A gente vai conversar um pouquinho sobre, deixa eu só conferir aqui, sobre como blindar a revisão sistemática. Eu quero falar com vocês, quero trazer um exemplo real de um artigo que foi publicado, que a gente teve algumas dificuldades, né? E como que nós superamos essas dificuldades no nosso caminho, porque eu quero que vocês entendam que o método da revisão sistemática é muito mais do que um Manual, é muito mais do que um checklist, né? É muito mais do que um livro. a gente tenta aprender e mostrar para vocês através da nossa experiência, né, de todos
esses vários anos de COB, como ultrapassar esse esses obstáculos. E isso muitas vezes a gente não vai encontrar em um artigo e um manual. Então, provavelmente vocês me viram em algum momento da aula da professora Graziela, né, o meu rostinho, mas agora é o meu momento de me apresentar Oficialmente. Meu nome é Helena PMO. Eu tenho mais de 10 anos de experiência com redo sistemática. Eu sou mestre e doutora pela Universidade Federal de Santa Catarina, local onde também eu fiz minha graduação. Eu sou cirurgiã dentista e atualmente eu também sou docente e pesquisadora do COBR,
além de ser docente universitária e associar tudo isso com a prática clínica na odontologia. E eu queria mostrar para vocês que, por Mais que eu já esteja no COB há muito tempo, né, como que eu comecei, como que a Helena começou no COB, qual que foi a minha história? Tá com problema no som? Não, eu acho que é uma pessoa só, só a Raíça. >> É, >> pode continuar, Helena. Sim, >> tá bom. >> Obrigada. Qualquer coisa, só me avisar. Então, como que é essa minha trajetória, Né? todo mundo. A professora Graziela ontem contou como
que a revisão sistemática entrou na vida dela e eu vou contar como que o COB entrou na minha vida. Quando eu estava na graduação, por volta da quinta fase, a professora Grazela enviou um e-mail que ela sempre enviava todo semestre, convidando todos os alunos da graduação em Odonto a fazerem parte do COB. E eu lembro que nesse e-mail ela explicava um pouquinho o que que era o COB e ela também enviava Alguns artigos eh de reão temática. E eu lembro que eu li aqueles artigos e os artigos eram principalmente da área do bruxismo, da disfunção
temporandibular, que eram a áreas eh que já eram realmente bem quistas por mim, eram áreas que na graduação eu já estava gostando de estudar. E aí eu li os artigos e eu lembro que ela pedia no e-mail para responder aquele e-mail quem teria interesse em fazer parte da equipe e também sobre o que tinha eh entendido Dos artigos. E aí eu li tal, eh, lembro de ter lido e respondido assim: "Professora, adorei os artigos, gosto muito desse tema, porém não entendi muito sobre a metodologia". Aí quem imaginava, né, que eu ia passar os próximos 10
anos da minha vida estudando sobre essa metodologia? E realmente eu entrei no grupo, me tornei uma cobet, que é como nós carinhosamente chamamos todas as as alunas e alunos que entram para serem orientados da Professora Graziela. Vi, vi e participei de vários cursos presenciais que nós tínhamos na época. E com todo esse conhecimento que eu fui adquirindo, eu escrevi o meu primeiro protocolo de revisão sistemática e submeti esse projeto e fui contemplada com uma bolsa PIBIC. Então, o primeiro fruto que eu tive com uma revisão sistemática já foi lá na época da graduação com uma
bolsa aqui, né, obviamente para quem está na graduação, receber uma bolsa é muito Importante, faz muita diferença pra gente. Continuando nessa trajetória, colei grau, me formei e logo em seguida, né, na outra semana eu já estava iniciando minha pós-graduação, iniciando mestrado na mesma instituição, né, continuando sendo orientada da professora Graziela. E durante, né, a pós-graduação, assim como eh em vários locais do Brasil, infelizmente nem todos os alunos tem bolsa de estudo. A gente precisa participar anualmente desse Edital de seleção de bolsas. E em todos os editais que eu participei, eu fui contemplada com a bolsa
CAPS. E na maioria deles, apenas não o primeiro, eu fui inclusive contemplada em primeiro lugar. Por quê? Por causa das publicações, das revisões temáticas em periódicos de alta qualidade, de alto fator de impacto, a minha pontuação era sempre muito alta, né, em comparação com as com os outros colegas. Então, eu tinha esse prazer, essa essa alegria, Né, de ser contemplada e ter a bolsa. Então, eu consegui fazer durante todo o meu período de pós-graduação o meu mestrado, doutorado com bolsa CAPS. Além disso, né, além dessa alegria, com a construção desse currículo, eu também eh a
gente fez, né, foi feito um processo seletivo e eu fui aprovada para ser professora substituta na mesma instituição, né? Um fato que me deixou muito feliz é o objetivo de todo pós-graduando, né, ter essa oportunidade De ser professor, principalmente na sua casa. Então, foi mais uma alegria que a revisão sistemática me proporcionou. Além disso, ao finalizar o o meu doutorado, ao defender a minha tese, eu prontamente fui convidada para ser coordenadora, né, na instituição de ensino superior que eu atuo até hoje. E também eu tenho muita certeza que toda essa preparação, todo esse entendimento, eh,
em como fazer, ler e interpretar uma revisão sistemática é muito importante Na minha prática clínica, porque essa, todo esse conhecimento teórico eu consigo aplicar, eu consigo ver que isso melhora a minha prática clínica. Então, eu devo tudo isso à revisão temática, devo tudo isso ao COB. Então, eu sou muito feliz de participar, né, de ser hoje em dia membro eh pesquisadora, docente dessa equipe, que ao longo de todos esses 11 anos já capacitou mais de 2.000 pesquisadores, né, através do método da revisão sistemática e da Revisão de escopo. A nossa equipe também já publicou mais
de 250 artigos. Então isso é um fato realmente muito muito importante e a gente já teve mais de 40 turmas, né, que nós ministramos cursos de revisão sistemática ou de escopo. Então é uma trajetória muito bonita que eu que eu sou muito feliz e muito grato por fazer parte. Então gostaria de compartilhar um pouquinho da história de vocês, eh a da minha história com vocês para que vocês entendam que mesmo eu lá Era aluna da graduação, tinha pouquíssimo, zero conhecimento, né? em metodologia científica, eu consegui, foram vários cursos, vários projetos feitos, participei de vários artigos
diferentes para conseguir construir todo o meu conhecimento. Então, dito isso, hoje a gente vai falar, né, vou mostrar, conversar com vocês sobre como que vai ser o andamento da nossa aula, o que que vai acontecer. Vou fazer uma recapitulação, né? A gente Já tava fazendo isso um pouquinho aqui no chat sobre o quais foram os pontos mais importantes da aula de ontem que vocês tiveram com a professora Graziela. Depois nós vamos ter a prática, né, a discussão da pergunta escolhida de pesquisa com a professora Graziela e em seguida vamos partir para a minha aula, né,
como os passos para blindar a sua revisão sistemática. Até o item três, eu né, garanto que vamos ter aproximadamente um período de 40 Minutos. Depois dessa parte da minha aula, nós vamos voltar com mais um momento de discussão de perguntas. E quem estava ao vivo ontem viu que realmente a professora Graziela gosta de responder todas as perguntas. Então eu não consigo dizer para vocês qual que vai ser o limite dessa aula. vai depender de vocês. Enquanto vocês estiverem perguntando, ela vai estar aqui respondendo, tá? Então eu quero que vocês participem muito, né? Estamos aqui Para
auxiliar nesse processo. E partindo então, né, sobre a aula de ontem, a professora Graziela ontem, eh, no comecinho aqui pertinho das 8 horas estava perguntando e nós vamos fazer essa recapitulação também, pessoal. por gentileza, fechem os microfones só para não atrapalhar. >> Alex, Alex, Alex, seu microfone tá aberto, >> Alex, >> obrigada. >> Isso. Obrigada. Então, né, recapitulando, a aula ontem, né, da professora Graziela, que estava sendo super elogiada aqui no chat, foi sobre como criar a pergunta de impacto, né, como criar uma pergunta de revisão sistemática que toda revista vai querer publicar. Então eu
pergunto para vocês agora no chat, a gente já tava conversando sobre isso, né? Quais foram os principais dois pontos, dois pontos principais da aula da professora Graziela? A gente já tava conversando sobre isso antes. O que que vocês acham que da aula da professora Graziela realmente foi uma virada de chave que vocês têm que levar para pro dia a dia de vocês, né? O pessoal tava falando um pouquinho antes, né? A gente tem que entender o quê? sobre como escolher essa pergunta para que ela tenha relevância. Então, como a professora Graziela sempre fala, não adianta
só eu, Helena gostar de um Assunto e a professora Graziela estudar isso. O mundo tem que querer saber essa resposta, né? uma grande quantidade de pessoas quer precisa querer ler e o nosso artigo para que ele seja realmente relevante. E um outro ponto muito importante da aula é aprender a adaptar pergunta eh o seu acrônimo, perdão, dependendo do tipo de pergunta, certo? Então, a gente tem que entender que existem acrônimos diferentes para revisão sistemática e dependendo do que Eu quero responder, eu vou dar adaptar a pergunta nesse sentido, né? E aí isso, ó, Nara respondeu
também, sejam relevantes com alto impacto populacional. E aí, seguindo nessa linha de pensamento, a gente vai paraa nossa parte prática, assim dizendo, que é a discussão dos eh das perguntas pela professora Graciela. A gente, basicamente, nós temos uma regra para esse momento, que é para o bom andamento Da dinâmica, é que a pessoa ela precisa estar aqui ao vivo, né, pra gente conseguir até discutir se tiver algum ponto para aprimorar. Então eu vou passar a palavra para a professora Graziela nesse momento para que a gente descubra qual foi a pergunta que ela selecionou, mas é
uma surpresa para vocês e para mim. E aí que a gente possa seguir eh com a dinâmica. Professora, >> muito obrigada. Obrigada, professora Helena. Eu queria antes de começar Mostrar para vocês que ontem eu passei muito rápido, algumas pessoas perguntaram sobre os nossos livros. Então, é esse aqui o livro de revisões sistemáticas da literatura, guia prático. Esse livro ele mostra todo o passo a passo do desenvolvimento de uma revisão sistemática. Depois a gente tem esse livro aqui que é o de risco de viés em revisões sistemáticas, guia prático, que explica sobre a escolha da Ferramenta
adequada para cada desenho de estudo. E temos um terceiro livro, que esse é só para quem é da área da saúde, que é o do >> Profe, teu microfone fechou, não sei porquê. Fechou que >> já abriu agora já abriu só no final estava mostrando o grade, >> tá? Esses três livros, a edição física deles já está esgotada. Então, a gente só eh disponibiliza esses livros, eles estão havendo a versão Digital deles na Hotmart, porém eu não gostaria que ninguém comprasse esse livro hoje, porque amanhã nós vamos ter algumas surpresas aqui para vocês e talvez
alguns de vocês não precisem comprar os livros, tá? Não tá mostrando, ó. grade. Quem quiser fazer um print, tá? Esse aqui do grade e a gente tem algumas eh algumas edições físicas, mas estão aqui em Florianópolis comigo na minha Casa. Então, se tiver alguém que mora em Florianópolis e que quer esse aqui eh assim no papel, pode entrar em contato comigo pra gente combinar, tá bem? Combinado? Então vamos lá. Te falar que já tem gente que tá sabendo já qual é o presente e tudo mais aí. >> Aham. Presente surpresa. >> Já tá até garantindo
já a surpresa. >> Informações privilegiadas comente >> presente é surpresa, né? Agora vamos lá. Vocês estão vendo o meu Word aqui? Tá tudo certo? >> Sim. >> Vou tentar aumentar um pouquinho aqui. >> Isso. >> Melhorou. Tá bem. >> Melhorou. Tá? Então, antes da gente começar a discussão das perguntas propriamente ditas, perguntas que vocês enviaram, eu fiz algumas anotações de algumas perguntas de vocês e vou dar algumas recomendações gerais paraa Construção de boas perguntas de pesquisa. A primeira delas é: se nós queremos fazer uma revisão sistemática, é porque nós queremos procurar tudo aquilo que existe
no mundo sobre determinado assunto para responder a nossa pergunta inicial. Então, a gente não deve, preferencialmente, a gente não deve fazer uma revisão sistemática de um assunto focado em uma localização geográfica específica como no Brasil. Ao Menos que a, a não ser que vocês não queiram a publicação internacional, mas a publicação internacional ela é importante para vocês, ela é importante pro programa de pós-graduação e ela é importante pra universidade que o programa de pós-graduação de vocês está inserido, tá? ao menos que seja um assunto no qual o Brasil tem uma casuística maior, por exemplo, zica
vírus, malária, aí sim a gente poderia fazer uma revisão sistemática, Eh, incluindo estudos só do Brasil, mas mesmo assim talvez não fizesse muito sentido, porque a gente tá se propondo a analisar o quê? tudo aquilo que existe no mundo. Então aqui eu peguei alguns exemplos e perguntas de pesquisa que citaram que eh iriam restringir paraa população brasileira, até porque se a gente vai procurar em pelo menos três bases de dados, dessas bases, apenas uma, provavelmente que é a Lilax, que tem artigos indexados em português e Espanhol. As outras são todas artigos indexados em inglês. Então,
provavelmente a gente vai achar artigos que falam de algo muito específico do Brasil, né? Como essa pergunta, por exemplo, assim, ó: Como é o ensino da microscopia operatória? Como está sendo oferecido nos cursos de especialização gendodontia do Brasil? Isso aqui não vai tá escrito em artigos científicos publicados em revistas importantes da área, tá? Um outra coisa aqui não tá escrito Brasil, mas tá escrito caps. Se caps for um termo que só usa no Brasil, a gente também teria que trocar esse termo. Aqui para esclarecer um pouco mais, eu coloquei uma pergunta que tem um contexto
brasileiro, mas que talvez seja interessante para o mundo inteiro, que é quais são os mais maiores desafios de CPCD no contexto amazônico? Por quê? Porque o mundo inteiro tem olhos paraa Amazônia, então talvez a gente conseguisse publicar numa boa revista. Um outro tipo de pergunta que a gente não deve fazer, que a gente deve evitar fazer são perguntas cuja resposta é sim ou não. Como exemplo dessa pergunta, a introdução de memantina no tratamento de pacientes com Alzheimer antes de estarem no estágio moderado e avançado, pode ter efeitos negativos na estabilização? Que resposta que eu poderia
ter aqui nessa pergunta? Sim, pode Não, não pode? Ou ainda não há evidências científicas na literatura suficiente para dizer se pode ou não pode, mas eu não consigo discutir muito o assunto, certo? Por quê? porque eu perguntei só sim ou não. Na mesmo modo, a pergunta em equipes de tradução, traduzir em colaboração, comparando com traduzir sozinho tem impacto na qualidade e velocidade do trabalho. A resposta aqui também seria o quê? Sim, não ou não? Encontrei evidências, não Tem evidências na literatura que é sim ou que é não, tá? Uma outra coisa que a gente deve
evitar na pergunta de pesquisa, quando a gente faz pesquisa, a gente tem que, principalmente reduz sistemática, ter uma cabeça imparcial. Eh, eu digo que a gente tem que se despir de todas as ideias pré-concebidas. Então, vamos dizer, eu sou um cirurgião e eu adoro operar eh fazer cirurgia Em usando uma técnica convencional. E aí eu acho que a técnica convencional é melhor do que a cirurgia usando vídeo. E aí eu vou fazer uma revisão sistemática e a minha pergunta de pesquisa fica, será que a técnica convencional, a técnica convencional para operar hérnea é melhor que
a cirurgia de vídeo? Quando eu faço isso, eu já tô dando direcionamento na minha pergunta, eu já estou mostrando que eu não estou sendo imparcial. Então eu devo Reestruturar as perguntas de modo que eu não tenho uma indução na pergunta que eu já tô dizendo que melhora, já tô dizendo que reduz, já tô dizendo que resulta em menor incidência, já estou dizendo que eh traz melhores resultados estéticos, já tô dizendo que é mais eficaz, eu tô dizendo que apresenta mais risco. Isso tudo aqui eu já tô apresentando a minha opinião. Então eu devo evitar esse
tipo de pergunta. Como também para uma revisão Sistemática, eu devo evitar começar a pergunta com quais, qual, como, de qual forma, de que maneira, como se eu quisesse explicar algo, tá? Isso a gente faz muito em revisão do escopo, em revisão sistemática não. Então agora vamos lá discut discutir as perguntas. A Juliana está aí? >> Juliana da Costa Santana, >> vou pedir que se manifeste aí no chat, tá? Eu abre o microfone. Não está. Eu não sei se eu consolver por ordem alfabética. Ah, aqui, ó. Consigo Ah, não, acho que a Vamos ver só a
Juliana. Tem uma Juliana. Não, acho que >> não. Mas eu acho que vamos vamos combinar assim, gente, pra gente não perder tempo, né? A gente tá aqui para aprender. Se a pessoa tiver, a pessoa tem que se manifestar, senão rapidamente eu passo pro próximo, tá? Jucilene está >> sim, ela tinha se manifestado. >> Jcilene? >> Uhum. Tá sim. >> Pode abrir o microfone, tá? Então, a Jucilene mandou uma pergunta de uma revisão sistemática de diagnóstico perguntando qual a eficácia curácia da aplicação da inteligência artificial no diagnóstico da epitrofia de adenoides por meio de radiografia cefalométrica
e tomografia computarizada de feixe cônico. Aí eu queria saber eh ela botou assim como um ponto de interrogação na População, porque na verdade ela não escreveu população. Queria saber quem que é tua população, Juliana. Desculpa, Jucilene. Jcilene, se quiser, crianças e adolescentes. Ela escreveu no chat, >> tá? Então, então assim, ó, eu tô, essa pergunta aqui é a pergunta que a gente vai reescrever a pergunta dela, tá? Então, vamos lá. Qual a curácia do uso de inteligência artificial no diagnóstico de petrofia de Adenoides em crianças e adolescentes por meio da radiografia cefalométrica e tomografia computadorizada?
Aí tu vai ter que me explicar, porque assim, ó, quando a gente faz uma revisão de diagnóstico, a gente tem que comparar sempre um exame novo, que pode ser o exame com uso da inteligência artificial com o padrão ouro. O que que tu vais considerar padrão ouro aqui, Juju? Pode abrir o microfone se quiser para ser mais rapidinho. É, tem que abrir. Boa noite. Eh, será radiografia cefalométricas? >> A cefalométrica é o padrão ouro. >> Isso. >> Tá. E a tomografia? Então, a o intuito seria fazer a avaliação das radiografias certalométricas e das tomografias Computadorizadas
de feixe cônico. >> Mas onde é que usa entra a inteligência artificial? >> Na verdade, nas na a inteligência artificial seria eh para fazer avaliação através dessas radiografias e também das tomografias computadorizadas. Ah, mas aí tu tás, o que tu queres comparar, na verdade é se fazer o laudo com inteligência artificial ou fazer o laudo manualmente. Se tem diferença na curácia. É isso. >> Isso, exatamente. >> Tá aí assim, ó. Aí a gente tem que escolher um tipo de, vamos escolher um tipo de de radiografia só. Então, é qual a curácia do uso de inteligência
artificial eh associada a, por exemplo, tomografia computarizado fecho cônico comparada Com o uso da tomo da tomo. apenas da toma no diagnóstico de petrofia de adenois em crianças e adolescentes. Você tem que ser assim, tá? Então agora que vou apagar. >> Então quem que então quem que é a nossa população? são as crianças adolescentes. O exame novo que ela quer ver é o diagnóstico com inteligência artificial mais atômo. O exame que é usado, padrão referência que ela tá considerando atomo E o diagnóstico de interesse hipetrofia de adenoide. Tudo bem? >> Sim. >> Perfeito. >> Brenda
está aí? >> Sim. >> Muito obrigada. >> Ela já tinha dado um oi na >> Brenda. Uma revisão de associação. A Brenda fez, eu só vou ler da Brenda porque ela fez perfeito. Em pacientes infectados pelo vírus da hepatite C, a Presença de polimorfismos nos genes, agora não vão ler o genes, em comparação com a ausência deles, está associado a diferenças na susceptibilidade ou no curso clínico da doença. Então vamos lá. Quem que é a população? Os pacientes infectados. Quem que é estão expostos aqui? O que que ela saber? Os polimorfismos comparado com o quê?
sem polimorfismos e o desfecho. O que que ela quer saber? A susceptibilidade à infecção e o custo da Infecção. E aqui ela acrescentou ainda estudos experimentais em vitro. Mas aí é vitro eh não existem estudos clínicos com essa >> Na verdade, >> Brenda, na verdade o estudo é em pacientes, né? coleta amostra do paciente para analisar no laboratório, certo? >> Isso, exatamente. Daí com essas mostras que faz essas análises em vitro. >> Então são os estudos clínicos, né? A Análise que é invitro, tá? >> Isso. Exato. >> Tá. Tá perfeito. >> Obrigada. >> Nada. Valéria
está aí. Valéria. Não, acho que o Alex tava, né? Ah, é outra Valéria. >> Tá, gente, eu vou, Helena, vou ter que seguir aqui com a, senão vai ficar muito confuso ficar perguntando se a pessoa tá. Esse exemplo aqui eu vou dar porque é uma pergunta de prevalência, tá, da Valéria. A pergunta é: qual a prevalência de síndrome da fragilidade em doses indígenas? Então, a gente fez o, ela fez o acrônimo Cocopop, lembram, eh, conceito, que que ela quer saber? Prevalência de síndome da fragilidade. Contexto, ai meu Deus. Contexto ser eh ser indígena e a
população são os idosos, tá? A pergunta do Alec. O Alec não é da da Área da saúde, mas eu ele estruturou a pergunta bem, a gente modificou pouco. Então, em preto tá a pergunta do aluno, em eh azul a pergunta que eu alterei, tá? Então, vejam o que que eu fiz aqui. Eu sempre coloco, principalmente quando vocês estão começando a fazer revisão sistemática, depois vocês podem até querer mudar na estrutura do artigo, mas é mais fácil para vocês vocês tentarem fazer a estrutura seguindo o pico, Porque aí você já tem aqui no começo, ó, quem
que é a população, o semiários nordestino, quem que é a intervenção? Ele quer saber a a energia solar comparado com quem? Com a eólica. E o desfecho. O que que ele quer saber? O melhor modelo de energia renovável para um processo de transição segura. Certo? >> Tudo bem? Pronto, >> tudo certo. Eu acho que aí os seguintes a gente deixa pro final. Pode ser? >> Já acabou meu tempo. >> Não, mais um então. >> Ah, meu Deus. Tem essa pergunta da Neid que é sobre eh vejam a forma como ela estruturou, a forma como eu
reescrevi colocando a população aqui primeiro, ó. Então, ficou mais fácil, ó. Quem que é a população? Mulheres submetidas a cesariana. Quem que é a intervenção? Cuidados de enfermagem monitorados pro processo de de auditoria assistencial. Quem que é a comparação? O uso de cuidados não estruturados. E o que que é o desfecho? O que que ela quer saber? Ocorrência de hemorragia pós-parto nas primeiras 24 horas. Tá bom? Passar a palavra pra Helena. Então no final eu volto. >> Tranquilo, profe. Pessoal, mais alguns exemplos nós vamos ter ainda no final também, tá bom? A Gente tem o
quarto momento com a professora Graziela. Eh, e aí também a gente consegue continuar. Eu vou seguir pra gente dar andamento na nossa aula, certo? Agora a gente já teve essa parte prática, né, que casa muito com todo o conteúdo que vocês tiveram ontem. E aí, agora come voltando paraa minha aula, o que que eu vou contar para vocês? Só deixa eu ajustar um ponto aqui. Eu sei que saiu, tá? Só um, só um Segundo aqui. Ai, ó, os trâmites da Tudo certo. Agora, o que que eu quero mostrar para vocês agora com essa parte da
aula que eu contei para vocês que eu iniciei lá no COB, eu estava na graduação, eu aprendi o método, eu fiz um projeto, eu fui bolsista PIBIC e com esse projeto eu tive a minha primeira a minha primeira publicação, né? Para quem se tiver algum dentista aqui no na aula, vocês vão reconhecer a Jor, né? Journal Of O Reabilitation. é uma revista muito boa, com alto fator de impacto na nossa área. E esse eh nessa revista que eu tive a minha publicação com uma revisão sistemática, né, sendo o meu trabalho de conclusão de curso. Então,
eu tinha aprendido o método na graduação. É claro que eu sempre eh a gente sempre está aprimorando o método, mas eu estava com muita vontade de entrar realmente no mestrado e conseguir aprimorar o meu currículo, né, mostrar que eu tinha esse Conhecimento, consegui publicar ainda mais. E aí, em uma das nossas reuniões semanais, né, para quem não sabe, nós temos reuniões semanais com a nossa equipe de pesquisa desde aquela época. Elas eram presenciais, hoje em dia elas são de modo online, mas toda semana a gente se reúne para apresentar trabalho, para discutir algum artigo, alguma,
algum checklist novo, alguma ferramenta nova e é assim que a gente segue aprimorando o Nosso grupo. Então, o que que a professora Graziela me falou em uma dessas reuniões? Helena, olha só, o professor Carlos, professor Carlos lá da Universidade de Alberta nos deu uma ideia nova. Vamos fazer uma revisão sistemática de apurarse diagnóstica, avaliando os questionários para detecção da apneia obstrutiva do sono. E eu fiquei assim maravilhada. Por quê? Porque esse tema ele tem o quê? Muita relevância, né? Ele é importante Para grande parte da população. A pne obstrutiva é uma condição, é um problema
de saúde pública, ela é muito prevalente. Então eu já tinha esse ponto positivo. E o segundo ponto agora, depois dessa notícia, que esse seria o novo tema da minha revisão, é que eu tinha que aprender a estruturar a pergunta de acurarse diagnóstica segundo o acrônimo correto. E eu pensei, bora lá, esse é o meu momento, eu quero muito trabalhar, Eu quero muito fazer essa revisão sistemática. Assim como a professora Graziela acabou de mostrar em um dos exemplos que era de acurarça diagnóstica, o acrônimo correto de acurarça diagnóstica é o PT, onde o P significa população,
o I é o teste índice, o teste, o novo teste que eu quero comparar com o teste referência, que é referente ao R. O teste referência é o que a gente antigamente chamava de Padrão ouro. Então é o teste que é comumente o mais utilizado para a realização do diagnóstico de interesse, que é a detecção da doença que eu quero estudar. No meu caso, adaptando eh esse acrônimo paraa pergunta de pesquisa que a professora Grazela me orientou, o P são os adultos, né, pacientes adultos, o teste índice são os questionários, o R, né, o teste
de referência é a policonografia que é utilizada para detectar a apneia do sono. E o D, né, o Meu meu a minha a minha condição que eu quero detectar é a apneia obstrutiva do sono. E aí lembrando quais são os passos agora? Então, eu já pensei em como é minha pergunta, eu já estruturei ela com esse acrônimo. Pensando nesse acrônimo, eu já consigo pensar em alguns termos para fazer uma busca preliminar. Ontem a professora Grazela também mostrou alguns sites que a gente pode utilizar para fazer essa busca inicial. Na época lá em 2018, quando essa
história aconteceu, a Gente fazia essa busca preliminar no Pubmed. Por que que a gente faz essa busca preliminar? Para ter certeza, para procurar, né, nessa base de dados, se já não tem nenhuma revisão publicada com o mesmo assunto que eu quero estudar, né? Porque se alguém já publicou, faz sentido eu fazer uma revisão sistemática de algo que foi recém publicado? Não faz. Então, antes de eu seguir com o planejamento da minha revisão sistemática, eu tenho que é realmente Uma obrigação eu conferir esses passos. Então, procurando no Pubmice, já não existe nenhuma revisão publicada. E eu
fui lá, procurei tudo certo, não encontrei nenhuma revisão sistemática sobre esse assunto, então eu poderia seguir com o meu trabalho. Partindo para meu segundo passo, é procurar lá no próspero. Vocês lembram o que que é o próspero? É uma plataforma que é utilizada para registrar o nosso protocolo. O que que é Um protocolo? É um mini projeto, né? Tanto que nós aqui do COB nós formulamos um template que a gente eh entrega para os nossos alunos, onde ele preenche todos esses dados nesse template para quando chegar o momento de registrar no próspero a sua revisão,
já estar tudo na sequência correta, os dados corretos para ser de uma forma mais simplificada. Então aqui no próspero eu tenho que conferir se já não tem nenhum protocolo registrado, se não existe nenhuma Revisão e andamento sobre o tema que eu quero fazer, certo? Porque de novo, se isso existir, faz sentido eu começar uma nova? Talvez não. Certo? Então estava lá eu feliz e contente, né, procurando lá dentro do próspero sobre esse tema. E olha o que eu achei, né? um estudo registrado, né, sobre a curácia diagnóstica de questionários de triagem para detecção da pneia
obstrutiva do sono em adultos em diferentes cenários clínicos de corte, uma revisão Sistemática e de metanálise. E aí eu fiquei, olha, sem chão, fiquei muito, muito, muito triste, né? Foi um momento que eu me senti muito frustrada, porque esse momento de frustração não era por não saber o método, por não conhecer eh os passos da revisão sistemática, era porque obstáculos aparecem, né? A gente sabe que uma uma pesquisa clínica também tem obstáculos. Esses são alguns da revisão sistemática. Mas eu entendo hoje, olhando para trás, que esse Momento foi uma virada de chave que eu tive.
com o auxílio da professora Greziela. As decisões que nós tomamos a partir desse dessa frustração foram muito importantes para construir como eu sou como pesquisadora hoje em dia. Por fui conversar com a professora Graziela em uma dessas reuniões e falei para ela: "Profe do céu, já tenho uma registrada, o que que eu faço, né?" E aí ela muito calma me falou: "Vamos primeiro conferir se esse protocolo, se Tudo que tá descrito lá, se a metodologia está correta, certo? Antes da gente se desesperar, vamos nos desesperar com calma e conferir a metodologia. E aí aqui relembrando
alguns passos de ontem, quais são, né, os principais passos de uma revisão sistemática que devem estar eh descritos já no protocolo, porque como eu falei, é um projeto. Então, a gente faz um projeto, a gente descreve o que vai acontecer no Artigo. Então, já é o momento de descrever como que é a pergunta. Lembrando que paraa revisão sistemática precisa ser uma pergunta focada. Quais são os critérios de elegibilidade? em como foi construída essa busca, quais serão as bases de dados que serão consultadas, como será a organização do das referências, qual vai ser o gerenciador que
será utilizado? Como será a seleção dos estudos, a extração dos dados dos Estudos incluídos? Como será feita a análise crítica dos estudos através de risco de viés? uma análise narrativa, metanálise, se possível, como ela será feita e também se será realizado e como será realizado a avaliação da certeza da evidência, que é o grade. Então, esses passos são fundamentais para uma revisão sistemática e fundamentais que estejam descritos no protocolo. Então, tudo bem. Fui lá, peguei o registro que eu tinha encontrado dessa Equipe, fui ler o registro com calma e critérios, né, e avaliei se os
critérios de elegibilidade eram realmente semelhantes aos meus. Então, o objetivo dessa pergunta que essa equipe tinha registrado realmente era similar ao que eu queria, né? O que nós como equipe do COB queríamos. A busca seria será realizada corretamente? Quais são os termos? Quais são as bases de dados que eles relataram que vão escolher? Qual será o instrumento de avaliação de Risco de viés? Porque a gente sabe que tem que fazer a avaliação do risco de viés, mas muitas pessoas às vezes escolhem incorretamente a ferramenta, certo? Então, foram escolhidos corretamente o os o a ferramenta do
risco de viés, como que foi feito o detalhamento da síntese da evidência? foi feito um planejamento em realização a metanálise em relação a alguma análise de sobregrupo. Isso foi descrito e ainda, né, uma opção também Que pode ocorrer. Esse protocolo, será que ele é recente ou ele é muito antigo? Será que o artigo ele já foi publicado ou ele foi ou esse processo, né, esse protocolo não foi levado adiante, não foi realmente publicado? Então tudo isso a gente precisava considerar. Então eu li, reli com muita atenção e aí eu vi o quê? Que havia uma
luz no fim do túnel, né? Eh, de um modo geral, todos esses critérios que eu falei para vocês, eles Estavam bem descritos. Era um protocolo que essa essa equipe que era lá da Inglaterra, eles realmente fizeram uma descrição, um detalhamento muito bem feito. Dava para perceber que eles tinham conhecimento sobre o método da revisão sistemática e também sobre o assunto, o, né, a apneia obstrutiva do sono. Mas existiam algumas limitações, entendam, não eram erros, eram algumas limitações como tal. Eh, eles relatavam que eles fariam a busca apenas em inglês E, em consequência também eles não
realizariam a a busca na plataforma Lilx. A professora Graziela aqui no começo da aula também citou que a Lilx é uma plataforma da literatura da América Central e América Latina e ela recebe além de buscas em inglês, também buscas em português, espanhol e francês. Então, eram limitações que o artigo apresentava. E aí, nesse momento, o que que vocês acham que a gente poderia Fazer, né? Qual que seria o próximo passo? Então, tem uma equipe da Inglaterra que recentemente publicou um registro de protocolo com exatamente o mesmo tema que nós tínhamos pensado. A equipe, aparentemente era
muito bem estruturada, mas tinham algumas limitações que, olha só, nós como brasileiros poderíamos poderíamos suprir essas limitações, né? E o que que a gente fez, o que que a professora Grazela, né, com toda a sua experiência desse de todo esse tempo de formação dentro do mundo da revisão sistemática, ela nos sugeriu, Helena, manda um e-mail para eles então fui lá, procurei, né, o e-mail eh de algum autor, no caso, eu encontrei o e-mail da primeira autora, que era a Lisela, eh, e enviei um e-mail. Então, lembrem, eu eu era uma aluna que recém tinha entrado
no mestrado, né? E o que que eu fiz? Eu me apresentei, né? Então eu falei, querida Professora, eh meu nome é Helena, sou dentista, estou trabalhando no meu mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina, meu foco de pesquisa é revisão sistemática e eu estava começando, né, um protocolo sobre a validade diagnóstica de diferentes ferramentas para a avaliação da pneia abstrutiva do sono, quando eu encontrei o seu registro no próspero. E aí o que que eu fiz nesse momento? Eu comecei a demonstrar algumas cartas na manga como, Né, minha professora Graziela, enviei o Ordid dela. ORID,
para quem não conhece, é como se fosse um lápis internacional. Então, dentro do ORcí, ela conseguia eh ver todo o todo o currículo da professora Graziela. Então eu falei: "Olha, a professora Graziela e o professor Carlos tem experiência com resonance temática e tinham sugerido esse tema". Mas já que o seu grupo está realizando já essa realiza, eu gostaria de saber se Eu poderia participar das do seu grupo de pesquisa. E além disso, eu falei, eu poderia ler os artigos em português e em espanhol, né? tentei vender o meu peixe. Então eu mandei esse e-mail no
dia 20 de agosto e no dia 29 a Lisel me respondeu e assim de uma forma muito muito eh amistosa, muito carinhosa, ela agradeceu o e-mail e o interesse por querermos trabalhar com ela e ela falou assim: "Nossa, a gente vai ficar muito feliz de que você venha trabalhar conosco nessa Revisão temática". Nesse momento, ela se apresentou mais formalmente, então ela falou que ela era uma aluna de doutorado eh no programa de ciências cardiovasculares e que ela também falou que os outros membros da equipe trabalhavam também com pesquisa eh relacionada à diabetes. Depois, conversando com
ela em outros e-mails, em outros momentos, eu entendi que era uma equipe formada por médicos e enfermeiros. Então, além eh de ser uma Equipe internacional, né, da Universidade de Licester na na Inglaterra, eh eles eram uma equipe multiprofissional, o que fazia todo sentido, né, pensando na temática da apneia obstrutiva do sono. Então, até aqui eu estava super feliz, né, porque poxa, que oportunidade, que oportunidade que a revisão de temática mais uma vez estava me dando, né? E aí ela ficou bem feliz e falou assim: "Ah, agora a gente precisa marcar Uma reunião, né, uma videoconferência
por Skype". E aí eu comecei a suar, né? Eu pensei: "Meu Deus, agora eu vou ter que falar com essa mulher em inglês ao vivo, né? Não tem Google Tradutor no meu lado para dar para nos ajudar". Mas fomos lá, né? Foram foram várias várias várias videochamadas, mas com certeza valeu todo o esforço. E o que eu mais quero que vocês entendam eh dessa da dessa história é que eh eu saí de um momento que eu estava extremamente Frustrada. Eh, eu encontrei alguém que tinha pensado na mesma ideia, o que teoricamente ia me levar a
ficar sem um artigo, porque se a gente seguir, né, os manuais, as regras ao pé da letra, se eu encontrei uma revisão sistemática publicada no próspero, que não não é exatamente como eu desejaria fazer e que não tem nenhuma falha, não ético eu continuar em paralelo com a minha, não é nem ético, nem inteligente. Porque eh eu vou muito provavelmente se a equipe já registrou antes, ela vai iniciar e terminar esse trabalho antes, ela vai conseguir publicar antes de mim e tendo uma revisão sistemática publicada recentemente com o mesmo tema, vai ser muito difícil que
eu consiga publicar a nossa. Então a gente vai perder nosso tempo, vai ter muito retrabalho, né? Vai ser algo ainda pior. Mas eu saí dessa situação de não ter mais um um uma revisão, um artigo para Fazer. para uma uma situação que eu estava construindo uma parceria internacional com uma equipe multiprofissional. Então, foi uma virada de chave que a gente sempre conta essa história, a gente sempre eh sugere e incentiva que os nossos alunos façam parcerias internacionais que eu sempre falo, poxa, muitas vezes elas seriam impensáveis, impossíveis em outros cenários, né? pensando numa pesquisa clínica,
numa Pesquisa laboratorial. E a revisão sistemática, ela abre todas essas portas, né? A gente tem parcerias com com autores de vários países. Nós tivemos assim, eu já tive o prazer de trabalhar com referências, né, eh, na área do bruxismo, né, o Lavini é um deles. Então, a gente fica muito muito honrado. Então, a revisão sistemática ela é maravilhosa, ela é viciante, né? Ela não é um método que quem começa a fazer não quer parar porque é Indescritível. Mas continuando aqui, só para antes que eu fique mais ainda apaixonada pela revisão sistemática, pra gente relembrar do
método o que que a gente já tinha feito. Então, poxa, a Lizel deu OK, nós vamos participar dessa pesquisa agora, dessa revisão sistemática. A pergunta já tá já estava correta. O registro do protocolo já estava realizado, certo? porque eu tinha encontrado ele lá. Agora, o próximo passo é realizar as Buscas nas bases principais, também na literatura cinzenta, passar e organizar todas as essas referências em um gerenciador de referências, excluir os duplicados, fazer com que essas referências eh virem em um arquivo único para que eu possa eh passar para o software de triagem para realizar a
seleção dos estudos. Eh, cada tópico que eu tô mostrando para vocês aqui, a gente tem uma aula, um módulo completo, tá, dentro do nosso curso. Então, não Precisam, eh, eu sei que é bastante conteúdo teórico, mas é um conteúdo que a gente consegue trabalhar dentro do nosso curso, realmente cada passo a passo. Aqui a gente não conseguiria aprofundar da forma correta, né, como deveria acontecer. Foi feita também a análise do risco de veés com a ferramenta correta, que aqui no caso da curácia diagnóstica é o quadas dois. Foi feito também a metaanálise através de Forest
Plot e também do gráfico rock, Que de novo, né, a gente tem um módulo inteiro só sobre metaálise no nosso curso, porque é necessário muito conhecimento, né, a gente precisa aprofundar para conseguir explicar para vocês. E eu penso assim, né, todo esse trabalho foi feito pelo Skype, por Skype, por e-mail, tudo em inglês, né? Muitas vezes eu ficava pensando: "Nossa, que vergonha, tomara que eu não fale nada errado, tomara que eu não, né, não, não faça nada incorreto, mas a equipe Sempre me tratou com muito respeito, com muita educação. Então tudo com certeza valeu a
pena quando a gente teve, né, a publicação desse desse estudo que também foi publicado em uma revista muito importante. É um um estudo que ele é muito muito eh muito mencionado, né? a gente tem muitas referências deles porque é um estudo que, como eu falei para vocês, tem muita relevância clínica para muitas Pessoas, né? As pessoas querem saber se é possível aplicar um questionário ao invés de já enviar o paciente para fazer a polissonografia para detectar a pneia do sono. Então isso é muito importante. Então algumas mensagens para vocês levarem para casa, né? Nunca comecem
uma revisão sistemática sem verificar com através de buscas preliminares no PubMed e em outras plataformas de inteligência artificial se já não existe alguma publicada ou se também conferir no Próspero, né, na plataforma próspero, se não há algum em andamento, porque se a gente falha nesse processo, a gente vai pagar o preço depois. Então a gente tem que proteger a nossa revisão sistemática nesse momento. Isso é muito importante. E também de um modo mais motivacional, né? Nunca ter medo de enfrentar nenhuma barreira, né? Porque os desafios eles aparecem, né? qualquer pesquisa, qualquer trabalho, acontece isso, mas
a gente precisa ultrapassar esses medos, Esses problemas, porque com certeza a gente sempre vai sair mais forte, né, deles. E aí aqui como uma reflexão, né, final, eu queria mostrar para vocês que dizer para vocês que tudo que a gente que eu mostrei hoje aconteceu mesmo, é um exemplo real de um artigo que a gente batalhou muito para publicar, mas que com certeza eh se a gente se base só em checklists, só em manuais, em livros, talvez ele não tivesse saído. a gente teve que contar com a experiência da Equipe para conseguir construir eh essa
nova equipe multiprofissional internacional, mas com certeza valeu muito a pena, né? E paraa gente conseguir pensar e e passar isso para vocês da melhor forma que a gente construiu, né, e dá esse curso de revisão sistemática há tantos anos, porque eu, juntamente com todas essas professoras que a professora Grazela também já demonstrou, mostrou para vocês ontem, nós construímos o os módulos, as Aulas para que seja o menos teórico possível, né? A gente precisa mostrar a teoria, a gente precisa explicar como é feito, como são as normas, mas a gente pensa em como facilitar a vida
de vocês, a gente pensa no que já deu errado. A gente dá todas essas orientações para que vocês não passem por, né, por algumas situações que a gente já passou. A gente tenta entregar tudo e com certeza o que tem nesse curso não tem nos livros, não tem nos manuais. E aí, Aproveitando também eu quero convidá-los para o último dia da nossa jornada da revisão sistemática, que vai ser a aula com a professora Patrícia. Essa aula ela vai conversar com vocês sobre as cinco armadilhas comuns nessa jornada da revisão temática e como não cair delas.
Então eu tenho certeza que vai ser mais uma aula muito proveitosa, que vocês vão ter muito conteúdo e vão sair realmente aprendendo muito mais sobre o assunto. Agora alguns recados importantes. Eu vou Enviar esse artigo de acurácou nos grupos. Dessa vez não precisa pedir paraa Priscila, a gente vai enviar nos grupos mesmo. Só esperam, esperem a gente terminar um pouquinho a aula, vai ser mais pro final. E além de agora desse momento aqui no final da aula, amanhã a gente vai ter mais um momento de validação, né, dessa discussão das perguntas com a professora Graziela.
Então eu convido vocês para quem não estava presente ontem ao vivo e para Quem desejar, quem não enviou ontem, mas gostaria de desejar, através desse QR code vocês conseguem enviar, né, preencher o formulário para enviar a pergunta novamente e talvez, né, ser selecionado para avaliação da pergunta com a professora. Eh, para os que também desejarem, gostaria de informar que a gente tem o nosso Instagram, a gente tem o nosso canal do YouTube, que são dois canais que a gente entrega muito conteúdo, né? No YouTube a gente tem Aulas mais longas, né, todas gratuitas. E no
Instagram a gente acaba trazendo um conteúdo mais dinâmico para que vocês sempre estejam aprendendo, sempre estejam eh se atualizando nesse mundo das revisões. Gostaria de agradecer a todos. Acho que agora eu vou, não estou vendo vocês, vou voltar para >> Obrigada, Helena. >> Uh, eu vou, nós vamos combinar o seguinte, eh, essas dúvidas nós vamos responder nas caixinhas de perguntas lá No Instagram e aí a gente vai usar esse tempo da aula pra gente discutir as perguntas de vocês, tá bem? >> Agora com calma, né? Porque daí ninguém vai mandar mais eu parar. a pergunta
da >> Isso. Só um lembrete. >> Posso começar? >> Eu só vou só dar mais um lembrete. Realmente, ó, a gente respondeu todas as perguntas que nos enviaram lá nas caixinhas Instagram. Então, nos Acompanhe no Instagram porque vão ter todos esse todas as respostas vão estar lá. Agora sim, vou ficar quietinha, >> tá? >> Então, lembrando que em preto eu tenho a pergunta que o aluno escreveu no formulário e em azul a pergunta já corrigida, tá? Então, nessa pergunta da Eline, embora ela tenha tentado construir a pergunta da maneira correta, ela cometeu aquele deslize de
colocar uma tendência na pergunta. Então aqui eu Refiz a pergunta colocando qual a diferença e não botando uma inclinação já de resposta. Tudo bem? Então aqui a população são pacientes submetidos à correção cirúrgica de fraturas orbitrárias orbitárias ou zigomático orbitárias. a intervenção, uso de acesso e eh não uso de acesso comparado com acesso subsciliar. E o que que ela quer saber? A incidência de complicações E os resultados estéticos e funcionais. Tudo bem? Vocês podem a o aluno que eu tô fazendo a pergunta pode abrir o microfone, tá? Agora do professor Daniel. >> Oi, Elen. >>
Muito obrigada. >> Entendi. >> Então tá ótimo. Professor Daniel fez uma pergunta. Em equipes de tradução, traduzir colaborativamente em comparação a traduzir sozinho tem impacto na Qualidade ou velocidade do trabalho? Então daí eu corrigi colocando de novo, ó, qual a diferença na qualidade e na velocidade do trabalho comparando a tradução colaborativa com a tradução individual. Eu tirei esse ou porque na verdade ele quer saber as duas coisas, ele tem dois desfechos. Então a população são as equipes de tradução, a intervenção, tradução colaborativa comparado com quem? Tradução individual E o desfecho. Que que ele quer saber?
A diferença na qualidade e na velocidade do trabalho. Ficou perfeita essa pergunta, professor Daniel. >> Obrigado, senhor. >> Tá. Tem uma pergunta do José Derval que ele colocou só o texto aqui, não colocou a pergunta, né? é da área da medicina, meio complexa, mas eu tentei fazer uma pergunta aqui que eu não sei se faz eh muito sentido, mas vocês vejam que eu sempre começo, é mais didático sempre Que dá começar com a população, tá? Então a minha população tá aqui, ó. Certo? Aí, ó, o que o que que é intervenção? O uso do ecocardiograma.
O que que é comparação? Estratégias de imagem, opa, estratégias de imagem convencionais. O que que ele quer saber aqui? Tá, aqui não pode ser melhor os desfechos. Pera aí. Em pacientes adultos, existe diferença entre O zoom aqui na melhora dos desfechos procedimentais e clínicos. Isso aqui são os desfechos. Então, desfecho é sempre aquilo que a gente quer saber. Tudo bem? Vamos pra pergunta da Larissa. A Larissa também, ó, eu reescrevi a pergunta da Larissa colocando a população no começo. Então, a população são os indivíduos com paralisia cerebral, A intervenção, intervenções tecnológicas comparado com quem? Com
a fisioterapia convencional e o desfecho. O que que ela quer saber? Mobilidade funcional e equilíbrio do tronco. Tudo bem? Tudo bem, professora? Não me deixem sozinha na sala porque senão a Helena vai mandar embora. >> Obrigada. [risadas] >> Tem a pergunta da Luciana também reescrevi, botei a população na Frente para ficar mais fácil. E aí a gente vem aqui, ó, a população são os adultos saudáveis. A reposição de andrógenos é a intervenção comparado com quem? com não reposição e o desfecho. O que que ela quer saber? Impacto na microbiota intestinal. Tudo certo? Se tiverem dúvidas
sobre a pergunta do outro, pode perguntar também, tá? A pergunta da Eliane, Ó, a mesma coisa aqui, ó. Eu coloquei, eu mudei pouca coisa na pergunta dela e ficou então a população profissionais da saúde, eh, a presença de problemas de saúde mental comparada com a ausência influencia ao que que eu quero saber? A capacidade trabalha aquiência. Agora veja aqui, ó. Aqui a gente não tem Uma intervenção, né? Aqui é uma exposição, porque a presença de problemas de saúde mental não é uma forma de tratamento. Então, lembrando, intervenção é toda vez que a gente faz alguma
coisa com os pacientes. Não precisa ser pacientes, né? Pode ser alunos, pode ser uma intervenção educacional, uma intervenção social. Aqui no caso não é uma intervenção. >> Vamos ver a da a da Valéria. >> Eu estou aqui. Muito bom ver minha Pergunta. >> Ah, então tá bom. Ó, eu também botei aqui, ó. Existe diferença, tá? Porque a tua pergunta era: "Na infância, eu uso de alimentos ultraposressados comparado com alimentação com saudável, né, com alimentos em natura, qual o nível de interferência no câncer colorretal em adultos?" Eu botei assim, vê se faz sentido. Existe diferença na
prevalência de câncer, col retal em adultos entre os Que usaram alimentos ultraprocessados e os que tiveram uma alimentação com alimentos em natura na infância. Faz sentido? >> Completamente. É essa a ideia. Sim. >> Isso aí eu passei a tua pergunta pro inglês, tá? pra gente fazer aqui o pe inglês, porque eu queria mostrar para vocês, para vocês terem uma ideia, eu falei na minha aula que os acrônimos eles usam, servem também para nos guiar na estratégia de Busca. Isso significa o quê? Que a minha estratégia, ela vai ter uma linha para cada item desses. Tudo
bem? Então aqui mostrando, ó, a linha de adultos, o o que que é estratégia de busca? É como se fosse um endereço que eu vou colocar lá na base de dados. Esse exemplo aqui é do Pubmé, né? Pubmédia é uma base de dados da área da saúde. Eh, para que a base de dados me dê os artigos, que pode ser que aqueles Artigos respondam a minha pergunta de pesquisa, tudo bem? Então, se eu dar o endereço errado, ela vai me dar os artigos errados. Como é que eu faço para ela me dar esse endereço? Eu
faço uma linha de cada um do acrônimo. Por que que eu não fiz uma linha dos adultos? Porque eu não sei se lá no artigo quando é adulto, geralmente a gente não faz uma linha da população aqui na na estratégia, porque eu não sei se o artigo vai escrever eh ai tantos Adultos, né? Ah, eu eh foram examinados tantos adultos. às vezes vai escrever pacientes, indivíduos, quando é uma população muito específica, por exemplo, crianças, adolescentes, gestantes, diabéticos, aí a gente faz uma linha da população. Então, eu comecei aqui embaixo, a minha linha um é essa
linha aqui, ó, consumo de alimentos ultraprocessados. Eu coloquei eh alimentos ultraprocessados, alimento ultraprocessado no singular, né? Cruzei As duas, o pmédio me disse que ele tem 2686 resultados. Aí, eh, eu cruzei os processados, coloquei aqui, ó, em Natura também. Ele me disse que tem 70.557. Depois eu fiz uma linha do câncer colorretal. Ele me disse: "Tem 161.000 195". Mas o que que eu quero? Eu quero o artigo que fale ultra processado e alimento não processado e câncer coletal. Quando eu cruzei as três, ele Me deu um artigo. Nesse caso aqui, se essa estratégia tivesse correta,
seria pouco. Não deveria começar uma revisão sistemática com um artigo no Pubmed, certo? Mas por que que eu não vou recomendar que a Valéria desista da ideia dela? Porque isso aqui é uma busca muito simples que eu fiz. Ela vai ter que procurar todas as formas que existem na literatura de escrever alimento úter processado para botar nessa linha um. Todas as formas Que existem na literatura de escrever alimentos não processados para botar na linha dois. Todas as formas que existem na literatura de escrever câncer colotal para botar na linha três. E com certeza isso aqui
vai aumentar. Tudo bem? >> Tudo bem. Aqui eu fiz um exemplo, um exemplo que eu quero fazer com vocês aqui, ó, que eu acho que fica mais fácil, ó. Existe diferença na qualidade de vida entre crianças com obesidade e crianças Com peso adequado? Aí a população, a população são crianças. Tem alguém com o microfone aberto? A exposição obesidade comparado com peso normal e o desfecho que eu quero saber qualidade de vida. Tudo certo até aqui? Passei pro inglês. >> Agora, quando eu for fazer a minha estratégia de busca preliminar lá pro Pubmed, eu vou ter
que fazer uma linha aqui. Eu vou fazer uma linha da população, ó, Usando todos os termos que podem significar criança. Uma linha que é a linha da exposição, usando todos os termos que podem significar obesidade. Aqui eu fiz uma linha só de peso e uma linha do meu desfecho que é qualidade de vida. Tudo bem até aqui? Vou mostrar para vocês como é que eu faço. Eu vou lá no Pubmed, ó. Venho na busca avançada. Deixa eu apagar aqui o que eu já tinha Aqui. Venho aqui nessa caixa, ó. Desço até título e abstracts aqui.
Vou copiar a minha linha um. Adicionar, procurar. Ele vai me dar todos os artigos do PUBM que são sobre crianças, mais de 2 milhões. Venho aqui, pego a minha linha dois. Isso aqui eu tô fazendo de uma forma bem simples, tá gente? Só para vocês terem uma base, vem aqui em título e abstract, ele vai me dar todos os artigos sobre obesidade. Volto lá no avançado. Venho aqui, vou pegar minha linha três. Volto lá no avançado, venho aqui, vou pegar minha linha do desfecho, que é a qualidade de vida. Agora, palavras compostas, eu tenho que
colocar aspas porque senão ele vai pegar tudo que é quality, tudo que é off, tudo que é live. Adiciono. Vai lá. Agora, o que que eu quero para responder a minha pergunta de pesquisa, que era se Há diferença na qualidade de vida entre crianças com obesidade e crianças com peso normal. Eu quero artigos que tenho falado de crianças, de obesidade, de peso e de qualidade de vida. Então vou fazer aqui, ó, um e dois e dois e três e quatro. Opa, adicionar, procurar. Aí ele me deu o quê? 764 resultados. Se essa estratégia já estivesse
terminada, essa aqui seria estratégia de busca do PMÉd minha revisão sistemática. E esses 764 artigos são os artigos que eu vou baixar para levar lá pro gerenciador de referências. Tudo bem? Gostaram? >> Vão colocando aí que que vocês estão aprendendo de novo, tá? Gente, agora v a pergunta da Bárbara. Eu corrigi a pergunta da da Bárbara aqui. >> Estou aqui, professora. >> Isso. Nem nem sei se eu corrigi. Acho que eu não corrigi nada. Eh, então, a a população são pessoas com feridas agudas ou lesão pressão. A intervenção, fitoterapia. Ah, lembrei o que que eu
corrigi. É porque tu tinhas colocado o teu pico lá e teu pico tinha muita coisa escrita. Comparado com o quê? Terapias convencionais ou placebo. Então ela tem duas comparações. Lembra que a gente pode ter mais de uma comparação. E o Desfecho que que a Bárbara quer saber? Cicatrização de feritas. OK. Pergunta da Gabriele. Mesma coisa, ó. Coloquei a população paraa frente, coloquei qual a diferença? Porque ela tinha aqui, ó, uma tendência. Tirei a tendência. População, pessoas idosas. Desfecho risco hospitalização, é o que ela quer saber. Intervenção cuidadores informais comparado com cuidadores formais. Ai meu Deus.
Certo. Pergunta da Ana Paula. Mesma coisa, ó. Passei a população paraa frente. Então, crianças com TDH. O que ela quer saber é a diferença sociocultural no cuidado em saúde mental, é o desfecho. A intervenção prática de ensino, serviço de saúde mental e a comparação prática de ensino nas famílias. Tudo bem? Pergunta do André. Mesma coisa. Passei a população paraa frente. Idosos com doenças cardiorrespiratórias crônicas é a população. Qual é o efeito do treinamento muscular respiratório associado ao exercício físico? Intervenção comparada a quem? Exercícios isolados. O que com Andreé quer saber? capacidade funcional e força muscular
respiratória. Opa, aqui pergunta do Antônio. Entre profissionais da saúde, qual? Eu mudei um pouco porque ele tinha também uma tendência aqui, ó. Então, ficou a população profissionais da saúde, eficácia terapia. Qual a eficácia da terapia cognitiva? Outras abordagens ou ausência de tratamento, terapêuticas Terapicas aqui. Eh, deixa eu ver qual hã que que ele quer saber, ó. Ele quer saber a eficácia para reduzir os sintomas e pornô. Tudo bem? E aqui tem a última pergunta do Janiir que que fez a pergunta certinho, ó. em produtos, isso aqui já veio assim com a população, em produtos de
cerâmica vermelha, população Como a incorporação de resíduo de baxita do processo B, intervenção em comparação com a produção convencional sem resíduo, comparação, afeta o desempenho técnico, comportamento ambiental e os custos da produção, que é o desfecho, tá? Aqui ele poderia botar eh na população, poderia ser em produtos de cerâmica vermelha, em contextos laboratoriais, cenários de aplicação, poderia ter entrado lá também. >> Obrigada, querida. >> Acabou aqui por hoje. Deixa eu voltar lá pra sala. >> Espero que vocês tenham gostado. Quero que vocês comentem comigo no chat o que que vocês acharam dessa discussão de pergunta
de pesquisa. >> Pessoal está muito feliz. Alguns estão, acho que estão um pouco até atordoados perguntando se a gente vai enviar esse, esse arquivo depois, porque foi muito rápido. Mas tá gravado, >> tem a gravação, gente. >> É, eu acho que eh algumas pessoas eh tão perguntando da das suas perguntas. Bem no início, quando a professora Graziela iniciou, ela citou algumas que não seriam revisão temática, algumas que não se enquadrariam. Então, muito provavelmente, se a sua se a sua pergunta não foi citada e elaborada, né, no passo a passo aqui, é porque ela não caberia
como uma revisão sistemática, tá? Só >> não, não. Só por isso, gente. É porque não dava tempo de ver todo mundo, né? A gente recebeu, sei lá, 200 perguntas. Sim, hoje, >> mas amanhã, presta atenção, amanhã depois da aula da professora Patrícia eu estarei aqui de novo. Então, quem ainda não colocou sua pergunta lá, pode colocar quem. A, amanhã eu vou olhar então do número que estava pro número que for paraa frente. Então, quem aprendeu alguma coisa hoje, Quiser reestruturar sua pergunta, que sua pergunta não foi discutida aqui, ficou fora a discussão, quiser reestruturar e
colocar lá, tem mais uma chance dela ser discutida amanhã, tá bem? >> Isso. Ótimo. Convido aos colegas de vocês que amanhã é a última chance de correção de pergunta de pesquisa. Isso, Ana Cleid, envia mesmo. Tá bem. Muito obrigada. Boa noite a todos vocês. >> É um prazer tê-los aqui conosco. >> Tchau, pessoal. Obrigada por toda a participação,