[Música] Olá seja bem-vindo à nossa vídeo aula sobre a esclerose múltipla cuja sigla é m que é uma doença autoimune do sistema nervoso central caracterizada por inflamação crônica desmilização gliose e perda neuronal o curso Clínico pode ser de natureza remitente recorrente ou progressivo as lesões no sistema nervoso central ocorre em diferentes momentos e indiferentes locais assim às vezes se diz que as lesões da esclerose múltipla estão disseminadas no tempo e no espaço o curso Clínico da doença é bastante variável sendo desde uma doença crônica estável é uma doença de evolução rápida e debilitante como esclerose
múltipla é uma doença auto-imune crônica do sistema nervoso central caracterizada por inflamação desdemenização gloriosa e perda neuronal patologicamente infiltrados linfocíticos perivasculares e macrófagos produzem a degradação das bainhas de mielina que envolvem os neurônios os sintomas neurológicos variam dependendo da localização da lesão E podem incluir deficiência visual dormência formigamento fraqueza focal incontinências urinárias e intestinal e disfunção cognitiva já os sintomas clínicos são caracterizadas por Recaídas agudas que geralmente se desenvolvem primeiro em adultos jovens um curso gradualmente para agressivo segue com incapacidade Permanente em 10 a 15 anos a etiologia é exata da esclerose múltipla é desconhecida
os fatores envolvidos na patogênese agrupam-se amplamente em três categorias fatores imunológicos fatores ambientais e associações genéticas a outra im unidade contra o sistema nervoso central é a principal etiologia hipotética da esclerose múltipla embora existam vários mecanismos hipotéticos propostas o mecanismo postulado de fora para dentro envolve células t para inflamatórias do tipo se adequado a hipótese é de que um antígeno desconhecido ativa as células th1 e th17 levando a ligação ao em um detalhe do sistema nervoso central ao cruzamento da barreira em Mata encefálica e ao subsequente ataque imunológico por meio da reatividade cruzada assim sugere
uma anormalidade intrínseca do sistema nervoso central que desencadeia e resulta em dando tecido ao mediado para inflamação a deficiência de vitamina D é considerada uma possível etiologia para predisposição observada na população em latitudes mais altas a ser afetada diferentes infecções incluindo o vírus épstein bar também podem desempenhar um papel provavelmente existem interações complexas entre vários fatores ambientais com a genética do paciente e a compreensão desses caminhos é uma área de pesquisa em andamento existe um alto risco esclerose múltipla em pacientes com parente biológicos que já possuem a herdabilidade é estimada entre 35 e 75% a
uma concordância de 2% entre pais e filhos e isso ainda representa um risco de 10 a 20 vezes maior do que na população em geral o drb1 1501 o antígeno leucocitário humano hla tem uma forte correlação com esclerose múltipla e é um dos alelos mais estudados em relação a ligação da esclerose múltipla até o momento não existe uma forma nem deliana de ocorrência genética definida e as implicações apontam para os numerosos genes a fisiopatologia da esclerose múltipla é limitada ao sistema nervoso central dois processos fundamentais constituem o processo patológico geral observado nos pacientes com esclerose
múltipla a inflamação vocal resultando em placas de macroscópicas e lesão da barreira em macrolica e a neurodegeneração Olha só microscópica envolvendo diferentes componentes do sistema nervoso central incluindo neurônios axônios e sinapses juntos esses dois processos primários resultam em lesões macroscópicas e microscópicas as lesões referidas como placas ocorrem em ondas ao longo do curso da doença e resulta em uma inflamação focal as placas de esclerose múltipla centram-se predominantemente em torno das pequenas veias e vênulas e mostram margens nítidas os principais componentes da patologia da placa são a perda da mielina edema e lesão axional com o
tempo o processo inflamatório diminui resultando em uma cicatrizes microscópicamente as lesões esclerose múltipla mostram infiltrado mononuclear com manguito perpendular infiltração de substância Branca ao redor monócitos e macrófagos que representam a imunidade inata estimulam a migração de células T através da barreira em massa cefálica o resultado geral é uma lesão na barreira e mata encefálica e entrada de células imunológicas sistêmicas a ativação da microglia a principal célula apresentadora de antígeno do sistema nervoso central muitas vezes precede a entrada da célula a lesão do sistema nervoso central resulta no início de atividades extratóxicas da microbia com a
liberação de óxido nítrico ou também chamado de óxido nitroso e outros radicais superóxidos as células b e d produzem anticorpos nas clerose múltipla folículos das células B nas meninas de pacientes com esclerose múltipla foram observadas com má Associação com esclerose múltipla de início precoce histologicamente as placas de esclerose múltipla são caracterizadas principalmente por inflamação e degradação da mielina outras características incluem a neurodegeneração e a lesão de ólego dendrócitos múltiplas marcações histológicas são empregadas com auxiliar de maneira que haja apoio ao diagnóstico entre elas a coloração pela hematoxina e ozina colorações de mielina ou seja luxalfest
Blue marcadores de monócitos macrófagos ou seja o cd68 colorações adicionais e de astrócitos as placas ativas são caracterizadas em vários graus pelas seguintes características extensa infiltrações macrófagos detritos de mielina frequentemente contidos dentro do macrófago a presença da proteína mielina principal em placas ativas tardias infiltrados inflamatórios para vasculares presença de linfócitos particularmente células tectônicas positivas as tractos roliços e mitóticos graus variáveis de lesão de oligodendrócitos e microgliatizada particularmente a zona das substância Branca pele placas crônicas características demonstram lesões desmilinizada circunscritas elas ocorrem com mais frequência e são caracterizadas por hipocelularidade e desmilinização macrófagos carregadas de mielina
inflamação perivascular relativamente diminuída em comparação com placas ativas resolução de edema axônios finalmente minimizados nas placas remilizadas e axônios com bainhas de mielina recém-formadas além do aparecimento de células precursoras de óleo budendrócitos classicamente em placas reminis quando peptídeos do próprio sistema nervoso central e antígenos de Agentes infecciosos compartilham sequências ou possuem semelhanças estruturais ocorre o mimetismo molecular levando as células t e b a reagirem com antígenos do sistema nervoso central a proteína básica de mielina cuja sigla é pbm principal constituinte da bainha de mielina é um alto antígeno que compartilha a ligação com mhc2 semelhante
e locais de ligação de receptores das células T cuja sigla é TCR com vírus como vírus herpes Simplex cuja sigla é hsv ao reconhecer antígenos próprios a reatividade cruzada de células T alto reativas com antígeno estranho pode desencadear a ativação dessas células levando então ao cruzamento da barreira em Mata encefálica e dando tecido ao após o reconhecimento de antígeno no cérebro os candidatos mais estudados como o alto antígenos são as proteínas que constituem a bainha de Melina como a pbm a glicoproteína da mielina de órgãos cuja sigla é geno a glicoproteína associada mielina cuja sigla
é g a m e a proteína cuja sigla é PPM a pbm e a PPM são as proteínas mais importante que compõem a mielina a PPM induz a auto reatividade e respostas das células t e B na esclerose múltipla essas proteínas são expressas na superfície intracelular da membrana da bainha de mielina e estão envolvidas na manutenção da estrutura da merina compacta a gmo é a menos abundante e a expressa especificamente na superfície da mielina tornando-se um alvo para os anticorpos desmielizantes e respostas imunescelulares nas esclerose múltipla uma segunda hipótese para indução infecciosa da esclerose múltipla
é a ativação de células têm imunes Auto reativas espectadores que ocorre de forma não específica durante a infecção viral as infecções causam ativação de células apresentadoras de antígeno em spcs como células linguísticas que então desencadeiam a resposta de células t auto reativas pré-preparadas para iniciar o processo de resposta ao demônio outro mecanismo de ativação das células espectadores envolve citocinas inflamatórias super antígenos e ativação do receptor tlr que subsequentemente ativam as células t auto reativas de maneira Independente de TCR as células têm específicas do vírus também podem iniciar ativação do espectador dependendo do reconhecimento específico do
TSE as células têm específicas ativadas pelo vírus micro para o sistema nervoso central infectado onde matam células infectadas apresentando epítopos virais isto resulta em secreção de citocinas inflamatórias incluindo óxido nítrico por células moribundas como células T8 e macrófagos levando a destruição o próprio tecido e liberação dos alto antígenos no contexto de infeccioso a apresentação de alto antígenos pode então ativar células teatro reativas um dos maiores desafios na esclerose múltipla é entender os mecanismos subjacentes a patogênese da doença a esclerose múltipla é uma doença complexa que afeta jovens adultos que estão geneticamente suscetíveis e são expostos
a uma precipitação por fator ambiental ou agente infeccioso lesões de esclerose múltipla são suscetíveis esse originar de uma doença auto-imune que envolve vários tipos de células e moléculas moduladoras do sistema imunológico a alta imunidade pode ser uma consequência do mimetismo molecular Ou seja a ativação e recrutamento de células imunes Auto reativas devido a homologia estrutural entre um antígeno próprio e uma proteína patogênica bem encerramos para que o nosso encontro fiquem bem Se cuidem e bons estudos [Música]