o olá eu sou a graziele bitenko sua professora assistente do curso de enfermagem da ufrj campus macaé membro do núcleo de educação permanente do hospital universitário gaffrée e guinle da unirio e hoje vou conversar com vocês sobre o tema de educação permanente em saúde conceitos e fundamentos bem a gente começar vou começar aqui então com uma reflexão se a gente parar de pensar como que está o cenário como que está o contexto desde quando a gente se formou a gente pode observar algumas mudanças uma das mudanças por exemplo pode ser do perfil da população que
a gente atende independente é de qual seja nossa categoria profissional a gente pode observar por exemplo que essa cliente ela tá um pouco mais idosa e junto com essa especificidade da idade ver algumas características especiais também do processo de envelhecimento e além disso podemos observar também que acha categorias profissionais que trabalham com a gente também mudaram tanto no sentido de formação como também no sentido de multiplicidade dessas categorias que hoje trabalham com a gente independente é de qual seja o contexto que a gente trabalha se admissão da família na na área ajudá-la a gente observa
essa mudança outro ponto importante é que várias estratégias que a gente utilizava logo assim que a gente se formou hoje a gente pode observar que hoje ele já não são mais usadas do mesmo modo que a gente também pode observar uma questão de avanço tecnológico alguns materiais que a gente utilizava lá atrás algumas tecnologias que a gente utilizava lá atrás hoje elas ainda são utilizadas mas com aparato tecnológico maior o avanço tecnológico maior e aí fica pergunta né como acompanhar esses avanços como que a gente faz para conseguir e não ficar parado no tempo do
nosso a ação e consegui acompanhar todas essas mudanças que acontecem ao longo dos anos a nossa área profissional e aí vem limpar um texto de paulo freire que ele coloca aqui que ninguém ignora tudo ninguém sabe de tudo todos nós sabemos alguma coisa todos nós ignoramos alguma coisa e por isso aprendemos sempre e esse trecho é uma lógica clara do que que seria na educação permanente nessa lógica de educação permanente essa aqui é a forma que nós temos de tentar acompanhar todos esses avance que acontecem na área da saúde só que para gente conseguir fazer
esse acompanhamento se ninguém ignora tudo se ninguém sabe de tudo todos nós sabemos alguma coisa significa que tem alguém dentro de nós que consegue transmitir determinadas informações mas todos nós também ignoramos alguma coisa de modo que todos nós temos algum tipo de fragilidade que precisamos ficar nesse processo de ar de dentro dessas mudanças de aprimoramento desse conhecimento e daí vem essa lógica de educação permanente de modo que ela entende que sempre tem alguém no contexto consegue transmitir determinadas informações e consegue compartilhar determinados conhecimentos de modo que todos nós não precisamos aprender de algum modo estes
conhecimentos também é só que essa educação permanente em saúde será que ele é efetivamente realizado no serviço é isso que a gente vai tentar então refletir e problematiza ao longo dessa aula e o conceito de educação permanente ele parte de um processo de permanente aquisição de informações pelo trabalhador de tudo e qualquer conhecimento por meio de escolarização formal e não formal de vivências de experiências laborais e emocionais no âmbito institucional por fora dele compreende a formação profissional a qualificação a requalificação a especialização o aperfeiçoamento ea atualização ou seja tudo que nós podemos fazer após o
nosso processo de formação seja depois que a gente sai da graduação de algum modo pode ser considerado como educação permanente daqui a pouco a gente vai ver que esse conceito que as características de educação permanente elas são bem profundas né só que quando a gente pensa nessa educação permanente além dessa forma ação formal se lembra essa característica formal também se tem o que acontece na parte oi e essa parte não formal ela é composta principalmente no âmbito das relações do nosso processo de trabalho então a gente não aprende só com a nossa categoria profissional a
gente também aprende com as outras categorias profissionais nesse ano de formação a gente volta às aulas e vai ver uma questão muito importante que tem a ver com a interprofissionalidade e como que essa interprofissionalidade ela consegue auxiliar nesse âmbito das formações nem centro das discussões e do aprimoramento das relações de trabalho e ela também se enquadra nesse momento aqui da educação permanente principalmente essa característica de escolarização não formal então seriam seria se aprendizado que acontece nesse outro das formações oi e aí então continue essa parte das definições só o que que ser educação permanente em
saúde é gps é uma proposta de aprendizagem no trabalho onde o aprender e o ensinar se incorporaram ao cotidiano das organizações ou seja se aprenderia continuar a gente aprende todos os dias nem que seja na realização de determinadas atividades que a gente sempre faz a gente sempre vai fazer de modo diferente ou fazendo que aprender alguma alguma técnica ou alguma relação nova naquele dia de trabalho mas esse na aprendizagem significativa na possibilidade de transformar as práticas profissionais por isso que ela precisa estar relacionada com o dia a dia do trabalho os temas tem que ser
inerência esse processo de trabalho caracteriza-se como uma intensa vertente educacional com potencialidade ligadas a mecanismos e temas que possibilitam gerar reflexão sobre o processo de trabalho autogestão o estacional e transformação das práticas de serviço mais uma vez trazendo essa implicação que tem do cotidiano nessa lógica de educação permanente entendendo como a lógica continua envolvida com o dia a dia do trabalho é uma estratégia para a construção de conhecimentos na área técnica científica ética sociocultural e relacional envolvendo as questões do cotidiano da instituição ou seja se aprendizado ele não é só técnico ele não é só
envolvendo determinar as tecnologias ele é muito mais amplo e ainda busca uma articulação com as diretrizes da política de saúde na perspectiva da formação dos profissionais utilizando métodos participativos que levem a autonomia esse trecho é muito importante no sentido de essa lógica de educação permanente tem uma política que é permeia por trás dessa lógica e além disso passa também do processo de gestão tanto uma a má gestão que perpassa dentro das nossas instituições de saúde e educação permanente ela interfere nas relações e ela sai das relações mas ela precisa ter um apoio da gestão para
conseguir sustentar esse processo continuem educação permanente é só que aí a gente com certeza já escutou falar esses dois termos né de educação continuada e de educação permanente ao longo do tempo esses termos eles foram é modificando eles foram aprimorando de modo que tem algumas diferenças que isso é importante a gente discutir nesse momento bem quando você fala de educação continuada ela é uma educação que ela interfere mais ou não aspecto um e profissional ea permanente multiprofissional como assim elas são continuados lá geralmente elas são ações ou individuais ou seja cada profissional busca determinado conhecimento
é ou para é voltado para uma categoria específica a permanente não né multiprofissional e hoje inclusive é em atualizações na literatura ela interprofissional trazendo essa questão das relações essa questão com aprendizado ele vem dessas relações no trabalho e nem sessão do mercado de trabalho a educação continuada ele é uma prática autônoma ea educação permanente uma prática institucionalizada no sentido de essa prática de educação permanente ela passa por um processo de gestão ou seja a gente estão ela tem um apoio ela ajuda no processo norteador desta educação permanente na educação continuada não ela já pode ser
de iniciativa individual ou para determinadas categorias um enfoque na educação continuada ele tem temas voltados para a especialidade na educação permanente ele é para problemas de saúde como assim na educação continuada ela geralmente ela é voltada para categorias específicas então tem temas específicos da enfermagem temas específicos de serviço social da medicina da nutrição da fisioterapia ou seja é muito voltada a placa teorias na permanente a gente já pode observar queria voltar a para problemas de saúde mas no sentido de metodologias ativas de modo que é parte de problemas enfim e tendo o trabalho como assim
problemas envolvendo o trabalho problemas quem tem serão as relações que acontecem naquele determinado cenário o objetivo principal da educação continuada é a atualização técnico-científica da permanente são transformações das práticas técnicas e sociais mais uma vez trazendo essa questão das relações né ea continuada é muito voltada por alguma coisa voltada para aprimoramento técnico então por exemplo é você chegou a determinar a determinada aparato ter uma bomba infusora por exemplo é mexer na kombi fusora é uma é uma destreza né gosto muito com a questão motora e é muito técnico é prático nesse sentido e aí pensando
nisso sem uma estratégia de educação continuada mas entendeu os contexto essa bomba infusora consegue auxiliar no processo de trabalho seria o de educação permanente só para tentar é clarear esse ponto do objetivo a periodicidade da educação continuada de leite por a dica da permanente ele é continua ou seja o sonho de educação continuada elas não elas não tem um planejamento prévio no sentido gente tem que acontecer ao longo do ano tem que acontecer todo dia a educação permanente ela é a pontinha o sentido de que se ela vem das relações e essas relações ela acontece
no dia a dia elas acontecem no dia a dia então dá envia esse caráter continuado e já vender da formação desse conceito de educação permanente a metodologia da educação continuada e pedagogia da transmissão pensa né que a lógica bancária né e da educação permanente uma pedagogia centrada na resolução de problemas ou seja voltada e metodologias ativas e os resultados pela sua educação continuada e de apropriação e da educação permanente é mudança pensando em mudança na lógica das relações de trabalho dependendo do autor que vocês podem utilizar que vocês podem ser apropriar talvez eles considerem o
conceito muito próximo de educação continuada e educação permanente outros autores já falam que e continuada para essas lógicas é pensando né complexidade das nossas relações de trabalho a educação continuada não pode mais acontecer tudo que vocês educação permanente e tem alguns autores que consideram essa questão complementar os principais autores de hoje ele é associam eles tentam defender muitas a lógica de educação permanente porque ela costuma trazer melhores resultados e tem uma lógica mais problematizadora tem uma linha com a educação hoje segue mais mas tem algum outros autores que eu coloco essa educação continuada como sendo
complementar porque a partir do momento que você consegue alterar uma determinada técnica pensando essa lógica de educação continuada ela também pode alterar as relações de trabalho dependendo do que técnica seja essa então daí vem essa loja que ela também pode ser complementar a e agora pensando historicamente como que esse conceito evoluiu até chegar no que a gente hoje conhece como educação permanente larga 1955 na frança foi a primeira aproximação que se teve com esse nome educação permanente só que ele não partiu da área da saúde na verdade ele partiu da área da educação a partir
da necessidade de mudança nos principais pilares é de formação e reorientação de alguns profissionais que estão nativa só que essa mesma lógica também foi vendo necessária para a área da saúde e a partir disso então que vieram outros conceitos até chegar então para era da saúde aqui no brasil em 2003 foi a primeira iniciativa formal através da política nacional de formação e desenvolvimento para o sus caminhos para a educação permanente em saúde e 2003 também foram importante que foi o ano da criação da secretaria de gestão do trabalho e e na saúde você gps é
que na verdade foi um marco importante de integração é quando você fala de ensino serviço e comunidade ea partir desse ano de 2003 várias outras iniciativas que a gente hoje também conhece foram estruturadas como pró-saúde o pé de saúde o próprio una-sus e o telessaúde para tentar fazer essa aproximação com a necessidade de aprimoramento dos profissionais que já estão na ativa em 2004 veio a política nacional de educação permanente em saúde que também que foi um aprimoramento nesse sentido de educação serviço e comunidade que tentou a continuar esse processo de integração mas mais do que
isso foi a iniciativa formal é de implementação dessa política de 2003 é o que a gente tem hoje é que é mais fundamentado é a política de 2007 comida portaria 1996 e tem os principais conceitos de cores são seguidos para educação permanente sendo que a partir dela vieram outras atualizações mas não são atualizações de vamos legais né são atualizações de aprofundamento de alguns conceitos então hoje que a gente segue em dessa portaria de 2007 embora a em 2018 por exemplo tem a vim da política nacional de educação permanente em saúde o que se tem produzido
para o seu fortalecimento no sentido de promover uma hora de reflexões sobre o tema ea partir dessa várias outras várias outras notas o várias outros documentos vem sendo produzidos pelo ministério da saúde em articulação com o ministério da educação para tentar então aprofundar esse conceito é e essa aplicação da educação permanente nos serviços mas e aí quantos que são as bases dessa educação permanente primeiro tem articulação entre ensino trabalho e cidadania segundo a vinculação entre formação gestão setorial atenção à saúde participação social de modo que a população de alguma modo também consegue contribuir nesse processo
de formação desses profissionais têm a construção da rede do sus como espaço de educação profissional mais uma vez aprofundando como que as relações de trabalho consegue auxiliar nesse processo de formação e aí no reconhecimento de base loco-regionais comunidade politico-territoriais isso é muito importante para trazer essas características regionais também era o processo de formação profissional oi e aí nesse âmbito é para tentar sustentar essas bases é de educação permanente surge o conceito que é de quadrilátero da formação esse conceito quadrilátero da formação ele também vem de 2003 e ele é voltado para essa questão do desenvolvimento
técnico profissional sendo que ele considera 4 pilares para que se tem esse desenvolvimento técnico profissional que seria o do ensino atenção gestão e também o controle social ou seja seria um ensino que seria se vínculo com as instituições de formação mas também pensando nas políticas estudantis é de modo que essa formação desse profissional reflexivo vem desde a formação mas também se tem algum pilar você tem alguma base por isso profissionais que já estão linha atividade no sentido de aprofundamento da formação desses profissionais atenção que seria a prática propriamente dita no sentido de atenção ao paciente
a gestão no sentido político e controle social que seria o paciente também auxiliando nesse processo de formação é só que o que que é preciso para implementar as ações de educação permanente será que é fácil seguir todos estes pilares e outras bases bem para conseguir seguir esses pilares para conseguir fazer essa implementação é propriamente dita primeiro a gente precisa aprender a conhecer e quando a gente veio nessa lógica do aprender a conhecer o que a literatura traz para a gente seria a necessidade de ter domínio de instrumentos do conhecimento para tentar exercitar atenção memória pensamento
de modo que se tem que aprender a fazer esse conhecimento do ambiente de todo mundo ao redor para conseguir fazer um processo de implementação efetiva desse conhecimento e fazer essa mudança de prática segundo tem que ser aprender a fazer no sentido de prática desde o conhecimento que o foram adquiridos a partir do aprender a conhecer de modo que não se trata só uma e foi de fazer uma preparação uma execução de uma atividade propriamente dita mas sim fazer um desenvolvimento de algumas qualidade para conseguir estabelecer algumas relações de modo de conseguir observar como que as
relações de trabalho conseguem interferir nesse fazer a nossa prática cotidiana e aí precisa aprender a viver juntos que seria pensar nessa prática educativa enquanto coletiva a partir do reconhecimento do outro e a partir das compreensões de como que o outro pode contribuir também com o nosso processo de formação para ir a gente ouve com o processo mais profundo que seria o aprender a ser que seria então esse ser humano preparado para essa lógica de educação permanente ou seja seria uma mudança estrutural para conseguir sts perfil do aprendizado se tem esse perfil mais profundo de mudanças
para conseguir então se ter essa lógica de educação permanente e nem pensou nessa lógica do aprender assim aprender a conviver aprender a conhecer vem é a questão da lógica de preceptoria essa lógica da prefeitura e assim ela se relaciona muito com a questão de educação permanente primeiro aquela parte do pressuposto da aprendizagem significativa que promove produz sentidos e sugere que a transformação das práticas profissionais esteja baseada na reflexão crítica sobre as práticas reais de profissionais em ação na rede de serviços ou seja a própria prática que promove esse conhecimento que o problema essa mudança segundo
que ela é a realização do encontro entre o mundo de informação e o mundo nos trabalho onde o aprender e ensinar se incorporou no cotidiano das organizações de trabalho então lógica da preceptoria lá consegue dar uma vivência que o aluno seja ele de graduação hoje residência precisa é de modo a que estas relações de trabalho nas promove o conhecimento ela de trás promove essa mudança e traz essa é a formação desse profissional e aqui parte que são as etapas não são necessárias para implementar essas ações de educação permanente modo que elas realmente sejam efetivas bem
então o primeiro ponto é que pode auxiliar nesse processo de formação esse segmento desse arco de maguerez não sei se vocês já viram isso mas quem cozinha parece que é muito teórico mas agora a gente vai observar como que a gente faz isso muito na prática então primeiro vamos partir dessa dessa parte de baixo queria de observação da realidade como assim que seria essa observação da realidade esse arco de uma igreja eles parte de um pressuposto em que tudo que a gente é elabora tudo que a gente contribui nas nossas relações de trabalho elas partir
dessa vivência do dia a dia só que essa vivência do dia a dia ela ela pode remeter alguns problemas algumas necessidades reflexões que a gente já tem desse processo de trabalho então é só observação da realidade ser aquele momento então o que a gente vai definir o que que a gente tem na nossa relação o quê que pode ser considerado algum tipo de problema e aí depois disso seguir nessa seta amarela vem me chamar de pontos chaves que seria é os fatores determinantes é maiores e aqueles que são relacionados a essa questão do problema então
seria a gente faz uma reflexão mais profunda de um parte que seriam os causadores desse problema é que parte a partir dessa observação da realidade para e depois chegar no processo de teorização que seria na verdade uma análise e discussão desses problemas para aí sim se surgiu uma hipótese solução desses problemas e aí depois se passar para aplicação dessa em soluções né que foram propostas a partir dessas hipóteses e fazer uma nova observação da realidade nossa grazi mas aí você falando isso parece no campo muito teórico né não é verdade se a gente for aprofundar
como que funciona as reuniões de equipe quando você fala só os da família e como que são os ramos por exemplo quando se fala é do e embora também tem né não saúde da família seria um modo da gente ver essa aplicação desse arco de maguerez ou seja ele já acontece na hora você realidade só que ele acontece de modo que a gente não faz essa articulação teórica né gente não pensa na forma que a gente está fazendo mas se a gente for parar e pensar é exatamente esse passo a passo que a gente segue
para conseguir a resolução o discussão de algum determinado problema da prática só porque a gente tenta colocar aqui é que às vezes esse arco de maguerez ele ele é seguido muito de uma lógica a unha profissional e aí aqui nessa hora que ele de educação permanente ele precisa ser integrativa no sentido de várias profissões ou seja de várias é categorias contribuíram nesse processo de tantos dias que você passou a ser realidade ver qual é os pontos-chave criasse a teorização trazia a solução e aplicar-se a solução de modo de trazer essa lógica mais multi também para
as nossas lógicas de aplicação no trabalho o outro ponto importante seria que para fazer essa observação da realidade a gente também pode seguir algumas etapas a primeira etapa seria a realização de um diagnóstico situacional ou seja a entender de que ponto que eu tô partindo dessa minha realidade que eu tenho um determinado problema aí sim se converter algum tipo de prática educativa esse diagnóstico situacional preciso conhecer o perfil dos usuários do serviço eu preciso conhecer quais são os recursos que eu tenho disponíveis de serviço qual que é o perfil das duas trabalhadores qual que é
a demanda de capacitação que os trabalhadores de apresenta ou seja quais são os pontos frágeis que essa formação de trabalhadores de apresenta e qual que é a estrutura da instituição e ainda corte com as seis metas que eu pretendo alcançar é pensa nessa lógica de formação pensando nessa lógica de educação permanente enquanto prática de serviço tá na verdade aqui nesse diagnóstico situacional eu preciso ter um conhecimento pleno desse serviço para entender o que que dali pode surgir de prática educativa e nem um segundo momento ver a identificação e priorização de situações problemas se a gente
fosse pensar hoje como que acontece uma determinada reunião de equipe ou é determinadas é reuniões que a gente percebe o nosso processo de trabalho surgem vários problemas quer dizer priorizar aquilo ali de alguma forma para a gente efetivamente conseguir trazer um processo de solução então por isso que a gente se nessa etapa 2 fazer uma identificação de fatores dificultadores e facilitadores da implantação de determinar as atividades educativas a necessidade de conhecimento das demandas dos profissionais e também identificação dos conhecimentos habilidades e atitudes que esses profissionais já tem então eu preciso partir de qual o problema
preciso resolver primeiro e o que eu já tenho de conhecimento no sentido de o que que esse profissionais já sabe para tentar resolver aquele problema que afeta formular aquela hipótese de solução para isso eu consegui identificar o que que se tem conhecimento habilidade eu tenho desenvolver desses conhecimento habilidade e atitude é para ir chegar na terceira etapa que seria o planejamento desta atividade educativa para esse planejamento de atividade educativa ele para você ter um caráter participativo então não adianta se você que está me ouvindo isso se for um profissional da gestão ou foi determinado chefe
de equipe ou chefe de um determinado setor é e você tentar fazer esse planejamento sozinho sem a participação dos profissionais da ponta não adianta que não tem adesão nesse sentido fora que a gente também tem uma fala de quem tá na ponta conhece mais a realidade e para a gestão isso às vezes pode ser uma verdade no sentido de que eles têm uma vivência do dia a dia mais próxima de determinadas situações de conflito então por isso que é necessário que seja participativo que esses profissionais da ponta participem também desse processo é de escolha a
seleção de recursos seleção dos temas seleção dessas situações problemas para que realmente seja efetiva essa prática educativa outro ponto que tem que ter um planejamento prévio não adianta o que as pessoas do nada sem pensar o que que eu pretendo com aquela determinada atividade educativa e também não é preciso pensar nos recursos e no texto planejamento e o tempo é que eu tenho que eu posso esperar para ter atividade educativa e também a elaboração de estratégias de material didático às vezes pela lógica do dia a dia é difícil fazer essa contribuição essa esse desenvolvimento de
alguns materiais didáticos mas é importante que se pensa em algum tipo de materiais de consulta é para que os profissionais tenham depois dessa prática educativa e aí as vezes a gente pensa que isso é muito difícil ah eu não tenho tempo para fazer esse material mas às vezes já tem materiais prontos e disponíveis em várias bases de dados que podem auxiliar também nessa nessa consulta posterior atividade educativa dos profissionais para que a universidade também ela produziu alguns materiais então na pode ser uma parceira interessante nesse sentido de produção também de materiais didáticos então podem contar
com a nossa parceria nesse e aí oi e aí outro ponto importante dentro dessa lógica de é planejamento desta atividade educativa tem que a gente dizer entender o que que os profissionais já sabe é previamente essa atividade ou seja realização de algum tipo de protege não necessariamente tem que ser um pré-teste formal né formar uma sentir o dia tem que ser uma prova não nem que seja uma roda de conversa para entender o que as pessoas já sabem para a partir daquilo ali se fazer a construção do conhecimento e depois tem que ser variar de
alguma forma mesmo pastéis pode ser outra roda de conversa ou pode ser uma avaliação formal mesmo a provinha ou alguma coisa nesse sentido para mim eu chorar esse desenvolvimento do conhecimento importante também fazer uma avaliação de satisfação de todos os colaboradores com aquela atividade às vezes quem tá na gestão acho que a atividade foi ótimo mas para aquelas pessoas têm algum ponto a melhorar ou seja para quem participou naquela atividade algum ponto a melhorar eu nem sentir essa avaliação de satisfação ela tem é usada em todas as atividades educativas para que se tem um crescimento
é nas próximas atividades a partir desta avaliação é o ideal que você tem um planejamento anual prévio dessas atividades educativas mas que ele não fica fechado só nesse planejamento anual se a gente por exemplo tivesse feito um planejamento anual no ano passado para esse planejamento anual ia ter caído por terra ainda mais crível a pandemia nesse meio e aí é necessário então que esse planejamento ele seja o mais maleável o mais flexível possível para atender as necessidades de de moda do serviço que surgem a partir de algumas da diversidade como aconteceu com a casa da
com 2019 por exemplo oi e aí vem a quarta etapa que seria o desenvolvimento da atividade educativa ou seja seria aquele momento para conseguir implementar essa atividade educativa em si o ideal é que ela seja feita com metodologias ativas de ensino-aprendizagem e seria essa prática problematizadora e cada vez mais participativa com os profissionais e também que ela proporcionou a visão crítica sobre o processo de trabalho lembrando que a educação permanente com a prioriza isso ela tem que partir de um problema da prática e a partir desse problema da prática se reflita sobre essa questão do
processo de trabalho e quais são as estratégias que podem melhorar esse processo e tem alguns exemplos que se podem pensar essas lógicas dessas práticas educativas e rodas de conversa tem esse momento de reunião de equipe tem as oficinas e as oficinas elas têm essa é a denominação mais oficina sempre tem que ter alguma coisa prática ou seja profissional que está envolvido ele com a atividade tem que elaborar algum tipo de material nesse sentido desde nada de grupo que são muito boas para discutir relações por exemplo tem e simulações tem os estudos de caso que são
amplamente utilizados ea pela gente lounge tem os trabalhos de campo e aí dentro da lógica de trabalho de campo pode dispensar visita domiciliar por exemplo o essa educação permanente dentro de uma determinada consulta e essa lógica sempre participativa dos profissionais e pensar onde é que a gente está na receptor ia é também a gente colocou os alunos que também são envolvidos aqui nesse processo oi e para chegar na quinta e última etapa que seria avaliar sua prática em educação permanente para ver se ela foi efetivo ou não e aí essa parte de avaliação também tem
que são processo participativo e continuo no sentido de os profissionais que eu tô fazendo parte dessa determinada atividade também precisa auxiliar no processo de avaliação e se ela for efetiva ou não tem que ser realizado tem aquelas metas e aí que foram observadas lá no diagnóstico situacional se elas foram alcançadas ou não é um momento importante de adequação pedagógico ao processo ensino-aprendizagem no sentido de às vezes foi pensado uma roda de conversa para um determinado tema mas podia ser que se fosse feito algum tipo de dinâmica de grupo anterior ela fosse ser mais efetivo então
é importante escutar que fez a atividade para saber se realmente ela foi efetivo ou não a pensar nos principais pilares de interesse da avaliação no centro de nenhum trabalho desempenha perfeito ou seja sempre se pode melhorar de alguma forma e também que o erro é uma oportunidade de aprendizagem o erro ele não é nesse loja nessa loja de educação permanente ele não é vista como um fugitivo na verdade ela é visto como se acontecia foi apontado uma determinada fragilidade é ali que já se sabe que tem um ponto precisar aprimorar é ali que já se
sabe que tem que ter um ponto de crescimento para esse determinado profissional precisa terminar do grupo de profissionais e aí só pra gente tem um exemplo dessa lógica de de educação permanente para tentar deixar isso mais prático e visível vamos imaginar que em um determinado de serviço na etapa 1 foi identificado lá no diagnóstico situacional a necessidade de atualização de profissionais do serviço e uma emergência clínica então vamo mexe na saúde da família que aliás é um exemplo que também pode acontecer na atenção hospitalar é um paciente teve uma parada cardíaca por exemplo e tinha
um grupo de profissionais ali e se percebeu que eles não tinham tanto conhecimento necessário para atuação naquele determinado momento e aí então foi feita a etapa 2 que a identificação e realizações da situação-problema então foco seria se atendimento de emergência clínica então combinação de protocolos fazer a visualização análise clínica prévia desse paciente entender quais são os frutos com outros profissionais que podem ser utilizados então todo mundo participando deve ser etapa de priorização da situação-problema e para isso chegar etapa 3 de planejamento então quais são os recursos que eu tenho qual que é o melhor local
qual que é a melhor data qual que é o melhor horário para fazer a realização dessa atividade de modo que tenha mais adesão desses profissionais para realização dessa atividade a press chegar etapa 4 que seria o desenvolvimento da da prática educativa no sentido de aplicação descer tava tão que momento que vai ser feito por exemplo uma simulação realística trair depois chegar etapa 5 fazer essa avaliação da prática como pós-teste mas também com uma é pensa numa no modo que esses profissionais têm hoje avaliar também as atividades são dentro do pós-teste lá no finalzinho colocar a
parte de satisfação que esse profissional também teve com essa atividade educativa será que atendeu a expectativa dele será que soma que estão presentes se ele tirar uma nota positiva certo só isso proporcionou essa mudança de prática isso essa esse critério de avaliação de satisfação importante nesse sentido oi e aí agora trazendo aquela reflexão inicial de a educação permanente em saúde é efetivamente realizadas nos serviços se a gente for parar para pensar ela é realizada que na verdade ela acontece no cantinho das relações de trabalho estão continuamente os problemas são identificados de algum modo na própria
relação que acontece entre profissionais esses problemas ele já são naturalmente resolvidos então é só essas construções das relações de trabalho que auxiliam nessa prática efetiva da educação permanente mas às vezes é necessário que tem algum tipo de estruturação formal e que aí vem essa necessidade de planejamento prévio e pensar efetivamente parte que foi esse problemas com o auxílio da equipe para pensar nessa lógica também pode que seriam as melhores hipóteses de solução oi e aí pra finalizar trago esse trecho ali do henry em que ele fala a respeito da educação permanente em movimento é um
dos textos inclusive que eu deixo aqui para vocês lá nossa biblioteca da página é um texto interessante reflexão e ele coloca o seguinte ali no dia a dia do fazer as práticas de saúde pode ser que um grupo de trabalhadores esteja conversando sobre como agir com a dona isaura ou com o seu antônio josé e troca ideia sobre isso essa conversa pode estar ocorrendo ali no café em um espaço dentro do estabelecimento qualquer uma casa onde a equipe de saúde da família se reúne uma sala de refeições em um hospital um ambulatório numa uma saleta
de uma upa ou qualquer outro tipo de lugar como a calçada onde o equipe de consultor na rua se encontra então pensando nessa educação permanente sempre como algo reflexivo que ela acontece em todas as nossas práticas de trabalho de modo que toda a prática pode ser flexível e da prática pode trazer algum tipo de produção de conhecimento da prática pode trazer uma melhor cuidado para aquele determinado paciente essas são algumas referências inclusive boa parte delas eu vou deixar lá na biblioteca para vocês consultarem ah e por favor não se esqueça de fazer atividade presente desse
módulo e qualquer dúvida fico disponível pelos e-mails e também pelo fórum de dúvidas da plataforma muito obrigada e bons estudos