinho que era um médico Legista né chamado arik nut que no caso esse suspeitava-se que ele estava se passando pela figura de um atas ali da fazenda mas nada confirmado enfim mas ele não vai paraa Fazenda pantaneira lá ele não vai para Corumbá Como eu disse para pegar num revólver e né descarregar o chumbo na cara do sujeito em vingança né aquela coisa mais que talvez até fosse mais interessante né ele representa Como eu disse um caráter por vias outras de Justiçamento em
que ele vai né para poder chamar atenção da questão internacional fotografar a fazenda com a questão da violência da truculência com os animais né para falar do meio ambiente porque e aqui fala-se uma coisa interessante que onde ele conversa com uma mulher que ele vai se envolver que é parente lá do com do cara contrabandista que ajuda que é a Jupira e essa Jupira ela parece demais com a mulher dele e é preciso destacar que a gente só vai Descobrir que a mulher dele tá realmente morta é um tempo depois de lendo a história porque
essa mulher não sai da cabeça dele materializa-se na frente dele óbvio que tá aqui na caixola ele fornica com a mulher profor não se queia fornicar fornica né com a mulher e que aparece na frente dele ali que seria sua esposa mulher enfim finada né então você imagina que loucura que é isso e procura em outras mulheres no caso encontrar o corpo Lembra daquela mus Brasil procurei Em outros corpos encontrar você né enfim ah fez agora um um Insight mas no caso eh essas mulheres com quem ele se relaciona no caso em Corumbá com a
Jupira essa especificamente tem ali uma eh característica física que lembra bastante né a sua finada mulher enfim eh e ele vai desenrolar um negócio com ela tá vai ter um trelelê ela é da militância mais ativa ela já né É de uma coisa assim mais ó a gente devia mesmo era matar esses caras né não sei eh Culpá-los de uma outra maneira responsabilizá-lo pelos seus crimes e não sei o qu porque ela perdeu alguém também né ah que é o pai da filhinha dela que é a erinha né a filhinha a filhinha é uma gracinha
menina ali de 10 11 anos de idade a 12 por aí que que e parece até ter assim um próprio mundo que é o Jardim onde ela fica ali o quintal com os animais animais tranquilos a maioria deles cobras porque a profissão da jupir era retirar o o o Veneno das cobras para vender souro or fítico aquela coisa não dá para ficar detalhando a história em si para vocês mas enfim eu é uma coisa que eu sou verborrágico e vou falando tem que tomar cuidado com o tempo eh grosso modo o que que vai acontecer
o Vasco né que é o quinho ele vai conseguir fotografar além dessa truculência animal corpos enterrados lá na senzala Senzala porque era uma fazenda antiga então com a aspecto né de Casa grande de sem zala e tudo mais aquele aspecto que já remete também um período violento tá eh e inclusive um corpo eh pendurado lá né como se tivesse sido enforcado mas é um difunto enforcado porque já estava morto quando foi enforcado que é o Edmundo argentino que tinha contado para ele sobre as mulheres enterradas ali e tal enfim E no caso o próprio dono
da pantaneira o Claudemir Ele vai tentar matar o Kinho atropelado não porque é o Quinho né que tá buscando Vingança principalmente por uma questão passional porque ele já vê que o Quinho tem um trem C Jupira e o cara queria ter um trem C Jupira Óbvio o Claudemiro ele é um sujeito violento tanto que quando aparece na narrativa aparecem palavrões aparece todo um discurso de matar de sangrar e etc de cortar o rabo da do gato Maracajá e vê o bichinho sangrar e ele inclusive prefere até matar homens do que animais acha que os animais
são Melhores ainda que os Mas como ele não dá para ficar matando gente ele vai matar os bichos né como se ele tivesse essa necessidade esse ímpeto de jogar para fora de de né a todo momento Essa violência guardada dentro dele é esse personagem inspirado com as hipérboles devidas né porque enfatiza-se essa figura maligna ali em cima do Delegado fleu eh que foi um um um jeito da repressão durante a a o período né do regime militar e que Ficou conhecido bastante por conta do caso né do Mariguela é o o cara que vai torturar
muita gente para tirar informação para ir atrás do Mariguela tem um filme chamado batismo de sangue enfim para quem não conhece né algumas referências inclusive tinha um um colega dele amigo dele que era um Legista que justamente então tem essa base né história em personagens históricos mas é ficção tudo isso que se passa né aqui em Sempre Viva enfim além das fotos dos animais consegue-se ali tirar foto de corpos mas quando acontece isso e por um motivo que não vai dar tempo de explicar o Quinho né antes de ir embora lá da fazenda que ele
tá lá escondido à noite ele vai pegar uma uma bacia imagina a bacia né com sangue quentinho de onça que também não não dá tempo de explicar tá E vai jogar em cima do corpo lá do Claudemiro ele não matou digamos com as próprias mãos o Claudemiro mas Ele matou de uma maneira indireta porque sabia que o cara seria morto com aquele sangue ah por qu os cachorros oniros aqueles filas da boca desse tamanho fila um cachorro lindo né eram treinados com Bezerros molhados do sangue quentinho lá da onça do cheiro e eles matavam né
de uma maneira muito aquela coisa truculenta E aí ele sabia que os cachorros iriam O quê abocanhar o o cara e de fato fo vai fazer isso né Assim que o cara morre então ele tem uma Vingança Ali para um lado muito individual pessoal que é concretizado e tal e ficaria impune digamos assim o arik nut que era o médico que a gente só vai descobrir ali bem no final ah mais pro livro que esse médico Na verdade é um cara que estava se passando por um intelectual não que ele não fosse mas intelectual naturalista
amigo de todo mundo da boa vizinhança que gostava de alhe plantinhas carnívoras quem gosta de PL carnívora né e gostava de escutar o o Verdurin que era o passarinho sabiar Laranjeira da erinha cantar e tudo e é justamente esse o motivo da morte dele a gente vai demorar para descobrir que é oin Claudemiro não o kin vai ficar sabendo assim pouco coisa antes da desgraça acontecer a erinha em vez de levar o verdurin né que era o verdurin que era o o o o sab a laranjeira dela pro arik nut que tinha se revelado naquele
mesmo dia pra mãe etc Ela ouviu a conversa ele ela Não vai levar o passarinho que ele tinha pedido ela leva a cobra cascavel que vai crau né na cara dele crau no pescoço das as bocanhas né E veneno de Cascavel galera né rapaz Quem Nunca andou no meio do páo Tu escutou aquele guiso da danada da Cascavel né não sabe o que é você ficar tenso naquele momento e falar Jesus e agora mas pelo menos a Cascavel avisa né enfim a Cascavel vai ser a a o animal que vai matar ali né vai concretizar
a parte da vingança também Do Quinho e antes pouca coisa disso o o aric ainda tinha dado a ordem para um brucutu lá ficar de olho no Quinho quando saísse porque queriam prendê etc etc eh mas no caso o cara pela ordem que foi dada eh interpreta tudo errado e vai dar uma coronhada com a pistola 45 na cabeça do do quinho que estava ali dançando comemorando a morte ali e fingindo que eram formigas pegando ele eh na cabeça né do Quinho e o Quinho morre né M Senor Mas contou a história Mas é tô
aqui para contar a história para mostrar para vocês a relação da violência né esse ambiente eh Pantaneiro que é propício ao mesmo tempo para essa truculência toda eh e essa digamos entre aspas e muitas aspas selvageria né pensando que os animais são seu são esses seres chamados de selvagens enquanto os homens podem ser pior né no caso não é que podem ser são né pela consciência da violência que pratica piores E no caso a gente entende né que Essas Memórias da a a mulher que aparece pro Quinho né a sua amada agora né vão deixar
de ser memórias De traumas porque agora né esse ciclo eh do trauma vai ser rompido porque o cara morre né E presume se encontrará com as tem até um fundo meio romântico nisso né se a gente parar para pensar eh é uma história interessantíssima eh Óbvio tem a questão da da abordagem histórica que pode ser colocada aqui né mas também o fator Regional Corumbá e questão Pantanal né e A a a a morte de animais a caça tá então é interessante dessa forma toda Como eu disse tem um caráter crítico né pelas referências que se
que se faz ali a época do contexto histórico né Beleza tranquilos tá curva de rio sujo vamos embora Gente esse daqui ó curva de rio sujo assim como sempre viva né curiosamente coloquei aqui numa ordem que deu certo ah o Sempre Viva uns braços e o curva de rio sujo são livros novos da lista tá Olha que legal né deu sorte aqui de ficarem bem um encaixado com o outro o curva de rio sujo é do escritor Joca renners terron eh esse sujeito a autor de literatura contemporânea eh ele que é natural de Cuiabá né
e enfim Cuiabá Mato Grosso antigamente tudo era Mato Grosso Mato Grosso Sul também etc então tem uma certa proximidade se a gente pensar ele que também passou por terras aqui do Mato Grosso do Sul ali fronteiriças com Paraguai na região de Bela Vista né ali Pelo rio apa é enfim um sujeito que conheceu aqui também e é e esses elementos biográficos sobre os quais comento aqui antes de falar da obra em si são importantes porque refletem eh essas características autobiográficas de alguma maneira no livro tá inclusive o título é muito interessante e muito me assusta
que hoje eh inclusive hoje hoje hoje antes de eu vir aqui gravar tava falando sobre esse livro com alguns eh alunos e eles eh não entendiam a ideia De curva de rio sujo e eu falei bom gente é uma expressão muito daqui mesmo né eu aprendi essa expressão quando né vim aqui para Campo Grande mas parece que a geração mais nova não não utiliza muito curva de rio sujo gente é é onde junta tranqueira é onde junta em rosco tudo de que tem de ruim do rio junta lá então a curva de rio sujo sabendo
disso você pode esperar que o quê que não são histórias bonitinhas longe disso são histórias pesadas Algumas inclusive que é dão um certo desconforto assim e tal Hum fica difícil de de le digerir o que está sendo escrito por quê Porque envolvem traumas também olha só que coincidência tá falando aqui também de trauma né existem traumas aqui que aparecem né nessas narrativas ah Professor mas são todas essas narrativas baseadas em traumas Não não são todas mas boa parte delas tá são narrativas aqui que a gente pode colocar de um caráter até meio Fragmentado né como
se fosse bom pessoal vamos pensar aqui eh a nossa memória né ela não é linear o nosso sonho não é linear né nós que causamos o efeito dessa linearidade de maneira Consciente e enfim a própria memória ela já né Se a gente for parar a pensar ela já não é o registro Fiel do que a gente se do que aconteceu a questão é e quando eu falo de experiências do com a região e tudo Não é que as histórias todas né que estão ali aconteceram com ele não tá não é isso histórias baseadas em memórias
pessoais memórias ligadas ao coletivo familiar do sujeito memórias atreladas a uma questão do espaço onde ele está uma questão coletiva entre coletivo individual há uma diferença e é interessante que o início do livro fala sobre a ideia de escrever para esquecer dando a impressão de que é Preciso escrever sobre essas tranqueiras que são acumuladas para poder também fazer um efeito de digestão e de esquecê-la de alguma forma por são memórias Como eu disse não são agradáveis de ficar lembrando e vão desde coisas mais inoc entes como por exemplo a a história de uma molecada ali
que né no caso um sujeito um menino né na sua adolescência que é apaixonada é o primeiro amor dele uma menina que mora do outro lado do rio Apa né que metaforicamente teria enterrado o seu coração à margem do do do Rio apa né enfim eh olha só né roubou o coração dele tá enterado na base do Rio onde a fronteira né é uma história chamada atravessam o rio apa que tem uma coisa meio de continuidade de de e repetição eh de não alcançar um objetivo uma espécie de frustração enfim os personagens e amigos ali
com nomes de referências Pops da época dos anos 80 70 80 como huckberry Fin eh ah o próprio Peter Pan que aparece como el Pan né enfim numa versão hispânica né brasiguaio de alguém e o nesec que é um personagem do Star Trek enfim tem essas referências né típicas ali pros apelidos Ah tem histórias por exemplo eh que são mais denas no aspecto psicológico eh do envolvimento de um sofrimento de um vazio de uma de um pensamento suicida e tem Outra e outras né que por exemplo aparece o um elemento da zoofilia né porque a
iniciação sexual dos jovens das crianças para adolescência no meio Rural é muitas vezes hoje graças a Deus a gente escuta menos isso mas até um tempo atrás era como aa veu Car menino iniciando sexualmente com a galinha né no caso um um dos guri ali matava as galinhas sem querer porque ele já era grande demais né e não entendia esse processo né Eh Assim como também tem história pesada né de uma perspectiva de um cachorro que vê o seu dono que é um um cara horrível né não cuida nem direito dos Bichos e ainda eh
tem o a o como é que eu vou adjetivar isso mas a coisa horrorosa de ainda sediar e estuprar a sua sobrinhas né e a gente entra dentro da mentalidade desse cara também vê a questão né um a gente sai com um certo noio da coisa eh tem histórias e histórias aqui dentro tem História que inclusive se passa e numa questão da coluna Prestes tá repito nem essas histórias não é que aconteceu com o cara com o autor mas tem relacionado a memória seito coletiva individual né da família do espaço né dessas coisas que se
acumulam na curva lá do Rio né e enfim Nem todas as histórias se passam em Bela Vista tá tem história que vai aparecer lá no alto Araguaia que é a fronteira ali com a o estado de Goiás inclusive pessoal de Goiás um forte abraço né saudações esmeraldinos né Eu sou de lá enfim eh então aqui pessoal nós temos um livro interessantíssimo inclusive deixo aqui uma sugestão tá eh tem um filme que foi produzido aqui no Mato Grosso do Sul chamado não devore meu coração tá é um livro que inclusive um dos Artistas ali é o
kanan ryon né aquele sujeito que é famosão ali das novelas Tem a participação de neem Mato Grosso tá eh esse filme ele tem como uma das suas Bases uma das suas referências este livro curva de rio sujo tá E e especificamente a história né que eu falei lá do coração é monarques atravessam apa né enfim essa metáfora é da Bassano lá tatuada que era menina do outro lado do rio apa E tem também a do irmão né a narrativa o irmão que tinha uma gang de moto né que a galera foi morrendo a cada mês
né tem o era ele o telcat que comandava essa essa essa essa essa turma telcat é uma referência Galera é um programa de luta livre tá que existia antes às vezes era até o próprio apelido do cara mesmo vai saber né mas é um nome interessante telcat bom eh Então existe esse filme inclusive na época que ele foi rodado ele foi gravado eu tinha um aluno que participou tá do do da filmagem né enfim é coisas interessantes que né dialogam E quando a gente v e tem toda uma ligação do livro também com o leitor
a gente acaba de alguma maneira tendo essa essa Catarse Extra livro né vamos dizer assim um filme que caso você ache tá eh seja interessante você assistir por algum motivo eu tô aqui me movimentando na região mais próxima da câmera só para poder ver se tá aqui na minha bolsa e eu acho que está hum e para mostrar para vocês o livro em si aqui ó curva de rio sujo tá aqui tá do Joca rein terron Olha a capa a capa é a região aqui ó Mato Grosso Mato Grosso do Sul Aqui Esta Goiás né
a O rio fronteiriço Rio apa Bela Vista que tá para cá Campo Grande Cuiabá que tá aqui no centro enfim esse espaço né onde se passam as histórias eh o livro que algumas da narrativas por exemplo uma lá do mendigo que é chamada de convista para o cé que Inclusive tem uma espécie de relação com uma história anterior é feito em versos né mas predominantemente texto em prosa ah são histórias inclusive o vocabulário utilizado aqui Né não tem essa coisa de ficar tomando cuidado com o que vai escrever vão aparecer palavras que muitas pessoas fala
nossa né tá escrito isso mas enfim gente nós estamos no século XXI eh esse livro Talvez seja mais difícil de você encontrar tá eh eh essa edição aqui tô tô ouvindo alguns alunos comentando a dificuldade de encontrar eh vai sair uma edição dele 2025 tá maneiríssimos vão ser incluído outras histórias tal todavia vai mandar ver aí beleza eu Espero que você não precise comprar para ler pro vestibular mas que você compre para depois ler e ajudar aí né a incentivar essa literatura contemporânea de qualidade que nós temos tá porque quando é livro de qualidade eu
indico quando não é tá Eu Não Tô Ganhando Nada para poder elogiar o trabalho do Joca eh pelo contrário o negócio o o o o livro A o que ele escreve é muito bom tem o riso dos Ratos que era cobrado na uems né não at to ele está sendo colocado como Leitura obrigatória tá Úrsula pessoal Úrsula é já um texto conhecido aqui da nossa região aqui do do Mato Grosso do Sul por quê o Úrsula é um livro que foi cobrado no fgd a lista da FMS e permanece Úrsula é um livro de Maria
Firmina dos Reis escritora negra para o século XIX né coisa que a gente tem que levar em consideração né Ela é uma mulher negra no século XIX em época da escravidão né então é uma personagem enquanto Histórica né importante e é um romance que a gente pode chamar de abolicionista Não que seja o panfleto digamos assim o principal do livro que não é mas esse adjetivo abolicionista entra desde uma forma mais explícita que é a o ato do protagonista Tancredo né alforriar um escravizado chamado Túlio como também pela ideia de os personagens escravizados terem nome
terem um papel Na Trama ainda que como secundários e ter fala ter voz inclusive uma personagem feminina mãe Susana ela eh representa essa história da memória do povo negro escravizado e fala pro Túlio Olha você por mais que esteja alforriado não é livre a nossa noção de liberdade é a noção de liberdade que nós tínhamos lá na nossa Terra qualquer um de nós alforriado ou não nessas terras seremos ainda né cativos etc a visão o discurso que ela tem sobre essa ideia de Liberdade cara parece ser um discurso bem contemporâneo né dessa questão das pautas
raciais etc de Colonial que aparecem hoje né mas veja lá no século XIX Maria firmin dos Reis escrevendo uma coisa dessa maravilhosa a Trama principal é de um romance amoroso ent né aqui falar romance porque a gente tem ideia do romance em sim o livro né mas uma história né do Tancredo com a Úrsula só que tem todo um quiprocó familiar por trás Porque eles vão descobrir depois só que são primos né no caso a mãe da Úrsula é irmã do pai do Tancredo mas há todo um um Panorama por trás que vai sendo revelado
aos poucos de brigas né entre a família o pai do Tancredo o Comendador daqui a pouco eu me lembro o nome dele Fernando e ele é a personificação do mal ele é o sujeito autoritário ele tomou a mulher do filho quer tomar a outra noiva do filho que a Úrsula que é a sobrinha Dele né ele é responsável por pela morte inclusive do filho no final da história né então assim vai ter morte para dedel e é uma história violenta tem um que as uma pontada assim meio gótica meio Ultra romântica em cenas do cemitério
quando a Úrsula vai dormir ali no cemitério abraçada né ali o túmulo da mãe né tem essa coisa assim que é romântica não deixa de ser romântica né Ultra romântico tem esse espaço rural que é um espaço violento a gente pode entender Galera olha há uma tendência né de quando a gente fala de uma literatura e aqui eu vou falar sertaneja em vez de Regional né uma literatura em ambientes rurais mais distantes dos centros dos grandes centros né em que a violência vocês podem perceber ela é mais explícita e brutal que nos assusta às vezes
mais do que com as questões urbanas tá E aí tem todo um viés ali por trás será que é por conta dessa brutalidade da própria natureza em si Enfim ou é só porque talvez nós no estado natural somos de fato muito violentos né enfim a dispensar não vou dar resposta porque senão a gente também fica muito tempo tá uma história interessantíssima essa aqui da Úrsula eh esse já é um romance que você vai ter acesso fácil né tranquilo só lembra aí ó nós estamos aqui numa questão do Romantismo tá E é um romantismo já assim
né com eh ao mesmo tempo que tem uma Intensidade A respeito eh de um lance romântico em si Ultra romântico como eu disse essa questão das mortes violentas né Essa coisa da do pai matar o filho essa coisa trágica né a gente tem um um um elemento trágico né um um desfecho trágico pô é é é trágico no sentido do trágico classificado lá pelo Aristóteles eh na poesis tá eh quando ele vai falar da da da do teatro Dr do drama né da da parte dramática da dramaturgia das tragédias gregas porque Tem esse lance familiar
Os horrores né que a gente vê então é um romance assim que aparece aqui para nós rodeio a céu aberto galera esse livro ó lá meu heter meu eteron meu e ah xará né tô pensando pessoa olha só rodeio a c aberto cara esse livro aqui legal achei bacana aparecer na lista esse daqui também ó gente lançamento hein lançamento o qu é lançamento na lista tá lançamento aí na lista de leitura obrigatória esse aqui eu sabia Que eu tava com ele olha aqui ó rodeio a aberto tá Augusto César Proença inclusive na capa que tem
elementos bem aqui característicos tá e do que se encontra nesses textos Pessoal esse livro cara assim se fosse para falar Augusto aposta um fala assim cara qual livro assim que você acha que pô eu não deveria i deixar de ler apesar de achar que você tem que ler tudo mas eu sei que também é pouco tempo por isso faz meu curso de L literárias pro curso da wems Entra em contato com evra agora 9922 97 enfim né tentei fazer um merchandise aqui mas a A ideia é o seguinte esse é um livro que eu acho
muito importante você ter o contato de você ler tá Por quê Porque ele dá uma espécie de aula sobre Pantanal tá olha só Pantanal aparece aqui Sempre Viva a região pantaneira etc tal não sei o qu de alguma forma tá aqui no no curva de rio sujo eh aqui é essencialmente a ideia do Pantanal tá o Pantanal É o foco em que nós vamos ter nesse livro crônicas e contos tá esse daqui é um livro de crônicas e o livro de contos também tem crônicas e contos e a escrita do Augusto Proença é muito agradável
fluida tá eh tem uma relação vocabular assim como também no curva de fio sujo de algumas expressões tá eh que ele gentilmente coloca para nós Eh as crônicas são o o a maior quantidade de texos tá Os Contos já envolvem a parte da literatura mas assim o conto é praticamente uma complementação do que a gente vai ver nas crônicas que que a gente tem nas crônicas desde uma questão do bandeirantismo e das Monções na formação eh da ocupação desse espaço da invasão das terras etc a miscegenação do próprio cavalo que chega pelos europeus hispânicos os
guaikuru Domando né e os guaikuru eh participam do nosso lado da guerra contra o Paraguai né os índios Cavaleiros eh esse cavalo que foi se adaptando a região que vai se misturar com os cavalos dos Bandeirantes Paulistas que já era meio tucura já era meio misturado e vai virar o cavalo Pantaneiro né que se torna um registro de uma raça do Brasil de cavalos porque foi adaptado tem toda ess da biologia né questão da da da da rusticidade de ser uma terra que alara Depois fica seca enfim um cavalo que ficou adaptado pro trabalho pro
manejo aqui é esse livro também falando sobre a quem assistiu aquela novela Pantanal né é um pouco daquela novela Pantanal tem lenda né aparecendo tem costumes típicos da cultura pantaneira né a galera ali em volta da fogueira tocando moda de viola tá a a só que ali no caso não tem a viola de coxo né que entra no aspecto mais histórico que aparece aqui a religiosidade católica muito forte eh Inclusive conta-se ali sobre um caso da guerra contra Paraguai tiroteio no Forte Coimbra eh em que houve um cessar fogo religioso né pela imagem de uma
santa Que foi colocada lá na no muro da da do Forte Coimbra região de Corumbá ali aquela região toda é importante aquela região na guerra Paraguai enfim eh temos aqui narrativas violentas Óbvio porque a violência fez parte e faz ainda querendo ou não da formação do Brasil em si eh somos sujeitos violentos tá E no caso Ah Esse livro enfim vai trazer muita coisa interessante até o consumo do guaraná em pó né o guaraná ralado ali né moído pra galera é usar como energético isso aí Inclusive era muito comum nos anos 990 280 para galera
estudar ali ó varar à noite estudando pras provas de vestibular concurso hoje já se tem outros artifícios né a o energético se comercializa aí facilmente entre outras coisas mas o pó de guaraná inclusive vi né enfim fala sobre essa questão tereré A a bebida daqui o o vocabulários neologismos é um livro muito rico em informações históricas informações culturais antropológicas é um livro riquíssimo sobre o pantanal tá eh então assim é uma aposta que eu tenho porque esse livro às vezes não vai aparecer um conto desse livro às vezes vai aparecer alguma informação desse livro para
o quê parte de história e geografia regional tá não sei é uma possibilidade esse livro abre a possibilidade para ser Explorado de várias várias várias formas tá é um livro interessantíssimo e também não ganho nada fazendo propaganda de livro aqui gente eu pelo contrário eu gasto dinheiro inclusive se você quiser me Patrocinar né entra em contato comigo @prof.augusta Pingu no Instagram Eu Tô aceitando propostas aí e de Patrocínio Principalmente as editoras né mandem aí para mim tá até parece que vai chegar alguém isso para Patrocinar mas vai que chega né bom Eh no caso rodero
aberto aqui ainda que mais que a gente pode falar de interessante Memórias da questão da Guerra Pantanal a formação comercial usando os rios né Nós somos uma região aqui eh nós somos eu falo assim incluindo né o Mato Grosso do Sul o Mato Grosso o centrooeste né teve essa essa essa essa ligação muito forte com os rios né da região eh entre outras coisas né que vão aparecer ah inclusive ó um comentário Interessantíssimo né é mais curiosidade o Presidente ex-presidente Roosevelt dos Estados Unidos teve missão ah junto com o Cândido Mariano Rondon por essas Terras
do Pantanal né fala-se inclusive da onça que ele matou eh e e gostou de comer a carne da Onça achou uma delícia as costelinhas de onça enfim esse tipo de coisa tá apar A Fazenda abobral se formação d o nome do Passo do Lontra de Passo do Lontra tá enfim tá coisas Interessantíssimas em que os contos né Essas narrativas dos Contos a influência indígena etc formação isso aqui ó Pantanal em termos de Cultura em termos de de pessoas pantaneiras eh comparações de coisas que existiam antes e não existem mais do que a gente chama de
Pantanal e aqui não se fala só do animal e do bioma no sentido fauna e flora mas da Cultura pantaneira em si que foi pro saco né Em que sentido Ah você não tem mais por exemplo nas fazendas comitivas Como tínhamos antes Aquela quantidade de peão trabalhando né Eh não se tem mais certos hábitos costumes algumas figuras que foram deixados para trás hoje o dono da fazenda né ele vai de caminhonete no pasto né a boiada tá mais tá primeiro que é tudo Branca né Boiada Nelore né vai tudo ali acompanhando o motor do da
caminhonete né associa com quê com sal quem já foi A Fazenda sabe do que eu estou falando essa coisa visual até passou assim uma memória na cabeça tá E Ele faz essas comparações muitas vezes em Tom lamentoso né de Olha né a gente deixou e eh acabar muita coisa Inclusive a fauna e flora tá acabando as queimadas inclusive pô pode ser um tema de redação interessantíssimo Alô professor Sérgio Campos né professor Sérgio Campos é professor de redação aqui do evra inclusive meu chefe diretor e amigo eh tema de redação possível né Por que não fala-se
muito do Pantanal em obras literárias exigidas a prova é Estadual Nós temos um um um grande orgulho de ostentar Pantaneiro em restaurante em várias coisas mesmo sabendo que a gente tá em área de cerrada e não de Pantanal especificamente aqui né porque tá mais para uma outra região enfim mas cuidamos pouco né cuidamos pouco cuidamos pouco no sentido assim há uma pouca atenção paraa preservação do que sobra né E tá fadado a uma questão infelizmente de extinção do Pantanal né se se continuarmos nessa nessas queimadas Criminosas desenfreadas né nós sabemos que H há uma uma
uma mudança climática em período de seca gigantescos né e o Pantanal ele tem a seia a cheeca de fato mas as coisas estão em um nível muito que a natureza mesmo está sentindo esquisita né você tá vendo florinha em uma época que não era para florir etc então é atenção a esses sinais da natureza né como a relação do Pantanal esse ano tá em muita paa essa discussão ambiental então assim gente é uma coisa Interessante você pensar tá selva trágica adoro esse livro livro do hernan Donato é um livro também que passa na região aqui
nossa tá Mato Grosso do Sul apesar de a época tá ainda ser o Grande Mato Grosso tá o Mato Grosso antes da divisão no caso eh o Hernando Donato também um sujeito tal qual o Antônio Calado vinculado ao jornalismo a a a uma historicidade né a pesquisa o Hernando Donato ele faz esse livro uma obra de ficção um romance baseando-se nos Relatos das pessoas que trabalharam como ervateiros né os mineradores das Ervas Mat aqui da região da Fronteira Mato Grosso do Sul Paraguai eh tanto que pontap Porã que é uma cidade fronteiriça aqui mais ao
sul do nosso estado e pontap Porã e que é muito lembrada por conta do Shopping China do do dos dos enfim dos Importados né de comprar coisa lá no Paraguai mais barato etc e Ponta Porã o apelido dela é princesinha dos Ervais hoje com tráfico de droga etc a gente pode pensar até na outra Eva né mas no caso ervais aqui é a erva m tá galera era mato mesmo tipo assim o cara chegava o grupo ninguém plantava isso aí tava lá o ervateiro aquela pancada né aquele aquela densa quantidade de ervas e a galera
acampava ali e ia meter né o facão Machete ali negócio ficar lá o dia todo picando colocando aqui enfim era uma coisa muito desumana né o processo deira a gente fala muito da companhia Mat Laranjeira né que teve pô a galera fala muito assim do Progresso que veio acompanhando o processo da erva Mat aqui no sul do no sul do Mato Grosso e sul do Mato Grosso do Sul a a a questão Ferroviária né e tudo mais mas gente houve um bastidor que assim galera não lembra né do trabalho análogo a escravidão porque aqui pessoal
eh não se fala da escravidão lá de de antes de 1888 já é do século XX mas essa questão aqui ó ainda é pauta né ainda é pauta engana lá a galera falando que vai enfim ter ali ter uma uma um salário bom etc depois já fala que o cara tá devendo e o cara tem que comprar tudo da compan e só vai anotando o cara só tá entol de dívida e e e se tentar fugir vai morrer ou vai apanhar na frente de todo mundo se for casado vai ter que dividir a mulherada com
todo mundo então a Desumanidade nesse processo tá da erva mate o o o fator histórico também da da Necessidade né da criação de um Distrito Federal ali naquela região a época de Vargas eh a questão do monopólio né da da da erva mate que vai cair né Existiam os grupos Independentes os Xangai né que iam a aos riscos né de enfim trombar com os caras da companhia e no caso não sobraria vivos né ou se sobraria viva porque fugiu Então essa violência mais uma vez aparece elemento que é da Cultura do Estado querendo ou não
espaço Regional eh enfim tem um filme também adaptado ali da década de 60 tá é um ótimo texto aqui esse não é novidade esse não é lançamento da EMS tá esse já estava presente beleza bom a isca e ânsia eterna galera aqui notem são dois livros ah Professor achava que era uma coisa só não são dois livros os dois livros da mesma autora chamada Júlia Lopes de Almeida inclusive são livros publicados Em épocas diferentes tá o ânsia eterna é um um livro que inclusive é considerado Assim a obra prima da Júlia Lopes de Almeida eh
a a ân eterna é uma coletânia de contos Professor mais histórias mais narrativas é tá eu não lembro quantos contos são Mas é uma quantidade razoável e boa para você lembrar eh em que a gente pega uma herança ainda ali naquele momento do Realismo naturalismo tá alguns puxando bastante Para uma carga mais naturalista eh Lembrando que o próprio naturalismo em si que acontece no Brasil é um tanto diferente do do europeu né a gente não não pode fazer uma comparação Direta com o naturalismo francês com o que acontece aqui e tal enfim e é um
Realismo naturalismo mesmo é uma coisa que se abraça muito esses dois estilos né Essas duas estéticas eh no caso o an eterna nós vamos ter histórias tanto ambiente rural quanto ambiente Urbano nós temos Eh questões vinculadas à mulher e à violência a questões ligadas ao casamento então essas questões burguesas eh e a violência que o nalismo naturalmente traz para nós eh aparece nessas narrativas tá o a Júlia Lopes de Almeida inclusive ela é ainda bem relembrada pelo EMS ela é relembrada por algumas instituições Paulistas ela foi contemporânea ali do Machado de Assis do Olávio Bilac
ela foi uma das idealizadoras da Academia Brasileira de Letras porém Pelo modelo francês ela não pode assumir de fato uma cadeira Olha que que horrível isso né Eh e ela era uma escritora que a época falava sobre as questões da eh como é que se chamava a época enfim emancipação feminina tá falar sobre a a mulher não ficar dependente de questões masculinas para trabalhar para poder enfim né é um livro que um uma autora que por exemplo materializou muito disso no romance dela chamada a falência enfim Mas não vou misturar os bolos aqui não tá
Júlia LP Almeida livro maravilhoso de contos tá E aí eu falo de você lembrar de uma coisa realista naturalista tá de um Realismo naturalismo porque ainda eram a as estéticas predominantes ali na transição do século XIX pro século XX né esse livro é do iniciozinho do século XX a havia ainda Uma herança muito forte né daquele Realismo naturalo que é tardio aqui no Brasil vai acontecer no final do Século XIX e seria aquele período chamado pré-moderno né Não gosto desse nome e o aisca é um livro de novelas tá galera novelas são narrativas não tão
curtas né como o Os Contos mas também não são tão extensas quanto eh os romances tá aqui são quatro novelas em Aisca a gente já percebe uma estilização da escritora que já tava ganhando uma uma certa transformação di Ares modernos seria talvez enquadrado como essa coisa pré-moderna em si né que a gente coloca um bando de gente junta ali daquele rol do contexto antes do modernismo acontecer né que são os caras da transição essa essa obra a isca já está mais ou menos esse meio termo Eh em que esse livro é publicado em 22 né
a gente associa 22 a um a um pensamento moderno que já tá começando a engatinhar depois Semana de Arte Moderna Paulo desvairada lá do Mário de Andrade né enfim gosto muito do modernismo gosto muito de falar sobre modernismo bem eh o que que ainda é muito latente como elemento crítico da sociedade eh e eu falo ainda porque o Machado de Assis por Exemplo que tá logo aqui eh que a gente já falou sobre ele é eh eh por exemplo bateu muito na tecla da questão do casamento de interesse não nesse conto específico mas a gente
sabe né nos contos Fluminenses lá que aparece para a o o o FMS eh eh no próprio livro Memórias pimas de Bras Cubas a gente sabe que o casamento é no século XIX e aos olhos da lente realista naturalista querendo ou não uma união por interesses né interesses tanto econômicos quanto Também na parte de status né ser alguma coisa né de ter esse pertencimento a uma classe A uma família a um brazão ah porque tem um título né de barão etc e tal então o casamento é uma forma né de de de uma estratégia eh
eh para alcançar isso então e o casamento aparece também nessa coisa do Dot tá eh tanto no livro aisca quanto no Nan eterna mas on se eterna como são contos né cada um vai tinha que ser analisado por por cada parte pô Professor mas né como que eu Vou ver cada um por cada parte no meu curso eu ten tá no meu curso eu falo conto por conto beleza então se você quiser vai lá maratona né o EMS tá chegando dá tempo entra em contato dá tempo de você maratonar tudo isso vai ter um intensivão
de Augusto vai cansar de ouvir minha voz né mas vai lá enervadas galera enervadas também não é novidade não é lançamento já vem aparecendo nas listas da uems um livro muito massa um livro também raro da Literatura brasileira uma pérola redescoberta aí ah pela EMS parabéns galera does que veio com essa lista muito massa Ah crisant tem crisant tem na verdade é um pseudônimo tá pra Cília ela tem uma porrada de sobrenome Cecília não sei das quantas Vasconcelos mas tem um monte de sobrenome no meio ela que ah usava esse pseudônimo Frances né crisant né
que seria a ideia do crisântemo né A Flor ah Lembrando que a época né gente nós tínhamos uma cultura muito francesa Eh de influência da Matriz europeia eurocêntrica ali e que né Principalmente a partir dos anos 50 para 60 pós Segunda Guerra a gente vai ficar mais estadunidense zado né apesar de já existia uma relação com os Estados Unidos por causa da bolsa né isso desde a década de 30 por causa da questão do café mas enfim né Não vamos entrar nesse detalhe é o pseudônimo tá dessa escritora eh também contemporânea a Julia Lopes Almeida
é um livro enervadas aqui de 1922 tá então a gente também assim como no isca tem esse lance meio entre a o realismo e naturalismo e já um um um um tom mais moderno né que tava engatinhando que tava se encaminhando para isso inclusive o a expressão moderna né ser uma pessoa moderna já dava indício assim de uma pessoa com pensamento mais livre né de ter umas atitudes menos menos conservadoras né porque o modernismo ele vem com essa Ideia pro século XX de quê de ruptura com a tradição né com conservadorismo com muitas aspas aí
também mas vamos não vamos falar disso agora e E no caso a protagonista né aqui em enervadas é uma mulher chamada Lúcia tá E ela está meio que escrevendo um diário assim a a ela tá falando as suas memórias A partir dessa essa palavra enervadas aqui porque ela foi diagnosticada com uma mulher enervada aí Tem todo um lance né de que olha eh eh as mulheres que por terem certo comportamento de contestação ou de qualquer coisa que fugisse à expectativa da sociedade masculina patriarcal aquela coisa toda que você já sabe era considerado o quê mulher
histérica né a mulher que tá nervosinha mulher que tá com nervos a flor da pele precisa de um tratamento calma aí tal né uma uma uma ideia de que olha a mulher quando ela está num limite De olha não aceito mais isso aquilo ela já é considerada uma questão da sua sanidade né problemas nos nervos e é interessante pensar nisso porque ela pensa nessa expressão e vai lembrar das amigas né E ela fala Será que nós somos todas enervadas e tal e a partir disso ela vai rememorar suas sua história né ela que enfim tinham
lá um professor de Dan tal vai apaixonar nele e tal mas o a partir do casamento eh ela já sente ali que no casamento houve uma prisão Né uma ideia de submissão uma ideia de propriedade eh essa questão feminina de ser propriedade do homem é discutida na Julio Lopes Almeida discutida com a crisant tem tá porque também são escritoras né tem essa perspectiva feminina de falar sobre isso e a a Lúcia vai ver aqui no caso essa figura de uma objetificação da mulher eh o casamento dela indo pro ralo né Tem uma certa semelhança eh
narrativa do Livro aisca com o livro enervadas do propósito do homem sugerir a mulher a ideia dela se é oferecer não oferecendo pro patrão Para poder melhorar a situação de vida eh desses maridos que são mais para né trastes enfim Eh esses sujeitos que querem por exemplo praticamente oferecer a mulher troca de um benefício próprio eh que a gente vai ver são casamentos de fachada inclusive o fato mesmo dela não morar mais com o sujeito marido dela né que vão morar em Casa separadas e tudo eh atrapalha a vida dela amorosa porque ela vai se
apaixonar por outra pessoa eh que enfim não poderia ter nada porque enfim casado né etc aquela coisa toda e bom tem um momento do livro que fala sobre a gripe espanhola né importante a gente lembrar disso né que foi eh ter livros né numa ideia de memória por exemplo tal qual Machado de Assis fez em Isaú e Jacó eh falando de um período específico da história brasileira ali da Transição paraa República assim como tivemos esse romance que tem um lance histórico interessante e marcante paraa época esse livro também tem esse Panorama além do aspecto social
etc interessante pro lado histórico ah da grip espanhola tá interessante você pensar nisso também enfim enfim a Lúcia ela vai se redescobrindo enquanto mulher fala sobre a questão também dos vícios tá dos vícios paixões Né a liberdade beleza são questões aqui que aparecem Leia o enervado leia tudo né Muito interessante muito gostoso esse livro aqui ela tem uma época que ela vai tentar seduzir um padre muito interessante também enfim galera esses dois últimos livros aqui relacionado a quê ao ambiente poético né poema veja falamos de uma quantidade gigante de textos de prosa narrativa né é
o que predomina muito Mesmo até pelo gosto digamos assim e de que é produzido né no Brasil sururu com coca-cola livro de poemas de um escritor que apesar de não ser do Mato Grosso do Sul a época que escreve eh morava em Dourados acredito que ele ainda mora em Dourados o Luciano Serafim eh o Luciano Serafim ele veio de Alagoas se eu não me engano tá E e lá na região onde morava era hábito comeu o tal do sururu né o sururu que é uma expressão que inclusive numa forma Informal poderia ser associado com Rebu
alguma coisa assim né um rebulico um um trelelê como a gente fala mas interessante quando a gente quer explicar uma coisa usando já um outro nome que enfim a nossa língua é fantástica né Eh e mas nesse caso é um tipo mexilhãozinho né aquela coisa tem aquela gosminha que você Abre ali da concha e tal que é feito para comer com qualquer coisa tá E é uma comida que não é Ou pelo menos até não era durante Muito tempo associado a elite né pelo contrário era uma fonte proteica e nutritiva para famílias ribeirinhas famílias mais
pobres tá no caso ele vai e ter um po específico de falar do sururu com coca-cola dele relembrar essa coisa da sua origem né de comer ess sururu tomando uma coca-cola tá eh que forma um título quer queira quer não interessante Por mais que você não goste do livro Por mais que você não goste da poesia porque ninguém é Obrigado gostar de nada o livro o título no mínimo você vai falar hum interessante e a e tem o lance da tampinha né da lata da Coca aquela né aquela abertura com a própria ideia do formato
do sururu em si na capa que é azul enfim tem um projeto gráfico legal também eh que que vai ter pessoal o que que pode esperar ó é um livro que eu vou falar para vocês não tem como eu falar assim ó tem um assunto principal que é Abordado pel luano Serafim nesse livro não existem elementos que parecem ser de característica mais pessoal mas não eu lírico misturando-se com elemento biográfico eh de uma comparação entre a sua eh eh eh diferenciação cultural e que eu vê ali no Mato Grosso do Sul para questão da sua
origem eh Enfim uma poesia de caráter bem contemporâneo e que apesar de alguns títulos esc constarem por exemplo ali eh no no no no Sumário alguns poemas vão aparecer sem o título ali tem um projeto gráfico visual dos versos interessante Professor eu não não não acho livro é ele tá raro aí também para encontrar houve um tempo houve um tempo quando da primeira vez tive contato com sururu com coca-cola que ele estava bem como bovin letras e os dois livros estavam disponíveis no aplicativo do MS digital e gratuitamente né enfim mas não está Mais tá
pelo menos até uma última vez que eu chequei não estava mais tem algumas pessoas aí que ainda tem o livro Tá mas ó que que pode às vezes aparecer que que é o a vantagem do do um livro de poemas apareceu o poema na questão para você interpretar né Às vezes uma questão falando sobre e figura de linguagem né uma questão mais interpretativa eu não me esquentaria muito a cabeça assim de Nossa meu Deus do céu tal por quê Porque questões envolvendo poemas tendem a ser Mais tranquilas veja o Enem o Enem ele gosta gost
de cobrar elementos poético por quê Porque você interpreta ali na hora tal não tem que ficar todo um rebanho de de uma um rebanho tô já pensando bovino letro toda uma ideia ali de um um repertório de contexto tá bovino letras falei de rebanho tudo veja bovino né animal bovino gado boi vaca touro né letras É bem isso nós temos muitos textos em bovin letras em que o poema os versos a Palavra é colocado numa disposição de formar desenhos o contorno dos desenhos que tem a ver com o conteúdo desse texto por exemplo tem lá
o Mato Grosso do Sul tem lá o mapa do Mato Grosso do Sul feito né a sua margem ali com as palavras do do do do poema não há uma questão da versificação Tradicional em boa parte do livro O o livro lembra bastante a ideia dos dos dos caligramas do apolin lá no século XX né de desenhar com as letras de desenhar com as Palavras fazer uma ruptura com a tradição do verso da estrofe boa parte dos poemas tem isso alguns poemas mais críticos com aspecto social aqui do Mato Grosso do Sul tá o escritor
Carlos magner professor de história não sei se ele ainda está na UFGD ele tava na deu um tempo não tenho não sei dizer para vocês onde é que ele tá hoje enfim mas eu eu sei que ele já atuou na parte dafd eh então região de Dourados Inclusive acho Que Ele publicou o livro enquando tava lá em Dourados ainda e nós temos aqui e eh esse elemento que é o principal do livro que são os poemas num formato de desenho aqui de bovinos e tal esse livro você pode encontrar no formato digital se eu não
me engano pela Amazon tá para quem tem kinda as coisas aí às vezes se encontra e é interessante você ver porque tem o aspecto visual é um poema visual você não por mais que eu leio o poema tem que ter Esse aspecto visual da Coisa que é ali né Uma herança de um concretismo brasileiro que vem meio que repensando a ideia lá do do caligrama da poliner da ruptura né o Ferreira Gular vindo com aquela coisa também no Brasil a época da década de 50 da fragmentação mas esse livro não é da década de 50
esse livro aqui é produzido AL no início dos anos 2000 tá tanto que alguns efeitos gráficos de alguns poemas que ali estão quem viveu aquela época dos anos 2000 que acredito que vocês às Vezes estavam nem nascendo e tudo mais né E aí talvez seus pais se lembrem seus irmãos mais velhos quando o Word tinha ali a ideia dos Word Arts né dos títulos diferentão e não sei o qu e os recursos visuais que a gente dava fazendo a gente adorava aquelas coisas tem alguns poemas ali que tem essa brincadeira gráfica com as palavras é
um livro muito gráfico um livro muito visual por isso que ele é interessante você ver né Ele é interessante você dar uma olhada no Aspecto visual Como eu disse antes ele tinha disponível no MS digital hoje não mais pelo menos Aé última vez que olhei mas se eu não me engano ele encontra aí na parte digital em ebook pela Amazon tá também não ganho nada só tô tentando te ajudar beleza senhores eu acredito que até já extrapolei o tempo que eu tinha para falar com vocês Tentei lembrar do máximo de co Coisas que possam ajudar
você lembrando precisando de ajuda uma coisa Mais profunda queer ter essa vantagem mesmo diferente sabendo que são muitos terços né faz lá o curso beleza entra em contato com evra e é isso foi um prazer estar aqui com vocês um forte abraço e enfim meu cordial bom dia boa tarde boa noite boa madrugada até uma próxima