E aí o Olá pessoal Bom dia espero que vocês estejam bem meu nome é Aline eu sou biomédica formada pela Universidade Estadual de Londrina e sequestrada doutorado Universidade Federal de São Paulo para quem não conhece bem vindo novamente para quem ainda não espero que vocês gostem É nesse curso nós vamos falar um pouco sobre a psicofarmacologia e agora preciso ficar metodologia seja uma assunto muito antigo muito louco nós estamos por alguns assuntos em particular então nesses quatro aulas do curso nós trataremos sobre ele Me lembra minha participação de vocês é muito importante não eu peço
que vocês comentem que vocês coloquem as suas dúvidas que vocês viram que vocês gostaram que vocês não gostaram Fiquem a vontade para interagir porque a nossa ideia é que esse curso seja feito para vocês e atinja a todas as expectativas que vocês têm sobre isso não essa primeira aula nós vamos falar então sobre os transtornos de ansiedade bom então só com uma breve introdução Zinho a psicofarmacologia é um ramo da farmacologia que vai estudar os fármacos são cinco ativos e reações psíquicas então esses fármacos eles influenciam no humor na com quem são no comportamento na
psicomotricidade e também na personalidade esses forma os eles são classificados geralmente antidepressivos antipsicóticos estabilizadores do humor ansiolíticos e estimulantes o que a gente precisa lembrar é que para quem forma com ele tenha seja considerado um ciclo ativo ele precisa agir no sistema nervoso central então ele é um fármaco que precisa atravessar a barreira hematoencefálica para que ele consiga gerar seu efeito Tá certo bom então agora vamos de fato falar sobre ansiedade a sociedade porque só ela é uma resposta normal cerâmica circunstâncias de ameaça e ela tem a função de preparar o nosso organismo para uma
resposta de luta ou fuga que é necessário a nossa sobrevivência e mais recentemente essa sensação de ansiedade elas essa com a normalização da situação e e necessário que todos nós tenhamos níveis adequados de ansiedade para que a gente tenha bons empenho nas tarefas do dia a dia então é normal faz parte da nossa vida sentir ansiedade perante uma situação e nos traga medo que estraga o desconforto certo e tudo bem Só que essa sensação ela deve cessar a partir do momento que essa situação nessa agora não está mais presente o problema é quando esse sentimento
de medo e de preocupação que caracteriza a ansiedade eles se tornam excessivos Então a partir daí nós temos um transtorno de ansiedade tá então Lembrando que a gente viu no slide passado esse é sentimento essa sensação de ansiedade perante o perigo é normal e é o que a gente chama de ansiedade e esse sentimento a partir do momento aqui essa Ameaça é retirada essa sensação também desaparece e o problema é quando mesmo numa situação que não oferece perigo e o indivíduo Apresente as mesmas reações que ele deveria apresentar somente na situação de ameaça e esses
sentimentos eles são excessivos ele não sessa ele não diminui e ele se torna constante na vida da pessoa EA partir de então então nós dizemos que o indivíduo ele tem um transtorno de ansiedade e nós podemos dividir os seus sonhos de ansiedade em algumas classificações alguns subtipos Como por exemplo o transtorno de ansiedade generalizada o pânico e transtorno de ansiedade situacional e também o transtorno de stress pós-traumático porém esses subtipos de transtornos de ansiedade Eles são muito comórbidos entre si então muitas vezes eles compartilham características semelhantes Oi e o tratamento dele exceto alguns detalhes também
são muito semelhantes Então nem sempre vai ser possível de fato me dizer qual é o transtorno específico que aquele indivíduo tempo é importante a gente lembrar que os transtornos de ansiedade eles também apresentam sobreposição de sintomas com a depressão maior tem que muitas vezes eles caminham juntos sem ser possível dizer que vem primeiro ou que é consequência Se bem que esses sintomas que são semelhantes nas duas situações nós temos os problemas de sono de concentração fadiga e dificuldades psicomotoras então Muitas vezes os seus sonhos de ansiedade eles são tratados com fármacos antidepressivos Oi e o
seu sonho de ansiedade eles também apresentam uma conformidade com outras condições psiquiátricas como por exemplo uso abusivo de substâncias transtorno de Déficit de Atenção e hiperatividade transtorno bipolar transtorno doloroso transtorno do sono e como já comentei com vocês também a depressão e bom então aqui a gente consegue ver os diversos sintomas que a gente pode observar nos transtornos de ansiedade serve tenho que os características centrais ou seja os sintomas mais comuns e que estão presentes em todos os transtornos de ansiedade são principalmente a sentimento de ansiedade por medo e preocupação mas os indivíduos têm outros
sintomas e esses sintomas e são compartilhadas com aqueles indivíduos que também representam depressão e e quando a gente fala de transtorno de ansiedade duas regiões encefálicas são muito relacionadas sendo que quando a gente fala de medo está relacionado com sentimento de pânico Sofia o circuito que controla esse sentimento tá localizada principalmente na região da amídala e quando a gente fala de preocupação tu tem que tem que é caracterizado pelo sofrimento ansioso pela expectativa pelas opções são falamos sobre o circuito corte o estriado talão ortecal então nós temos esses dois sintomas Mas é característicos da sociedade
e essas duas regiões encefálicas relacionadas com ele é a gente precisa lembrar quando a gente fala de medo a gente não tá falando apenas de sentimento de sentir mesmo mas essa sensação de medo ou é a resposta que o nosso organismo da perante estas situações não é apenas um sentimento mas tem que estar relacionada muito com as respostas autonômicas ou seja aquilo que faz com que perante aquela situação de perigo o indivíduo Apresente o comportamento de luta de fuga ou de paralisação E aí de cada indivíduo tem uma resposta diferente dos demais bom então quando
a gente fala de medo a gente sempre relaciona com a amígdala Ea vida era uma estrutura encefálica muito pequena mas extremamente conectada Então essa conexão da amigão as outras regiões encefálicas faz com que ela controla o diversas respostas dos nossos organismo e dá um transtorno de ansiedade a amígdala ela está hiper-reativa tá então essas conexões da vida com outras regiões encefálicas está hiper ativada nos transtornos de ansiedade resultando Então o que a gente já comentou que é essa resposta excessiva de mesmo e a conexão da amígdala como a substância cinzenta periaquedutal é responsável pelas respostas
motoras ou seja aquela resposta de luta ou fuga e de paralisação Almir Dalla ao se conectar com o hipotálamo ela é responsável pelo controle das respostas endócrinas e os indivíduos apresentam nessas situações então a gente observa aumento de cortisol e esse comentado de doenças arteriais coronarianas aumento de chances de desenvolver diabetes do tipo 2 e também AVC bom então é aquilo que a gente comentou que uma ativação da amígdala temporária ao vivo cortisol preparar o organismo para fugir ou para para voltar o problema é quando essa ativação é excessiva se torna crônica Então esse nível
aumentado de cortisol Então vai predisponente exponer esse indivído a essas situações e muitas vezes não são associadas com os transtornos de ansiedade Mas elas podem ser resultados dessa hiperativação da amido principalmente nessa conectar conexão com o hipotálamo e a conexão da amígdala com o núcleo parabraquial o tronco encefálico está relacionado com a resposta respiratória e a gente sabe que perante uma situação de perigo é a homem é necessário um aumento da frequência respiratória para que os pulmões tenho mais capacidade para que o indivíduo precisa é possa fugir daquela situação porém essa frequência respiratória aumentada constantemente
pode resultar dispneia e também piorar a situações daqueles indivíduos que já tem azul e Oi amiga ela também se conecta com o lócus cerúleos que é o local de produção de noradrenalina e da relacionado então com as respostas cardiovascular então assim como a gente falou sobre as questões respiratórias a função cardiovascular ela precisa estar aumentada né situações que a gente comentou derrotei fuga porém essa hiperativação excessiva ou crônica aumenta o risco de desenvolver aterosclerose isquemia cardíaca aumento da pressão arterial uma a variabilidade cardíaca ela fica reduzido Então essa frequência cardíaca e da sempre muito alta
é aumento de risco de infarto do miocárdio e também morte sul e por fim nós temos a conexão da amígdala com o hipocampo sempre que a gente fala de hipocampo a gente tem que lembrar de memória e essa conexão da mina ela foi para o campo ela é importante para que para que o indivíduo consiga acessar as memórias que ele tem e relacionar essa memória com aquela situação Então essa conexão importante para dizer que o indivíduo já viveu uma situação daquela e a situação não foi de fato tão perigosa quanto ele achou que fosse ou
então para dizer que aquela situação de fato é perigosa então é o hipocampo traz essas essas informações de memória para que o indivíduo consiga julgar aquela situação Cid falta perigosa não se passando traz risco para ele ou não Tá bom então a na mídia ela nós temos diversos reguladores neurobiológicos principalmente neurotransmissores e são esses neurotransmissores que controlam o funcionamento da amígdala que vão ser os alvos terapêuticos dos tratamentos para os transtornos de ansiedade Aqui nós temos a serotonina o o cabo tá mato não era Turmalina nós temos também os canais iônicos regulados por voltagem e
também é receptores de cortisol estão todos esses alguns esses reguladores da amígdala Eles são passíveis de modulação Oi e aí que os tratamentos vão agir para controlar essa cinza são excessiva de medo que é aparece nos transtornos de ansiedade bom então se por um lado nós temos um dos sintomas centrais os transtornos de ansiedade o medo no outro nós temos a preocupação é um Lembrando que são esses dois sintomas que são nucleares nos transtornos de ansiedade a preocupação ela é caracterizada por um sofrimento ansioso por expectativas apreensivas pensamentos catastróficos e também obsessão Lembrando que a
principal área que você faça que está relacionada com esse sentimento de preocupação são as alças cortes estiado tálamo-cortical Então o que a gente pode ver que são é um circuito que igual ao córtex pré-frontal tá lá no estriado e essa alça ela se retroalimenta ou seja ela se alto controla eu que a gente vê na próxima de ansiedade é que esse controle não acontece de forma adequada bom então o indivíduo apresenta é uma preocupação excessiva em ó e aqui também nós temos diversos sistemas de neurotransmissão que regulam essa alça e portanto elas são os alvos
terapêuticos de tratamentos que buscam aliviar esses sintomas de preocupação então aqui nós também temos neurotransmissores como a serotonina gaba dopamina noradrenalina e glutamato e também os canais eólicos controlados por voltagem da gente pode ver que a primeiro esses sistemas de neurotransmissão eles são bastante comuns entre a amígdala e as alças CDC certo então uma vez que a gente tratar um dos sintomas eram muito provável que o outro também que seja tratado bom e nós também temos diversos aos distintos o que abre o leque e diferentes formas de tratamento dos transtornos de ansiedade e E por
quê que é que alguns indivíduos desenvolvem transtorno de ansiedade enquanto os outros conseguem lidar com aquela situação temporária de medo ou de perigo e tem que de fato desenvolva os transtornos de ansiedade então isso tem uma tem muito a ver com duas dois mecanismos que o nosso cérebro utiliza para lidar com essas situações tá porque a gente tinha que lembrar aqui todos os dias da nossa vida praticamente a gente lida com situações de medo com situações aversivas com situações de perigo iminente ou real e nem por isso todos os indivíduos de fato desenvolvem transtornos tá
então isso acontece Por conta desses processos de condicionamento e de extinção o tempo da gente falar de condicionamento a gente tem que lembrar aqui o medo ele algo aprendido certo e esse aprendizado acontece principalmente durante experiências estressantes associadas a um trauma emocional então uma criança ela não sabe que uma panela é quente até que ela coloca a mão nessa panela enquanto ela estiver no fogo certo então ela vai aprender até de medo da panela quente na panela no fogão mas antes disso ela não sabe que uma panela em cima do fogão vai queimar a mão
dela então ela se condiciona a essa situação aversiva bom e o que faz com que alguns indivíduos condicionem essas situações diferentes do outro então existe uma predisposição genética e tá então existem alguns fatores genéticos importantes e também a questão de Exposição prévia e essa exposição prévia ela pode sensibilizar circuitos cerebrais de stress tão indivíduos que são submetidos muito nós a situações extremamente traumáticas circuitos relacionados com stress no sistema nervoso central deles vão ser sensibilizados tão uma exposição posterior na vida adulta esse circuito já serão mais sensibilizadas então ele tem uma probabilidade maior de uma resposta
exagerada a situações de stress bom então num quadro anormal no quadro não patológico ou numa situação adequada a situações amedrontadores elas são controladas e esquecidos Então tudo bem você ativa o seu sistema de luta julga você lida com a situação e depois ela passou e tudo bem então se o circuito seu sistema volta a funcionar no nível normal o problema é que aproximadamente trinta por cento da população São aqueles que apresentam transtorno de ansiedade o medo aprendido ele não é esquecido então a todo tempo perante situações distintas aquela resposta de medo vem à tona sendo
que não seria necessário bom então é quando a gente fala dessa do condicionamento amiga ela tem participação muito importante nesse processamento certo então o estímulo ele chega amígdala através dos nossos olhos nossos ouvidos então ele vai chegar na região base lateral da vida e essa informação ela vai ser passada para o núcleo central da amígdala que vai transmitir essa informação para outras áreas encefálicas como hipotálamo para gerar as respostas autônomas para substância para substância periaquedutal gerando reações comportamentais e também para região do córtex cerebral e vai dar uma emocionalidade para aquela situação não é o
corta que se que vai interpretar e vai tornar consciente aquela informação de medo que chegou na vida é um O condicionamento ele sempre passa e pela vida e por outro lado nós temos a extinção certo então da mesma forma aqui Devido os condicionam de forma distinta a uma situação de perigo eles também tendem a extinguir ou não é aquela sensação dependendo de cada indivíduo Então é isso então ela é uma redução da resposta de medo perante o estímulo é amedrontador e como é que o nosso organismo Ele gera as extinção extinção acontece quando o estilo
é apresentado com frequência sem causar uma consequência adversa voltando à história da panela e da criança a criança colocou a mão na panela quente no fogão e queimou Então ela condicionou uma panela no fogão com a queimadura das mãos O porém é o longo dos tempos ela essa criança voltou a colocar a mão na panela Só que essa panela não tava quente não falava sobre o fogão Então aquela aquele condicionamento de um medo de panela quente panela Queima ela foi sendo xingada por quê Porque essa criança pegou diversos panelas por diversas vezes sem ter queimado
amor então ela extinguiu aquele medo que existiu de que panela queima então o que que ela é então na extinção não a esquecimento só a redução da resposta ou seja a criança Ela tem que então condicionar aqui panela no fogão queimam e não que qualquer panela games Então ela modula aquela resposta inicial de condicionamento E é isso que a gente vê aqui que não há perda de sinapse só uma nova consolidação de aprendizagem então aqui a informação inicial de panela fogão Queima ela permanece mas a criança cria novos novas sinapses que é que significam aprendizado
novo de que panela só queima se estiver quente se tiver no fogão então isso a gente chama de extinção Oi e esse processo de distinção ele acontece porque é a uma ativação da amígdala pelo córtex pré-frontal ventromedial então o código eles vai dizer vai fazer uma informação de Perigo Para a mesma porém aquela conexão da amígdala Eo hipocampo que eu falei para você sim memória ele vai o hipocampo vai recordar que ela quer uma situação não trouxe um efeito pode verso então ele vai haver um aumento da transmissão da Bélgica tão lembrando que quando a
gente fala de transmissão gabaérgica a gente está falando de inibição a Então essa essa transmissão gabaérgica vai modular é que a reclamação porque ela não chegue como uma resposta de medo nessas outras áreas que são conectadas com amido bom então aqui aquela figura que a gente acabou de ver a informação ela chega até a Mila mas o que que acontece o hipocampo Também te amo muito conectada com a mesma ela vai informar ela aqui aquela situação não é um risco de fato para o indivíduo então todas essas respostas Elas serão atenuadas Ou nem pode ser
que elas nem venham acontecer você usar extinção dormir da resposta de mim então para que vende para que a gente possa dizer sim aquela resposta do indivíduo se trata de uma ansiedade situacional ou de transtorno faz depender o balanço em O condicionamento EA extinção bom então se houver uma predominância do condicionamento e tomava baixa extinção é muito provável que a gente tenha um transtorno de ansiedade certo porque porque nós temos uma amígdala hiper ativada e uma resposta exagerada uma situação que talvez nem seja de fato tão perigosa os indivíduos estão lembra isso depende muito das
conexões que acontecem na amígdala se a gente tem predominância da transmissão de glutamato que é esse tória Possivelmente a sua amiga ela vai estar hiper ativada e a gente tem outras formas de ansiedade enquanto que por outro lado se a gente tiver predominância da transmissão gabaérgica essa amiga ela vai ser inibida então a ansiedade vai ser situação e depois vai ser contida bom então aqui é o que a gente acabou de ver que quando a gente tem predominância de glutamato temos uma resposta de menos que Possivelmente vai ser exacerbada em quanto de não a predominância
de resposta de gaba de transmissão gabaérgica tem extinção do medo e ausência da resposta é tão print como eu falei para você que você é um muitos alvos para de fato tratar o seu sonho de ansiedade o João do sistema muito envolvidos com os transtornos de ansiedade e os tratamentos é o sistema gabaérgico então acaba ele é o principal neurotransmissor inibitório sistema nervoso central e ele participa da regulação da redução de atividade diversos neurônios Então por todo o sistema nervoso central nós temos transmissão da barca e Vitória controlando diversos processos inclusive na amígdala e na
Alça cd's e a gente ver o gaba sendo liberado se liga não receptor abrindo os canais de cloreto havendo influxo de íons de carga negativa e exibição neuronal na Sic o Gabão funciona a dumm dumm gaba lá nos neurônios ele é produzido a partir do glutamato certo tem diversas enzimas processam esse glutamato e nós teremos então a produção do cabo esse neurotransmissor ele é um vesiculado e quando chega o disparo neuronal tem liberação de gaba na frente a sináptica bom e se gaba uma vez liberada na Fenda sináptica ele se liga aos seus receptores que
são divididos em da ba da ba ba e abra ser gera um efeito esperado e posteriormente esse neurotransmissor ele é recaptado para que seja finalizada a sua ação na frente da cidade então quando a gente fala de gaba ele vai ser sempre relacionado com os benzodiazepínicos o porquê Porque os benzodiazepínicos são formam os que intensificam a ação do gaba como a gente está falando de transtorno de ansiedade esses formas eles vão intensificar Essas são de gaba na vida ela e no córtex pré-frontal e é por isso que esses medicamentos Eles são muito utilizados para o
alívio dos sintomas de ansiedade bom então quando nós temos receptor aqui de gaba certo esse receptor ele tem local deligação próprio da água e ele também tem um sítio de ligação dos benzodiazepínicos tá então a gente diz que os benzodiazepínicos promovem uma modulação alostérica os receptores de Down bom então quando o gaba se liga ao seu receptor nós temos uma resposta em Vitória e quando o benzodiazepínico se liga nesse receptor sem que haja a presença do Gaba não é observada a resposta bom então para aqui nós tenhamos os efeitos do benzodiazepínico nós temos que ter
ligação dos benzodiazepínicos e também do gaba nesse receptor E aí nós temos um aumento da frequência da abertura dos canais de cloreto são íons inibitórios e portanto uma maior inibição Então é assim que os benzodiazepínicos a gen eles aumentam a força da transmissão gabaérgica e o que a gente viu que no transtornos de ansiedade nós temos uma hiperatividade da medula levando a uma resposta de medo exacerbada então o grava nessas regiões ele vai diminuir essa A hiperativação então quando a gente fizer o tratamento com benzodiazepínico a gente aumenta a intensificarem não mas essa transmissão inibitória
importante nós não temos mais aquela resposta de medo exacerbado a Oi e a mesma coisa acontece na alça nas alças CDC certa a gente viu que elas estão hiper ativadas resultando os sintomas de preocupação excessiva e que uso de benzodiazepínico ele vai fortalecer vai aumentar essa transmissão da amaerj a nessa região então ele melhora esses sintomas de preocupação é mas existe um problema certo que nem sempre o tratamento começo diazepínico ele vai ser utilizado nesse trânsito nos transtornos de ansiedade e por que isso acontece porque os benzodiazepínicos eles causam tolerância ou seja os indivíduos precisam
aumentar cada vez mais as doses para atingir aquele efeito Inicial tão com o passar do tempo esses indivíduos principalmente para aqueles que apresentam transtornos de ansiedade mais crônico as doces precisam ser aumentadas cada vez mais para que tenham aquele efeito Inicial então muitas vezes realmente dose ele pode trazer consequências negativas parada respiratória Podemos até trazer risco de morte para o indivíduo E sem contar que os benzodiazepínicos eles são utilizados muitas vezes como de forma abusiva certo que é o Rivotril as pessoas é dizem que não consegue mais dormir e se eles alguém poderio que é
um beijo Deus é fininho Então essa estes fármacos eles têm um potencial abusivo importante então é por isso que esse tratamento nem sempre elas primeira escolha a conta é para evitar então uma morte por parada respiratória por superdosagem existe o fármaco é o flumazenil que ele é um antagonista de receptor de benzodiazepínicos tão indivíduo que ele faz uma superdosagem que ele corre risco de ter uma parada respiratória pelo uso excessivo de benzodiazepínico ele precisa ser imediatamente tratado.com uma Z1000 porque se flumazenil ele vai deslocar esse benzodiazepínico do receptor e vai voltar na transmissão gabaérgica no
nível basal então é uma forma de evitar intoxicações por doses excessivas de benzodiazepínicos e E como eu mostro para vocês um outro alvo de tratamento de transtornos de ansiedade acontece sobre os canais de cálcio sensível a voltar esses canais eles são extrema importância para transmissão sináptica tá então existem dois fármacos que são a gabapentina e a pregabalina que eles bloqueiam a liberação de glutamato na amígdala e na alça de TC e por conta disso eles também são utilizados para tratamento desses transtornos de ansiedade porque nós temos que nós temos E terá e situação dessas regiões
que são conectadas com a Mila resultando nessa sensação de medo e uma vez que a gente usa esses fármacos eles bloqueiam esses canais então eles impedem a transmissão sináptica de acontecer de forma padrão e com isso a uma normalização dessas áreas zíper ativadas também pode ter esse controle dessa resposta de medo excessivo utilizando a dentina e a Praia Grande pregabalina Oi e a mesma coisa acontece mal CDC certo então se você já está interativa nos seus sonhos de ansiedade resultante preocupação excessiva e quando a gente usa Esses medicamentos eles bloqueiam esses canais e eles impedem
a transmissão sináptica de aconteceu de forma excessiva então é regulam essa transmissão sináptica e eles conseguem tratar esses sintomas de preocupação excessiva Ah e não temos também uma participação importante do sistema serotoninérgico porque o sistema serotoninérgico ele é extremamente difundido pelo sistema nervoso central então está presente em diversas áreas encefálicas e ele tem uma função de controle e importante também entre as diversas áreas que nós observamos ramificações do sistema serotoninérgico Nós também temos presença desses neurônios na amídala e nas alças então eles também regulam a preocupação e o medo e é por isso que fármacos
antidepressivos como os inibidores da recaptação de serotonina os inibidores da recaptação da serotonina e noradrenalina e também a buspirona que é uma agonista parcial eles aumentam a transmissão da Fórmula Mágica nestas regiões então eles estão o efetivo no tratamento dos sintomas de medo e de preocupação excessiva a gente consegue ver aqui que esse negócio do remédio ele está enervando essas regiões e exercido o controle sobre aquela transmissão excessiva resultam em medo preocupação e é por isso que esses formas são muito utilizados no tratamento de transtornos de ansiedade o e temos também o sistema noradrenérgico porque
ele também a nova adrenalina ela também é uma reguladora da amígdala e da alça e é por isso que fármacos também conhecidos como os antidepressivos como os inibidores da serotonina e da noradrenalina e os inibidores do Norte é o transportador noradrenalina eles são úteis no tratamento de ansiedade porém esses forma que os eles tendem a exercer um efeito mais tardio por quê Porque quando você aumenta a transmissão de noradrenalina no primeiro momento você vai aumentar muito a disponibilidade dessa noradrenalina Na Fenda bom então o primo na a primeira resposta é geralmente da transmissão noradrenérgica que
já está aumentada nesse transtorno porém um efeito mais tardio vai haverá Infrared culação EA de sensibilização dos receptores de noradrenalina e assim e vai haverá redução dos sintomas de medo e preocupação isso acontece Principalmente nos ataques de pânico porque vocês podem observar que nessas situações a um aumento dessa transmissão lá no de energia nas regiões tá O porém essa neurotransmissão excessiva vai fazer com que haja a infra-regulação tão seja a diminuição você setores presentes aqui na frente assinar Então embora os níveis de noradrenalina permaneçam altos nós teremos números reduzidos receptores e portanto os sintomas desses
ataques de pânico eles não acontecem Oi e a mesma coisa acontece a nas alças e descer e controla uma preocupação nós temos aqui esses neurônios noradrenérgicos enervando essas regiões então num primeiro momento nós temos o aumento dessa transmissão que depois vai a gerência regulação de receptor e o controle dos sintomas de preocupação é que acontecem os transtornos de ansiedade e [Música] é como eu falei para vocês a nós temos subtipos diferentes dos transtornos de ansiedade certo que se sobrepõe muitas vezes mas eles também apresentam algumas particularidades e é por conta disso que algumas vezes os
tratamentos esse precisam ser diferentes dependendo do subtipos de transtornos que o indivíduo apresenta então aqui a gente vai ver vai ver que sempre os sintomas centrais são a ansiedade generalizada e preocupação O porém os sintomas secundários eles são distintos e é por conta disso que os tratamentos muitas vezes são distintos então a gente vê que no transtorno de ansiedade generalizada os fármacos de primeira linha são utilizados são principalmente benzodiazepínicos os bloqueadores dos canais de cálcio voltagem dependente e os órgãos são de 12 antidepressivos porque muitas vezes esses fármacos eles precisam tratar mas esses sintomas secundários
o buquê de fatos os sintomas centrais porque basicamente todos os fármacos tem efeito nesses sintomas centrais então críticos precisam se preocupar com tratamento desses sintomas secundários e no transtorno de pânico então novamente nós observamos os sintomas nucleares e os sintomas secundários são distintos da ansiedade generalizada certo então aqui nós temos somente principalmente com benzodiazepínicos bloqueador dos canais voltar independentes e os antidepressivos Lembrando que nesses ataques de planos das formas de pânico é muito importante o tratamento imediato daquele ataque principal e acontece principalmente com os benzodiazepínicos Por que você precisa naquele momento é conter paciente você
precisa oferecer um tratamento imediato para que ele é a parte para que ele não se agrave então na ansiedade social nós temos outros sintomas nucleares e nesse caso no transtorno de ansiedade social os e desce com antidepressivos e com os bloqueadores dos canais voltagem-dependente E lembrando que nos casos de transtorno de ansiedade social não faz muito uso de benzodiazepínicos não na primeira linha porque esse transtorno de ansiedade social eles tendem a ser mais duradouros mais prolongados então a gente precisa evitar que o indivíduo faça uso muito crônico de um benzodiazepínico e por fim nós temos
o transtorno de estresse pós-traumático é que Lembrando que nesse caso ele é de fato um transtorno muito durador e bem mais difícil de ser tratado sendo que esses indivíduos apresentam graves problemas de sono de Esquiva e de excitação e nesse caso como se esses indivíduos já são mais propensos a fazer uso abusivo de substâncias o benzodiazepínico ele não entre passo na primeira linha aqui também é mesmo sendo a linha de tratamento ele é recomendado que ser utilizada com cautela Por conta desses indivíduos terem uma propensão ao fazer uso abusivo de substâncias Então nesse caso os
tratamentos Eles são muito mais prolongados muito mais crônico e acontecem principalmente para todos os antidepressivos e Olá pessoal é isso espero que vocês tenham gostado lembre-se sempre de deixar seus comentários suas dúvidas sugestões e até a próxima aula 1