Querido otimista, em algum momento da sua vida, você acreditou que faria algo maior, algo melhor, que faria a diferença? acreditou que a essa altura do campeonato a sua vida já estaria um pouco melhor, mas as coisas, infelizmente, não saíram como você planejou. Você acreditou quando ninguém mais acreditava, mas hoje, por causa da sua falta de resultados, você já não tem tanta certeza quanto tinha antes. Mas eu preciso te dizer, calma. Calma, porque você ainda não chegou ao fim. Você ainda está no meio do caminho. Eu sei que você procrastina e muitas vezes até se desanima,
mas por algum motivo você ainda não desistiu de construir uma vida que de fato faça sentido para você. Você quer avançar, mas não consegue. Sabe que alguma coisa te trava, mas ainda não conseguiu descobrir o que é. Mas a verdade é que, por mais difícil que possa estar sendo a sua jornada, desistir não é uma opção para você, não para você. A sua falta de resultados não pode acabar com sua capacidade de acreditar. É a sua capacidade de acreditar que vai acabar com a sua falta de resultados. Outras pessoas podem até desistir. Outras pessoas podem
até aceitar a vida como ela está e aceitar que é só isso mesmo. Mas você não. Você escolheu acreditar em si mesmo, acreditar em uma vida melhor. E eu posso te garantir, foi uma escolha correta, mesmo que o resultado ainda não tenha aparecido. Que bom que você acreditou e que bom que você ainda não desistiu. Diferente do que pensam os pessimistas e os realistas, existe sim uma fórmula para o sucesso, mas ela só funciona nas mãos de quem ainda acredita. É verdade que o mundo está cheio de otimistas sem resultados, cansados, abatidos, desacreditados. Mas quando
esses otimistas se encontram, A dúvida dá espaço paraa certeza, o medo dá lugar para coragem e a vontade de fazer acontecer supera qualquer história de fracasso. Um otimista sem resultados é como uma brasa longe do braseiro. Ela até resiste, mas quando se une a outras, incendeia, aquece, clareia e ilumina. Onde estão os otimistas que ainda não venceram, mas ainda não desistiram? Onde estão os otimistas que não desistiram da vida que um dia conseguiram sonhar, imaginar e desejar? Onde estão os otimistas sem resultados que só precisam descobrir? Por não foram mais longe ainda? Porque chegou a
hora. Chegou a hora de recompensar a sua coragem de continuar acreditando. Chegou a hora de honrar a sua vontade de dar certo e de provar de uma vez por todas que você nasceu para vencer. Você só precisa descobrir porque você não foi mais longe. E é isso que nós vamos fazer no resgate dos otimistas, um movimento ao vivo que nós criamos para resgatar Pessoas como você, que não conseguiram ainda, mas também ainda não desistiram. E só precisam encontrar a resposta para uma única pergunta. Por que você não foi mais longe? Serão três noites intensas, objetivas
e práticas para você entender, identificar os padrões que te impediram de ter os resultados que você estava buscando. Você vai conhecer a teoria da permissão e entender que você não foi mais longe do que você não pode. Mas a boa notícia é que você não pode ainda. Não se trata de um evento, se trata de um movimento, de um chamado para as pessoas que não conseguiram, mas que ainda não resistiram. Você é o otimista ou a otimista que nós estamos buscando para resgatar. Não perca o resgate dos otimistas. O maior movimento de respostas e soluções
profissionais do Brasil. Experiência única. que vai trazer a resposta que você está buscando para sua falta de resultados. E muito boa noite, senhoras e senhores. Tudo bem com vocês? Você que está em casa, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda. Passa sempre um filme na minha cabeça quando eu começo o resgate dos otimistas. E para os aliados da Aliança Divergente, Que há mais ou menos 3 anos e meio apostaram nas nossas construções, apostaram na nossa estrutura, apostaram nas nossas conexões com aliados esparramados pelo Brasil e pelo mundo, que hoje somam mais de 160.000, viu? Mas começamos
com 900 e pouco. Eu quero começar esse resgate dos otimistas, agradecendo não só o apoio, mas também o incentivo e o desafio, porque há muito tempo eu não me sinto tão bem em estar nesse palco como eu estou hoje. Então, prepare-se para o melhor resgate dos otimistas de todos os tempos. Se eu não me engano, essa é a 10ª edição. Chequem para mim, por favor, time, se é a 10ª 11ª, 12ª. Eu sou meio perdido nos números. Estou acompanhado de uma pessoa que eu tive o prazer de resgatar e tem sido meu parceiro no resgate
de muitas vidas, muitas histórias, muitos casamentos, muitas empresas, inclusive resgate dessa pessoa quando se cansa, se perde, se desanima. Uma sal de palmas pro Ramon Galimbert. Muito boa noite, senhoras e senhores. Tá feliz, moleque? Bom demais. tá aqui. Tá animado? Tô animado. Tô entusiasmado. Resgate é sempre muito bom, né? Bom demais. Você já fez um filho naquela mulher sua? Tô treinando. Tá treinando? E vem para quando esse menino aí? Vem para esse ano. Para esse ano é para fazer ou para nascer? Eu faço esse ano. Ah, porque nós estamos em março, né? Você sabe que
minha mulher tá me cobrando mais filhos, né? E se eu fizer mais um enquanto você tá fazendo o primeiro, vai ficar vai ficar feio, né? Então vou dar aí duas voltas para você sair na frente. Maravilha. Ali no nosso camarote estão os nossos anfitriões e as nossas anfitriãs de grupos esparramados pelo Brasil e pelo mundo. Pessoas que começaram essa jornada, essa trajetória, sentados aqui ou sentados em casa, muitas vezes sem saber direito o que que tava fazendo aqui, sem saber direito o que ia encontrar e sem saber direito se ia encontrar alguma coisa. Então você
que chegou aqui, obrigado pela sua confiança, obrigado pela sua companhia e saiba que o nosso objetivo aqui é trazer para você a resposta que você está buscando paraa sua falta de resultado. E vamos fazer isso de forma técnica, estruturada, sem obaoba, sem apelos emocionais, sem yes yes, sem esse tipo de coisa, tá? é a nossa forma de trabalhar. E o vídeo começou com algumas perguntas e olhando para vocês aqui de cima, vocês são o retrato do Brasil, sabia? Então eu vou projetar na minha mente eh Vocês em casa com o retrato dessas pessoas aqui. Dá
para ver que tem gente mais animada, gente mais cansada, gente mais eh focada, gente mais desesperada, gente mais resolvida, gente menos resolvida. Dá para ver assim pela fisionomia, pela roupa, não é um julgamento, é uma constatação. E toda vez que eu começo o resgate dos otimistas, eu lembro do Elton lá de trás. Eu falo: "Putz, eu só faço isso porque eu queria a resposta que eu precisava e ninguém foi claro ou corajoso o suficiente. E possivelmente em alguns momentos eu vou parecer mais ousado e talvez isso faça com que eu fique parecendo um pouco arrogante,
mas eu prefiro correr o risco de você entender e não gostar do que correr o risco de você não entender. Então eu vou buscar é clareza o suficiente e coragem suficiente, talvez para te provocar ou talvez para te prometer alguma coisa que eu tenho certeza que você consegue fazer se você colocar em prática aquilo que você vai descobrir aqui, tá bom? Eu preciso que você pegue papel e caneta. Quem tá aqui tem a apostila impressa. Você que tá em casa, se você não imprimiu a apostila, não é hora de parar para imprimir, porque a gente
sabe o que vai acontecer quando você se distrair. Pega papel e caneta, se isole um pouco, se dê esse Tempo. Não deixe que nada te distraia das respostas que você vai encontrar aqui. Então, tenha coragem de se priorizar. Nós vamos passar aqui mais ou menos 2 horas, 3 horas trazendo premissas, fundamentos, explicações e aplicações para você entender a sua falta de resultados. Então, o nosso grande objetivo aqui é fazer com que você entenda essas duas coisas. Esse é o nosso objetivo macro. Número um, explicar acontecimentos ruins. Então, se você ouviu o áudio que eu mandei
para vocês hoje, eu liguei para vocês para dizer: "Olha, eh, traga três acontecimentos ruins que você precisa entender ou que você queira entender. Aqueles acontecimentos que te prejudicaram quando você estava preste a dar um salto, prestes a montar um negócio, fazer uma transição de carreira, prestes a acumular um valor maior e alguma coisa deu errado." Que que é que dá errado? Alguém bate o carro, alguém fica doente. Aquele troço que aconteceu na sua vida, esse é o meu objetivo. Aquilo que lá fora as pessoas chamam de acaso, aqui na aliança Divergente, a gente chama de
utilidade, pré-queda. Tem uma explicação lógica. Então, ao invés de ficar duvidando se é ou se não é, ao invés de ficar me comparando com um ou com o outro, faça o seguinte, nos desafie, traga os seus problemas para serem observados através das nossas lentes. Então, ao invés de ficar só acumulando conhecimentos, porque é impossível você estar aqui e nunca ter feito um curso, uma terapia, um workshop gratuito, que mais? uma imersão de final de semana, uma formação, alguma dessas coisas você fez que trouxe uma justificativa pro seu problema e não a resposta e não a
solução, porque se tivesse sido respondido adequadamente e resolvido, você não estaria aqui. Eu sei que você não veio aqui por causa da minha beleza, eu sei da minha limitação estética. Eu me esforço bastante, mas mesmo assim não é esse o meu ponto forte. O Ramon é mais ou menos. Tô em desenvolvimento, viu? Tá em desenvolvimento. Você tá um desenvolvimento mais acelerado que eu. Então, você que já tentou entender algum acontecimento ruim na sua vida, e aí é você quem vai delimitar o nível de desafio. Elton, dá para explicar o quê? Qualquer coisa te impactou. Eu
te garanto que eu explico isso. Eu te garanto que eu explico isso. Tem coisa que é mais fácil entender. Tem coisa que é mais fácil encarar. A minha sugestão, pegue um acontecimento médio. Sabe aquele dia que você tropicou e bateu o dedinho lá e quebrou o dedo do pé? Tem Uma explicação? Tem. Mas será que foi isso que de fato é estragou a sua vida? De repente você vira e fala: "Ah, era minha viagem de lua de mel. Passei a lua de mel com pé quebrado". falou, "Isso aí é um negócio bom para entender. Tem
um outro extremo, essa sua risada aí foi sincera, hein? Tem um outro extremo que é quando você traz algo muito denso para entender. Por exemplo, dá para explicar um aborto?" Dá. Só que é muito denso. E talvez nesses três dias, especialmente os primeiros três dias de vocês, eu recomendo que vocês peguem coisas médias, certo? O dia que alguém foi demitido, o dia que alguém passou você para trás, o dia que ia dar certo um contrato e alguém pisou na bola, alguém te disse não. Por exemplo, eu tinha um padrão, e a gente vai falar muito
sobre padrão aqui. Quem me conhece, eu já contei várias vezes as minhas histórias e várias das minhas histórias, embora algumas eu não contei ainda, eu quebrei 17 projetos de negócios diferentes e como eu não tinha dinheiro, eu sempre colava com alguém para essa pessoa investir na minha ideia. E eu era muito bom de convencer as pessoas. A pessoa fechava comigo, começava a colocar um dinheiro, mas na hora de colocar o dinheiro grosso dava alguma coisa errada na vida dela. Era uma casa Que era para ela vender e ela não vendeu. Alguém teve um problema e
ela teve que socorrer e teve que deixar aquele projeto para depois. Então, no fim das contas, nunca concretizava. Era uma pré-queda minha e também era uma pré-queda daquela pessoa. Só que naquele momento ela estava tendo um problema. para evitar que ela investisse num negócio que ia dar errado, porque eu não tinha a tal permissão que a gente vai falar tanto hoje para dar certo. Por isso que eu demorei tanto tempo para dar certo na minha vida. Eu sou um sucesso recente. Pior que eu tô envelhecendo, não tô percebendo, já tem uns 10 anos, mas para
mim foi um dia desse. Eu ainda me lembro do cheiro do do ônibus. Eu ainda me lembro do barulho da casa que eu morava em Taguatinga, porque aquilo me marcou. Você dá muito errado e dá errado muito tempo. Isso deixa registros. Você lembra? Você lembra assim? Eu sei que cheiro tem a Henner. Nada contra Henner. Mas toda vez quando eu comecei a dar certo que eu ia para uma reunião, eu ia na Henner comprar uma camisa nova. Ó como é que era o nível. Por que que eu ia na Henner comprar uma camisa nova? Obviamente,
porque Nazara ainda não era pro meu bico e a Renner tinha um cartão que era fácil de fazer. A Renner vendia para você com nome sujo. Então vocês que estão com nome sujo aí vai na Henner, não sei hoje, mas na minha época vendia. Você fazia o crediáriozinho lá e eles tinham estratégia. Você não consegue pagar o cartão da Henner na lotérica, por exemplo. Você tem que ir lá na loja para pagar. E a hora que você paga o cartão, Fica lá no fundo do balcão. Quando você volta, você já compra uma camisa nova. Só
que eu já ia assim, primeiro eu pagava e comprava uma camisa nova e durava pouco, então tinha que comprar outra muito rápido. Nem sei porque que eu falei da Ren Ah, lembrei. Isso para mim era um atestado de fracasso, sabe? É igual o cheiro de Rabibes. Para mim é uma esfirra maravilhosa, mas eu me lembro que eu deixava para ir comprar naquele dia da esfirra em dobro. E eu gostava do Rabibs porque eles me ajudavam a enganar meus filhos. Por que que eles me ajudavam a enganar meus filhos? Quem já comeu no Rabibs aí tem
um suco lá que nem é tão caro e vem numa taçona desse tamanho aqui, ó. Só que o vidro da taça é dessa grossura, então vem pouco suco. Então parece que é muito, mas é pouco. Então eu tenho esses registros dentro de mim. E aí quando eu olho pra minha vida hoje, eu falo: "Putz, é muito bom dar certo". E mais do que dar certo, preste atenção, é saber porque as coisas dão errado e o que que você tem que fazer quando as coisas dão errado. Elton, as coisas ainda dão errado para você? Algumas sim,
só que agora eu sei porque que elas deram errado e eu sei o que fazer. Antigamente eu não sabia e quando eu perguntava, ninguém trazia a clareza que eu queria e ninguém tinha coragem de me dizer: "Cara, faz isso que Eu te garanto que vai dar certo". Então talvez eu faça por vocês hoje, no fim das contas, aquilo que eu gostaria que alguém tivesse feito por mim. E vamos falar sobre acontecimentos ruins e falta de resultado. E nós vamos trazer várias histórias para vocês verem a teoria da permissão sendo aplicada na vida dessas pessoas. E
serão histórias de pessoas distintas, OK? Então não julgue e não se compare. Apenas observe e aprenda, porque senão a gente vai viver aquele negócio que é mais ou menos o seguinte: eu trago uma pessoa que era empresário. Aí o servidor público pergunta: "Mas é para mim também? Aí eu trago um servidor público, aí o CLT pergunta: "Mas é para mim também?" Observe não só a profissão da pessoa, mas o que acontecia que impedia ela de ter resultado. Porque a gente tem na Aliança Divergente, hoje são mais de 160.000 aliados, todo tipo de gente. Tem gente
que entra aqui ganhando R$ 2.000, tem gente que entra aqui ganhando R$ 2 milhões deais. Tem gente que entra aqui sem profissão e tem gente que entra aqui com cinco profissões. Então são pessoas completamente diferentes, mas com características idênticas, bloqueio inconsciente de permissão. Elas querem, elas tentam, mas elas ainda não podem aquilo que vocês ouviram ali no começo do vídeo. E por falar em começo do vídeo, tinha uma pergunta ali que eu quero que vocês anotem aqui, que vocês se respondam. Você que tá em casa, pode se responder e pode colocar no chat. Inclusive, você
que está em casa, já se inscreve no canal, porque ao longo dessa semana alguns conteúdos especiais vão aparecer só para quem tá em casa assistindo esse desafio, esse movimento do resgate dos otimistas, tá bom? Então, já se inscreve aí. E uma dica, nós vamos falar muito sobre relação e sobre acontecimento. Então eu quero fazer um combinado com vocês. Não é para jogar nada na cara de ninguém e nem tretar com ninguém. Nós vamos trazer fundamentação, aplicação e depois direção. A direção é no último dia. Então você vai descobrir algumas coisas sobre o seu marido, seu
ex, sua mãe, seu pai, seu vizinho, seu pastor, seu pajé, seu pai de santo, seu cachorro, seu papagaio. Não é para você sair jogando nada na cara dessas pessoas. Se você quiser que elas entendam aquilo que você quer que elas entendam, aquilo que você precisa que elas entendam, a minha sugestão, pega esse link agora, vai lá no grupo da família, no grupo dos amigos, no grupo do seu trabalho, se tem alguém que te enche o saco, que te persegue, que não te enxerga, vai lá e coloca: "Olha o que legal que eu achei na internet,
joga lá e só não precisa nem marcar ninguém, só joga lá, porque aquilo que a pessoa precisa ver ou ouvir, é melhor que ela ouve ouça de mim do que ela ouça de você. Então, ninguém vai tretar com ninguém, OK? As tretas estão adiadas por 72 horas. Tem gente aqui que nunca ficou em paz esse tempo todo. 72 horas, certo? E a pergunta que tinha no começo do vídeo era: "Por que você ainda não desistiu?" Quando eu escrevi aquele roteiro, eu falei: "Cara, por que eu ainda não tinha desistido?" Porque você quebra um negócio, você
sai por outro negócio, você tenta um negócio, cara. Por que que você não desiste, cara? No meu caso, eu não desisti porque quando eu me dei conta, eu devia mais do que eu dava conta de ganhar. Então, quando eu decidi parar de empreender, eu fui trabalhar com um cara que tinha sido meu sócio. A gente quebrou, ele tinha uma empresa, me chamou para trabalhar com ele, eu aceitei porque eu tava muito cansado. E aí eu ganhava R$ 4.500, R$ 5.000 mais ou menos. Nesse momento da minha vida, eu já tinha dois filhos. O Juninho tava
chegando, três filhos, hoje eu tenho cinco. Eh, minha esposa era advogada, nunca quis ser advogado. Eu forcei ela a montar um escritório de advocacia porque eu pensei, tem um monte de amigo com problema, pega uma causa aqui, uma outra causa ali, ela eu não quero ser advogada. Eu falei: "Mas vamos, amorzinho, só para só para dar uma respirada aqui. E eu fui trabalhar com esse meu amigo e quando eu olhava em volta, Eu pensava: "Epreender eu não consigo porque eu não dou certo. Trabalhar funciona, mas funciona pouco, porque naquele momento eu precisava ganhar uns R$
20, R$ 25.000 R$ 1.000 pra conta fechar. Eu ganhava cinco, devia uns 300, tinha três filhos. Loucura, né? Então, muitas vezes eu olho para vocês, eu falo: "Cara, vejo um monte de Elton aqui, ó. É um misto de esperança com desespero. É aquele sorriso assim, não é?" Você fala: "Cara, e se eu acreditar e eu me empolgar?" O cara fala: "Não, se eu me empolgar, eu caio, eu quebro a cara de novo". Então, deixa eu te fazer uma pergunta. Por que que você não desistiu do seu emprego, da sua profissão, da sua carreira, do seu
casamento, da sua cidade, do seu negócio? Porque às vezes a gente se vê num lugar e é só uma reflexão, tá gente? Eu não vou não vou partir pro emocional, não. É só para você entender que que você tá fazendo aqui hoje. Pra gente chegar na resposta, a gente tem que achar a pergunta certa. Certo? Ficou parecendo com GFU Panda agora, né? Mas pra gente chegar na pergunta certa, Eu preciso saber o que que fez você vir parar aqui. Porque muita gente se inscreveu e não veio. Muita gente viu o meu vídeo ou vídeo do
Ramon e nem se inscreveu. Por que que você veio? Porque você não desistiu de alguma coisa e você não desistiu por algum motivo. Por que que você não desistiu? Você pediu para eles colocarem no chat as mensagens e elas estão chegando aqui, ó. O Anthony disse: "Elton, não sei o que acontece. Faço todo o levantamento, dou assistência ao cliente, faço o projeto todo elaborado, mas o cliente não fecha. Ou quando fecha, na hora de fazer o pagamento, acontece algo que ele cancela." É isso que eu quero entender. Boa. Deixa eu dar uma dica para vocês,
tá? Nesses três dias, vamos tentar trazer o foco e a objetividade pras coisas. Por quê? O maior inimigo da transformação é a distração. É quando você está prestes a fechar uma conta e você olha para outra questão, entende? Então, o seguinte, pra gente trazer uma objetividade maior para você entender os acontecimentos ruins e a falta de resultado e porque os acontecimentos ruins estão gerando uma falta de resultado na sua vida, vamos eliminar aquilo que pode trazer distração. Não vamos falar todo mundo, não vamos falar nunca, não vamos falar ninguém, não vamos falar sempre, é aquela
pessoa. Ah, é, mas é mais de um, Elton, então aquela, aquela e aquela. Porque quando você vira e fala: "Todo mundo pisa em mim". Eu fala: "Mentira, eu nunca pisei, não chegou minha vez ainda." Então não dá para dizer todo mundo, ah, ninguém me escuta. Tem gente que vira e fala: "Eu não começo nada do que eu termino. Eu fico esperando a frase, você já terminou?" Então você já mentiu. Então tente trazer um pouco de objetividade, de especificidade. Então esse caso quando ele colocou eu faço tudo para todo mundo e ninguém fecha. Pera aí, em
que momento as pessoas não fecham? Porque o momento é importante. Na teoria da permissão, a gente conecta acontecimento com relacionamento de um jeito que nenhuma teoria até hoje conectou. Quem já estudou muito vai identificar muitas coisas parecidas com o que nós vamos dizer aqui. Por quê? Estamos todos observando a vida. Se estamos todos observando a mesma coisa, todas as observações serão mais ou menos parecidas. Mas nenhuma teoria de nenhuma linha filosófica ou nenhuma linha da psicologia ou nenhuma linha de nenhuma construção do conhecimento conectou acontecimento e relacionamento do jeito que a gente vai conectar aqui.
Então o momento importa. Ah, eu nunca consigo prosperar, eu nunca consigo fechar o negócio. Não. Em alguns momentos específicos, você não fecha os negócios. Por exemplo, quando você está perto do que nós vamos chamar de teto financeiro, é quando as coisas dão errado. As coisas não dão não dão errado Quando você está na subida, elas dão errado quando você está no seu teto. Então, combinado? Vamos evitar o nunca, ninguém, todo mundo, toda vez, sempre. Perfeito. Ótimo. Então, o nosso objetivo aqui é fazer você entender por você não foi mais longe. Quem é você? Curiosidade. Por
que que você não desistiu? Eu sei que você não conseguiu, mas você também não desistiu. Então, você tá nesse limbo, nesse meio da escada. Eu já estive nesse lugar. E se você me perguntasse por você não desistiu, talvez eu te dissesse: "Eu não sei se eu tivesse muito cansado, eu ia esconder meus sonhos. Mas na maior parte do meu tempo, na maior parte da minha vida, eu sabia o que eu queria. Eu sempre falava dos carros que eu queria ter. Eu sempre falava dos lugares que eu queria conhecer. Eu sempre falava das coisas que eu
queria comprar. Eu sempre falava da vida que eu queria ter. E muitas vezes a porrada faz você deixar o sonho de lado. Você sabe por quê? Quem não sonha não se frustra. Ai gente, eu esqueci de avisar. Eu vou chegar lá, vou explicar esse trovão, esse raio. Mas entenda uma coisa, talvez você tenha se acostumado a esconder o seu sonho. Por quê? Se ninguém souber que você estava tentando alguma coisa, Ninguém vai saber que você não conseguiu, entende? Agora, quando você assume que você quer ser jogador de futebol e o cara te vê no caixa
do supermercado trabalhando, ele vai saber: "Ah, aqui é o Corinthians, você não ia jogar no Flamengo? Tá fazendo o que aqui?" Se você assumir que você quer ter filhos, que você quer ter uma família grande e aí você casa com o marido que tá casado com a mãe dele, que cuida de todo mundo, menos você e não sobra tempo para vocês terem um filho, todo mundo vai querer saber, cadê seus filhos? E vocês podem ter adotado a estratégia de esconde o sonho. Por que você esconde o sonho? Senta numa mesa que todo mundo fala de
problema, o que que você mostra? Problema. Um bateu o carro, o outro perdeu um contrato, o outro não sei o quê. Então deixa eu entender que que você tá fazendo aqui. Seja alguém resgata aí você, começa você fazendo seu próprio resgate. Em que momento você se perdeu de você? Em que momento você queria alguma coisa que não ter conseguido fez você deixar de querer? Houve um tempo que eu andei de ônibus e eu olhava procurando carro bonito. Eu não gostava de andar em bairro feio. Eu morava num bairro feio, mas quando eu ia de um
lugar pro outro, eu buscava o caminho mais bonito. Então, uma das minhas vantagens era: "Eu já tinha assumido demais meus sonhos para desistir deles." Então, de vez em quando alguém chegava e falava: "E aí, você ainda tá tentando aquele negócio? Será que você não escondeu demais seus sonhos para ninguém te perguntar por que você não deu conta deles?" Elton, por que que você está me trazendo essas coisas? Porque eu preciso que você resgate aquilo que era importante para você. Senão a gente vai ficar falando só de problema. Problema só deve ser resolvido quando está atrapalhando
um sonho. Problema só deve ser encarado quando tá atrapalhando um objetivo. Senão, gente, deixa o problema de lado. Deixa o problema de lado. Não gasta energia resolvendo algo que não está te atrapalhando de construir alguma coisa. Então eu quero saber por que você não desistiu. Só essa pergunta já seria uma reflexão de uma vida. Por que que você não desistiu? Talvez a primeira resposta seja: "Não sei, tá?" E a segunda? Inventa uma resposta. Meu sonho é fazer a minha família feliz e dar aos meus filhos a melhor vida e a que eu não tive. É
um sonho bom, né? Hoje quem me vê na internet pensa: "Nossa, esse cara deve ser um pai incrível, esse cara deve ser um marido maravilhoso". Eu fui o maior castrador de sonhos da minha esposa, porque um dos sonhos dela era colocar as crianças numa escola particular. Quando ela saía lá em Brasília atrás de bolsa com catatal de documento assim de papel, gente, aquilo para mim era tão, quem é homem vai me entender aqui, era tão vergonhoso, tão frustrante, eu falava: "Amor, vai lá, vai que dá certo". Aí ela chegava: "Amor, consegui 40% de bolsa no
Marista". Qual que era a minha pergunta aqui dentro? E os outros 60? Para evitar a história de Marista, Mackenzie, Laali, eu desviava dessas escolas. Você tem noção o que que é uma pessoa desviar de uma escola boa pra esposa não desejar aquela escola pros filhos que Eles têm? Você pode ter feito isso, você pode estar desviando de concessionária, quando chega o menininho lá para distribuir um panfleto de um apartamento que tá sendo lançado lá, um condomínio, você já fecha a cara. Assuma seu sonho pra gente chegar e falar: "Não aconteceu por causa disso." Porque se
a gente passar três dias falando de problema, você vai fugir, vai ser indigesto, vai ser desconfortável. Eu vou trazer para você indignação, mas eu também preciso trazer esperança. Se eu trouxer só a esperança, vira ilusão. E se eu trouxer só a indignação, vira rebelião. Vamos encarar a vida do jeito que ela está sendo, mas vamos encarar o jeito que nós gostaríamos que ela estivesse sendo. Se tudo tivesse dado certo, você estaria assistindo essa live de onde? Tem gente assistindo da favela, tem gente assistindo de uma cobertura na beira da praia e muitas vezes os dois
com o mesmo nível de desespero ou o da cobertura assistindo a live e pensando porque que não pula dali de cima. Eu hoje, talvez eu seja o terapeuta mais caro do Brasil, mais bem pago. Tem gente que me paga R 1 milhão deais para eu acompanhar essa pessoa por um ano. Uma pessoa que tem condição de pagar R 1 milhão deais tem muito dinheiro, muito Problema e muito dinheiro para fazer com muito problema atrapalhando. Deixa eu contar um negócio para vocês. Se eu contar o caso, você não sabe quanta a pessoa ganha. Você sabe por
quê? É tudo igual. Vocês vão aprender sobre pré-queda, padrão controlador, dependência emocional. Amanhã nós vamos fazer o seu diagnóstico. Você vai ver, eu começo a contar. Essa pessoa passou por isso, gerou esse registro, ganhou essa utilidade, a mãe é narcisista, o pai é não sei o quê. Você não sabe se ela é rica ou pobre. É tudo igual. O que que muda? o impacto, o prejuízo. O que muda é o que aquele problema está atrapalhando, ou seja, qual é o sonho que aquele problema está atrapalhando. O diagnóstico é o mesmo, a solução é a mesma.
O que muda é o impacto, o que muda é o que a pessoa tá carregando. Então eu insisto na tecla. Por que que você não desistiu, pô? Porque você é otimista. É bom ser otimista, porque otimista acredita na vida, no futuro, independente do passado. Já o pessimista, ele duvida do futuro independente de qualquer coisa. Ele se ancora no passado, só que pior é o realista, que parece um otimista disfarçado, só que no fim das contas ele é um pessimista disfarçado, porque ele tem dados. O pessimista é fácil de desviar dele, Porque ele vira e fala:
"Não vai dar certo". Aí você fala: "Por quê?" Ele fala: "Não sei, mas não vai. Vamos comigo?" Ele fala: "Não, fala por que ele não sei, mas não vou." Ele não acredita em nada. Você desenha, explica tudo. Ele não acredita. Agora o realista é pior. Ele tem dados estatísticos, ele tem o seu histórico. Você vira e fala para ele, por que que não vai dar certo? Ele diz: "Senta aqui". Não vai dar certo porque quando você tinha 15 anos, você disse que faria tal coisa. Quando você fez, deu errado. Depois você disse que ia se
casar e depois você não sei o quê. e depois você se separou e depois não sei que tá aqui, por que não vai dar certo o seu fracassado? Aí que que você fala? É mesmo. Só que ao mesmo tempo, se você ficar nesse eterno otimismo, sem um resultado, até para virar para você e falar: "Pô, tá dando certo, você vai ser um iludido". Então, vamos entender nessa jornada quem são os otimistas que ainda não tiveram resultado. E nós vamos nos ancorar no motivo pelo qual você não desistiu. E que bom que você não desistiu, porque
você é tudo que você tem. E talvez você seja tudo que uma esposa, que um marido, que um filho, que um sócio, que um chefe tem. Uma pessoa que precisa dar certo. Gente, a internet tá um nojo. É gente reclamando que apanhou do marido, que foi roubado, que bateu o carro. Parece que as pessoas batem o carro só para apstar. Parece que apanha do marido só para apstar. Não tem um assunto. Ou tá mostrando os peitos ou tá mostrando o olho roxo. Você fala: "Meu Deus, não tenho meio termo não". Então vamos fazer com que
o otimismo vale a pena. E amanhã nós vamos trazer daqui. Deixa que eu toco aqui, viu, gente? Não mexe não. Cadê? Aqui. Amanhã nós vamos trazer a revelação de quais serão os 10 casos que nós vamos disponibilizar para uma cientista investigar. Não sei se vocês acompanharam. Recentemente eu me envolvi numa polêmica com a pessoa que acordou e decidiu atacar o nosso trabalho. Não é criticar, é atacar. E foi muito interessante porque surgiram várias frentes, pessoas duvidando, pessoas curiosas e pessoas dizendo: "Eu preciso". É exatamente disso e naquele momento eu ofereci um desafio para aquela menina.
Ela é uma psicóloga, neurocientista e estudante de Harvard. Eu disse: "Você não conhece o trabalho que você está criticando. Eu te ofereço R$ 100.000 para você analisar 10 Casos de pessoas que se livraram da doença. Gente que tinha câncer, não tem mais. Gente que tinha depressão, não tem mais. Gente que sofria de ansiedade, tomava um monte de remédio e não toma mais. Gente que tinha dívidas gigantescas e não tem mais. Gente que o faturamento estava travado há anos e não tá travado mais. gente que tinha causa na justiça e hoje já recebeu. Então venha analisar
os casos. Que que ela fez? Sumiu. Porque a internet tá cheio de herói covarde, cheio de militante de Instagram. Só que do nada, entre aspas, porque nós vamos falar sobre o inconsciente, porque o inconsciente não existe do nada, apareceu uma cientista incomodada com aquela situação, dizendo: "Gente, vamos parar de falar que ciência é isso, é aquilo, para de achar que o seu canudo é um martelo para ficar batendo na mão das na cabeça das pessoas". E aí depois ela apareceu e desafiou a menina e a mim para que elas analisassem os casos juntos. Falei: "Poxa,
que legal". No fim das contas, eu topei o desafio, a outra moça não topou e ela vai investigar os casos com rigor científico. E isso é muito bom, porque cada vez mais as pessoas vão duvidar do que a gente faz e cada vez mais as pessoas vão se aproximar porque já são muitos aliados, são muitas pessoas comuns aplicando isso na vida delas. E você Sabe por que esse povo tá com dor de cotovelo? É muita dor de cotovelo por dois motivos. Primeiro, vocês não estão procurando eles, vocês estão vindo aqui assistir um troço de graça.
Isso deixa eles doidinho. E segundo, ao invés de montar uma formação e vender um curso para eles, eu estou disponibilizando uma plataforma para um aliado, abrir o celular, usar inteligência artificial junto com outro aliado, gente comum que se une e resolve o próprio problema. A coisa mais bonita desses casos não é o resultado apenas. Por exemplo, tá ali o nosso aliado que um dia a filha perguntou: "Papai, por que que o meu aniversário é sempre uma merda? Você não tem noção o que que é o seu filho perguntar isso para você. Sorte sua que existe
o Papai Noel, que no final do ano você põe a culpa no bom velhinho." E no ano seguinte eles foram comemorar o aniversário da filha. foi num cruzeiro. Bom demais. A menina tinha um problema no coração, não tem mais. Então eu tô dizendo para vocês críticos, venham estudar aliança Divergente, só que vai lá na casa do meu aliado para saber o que que ele fez. Você sabe por quê? Ele fez sozinho. A parte mais bonita desses 10 casos é que eu não atendi individualmente nenhuma dessas pessoas. O cara pagar 5 milhões de dívida em um
ano, vocês vão dizer: "Ah, mas não tem nada a ver uma coisa com a outra, tá tudo bem, vai lá, vai lá". Olha a vida Do cara. A pessoa dizer que tinha câncer e não tem mais. Você não acredita? Vai lá ver a vida dela. Então tem muita gente que não quer que você tenha o resultado que você tem. E tem muita gente que vai tentar te convencer de que isso é impossível, mas nós somos amantes do impossível. Porque para nós o impossível é só uma questão de companhia. Você está perto de quem acredita que
pode dar certo, está disposto a fazer o que precisa ser feito, gente, é tudo que você precisa. E muitas vezes o seu otimismo morreu nessa jornada. E amanhã nós vamos anunciar os casos que serão disponibilizados e depois vocês vão poder eh acompanhar esses casos. Mas mais do que isso, eu quero que você deseje ser um caso estudado no futuro. Eu quero que você pegue esse problema que você carrega. Eu quero que você pegue esse problema que um monte de gente tentou resolver e não resolveu. Eu quero que você pegue esse problema que um monte de
gente te disse que não tinha solução e traga para cá para você poder dizer o que os nossos aliados disseram. Você duvida? Me estuda. Me estuda. Porque disseram que não tinha solução. Tá resolvido. Me estuda para que as pessoas venham te estudar no futuro. Hoje nós vamos te explicar o que ninguém deu conta de te explicar, tá bom? E a Ana Carolina disse assim: "Você está dizendo que todo o acontecimento, todo mesmo tem explicação. Eu sempre bato meu carro. Eu moro com narcisista, Sou psicóloga e professora. Isso tem explicação? Ela é o quê? Por último,
ela é psicóloga e professora e sempre bate o carro. E ela disse que mora com o narcisista. Tem explicação. Eu preciso me conter nessa hora. Tem explicação. Perguntei nessa hora. Seus colegas me criticam porque o que eu ensino não foi ensinado na faculdade de vocês e eu me sinto honrado pela sua vida nesse momento, porque eu prefiro um CPF machucado do que um CRP vaidoso. Obrigado pela sua confiança. Tá bom? Vamos nessa. Então, vamos que vamos. Eu vou acelerar. Eu preciso que você pegue papel e caneta porque agora é conteúdo na veia, certo? vocês de
casa, toda vez que vocês eh identificarem, eu vou acelerar agora, tá? Eu vou no ritmo de vocês. Se eu tiver rápido demais, vocês começam a colocar no chat devagar, devagar, devagar, devagar, devagar, devagar, devagar, que o Ramon vai dizer: "Pô, devagar, tá deixando o povo para trás". Certo? Porque estamos aqui ao vivo. Então vamos ajustar o ritmo. E toda vez que vocês identificarem alguma coisa, poxa, isso fez muito sentido, isso explicou, Isso trouxe um insight, isso trouxe uma descoberta, vocês vão colocar assim no chat, ó, #achei. Pode colocar aquele emojizinho do raio que a equipe
vai colocar esse som aqui, ó. Isso é para que eu saiba que tá funcionando para vocês. Então, toda vez que tiver funcionando, eu vou mergulhar um pouco mais, contextualizar um pouco mais, porque cada resgate são turmas diferentes, pessoas diferentes e eu tenho muita dificuldade de repetir a explicação. Então, na medida em que tiver fazendo sentido para vocês, achei, achei, achei, porque eu contextualizo um pouco mais, trago algumas histórias e faço acontecer, certo? Nós temos aqui três tipos de otimistas, porque os pessimistas só vieram descobrir algum motivo a mais para não acreditar. E os realistas estão
procurando uma falha minha, então eles não vão aguentar muito tempo. Já já eles vão sair. Estamos entre os otimistas e eu não quero que vocês seja um iludido. Otimista, OK? Iludido não. Quais são os três tipos de otimistas que nós vamos trabalhar aqui? Muito simples. O primeiro tipo é o otimista carente. Apesar de acreditar no futuro, ele não se move porque ele é muito carente. Então ele se conecta muito emocionalmente com as pessoas. Então ele abre mão daquilo que ele poderia ser, ter ou fazer. Ele abre mão de para onde ele poderia ir, porque ele
tem medo de perder o afeto. E você vai entender de onde vem esse medo, como identificar isso e como corrigir isso, porque amanhã a gente vai fazer o seu diagnóstico. Hoje eu preciso que você compreenda alguns conceitos, algumas premissas pra gente descer na ferramenta em seguida, certo? Então, conhece alguém que tem um [ __ ] potencial, mas tem um coração grande demais? é aquela pessoa que ela não dá conta de se priorizar. Ela olha em volta. Toda hora tem alguém com problema, toda hora tem alguém precisando dela, toda hora tem alguém triste e ela não
consegue não ficar triste junto. Ela literalmente para de avançar para dar atenção para aquela pessoa ou para receber a atenção daquela pessoa. Ah, Elton, mas a gente vai viver como? No mundo egoísta, no mundo frio, no mundo onde as relações saudáveis contém. vínculos fortes e limites claros. O problema de alguém não pode virar um problema para você só porque vocês se amam, certo? Então, o otimista carente, ele tem o seu otimismo sabotado pela sua carência e você vai entender de onde vem essa carência. Esse é o primeiro tipo. Quem já se identifica, já coloca eu
aí. E se você identifica alguém também, coloca aqui e manda o link para essa pessoa. Poxa, Esse conteúdo pode fazer muito bem para você. Perfeito. Primeiro tipo, otimista carente. Segundo tipo, otimista inseguro. É aquela pessoa que ela acredita no futuro desde que alguém acredite com ela. É uma pessoa que precisa de concordância. É aquela pessoa que vira e fala: "Eu vou montar um negócio". Ela tá esperando a plateia dizer: "Eh, vai monta, monta, monta". Aí ela monta: "Olha, eu vou me casar". Eh, casa, casa. Então, ela fica dependendo demais do apoio dos outros. É aquela
pessoa que só dá o primeiro passo quando alguém disser: "Vai, eu acredito em você, você tá certa, amigo. Você é o cara, arrebenta. Vai lá. E muitas vezes você não tem as pessoas perto o suficiente para dizer: "Vai lá, acredita". Muitas vezes você não tem à sua volta as pessoas que experimentaram aquilo que você quer experimentar. Esse é o pior. Você quer alguma coisa que as pessoas não experimentaram, obviamente elas vão te dizer não, é só porque é o medo delas. Mas como você é um otimista inseguro, o medo delas vira o seu medo. Eu
tenho cinco filhos. Minha mulher sempre quis ter cinco filhos. Eu, por mim, parava nos dois que eu não tava dando conta de criar. Já parava por ali, a conta já não fechava para mim, irmão. Então, que dava falava o terceiro filho, Falava: "Mulher, sabe fazer conta?" Não, só que um lado meu dizia, se ela aprender a fazer conta, ela te larga, trouxa. Porque eu no lugar dela, eu falo: "Amorzinho, eu no seu lugar, na moral, eu não me casaria comigo". Sem chance. Eu eu às vezes eu olhava para ela assim, ó, a gente ia num
shopping, algum lugar assim, ela vinha caminhando pro meu rumo, eu falava: "É minha". Ao mesmo tempo falava: "Caralho, é minha. Que que ela quer comigo?" Eu jamais me casaria comigo no lugar dela. Mas real, mulher inteligente, resolvida, bonita. Concordo. Quando eu quero acreditar mais, eu lembro da Emily. Gente, essa risada foi muito sincera no nível ofensivo, tá? Ela falava assim: "Amor, eu falo: "Amor, o que que você via em mim?" minha fala: "Eu achava bonitinho você tentando." Eu falei: "Porra, bonitinho." A gente tem um cachorro lá novo, tinha um viraata, a gente comprou uma casa
de campo, aí apareceu um outro vira lata. Ela vamos ficar com ele, tal. Aí outro dia ela assumiu. É Beníci o nome dele. Eu falei: "A, você sabe por que que eu fiquei com Benny?" Aí eu falei: "Por que ali?" Me lembra de trazer foto do Benny amanhã, tá? Eu eu tenho permissão para falar um mini palavrão agora só para sair daqui de dentro. Posso só unzinho? A desgraçada virou para mim e falou assim: "Ele lembra tanto você no seu começo e pior que lembra mesmo." Mas enfim, nem sei onde eu tava. Muitas vezes você
está tentando algo que as pessoas não experimentaram. Então, nós temos cinco filhos. A mulher decidiu, eu tentei fazer vasectomia três vezes, na hora H ela, amor, vamos adiar, vamos desmarcar e tal. das duas primeiras vezes, ela desmarcou por conta própria. Liguei pra secretária, falei: "Camila, me dá os dados aí porque eu sou todo destabanado, gente. Então eu esqueço as coisas. Eu saio para ir para um lugar, eu preciso: "Camila, me manda, me manda a localização, o número da sala, com quem que eu vou falar e tal". Aí eu falei assim: "Não, não precisa não, porque
a Emily desmarcou". Falei: "Porra, nem pediu assim eu tô virando um pau mandado, né?" Aí, moral da história, decidimos que talvez tenhamos mais um filho. E é muito engraçado, A gente vira e fala: "Acho que a gente vai ter mais um filho". As pessoas falam: "Como? Para quê?" E tem hora que dá vontade de virar e falar assim: "Eu não preciso de um centavo seu para criar nenhum dos meus filhos. Se a sua vida é o inferno, porque você já tem um ou já tem dois ou um cachorro, azar o seu. A pessoa projeta a
sua frustração em você, você pega aquela frustração para si e acha que você vai se frustrar se você seguir em frente. Ela só não tem repertório. Tem muita mulher aqui mais avançada ou menos avançada, mais realizada ou menos realizada, que é cercada de pessoas frustradas, de mulheres guerreiras. Ela vira e fala: "Nossa, achei um cara incrível". Aí a outra já vira e fala: "Não confia em homem não olha, não vai inventar de parar de trabalhar por causa de homem não". Ela vira e fala: "Ah, é verdade. Então, o otimista inseguro e você vai entender de
onde vem essa insegurança e no seu diagnóstico vai aparecer certinho de onde veio, de onde tá vindo e o que que você tem que fazer." O otimista inseguro, ele abre mão da possibilidade por conta da insegurança que ele sente na ausência das pessoas que confia nele ou que ele confia. E muitas vezes você está esperando uma aprovação de quem tem Condições de te falar sobre aquilo. O cara quer fazer trade no mercado de criptomoedas. A mãe dele nem sabe o que que é criptomoeda. Ele tá esperando um apoio. A sua mãe é servidora pública, o
seu pai é militar do exército e você tá tentando montar uma usina para empreender com dinheiro do BNDS, que que eles vão falar, meu filho. Então, o otimista inseguro, ele depende de um combustível que às vezes não vem, certo? Perfeito. Se você se identifica, já coloca e quem já deu combo nos dois aí, espera o terceiro que talvez você dê combo nos três. É o otimista guerreiro. É aquela pessoa que sente que ela tem que ser o superherói da família, que tem que lutar contra todo mundo, que tem que lutar contra todos e que ninguém
vai dar conta de ser feliz se ele não voltar ali com o dinheiro que ele ganhou, com quem ele se tornou, com o nome dele para dizer: "Calma que eu cheguei". Chegou aonde, meu filho? era pro outro lado. É aquela pessoa que entendeu inconscientemente que a condição que ele desenvolveu gerou nele uma obrigação de resolver o problema de todo mundo. Não quer dizer que você não possa e não deva ajudar as pessoas. Eu mesmo faço isso por muita gente. Pago escola, pago casa, Pago carro, pago curso, pago, pago um monte de coisa por um monte
de gente, mas eu não paro a minha vida para isso. E o problema é que muitos de vocês deixam de seguir quando alguém está precisando. Puxe na memória. Não houve um um tempo, uma janela de tempo onde todo mundo tava bem. Não tem aquele período, olha, no mês de março você se prepara porque no mês de abril vai est todo mundo bem. Abril vai ser o seu mês, você pode se concentrar só em você. Não vai ter isso. Quando não for sua mãe, vai ser seu pai. Quando não for seu pai, vai ser sua sogra.
Quando não for seu pai, nem sua sogra vai ser seu cunhado. Quando não for ninguém, vai ser o vizinho. Quando não for ninguém, vai ser o irmão da igreja. Quando não foi irmão da igreja, é aquele influencer que você gosta que passou por um perrengo, você tá ante você tá sempre sofrendo com alguém que tá com problema. Você para de pedalar sua bicicletinha toda vez que você olha em volta e tem alguém passando mal. Esse é o otimista guerreiro. E a Valéria disse assim, ó: "No meu caso, eu sempre faço tudo para ajudar a todos
que precisam e nisso me lasquei. Fiquei para trás, ninguém me ajudou e acabei ficando sem nada. Estou aqui hoje para recomeçar. Vamos lá! E não se esqueça de se incluir no todos. Faça por você também. Faça primeiro por você, tá? Deixa transbordar. Mas transbordar, Gente, não é para postar no Instagram. Transbordar é: "Deixa derramar. Dinheiro tá sobrando, saúde tá sobrando, paz tá sobrando. É bom demais você não ter medo da vida. É bom demais dormir e acordar com vontade de fazer um negócio. É bom demais viver assim". A pergunta é: quando foi que você se
perdeu de você? Porque é por isso que nós estamos aqui para você entender quem somos nós. Nós somos aliança divergente, pessoas comuns que se uniram para enfrentar problemas comuns. Então tudo que a gente vai falar aqui é comum, nem é difícil dar exemplo, porque se você não viveu algo idêntico, você viveu algo parecido ou conhece alguém que viveu isso. E por que nós nos unimos? Porque nós entendemos que é muito difícil viver de um jeito diferente. E com o que você vai entender aqui, você vai perceber que a gente acredita em um mundo diferente do
que as pessoas acreditam e nós enxergamos as coisas de um jeito diferente de como as pessoas enxergam. Então a gente meio que criou a nossa própria bolha para se apoiar com quem enxerga aquele problema do jeito que a gente enxerga. E nós transformamos isso aqui, ó, pessoas comuns em pessoas memoráveis. É muito gostoso ter esse antes e depois. Eu tenho muito orgulho de quem eu me tornei, mas eu tenho mais orgulho ainda de quem me tornou. E quem me tornou, quem eu me tornei foi esse Elton lá de trás, que com menos recursos do que
eu tenho hoje fez muito mais. Só que eu demorei muito para dar certo. Por que que eu demorei para dar certo? Porque eu não tinha informação o que que tá faltando para mim. E foi gostoso sair daqui para cá, apesar de ter demorado. Então, ter crescido, ter alcançado um lugar de destaque, ter feito uma construção que hoje pode alcançar a vida de tanta gente, me dá muito orgulho e muito motivo para fazer o que eu faço. E eu não estou fazendo esse evento gratuito porque eu tenho dó de vocês. Eu estou fazendo porque eu acredito
em vocês. Cada pessoa que contar a história aqui, cada caso que nós trouxermos, é o caso de uma pessoa que um dia entendeu aquilo que nós entendemos, porque nós explicamos e nós estamos aqui para isso. E eu preciso de dois combustíveis, a frustração e o sonho. Elton, estamos falando de quê? de dinheiro. Estamos falando de dinheiro. Eu sei que também existe a autoestima prejudicado. Eu sei que existe a confiança prejudicada. Eu sei que existe uma série de coisas prejudicado, mas acredite, isso só tá prejudicado porque você vem se ferrando há muito tempo ou porque você
está num lugar que você não consegue sair. Tem gente que veio, Tem gente que veio de baixo. Quem veio de baixo tem esses problemas dos ascendentes. E tem gente que não veio de baixo, mas nunca tentou nada. Sabe aquela pessoa não erre porque o seu pai construiu um império para vocês? Qual é o seu sofrimento? Ele é só seu. Qual é a sua limitação? Ela é só sua. Não se compare quando nós formos contar as histórias. Talvez você não passou o que eu passei. Talvez você não quebrou nenhuma vez. E talvez inclusive esse tenha sido
o seu problema. Nem quebrar você pode. Não pode errar, não pode tentar, não pode uma série de coisas. Essa é a sua história. Em alguns momentos eu vou contar a minha. Em alguns momentos eu vou contar a história de outras pessoas, mas tente trazer a sua história pros nossos exemplos, porque lá atrás, quando você perguntasse, se você perguntasse para mim lá atrás, se você perguntasse para mim que que te incomoda? Eu ia te falar: "Isso me incomoda". A casa que eu morava para mim era a materialização da minha frustração. Um cara que sonhava com coisas
gigantescas, nenhum dos negócios que eu tentava montar dava menos de R 1 milhão deais por ano. Para mim nenhum. Quando minha esposa me via, ó, segurando a cabecinha aqui, ó, não era pos de Chico Xavier, Não, segurando a cabeça aqui, ó, mexendo na calculadora, ela já ria de lá. Quando eu terminava a conta, ela perguntava: "Deu quantos milhões?" Aí eu falava: "X". Ela: "Qual é a ideia? Eu estava tentando sair desse lugar, só que esse lugar não era o CEP, não era o imóvel, era o conjunto de coisas. Porque pro sonho que eu tinha, morar
nessa casa era um atestado de fracasso. Eu me lembrava que eu não sequer dava conta de morar onde eu queria. E aí eu fui criando justificativas para isso. Essa casa em Brasília que é NL6 Conjunto AF casa 10. São três casas no mesmo lote. Um dia deu uma briga lá, o vizinho não abaixou o som e minha mulher foi falar com o cara, o cara encheu o saco, eu fui lá para cima do cara. Depois eu lembrei que eu não era tão grande quanto eu achei que fosse. E aí bate boca com o cara. Eu
falei: "Ah, meu, não vou, eu não vou ficar nesse jogo aqui." Aí fui na delegacia aquela coisa toda. Aí a polícia chegou, aí o policial olhou aquela confusão, ele falou: "Cara, qual que é o rolo aí? A casa é dele, ele aluga um pedaço para você ou a casa é sua e você aluga um pedaço para ele?" Eu falei: "Não, são três casas, tem mais uma no fundo e a casa não é de ninguém. O dono não mora aqui ali. E por que que você não sai daí?" Aí eu falei: "É, sua pergunta é boa,
a resposta é que é ruim". Aí resolveu ali e tal. Quando eu subi, que que minha esposa perguntou? Que que o guarda falou? Que que o policial falou? Ah, mas perguntou por que a gente não sai daqui. Ela é mesmo? Por que que a gente não sai daqui? Cara, essa pergunta batia lá no meu fígado assim, sabe? Por que que a gente não sai daqui? Porque eu não dou conta, porque eu não dou certo. Minhas ideias são boas, mas elas dão errado. E você sabe o que que me doía mais? E eu testei. Teve ideia
que eu tive que ao invés de executar, eu contei para alguém e o cara fez. E sabe o que aconteceu? Deu certo. Quase que eu pensei, vou vender ideia. É, ué, eu tenho ideia, faço, não dá certo, o cara faz, dá certo, me dá um pedaço desse dinheiro aí, porque se eu fizer vai dar errado. Então, isso me incomodava. Por que que você não sai daí? Ah, mas casa não é importante para mim. Então, é que no meu caso era, se você me mandasse desenhar uma casa, eu ia desenhar assim, ó. Uma casa para mim
tinha um critério, sabe? Sonho de menino. Não pode ter portão e tem que ter um monte de carro. Cara, isso aqui para mim era impossível e eu preciso que você volte a sonhar ou pelo menos traga os seus sonhos porque nós vamos falar sobre vontade roubada para entender a lógica do inconsciente, essa anatomia das relações e saber onde foi que a sua vontade foi roubada, qual vontade foi roubada, porque não adianta A gente mexer num monte de coisas de alguém que nem sabe para onde tá indo. Poxa! Ah, mas é impossível para mim. Ainda é
impossível. O todo é impossível, mas tem um pedacinho aí que não é impossível. Você justifica não fazer nada porque o todo é impossível, mas tem um pedacinho que já é possível. Minha mãe fala que quando eu era pequeno, se eu pegasse um troço desse aqui, por exemplo, ó, e tem foto lá em casa, eu no quintal com um monte de pista assim, ó, feita com enchada e um monte de tijolo. E o tijolo era, sabe o quê? o carrinho. Então, quando eu tava na cama lá, eu se tivesse uma garrafa, eu ia deitar a garrafa
e fazer. Meu negócio era carro, tudo para mim era carro. E eu media o meu sucesso com carro, porque eu também já medi o meu fracasso com a minha dificuldade de comprar carros. Era um sonho meu que eu não dava conta de realizar e eu entendia que aquele seria o meu termômetro. Qual que é o seu termômetro? Talvez seja viajar. é a sua história. A pergunta é: por que que você não viaja mais? Então talvez ser cirurgia, seja morar bem, seja comer bem. Por que que você não faz isso? Gente, eu fui conhecer a praia
em 2016, um dia desse, aquilo para mim era impossível. E depois, no fim das contas, eu gastei R$ 5.000 para fazer aquela viagem. Ah, cara, quantas coisas eu não tinha permissão para fazer. E quando eu olho para hoje, semana que vem eu tenho uma reunião com a Porche Cup, porque tô negociando uma vaga para correr o ano que vem, a temporada de 2027, porque é o meu sonho. De pequeno era o meu sonho. Era um sonho do menino que era impossível porque o adulto que cresceu não dava conta de nada. Olha que triste, a gente
fala muito de criança interior, mas e esse adulto exterior aí que tá todo frustrado, com um monte de diploma, com um monte de conhecimento, com um monte de história, um monte de informações, porque o adulto de hoje sabe sobre tudo, né? Ele sabe sobre física quântica, ele sabe sobre geopolítica, ele sabe sobre uma série de coisas, porque ele viu um vídeo de 90 segundos no Instagram, no TikTok. Aí você fala: "Bora, irmão, então vamos jogar o jogo da vida real. Realiza os sonhos dos seus filhos. Realize os sonhos da sua esposa, realize os sonhos do
seu marido, realize os sonhos da pessoa que mora no seu espelho. Por que que você não realiza podendo saber sobre tudo ou sabendo sobre tantas coisas? O que que te impede? Porque se eu não der conta de torcer a faca em você, se não tiver nenhum sonho reprimido aí, nada vai justificar o esforço do que você vai descobrir no seu diagnóstico. Nada vai justificar isso, porque você pega esse garoto aqui, ó. Isso aqui era sabe o quê? Não é um carrinho de picolé. Isso aqui era uma máquina que lavava um carro com 2 L de
água. Eu adorava carros. E esse era um plano para ficar milionário. Ah, mas ninguém fica Milionário com isso. Várias pessoas ficaram. Nessa época não existia lavagem a seco quando existe hoje. Hoje você tem supermercado, aeroporto, shopping, edifício comercial, até condomínio, se for quatro, cinco torres, tem uma lavagem dessa aqui. Mas eu me compromet lavar meu carro lá. Cara frustrado, viu? Ele fala: "Nunca lavei". Acho que eu vou até lavar, Ramon, para quebrar esse padrão. Você vai comigo? Você pega na minha mão. Vamos. Porque para mim era um absurdo, cara. Como é que eu não consigo
ganhar dinheiro com isso, meu? Como então para esse garoto aqui chegar aqui, cara, é uma realização de um sonho gigantesco. Aí vem a pergunta: "Por que que eu consegui e você não?" O Léo disse aqui, ó: "Elton, tenho boas ideias. Comecei dois negócios bons com a minha companheira, mas nos dois ela ficou doente. Bem na hora que a gente começou a crescer e eu acabei ficando sozinho e tá duro estar sozinho nos negócios. Boa. Então, ó, vocês já vão pegar aí, ó, página sete, lá na página sete. Quem não tá com a página aí, não,
não se desespera. A gente vai achar solução para tudo aqui, Tá bom? Quem não pegou aí a página sete, você vai dividir uma folha em três, certo? Aqui você vai escrever acontecimento. Pode colocar fato, tá? Não vou colocar do jeito que tá na apostila para vocês não se perderem. A acontecimento. Aqui você vai colocar tentativa e aqui você vai colocar evidência. Pede para alguém trazer mais chá para mim. Você vai selecionar três acontecimentos ruins que te prejudicaram, que você quer entender ou que você quer bloquear. Elton, não quero mais que alguém fique doente quando eu
estiver preste a dar um salto. Elton, não quero mais ser roubado. Elton, não quero mais ser passado para trás. Elton, não quero mais bater carro. Antes de você colocar as suas dúvidas, aceite o meu desafio e liste três acontecimentos que você queira entender, porque isso aqui faz parte do seu diagnóstico, certo? Então, na medida em que você for ouvindo histórias ou que você for se lembrando, deixa eu ver se esse maluco aí explica tudo mesmo. Por que que o meu cachorro ficou doente naquele dia que tal coisa aconteceu? Quer entender porque que o seu cachorro
ficou doente? Ah, mas isso não tem explicação. Até quando você vai viver com pessoas dizendo que o que te Acontece não tem explicação? Não tem explicação, eles não dão conta de explicar. São duas coisas completamente diferentes. Então, qualquer um aí, ó, técnico, quer seja de área A ou área B, quiser me desafiar e explicar alguma coisa, vamos sentar junto, fazer uma live aí que eu tô para jogo. Só que hoje eu e você aqui, tá bom? três acontecimentos. Elton, depois que você aprendeu tudo isso, estruturou tudo isso, coisas ruins ainda acontecem na sua vida? Sim,
só que todas elas têm uma explicação. Todas elas têm uma explicação de causa, todas elas tm uma explicação de utilidade. Você vai entender o que que a gente chama de utilidade. Embora talvez em alguns momentos você se sinta uma pessoa muito materialista, porque a gente vai ficar falando de dinheiro, do dinheiro que você não ganhou, do dinheiro que você deveria estar ganhando, eu não estou aqui vendendo uma ideia de prosperidade, eu estou vendendo uma ideia de liberdade, certo? Eu quero que você entenda que por trás de tudo isso, existe uma família que talvez esteja pagando
caro pela sua frustração, pagando caro pela sua limitação. Aí você fica dizendo: "Dinheiro não traz felicidade". Já testou? Ah, é que eu vi um rico que não era feliz. Quantos ricos tristes você conhece? E quantos pobres felizes você conhece? Porque o pobre para tá feliz, ele tem que estar com outro pobre idiota do lado dele, contando uma piada ruim, fazendo piada com a própria barriga, não é? A música tem que ser de péssima qualidade, o som tem que ser altíssimo. Aí é fácil fingir que tá feliz, rindo da desgraça. Tá no bar tomando cerveja, falando
do Flamengo e a mulher perguntando para ele porque que ela não pode botar silicone. Não vamos pros extremos. A mulher perguntando para ele: "Meu amor, por que a gente não sai daqui? Por que a gente não coloca os nossos filhos naquela escola?" Então, vamos assumir que a gente queria e não conseguiu, porque assim fica fácil a gente entender por que a gente não conseguiu. Coisas ruins ainda acontecem na minha vida, como eu disse, ainda acontece na minha vida. Isso aqui, por exemplo, é o raio X do braço esquerdo da minha filha número cinco, com uma
fratura gravíssima. Por muito pouco não foi fratura exposta. Se você observar quem é da área da saúde, vai conseguir identificar nessa imagem. O osso tá a flor da pele aqui, a ponta do osso quebrou completamente o bracinho aqui. Ela tem 4 anos. Se não for quatro, é três. É por aí. É quatro. É quatro. É quatro. Aconteceu. Só que nós entendemos na hora. Ah, Elton, mas e aí se já tá acontecido? Pelo menos a história foi diferente, porque a mais ou menos 10 anos atrás, quando um filho meu tava brincando com a roupa lá e
respirou a lantejola da roupa e o nariz dele começou a sangrar, ele começou a gritar, nós fomos correndo desesperados pro hospital de base em Brasília. Nessa hora eu tava com talão de cheque no bolso e o cartão da sogra no outro bolso, porque eu sabia que o Caitio trocava cheque para mim a qualquer hora que eu ligasse para ele. Por eu e o AJ nós éramos assim. E 10 anos depois eu tive um problema parecido e nós fomos pro Albert Einstein de helicóptero com a melhor equipe para aquele caso esperando a gente. É diferente, vou
te falar, é muito diferente. Então, cuidado para você não trazer para cá essas ilusões do meu problema não é dinheiro ou meu problema não é só dinheiro. Não preciso de dinheiro. Cuidado para você não ficar achando que esse assunto é materialista, porque todos nós somos materialistas, só que nós materializamos coisas diferentes. Tem gente que materializa uma Porsche, tem gente que materializa uma Mercedes, tipo ônibus Mercedes, sabe? É, materializou do mesmo jeito. Tem gente que materializa o hospital de Baj, tem gente que materializa na prática Albert Einstein. A pergunta é sobre o aspecto material, inclusive no
teu corpo, era essa vida que você queria ter se você pudesse ter qualquer uma? Se você fosse desenhar lá, deixa eu desenhar a minha vida ideal, você ia desenhar a vida que você tem hoje? Fala a verdade, desculpa, gente. Eu posso estar muito enganado, mas nem eu que tenho quase tudo desenhar a mesma vida que eu tenho hoje. Eu desenhar algumas coisas que eu não tenho, algumas coisas que eu não sou, algumas coisas que eu não faço. E eu preciso ser para você o que eu chamo de porta-voz do desconforto. Eu preciso dar conta de
trazer à tona uma indignação aí mais velha, mais nova. mais presente. Eu não sei o que que te incomoda, mas espero que não tenha parado de te incomodar só porque você olhou em volta e boa parte das pessoas vive dessa forma. Eu preciso que você deixe de ser esse otimista carente, esse otimista inseguro e esse otimista guerreiro. Porque a Melhor coisa é poder acreditar no futuro, não só porque você é uma pessoa de fé, mas é porque você sabe o que você fez ontem. Quando eu penso num futuro, eu me lembro da transformação que eu
fiz por aquele garoto de Taguatinga. Se eu sair de Taguatinga para estar onde eu estou hoje, desculpa, é difícil não acreditar em um futuro. Então, eu quero te trazer a consciência, o controle para você ter os primeiros resultados. Porque aquele cara que um dia ouviu da filha, por que que todo o meu aniversário é uma merda? E no ano seguinte ele levou a filha para um cruzeiro. Quem saiu ganhando não foi ela, foi ele. Porque o dia que ele duvidar de si, é só ele lembrar do que ele fez pela filha dele. É só a
mulher dele lembrar ele do que ele fez pela família dele. Entende por que a aliança divergente é tão poderosa? Porque a gente está com pessoas que têm problemas, mas os nossos problemas não são tudo que nós temos. Nossos problemas são acompanhados dos nossos sonhos, os nossos desafios no meio e o apoio constante. É assim que a gente resolve isso para conquistar isso. Tem problema que a gente não resolve. Nós só vamos resolver os problemas que estão atrapalhando. E talvez você não tenha entendido que ao vir aqui hoje você se já se descolou da maior parte
das pessoas com as quais você convive. Quer ver um exemplo? Anota isso aí, ó, para você começar a se encorajar e dar valor no passo que você deu. A média já ficou para trás. É só você não parar, dar um passo, outro passo, outro passo, outro passo e outro passo. É só não parar. O problema das pessoas não é que elas não começam, é que elas param no meio do caminho. Deixa eu mostrar para você que a média não veio. Quem aqui viu algum vídeo meu? Gente, nós somos os caras mais chatos da internet, sabia?
Nós somos o segundo maior anunciante no segmento de educação no Brasil. Então, a gente aparece no Instagram, no Facebook, no TikTok, onde mais? Spotify, plataforma de dorama. É, vai assistir dorama lá, aqueles asiáticos de no intervalo. É, você já ouviu falar de permissão? Você tem capacidade, você tem disposição, você sabe mais do que outras pessoas, trabalham mais do que elas, mas ganha menos do que elas. Temos um convite para você. resgate dos otimistas, cara. É, aí ele sai do da da plataforma do Dorama e vai pro pro joguinho. Alguma vez você já se questionou porque
tem gente que sabe menos do que você e ganha muito mais? Isso nos fez aparecer para sabe quantas pessoas nos últimos dias, esses videozinhos chatos que as pessoas não aguentam mais. Dá um chute aí. Quem falou 20 milhões? Olha, a senhora tá boa de número, hein? É. Você aparece para mim toda hora, né? 27 milhões de pessoas, gente. Isso é muita gente. E tudo bem, tem gente que gostou, tem gente que não gostou, tem gente que achou isso, tem gente que achou aquilo. Mas o que eu quero que você entenda é o seguinte: você não
faz parte da média. Você pode até voltar para lá, mas você já não faz parte. 27 milhões de pessoas viram um vídeo, algumas que clicaram, algumas clicaram e se cadastraram. Quem tá assistindo aqui se cadastrou ou alguém cadastrou para você, certo? Você tem ideia de quantas pessoas se cadastraram? Coloca no chat quantas quantas 1000 pessoas você acha que se cadastraram? É muit Quantas? 37 300 quanto? Hã? 600.000. Vou dar logo o número. 359.000. 1000 pessoas se cadastraram. Perceba que daqui para cá já tem uma queda brusca. E teve gente que assistiu, se cadastrou, Deixou o
nome, o e-mail e telefone, mas não veio. Pessoas que ficaram pelo caminho. Infelizmente, dessa vez você não foi a pessoa que ficou pelo caminho. Quem está em casa sabe quantas pessoas tem ao vivo. Vocês, quantas pessoas vocês acham que tem ao vivo? Agora vou simplificar. 44.000 pessoas estão ao vivo. E para essas pessoas eu quero uma salva de palmas, porque elas poderiam estar fazendo diversas coisas, inclusive nada. A grande dúvida é quantas dessas pessoas virão amanhã? Amanhã nós vamos fazer a mesma conta e descobrir. Você que veio, parabéns. E você que está aqui, parabéns. E
você que já sabe que vai voltar, coloca aqui, conte comigo. Você falou das profissões no começo, além de médicos, advogados, aqui você falou de uma psicóloga e várias psicólogas se identificaram, viu? A Juliet disse: "Sou psicóloga, neuropsicóloga, mais umas coisas aqui. Estou aprendendo coisas inéditas aqui com você hoje." Legal. Então se prepara porque agora o bicho vai pegar. Preste atenção numa palavrinha que nós vamos trabalhar o entorno dela, que eu chamo de a órbita dela, o que está em volta. Existe uma palavrinha chamada vontade. Não vamos discutir filosoficamente, Espiritualmente ou teologicamente de onde vem a
vontade, o que faz a gente querer, porque isso de fato, eu não sei. Essa tem sido a minha cachaça filosófica, tentando descobrir o que que faz uma pessoa querer, por que a gente quer o que a gente quer, será que a gente quer só porque a gente quer? Será que alguém faz a gente querer? Será que alguém controla isso? Isso eu ainda não sei, certo? Mas nós sabemos que essa tecnologia humana é capacitada para desejar, certo? Não sabemos de onde vem essa vontade. Nós sabemos onde ela aparece no cérebro, mas nós não sabemos qual parte
do cérebro faz a vontade surgir. Referência, energia e ancestralidade, não sei. Aquilo que eu sei, eu digo que sei. Aquilo que eu não sei, eu digo que não sei. Mas eu sei que você tem vontade, certo? Não sei de onde ela vem, mas sei que ela vem. Ela já veio. Alguma coisa você já quis na vida. Mamar, fazer xixi, fazer cocô, foi uma vontade por conta de uma provocação e necessidade fisiológica. Mas existem outras necessidades que geram vontade. A pergunta é: como é que está a sua vontade? Você é uma pessoa que costuma querer? Você
é uma pessoa que quer muito, você é uma pessoa que quer muito o tempo todo, você é uma pessoa que oscila muito, Oscila pouco, como é que está a sua vontade? Quantos anos você tem? Coloca aqui no chat. Quantos anos você tem a sua idade hoje? Porque você consegue enxergar à sua volta pessoas que desejam mais do que você. Tem gente que compra um carro na semana seguinte já tá olhando pelo retrovisor ou pela janela, procurando outro, não é? Tem gente que compra uma casa, chama o arquiteto para decorar a casa e planejar a próxima.
Você fala: "Meu, tu não para não?" Tem gente que olha tipo Bill Gates, caras muito ricos como Roberto Justos e daqui a pouco o cara faz um outro investimento, em outro investimento. Tem hora que você não olha e fala assim: "Ele não vai parar não". Não é? Mas a pergunta é: por que que ele tem que parar? Por que que a gente tem que parar de querer crescer? Ah, mas não precisa de tanto. Mas que tanto é esse? A nossa vontade, ela é condicionada à capacidade de realizar dos outros. A nossa vontade, ela foi totalmente
condicionada. Então, você é uma pessoa que muitas vezes reclama de não ter coisas que no fundo você nem quis. Tem mulher que reclama de não ter marido e quando ela fala de homem você fala: "Tá explicado porque que você não tem? Você não gosta, você reclama". Tem gente que não tem dinheiro e quando a pessoa fala de rico, você fala: "Meu, você tá atacando aquilo que você tá pretendendo se tornar". Eu quando eu passava naquelas casas lá do Lago Sul, em Brasília que eu ia olhar o aluguel de R$ 35.000, sabe qual justificativa que eu
dava para mim? Só roubando para ter uma casa dessa. O cara paga R5.000 no mês, no outro mês ele paga de novo. E você sabe o que que ele faz no outro mês? Paga de novo, mano. É 35.000. 1000, eu tô sofrendo para pagar 1300 aqui. Na verdade era 1000, eu atrasava, ficava 1300. Na minha cabeça tem que roubar para fazer um negócio desse. E por incrível que pareça, eu tive oportunidade de fazer um negócio e ganhar um monte de dinheiro ilícito. Aí eu falei: "Caramba, será que eu não estou projetando algo ruim para aquilo
que eu quero me tornar? Ou quem tá projetando para mim?" Então, se você tivesse que dar uma nota de 0 a 10 paraa sua capacidade de querer, que nota você daria? Entenderam a pergunta? Pensando na sua capacidade de querer, na sua fome, na sua vontade de desejar, não é só projetar, é projetar e já sentir falta. Pensando nessa capacidade de zero a 10, qual a sua capacidade de desejar, sua vontade? Tô só preparando o terreno, tá gente? Fica tranquilo que vai vir muita técnica agora. Porque eu preciso saber onde é que você se perdeu de
você. Existe uma jornada na vida que ela começa assim, ó. Aqui tá a origem, aqui tá o destino. Beleza? Você começou aqui para vir para cá. A vida foi avançando, foi avançando, foi avançando, foi avançando e de repente a coisa parou. A coisa parou, mas a vida não parou. Quando eu era pequeno, eu tinha uma estratégia. Eu ia trabalhar no supermercado da esquina. Depois que eu trabalhasse no supermercado da esquina, eu ia desenvolver mais habilidades para trabalhar no supermercado maior, para fazer o meu dinheirinho, para comprar uns negócio, para vender e depois que eu vendesse
o primeiro, eu ia vender o segundo, depois eu ia ficar rico. Tudo parecia tão normal, tudo parecia tão possível. Aí eu comecei a ouvir muitas histórias de pessoas que quebraram a cara, de pessoas que perderam tudo, de pessoas que sentiam medo, culpa, aquela coisa toda. Ótimo. Isso ficou enraizado em mim, como ficou enraizado em você. Esse lugarzinho onde a vida não parou, mas as coisas pararam de acontecer, se chama limbo. É onde muitos de vocês estão. E o limbo é terrível porque os anos passam e de repente você se percebe com um vigor menor. Outro
dia eu fui abaixar, posso falar mais um palavrãozinho? É mini. E o [ __ ] do meu filho de 11 anos disse: "Agacha direito, papai". Eu virei e falei assim: "Porra, eu faço agachamento na academia, eu tenho um agachamento, uma mobilidade". Eu falei: "Como é que agacha direito?" Eu f agachando igual um velho. E o seu agachamento é melhor do que o meu, velho. Não é direitinho. Não vou fazer agora porque agora tô na dúvida, né? Mas percebo, o tempo passou e eu tô agachando igual velho. Eu falei, gente, eu sou um jovem sonhador, eu
faço drift. Para quem não sabe, drift é tipo cavalo de pau profissional, sabe? Fal, sou um jovem. Não, papai, o senhor tá agachando igual um velho. O tempo tá passando, gente. Eu não sei se você tá construindo patrimônio, riqueza, lembrança, memória e herança. Eu não sei se a coisa parou de acontecer, mas a vida não parou. Então esse limbo é o lugar para onde a gente quer olhar com óculos divergente. E para você que tá aqui só de curioso, deixa eu te dar uma dica. Ou você vai embora agora ou você fica até o final.
Porque se você enxergar o que eu vou te mostrar e não fizer nada, sua vida vai piorar, porque nós vamos colocar luz no seu inconsciente. Vocês não pularam nenhum slide meu aqui, não, né, Duda? E Felipe pularam, né? Não mexe não. Ó que pulou, hein, a minha frase e a outra tá aqui na na sequência ainda. Tá vendo? Então você pulou. Eu, gente, tô conversando com alguém aqui, não tô louco não. Tá. Então vamos falar de uma coisa importante pra gente trazer luz para entender porque que você tá assim. Vontade roubada. Em algum momento, opa,
errei. Não tá certo. Em algum momento você se perdeu de você. Em algum momento eu já tive uma padaria e eu vendia muito disse Lizette, mas devido às brigas com meu marido e ter um marido âncora, eu fechei. Beleza, essa é uma justificativa ou de fato a motivação, mas em algum Momento ela foi uma pessoa que quis ter padaria, aí deu errado. Ela quer ter padaria de novo. Entende? Que que eu tô querendo analisar agora? É só à vontade, não os acontecimentos em volta. A gente vai olhar os acontecimentos em volta, mas quando a gente
fala de sonhar, você é bom nisso, cara? Você quer o quê? Ah, eu quero isso, isso, isso. A casa, eu quero assim, o marido eu quero assado. O a escola dos meninos eu quero assim, ah, viagem eu quero. Você é bom de querer? Sim. Não ou depende? Primeira opção, sim. Segunda opção, não. Terceira opção, depende. Depende de como eu estou e com quem eu estou. Eu tenho uns amigos muito ricos. Eu sou muito rico, mas é que eles me fazem sentir tão pobres. Tem dia que eu vou dar vontade, ah, deixa eu ir sem relógio,
me dá um Apple Watch aí, deixa eu ir num, deixa eu ir de Uber, porque, mano, é um jogo sem noção, assim. pro meu nível é sem noção, mas eu adoro estar com eles, porque eu fico olhando, falo assim: "Que que esse cara tem que eu não tenho? Que que ele sabe que eu não sei? Que que eu faço? Que que ele faz que eu não faço? Não me meço? Eu adoro seu burro da mesa, o pobre da rua. Eu adoro. Fala, cara. Deixa eu saber a história desse cara. Como que ele chegou, onde ele
chegou, há quanto tempo ele tá aí? E uma coisa que mais me incomoda não é perder na conquista, é perder na vontade. É bizarro isso, cara. Homens, fiquem perto de pessoas famintas, nem que vocês tenham medo delas comerem você ou uma parte sagrada do seu corpo. Mas você tem que estar num lugar onde você fala: "Meu, ou vai dar muito certo ou vai dar muita merda. Aqui eu sou burro, aqui eu sou pobre, que eu sou feio. Mas isso vai gerar em você um desconforto tão grande, tão grande, tão grande que você vai falar assim:
"Cara, que que eu preciso fazer?" Porque perder na capacidade, perder na construção, perder na no acúmulo, cara, tem uma justificativa. Outro dia eu tava na mesa do cara, o cara só fala em bilhão, por causa que eu falei, irmão, vamos falar de milhão. Eu tô caminhando pro bilhão, mas é que ainda tá na cabeça. Eu não vou mentir resultado para vocês não, viu, gente? Eu não sou bilionário, ok? Cara, tá na cabeça, já tem um plano para chegar lá, Mas meu, é tão natural para você. E aí uma parte minha vira e fala: "E eu
te acho tão burro". me ensina alguma coisa. Então, quando eu olho para um cara desse, [ __ ] o cara tem 30 anos que ele tá dando certo. Poxa, que eu tô dando certo, certo mesmo. Tem uns oito, então tem uma justificativa. Mas você sabe o que que me incomoda? Esquece o que eu tenho e o que ele tem. Tipo, zera. Não vale olhar conta bancária, imposto de renda, não vale olhar nada. é olhar para um cara desse que mesmo tendo mais que eu, ele ainda consegue ter mais fome do que eu. Rapaz, era para
esse maluco tá de barriga cheia, ele tá falando do que ele quer fazer e de planos e ideias, como se fosse uma criança. Fala, meu, a gente precisa olhar para esse lugar da vontade, porque nós estamos num lugar onde a vontade é roubada. A gente vai falar de permissão, de dependência emocional, de análise do inconsciente, de pré-queda. Eu vou fazer o seu diagnóstico, trazer clareza e conexão para você de um jeito que ninguém nunca conectou. Mas eu preciso saber o seguinte, o que que você quer se eu cortar todas essas cordas aqui, ó? Tá vendo
aqui, ó? Tá preso o bonequinho, tá preso. O bonequinho é você. Tem muito conhecimento aqui nessa cabeça, tem muita ideia, o coração é bom, o coração é puro. Vou falar igual vocês gostam de falar, é de Deus. Tá tudo certinho com essa pessoa. Tem três formações, quatro especializações. Você fala: "Meu, isso aqui, ó, é a próxima Revelação do mercado, do seu mercado, da odontologia, da advocacia, do do mercado de finanças, da medicina, sei lá o que você faz da vida. É você aqui, ó, a próxima bola da vez. A pergunta é: você vai descobrir cada
uma dessa cordinha aqui, ó. Mas a hora que cortar, você vai para onde? Se começar a cortar aqui, ó, vamos liberar essa pessoa aqui, ó. Vamos começar aqui, ó, pau, sem eu derrubar, né? Vamos liberar. Vai para onde? Aí os meninos vão falar: "Não estraga, amanhã vocês arrumam". Aqui, ó. Tá liberando, ó. Você tá quase livre, irmão. Vou soltar aqui. Mas hora que eu soltar, você vai para onde, criatura? Não é porque o meu ex-marido me ferrou, tá? Eu tô falando lá pra frente. O que que você vê? O sonho de vocês é um borrão,
porque a vontade de vocês foi roubada. E a vontade roubada existe em três níveis. Isso foi roubado ao longo do tempo com muito acontecimento. Então, pega a primeira aí que é a vontade danificada. Que que é a vontade danificada? Faz de conta que você tem um software aí que deseja, que vira e fala: "Hum, gostei desse carro. Hum. Gostei desse barco, gostei dessa casa, gostei de cavalo, gostei de Fala uma coisa doida e de querer, Ramon. Ah, não, não, não, não. Fala um troço. Gostei de viagem. Gostei de viagem. Vou viajar igual um doido. Aí
na viagem eu conheço uma pessoa de um país que eu não sabia o nome e aquele país eu fui pesquisar e senti vontade, o cara quer tudo. Imagine que tem um software que você olha e fala: "Quero, não quero, quero, não quero." A capacidade de querer e esse software tá estragado. Você vira pra pessoa e fala: "O que que você quer?" Ela fala: "Hã, sim, querer vontade". Ela fala: "Quero que tanto muito". Você fala: "Mas o quê?" Hã? Gente, eu atendo pessoas que às vezes a gente passa dois meses validando a vontade, fala: "Meu irmão,
enquanto você não souber o que quer e não me provar que quer, o processo não vai avançar. Eu preciso saber o que você quer. Não é o que você aceita, é o que você quer." E muitos de vocês estão há 5, 10, 20 anos aceitando, aceitando o que vem, aceitando o que sobra. aceitando o que acontece. Esse emprego que você tem é o que você quis ou que você aceitou? O marido que você tem é o que você quis ou que você aceitou? O corpo que você tem o que você quis ou que você aceitou?
A casa que você tem? O que você quis ou que você aceitou? O carro que você tem, o que você quis ou que você aceitou? Começa a listar dever de casa hoje. Vai dormir com Satanás na tua cabeça perguntando: "Você quis ou aceitou? Você quis ou aceitou? Você quis ou aceitou? Dói você virar e saber que você aceitou e ainda teve que contar uma história para você e para as pessoas. E aí, esse carro velho, pelo menos tá quitado. E essa casa pelo menos tá limpinha. E esse marido pelo menos não me bate. Você fala:
"Caramba, que merda! Desculpa. Parou na vida do pelo menos parou no nível de aceitação. E tem gente quando eu falo de desejo, ela fica esperando opção para saber o que que ela aceita. Não confunda desejo com aceitação. Desejo é aquilo que você projeta, independente do que você tem, independente se aquilo é possível ou não, é só um desejo. Muitos de vocês estão com aplicativo da vontade danificada. Muitos de vocês estão esperando alguém chegar e falar: "É de Deus para você". Bem, eu nem queria, mas sendo de Deus, eu vou. Precisa de uma validação externa para
desejar alguma coisa paraa sua vida. Você fala: "Caramba, desculpa, mas que triste isso. Nunca fiquei com o que eu quis, sempre fiquei com o que sobrou para mim". Tem gente que não tem o sócio que quer, reclama do sócio. Gente, a coisa mais vergonhosa para mim é ver uma mulher reclamar do marido. Você fala: "Você escolheu estar com ele. Só você escolhe manter ele na sua vida e você reclama dele. É o máximo que você dá conta de manifestar para aquilo que você aceitou." E gente, muita provocação e pouco julgamento, tá? Porque se eu tivesse
sentado aí, eu ia estar levando esses chute na boca que vocês estão levando. Porque eu já fui banana, eu já fui frouxo, eu já fui covarde, já esperei o tempo de Deus. É tudo esses troços que vocês estão fazendo aí, uns fazendo mais, outros fazendo menos. Eu não dava conta de assumir que queria. Eu desejava um carro e escrevia outro no papel. Eu não sou doido de desejar carro conversível, carro que dá para comprar uma casa pro meu pai, pra minha mãe, pra minha irmã, para todo mundo num carro só para andar. É, então a
primeira vontade roubada é a vontade danificada. A pessoa não dá conta de querer nem quando ela é provocada, porque ela não está programada para desejar, ela está programada para aceitar. Então, quando você pensa em desejar, isso não é possível para ela. Ela só sabe aceitar. E muitas das opções que chegam para ela são restos de problemas. E você estudou, você fez faculdade, fez especialização, fez cursos online, desenvolveu dons, habilidades, sabe tanto sobre o que você faz para viver aceitando, nem tem o que corrigir aí, meu anjo. Mas vamos avançar. A segunda vontade danificada é o
que a gente chama de vontade deturpada. Essa aqui é até pior. Por qu? Já vou deixar a terceira aqui para eu poder correr. Por que que a vontade deturpada é pior? Porque a pessoa acha que quer, mas no fim das contas ela quer o que alguém quis que ela quisesse. Consegue entender isso? Uma pessoa quer o que alguém quis que ela quisesse. E aí se você perguntar para ela o que você quer? Ela vira para essa pessoa e pergunta: "Eu quero o que mesmo? O que que eu quero? Depende do que querem para mim. A
pessoa só sabe, não é nem seguir a vontade do outro, é querer o que o outro quer para ela. O pai, a mãe, o pastor, o padre, o mentor, o pajé, o vizinho, qualquer pessoa que chega perto dela é: "Oi, prazer, você é a minha vontade." Anda com a pessoa duas semanas, na terceira semana tá pedindo opinião sobre o quê? sobre o que ela gostaria de querer. É triste ver gente assim, gente que virou o objeto do querer dos outros. Bem, eu quero que você continue casado. É, eu amo meu marido. Aleluia. Por que você
não empreende? Não, porque eu quero ser servidora pública. Então, mas é que você passou num concurso de R$ 4.000, sua vida já custa nove. É, mas a minha mãe, o sonho da minha mãe era que eu fosse funcionária pública. Tudo bem, meu anjo, mas talvez sua mãe fosse empregada doméstica. Então, aquilo era um horizonte extremamente distante para ela. Se a sua mãe tivesse chegado onde você chegou, ela teria visto outro horizonte e outro e outro e outro. A minha mãe também foi empregada doméstico, o meu pai também foi garimpeiro, meu pai era pedreiro. Eu tô
reformando uma casa lá. Hoje eu tava fiz histórias outro dia falando, agora eu lembro porque que eu dei obra. Porque aos sábados minha mãe nunca deixou a gente jogar bola na rua porque ela tinha medo da gente jogar bola na rua e virar bandido igual a maior maior parte dos nossos vizinhos. Então se você não jogar bola na rua, você não fica com os vizinhos e aí você não vira bandido. Diminua a chance. Deu certo. Não virei bandido, não sei jogar bola. Foi uma coisa, foi uma coisa ruim. E no final de semana, que era
para fazer uma atividade legal, meu pai me levava paraa obra com o meu irmão. Então assim, meu e meu pai sempre foi muito duro. Por se botasse a mão na cintura simples, meu pai era [ __ ] Se andasse, meu, você meu pai era duro. Se a gente andasse e não batesse o calcanhar no chão, ele falava: "Volta, eu vou fechar o olho e quero ver o seu passo batendo no chão". Aí vou fingir que é homem, não bate aí andar mesmo, não põe a mão na cintura e bate de pé no chão. De onde
ele via o mundo, ele tava formando um macho. Tá, mas eu não parei nesse lugar porque aquela era a vontade do meu pai para mim. Eu cresci e deveria ter desenvolvido uma capacidade de querer. De quem é a sua vontade? Talvez a sua vontade esteja deturpada. Entenderam a vontade deturpada? Perfeito. E a vontade soterrada. Essa aqui é triste, mas é a mais fácil. Sabia? O que é que é vontade soterrada? Tá tão ruim assim a fonte? Gente, a dislexia é isso. Eu eu leio certo. Vocês não dão conta de ler certo? Não, seus preguiçosos. Eu
não troco só o G e o J, mas se você entender esse pedacinho aqui, ó, é esse aqui, ó, que tava faltando. Só ficou torto. Aham. É essa mesmo. Serrada. Certo. Imagine eu estudando inglês. Esse Y é aqui. Esse H. Onde? bagunça. Vontade soterrada é aquela que existe e é sua. Ela só tá soterrada, abafada por frustração, boleto, cobrança. Essa é a mais fácil, porque quando você fuça, a pessoa vira e fala: "Elton, vou falar a verdade, eu quero é isso e eu que quero". Fala: "Opa, achei a verdade. Ela não tá danificada, ela tá
lá embaixo, genuína. É aquela pessoa que vira e fala: "Meu irmão, eu me achei. Eu me achei. Tem uma parada aqui que eu quero de verdade. Não importa se tô fazendo odontologia, fisioterapia, medicina. O que eu queria mesmo era dançar. Você fala: "Meu irmão, mas vai dar para ganhar dinheiro com isso?" Você fala: "Ainda não, mas eu vou dançar até achar um jeito de ganhar dinheiro dançando." Você fala: "Hum, o olho brilhou". Começa assim, gente, ó, fisiologicamente falando, o olho brilha, a boca seca, frio na barriga, frio no estômago e às vezes um pouquinho de
cagaço. Essa é a jornada. Se você não tá vivendo uma vida que te dá frio na barriga, não te dá frio na espinha e não te dá um cagaço de vez em quando, desculpa, você não tá vivendo, você tá atendendo meia boca, de forma bem porca As expectativas que as pessoas setaram para você. E aí, do que adianta esse otimismo todo? Você caiu no baú da falta de permissão, você caiu na lixeira da dependência emocional. E é por isso que você fica nesse lugar onde você tenta, tenta, tenta, tenta, tenta, não consegue, olha em volta,
justifica o seu fracasso no fracasso de outras pessoas, mas se contenta de ter pessoas dizendo que lindo, que legal, você é uma pessoa tão dedicada. Eu odiava alguém virar e falar para mim assim: "Que pena que você não deu certo, eu acredito tanto em você". Aí muda o quê? Fizemos uma enquete das vontades roubadas. 61% das pessoas disseram que tem vontade danificada, 24% soterrada e 15% deturpada, 61% danificada. Eita, que vai dar trabalho. É, vamos lá, então vamos entender. Vou focar muito nessa vontade danificada. Primeiro danificada, depois soterrada e deturpada. Perfeito. Maravilha. Então, a gente
vai começar a entender duas coisas. Uma coisa, primeiro, nós Vamos trazer luz sobre o seu inconsciente. Lá atrás, coloca o slide para mim. Um dos pais da psicologia moderna. Não sou psicólogo para que vocês saibam, tá bom? Sou um pesquisador autodidata, atrevido e ousado, tá bom? que a gente já nivela tudo isso. Carung disse o seguinte: "Até você tornar consciente, ou seja, saber que sabe, saber que tá ali, saber que é aquilo, o inconsciente vai dirigir a sua vida e você vai chamar isso de destino. Aqui dá pra gente modernizar isso e trocar esse destino
por acaso, Deus, porque você sempre dá um nome para aquilo que te aconteceu. Só que o nosso caso com o acaso é zero, porque para nós nada é por acaso. Então, na minha percepção, na minha construção, eu acredito que todos os seus problemas foram criados inconscientemente, sem que você percebesse, sem que você soubesse, de forma clara e consciente, para atender uma utilidade nas suas relações. Então, a gente vai colocar luz nos acontecimentos que te impedem de avançar, certo? Só que eu vou conectar duas coisas, acontecimento e relacionamento. Então eu preciso que vocês anotem três palavras
em casa. Eu Disse que ia conectar duas coisas, mas anotar três palavras. Por quê? Quando eu conecto duas coisas, eu chego nessa terceira palavra. Primeira coisa, acontecimento. A partir de hoje, todo acontecimento da sua vida tem que ser enxergado de forma diferente, eliminando o acaso. Para que eu elimine o acaso, eu preciso conectar. Põe a lousa para mim, por favor. Gente, eu tenho um acontecimento e um relacionamento que muitas vezes não tem nenhuma conexão no entendimento popular, nos universos terapêuticos, etc. e tal. E aí nós vamos trazer isso aqui, ó. Todo acontecimento produz uma utilidade
em um relacionamento. Então eu consigo afirmar para você que não existe nenhum acontecimento na sua vida que foi impactante, especialmente os de forma negativa. Estamos falando muito de problemas hoje, OK? Nenhum acontecimento na sua vida surgiu sem que tivesse uma conexão, uma utilidade com a relação sua. Nenhum desses acontecimentos que você listou foi produzido sem ter nenhuma utilidade para nenhuma relação sua. Pode ser um acidente, um carro batido, Um contrato perdido, uma empresa quebrada, um roubo, qualquer coisa. Ah, eu não acredito nisso ainda. Então, pelo menos considere essa possibilidade durante três dias pra gente ver
se a conta para de pé. Se não parar de pé, você larga isso para lá e volta a viver do jeito que você tava vivendo, certo? Porque trazendo essa conexão, eu te faço entender porque esses acontecimentos surgiram justamente no momento em que você estava prestes a dar um salto. E o desconforto que eu quero que você sinta agora é por que você não foi mais longe. Você tá com a sua vontade roubada, soterrada, deturpada ou danificada. Eu estou te dizendo que todo problema tem uma utilidade, só que eu quero que você responda essa pergunta. Traz
para mim aqui, ó, na tela. Por que você não foi mais longe? Porque o que eu vou explicar agora vai trazer um uma resposta para uma pergunta. A pergunta tem que ser essa aqui. Se você não se fez essa pergunta em nenhum momento da sua vida, se faça agora. mesmo quem é aliado. De vez em quando eu me faço essa pergunta, eu poderia ter ido mais longe com as coisas que eu inventei, concordam? Vira e mexa. Eu sento lá de frente da cachoeira e falo: "Por que que eu não fui mais longe? Por que eu
não alcancei mais pessoas? Por que eu não alcancei um posicionamento melhor no meu mercado? Por que que eu não ganhei mais dinheiro?" Inclusive, foi fazendo essa pergunta que eu decidi começar a cobrar 1 milhão deais por algumas pessoas que queriam ser atendidas por mim. Falei: "Deixa eu ver se as pessoas pagam". Ah, mas 1 milhão. Eu mesmo fui o primeiro a dizer: "Ninguém vai pagar 1 milhão, gente. 1 milhão é 1 milhão. Para quem tem, para quem não tem, é sempre 1 milhão. Será que alguém vai pagar? Preciso ver." Eu cheguei nessa ideia fazendo essa
pergunta. Por que eu não? Ahã. Hum. E por que você não? Porque algumas pessoas que fizeram faculdade com você ganham mais dinheiro que você. Algumas pessoas que estudaram com você são mais relevantes do que você. Algumas pessoas no seu mercado parece até que estão fazendo coisa errada, porque o cara chegou e bombou, arrebentou a boca do balão, todo mundo gosta dele, ele cobra mais caro que você, entrega menos e tá arrebentando e o carro dele nem quebra, só o seu. Fala: "Caramba, esse desconforto é importante porque senão você vai ficar aqui só de curioso. Deixa
eu aprender o que que ele tá falando de utilidade." Esse é um questionamento que ele tem que vir aqui, ó, da alma. Por você não e pior, porque não você talvez o seu irmão ganhou mais dinheiro que você. Eu não quero que você fique com inveja dele, não. Só quero que você entenda por que ele foi, você ficou. Seu primo, seu vizinho, não é sobre eles. Deixem eles no lugares em que eles estão. Mas porque vocês ficaram tão distantes? Não é para você querer estar onde ele está, mas é para que você queira estar onde
você já quis estar. Por que que você não foi lá? Aquele apartamento que você falou que ia morar, aquele carro que você falou que ia comprar, no fim das contas vai ser só um imóvel, vai ser só um carro, mas não ter é muito ruim, desproporcionalmente pior do que o prazer que você vai sentir de ter. Vou explicar para você. Não ter vai doer mais do que o prazer que você vai encontrar quando você tiver. Conseguiram acompanhar? Chega uma hora que um carro é só um carro empoerado, mas você olhar o carro dos seus sonhos
e não comprar, sendo que você sonhou e trabalhou para isso, você vê o seu filho no hospital público, numa escola pública. Eu se não foi o seu plano de vida, tem que te doer. E se te dói, a gente quer trazer essa resposta. Então vou explicar agora o que eu chamo de CDP e você vai se organizar Para estar aqui amanhã às 19:55 pra gente fazer o seu diagnóstico de dependência emocional, porque é esse diagnóstico que mostra aonde é que tá a treta. Agora eu vou explicar como que a gente acha a treta. Certo? Perfeito.
Anota essa frase. Eu vou trazer premissas, conceitos e ferramentas. Isso aqui é uma premissa da teoria da permissão que a gente aplica aqui na aliança divergente com todos os nossos aliados. Toda demora nos resultados esconde o espera nas relações. Toda demora. Então você vai perceber que quando a gente fala de demora de resultado, a gente fala de relacionamento. Quando a gente fala de utilidade a gente fala de quê? Relacionamento de novo. Então a gente vai falar muito de relacionamento. Por quê? Quando a gente fala de acontecimentos ruins e falta de resultado, a gente começa a
comparar uma pessoa que tem sucesso com uma pessoa que não tem sucesso. A gente começa a comparar inclusive você. Você não a fase da sua vida com sucesso e você não aze sucesso. E sucesso para você é você que define. Sucesso para mim, uma fase da minha vida era morar numa casa boa. Nem precisa, nem precisava ser a casa que eu moro hoje. Morar numa casa boa, pagar meu aluguel em dia, colocar meus filhos numa escola particular, não precisar ficar trocando muito de plano de saúde. O cara que troca muito de plano de saúde, ele
não é exigente. É porque ele deixou atrasar, viu? Aí cancelou, ele foi para outro. Eu era esse cara. Agora Deixa eu contar para vocês aqui, ó, de coração, de verdade, que que é sucesso para você, irmão, hoje pensa aí. Sucesso para mim, sabe que hora que eu entendi que eu tinha dado certo na vida? Quando eu chegava no posto de gasolina e mandava completar e depois passava o cartão, porque antigamente eu chegava e falava: "Bota 50, mas passa aqui primeiro". Gente, isso para mim era frustrante. Ah, mas R$ 50 não dá pro mês inteiro, meu
irmão. Daqui três dias eu vejo o que que eu faço. Bota aí 50. Aí você é com a ideia de um startup na cabeça, aprendendo a programar, fazendo um monte de coisa, chega no posto 50. Sucesso para mim foi chegar no supermercado e pegar os produtos do meio aqui, ó. Repara quando você for no supermercado, tipo, ketchup Hins tá aqui, o ketchup quero tá aqui, ou então lá em Simão, o amaciante do bom tá aqui, o outro tá aqui. Então, pegar o nada contra marcas, tá gente? Era uma coisa que me incomodava, era ter que
pegar o quero querendo ficou aparecendo propaganda agora, viu, R? você quiser. Mas me doía chegar lá e pegar o Tixan olhando pro Homo. Eu nem sei qual que é melhor, mas eu queria Poder comprar o Homo, mas o Tixen era mais barato. Então, sucesso para mim foi comprar o que eu quisesse no supermercado. Até hoje eu não me curei disso. Minha esposa vira e fala: "Você precisa se resolver com isso, porque eu vou no supermercado, aí eu quero pegar ketchup, gente. Eu pego todos os sabores que tiver. Vende picles de goiaba, de pimenta, não sei
o que. O que a raiz lançar, eu pego. Amor, você não vai comer, mas eu preciso lembrar que eu posso. É sério, eu não como glúten, mas quando vem Natal eu compro panetone, sabe qual? Balduco. Ah, mas tem melhores. Mas eu preciso lembrar que eu olho pro balduco e pego. Qual o sabor? Os que tiver. Aí depois como um trem, dá um pigarro, dá um troço, ela vira e fala: "Tá vendo, amor? Mas sucesso para mim é isso. Adoro meus carros, adoro as coisas, as viagens que eu faço. Viajar de primeira classe, não pegar fila
no aeroporto. Não, a gente é bom demais. Mas para aquele Elton, o que que doía? Abastecer e primeiro passar o cartão para ver se ia passar, chegar no supermercado, pegar os paralelos e ainda fazer a oração da Nossa Senhora da aprovação na hora de passar o cartão. Cara, era frustrante demais. Para mim, Hoje a mensalidade da escola de um dos meus filhos, que eu tenho cinco, é mais do que eu ganhava o mês inteiro em Taguatinga. Então, eu não sei, eu não sei o que que é sucesso para você, mas você define isso. E as
pessoas que têm sucesso, repete aí, Felipe, por favor. Por quê? As pessoas que têm sucesso, elas têm essas três coisas aqui, ó. E muitos de vocês estão medindo apenas essas duas de cima aqui. Capacidade, disposição e permissão. Capacidade é aquilo que você sabe. Disposição é o vigor, o ânimo, a força que você empreende no seu trabalho. E a permissão é a autorização inconsciente que você tem para quatro coisas. Anota aí. Por quê? Você não foi mais longe porque você não pode. Foi o que eu falei no primeiro vídeo. Toda demora nos resultados esconde uma espera
nas relações. Significa que você está esperando alguma coisa de alguém. Você vai descobrir isso amanhã. Porque você não pode ser, ter, fazer ou ir. Você precisa dar check nessas quatro permissões para poder avançar na sua vida. Talvez esse avanço seja um salto maior ou um salto menor, mas quando você Não tiver permissão para ter permissão para ser permissão para fazer e permissão para ir, você vai continuar travado nesse patamar produzindo acontecimentos que tragam uma utilidade para os seus relacionamentos. Então, você não ganha mais dinheiro porque você não pode. Tem muita gente que tá travado porque
não tem as quatro permissões. Tem muita gente que tá travado porque só falta uma permissão. Vou dar um exemplo. Tem uma aqui. Manda. A Jaqueline disse: "Minha equipe tem capacidade, porém todas as vezes que pegamos algo grande, acontece algo e não conseguimos cumprir o combinado." Ela errou porque ela disse toda vez, não é toda vez, é sempre que o resultado daquele trabalho for trazer para ela um recurso que trará uma mudança que vai impactar as relações dela. Agora resta saber qual é a mudança que vai impactar as relações. Vamos supor que ela seja uma pessoa
que não tem permissão para ir e ela pega um contrato e esse contrato vai gerar para ela R$ 100.000. Se ela conseguir executar o contrato de forma perfeita e recebeu R$ 100.000 para comprar um móvel novo pra casa dela, ela vai conseguir? Vai, porque o móvel novo vai fazer com que ela tenha algo novo e ela tem permissão para isso. Vai fazer com que ela seja algo novo. Nossa, fulana tem uma casa legal. Ela se tornou alguma coisa diferente pr as pessoas e as pessoas não se relacionam com você. Elas se relacionam com a história
que elas contam para elas mesmos e para as outras pessoas. Então, se ela comprar um sofá paraa casa dela, ela vai para algum lugar diferente? Não. Então vai dar certo, porque o bloqueio de permissão dela está no ir. Agora, se a livrar e falar assim: "Faz o seguinte, eu não vou comprar um sofá. Eu decidi que se esse contrato der certo, eu vou passar 3 meses em Paris, vou fazer um sabático. O contrato vai dar errado. O contrato dá errado. As coisas ruins só acontecem quando elas esbarram no seu limite de permissão, que é a
autorização inconsciente e relacional que você se dá ou não se dá por causa das suas relações Para ter, ser, fazer ou ir. A pergunta é: será que você não pode ter mais? Será que você não pode ser mais? Será que você não pode ir mais longe? Ou será que você não pode fazer coisas novas? É muito comum ver, por exemplo, uma pessoa tem um trabalho, tá funcionando tudo direitinho, mas mora com a sogra, por exemplo, e as coisas dão errado só quando é o mês de sair da casa da sogra, porque falta permissão para ir.
E o ir é geográfico. O ser é mudar aquilo que você representa para essas pessoas. O fazer é literalmente aquilo que você faz. Quando você era pobre, você estava sempre fazendo churrasco com os seus amigos. Você agora ficou rico, inventou de jogar tênis, inventou de esquiar, inventou de fazer coisas que a gente não faz lá naquele outro lugar. Gente, parece mimimi. E eu vou te falar, eu ouvi de uma pessoa que no último ano faturou, faturou não, levou pro bolso, tá, pra casa 13 milhões de reais. Eu falei, irmão, qual foi a pior coisa que
te aconteceu nos últimos 3 anos? Sabe qual foi a resposta dele? ganhar dinheiro. O meu sogro não aceita a vida que eu dou pra filha dele. Caramba, que triste. É, ele podia ser o genro, coitado. O genro que chegava lá, sogro, [ __ ] tô precisando. E o sogrão chegava, claro, você é como um filho para mim. Tão me acompanhando já onde a gente vai chegar? Então, a permissão não é sobre o quanto você sabe, é sobre o quanto você pode ir com o resultado que você vai ter do que você sabe. O quanto você
pode ser, o quanto você pode fazer. Gente, o sujeito tem um celtinha. O celtinha ele parece um objeto alienígena. Ele anda sem água, ele anda sem óleo, ele anda até sem gasolina. É o celtinha conhecido por todo mundo, que leva todo mundo pros lugares, etc. e tal. 10 anos usando celtinha, sem nenhum problema. A pessoa vai lá e troca por um Corolla novinho. Em 15 dias já ralar o Corolla, amassar o Corolla, furar o banco do Corolla. Quando você olha, você percebe que a pessoa está se encolhendo para caber. Ela vira e fala: "Eu tenho
um Corolla". Ah, mas tá arranhado. É tipo perrengue chique. Gente, eu estou em Paris, mas nem é tão bom aqui. Paris deu tudo errado. O voo tava sem ar condicionado, o hotel tem mofo. Ela precisa dar uma satisfação social. Ela faz uma adequação social para se encolher e fingir que ainda é dali. mesmo com diploma, mesmo com muito esforço, porque quando a gente olha capacidade e disposição, desculpa gente, nós levamos umas 30 pessoas da nossa empresa aqui da Aliança Divergente, uns 30 diretores pro Vale do Silício. Em todas as empresas que nós fomos, tinha brasileiros
se destacando e a gente sempre perguntava: "Qual que é a receita de vocês?" Ele fala: "Cara, método." E tem uma coisa, brasileiro é brasileiro. Brasileiro é criativo. Brasileiro se esforça. Por mais que vocês tenham se convencidos de que vocês são procrastinadores, desculpa, gente, vocês ralam para caramba. Olha o tanto que você sabe, olha o tanto que você trabalha e olha o tanto que você ganha. Então, perceba, capacidade é o que você sabe, disposição é o que você faz e a permissão é o quanto você pode usufruir, desfrutar. Então, perceba que a parte de cima é
tarefa, a parte de baixo é desfrute. Então, será que nos últimos 5 anos da sua vida você investiu em capacidade, em disposição e em permissão ou você investiu só em capacidade, curso novo, curso novo? Aí Veio a IA, você falou: "Agora eu sei de tudo". Pois é, mas o Zezinho tem a mesma Iá que você, ele também sabe de tudo. Nivelou. Ah, mas eu já trabalho do 10 horas por dia, você vai fazer vai trabalhar 14, 15, não dá. Então, possivelmente a permissão seja a chave que você precisa para dar o próximo passo. E dá
uma olhada nesse vídeo aqui, porque ele vai ilustrar um pouco essa questão da capacidade de exposição e permissão e o quanto muitas vezes quem tá indo mais longe é quem sabe mais, mas é quem pode ir mais longe. E como é que você tá? Saí do colegial, aí fui pra USP primeiro em engenharia mecatrônica e tal, fui afastado da empresa que eu tava. Inclusive eu tenho uma entrevista agora numa empresa aqui do lado. E você, burrão, como é que você tá? Não saí da quinta série. Vamos falar a verdade. Na sala de aula eu só
lembro de você escondidinho ali, fazendo móvelzinho, é casinha com aqueles palitinhos de fóssil para vender no intervalo. Começou a dar certo esse negócio do móveis de brinquedo. Eu falei assim, pô, por que não? Comecei a fazer móveis residenciais. Então você abriu uma fabriqueta de móveis? Não, eu tinha, né? Porque começou a dar certo fazer móveis residenciais. Eu falei: "Meu, vou começar a construir em casa". Você é proprietário de uma construtora? É, agora a gente já ampliou para montadora de veículos? Não, cara, de bimotores e aviões pequenos em geral. Você constrói aviões? Só administro o grupo
FB. Grupo FB Fernando Burrão. Então a entrevista que eu que eu tenho é com você, poxa. Não, comigo não. Pessoal do RH não tem competência para eles não. Não sair da quinta série. Não tem competência não sair da quinta. Você se identifica mais com o burrão ou com o amigo do burrão? A pessoa que toca, tudo que toca dá certo ou tudo que toca dá errado. E eu me, quando eu vi esse vídeo pela primeira vez, eu sempre identifiquei muito com o amigo do Burrão, na verdade, o cara que estudou muito, fiz mestrado, fiz formação,
fiz mestrado na Universidade Federal, mas eu me vi ali em cima da casa dos meus pais com quase 30 anos. E quando a gente olha para esse lugar, eu vi muita gente colocando aqui no chat, cara, mas como é que eu faço para aumentar minha permissão? Será que é a permissão? E fica uma pergunta, será que se aumentar a permissão dá para ganhar mais dinheiro? Será que se aumentar a permissão dá para você ter uma vida que você sonhou, mas nunca pôde viver? E nós estamos aqui na casa com o Alexandre Mendonça. Cadê ele? Tá
aqui. Traz o microfone para ele aqui. Já tá aí. O Alexandre entrou na aliança endividado, ganhando 3.000 como moto Uber e com o casamento prestes a acabar. Depois de aplicar os protocolos, retomar sua empresa, real, voltou a faturar com vendas de 70, 50, 74.000 em três meses consecutivos. Então vamos ouvir a história do Alexandre. Tudo bem? Fica de pé. Tudo bem. Se apresente para quem não te conhece. Quem é você? Você é da onde? Faz o que da vida? Alexandre já falou, né? sou eu. Eh, hoje eu fabrico elevadores de residência de alto padrão. Eh,
já sabia fazer isso, mas eu tava desacreditado. E em agosto do ano passado, eu comprei online, só dava para comprar online o que eu tinha, eh, o ponto cego. Aí assisti com a minha família, minha esposa, o meu teado, que agora tem 22 anos, E meu filhinho de 4 anos, mas ele não conta, ele assistiu também. E por que que você decidiu entrar na aliança divergente, Alexandre? Eu acho que como maioria das pessoas, né, eh, pensa no lado financeiro. A gente acha que o problema tá no financeiro, mas infelizmente é a consequência, né, o financeiro.
Aí eu tava endividado, eu tava trabalhando de moto Uber porque a minha esposa tinha medo que eu tentasse novamente fazer elevador, porque cada vez que eu tentava me endividava mais. Cada vez que eu fechava o negócio eu me endividava mais. Eu não tinha permissão para dar um preço justo pro trabalho, um elevador de que um preço justo seria 60.50, eu vendia por 25, 30 para ganhar cinco, para ganhar três e não ganhava porque no final ficava devendo pro cliente e o cliente completava o valor para terminar o trabalho para ele. Ainda que eu achei clientes
assim, né? Senão, E o que que aconteceu depois que você aumentou sua permissão? Então, dois meses na na aliança, a minha esposa tava buscando recurso fora, ela daquele tipo guerreira, né? E ela tava correndo atrás de buscar R$ 2.000 trabalhando fora. Aí viajava dando eh treinamento em uma outra empresa E eu com capacidade para ganhar muito mais, mais desacreditado, né? ganhava o dia para deixar no mercado no mesmo dia. Duas sacolinhas já ia meu dia ir embora. E dois meses depois, ela sentou comigo para ter uma conversa comigo, que ela decidiu eh fazer o caminho
de volta paraa maternidade, para cuidar do meu filho, para cuidar de casa e ser minha esposa, como a gente tinha definido no início do casamento. Tinha 10 anos de casamento e quase me separando. A primeira viagem que ela fizesse novamente, eu tava decidido a separar dela, porque eu não queria ser pai e mãe do meu filho, né? Por causa de R$ 2.000, não dava. Então a gente sentou junto, definiu que ia continuar junto e ela ia voltar para casa, seguir o caminho dela como mãe do meu filho, como minha esposa. E nesse tempo eu havia
chamado meu meu teado de 22 anos para ser o meu sócio, sem ele ajudar com nada e sem ele saber fazer o que eu faço. Só por quê? Porque eu me achava responsável pelo sucesso dele. Eu me achava responsável por ele dar certo e queria também trazer a minha esposa para perto. Só que quando ela voltou, eu não tava ativo na na aliança, eu tinha comprado. No segundo mês, eu tinha pedido para cancelar porque não tinha R$ 250 para pagar. E só de que não cancelou. E o que que aconteceu com o teu negócio? Você
vendia por R$ 20.000 R$ 1.000 antes da aliança e depois que você trabalhou sua permissão, você começou a fechar negócios. Como é? Aí quando eu fui rodei o protocolo, o primeiro protocolo que eu rodei de dependência emocional que eu falava, não tenho problema com ninguém emocional não, tranquilo, né? E aí eu vi logo que era meu entado, que eu tinha feito errado de ter chamado ele para ser sócio, não era o papel dele, não era o local dele e que eu não era responsável mais pelo sucesso dele. Aí eu sentei com ele, fiz a conversa
difícil e decidiu eu com a minha esposa tocar o negócio junto. Depois de dois dias eu fiz uma venda de um elevador de R$ 70.000. Eu fui lá com o cliente, o cliente mostrou um outro orçamento, ó, eu tenho um orçamento do concorrente seu por 63. Com aumentou minha permissão, falei: "Não, faço por 70". Fechou? Tá bom, fechou. Quando eu cheguei em casa, o Pix da metade tava na conta. Então, assim, foi incrível a mudança de uma coisa para outra em pouco tempo. Isso foi em dezembro que eu tomei essa decisão e Fechamos esse negócio.
Aí em janeiro eu fechei um outro de 51.000 E agora no começo do mês fechei um de 74. Au, parabéns. Você merece. Não casamento é restaurado. E como é que tá seu casamento hoje? 100%. E oado tá como? Acabou de arrumar um uma kitete. Essa semana tá feliz da vida. Faz dele por ele. Show de bola. Coisa boa é ver a vida se organizando como um todo, né? e ele falou que rodou o protocolo de combate à dependência emocional. Para quem tá em casa, o que que é a dependência emocional? É quando o estado ou
a ação de uma pessoa interfere no estado ou na ação de outra pessoa. Nós somos pessoas separadas. E por que que o estado de uma pessoa afeta o estado de outra pessoa e consequentemente afeta o eh movimento, a ação e logo o resultado? dessa pessoa. Nos últimos anos, ouvimos falar de inteligência emocional e ouvimos falar muito de inteligência emocional. Entretanto, as pessoas continuam mais ou menos como elas estão, mesmo sabendo de tudo isso. Eu não acredito na ideia da inteligência emocional, porque eu acredito que a inteligência ela é racional, Porque nós somos seres racionais. Como
eu entendo que nós funcionamos? Somos seres racionais com reflexos emocionais e ligações relacionais. Se eu sou um ser predominantemente racional, óbvio, não exclusivamente, mas predominantemente racional, a raiz de tudo que eu passo está na minha razão, embora os reflexos se manifestem nas minhas emoções. E o reflexo da minha emoção, ele não é só da minha razão, ele é também da minha relação. Porque nós somos uma espécie que se relaciona com quem se importa e se importa que o outro se importe. A nossa espécie se importa com o outro e quer que o outro se importe
com a gente. E aí acabou que o fluxo se inverteu. Que fluxo é esse, Elton? Nós deveríamos processar as coisas da seguinte forma. Eu penso a partir do que penso, sinto. Opa. Então vamos lá. Só para recapitular, somos seres racionais com reflexos emocionais e ligações relacionais. Logo eu penso, A partir do que penso, eu sinto. Então, se você observar todas as técnicas e exercícios que se fazem e se falam sobre inteligência emocional, no fim das contas, é um ajuste racional para provocar outra emoção. Você troca o que a pessoa pensa, você troca a crença da
pessoa, você troca o entendimento da pessoa para que ao invés de sentir medo, ela sinta naturalidade ou coragem, certo? Então, tudo começa na razão e deveria trazer as nossas sensações, emoções e com limites se desdobrar nas nossas relações. Esse seria o fluxo saudável, mas a coisa se inverteu. E hoje, como as pessoas em geral se relacionam? Elas priorizam o relacionamento e o sentimento das pessoas com as quais elas se relacionam. Então, João está triste e João se relaciona com Maria. A emoção do João afeta a emoção da Maria. Ah, Elton, mas não está certo não.
Muito menos quando você fundamenta as suas decisões naquilo que você está sentindo por causa do que o outro está sentindo. Porque aquilo que o outro está sentindo é reflexo de um conjunto de coisas que você desconhece. Então, quando alguém chega para você e fala: "Ah, eu tô triste porque fulano brigou comigo". Não foi só isso que aconteceu. Tem um conjunto de coisas que você desconhece. fato, sensação e intenção. Então, as pessoas estão se relacionando da forma certa, ignorando a razão. Existem empresas que estão sendo guiadas por pessoas que não fazem parte nem do quadro societário
e nem do quadro de funcionários. Temos o exemplo do nosso aliado aqui. Ele fez um negócio com o intiado por conta de algo que ele tinha com a mãe dele. Literalmente isso, um combinado mal feito, inconscientemente mal feito. Amanhã nós vamos tratar quatro padrões, aliás, três padrões, padrões controladores da dependência emocional, que é quando uma pessoa inconscientemente, sem perceber e muitas vezes até sem querer aquilo, passa a tentar controlar a vida da outra no modo narcisista, vitimista ou vingador. Você vai aprender bastante isso. Por isso é importante o alinhamento de não tretar com ninguém, tá
bom? Então vamos entender por que a gente fala tanto de dependência emocional, que é o dano da relação que gera o acontecimento. Lembra que nós falamos de acontecimento, relacionamento e utilidade? Eu só tenho uma utilidade inconsciente quando aquele evento alimenta a minha dependência emocional com aquela pessoa. Se eu tenho a dependência emocional com ele, no dia que ele pensa em acabar aquela relação comigo, é o dia que eu fico doente, é o dia que eu bato o carro, é o dia que eu levo um processo que aí vai ficar mais difícil para ele me demitir.
Então, quando a gente pega um evento impactante ou traumático na vida de uma pessoa, a gente começa a entender quem são os impactados e quem são os impactantes nesse evento, nesse acontecimento. Então, é importante olhar pra nossa relação, porque a ela é um elemento da nossa permissão. Quando alguém não se dá permissão para ir, mesmo tendo capacidade para isso, mesmo tendo se esforçado para isso, ela produz inconscientemente um acontecimento que impede que ela vá por causa dessa dependência emocional, dessa relação com a pessoa. Ela inconscientemente evita que a vida mude para que a relação não
seja impactado. É Uma pessoa que vira e fala: "Eu quero comprar um carro novo". Alguém vira e fala: "Tomara que dê certo, vai lá, amigo." Mas quando você compra o carro novo, você muda o seu status naquela relação. E a depender de qual status seja o ideal para você, você vai ter que ter problema no seu carro. E aí a gente começa a conectar todos esses pontos para entender por ou por quem você não pode ir mais longe. Passa aqui para mim e coloca minha a frase de toda demora nos resultados quando eu espero nas
relações. Meu marido não quer que eu ganhe mais dinheiro porque ele diz que eu não vou querer mais ele. Ele tá certo porque dificilmente você vai sentir tesão, prazer, segurança e confiança no marido que fala uma coisa dessa para você. Ele tá certo e você tem medo de se separar dele. Logo, a melhor forma de garantir que você não se separe dele é não tendo o dinheiro que ele tem medo que você tenha. O que acontece quando vocês faz o seguinte, se der certo, se der tempo, me lembro de falar da teia no na na
depois de amanhã, tá? Muitas vezes, lembra que eu falei, a pessoa não tem permissão para ir. Se ela pegar o dinheiro e ao invés de comprar uma passagem para Paris e comprar um sofá, o dinheiro vem. Certo? Se você pegar o dinheiro, pior que ela já fez isso, quer ver? Não conheço a pessoa, Depois me fala se você já fez e se deu certo. Se ela pegar o dinheiro e pensar em construir a independência dela, vai dar errado, porque ela morre de medo de enxergar um futuro sem ele. Mas se ela pegar o dinheiro para
investir nele, o dinheiro vem. Só que o ciclo é o seguinte, ela ela pega o dinheiro, investe nele, ele dá errado e ela vira e fala: "Não sei se eu quero você". Aí ela fica nesse ciclo muito tempo e no fim das contas essa relação ou essa empresa tá sendo impactada por outras pessoas. Tem muita mulher assistindo a gente aqui que não ganha dinheiro porque não pode se tornar alguém que outras pessoas vão reprovar. Vou ser mais claro. A mulher é dentista, se ela ganhar dinheiro, aquele marido não vai acompanhar. E desculpa, gente, não existe
justificativa. Se ficar parecendo machista, vocês me avisam. Sejam sinceros, não tenham, não passa mão na minha cabeça, tá? Não existe justificativa para um homem não dar conta de acompanhar uma mulher, especialmente quando o assunto é financeiro, não existe. Ah, mas eu consigo carregar ele. Produzam na cabeça de vocês uma imagem. Um homem carregando uma mulher. Produziu. Como que é essa imagem? Como que veio a imagem? Ele tá carregando ela como? no colo, certo? Não tem que ser difícil. Agora, produzam a Imagem de uma mulher carregando um homem. Onde que ele tá? Nas costas. Porque as
atribuições da mulher em uma relação, elas são maiores do que as atribuições do homem. Aí o cara não vai gerar, não vai parir, não vai menstruar e ainda diz que não dá conta de acompanhar. Não tem como essa mulher se sentir segura, confortável, amada, especial nessa relação e sentir tesão nesse cara. Ela tá ali porque ela precisa punir alguém. E quando nós formos falar de utilidade amanhã, vocês vão perceber que todo problema ele aparece com quatro utilidades inconscientes. Quando nós formos falar de utilidade, é isso aqui, ó. Já anota aí. Ou o problema veio para
poupar alguém. ou veio para punir alguém, ou ele veio para afastar alguém ou ele veio para unir alguém. Eu ia ser supervisora de uma grande unidade e uma semana antes tive um câncer grau cinco. Ser supervisora muda o que ela tem ou muda o que ela faz ou muda quem ela é ou muda onde ela fica. A mudança que você quer exige que você possa ter mais, ser outra coisa. E muitas vezes ser outra coisa é ser o que os outros não foram, os outros não serão ou os outros não querem que você seja, certo?
Tem muita mulher aqui que se ganhar dinheiro vira Dondoca, só que ela é lá do reino da Mulher Maravilha, lá de E lá não pode ter Dondoca, entende? Como assim? Você agora tá fazendo unha? Não pode, entende? Não pode ser leve, não pode descansar, porque senão é fútil, é à toa, é bancada de homem, é uma série de coisas. Então vocês precisam dessas quatro permissões: ter mais, ser outra coisa, fazer coisas diferentes e ir para outros lugares. O que resta saber é aquilo que deu errado, deu errado porque você não pode ter, ser, fazer ou
ir. Porque é nesse momento que a utilidade aparece e surge o que tecnicamente nós chamamos de préqueda. E por que pré-queda? Preste atenção e se eu tiver correndo aí vocês me avisem, tá? Por que pré-queda? Porque a vida sobe e desce, sobe e desce. Sobe e desce. Nesses momentos traumáticos, Existem acontecimentos que você atribui ao acaso. Bati um carro, fiquei doente. O cachorro ficou doente, o funcionário pediu demissão, comprei um carro novo e no mesmo dia arranhei a porta do mesmo de manhã. À tarde veio o motoqueiro e arrebentou à frente do meu carro. O
carro faria ela ter o que ela não pode, ser o que ela não pode, fazer o que ela não pode ou ir para onde ela não pode. Muitas vezes você pode virar e falar assim: "Ah, o carro me faz ir para outros lugares". Às vezes não, vai ficar rodando só por ali. Mas quando você chega num lugar, você desmente a narrativa social. Rico é ladrão. É mais fácil o camelo passar no buraco da agulha do que o rico entrar no reino dos céus. Aí você vira e fala: "Tá, eu não roubei, continuo potencialmente indo pro
céu e tem um carro legal, só que você estraga a narrativa das pessoas. Gente, isso é muito sério. Colocaram aqui no chat algumas pessoas: "Tadinha, que azar". Se você ainda acha que é azar, tá tudo bem, porque você não entendeu o que a gente vai explicar. Mas eu preciso que você considere que não foi por acaso, foi justamente no momento em que alguma relação dela seria impactada. Pare de achar que todo mundo vai ficar feliz com A sua prosperidade, porque não vai em muitos lugares você só serve se você for quem você é e se
você estiver como você está. Se você mudar a sua dieta, tem gente que não vai querer andar com você, sabia? Nossa, ele não bebe mais refrigerante, [ __ ] Tá mais fácil me agradar, então não, mas não come glúten, me dá uma fruta. Ah, mas não, não me dá nada, só fica calado ou fica conversando comigo de outra coisa. Não mexe na minha comida. Não, mas você mudou. A última vez que você ouviu você mudou foi um elogio ou uma crítica? É triste isso. Nossa, você não é mais o mesmo e deveria ser. Por que
eu deveria ser aquele mesmo rapaz de Taguatinga? Nossa, Elton, você não é mais o mesmo. Que bom. Você deveria estar feliz comigo e se prepare porque daqui do anos não serei mais o mesmo. E anote uma frase que é extremamente importante, que faz parte dessa construção da dependência emocional. O fato de alguém te amar impede essa pessoa de te fazer mal, mesmo que não seja por mal. E a verdade é que só as pessoas que te amam t acesso a você. O que um estranho fala não deveria mexer com você. E se mexe, só mexe
com você, Porque o estranho tá falando exatamente aquilo que alguém te ama diz, tá ecoando. E aí você fez uma faculdade, fez duas, fez três, você tem um negócio, você tem uma carreira, você tem um emprego, você tem sonhos e você esqueceu de se proteger das pessoas que você ama. Ah, mas eu tenho que me proteger. Tem, porque muitas vezes o que eles entendem como bem para você talvez não seja. Será que uma pessoa não tem noção quando ela vira para uma mulher e diz que tá dizendo que quer ter mais um filho? E quando
ela diz: "Nossa, mas para quê?" Talvez ela esteja revivendo todos os fantasmas daquela pessoa? Será que uma pessoa não tem noção que quando alguém diz: "Eu acho que eu vou me separar sem sequer saber o que está acontecendo", ela diz: "Não faça isso. Não foi o que o Senhor projetou para você. Será que ela não tem noção? da gaiola que ela está criando. Eu vou te responder, não tem noção, porque na visão dela, de onde ela vê, aquilo é o certo. Quando uma pessoa diz, "Não dependa de homem", ela tá tentando fazer o mal? Não.
De onde ela veio, depender de homem foi ruim, mas foi ruim de onde ela veio. Ah, os ricos roubam, empresas quebram, De onde ela veio, de onde ele veio era assim. Então essa pessoa está projetando medo nela, em você, e você está pegando esse medo porque você ama essa pessoa e você está com uma dependência emocional com ela e o estado dela está afetando o seu estado. Afetou o seu estado, [ __ ] Você pode ser um gênio, você não vai para lugar nenhum. afetou o seu estado, você pode ter o melhor currículo. O que
que ele falou? Eu não sentia confiança. Eu cobrava R$ 25.000 às vezes para ficar com quanto? Com cinco, com três ou com dois. Mas o que ele mudaria ou o que seria diferente se ele cobrasse 70? ele teria um resultado que antes ele não podia. Quando ele sentou e fez a conversa difícil, depois que ele rodou o protocolo com o enado, ele estabeleceu limites. Relações saudáveis exigem vínculos fortes, mas também exigem limites claros. Eu não posso me envolver com todo problema que alguém que eu amo passe. Vocês estão parando a vida de vocês toda demora
nos resultados. Esconde uma espera nas relações. E toda vez que esses acontecimentos ruins aparecem, Vocês atribuem ao acaso, chamam de sorte, perguntam a Deus porque isso aconteceu. Só que bem aqui, ó, é a queda, que a gente chama de queda. Por que que a gente chama de pré-queda? O que acontece aqui, ó, é porque vem antes, por isso pré queda. E na pré-queda, você tem três padrões, que é o que nós vamos começar a identificar no diagnóstico de vocês. Esses padrões se repetem e precisam ser quebrados. padrões de acontecimento. Tem gente que sempre bate carro,
não tem? E tem gente que nunca bateu carro. Tem gente que sempre fica doente. E tem gente que nunca teve uma doença grave assim de ter feito a cirurgia, ter ficado internado e achar que ia morrer e aquela coisa toda. Eu só dei PT quando eu troquei de carro. Só deu PT quando trocou de carro. O velinho dele ninguém passava nem perto. Não era velinha assim também. Era uma tava conservado. Gente, deixa eu, deixa eu instalar um óculos em vocês. Ele disse que bateu o carro, OK? Quando você olhar um Acontecimento, funciona da seguinte forma.
Um acontecimento sempre tem um relacionamento perto. Sempre isso que se repete sempre vai se conectar com isso aqui. Só que também sempre vai se conectar com isso aqui, ó. um comportamento. Quando a gente identifica esses três padrões, a gente quebra o padrão que está te impedindo de ter mais, ser mais, fazer mais ou ir mais além. Se ele disse, "Eu bati o carro", nem me importa se foi num poste, numa árvore ou no motoqueiro. Eu tô pensando, sabe o quê? Quem tá envolvido nisso, dica de ouro para vocês, especialmente quem já é aliado, aliado mais
recente. Um acontecimento sempre tem um impactante, aquele que gerou o acontecimento, ou um impactado, aquele que foi envolvido no acontecimento. Como é que você faz para saber? Sujeito bateu o carro. Ótimo. Para onde você estava indo? De quem é esse carro? Você estava indo lá por quem você ligou? Quem foi o impactado nesse momento? Tem sempre um envolvido. Sempre tem um envolvido. Não importa se é um acidente de carro, um abuso sexual, um aborto, uma doença, um assalto, tem sempre o envolvido. E a pré-queda tem algo extremamente poderoso, além dos padrões envolvidos e a utilidade.
Então, só para recapitular, toda a pré-queda, primeiro vamos falar do que que é a pré-queda. É esse evento relacional. antes de um acontecimento marcante, certo? Esses acontecimentos marcantes são os três que vocês estão listando na página sete, que nós vamos fazer o diagnóstico amanhã para você quebrar o padrão e evitar que isso se repita, certo? Se você fica doente quando ganha dinheiro, vamos ganhar dinheiro sem ficar doente. Se você perde dinheiro quando faz algo novo, vamos evitar perder o dinheiro. Esse é o objetivo aqui, entender os acontecimentos ruins, bloquear esses acontecimentos ruins para acabar com
a falta de resultado. Nós começamos o encontro de hoje falando de duas coisas: acontecimento ruim e falta de resultado. Se eu elimino o acontecimento ruim, eu elimino a falta de resultado. Logo, esqueça um pouco a falta de resultado. Você precisa eliminar esses acontecimentos ruins, porque se isso ficar se repetindo, Desculpa, não adianta você trabalhar mais. Se você ganha um dinheiro e alguém bate no seu carro, se você ganha um dinheiro e alguém fica doente, logo logo você vai concluir que é melhor não ganhar dinheiro. Infelizmente muitos de vocês já acharam uma zona em que nada
acontece. Se o indivíduo entendeu que toda vez que ele passa do teto financeiro dele, alguma coisa ruim acontece, ele conclui que é melhor não passar do teto financeiro. É aquele cara que ganha 10.000. Quando ele ganha 2.000, alguma coisa quebra na casa dele. Quando ele ganha dois, alguma coisa quebra na casa dele e ele gasta dois. Sempre assim. Tem um caso, tem um caso bom aqui. Bom, não sei se é o melhor jeito de dizer, mas da explicação. Ela disse: "Conquistei meu diploma internacional, mudei paraa Europa, mas a família sempre dizia como tava mal no
Brasil enquanto eu tava bem". Resultado, quebrei 300.000 em dívidas, burnout e voltei pro Brasil. uma pessoa que nitidamente tem capacidade para fazer dinheiro, mas não tem permissão para ficar fora. É triste isso. Então, a pré-queda é o acontecimento que é fruto de um relacionamento. A pré-queda é relacional. Então, o dia que o cara bateu o carro, aconteceu alguma coisa na relação dele dias antes. Então, quando ele fala: "Bati o carro", vem essas perguntas: "De quem é o carro? Para quem se ligou, quem que eu tô procurando?" O envolvido. Certo? Nessa pré-queda, eu posso dar muita
informação e vocês dão jeito de conectar isso aí depois. Quem conectar agora, conectou, quem não conectou, conecta depois. A chave da quebra do padrão está aqui, ó. Não aqui. O acontecimento é só o que a gente analisa. O Jung analisava sonho. Você chegava lá, falava: "Cara, eu tô sonhando com uma cobra e ela é de ferro, mas ela tem asas. O olho parece fogo, mas a língua parece gelo. Aquele maluco ia dar conta de interpretar isso. Ele ia dizer: "Olha, o metal é por causa disso, a cobra é por causa daquilo, você está passando por
isso, você deve fazer isso. Bingo! A nossa habilidade é pegar um acontecimento, trazer a utilidade pro impactado e pro impactante. É para punir, poupar, unir ou afastar. Vamos entender. E ela tem quatro gatilhos, certo? Aqui tá o gatilho da pré-queda. Aqui tá a coisa que nós vamos analisar. Os quatro gatilhos da pré-queda. Anota aí, são 4Ds. Desejo dúvida. Tô antecipando hoje para amanhã ficar mais fácil o diagnóstico, tá bom? Desejo, dúvida, decisão e desistência. O seu ciclo de construção de algo surge no desejo, naquela vontade danificada, soterrada ou deturpada. Quando você deseja, inevitavelmente você duvida
se vai fazer, quando vai fazer, como vai fazer. E essa dúvida exige confirmação ou opção. Então, para que vocês saibam, existem dois tipos de pré-queda. Pré-queda de opção os acontecimentos inconscientes que você produz para encontrar opção para alguma coisa. Não sei como fazer para sair desse emprego. Aí nesse dia o seu chefe passa a mão na sua bunda. Foi uma opção. Qual é a opção de sair dali? uma ação trabalhista e um uma assédio, coisa do tipo, é uma opção. Não Sei o que fazer para montar o meu negócio. Aí alguém bate no seu carro
e o cara, ô meu Deus, eu vou pagar essa coisa toda. Não teve um impacto negativo ainda. Aí você vira, você vira e fala: "E eu ainda fiz um amigo". A minha pergunta nessa hora vai ser: o que que esse novo amigo faz? Porque certamente ele tem uma opção para aquilo que você quer fazer. Toda vez que você deseja algo, imediatamente você produz um acontecimento que vai impactar a relação que vai ser impactada. Vou repetir. Toda vez que você desejar alguma coisa nova, você vai produzir um acontecimento. Esse acontecimento vai envolver a relação que vai
ser impactada. Por exemplo, como que é seu nome? Aham. Edson. Você faz o quê da vida? Empresário em que em que área? academia. O Edson tem uma rede de academias. Aí eu viro e falo: "Rapaz, tô pensando em montar uma academia. A gente começou a conversar e tal, estamos namorando a possibilidade de montar uma rede de academias nos condomínios que eu administro". Um exemplo, a gente ficou muito amigo. Aí eu conheci o Antônio e o Antônio trabalha com academia. Aí eu falei: "Poxa, eu tô na dúvida. Eu tô pensando em montar um negócio com o
Antônio agora, só que eu tô sem jeito de Falar com Edson porque dependência emocional. Eu tô preocupado como o Edson vai se sentir. Tô sem jeito de falar com Edson. Eu preciso de um acontecimento que impacte a minha relação com o Edson. Certo? Toda vez que você desejar algo, você vai precisar de um acontecimento que impacte a relação que vai ser impactada. Eu desejei montar uma academia com ele, mas eu não tenho a consciência e a firmeza para fazer o que o nosso aliado fez depois que eu dou o protocolo. Eu não tenho as moral
de chegar e falar: "Edson, chega aí, cara. A gente começou o projeto, eu sei que você gastou tempo, energia, você tá com uma [ __ ] expectativa, mas eu decidi seguir um caminho diferente, cara. Adorei te conhecer. Se você quiser continuar amigo, vamos tomar vinho e curtir a vida. Mas cara, não vamos fazer esse negócio, gente. Eu evitaria uma pré-queda se eu fizesse isso nesse cenário hipotético. Como eu não tive maturidade para isso, eu precisei inconscientemente de um acontecimento que me trouxesse essa utilidade para chegar e falar: "Ô, Edson, não vai dar mais pra gente
fazer o negócio lá, rapaz, porque a herança que eu ia receber, você acredita que o juiz deu um parecer nada a ver e o meu advogado vai ter que recorrer." Aí você vira e fala: "Tem a ver uma coisa com a outra?" É claro, porque eu precisei, permitir e preferir. E esses são os três ps da pré-queda. Toda vez que você ativa um gatilho desse, você tem um acontecimento com o que a gente chama de PPP. Precisa, permite, prefere, que impacte a relação que vai ser impactada, porque você não tem coragem, você não tem clareza,
você não tem segurança, você não tem preparo, você não tem apoio para chegar lá e fazer o que tem que fazer. Aí, num cenário desse, como é que seria mais ou menos o desdobrar da coisa? Eu embolo inconscientemente a minha herança para dar uma justificativa pro Edson até o Edson esquecer de mim. Eu me sentir em paz. Depois que o Edson toca a vida dele e dá certo, eu viro e falo: "Opa, agora eu posso receber o meu dinheiro e fazer um negócio com o Antônio sem perder a amizade do Edson. Só que se nesse
meio tempo o Edson não se enrolar, enquanto o Edson não se resolver, eu não vou poder receber a minha herança para fazer negócio com Antônio. Por isso que os aliados quando entram aqui destravam um monte de coisa, porque o cara vira e fala: "Eu tô esperando o Edson". Lembra? Toda demora nos resultados esconde uma espera nas relações. Elton, por que você não destrava a herança do seu avô? Porque eu tô esperando o Edson dar certo para eu fazer um negócio com Antônio sem culpa para eu destravar a herança. Nesse caso, tô adiantando umas coisas aqui,
tá? Um exemplo, para eu destravar a herança do meu avô, que nem conheceu o Edson, nem conheceu o Antônio, eu vou ter que rodar o meu protocolinho de dependência emocional, de combate dependência emocional, depois chegar e falar: "Eson, o seguinte, a toda aquela aquela história que eu já falei aqui, Cara, aconteceu isso, etc e tal, cara, segue sua vida. Se der certo para você, eu vou ficar feliz. E se não der certo para você, cara, eu não vou me sentir culpado. Beleza? Infelizmente eu acabei mudando os meus planos aqui. Sinto muito ter te frustrado e
vou entender se você ficar puto comigo. Ai não, mas o que ele vai pensar de mim? O que vão falar de mim? Eu não sou assim. E blá blá blá e blá blá blá e blá blá blá. E aí os padrões de acontecimento lá da tua infância, lá dos teus avós, lá das histórias que você ouvia? Não, eu não sou assim. Eu honro a minha palavra. Então eu chegar aqui e dizer que não vou fazer mais, eu também tô honrando a minha palavra. Ah, mas ele tinha uma expectativa, é natural do indivíduo, é natural do
ser humano, seja adulto. Caramba. Então, toda vez que você desejar, você vai duvidar. Se você não resolver a dúvida, vem uma pré-queda de opção ou confirmação. Toda vez que você duvidar, você vai precisar decidir quantas vezes você só decidiu depois que o problema apareceu. Quantas mulheres estão reclamando de maridos que traíram elas, mas elas já estavam há 5 anos tentando sair daquele relacionamento. Precisou de uma pré-queda, de uma traição para chegar e falar: "Não aguento mais, agora eu decido". Só que toda vez que você decide, você precisa desistir. Como já dizia o chorão, cada escolha
uma renúncia. Isso é a vida. Estou lutando para me recompor. Agora essa desgraça dessa música vai ficar na minha cabeça. Então, entenda uma coisa, o gatilho da pré-queda é o seu plano. Aquilo que você tá construindo, o que você está construindo vai impactar muita gente. E esse impacto está sendo evitado por você e por essas pessoas. Então, só pra gente entender, a pré que é desse acontecimento relacional que gera evento. Esse evento gera uma queda. Aí você chama de azar e etc e tal. Só que a gente conecta os dois pontos. O gatilho da pré-queda,
decisão, desejo, dúvida, decisão ou desistência. Ela sempre virá numa forma de uma opção ou uma confirmação. E o legal, gente, é que a gente entende tudo isso sem nenhum misticismo. A gente vai conectando os pontos. Igual falou: "Bati o carro, tem que fazer pergunta: o que você estava tentando naquele momento? De quem era esse carro?" Aí você fala: "Mas não foi nada, o carro era dele, mas o seguro tava no nome do pai dele. Ah, o pai foi impactado?" Foi. A relação impactou? Impactou. Resolveu. Resolveu. Por que que o seguro tava no nome do carro
do pai? Porque o seguro era do carro anterior. De quem era o carro anterior? Do pai. Ah, conta mais. Sempre vai aparecer alguém. Não importa se foi um carro batido, o dedinho do pé que você quebrou, sempre vai aparecer Alguém. Certo? Então, recapitulando aqui, gente, não precisa entender tudo. Amanhã a gente vai explicar, recapitular e aplicar. Hoje eu tô fundamentando para vocês entenderem que existe uma forma diferente de ver e viver a vida, entendendo que todo acontecimento ruim tem a utilidade. Eu só quero tirar uma coisa da sua vida, utilidade de acontecimento ruim. Se eu
tirar utilidade de acontecimento ruim, eu não quero saber se é uma doença, eu não quero saber se é um contrato que você não recebe, eu não quero saber se é um produto, um serviço que você não cobra caro. Se a utilidade for embora, o problema não permanece. É simples assim. Então eu tenho um evento chamado pré-queda, antes da queda, que é produzido por um relacionamento. Isso vai trazer três padrões. Posso contar muitas histórias para vocês aqui. Temos um exemplo bom aqui. Valéria disse: "Quando eu decidi ganhar e ganhei mais dinheiro na minha empresa atual, meu
marido perdeu o celular, minha irmã foi despejada e minha mãe ficou sem trabalho. Quem bancou tudo? Eu lembra das quatro permissões? Você precisa das quatro. Se faltar uma, vai aptar, vai dar problema. OK? Então, eu estou em busca da utilidade do problema que apareceu Naquela pré-queda que manifestou os padrões. Acontecimento, aquilo que se repete o comportamento, como você age, como você não age e como você reage e relacionamento. Tem uma coisa extremamente poderosa na análise da pré-queda. Quando eu somo a matriz da utilidade e analiso o impacto do problema, eu mato qualquer charada. Então, existe
uma matriz aqui que vai nos dizer o seguinte: será que aquele acontecimento de fato foi uma pré-queda? Todo acontecimento na vida de um aliado é analisado da seguinte forma. momento em que aquilo aconteceu na vida do indivíduo e o impacto daquilo na vida daquele indivíduo. Se vocês observarem, as pessoas quando elas trazem os exemplos aqui, elas colocam o quê? Quando eu decidi tal coisa, quando eu consegui tal coisa, tal coisa aconteceu, certo? Eu estou falando de momento. Quando foi que isso aconteceu? Então, se você pegar a página sete, aí você tem ali, ó, na primeira
coluna, o acontecimento, Na segunda coluna é a tentativa. O que você estava tentando quando aquilo aconteceu? Uma frase chave da nossa análise é: "O que aconteceu quando tudo aconteceu? Bati o carro, me roubaram na academia, levei uma multa da da Receita Federal, enfim, o que aconteceu quando tudo aconteceu? Algum desejo, alguma dúvida, alguma decisão ou alguma desistência que iria impactar alguma relação? Aí eu começo a entender o a utilidade daquele acontecimento em algum relacionamento. Antes de mostrar a matriz, vou dar mais um exemplo desse aqui da academia para vocês verem que isso acontece na vida
de todo mundo. Ele tem uma academia, eu não sei se ele tem um ou se ele tem 10. Eu não sei se ele fatura 10.000 ou 10 milhões, mas ele é uma pessoa como eu, como você, assim como todo mundo aqui, certo? Temos razão, emoção e relação. Por mais que você tenha mais relação ou menos relação, é da natureza humana. Nós fomos criados dessa forma. Perfeito. Vou dar mais um exemplo. O sujeito tinha alguns milhões de obras orçadas. Ele tinha uma construtora, trabalhava pro governo, predominantemente pro governo. E aí falou: "Elton, do nada minha vida
desandou. Qual é a diferença Dos aliados, da aliança divergente para as pessoas lá de fora? Aliado nunca fala do nada. A gente sempre fala de repente. Por quê? Foi de repente a partir do momento em que desejou, duvidou, decidiu ou desistiu, impactou ou impactaria alguma relação. Mas o cara chegou para mim e falou: "Cara, do nada eu não consigo fechar os orçamentos. Eu tô com, não sei se 30 milhões, tinha um, tinha um número com três e era grande. 30 milhões orçados, cara. Ninguém fecha. Se um fechar, eu saio do buraco. Porque vida de empresário
é assim. Às vezes tá rico, às vezes tá pobre, o negócio tá rolando, mas o cara fala: "Meu, ferrou aqui, tô três meses sem botar dinheiro no bolso, tô segurando a empresa, tô aqui, funcionário enchendo o saco, aquele rolo todo." Ele falou: "Cara, eu preciso destravar uma obra". Aí eu falei: "Cara, vamos lá, vamos pro plano. Por isso que amanhã a gente vai fazer um mapa de desejo." Aí ele fez o mapa de desejo. No outro dia ele voltou bravo, dizendo que eu tinha ferrado a vida dele, porque uma obra que tava rodando, o governo
cancelou. Eu falei: "Calma, irmão, não ferrei sua vida". Ferrou sim. De ontem para hoje uma obra, uma obra foi paralisada. Aí eu falei: "Ah, engraçado, né? Se um orçamento tivesse sido fechado, ele não ia falar que fui eu, né? Vamos seguir. Resumo da ópera. O funcionário 01 dele que começou com ele, sabe aquele amigão que ele tinha até uma certa culpa de não ter transformado o cara em sócio, não tava rendendo mais. E ele queria demitir o cara, só que ele não conseguia chegar pro cara que tava com ele há tipo 20 anos, o cara
que come, que carregou tijolo com ele, chegar pro cara, falar: "Irmão, segue sua vida aí porque você não tá entregando resultado, eu preciso mexer aqui na operação, você não faz mais sentido pra gente." Ele tinha uma dependência emocional. Aí ele disse: "Queria tanto despedir fulano, cuidado com o que você deseja. Como é que eu faço para demitir fulano? Préqueda de opção. Que é uma opção para demitir fulano? Quero a obra cancelada. Obra cancelada paralisada e falou: "Irmão, tô num momento de vida muito difícil. A obra foi cancelada. Eu não consigo te sustentar, cara. Vou ter
que, infelizmente, vou ter que demitir você". Aí ele me contou até aliviado. Eu falei: "Mano, você se enrolou". Por que que ele se enrolou? acontecimento, relacionamento, utilidade. Você precisou permitir, preferiu o problema. Já vou falar da dimensão do problema, tá? Só que você não falou a verdade por dependência emocional. Sabe que hora que o governo vai destravar essa obra? Chuta a hora que o amigo arrumar o emprego. Enquanto o amigo não arrumar o emprego, ele não vai se sentir digno de tocar obra sem o amigo. Aí eu falei: "Seu amigo tem seguro desemprego?" Ele falou:
"Tem quantos meses?" "Cinco." Eu falei: "É isso. Se ele ficar em casa recebendo seguro desemprego, em menos de 5 anos, você não vai liberar essa obra. Por quê? Se liberar essa obra, você toca a obra sem ele?" Eu falou: "Porra, aí vai ser [ __ ] né?" Eu falei, é isso. A menos que você dê conta de ter hoje a conversa que você não teve lá atrás, essa obra não pode ser destravada. A pergunta é: quantas outras relações você tem que estão prejudicando o seu relacionamento e o seu faturamento? Quantas outras relações você tem que
faz com que você não se permita ser porque o outro não vai ser, ter porque o outro não tem, fazer porque o outro não faz, não quer, não vai, não pode fazer, ou ir mais longe até viagem, cara endividado. É, só que empresário é assim, um dia tá endividado, outro dia tá milionário, todo enrolado. Eu falei: "Cara, faz uma viagem com a sua família. Tem quanto tempo que você não viaja com a sua família? Porque você tá gastando dinheiro com pré-queda. Você tá jogando dinheiro no mato e a sua família deve est te cobrando. Sua
esposa não sabe que a obra foi parada porque você tá com dozinha do seu amigo. Se o cara for bom, transforma ele em sócio. Ah, não, mas o cara é ruim, demite. Ah, não consigo. Pô, você tá prejudicando sua família, cara. Aí ele decidiu fazer uma uma viagem com a família. Aí, nesse dia ele teve dor de cabeça, diarreia e trupicou o dedinho da cama. Aí você fala: "Caramba, que culpa você sente por viajar? Culpa do amigo não ter emprego? Culpa de não tá pagando não sei quem? Culpa de uma Gente, se você não resolver
a relação, o dinheiro não pode chegar. Se o dinheiro chegar, como que o seu amigo vai te olhar? Você dá conta de estabelecer uma relação com o seu amigo? fala: "Cara, eu sou seu amigo, eu te amo, mas você é meu funcionário aqui dentro. Você ganha 5.000, eu ganho 5 milhões. E se eu ganhar 10 milhões, você vai ganhar 5.000. Se é o nosso combinado, combinado é combinado. Então, quando a gente faz a análise da paraqueda, que nós vamos analisar a de vocês amanhã, por isso é importante, gente, coloca os acontecimentos aqui. Amanhã a gente
vai fazer, vai fechar uma conta. É tão bonito você ter clareza. E deixa eu te falar uma coisa, tudo bem você ter clareza e não resolver o problema. São duas etapas. Você pode resolver e deixar aí debaixo da gaveta. Você só não vai ficar reclamando que não sabe, tá bom? Por isso que eu falei lá atrás, ou você fica até o final e enxerga essa porcaria, ou você vai embora. Porque você saber disso e fingir que não sabe é pior. Você pode até chegar e falar: "Cara, eu sei igual ele falou, eu não tenho estômago
para lidar com esse meu amigo aqui". Eu falei: "Então vamos entender porque que cada obra dessa aqui tá travada." Porque, cara, em 15 dias, em 15 dias ele fechou 5 milhões de obras. Eu falei, não vai resolver muita coisa, mas pelo menos tira você do Atoleiro, porque o problema ele tem uma medida exata. Volta aqui comigo. Momento em que as coisas acontecem. As coisas acontecem o momento X. E o evento que acontece na sua vida, que te impacta e impacta outras pessoas, ele vem na hora certa e na justa medida. Por que na hora certa?
Se fosse em outro momento, não ia servir. Se você pegar o que você colocou aí na primeira coluna da página sete e trocar a data do evento, ah, em janeiro de 2022 eu bati meu carro. Se você trocar isso para julho de 2022, se você trocar para janeiro de 2023, você vai perceber que aquele evento não faz sentido na sua vida, perde a utilidade. É igual esse caso, aquela obra precisava ser cancelada naquele momento, ser suspensa naquele momento. E se fosse antes também perderia a utilidade. Então você produz inconscientemente todos os eventos na sua vida
no momento certo e na medida perfeita. Por que medida perfeita? Porque se for grande demais não vai ser suportado. Então não pode ser grande demais. Só que se ele for pequeno demais, ele vai ser ignorado. Então ele precisa ter uma medida exata. Qual é a parte boa disso aqui? O problema que você criou, você controlou. Se alguém te roubou, você inconscientemente controlou o dia que esse cara te roubou, o jeito que esse cara te roubou e o tanto que esse cara te roubou. Tanto é que se ele te roubou 50.000, você vai perceber que se
ele tivesse roubado R$ 1.000, não surtiria efeito na relação que foi impactada. E se ele tivesse te roubado 1 milhão, você não teria suportado. Então, amanhã eu vou trazer muitos exemplos quando nós formos fazer o diagnóstico de vocês. E nós vamos apresentar os três perfis controladores, como eles surgem, como eles se manifestam e como você estabelece um limite. Porque quando você tem um problema desse, ou você está sendo vítima, ou você está sendo vingador, ou você está sendo narcisista. Esse exemplo do cara que não eh queria demitir o amigo, ele parece vítima, ele parece vingador
ou ele parece narcisista? É o cara que quer ser perfeito. Eu não quero que as pessoas falem mal de mim. E a dependência emocional, ela tem tanto a forma ativa quanto a forma passiva. E isso não é da pessoa, isso é da relação. Então não fica achando que você tem que mudar as pessoas. Você não tem que mudar as pessoas. Você só tem que estabelecer regras, critérios e limites paraas relações de vocês. Porque se vocês fizerem isso, da mesma forma que vocês estão produzindo eventos ruins, vocês vão começar a produzir eventos bons. Se inconscientemente você
faz um processo na justiça, vou voltar para aquele exemplo meu do Edson e do Antônio. Se inconscientemente uma pessoa está bloqueando o inventário na justiça porque não dá conta de dizer não para uma pessoa, toda demora no resultado, esconde os pés nas relações, inconscientemente ela também consegue destravar uma causa na justiça quando ela ajusta a relação e assume a responsabilidade pelo resultado. da mesma forma que você está produzindo acontecimentos ruins, como o nosso aliado contou aqui, se ele não tivesse rodado aquele protocolo, ele teria fechado esse contrato de 70.000, só que ele ia ter cobrado
25 porque ele não tinha permissão para ter dinheiro. E amanhã você vai entender por que você não tem permissão para ter dinheiro. Será que você não tem permissão para ter, para ser, para fazer ou para ir? Porque toda demora nos resultados esconde uma espera nas relações. Coloca o post para mim aqui, gente. E quem está em casa curtiu, viu? Que mentoria maravilhosa, disse a Amanda. Tá maravilhosa essa live", disse a Sonia. Sônia e a Claudete disse: "Imma impactada. Nunca ouvi tantas verdades. Quero saber o que fazer para aumentar a minha permissão. Beleza? O que fazer
você vai descobrir no terceiro encontro, depois de amanhã, porque amanhã a gente precisa descobrir o que que tá acontecendo. Hoje nós trouxemos uma visão muito mais conceitual e amanhã nós vamos fazer o seu diagnóstico para você no terceiro dia saber o que fazer. Então, para você dormir com algo na cabeça, amanhã nós temos o nosso diagnóstico. Eu quero que você durma com essa imagem na cabeça, porque aqui nós temos duas informações poderosas. A primeira informação poderosa, o fato de alguém te amar impede essa pessoa de te fazer mal, mesmo que não seja por mal. As
pessoas não fazem mal porque elas são más, elas fazem mal porque elas não sabem que estão fazendo mal. Geralmente elas não sabem, tá? E outra informação que nós temos aqui é que toda demora nos resultados esconde uma espera nas relações. O dinheiro que você não conseguiu ganhar, a ação que você não conseguiu destravar, o contrato que você não conseguiu destravar, o negócio que você não conseguiu montar, se o resultado está demorando, durma com isso na cabeça. Toda demora nos resultados esconde o espera nas relações. E amanhã você vai descobrir o que você está esperando, De
quem você está esperando e por você está esperando. Que ao descobrir isso, você vai entender se essa espera está tirando a sua permissão para ser, para ter, para fazer ou para ir. Porque se você está aqui, além de ser otimista, você é uma pessoa que tem alguma capacidade, você sabe fazer o que você faz. Se você está aqui, você é uma pessoa que tem disposição. E que bom que você está aqui, porque eu tenho certeza que daqui dois dias você vai ser uma pessoa com muito mais permissão. E para eu entender como foi esse dia
para você, lá no meu Instagram @eltonuler, você vai encontrar esse post aqui e eu quero que você comente o que foi que você entendeu. Coloca esse post na Aliança Divergente também para mim, tá gente? no meu perfil Elton Euller ou no perfil da Aliança Divergente, eu quero que você comente o que você entendeu, o que você percebeu e, principalmente o que você desejou, porque eu tenho certeza que muitos de vocês só estão onde estão porque ainda não sabiam o que vocês estão descobrindo. diagnóstico vai ser extremamente desconfortável, mas ele vai ser extremamente libertador e poderoso.
Você vai sair daqui amanhã como uma pessoa capaz de resolver o problema que você nem sabia direito qual era. A coisa mais gostosa do que nós fazemos na aliança divergente é a liberdade. Porque um homem que não é mais refém doado, porque se sentia refém da esposa, porque se sentia refém do passado, é bom demais. Ele tá ganhando dinheiro, o casamento tá bem, o enado tá prosperando e ele consegue viver com liberdade, sem ter dó do entiado. Por quê? Você só tem dó quando você não acredita em alguém. E quando você consegue os seus próprios
resultados, você vira pro outro e fala: "Cara, você vai conseguir também. Você vai conseguir também. O princípio do que nós pregamos na aliança divergente não é a prosperidade. A prosperidade é uma consequência. O princípio que nós pregamos aqui é a liberdade. E amanhã você vai descobrir do que, de quem você precisa se livrar e como fazer isso de forma agradável, saudável e respeitosa. Porque afinal das contas quem vai aparecer no seu diagnóstico são pessoas que você ama e pessoas que te amam de verdade, só que pessoas que talvez nem soubessem que estavam te fazendo mal
e nem soubessem direito o que de fato você queria. Então, não durma com raiva, durma com esperança, porque resolver isso aí vai trazer uma consequência inevitável. Inclusive, amanhã a gente vai rascunhar um plano para você entender. Depois que você resolver isso aí, você vai querer realizar o quê? Tipo, o que que você quer com essas academias? Que vida que você quer dar pra sua família? Que vida que você quer construir? O que que você quer corrigir? Porque eu gosto de ver gente com brilho no olho, gente com um desafio, mas com um mapa. E melhor
na aliança Divergente, além do desafio, nós temos o mapa e temos a direção e um aliado para apoiar a gente nos momentos difíceis. Te vejo amanhã para fazer o seu diagnóstico. Anote todas as suas percepções, todas as suas sensações, inclusive físicas. Poxa, comecei a lembrar de umas coisas, Elto, sentir náusea, sentir dor de cabeça. Anote tudo. Quando você dormir, você vai derrubar as barreiras do seu inconsciente. Então, muita coisa que você tá com medo de entender, você vai acordar tendo entendido. Então, passe o dia amanhã pensando nas coisas que você deixou de fazer, quantas coisas
você poderia ter construído. Faça o dia e amanhã listando esses acontecimentos ruins na sua vida e venha pro nosso encontro amanhã à noite, que será um encontro extremamente revelador, onde você vai colocar a mão na massa e fazer o seu diagnóstico. Vá pro post, porque eu tomo pré-treino esse horário para fazer essa live, então eu vou demorar muito para dormir. Quero ficar lendo seus comentários, interagindo com você e te conhecendo, porque foi um prazer estar aqui com vocês hoje. Senhoras e senhores, nós somos Aliança Divergente. Esse foi mais um Resgate dos Otimistas. Até amanhã. Tchau,
cara. Onde é que vocês estavam que eu demorei para encontrar vocês dois, viu? Coisa boa. E você é de onde? Se apresente pra gente aí, vai. Eu sou de Salvador, mas hoje eu moro no interior da Bahia, em Cruz das Almas e, pois é, sou dentista, tenho 42 anos, três filhos, uma família e eu era uma represa de permissão. É só isso, explica o que aconteceu em minha vida. Perdeu muitas oportunidades, cara. Perdi, mas é da forma que eu hoje vejo. Perdi, mas nem sabia que tinha perdido. Acho que foi isso que é o mais
triste, a gente perder a oportunidade sem nem saber que tá perdendo e fica achando que a culpa é ainda em você, que a culpa é sua, que você não tem capacidade, que você não tem. Você fica buscando coisa, buscando estudar, buscando eh, sei lá, tentar tirar o foco de você, tentando buscar e não avança. É uma coisa incrível. Até no dia que eu que eu entendi isso aqui, né? Não sei que foi que aconteceu, parou numa live aqui, era o refúgio dos otimistas. Eu vi vocês falando, falei: "Meu Deus, tem certa razão isso aqui que
ele tá falando". Comecei a escutar, fiquei bem chateado com o que eu escutei porque choca no início, mas mesmo assim escutei. Participei um dia, participei, participei dois dias, participei três dias e realmente eh quando a chave gira, né? Cara, será que é isso que faltou para mim? Esse tal de permissão? E aí foi que tudo começou. E o que foi que fez você virar essa chave e entender que era a falta de permissão ou qual foi a falta de permissão que você entendeu que fez você entrar na aliança? Eu não podia ser a pessoa mais
próspera da minha família. Au! É duro dizer isso. E se eu fosse a pessoa mais próxima da minha família, todo mundo vinha me pedir alguma coisa, me fazer. E eu fiz muito isso minha vida toda. E aí eu não tinha permissão para poder eh ser a pessoa mais próxima da minha família. E não é nem sobre mim, né? Sobre minha família, sobre meus filhos. E isso aí mexeu muito comigo. Eu fiquei bem triste, viu? Meu refujo dos otimistas. Eu fiquei mal mesmo, viu? reflexivo, fiquei sem dormir, porque eu fiquei pensando, meu Deus, quanto tempo eu
passei sem entender isso aqui? Mas depois eu entendi também que não tinha culpa, porque como eu também não sabia, né? Mas aí no segundo dia você me deu uma informação, Elton, que falou: "É, tudo bem que você não sabia, mas a partir de hoje que você sabe, o relógio contou. Cara, isso aí mexeu comigo, viu? Porque eu falei: "Realmente, hoje eu não sa, eu não sabia até hoje, mas agora que eu sei, eu preciso decidir o que é que eu vou fazer da minha vida". E aí eu comecei a perceber a primeira percepção. Eu sempre
comecei tudo, mas nunca terminava nada. Eu sempre começava um curso achando que ia dar certo e nunca terminava. E aí, olha a dúvida chegando, um monte de coisa entrando, um monte de tentativa que nunca decidia. E por incrível que pareça, era isso que estava me atrapalhando. E aí eu abri vários negócios, comecei a fazer um monte de coisa e olha, uma confusão. E no final não fazia nada. Depois que eu escutei a aliança divergente, para você ter uma noção, eu comecei a fechar ciclo, ó. Tudo que não faz sentido pra minha vida, Eu comecei a
fechar. Foi aí que a mágica aconteceu, né? Que não é mágica, foi só um poder de decisão que eu já vim há 42 anos adiando tomar algumas decisões importantes em minha vida. Aí eu fiquei na dúvida, né? Entendi, cara, na dúvida eu não vou para lugar nenhum. Eu preciso ser um homem que meus filhos vão olhar para mim e falar assim: "Meu pai tem o orgulho dele não é pelo dinheiro, é pela atitude dele, pelo a forma que ele faz". Então eu hoje esse é meu maior legado, não é mais sobre dinheiro, é sobre legado.
E aí você fala assim: "Icaro, mas você teve esse resultado em um mês?" Pessoal, para quem tá escutando, deixa eu dizer uma coisa a vocês, eu tava com a vida tão represada que não tinha como ser diferente. Qualquer coisa que eu fizesse aqui ia dar certo, porque eu já tinha feito muita coisa errada. Então eu comecei a tomar decisões. Para você ter uma ideia, eh na pandemia, eu sou dentista, né? Quem tava perguntando aí, e aí a pandemia fechou? todos os consultórios e como esse negócio passava pela boca, eu falei: "Pronto, vou morrer, acabou minha
profissão". E aí eu tinha um padrão de tudo, adoecer, era terrível. Eu aí que que eu fiz? Abri outro negócio, como eu sempre fiz, ó, eu vou abrir outro negócio que eu tenho uma família, comprei uma franquia de limpeza, foi beleza, deu certo. Limpeza na época fazia, só que chegou um tempo que parou de fazer sentido. Meu consultório hoje me dava um rendimento 10 vezes maior do que nessa franquia, então ficou difícil. Só que eu não tinha lido nas letrinhas miúdas, que para eu cancelar tinha um prejuízo lá de 200.000. R000 porque você cancela antes
do tempo, né? Então não tem como você sair. E eu tava há um ano E meio tentando decidir isso. Até no dia que vi o Elton falar e ele foi foi bem delicado e falou assim: "Cara, enquanto você não decidir, você vai continuar nesse limbo aí. Rapaz, eu dormi, mandei o e-mail me tremendo todo, mas pedi cancelamento. Ó, eu prefiro assumir uma dívida de 200.000 do que continuar sendo um banana. Eu prefiro fazer isso e eu vou dividir isso aí, vou ver como é que eu pago. Mas não fico mais assim. E aí foi quando
eu minha minha minha eu entendi essa questão da aliança que eu também tava um pouco inseguro. Afinal eu sempre comprei muito curso de desenvolvimento e enfim de coach tal e melhorava uma coisa ou outra, mas não era isso ainda que funcionou para mim. No outro dia, a franqueadora me liga: "Icaro, você é um cara tão bacana" e tal e porque você foi assim, ó, não cancela não, vamos tentar fechar tal. E você só vai pagar uma taxa de 48.000. Falei: "Olha, já saí de um prejuízo de 200 para 48". Então tá tudo bem, tô ganhando
160, né? Tava deixando de perder, né? Pelo menos, né? E aí eu falei: "Cara, pronto, então esse negócio dá certo". até comecei a entrar, entrei na aliança e aí entrei com muito cuidado para não fazer, tentar fazer tudo de vez, porque assim tem uma metodologia, tem um passo a passo, então não são são vídeos que você tem que ouvir talvez duas, três vezes para poder entender. E aí tem um pessoal do Pense Comigo, entrei no grupo lá, foi muito bom que eu entendi e não era só comigo, existem pessoas no mundo inteiro que passaram pelo
que eu passei e entende quando eu converso isso aqui. E aí conversamos, rodamos protocolo lá, foi muito bacana. E aí eu eh durante isso rodei esse protocolo do medo. Entendi que era só medo. Medo de dar certo. Agora vê medo de ficar rico, medo de prosperar. Eu não tinha medo de ficar pobre. Eu tinha medo de ficar rico. Por quê? Porque ia me ligar, parente, tio, enfim. E isso me incomodava. Eu descobri essas percepções de protocolo emocional. No outro dia, no segundo dia do recurso dos otimistas e comprei, olha que eu já eu já comprei
tanta coisa que eu dessa vez eu vou me precaveri um pouco. Comprei 10 vezes, eu acho, 12 vezes, eu nem lembro. Dividindo o máximo que podia no boleto para poder cancelar com 30 dias. Pessoal, deixa eu perguntar uma coisa a vocês. Qual o risco que tem de você entrar num negócio desse? Nenhum. Se não der certo, você vai lá e cancela, tá tudo certo. No outro dia, um paciente meu chegou no consultório, tinha um panfletinho da Oi, caro, essa franquia é sua, você não vende não? Fal. Ah, não acredito. Eu falei: "Como é, você quer
comprar como é isso?" Porque eu sabia o que tava acontecendo, cara. Foi a primeira vez em minha vida que eu fiz as coisas de forma intencional, mas eu não esperava. E aí, resultado, vendi a franquia para ele, deve estar finalizando o passo a passo agora no final do mês em um negócio que ia me dar um prejuízo de, talvez de 200.000, vendia com lucro de 50 ainda. Se não tô acreditando, cara. Então você olha assim, porque eu entendi que na minha cabeça eu tava esperando que esse lucro talvez viesse do consultório. Não veio do consultório,
veio de outro lugar, não é? Seria um prejuízo, né? Seria um prejuízo. Reverter um prejuízo. Aí eu falei, entendi o jogo. Aí minha vida entendi. Minha chave fez assim, ó. Vum. Naquela hora eu entendi tudo e falei: "Pronto, tô no lugar certo". E eu tenho um desafio comigo que é assim, ó. Toda hora que roda uma percepção dessa, eu vou lá no site e pago o próximo boleto. E aí não é sobre dinheiro, é sobre um desafio que eu cliquei. Então só tô faltando mais três boletos em menos de uma vez. Então já adiantei bastante
e eu já tenho um desafio comigo. Quando eu terminar de pagar esse boleto, assim que eu terminar, eu vou pagar isso aqui para outra pessoa que eu vê que precisa. Boa noite. Eu sou Ivana, eu sou de São Paulo, eu tenho 63 anos e como eu falei, eu entrei no dia 27 de novembro Uhum. Do ano passado e entrei numa sexta-feira 27 de novembro de 2023 ou 24. 24. Uau! Foi um dia desse, então foi um dia desse. E aí foi muito engraçado porque eu entrei numa sexta-feira e quando primeiro é assim, eu eu vi
um vídeo seu, uma chamada sua, eu eu sabe quando você fica rolando o Facebook, aí apareceu lá você falando de padrões, né? Eh, padrões repetitivos. Eu falei: "Pô, esse cara tá falando comigo, né?" Aí eu falei assim: "Ah, eu tenho que entrar nesse troço". Entrei na sexta-feira, na segunda e e assim, eu trabalho em São Paulo e moro em Santana de Parnaíba. Na segunda-feira de manhã peguei o carro, fui trabalhar. 5:40 da manhã, um caminhão veio, bateu na minha traseira, me jogou na frente do outro carro. E aí eu fiquei muito chateada. Falei: "Ó, o
diabo da pré-queda aí que aquele magrelo falava." Bom, cheguei chateada na empresa, né? Fui fazer o boletim de ocorrência e tal, cheguei chateada na empresa, falei: "Caramba, Né?" Mas segui na empresa e logo que eu cheguei na empresa, eu tinha um cliente que fazia muito tempo que eu tava tentando reaver esse cliente e não conseguia já tinha uma cotação desse cliente. Eh, a minha empresa, ela fabrica amplificadores para sonorização de ambiente corporativo, shopping, aeroporto, hotéis, eh hospitais, coisas assim, né? Já tinha uma cotação, desse, é, Sansara, tá? E aí cheguei, já tinha a cotação desse
cliente. Eu falei: "Obá, tá vendo?" Eh, aí eu fui vendo que falei: "Bom, vamos lá". Aí que que eu fiz? Comecei a rodar, busquei o apoio do meu grupo, né? Aí eu falei: "Cara, eu tenho que entender esse negócio". Aí eu comecei a ver todos os áudios, todos os áudios do marca-passo, todos. Aí eu fui percebendo que era tudo muito bem explicadinho, sabe? Que se você pegasse o seu protocolo e e ouvisse o áudio, você conseguia preencher numa boa, sabe? E e era bem fácil até. Eu achava que era bem mais difícil, era bem mais
fácil do que eu imaginava. Aí comecei a fazer os protocolos e um atrás do outro, aí vinha as pequenas, aí eu chorava, mas eu lembrava de você, não para. Aí eu eu ia chorando mesmo e eu preenchi o protocolo e e fui indo e fui indo. Aí eu no dia 10 de de dezembro eu tinha 59.000 faturado e eu precisava de 110. Aí eu falei: "Cara, não vai dar, Não vai dar". Aí continuei rodando meus protocolos, continuei fazendo tudo que eu tinha que fazer. Aí chegou uma hora que começava a entrar assim, pedido à vista,
sabe? Pedido à vista, pedido à vista, pedido à vista. Falei de que de tá acontecendo? Aí eu rodava mais protocolo ainda, sabe? Porque eu falava: "Nossa, eu tenho que resolver isso, tenho que resolver aquilo". E fazia PDA e fazer não sei o quê e rodava protocolo. Aí chegou uma hora que quando eu fechei o mês de dezembro, eu tomei um susto, sabe? Porque eu tava tão empolgada em preencher protocolo, entrar na entrar na na universidade, fazer o curso lá que eu tô fazendo da inteligência artificial para melhorar meus melhorar meu contato com os meus clientes
e tal. Eu tava tão entretida em fazer tudo isso que eu não vi que quando eu fechei o mês deu R$ 300.000. Falei: "Cara, isso não é um celebre. Ainda pensei com meu com meus botões aí. Isso não é um celebre, isso é um milagre, cara. Porque, cara, eu eu tava quebrada. Eu tava quebrada. Eu vinha de seis meses de um faturamento horrível, sabe? Com um monte de conta para pagar. E dezembro é um mês horrível para quem tem empresa, porque tem 13º, tem um monte de coisas para pagar. E eu falei assim: "Não, não
vou dar conta". E aí quando eu fechei o mês que eu vi R$ 300.000, eu quase caí da cadeira. Eu falei assim: "Não, Celebra, isso é um milagre, né?" né? E aí eu falei assim: "Ah, agora que eu não vou parar mesmo. Se eu já tava ligada no 220, agora eu tô ligada no 340, sabe? Então eu tô assim muito grata a vocês, de verdade. E eu lembrei de uma coisa, Elton, que você falou o tempo todo e aquilo grudou na minha cabeça feito um chiclete, sabe? Porque você falava assim: "Dezembro é o mês do
tudo ou nada. O nada eu já tinha, eu tinha que ir atrás do tudo, né? E e o tempo todo, uma vez você falou uma coisa que bateu bem em mim, sabe? A melhor maneira de eu te agradecer não é sendo grata, é dar certo, sabe? É dar certo. E é isso que eu vou fazer, cara. Eu vou dar certo. Isso vai acabar em mim. Eu tô muito feliz, muito feliz mesmo. Tenho 46 anos, estou na aliança desde 2023. Sou casada há 26, vou fazer 26 anos de casada com o Sebastião. Tenho três meninas, uma
de 20 anos, uma de 18 e a minha caçulinha tem 13. Eu tenho uma corretora de seguros, sou focada em planos de saúde empresarial. Tô nesse ramo desde 2006, eu acho. É um bom tempo já. Não é a primeira vez que eu vejo uma um valor expressivo na minha mão. Eu tinha aquela postura de mulher guerreira, né? Eu fui educada por uma mulher guerreira. E eu não enxergava o meu casamento como uma unidade, né? Eu enxergava o meu casamento como uma certa sociedade onde o que era dele era dele, o que era meu Era meu.
E as coisas nunca avançavam pra gente, né? Era bem sempre bem difícil. E eu vinha sempre nesse ciclo, né, de ganhar bastante, de gastava tudo, porque na minha cabeça eu sempre achava que eu podia vender de novo, ganhar de novo. Eu não respeitava o meu marido quando ele colocava para mim, né, por exemplo, uma situação, olha, você recebeu esse valor, eh, vamos fazer algo com ele. Eu era sempre muito muito egoísta, sabe? O que que te fez tomar a decisão de de fazer parte da aliança Divergente? Quando eu cheguei na aliança, eu era um misto
de confusão, decadência financeira, decadência relacional com o casamento, com a educação das minhas filhas. Era um misto, era uma bagunça, assim, se eu for te pontuar, exatamente, eu acho que o maior problema todo era a Tatiana, não era nem as relações propriamente. A minha relação comigo mesma tava muito eh a minha autoimagem, a forma como eu me enxergava tava bem bem difícil. Eu decidi começar pela minha postura, a minha forma de enxergar a o meu casamento. Foi o primeiro ponto, né? Então, teve até um áudio que o Welton fez esses dias vocês replicaram sobre aquelas
quatro situações, ou você muda ou aceita melhor ou para, né? Uhum. e foi uma sequência de áudios falando sobre isso e me trouxe essa reflexão. Então eu entendi perfeitamente depois dos protocolos, depois desses áudios, que assim, se eu não me posicionasse sobre o que eu queria do Meu casamento, nada ia mudar. Então, ou eu separava de vez ou eu alinhava. Então, foi ali que a coisa começou a fluir por volta de fevereiro de 2024, enxerguei meus padrões controladores, vi como que eu tratava o meu marido, né? A forma como muitas vezes eu anulava ele, desrespeitava,
né? Desculpa, tá? É que tudo bem, é bem emocionante. É bom, sabe? É bom olhar hoje quem eu sou e olhar para trás e falar: "Puxa, não sou mais eu". É muito bom. E comecei a enxergar isso, né? A forma como eu levava minha minha conduta como esposa. A primeira coisa que eu fiz, que eu me posturei, foi aprender a ouvir, não. Eh, e também, principalmente, a não fazer mais nada escondido, né? E eu sei que as mulheres têm muito isso, né? fazer as coisas escondido e eh muitas vezes não falar pro marido quanto que
gastou, quanto que comprou, enfim, eu decidi não não mentir mais, não omitir mais as coisas, trazer realmente ele para dentro do nosso casamento, eh fazer dele de fato um parceiro. E me posicionei nisso. Fui trilhando essa jornada, fui melhorando isso com ele e Fui avançando. as coisas foram ficando mais leves, as brigas foram diminuindo, eh as conversas difíceis foram ficando cada vez menos frequentes. Eu sempre me posicionava assim, o resultado era meu. Eu não olhava pro meu casamento, pra minha família como um time. A coisa estava tão enrolada na minha vida, tão difícil, que o
cliente com contrato já tudo encaminhado, ele decidiu cancelar, ele decidiu manter o contrato que ele tinha, que era comigo também, era uma situação confortável, mas não ia me trazer um resultado financeiro tão amplo. De fevereiro de 2024 em diante, eu fui tendo bons resultados, fui fechando contratos altos, fechei um contrato de 5.000, depois de 10.000. 1000, fechei outro de 15.000. No montante no mês, eu tinha fechamentos expressivos e tinha um ganho que me favorecia, me dá uma vida razoável, né? Só que esse contrato em si, quando eu comecei a ali me posturei com esse cliente
porque eh mudou o diretor da empresa e esse diretor veio para cima de mim com muitas muitos questionamentos, muita afronta. novamente, o seu áudio trouxe muita clareza para mim, porque eu disse pro pro para esse diretor que Ainda que eu não fosse a corretora que ele esperava, eu estava disposta a me tornar a corretora que ele quer, né? Eu me posturei mesmo numa reunião bem difícil, foi uma reunião muito tensa. Os áudios diários eles são clarezas rápidas que trazem pra nossa vida. você ouvir, fazer disso um hábito, ouvir todos os dias, você todos os dias
você tem uma clareza nova, né? E somando a as clarezas que você vai tendo durante a semana, você começa a ver coisas que te preparam para uma jornada na vida. dias antes, os áudios que vieram foram, bem dizer, preparatórios para eu poder chegar nessa reunião e me posicionar diante desse cliente. Feito isso, ele disse: "OK, então vamos seguir com você, vamos fechar este contrato". Mas o determinante desse fechamento, Ramon, que eu considero, não foi somente a minha postura diante do cliente, mas foi a minha postura diante do meu casamento. Porque quando eu quando eu saí
dessa reunião com a venda fechada, eu me posturei. Se eu não tivesse encontrado a aliança, eu estaria perdida ainda. Eu estaria em busca. Eu sei que uma hora eu ia encontrar a aliança, isso eu tenho certeza. Eu a, mas eu ainda estaria em busca de de resolver. Mas então não sei se eu talvez tivesse ainda casada ou estaria endividada, não sei. Mas eu feliz eu tenho certeza que eu não estaria porque depois que eu entrei na aliança, pequenas coisas, pequenos Ajustes trouxeram transformações gigantescas. Eu sou a Rose. Eu sou de Sinop, Mato Grosso. Sou casada
há 16 anos com Hugo. Ele é barbeiro. Temos uma filha de 5 anos, a Vitória. Eu sou aposentada por invalidez. Como é que você descobriu a aliança Divergente e por que que você decidiu entrar? Então, a a minha tentativa de foi em novembro do ano passado. Nessa época, meu esposo disse que nós iríamos mudar de cidade, porque eu tava morando perto dos parentes com minha mãe, com com um transtorno narcisista dentro de casa. Só dar uma resumidinha do que era minha vida. E eu tinha sofrido pai e só tive coragem de contar paraos meus parentes,
mãe e tal, depois que ele faleceu. Então todos se voltaram contra mim e a minha saúde só foi deteriorando cada vez mais. E aí cheguei ao ponto de ficar ao ponto de conseguir aposentadoria por invalidez, porque realmente eu não conseguia nem cuidar de casa, nem cuidar da minha filha e nem do marido. Assisti o resgate dos otimistas, foi para mim foi perfeito. Fiz preenchi a ficha, fiz a inscrição, demorei alguns dias por causa que eu precisava receber para ter o dinheiro. E uma das primeiras coisas que eu fiz, eh, quando eu recebia o meu salário
de aposentadoria, que é salário mínimo, eu ia no mercado, fazia compra pro mês e conforme ia acabando, meu marido ia repondo. Então, de tanto ouvir a TBA falar e tal do do homem provedor, eu cheguei pro meu marido e Falei assim, dei um aviso prévio para ele. Eu falei: "A partir do mês que vem eu não vou mais fazer a compra do mercado, é você quem vai fazer". Porque o meu dinheiro eu vou gastar com a minha filha, comigo, eh, nas aulas de balé, roupas, maquiagem, porque antes eu não me maquiava. E comecei a rodar
protocolo. Fiz a lista lá, que nem o Elf fala, 25, 30 meses. Minha lista tava mais ou menos desse jeito, de medos, protocolo de medo, protocolo de medo. Falei: "Ai, vou deixar esses medo um pouquinho de lado aí, vou passar pra frente". Aí fui lista de eh protocolo de dependência emocional com mãe, com sogra, fui fazendo, fui limpando. Ainda tem coisas para resolver, tá? Mas já fiz bastante coisa. E como foi pro seu marido ver tudo isso? Ess esse movimento seu? O que que você percebeu de mudança nele depois que você Ele tá na aliança
divergente? Não tá, mas tá colhendo os frutos. Me conta, me conta como foi para ele ver a sua mudança de postura. Ele mudou também. E ele começou a observar, ele falou para você como é que foi a reação dele. Ele mudou bastante porque ele eh como eu disse, né, quando eu joguei essa responsabilidade, falei: "Não, as contas é tudo das suas costas agora, porque pelo menos o mercado eu fazia recebendo um salário mínimo, ele ele mudou muito, ele tá muito proativo, que nem eu falo assim, parece que ele não tem mais aquele aquele aquela desculpa,
aquela aquela canseira para ir trabalhar. Ele Tá super ativo trabalhando, tá tendo retorno, ele tá contente porque imagine, eh, eu não conseguia andar direito, eu andava mantando. Para me levantar da cama antigamente era com ajuda. Eu pisava no chão, parecia que eu tava pisando em cima de caquinhos de vidro por causa da facar. Doía demais o os esporões calcânicos dos dois pés é como se a pessoa tivesse pisando em cima de duas pedrinhas no calcanhar. Imagina dor insuportável. mesmo incapacitante. Eu vivia base de remédio, era a gente gastar até R$ 900 de remédio. Então assim,
ele tá feliz, imagina conseguir namorar, ele é óbvio que não gosta disso. E o que que mudou nele financeiramente? Ele teve mudança também? Teve impacto financeiro nessa sua jornada de mudança? Teve. Olha só, são 4 meses que eu tô aqui na Aliança de Vergne. Então, eh, em no mês, ele teve no mês 6.000, aí no outro mês foi para 10. No mês passado foi para R$ 14.000 de faturamento. É lógico, tivemos umas pré-quedas meia feia aí, né? Mas tipo, ele alcançou o teto dele, ele nunca tinha ganhado isso só no corte de cabelo. Você entrou
pelo motivo financeiro, pela saúde ou pela pela pelo relacionamento? Quando você entrou? Eu entrei pelo motivo principalmente da saúde, porque eu venho procurando a cura, sabe? Então assim, eu vi uma possibilidade de me sentir bem, de me Sentir saudável. Aí até lá, quando eu coloquei as fichas lá no meu plano, distribuir as fichas, eu coloquei assim pra saúde duas fichas, pro relacionamento duas fichas e coloquei só uma no financeiro e veio o resultado. A mulher mexe na saúde, o cara começa a ganhar dinheiro, o relacionamento melhora porque as três áreas estão conectadas. E percebam, o
marido dela não entrou na aliança, ela entrou, mudou a postura e começou a refletir nele. Rodei os protocolos, mexi nas relações, tô compreendendo, trazendo mais a questão do feminino, porque a mulher guerreira tá sobrecarregada e carrega muitas dores. Então, eu tô abandonando essa sobrecarga e focando muito no feminino. Eu já era uma pessoa, desculpa a expressão, desigrejada, já não frequentava mais religião nenhuma, mas a minha fé em Deus sempre foi muito forte, muito latente e tá cada vez mais racional. Eu não tô tipo assim, ah, esperando o milagre de Deus, não. Eu tenho que fazer
alguma coisa para mim conseguir mudar minhas atitudes, mudar o resultado que eu quero. Eu preciso agir, eu preciso ir para ação. Não adianta ficar só ajoelhada ou ou enfim qualquer ritual que a pessoa faça, esperando essa cura, esse milagre. tem que ir para ação. Chegou uma época assim que eu tomava extrato de canabol, que é da tão forte que eram minhas dores e outras medicação. Se não tivesse entrado para aliança divergente, se não tivesse mexido nessas relações, eu não teria Colocado limites. E talvez, talvez nas pior das hipóteses, uma outra tentativa, não sei, não consigo,
eu não quero olhar para essa situação porque eu quero focar só no ser feliz, estar viva, estar contente. O que você diria paraa Rose de 4 meses atrás? Eu diria: "Vem logo, mulher, você não sabe o que você tá perdendo. Vem logo, vem logo. Aqui você vai acabar com esses medos. Vem logo, vem logo. Aqui você vai entender as relações. Vem logo." Ah, eu diria para essa mulher tudo que vocês estão dizendo pras pessoas que estão assistindo. Eu diria isso, porque é isso que eu tô vivendo. Eu já fazia terapia há muitos anos, há uns
15 anos, fazia psicanálise há mais de 10 anos. E quando eu percebi o tamanho da minha dependência emocional e tudo que ela estava fazendo e como ela estava impactando na minha superação e voltar a achar o meu caminho e comecei a rodar protocolos, comecei, gente, eu gabaritava todas as aulas. Se vocês falassem assim para mim, faz tal coisa, eu fazia tal coisa, respira o ar tal, eu fazia, eu fiz tudo, eu fiz 100%, assisti todas as aulas, rodei todos os protocolos. E é um método, que eu até falo que o que funciona é ter um
método, pessoas que já mostraram que esse método funciona, Aplicaram o método e realmente ele é incrível porque em um ano, foi menos de um ano que eu já tive resultados, mas um ano eu peguei um faturamento que eu tava lá no chão, foi para 40 vezes, ultrapassei muito o que eu tinha antes e eu estou muito próxima do meu sonho grande. Eu até já multipliquei esse sonho grande e eu tenho certeza que eu vou aumentar ele cada vez mais de ter a minha liberdade e ter muitas coisas, reduzir minha dependência emocional, que isso aí não
teve preço. Eu eu acho que isso é uma das coisas mais difíceis de se fazer na vida, de reduzir dependência emocional, eh ter limites claros, conseguir impor isso na nossa vida, no dia a dia. E ontem eu dei minha primeira palestra, eh, eu dava aula já. E ontem eu dei a minha primeira palestra e muito disso vem de toda essa trajetória e eu quis compartilhar isso hoje com vocês porque faz vocês indiretamente vocês não sabem que vocês estão tão presentes na minha vida e na minha história, uma história muito forte que muitas pessoas me vem
como alguém que transforma outras vidas também e faz parte dessa mentalidade. e o que eu jogo para todos os meus pacientes. Todos os meus pacientes têm que trabalhar essa mentalidade. Então essa é a minha história. Que legal. E qual foi o protocolo mais difícil que você rodou? Qual foi o protocolo que mais mexeu com você? Que você falou: "Putz, isso aqui eu preferia não ter visto porque tem protocolo que a gente começa e na metade dele você fala: "Hum, vou ter que mexer naquilo". Qual foi aquele que você olhou e falou assim: "Nossa, esse o
da dependência emocional mesmo, o coloca cada parente, cada pessoa ali na parte do núcleo do do nosso núcleo, e a gente tem a visão de que a gente tem que mexer ali. Eu acho que a visão de ter que mexer em alguém muito próximo da gente, eh, acho que foi o mais difícil, foi mais difícil falar: Juliana, não tem jeito, você tem que mexer nisso, isso você vai ter que impor, vai ter que superar, vai ter que ter limite. E no e no protocolo de dependência emocional, quem foi a pessoa que mais estava ali dentro
do seu núcleo emocional interferindo? Minha mãe? Uhum. Minha mãe muito, muito, muito. Minha mãe se desse, ela tava no primeiro, segundo, terceiro, mas a a minha mãe com certeza. E era ela interferindo? Era ela interferindo na sua vida na época ou era você interferindo na vida dela, tentando quem tentava controlar a vida de quem ali? É mais ela no meu. E eu descobri que eu estava muito no no outros também, né? principalmente no do meu marido, eh, também no da minha mãe, Eh, no do meu irmão, que eu tenho um relacionamento muito difícil assim de
querer, aquela história de querer salvar os outros. Eu tinha, eu tinha isso em mim. Eu queria salvar todo mundo. Eu achava que eu ia ser uma salvadora da minha família. E aí, a hora que eu percebi que eu não sou essa salvadora, gente, foi libertador na minha vida, foi libertador. Eu queria ser salvadora de toda a minha família e eu descobri que não é assim.