quais são as especificidades da inclusão de crianças e jovens com epilepsia na escola [Música] oi pessoal aqui é cláudia lopes e nesse vídeo eu vou falar sobre epilepsia é do ponto de vista da inclusão escolar ou seja sobre a inclusão de crianças e jovens com epilepsia na escola eu começo o vídeo perguntando quais são as especificidades de uma maneira nem provocativo porque na de fato as não existe um tratamento específico lembrei beneficia nem para qualquer outra questão a grande chave para a inclusão escolar é sempre observar as necessidades do aluno que está sendo incluído no
caso da epilepsia então o que a gente tem que ter em mente são as características daquele a onu ea melhor forma de poder remover barreiras com a aprendizagem ter na escola eu tive a inspiração para gravar esse vídeo por conta do aniversário do brasil é o dia da independência do brasil dia 7 de setembro que foi proclamada pelo dom pedro dom pedro i o primeiro imperador do brasil é segundo os relatos históricos de epilepsia é um fato conhecido selados é uma elipse é de origem familiar os irmãos dele também tinha epilepsia e outros parentes outros
nas estréias só pra lembrar um pouco da história do dom pedro ele nasceu em 1798 e faleceu em 1834 com a idade de 36 anos conta que ele não haveria muitos tratamentos ele tinha uma personalidade é um tanto voluntariosos a era um boêmio tabu alguns rompantes mas de fato a medicina da época não tinha muitos recursos para ajudar uma pessoa a conhecer durante um bom tempo a epilepsia foi chamada de grande mal e pequeno mal que o nome bastante pejorativo ou venhamos depois isso foi mudado a idéia de chamar de grande mal ou de pequeno
mal estava relacionada como o tamanho das crises compulsivas e até hoje é um critério de classificação na epilepsia a esse tamanho dessa importância das crises convulsivas é mas ainda bem funceme esse nome é gerar ativo que beneficia hoje uma condição médica bem conhecida bem pesquisada mas ainda assim o diagnóstico é um diagnóstico brincado de a ser feito com muita precisão principalmente em crianças que estão o desenvolvimento cerebral é muito grande acelerado que passaram pela puberdade isso é vai gerando impacto vai tendo que a existe uma mudança da medicação enfim é preciso um acompanhamento médico bem
atencioso pra que possa ser diagnosticado da forma mais correta possível ter um artigo bastante interessante falando da das condições clínicas do dom pedro 1º dada as condições clínicas das do seu quadro de epilepsia é vou deixar o link aqui embaixo infelizmente está em inglês foi escrito por dois pesquisadores brasileiros mas é bastante interessante para poder conhecer um pouco mais aí os detalhes dessa figura histórica eu estava descendo que a epilepsia uma condição clínica bastante conhecida é pode ser definido de maneira geral com a alteração o funcionamento elétrico do cérebro é o nosso cérebro está o
tempo tudo funciona à base de descargas elétricas e uma alteração nesse equilíbrio pode levar à ocorrência de convulsões então dê a grosso modo essa é a definição de epilepsia elas podem ser de vários graus de verbas às essas alterações podem ter diversos graus e também podem sofrer muitas mudanças durante o tempo a grande maioria dos casos de epilepsia identificado é cerca de 90% quem tratamento esse tratamento também na sua maior parte é medicamentoso é os sintomas consegue ser controlado sair com medicamentos o que é bastante positivo porque a pessoa é seguindo a correta medicação ela
tem uma vida completamente normal o que é importante na postura da família em relação a crianças com epilepsia é um acolhimento é proporcionar segurança para essa criança para que ela possa se desenvolver de uma forma mais autônoma e mais segura é em relação à sua vida suas conquistas outra coisa importante de dizer é que eles iam estar relacionada com a ocorrência de uma deficiência intelectual é é as pessoas com epilepsia podem o componente têm deficiência intelectual como qualquer outra situação clínica então não há uma relação direta entre a epilepsia e deficiência intelectual é muito importante
que a criança com epilepsia conviva com outras crianças conviva e ambientes sociais e freqüente a escola normalmente a escola deve procurar a parceria da família para poder conhecer melhor a criança poderia oferecer essa segurança qualidade para crianças poeta sempre em contato pra que tanto a escola a família se sinta segura de que antes que a criança freqüente a escola ea escola se sinta segura para que a criança fique bem ali seja bem atendida então essa parceria fundamental as crises epilépticas são um sintoma da epilepsia que podem ocorrer a qualquer momento e podem ocorrer na escola
também ainda que elas possam ser impactantes para quem observa é importante manter a calma para poder agir da forma mais tranquila possível na hora que isso acontece os cuidados a serem tomados durante uma crise epilética são muito simples objetivos a criança apesar de aparentar um desconforto ela não sente a dor durante a crise é importante tomar cuidado para que a criança não se machuque então evitar a proximidade de algum objeto cortante que possa machucá lá é poder sustentar a sua cabeça colocar alguma coisa pra vencer um paninho daquela força e encostar a cabeça é ficar
próximo pra evitar que ela data em algum objeto é alguma coisa que possa machucá lá observar também está com alguma roupa muito apertada algo que possa incomodar e tomar esses cuidados de afrouxar evitando também que ela se machuque existia uma ideia muito comum as pessoas pensarem que durante uma crise epiléptica é preciso evitar que a pessoa é amor da própria língua e isso na verdade é um mito é não há necessidade inclusive é perigoso tanto para criança quanto para a pessoa que tem que fazer isso tentar introduzir algum tipo de objeto na boca da criança
para evitar que é o supostamente mor da línguas ou não não tem perigo de acontecer basta apenas é ter esses cuidados e acompanhar a crise até que ela termine quando uma crise epiléptica acontece na escola outras crianças vão observar o que aconteceu e é importante então poder utilizar esse momento pra conversar sobre epilepsia com as crianças muitas vezes o adulto tem mais problemas é em relação a isso do que a criança poderia explicar poder é desmistificar o que está acontecendo é importante nessa hora é passada crise depois que estão todos mais tranquilos a criança está
recuperada poder conversar com a turminha explicar o que aconteceu é uma coisa muito nunca interessante do sítio da dessa desmistificação e é combater esse clima de preconceito que existe em torno da epilepsia então esse professor puder fazer isso é algo bem interessante os colegas podem fazer perguntas podem tirar suas dúvidas a professora pode ajudar a esclarecer o coleguinha de crise epilética pode falar tudo da forma mais natural aberta e honesta possível é importante explicar para as outras crianças que a epilepsia com sua orgânica e que ela não impede que as crianças aprendam juntas não se
trata de uma doença contagiosa ou nada disso e quanto mais elas convivem melhor para todo mundo tanto para a criança que tem epilepsia tanto para os colegas que também vão poder aprender e por esse é mais acolhedores com as pessoas é nessa condição agora em futuro é importante também que a escola tenha claro que as eventuais dificuldades que uma criança com epilepsia possa sofrer isso apresentar o seu processo de escolarização não precisam necessariamente estar relacionadas com a epilepsia a escola precisa sempre essa criança entanto perceber se a criança está à vontade para aprender se ela
estava tendo algum tipo de barreira e de qual é a fama da escola ajudar a remover essa barreira é importante então olhar para as dificuldades de aprendizagem dessa criança como se olha para as dificuldades de aprendizagem de qualquer outra criança evitando esse rótulo a ela tenha flexibilidade por isso ela não vai aprender isso aprender aquilo não é preciso olhá lo na sua singularidade o que significa a sua dificuldade foi a forma de ajudar na sua dificuldade lembrando que o ambiente inclusivo bem cuidado e acolhedor é um fator decisivo não só para as crianças com epilepsia
mas da criança com qualquer condição e diferença significativa na escola elas se sentem mais bem acolhidas e dessa forma mais segura poderá avançar e aprender bom gente esse foi o tema do vídeo de hoje eu espero que tenha contribuído a gente continua nossas conversas aí nos próximos vídeos até lá