Então quais são os objetivos que a gente vai ter hoje aqui nessa aula eu preciso que vocês saiam daqui sabendo quatro coisas os pontos de referência anatômica no tórax do paciente determinar as linhas verticais e horizontais depois que a gente consegue determinar as linhas verticais horizontais a gente pode dividir topograficamente o tórax do paciente em regiões torácicas então a gente também vai ter que saber delimitar essas regiões torácicas né até onde é a região infra clavicular até de onde é que muda de região infecta quadricular para região mamária preciso que você saibam disso anatomicamente e
por último e a parte mais importante da aula é projetar os pulmões na parede do tórax Ok é a parte mais importante da aula porque é o pulmão é uma vírus Será que tá interna ao nosso corpo Beleza então é e é muito segmentado a gente sabe que o pulmões tem vários Lobos logo superior médio inferior como direito como esquerdo logo superior e inferior diversas patologias do sistema respiratório podem não estar cometendo o pulmão como um todo mas apenas um segmento dele apenas um logo dele e é importante que vocês saibam identificar né porque os
exames que a gente faz no sistema respiratório do paciente é um exame na superfície do tórax ou seja vocês têm que saber aquele ponto ali da superfície do tórax onde vocês estão achando algum achado Onde por exemplo Vocês estão vendo uma massa 6 onde você deveria ouvir Claro pulmonar vocês tem que saber o que é aquilo do pulmão Ok então se você tá percutindo ali no sexto espaço intercostal na linha na região enfraquelar Qual é o logo do pulmão que você tá analisando vocês tem que saber isso então o ponto mais alto da aula que
hoje vai ser essa parte 4 do projeto na parede do tórax tranquilo pessoal posso começar me dê aí um alô Então beleza vamos lá eu vou passando Ok e você me perguntando se tá tudo bem se tem alguma dúvida E aí qualquer coisa vocês levantem a mão e que eu volto aqui para a tela do Mit E aí eu respondo a dúvida de vocês porque eu vou estar lá na tela do slide para conseguir passar OK aí para que eu ouça que vocês querem perguntar alguma coisa não mande logo no chat não levante a mão
aí eu venho e vocês mandam no chat eu abri o microfone Então vamos lá primeira coisa aqui eu vou jogar para vocês alguns nomes e posteriormente a gente vai usando todas essas referências anatômicas aqui para chegar no nosso objetivo o tórax a gente sabe que a gente tem um tórax em uma topografia anterior posterior e lateral e nesse nesse tórax tanto anterior tanto posterior quanto lateral a gente tem pontos de referência anatômica ok nós temos pontos de referência anatômica que é o ponto chave para que a gente consiga basear Nossa técnica do exame porque de
alguma forma esses pontos de referência anatômica tá correlacionado com o pulmão do paciente né então nós temos referências anatômicas que estão ali na região do Ápice pulmonar na região da base pulmonar na região do logo médio pulmonar e a gente usa todas essas referências anatômicas para basear o nosso exame Então veja as referências do tórax anterior que vocês precisam saber a incisura sul para external né que a gente chama de fula as clavículas o ângulo diluir o ângulo manobra external a pregaxilar anterior os mamilos né que normalmente em uma pessoa normal linha ela fica no
quinto espaço intercostal Mas a gente vai discutir um pouco mais para frente que isso pode mudar se eu passei até longe de mim ou previlínio o ângulo de sharpi que é o ângulo do repor do costal onde você tem um encontro do reboco constrói direito e esquerdo com o processo histórico e no tórax posterior do paciente o que é que precisa que vocês saibam a coluna vertebral Vocês precisam localizar sétima vértebra cervical aborda superior da escápula que fica rente à segunda costela a prega que se lá posterior e o ângulo inferior da escápula que fica
rente à sétima costela então eu joguei algumas referências para vocês agora e com o passar da aula eu vou retomando algumas delas para vocês para que a gente consiga topografar o tórax do nosso paciente para se realizar o exame tudo bem vamos lá primeira referência importantíssima aqui tanto por exame respiratório quanto para o exame cardiovascular o ângulo diluir O que é esse ângulo diluir o ângulo diluir nada mais nada menos é o ângulo da do encontro do manômetro do externo com o corpo do externo né e a importância dele é porque veja só aqui ó
O Encontro do manúbrio externo com o corpo do externo você tem esse encontro aqui isso faz uma angulação e qual a importância dele é porque sempre né na maioria das vezes a gente não pode dizer sempre esse ângulo aqui se você desliza para lateral você cai em cima da segunda costela ou seja o espaço intercostal que tá depois do ângulo de luz é sempre o segundo espaço intercostal Isso vai ser muito importante para os focos cardíacos e para o nosso exame pulmonar Então a primeira referência anatômica a gente tem essa aqui ó manubro o corpo
do externo e você vê que tem uma angulação ou porque quando você traça uma linha que é que é paralela né tangente nesse ponto aqui do manobra e nesse ponto do corpo do externo Quando essas linhas se cruzam elas fazem uma angulação e essa imagem aqui dá para a gente ver Dá para vocês testarem isso em vocês vocês colocam um palito ou rente ao manobra e um palito rente ao corpo do externo e vocês verem que no encontro né na articulação entre o manobra e o corpo do externo Você tem uma ondulação sendo formada né
e a gente chama isso de ângulo external ou ângulo diluir o epônico que a gente tem né E aí a gente vê aqui ó com pacientes que são magros não é muito fácil da gente ver né mesmo olhando aquele nem precisa palpar para ver ó esse paciente aqui é óbvio que aqui tem uma certa saliência e aqui é diminuir E aí a gente tem se aqui é um ângulo diluir aqui lateral ângulo e quem é a segunda costela ângulo diluir onde tá seta segundo a costela ou seja o espaço intercostal que tá logo abaixo do
ano de o segundo espaço intercostal é vender a costela terceiro espaço intercostal quarta costela participação intercostal então é um ponto de referência muito importante para que a gente consiga contar as costelas do paciente não é isso porque tudo que a gente for fazer no exame do tórax e cardiovascular Então essa anatomia que recebe para praticar nível vascular também a gente vai se basear nos espaços intercostais para que a gente faça os nossos exame e para que a gente acha os espaços a gente tem que saber contar as custólicas espaços e o ângulo diluir é uma
abordagem muito importante que a gente tem para poder contar essas costelas esses espaços tem diversas outras também que eu vou ensinar vocês mas quando a gente fala em espaços intercostais mais superiores essa aqui é a principal referência que a gente tem vamos lá a gente já falou sobre o mundo e Louis agora vamos falar um pouquinho sobre o ângulo de Sharp que é o ângulo subcostal esse ângulo ele é formado pelos dois repor dos costais direito e aqui a região do processo xifóide ok e vocês veem que isso também formam angulação e a importância do
ângulo de sharpi além dela ser uma parte de referência para que a gente faça a expansibilidade do tórax anterior do paciente não preciso que você saiba localizar esse ângulo de que a gente consiga fazer a semiotécnica correta da expansibilidade no tórax anterior é que o ângulo de chapéu usado para definir o Biotipo da pessoa Ok se esse ângulo aqui ó se esse ângulo aqui ele for 90 graus aí diz que a pessoa é normal linha menor de 90 graus né uma pessoa longe linha e maior que 90 graus é uma pessoa breve linha então é
a partir da análise desse ângulo de shape que a gente vai definir o Biotipo da pessoa e isso é muito importante porque a depender do Biotipo da pessoa você tem mudanças anatômicas principalmente no coração daquela pessoa o coração ela pode ele pode ficar mais mais verticalizado né ele pode ficar no quarto no quinto no sexto espaço intercostal a partir do ictus então é muito importante que a gente sai identificar se a pessoa é normal linha longe Line breve linha para que a gente consiga fazer adequadamente o nosso exame Então vamos lá não discutindo mais um
pouco de anatomia e aqui ó paciente brevinho médio linho e longe ninho né a depender do ângulo de sharpião um ângulo bem né Bem Maior Que 90 graus tá vendo um ângulo 90 graus né as linhas estão perpendiculares do repolho postal e aqui um ângulo bem menor que 90 graus né um paciente bem longe de mim né pronto tórax anterior a isso agora vamos para o tórax posterior Quais são as referências que eu preciso que vocês tenham na cabeça as empresas saber a sétima vértebra cervical né que a gente pode fazer uma flexão da cabeça
do paciente e quando vocês olharem aqui para região cervical vocês vão ter duas vértebras que tu não tá proeminentes não é porque a gente tem sete vértebras cervicais só que a característica delas até o processo de espinhoso curto só que quando você chega em C7 o processo espinhoso 17 ele já é quase igual ao processo espinhoso de T1 Então quando você coloca a sua mão aqui na cervical aí você vai ver duas vértebras que são proeminentes que são a C7 e a T1 Então qual que você vai saber como é a ser sete a ser
7A de cima né E aí você pode tocar com dois dedos esse dedo você coloca em C7 e 31 você coloca os dois deles e você faz isso você faz essa flexão podem fazer agora em vocês as vértebras cervicais elas são móveis Ok já as vértebras torácicas Elas têm muita pouca mobilidade então se você coloca um dedo em C7 e outro dedo em ter um não é e você quer saber se realmente a de cima é C7 você faz uma coloca o dedo e faz uma flexão da sua cabeça você vê que apenas o seu
dedo de cima vai mover o dedo debaixo ele fica parado porque ser sete né ela tem uma mobilidade muito maior as vertebras cervicais e aqui é muito importante quando a gente for fazer análise né Vocês vão lembrar disso da expansibilidade do tórax posterior do paciente através da manobra de rua útil ok Além disso aqui no tórax posterior a gente tem que ver a borda superior da escápula que tá rente a segunda costela e a borda inferior da escápula né que logo abaixo da porta que tá bem aqui na região da sétima costela e do sétimo
espaço intercostal Então são essas duas referências que precisam que vocês tenham as bordas superior e inferior da escápula a superior tá paralelo a segunda costela e inferior ao sétimo espaço intercostal e C7 aperta cervical mais proeminência cervical pronto eu joguei para vocês regiões do tórax né então agora a gente entrou na segunda parte da nossa aula que são as linhas do tórax né e muita dessas linhas são linhas imaginárias e algumas dessas linhas a gente usa pontos de referência para que a gente consiga traçar elas mas o mais importante aqui é que é a gente
precisa ter uma localização topográfica né ou seja na superfície de estruturas que estão interna ao nosso corpo e qual é a forma mais adequada a gente poder fazer isso é a gente fazer o cruzamento de linhas né porque quando uma linha cruza para cá vertical e outra linha com os horizontal elas em um ponto elas vão cruzarem não é isso e esse ponto do cruzamento se eu defino onde esse ponto vai estar eu posso ter certeza que naquele ponto ali eu tô analisar um determinado estrutura do tórax do paciente então é muito importante que vocês
conheçam as minhas verticais e horizontais para que vocês tenham a referência de localização anatômica no tórax do paciente e para que vocês consigam delimitar as regiões do tórax não é isso porque essas regiões nada mais nada menos são do que é a delimitação né da junção das Linhas eu vou mostrar aqui para vocês veja só Eu dividi nas linhas no tórax anterior e nas linhas do tórax posterior e posteriormente eu vou falar sobre as regiões que essas linhas formam Então vamos lá no tórax anterior a gente tem como eu falei linhas que são verticais e
linhas que são horizontais Ok Quais são as linhas verticais a gente tem essa linha aqui ó Quem disse que a linha médio external que é uma linha vertical aqui em todo o corpo do paciente que divide o externo em dois né um externo direito e um externo esquerdo ou seja de vídeo externo no meio essa linha média external depois a gente tem a linha external né a linha external ela é paralela ao externa paralela aborda Esquerda do externo e paralelo à porta direita do externo essa linha external depois a gente tem a linha M clavicular
essa linha aqui ó o que a linha clavicular é a linha que sai do ponto médio da clavícula e como é que você faz para saber onde é o ponto médio de clavícula você pega aqui ó na articulação né da clavícula com o manubro então é bem aqui ó bem na parte da da linha external né E até a sua articulação lá no acrômio né no acrômio E aí você pega essa distância e a distância média entre elas a gente diz que a linha mlavicular Ok a linha clavícula do paciente e aí a gente tem
uma linha acessória né que não usa muito uma localização né que a linha para external né O que a linha para external é o ponto médio entre a linha external e a linha clavicular Ok essa é a linha para external que muitas vezes a gente usa para definir os focos de escutam ali o foco o foco pulmonar por exemplo no foco pulmonar arte com acessório tricúspide quando a gente fala em linha para external né não é a linha que é na borda do externo essa linha external é a linha que fica entre a linha M
clavicular E a linha external Então são essas linhas verticais que eu preciso que vocês saibam além disso a gente tem três linhas horizontais que são importantes para que a gente consiga fazer a junção dessas linhas verticais e dessas linhas horizontais para que a gente consiga delimitar o tórax do paciente então vamos lá a primeira linha é a linha clavicular a linha que passa por cima da clavícula e aí a gente pode dizer que tem uma linha clavícula superior passando na borda superior da clavícula e uma linha clavicular inferior passando na borda inferior da clavícula ou
apenas uma linha clavicular que tá passando no meio da clavícula Depois dessa linha clavicular nós temos duas linhas muito importantes e aqui é muito importante mesmo que é a linha da terceira articulação externacondral então vocês contam a costela do paciente quando chega aqui na terceira costela do paciente o que é que vocês faça essa extração a linha horizontal e a próxima linha horizontal é a linha da segunda articulação externacondral né E aí vocês pegam aqui ó a segunda costela e vocês traçam a linha horizontal e aí vocês percebem que você dividir o tórax em regiões
ó né que a gente vai ver mais para frente que a região infra clavicular região mamária e região infra mamária mas como é que você ia saber né se por exemplo eu coloco o paciente ele tem uma lesão né ele tem uma lesão bem aqui ó como é que eu vou saber se é se eu posso descrever essa lesão no espaço mamário ou no espaço clavicular eu tenho que delimitar delimitar esses espaços e aí como é que eu vou fazer eu já tenho minha linha média external aqui na minha cabeça eu não vou fazer no
paciente o que é que eu vou fazer eu vou contar as costelas do paciente primeira costela segunda costela terceira costela se tá abaixo da terceira costela É porque eu tenho aqui a minha linha horizontal da terceira costela e se tá abaixo dela eu vou descrever que a minha levantar onde no espaço mamário do paciente ou seja vocês tem que saber essas linhas horizontais para que você consiga topografar o tórax do paciente para que você consiga escrever os achados nesse tórax então é suma importância isso aqui vamos lá e aqui ó né as linhas clavicular superior
clavícula inferior a linha da terceira articulação postacondral e a linha da sexta você não posta com Grau né E aqui as linhas médio external external né em m clavicular e entre a linha external e Aline clavicular a linha para external Beleza então tórax anterior é isso qualquer dúvida levanta a mão vamos lá no tórax posterior a gente também tem que delimitar a região e a gente também tem linhas que são verticais e linhas que são horizontais agora veja só no tórax posterior a gente tem quais linhas importantes a linha vertebral que passa por cima dos
processos espinhosos da vértebra essa linha aqui ó a linha vertebral as linhas para vertebrais direita e esquerda que estão aqui ó então lembra da linha external aqui a gente vai chamar de linha para vertebral tinha paravertebral a linha escapular direita esquerda né aqui na margem medial da escápula lembrei quando a gente estuda a escapa a gente tem uma margem Medial um ângulo né um ângulo inferior e uma margem lateral se você pega o paciente né E você pega a borda a margem medial da escápula dele você traz sua linha Você chama isso de linha escapular
e tem uma linha que não aparece nessa imagem que ela vinha né Mais ou menos aqui ó bem do lado dessa linha escapular que a linha ângulo escapular Então são essas linhas no tórax posterior e as minhas horizontais é a linha são bem fáceis essas ó que a linha escapular superior na parte superior da escápula terminou a escápula Você já está só uma linha porque porque acima dessa linha com a região super escapular e abaixo dessa lenha com a região infeliz capilar região escapular mas tudo é região escapular não então a gente precisa ter uma
linha horizontal inferior que vai delimitar uma região que é escapular e uma região que é influe escapular e essa linha aqui ó que a linha inferior da escápula onde termina a escápula aqui no ângulo da escápula vocês traçam a linha horizontal que você chegam nessa referência anatômica Ok então aqui ó veja no paciente aqui você olhou né o seu olho já tem que projetar essas linhas no paciente você não precisa escrever essas linhas nem nada ok então você olhou para o paciente ó aqui você tem a borda superior da escápula seja traça uma linha a
borda inferior da escápula já traço outra linha e aí você dividiu o tórax posterior do paciente em região sul para escapular e escapular e infra escapular OK assim de cima para baixo né então superior para inferior não é isso e aqui tá uma imagemzinha também das Linhas ó linha vertebral linha para vertebral linha que eu falei para vocês ó borda Medial margem medial do borda medial da escápula linha escapular ângulo da escápula linha ângulo escapular beleza vamos lá e as linhas laterais né as linhas laterais que a gente já já tinha comentado no exame dos
linfonodos né axilares do paciente como é que a gente vai delimitar elas linha que se lá anterior linha x Lau posterior não é aqui nas pregaxilares Ok então quando você sobe essa linha anterior onde é que ela vai dar vai dar Justamente na região do acrômio Ok E aí é que você sabe se você realmente tá na linha que se anterior em xl anterior Mix lá média e linha x lá posterior beleza e a linha horizontal que vocês têm que saber aqui é apenas a linha da sexta costela porque porque a gente sabe que tem
uma topografia que se diz é o espaço axilar e a gente também tem um espaço enfraquecer lá né o espaço axila a gente tá muito relacionada logo superior do pulmão então se eu digo que o logo inferior do pulmão tem alguma patologia vocês vão analisar onde vocês vão analisar principalmente aqui na região infeccionar e como é que vocês vão saber se a região enfraques lá fazendo a linha da terceira da sexta articulação externa então a sexta articulação externacondral ou seja ser a sexta costela vocês traçam a linha horizontal E aí Vocês conseguem saber se é
a região axilar ou infeccionar ok aqui ó então Eu dividi aqui o tórax do paciente e regiões anterior axila médias lá posterior como é que eu vou saber se eu tô na região axilar ou inflexilar eu venho contando as costelas e quando eu chego na sexta costela Ok eu passo uma linha e aí eu sei se acima dessa linha região que lá e abaixa a região infelexilar então vocês veem que vai começar a fazer sentido agora essas linhas não é isso vocês vão ver a real importância delas agora e mais para frente quando eu for
falar do exame né porque quando eu for falar dos exames e eu começo a dar referências anatômicas para vocês né Vocês não vão se desesperar mais porque você já vão ter essas referências na cabeça porque todo o exame que a gente for fazer vai ter como uma referência para semiotécnica esses espaços intercostais e as referência anatômicas que eu falei até agora então vamos para a terceira parte da nossa aula que é delimitar as regiões do tórax para por fim a gente projetar o pulmão na parede do tórax do paciente vamos lá regiões do tórax né
região do tórax anterior gente vamos lá a gente tem uma linha ó eu vou pegar essa imagem aqui do lado que tá sem Cola e vamos lá comigo eu disse a vocês que a gente tem uma linha clavícula superior e uma linha que ela ficou inferior Qual é o nome da região que está entre essas linhas clavícula superior e inferior região clavicular Ok então a região em cima da clavícula se você tem algum achado é a região clavicular acima dessa região clavicular ou seja acima da linha clavícula superior qual região Supra clavicular não é isso
força sobre a clavicular região Sul para clavicular que vocês já estão cansados de saber né quando a gente vê os linfonodos Sul para claviculares né Então você já sabem essas regiões mas veja abaixo da linha inferior da clavícula fazendo ó onde a linha inferior da clavícula ela se junta com a linha external direita e alinhar esse lado direito do paciente e até a terceira costela do paciente a gente tem a região mamária a gente desceu né região clavicular região mamária a gente foi descendo a gente chegou aqui ó na região da terceira costela do terceiro
articulação Costa com grau onde a articulação se junta com osso com a costela para serem no manúbrio a gente tem não mais o espaço mamário mas o espaço infra mamário né Mas ô não tem mais espaço infraclavicular mais espaço mamário do paciente entre a terceira articulação consta condral e a sexta articulação pode estar com grau tudo isso aqui é o espaço mamário do paciente não é isso e esse espaço mamário ele vai até onde vai até a sexto articulação posta com grau Ok a sexta a articulação constitucional E aí abaixo disso aqui é a região
inflamamária ou qualquer região hipocondríaca qual a importância de você saberem isso gente tórax direito do paciente o pulmão vai até aqui ó até mais ou menos a sexta costela o sexto espaço intercostal depois disso aqui é fígado Então vocês tem que saber onde tá a transição onde é pulmão e onde é fígado e fígado porque se eu falo para vocês que o paciente tem um hepato explendomegalia e vocês fazem a percussão do tórax do paciente e vocês vêm uma massa 6 como é que vocês vão saber se aquela massa 6 ela é fisio hepatológica sabendo
onde é que o pulmão tá né o nível que eu Pupo montar que é o nível da do sexto espaço intercostal então se eu amasse 6 que tá no quarto espaço intercostal direito né do paciente vocês vão pensar em um impactomegalia no fígado crescido mas vocês só vão pensar nisso Se vocês souberem essas referências anatômicas então mais para frente a gente vai começar a entender essas coisas por causa dessa aula Então vamos lá região external aqui ó acima da cúrcula região Supra external né da cúrcula aqui do manôbio até a linha da terceira costela é
região external superior da terceira costela da linha horizontal contracena terceira costela até o processo xifóide é região do manúbrio né ou região external inferior ok agora e a mesma coisa se repete aqui no tórax esquerdo a região sul para clavicular região clavicular região infraclavicular Opa cheguei na terceira costela né Tem um achado aqui é região mamária até a 6ª costela né até a 6º a sexta articulação postacondral e abaixo disso aqui é região infra mamária quando a gente fala do tórax ou região hipocondrica onde o direito esquerdo ou direito quando a gente vai analisar o
abdômen né então tanto faz você falar uma ou outra Ok e aqui ó eu bato o olho do tórax paciente eu vejo isso aqui automaticamente nele eu começo a ver isso região suco external região superior região external inferior região clavicular região infra clavicular região mamária região infra mamária ou do hipocôndrio ok E aí como é que eu vou saber se a região fraco avicular em uma área mesmo terceira costela né E como é que eu vou saber se a região mamária costela ok na face posterior como é que isso funciona vamos lá a gente aqui
a linha vertical e a gente tem a linha escapular aqui na borda medial da clavícula tá vendo a região que tá em cima da vértebra a gente diz que a região vertebral Então essa região que está acima da vértebra aqui é região vertebral a região que está entre a vértebra e a margem medial da escápula a gente chama de região Inter que está entre as duas escápula vertebral ou seja Inter entre a escápula e a vértebra que é uma das regiões muito importantes porque quando a gente vai fazer ausculta quando a gente vai fazer percussão
a gente faz onde na região interescáculo vertebral porque a gente não pode fazer esses exames acima da clavícula do paciente em cima da clavícula Então a gente tem que fazer o exame nessas regiões Ok então região interescar por vertebral E como é que você vai saber se você tá colocando estetoscópio ali nessa região porque você sabe que uma parte é a vértebra e uma parte aborda medial da escápula seu exame tem que estar entre essas duas então não tem como você se confundir é região interescar por vertebral importantíssimo fora essa né A gente tem as
minhas horizontais né aqui da borda superior da escapulida da borda da escapa e a gente vai definir o tórax como a região Supra escapular região infraescapular ou região escapular e região infraescapular apenas isso né Tem alguns livros que trazem região espinhal Supra espinhal da escápula infras como é uma anatomia aplicada por exame não tem relevância nenhuma Ok porque a gente não vai fazer exame em cima da clavícula ou em cima do da escápula do paciente então não tem relevância nenhuma definir essa escápula em super sinal infristinal Porque eu quero realmente afastar elas né então que
me interessa é os espaços que estão entre a vértebra a coluna vertebral e essa escápula né e a região que está acima dessa escápula que vai ter pulmão né em cima da escápula tem o que tem Ápice pulmonar região Supra escapular e abaixo da escápula tem bases pulmonares até ter 9 T10 né então a região infra escapular é o que importa para mim ver aqui essa imagem olhou para o paciente e vocês tem que ver isso aqui ó você tem que ver que aqui é escápula aqui é escápula aqui a margem Medial a margem Medial
então aqui a região interescar por vertebral que eu vou fazer meu exame é a borda superior desse cálculo a região Supra escapular é a parte inferior da escápula tá abaixo do ângulo da escápula aqui na linha horizontal inferior do Escape é região infecção onde você vai ter as bases pulmonares então é apenas isso que eu preciso que vocês tenham em mente do tórax posterior do paciente do ponto de vista anatômico beleza e por fim né aqui as regiões lateral do tórax do paciente região axilar e enfrexilar que eu já falei para vocês né onde é
que eu digo se uma região axilau enfrenta-se lá para escrever no exame né ó primeira costela eu venho aqui ângulo diluia ângulo diluir segunda costela terceira costela quarta costela quinta costela sexta costela não é então eu cruzo ó eu cruzo a linha axilar anterior e cruzo a linha da sexta costela o ponto de encontro eu digo que eu tenho aqui a diferença entre uma região axilar e a região inflexilar não é que é muito importante essas aqui porque o pulmão do paciente ele vai estar projetado ali né para as laterais posterior e anterior na transição
aqui vocês vão ver mais para frente que a gente fotografar o pulmão na parede tórax no lado direito é o que vai definir se você vai estar analisando logo superior médio ou inferior do pulmão do paciente do pulmão direito Ok então vamos lá não é isso então eu deixei aqui para vocês treinarem beleza depois vocês pegam essa foto aqui e vai vocês mesmo dizendo Quais são as regiões aqui de cada número e vai depois conferindo para ver se para realmente gravar isso na cabeça Beleza então vamos lá terceira parte acabou e a parte final aqui
da nossa revisão de anatomia para o exame do tórax vamos lá dúvidas até que Cleiton Eu tenho um Quando é que a gente vai dividir a onde o mapa anatômica exatamente divide a axila da infraxilar eu não peguei aqui axilada infraxilar você vai ter o que é que forma a região axilar a linha que se lá vertical anterior tá vendo na borda aqui na pregax lá anterior a linha que se anterior e a linx lá posterior né O que tá entre essas duas linhas é a região axilar como toda só que a gente divide essa
região aqui lá em duas em uma região axilar propriamente dita e uma região infraxilar e aí como é que você divide se a região maxilar inflexilar a partir da sexta costela Ok Então veja quando você pega aqui a região axila média e você desce né então Aqui nós temos o que a segunda costela terceira costela quarta costela na quinta costela e a sexta costela ó quando chega aqui na sexta costela é o meu ponto de transição entre a região acima axilar e abaixo desse ponto aqui ó a região infra-axilar Então é assim que a gente
divide ok a gente deveria anterior e posterior a gente divide a região axila que é tudo isso aqui e como é que eu sei que a região maxilar ou enfrexilar aqui na sexta costela Ok então a linha que é médio que é média oxilarina axila anterior posterior a linha média oxilar quando você desce obedecendo por ela onde essa linha toca a sexta costela do paciente a sexta costela É o que eu delimito você está costela ao ponto de limite entre a região maxilar e enfrexilar acima da sexta costela aqui nesse ponto de encontro né galinha
horizontal aqui no na região desse lado do paciente assim minha região sei lá e a baixa a região infecção Claro pessoal alguma outra dúvida Ficou claro valeu pode falar Francisco quando for falar levanta a mão porque aí eu vejo que vocês querem tirar dúvida porque eu tô lá lá no slide eu não tô aqui no chat não vendo aí quando vocês levantam a mão aparece um som aqui para mim eu consigo ver pode falar fazendo isso então com relação a sexta da sexta costela da região axilar eu tenho dificuldade de [Música] Pau para ela na
região que sei lá entende porque eu eu só lembro da questão você pega a Premiere você manda obsternal aí cai na segunda da segunda segunda espaço intercostal e aí eu vou mapeando mas ela na região que sei lá você tem alguma técnica alguma coisa que eu possa encontrar essa sexta costela entende que eu tô falando você vai fazer isso que você falou para mim ok você vem aqui na segunda costela que a gente ao ao ângulo diluir e você vem descendo quando você achar a sexta costela você vem lateralizando ela seguindo onde ela vem ó
você vem seguindo essa sexta costela até a região axilar e quando você vê que ela chegou aqui na região médio axilar Ok você pronto você faz a delimitação ó acima desse ponto aqui ó acima desse ponto é região axilar abaixo a região enfraques lá porque eu vim do ângulo diluir a segunda terceira quarta quinta sexta costela aí eu acompanho o trajeto da costela acompanha E aí eu sei que aqui na regiãoxilar eu tô na na sexta costela e eu consigo delimitar super axila e infecção entendeu então você pode fazer isso ou você pode usar o
quê a borda inferior da escápula que normalmente tá no sétimo espaço intercostal então se você pega a borda da escápula né ó pega a borda da escápula tá no sétima costela sobe uma E aí você chega na sexta costela eu prefiro usar o ângulo diluir porque eu acho mais certo porque é escápula gente ela é muito móvel né então nem sempre a escápula vai estar ali no sétimo espaço intercostal do paciente é válido é né A maioria das vezes vai estar Mas eu prefiro usar o ângulo aí que me sinto mais seguro Para realmente saber
se ela tá no sexto espaço intercostal alguma dúvida pessoal não era isso mesmo obrigado então vamos lá agora para finalizar nossa aula de anatomia parte mais importante da aula hoje eu preciso que você Saiam daqui sabendo de tudo isso aqui veja só a gente agora vai projetar o pulmão no tórax do paciente vocês vão olhar para o paciente e vão pensar no pulmão dele desenhado aqui ó como ele tá desenhado a gente vai fazer isso no tórax anterior no tórax posterior e não tórax lateral do paciente então vamos lá com calma OK é informação que
vocês tem que decorar Ok mas a gente vai com calma Qualquer coisa vocês me perguntam não é nada difícil de decorar isso aqui veja só projeção do pulmão na parede do tórax na face anterior o que é que eu preciso que vocês saibam eu preciso que você saibam o q do pulmão tá na região sul para clavicular o que tá na região em fraquelavicular e o que tá na região mamar inflamamalha porque lembra que na região é na região infra mamária quase não tem mais pulmão é ali onde finaliza o pulmão né na sexta costela
Ok então muito abaixo disso não tem mais pulmão mas eu preciso que você saibam na parte anterior do tórax o que tem cada dessas regiões aí vamos lá com calma na região sul para clavicular do paciente a gente vai encontrar quem os ápices pulmonares Ok então é por isso que a gente precisa ao escutar percutir a região sul para clavicular né que a gente faz como a gente faz né com a manobra com dedo assim né ou a gente pergunta em cima da clavícula porque é uma região muito importante porque veja só qual é a
região do pulmão que tem mais ar me fala aí vamos começar a dar aplicação para tudo logo não ouvi Fernanda Rogério tem mais a é o ápice o ápice a região do Comum que tem mais ar porque quando há entra dentro do pulmão o ar ele sobe né o ar ele tende a subir então lá se concentra nos ápices pulmonares então tem determinadas patologias que acometem principalmente o ápice do pulmão do paciente Vocês conseguem dizer alguma tuberculose tuberculose né o bacilo Né o micobacterium ele gosta de ambientes que tem muito oxigênio então o ápice do
paciente é um lugar é um tropismo né é um local de tropismo muito importante para esses bacilos da tuberculose então é muito importante que vocês analisem o ápice do paciente aqui na região sul para clavicular Então beleza Ápice do pulmão do paciente região sul para clavicular quanto né de 2 a 4 cm né acima da região clavicular quando paciente inspira o pulmão sobe então vocês precisam ter isso em ideia né então se eu falo para vocês uma questão que o paciente apresenta uma hiper sonoridade no na região do Ápice pulmonar e eu digo para vocês
fazerem Os cultos no foco onde você auscultaria né onde você percutiria no caso esse paciente uma questão vocês tem que ter o que não é saber percutir além de saber percutir vocês têm que ter ideia de onde é que você vai permitir então é uma questão né que Jeová gosta de cobrar muito que junta anatomia com o exame não adianta você permitir qualquer lugar do tórax tem que percutir onde tá afecção que eu falei na questão E aí por isso que vocês precisam saber né então região sul para clavicular você tem o Zap se expomonares
Ok região infraclavicular você tem a maior parte dos lobos superior tanto direito quanto esquerdo região mamária ou inflamamária aí depende Em ambos né você vai ter parte do logo superior região infra mamária é quando gente primeira costela segunda costela terceira costela aqui a região que a região mamária né aí que na terceira quarta quinta sexta costela né é a região que infra mamária né então a região infracovicular mamária infra mamária O que é que está na região mamária e infra mamária na região mamária vai estar parte do Lobo superior direito esquerdo agora na região inflamamária
né você vai ter parte do Lobby inferior do pulmão esquerdo só que é bem parte porque o Lob inferior do pulmão esquerdo você só vai analisar mais no tórax lateral e no tórax posterior apenas uma parte aqui ó apenas essa partezinha aqui do lado inferior esquerdo vai ser analisado no tórax anterior do paciente então se eu peço para vocês se eu digo para vocês que o paciente tem um derrame pleural no tórax esquerdo onde é que vocês vão analisar no tórax anterior não vocês vão ter preferência para analisar na região lateral do paciente que eu
vou mostrar para vocês e no tórax posterior do paciente porque é onde esse projeto o Lobby inferior do pulmão não é isso agora no tórax direito do paciente muda a história porque diferente do pulmão esquerdo o tórax direito do paciente tem um lobo médio né não é mais logo superior apenas e esse logo médio ele tá muito aqui ó nessa região tá vendo nessa região infra mamária direita então ó primeira costela segunda costela terceira costela né então aqui eu tenho minha região clavicular da terceira até a sexta a terceira quarta né quinta sexta né na
região mamária eu tenho quem eu tenho logo médio né e na região inflamamária um pedacinho apenas do logo inferior do pulmão direito né então a região mamária direita do paciente eu tenho logo médio do pulmão dele Vocês precisam saber disso beleza aqui ó na região mamária da mama pegou aqui a mama percutiu né aqui é logo médio do paciente né se você achou algum achado aqui patológico é um achado que tá cometendo logo médio do pulmão do meu paciente Ok então tórax anterior Essas são as projeções que eu preciso que você sabe tórax posterior é
a parte mais fácil né é a parte mais fácil que tem veja só o tórax posterior ele é quase todo logo inferior E aí o que é a divisão a divisão vai ser aqui ó nem T3 então vocês contam tenho 17 tem um T2 T3 chega em T3 Você tem o início da fissura oblíqua né é a fissura que dividiu o pulmão e logo superior e inferior Ok então a partir de ter três quando você for percutir a região interescápula vertebral lembra que é apenas aqui que a gente pergunte até acabar escápula é tudo logo
inferior então a área super escapular tudo logo superior a área que tá abaixo de T3 né É tudo os lobos inferiores ó e a região escapular tudo logo inferior é tudo inferior né e o pulmão a gente vai até onde você vai percutir até aqui ótima costela não o pulmão vai até ter 10 né T9 para montar na inspiração profunda esse pulmão pode descer até 12 beleza mas vocês não vão fazer nada que ultrapasse isso né vocês não estão analisando o pulmão e é por isso que vocês precisam saber disso aqui porque quando você for
ver a expansibilidade da base do paciente você tem que estar com seus polegares em p10 não adianta chegar Ah vou colocar pelo olho não vai você tem que ter segurança que ela ia ter 10 ok E aí como é que a gente faz né Vamos lá como é que a gente faz agora que a gente manja muito da anatomia Anglo da escápula tá onde no sétimo espaço intercostal né então oitava a costela no na costela acabou Tô indo até 10 né então pelo ângulo inferior da escapa você chega até 10 Rapidinho não precisa vir de
17 até 10 para que você saibam que aqui até 10 beleza e no tórax lateral do paciente a gente vai ter tórax lateral direito a gente vai ter o logo superior na região axilar região oxilar logo superior do paciente e região inflexilar uma partezinha aqui do lado médio só essa partezinha aqui ó do Lobo médio Ok e o Lob inferior né do paciente o logo inferior do pulmão do paciente é de um flexilar ok e no tórax esquerdo a mesma coisa região axilar superior todo logo superior do paciente né região inflexilar a partir daqui ó
Então você tem uma parte do logo superior e uma parte do nome inferior do paciente beleza pessoal uma dúvida é decorar É bem intuitivo na verdade ok não é 100% Ah vou decorar né Você consegue imaginar Ok tem nas referências Você consegue imaginar que Supra clavicular é o ápice então clavicular ali né abaixo do clavicular você já tem logo superior né na região inflamada você tem o que logo inferior é como é que eu posso falar para vocês não tem muito que eu possa fazer aqui por vocês vocês tem que ter isso em mente lê
uma duas três quatro vezes já era Pessoal vocês não esquecem mais nunca Ok é algo muito importante é tanto que eu não ia começar nenhuma revisão sem dar isso aqui para vocês porque tudo que a gente vai ver a partir de agora é com base nisso tudo tudo nada vai fugir disso aqui tudo bem dúvidas e aqui eu deixei um slide final para vocês como é que vocês devem fazer o exame de vocês né então se eu tô examinando o logo né então vamos lá pulmão direito anteriormente né então pulmão direito anteriormente né O que
é que eu vou analisar no pulmão direito anteriormente o logo superior médio e uma pequena parte do logo inferior Ok então é isso que eu tenho que vocês coloquem na sua mente né que o pulmão esquerdo anteriormente você tá analisando logo superior e inferior apenas né o pulmão esquerdo posteriormente você tá analisando uma pequena parte do logo superior aqui na região super escapular e todo o resto ela do inferior região interescar vertebral logo inferior do pulmão esquerdo direito região infraescapular logo inferior direito esquerdo eu deixei aí mais ou menos uma colinha para vocês né mas
é isso que eu preciso que vocês tenham em mente beleza vamos lá primeira parte da nossa revisão Ok alguma dúvida bom para o exame