eu sou o ebay francisco tenório tenho 31 anos e este é o trauma life ou em bom português a minha vida em um desenho eu nasci em sorocaba em 4 de dezembro de 1981 mas eu nasci lá só por uma questão de hospital logo que eu saí da maternidade foi morar no meio do mato uma casinha branca de madeira pequenininha em piedade piedade uma cidade fica no interior do estado de são paulo há mais ou menos 1 100 quilômetros da cidade de são paulo e eu sou mais velho de uma verdadeira tribo de índios o
meu irmão se chama cauê a minha mãe iara e ela é mãe do geek da jóia no final dos vídeos eu vou desenhar que também o meu pai ea minha mãe para a família ficar completa mas eu não sou de verdade né se bem que quando era pequeno que eu mais gostava de fazer andar no mato subir na árvore e nadar no rio que tinha lá atrás da minha casa e eu era uma criança muito curiosa a minha mãe costumava dizer que eu gostava de ver com a mão uma vez achei um filhote de rato
e queria saber se o rato mordida gente e eu fui ver com a mão e adivinha só um rato morde gente uma outra vez meu primo comprou um coelho daquele escolhinhas bem branquinhas e eu também queria saber se coelho mordi a gente mora a última vez foi com atrairá para quem não conhece a trair é um peixe mais ou menos um palmo que tem os dentes muito muito muito afiados e é claro traíra também mora gente mas tomar a mordida de bicho não era a única coisa que eu sabia fazer não eu também gostava de
inventar coisas no fundo da casa do meu vôo de um quartinho cheio de ferramentas e algumas ficavam ali pendurado na parede ali era um dos lugares que eu mais gostava de programa pequeno mas a casa eu era muito longe para minha sorte meu pai também tinha um quartinho e nesse quartinho também tinha uma parede de madeira cheia de fé e era ali que eu fazia nos meus planos mirabolantes mas gosta muito louca que inventei quando tinha 29 anos era um aquecedor de cabana acende uma fogueira dentro de um buraco e fiz um encanamento pro ar
quente e dentro de uma cabana de bambu que tinha construído e é claro que acabou o que acabou indo não foi a quente foi um monte de fumaça e no fim das contas não dava nem pra entrar na cabana parecia que eu estava pegando fogo outra coisa que eu tentei fazer em casa foi um mini laboratório de eu peguei uma tábua construir uma mesinha e coloquei vários drinques em cima e como eu queria descontaminar o meu barzinho e eu não queria pedir algo pra minha mãe eu peguei uma garrafa de cachaça do meu pai tinha
jogado fora não me lembro porque e aí eu desinfetem todo o meu laboratório com pinga e aí quando minha mãe percebeu o cheiro eu tive que lavar o laboratório inteiro com muita água e sabão mas algumas vezes as coisas que inventava davam certo o que mais fez sucesso é um negócio que a gente chamava de teleférico era uma corda amarrada numa árvore bem alta e na outra árvore que ficava lá embaixo e no meio da corda de um pedaço de cano souto então a gente subir na árvore e diz escorregando muito rápido em dourado no
cano no brinquedo fez tanto sucesso que tinha gente que ia lá em casa só pra descer um teleférico e depois quando crescia claro descobrir que o negócio já tinha sido inventado muito antes se chamava tirolesa mas chegou uma hora que eu comecei a crescer e quando tinha 14 anos e decidi que ia trabalhar com o computador porque lá em casa a gente tinha 148 6 quem lembra desse computador e foi um clássico dos anos 90 eu gostava muito do programa aí eu fiz uma troca de fazer o colegial técnico em processamento de dados em sorocaba
que era a cidade já tinha nascido ficava uns 30 quilômetros de piedade eu fui estudar à noite e para ganhar um dinheirinho resolvi que ia plantar bonitos eu plantei uns 16 canteiros de rabanete a plantação bem bonita bem viçosa sabonetes bem vermelhos mas quando eu vendi o preço está muito baixo e mau tempo pagar semana depois do fiasco alguns amigos montaram um barulho e se garçom de um bar de rock o cavern club só que eu era muito tímido não curtia muito ser garçom não ea minha sorte foi que o carro ele falhou em menos
de um ano a minha próxima profissão fossem talhador de placa de madeira com meu pai todo sábado a gente pegava a nossa cara uma velha ea proibiu na venda de placas de madeira na beira da estrada durante a semana a gente trabalhava as placas que tinha vendido mas foi chegar aos 17 anos quando a gente tem 17 anos é hora de fazer algumas escolhas ea minha escolha não foi mexer com computador não quero que estava estudando eu queria uma vida com mais aventuras e eu decidi que queria ser jornalista só que não tinha dinheiro para
pagar a faculdade e é a minha única opção era fazer uma faculdade pública ea única faculdade pública perto do pedágio era usp universidade de são paulo o problema é que entre mim ea usp de um muro esse muro se chamava fuvest o vestibular da usp o curso de jornalismo era um dos mais concorridos da usp ou seja esse muro era muito é muito alto de cada 60 pessoas que prestavam vestibular de jornalismo na usp só uma passava eo meu desafio era c essa pessoa aí eu mudei para a cidade e foi morar na casa da
minha tia arrumei um emprego de auxiliar de escritório e uma loja de adubo e comecei a estudar pra valer meu primeiro vestibular foi em 2000 eu não passei nem traz a segunda fase aí com o dinheiro que tinha guardado trabalhando na loja adubo e comecei a fazer cursinho eu estudei muito fui bem na primeira fase e na fuvest 2001 e ficou em 53º lugar em jornalismo só que o jornalista tinha só 50 vagas e depois entraram mais duas pessoas na fila de espera ou seja eu fui o primeiro lugar desclassificadas o pior é que o
dinheiro tinha acabado e eu tive que começar a estudar sozinho aí eu me trancava no quarto começar a estudar as nove da manhã e parava só os nove da noite e foi aí que eu comecei a gostar de duas matérias meio esquisitas eram muito interessante uma chamava química ea outra se chamava física e depois de tanto raúl finalmente em 2002 eu entrei na usp e me mudei para são paulo foi aqui morando em são paulo fazendo faculdade que eu conheci uma loirinha muito bonita que se chamava mariana ela também era de piedade mas eu não
tinha conhecido quando morava não e a gente começou a namorar depois que me formei eu comecei a trabalhar como jornalista não é uma profissão fácil mas é legal porque eu viajava muito eu cheguei aí de eat pra ele de cara de veleiro para fernando de noronha de teco-teco interior do pará e até atravessem 900 quilômetros da amazônia de moto não acredita o link da reportagem está aqui embaixo mas enquanto morava aqui na cidade grande trabalhava em uma luta na redação eu não consegui esquecer do teleférico das cabanas das mordidas que eu tinha levado muitas coisas
legais que tinha aprendido enquanto estudava trancado no quarto eu precisava ensinar tudo aquilo pra algum e aí em 2008 no mesmo ano em que eu casei com a mari a gente começou emprestaram as câmeras e os amigos enfim uma alguns vídeos bem simples vizinho onde ensinava fazer novas imagica fazer brinquedos e até de vez em quando ensinava fazer algumas experiências de ciências a gente chamou atualidade o manual do mundo aos pouquinhos as pessoas começaram a gostar quem era criança queria aprender que era mais velho lembrava das coisas que já sabia e aprendi um pouco também
e foi assim gravando mais de 400 vídeos que consegui montar e trabalhar muito feliz dentro do meu próprio quartin cheio de ferramentas penduradas na parede o meu vôo já morreu mas eu peguei algumas ferramentas bem antigas dele algumas que hoje em dia nem são usadas mais e deixei penduradas ali no meu painel para quando tiver os meus filhos com a mari lembrar de dizer pra eles que as pessoas às vezes vão embora mas o que elas ensinam que fica com a gente pra sempre [Música]