Bom, bom, primeiramente queria agradecer a presença de vocês aqui. Eh, é uma honra falar de um assunto do qual eu sou absolutamente apaixonada dentro de uma ótica completamente diferente da que eu costumo falar, mas que chama no meu coração há muito, muito, muito tempo. Para quem não me conhece, o meu nome é Raquel da Rosa. Eu sou farmacêutica de formação, né, de graduação e tenho mestrado em nutrição, pós-graduação, 1 Milhão de cursos e tô numa caminhada de autoconhecimento e de autoevolução desde muito cedo. Eu comecei nessa caminhada desde muito cedo, assim e desde os 20
20 aninhos mais ou menos. E ao longo da minha caminhada, eu sempre tentei unir, tinha uma um vazio dentro de mim que não era preenchido pelo campo da ciência. Então, foi quando eu comecei a unir ciência e espiritualidade, conhecimentos sagrados, ancestralidade, para poder eh fazer mais sentido as Coisas que eu estava falando, que eu estava pesquisando, que eu estava oferecendo ao mundo. E foi quando eu acabei me encontrando. E atualmente, né, eu sou trabalho com mulheres, o meu público são as mulheres, porque eu senti um chamado muito grande dentro da minha alma, mas que isso
também já estava dentro do meu mapa eh natal, astrológico, não é novidade para mim, mas eu não tinha certeza se eu ia trabalhar com isso. Hoje trabalho com Isso e sou muito apaixonada. Eh, e eu queria pedir para vocês gentilmente eh, que qualquer coisa que vocês queiram perguntar, né, interromper, fiquem à vontade, tá? no meio da do nosso encontro. Mas pra gente abrir aqui o campo, eu queria convidar vocês paraa gente poder fazer uma mini meditação, só pra gente se ancorar. Então, queria pedir que todo mundo pudesse sentar assim de uma forma confortável, mais, né,
o mais confortável que puder, assim, Enfim, e fechar seus olhos muito eh brevemente, bem confortável assim, a gente pudesse fechar os olhos, inspirar profundamente. Mais uma vez, nesse momento a gente se coloca eh sem limitações físicas de tempo e espaço, todas na mesma sala, todas na mesma egrégora, sentadas em círculo, conversando umas com as outras, descobrindo um pouco mais sobre como o Nosso corpo pode conversar com a gente. E eu peço a permissão que o eu superior de todas vocês para que a gente possa estar juntos nesse momento, se encontrar num num outro plano de
existência e que eu possa transmitir todas as informações que forem necessárias, úteis e que valham a pena paraa caminhada de vocês. Respira em fundo mais uma Vez. Ai, pode abrir os olhos. E aí eu queria pedir eh também mais uma vez que a gente pudesse compartilhar bem rapidamente. Se não quiser falar do microfone pode botar no chat eh uma palavra que represente como que tá chegando aqui nesse campo, nesse momento, né? B começa para abre o campo aí para nós. É, vou começar então com tudo aqui já. Eu tô sentindo um grauzinho, não muito Alto,
mas um grauzinho de ansiedade. Hoje percebi um movimento assim, até querendo descontar em comida, em doce. Já é um movimento antigo, que eu já tô bem vigilante, mas tô sentindo essa energia. Obrigada. Próximo, por favor. Hum, minha palavra é conectada. Eh, eu tive uma primeira sessão com uma cliente hoje que fez total sentido do por porque Que eu faço isso do meu lugar e etc. Para mim, acho que me senti, tô me sentindo extremamente conectada com o propósito, com meu propósito, né? Que lindo, que Carla. Bom, eu tô esperançosa. Hoje eu já conversei com algumas
pessoas. Hoje de manhã já falei um pouquinho da minha situação, como eu estou, mas acho que eu tô um pouquinho melhor assim e a a palavra que me veio foi essa. E assim Como a Bia, eu também hoje descontei um pouco na comida, tanto que você ficou o dia inteiro caçando coisa para comer assim. Então acho que também tô com esse essa coisa com a comida hoje, especificamente também. Obrigada. Alguém mais quer falar? Ah, tem no chat aqui já animada. Ai, Gabi, meu amor, obrigada por tá aqui. Leonela tá por aí, quer falar Alguma coisa?
Não tem problema também. O campo tá dentro do campo. Então tá, gente, eh, eu vou compartilhar uma história pessoal agora no começo pra gente para vocês entenderem, né? Eu tenho uma tatuagem aqui no meu no meu braço. Até mostrar para vocês aqui. Acho que não sei se vai dar para ver direito, que ela é uma menina, né? Uma menina, uma mulher, um sinal assim de de gratidão. E os cabelos dela se tornam Pássaros. E aqui tá escrito intenção e propósito. Essa tatuagem eu fiz em 2016, em uma época em que a palavra propósito ainda não
tinha caído na boca do povo e muito menos intenção. Mas eu tinha sonhado com essa tatuagem, eu pedi para uma amiga minha tatuar, né? Porque eu de alguma forma, isso quase 10 anos atrás, 9 anos atrás, de alguma forma eu tinha certeza que tudo que eu botasse à mão na minha vida, eu queria me lembrar Que tivesse uma intenção por trás, não fosse ao Léo assim, e que tivesse congruente com o meu propósito, que na época eu achava que era algo assim muito vou salvar o mundo, né, de alguma coisa. E e eu trouxe tudo
isso porque essa, a, né, esse encontro, o conteúdo que eu tô trazendo hoje, eh, eu me lembrei hoje na hora que eu tava fazendo, né, e eu arrumando os slides, porque obviamente eu sempre deixo pros slides assim, porque sempre vem alguma coisa e vocês, Eu já alterei tudo no final, assim, como a Beia também já, já sabe como é que é também, já falou da última vez, chega perto assim, começa a vir um monte de informação, a gente vai trocando, eh, mas que tá tudo muito alinhado para um propósito, que é esse propósito que E
a gente é despertar, no fim, a gente tá aqui para despertar, né? E como que a gente pode usar o nosso corpo e as nossas intenções para para conseguir eh acessar isso. E eu queria trazer uma Mini contextualização também, que essa aula ela não é para trazer eh verdades absolutas e nem conteúdos. Eu não vou me aprofundar em nada. Eu trouxe porque veio muita coisa para eu falar, veio, vieram muitas informações. Então assim, eu preferi colocar eh contextos assim, né, conceitos, colocar conceitos para que todo mundo tivesse contato com esses conceitos e que depois a
gente pode aprofundar de uma outra forma, mas que Se vocês sentirem que algum deles chamou a atenção de vocês, é porque olha aqui eu preciso pesquisar um pouquinho mais, saber um pouquinho mais. Eh, não é aqui não é para trazer nada que seja uma linha reta também, né? São informações que a gente vai contextualizando no passar do tempo. Então, dito isso aqui, desculpa te interromper, mas eu acho que tem alguém, eu não sei se tem alguém esperando para entrar, pelo menos a Maria mandou no WhatsApp que não sei se Ela quis dizer que não tá
conseguindo entrar ou se tá esperando para entrar. Só que que é que eu tô de é que eu tô de É que eu tô de anfitriã e eu não tô acostumada. Você desculpa, gente que ficou esperando, é que a tela do anfitrião ficar aqui e aí eu não não e eu não vejo. Se alguém mais aparecer aqui, se alguém mais falar, daí eu eh me avisem, tá? Por Favor. Então vamos eh continuar. Eu estava falando, vocês estão vendo aqui minha tela, né? Tá. E aí, pra gente começar o tema que veio para mim já há
muito tempo foi esse, né? O corpo como tecnologia de ascensão. E aí eu vou começar de novo, aproveitar que chegou mais gente e que não respondeu a minha pergunta inicial. O que que é ascensão para vocês? O que que significa ascensão pra gente e não Ter resposta certa, resposta errada, tá? É a minha pergunta assim: o que que significa isso para você? Ascensão para mim acho que é evolução e crescimento. Obrigada, Gabi. Coloquei no chat, mas vou falar também. Para mim é uma subida, um degrau a mais, uma transcendência. Para mim também acho que é
uma transcendência. É isso que falar que nós conseguir eh passar para uma camada de Compreensão e de experiência além. Um passo acima. Tena falou e mesma coisa das meninas. A Antônia falou. Alguém mais quer falar alguma coisa? Então, beleza. Eh, a ascensão ela pode ser, né, cada uma aqui vai ter um significado, vai ter uma uma compreensão do que significa ascensão. E aí eu trouxe um pouco do que eh eu entendo, não como uma verdade absoluta, mas pra gente poder contextualizar com as coisas Que eu vou trazer, né, com relação ao corpo. Então, a ascensão,
no meu ponto de vista, não é ir para outra dimensão, nem abandonar a Terra, né? Não significa também eh a Carla botou aqui a mesma coisa, eh, não significa ser escolhida, abduzida, né? Virar um ser de luz, sumir daqui, né? Porque quando a gente bota ascensão, botar bota ascensão no no Google para ver o que que aparece. Eh, no meu ponto de vista também não é Também ter super poderes, nunca mais sentir dor, né, virar um anjo Buda, né, não é isso. E também não é fugir do corpo como uma negação dessa realidade. Então, eh
isso para mim são é o que não é eh ascensão. E o que é, na verdade, para mim, né, na minha opinião, seria sustentar essa a luz, a luz, né, na na densidade da matéria e permitir que o divino se manifeste na nossa própria carne, assim, então incorporar o eu Superior no cotidiano e viver com presença, intenção e escuta. Então, tudo que vocês falaram faz parte disso, né? A ascensão é justamente essa subida, essa evolução, algo que a gente consegue também se entender um pouco melhor. E ela acontece quando você escolhe o corpo como templo
e não como prisão. Quando você sente, digere e processa sem se identificar com essas informações. quando você dissolve as coraças que impedem de a luz entrar e Quando você se alinha com ritmos naturais e escolhas conscientes. Ascensão não é conquista, é abertura. Então isso também para mim é uma coisa que ficou muito clara, assim, que eu também gostaria de deixar muito clara para quem tá tocando esse assunto nesse nesse momento que eh a gente não a gente não precisa merecer a ascensão, entende? Não não é isso. Todo todo mundo que tá aqui já merece. entende?
Por si só. Na verdade não, não, não é isso. Ninguém vai, não é porque você se alimenta melhor ou porque você come isso, porque você faz exercício, porque você tem um corpo X, Y, Z que você tá acendendo ou deixando de acender, não necessariamente nesse sentido. Eh, mas não é sobre embora, é sobre encarnar e sentir a o que a gente precisa sentir de uma forma muito mais profunda e espiritualizar, né, no nosso cotidiano. Então, pra gente poder sentir isso no nosso dia a dia. Então, na minha Opinião, não se acende indo aos céus necessariamente,
né? A gente pode acender dentro da própria terra. E é por isso que a gente tá falando disso aqui nesse momento. E aí eu queria trazer eh essa reflexão, né? E se o nosso corpo não fosse um obstáculo, mas um oráculo paraa nossa ascensão e assim, mas como assim não fosse um obstáculo, fosse um oráculo e tudo mais? Porque devido a nossa eh criação, devido a nossas eh Crenças, muitas vezes nós temos que o nosso corpo é como se fosse um obstáculo para que a gente possa evoluir, como se a gente tivesse que ai eh
não escutá-lo, né? Como se a gente tivesse ou então que negá-lo para poder então evoluir ser um ser humano melhor. Se se desidentificar totalmente eh dessa carne seria tipo não ligar para ela, né? Ou não buscar melhorá-la. Então, a proposta que eu trago aqui é que justamente a gente, o nosso corpo, ele Nos foi dado com a intenção de que a gente usasse ele, né, com que a gente justamente utilizasse ele como um oráculo, como alguém que tá dando esses sinais pra gente. E cada uma de nós vai escutar o seu corpo e vai receber
essas informações do nosso corpo de uma forma muito diferente. Por isso que é importante essa conexão com o corpo. Por isso que é importante que a gente utilize ele, essa escuta interna, ela seja muito profunda E não tanto externa, não tanto de comparação e não tanto com informações dadas. A gente usa as informações como eh conselhos e não como verdades absolutas. E a gente só no nosso corpo é que a gente vai conseguir saber o que que faz sentido pra gente. Mas eu vou eh me aprofundar melhor nesse nesse tema. Tá aí, agora vem da
onde que eu comecei a trocar a a os os slides todos da aula de hoje, né? Eh, um pouco antes de eu colocar a a o convite ali, né? Era que Era 16 e 16 o convite do nosso grupo. Um pouco depois, na verdade, foi uns 5 minutos depois, eu estava em prantos, me sentindo a maior fraude do mundo por falar desse tema. E vou explicar para vocês porquê, né? né? Eh, eu faz algumas pessoas que estão mais perto próximas de mim, né? As minhas aqui, algumas pessoas já compartilhei que eu tava com uma dor
nas minhas costas muito forte, começou na sexta-feira passada, eu Travei e essa dor ela não passava de jeito nenhum, ela só aumentava assim, né? Foi algo que foi assim durante a semana aumentando e eu fui ficando preocupada todo mundo, né? Até que chegou na quarta-feira passada, eh, fui paraa emergência, fiz ressonância, tudo mais. E eu fui conversando com ela durante toda a semana, fui entendendo, aos poucos as fichas foram caindo o que que ela tava querendo me dizer e o que que Por que eu tava sentindo ela. E pouco antes, né, da da nossa aula,
que foi ali, era 4:30 mais ou menos, eu recebi o laudo da ressonância e aí eu entrei em pânico, assim, eu fiquei completamente desesperada porque eu tô tô com três hérnias na minha coluna, sabe, com degeneração articular e eh retificação de não sei mais o que. Gente, eu li aquele, eu depois eu mostro, posso mostrar o lado para vocês, assim, ele Falou assim: "Gente, eu vou ficar numa cadeira de rodas assim, sabe? Tipo, é a interpretação, é a interpretação que eu tinha dito assim, só que ficou muito, muito, muito claro para mim que a doença
física, ela vem para validar o que a gente não valida no campo emocional e espiritual. Porque eu só me senti validada para chorar tudo que eu tava acumulando para me sentir para validar que eu estava sustentando a coluna como uma Sustentação, muito peso a hora que eu recebi o laudo. Antes disso, eu me achava fraca. Eu acho, olhava para para as pessoas ao meu redor e eu falava assim: "Elas dão conta de muitos projetos, elas dão contas de cuidar de muitas pessoas, elas dão conta de fazer muitos exercícios, elas dão conta de fazer muita coisa".
E aí eu me achava fraca. E aí foi quando eu entendi que eh de alguma forma essa dor e esse laudo vindo meia Hora, sei lá, meia hora não, né? uma hora e menos antes dessa aula era justamente porque eu precisava usar isso como uma mensagem a se passar, entende? Porque eh embora eu soubesse disso tudo no cognitivo, tudo na parte, eu vivenciei isso agora, entendeu? Eu vivenciei isso na carne. Então, como é que uma pessoa que pratica esportes, que cuida da alimentação, parari parará, né, que vive esse campo, tá com esses problemas, entende? E
e veio e desde que vieram, começaram esses sintomas, eh, eu comecei a usar o corpo como oráculo. Assim, de fato, eu isso eu botei isso, eu botei eh na botei a prática mesmo assim de conversar e entender o que que a dor queria me falar. Então, qual eram os sintomas? Ah, eu não conseguia, até compartilhei com as meninas, eu não conseguia me curvar. Então, o que que isso significa? eu ia, eu fui Traduzindo, sabe? E agora vendo o resultado dos exames, eh, fica muito muito claro para mim assim que é justamente essa ex esse excesso
de pressão que eu coloquei em cima de mim, esse excesso de rigidez, na verdade, que eu coloquei em cima das minhas conquistas, dos meus resultados, que estourou, porque a função da coluna, ela não é, a gente bota, tudo bem, ela é sustentável, botar esse eixo aqui é por onde a nossa condaline passa, que depois Eu vou falar mais sobre isso, mas ela não é para ser rígida, ela é justamente para ser flexível. O objetivo dela é ceder. Se ela fica rígida, a gente eh quebra igual as árvores, né? Igual os prédios muito altos, assim, o
objetivo não é ser rígido, é ser flexível. Então, eh, eu trouxe isso porque justamente essa dualidade que a gente vai vivendo dessas emoções, elas são muito fortes. E trouxe como uma mensagem mesmo assim, sabe, de que eh não deixem, Sabe, de trazer mesmo, não deixa chegar no corpo físico para validar uma dor emocional que vocês estão sentindo, porque isso, o corpo físico. Bom, eu vou falar mais para frente isso, o resto, tá? Mas deixa eu ver que mais acho que ah e outra coisa que aconteceu também que foi muito engraçada, muito, né, que eu vivenciei
é que, óbvio, eu sei que ninguém é é comum, muitas pessoas aqui talvez tenham hérnias e tenham desgastes e tudo mais, Só que para mim foi um choque, né, ainda mais por conta da dor que eu tô sentindo e da da gravidade dessas hérnias que tão e muito e e me veio veio muito também com a parte de não comparação, porque a gente acha que tudo, né, todo mundo é muito melhor e faz tudo mais e a gente fica se comparando, mas também porque assim, eu tava num nível de atividade física, de exercício físico X,
e quem também me acompanha um pouquinho mais aqui sabe Que eu tava reclamando que eu que a nossa que a gente trabalha muito parecido. É, é isso mesmo. Vamos trocar com certeza. E eh a eu eu tava num nível de atividade, sempre tive o nível de atividade física e exercício físico muito alto e eu diminuí do ano passado para esse ano por conta justamente que precisava dar contas de outras coisas e achava que aquilo era o suficiente. Só que o meu corpo sentiu. O meu corpo Precisa de um certo de uma certa quantidade de atividade
justamente para não estourar na parte física. Então, justamente assim, ó, não comparem-se nem no sentido ruim de eh as pessoas fazem mais, então eu preciso fazer que nem elas, quanto no ruim, não, né, nesse sentido assim de intensidade, quanto pro contrário, quanto ah, mas eu tô fazendo mais que os outros, né? Então, se o outro tá fazendo menos, eu posso fazer menos. Porque às vezes o seu, a sua Estrada é fazer mais, não é fazer menos, entende? Então, essa minha mensagem que eu queria botar aqui inicial e e eu comecei a prestar atenção também em
alguns padrões familiares que vieram durante essa dor, durante hoje, quando eu comecei a a a receber essas informações, eu começava a conversar, né? Tá, mas o que que isso significa? O que que eu preciso aprender? Como que eu posso entender? como é que eu posso me relacionar melhor com essa dor, melhor, Me relacionar melhor com essa lesão? E agora, e a resposta vem na hora que a gente para e se conecta e pergunta, a resposta vem. O problema é a gente tá preparado pra resposta. Esse que é o grande desafio, tá? Então, mas quando a
gente se conecta com essa com essas informações, as respostas vê, tá? Eh, dito isso, que eu achei que como veio muito eu assim, não sou obrigada a falar porque é isso assim. Então, inclusive, no meio da, por isso que eu vou precisar Fazer uma pausa no meio da aula, porque eu não posso ficar muito tempo sentada. Eh, nenhuma doença inicia no campo físico, né, no corpo físico. Isso, talvez, esse conceito para algumas de vocês seja já comum. Para mim, eu demorei um pouco para entender o que que significava isso. E aí eu queria trazer alguns
conceitos. Nós temos vários corpos e eu não vou me aprofundar nos outros corpos que não físico, porque na Verdade nós viemos aqui para falar de corpo físico, né? Nós temos vários corpos, né? O corpo mental, corpo espiritual, tem corpo sutil, corpo astral, enfim, tem vários. Mas o nosso corpo eh físico é o último que vai manifestar aquilo que vem de outros corpos, aquilo que vem justamente do corpo mental, do corpo espiritual, do corpo energético. É, é o último que vai falar é o corpo físico. Se chegou no físico, minha filha, já porque, ó, o Negócio
já bateu na bunda. Eh, e aí eu já me deparei com uns questionamentos do seguinte: se não começa no corpo físico, por que que eu preciso cuidar da minha saúde? Entende? Se não começa no corpo físico, por que que eu preciso comer menos doce? Porque que eu preciso fazer exercício? Porque que eu preciso eh sei lá, escolher melhor as minhas eh a minha alimentação? Por que que eu preciso? Porque não começa, começa em outros campos, entende? E aí eu queria saber se Alguém tem alguma opinião sobre isso ou se discorda também, né? por favor, quero
que vocês participem nesse momento. Ninguém vai falar. Eu vou falar alguma coisa. Eu acho que o corpo físico é o que sustenta, né, a nossa todos os outros corpos. Então, eh, eu acho que quando você vai adoecendo nos outros corpos, na hora que chega ali, se você cuida da sua saúde, seu corpo vai est um pouco mais bem preparado para receber Aquilo. Talvez você não sofra tanto. Perfeito. Achei maravilhoso. Faz muito sentido. Muito sentido. Obrigada, Raquel. O que eu acho sobre isso e é um pouco do que eu trabalho também, eh, e vendo, né, eh,
a parte clínica e a, enfim, diferentes tipos de pessoas que eu atendo, né, que a gente que trabalha esse lado, a gente vê infinitas possibilidades. Até se a gente for botando para outros aspectos da vida, a gente vai vendo tipo assim quão real é, Né, a questão da inf da esque, perdi a palavra, tá tudo bem, das infinitas possibilidades de todas as de todas as possibilidades, sabe? Eh, e o que que eu acho até com relação a isso que você falou de alimentação, né, que é aonde eu tenho lugar de fala aqui e de experiência,
não é de corpo físico, literalmente. Tanto é que a gente vê em consultório assim, uma Pessoa que come besteira há 50 anos, que fuma a 40 e que não tem uma doença e não é sobre o cigarro, não é sobre a comida. Qual é a crença dessa pessoa, né? Qual qual é a a quais são as questões dela espirituais e mentais? O que que ela cria na vida dela, né? o que que ela traz aí de karma e talvez até de outras gerações. E aí você vê uma pessoa que come, você que faz milhões de
exercícios, saudávelíssima. Eu também, eu com duas lesões na perna, nem você Com a coluna lesionada, eu com doença celica com tireoide cagada, entendeu? Então assim, não é, não é sobre o nosso corpo físico, sabe? Ele só vai refletir o que tá o que tá escondido, literalmente. Você, ô querida, olha para cá, porque tem coisa aí para você olhar, mas não coisa aí para você olhar da sua alimentação, talvez coisa aí para você olhar da sua cabecinha mesmo, né? Enfim, isso é o que eu vejo, né, no meu trabalho que eu Acredito. Muito obrigada, faz muito
sentido. Alguém quer colaborar com mais alguma informação, opinião, discordância? Enfim, não. Então tá, eu vou falar um pouco assim, um conceito que vocês podem concordar, discordar, mas eu eu só quero que vocês pensem sobre isso, tá? Eh, concordo com tudo que vocês falaram aqui. E de fato, né, por exemplo, que a a Gabi falou dessa questão de que a gente vai estar mais Preparado. Eh, vou dar um exemplo bem bem rápido assim. A minha mãe, ela teve câncer no intestino em 2022 e ela tá com 70, agora tá com 77, ela tava com 70 e
bom, 73, né? 74. E ela teve uma recuperação extremamente rápida, não deixou de ter o campo, o câncer, né? Mas ela teve uma uma recuperação extremamente rápida por conta da quantidade de massa muscular que ela tinha. Minha mãe sempre fez Musculação, ela é mais ativa que nós tudo junto aqui, gente. E aí, eh, e tirou, né, de fato, quase 30 cm lá de intestino. Ela ficou muito tempo, enfim, ainda tá se recuperando até hoje das quimioterapia, só que de fato faz muito sentido. Você tá mais preparada. Faz de fito sentido também o que a Antônia
falou sobre a questão de que a gente traz informações de outras coisas, né? E é essa, todo mundo aqui conhece alguém na família que come tudo errado, que Bebe, que fuma, que não sei que po papaió, que não tem nada. E também tem aquela pessoa que come tudo certinho, tem um monte de doença. E tem também as duas coisas. Tem quem se cuida um monte, não tem nada. e quem também não se cuida e tem um monte de doença. Mas eu queria trazer um outro conceito que é que quando a gente falou lá na na
primeira aula, no pilar lá em espiritual que a Beia trouxe, que a gente falou questão também, a gente trouxe um pouco do Conceito do tempo, né, dessa questão de que eh da presença, de estar no presente, a única coisa que a única coisa que existe agora é o presente. E se a gente parar para pensar que o tempo ele não é linear, né, da forma como a gente constrói o tempo passado, presente e futuro, ele não é linear, tudo se corresponde ao mesmo tempo, né? E todas as linhas se correspondem ao mesmo tempo. E que
isso não tem uma coerência assim uma atrás da outra. O conceito que Eu quero trazer é o seguinte: a gente cuida do corpo físico para que a gente possa alterar o nosso passado, entende? Vou explicar de novo. Então, por exemplo, assim, eh, se nós, como não tem uma linearidade do tempo, passado, presente, futuro, não necessariamente a causa, você, a gente acha assim, a causa de eu comer muito doce, eh, vai gerar diabetes ou eu vou engordar. Então, isso é uma causa e consequência, certo? Só que se a gente Para para pensar que nós já chegamos
aqui nesse planeta, como o Antônia falou, com carmas, com coisas, com informações, todo existe uma coisa que se fala astrologia da saúde, que é o nosso mapa astrológico, ele consegue dizer inclusive a nossa probabilidade de ter algumas eh doenças físicas, né, e também eh mentais e tudo mais. Inclusive, isso já tá lá dentro do nosso nascimento. Aí você pensa assim, tá? Se isso já tá lá, se isso já vem, Provavelmente se eu cuidar da minha alimentação, eu estou cuidando um pouco, indo na mesma direção desse passado, entende? Então a ideia, quando eu quero dizer que
quando você cuida do seu corpo, quando você faz exercício, quando você cuida da sua alimentação, não necessariamente você está evitando doenças, mas você está cuidando dele neste momento, no momento presente. Você tá se sentindo bem com ele no momento presente, sabe? E aí, consequência disso Pode ser que você consiga, de fato evitar que muitas eh coisas que poderiam estar determinadas para você pudessem surgir. Só que essa coerência, essa esse cuidado, ele não pode ser só no campo físico, só na alimentação, só no exercício, porque justamente nenhuma doença começa no campo físico. Mais ou menos isso.
Eu sei que é um é um é um conceito eh é difícil às vezes de digerir assim, sabe? Mas eu vou dar um exemplo prático. Olha só. Eh, eu tenho Questões, eu tenho, olha, eu, pessoa que sempre fez exercício, que sempre cuidou da alimentação, bebi vovó, sempre não, mentira, foi depois que eu fui estudar nutrição, até então comia tudo errado. Mas, eh, eu nasci com uma uma com constipação crônica. Então, eu tenho constipação crônica desde os meus 15 dias de vida, tá? Quando a gente para para pensar nisso aí, aí eu que trabalho com nutrição,
né? Eu sei que tem mais nutricionistas aqui no campo, quando me Vem com aquela situação assim, a gente já esperar tomar água, comer fibras e não sei que lá, misericórdia, tá vontade de estrangular, porque a pessoa que trabalha com isso, que tem constipação, que é isso, gente, isso não é só cuidar do físico, você precisa cuidar do emocional também. Além disso, eu não fui eh amamentada, ou seja, eu tenho dificuldades. A minha fora eh bacteriana, né, os meus meu intestino, ele não lida bem com laticínios. Até Hoje não lida bem com laticínios. Então o ideal
seria o quê? Eu parar com a ingestão de laticínios. O que que a Raquel fez? comeu laticínios a vida inteira, porque ninguém nunca cortou isso dela. Isso vai gerando uma bola de neve que hoje causou, por exemplo, eu tenho questões de resistência insulínica mesmo, mesmo fazendo exercício, mesmo fazendo tudo isso. Vocês entendem que as coisas elas precisam ser amparadas em várias frentes ao mesmo tempo. E que não Significa que a gente não precisa olhar pro corpo físico, não precisa olhar pra alimentação, é que uma coisa vai levando a outra. A pessoa que já tem uma
predisposição à resistência insulínica, ela vai ter uma compulsão por doce. E aí ela precisa cuidar do doce para justamente não desenvolver isso. Então não é uma causa e consequência. A gente não sabe o que vem primeiro, ovo a galinha. Então a gente precisa agir em todas as frentes. Não sei se eu me fiz Para aqui. Tem o chat, tem que ter um monte de coisa aqui. É onde começa a tocar na epigenética. É isso mesmo. Tá. Tem muita informação isso aqui no chat que vocês colocaram. É, o olhar tem que ser multidisciplinar, incluindo a parte
energética, psicológica. Exatamente, exatamente isso que vocês vocês estão tão estão comentaram aqui. Eh, dito isso, se o nosso propósito aqui, né, no planeta é Despertar, e o que que é despertar? Enfim, dentro é é se sentir conectado com o Uno, é sentir que a gente tá aqui por algum motivo, é sentir que nós temos a fagulha de Deus dentro de si. E quem não tá entendendo nada é porque precisa assistir as as aulas anteriores, tá? os encontros anteriores para entender. Se esse é o nosso eh objetivo, se o nosso propósito é isso, tudo que nos
leva a esse propósito precisa ser cuidado e e protegido, certo? Isso leva a gente a Querer cuidar da nossa energia e do nosso corpo, porque é como se o nosso corpo dentro da na primeira ativação, eu coloquei, né, que eu sou como se fosse o orifício sagrado da flauta por onde passa a consciência divina. E eu queria trazer uma outra analogia. Imaginem que o nosso corpo é como se fosse o leito de um rio que tá deixando a água que sai lá da nascente chegar no mar, que é o não união com um todo, certo?
Se o nosso corpo é esse leito desse rio, o nosso Objetivo é simplesmente deixar esse leito o mais limpo possível, deixar essa água escorrer. Não precisa, não é, não é não é muito difícil, entendeu? O nosso, a nossa função aqui com o nosso corpo físico é deixar esse corpo, esse, esse leito escorrer, essa água escorrer através da gente. E isso, obviamente, a gente cuida através de vários eh vários corpos, assim, né? Então, o nosso corpo 3D, esse corpo aqui, a gente tem muito pouco espaço pro livre arbítrio. A gente Acha que a gente tem muito
livre arbítrio, mas a gente não tem. Eh, do ponto de vista biológico, a gente é um conglomerado de situações, vivências, ancestralidades. A gente carrega tanta coisa dentro da gente que a gente tem pouco espaço pro livre arbítrio. E a gente só consegue tomar decisões diferentes e acionar comandos diferentes quando a gente começa de fato a deixar esse campo limpo para que a gente consiga eh agir a partir de uma outra Consciência. Porque isso se esperar só pela gente, minha gente, olha, é frustrante, sabe? Então, eu queria trazer de novo, eh, para quem, né, viu a
aula da da Alice, o encontro da Alice, ela falou sobre os chakras. E aí eu queria falar agora um pouco da nossa relação dos chakras com os eh nossos hormônios, né, e os nossos os nossos órgãos, assim. Então, de todas as alquimias, as costas do alquimias que acontecem dentro do Nosso corpo, tá? Eh, poucas são tão invisíveis, mas tão potentes quanto os nossos hormônios. E os hormônios eles são justamente essa essa fagulha que vem. É quando a gente sai da imaterialidade e vem paraa materialidade. E por isso que os chakras eles estão muito intimamente ligados
com os nossos centros eh hormonais, né? Então, relembrando um pouquinho, né? Então os nossos chakras eles são captores e retransmissores de energia, Então eles recebem as informações e vão transmitir pro nosso pro nosso campo, pro resto do nosso corpo. E eles estão intimamente ligados, então, para com as nossas glândulas endócrinas, que são as que secretam os hormônios. E a função então deles acaba sendo vitalizar os nossos órgãos correspondentes. Ou do contrário, né, se eles estão eh eh doentes, acaba desvitalizando. Então, os hormônios eles são esses mensageiros, eu costumo dizer Assim, esses mensageiros dos dois mundos,
porque são graças, é graças ao hormônio, por exemplo, que a gente quando levanta de manhã, a gente vai acordar disposta ou indisposta. Ah, mas são os neurotransmissores. Mas que mas tudo se origina com os hormônios, né? Os hormônios acabam eh gerando essa cascata dentro da gente. Então, nós somos esse cordão. Nosso corpo é esse cordão, nossos órgãos também que vai fazer esse essa comunicação. Então, quando a gente Fala, por exemplo, que nenhuma doença começa no campo físico, mas que a gente precisa cuidar do campo físico para justamente poder mudar o campo, mudar o campo emocional
e o campo mental e os outros corpos também. A partir do momento que a gente entende a função dos nossos chakras e como eles funcionam, a gente consegue interceptar eh as manifestações físicas antes que elas aconteçam. E mesmo se não, por exemplo, se a gente não conseguir eh Interceptar antes, por exemplo, no caso agora da minha coluna, né, que tá cheio de herne e tal, a gente consegue agir nos nos dois caminhos para que uma co não fique aquela luta eh aquela luta em glória que você fica cuidando, cuidando, cuidando daquela doença a vida inteira
e não consegue achar a causa, né? Então isso eh acaba sendo uma ferramenta pra gente. E de onde que vem? Se alguém muito cético aqui pode perguntar assim, né, de Onde que vem esse ensinamento? Como é que você sabe que existe isso? Eh, essas informações elas estão no nosso campo, no nosso planeta até, tipo, a Bia pode falar muito melhor que eu, mas eu posso falar assim porque, tipo, durante muito tempo eu fiquei relutando para tentar entender onde que vinham essas informações. A gente recebe essas informações, essa inteligência eh a de uma de uma a
partir de uma outra inteligência, entende? A partir de uma Outra de um outro lugar. A gente não pode racionalizar isso como seres humanos comuns que somos, porque senão, de fato, a gente não vai conseguir enxergar a magia que existe por trás disso. Mas se a gente parar para pensar no nosso campo de desenvolvimento enquanto ser humano, nós somos infinitamente menos desenvolvidos do que, por exemplo, a tecnologia dos índios, né, dos indígenas, perdão, vamos falar mais índios, dos indígenas, a Tecnologia, né, da dos povos ancestrais, a tecnologia de tribos, enfim, que vivem ainda de uma forma
que parece muito rudimentar, mas muito conectada com os ciclos da natureza, muito conectada com o seu corpo. E eles possuem uma, a gente costuma dizer, ah, porque nada tem comprovação científica. Gente, eu sou uma pessoa que, olha, eu tô a eh escrevendo artigo científico, mestrado e o a quatro, perdão, palavrão, mas eu falo mesmo. Eh, e eu posso dizer Que quanto mais eu estudo a ciência, mais eu vejo como a ciência é frágil, mais eu vejo como a gente eh eh precisa aprender justamente com essas informações, não é dar espaço para tudo quanto é voz
que aparece aí no mundo, né? A gente também tem muito charlatão aí no mundo, mas o quanto a gente precisa aprender, porque a essa ideia de que eu não posso provar não existe, na verdade ela não é bem assim. E um exemplo muito clássico, ah, como é que Eu sei que os chakras existem, cara? Um exemplo clássico. Eu fui fazer minha ressonância na sexta-feira à noite e eu tava lá assinando a ressonância da coluna, né? E aí eu tava lá assinando os documentos, tudo mais, tava vendo como é que funciona a ressonância magnética. A ressonância
magnética é como se fosse um grande chakra, entende? Um campo eletromagnético que fica recebendo e e e emitindo energia e passando pelo teu Corpo. Só que é tão forte e é tão físico isso. Isso é tão físico que você precisa tirar todos os metais do seu corpo. Você precisa ter uma uma série de preparação, porque senão você sofre queimaduras severas, né? Então, ah, não, não, quando a gente fala assim, ah, que energia, eh, pera aí, deixa eu reformular essa questão de, ah, porque não é físico, é mais físico do que a gente imagina, é só
porque a gente não Consegue enxergar, algumas pessoas aqui conseguem, mas a gente não consegue normalmente enxergar essa energia transmutando, sendo captada e e dinamizada. e a gente acha que a gente ignora ela. Só que quando a gente vai paraas nossas tecnologias da ciência, que é justamente, por exemplo, os exames e tudo mais, são justamente campos invisíveis que trazem todos esses resultados pra gente. Esses são depois Traduzidos e trazem, né, os laudos e tudo mais, essas informações. Então, pra gente eh dar um pouquinho mais de credibilidade, né, para essa, porque isso pode ser tangenciado, sim. Eh,
meu Deus, tem muita coisa aqui. Não, tem uma história curiosa. Fala, pode falar, Tônia, sobre ressonância, por favor. Raquel, você falando isso, tá muito conectado. Muito engraçado. Eu com as minhas 3 bilhões de lesão, de lesões, Né, nas minhas pernas, é, para quem não sabe, gente, eu sou nutre também. Eh, e eu corro e viro e mexe me lisono. Eh, várias questões aí psicológicas e espirituais também, mas isso não vem ao caso, mas só para contextualizar vocês. E com isso, com relação a isso que a Raquel falou, eu até a Alice sabe dessa história que
foi muito bizarra. Eu tava numa ressonância para da minha perna e aí eu pensei, coisa nenhuma para fazer, né? meia hora de exame, você fica Dentro de um tubo para quem nunca fez, da agonia, da claustrofobia, tem gente que não consegue fazer, que passa mal. Eh, aí eu falei: "É, eu vou usar esse tempo aqui para ficar curando a minha perna". E aí eu falei assim: "Ai, jogue luz, luz, luz pras minha perna". É porque assim, ah, lesão curando. E fiquei na cabeça imaginando eh uma luz indo descendo, vindo da minha cabeça, ia pro meu
corpo e chegava nos meus pés e para pururu. E para quem não sabe, a Ressonância ela atrasa muito, porque qualquer coisa que dê errado na ressonância, na imagem, tem que refazer tudo. Para a máquina, sai a pessoa, volta a pessoa, começa tudo de novo. Aí parou a máquina, né, nesse momento. Aí eu, puts, grilo, o que que aconteceu? Mexi, né? Eu falei: "Ah, me mexi porque acontece muito." El pensou se mexer. Aí saí, né? O cara veio e tal, parará. Aí eu assim, que que houve? Eu me mexi, fiquei tão parada, né? Tava tipo, não
acredito. Aí ele: "Não, não, a imagem deu um probleminha na imagem". Eu falei: "O que que deu na imagem assim já preocupada, né?" Ah, ele um um fleche de luz assim, saiu tipo uma luz na sua perna, saiu um borrão na sua perna, onde eu preciso ver. Na hora que ele falou isso, eu falei: "Ah, entendi, moço". Aí, sabe quando a ficha vai caindo? Eu falei: "Gente, que bizarro!", tipo, ali na minha cara ao vivo, Deus falando: "Ô, querida, né, Universo, se você não acreditava agora, toma aí, tapa na sua cara ainda atrasou sua seu
exame." E era tipo, é só isso, gente. Foi muito bizarro, sabe? Tipo, e muito sobre isso, quando você se tá ali até no exame, né, que você entende que tem uma eh energia em volta de você que tá penetrando no seu corpo e tirando uma foto do seu osso. Como é que a gente não acredita, né, em energia? Exato. Muito louco. Mas era só isso. Obrigada. Ai, amei. Obrigada por compartilhar. Não, e O mais engraçado é que eu nunca tinha feito ressonância também, gente. E aí, nossa, eu já tava assim, ó, já tava vulnerabilizada, porque
contar um pouquinho, tava vulnerabilizada. É uma semana de dor, dor real. eh, sozinha, sabe? Me sentindo assim, ai, a pior da a pessoa mais abandonada do mundo, com dor, pipó. Mas assim, eu já consigo me desidentificar, sabe? Do tipo, eu ria de mim mesmo. Falei: "Meu Deus do céu, que ridícula, Raquel, você Faz, tipo, é muito engraçado, eu começo a rir comigo mesma". Mas aí eu fiz uma coisa muito parecida com o que a Antônia fez. Eu acho que eu nunca, eu fiquei tão assustada com aquela ressonância que eu nunca rezei com tanta vontade, gente,
assim, ó, tipo, olha, eu acho que a impressão que eu tinha, eu tava só, tipo, no na minha cabeça também, emitindo luz, eu sou afirmação e eu imaginava pip po poopó, mas para mim o que aconteceu que passou muito rápido. A Impressão que eu tenho é que foram tipo assim 3 minutos e na verdade foi aquela meia hora toda, né? E aí, tanto que acabou, eu também achei que tinha acabado. Eu assim, ai deu algum problema, mas não, é porque tinha acabado mesmo assim. Mas é sensacional essa essa tua tua história assim. Amei, maravilhosa. E
que mais que eu tava falando? Ah, essa questão do da energia, que que eu ia falar? Ah, do, por exemplo, ó, eu acho, Eu não lembro agora se eu botei outro slide, me veio para falar. Agora eu vou falar, tá, gente? Se ficar meio desconexo, é porque eu estou meio eh eu tive uma reação emocional tão grande quando eu recebi o laudo, sabe? Quando você fica meio a impressão que você tem um susto, você fica meio bêbada depois assim de de o raciocínio ficar meio leso. Se eu tiver meio leso agora por causa disso, porque
eu fiquei muito assustada quando eu vi o laudo assim e Aí depois me deu um tipo, ah, nossa, parecia que eu tinha tipo tomado uma garrafa de vinho. E aí, eh, que eu tava falando mesmo? Ah, tá. Da da energia. Tem vários estudos, gente, vários estudos falando sobre, e é estudo sério, falando, por exemplo, do poder do som. A gente já tá tendo acesso alguns deles, né? Mas eh tem uma um grupo que eu participo sobre plantas e que ela tá ela mostrou a sobre, né, plantas medicinais e que ela mostrou Que, por exemplo, alguns
tem um estudo de alguns fermentados lá, algumas plantas fermentadas quando ficam escutando música clássica, OK? É música clássica chinesa, japonesa, sei lá, tipo, não sei, mas que cresceram de forma diferente do que as outras eh tiveram mais ação farmacológica, digamos assim, sabe, do que as outras plantas. Eh, isso tá muito muito em alta assim, essa questão do que a gente não tá cada vez mais caindo o vel, que é que é Justamente isso que a gente tá passando agora, tá caindo esse vel do que a gente não consegue ver, o que a gente consegue ver.
Não existe mais isso, sabe? Ah, outro estudo também que eu li agora recentemente sobre música que altera a nossa eh flora bacteriana do intestino, entendeu? Tipo sim, nesse nível assim, entende? Eh, outra coisa também, as nossas células escutam o que a gente fala. E isso também eu vou trazer mais para frente um pouco mais desse conceito Assim, dessa questão de que quem é que trabalha com a nutrição sabe as as a pessoa que chega paraa gente com um às vezes comendo essa uma determinada alimentação com certo plano e com o corpo completamente distorcido daquilo que
ela tá fazendo, sabe? do que parece, como que isso se explica, então, quais são os pensamentos que ela tá falando, quais são as frases que a gente tá falando pra gente? Por isso que essas ativações de que a gente tem mandado Durante, né, as as três semanas do Eu Sou, dessas essas meditações, essas afirmações sobre nós somos um campo de luz, nós somos acendendo essas informações, é justamente porque as células escutam isso. Já não é mais misticismo, eh, e no misticismo, no termo pejorativo, porque eu adoro esse tema. Mas assim, não é no pejorativo, sabe?
Ele é real. As células escutam o funcionamento das nossas células, alteram a partir do que a gente Fala com elas. Tudo aqui tem uma inteligência, tudo tem uma alma. Ontem eu escutei uma frase que eu achei muito bonita, assim, é tudo o que é, tudo que respira tem uma alma nela. Então, e essa respiração necessariamente precisa ser essa respiração do oxigênio aqui, que entra e sai do nosso eh organismo. Pode ser, por exemplo, as nossas células respiram, é por isso que elas eh produzem energia, né? Então, essa essa tudo que respira as plantas, os animais,
Tudo o que respira tem uma alma. E mesmo que não respira, os objetos possuem vibração, porque tudo tá em vibrando, né? Os átomos estão vibrando, então tudo tem uma vibração, mas tudo que respira tem uma alma. Então pra gente também acessar esses campos invisíveis traz pra gente respostas muito maiores do que essas limitadas que são do nosso campo visível, sabe? Aí preciso andar mais rápido porque senão não vou dar conta de falar tudo que eu tenho falar aqui. Hã, então tá, falei dos hormônios aqui e aí eu trouxe aqui uma tabelinha que fala eh claro,
dá pra gente se aprofundar muito mais. Isso aqui é um uma lambida, tá gente? no nesse nesse assunto, pelo amor de Deus, a gente pode entender isso como um a gente pode se aprofundar muito mais sobre isso. Então, a gente tem os Ai, trocou aqui o os chakras. Ah, meu Deus. Tá, foi mal. Então, a gente tem o os chakras, né? A glândula correspondente, a zona do Corpo, o hormônio que é regido e a palavra-chave. Aqui eu não sei porque diabo 4 ficou raiz, só raiz, raiz, raiz. Deve ter apertado alguma coisa errada aqui, mas
é do primeiro chakra pro sétimo chakra, tá? Então, tipo aqui na na base da nossa coluna. E de novo, quem não assiste a aula que a Alice deu, que tá isso bem explicadinho. Então, o nosso o nosso eh primeiro chakra tá relacionado às suprarrenais, a glândula hormonal correspondente. E aí, qual é a Diferença entre glândula correspondente e zona do corpo? Então isso tem diferença no chakra que tá debilitado, quais são essas eh reverberações que vão ter. Então a zona do corpo, ela tá mais estendida, não necessariamente é só daquele hormônio, né? E a glândula correspondente
é a glândula que secreta os hormônios. E não necessariamente também tá ligado, por exemplo, com o hormônio que vai tá eh alterado. Vou explicar melhor. O Primeiro chakra que fica lá no no no chakra básico, ele ele, por exemplo, ele tá relacionado com a glândula da suprarrenal. Então, uma alteração nas nossas suprarrenais podem ser indicativos de uma alteração do chakra básico, do primeiro chakra. E aí a zona do corpo que isso tá relacionado, por exemplo, são os rins, aparelho urinário, o eixo dorsal, a bacia, os órgãos genitais, a nossa a linfa e o esperma, tá?
Eh, o hormônio que rege é o a Testosterona, tá, Raquel? Mas e os demais hormônios, né? o estrogênio e progesterona, é o testosterona tanto no homem quanto na mulher, na a estrogênio e progesterona, estão um pouco mais ligados quando a gente vai pensar dos hormônios femininos com o segundo chakra, tá? Porque ele acaba regendo aqui, ela tá correspondendo aos ovários, testículos e aí acaba também relacionando com os outros hormônios que a gente tem. Mas eu não vou falar tudo Isso aqui, depois eu vou mandar essa essa tabelinha aqui para vocês, tá? Como material extra, fica
tranquila. O que eu quero dizer é que, por exemplo, assim, vou dar o meu a minha vou dar o meu exemplo mais fácil. Eh, eu sei que eu estou com a minha adrenalina e noradrenalina completamente desregulada há 5 anos. Como é que eu sei? Porque faz 5 anos que eu tô vivenciando desde a pandemia situações de choque dentro da minha vida Que foram que não foram controladas, que eu não parei, entendeu? Então, por exemplo, vinha o choque emocional, vinha essa descarga de hormonal, eu sabia que eu estava sobre essa descarga hormonal e eu não dei
vazão para isso, eu não corrigi isso, entende? No sentido de que eu não fui atrás disso para ressignificar, para contar uma outra narrativa, para dar uma ou para mudar a minha postura diante dessas informações. Então, muita Acontece, né, da minha mãe, do câncer da minha mãe, teve pandemia, teve muita coisa que tava isso tava estourando, certo? dentro de todas, porque quando vem pro corpo físico, gente, e história, por exemplo, que nem a Antônia falou aqui pra gente, né, dessas lesões e vocês todos, todo mundo aqui tem algum problema de saúde, tenho certeza. Essas questões elas
não surgem do tipo, ai, eu pensei aqui em uma coisa e aí vai me dar Um um problema, entende? Vai me dar, geralmente não é assim, pode acontecer, tá? já aconteceu, mas não necessariamente assim. Isso é um acúmulo de muito tempo. Então, quando a gente começa a prestar atenção, por exemplo, nessas informações que tão que estão acontecendo com a gente, a gente não dá conta, vai estourar, entende? Então, por exemplo, assim, ó, coluna vertebral, ossos, dentes, eu tenho bruxismo, né, também eu tenho bastante desgaste de Dentes também. Eh, intestino, tem a minha constipação que piorou
muito nos últimos tempos. sangue, eu tenho anemia, então, eh, tem, né, quadros de anemia que eu tô controlando assim nos últimos tempos. Então, isso acaba sendo, vocês entendem como que a gente pode fazer essa associação, né, essa essa questão e e relacionado a isso, por isso que eu digo, passado, presente, futuro não é linear e tá tudo junto. Tudo isso Tá junto dentro, por exemplo, de uma sintomatologia, de um problema de segundo chakra. Então, de fato, por exemplo, a questão de ultimamente, faz bastante tempo, eu não tenho me permitido sentir prazer. Eu me sinto culpada
quando eu sinto prazer. Faz um bom tempo e quem é que é mais próxima de mim sabe que eu já reclamei disso. Faz muito tempo que eu me sinto culpada na hora que eu estou descansando, na hora que eu estou aproveitando. Faz muito Tempo que eu não me permito fazer coisas simplesmente pelo fato de fazer, sem precisar ter um resultado a partir disso. Então tudo isso que eu tô trazendo para vocês e me vulnerabilizando ao máximo aqui é para trazer no sentido de como a gente pode entender o caminho contrário, entende? Entender como que isso
pode ter ter sido visto de outra forma. Vou dar um um outro exemplo aqui, quer ver? Eh, aqui é de baixo para cima, tá? Então aqui é o Sétimo chakra, sexto, quinto, quarto, terceiro, segundo, primeiro, tá? Então, deixa eu já aqui. Onde é que tá o fígado. Cadê o fígado? Aqui até deixei destacado aqui, tá? Eh, o fígado, muitas eh, a gente, por exemplo, com muita raiva, né? né? Quando a gente não trabalha muito bem a nossa raiva, a gente acaba tendo alterações, segundo algumas medicinas, né, mais ancestrais, alterações no fígado. Então, a gente Pode
também entender as alterações, por exemplo, no nossa sistema de insulina, na liberação do hormônio insulina ou também da nossa digestão, ou também a relação com o nosso pâncreas que tá liberando insulina. Todas essas doenças elas estão relacionadas. Então, por exemplo, se tem uma raiva que você não consegue eh digerir ela, tá aqui a, né? Se você não tá aqui a digestão, você não consegue digerir ela e tá problema nesse Fígado, aí você tem a você libera a o estrogênio. Todo, todas as mulheres aqui, né, fabricam estrogênio lá no nos ovários. Por que que algumas mulheres
são sensíveis para estrogênio, não podem utilizar, por exemplo, anticoncepcionais e nem fazer tratamento de eh reposição hormonal quando se chega na menopausa, porque a tem probabilidade de aumentar o câncer, o câncer de mama ou câncer de ovário, câncer de útero, Porque o estrogênio, ele passa pelo nosso fígado para ser convertido em dois tipos de estrogênio. é o que dá a nossa eh vitalidade, é o que vai trazer o estrogênio bom, digamos assim, e o outro é o estrogênio mau, digamos assim, bem entrepas que não tô querendo trazer essa dualidade, tá? Mas é o que vai
de fato acabar eh favorecendo o desenvolvimento de câncer, de mama ou de de ovário e de útero. Então é no fígado que acontece essa essa projeção. Se você Tem uma raiva que você não consegue digerir, esse fígado na hora que recebe esse hormônio, faz essa transformação pro pro lado equivocado, digamos assim, eh você pode justamente atuar, além de atuar na raiva, obviamente, atuar nesse chakra para dis para para justamente corrigir esse chakra para que essa forma, para que esse fígado consiga encaminhar esses hormônios de uma forma pacífica, de uma forma saudável. E isso pode ser
em qualquer doença, em qualquer Sintomatologia, entende? Então, quanto mais cedo a gente olha para isso, eh, mais cedo a gente consegue fazer essas alterações. E é por isso que então a gente muda tanto o físico quanto, né, a gente muda a nossa alimentação. Então, por exemplo, da insulina aqui, né, então a gente melhora a nossa alimentação porque a gente precisa comer menos carboidratos refinados para justamente não ter aumentar a nossa sensibilidade à insulina. ter uma melhor resposta da Insulina e consequentemente a gente tem uma melhor resposta também desses eh dessas zonas do corpo também e
desses dessa glândula também. Então é uma via que vai para lá e vai para cá, entende? Então a gente vai trabalhando nos dois caminhos. O que não dá é pra gente simplesmente só parar de comer doce e ficar com raiva disso, né? E aí achar que isso vai eh resolver os nossos problemas. E aqui só um comentário de gente seguir a nossa glândula eh pineal, Né, que todo mundo fala que é essa comunicação com o divino, né? Tem muitos assim mestres que falam, né? Muitas eh teorias que falam sobre essa eh obrigada, Be essa essa
essa visão assim, né, da da pineal e tudo mais. E olha só que loucura, a pineal está intimamente ligada com a serotonina, que de uma forma muito simplista, muito simplista, é um hormônio, né, que nos dá esse bem, esse neurotransmissor assim, que nos dá esse bem-estar, certo? E aí, eh, uma das Coisas que eu queria trazer também é a questão da não dualidade. A gente acha que tudo é bom ou ruim, né? Tudo é bom ou ruim, mas eu vou trazer um exemplo da serotonina. A serotonina em falta causas eh causa casos depressivos, né? A
gente fica depressivo, fica eh eh sem vontade de de enfim, a gente se sente desconectada com o Uno, ou seja, a gente fica desconectada da nossa vontade de viver também e da nossa razão de viver. Por outro lado, a serotonina em excesso, ela causa apatia. Então, é por isso que, por exemplo, os antidepressivos diminuem a libido, porque quando você tem um excesso de serotonina e isso e o nosso cérebro não tá eh eh preparado para ligar com esse excesso, é como se nada importasse, nada fosse importante e muito menos eh vontade de nada, sabe? Então,
OK, você até melhora sua alimentação, porque você fica com menos vontade de comer doces, de comer coisas Gordurosas, de comer coisas que regulem esses neurotransmissores, mas por outro lado também você fica tipo com uma apatia que você não tem empatia pelas outras pessoas, você não tem vontade, não tem eh desejo sexual, você não tem isso tudo vira tudo uma normose. Então, trazer esse conceito de que nada de mais ou de menos, sabe? Tipo, não existe bom ou ruim, existe a dose ideal pra gente. Adrenalina e nãoadrenalina não são benéficas. Muito pelo contrário, é Aquilo que
faz a gente ter, ó, sabe, ó, aquele sangue nos olhos, fazer a gente ter aquele aquela coisa assim, aquele frissão pela vida, criatividade, o prazer tá relacionado com isso. Só que é nem o excesso, nem a falta disso, né? Isso para tudo na nossa vida. Então, se os chakras são receptor, alguém tem alguma pergunta sobre isso? Eu sei que é assim, é muito vasto esse conteúdo e eu, como falei, a ideia aqui é trazer uma lambida sobre esse assunto para que Depois a gente possa aprofundar em um outro momento, tá? Então depois a gente pode
seguir com essa informação, mas tá todo mundo bem, posso continuar? Então tá. Então se os chakras são os receptores eh e transmissores sutis, as glândulas são as fábricas materiais dessa energia, né? Então, quando um chakra tá em bloqueio, a glândula sofre. E quando a glândula tá em exaustão, o chakra fecha e é um sistema de retro Alimentação. E aí eu queria trazer alguns conceitos bem bem assim, depois eu vou precisar aprofundar em um outro momento, mas que eu queria trazer a alguns remédios esquecidos. Então, a gente fala muito sobre alimentação, fala muito sobre exercício físico,
fala muito sobre sono, fala muito sobre, né, tudo isso e tal, mas nós temos alguns remédios que nós esquecemos e que nos ensinaram de forma errada como Utilizar. Eu queria trazer, são vários, tá? Mas um deles é a nossa respiração e segundo a nossa energia condaline. Vou falar da respiração. A respiração, gente, ele é o que abre esses chakras de uma forma positiva. Não é o abrir para deixar a gente suscetível, mas é o que dá, consegue limpar. E é por isso que toda meditação, é por isso que toda visualização, é por isso que toda
eh mantra e tal te pede para entrar em Sincronia com a respiração, porque o oxigênio, ele é um eh um dos componentes principais paraa nossa vitalidade. Só que tem uma outra informação também, quando a gente fala respire profundamente a gente tem a mania de fazer assim, né? E, eu sei, isso é uma tradução errônea do que que é eh o deep, sabe? do que que é o respirar profundo. Isso, eu tô trazendo Isso porque dentro da nossa fisiologia, isso não é fisiológico mesmo, a respiração diafragmática, que é aquela que a gente leva o ar do
diafragma, a gente não respira aqui em cima, a gente respira aqui no diafragma, ela oxigena as nossas células de uma forma muito mais eficiente. Quanto mais para cima ficar a nossa respiração, menos eficiente é a entrega de oxigênio. Então você ficar respirando assim, quanto mais você eh mexer isso Aqui, mais você vai est primeiro sinalizando pro teu organismo que você tá numa situação de perigo. Então você pode, se você, olha só, nós estamos, você pode estar assim, ó, numa situação de pleno conforto na natureza, falando com os animais, biom. Se você começar a respirar de
força da mente só com a caixa toráxica, só com isso aqui, o seu sistema nervoso vai disparar um sinal como se você estivesse em perigo, porque é isso que ele faz, é essa sinalização Que a gente faz. E a gente pode prestar atenção que vários momentos da nossa vida, se a gente tá muito concentrada, por favor, façam esse exercício, porque isso faz toda a diferença pra gente ter uma um dia mais presente, tá? Então, se a gente, a nossa respiração fica curta, ela fica aqui em cima. Então, nós temos, por exemplo, a caixa toráxica, o
diafragma, e nós temos a caixa toráxica. Se fica na parte de baixo aqui das costelas aqui embaixo, melhora um Pouquinho. Se fica na parte aqui de cima, bem aqui toráxica, é, a gente tem uma oxigenação de aproximadamente 20%. É muito baixo, entende? Então, é por isso que eu queria trazer isso aqui para vocês, um exercício. Depois eu vou mandar também pra gente poder alinhar essas informações e sentir na prática. Quando a gente fala de respiração profunda, é levar esse ar até o diafragma. Só que para quem é ansioso e começar a tentar e não tá
acostumada com Essa respiração, só outra coisa, só pelo nariz também, porque na hora que a gente respira pela boca, eh, a gente perde muita água. O nosso nariz, ele é um sistema que acaba filtrando muitas eh eh o a primeiro filtrando a temperatura e filtrando a umidade também. Então, a gente precisa respirar pelo nariz, não é pela boca. Tem algumas práticas de yoga, tem umas práticas meditativas que vão mandar a gente soltar pela boca, respirar, tem umas práticas, por Exemplo, do tantra que são pela boca, que aí tem uma função específica sobre uma condução específica
no dia a dia, quando a gente tá querendo alinhar, se alinhar com a nossa, né, com o nosso ser, alinhar os nossos chakras, alinhar a nossa energia, gente, é respiração pelo nariz, levando até o diafragma e não forçando. Não é expande, sabe aquela força o diafragma para baixo e e encontrar? É simplesmente sentir esse diafragma para cima e para baixo. Para cima e para baixo. Quanto menos você movimentar essa caixa toráxica aqui, mais eficiente é: "Ah, Raquel, que bobiça. Experimenta, experimenta ficar atenta. Eu, por favor, ponham isso em prática, porque isso mudou a minha vida.
Acreditem em mim. Eh, experimentem botar isso em prática. experimentem respirar com a essa essa eh com o diafragma e prestem atenção. Outra coisa, as mulheres no ciclo menstrual, a gente na época que tá na TPM ali, na próximo da Menstruação, eh nós temos uma tendência a alterar o nosso padrão de respiração. Quando a gente altera o padrão de respiração, a gente acaba acionando esses essas alertas do sistema nervoso e acaba piorando a TPM, entende? Então a gente precisa ficar mais atento ainda ao padrão respiratório. Então o o ar, o oxigênio, quando a gente para para
respirar com intenção e com qualidade, nós estamos acendendo porque nós estamos em contato com a energia mais disponível Que nós temos aqui. Só que a gente precisa saber utilizar essa energia da melhor forma possível, tá? E a segundo remédio esquecido que eu queria trazer é a Cundaline, que é a nossa energia sexual. E aí isso foi eh deturpado durante a nossa história como primeiro como pecado, né, como sendo algo ruim, como se o sexo e a e a ascensão e como contato com o divino não tivessem ligação ou principalmente fossem coisas opostas, quando na verdade
elas estão Altamente interligadas. Só que pra gente poder utilizar a nossa energia sexual vital criativa eh como essa forma de energia. E aí sim, gente, eu tô falando isso como forma de energia. Assim como o ar traz energia pra gente, o ar recarrega a gente, entende? A cundaline recarrega a gente também, sabe? Recarrega o nosso tanque de combustível. Só que para isso a gente precisa limpar os nossos chakras, ter eles alinhados e principalmente se Relacionar com essa energia a partir de um outro lugar, né? ressignificar todas essas crenças que o patriarcado colocou pra gente, os
nossos traumas de abuso, todas as vezes que a gente eh se colocou numa situação que sentiu o nosso corpo sendo abusado, isso acaba eh eh transferindo para essa condaline de uma forma que ela não acaba sendo eficiente. Então, se você acha, se você nunca experienciou a Kundaline, essa energia sexual vital criativa como uma forma de Energia para você, eh, procure saber mais sobre isso, né? se aprofundar sobre isso, porque ela ela é uma energia inclusive assim que pode transcender, que pode levar a gente a a transcender, só que precisa ser usada com muito cuidado, principalmente
eh a gente acessar essa energia sozinha primeiro com a gente primeiro, para depois se sentir preparada para encontrar a energia do outro, porque Isso senão acaba ficando muito, a gente acaba ficando muito vulnerável. Porque é o momento, né? Essa energia acaba deixando a gente muito vulnerável e pode justamente piorar os nossos quadros. Então, tome muito cuidado também com quem você transa, tome muito cuidado também com quem você se relaciona, porque isso altera também a nossa energia vital eh criativa. E tem um estudo, inclusive, que eu li recentemente, que Eh ao cheirar, vocês já devem ter
ouvido falar sobre os ferormônios, né? Mas para além disso, teve um estudo que várias pessoas viveram situações eh extremas. Então, por exemplo, assim, eh um pulou de para-quedas, outro fez eh tava eh sei lá, né, transou, teve relação sexual, outro estava assistindo um filme de comédia, outro várias pessoas tiveram esses eh essas essas situações. E aí foi coletado o suor dessas pessoas. Eu não sei exatamente os As nuances do estudo. Eu tenho aqui, depois posso mandar para vocês. Foi coletado o suor dessas pessoas. E aí, para quem tava sendo estudado, foi oferecido esse suor para
essas pessoas cheirarem e foi foram colocados eletrodos no cérebro e aí foi visto que foi acionado no cérebro dessas pessoas que cheiraram esse suor as mesmas zonas daquilo que foi acionado na pessoa que emitiu o suor. Por exemplo, quem pulou de para-quedas e foi, né, e e quem Cheirou o o sword, quem pulou de para-quedas, acionou no cérebro zonas, por exemplo, relacionada à amídala, que é essa questão do medo, sabe, dessa adrenalina. Então, as pessoas que a gente além do campo, é por isso que eu tô dizendo, cada vez mais o vé tá caindo, porque
não é só o campo da pessoa energético que te, né, esse campo que a gente fala assim que influencia na sua pessoa, né, influencia na sua vida. O físico também. Então, o suor da pessoa que você tá cheirando tá te influenciando, certo? E quando eu digo aqui, a gente fica pensando assim: "Meu Deus, eu convivo com uma pessoa extremamente estressada, tóxica, bebi vó, bovó, tem que mandar tudo merda". Não, não é, não é esse o caminho que eu tô falando. É que justamente quando a gente consegue voltar, né? Quando a gente consegue voltar, a gente
vai pro próximo, pra próxima pilar, que é ambiente e Relações, né, que a Kel vai trazer. Quando a gente integra tudo isso, a gente volta pro primeiro, a ideia é justamente você ficar tão centrada a ponto de que essas informações não invadam o seu campo e te desestabilizam, né? estabilizem assim, porque de fato é algo que a gente tá suscetível o tempo todo. Então a ideia não é ligar o para todo mundo, é justamente você acessar essas informações de uma forma que ela não te Desestabilize. Ah, tá. Agora eu queria falar um pouquinho sobre emoções,
sentimentos e a química da evolução, que são essas os parasitas da nossa saúde, né? Então, queria falar um pouquinho sobre a diferença. E aí eu vou falar sobre o que aconteceu comigo hoje. Eh, essa diferença entre emoções e sentimentos. Então, as nossas emoções são é a reação do nosso corpo, quando a gente tem um disparo, né? Então, quando o nosso corpo eh dispara o batimento Cardíaco, quando a gente acaba liberando eh hormônios de cortisol, hora adrenalina, adrenalina ou então outros hormônios, enfim, que vão influenciar como uma reação, isso a reação do nosso corpo, ela é
chamada da emoção, né? Então, uma mesma emoção pode gerar infinitos sentimentos, porque o sentimento é o que a gente interpreta a partir dele, tá? E aí, o que que é o que por que eu tô trazendo isso como pilar, né, do corpo e saúde? Porque a nossa liberação, a nossa a nossa emoção, as nossas emoções, essas reações, quando a gente não tem um olhar para elas, eh, de ressignificá-las, que é o que aconteceu, né, que eu falei anteriormente, eu fui vivendo uma sucessão de de reações, uma sucessão de emoções sem olhar para elas da forma
adequadamente, muitas delas suprimindo e muitas delas eh não entendendo, não ressignificando, elas vão aglomerando no nosso corpo como forma de tensão. Então, Obviamente, quando você leva um susto, né, você tá com medo, o que que você faz? Você contrai o seu corpo inteiro, sabe? tem aquele choque. Isso é o mais básico que eu posso falar aqui para vocês. Isso acontece o tempo todo com a gente, que a gente tem uma reação, que a gente fica nervosa, que a gente interpreta algo como perigo, o nosso corpo tá se contraindo o tempo todo e ele tá liberando
esses eh essas informações paraas nossas células o Tempo todo, sabe? Então, se a gente não para para utilizar, para olhar para e não se identificar com isso, isso vai se tornando doenças físicas mesmo. A gente vai sendo dominada por essas informações, né? Então, a consciência sobre o que a gente sente e sobre o que a gente tá eh liberando, né, essa liberação hormonal, eh como se como se a gente determinasse o nosso destino bioquímico. Isso é muito desafiador, né? Não é, é Uma estrada do qual eu compartilho aqui que eu estou trilhando, mas que o
pouco que eu consegui vivenciar eu já pude perceber muitos resultados. Então, assim, tem um livro que eu li que é O lado bom do lado ruim, que ele fala qual é o lado bom das nossas emoções consideradas ruins, por exemplo, a tristeza, o a estress, o nojo, né, e tudo mais. E aí uma das das falas que eu lembro que eu li nesse livro era para trocar o estou nervosa por estou Excitada. Porque que acontece? O que acontece no nosso corpo é igual. Quando você tá excitada e quando você tá nervosa no sentido positivo e
quando você tá ansiosa, você tá com medo, você tá frustrada, você tá com raiva, o que acontece é a mesma coisa. A liberação dos hormônios são os mesmos, entende? Os hormônios que vão atuar na tua na tua corrente sanguínea são os mesmos. Só que a interpretação deles são diferentes. Então, por exemplo, é muito diferente Você estar ansiosa porque você vai viajar, o teu coração palpita do mesmo jeito. Você tem eh eh você fica com insônia, né? Não consegue dormir porque você tá ansiosa. Você começa a pensar em todos os cenários possíveis. Você tem uma série
de liberações no teu corpo que são iguais ao ansiosa de uma entrevista de emprego. Será que eles vão gostar de mim? Porque tá acabando o meu dinheiro e eu preciso conseguir esse emprego? eh, eu não sou qualificada suficiente para Coisa. O que muda é a nossa interpretação disso, entende? E essa interpretação é que vai dar esse sinal bioquímico. É isso que vai depois consequentemente gerar ou não uma doença, sabe? Então, as emoções elas são reações bioquímicas e os sentimentos são as nossas narrativas, né? Então, cada vez cuidar da higiene emocional é parte da higiene espiritual,
porque cada vez que a gente Consegue parar, respirar, que é utilizar aquela medicina que eu trouxe para vocês, parar, respirar, utilizar essa trazer pro momento presente, se colocar nesse momento, bloquear essa liberação hormonal danosa e ressignificar essa interpretação, ela faz parte da nossa higiene espiritual também, porque daí a gente consegue consegue também tá mais conectado com esse eu superior, entende? A gente tá cons nesse momento a gente tá limpando o nosso rio, tá limpando o Leito do rio e deixando com que a água escorra. E de novo, a gente até conversou hoje no grupo, eh,
né, da das meninas aqui que estão nós que estamos focalizando, né, e ancorando esse projeto sobre não reprimir as emoções, não é reprimir, dizer, eu não estou sentindo nada disso, é justamente você servir como um canal para aquilo passar. Mas olha só a interpretação, né? Quando eu recebi o laudo, eu fiquei muito assustada, porque as coisas que estão Escritas ali são muito assustadores. E aí eu chorei, me desesperei. As primeiras reações que vieram assim, eu falei assim: "Gente do céu, pronto, nunca mais vou conseguir fazer musculação na minha vida, vai ser um, nossa senhora do
céu, vai ser um negócio assim". Eh, eh, e fiquei preocupada real. E aí de repente eu comecei a interpretar, parei, respirei, deixei aquilo passar e eu falei assim: "Bom, eu preciso ressignificar isso. Primeiro que Eu vou usar esse exemplo na aula de hoje. Já comecei a rir. Aí eu já comecei a achar aquilo engraçado. Eu falei assim: "Cara, o universo está de pegadinha comigo, utilizando isso como exemplo". E segundo que mandei para um para um, né, pro meu melhor amigo que ele é médico. E aí ele me respondeu assim: "Olha, você não realmente tem tem
isso, tem aquilo, aquilo outro, mas não te preocupe, você não vai morrer não, fica tranquila, o máximo que não vai Acontecer, a gente vai precisar cuidar disso." E aí eu comecei a rir. Então já comecei a interpretar aquilo de uma outra forma e agradecer justamente, né? Agradecer essa essa essa essa informação, porque eu me permitiar, foi nesse momento que eu me permiti chorar. Um choro que tá acumulado há muitos meses, um choro que tá acumulado há há anos, eu acho, talvez um choro que tá acumulado assim, que eu só me permiti botar para fora a
hora que eu vi o laudo E que eu me assustei tanto que eu consegui colocar para fora. Então eu agradeci porque se eu tivesse não tivesse descoberto isso agora, quanto quanto tempo mais que eu ia ficar com isso na minha na, né, no meu campo gerando problema para mim, tá? Ah, tá bom, Gami. Beijo. Obrigada, amor, por ter vindo. Beijo, beijo. Eh, e aí, que mais que eu queria falar mesmo? Então, tem vários estudos falando por Por que que a gente fala, por exemplo, da importância de exercício físico, gente, não é só essa questão de
ah, vai ficar no shape. Tem vários eh eh estudos falando que pensamentos repetitivos vão gerando essa cascada, esse essa, sabe, esse remoer assim que fica remoendo, remoendo, remoendo, revivendo, revivendo, revivendo, revivendo. Esse é uma forma de a gente poder elaborar os nossos traumas. faz parte também de a gente fazer isso. Só que quando isso Fica de uma forma desgovernada, que libera essa cascata hormonal no nosso corpo, a gente começa a ter esses sintomas físicos e os exercícios físicos, principalmente aqueles de força e de impacto, né, por exemplo, luta, eh essa eh ou musculação mesmo assim
que você leva essa questão, bota para fora, você acaba tipo descarregando isso ali. E óbvio que essa condução ela precisa, como eu falei, num campo, no outro. Não adianta, não é que não adianta, né? Mas Assim, você enquanto ser humano ter raiva de todo mundo, brigar com todo mundo, descontar na academia, achando que isso vai te, né, fazer você se limpar, digamos assim. Não é esse o caminho. Mas você pode isso levando em paralelo, fazendo essas informações, eh, sendo limpas e sendo coordenadas de forma paralela, né? Tem uma um exemplo que eu falei na live
que eu fiz com a Alice do daquele, não sei se vocês se lembram, daquele Dr. Ray que é aquele ai Não é neurocurirão, é plástico, que ele faz cirurgia plástica. Famosíssimo, sabe? aqui no Brasil, nos Estados Unidos também, famosíssimo. E ele foi diagnosticado com um câncer, não sei se agora é pâncreas, intestino, não lembro mais, em alguma coisa nesse sentido. E aí ele foi no Danilo Gentile e e ele falou mesmo assim que fazia 20 anos que ele não comia nada de açúcar e não sei mais. A última pizza que ele tinha comido tinha sido
em 1986 e e que ele tinha uma vida extremamente regrada do ponto de vista de disciplina, mas ele não cuidou para não uma coisa não tava esperando da eh do do ele não cuidou da saúde emocional dele. Então isso foi eu acho que fiquei muito impactada assim, sabe? Porque justamente uma das das grandes eh eh da grande mensagem que eu quero trazer é que quando a gente cuida do nosso corpo, pra gente fazer esse movimento pelo pela Ação em si, entende? Não esperando porque a gente não sabe se o passado, o presente e futuro não
são lineares e a gente não tem controle nenhum, nenhum sobre o nosso eh futuro, sabe? A gente não tem controle nenhum sobre isso e a gente não, a gente, a nossa sabedoria, ela é muito insignificante perto da sabedoria divina. Fazer as coisas esperando essa recompensa é muito egoísta, é de uma forma muito egoísta e é pra gente se achar muito assim, tipo, Essa essa moeda de troca. Então a gente faz isso pensando isso no presente, nessa questão do agora, no eu vou me sentir bem agora, porque faz sentido, porque a partir do momento em que
eu faço as minhas escolhas melhores, eu estou me lembrando que eu estou cuidando de mim. E aí, por isso que é importante a gente não se comparar, porque se você faz esse movimento num passo em que ao invés de cuidar de você, você tá se machucando, aí já não é mais cuidado. O Meu cuidado é diferente de cuidado de Beatriz, cuidado de Carla, de todo mundo aqui é diferente. Então o passo que eu dou em que eu estou me cuidando, seja pelo exercício, pela alimentação, pela blá blá, ele é diferente do passo de vocês. E
se a gente não presta atenção qual é o nosso passo, a gente acaba se machucando. Eu vou falar um pouquinho melhor disso, eh, logo mais. Eh, aí eu queria trazer um pouco Ai, ai, minhas costas, queria trazer um pouco sobre as ferramentas que a gente tem, essas ferramentas que a gente tem disponível para algumas informações. Então, quando a gente pensa, por exemplo, alguém tem algum comentário falando nisso? Hum, não tá todo mundo bem. Chazinho que é o super bem por aqui, profundamente reflexivo assim com tudo que você tá trazendo, né? Tá fazendo Sentido muito assim,
é muito interessante e e assim como a gente não consegue compreender, né, o que é Deus, a inteligência divina, a gente é muito limitado, porque 1 mais um não é dois quando se trata dos nossos corpos, né? Então, a a causa raiz das questões fogem completamente da nossa compreensão. Então, eu fiquei aqui te ouvindo e pensando que puxa a gente também para um lugar de rendição. É dar o nosso melhor Aqui agora paraa manutenção da nossa vida. Cuidado com a vida, mas não é diretamente proporcional o que eu faço com que eu vou ter neste
momento, porque nós temos todo aí aqui a gente pode puxar 1000 janelas, né? E até eu entendo você quando você fala que você tá pincelando, que realmente dá para puxar. questões cármicas e muitas outras e muitas outras esferas assim, mas qual que é a nossa função neste momento? É dar o nosso melhor com que a gente tem Ao câncer, né? É. E esse melhor assim me vem muito assim essa questão, esse lugar de amorosidade, sabe? Não como uma punição, não como um lugar de merecimento. Se eu fizer tal coisa, eu vou merecer mais ou menos.
é um lugar de cuidado. Você vai fazendo, você vai se sentindo melhor, você vai fazendo mais e você vai repetindo e repetindo e repetindo isso, repetindo essas informações e também entendendo que nós somos 3D também, né? não entendendo os Nossos fracassos, entendendo as vezes em que a gente não consegue eh eh ir para uma direção porque o nosso corpo tá pedindo para outra, porque a gente sabe entendendo essas nossas nuances, entendendo que o que faz bem pra gente muitas vezes não é o que faz bem pro outro e a gente precisa tá muito eh eh
ligado para isso e que no fundo no fundo o que vai o que vai ser a coluna vertebral, olha o que vai ser esse fio condut utor das tuas práticas e sejam Elas as práticas de alimentação, de exercício ou essas ferramentas que eu vou trazer aqui, ou seja, das tuas amizades, das tuas relações, ou seja, das qualquer coisa que você for fazer, eh eh qualquer coisa que você for fazer, ah, o que o que que você gosta de fazer, o que que te alimenta, que é essa sensação, você sabe o que alimenta o teu corpo,
né? A teve quando a gente fala de comaline, por exemplo, de você sabe com quem que você tem uma relação sexual e No outro dia você tá exausta e ou você tá vital, sabe? Você tá cantando com os passarinhos, você sabe quando você vai encontrar com uma pessoa e depois você se sente, sabe? Você sabe quando você vai num num lugar e você sa Então você vai sentindo quanto mais conexão você tem, você vai sentindo, sabe? e prestar atenção também aquilo que eh faz sentido para você. Eu acho que é isso que, né, que Antoni
também falou. Então, essa sem verdades absolutas, sem faça isso ou não Faça aquilo, sabe? Então eu acho que isso que é que é o mais importante. E aí eu queria trazer aqui algumas ferramentas, né, que existem, por exemplo, né, a gente vem muita gente fazendo jejum, banheira de gelo, eh, enfim, a ideia que eu trouxe aqui é, por exemplo, essas essas ferramentas, elas nos trazem uma possibilidade de transcender o corpo físico. Então também tem também, ah, sei lá, tem a Iasca ou até isso que A gente tá fazendo, esse encontro que a gente tá fazendo
aqui, sabe? Eh, rituais que você faça, eh, enfim, qualquer outra coisa. Eh, são formas que você tem de transcender o corpro físico e de você entender que você é maior do que isso, que você é maior do que essa essa esse corpo aqui. É um é um momento que você consegue tipo acessar essa informação. Então, para além da banheira de gelo, que é a melhora de recuperação muscular ou jejum, que tem sim benefícios Metabólicos de regeneração, eh, da das células, né, enfim, e tal, nós temos, por exemplo, quando a gente usa o exercício físico como
uma ferramenta de autoconhecimento, eu sou uma pessoa que eu utilizo eh como ferramenta, então, para quem não sabe, eu sou atleta amadora de natação, já fui profissional, hoje eu sou amadora. Uma das grandes das minhas grandes brisas com a natação em águas abertas é justamente você transcender o uma é um sistema assim de Primeiro reindição das da da das leis da natureza, né? Porque quando eu tô em alto mar, eu realmente não tenho um controle de absolutamente nada e eu preciso agir conforme a natureza tá me pedindo. e eu chego no final da prova num
limite tão assim e eh exaustivo do meu corpo que eu tenho esse acesso a essa, tem uma uma substância que a gente libera no nosso cérebro, né, que é o BDNF, que essa esse essa substância que dá essa que é liberada, por exemplo, Muito próxima da morte, né, que é quando a gente tem essa expansão dessa consciência. E a gente tem pequenos fragmentos dessa dessa dessa substância em momentos em que a gente é submetido a um estress muito forte, então claro, controlado, né? Então, por exemplo, a banheira de gelo é um estress e é muito
fora da curva. Um jejum prolongado é também um estress fora da curva. Um exercício físico, sabe? Quando você se coloca essas pessoas que vão Para pro meio da natureza, por exemplo, que dia eu quero fazer isso, não sei se vocês já viram falar aquela busca da visão, você fica no meio da natureza sem água e sem comida. Eh, daí tem 3, 6, 9 e 12 dias, né? Então, eu já vi lá, já li lá vários livros sobre isso, inclusive um pretendo um dia fazer, que é justamente, na verdade, quando a gente faz essas essas essas
ferramentas, não é porque você faz e aí você fez, aí papai do céu fica orgulhoso de você. E aí te Dá um carimbinho. Ah, ela agora merece vir pro céu. Isso não serve para isso. Isso para Deus pouco importa se você tá fazendo ou deixando de fazer isso. Isso serve pra gente, pra gente perceber que a gente é mais que o corpo, pra gente poder perceber essas informações. Só que essas práticas elas eh elas também nos ajudam em momentos, por exemplo, quando eu falei lá das emoções e das das emoções e sentimentos, essa diferença, quando
a gente tem esse esse Desencadeamento emocional, né? É quando falta repertório pra gente, tudo a gente interpreta como se fosse o fim do mundo, né? Então, por exemplo, pessoas têm transtorno de ansiedade, tudo ela interpreta como se fosse um leão vindo atrás dela na na floresta. Se ela precisa abrir um e-mail para mandar pra orientadora do mestrado, não sei da onde que eu tirei esse exemplo, sei lá, veio na minha cabeça agora esse exemplo aleatório, ela trava aquilo, desencadeia Uma reação hormonal nela como se ela tivesse correndo de um urso no meio da floresta. Isso
acontece quando vai falar com o chefe, quando vai fazer, enfim, sei lá, tem 1 milhão de informações aí que nos deixa, quando vai fazer uma apresentação, quando eu dar uma aula, enfim, quando tem uma série de informações que deixam isso. Quando a gente se submete a essas práticas, essas ferramentas de autoestress controlado, né? Então, por exemplo, o banho, o o Banho de gelo, o jejum, o esporte e tudo mais, eles eh aas que tal que você tá num num ambiente controlado, então você sabe que o que que tá acontecendo ali. Então os quanto mais você
vai repetindo aquela informação, você vai ensinando pro seu corpinho que aquela reação hormonal não é um monstro, entende? Então, é por isso que muitas pessoas alegam que o banho, né, a banheira de gelo ou o jejum ou justamente esses esportes tenenuantes Ajudam a melhorar a a acalmar o sistema nervoso em outras situações. elas transportam isso para outras situações, porque é verdade, a partir do momento que você consegue controlar, né, a sua respiração, e por isso que a gente precisa controlar a nossa respiração lá do começo que eu falei, respirar direito, né, diafragmaticamente, tal, tudo mais,
pelo nariz, quando tu consegue se concentrar, controlar, controlar esse teu desejo de sair Correndo, controlar, entender, falar pro teu corpo, você não vai morrer, você está seguro, tá tudo bem, seja em qualquer situação que tá aqui, que nós estamos mencionando, você consegue transpor isso para outras situações do seu dia a dia, entende? Então, tem duas funções quando você se expõe o teu corpo a essas esses eh situações de estress extremo, tá? Tem duas funções. Uma é transcender um corpo físico e se conectar com essa tua força Superior mesmo, porque você entende que você eh para
além dos eneagramas que tem no seu na sua cabeça, esses caminhos neurais que você tem desde criança, as histórias que te contaram, as coisas, você é maior que tudo isso, né? Se você deixar esse teu canal limpo, você vai ver que você é maior que tudo isso. Então, tem essas duas funções. Então, acender nesse sentido, né, de encontrar, se encontrar com essa sua versão que é maior que isso. E o outro caminho é Criar eh criar repertório para que em outros momentos você possa ter o seu autocontrole e botar se botar nesse lugar, tipo assim,
não, meu bem, não tô fugindo de ninguém, tá tudo certo aqui, posso continuar, sabe? Contudo, aí eu preciso fazer um PS aqui extremamente importante. Não é oi não é para todo mundo. Não siga a regrinha do coleguinha. Quanto mais pororaças emocionais você tiver, talvez mais isso vai te beneficiar. Mas assim, tem Dependendo de como você, de como é a tua personalidade, dependendo de como é o funcionamento do teu corpo, você pode acabar expondo o teu corpo a um trauma e aí ao invés de te levar para uma um comportamento de de acostumar essa levar esse
repertório, você traumatiza de um jeito que aí você vai ter outro problema para para curar. Então, banheira de gelo não é para todo mundo, jejum prolongado não é para todo mundo e esse exercício extenuante também não é para todo mundo. Precisa ter um bom preparo para poder e assim e uma personalidade. Às vezes quem consegue fazer jejum, isso já tive cliente assim, quem consegue fazer jejum prolongadíssimo, tá super bem, lidera não assim o gelo não tem causou um trauma, tá? Outras questões também tem períodos, dependendo do período menstrual que você tá, dependendo do ciclo menstrual,
tem que tomar cuidado porque a banheira de gelo, daí a gente entra num outro num outro campo que eu Não vou aprofundar aqui outra pincelar, tá? Eh, você acaba roubando energia do teu corpo e acaba também desestabilizando os teus hormônios. Não vou só ficar atenta, tá? Eh, mas voltando aqui, se para mim, por exemplo, e e é importante do autoconhecimento, né? pessoas que são muito rígidas, por exemplo, eu sou muito rígido, né, do do perfil rígido, sei que a Alice também é. Eh, a gente adora um rolê desse, né, adora se enfiar num num caso
extremo, Adora se enfiar no nessa sensação assim, porque, eh, a visceralidade disso é tão grande que às vezes você cria tantas camadas dentro de você que você precisa dessa de acessar, você precisa tirar tudo isso para você acessar a sua emoção, né? acessar a sua, esse sentimento, acessar essa, esse eu superior que tá dentro de você. Tem uma, bem rapidinho, tem uma história que eu teve uma, na época que a minha mãe tava com com câncer e que eu fui cuidar dela, Foi um período muito difícil assim da minha vida. E aí eu tava continuei
fazendo as travessias assim, tipo, treinando, fazendo travessia, mas assim muito afastada, né? diminuir bastante o ritmo, diminuir bastante a as a a intensidade dos treinos. Eh, quando teve uma travessia que era bem assim, fazia uns seis meses que a minha mãe tava em tratamento de quimioterapia e eu tava completamente entregue para esse tratamento e eu fiz a Travessia e aí eu mal obviamente, né? Não tive o meu melhor tempo e tal. Só que quando chegou no final, quando eu completei a prova, gente, eu chorava que as pessoas não entendiam. Elas achavam que eu tava passando
mal, elas vinham assim: "Raquel, você precisa de ajuda, você precisa ir pro hospital". Eu chorava, chorava, chorava. E não foi nada disso, é porque eu estava sustentando aquela dor durante tanto tempo, não me permitindo sentir e chorar E extravazar para porque eu precisava ser forte na minha família, que o esporte e ir lá e botar tudo que eu podia botar nas águas e e explorar, né, e e até o meu limite físico dentro da água foi o que me permitiu acessar a emoção e me deixar essa emoção vir para fora. Então, eh, são formas que
a gente acaba experienciando de poder sentir, sabe, de poder sentir de uma forma limpa. Eu sinto, eu sinto essa assim, quando a gente chega na exaustão, nessa Exaustão controlada e não numa exaustão descontrolada, porque eu também já cheguei na descontrolada, tá? Nessa exaustão controlada que é da banheira de gelo, que é do exercício extenuante, que é do jejum prolongado ou que é tipo, sabe, essas coisas assim. Quando você chega nessa exaustão, você simplesmente se entrega. É o momento maior de rendição que você tem. Então isso assim, eh, são situações que mimetizam muito bem a nossa
vida, né, esse se render e Aprender que a gente não tem que o nosso único papel aqui é navegar nisso e não necessariamente controlar as eh o que vem do externo, certo? Só que para isso de novo, tá, gente? A gente precisa um saber quem nós somos e principalmente quem trabalha aqui com, né, com a área da saúde, que tem clientes e tudo mais, não é para todo mundo. A gente precisa saber quem são essas pessoas, né, que porque já vivenciei, não eu, né, mas já vi pessoas perto de mim que que criaram Assim traumas
fortíssimos ao fazer alguma prática um pouco além do que a pessoa podia. Mas às vezes assim, ó, só de tu olhar o corpo dela, o perfil do corpo, você já sabe mais ou menos eh qual é o perfil de de de atividade que ela vai, né, favorecer a ela ou não. E um outro cuidado também que é não viciar, porque isso também vicia. Então a gente tem que tomar cuidado para não utilizar essas ferramentas e essas muletas como uma um vício, tá? Para de De transcendência e tal e tudo mais. Tem que tomar cuidado com
isso também. Hã, meu Deus, falei demais. Então, uma outra coisa que eu queria trazer é o seguinte, a o nosso, o que acontece com o corpo com dor, né? Então isso tô falando de uma vivência que eu tive nas últimas duas chamadas, que é o nosso, a dor por si só ela já é depressiva. Então uma um corpo com dor gera inchaço, alteração no sistema Digestivo, fadiga extrema, dificuldade de concentração, diminui a nossa energia. Isso só por si só a dor. E isso é a dor física, que eu tô falando que a dor que a
gente enxerga. Por que que eu tô falando isso? Porque muitas vezes nós estamos sentindo justamente essas informações aqui, só que a dor às vezes ela é invisível e a gente não tá dando sustentação, não tando, não tá dando eh voz para ela de se manifestar. E a única maneira que ela tem de se manifestar é Através desses sintomas. Então, principalmente para quem eh, ah, eu faço dieta e não melhora, ah, porque eu faço exercício, eu me sinto cada vez mais cansada. Ah, porque olhe para ver se o seu corpo eh não tá doendo. E pode
ser uma dor física, como ela pode ser uma dor emocional também. Hã, respirar aqui que agora vou entrar no assunto que eu gosto muito. Um conceito também que não sei se Vocês estão familiarizada com da forma como eu vou trazer, mas que eu gosto muito, tá? Então eu trouxe aqui, óbvio que assim é muito simplificado isso, né? Vou est lapidando. Então, nós temos aqui nossos três, nossas três formas de energia, por exemplo, energia emocional, energia mental, energia física. E dentro eu botei um círculo como sendo o nosso esse nossa energia espiritual, porque ela é infinita.
A espiritual ela é infinita. Só que porque Eu já escutei muitas pessoas falando isso assim, ai não se limite pela sua energia porque você tem energia infinita. Gente, sim, nós teremos energia infinita quando todos acendermos para 5D e virarmos todos corpos de luz. Beatriz, pode me corrigir se eu tiver errado. Todos corpos de luz aí, OK, entendeu? Mas enquanto nós estamos na 3D, enquanto nós somos feito de carne e osso, temos cérebro e glândulas eh endócrinas, a nossa energia é sim Limitada e a gente precisa cuidar muito bem dela. Então esse conceito pode mudar a
forma como você tá enxergando assim as suas a sua vida, tá? Eu quero que vocês imaginem como se todos os dias nós tivéssemos um tanque eh de combustível em que nós temos capacidade de eh 2.000 L de energia, tá? Esse aqui é o nosso campo de de eu tô falando isso, essa fazendo essa analogia porque o 2000 é como se fosse 2.000 calorias, né? Mais ou menos isso, assim. Então, eh, é como se a gente tivesse esse campo e toda vez que a gente dorme, a gente reseta esse esse combustível, certo? E a gente reseta
esse combustível durante o nosso dia, a gente vai consumindo essa energia. Essa energia, ela é consumida de algumas formas. Só de a gente existir, só de a gente respirar, só de a gente manter o nosso coração funcionando, nós gastamos uma média, vamos lá, botar 100, 1200 L desse combustível, tá? Vão sobrar 800 L pra Gente gastar no resto do nosso dia para as nossas funções. E aí é que entra a nossa energia emocional, mental e física. a gente acha que são coisas separadas, só que elas consomem do mesmo combustível, do mesmo combustível. Eh, a gente
acha que pelo fato de que nós estamos, por exemplo, no lutando para superar uma crença limitante, isso tá eh segregado no nosso campo mental, emocional, não tá. Isso a Gente perde energia do mesmo tanque de combustível. Isso é tão real que, por exemplo, quando a gente tá em processos de Ai, fiz fiz um movimento aqui que doeu. Calma aí. Quando quando a gente tá em processo de de autofuncionamento cognitivo, tá? Então, quando a gente tá raciocinando muito, resolvendo um problema e o nosso cérebro ele tá consumindo muito mais eh calorias e muito mais vitaminas e
minerais. Então, por exemplo, ele ele acaba para Ele fazer as sinapses, ele acaba consumindo, tirando do resto do seu corpo algumas alguns elementos que, por exemplo, podem te causar câimbra, podem te causar espasmos musculares. Ele precisa de muito magnésio no teu cérebro para poder fazer essas cognições, entende? ele pode tirar dos teus eh da da fabricação de alguns hormônios, porque ele precisa do colesterol, ele precisa da gordura para poder preencher a bainha de mielina dele. Então ele vai, A gente vai tirando isso de outros lugares do nosso corpo. Isso é importante que a gente tenha
em mente. Por quê? Pra gente entender porque que a gente não consegue mudar, entende? Então, se você eh quando eu trago, por exemplo, né, a informação de que nós nosso livre arbítrio é muito limitado quando a gente não se coloca a partir desse ser, né, desse eu superior, é por conta disso, porque nós não cuidamos da nossa energia, a nossa energia tá sempre Baixa. E aí, obviamente, a gente não vai ter eh não vai conseguir tomar as decisões a partir só do nosso corpo. A gente não consegue ter a motivação paraa academia. a gente não
consegue digerir os nossos alimentos direito, fazer essas escolhas alimentares melhores. Ou então o contrário. O eu vi um estudo também que tava falando que, por exemplo, se comparando com os nossos ancestrais, a gente eh tem uma média, sei lá, gente, é Ridículo o número. Eu vou chutar aqui porque eu realmente não gravei esse número, tá? Mas, por exemplo, a gente toma 300.000 1000 decisões ao dia. Porque a decisão ela é desde o tomo café, não tomo, escovo o dente, não tomo, abro o e-mail, não tomo. WhatsApp, gente, quer ver uma coisa para sugar a sua
energia como WhatsApp, porque você tem que decidir responder a pessoa, elaborar a resposta. Não menosprezem, não desperdicem a energia De vocês, entende? É por isso que quando a gente tá com uma um alvo, quando a gente tá com objetivo em mente, a gente pega e acaba deixando tudo meio que deixando de lado, sabe? Então quando você tem, né, se você tá com um projeto, um trabalho, você precisa botar pro mundo, é comum que você acabe deixando as outras coisas de lado. Não é só pelo tempo em si, mas é pela energia que você precisa dedicar
para isso, sabe? Então, é importante que a gente tenha isso em Mente, porque principalmente quando as pessoas falam: "Ai, porque eu não consigo mudar". Eu não consigo tomar essas decisões. Eu não tenho força para fazer. Cada uma, cada pessoa vai gastar por uma mesma ação quantidades de litros de combustível diferente. Vou reformular. Por exemplo, assim, dependendo da forma como você foi criada, dos seus, enfim, da sua criação, do da sua realidade, às vezes dá uma caminhada de 15 minutos para mim é algo Que não só não vai gastar ali um pouquinho de energia física, porque
qualquer movimento que eu faça vai gastar energia física, óbvio, né? vai gastar esse lado 1 L de energia física, só que vai fazer com que o meu tanque fique reestruturado, os vasos do tanque, a forma como aqui, tipo, né, a forma como o o o tanque de combustível, os canos ficam mais robustos quando você faz exercício físico, porque é isso que ele faz. Exercício físico ele consome Energia, só que ao mesmo tempo ele te dá uma eficiência de entrega melhor de combustível. É isso que ele faz. Então, para mim seria isso. Só que para uma
pessoa que é sedentária, uma pessoa que nunca fez exercício na vida, andar 15 minutos, fazer uma caminhada de 15 minutos, vai consumir 20 L de combustível, porque ela tem que pensar para onde ela vai, o que que ela faz. Ela nunca fez isso, como é que ela vai saber o que que ela precisa fazer. E Isso é muito importante para que a gente tenha primeiro compaixão conosco e compreensão com os outros, né? A partir do momento que a gente tem essa compreensão de que o tanque de combustível ele é igual para todo mundo, mas o
gasto de combustível ele não é igual para as mesmas tarefas, ele altera, dependendo da tarefa de cada um, ele vai alterar. Pra gente, para quem trabalha aqui com redes sociais, para algumas pessoas gravar um story, vai Gastar 1 L de combustível. Para outras pessoas vão ser 50 L que você tá tirando ali do do seu combustível, sabe? Então isso é muito importante pra gente tomar cuidado. Se você tá num núcleo emocional eh muito forte. Então, por exemplo, assim, ó, dar um exemplo muito bom. Sabe quando você fala que você vai pra casa da família, quem
mora fora, né, que mora fora, longe da família, fala: "Quando eu vou pra casa da família, fica todo mundo ao redor da mesa. Eu como muito mais, Porque ai, porque a eu como muito mais, porque a comida da minha mãe é muito gostosa, porque bibi bom, bó bom". Tudo bem, pode ser. Mas tem uma outra questão, todo núcleo familiar, todo núcleo familiar tem uma tensão emocional, porque é ali que estão todos os nossos gatilhos da infância, é ali que estão todos os nossos problemas, entendeu? Todo núcleo emocional, todo núcleo familiar tem um gatilho emocional, ou
seja, consome mais da Energia emocional. Não importa, vão é consumir. É muito comum que obviamente você tenha menos capacidade, não entendam isso como algo pejorativo, você tem menos capacidade de recrutar dos teus neurotransmissores a força de ventag suficiente para dizer não para determinadas comidas. Por quê? O seu tanque de combustível tá, ó, lá no emocional e você pode nem notar. Às vezes é o comentário que seu pai fez, sabe? É o olhar que a sua mãe fez para Você. dependendo da atitude que você teve, isso vai endenando seu combustível e aí isso tá interligado, gente.
Você vai ficar mais fadigada para sair para fazer exercício, você vai ter eh começar a ter pensamentos eh que são mais cruéis com você, você tá menos disposta a fazer coisas que geralmente você faz. Isso tá tudo interligado. Por isso que é muito importante quando a gente olha paraa mudança de hábitos, a gente olhar o contexto. Não é só dizer assim, tipo, Ai, comer bem, obviamente vai encher, né? Comer uma comida saudável, alimentos que tenham uma vibração que seja eh eh que seja condizente com o seu organismo, enfim, beber muita água, vai encher esse tanquezinho
de combustível aqui, né? meditação, respiração, tudo isso o que que vai fazer? Fazer com que a entrega, exercício físico, faz com que a entrega desse combustível seja mais eficiente. Porque também não adianta você encher isso aqui e a entrega você tá cheio de Bloqueio no meio do caminho, entendeu? Cheio de bloqueio. Você não consegue entregar o combustível suficiente. Beleza? Porque também se fosse só isso, né? Você comia, sei lá, dois 2000 2.000 L de Nutella e aí achava que tava bom também. Então não é assim. Eh, então essa, todas essas, esses fatores, eles são importantes
para encher isso. Sono, o que que o sono faz? Limpa o teu tanque de combustível, porque senão vai tendo Dentritos aqui dentro, restos acumulados aqui dentro, você não consegue entregar esse combustível direito também. Então tudo isso tá com tá conversando, só que se você não cuidar para onde você tá eh vazando a sua energia, cara, você não consegue mudar a gente. Não não não se coloquem nesse patamar de eu sou maior que tudo isso. Você, você é maior, você é você é esse ser superior, você consegue atingir isso. Só Que até para entrar em contato
com o eu superior, você precisa de uma mente clara. De uma mente clara, o que que precisa? tá com energia em dia. Então, por isso que eu falei que no naquele áudio do primeiro dia que um corpo negligenciado apaga o espírito, porque um corpo negligenciado tá com esse tanque baixo, esse esses sistemas energéticos completamente descontrolado, você não consegue acessar sua energia espiritual também, aí muito menos, Entende? Então, eh, acho que era isso que eu queria falar sobre isso, sobre esse esse assunto. Ah, eu poderia falar 1 milhão de coisas sobre isso, me aprofundar, porque essa
esse é um campo que eu adoro, né? Então, eh, quando a gente traz, por exemplo, o conceito que a Alice trouxe de neuroplasticidade, que são esses caminhos neurais, eh, novos que a gente faz no nosso organismo, que ela falou Naquele dia, né, que a gente consegue fazer essas mudanças por alto impacto emocional ou por repetição. E aí eu queria trazer uma terceira, um terceiro elemento, tá? eh, que que assim, né, para mim também uma forma de mudar, né, de criar essa neur eh neuroplasticidade é pelo conhecimento. Às vezes você vai eh você vai aumentando o
seu grau de o conhecimento não é só ah, vou ler, ler ler livro e tal, não não é só só isso. Você vai aumentando o seu grau de conhecimento acerca de um tema até que aquele aquilo entra no teu no teu cérebro de um jeito e que você muda um comportamento a partir daquilo, porque aquilo passa a fazer sentido para você. E eu tô falando isso porque para mim muitas das coisas do quais eu mudei, muitos hábitos dos quais eu mudei, foi a partir desse desse dessa terceira via. Entrei em contato com um assunto que
era me era meio indigesto. Daqui a pouco fui Me aprofundando, daqui a pouco e fui anos, anos, anos entrando em contato com certos assuntos. Até que de repente aquilo, cara, eu leio um parágrafo do livro e aquilo p entrou e aí a partir daquilo começo a agir de uma forma diferente. Cada um vai ter o seu próprio jeito de mudar. E o que quando eu quando eu trago essa questão da neurotoplasticidade, que é esse caminho neural, eu até trou esse trouxe esse videozinho porque é justamente é mais é Mais deixa eu botar aqui. Fazer caminhos
neurais exige muita energia da gente, muita. Então, cuidem de onde vocês estão colocando a energia de vocês e não desperdicem e não desprezem certas situações que vocês acham que é besteira, porque elas podem estar sugando a sua energia e aí para você conseguir fazer um caminho neural novo, você não tem energia suficiente. Gente, já vou terminar, tá? Prometo. Eh, vou dar uma pincelada nisso Só para não ficar tão Pode falar, amor. Alice, hello. Senti de falar aqui que essa pegando esse gancho, né? Tava mais silenciosa aqui que eu tava na rua te ouvindo, agora consegui
chegar em casa. É essa essa última parte, né, que você falou sobre o caminho neural e tal, eh é bem o lugar de de que assim eh você a gente perceber que o caminho da ordem ele vem desse lugar da gente reestruturar eh o que deve ser a prioridade do Momento de gasto de gasto de energia, né? Então a ordem ela vem nesse lugar de cara de de sétima, de quarta lei espiritual do sucesso, a lei do mínimo esforço também, né? A gente conseguir acessar o a ordem eh e descansar no ritmo, né? Essa semana,
esse final de semana a gente fez, a Maria Antônia até tava comigo, eh, a gente foi na Taquetina, não sei se vocês já ouviram falar na Taquetina, mas é um é um é uma prática rítmica, né? E a gente falava Sobre isso, que eh se a vida toda é matemática, né, a gente tá numa perspectiva matemática também, a gente saber que muitas vezes o nossa o nosso esforço, né, o esforço que a gente emprega em em, sei lá, mudar uma crença ou como, né, você tá trazendo aqui nes, a gente não se dá conta, né,
no emocional de tá na família e tal. Eh, quando a gente começa a ter essa percepção sutil, a gente começa a perceber que quanto mais, eh, quanto Mais harmônico tiver o nosso ambiente, né, a nossa o nosso nosso dia a dia e tudo mais, menos energia a gente precisa ficar despendendo e aí o combustível é muito mais bem utilizado também, né? Perfeito. Tem essa questão assim, achei muito bom. Tô, tô amando. Tô aqui, aqui. A gente, nossa, eu queria agora assim, tipo, eh, eu agora vou dar ter que dar pincelada mesmo, porque já tá, né,
91. Mas assim, é, são depois eh a ideia é justamente quem se interessar e quiser Aprofundar pra gente fazer depois uns passos além disso, né? A ideia é que vocês tenham contato depois essa questão aqui da energia do combustível. Nossa Senhora, eu posso falar tipo 3 horas sobre isso de casos, né, de como a gente como que isso é na prática pra gente, como que a gente traz isso pro nosso corpo. E a questão hormonal também, como é que faz isso nos ciclos, né? Por exemplo, no a mulher no ciclo no ciclo menstrual dela, ela
justamente tá Oscilando durante todas essas fases. E aí tem fase que, por exemplo, você tá com a sua energia física mais alta, a sua emocional mais baixa e você tá com a mental mais alta. E claro que vocês vão escutar alguns conceitos de alguns, principalmente neurocientista falando que não existe eh separar mental de físico. Afinal de contas o cérebro é físico. Então, eu quero que vocês entendam que sim, o cérebro é físico, mas que e essa diferenciação de quando Você tá sentado faz resolvendo um problema, elaborando uma aula, fazendo qualquer coisa, né, ela envolve a
tua energia mental e emocional. quando você tá correndo uma maratona, é a sua energia física. Tudo é físico, né, no fim das contas. Mas só para deixar esse disclaimer aqui, porque eu acho que é importante e e eu acho e a partir do momento que a gente começa a olhar para isso que a Alice falou para essa quando você coloca o foco na sua vida assim do Caminho da ordem de reestruturar isso e focar essa energia no sentido de entender quais são o que que tá vazando, da onde que tá vazando, entender também às vezes
algumas limitações, porque principalmente para quem, por exemplo, às vezes chega para mim como cliente, eh, Você olha pra vida da pessoa, ela quer mudar, e as as meninas que são aqui nutricionistas vão saber falar também, ela quer mudar radicalmente a alimentação dela, quer emagrecer, ah, eu Preciso emagrecer 15 kg ou então eu preciso, cara. E aí ela tá passando por um bo sabe? Tipo, da onde que você vai tirar energia para fazer essas escolhas? Clar, se os seus hábitos eu, claro que uma coisa vai levando a outra, mas é muito assim, eh, você precisa olhar
para tudo isso, sabe? Você precisa olhar para essa eh e autoconhecimento zerado. Exato. É isso mesmo. É exato. E e precisa olhar para tudo isso porque senão a pessoa começa a se achar Um um sabe, ela começa e ainda ol tem um Instagram com um monte de gente de vidas perfeitas e aí vai diminuindo a autoestima dela e aí, nossa senhora. Tô falando isso. Esses exemplos não são aleatórios, tá gente? E outra coisa também, por exemplo, quem trabalha também, né, com com gente, corpo com dor, gente, a dor por si só, né, Beatrice até falou
hoje, mas é verdade, a dor por si só, gente, ela é Desesperadora. Desesperadora. Eu não, assim, na quinta-feira passada que eu tava no auge da minha dor, eu fui, eu senor, eu falei assor, eu preciso, e não tinha remédio que passasse, eu preciso me anestesiar com alguma coisa, entendeu? Eu precisei, tipo assim, eu fui é assim intencionalmente pro pra comida, entendeu? Pro doce, porque eu sou da do doce, né, do chocolate. Eu fui intencionalmente falando assim: "Cara, Eu preciso porque assim, eu sentia a minha alma doendo, cara, porque era muita dor, era uma dor assim
muito forte. E agora eu entendo por que tá doendo tanto, né? Mas e quando a gente olha para isso, eh, de com esse olhar de de mais de compaixão, tu entende, por exemplo, as pessoas com fibromialgia, as pessoas que têm dor crônica, as pessoas que têm traumas profundos, porque essa dor ela vem, essa dor que chegou no físico, ela Vem da alma. Ou seja, todos nós aqui, talvez em algum grau, estamos com a nossa com o nosso campo emocional do mesma forma como tá doendo a minha coluna, da mesma forma, entende? Só que a gente
não valida isso e aí a gente começa a fazer escolhas eh que vão retroalimentando essas inflamações. Você queria falar Alice alguma coisa? Levantou? É, não é para complementar um pouco aí disso que hoje também eh achei acho Legal de colocar também que para as nutricionistas aproveitar também que tem muitas pessoas aqui que cuidam de pessoas também, né? Eh, a gente precisa lembrar sempre que existem pessoas em três níveis de desenvolvimento assim, né? Tem as pessoas que tão muito desarmoniosas, tipo assim, não tão tão muito perdidas, o que é que a gente falou um pouco hoje
na meio de manhã, né? Que estão ali passando pelo processo de não tô enxergando nada, não sei de Nada, não tô entendendo nada. Então, para essas pessoas que estão muito distantes ainda, não adianta mesmo você querer, ela quer mudar tudo. Às vezes ela até tá muito desorganizada, mas ela já percebeu que quer mudar tudo. E aí ela quer emagrecer, ao mesmo tempo que ela quer meditar todos os dias, ao mesmo tempo que ela quer fazer algum esporte, ao mesmo tempo. Mas para essas pessoas é uma prática muito suave, é realmente tipo só um cheiro, sabe?
É quase o que a Gente tá fazendo, até às vezes d até menos do que a gente tá fazendo no caminho da ordem, tipo ainda até um pouco mais reduzido assim. Eh, outras pessoas elas já estão no caminho ou elas já despertaram e elas já estão fazendo algumas coisas, então elas vão precisar de mais disciplina só de de tipo se manter no caminho ali, né, de eh talvez passar pelo portal de fato. E aí a gente já tem outras tipos de práticas e direcionamentos. E aí tem a galera que Já tá se autodesenvolvendo, então é
mais profundidade, então já é um outro nível de disciplina, já é um outro comprometimento, já é uma lapidação, né? Eu trago, a gente eh eu trago isso na imagem do autoconhecimento, a auto, eh, autodesenvolvimento e autoaperfeiçoamento. Então, eh, o autoconhecimento é um primeiro estágio para entender qual que é o rolê. São coisas muito pequenas assim, né? São tipo, bebe mais água todo dia e é só Isso que a pessoa vai fazer, só isso. Bebe mais água ou tipo, reza aí um Pai Nosso, tipo, dependendo da sua contribuição, né? Aí sim, depois do autoconhecimento, aí um
autodesenvolvimento, você começa a desenvolver outras habilidades, outras maestrias, ficar na banheira de gelo lá, como, né, como a a que eu tava trazendo. E aí o autoaperfeiçoamento aí é uma outra camada. Aí você já vira, você já percebe a sua vida mais laboratorial, Você já consegue fazer algumas coisas de 21 dias fazendo isso aqui, porque aí você tem já todo um discernimento, você já tá em outro estágio da sua evolução. Então é importante ter esse discernimento pra gente não pular etapa e nem da nossa vida, né? Nem também eh esperar isso da vida do outro,
desse cliente que chega para você, que se ele chegou para você, a gente já sabe que em algum nível o seu campo tem algo para contribuir com a vida dele, né? Mas a Gente como facilitadores, né, de processos aqui, eh, e, e, e algum nível como uma mestra ali, né, como um posição de, de guiar a pessoa para algum lugar, é importante ter esse discernimento, cara. Qual é o estágo que essa pessoa tá? Para que aí você adeque a sua solução, como a gente fala aqui, do quilo de sal, não dá 1 kg de sal
inteiro para uma pessoa que só quer uma pitada. saber, saber discernir isso. Exato. Ai, perfeito. Nossa, Perfeito, perfeito. Isso eu vi muito no no desafio 15. Eu fiz um desafio de 15 dias, de 15 minutos, né, de exercício com as mulheres. E foi muito engraçado, engraçado no sentido bom assim de que para algumas foi na medida exata. Eu tive uns feedbacks assim, tipo, cara, foi incrível assim, sabe, que elas se colocaram, foi e teve gente que falou assim: "Raquel, foi demais para mim do tipo, eu não não dou conta de fazer isso". E ok, né?
Você tem que entender o O rolê e acho eh lindo que elas tenham essa essa clareza, assim como para muitas de nós é pouco, né? você se movimentar 15 minutos por dia, tipo, é pouco. Mas eh uma das coisas que que isso é justamente essa essa diferenciação assim. E eu acho que é essas essa maestria da sua própria vida que acho que é grande grande, né, a grande nossa grande pitada. Então, por exemplo, eh, outra coisa também, eu não lembro agora, ah, tá, eu acho que eu vou Falar mais para frente, pelo que eu tô
vendo aqui, mas esse autoconhecimento de você conversar, por exemplo, as nossas células escutam o que a gente fala, né? E se a gente começasse a ensinar paraas pessoas a conversar, a entender, a conversar para entender, às vezes ela não ela não sabe o que ela tem, ela não sabe que grau que ela tá, ela não sabe o que ela capaz de fazer. E se ela se perguntar o que que eu sou capaz de fazer, o que que eu tô disponível para Fazer, qual é se você se colocar num sentido de eh de rendição assim, tipo
assim, cara, OK, estou pronta para escutar o que que tá roubando a minha energia, às vezes é algo que você não imagina, entendeu? E aí você se coloca nesse nisso. Eu descobri que, por exemplo, a minha constipação ou a origem dela são os laticínios nesse nesse rolê, nesse rolê, me colocando assim do tipo assim, eu não, meus exames são assim, tem nada, tá? Meus exames não tem nada, Mas eu tô sempre com uma disbiose, sempre com uma deficiência de vitamina B12, sempre com constipação. E aí nesse rolê um dia eu falei assim, gente, gente que
eu falo tipo, né, povo numa meditação, cara, o que que eu faço? E aí me vieram assim, tipo, cara, me veio bem assim todos os meus laticinhos na frente. Eu falei: "Ah, tá tudo bem". Só que o problema é que a informação vem, entendeu? Só que o que que tu faz com ela? Tu acha que eu parei de comer? Eu Falei: "Tá bom, obrigada". próxima página. OK. Obrigada. Tchau. Outra hora a gente se fala e é isso, porque às vezes a informação vem, mas tu também não tá pronta para lidar com a com com as
informações que vem, sabe? Então isso é importante pra gente também ter essa esse discernimento com os e com os clientes também. E aí, uma coisa que eu queria trazer também, eh, e se a gente usasse a alimentação como oráculo também, né, de Uma forma muito sutil, eu não vim aqui trazer, por exemplo, ai né gente, ai, comam alimentos que sejam mais próximos da terra, menos processados possíveis, orgânicos, mas vamos trabalhar com a vida real, né? vão trabalhar com que a gente consegue, principalmente eh eh com que a gente tem acesso e com que as pessoas
que estão próximas da gente tenha acesso. Então, uma das coisas que eu percebi na minha vida, que eu percebi Também na vida das pessoas que me cercam, é que as escolhas alimentares elas mudam a partir do momento que você vai mudando a sua vibração e que você vai mudando a forma como você enxerga a vida. Então, quando eu olho, por exemplo, os laticínios agora, eu não dou conta ainda de parar, ainda tô tô terminando de parar eles, mas eu sei que vai, porque em algum momento eu vou conseguir sutilizar a minha energia a ponto de
Isso não me fazer mais falta, a ponto de eu me conectar tanto com o meu intestino, eu sentir a dor que o meu intestino sente cada vez que eu como um derivado de laticínio, entende? Então, eh, isso só que isso, cara, é aquilo que a Alice falou, não tô nesse momento ainda. O meu momento agora é do tipo, tô resumindo, mas tô sofrendo. Só que cada vez que você corta uma coisa, que você corta alguma coisa dessa vida e aquilo te estressa mais, faz você sofrer Mais, isso te inflama mais do que o próprio alimento
que tava, quem sabe, te inflamando, entende? Então isso tem que tomar muito, muito, muito cuidado. Eu também fiz os meses com os vacínos. Que bom, Carla. É, a gente a gente vai fingindo que nada é nada. E mas para muitas coisas você começa a partir do momento que você vai o conhecimento que você vai tendo conhecimento ou que você vai repetindo aquelas informações que você vai Acendendo nesse sentido de evolução, você vai fazendo escolhas melhores. Então às vezes a educação, principalmente quem trabalha aqui com pessoas e que com alimentação, às vezes a educação não necessariamente
seja corte isso, mas explique, explique o que acontece. Então, quando a gente fala do, eu vou falar de três alimentos que são classicamente falados como inflamatórios. Ah, outra coisa também, vou precisar falar, gente, tô me Estendendo, mas é porque tá tá vindo e eu preciso falar, mas eh inflamação, nem toda inflamação é ruim, tá, gente? Por exemplo, exercício físico causa inflamação no nosso organismo, só que o efeito rebote dessa inflamação, ela é mais benéfica do que a inflamação. Então, tomem cuidado cada vez que alguém fale para você que inflamação é ruim. Voltando, três alimentos que
são inflamatórios, açúcar, os laticínios e trigo derivados, glúten, Né? Esse povo todo aí. Eh, vou fazer só um PS. Eh, o açúcar, sim, o açúcar ele é como se fosse, do ponto de vista vibracional um alimento morto, porque ele passou por tantos processos de refinamento. E quando eu falo açúcar refinado, tá assim, o não tô falando desse que tá dentro da natureza, não tô falando do açúcar das frutas, não tô falando o açúcar das da da dos legumes, tô falando tipo o açúcar refinado, tá? Esse aqui, ele passou por tantos Processos de refinamento, ele foi
tirado. Cada vez que você tira a água de um alimento, que é justamente o processo de processamento, cada vez que você vai tirando, você vai desconectando ele da natureza. Você desconecta ele da natureza, você vai deixando ele o quê? Mais denso. Você aumenta a densidade dele, você vai trazendo mais densidade pro teu organismo. Então a gente pode fazer assim: "Ah, qual é o alimento que é mais benéfico pro nosso organismo?" Começou pensar nisso. Quanto mais quanto o processamento, o problema do processamento além de dos aditivos e tudo que o nosso corpo não consegue digerir, etc
e tal, mas que, né, enfim, tá aí, porque a gente, de novo, não é simplesmente cortar os aditivos e continuar tendo raiva do amiguinho, tá? É tipo uma coisa que vai em paralelo. Eh, mas eh algumas algumas situações que a gente tem assim, quanto mais você vai tirando água dele, mais Denso você deixa esse alimento. Quanto mais denso fora do seu ambiente natural, pior vai ser pro seu organismo. Fácil da gente poder identificar o que que faz bem, o que que faz mal, tá? E aí quando a gente fala de açúcar, ele imagina, ele passou
por tanto processamento para para chegar naquela forma e ele tá num nível tão maior do que o nosso organismo consegue suportar de açúcar que ele acaba, óbvio, não tô falando numa numa colherinha, né, gente? Estou falando Dentro dos nossos alimentos que são inundados de açúcar aqui, mas mesmo assim ele acaba desencadeando no nosso organismo algumas reações que a gente não tá preparado para vivenciar. Então quando a gente pensa, por exemplo, em pico glicêmico, e o meu mestrado foi sobre isso, eu passei 5 anos não sobre isso. Então quando a gente pensa em pico glicêmico, o
problema não é o pico glicêmico, o problema é o que o teu corpo faz para Diminuir essa glicemia. E ele faz uma uma orquestra tão grande para poder botar isso em ordem que é como se estivesse realmente machucando o teu organismo. E o açúcar é um, tá? Outra coisa também, quando a gente fala em ascensão, o que que a gente pensa, né? O que que, quais são os alimentos que diminuem, não é, diminuem a ascensão, mas, por exemplo, assim, que não atrapalham a sua ascensão. Se você pensa que a ascensão é Você se conectar com
o eu superior e você ser uno com todo e você tomar decisões melhores, todo alimento que em você causa uma névoa mental, né, causa um transtorno no sentido de que atrapalha a sua cognição, consequentemente tá atrapalhando a sua ascensão, entende? Então, o açúcar em excesso, o que que ele causa? Ele causa esse esse esses disruptores que causam na gente essa névoa mental. Então, a gente não consegue raciocinar depois Direito. A gente tem um desequilíbrio nos nossos neurotransmissores, nós temos um aumento da nossa inflamação intestinal. Então, as bactérias que estão digerindo e processando esse açúcar, eles
acabam ficando desreguladas e aí acabam também piorando a digestão e absorção de outros alimentos. acaba aumentando a permeabilidade intestinal. Isso tudo aqui provavelmente não é novidade para vocês, mas o fato quando a gente pensa, então assim, o que que é Faz mal paraa gente no sentido de ascensão é esse conceito de pensar. Quanto mais processado, mais denso, pior pro nosso organismo. E quanto eh e o tudo que causa essa reação de névoa mental na gente, piora também, tá causando malefício também. Então os laticínios e glúten derivados, né, trigo derivados e tudo mais, não são para
todo mundo, porque tem pessoas que não tm esse problema. Tem pessoas que acabam de que têm o poder de digerir, mas quem não Tem o poder de digerir acaba eh na hora da metabolização desses dessas proteínas que têm tanto no gl, né, no no trigo derivados, quanto nos laticínios, gera moléculas que no nosso cérebro eles funcionam como se como se fosse eh imitando opiácios. Então, a gente fica com essa névoa mental, tanto os laticínios quanto o esse eh eh os derivados, né, de de glúten e tudo mais, eles ficam eles causam na gente essa dificuldade
de raciocínio. Então, quando A gente pensa em decisões melhores, quando a gente pensa em se conectar com a nossa eh eh, né, com o nosso eu superior, que é essa o caminho da ordem é trazer essa essa esse caminho assim, é isso que a gente precisa tomar cuidado pro nosso alimentação. Então, óbvio, álcool em excesso, açúcar em excesso e aí o resto dos alimentos são aqueles que você vai precisar identificar se te causam, sabe? Então, por exemplo, para mim, eh, já sei que os laticínios causam Isso, que eu preciso parar e a gente precisa o
quê? Testar. Para quem não tem nos exames isso muito claro, porque nem sempre os exames têm isso claro, a gente precisa testar, né, quais são os alimentos que causam essa essa individualidade, porque tem pessoas que digerem muito bem e não tem problema nenhum, tá? E aí eu acho que eu vou mandar depois isso para vocês, gente, porque senão vocês estão muito, né, a gente tá Mais assim, só para para para finalizar, né, o nosso intestino é como se fosse o nosso grande alquimista, né? Então ele é como se fosse ele que faz essa transmutação de
dos dos nutrientes que a gente ingere e transforma ou em coisas que vão pro nosso tanque combustível e que vão gerar energia pra gente, ou em coisas que vão eh acabar prejudicando a nossa saúde, dependendo dessa desse ecossistema que tá lá dentro dele, né? Então, cuidar do microbioma é muito importante. É por isso que assim as por isso que amendoim para uma pessoa faz bem, para outra faz mal. É por isso que, sei lá, alface para uma pessoa bem, para outra faz mal, é por isso que, sei lá, tipo, laticínios, eh, qualquer qualquer alimento, gente,
qualquer alimento, sabe? Uvas. Às vezes nós tá falando, né, Alice, a Alice comeu uva e ficou com distensão abdominal. Cara, isso isso é muito particular. Claro, tem pessoas que têm uma predisposição isso, mas cara, isso tem uma, algumas pessoas têm isso mais favorável, outras não. E a gente precisa tá eh conectada com esse ecossistema que tá dentro da gente, tá? Então, esse eh outra coisa também, né? O nosso intestino tá intimamente ligado eh com nossa com a nossa intuição e com o nosso cérebro, através do nosso nervo vago também. Isso é um assunto que também
daria 1000 anos de Conteúdo. Então, trago aqui de novo, né? Observe o que que serve para você. Então, assim, quais são, experimente, né? O que que você sente, o que que você come, como depois, sabe? Eh, e saia do saia da da do óbvio, saia do, "Ah, eu tô com indigestão, vá para outros sintomas, outras informações, sabe? Busque ajuda, né? Para quem não é aqui da área da saúde, busque ajuda e informe que você quer justamente identificar esse padrão que existe em você, que às vezes ninguém Conseguiu identificar até o momento e aí realmente você
precisa de ajuda para poder identificar. Então desenvolver um diálogo interno, né? Perguntar ao corpo o que que ele precisa. Só que assim, para isso precisa maturidade. Então, pra gente chegar nesse nesse nesse lugar de perguntar pro corpo, ele responder e você e se ele responder: "Ai, eu quero ficar na cama dormindo". E você saber que isso não é a resposta, ele precisa de um autoconhecimento mais Ajustado, né? Então isso precisa de um caminho pra gente trilhar também, que isso é importante. Então crie seu próprio manual e eu é uma uma uma resumo, né, um resumo
que eu trouxe da nossa o encontro de hoje, né? Então, usar o corpo como portal, a energia e a mudança real, ou seja, a gente precisa preservar para poder os nossos recursos vitais para poder fazer mudanças na nossa vida, entender onde tá esses processos de Energia, alimentação e a frequência, né, e os sentimentos e cura real. Então, a gente precisa de fato para nos curarmos e sermos mais compassivas conosco, justamente olhar eh como um todo ter essa esse olhar multidimensional dos corpos físicos, sutis, emocional, espiritual, tudo mais. Só que quando a gente olha pro nosso
corpo físico, é uma lembrança, né? É uma lembrança que a gente tá olhando também para esses outros corpos. Gente, meu Deus, cara, é bizarro, né? Eu eu ensaio, eu tento, mas assim, é, foi falado, mas tudo bem que a gente começou depois, né? vocês me perdoem aí pelo pelo tempo. Espero que vocês tenham curtido e eu gostaria e aí a dinâmica eu vou ter que depois a dinâmica eu vou ter que fazer depois porque vai demorar muito aqui no passei do do dos limites. Depois eu boto lá no no no grupo, mas até é bom
porque daí Também quem não conseguiu consegue escrever lá. Aí eu queria saber agora os comentários de vocês, por favor, porque eu falei demais. Eu não sei se a Adriana vai falar que ela tá com o Ah, vai. Não, acho que ela tá não. Achei muito maravilhoso. Eh, foi muito enriquecedor aqui a forma como você trouxe esse conteúdo e conectou, né? Eu acho que Conectou muito com o que a gente falou na semana passada, né, n, né, nas últimas duas semanas, nos últimos, nos outros dois giros. Então, a gente tá, né, caminhando o caminho da ordem,
eh, de fato, né, e trazendo, eh, a uma mensagem muito autêntica. E aí eu acho que também queria fazer essa, esse paralelo assim, né, com de trazer um reforço até desse aprendizado para todo mundo que tá assistindo isso assim, né? Eh, confiem no coração de vocês, confiem No na mensagem que chega para vocês passarem adiante da forma que vocês têm, nas ferramentas que vocês têm, eh, porque é isso que a gente tá precisando. Isso é a inovação, né? né? Conectar os mesmos pontos de sempre de uma maneira diferente. Então, nutrição ela existe, ah, né, a
ciência ela existe, a espiritualidade ela existe, mas o como isso tá sendo comunicado, né, o conectado e comunicado é a real inovação. Então, a gente fica às vezes Achando que é a tecnologia, era, a nossa tecnologia é essa, né? A tecnologia da gente conseguir concatenar as ideias de uma maneira diferente, porque isso trazem novos formatos, né? a gente começa uma geometria diferente na cabeça quando começa a perceber, pô, vou pensar nos meus chakras para pensar sobre as minhas dores ou pensar que a minha dor ela já tá existindo em outro nível, né? E que é
uma alquimia eu mudar, né? Tipo, de dentro para fora, de fora para Dentro, ela é uma alquimia. Então são outras geometrias na nossa percepção, né? Então foi muito bom. Obrigada mesmo, Kel, pela sua contribuição aqui, pela sua aula e pela sua pelo seu caminho, principalmente, né? pro seu caminhar, de ter pego essas chaves aí ao longo do caminho e poder agora transbordar elas pra gente. E pela sua dor também, né? Obrigada aí pela dor na lumbá, pela sua motivação através da dor, infelizmente. Mas mas fala aí, Dri. Pode falar. Na Verdade, vou fal vou falar
assim no escuro, né? E na verdade perdi umas partes, mas assim eu queria contribuir. Adorei o que tu falou, foi muito bom. E assim tem um estudo em inglês que fala sobre atividade física, né? Porque estudando a saúde do cérebro, eles pegaram 200 camareiras e perguntaram quem faz atividade física. umas duas ou três. Aí eles dividiram o grupo em dois e disseram para 100 camarezas, Vocês fazem atividade física porque arrumar a cama é agachamento, subir a escada é não sei quê, não sei o nome dos exercícios porque sou ruim de academia, né? Mas explicaram para
100 camareiras que elas faziam atividade física dentro do movimento do trabalho delas, que elas têm que botar intenção e e se alinhar, se posicionar frente à aquela atividade como exercício. Após 3s meses, os exames clínicos das 100 que sabiam que estavam fazendo exercício foram muito melhores Do que das 100 que não sabiam que estavam fazendo exercício, quando na verdade o trabalho foi exatamente o mesmo. Então assim, tudo começa no cérebro mesmo, na intenção que tu coloca. E se eu vou paraa academia achando que é uma obrigação, é muito diferente se eu for colocando a intenção
e tendo prazer naquilo. Então assim, aquilo que tu começou falando das dores, ah, e também dizer assim, né, que deu um tilte na Minha cabeça quando tu falou da tua ressonância, mas tudo bem, né? Depois a gente conversa sobre isso. Sim, mas depois a gente conversa. Eu achei que era só uma coisa de não querer se movimentar, mas tudo bem, depois a gente fala. Mas assim, então, na verdade é isso, assim, a intenção e o cérebro não tem não entende realmente, né? Escutei uma parte que tu falou ali, não entende realmente a diferença entre desejo
e medo. Para ele é a mesma Sensação. Ele não tem a menor diferença entre uma coisa e outra. E realmente tu vai trazer, independente de tu comer açúcar ou não comer ou não sei qu, todo exagero e toda punição que tu faz pro teu cérebro, né? Porque ele veio para não ter esforço, tu vai ter um problema no teu corpo. Hum. Quando de manhã tu diz: "Ah, eu não quero acordar, meu trabalho é chato". E tu vais acordar, tu vais levantar acordar? Acord acordar a gente quer, né? Não vou lev não quero Levantar. O meu
trabalho é chato. Se tu diz isso para ele, ele já não quer mesmo, porque o cérebro veio para É, então tu vai dar mais um esforço para ele. Então assim, muitas vezes a pessoa que tá fazendo uma alimentação dita correta, uma atividade física dita ideal, mas tá fazendo isso como punição pro cérebro, ele acaba punindo seu corpo também. Perfeito. Então, na verdade, assim, Gostei muito e acho que tem muito a ver e tem evidências científicas do ponto de vista cerebral, tem todas as evidências científicas, sim, do caminho que essas informações fazem. Parabéns e sucesso aí
na tua tuas, tadinhas dela. Ai, ai, ai. Muito muito muito obrigada. Depois, depois tem várias partes também que eh depois dá para assistir que também vão vão complementando esse conhecimento, né, que eu fui trazendo e faz muito sentido Mesmo assim, né? Então, que a gente possa nos integrarmos, entender também eh uma uma das coisas também que eu queria falar, por exemplo, quando a gente olha para alguma coisa que a gente tá fazendo, que teoricamente tá fazendo bem pro nosso organismo e o nosso cérebro tá interpretando como punição, por que que ele tá interpretando como punição,
né? O que que se a gente conseguir olhar o que que tá por trás disso. Então, por exemplo, se às vezes As coisas mais simples, né? Às vezes, cara, eu vou não vou usar nem o exercício físico e a alimentação como exemplo. Vai a casa, né? Pô, você tá, você sabe que você vai fazer algo que é bom para tua casa, que vai deixar ela limpa, que vai trazer um benefício para ti, que vai, você vai ficar num lugar melhor, por que que você tá interpretando que aquilo é uma punição, né? Então, e aí a
partir disso, o que que Você faz com essa informação? Então acho que é, mas também, né, dentro da por que que quando a gente deixa de comer algo que faz bem pra gente, eh, que faz mal pra gente, a gente interpreta como seja punição, quando na verdade, poxa, a gente tá na verdade se cuidando, né? Isso também é um caminho que é para para se pensar assim, né? Para onde tá indo essa informação? É super importante, porque se tu levar tudo ela pro centro do medo E paraa memória, tu cria um padrão repetitivo e daí
realmente você não vai sentir de mais nada. Exato. E todo exagero, né? Tu falou isso, todo exagero é ruim, né? Tu lembra quando a gente há há uns anos atrás, eu falei de comer de três em três horas que tem tu disse: "Não, mas tem o jejum". Eu disse: "Não, tô falando em termos de energia". Sim. o teu cérebro não ficar pensando na comida ou na restrição. Sim. Sim. Ter aquilo como um padrão, uma Rotina, né? Então, sim. É isso. Exatamente. Obrigado. Alguém mais quer comentar? Eu quero fazer um comentário. Eh, foi muito maravilhoso assim
te ouvi falar. Muitas chaves conectaram aqui dentro de mim. É um assunto que eu gosto muito, mas o meu comentário fica mais no sentido de expressar o tamanho da minha honra por você, né? Não é fácil ser a prova viva, né? A gente sabe na pele, nós que temos Mensagens importantes para deixar aqui nessa terra, a gente sabe como é sustentar algumas coisas. Então, só em honra mesmo a sua força, a sua vulnerabilidade de expor vários pontos aqui. Para mim só te engrandeceu muito aos meus olhos. Tô muito feliz de fazer parte disso tudo. Obrigada.
Bum. É super verdade isso, porque quando você falou assim dos laticínios, eu me senti muito representada, porque é exatamente O que eu falo, eu sei que eu não posso, mas eu vou lá. E mesmo assim como gente, é, então, obrigada. Queria também agradecer por por você compartilhar também da da sua experiência. Obrigada, Carla. PS Carla também é nutricionista, tá? Só queria dizer isso. Tem pampo magnético. Nossa, tô, eu tava com três aqui, então é Carla, a Antônia e a Leonel também é nutricionista, né? Responsabilidade Falar para trás. Já te falei, guria. O que que é?
Aí sabe o que é legal? você não falou de nutrição assim, né? Você falou assim da da da conexão de tudo, enfim, né? É isso que é o mais legal, porque justamente a ideia era é trazer essa conexão de não substituir, porque os profissionais da área da saúde, principalmente a gente, né, que trabalha com a promoção da saúde, eh estar ciente disso é favorecer o caminho das pessoas Que procuram a gente. Então a minha ideia é que eh não é substituir, deixar que as pessoas, né, substituir os profissionais, ah, com essa com essa aula aqui,
então quem não é nutricionista, ah, não vai precisar consultar, não. muito pelo contrário, mas com essa consciência a gente consegue ter melhores resultados, né? Consegue ter mais mais coerência, digamos assim. Ai, gente, bom, só gratidão a presença De vocês. Nossa, quase 10 da noite aqui, estamos aqui. Para mim tá sendo assim eh uma experiência mesmo, sabe? Tem muitas outras coisas que eu queria falar, gente, que vieram assim, muitas, muitas informações, mas já percebi que eu vou ter que, a gente vai ter que fazer o caminho da ordem 3, 4, 5, 6, porque é muita coisa
que, mas ele é infinito, caminho da hora a gente tá se manter ele, né? Gente, é muita informação assim, sabe, de aprofundar, De entender, de poder trazer muitas, muitas, muitas, como al a Beatriz falou, sabe? Muitas informações vieram para mim e eu honrei essas informações trazendo mesmo, mesmo que às vezes fala assim: "Gente, mas eu que sou da da área acadêmica, tipo, cara, mas é porque veio, veio, eh, eu me conectei, né? Tenho me conectado com isso, eu precisava falar e e de fato assim, né? Fala, vou falar, gente, vocês não vão Acreditar, mas a
minha dor melhorou agora, sabe? Tipo, agora que eu me dei conta que eu estou com os dois cotovelos assim na na mesa, eu não conseguia. E a pausa que você falou que ia vazer, você nem fez, né? Você reparou? Não fiz. Tipo, eu tinha que ficar até antes de começar a aula, eu não conseguia fazer isso aqui, dobrar isso aqui, botar o cotovelo aqui. Gente, fazer depois eu falo quando parar de gravar, tá? Posso parar de gravar?