Olá pessoal na aula de hoje a gente vai falar sobre a síndrome do corpo estranho nos nos pré-estômagos dos ruminantes bom a gente tem esses corpos estranhos que podem acumular esses pré-estômagos divididos em pér eh em objetos não pérfuro cortantes por exemplo as cordas sacolas caroço de manga caroço de alguma fruta pedra são objetos que vão ficar ali nesses órgãos e não são pérfuro cortantes aí a gente pode ter desde animais assintomáticos que não tem nenhum prejuízo pela presença desse corpo estranho até animais que T quadros aí de obstrução às vezes de esôfago ou de
partes do intestino por conta da presença desses corpos estranhos e tem os corpos estranhos perfurocortantes que são aqueles que vão levar a doenças mais graves à medida que eles lesionam o retículo pode causar uma reticulite uma ruminite se perfuram pode levar a uma retículo peritonite às vezes esses essas contaminações podem atingir o fígado o Basso e se perfura diafragma e atinge o pericárdio vai levar retículo pericardite traumática bom então são alguns corpos estranhos que a gente pode achar na cavidade no no rumem retículo do dos ruminantes e pedaço de osso pedras esc caroço de alguma
fruta e sacolinha pedaço de corda Esses animais acabam ingerindo isso ou propositalmente por algum desvio de comportamento ou ou acidentalmente ali no meio da comida e aí a gente tem os corpos estranhos perfurantes pedaço de osso pedaço de madeira corpo estranho metálico por exemplo prego pedaço de cerca pedaço de Arame isso tudo pode acabar ali no rum em retículo e causar alguma patologia ao animal quando eu tenho corpo estranho não pérfuro cortante que que eu posso ter eu posso ter desde animais que são assintomáticos aqueles que às vezes apresentam ali timpanismo secundário recorrente por que
isso vai ocorrer o timpanismo secundário ele vai ser causado quando existe algum uma obstrução do esôfago impedindo a passagem do gás ele se acumula no rumem e leva ao timpanismo às vezes Esses animais que ingerem esse corpo estranho durante a ruminação o corpo estranho pode sair do rumo em reí voltar de novo pro esôfago e causar obstrução aí esse animal Tim Paniza aí a gente vai lá e trata fazendo o quê empurrando esse corpo estranho novamente pro rumen aí o animal melhora daquele timpanismo dali um tempo quando esse corpo estranho voltar para esôfago pode levar
a obstrução novamente Então pode causar esses quadros recorrentes de tip panismo pode também à medida que eles progridem pro intestino levar obstruções intestinais E se eles levam essas obstruções parciais ou ocupam grande parte ali do rum e retículo quando tem grande acúmulo desse corpo estranho pode dificultar a ingestão de alimento e a digestão desses animais levando a quadros aí de emagrecimento crônico progressivo desses animais já quando a gente tem corpo estranho pérfuro cortante causando lesão a gente pode ter tipos diferentes aí de apresentação pode ter a peritonite localizada aguda que o animal vai apresentar anorexia
febre taquicardia taquipneia pode apresentar cifose que é aquele arqueamento da coluna por conta da dor abdominal pode apresentar hipomotilidade ruminal e timpanismo leve e esses animais que têm dor principalmente na parte cranial do abdômen pode ficar com aquela abdução do cotovelo para aliviar essa pressão ali da região quando essa peritonite localizada ela vai se cronicando o animal pode ter perda de peso progressiva pelagem grosseira diarreia pode evoluir com quadros aí de toxemia levando ataque Cardia e taque pineia pode ter dor abdominal principalmente na região cranial porque essas perfurações elas geralmente ocorrem na região de retículo
então o retículo fica localizado na parte crâ ventral do abdômen então geralmente a dor a peritonite vai originar nesse ponto quando essa peritonite é difusa o animal apresenta febre taquicardia taquipneia anorexia e a galaxia que seria parar de produzir leite e a Tonia de todo o trato gastro intestinal na peritonite difusa quando a gente faz a palpação retal a gente consegue perceber essas alças com deposição de fibrina às vezes é difícil movimentar a mão durante ali a palpação por conta dessa fibrina por conta dessas aderências quando o animal apresenta hipotermia geralmente quadros mais graves de
peritonite na fase mais tardia quando esse animal ele já evoluiu com hipovolemia com outras alterações e geralmente esse sinal Clínico de hipotermia já indica uma doença muito grave e às vezes com o prognóstico já desfavorável como que a gente faz diagnóstico pelo esse histórico Às vezes o histórico de ingestão desse corpo estranho pela apresentação Clínica a gente pode fazer o exame de hemograma que aí ele vai apresentar pra gente quando tem esses quadros de peritonite eh leucocitose principalmente por neutrofilia fibrinogênio aumentada às vezes hipoproteinemia tudo isso indicando um processo infeccioso mas ainda inespecífico com isso
aqui eu não fecho o diagnóstico dessa patologia eu só suspeito de um quadro infeccioso a ultrassonografia a radiografia pode ajudar a gente a localizar esses corpos estranhos ali a localizar eh acúmulo de líquido na cavidade abdominal fibrina e aderências o detector de metal é útil para detectar aquele corpo estranho metálico só que eu detectando esse corpo estranho metálico eu não posso afirmar Com certeza que houve perfuração que houve lesão E eu não detectando também eu não posso descartar uma peritonite por objeto pérfuro cortante porque a gente tem objetos não metálicos tá a gente faz os
testes de sensibilidade dolorosa para pesquisar se tem dor abdominal e geralmente o diagnóstico a gente vai confirmar aí ou pela laparotomia exploratória ou já após a morte desse animal Ali pela necrop como que a gente faz o tratamento dessas afecções o tratamento conservativo por exemplo no caso dos objetos e metálicos a gente pode usar esse imj ao lado que ele é passado uma sonda e oro ruminal nesse animal e aí se passa esse ímã e esse ímã fica lá no rumo em retículo atrai esse corpo estranho metálico ele adere a ele e isso impede que
ele perfure ali os o órgão do animal também pode ser feito o uso aí de antibiótico terapia geralmente com antibiótico de amplo espectro e por muito tempo para tentar controlar essa peritonite essa infecção mas a efetividade quando eu tenho uma peritonite diusa já é muito baixa também esse antibiótico não vai agir em abcessos já formados e eu posso fazer o tratamento cirúrgico que seria eu abrir a cavidade e às vezes fazer uma lavagem abdominal ou abrir o rummen faço essa rumenotomia E aí eu retiro de dentro do rumem do retículo qualquer corpo estranho que tiver
ali se eu tenho formação de lesão com formação de abcesso Eu também consigo drenar esses abcessos por dentro do R bom sobre a síndrome do corpo estranha em grandes animais era isso que eu tinha para falar para vocês até a próxima aula