Oi Oi gente tudo bem com vocês eu sou mais o Barbosa Esse é o canal treinar literária e hoje a gente conversa sobre a história do feminismo No Brasil se você está chegando por aqui agora eu não se esqueça de se inscrever e se você já tá aqui Confere aí se você está inscrito e ative as notificações isso sempre ajuda muito o crescimento do canal porque assim YouTube vai entendendo que o conteúdo é interessante vai indicando aí para outras pessoas que estejam circulando por aqui então usando como referência para essa discussão o livro da Célia
Regina Pinto vou deixar a capinha aqui para vocês é que se chama a história do feminismo No Brasil se você tem algum outro livro que seja referência para falar sobre história do feminismo no Brasil pode deixa aqui nos comentários porque a gente tem aí algumas algumas diferenças nas abordagens é o que que aconteceu em determinado momento mas se você tem algum livro aqui para indicar pode deixa aqui nos comentários e a gente vai conversando esse é o livro que eu acho mais fácil para a gente conversar justamente o que ele faz um mapeamento muito didático
a Celi Regina tem uma escrita e tosa elegante agradável Ele tem ele já não tem mais repetições ele mas ele tem sempre muito fácil ali é um PDF na internet em grupos de páginas de faculdade página de pós-graduação mas ele não tem recentemente nenhuma edição nem um lançamento a gente conversa então sobre isso sobre esse livre vai passando aí pelos principais momentos do feminismo a gente conversar sobre feminismo no Brasil é necessária a gente entender que feminismo aqui sempre foi muito complicado e muito contraditório justamente porque aqui especificamente no país como o Brasil o feminismo
é sempre encontrou aí uma resistência de dupla ordem ele sempre precisou enfrentar obviamente os grupos conservadores mas também ser feminista num país em que sempre foi e sempre precisou de muita de muita frente de resistência sempre teve uma uma história de resistência bastante interessante muitas vezes as feministas tinham dificuldade para conversar dentro da própria militância porque era uma das mulheres fosse uma causa memória vamos sair no meio da ditadura a gente tinha ali os grupos lutando pelo pelos direitos civis a gente tinha gente azulada então quando as mulheres acabam chegando pelas demandas feministas e lutando
pelas demandas feministas isso acaba aparecendo um problema muito menor e por conta disso as Mulheres sempre tiveram muito dificuldade nessa luta porque precisava muitas vezes enfrentar os movimentos conservadores mas também precisava enfrentar a própria militância isso durante toda a nossa história vamos vamos começar lá no comecinho quando começam a surgir as primeiras movimentações feministas aí que é ainda do final do século 19 a gente sabe que não só aqui como em vários outros países essas primeiras movimentações feministas ali na passagem do século 19 para o século 20 muitas vezes as primeiras movimentações tinham um objetivo
em comum que era o direito ao voto de fato o direito ao voto era é né Sempre foi bastante importante é justamente porque é partir da possibilidade de votar e ser votada que isso consegue garantir no nível mínimo uma cidadania para essas mulheres Então vamos pensar e que as mulheres não tinham poder de participar de quem seria escolhido é Quais quais eram as pessoas que estariam representando os direitos da população e ainda mais se a gente pensa aí no direito de votar e ser votada a possibilidade de conseguir colocar uma mulher para lutar pelos direitos
das mulheres era uma coisa bastante importante aí bastante necessária a gente tem voto sendo conquistado em 1932 aqui no Brasil no então o governo Getúlio Vargas mas essas lutas começaram ainda no século 19 a gente teve várias movimentações aí várias ações Até que esse boto esse direito fosse de fato conquistado mas ao contrário do que se pensa muitas vezes o feminismo nesse período passagem do século 19 e início do século 20 ele não tinha uma única uma única pauta a única vertente ou ainda ele não tinha um único grupo a gente tinha esse grupo principal
que era o grupo outra vez mais organizado e mas com mais acesso a fazer reivindicações já gente fala um pouquinho sobre isso mas a gente tinha também outros grupos feministas ao o grupo das trabalhadoras das mulheres que lutavam pelas mulheres que estavam aí em condições de trabalho extremamente desumanas a gente tinha a grupos que lutavam pela pelo Direito das mulheres à educação então a gente tinha vários grupos de mulheres lutando por coisas diferentes e nem sempre isso é muito destacado justamente porque parece que nesse momento até 1932 todas as mulheres que estavam na atividade queria
uma única coisa direito ao voto e nem sempre era assim justamente porque a gente pensa aí na condução de uma mulher que trabalhava numa fábrica ela trabalhava horas e horas e horas e horas chegava em casa precisava cumprir cumprir com a sua outra jornada se cuida da casa educar os filhos e o seu salário muitas vezes ele era entregue pelos patrões direto para os seus maridos e falar essa mulher ela era suprimida de todos os seus direitos e isso era uma pausa importante de um grupo feminista e desse momento ainda que não fosse o principal
grupo feminista a gente pode dizer que duas são ministros alcançaram maior proeminência nesse período uma foi aberta a luz que foi essa mulher que esteve à frente da Luta pelo direito ao voto mas a gente também tem uma mulher bastante importante aí que foi a Maria Lacerda Moura que ela era a líder de uma espécie de feminismo anarquista que horas Justamente esse feminismo que lutava para mostrar a desigualdade das condições das mulheres das condições de trabalho das mulheres dentro do Espaço das fábricas dentro dos diferentes espaços de trabalho o quanto que essa mulher ela era
Desprovida de sua dignidade a partir do momento que mesmo trabalhando muitas vezes ela não tinha acesso ao salário que esse salário era de seu marido mas ainda assim ela tinha que trabalhar nas fábricas eu tinha que trabalhar em casa tem que cuidar dos filhos e muitas vezes ainda sofreu violência doméstica Então temos em Maria Lacerda Moura que já apontava esses aspectos aí das questões aí das mulheres essas movimentações das mulheres pelo direito ao voto vão começar a ganhar mais força a partir da Constituição da República em 1891 quando essa constituição estabelece que são eleitores os
cidadãos maiores de 21 anos que se alistarem na forma de lei não pensou só a constituição estabelece que todo mundo que foi maior de 21 anos todo mundo que for Cidadão pode votar A não ser que você seja mendigo analfabeto Praça depressa situados os alunos das escolas militares e ensino superior religiosos são inelegíveis os cidadãos inalistáveis então a lei estabelece aí quem pode votar estabelece que não pode botar bom as mulheres passaram seu não são analfabetas eu não sou mendiga eu sou cidadão aí tem mais de 21 anos Oi e aí essas mulheres não se
deparar conselho que seguinte cenário quando elas começam a chegar então para se alistar para votar em elas acabam recebendo uma negativa e aí elas vão perguntar tá mas a constituição Aqui tá dizendo que eu posso voltar e a partir do momento que elas são proibidas de votar elas vão começar a perceber que de fato elas não foram consideradas cidadãs ou elas não foram considerados gente o suficiente para ser colocada na Constituição então a constituição não se dão ao trabalho nem de proíbe as mulheres de votarem e isso foi extremamente exaustivo para ela justamente porque elas
precisavam Contrariar Uma lei e que não estava dentro da Constituição era o meio que um acordo comum aí elas vão colocar começar então uma série de movimentações para poder votar ainda que elas não como se fossem conseguir até 1932 nesse momento nessas primeiras décadas do século 20 a gente vai ter um cenário de um Brasil oligárquico com famílias as rosas em Poderosas mesmo que acabavam tinha um poder de decidir né é uma influência para decidir quem seriam as pessoas que seriam eleitas Então essas essas grandes oligarquias tinham grandes poderes políticos e acabavam tá no influência
e bastante significativa essas famílias também tinha um outro aspecto que acabou ajudando o feminismo é o fato de que família ficou muito dinheiro acabavam Investindo na educação de suas filhas também além dos filhos Então essas mulheres acabavam indo e não só educação formal mas também essas mulheres acabavam muitas vezes vindo e passando seis meses em países da Europa passavam seis meses nos Estados Unidos viajava muito para fora e quando elas estavam fora estudando muitas vezes fora essas mulheres voltavam e percebiam quanto o nosso país ela atrasado em relação ao direito das mulheres e essas são
essas mulheres essas mulheres dessa Elite e uma elite extremamente restrita que acabaram sendo bastante importância bastante força para e essa cenário liberta a luz mesmo foi uma dessas mulheres que ela net um estudava fora ela tinha contato com mulheres do movimento sufragista de fora do Brasil Ela estudou em Paris em São aberta lutas chegava que via que a gente estava muito atrasado reunir outras mulheres como ela e acabava fazendo uma movimentação bastante importante aí essas mulheres também tinham como característica o fato de que elas conseguiram conversar com políticos então elas eram mulheres da Elite elas
eram mulheres com muita grana então elas conseguiam encontrar políticos conversar colocar suas pausas faladas dessas injustiças então mesmo que nesse momento elas ainda não tivessem conseguindo elas acabavam fazer uma movimentação ainda que esses outros grupos feministas - os menos fortes com menos proeminência também existiam em paralelo essas movimentações centrais é somente então 1932 quando entra em vigência o novo Código eleitoral que se estabelece e finalmente o direito pelas mulheres ao voto e a partir daí a partir de 1932 o feminismo ele vai entrar no período ali de menos movimentação a gente vai ter menos -
Organização das mulheres em torno de seus direitos e esse feminismo ele vai ressurgir com força Justamente na ditadura e isso é uma característica muito importante do nosso feminismo porque a gente criou uma segunda onda do feminismo vamos dizer assim justamente no momento em que era muito difícil porque a gente tava aí com a superação dos nossos direitos políticos a gente tava aí passando por um movimento bastante complicado no mínimo e falar sobre feminismo durante esse momento era uma dupla batalha justamente porque essas mulheres acabavam precisar enfrentando grupos da própria militância apesar disso apesar das feminismo
retornar com força hein entre 1970 ali 1970 na década de 50 Essas mulheres já estavam na atividade luta e pelas pelas questões da dos Altos preços de de comida o preço da luz né pela condição das mulheres com menos condição financeira mesmo mas diferença que a gente vai ter aí deixa o feminismo em relação àquele feminismo anterior é que agora essas mulheres não estão necessariamente separadas pelo menos aqui no Brasil a gente tem uma condição muito difícil uma condição de subsistência é bastante difícil muita gente passando fome muita gente passando muitas dificuldades e essas mulheres
acabavam indo para as ruas para poder lutar pelos pelos seus direitos pelos direitos de sua família pela pelo direito de se alimentar né então esses movimentos estavam acontecendo aí ainda que não sou de uma para outra feminista é então 1970 entre 1980 que a gente vai ter outras pautas e serem levantados e com foco e nos direitos das mulheres a gente vai ter alguns nomes também que se destacam nesse momento talvez o primeiro seja da arrume Medeiros há 70 na década de 70 pessoalmente 1972 ela teve uma atuação bastante intensa pelo Direito das mulheres ela
lutava pelo Direito das mulheres casadas ela gostava pelo Direito pessoalmente dessas mulheres que estavam aí dentro do bojo familiar já tinha uma estrutura familiar mas ao mesmo tempo ela tinha algumas pausas bastante polêmicas que ela defendia entre outras coisas o controle de natalidade para as pessoas pobres Então a gente tem uma mulher que pertence novamente a uma certa Elite governamental aula consegue ter acesso a esse essa Elite governamental mesmo essa Elite militar E apesar disso ela acaba conseguindo colocar algumas pautas justamente por conta dessa movimentação que ela tem aí nesses grupos e ela consegue aí
colocar e fazer algumas movimentações Justamente a partir da sua possibilidade de intercâmbio ao mesmo tempo a gente vai ter outros novos que vão se destacar que a Eliete saffioti e o da Rose Muralha O que são mulheres que foram e se mostrar o quanto as condições de pobreza prejudicam entre principalmente os grupos minorizados aí que são o grupo das mulheres e o grupo das crianças se a gente quiser entender as questões de gênero aqui no Brasil a gente tem que ir para ler essa filhote justamente porque ela é incisiva e mostrar que com a com
a com o crescimento do uso das drogas aqui no Brasil principalmente pelas pessoas mais pobres com crescimento da pobreza com crescimento da violência o crescimento de tudo isso faz com que esses esses grupos que já são vulneráveis que são as mulheres e que são as crianças se tornam ainda mais vulneráveis não é eleito saffioti ela faz uma análise social do Brasil muito pertinente justamente porque ela vai mostrando que não tem como a gente ter o crescimento da pobreza e não ter ao mesmo tempo crescimento da violência contra grupo que são minorizados então é sempre fundamental
a gente falar sobre isso e sobre essas violências e como isso constituía uma bom né a gente pensa aí que quanto maior desigualdade a gente tem quanto mais violência a gente deve a gente vai percebendo o crescimento dessa violência contra a mulher a gente pode pensar no agora né a gente tem o crescimento de uma de uma de uma desigualdade aí nesses nossos últimos anos a gente percebe de maneira muito fácil que as mulheres e as Crianças acabam sofrendo ainda mais com essas violências acabam sendo mortas de forma mais constante apanho de forma mais constante
sofre ameaça de forma mais constante justamente porque não tem como se a gente tem um cenário violento grupo memorizado eu converso com a filha mais com essa violência na década de 80 a gente vai ter uma movimentação bastante importante é o fato de que as mulheres que estavam exilados acabam começando a retornar que foi Brasil Então pensa essas mulheres que estavam no Chile essas mulheres que estavam e Paris em 1982 com a lenda da Anistia essas mulheres começam a retornar e trazer essas ideias e para cá então isso vai ser fundamental para acontecer novas movimentações
pressa feminismo ganhar um gás justamente por conta desse dessa troca de diz periência dessa troca de informações que vai acontecendo a partir do retorno dessas mulheres que trazem jornais trazem revistas trazem notícias do que estava acontecendo lá fora a gente pode dizer que nesse momento a gente tinha três grupos feministas centrais primeiro caro grupo das marxistas que eram essas mulheres que tinham foco na luta de classes iam falar das condições das trabalhadoras que ia falar das condições das mulheres que estavam nos postos de trabalho a gente tinha também as feministas liberais que eram essas feministas
que avaliavam a liberdade individual que falavam nessas liberdades individuais das mulheres dos direitos das mulheres individualmente não como como um grupo social EA gente vai ter o grupo das radicais das mulheres radicais que lutavam aí de fato enfrentavam de fato o patriarcado então elas vão dizer que e a gente tem dificuldades e a gente sofre violências especificamente por sermos mulheres em começam Essa era ali a gente tinha várias pautas das feministas radicais que acabavam mostrando começando a mostrar aí como essa dificuldade como essas desigualdades se constituem e se formavam o historicamente a partir justamente desse
que é o patriarcado ali mais ou menos no final da década de 70 a gente vai começar com o movimento também bastante importante que é o de autocrítica do feminismo então a gente se volta aí para perceber as desigualdades e assimetrias dentro do próprio movimento essas mulheres começam a perceber que nem sempre o feminismo foi programa foi protagonizado pelas mulheres que de fato sofrem mais operação Então nem sempre esse feminismo que era angariado que era organizado pelas mulheres trabalhadoras nem sempre esse feminismo Eva que alcançava mais proeminência mas alcance e as mulheres da Elite que
conseguiam circular e conversar com políticos eram muitas vezes as mulheres que acabavam conseguindo trazer as pautas e eu não ser entendidas como a falta de todas as mulheres Então pensa só a gente tá em 1970 tínhamos mulheres que lutavam pelo direito ao trabalho mas a gente tinha por outro lado mulheres que trabalham desde sempre suas mães e suas avós trabalham desde sempre que são justamente as mulheres mais pobres enquanto o que é quando a gente percebe alianças mulheres falando tá a gente quer ter direito ao trabalho parece que essa é uma pauta de todas as
mulheres estão desejo de todas as mulheres e a gente fica aí com a falsa impressão que o trabalho ele foi um direito conquistado quando na verdade o trabalho da mulher ele é fruto justamente do capitalismo e da sua desigualdade em relação a homens e mulheres essas duas décadas de 1970/1980 vão combinar em seu alcance máximo aí que foi a luta das mulheres o constituinte Então a gente tem uma constituição aí sendo sendo gestadas que foi a Constituição de 1988 e era fundamental que essas mulheres lutassem de diferentes perspectivas de diferentes Vertentes mas era fundamental que
essas mulheres lutassem para conseguir colocar o direito das mulheres dentro dessa constituição porque se não fosse naquele momento não seria mais Justamente que a gente tem uma constituição sendo votada e era fundamental que essas mulheres conseguirem falar sobre desigualdade de trabalho desigualdade Nas condições de trabalho sobre o acesso à creche sobre a questão da violência não é fundamental que muitas mulheres estivessem lutando justamente para conseguir abordar o máximo possível de desigualdades e de direitos que se fossem necessários para essas mulheres de fato as mulheres conseguem um grande alcance quando a constituinte é então votada mas
foi fruto de muita movimentação de muito trabalho de muita muitas organizações muitas reuniões então e conquistam aí uma luta e uma vitória bastante importante quando o seu direito de fato estão na constituinte depois disso novamente parece que a gente vive um período aí mais um olho em relação ao feminismo que a década de 90 aí a gente volta aí para início dos anos2000 quando a gente retorna aí com algumas leis ano votadas a Heloísa Buarque de Hollanda vai abordar neste livro aqui no explosão feminista ela vai falar sobre esse feminismo que surja E no momento
em que parece que já não tem mais fôlego para o feminismo que é o século 21 mas que aqui no Brasil a gente vai ter uma questão bastante séria que acaba acontecendo o que é uma votação que teve aí de uma uma num projeto de lei do Eduardo Cunha em relação à mulher a perder a relação a mulher perdeu o direito de aborto inclusive como se fosse estuprada tão isso é o Estopim aí para o surgimento de uma nova onda Então chega o Eduardo Cunha queremos lutar uma nova lei querendo que a mulher seja obrigada
Eu quero um filho fruto de um estupro e é isso que vai fazer com que essas mulheres voltem a se organizar novamente essa movimentação vai tomar característica bastante específica é o fato de que hoje a gente vive uma era virtual Então muitos desses encontros eles são virtuais essas reuniões são virtuais então principalmente aí pelo movimento das hashtags né então a gente tem determinado o determinado acontecimento num determinado movimento e isso faz com que várias mulheres se unam em torno dessa hashtag muitas vezes essas mulheres vão para rua a gente teve aquele aquela hashtag que eu
não mereço ser estuprada a partir do momento da fala né do do nosso então presidente que disse que não estouraria uma determinada a mulher porque ela não merecia Então a partir dessa fala a gente vai entender o que então para lá tem mulheres que merecem ser estupradas Então essas falas específicas essas questões específicas não gerando novas movimentar e hoje a gente vive aí o que a gente vai chamar de quarta onda feminista a gente tem algumas teóricas eu vou deixar aqui nos links para vocês a gente tem algumas teóricas que não defendeu o fato de
que hoje a gente vive uma quarta onda e a característica dessa quarta onde é o fato de que hoje a gente já não precisa mais beber tanto na teoria de estrangeiras então a gente pensa aqui no caso do Brasil a gente tem condições de operação das mulheres muito diferentes das condições de operação das mulheres estadunidenses das mulheres europeias de mulheres de outros espaços e a gente muitas vezes tem a tendência de importar toda essa teoria e querer aplicar aqui sendo que isso não funciona então essa quarta onda como a gente vai chamar tem como característica
o fato de tá mas a mulher brasileira quais são as violências que ela sofre ou quem é a mulher brasileira que mais sofre a gente teve aí um no último atlas da violência o fato de que um fato bastante grave que foi o fato de que a violência contra as bom diminuiu mas contra as mulheres negras aumentou tampa lá então uma mulher ela está se beneficiando das movimentações feministas mas outra para outras feminismo não tá chegando nem na porta então como assim como que a gente pode resolver as desigualdades como que a gente pode resolver
essas assimetrias e sim o feminismo não consegue lutar contra isso porque como vai dizer aí essa filhote lá na década de 70 na década de 80 se isso é fruto do crescimento da violência se só fruto do crescimento da desigualdade se a fruta do capitalismo ao mesmo tempo é fundamental que a gente encontra feminista entenda que feminismo ele não serve para beneficiar somente a sua mente a mulher que estuda ou somente a mulher que milita orçamente essa mulher no seu plano individual se a violência está aumentando o contra um grupo específico de mulheres aqui no
nosso estado mesmo a gente tem na a gente tá eu tô aqui em Mato Grosso do Sul aqui em Mato Grosso do Sul e a gente tem a condição aí das mulheres indígenas que é ainda não é mais grave No que diz respeito à violência sexual no que diz respeito à violência doméstica então é fundamental a gente pensar sobre isso para a gente poder pra gente poder organizar quais seriam as nossas faltas e pelo que de fato é importante lutar bom essa foi a nossa conversa de hoje eu vou deixar algumas referências aqui para vocês
nos comentários no na descrição se vocês tiverem outros livros sobre a história do feminismo no Brasil podem me indicar e a gente vai conversando até mais