olá pessoal tudo bem que sejam bem vindos a mais um vídeo aqui no canal olha só a pedido de muitos alunos no instagram fala o professor grave uma aula completa sobre as as figuras de linguagem falei 'bom eu vou tirar um tempinho gravar uma aula completa porque como vocês vão ver que existem diversas figuras de linguagem sé ea gravar aulas cinco dez minutos não daria então essa água vai ser um pouco maior porque o mais longa mas a gente vai abordar todas as figuras de linguagem conceito e exemplo beleza então era só a primeira coisa
que você tem que saber o seguinte sobre figuras de linguagem o que são figuras de linguagem basicamente todas elas são o que são é artifícios lingüístico que nós utilizamos para dar mais expressividade a comunicação e isso a gente utiliza as figuras de linguagem para dar mais expressividade na comunicação beleza então olha só o primeiro ponto você tem que anotar aí presença olha só existem três grupos e figuras de linguagem três grupos o primeiro figura semânticas o segundo figuras simpáticas e o terceiro figuras fonéticas a gente vai ver que cada uma dessas figuras de linguagem todas
uma por uma por isso essa ótica um pouquinho maior olha só na segunda semana de que nós vamos ver todas elas a metáfora comparação prosopopéia sinestesia catacrese metonímia perífrase antítese paradoxo eufemismo e perry e ironia são seguras figuras semânticas aquelas que trabalham com o sentido lembra semântica vem de sentir então todas as figuras de linguagem vão trabalhar com o sentido beleza no campo do sentido temos também assegura fim táticas essa aqui estão ligados à estrutura a construção textual a mudança ea expressividade vai dar na construção textual a gente vai ver cada uma delas quais são
agente tenha elipse o zé alguma e peba do pleonasmo assim de tu podes ímpeto anacoluto repetição esse leps todas elas e o terceiro grupo que são as figuras fonéticas fonética lembrando do som são aquelas duras é que trabalham com a sonoridade mudar mais expressividade a sonoridade e aí pasquale spadotto programático trás dessas duas onomatopéia ea liberação como as mais importantes beleza então a gente vai ver cada uma delas figuras semânticas figura sintática que figuras comédias já pega seu caderno e começa a metade anotar beleza a nossa primeira figura de linguagem vai ser a metáfora uma
das mais conhecidas bom que é metáfora basicamente você utiliza o emprego de forma comparativa subtendida pra dar mais expressividade na comunicação olha só esses dois exemplos eu tenho sua boca é um cadeado basicamente não tem como a boca da pessoa ser um cadeado até a boca é composta por lábio superior e inferior mas eu utilizo cadeado nada mais expressividade uma pessoa que não abre o bico o foco então sua boca é um cadeado do termo cadeado aqui caracteriza a metáfora é meio comparação subtendida beleza se eu colocar a sua boca é como cadernos já teria
outra figura de linguagem que a comparação que a gente vai ver depois olha só o segundo exemplo aquela menina é uma gata o termo gato aqui o caracteriza metal então que a metáfora emprego de uma palavrinha consente diferenciado mas naquela situação daquele contexto vai dar mais expressividade da comunicação é claro como ele não pode ser um animal um gato mas utilizo o elemento gato aqui trazendo a metáfora para dar mais expressividade em que ela é muito bonita beleza então que a metáfora emprego de uma palavra no seu sentido conotativo para dar mais expressividade e utiliza
o tempo não convencional dentro de uma estrutura estrutura e isso é o que a metade a segunda figura de linguagem que nós vamos ver vai ser a comparação era um pouco parecida com a metáfora só que na comparação não vai aparecer um termo que não aparece na metáfora que é o elemento comparativo normalmente vai ser a palavrinha como beleza a comparação também padre dentro das figuras de linguagem que trabalha com o sentido ou seja figura semânticas olha só um exemplo a chuva caía como lágrimas de um céo entristecido aqui ó lágrimas de um céo entristecido
é um termo que vai caracterizar a comparação e iniciada pelo tempo como então basicamente quando você tiver diante de uma comparação dessa figura de linguagem você vai ter um elemento como que estabelecendo essa comparação então a chuva cair como parecida com o que com a lágrima de um céo entristecido então esse elemento vai introduzir a a estrutura que vai trazer a comparação o elemento comparativo então nessa figura de linguagem que vai ter os elementos que trazem idéias de comparação como o como beleza então diferenciar a metáfora da comparação é isso na metáfora não aparece um
elemento comparativo e na comparação com paração aparece bem tranquilo então vamos lá a terceira figura de linguagem nossa terceira figura de linguagem é a provocou pé bom que é propor pé ela também é conhecida como personificação a gente dá características humanas a seres inanimados olha só esses dois exemplos para vocês pra você nunca mais esquecer olha só exemplo um meu celular é maluco fica desligando sozinho olha só eu utilizei o termo maluca que órgãos e inanimado celular neste caso estou dando vida ao celular dizendo que ela é uma pessoa que está maluca né algo que
está maluco então o maluca que o caracteriza a prosão copel a personificação eu estou dando uma característica uma característica animada 16 animado que é o celular beleza meu celular é maluco fica desligado sozinho uma longa que caracteriza a preocupar a personificação oração o segundo exemplo como a passagem da nuvem a lua se tranquilizavam olha só eu utilizei um tema que o tranquiliza vá a lua se tranquilizava como é como se ela fosse uma pessoa que tivesse essa habilidade essa essa condição de se tranqüilizar ou seja e utiliza o termo é animado para o ser reanimado
ou eu utilizo uma característica humana a gente pode para que as pessoas se utilizava o professor estava se tranquilizando mais à lua a lua e eu estou utilizando uma pessoa pé é uma personificação quando eu atribuo essa característica ao termo lua então repetindo prosopopéia é dar características humanas a seres inanimados beleza e também chamada de personificação a nossa quarta figura de linguagem é assim neste dizia bom que é sinestesia basicamente é um tipo de metáfora que eu é utilizo vários elementos sensoriais dentro de uma estrutura de forma conotativa olha só o cheiro doce verde do
capim trazia recordações da chácara de taboquinha perceba que quando eu falo o cheiro doce eu estou misturando duas sensações aqui beleza o cheiro é doce é como se eu tivesse comido o cheiro para saber que ela é doce então a essa mistura de sensações neste caso a gente tem a sinestesia olha só o segundo exemplo lorrany eu quero um doce abraço como é que eu vou dar um abraço e bom sentir que ele é doce eu estou misturando as sensações os sentidos neste caso tenham que uma sinestesia então é bem fácil identificar se decisiva é
a figura de linguagem que trabalha com o sentido que vai transitar esses elementos se sentindo sentam o paladar o cheiro o tatu vai ter nesses né na estrutura a transição desses elementos de forma que conotativa metafórica então olha só clone eu quero um doce abraço não tem como abraços e dons e não estou comendo um abraço mas no sentido de um bom abraço um abraço gostoso nesse sentido estou utilizando que sinestesia uma figura de linguagem que trabalha também com o sentido foi a quinta figura de linguagem é a catacrese bom é se o que é
catacrese basicamente catacrese é uma figura de linguagem ali no campo sentindo também que é uma metáfora cristalizada como assim é como se fosse uma metáfora mas propor pelo fato de as pessoas usarem constantemente esse tema deixa de ser metáfora e vira uma carta crédito então é aumentar flu já o que é muito utilizada desgastada vira uma carta crise olha só por esses dois exemplos a ficar muito claro prestenção ó o primeiro exemplo ele sentou-se no braço do sofá aí você fala ah mas o fato não tem braço não é um ser humano para ter braço
mas por vir a assistir comum todos já falaram dessa forma o português utilizar essa metáfora que já é utilizada viram que uma catacrese por não ter um tema específico pra gente utilizar aqui ea utiliza a metáfora que virou senso comum no caso é uma catarata 3 beleza olha só o segundo exemplo a asa da xícara quebrou-se se pergunta bom como é que uma chicana vai ter a asa ela não é um passo bom mas por não ter um tema específico utilizado naquela partida parte vinha da chica agente lisa asa nesse sentido conotativo que pelo uso
constante de todo o mundo utilizando a nossa língua portuguesa virou que é uma metáfora cristalizado assim como neste caso aqui é o que diante nós estamos diante de uma catequese pra você não esquecer é só lembrar catacrese é uma metáfora que virou senso comum que já é utilizado por todos que é o que a metáfora cristalizada beleza a nossos essa figura de linguagem é a metonímia bom o que é metonímias bastamente metonímia é a utilização de um tempo para apresentar outro quando eles têm uma certa é relação basicamente é uma obra para representar o autor
ou vice-versa ou à parte para representar um todo então existem alguns tipos de metonímia com esses dois exemplos está muito fácil você identificar prestenção olha só o primeiro ouvir mozart com emoção basicamente eu não ouvi moças eu quero dizer que eu fiquei que ouvir a música certa eu ouvi a música de moscou com emoção eu utilizo essa palavrinha aqui ó o nome moças para representar música neste caso eu estou tendo que uma metonímia né a o autor pela obra é a mesma coisa acontece um exemplo dois olha só negra leio graciliano ramos porque ele fala
da realidade brasileira é bom basicamente eu não lerei graciliano ramos eu leio que a obra os livros como vidas secas se você já deve ter lido né eu leio as obras do autor do graciliano ramos neste caso estou utilizando o que o autor pela obra eu leio que os textos as obras mas utiliza que a figura de linguagem que a gente chama de metonímia porquê porque essas duas partes têm uma certa relação então eu posso fazer isso é um recurso estilístico beleza tal metonímia o que é utilizar um tempo consentir para representar outro no caso
aqui o autor pela obra o autor aqui no caso musas da música e graciliano ramos o nosso escritor modernista nossa sétima figura de linguagem ainda no campo semântico é a periferia bom professor é isso que é periferias basicamente a gente vai utilizar um termo para remeter a outro olha só com esses dois exemplos está bem claro para você entender beleza ó o exemplo a cidade luz continua atraindo visitantes quando eu coloco que a cidade luz eu estou me referindo à nova york então em vez de colocar nova york eu coloco cidade luz que é uma
característica de nova york daí eu tive essa especialidade e se essa figura de linguagem para remeter a algo sem utilizar a palavra utiliza uma característica um atributo daquilo que eu estou me referindo então quando eu falo a cidade luz continua atraindo visitantes à cidade luz aqui remédio que é nova york então cidade luz vai caracterizar a peritos essa figura de linguagem que substitui o tempo por outro é com base em suas características ou atributos olha só o exemplo 2 o presidente dos pobres suicidou-se em 1954 quando eu falo é o presidente dos pobres eu não
vou me remeter nem aqui você tem que ter um pouquinho de de conhecimento histórico para entender essa periferia e vou me meter o que a gente não vagas porque porque ele foi no presidente que se suicidou em 1954 e era considerado que o presidente dos pobres isso aqui então quando tive o presidente dos povos uma característica de getúlio vargas eu estou fazendo que utilizando uma periferia diz essa figura de linguagem que substitui o tempo por outro com base em suas características ou atributos beleza continuando com as figuras de linguagem agora nós temos a antítese la
s o que é a antítese bom essa muitos alunos conhecem antes basicamente quando você utiliza temos com os sentidos opostos dentro de uma mesma estrutura e isso é um recurso utilizado por exemplo na escola literária barroco olha só vamos ver nesses dois exemplos o que é uma antítese na prática olha só exemplo um tristeza não tem fim felicidade sim perceba que nesse nesses trechos do vinicius moraes eu utilizo aqui ó tristeza que vai manter um contraste com uma tinta com felicidade neste caso aqui eu tenho uma antítese muito fácil né por exemplo dois eu preparo
uma canção que faça acordar os homens e adormecer as crianças aqui é um trecho no caso do monte de andrade então olha só eu tenho dois temos aqui que estabelece é a antítese você consegue enxergar eu preparo uma canção que faz acordar os homens e adormecer as crianças exato olha só eu tenho aqui acordar e adormecê eu utilizo termos propostos para manter a antes na mesma estrutura neste caso também aqui uma antítese num exemplo tristeza mantém um contraste com a felicidade e no exemplo dois acordar mantém um contraste com a do mês e você presenciar
isso uma estrutura você vai ter o que a antítese muito fácil né a figura de linguagem número 9 é o paradoxo lá e se explique pelo que é paradoxo bom para docs basicamente é você tem idéias contraditórias dentro de uma mesma estrutura de uma sentença de um período e aí causa estranheza na sentença mas existem é o recurso estilístico é uma figura de linguagem do sentido olha só os dois exemplos para se viver de amor há que esquecer de amor chico buarque quando escreve essa estrutura em faro uma poesia cantada basicamente há uma contradição aqui
ao que é um paradoxo ele fala para se viver de amor viver de amor temos que esquecer o amor como assim bom isso é o que é uma contradição em si é o que é um paradoxo é um recurso estilístico que os autores utiliza principalmente dos textos literários poesias e poemas olha só o segundo exemplo quanto mais ele trabalha mais têm dificuldades econômicas bom aqui também há um paradoxo bom se ele trabalha mais é basicamente o logicamente ele teria que ter menos dificuldades né mas aqui a estrutura não quanto mais a gente trabalha mais têm
dificuldades econômicas então há uma contradição de idéias aqui quando há essa contradição de 10 não estamos diante do que de um paradoxo então essa figura de linguagem é basicamente o que quando você precisa se presencia dentro de uma estrutura em 10 contra histórias que foi utilizada pelo autor mas causam estranheza mas isso é utilizado para dar ênfase determinado assunto neste caso temos o paradoxo beleza a figura número 10 é um é o feminismo professora é essa o que é eufemismo é bem fácil e é bem tranquila você nunca mais errar olha só eufemismo basicamente você
utiliza para suavizar assim pensa em vez de dizer daquela forma direta e bruto você sua vida olha só esses dois exemplos exemplo um aqueles homens públicos se apropriaram do dinheiro quando utiliza aqui ó se apropriaram eu estou tirando a palavra mais forte que roubaram vez fará àqueles homens públicos roubaram o dinheiro eu suave da estrutura aqueles homens públicos se apropriaram do dinheiro olha só o segundo exemplo ele preferiu retirar se da vida aqui ó retirar se da vida eu sou aviso a estrutura eu poderia falar ele preferiu morrer mas já fala muito forte e eu
sou aviso eu utilizo que o eufemismo ele preferiu retirar se da vida beleza um eufemismo você vai lembrar que ele suavização da estrutura suaviza a mensagem de forma direta e bruto beleza eufemismo suavizar a estrutura a comunicação a nossa décima primeira figura de linguagem ea hipérbole é bem fácil também olha só é só você lembrar da palavra exagero pretensão ela chorou um rio de lágrimas aqui basicamente ela não chorou mas ela chorou muito pra dar mais ênfase o exagero e ela chorou um rio isso aqui traz o que há em dobro e pedra é sinônimo
de exagero beleza exemplo 2 estou morrendo de fome hoje bom na estrutura pessoal realmente está morrendo o fim da vida mas ela quer dizer que está com bastante fome com muita fome mas utiliza morrendo pra dar um exagero mas expressividade a mensagem é essa figura de linguagem de sentir no campus cidade é utilizando se do exagero ela chorou rio de lágrimas ela não chorou rio de lágrimas ela chorou muito estou morrendo de fome bom a pessoa não está morrendo ela está apenas com muita fome então e peb i é sinônimo de que exagero porque a
nossa décima primeira figura de linguagem a ironia a última que nós vamos ver no campo semântico depois nós vamos estar seguras in touch que mexe com a estrutura é a 12ª é a ironia deve saber conviver com pessoas que são irônicos o tempo todo mas vamos ver que enquanto figura de linguagem do texto na estrutura olha só eu tenho dois exemplos aqui olha só exemplo ele não fica calado durante a aula é tão educado olha só quando o time é tão educado eu estou sendo irônico de rir bom se ele não ficar calado durante a
aula é tão educado eu tinha esse tema aqui ó de forma irônica e estou sendo irônico nessa aqui então nós presenciamos uma estrutura que a presença da figura de linguagem a ironia olha só o segundo exemplo que careta mais bonita né o bonita que se referindo a careta claro que estou sino e único não é porque você fez a careta basicamente é ter ficado muito feliz mas aí a gente brinca utiliza a ironia que utilizam esse jogo de palavras né ironia eu acho que vocês não vão ter dificuldades porque a gente presencia era nossa situação
o dia a dia várias situações em que tem a ironia as pessoas são irônicas nesse brasil o tempo todo então ironia é basicamente você invertendo algumas palavras é pra trazer um sentido diferenciado você emprega embalada consente diferenciado bonita que não é que tá bonita está muito feia é tão educado e não é do caso não é muito mal educado porque ele fica e não ficou calado durante a aula então ironia também a figura de linguagem ea gente encerra aqui as figuras semânticas vamos agora para tantas figuras in touch que as de construção lá bom pessoal
a nossa décima terceira figura de linguagem é a chamada e lips aqui da 13º em diante a gente vai ver muitas figuras de linguagem relacionada à construção que são chamadas figuras sintática igual a gente viu na primeira parte do vídeo lembra então vamos lá ele pifa a elipse faz parte dessas figuras de linguagem de construção sintática a gente vai ver um exemplo aqui você vê que é bem fácil ok bom eles basicamente é você emite um termo de entrega a escrita no seu limite novamente um verbo a palavra significativa você tira da lei mas você
sabe que aquela palavra existe olim mas não precisa colocar novamente você utiliza a língua totalmente esse tempo olha só o exemplo a direito da estrada só a esquerda chuva percebi que eu utilizei veículo kia que e quando utiliza amigo eu ouvi uma palavra você sabe qual é a palavra que emite ó à direita da estrada só a esquerda chuva basicamente se eu fosse escrever cnpc e colocar assim ó à direita da estrada estava com o sol a esquerda estava a chuva então o que é lips é o meti um te colocando a viva na memória
descaso pra quê pra dar mais essa possibilidade na estrutura neste caso eu utilizei o que a vírgula em vez de estava eu me tinha a palavra estava aqui nas duas situações antes do sol e chuva neste caso eu tenho uma elipse que a omissão de um termo dentro de uma estrutura por isso que é uma figura sintática de construção porque há a am3 ela se constrói ela se dá quando eu tiro o elemento dentro de uma estrutura sintática beleza então elipse uma dica não confunda confunda elipse museu o próximo a próxima figura de linguagem vai
ser o jogo muitas pessoas acabam confundindo esses dois elementos porque são parecidos mas eu vou é dar detalhes a diferença entre ele psiu uma bom a nossa décima quarta figura de linguagem é o seu uma como falei muitos alunos acaba confundindo selma com eles nós vamos diferenciar olha só na elipse a gente o mit um termo é para dar mais expressividade na estrutura do museu mas também emitiu o termo normalmente é um verbo a opção vai mal só que o seu cliente realmente um tema que já foi dito antes da ascensão nos eua a gente
aumente o tempo que já foi dito antes da elipse não então olha só um exemplo dizendo que nem é o ouvi nem ele a mim nessa estrutura tem um museu uma porque porque eu amo ante o verbo conjugado nem eu ouvi nem ele ouviu a mim então eu e menino a palavrinha aqui ó ouviu ou viu eu n no porquê porque eu já disse antes na primeira a primeira hora são aqui então basicamente pagar mais expressividade uma uma figura de construção e não ficar repetitivo né não repetiu o velho novamente eu vou te dizer alguma
então eu elimino segunda às o segundo vendo então feita nem eu o ouvi nem li a língua fica até melhor sonoridade o que eu falar nem eu ouvi nem ele ouviu a mim por não repetir a palavra isso é o seu na elipse eu não é elimina palavra porque ela já foi dita antes não é isso a elipse ele me pagar mais expressividade lei na frase eu já entendo que tenha palavra de mais um aumento de preço então não esqueça elipse seu fazem parte das figuras de linguagem de construção a figura de linguagem duro 15
é o hyper button o que é o ipea olha só como é que vai identificar o ipea dentro de uma frase de uma oração é basicamente quando você tem os elementos da oração eles estão o meia final e indireta eles não estão na ordem natural direto sujeito verbo complemento basicamente o autor para dar mais expressividade ou pra manter a rima em poemas dez vezes ele faz a inversão dos temos ou seja jogam predicado pra frente o complemento primeiro para depois lá o sujeito isso é o que ri pega por isso é uma figura simpaticíssima mexe
com a construção do texto da oração então é só um exemplo viajaram cansados com os pescadores de ilusão otterloo quem viajou lançar quem viajou cansado alguns pescadores de ilusão então pescadores de ilusão é o sujeito aqui a gente tem um termo que foi pra antes do sujeito neste caso houve a inversão da natural dos tempos se a gente for colocar na ordem direta acabar com o ipea é que a gente vai ficar como é que fica essa estrutura vai ficar assim ó os pescadores né de ilusão que é o nosso jeito que a gente tem
um núcleo do sujeito os pescadores de ilusão viajaram viajaram cansados cansados ponto aqui é a ordem natural do sistema sujeito vem complementou então eu acabei neste caso aqui ocorre perto aqui o autor construiu em pedra para quebrar mais disputado é mesmo é manter ali a sonoridade enfim esse é o recurso de construção é a figura central a dica você inverteu os temas dentro da oração bem tranquilo beleza a 16ª figura de linguagem é o pleonasmo essa muitas pessoas também conhece que é bem famosa né a gente evita muito a comunicação é no dia a dia
na linguagem formal mas alguns autores também utilizam o pleonasmo justamente para dar ênfase ao neoparamilitarismo humanidade a rima entre os versos a estrofe o papa manterá a a contagem das siglas poéticas mas vamos ver o que é treinado por elson leonardo basicamente é repetição de um termo sem a necessidade de repetir olha só um exemplo bem fácil chorar um choro sentido mas nos refizemos novo perceba que que o autor utilizou choramos um choro bom se você chora basicamente você vai chorar um show então não tinha necessidade de colocar aqui ó choro beleza mas para dar
mais expressividade na construção ele repete o tema ou seja tem que evitar subir pra cima desse trabalho sair pra fora entrar para dentro chorar um choro chover chuva né ou seja são temas que a gente repete para dar mais expressividade no caso também pressionado na figura de construção uma figura sintática bem fácil de você vai ficar dentro de um período dentro de uma oração tranquilo figuras de linguagem 17 nós temos aqui agora a fim de evitar também figura do sintac de construção que mexe com o instrutor bom a oa fito é só a gente pegar
aqui ó a etimologia que vem de sindetur se isto quer dizer ligação sim tony da ação então a gente tem uma imagem aqui ó dá ideia que de negação ou seja sem ligação então essa figura de linguagem assim button vai ser diferente pode sim dito ou seja vai ser aquela estrutura que o autor vai mentir os conectivos os elementos coesivos novos casos o coletivo e mas podem ser outro lado então eu só esses dois exemplos você nunca mais esquecer olha só o primeiro ele quebrou o violão saiu do palco lula e inutilizou nenhum colectivo a
idéia do que manter o assinto se fosse colocar o colectivo de colocar aqui né lula ele parou quebrou o violão e saiu do palco que a numeração para os temas que a mesma com o aumento da estrutura mas aí não coloca o e colectivo aditivo e e colocar um amigo para manter o assassinato à cinta e sem ligação sem conectivos as folhas caiu aqui a mesma coisa ele manteve a vírgula para trazer atuam assim dentro ou seja sem ligação sem coletivo apenas orações coordenadas assim técnicas por isso a gente tem assim ele poderia colocar o
epi o vento iii ea solidez caiu mas elimina o colectivo e para manter o assim desde então procura de construção final ontem conectivos muito fácil e prático vamos ver agora o pole sinto que é o inverso do assim desde o pole sinto basicamente é o contrário do assunto se não a sinto a gente não tem conectivo a supressão dos elementos corrosivos no policentro inverso a gente tem vários né o autor do abuso dos elementos corrosivos olha só a tecnologia da palavra também né pole quer dizer vários muitos isso é esse dito ligação então são vários
de gás várias ligações vários conectiva conectivos já que quer dizer ligação conexão então olha só o exemplo e falei e gritei em tentei e gesticulei e pedir ajuda mas ninguém parou para ajudar olha só voltou ele repete o evento e e e e que é o colectivo ou seja vários elementos coesivos para dar mais expressividade pode ser que ele fez várias coisas mas ninguém mas parou para ajudar neste caso é o pole sinto o abuso utiliza vazamentos coisas de forma proposital beleza assim beto não utiliza coletivo pole sinto utiliza vários elementos com exemplos bem tranquilo
muito fácil a figura de linguagem 19 chama-se 'ana colucci bom que não me estranha é só isso que significa bom basicamente ana colocou também a figura do sintax que mexe com a organização da estrutura por isso que a sintax né de construção é basicamente ela ocorre quando há uma interrupção na frase paraense alta outra ideia basicamente é o autor falando uma coisa ele quer explicar que o rapidinho ele vem com outra frase ou seja ele interrompe uma idéia e continua a outra ele tem uma lógica mas há essa interrupção brusca na estrutura olha só o
exemplo acabei faz você entender né ó umas moedas velhas caídas no fundo da gaveta nós descobrimos o seu real valor depois que o colecionador as quis comprar percebo que aqui eu tenho como ideia ó umas moedas velas velhas caídas no fundo da gaveta aí aquele para e começa a refletir a nós descobrimos o seu real valor depois que o colecionador as quis comprá isso aqui é o que ana como tu é dilma até gaveta eu vim com a idéia é utilizar vivo já vem com outra ideia mesmo que a relação mas há uma quebra no
sentido da frase perceba isso é proposital é um recurso estilístico e se chama ana colotto uma figura é de linguagem que faz parte do campo da sintaxe de construção bom chegamos na figura de linguagem número 20 você fala professores não acaba não é só muitas basicamente são 23 estão acabando vamos lá agora a gente tem a repetição bom essa figura de linguagem é fácil identificar o próprio nome já diz repente santo vai repetir alguns é bom essa figura de linguagem basicamente é a repetição de algum termo é mas é muito utilizado em poemas em em
poesias para dar mais ênfase repetição a questão da sonoridade porque pois é foi feito para ser cantado então é utilizado em poesia aqui a gente tem um trecho de mário de andrade em nosso grande escritor e é ele repetir um termo que chama na solidão na solidão na solidão isso aqui é o que é uma figura de linguagem é uma repetição figura do sintáxi construção olha só o trecho na a solidal solitude na solidão entrei na solidão perdi-me nunca me alegrei ou sejam e repete na solidão na solidão na solidão se repete temos uma repetição
muito tranqüilo é bem fácil identificar a repetição que sabe as palavras que estão andando e repetidas dentro de uma de uma estrutura muitos autores poetas fazem isso para manter a questão da sonoridade manter a rima no início das palavras que são de acionando a interação enfim repetição bem bem tranquila eu acho que vocês não vão ter dura porque então vamos a próxima é figura de linguagem 21 bom a figura de linguagem número 21 a silepse é a nossa última é das figuras de construção do sintax vão faltar apenas duas que são de sonoras figuras fonética
seleção terminou na aula vamos lá bom a silepse basicamente é uma figura que mexe com a concordância quando a gente tem assembléia quando o autor ele ele quer fazer a concordância com a idéia e não contemos se você bater o olho é pensar bom pew de concordância lei por conta dessa verbal e nominal tem erro mas calma o autor está utilizando a silepse stacy uso está utilizando uma figura de linguagem está mexendo com a construção do texto olha só o rio neiro é famosa no mundo inteiro você fala está errada aí o rio de janeiro
famosa o rio de janeiro é famoso então está errado não voltou quis utilizar que a concordância de ideia ele diz concordar famosa com a cidade a cidade é famosa no mundo inteiro é isso aqui é em bons e mais que isso a sua redação porque estava com o texto com sentido denotativo aqui um sentido conotativo é uma das nossas riquezas figuras de linguagem então ele pode fazer isso projeta o rio de janeiro é famosa no mundo inteiro então faz esse joguinho é utilize da cinep dessa figura de linguagem para concordar com a ideia e não
com os termos havia escrito na estrutura sintática beleza a figura de linguagem número 22 aqui a gente entra nas duas últimas que são as figuras sonora olha só nós temos a onomatopéia é uma delas qual o que é uma top é muito não sabe o que é uma utopia é a tentativa de representar os sons da natureza basicamente a gente percebe o sono da natureza e tendo utiliza pegar esse sonho se transformar em palavras né escreveu sobre a natureza então olha só esse exemplo ocorre quando os porcos parecia uma orquestra desafinada eu utilizei que opõe
a representação gráfica do som né que os barulhos que os porcos fase com isso que eu representei graficamente na escrita é o que o matou pé estava têm base é bom bom de tati parte do tempo ou seja é a tentativa de representar o som da natureza e isso a gente chama de onomatopéias beleza bom e por fim se chegando na nossa última figura de linguagem figura sonora a gente chama de aliteração bom anjo finalizar essa aula já se inscreve no canal da une gostei aí porque essa aula ficou bacana e as 23 segura de
linguagem então vem cá pra última hora só a última a aliteração o que é a interação professor aliterações basicamente a repetição de alguns sons normalmente dígrafos no início de palavras ou no interior a dar mais expressividade para darlan a sony é melhor então utilizado é claro em poemas e poesias mas os autores utilizam a sua construção é exatamente para isso para dar mais expressividade a questão sonora então brt a repetição de algumas palavras com temos dentro da estrutura olha só um exemplo ele era bruto bravo brigam que foi repetido aqui né a gente sabe que
o dia informa br ele era bruto dra brigam isaac é repetido é propositalmente pelo autor para dar mais expressividade sonora por isso que é a aliteração a repetição dessas funções aqui ó br br br perfeito bem fácil né a gente tem também outra né alguns outros também trazem a assolan ciência que a repetição das vogais aliteração repetição das consoantes tranquilo bom encerrar esse vídeo por aqui fica um pouquinho longo de não é de costume fazer vídeo longo mas eu pensei em algo que ficasse completo aqui no canal pra vocês aproveitarem sair pingando pegando figura de
linguagem por figuras de linguagem vídeos então tentei concentrar todas as 23 figuras de linguagem aqui beleza lembre-se nós temos as figuras semana antes os sentidos sintáticos de construção de organização textual e sonoras que mexem com o som e espero que vocês tenham gostado do vídeo aproveitado é esse contrato está no fim e nem concurso e vestibulares até o próximo vídeo é bons estudos e fique com deus