Boa noite, meu amigo dentista. Tudo bem? Sejam todos muito bem-vindos à nossa semana da nova odontologia estética. É um prazer ter vocês aqui comigo. Meu nome é Cléon Silva. Para quem ainda não me conhece, eu sou professor, pesquisador, coordenador do mestrado e do doutorado aqui da Universidade Estadal de Maringá. Eu sou membro do Conselho de Experts da Fundação Astólog lá da Suí. Fellowy speaker do I International Team for implantology. E pessoal, quem tá entrando agora aí já vai deixando para mim o nome da sua cidade. Quero saber de onde você tá me assistindo. Anota aí
no chat, digita aí no chat de onde você tá me assistindo. Eu quero conhecer vocês melhor. Beleza? Vamos lá, pessoal. Ao longo dessa semana, eu quero te mostrar o caminho para você se tornar uma referência no tratamento do riso deival Aí na sua região, oferecendo uma técnica de alto valor agregado no seu consultório, mesmo que você não seja periodontista. Isso mesmo, mesmo não sendo perodista, você vai conseguir. E eu sei, isso pode parecer bom demais para ser verdade mesmo, mas se eu não tivesse visto essa mudança acontecer tanto na minha própria carreira quanto na vida
de diversos dentistas que aplicaram esse método, eu também duvidaria. Mas dá só uma olhada nesses Casos aqui. A gente corrige o aumento de coroa clínica, a gente consegue dar uma uma nova anatomia aqueles dentes, mas nem sempre isso é suficiente, nem sempre é satisfatório. O que que a paciente tem que causa a aquele sorriso que desagrada a ela, né? E definindo isso, a gente consegue entender que o aumento de coroa ele resolve só uma pequena parte dos problemas, né? Quando você vê a etiologia do sorriso gengival, né? Então aí você consegue perceber que quando tem
Uma hipermobilidade do lápis superior, então a gente ficava limitado em alguns casos em não conseguir entregar pro paciente o que ele esperava. Já havia feito uma de com biovolume, né? Ele é um investimento um pouco maior que a gente tem que contratar, mandar fazer. Aí a inserção, a cirurgia acaba sendo um pouco mais invasiva e o pós-operatório, no meu caso, foi muito pior, né? Então assim, o custo benefício não compensa. E eu chamo de luz do fino Quando a gente entende bem de um assunto e você consegue tratar da melhor maneira possível o paciente, você
vai ter os melhores resultados possíveis também, né? Então isso não tem como, isso agrega no seu dia a dia. E quando você entende que o reposicionamento labial ele faz parte de um de uma enorme gama dos casos de gentival, você consegue, obviamente, você também consegue vender isso pro paciente e isso daí acaba melhorando e ajudando, lógico, sua situação Financeira, seus resultados estéticos dos pacientes, conforto, satisfação dos pacientes, enfim, é isso que agrega, né? Quando você sabe diagnosticar certo, planeja certo e trata certo também. A cirurgia em si eu nunca tinha feito, né? Então foi a
primeira vez que eu fiz, né? Então para mim foi assim, eu achei que eu tava extremamente segura, tranquila, foi uma técnica fácil de executar. Então hoje se você for pensar, não são muitas pessoas que fazem essa técnica, né? E Pode resultar em benefícios tanto financeiros, né? que é uma técnica que traz uma estabilidade de uma coisa que o paciente está procurando e você consegue entregar para ele de forma estável, de forma que você entregue um tratamento que você consegue dar uma garantia daquilo que vai dar certo. Foi uma coisa que eu acho que agregou no
consultório, por isso, pra gente ter uma nova técnica para oferecer pro paciente, é que vai dar certo. me senti totalmente segura e Acabou sendo a minha meu carro chefe, né, de conduta. E assim, custob benefício e o pós-operatório, porque o que importa para acaba importando pra gente é o pós-operatório com o paciente, né? Porque você tem uma cirurgia com um paciente que ele não sente dor, é felicidade. Quase todos os meus casos foi indicação, não foi, não foi tipo eu fazer uma propaganda que eu sou péssima disso, sabe? E foi tudo indicação. Quando a gente
olha a técnica, né? Se For só olhar por imagem, a gente pensa que ela pode ser invasiva, mas ela é delicada. Eu falo assim que, na verdade, é uma técnica que você precisa fazer com calma, mas ela é muito simples. Na verdade, eu acho que foi uma das cirurgias mais simples que a gente que eu já fiz. Bem, pessoal, hoje esses dentistas que vocês viram aí realizam o reposicionamento labial nos seus consultórios porque eles encontraram um Método simples, previsível. e com estabilidade. Isso vai gerar uma satisfação imensa tanto do de tanto da parte do próprio
profissional quanto da parte do paciente. E é exatamente sobre esse método que vamos falar durante esse evento exclusivo ao longo de quatro aulas. Deixa eu te falar quais vão ser essas aulas. Hoje vai aparecer a nossa primeira aula. Essa aula vai ter como tema o ponto cego que está limitando Seus resultados na odontologia. Hoje você vai entender como o domínio da anatomia é a chave para te dar segurança na execução da técnica e também para evitar complicações, também para garantir estabilidade. E você vai ver como o método do reposicionamento labial, ele pode ser um divisor
de águas, tanto clínico quanto financeiro, no seu consultório. Isso eu vou te mostrar hoje. Na quarta-feira nós vamos ter a nossa segunda aula. Essa aula vai Ser sobre os pilares da técnica RLE, que é o reposicionamento simples e estável. Nessa aula, nessa segunda aula, você vai entender os pilares que sustenta essa técnica desde o diagnóstico certeiro, correto, preciso até os passos que garantem uma execução simples, com resultados previsíveis, resultados estáveis, que é super importante. Beleza? Na quinta-feira nós vamos ter nossa terceira aula. Essa aula vai ser sobre o caminho prático para executar a Técnica RLE
e se tornar uma referência. Então, nessa terceira aula, eu vou te mostrar tudo, desde o como fechar o tratamento com o seu paciente. Como você vai fazer para fechar o tratamento com o seu paciente? passando pela cirurgia até o pós-operatório. Então, o passo a passo real para sair da dúvida e virar referência em sorriso na sua cidade, na sua região. E por último, a nossa quarta aula, que vai ser domingo, não percam domingão, será sobre Casos reais com a técnica R do planejamento transformação. Olha que legal. Eu vou abrir o jogo, vou mostrar tudo, mostrar
diferentes casos clínicos, eh, de diferentes etiologias, ah, com múltiplas etiologias, né, e como cada sorriso foi transformado. E o melhor, ao final da aula a gente vai ter um sorteio. Isso aí, eu vou sortear uma vaga paraa nossa próxima turma do método da RL. Então não percam, mas você vai Ter que cumprir alguns passos aí para concorrer essa vaga, hein? É esse sorteio. Então já separa papel e caneta. Se prepara para anotar tudo. Um detalhe, um detalhe super importante. Em cada aula vai aparecer um código durante a aula. Vai aparecer um código aí na tela
durante a aula e você vai anotar esse código. Não deixa de anotar. Com esse código você vai desbloquear apostilas exclusivas desse evento que eu vou que a gente vai mandar, a minha equipe vai Mandar lá dentro do grupo do WhatsApp da semana da nova odontologia estética. Então é com esse código que você vai conseguir abrir esses arquivos em PDF, tá? De, né, referente à nossa semana, cada uma das aulas da nossa semana da odontologia estética. E para concorrer ao sorteio da vaga gratuita paraa próxima turma, você também vai precisar desses códigos. Então não cada aula
anotar cada um desses códigos. Então presta bastante atenção para não perder Nada, beleza? Afinal, o conhecimento transforma, mas quando esse conhecimento ele é aplicado de forma certa, ele não só transforma, ele muda a vida. Não é isso, pessoal? Deixa eu explicar uma coisa para vocês. Eu quero te contar que quando eu aprendi a fazer a cirurgia de repulcionamento de forma simples e estável, isso transformou tanto a minha prática clínica como também transformou a forma de eu eu ensinar os meus alunos, transformou Minha vida de verdade. Antes eu via muitos dentistas apenas indicando gipoplastia, toxinobulínica, cirurgia
ortognática, sem avaliar e sem entender todas as possibilidades de tratamento que existem. Era era era muito estranho, era só aquilo. Hoje, com o método validado que a gente tem, é possível você identificar corretamente a causa do serviço de indval e aí sim conseguir escolher uma melhor abordagem, oferecer Um tratamento que seja visível, um tratamento que seja estável pro paciente, mas só depois de diagnosticar corretamente. Ah, diversos dentistas que já aplicaram esse método, eles conseguiram mudar suas vidas, eles mudaram a sua realidade clínica. Eles conseguiram aumentar a satisfação dos seus pacientes. Eles conseguiram aumentar o faturamento
do consultório, super importante, aumentou muito. Eles se tornaram referência na Sua região, tratamento, seu regim de pau, oferecendo um serviço que poucas pessoas dominam. São poucos profissionais que sabem fazer. Eles passaram a trabalhar com mais segurança. Eles passaram a saber indicar, saber executar o reposicionamento labial corretamente, né? Fazer de qualquer jeito. Fazer de qualquer jeito não vai dar certo. Você tem que ter a forma correta. Você tem que aprender a fazer da forma correta. Eu já vi essa virada de chave acontecer inúmeras vezes, de verdade, inúmeras vezes. Antes eu via muitos colegas se sentindo inseguros,
se sentindo frustrados com tratamento de higiene de pau. E sabe por quê? Muitas vezes eles indicavam apenas a a toxina botlínica ou eles indicavam aumento de coroa clistético, que muitos ainda chamam de giloplastia, né? E eles não tinham muita previsibilidade de resultado, não tinham eh não resolviam Muito problema. Hoje ele tem um método claro, um método previsível, um método que gera confiança tanto para ele, para ele, né, cirurgião, quanto pros pacientes. E sabe o que que aconteceu depois disso? Isso acabou refletindo diretamente no faturamento da clínica deles. Óbvio, eles passaram a fechar tratamentos do seu
regim de vala acima de R$ 5.000. passaram a ganhar muito mais dinheiro do que eles ganhavam antes. Com certeza. O reflexo clínico é Clínico e de faturamento, é claro, óbvio. E aqui vai uma grande verdade que eu tenho para falar para vocês. A odontologia mudou. A odontologia não é mais como eu me formei lá. A odontologia nos últimos anos mudou muito. Se há alguns anos o dentista que dominava facetas, lentes de contato, clareamento e acabava se destacando, hoje não é bem assim. Esse mercado já tá muito saturado, é extremamente competitivo. Muita gente faz, muito tá
fazendo. O que Manda é preço e velocidade. Você tem que fazer um tratamento rápido e barato. Já viu isso dar certo? Já viu um tratamento rápido e barato dar certo? Nunca vai dar certo. Mas eu tenho uma boa notícia para vocês. Isso que é importante. Existe uma área em plena ascensão onde poucos sabem diagnosticar, poucos são os profissionais que sabem tratar. Poucos são aqueles que sabem controlar de forma eficaz e é o sorriso gendival. Sempre falo pros meus alunos que a demanda por Tratamento de sorriso gendival hoje é muito maior do que era lá atrás.
No meu consultório, o que eu mais tenho é tratamento de sorriso deival. A maior demanda estética é de tratamento do seu regim. E você pode se tornar uma referência nisso. Eu sei que essa transformação é possível porque eu já passei por ela. Eu já passei por essa transformação. Eu percorri esse caminho e eu também ajudei muitos dentistas de todo o Brasil conquistar essa mudança. Mas é claro que nada disso vem fácil. Nada disso vem de mão beijada, né? Isso foram muitos anos. estudando, pesquisando, aplicando, né, me dedicando, fazendo, fazendo cirurgias, aprimorando, desenvolvendo o método que
realmente funciona de forma simples, um método que funciona de forma estável. E agora eu quero compartilhar esse conhecimento com vocês aqui. Quando eu me formei, isso foi lá atrás, né? Lá no início dos anos 2000, 2001, eu comecei Atendendo num consultório lá em Fenas, minha cidade em Minas, um consultório particular, mas era começo, né? Eu atendia por porcentagem, era sempre casos avulsos, familiares, né? De família, amigo, daquele jeito que vocês conhecem, que aquela história que muita gente passou atendendo amigo familiar. Teve picado, né? Pouco paciente e como consequência ganhava pouco também. O que sobrava no
fim do mês era quase nada. Teve mês até que eu achava que tava Pagando para trabalhar. Euco que entendi. No começo é assim, né? Ainda mais você vai para um consultório particular, enfim. É ou não é? Coloca aí no chat quem também já passou uns perrengs de início de carreira. Me explica aí, me coloca. Eu quero conhecer quais os perrengs você já passou de início de carreira. Não é assim, trabalhando muito, ganhando pouco. E olha, se não fosse os meus pais me ajudando na época a completar muitas Vezes a conta, eu não sei se teria,
eu não sei com o que que eu teria feito. Eles seguraram muita coisa para mim, me ajudaram, seguraram bem a barra naquela época e eu sou, claro, extremamente grato a eles até hoje. E paralelamente a esse atendimento do consultório, ah, eu comecei também um estágio em Pescaba lá na FOP. Meu sonho era fazer mestrado lá, meu sonho era fazer minha pós-graduação lá. Na época não tinha vaga. E eu comecei o o Professor Martorelli na época me ofereceu uma oportunidade de estágio. Eu comecei para PESC toda semana. Toda semana viajava todo domingo à noite, saí de
Alfenas todo domingo à noite, chegava lá segunda de manhãzinha, deixava minha malinha num hotelzinho beira de rodoviária que tinha lá. trabalhava segunda e terça, voltava terça à noite, chegava aqui quarta, 6 horas da manhã, já ia direto paraa universidade, né? Nessa época eu comecei a dar aula na Unifal, né? Que na época chamava Efoa. Ah, hoje é UNIFA. Ah, eu atendi no consultório, nesse consultório que eu falei, a ainda tentar fazer uns bicos com algumas aulas esporádicas em alguns cursos, inclusive esse finais de semana trabalhei muito sábado, trabalhei domingo, ah, e quase tudo que eu
ganhava eu gastava nessas viagens. toda semana viajando, não de fevereiro até janeiro do ano seguinte, foi toda semana. Ah, então foi um ano inteirinho assim, era Puxado. É parte desses cabelos brancos veio daquela época. E quando eu entrei no mestrado, a a vida ficou ainda mais corrida, porque o mestrado era dedicação exclusiva durante o dia ali, das 8 às 5:30 e à noite eu trabalhava. Então tem que complementar ele. Então cada dia eu atendi num lugar diferente ali na região perto de Prescava, uma clínica no canto, outra no outro canto, ia muito pra casa da
minha irmã e tua Morava lá, mora ainda, né? É muito ônibus, muita estrada, muita ralação, tá? Mas foi uma época muito boa. Depois que eu terminei o mestrado, eu fui pro doutorado, ficou a cor ficou mais intensa, né? Durante o doutorado, eu tive a oportunidade de passar quase um ano lá nos Estados Unidos, né? Eu fiz parte do meu doutorado lá na Ohio State University, fazendo parte da minha pesquisa lá. E quando eu voltei, poucos meses depois que eu cheguei aqui no Brasil, eu vim para Maringá. Eu vim para dar aula aqui numa universidade particular,
né? Comecei dando aula e aí eu, alguns colegas que também dava aula, que eram dentistas de outras áreas, acabaram me convidando para atender alguns casos nos consultórios deles, né? Mas era assim, quando tinha paciente eu ia lá e atendia. Ah, depois eu comecei toda a quinta de manhã numa cidade vizinha aqui atendendo numa clínica particular, tudo para juntar um Pouquinho mais, né? Junta daqui, junta dali, vai fazendo, né? vai dando um giro, a gente vai se virando e durante anos vai consultório por demanda, porcentagem, cada dia num canto e mas insistindo bastante, insistindo, continuando, lutando,
nunca desistindo, isso que é o importante até aos poucos aí com, né, na base de muito esforço, eu fui montando meu espaço, consolidando o consultório, fui consolidando meu nome, tudo foi mudando. Aí tudo começou a mudar. Mas eu sempre falo que é na dificuldade que a gente aprende. Você tá na zona de conforto, é difícil você aprender. Você aprende na dificuldade. E essa fase difícil, ela me ensinou muita coisa que eu levo até hoje pra minha vida toda. Mas falando da minha trajetória agora no tratamento do sorriso gital em si, em especial com a técnica
de repulcionamento ela começou em 2008. Um desafio que na época ainda comum entre os dentistas. E sabe por que Que é um desafio comum? Porque antes dessa do repulcionamento labial, eu tratava pacientes que tinham sorriso de gengival, mas os resultados que eu tinha com aumento de coroa clínica, que era o que a gente fazia na época, os resultados eram muito limitados. conseguia melhorar a estética do sorriso, claro, melhora a coroc clínica, um tratamento fantástico, melhora o formato do dente, mas muitas vezes eu não conseguia Melhorar a exposição gendival de uma maneira completa, que é a
queixa do paciente, porque o mente coro clínico diminui um pouquinho a exposição gendival, não diminui muito, né? Então se você tiar muito solifal, resolvia. E aí eu ficava frustrado. Muitas vezes o paciente também ficava frustrado, insatisfeito. E foi essa insatisfação dos pacientes. A minha própria frustração, foi isso que me motivou a buscar uma solução mais eficiente, mais Estável. Não aceitava que era só aquilo, tinha que alguma coisa diferente. Então me fala aí, ó, quem já ficou frustrado com resultado de algum tratamento, comenta aqui no chat. Quem já teve esse tipo de frustração, comenta aí no
chat para mim. Foi então pessoal que eu conheci a técnica de reposicionamento eu conheci lá por volta de 2006 2007 foram os primeiros artigos começaram a ser publicados por Rosen Simon, os primeiros Relatos de de caso. E eu lembro quando eu li esses artigos lá em Pirascaba, né, e nos Estados Unidos, quando eu tava lá também, eu bati o olho naquela imagem, né, as fotos do artigo e aquilo me deu, sabe, como se fosse uma trava. Falei: "Gente, poxa, que psicologia agressiva, né? Numa área cruenta muito grande, na região ali de lábio superior, né? Uma
área que geralmente a gente não trabalha, a gente tá acostumado a trabalhar mais perto da coroa, mais Endiva, nada tem lábio, né? Ah, então f cara trabalhar mexer em có, mexer em músculo, mexer em lábio, aquilo era estranho. Também desconfortável só de olhar para uma coisa muito muito agressiva mesmo. Ah, uma coisa de parecia algo de outro nível que eu não ia dar conta de fazer pessoal. Isso aí é coisa para pensava que era coisa para buco, né? Cirurgia buco maxilo, que não era para mim. Então eu simplesmente vi, Falei: "Legal, mas não vou fazer.
Famoso, não vou fazer". Ah, isso, isso acontece. Você fala a verdade. Quem também já sentiu medo de fazer algum procedimento e acabou não fazendo mesmo, travando, me conta aí no chat, vai deixando aí no chat esses comentários aí, tá? E foi em 2008, quando eu fui convidado para dar uma aula num congresso lá na UNIFA em Apenas, na universidade onde eu Uniformei um congresso, nada a ver. Falei a aula era sobre cumprimento radicular e depois da aula eu encontrei o meu antigo professor de perodonto, professor Noé, cara, sou amigo dele até hoje, gosto muito dele.
E ele me mostrou alguns casos de reposicionamento labial que ele tinha feito. Ele mostrou os slides assim no computador e eu falei para ele tudo que eu achava da técnica, né, era muito massiva, muito complexa, o pós-operatório devia ser muito ruim do Paciente. Toda aquela primeira impressão ruim que eu tive, eu compartilhei com ele e ele virou para mim e falou: "Clevon, você tá doido, né? Nada disso, nada disso que você tá pensando. A técnica é simples". E além disso, ele me levou para conversar com três alunas que tinham feito a cirurgia, né? Tinham sido
pacientes dele e tinham feito a cirurgia de reconamento labial. E para me presa, as alunas falaram que Tinha adorado o resultado, o pós-operatório tinha sido tranquilo, que não sentiram dor, não teve inchaço. E quando eu ouvi aquilo dele e ouvi das pacientes, aquilo mudou tudo para mim. Falei: "Gente, como é que pode?" Então aquela primeira impressão que eu tinha uma impressão errada e eu voltei com aquilo para marigar, com aquilo na cabeça, sabe? Eu falei: "Cara, eu preciso testar, eu preciso fazer, não é possível, eu preciso fazer". E aí eu Achei uma paciente para fazer
lá em aqui em Maringá uma lu minha lá da universidade que tinha realmente indicação para fazer. E aí eu fui estudei artigo, eu li o passo a passo da técnica, eu reizei tudo que eu podia, mas eu vou ser bem sincero para vocês, o dia da cirurgia tava com aquele friozinho na barriga, primeira vez que vai fazer mesmo. Tava com medo de não saber, de ser muito vacío, de dar errado, né? Eu nunca tinha feito. E Aquela imagem da área crua, grande ainda, né, ficava na minha cabeça me impressionando. E aí quando eu comecei a
fazer a cirurgia, aí que veio a surpresa. Eu vi que não era nada daquilo que eu imaginava, que era muito mais tranquilo do que eu pensava. Claro, a gente tem os pontos que a gente precisa prestar atenção, a gente vai melhorando o afastador, o acesso, alguns cuidados com a sutura. Primeira vez você vai aprendendo, o auxiliar vai aprendendo, Né? Mas, cara, era plenamente executável, era tranquilo, dava para fazer tranquilamente, muito mais simples do que eu imaginei inicialmente. E foi ali então que eu quebrei a minha maior objeção em relação à técnica. Eu achava que era
impossível até eu começar a fazer. Quando eu comecei a fazer, aquilo virou a chavinha. E foi a partir das dificuldades que eu fui percebendo na Prática que que podia ser melhorado, que que precisava ser modificado na técnica, de modo a que ela ficasse mais simples e de modo que a gente tivesse resultados mais estáveis. Queria melhorar, queria aprimorar essa técnica. E então, deixa eu te mostrar aqui que nós modificamos, como que essa técnica evoluiu ao longo do tempo, como a gente fez cada detalhezinho de modificação para que vocês entendam como Ela evoluiu e como a
gente mudou realmente essa técnica. Olha aqui, então deixa eu mostrar para vocês como que essa técnica de reposicionamento labial evolui, como a gente fez com ela. Primeiro artigo que nós publicamos foi esse artigo no International Journal of Periodontics Restaurativ em 2013. Era um artigo que era para ter saído em 2011, né? E demorou um pouquinho para ser publicada, a demorou, mas foi um artigo em que a gente trouxe algumas Modificações já iniciais. Primeira modificação, o local da incisão coronal. Primeira incisão horizontal ali coronal. Essa incisão, inicialmente, no primeiro artigo, lá na década de 70 do
reposicionamento labial, ela era feita 3 a 4 mm acima da margem gendival. Ou seja, se observar essa figurinha aqui do lado esquerdo, ela é feita 3 a 4 mm da margemal, uma incisão reta de primeiro pré-molar, primeiro pré-molar. Depois, quando ela veio paraa Odontologia, ela passou a ser feita de primeiro molar, primeiro molar lá em 2006, mas ainda reta na altura da linha mual. E que que a gente percebeu? Falei: "Cara, não tá bom, não tá boa essa incisão reta aqui, porque a linha mucogival não é reta, não é? A linha mucogival, ela tem normalmente
um caminho ondular. E quando você faz uma incisão reta, uma hora você pega gengivida, outra hora você pega a mucosa e aí na hora de suturar você Suturava a mucosa lá, fazer uma hora mucosa com mucosa, outra hora mucosa com gengiva. Aquilo dava uma cicatriz muito feia. Muitas vezes essa estrutura de mucosa, mucosa era uma estrutura que ficava ágil por causa da força muscular que atuava ali e da da essência de sutura. Então, cara, aquilo não tava legal. Então, o que que a gente fez? Primeiro, ao invés de fazer a incisão reta, a gente começou
a fazer a incisão ondulada. Olha essa imagem do lado Direito. A gente começou a fazer essa incisão ondulada acompanhando a anatomia da linha gentival. Então, a gente observava a anatomia da linha congentival fazer essa incisão do lado, mas a gente trouxe essa incisão 1 mm coronal. Então, a gente trouxe essa incisão pra gengiva inserida. Então é 1 mm na gengivia inserida, acompanhando a anatomia da linha mingibal. Fez ela piselada, terminando na linha gentival, deixando uma faixazinha de 1 mm cruento Ali dessa incisão. Para que que a gente fez isso? Para tentar deixar a incisão toda
em gengiva inserida. Então vou estruturar a mucosa engivida e vou ter mais estabilidade da estrutura. Ótimo. Ajudou muito, realmente. Segundo, se você não tem uma área em gengividotório em mucosa, você tem tudo em gengiva inserida. Então isso também é melhor, também facilita a estabilidade, ajuda muito o resultado. E quando a Gente faz ela bizelada e você sutura a mucosa nessa área bizelada, você tem uma zona de transição estética em que a coloração ela tem uma fase de transição. Então isso deixa a cicatriz mais discreta. cicatriz muito visível, muito aparente, super discreta, só com essas modificações,
para vocês terem ideia, tá? A segunda modificação que a gente fez foi a permanência do freio. Então, na técnica original, como vocês vem aqui Do lado esquerdo, removida a faixa de concosa de molar molar, incluindo o freio. A gente falou, cara, para que tirar o freio? Qual que é a razão? A gente pensa, né, era o freio primeiro era a única estrutura muscular que era removida. Isso fazia com que o pós-operatório fosse um pouco pior do que se eu não removesse essa estrutura muscular. Segundo o freio tá ali, o próprio nome diz, né? Freio, ele
dá uma estabilidade, ele ajuda a segurar o abre Na posição. Se eu tiro, esse lado vai ficar mais solto. A tendência é ele subir mais. Eu não quero que ele suba mais, tá? E terceiro que o freio na hora de estruturar, depois que eu remover o na hora de estruturar, ele vai servir como referência para eu suturar para não suturar torto, porque senão posso suturar torto, o lábio do paciente vai ficar torto. Então eu entendia que, cara, não tem porquê. Então a gente manteve o freio e começou a remover Bilateralmente essa mucosta, mantendo o freio.
E mais recentemente, em 2020, uma revisão temática da IonPur mostrou que as a técnica de reposicionamento labiel mantendo o freio, ela fornece, ela consegue uma maior dimensão da exposição de rival do que se você remover o freio. Então, tá vendo lá? A gente modificou sem ter resultado clínico, obviamente, mas já com uma experiência clínica, com um pensamento importante sobre as Consequências disso e recentemente isso se mostrou realmente válido, né? Então foi essa manutenção do freio, uma outra modificação importante. Que mais que a gente modificou? No nosso segundo artigo aí no JF Clíicodontól, que esse é
o artigo mais citado de reposicionamento da Beta literatura. Hoje em dia, você for olhar no Google Scholar, ele tem quase 200 citações. Eh, esse foi uma série de casos com 13 pacientes que a gente Tratou fazendo a cirurgia de repulcionamento labial. E nela ficou comprovado que a altura da mucosa que a gente remove na cirurgia de labial, ela não é, não deve ser uma altura padrão para todo mundo, como era feito. No início, era removida uma faixa de mucosa de 10 a 12 minutos para todo mundo. Agora não. Nessa, nessa, nesse artigo, a gente removia
10 mm de altura de mucosa e a gente diminuía, a gente viu a diminuição de Exposição de B de 4,5, então quase a metade. Então, a partir disso, apesar de já ter algumas, né, citações na literatura sugerindo que talvez a altura deesse ser o dobro, não existe uma comprovação para isso. Foi esse nosso artigo que trouxe essa comprovação científica de que realmente a altura da mucose que eu tenho que remover, ela tem que ser o dobro do que o paciente tem disposição de um rivalro. Se paciente tem cinco, eu tiro 10. Se ele tem seis,
Eu tiro 12. Se ele tem sete, eu tiro 14. Se ele tem quatro, eu tiro oito. Então eu vou ajustar, vou individualizar. Não é uma receitinha de bolo, não é 10 mm para todo mundente? Isso a gente comprovou sendo, né, correto. Um outro ponto que a gente mudou era que inicialmente, como a gente mandou em freio, a gente fazia de um lado, a gente fazia a remoção da mucosa, fazia toda a cirurgia de um lado, de mucosas, tudo acabava um lado, passava Pro outro lado, começava o outro lado. Só que hoje a gente não faz
mais isso porque a gente viu que ao fazer todos os passos bilateralmente, você tem uma referência. Quando você tá fazendo um lado, você já fez o outro, você tem a referência do tanto que você tirou. Quando você já deixa suturado, como vocês estão vendo aí na tela, para fazer o outro lado, você também tem mais dificuldade de manipular o tecido, porque você não pode Tensionar tanto o lábio porque a estrutura segura e se você tentar tensionar forçar, você pode arrebentar a estrutura. Então você não intencionava direito, você poderia tirar alturas diferentes de um lado do
outro com torres do paciente fica torto. Então a gente viu que o certo era a gente fazer todos os passos bilateralmente. A gente marca bilateralmente a mão muosa, todos os passos a gente vai fazendo dos dois Lados simultaneamente, tá? Não a gente não faz, acaba tudo um lado para depois fazer o, tá? Então essa remoção bilateral também é uma mudança importante, significativa aí. Tá? Ah, um outro ponto que a gente mudou foi em relação à estrutura. Então, vocês conseguem perceber aqui que no início a gente fazia uma estrutura contínua. Ela podia ser contínua, simples ou
feston com uma literatura preconizada. Só que a gente observar, cara, fazer uma estrutura contínua, você chegava lá na região de segundo prédio, primeiro molar, era muito difícil fazer a estrutura. Você não conseguia puxar o lábio para estruturar. Muitas vezes você pegava um pedaço de mucosa muito pequeno com agulha, o a gengiva um pedacinho muito estreito, a sutura ficava muito frágil, o paciente na hora que falava aquilo podia abrir e dava de essência de estrutura, abria e estrutura contínua, Abriu um, abriu tudo, né? Então ficava aquela área aberta, muitas vezes você tinha que reintervir, o paciente
tinha que voltar, você tinha que anestesiar de novo, fazer isso tudo de novo. Obviamente o paciente não gostava disso, né? É uma situação muito chata, muito ruim, né? dentro de uma cirurgia, a gente tem que fazer isso. Isso já foi preciso fazer algumas vezes. H, que a briga tava mais recidiva, ficava uma cicatriz maior. Então, a gente via Muitos problemas com essa estrutura contínua. A gente passou a utilizar pontos simples. Então, a gente passou a utilizar pontos simples. Então, vocês estão vendo a imagem do lado esquerdo, são pontos simples. Estrutura sempre às vezes um na
papila, no dente, na papila, no dente, mas pontos simples, vários pontos simples. O que acontece? Quando a gente dá um ponto simples, se soltar um do meio, você tem os dois do lado segurando. Aí não tem tanto problema. Depois disso, a gente nunca mais precisou reinterver, a não ser que solte várias suturas, o que é difícil de acontecer. Então traz uma estabilidade maior paraa futura, uma menor necessidade de de reintervenção e isso como consequência melhora a satisfação do paciente. Imagina o paciente tem que ver anestesiar issoar de novo. Não é uma coisa legal, né? Um
outro ponto Que mudou muito em relação à estabilidade foi em rela a a como abordar o paciente quanto a movimentação do lábio no pós-operatório. A gente sempre passava uma recomendação para ele escrita falar fal paciente p um pós-operatório, não mexe seu lábio, não fique forçando o lábio para falar, para sorrir, conversar porque isso pode soltar suturo, isso pode recivar. a gente via que esses pacientes que forçavam muito f pós-operatório se tinha Mais e aí isso era um um problema muito grande e a gente ficava na mão do paciente. Foi aí que em 2014, um ano
depois daqueles primeiros artigos que vocês acabaram de ver, que a gente tinha publicado, o professor Tatax, que é um grande amigo meu, com quem eu fiz o doutorado do sanduíche lá na Universidade de Ohio, ele veio pro Brasil e aí eu levei o professor de ataques para conhecer as cidades históricas de Minas, o Preto, Mariano, Do rei, Tiradentes. A gente foi fazer um tour para lá que ele não conhecia. Foi muito legal. E nessa nessa viagem a gente conversou muito sobre isso, sobre o que que a gente poderia melhorar, né, sobre novas novas propostas de
de pesquisa, o que que a gente poderia melhorar. E eu falei com ele que acho que a gente um ponto que a gente precisava melhorar essa questão da movimentação do lábio do paciente pós opera. A gente tem que sair Da mão do paciente ah quanto a movimentação do lábio, porque ao ficar na mão do paciente você dependia do comportamento dele para ter sucesso nas suas cirurgias. não podia fazer. E aí ele perguntou o que que eu sugeria. E eu sugeri para ele na época utilizar a toxina botrínica como uma ferramenta a nosso favor. A toxina
botínica na época que tá surgindo aí com a harmonização, né? Começou com toxina e e ectomia, né? Então ainda não era muita gente que Fazia, mas a gente buscou utilizar a toxina botulínica duas semanas antes, aplicar essa toxina botulínica para paralisar essa ação do músculo e com isso o paciente no pós-operatório ia tá não ia nem que ele quisesse ele ia forçar o músculo e realmente deu certo. Deu certo. a gente viu que ia tudo certo, a gente tratar pacientes, isso dava certo, isso funcionou e a gente ah começou a aplicar isso no dia a
dia, viu que isso trazia Mais estabilidade. E hoje, se você for buscar na literatura, você tem diversas variações da técnica que vão todas no sentido de melhorar essa estabilidade do lábicoperatório. Você pode curar o músculo, misturar o músculo nu perió, você pode fazer miotomia, você pode fazer a a desinserção muscular, você pode aplicar toxina botulínica. Então você tem várias variações com o mesmo objetivo de melhorar a estabilidade do lado do paciente no pós-operatório. Pessoal, vocês conseguiram entender como que foi essa evolução? Tanta coisa que a gente mudou, a gente deixou de trabalhar com achismos e
a gente só aplicar uma lógica clínica baseada na ciência. A gente foi fazendo pesquisa para para basear essas mudanças que a gente fez, não foi do nada. E são esses tipos de ajustes técnicos que no final das contas fazem toda a diferença. Mais controle, menos recidiva, uma melhora estética, mais confiança para você fazer, porque Você sabe que aquilo dá certo, mais confiança pro dentista aplicar a técnica. E a verdade é que esses detalhes que a gente aprende aí, né, na campo de batalha do dia a dia, fazendo uns erros e acertos, né, são esses detalhes
que fazem a técnica ser mais segura, a técnica ser mais estável, a técnica ser mais previsível. São esses detalhes e é muito importante a gente entender aí que estabilidade no Pós-operatório significa resultado durador, significa menos esse día, significa satisfação do paciente, significa sucesso clínico. Esse é o tipo de detalhe que separa um procedimento comum de um resultado de excelência. É isso que eu quero para vocês. No começo, quando a técnica ainda estava em fase de consolidação, por exemplo, a taxa de recidiva era muito alta. A gente tinha uma taxa de recidiva ali de 20 a
30%. Todo mundo me perguntava disso, recidiva a gente dá muita recidiva porque todo mundo aplicava a técnica original como foi proposta lá em 2006. 20 30%. E por que que isso acontecia? que a gente não sabia todos esses detalhes que a gente sabe hoje que fazem diferença. A altura ideal da incisão, o local ideal da incisão, o manejo correto da mucosa, a importância da estabilização do lábio no pós ter operatório, o tipo de estrutura. Hoje em dia a gente sabe que tudo isso faz diferença e deixa o tratamento mais seguro. E com o tempo, eh,
cada uma dessas melhorias elas foram ajudando a reduzir o de recidível. Cada um fica contribuindo um pouquinho. Hoje, com todos esses ajustes refinados aí, a taxa de recidiva, ela tá abaixo de 7%. É isso mesmo, menos de 7% de recível. E o mais interessante, a gente tá finalizando um trabalho em longo prazo, Acompanhando pacientes aí com até 12 anos pós cirúrgico, 12 anos de acompanhamento da cirurgia, vários casos clínicos, a gente conseguiu reavaliar 25 pacientes de vários, né, que a gente tinha, mas a gente conseguiu reavaliar 25%. robusto não tem trabalho nenhum na literatura questão
de paciente, mostrando impacto direto da evolução da técnica na estabilidade do resultado. Toda essa evolução que vocês viram, Todos esses ajustes clínicos, testes, erros, acertos cinaram na criação do que eu chamo hoje de método RLI, reposicionamento abeal simples e está. Esse método, ele não é só uma técnica, não é só técnica, é um método, é o resultado de mais de 17 anos de prática. Eu tenho mais de 17 anos trabalhando com sor, trabalhando com reposicionamento labial. muito, muitos, muitos anos estudando, acompanhando casos reais, aplicando no meu consultório. Eu sou Clínico como você, eu tenho consultório,
eu faço no meu consultório, eu foco em segurança na execução, foco na estabilidade do resultado e, principalmente, foco na satisfação, transformação do paciente. É um um tratamento que realmente transforma a vida do paciente. Agora, nesse método, são três fundamentos técnicos e estratégicos que fazem o método RD ser o que ele é hoje. Três fundamentos aí, mas se eu fosse Explicar todos eles aqui, ah, a gente não ia parar aqui hoje. Essa aula ia ficar muito longa, né? Esse não é o foco de hoje. A aula de hoje é outro foco. Então, já anota aí a
nossa segunda aula. A nossa segunda aula eu vou te mostrar os pilares do MRL. Na nossa segunda aula, eu vou te explicar com detalhes. A gente vai mergulhar fundo na estrutura da técnica, entender o porquê de cada escolha, tá? Deixa eu te contar um caso que me marcou Profundamente. Um, sabe, é um daqueles casos que não só mexem com a gente, mas que faz a gente enxergar qual que é o verdadeiro propósito da Foi esse caso que me fez entender que o reposicionamento labial ele vai muito além de estética. É muito estética. Ele afeta o
paciente de uma forma muito maior. Então essa paciente minha, ela era maquiadora, morava lá no interior de São Paulo, tá? Uma cidade que fica 600, 700 km aqui. E quem me procurou foi o ortodontista dela. Ele tinha meus artigos e aí ele me escreveu um e-mail na época. Depois, né, a gente tocou o telefone, ele me ligou e ele contou o caso e ele falou assim, ó, ela ela falou assim, ela precisa mais do que ortodontia. Só ortodontia não tá ajudando, precisa mais do que os dentes alinhado oclusão. Ela precisa transformar esse sorriso dela. E
Ele falou que acreditava que eu podia ajudar. E aí ele conversou com ela, ela aceitou a indicação e ela começou a vir para Maringá para fazer o tratamento comigo. Então toda vez ela pegava o carro lá 600, 700 km de estrada até Maringá. Quem trazia ela era o tio e o primo dela que traziam ela de lá, tá? Então, traziam aqui em Maringá dirigindo para fazer as consultas e fazer o tratamento. E o que realmente me marcou nesse caso Foi que depois da circurgia, sem eu saber, ela postou um depoimento no Facebook e ela dizia
assim que ela fazia 15 anos que ela era traumatizada com o sorriso. Cara, ela tinha 23 anos, desde os 8 anos de idade ela traumatizada com serviço. Mas falava assim: "Hoje eu tô feliz. Hoje nada mais vai me deixar triste em relação a minha minha aparência. Hoje minha autoestima ela é 100%. Cara, olha, olha como isso é, isso me emocionou demais na época, Porque até aquele momento eu não vi o reposicionamento labial. Eh, eu, quer dizer, eu só vi o reposicionamento labial como uma coisa funcional, coisa estética, né? Claro, mas eu vi a cirurgia. Mas
com esse depoimento, cara, eu entendi que essa é uma técnica que ela funciona como uma ferramenta de reconstrução emocional do paciente. Ela resgata a autoestima do Paciente, resgata a confiança do paciente, resgata o sorriso como expressão de quem a pessoa realmente é. E o caso dela foi muito desafiador. Tecnicamente foi muito desafiador. Foi o caso mais difícil que eu fiz na época. Ele tinha exostosea, ela tinha crescimento vertical da maxila, ela tinha eh erupção para ser alteronada, ela tinha hipermobilidade labial. A ectotóide, o crescimento da maxila, até então eu acreditava que só Com ortognática resolvia.
E aí na época eu lembro ser muito sincero com ela, falei: "Seu caso, seu caso é para ortognática". E ela respondeu: "Eu sei, eu já pesquisei, eu tô sei disso, mas eu não vou fazer ortognático, eu não quero fazer". Ela queria, ela queria melhorar o que fosse clson, se você não consegue melhorar tudo, se você conseguir uma parte já tá. Eu falei: "Beleza, te prometo, vou fazer o meu melhor pra gente melhorar aí O máximo possível". Mas realmente eu achava que ainda ia ficar bastante gengivante. Hoje fiz aumento de coroclínica. remover as exostoses. Inclusive, essa
remoção de exostose foi um dos pilares pra gente publicar o artigo de 2024 que mostra que a exostose é um uma das causas possíveis pro para pro sorriso deival. Então, fiz um momento clínico, removi crostose. A gente indicou a aplicação da toxina botlínica já com aquele Conhecimento que tinha, né, 15 anos antes aplicou lá na cidade dela e por fiz o reposicionamento da pele no início. Eu lembro muito bem dela me falar que a família dela era contra, não queria que fizesse a cirurgia, mas depois que a gente fez aquela primeira etapa de aumento de
cor e remoção de exostose que a família viu o resultado, eles gostaram, mas acharam que já tava bom. falou: "Não, eu quero melhorar ainda mais". Ela foi firme, né, na no Propósito dela, juntou dinheiro, voltou aqui para Maringá, fez a cirurgia de reposicionamento labial e hoje tem 9 anos. Hoje não, né? Esse ano faz 9 anos que a gente acompanha o caso dela, o sorriso dela continua ali, melhorou demais. Mas o que mais me impressiona é que a autoestima dela também continua transformando, continua ali em cima. Me diz aí no chat, gente, quem tem um
caso marcante em sua vida também, escreve aí. Caso desse é, não tem como a Gente esquecer. E foi a partir desse caso que eu comecei a fazer novas pesquisas, a gente começou a estudar, ver essa questão dos fatores relacionados ao paciente e a gente tem resultados disso muito muito interessantes. Foi atrás de evidência disso e sim, os dados mostram que o impacto psicológico do paciente é real, ele melhora a autopercepção de de estética, ele Melhora a autoestima. a relação do paciente com o próprio sorriso se transforma. Esse caso virou um divisor de águas na minha
carreira, de verdade. Esse é o caso que mudou a chave da minha carreira, de verdade, porque foi ali que eu entendi de verdade que a gente não tá só mexendo com gengiva, com lábio. A gente tá devolvendo identidade, a gente tá devolvendo segurança, a gente tá devolvendo liberdade pro paciente Sorrir. Ela falava para mim que não sorria, não tirava foto, não sorria de jeito nenhum. Um sorrisinha amarela. foi tratando casos como esse que algo começou a acontecer de uma forma muito natural. Os próprios pacientes impactados, né, com o resultado do tratamento começaram a me indicar.
Então, parentes, amigos, conhecidos, os os pacientes se tornaram os meus maiores divulgadores. Falavam eh eles falavam do Que viveram, mostravam antes e depois com orgulho. Isso foi um efeito em cadeia, né, uma bola de neve aí. E mais, outros colegas, né, dentistas também começaram a encaminhar os seus pacientes por mim, porque eles começaram a ver o resultado que a gente tinha. Então, profissionais que confiavam no meu trabalho e queriam assim um resultado melhor pros pacientes deles, eles começaram a me indicar esses pacientes. Isso foi construindo uma Autoridade. Não foi por marketing, não fiquei fazendo dancinha
no TikTok, mas por resultado, pelo que o paciente sentia, pelo que o colega, o dentista via. E foi assim que o método, o método da R foi ganhando espaço, não só como uma técnica, mas como uma solução segura, previsível e transformadora, e ela transforma a vida dos pacientes. E foi a partir da da disseminação desse meu método, do método RLE, que eu acabei tendo o maior reconhecimento nacional. Eu passei a ser convidado para diversos congressos, para dar aulas em diversas universidades, para colaborar com pesquisas com diversos centros do Brasil e de outros países também, como
os Estados Unidos, por exemplo, ah, para expandir o conhecimento sobre o reposicionamento que só queria aprender. Inclusive, recentemente eu fui convidado para dar uma aula sobre esse tema na Universidade De Virgínia, nos Estados Unidos, e também para um grupo lá da Inglaterra, um grupo de lá da Inglaterra. Esta aula vai ser agora em junho, também nos Estados Unidos, na Inglaterra o mundo todo. E como eu sempre, como eu sempre tive muito próximo de diversos profissionais, como eu disse, sou clínico, a gente tem cursos aqui, especialização, né? Eu dou aula pros alunos, para alunos de graduação
e pós-graduação, minha vida toda muito Próxima com dentista. Eu vejo que muitos dentistas eles enfrentam grandes eh desafios para vender o tratamento, vender tratamentos de alto valor. A gente não aprende isso na faculdade. Muitas vezes tem vergonha, não sabe como vender. Isso é sempre uma dúvida. Quando eu dou aula, o pessoal sempre ele pergunta sobre, ah, como é que eu vendo, como é que eu precifico isso, o que que eu faço? Eles se sentem inseguros na realização de certos procedimentos. Eles Encontram dificuldades para atrair pacientes qualificados. E foi diante dessa realidade, foi diante de uma
demanda cada vez maior por tratamentos estéticos, pro sorriso gendival, que eu decidi trazer toda essa expertise também pro meio digital. Por quê? Porque o meio digital eu consigo alcançar mais pessoas, tá? No começo eu também tinha minhas dúvidas sobre online, mas isso começou a mudar lá na pandemia. Na pandemia tudo vira online. Quem tinha aí ou tem dúvida sobre online, comenta aí no chat. Achando que o online não trazia segurança lá atrás. Eu tinha essa dúvida, tinha essa dúvida, mas assim como todo mundo, com a pandemia eu fui forçado a migrar pro digital. Então os
cursos presenciais pararam, as aulas presenciais da universidade pararam. Aí eu comecei a dar aula 100% online, graduação, pós-graduação, tudo foi online. Eu confesso que no Início eu também tenhas objeções. Pensava, cara, será que vai dar para ensinar cirurgia online? Será que o aluno vai conseguir aplicar isso na prática? Na prática? Não sei. Eu ficava duvidando disso, sabe? Mas com o tempo e com o suporte que a gente oferecia, claro, online você tem que ter esse suporte. Eu comecei a ver o resultado dos alunos. Os dentistas, eles assistiam as aulas, eles planejavam comigo, muitas vezes Trocando
mensagens ali, né, pro WhatsApp, enfim, e eles aplicavam esse passo a passo e eles tinham o resultado, dava certo. Foi aí que a ficha caiu. O problema não era online. Online, cara, online facilita a vida. Online facilita o acesso. O problema era como o conteúdo era e isso fez com que eu pensasse muito, me fez otimizar. a minha forma de ensinar. Comecei a deixar as minhas aulas mais clínicas, deixei essas aulas com foco total no passo a passo de Ensinar a fazer. Ensinar a fazer. Se você ensinar fazer no online, isso dá certo. Eu inclui
vídeos de cirurgias completas, eh, comentadas, né? Eu ia comentando passo a passo as cirurgias do início ao fim, detalhando cada fase, cada movimento da técnica. Sabe qual que foi o resultado disso? Menos dúvidas. mais execução e alunos aplicando a técnica com confiança. Não, eu preciso sentir Confiança de fazer essa cirurgia vendo online. Então, a minha missão aqui é compartilhar esse conhecimento de forma acessível. Eu quero ajudar dentistas de todo o Brasil a se tornarem referência no tratamento do seu regim de válc. Essa é a minha missão. Com isso, mais profissionais vão poder oferecer esse procedimento.
A cirurgia de reposicionamento labial, cara, olha, cara, essa cirurgia é, né, é a menina Dos meus olhos. Eles vão poder fazer isso com segurança. Mais pacientes vão ter acesso a um sorriso harmonioso, um sorriso mais atraente. Mais consultórios vão aumentar sua lucratividade e reconhecimento no mercado, que também é importante, cara, você vai ganhar dinheiro com isso. Você vai passar a ser reconhecido. Deixa eu te mostrar o tamanho da oportunidade que existe aqui no Brasil. Pense Comigo. O sorriso handival, ela é uma condição que afeta. literatura traz entre 10 a 30% da população mundial. Se a
gente for pensar na população brasileira, isso representa de 20 a 60 milhões de pessoas que convivem com essa queixa estética. Claro, cara, os trabalhos mostram que 70% dos pacientes que têm sorriso regival não gostam do próprio sorriso. Eles não gostam. É muita gente dessa desses pacientes com Sorival. A literatura também traz que entre 65 e 85% apresenta hipermobilidade labial. A hipermobilidade labial é a principal causa de sua região de tent. E a gente tem que lembrar que a hipermobilidade labial, que é a causa mais comum, é também a principal indicação da cirurgia de reposionam labial.
Primeira indicação para se fazer a cirurgia de reposicionamento legal encaixe mobilidade legal. Você tá percebendo que que isso mostra pra Gente? A gente tem um mercado gigantesco que é pouco explorado, que tem uma demanda muito reprimida, mas apesar da alta prevalência, a maioria dos dentistas ainda trata o seu gengival de uma forma muito limitada. Vocês já perceberam isso? Me fala aí no chat se você trata sobreval e como que você trata seus pacientes com seuival. Quero saber que que você faz ou se você faz ou não, como você faz. O que Eu percebo é que
a maioria dos dentistas ou faz cirurgia de aumento de coloclínico estético, que muitos ainda ainda chamam de gentiloplastia, né, que não é só isso, a gente sabe, ou eles aplicam toxina botoclínica. Se você for ver sociais, é praticamente só isso que existe. Quando você vê só viival, ou é aumento de curoclínico ou é a toxina botanica. Mas o que que acontece com esses procedimentos? Eles são soluções ou temporárias, como a toxina botulina ou que não resolvem completamente a queixa do paciente em relação à exposição gerival, como o mente de coroa clínica faz muitas vezes. Isso
acontece porque muitas vezes a o dentista não, essas técnicas elas não atuam na causa real do problema. Não adianta você querer tratar todos os casos da com a mesma técnica, não vai dar Certo. Poucos profissionais dominam a técnica de reposionamento legal, o que torna o conhecimento dessa técnica um grande diferencial competitivo para você, para você ganhar mais pacientes. Os pacientes buscam uma solução definitiva, mas o que que acontece? um pouco especialista capacitado e e que consiga oferecer um tratamento que seja estável, tratamento que seja previsível. E aqui tá a grande oportunidade. Muitos desses pacientes Eles
passam de um profissional pro outro sem ter um resultado satisfatório. E o dentista que domina o reponamento labial, ele não apenas oferece um tratamento altamente eficaz, mas ele também se posiciona como uma referência na sua região. Isso faz com que ele atende uma demanda real, praticamente sem concorrência. Percebe? Tô entendendo a oportunidade que eu tô mostrando aqui para vocês? Deixa eu te Mostrar quais são os tratamentos que existem atualmente, mas as limitações que esses tratamentos têm. As opções mais comuns, vamos lá, de tratamento. Ah, elas normalmente elas falham em conseguir uma solução que seja completa,
definitiva pro seu te dar exemplo. Momento de coroa clínica estético. Adoro, amo, faço muito. Ela tem um grande impacto na melhora da aparência do paciente, melhora a proporção dos dentes, né? Uma harmonia Ali do sorriso, mas tem um impacto limitado na redução da exposição jugival. ali 2 mm e se o paciente muita exposição deal 2 mm não é suficiente para resolver a queixa dele. A toxina botolimpar de ser uma uma opção rápida e minimamente invasiva, né? Ela tem um efeito temporário, ela tem que ser reaplicada cada 3 meses, 4 meses, né, para depender do paciente,
mas ela nunca vai conseguir um resultado Definitivo para hipermobilidade labial. Nunca tem que sempre replicar por da vida. cirurgia ortognática, embora ela seja eficaz alguns casos e muito importante em casos em que você tem operações funcionais, ela é uma cirurgia mais invasiva, tem um custo mais elevado, ela tem que ser feita no hospital, né? E de verdade nem sempre ela é necessária pro paciente. Eu sempre falo isso pros alunos. Olhem onde o calo Do paciente aperta. Olha qual é a queixa dele. Individualize o tratamento. Porque se o paciente que precisaria de uma cirurgia ortognática, ele
tem uma queixa só em relação à quantidade de gengiva que aparece durante o sorriso, ele não tem queixa em relação a perfil facial, nada, você não necessariamente precisa fazer ortognática. J tem muitos casos assim, muitos casos vocês acabaram de ver ess aquela paciente que me marcou era um Desses casos. E aí o que que acontece nesse cenário? Muitos pacientes eles ficam insatisfeitos e aí eles continuam buscando outras soluções. É ou não é? Você já teve um paciente assim, respondinho já tinha um paciente que tava insatisfeito, já tinha passado por outros dentistas, que precisava tá procurando
alguma solução? O dentista que domina o reposicionamento labial, ele ele não oferece só um Tratamento definitivo, ele também fideliza o paciente, porque ele resolve uma queixa que foi por muito tempo negligenciada por outros dentistas. Entende? Agora eu quero que você reflita sobre um ponto. Quem é o profissional na sua cidade que realmente oferece o reposicionamento labial de forma segura? Quem? Se essa resposta não for você, você que esse status ele pode sim ser seu. A Diferença entre quem se torna uma referência e quem continua aí invisível no mercado e tá na capacidade de oferecer um
tratamento inovador e altamente procurado, né? Ou não é? Se você oferece algo novo, que tem uma demanda para isso, tá? Você vai se diferenciar. O paciente, muitas vezes ele não sabe explicar exatamente o que que tá incomodando eh em relação ao próprio sorriso, mas quando você mostra para ele O problema, apresenta a solução certa, você cria uma necessidade, você também gera um desejo imediato no paciente de transformação. Quem domina essa técnica quem está muito espaços à frente. que nessa técnica ocupa um espaço quase sem concorrência. Aí depende do que você quer paraa sua carreira. Você
tá me entendendo? Você pode continuar fazendo apenas o básico, você pode se tornar o dentista de referência aí na sua região. Deixa eu te mostrar como que o reposicionamento labial pode fazer diferença para você independente da sua especialidade. É isso mesmo, dependente da sua especialidade. Vamos dar um exemplo aqui, ó. Por exemplo, periodontista. Ah, mas eu sou, eu já faço aumento de coroa clínica. Beleza. O reposamento labial, ele vai promover uma maior diminuição na exposição de volta dos seus pacientes que você não consegue só com reposionamento labial. Ah, mas Buco maxilo, beleza. Você já faz
ortognática pros casos regal. Cara, reposombial pode ser uma alternativa pros pacientes que não querem passar por ortognas ou que tem que encher somente disposição deival. Quantos pacientes seus cirurgião mucomaxílico que você precisava e falou cara não quero. É muito invasivo, é muito caro, tem que ir pro hospital não é rof harmonizadores já faz toxina potrínica. Beleza? Mas o reposionamento Labial é uma alternativa de tratamento mais estável, resultado estável longo prazo. É o que você tem que ficar refazendo. Você vai ficar refazendo, o paciente vai ficar insatisfeito. O implanto dontista no posicionamento labial ajuda naqueles pacientes
que têm protocolo superior e que expõe aquela aquela interface entre a prótese e o rebordo. E aí você, cara, como é que você vai corrigir isso? Você vai ter que Tirar todos os implantes, diminuir rebord, colocar o implante de novo. Ah, repon labial corrige. Quem faz prótese dentística, por exemplo, já faz laminado reposom labial, ajuda, ajuda a diminuir essa a exposição judival desses pacientes. Quantos pacientes que fazem laminado que precisa de reposionamento labial? Cara, muitos. Eu trabalho aqui com isso. Eu tenho um curso de estética vermelha e branca justamente para isso. É esses Casos, né?
Ortodontista. Ah, o ortodo pode fazer uma intrusão dos dentes, paciente que tem uma extrusão do etalveolar, cara, mas tem uma limitação, não consegue instruir até corrigir tudo. Muitas vezes o posicionamento da BA ajuda a complementar, a diminuir a exposição genital. Então qualquer especialidade pode ser beneficada, qualquer uma de verdade. E agora eu quero falar com você que como eu não é cirurgião buxir que tá Assistindo essa aula, talvez a cirurgia, talvez você tenha pensado, cara, esse grande, isso aí tá fora da minha zona de conforto. Quem? Como eu contei para vocês, eu também tive esse
pensamento lá, mas lá em 2006, tava totalmente fora da minha zona de conforto, mas eu fui, eu estudei, eu testei, próprio moreorei e hoje, mais do que nunca, essa técnica, ela é totalmente possível de ser executada por qualquer dentista de verdade. Você tem que sair da zona de Conforto e começar a fazer. Você vai conseguir fazer desde que você tenha a base certa para fazer. É por isso que um dos primeiros conteúdos dentro do método RLE é justamente sobre conhecimento anatômico. Dominar anatomia é uma ferramenta que vai te dar segurança clínica para executar o tratamento.
Quando você sabe a anatomia, a hora que você tá fazendo, f, cara, aqui eu posso fazer, que eu não posso fazer, eu tenho que ter executado. Vai Te permitir executar com confiança. Essa técnica vai te ajudar a evitar, lidar com intercorrências, com complicações, além de garantir uma estabilidade no resultado final. Se você entende onde está, o que que tá tocando, o que que tá evitando, técnica, ela deixa de ser um, ela deixa de parecer grande demais, difícil demais, se torna completamente aplicável com o passo a passo. É sobre isso que eu quero falar com vocês
agora. Então eu quero compartilhar com vocês aqui nessa nossa primeira aula a importância dessa anatomia cirúrgica de conhecer anatomia para que isso te dê segurança na hora de fazer a cirurgia, para que isso te dê segurança de não ter tantas intercorrências e tantas complicações. Lembrando que essa parte de anatomia é um passo que eu vou, são dois passos, três passos que eu vou mostrar aqui para vocês, um conjunto muito maior que a gente tem dentro do Método RLE, mas aqui já vou te mostrar a importância desta anatomia, a importância de conhecer, se sentir seguro com
ela para que você tenha eh tranquilidade na hora de fazer a cirurgia. Você vai fazer bem mais calmo, porque você vai saber onde você tá mexendo. E outra coisa, você vai diminuir muito a as intercorrências. E se tiver intercorrência, você vai saber como tratar essas intercorrências e complicações. Isso a gente vai ver lá na Aula três, como tratar essas complicações. Quando a gente pensa na anatomia, a primeira coisa que a gente vai pensar é na musculatura. Claro, a gente tá falando de de gengival, de hipermobilidade labial, o músculo levantando esse lado. Então a gente tem
que conhecer esses músculos perilabiais que vão atuar no sonizo genival. Quando a gente pensa nesses músculos, a gente tem três principais. A gente tem o levantador do lado superior da asa do Nariz, essa bolinha azul que vocês estão vendo aqui, que vai lá no lábio superior, passa aqui pela asa do nariz e até ali frontal. Você tem um músculo levantador do lábio superior que também sai aqui do da lateral do lábio superior e passa lateralmente a asa do nariz. Sem pegar a asa do nariz, vai lá no infernal. E a gente tem um zigomático menor,
esse dos três é o maior, que também sai do lado superior em na diagonal superior, Em direção ao canto do olho. Esse zigomário menor é o mais forte de todos. E são esses músculos que na hora que você faz a força que vai levantar o seu lábio, que vai fazer esses lábio se movimentar, seja mais ou menos, dependendo da força desses mos. De todos eles, o zigomático menor, ele é comprovadamente o mais forte. O zigomático menor, sem sombra de dúvida, desses três músculos é o músculo, é o músculo mais forte. Claro que a gente Tem
aqui também um esgomático maior, essa bolinha preta. Você tem um risório e você tem um bucinador. Mas esses são músculos que vão tracionar seu lado pro lado, ó, a boca pro lado, não para cima. Então, claro, eles estão ali, a gente precisa entender a presença deles, mas quando a gente vai fazer a técnica de repulcionamento papel, por exemplo, a gente não chega próximo deles. talvez um pouco desigomático maior, mas os três discipl são realmente os mais Importantes da gente conhecer, os mais importantes da gente saber o trajeto e a posição deles na hora de tratar
os pacientes com sorival por meio da técnica ah de reposicionamento então aqui um desenho esquemático que a gente tem um dos nossos capítulos de livros publicados, tá? Então esse foi um capítulo de letra que nós complicamos ah com esses detalhes anatômicos e aqui a gente mostra todos esses músculos responsáveis Pela movimentação do lábio, destacando novamente esses três zegomático menor, levantador do lado superior, do nariz, levantador do lado superior, vocês estão vendo aquele lado lá circulado azul. E tem também o depressor do septo nasal que é nessa região anterior. Ele vai aqui no na espinha nasal
anterior se insere na região de filtro labial, mas ele é aqueles pacientes que têm um sorriso côncavo, né, um sorriso incisivo, muita força. Não é o mais Comum porque ele é o músculo mais curto, é um músculo mais curto, diferente do dos outros três que são músculos mais longos. Então, nessa região anterior a gente tem um músculo mais curto, quanto na lateral nós temos três músculos longos e mais fortes. Então, o mais comum é você ter aquele sorriso convexo, aquele sorriso canino, que força mais essa porção lateral, né, bilateral aí do lábio superior. Tudo bem?
Essa musculatura é muito importante a gente Entender e compreender, porque é aqui que a gente vai mexer, tá? Além da musculatura, sempre é importante a gente conhecer vascularização. Quando a gente pensa em vascularização, o ponto principal pra gente ter segurança de fazer e não ter alguma complicação, a gente vai falar disso depois também novamente na aula três, é saber a artéria que irriga o lábio, né? Então, se a gente pensar na artéria que irriga o lábio superior, ela Passa, né? Ela vem da artéria carótida externa aqui no pescoço, né? Quando vem a artéria carótica externa
no pescoço, passa pela artéria facial e da artéria facial ela emite a artéria labial superior, tá? Uma outra, um outro trajeto de artéria que também irga o lado superior, artéria carótida externa, passando pela artéria maxilar e aí pela frame infraorbitári, passa a artéria infraorbital com o ramo labial dessa artéria infraorbital. Então essas duas Artérias, mas principalmente a artéria superior, é a que mais, né, que irriga a maior parte de lá superior e artéria infraorbital, o ramo labial, artéria infraorbital também irriga esse lá superior. O que que é o detalhe que é importante a gente conhecer
para ter segurança? Mas passa essa artéria, vou pegar essa artéria, vai me dar uma hemorragia. Pode acontecer, pode, mas não é algo tão comum, tá? Particularmente eu nunca tive nenhum Caso de hemorragia, não lembro de nenhum aluno meu nenhum caso de hemorragia transoperatório. Tem sangramento que é bem controlado. Que que a gente tem que entender da artéria? A artéria ela passa pelo plano muscular e glândular. Então, se a gente pegar nosso lábio aqui de fora, a gente tem a pele, embaixo da pele a gente tem a camada subcutânea, depois a gente tem um músculo, depois
tem a camada glandular, depois tem a mucosa, que é essa parte interna que é Aquela mucosa que a gente remove na cirurgia de reposicionamento labial. Então essa artéria ela passa lá per lá no músculo. No músculo. Então a gente tem que entender que se eu for cortar esse músculo de alguma forma em cima, eu tenho essa chance de pegar eh essa artéria superior, por exemplo, ou um ramo labial de artéria infraorbitária. Então tem que tomar cuidado com esses detalhes, tá? Pegou tentar achar, né? Nós vamos falar De complicação depois encerrar, fazer alguma algum tipo de
procedimento para tentar controlar. Mas novamente não é uma complicação comum. Em um artigo de reposicionamento labial mostra a hemorragia como uma complicação frequente. Ah, o segundo ponto de irrigação é a veia que faz o trajeto oposto, né? Então ela vem a veia labial superior pra veia facial e a veia carote de externa, né? Veia facial e veia carote de externa. Ah, carote de Interno, desculpa. Tá? Elas são afluentes labiais da veia inferbitária, tá? Você tem também esses afluentes labiais da da veia inferbitária que também podem irrigar alem. Só que a veia é uma preocupação menor
por a veia ela passa mais perto da pele, ela passa ali no subcutâneo. Então tem a pele e o subcutâneo. Aí depois tem músculo, depois tem glândula, depois tem mucosa. Então ela l mais superficial. Então, pra gente que mexe de dentro para Fora, preocupação com a B é menor, tá? Complicação é menor. Então aqui um esqueminha, você tem vários artículos que falam de anatomia dessa parte de irrigação, tá? Então aqui a gente consegue ver, vem a arteria carótida no pescoço, não tô aparecendo aqui, mas esse número 12 você vê a artéria facial e o número
17 artéria labial superior. Ó, esse esqueminha que tá de cá. E aqui você vê no 20 a artéria infraorbitária, depois Os ramos labiais dessa artéria inferbitária, tá? Então essa é a ligação mais comum. Esse trabalho eh do Giang aí de 2020 é um trabalho muito legal que ele mostra essa variação anatômica de de das artérias e ele mostra que o mais comum a 67% das vezes o lábio superior vai ser irrigado pela artéria labial superior apenas. boquinha ali da artéria inferior, mas lá em cima no nariz, tá? Então, maior parte da irrigação foi da artéria
labial superior e a artéria Facial passa aqui, ó, lateralmente a comissura labial, tá? Ah, uma outra condição eh de irrigação aí são que 15% dos pacientes além da artéria labial superior, ele vai ter também ali que a gente mostrou a artéria a artéria infraorbitária e os ramos labiais da artéria infraorbitária, tá? Em cima você tem vindo mais de cima, mas ainda assim artéria labial é superior responsável pela maior parte da hidão. E uma proporção bem menor só com artéria Labial superior, sem artéria lar, sem artéria infraorbitária, aqui só 6%. Mas o que a gente percebe
que todos eles a artéria labial superior do presente, vindo aqui da artéria facial, então ela é a mais comum de taliipo, você vê que ela sai de um calibre maior próximo da comissura e ela vem diminuindo o calibre em direção ao a ao nariz aí, né, meio da média, né, o meio da força. Então, o problema maior, a complicação maior que pode acontecer, e a gente vai Falar depois na na na aula três, percam isso. Dessa artéria laboral superior, eventualmente você ela pode ser afetada aí durante a sua cirurgia, né, ser cortada. Então aqui novamente
um corte micro CT de um lábio. A gente vê que o lábio é a porção superior que a pele onde tá escrito e aqui embaixo a mucosa onde a gente mexe. Tem a pele mucosa e esse onde tá o asterisco é o músculo orbicular da boca. O músculo tá aqui e a Artéria tá passando ali, ó, dentro do músculo antes. É entre o músculo e a face e a fase glandular, né? Parte glandular. E dentro do ó, você tem aqui, ó, esse redondinho onde tá esse mais aqui, artéria labial superior. Então você vê que você
tem uma distância segura normalmente de trabalhar, mas é uma atenção que a gente tem que ter. E o terceiro ponto quando a gente conhece em anatomia é a questão da inervação. Então essa inervação do lábio Superior ele vem, né, do nervo trigo. O nervo trigio vai emitir o nervo maxilar, que é um r sensitivo dele. Aí vem o nervo infraorbital e aí do nervo infraorbital vai vir os ramos ao velos superiores anteriores e o ramo labial a os ramos laviais superiores. subramos, você tem uma bo superior, avolar superior anterior, tá? E o que a gente,
né, preocup, né, o que afeta o lábio, a parte muscular, são esses ramos laberais do nervo infraorbitário. Então, quando a Gente pensa nisso, e também a gente tem uma gama grande de literatura que fala sobre isso, ó, a gente tem esse esquema que mostra essa questão da inervação da face, essa partezinha azul que a gente tá vendo é o que interessa pra gente, que pega o lá superior e daqui, ó, a gente vê o número seis, que você tem o furo infraorbitário. E aqui você tem o nervo infernitário e os ramos laberais, sendo o subramo
medial e o subramo lateral. Esse 6e e 6D é o subrame Medial, subramo lateral. E são esses subríment a gente pode ter alguma complicação, comoia, alguma coisa assim, mas a gente vai até com mais detalhe na aula número três. Não daria tempo da gente falar de complicação aqui hoje também. Mas o que eu quero mostrar para vocês em termos anatômicos é que essa anatomia dessa área é muito complexa, com artérias, com veias, com nervo, com músculo, você tem variações anatômicas. Então, sabendo, tendo conhecimento do Principal, né, do do que é mais comum, do que pode
estar acontecendo, você vai ter mais segurança de fazer a cirurgia, de evitar alguma complicação, de saber quando tiver complicação o que que aconteceu. Então, é super importante esse conhecimento anatômico. Tudo bem? Entendeu, pessoal? Como o conhecimento anatômico é importante? Então agora eu quero te mostrar o potencial financeiro do repiccionamento no final das contas, Isso que a gente quer, não é? Você não quer ter mais pacientes, um tratamento de alto valor agregado para você ganhar mais dinheiro no seu cliente. Nós somos é isso que você quer. E se você pudesse aumentar seu faturamento com poucos procedimentos
mensais e ao mesmo tempo construir uma reputação de referência na odontologia estética, você consider você consideraria essa oportunidade? e considerar. Então, o reporcionamento labial é um é um dos procedimentos mais Lucrativos da odontologia. Ele tem uma autatisfação dos faces, uma quantidade de indicação por outros profissionais muito superior a outros tratamentos, porque são poucos que fazem. Quando você tem um tratamento, tem muita gente que faz, você pode indicar para todo mundo aqui. Não, o valor médio da cirurgia, ela parte, ela começa em R$ 5.000 e pode ser ainda maior dependendo da sua região, seu posicionamento no
mercado, mas no Mínimo R$ 5.000, com certeza. Agora compara esse valor com outros procedimentos estéticos odontológicos. Cara, custa aí entre R$ 800, R$ 1.800, R00, não é? Mas o efeito dele é temporário, exige reaplicações constantes. Isso gera a insatisfação do paciente longo prazo. Esse paciente acaba buscando um outro profissional para uma solução mais definitiva. Qual que é o resultado Disso? Baixo índice de indicação. Eu já recebi muitos pacientes assim, faziam botox cansaram de fazer botox. Queriam algo mais definitivo. Um aumento de coroa clínica custa entre 1500, 3.000. Mas ela não resolve a exposição gengival de
forma significativa. A gente tem muita gengiva aparente, o o homem de coroa vai ele 2 minutos. Então por isso muitas vezes o paciente costuma se frustrar com o resultado, porque ele ainda fica com Muita disposição de volta. Isso também leva um baixo índice de indicação, de recorrência, né? O paciente tá voltando sempre ali. Agora veja como só alguns casos mensais pode transformar o seu futuramento. Você fizer uma cirurgia dessa por mês, é R$ 5.000 a mais você vai ganhar por mês. Em um ano são R$ 60.000 a mais no seu custo. Se você fizer três
casos desse por mês, que não é nenhuma nenhum absurdo, você ganhar no mínimo no mínimo R$ 15.000 a mais por Mês. Em um ano são R$ 180.000 a mais. Apenas gente bom. Fora que você pode associar contras técnicas, ou seja, poucos procedimentos por mês, você já consegue criar uma nova fonte de receita. O reposamento labial, ele acaba entrando como um diferencial que vai multiplicar seus resultados com menos volume e mais valor por caso. Cada caso vai ter um valor maior porque você vai conseguir fazer coisas diferentes do mesmo paciente que você já tem. Sem contar
que à medida que a sua computação cresce, mais começam a indicar seu serviço, a demanda pelo procedimento aumenta. Isso permite que você eleve ainda mais o seu ticket médio, não é? E o melhor, o custo benefício da reposom labiel, ele é excelente. Por que que eu falo isso? Porque o reposombial não exige instrumentais caros, não existe instrumental de alto custo ou mesmo uso de algum biomaterial tornando Investimento inicial. que é eh o investimento inicial mais baixo, o lucro altamente atrativo. Percebe? Então você vai fazer com os instrumentais que você já tem, claro, bons instrumentais, escreve
aí no chat quem quer ganhar mais com procedimentos de alto valor agregar agado, sem precisar se matar trabalhar. Escreve aí para mim no chat, quero saber. Então gente, o reporombial ele tem um grande Diferencial, alta aceitação e venda facilitada. Você tem pacientes que são conscientes do problema, se a gente sabe que ele tem um gendival, né, que mas eles ainda não encontraram uma solução eficaz para aquilo. Eles já tentaram outros tratamentos, muitas vezes, né, não estão satisfeitos. E quando eles vêm aí um antes e depois, quando eles vem o depoimento de um paciente, eles decidem
rápido. E o resultado, como é um Resultado previsível, ele acelera o pestimento do tratamento. Tem paciente que é inconsciente e também tá insatisfeito. Ou seja, ele sente o incômodo. Muitas vezes ele não sabe o porquê, né, que tá incomodado com aquilo. Mas quando você passa uma explicação clara, eles acabam entendendo a causa, a acabam entendendo o que que tá acontecendo com ele, qual que é a causa Problema dele. E aí eles acabam vendo o reposicionamento labial como uma solução ideal. Esse grupo, pessoal, ele é uma grande oportunidade e ele converte muito com a abordagem certa.
Se você souber abordar esse paciente alto índice de conversão, deixa eu te mostrar o impacto na percepção dos pacientes. Então, quando um paciente encontra um profissional que res que resolve de forma definitiva uma queixa estética que Ele carrega aí há muitos anos, a transformação ela vai muito além do sorriso. Esse paciente, ele cria um vínculo de confiança com vocês esse paciente, ele passa a retornar para outros tratamentos, a recomendar seu serviço para amigos, para familiares. E o que que a gente tem? Pacientes satisfeitos. E esses pacientes eles não só indicam, mas eles também voltam para
fazer outros procedentes. A confiança no seu Trabalho, ele vai aumentar a aceitação de tratamentos de maior valor. Paciente que confia no profissional não importa com preço, ele confia em você, tá? Você passa a ser visto como um profissional de alta performance. Você não é visto mais só como um dentista comum você. Você tem um diferencial. Você tá entendendo? Agora veja a diferença entre um dentista comum e um dentista referência em reposicionamento labial. Um dentista Comum, ele precisa fazer muitos orçamentos para fechar pouco tratamento. Ele faz muito orçamento e a conversão não é tão grande. Ele
fecha procedimento com base em preço. Tem que dar um desconto, dar um preço mais baixo para poder fechar, porque a concorrência do lado faz mais barato. Isso acaba reduzindo a margem de lucro. Ele precisa compensar na quantidade de atendimento. Ou seja, quando você cobra barato, sua margem é pequena, você tem que atender Muito. Você acaba sobre você, sobrecarregando sua agenda. Você, né, tá a um ponto do da estafa do burnout lá, a qualidade do atendimento cai. Isso vai gerar paciente insatisfeito, vai gerar mais dificuldade de fidelização. Entende? Quando você é um dentista de referência impulsionamento
labial, você tem pacientes satisfeitos. Isso vai gerar indicações espontâneas, né? O paciente vai indicar outras pessoas quase sem concorrência na Região, porque são poucos os dentistas que dominam a técnica. Outros profissionais começam a encaminhar pacientes para você, porque eles vêm resultado dos tratamentos dos dos pacientes que você faz. Os próprios pacientes eles retornam para novos tratamentos, para outras coisas além dessa do do Fro. E com alta demanda é possível você levar o valor da consulta, um profissional de alta performance. Isso é o que todo mundo. Hoje a nova odontologia estética, ela tá diretamente associada ao
tratamento sorri. Não tem como a gente fugir, porque é nesse segmento que tá a grande oportunidade de crescimento, de alavancar o seu crescimento. Ou seja, é o cenário perfeito do que você quer. Aí vai depender do que que você quer. Você pode se posicionar como uma referência, você pode ser reconhecido como autoridade, você pode se destacar no mercado e principalmente você pode Ser valorizado de verdade pelo que você entrega. Enquanto você tem outras técnicas que já atingiram um certo platô, né, como aconteceu com a RF, a topina botulínica que já teve um e hoje bastante
concorrida, muita gente fazendo, não só dentistas, né, muita gente fazendo. O reposicionamento labial tá em ascensão, tá em plena ascensão. É o melhor momento para você entrar nesse barco. É agora. Não tem aquele ditado que quem chega Primeiro bebe água limpa, tá na hora de você pensar em chegar primeiro. E eu quero te mostrar a chave para se tornar referência do tratamento sorriso genital. Que diferencia, gente, um dentista comum de um dentista de referência? Que que vocês acham? A resposta tá na combinação de três fatores essenciais. São três fatores essenciais para diferenciar isso. E esses
fatores formam a base do método RL. E isso vai fazer você sair dessa mesmice, do mais do mesmo, se tornar uma autoridade clínica na sua região. Vamos lá. Primeiro, dominar o diagnóstico correto. Sem dominar o diagnóstico correto, sem entender a causa do seu regim deival, não existe tratamento bem sucessivo. Não adianta você querer fazer um tratamento, o mesmo tratamento para todas as causas. Se você não souber a causa, você não vai tratar direito. Cada causa exige uma abordagem diferente. Se Aplicar a técnica errada, no caso errado, é uma receita certa pro fracasso, é receita paraa
frustração do paciente. Você tem que saber diagnosticar. Segundo pilar, aplicar de forma segura precisa a técnica. Você precisa de um protocolo, você precisa de um método estruturado, validado, um passo a passo claro, com cada detalhe demonstrado ali tintim por tintim, né? Para que você execute com confiança e previsibilidade clínica a Cirurgia. E terceiro, você tem que ter estabilidade do visual, não adianta só dar certo na hora, não é mesmo? Sabe aqueles casos que você vê na rede social que é o pós-cirúrgico imediato? Não adianta. Pós- tratamento imediato, ele tem que durar. A diferença de quem
domina essa técnica tá em está em evitar esse díveis, garantir longevidade, fortalecer a confiança do paciente no seu trabalho. Vocês estão entendendo? Vocês Conseguiram pegar a mensagem? Então, deixa eu resumir para vocês o que que a gente viu na aula de hoje. Hoje você viu a evolução da técnica. Cara, só isso aí já valeu a aula. Evolução da técnica de posicionamento labial. A importância do conhecimento anatômico. Você não vai ver isso nenhum outro lugar. Conhecimento anatômico é uma ferramenta que vai te dar segurança na execução. Você só viu alguns passos dessa dessa anatomia. Tem muito
mais. E a grande oportunidade se posicionar como uma referência no mercado ainda em ascensão, um mercado que tá aí em uma ascensão enorme, tá, né, purando. Na aula dois, pessoal, nessa quarta-feira, que que eu vou te mostrar na aula dois? Vou te mostrar em detalhes os três pilares do método RLI. Um detalhe e mais, você vai aprender a fazer o diagnóstico preciso que pode ser aplicado nos pacientes que já estão aí No seu consultório, sentar na sua cadeira, né? Às vezes o paciente já tá aí, precisa de novos pacientes. Agora não se esqueça, clica no
link da descrição do vídeo e pegue a sua apostila da aula. Lá no nosso grupo oficial do evento do WhatsApp vai tá lá a apostila da nossa aula. Lembre-se, você precisa usar o código secreto que apareceu aqui durante a aula. Esse código vai ser importante para você desbloquear o material. Esse PDF vai te Ajudar a revisar o que você aprendeu hoje e já te preparar pra próxima aula. Então não deixe de estudar isso, não deixe de acompanhar aula dois, aula três, aula qu, mas o conjunto dessas aulas vai transformar o seu conhecimento, sobre esse método,
vai te fazer uma referência no tratamento do sorivo. Beleza, pessoal? A gente se vê na aula dois. Um grande abraço.