Caros Amigos bem-vindos a mais um episódio de hoje no mundo militar Neste vídeo falaremos sobre a entrada de Israel na Síria a primeira vez em que forças israelenses atravessam a fronteira Síria desde 1973 e se ainda não está inscrito no canal inscreva-se já e acione o sino das notificações para não perder nenhuma novidade para entender a importância das Colinas de golan precisamos voltar A Guerra dos Seis Dias em 1967 naquele conflito Israel enfrentou as forças combinadas do Egito Jordânia e síria Mas apesar da esmagadora vantagem numérica árabe os israelenses alcançaram uma Ava salad Vitória essa
vitória rápida de Israel resultou na ocupação de territórios estratégicos incluindo a península do Sinai a s Jordânia Gaza Jerusalém oriental e as colinas de golã o motivo por trás da ocupação das Colinas de golan era Claro com a região oferecendo uma vantagem estratégica e inigualável com elevações que permitem monitorar Damasco a apenas 60 km de distância e com fontes de água como o Rio Jordão que são cruciais para Israel e a irrigação de zonas desérticas em 1981 Israel anexou oficialmente as colinas de golan mas essa anexação nunca foi conhecida internacionalmente com exceção dos Estados Unidos
em 2019 durante o primeiro Mandato do presidente Donald trump saltando no tempo para dezembro de 2024 o cenário agora na Síria mudou drasticamente com a queda do regime de Bashar a Assad após mais de uma década de guerra civil forças anti Assad tomaram Damasco marcando o fim do domínio de mais de cinco décadas do partido bats e da família Ass a desintegração do regime abriu um vácuo de poder que Israel vê como uma ameaça e simultaneamente uma oportunidade o que levou os israelenses a entrarem novamente na zona tampão desmilitarizada das Colinas de golan a primeira
vez que isso acontece desde 1973 o primeiro ministro Benjamin nanaho declarou que a incursão é uma posição defensiva temporária para evitar que grupos hostil incluindo rebolá e milícias apoiadas pelo Irã se estabeleçam próximos à Fronteira israelense desde o início da guerra civil Síria em 2011 Israel Manteve uma postura de vigilância constante na região com a sua principal preocupação tendo sido sempre a presença de atores hostis como hezbolá e o Irã que poderiam usar a instabilidade Síria para expandir a sua influência militar e geopolítica na região das Colinas e a agora com a queda do regime
de bachar al Assad o vácuo de poder abriu espaço para que grupos Rebeldes e extremistas possam se reorganizar com alguns desses grupos mantendo vínculos com potências regionais adversárias de Israel como é o caso do Irã e por isso para impedir que os seus adversários se instalem novamente na Síria Israel além de entrar na zona desmilitarizada nas Colinas de golan voltou a intensificar os seus ataques dentro de território Sírio visando principalmente destruir infraestruturas militares antes que caiam em mãos inimigas ou extremistas além de enfraquecer rotas de suprimentos de armas sofisticadas incluindo mísseis balísticos e sistemas de
defesa antiaérea que poderiam ameaçar a supremacia aérea de Israel naquela região entre os alvos atacados por Israel na Síria estão depósitos de armas baterias de mísseis de fabricação russa e até mesmo mesmo reservas de armas químicas que não foram destruídas após acordos internacionais o colapso do regime Sírio oferece uma oportunidade Rara para Israel consolidar o seu controle na região desde a Guerra dos Seis Dias os israelenses mantiveram uma posição ambígua nas Colinas de golan equilibrando a sua ocupação com argumentos de segurança mas agora com a ausência de uma liderança Central em Damasco o momento permite
a Israel ampliar a sua presença no terreno inclusive na zona desmilitarizada Originalmente supervisionada pela ONU Israel também poderá fortalecer a sua posição estratégica na região sem enfrentar uma resposta militar direta de um governo Sírio fragmentado e enfraquecido esse movimento também é visto como uma tentativa de estabelecer novos fatos no terreno que possam ser usados em futuras negociações caso um novo governo Sírio se estabilize no futuro a figura de Benjamin nanaho está sendo mais uma vez Central Nesse contexto enfrentando desafios políticos internos incluindo protestos contra o seu governo e questões relacionadas ao judiciário israelense os seus
críticos alegam que ele pode estar buscando desviar a atenção do público com uma demonstração de força no exterior historicamente líderes e saenes incluindo nanaho utilizaram crises externas para consolidar apoio interno em momentos de fragilidade política mas é inegável que o momento atual na Síria extremamente delicado e carregado de incertezas é um argumento mais do que justificável para Israel reforçar ainda mais a sua defesa em uma região de Fronteira historicamente tão volátil os ataques israelenses recentes no interior da Síria também podem ser entendidos como uma parte de uma estratégia mais Ampla de enfraquecimento do CH chamado
arco shiita uma ampla rede de alianças entre Síria Irã e rebolá desde 2011 Israel tem agido para impedir a consolidação de corredores logísticos que conectem Teerã ao Mediterrâneo através da Síria e agora com a queda de Assad foi oferecido a Israel uma oportunidade crítica para interferir ainda mais nesse processo com a fragmentação do território Sírio e a incerteza sobre quem assumirá o poder a eliminação de estruturas militares e logísticas serve para dificultar qualquer tentativa futura de restabelecimento do controle iraniano na região embora a estratégia sailen seja clara ela não está isenta de riscos a entrada
em território Sírio mesmo que justificada como temporária pode gerar conflitos diretos com novos grupos armados com algumas das facções Rebeldes que derrubaram Assad podendo interpretar as is sailes como uma tentativa de ocupar permanentemente aquele território Sírio isso também pode aumentar ainda mais as tensões com a Comunidade Internacional a ONU e vários países ainda consideram as colinas de golan como um território Sírio ocupado por isso qualquer movimento adicional de Israel pode ser visto como uma violação do direito internacional e de fato diversos países já declararam que encaram o reforço da presença militar israelense nas Colinas de
golan com ceticismo por outro lado Israel argumenta que a sua presença é vital para a segurança nacional especialmente agora diante da instabilidade na Síria a questão das Colinas de golã representa um microcosmo das complexidades do Oriente Médio envolvendo Profundas rivalidades históricas disputas territoriais e o impacto de mudanças políticas regionais com a entrada de forças e região podendo levar aõ redobradas principalmente em meio a tantas incertezas na sria e se ainda não está inscrito no canal inscreva-se já eone o sino das notificações 50 974 [Música] ord V la gbit hono