Prontinho Bom primeiramente boa noite a todos todas e todos eh gostaria de dizer que todos vocês sintam bem-vindos a escola aqui no curso histórias da arte introdução e vou passar alguns recadinhos aqui e logo mais a gente começa todas as conversas aqui para o curso tá bom vocês não conseguem me ouvir deixa eu S minutinho sim perfeitamente ficar melhor Vocês conseguem me ouvir não tá Som bom vou passar de novo então meu nome é Carlos hen agradeço a presença de todo mundo aqui Desejo boas-vindas ao curso histórias da arte no Masp introdução vou passar alguns
recados rápidos antes da gente comear todas as conversas e o curso em si primeir gostaria de agradecer a hoje que vai ministrar essa aula para vocês e toda equipe do M escola e liriana e a Carol que estão aqui na chamada também que vem fazendo todos os Movimentos para com que esses cursos aconteçam eh esse curso que vocês vão participar que acontece agora todas as quintas-feiras nesse mês começando hoje no dia 6 e ainda até o dia 27 ele vai passar por todos os tópicos e módulos que a gente a gente tem no curso de
histórias da arte o módulo histórias da arte então que é ministrado por quatro professores sendo Air o Cléber Felipe e Juliano e esse curso de introdução que Tem quatro aulas vai passar cada aula em um desses cursos fazendo uma breve introdução fazendo trocas relacionáveis ao museu ao acervo e toda a riqueza que a gente tem hoje trabalhando com cultura no Masp então sendo essa primeira aula com a professora miltz Marinas eh antes de passar para ela vou passar alguns recadinhos aqui para que a gente consiga ter uma boa conexão e comunicação aqui no Zoom primeiro
que nem Vocês ouviram aqui no início da Gravação no no início dessa conversa todas as aulas são gravadas e elas vão ser disponibilizadas para todos vocês logo após a aula no dia seguinte no e-mail que vocês receberam de acesso ao curso já tem o link paraa playlist do YouTube onde essas aulas vão estar gravadas E também o material de apoio e vão ser os próprios slides livros ou qualquer outro tipo de material que os professores compartilharem com a gente aqui tá bom Todas essas aulas elas ficam disponíveis durante 30 dias após a finalização do curso
Depois desses 30 dias as aulas vão ser todas fechadas e vocês não vão ter mais acesso a gente pede não não ten possibilidade mas a gente pede que vocês não compartilhem esses links ou façam o download do vídeo por sars terceiros tá bom os materiais eles também ficam disponíveis para vocês e isso vai servir para tanto quanto vocês não puderem participar no dia cincon aqui na aula ou Até mesmo para revisar tirando outras dúvidas ou anotando algumas questões que vocês não puderam no momento Caso vocês assistam a aula gravada e não tiveram a presença a
gente que vocês encaminhem um e-mail só pra gente poder contabilizar e vocês receberem também o certificado ao final do curso e aí a gente troca todas as ideias necessárias ali bom além disso uma das questões que vai ser importante é nós não temos uma lista de presença automaticamente quando Vocês entram no zoom a sua presença é contabilizada então por isso a gente pede com que vocês tomem cuidado com o nome que aparece no Zoom de vocês algumas das vezes aparecem se celular d ou iPad D iPhone d e isso vai fazer com que a presença
de vocês possa ser cancelada por conta da gente não ter o nome então se vocês forem ali se vocês tiverem no computador clicando no botãozinho direito em cima do seu perfil tem o nome tem a opção de renomear ou se Você tiver no celular você vai em participantes e renomear o seu próprio nome tá bom qualquer dúvida que vocês tiverem vocês podem encaminhar aqui pra gente no próprio chat do zoom a gente vai auxiliar vocês bom novamente então eh gostaria de agradecer a presença de todos vocês vou fazer uma breve apresentação da professora que vai
ministrar a aula de hoje que é a mirt Marin de Oliveira que é Doutora em Educação história e filosofia e pesquisadora colaboradora na faculdade de educação da Universidade de São Paulo desde 2020 é coordenadora do programa de pós--graduação em Design da unidade Morumbi também é curadora e participou como autora do livro Cultural anthy de da 24ª Bienal de São Paulo em 1998 da coleção exhibition histories after all em 2015 bom com essa breve apresentação eu passo a palavra para Mir Caso vocês Tenham qualquer dúvida vocês podem se sentir à vontade Muito obrigado boa noite para
todos Boa noite pessoal muito grata pela apresentação Carlos quero começar agradecendo exatamente M escola toda a equipe que sempre tá aqui nos apoiando né da da melhor forma possível e eh agradecer obviamente a presença de todos que estão aqui na sala que agora tá um número eh considerável eh bom eu vou compartilhar meu meus slides vou manter Aberto o chat eu vi que algumas pessoas falaram do som vocês estão me ouvindo tá tá o porque eu falo alto naturalmente eu tenho que me controlar então tô recuperando isso mas eu queria que vocês ficassem à vontade
principalmente para colocar questões no chat obviamente se tiver alguma questão que queira falar levanta a mão não tem nenhum problema tá agora eu fico muito atenta ao chat porque às vezes a gente demora para elaborar também né o texto da pergunta e Não tem problema eu tento responder tudo ok vou compartilhar Então minha tela enviei alguns livros para vocês como o Carlos eh comentou né todos nós vamos enviar materiais mas esse eu vou citar ao longo aqui do nosso encontro algumas dessas obras para complementar e vocês terem tem bastante controle assim do que se encontra
o que pode ser encontrado onde né que eu acho que isso é bastante importante porque Imagino que muitos de Vocês queiram fazer pesquisas ou tem interesses muito específicos Ok então fiquem à vontade vamos começar eh bom nesse encontro de hoje intitulado do projeto moderno ao museu contemporâneo Ah o Carlos talvez eu precise de uma ajuda a Vivian tá perguntando sobre o material que foi enviado está no drive do curso não é isso isso mesmo já tá lá disponível no drive do curso tá separado em aula então na aula um já tem todos Esses materiais inclusive
as telas também estão compartilhadas para que vocês possam assistir reol revisar Tá bom então no Encontro de hoje nós vamos falar de obviamente da coleção do ASP porém da perspectiva do próprio museu de um projeto de Museu moderno né com características muito específicas E como que o Masp como que os seus diretores eh principalmente ali no início da sua Fundação como seus fundadores talvez Melhor dizendo entenderam a missão desse Museu e esse alinhamento não é com as questões H do modernismo até chegar numa perspectiva contemporânea né que olha para essa mesma história estabelecendo outras conexões
e outras possibilidades de revisão dessa própria história Então é isso que eu pretendo aqui desenvolver com vocês nessa noite né então de forma panorâmica vamos olhar paraa fundação do MASP em 1947 né com um intenso programa Educacional que se estende se desdobra né a par partir de revisões até os dias atuais né Nós vamos falar das Exposições sobre histórias por exemplo e podemos muito facilmente entendê-las nesse nessa perspectiva Educacional que praticamente Funda o museu né que é eh nos dias atuais focado nessa revisão de narrativas estabelecidas cristalizadas e muitas vezes problemáticas né quando eh determinadas
perspectivas né se Cristalizaram dessa forma eu vou debater com vocês alguns elementos de coleção sobre a coleção do museu deixando claro que talvez nas próximas aulas isso vai ficar muito centrado nas obras né e eu vou aqui amarrar outras possibilidades de entender eh essa modernidade dentro do Museu eh vou eh principalmente ou em grande parte dá muita ênfase no papel da Lina bobard na proposição de uma arquitetura Arquitetura e de um design específico expositivo também da perspectiva de um museu moderno e claro um museu que tem uma história nessa perspectiva moderna que se verifica também
nas diversas Exposições ou eventos ou cursos que enfocam a questão do cinema da moda do campo audiovisual entre muitas outras linguagens né como os eventos e as oficinas de música que acontecem em diversos períodos aqui algumas Referências todas as que eu tenho em livro eu enviei para o drive eh vou passar bem rapidamente por elas o Professor Renato anel é um especialista no design dispositivo de lina bobard e é um texto relativamente curto eh publicado eh numa revista né Eu só tenho esse texto não tenho toda a revista mas é um texto bastante importante para
localizarmos a perspectiva do Design expositivo do museu eh diante da tradição italiana na qual Lina bobard e Pietro Maria Bard se se formaram né Depois ainda nessa questão dos modelos expositivos inclusive do museu mas de outras iniciativas nós podemos olhar com bastante atenção um trabalho muito bacana do Ricardo pintado que chama imaginação museal de lina bobard na qual ele Analisa e mostra plantas fotografias e documentos de diversas eh Produções dessa eh arquiteta outro livro muito conhecido esse eu eu tenho um PDF mandei para Vocês tanto o ritmo pintado quanto a né enviei é o livro
do jancarlo Latorraca maneiras de expor arquitetura expositiva de lina bobard estudando especificamente a questão dos painéis né Eh que eu vou tratar ainda hoje daí eu sugiro alguns catálogos aqui do museu as biografias da Lina bobard que são bastante interessantes né cobrem o mesmo período mas lidas em conjunto assim né como um casal eh eh podemos ter uma ideia assim muito forte né Não só Sobre essa personagem essa personalidade mas sobre o próprio projeto do museu e dois duas últimas sugestões que eu não tenho em PDF né A primeira é o Daniele Pisan o Trianon
do AASP é um uma grande pesquisa que foca os documentos relacionados à construção do museu nutrion né do edifício da Lina bobar que antes é algo de disputa também desejado pelo Man aqui de São Paulo tanto que a primeira Bienal de São Paulo vai acontecer exatamente Nesse espaço que hoje é ocupado pelo máo e por fim a biografia do Pietro Maria Bardi eh que do do tentor né que vai eh se deter sobre o período anterior à vinda do do bar ou em grande parte sobre o período anterior a vinda do Bard para o Brasil
né porque ele já era uma figura de muita importância no contexto italiano no período anterior e durante a guerra eu vou eh trazer uma breve cronologia Imagino que muitos de vocês Já ouviram essas histórias né Eh tem essa noção desse contexto da fundação dos museus modernistas na cidade de São Paulo e também no Rio de Janeiro né que eu eu acho que é uma história eh de de muitas pontas né Eh mas isso vai nos ajudar aqui a vou ter que trabalhar por saltos por causa do tempo porém vai nos ajudar a entender né alguns
momentos importantes no contexto do museu bom em 46 Bard e Alina bobard vão se Casar e e viajam paraa América do Sul né fazendo contatos aqui com os modernistas locais É bom lembrar que o Bard na Itália era um grande divulgador da arquitetura modernista italiana né a arquitetura do dos racionalistas Italianos e portanto muito inserido Nesse contexto da Arte Moderna italiana ele era um Jornalista mas também marchan portanto comercializava obras Isso vai ser exatamente o motivo de vinda né no Período pós-guerra onde ele e a lina bobard querem se afastar daquele contexto e eles virão
paraa América do Sul e particularmente para o Rio de Janeiro na apresentação com objetivo de apresentação de três Exposições duas delas vão acontecer no ministério de educação e saúde no Rio de Janeiro e uma terceira ligada a objetos para decoração no salão de mostras do Copacabana Palace então o objetivo eh do casal nesse instante dis eh do casal nesse instante exatamente a comercialização de obras mas também a busca né de um lugar distante ali da do contexto do pós-guerra na Europa aqui eu vou mostrar duas fotos dessas expões e eu gostaria que vocês observassem a
o o o o painel que a gente poderia chamar de painel de Exposição ou o expositor para ser mais correta né na terminologia o Expositor no qual as obras são mostradas eu vou falar um pouquinho depois de onde vem essa ideia mas vocês reparem que já existe aqui né nas duas imagens essa ideia de que uma tubulação ou um poste como queira chamar vai eh ser preparado para receber uma obra eh no caso pintura isso é bastante importante porque é um modelo inovador desenvolvido ali pelos italianos ainda no período da Guerra pelos Arquitetos italianos ou
antes da guerra desde os anos 30 Isso vai Acontecer e reparem né vou vou vou enunciar isso eh Porque isso é uma característica muito importante com este modelo de expositor a tubulação com esses postes o que vamos ter é uma um afastamento da ideia de que a ura precisa de uma parede para ser exposta eh falando assim parece óbvio né No entanto isso é um modelo expositivo específico muitos museus inclusive o Moma de Nova York com o qual o Masp Dialoga muito nesse momento da sua Fundação eh trabalha com a ideia de que as obras
devem ser expostas as pinturas devem ser expostas nas paredes quase que se confundi indo né a O que seria conceitualmente uma pintura né com a parede algo que não vai acontecer no Masp Em alguns instantes e nos dias atuais com o retorno exatamente dos cavaletes de vidro eh essa ideia totalmente incorporada Abre-se mão da parede para que as obras ganhem essa característica de flutuação no espaço positivo bom em 47 eh assiste a toban eu mandei para vocês o livro chamado chatô Fernando Moraes né é eh incontornável a leitura deste livro para entender essa personalidade e
esse seu grande projeto né de inserção no contexto social econômico cultural eh do país né ele vai em 47 convidar visitando uma dessas Exposições ele vai convidar Pietro Maria Bad para fundar e dirigir Um museu de arte isso é muito rápido é muito urgente do ponto de vista dessa figura porque havia toda uma disputa talvez vocês saibam né havia toda uma disputa aqui em São Paulo na formação de grupos para aceleração da fundação de Museu de Arte Moderna e fundação de Museu de Arte Moderna que tivesse a chancela do Moma de Nova Yorque Então essa
disputa é aada é apressada entre essa personagem eh Aicha toian e uma outra personagem que seria Francisco Matarazo sobrinho o titilo Matarazo que vai fundar o mano de São Paulo a e abial entre outras situações né bom o Mas vai ser inaugurado em 2 de outubro vai ser instalado provisoriamente aí reforço o que eu estou dizendo da rapidez da necessidade de agilidade no processo para sair na frente pela competição né provisoriamente no segundo andar do edifício Guilherme ginley na Rua 7 de Abril 230 o projeto de adaptação vou mostrar algumas imagens para vocês que Que
estão pulverizadas né em algumas publicações e eh ã são o projeto é da Lina bobard né vou mostrar esses desenhos para vocês bom o que é mostrado nessa nesse momento inicial do museu parte da coleção É bom que se diga que inicialmente inclusive parte do que o Bard trouxe para vender vai ser comprado pelo próprio eh ass turian para fazer parte do museu mas há uma intensa bus bua Exatamente Porque na Europa a venda de obras tradicionais né Eh ela é um grande uma grande possibilidade exatamente pelo empobrecimento eh da Europa no período da Guerra
então parte da coleção né ou o início da coleção é mostrado o que vai se chamar Exposições didáticas que eu vou mostrar imagens para vocês as exposições temporárias eh que são hoje em dia a gente chama de Exposições temporárias né mas que são Essas Exposições externas eh a muitas vezes até a organização do museu a exposição bem pronta e o museu mostral isso vai caracterizar um pouco esse período e algo que vai se consolidar ali em 1950 o que chamamos de vitrine das formas que também pode ser considerado um elemento aqui do de didatismo eh
desse museu é claro que a gente precisa discutir né O que significa didática eh Dependendo de quem usa a expressão Mas obviamente aqui eh o o esse grupo que Funda o Masp tem a necessidade de formação de públicos né Eh e nesse sentido a ideia do didatismo tem a ver exatamente como fornecer informações que pouc circulavam nesse contexto local então há esse forte eh caráter didático e no nascimento do museu acontece já um curso de história da arte principalmente que funcionava no próprio Espaço das Exposições didáticas Ministrado pelo Bard pelo Pietro Maria Bard e do
e do grupo Inicial desses alunos vão ser escolhidos alguns profissionais que passam a trabalhar no museu aqui um alguns desenhos eu falei olha a é a é a lina bobard que elabora o layout né Eh das galerias do espaço no edifício game Então são essas as os desenhos que ela realiza né para para dar essa ideia hum de ocupação do espaço e reparem que já temos aqui né uma exacerbação deste Modelo de design esportivo que funciona a partir dessas tubulações na verdade criando uma espécie de grade aproximada do design gráfico que é na verdade a
origem desse tipo de projeto eh ocupando o espaço de Exposição e Abrindo mão eh das paredes do edifício aqui alguns detalhamentos não é que ela faz do da iluminação ou mesmo dos encaixes eh bastante material desse tipo está no livro do Dian Carlo L torca mas Também eh está no catálogo né o Masp de lina aqui num outro livro né durante muito tempo Bard pelas suas conexões com editoras né ele ele era jornalista eh vai editar né por a cada década os livros comemorativos do museu contando a história do museu então há esse livro chamado
Masso de 60 anos no qual essas plantas produzidas pela Lina bobard da distribuição dos espaços eh está presente tem uma foto famosa né do Roberto sambor um artista italiano que vai colaborar intensamente com o Masp né nesse momento Inicial durante muito tempo eh e vai eh também ministrar cursos no museu já vou falar mais disso um pouquinho mais disso aqui o edifício lindo né um edifício em construção na verdade na corrida para inaugurar logo o edifício o mesanino né que que o museu também acava não estava totalmente pronto e algumas Pessoas tiveram que subir com
escada dessas que se usa em construção isso é bastante importante também porque alguns grupos contrários aqui a essas personagens que fundam o museu vão eh nos jornais publicar a possibilidade de que essas obras talvez não fossem originais já que o lugar de Exposição eh tinha guardava essa precariedade isso é muito importante porque Bard durante os anos 50 vai fazer um tour pela Europa E Estados Unidos com Acer em lugares de muito prestígio exatamente Para comprovar né a procedência aqui eh das obras eu já vou dar as datas direitinho para vocês e aqui essas imagens famosas
do Masp na 7 de abril Então antes desse Edifício que ele ocupa hoje né no no trian e reparem de novo na utilização das tubulações como um suporte para eh exibir a obra né os expositores são fixados dessa forma e dão portanto uma amplitude pro Espaço eles permitem que as pessoas vejam as obras mas Vejam o espaço no entorno dessas obras e vejam também a as obras em conjunto né não separadas uma por parede como nós eh podemos verificar em alguns modelos dispositivos né Eh então essa ideia dessa flutuação já está presente nesse Masco da
7 de abril e tem origens até anteriores aqui mais algumas imagens depois vocês vão ver direitinho ali na Planta né esse material já tá no Drive vocês vão verificar que tinha um auditório no qual aconteciam cerimônias eh concerto pequenas apresentações e em parte também né alguns cursos aqui chegamos num ponto bastante importante para os museus modernos que é o seu projeto didático eu tô dizendo no museu moderno há relatos de Exposições chamadas de didáticas anterior ao século 20 Mas neste modelo do próprio museu é Um um um tipo de Exposição principalmente aprofundada ampliada né E
muito divulgada pelo Moma de Nova York de novo o Moma de Nova York né vai fornecer logística apoio administrativo eh financeiro por vezes né Eh para museus para a fundação de museus de Arte Moderna pela América né e também em outros eh com outras possibilidades é muito o caso do MASP né que não vai levar o nome de Museu de Arte Moderna Portanto vai tem uma certa distância em relação a a essa questão administrativa jurídica apoio jurídico eh financeiro mas a ideia do didatismo está presente eh o Moma de Nova iork no seu regulamento de
fundação no documento que rege sua Fundação propõe que a proposta do museu é de divulgação entenda-se aqui divulgação também como didatismo né Eh da arte moderna a ideia de mostrar arte moderna para o público atual naquele Instante em 1929 quando o museu de Nova York é fundado de maneira a realizar uma espécie de filtro né né que não ã fosse uma abordagem ã preconceituosa em relação à arte moderno né então portanto Nova York vai de forma enfática montar uma coleção um Moma de Nova York uma coleção Modernista coisa que no Masp há uma certa distância
em relação a isso pela própria formação e atuação do Pietro Maria B porém do ponto de vista do modelo didático do modelo de divulgação das propostas de ações culturais da próprio entendimento da função do museu nesta cidade Neste País o museu vai ser claramente um museu Modernista Apesar de que sua coleção tem um arco temporal muito mais extenso né do que as obras modernistas né vocês vão ver nos próximos encontros eh que desde o começo a arte moderna está presente mas não só Oi gente boa noite O Carlos da mestra escola aqui de novo a
gente tá vendo o que aconteceu e a gente já retorna aqui tá bom só um momento tava de F esqueci que vocês não estav me ouvindo bem de F gente aqui em São Paulo caso mor more na no centro na capital a gente tá com uma cha muito forte nesse momento e a energia a internet da professora caiu mas ela já tá reconectando Tá bom a gente pede desculpas pelo corrido vezes quando pode Acontecer isso no modo virtual mas a gente já retoma os assuntos tá bom caso não seja um problema para todo mundo depois
ela acaba continuando a aula e vocês podem assistir o conteúdo depois gravado Tá bom então vocês vão ter acesso a tudo só meso momentinho e a gente já retorna você consegue me ouvir acredito que a gente não tá te ouvindo Ah tá bom a gente est em contato aqui com a Professora mites ela já tá voltando tá ela só iniciou o computador por conta do som e já tá voltando agora me ouve sim dá para te ouvir Mir perfeito gente perdão tá caindo um dilúvio aqui e obviamente demora mais do que demoraria né ai vamos
lá muito obrigada por ter esperado vou voltar aqui tem que abrir tudo de novo ô pessoal vamos Aproveitar Caso vocês tenham perguntas aqui eu saí eu vou devo ter perdido alguma coisa não é mas se vocês têm perguntas até onde conseguimos caminhar até agora podem colocar no chat ou podem ficar à vontade uhu muito bom vamos lá não mandei alguma coisa Não gente tô fazendo alguma coisa errada aqui tão vendo minha minha tela né sim tá certinho agora já tá no no no esquema desespero né Vamos lá pessoal tava aqui nas Exposições didáticas né então
a a questão das Exposições didáticas eh vocês vão depois vocês vão poder olhar isso com atenção tá eu ela eh ela vão ter várias edições principalmente no início do museu com a Inauguração pelo menos três edições que nós percebemos vem dos documentos do próprio Museu que por vezes elas são transformadas não é Acontece uma exposição E aí ela eh já entra a seguinte né Mas de fato consegue se visualizar três momentos de apresentação didática eu vou mostrar imagens para vocês poderem checar é bastante importante que o Bard H conclui que ele não terá no Brasil
quem possa fazer isso né olha os nomes Das Exposições estão aqui eh Panorama sintético da história da arte desde a pré-história até hoje depois desenvolvimento das ideias as abstracionistas na na história da arte e exposição didática dedicada a pré-história aos povos primitivos Esses são os nomes por vezes a gente encontra documentos com outros nomes né Essas são as primeiras Exposições Todo o material é portanto elaborado na Itália né Eh via essa outra figura que vem para o Brasil e passa um tempo aqui com a ideia de trabalhar no mác depois ele vai voltar paraa Itália
que é o Emílio Vila a maior parte dos documentos do Emílio Vila ligados à organização do material das Exposições didáticas está no Instituto Bard né não ela não tá no masque por outras questões né Além disso nós vamos encontrar exposições de didáticas de artes gráficas exposição eh didática eh exposição da cadeira né uma exposição na qual o museu põe nos Jornais anúncios pedindo para as pessoas que TM cadeiras com design de coleção ou cadeiras atípicas né compradas eh fora de um contexto industrializado que eles apresentem ao museu para eventualmente participar dessa exposição eh eu faço
um trabalho de levantamento junto ao centro de pesquisa e na década de 70 nós ainda vamos encontrar Exposições com o nome de didáticas né com a ideia exatamente de transmitir uma história da arte via exposição quase sempre trabalhando não Com originais Ok isso também é é muito de um modelo ali eh vindo do Moma Isso é uma foto de um painel que existe lá um esboço vamos dizer assim que está no centro de pesquisa do mas e com o planejamento de um painel de Exposição didática essas Exposições contam com fotografias contextos explicativos né consequências assim
baseadas numa história da arte linear de maneira né que o visitante tem uma espécie de curso de história da arte Via Eh esses textos e essas fotos Isso aqui é uma foto famosa da da primeira exposição de prática vejam de novo o uso das tubulações né não se abre mão totalmente da parede porque a parede vai acondicionar outros elementos mas o uso das tubulações é uma recorrência e nas posições didáticas isso funciona eh de maneira sistemática aqui uma foto de painéis de um painel o Masp eh tem até os dias atuais um centro de pesquisa
alguns Desses painéis né eles estão eh preservados ali para para quem tiver interesse em estudar este material nesses espaços eh da exposição didática ocorriam também as aulas do Bard elas eram dadas ministradas ali na própria exposição então vocês vejam a ideia do museu aqui né Não não só de fornecer eh salas de aula mas de usar a própria exposição né como uma ferramenta eh para eh a divulgação né do do dos fundamentos né da história da at Que norteava a coleção do museu esse material Eu acho que eu não enviei para vocês mas eu posso
enviar é a cópia do discurso do tarde na inauguração do icon o icon é o organismo internacional de museus ele é fundado em 1947 e o primeiro congresso foi na Cidade do México e o Bard foi dar uma conferência sobre o que era fundar um museu de arte com de Matriz europeia num país tropical que não tinha essa esse Alinhamento mas é muito interessante que na sua conferência sobre eu ele vai focar nas questões didáticas e nos aspectos didáticos que organizavam as ações da instituição eu ponho sim Gilson pode ficar tranquilo eh amanhã mesmo tá
lá para vocês lerem é muito interessante né quer dizer uma oportunidade que ele poderia falar da coleção do Museu do da presença Europeia mas ele vai se preocupar em falar da Questão didática que é uma questão de museus modernos aqui mais um documento né uma grande matéria que sai em francês em inglês eh falando exatamente das Exposições didáticas como a a grande iniciativa do museu aqui nessas imagens gente que são lá do arquivo eu coloquei aqui o todo Tod toda a ficha técnica isso pode ser acessado eh no centro de pesquisa então quem quiser estudar
né esse essas ações quem Quiser estudar esses elementos expositivos também deste período no museu pode acessar o centro de pesquisa e solicitar essas imagens né pelo número aqui de do registro aqui aqui o próprio bar de montando a exposição didática vocês podem vê-lo aqui né E aqui ele está montando Se não me engano a segunda exposição didática também olhando esses painéis aqui mais um painel né pra gente Ver como ele ficava ali como ele ficava na resolução aqui mais imagem né de um painel o painel aqui não tem esse fundo preto que é muito comum
né mas é o um uma uma imagem da elaboração importante que se diga Todo o material de elaboração está em italiano porque de novo era feito na Itália e vinha para o Brasil inclusive as reproduções de imagem aqui mais um painel são diversas versões né Então uma espécie de Grande linha do tempo com muitas muitas imagens aqui o uso da parede que deu para ver num numa nesga de de imagem que eu mostrei anteriormente era um outro elemento uma outra mobília um outro expositor como é palavra correta né mostrando revistas adas pelo museu ou ali
né utilizadas no museu é também bom lembrar que o centro de pesquisa ele vai ser fundado como biblioteca a partir da coleção do casal Bard doada ao museu né uma coleção extensa que vale a nossa visita aqui de novo né espaços na 7 de abril observem que tem esse recurso das plantas é muito comum né Principalmente relacionando exatamente a uma espécie de ambientação eh do Brasil no Brasil né quando a gente olha também as Exposições feitas sobre o Brasil no Moma elas contêm plantas tropicais tá Laí Boa pergunta gente Laí tá perguntando se é uma
Da onde surgiu essa Exposição didática né Exposições did áticas costuma costumavam acontecer mesmo no século X no fim do século X em escolas sabe Liceu de Artes de ofícios escola de Belas Artes tem algo ali que é exposição didática exposição de eh dos trabalhos dos alunos então por isso que recebe esse nome mas a gente vai ter no início do século XX na Rússia um trabalho do malevic malevic casimir malevic é um artista Russo né que vai participar ativamente da implantação ali Né do das escolas soviéticas né Depois da Revolução Russa e ele vai eh
nesse projeto de eh de de construção desse novo país Ele vai trabalhar muito ativamente então em vemas que é escola Soviética em outros eh espaços de ensino para artistas arquitetos e designers e ele vai desenvolver painéis que tem semelhanças formais né semelhanças formais e obviamente diferenças conceituais para além das semelhanças ele faz esse Trabalho é um método que ele cria e isso depois vai cair um pouco numa certa num certo ostracismo porque a arte moderna a partir dos dos anos 30 vai ser eh proibida na União Soviética e esses painéis são trazidos pelo diretor do
Moma para o Moma de Nova York é neste momento que no Moma também surgem algumas iniciativas a galeria juvenil por exemplo uma tradução assim no livro né galeria juvenil eh o mom tem um projeto Educacional Muito forte e E essas referências que estão na posse do próprio Moma né se tornam exatamente muito importantes como eh forma de divulgação de entendimento eh e de obviamente propaganda da Arte Moderna Então essa é a ideia de uma exposição didática ela surge Ness contexto o Bard ali na bobard se vocês eh eu acho que talvez eu tenha uma habitar
que tenha que tem essas referências mas é muito comum as Referências nos textos do casal Bard nas revistas habitar eh as referências ao Moma de Nova York por causa do didatismo é muito interessante isso porque eles vão fazer de fato uma mistura aqui entre essa concepção didática do museu de Nova York com elementos do Design dispositivo italiano o Russo que teve ess eu vou escrever aqui o nome dele pode escrever de qualquer forma tá casimir malev El ele é um artista assim muito importante ali inaugurador [Música] do do suprematismo vai trabalhar junto Depois aos construtivistas
mas tem ali alguma diferença tá aqui é uma imagem que eu coloquei falando do Design expositivo né de um trabalho do Franco albine 1951 portanto ali nesse instante onde as coisas também estão acontecendo no Masp eh numa exposição na Itália eu tô trazendo isso porque eu gostaria que você vocês reparasse na Questão do tubo e no suporte de cimento que existe segurando essa peça nós vamos ver depois que isso é repetido ou esse recurso né também é utilizado pela Lina bobard em vários instantes das mostras no Masco mas principalmente E aí eu sugiro o texto
do pintado para vocês se aprofundarem nisso eh no mambaia quando ela ali no finzinho dos anos 50 né vai ser diretora do mambaia a aqui eu tô mostrando eh outras gente deu uma piscada aqui se eu cair Vocês me aguardem tá que eu volto eu corro e volto eh assim espera eh eu tô mostrando aqui o modelo expositivo no qual Lina bobard bebe na fonte né É um modelo italiano é um modelo eh criado pelos arquitetos do miar do movimento eh o movimento italiano racionalista é um movimento modernista de arquitetura moderna da qual o bad
é um porta-voz inclusive esses arquitetos artistas Designers eles levam para Mussolini a proposta de eh organizar né uma arquitetura moderna que distinguisse o o Estado italiano isso não é aceito porém os eh arquitetos italianos vão vão trabalhar ativamente né nas ações ligadas aqui à cultura italiana por exemplo as trienais de Milão né muitas Exposições às vezes em em museus o texto do professor aneli é perfeito para para que a gente possa entender isso né Eh por que eles usam do recurso das Tubulações porque é um problema na Itália a obra moderna inserida muitas vezes num
eh num numa residência da do renascimento né os italianos teriam como opção fazer o que o que a gente faz no cubo Branco né quer dizer põe parede fecha tudo esconde o que tá na parede que indica outra temporalidade os italianos optam por este modelo expositivo inclusive nos museus aqui já é uma propaganda né uma propaganda inclusive do Mussolini de uma ação Pública e aqui eh dessas imagens que a gente conhece desses arquitetos do miar eh que vão trabalhar com a ideia dessas tubulações a ideia original vejam que interessante é de outro soviético do né
uma proposta de entender o espaço positivo como uma grade da de revista sabe o que que os designers chamam de Grid né então a grade do como se fosse o template da revista ajuda a gente pensar bom a imagem vai aqui a mancha de texto Vai ali né faz o design bidimensional da revista a ideia do ECD que é transformar a exposição num livro e portanto a grade é transposta pro espaço tridimensional e as peças São espalhadas por esse espaço Então as coisas todas ficam flutuando dentro dessa grade Olha aqui eh trienal de Milão né
quer dizer o o o expositor é tão importante quanto a obra por quê Porque a arquitetura é tão importante de ser vista pelo visitante Quanto a obra que ela tá mostrando Olha que coisa interessante porque muda a o entendimento né do que se olha e do que tem importância dentro de uma exposição aqui já o Masco da 7 de Abril vejam sempre esses expositores muito elegantes né Muito sóbrios dando eh muita eh visibilidade ao espaço arquitetônico é um tipo de design expositivo que privilegia a arquitetura antes de tudo né E isso quando Acredito que muitos
de vocês já tiveram Oportunidade de ir até O Masco e no segundo andar quando você sai do elevador o seu uau é em relação à arquitetura né porque você vê tudo até lá oo fundo e as obras estão ali apostas né aqui voltando paraa nossa linha do tempo tá olha vocês vejam a riqueza variedade de de de de entendimento sobre o que seria uma arte moderna ou a própria arte do ponto de vista aqui dos organizadores do museu então em 48 tem uma exposição né de áte dos Alienados organizada né jto aise da Silveira em
49 a exposição Arte Popular pernambucana a gente encontra também como exposição de cerâmica popular eh Pernambucana com obras entre outros artistas né do mestre Vitalino depois eu vou voltar para isso porque tem um instante atual exatamente que se faz Dea revisão disso né em 1950 eh Há uma ampliação do museu ele vai conseguir ocupar dois lugares naquele dois andares desculpe naquele Edifício Né nos diários Associados e eh o o palante que também é um italiano arquiteto italiano e Alen bobar de novo revisam né esse espaço positivo é em 50 também eu não vou mostrar imagens
aqui mas é a construção da casa de vidro numa região que era até aquele momento quase desabitada que era o bairro do Morumbi né né aqui a tal da vitrine das formas essa vitrine da das formas é também considerada aqui da perspectiva didática Mas ela é bolada principalmente pela Lina bobard né a gente vê os textos inclusive que que explicam a vitrine das formas eh são atribuídos a ela e ela eh nos dias atuais quando nós vamos no edifício ali da Avenida Paulista em alguns lugares nós temos eh essa vitrine que permite a nossa visão
né da sala anexa então o centro de pesquisa tem isso e o outro lado no qual hoje em dia tem um restaurante essas vitrines inicialmente lá na 7 de abril elas tinham essa Característica permitir que você vício que está para além da vitrine isto é uma caracter Mística né deste modelo expositivo italiano eu diria da própria arquitetura modernista né quando a gente pensa que a própria casa de vidro é uma casa de vidro né que você vê de dentro para fora e quem tá fora também vê e o próprio Edifício do MASP né gente que
tem que usar a persiana por causa da Preservação das obras Mas ele tem essa porosidade entre o que tá dentro e o que Tá fora aqui mais imagens ali do do centro de pesquisa né O que que são as vitrines da forma das formas elas são uma sequência uma justa posição trabalha muito com isso né de produções de objetos de diversos momentos históricos numa espécie de aproximação entre material uma conversa entre momentos históricos muito distantes e há também aqui reparem não sei se separar no lado Esquerdo uma máquina Olivete né que é um produto de
de ação inclusive desses arquitetos designers né ligados ao miar por que isso porque para o Moma ou para os museus modernos o design é a arte da Indústria né é a arte produzida industrialmente Portanto ele é um momento de transformação do próprio conceito de arte então quando esse objeto está aqui dentro de uma vitrine no museu o museu está nos dizendo isso é arte aqui é um Museu de Arte e o que Temos aqui dentro é arte seja ele um objeto industrializado seja ele um objeto de cultura popular isso também vai acontecer no Masp seja
uma roupa né um uma produção no campo da moda cinema né isso tudo num certo sentido mom inaugurou ali em 29 né ao longo desses primeiros anos vai inaugurar esse procedimento e este Museu está se alinhando com essa concepção de uma arte eh num contexto industrializado Então é isso essa justa posição eh de peças que permitem que a gente Observe em realidade pelos textos da Lina Bob podemos aventar né Essa hipótese de que o que tá em jogo do ponto de vista da apreciação do que se vê tá ligado a o entendimento do material a
escolha da forma o entendimento da função e cada momento histórico tem perspectivas Diferentes né tem escolhas né escolhas são realizadas em função de contextos e aqui esse texto Que é atribuído a ela né Eh Ela tá dizendo aqui num é uma reunião de formas variadas criadas por civilizações diferentes originadas por circunstâncias casuais mostrando a variabilidade da Fantasia humana na criação e modificação dos materiais dentro do impulso renovador incessante a maioria das pessoas costuma encarar a forma com certa indolência visual isso é com certa falta de discriminação ou espírito de comparação Então quer dizer ela tá
querendo provocar aqui Exatamente esse espírito de comparação de maneira que o visitante perceba proporção racionalidade inteligência gosto ar que ele passe a refletir né sobre essas escolhas e essa produção histórica aqui mais algumas imagens né vocês vejam também o a vitrine das formas tinha uma etiqueta né discriminativa as essa certa aproximação né de diferentes formas de Representação do corpo né né comparativamente O que vem a tona exatamente a questão histórica voltando para nosso cronograma em 51 é inaugurado o IAC Instituto de arte contemporânea a primeira escola de design do Brasil divulgada como uma escola baseada
nãoé e com participação de pessoas que tinham relações com a b House então vocês vejam de novo a bandeira Modernista né sendo lev aqui alguns dos eh dos professores né Eh e é uma escola que vai ter uma duração muito curta né como essas escolas todas que surgiram para no no entendimento de que a própria indústria eh financiaria né profissionais do Design e a gente vai ver que a própria ba teve problemas a escola de um teve problemas e é posterior a este modelo né e o iak também ele vai eh ele tem ali uma
outra estrutura né que não é a da finalidade do museu e ele vai depois eh Deixar de existir Eh Bom Há um desfile de costumes antigos e modernos com desfile de hora em 51 eh vocês vão ver né Há um tempo atrás teve uma exposição também sobre aen né de peças produzidas no contexto di fenite desde sempre há um interesse do museu em se aproximar do campo da moda de novo a gente tá eh neste ou o museu está neste exercício de pensar o que é a arte no contexto Industrial né ela é Ela é
só manualidade como nos séculos anteriores ou esse Diálogo com a indústria também se dá de 53 a 57 Eu já comentei o Bard faz um grande Tour pela Europa ele vai o museu vai vai expor a coleção na teate Gallery em em Londres H em museus eh no museu do luvre né em museus na Holanda na Bélgica ã e depois faz um tour pelos Estados Unidos expõe no metropolit com o objetivo é um objetivo declarado do Bard de divulgar a coleção E chancela porque afinal de contas o lvre e a Tate não mostrariam obras que
não fossem genuínas né que era algo que eh era comentado como eh numa divulgação pouco positiva sobre o museu né ele vai ficar anos aqui viajando e o o a documentação também que o museu tem em relação à receptividade dessa coleção é gigantesca e é muito interessante em 57 começa o projeto pro MASP do Trianon veja ele começa em 57 ele vai Ser inaugurado só em 68 acho que vocês né lembram disso eh porque bastante várias situações aqui né levam a essa esse adiamento eh Inclusive a doença do assix atrian né o assix atrian não
vai acompanhar como acompanhou toda a outra implantação e vai morrer no ano de inauguração do edifício da paulista em 57 59 neste meio período aqui de construção do outro edifício Existe uma parceria com a FAAP Fundação Armando Álvares Penteado e o museu chega a expor na Fundação né a coleção chega a ser exposta na Fundação mas essa parceria acaba de forma um tanto abrupta e e pouco explicada né Há uma explicação de que a coleção da FAP obras falsas e isso seria um problema né porque haveria uma fusão entre a fundação e o Masp E
aí o Masp eh eh voltou atrás É bom que se diga que as obras chegaram a ser Transportadas paraa Fundação Armando Álvares Penteado 35 caminhões de obras ok ele fala o Jilson o o chatobrian faleceu antes tá ele vai falecer antes não não e ele já tinha tido se eu não me engano um um ABC e ele já tava sem movimentação bem antes né durante alguns anos parceria com a FAAP 68 A Morte do Assis chatobrian e a inauguração muito conhecida né pela rainha elizabe ali do edifício da paulista aqui algumas outras imagens que acredito
que sejam Interessantes a uma vista da exposição do bulem Marx ainda eh no edifício da 7 de Abril né aqui alguns Highlights que eu gostaria de apontar para vocês em 1962 portanto Antes também da inauguração do edifício o Masp faz uma exposição isso é chamado de Exposição chamada ciclorama ciclorama eu não tenho imagens disso temos aqui o convite a lista de artistas aqui tá ruim de olhar mas Depois quando vocês abrirem o pdf dá para ler tá muitos artistas são reproduções É bom que se diga e o que que é ciclorama uma tela de 360º
que eh com com com projeção sonorizada né criando efeitos especiais e mostrando obras da história da arte eu gosto de colocar isso eh porque a gente hoje em dia se depara com o fenômeno das exposições de projeção que são chamadas dis exposições e obviamente Quem Trabalha em museu recusa né esse tipo de de indicação mas é muito interessante pensar que o museu abrigou muitas iniciativas de audiovisual muito antes de outras instituições o que que é o ciclorama a audiência permanece uma uma arena circular E observa as imagens em contínua transformação projetadas na tela circular que
os rodeia que a rodeia a audiência né as imagens mudam automaticamente de acordo com o programa pré-elaborado e controlado por um centro Eletrônico parece né hoje em dia qualquer celular pode fazer isso mas é um fenômeno né Eh em termos de inovação aqui do entendimento do que um museu poderia fazer né Aqui tem todo um explicativo com os nomes né o Lio parela é o organizador dessas imagens ele é o produtor dessas imagens a imagem ela vi a exposição viaja eh antes né ela vai ser mostrada no Museu Nacional de Belas Artes no Rio de
Janeiro e depois vem Para São Paulo né como uma atração eh aqui um outro dado também não tenho imagens dessa exposição Mas é uma exposição de projeção chamada 20 anos de visão e multivisão do Peter schier que é um fotógrafo cuja história está muito ligada à história do MASP né muitas as fotografias do centro de pesquisa são eh dessa desse fotógrafo é uma exposição grande de anos de carreira do do Fotógrafo mas mostrada eh dessa forma eh de projeção e Não de fotografia impressa né aqui durante a construção eu eu comentei Ah eu comentei do
livro do Daniele Pisani né que estuda os documentos sobre a disputa entre eh pelo terreno para construção de um museu né ele era ele era cobiçado né pelos diversos grupos modernistas aqui o museu já construído aqui esse famoso desenho da Lina bobage o o depois eu vi que o pdf que eu mandei para vocês para vocês saiu com defeito Nessa imagem eu troquei eu vou trocar tá eu troquei aqui a imagem vou trocar eh o arquivo que tá no no Drive e aqui o museu né conforme inaugurado e com muito aproximado eh o tamir está
lá no drive viu já tá lá no Drive mas eu vou trocar e então aqui muito aproximado né do que ele é hoje né A ideia era Exatamente esse piso emborrachado eh o cavalete de vidro e um um motivo de muita discussão muita muita Discussão é exatamente a questão da etiqueta que fica do lado de trás né das obras eh hoje em dia elas ficam lá de trás mas nós podemos ver a estrutura da tela o que é alguma coisa muito importante e Vejam o o objeto é o o a pintura é um objeto ela
não é igual à parede ela tem algo ela tem informação na parte de trás dela ela tem informação sobre elaa tem informação são histórica sobre material né Então essas etiquetas hoje elas são Eh elas estão em outra localização dentro da coleção do do museu aqui mas essas imagens são bem conhecidas né Eh uma durante um tempo não vou eh tratar desse momento mas durante um tempo o museu vai encaixotar os cavaletes de vidro e substituir tudo por paredes né Por painéis painéis fixos que imitam paredes e exatamente o motivo para isso seria o fato de
você enquanto tá vendo uma obra Também tá vendo ali os pés das pessoas eventualmente crianças sentadas no chão como uma ideia né de que você teria que ver uma obra quase que num laboratório ou numa situação de templo né né ela totalmente isolada para que você possa se relacionar com ela de uma forma supostamente adequada e aqui né esses documentos indicam que os estudos pro cavalete o que a gente chama de cavalete vido eles são bem eh tão estão ligados inclusive Até no início né eles são desenvolvidos já no início ali da implantação do museu
né como um processo ali de de de bastante elaboração nos dias atuais a recuperação do cavalete ela passou por um reforço né ela por causa da trepidação da Avenida né então o cavalete é levemente diferente daqueles originais né porque ele tem ali mais aparatos né mais elementos que evitam essa ou tentam minimizar a questão da trepidação Bom em 69 o museu museu inaugura em 68 mas ele vai abrir no fim de 68 mas ele vai abrir para os públicos no início de 69 e ele vai abrir com duas Exposições a mão do povo brasileiro e
uma outra chamada playgrounds do Nelson Lerner e em 78 quer dizer um tempo depois vai fazer um grande tour no mesmo modelo que fez pela Europa a coleção né para fazer no Japão mas antes disso já o Bard eh realiza Exposições variadas né Eh no Japão vou mostrar para vocês algumas imagens né dessas duas Exposições a mão do povo brasileiro e playground já entra aqui já não ainda estou entrando né no numa perspectiva atual né Eh eu diria de de uma política institucional eh relacionada às Exposições às perspectivas de reflexão sobre as questões artísticas e
culturais nos dias atuais então aqui eh a mão do povo brasileiro né uma exposição temporária ela é chamada dessa forma porque ela é Uma exposição que tinha muitos elementos emprestados e elementos da coleção pessoal da Lina bobard do e do Bard né então ela não era do acero né mas é uma exposição que fez época né causou assim muita eh atenção né chamou muita atenção pela sua forma expositiva de novo sempre eh evitando eh o os impedimentos visuais né Eu acho que se a gente pode caracterizar essa arquitetura italiana e essa perspectiva Do Design italiano
para Exposições é a ideia de que obviamente podem existir nesse espaço positivo eh bloqueios físicos mas não visuais de maneira que sempre o visitante tem uma visão da arquitetura do espaço e de todo o conjunto né voltando aqui até paraa questão do cavalete Então essa exposição tinha essa característica e é uma exposição então das eh da das da da coleção da Lina bobat que ela vai amarando ao longo aqui da sua trajetória Das suas viagens pelo Brasil da eh do período que ela eh tá na Bahia né da produção eh Popular chamada assim no museu
né O Mateus tá me falando várias etiquetas de onde as obras passaram no no na parte de trás do objeto pintura né Mateus eu demorei para ler desculpe aqui né outras imagens dessa exposição e aqui uma eu coloquei essa imagem porque ela ela tem a ver primeiro com a importância do portinaro no Contexto do museu né o portinaro é uma figura quando o Bard desembarca no Rio de Janeiro ele pede para conhecer porque ele já conhecia a obra e ele vai ter um contato muito pessoal né Talvez seja o artista que mais tenha Exposições individuais
no museu e para algumas dessas Exposições eh o trabalho realizado em termos de de catalogação de produção de de informação né de dedicação para eh para que as obras eh estivessem em Plenas condições de mostra é incrível né um artista muito eh próximo do museu e vejam aqui eu quero chamar a atenção de vocês para esses eh expositores também criados especificamente né que depois serão repetidos numa exposição mais recente chamada Portinari Popular lá no museu também né aqui no museu também né então também tem essa ção aqui a mostrar de uma forma específica eh esse
artista isso aqui é paraa exposição do boari essa essa daqui né de 1970 sem obras primas de poar e isso é um estudo do fluxo de visitação das peças quer dizer ali na bobar aqui elaborou uma possível lógica de visitação e de circulação dos públicos entre este esse expositor que é fixo era único né então ela vai né desenhando essa possibilidade de fluxo eu não sei quantos vocês são aproximados aqui do campo do Design esportivo ou da curadoria né Isso é um Estudo fundamental entender Por onde começa a exposição e onde ela acaba né quer
dizer isso cria a narrativa da exposição e garante pelo menos do ponto de vista do designer né el ela garante que a mensagem né ou essa narrativa seja compreendida né e obviamente que arquitetos fazem interferências para direcionar para onde o público deve ir aqui uma exposição que dá para ver melhor né como que era era uma grande Estrutura e de novo as obras são colocadas né nessas nesses postes playgrounds já é um outra coisa absolutamente diferente né uma amostra do Nelson Lerner com obras interativas no vão do MASP né inclusive tinha aquelas situações às vezes
de de depredação ou de interferência nas obras né Eh por isso algumas peças chegaram a ser Destruídas bom ele tem tem tem obras realizadas em outro contexto mas obras feitas especialmente aqui paraa manipulação dos públicos então aqui é o o o o vão do museu né ocupado eh pelas peças do do do Nelson Lerner e aqui essa livre manipulação principalmente da parte de crianças né pelo menos a grande maioria das imagens trata né de participação infantil eh junto a essas Peças É bom lembrar que um pouquinho depois disso haverá o a a implantação por um
período do circo piolim também no vão do MASP então de novo quando o museu abriga algo que as pessoas questionam se deveria estar ali ou não em qualquer situação né isto significa que ele está tentando estabelecer novas possibilidades com conceituais né para o campo artístico então a questão da Cultura popular que sempre teve presente para Esse museu foi corporificada ali pela presença do circo pioni aqui uma obra eh pré-existente né que também é exposta e aqui um outro trabalho feito um pouquinho depois da Maria Elena chartune e do Carlos blanck que é um Carrossel porque
as pessoas também né As crianças poderiam eh participar eu tô mostrando isso porque eu vou mostrar o playground de 2016 Né desde 2014 Há um novo direcionamento artístico no museu que eh mexe um pouco nas lógicas institucionais uma delas é a recuperação dos cavaletes de vidro por exemplo a retirada Total daquele aqueles painéis que né que imitavam paredes e uma ampla eh revisão né de Exposições hã provocativas né ou de Exposições que foram muito importantes no museu tudo isso é revisto então Eh por meio da redção de algumas Exposições em novo contexto e também todo
esse movimento que a gente chamado histórias né da qual este curso também faz parte histórias da arte entendendo que não há uma só não há só aquela europeia com a qual se trabalhava e que o próprio Museu foi um pouco desfazendo isso ao longo da trajetória desde cedo né vou mostrar alguns exemplos para vocês há uma revisão de playgrounds então 2016 com artistas eh atuais né não só brasileiros isso é Importante eh com com curadoria aqui da de da equipe do próprio Museu que eh tinha como premissa aqui Exatamente Essa interação né então por exemplo
trouxe a questão do Carrossel ela é revisada e é trazida novamente misturada com playgrounds e a grande maioria das obras propostas por aquela lista de artistas eh propõe exatamente a manipulação de Peças por parte eh dos visitantes manipulação de peças mas no sentido também de criação né de de atividades Talvez lúdicas né não sei se é a palavra mais adequada aqui né mas os os par antes Aqui os visitantes passavam a manipular essas peças e criar né outras possibilidades de entender aquelas peças e utilizá-las né Eh do ponto de vista aqui da brincadeira essa aqui
é lá no segundo Subsolo mas havia uma espécie de espelhamento entre os andares de baixo e eh o o vão né de maneira que a ocupar esse espaço como proposto pela Lina bobard naquele desenho que eu mostrei lá no início então um espaço de brincadeira um espaço de manipulação muito livre das peças todas as imagens que eu estou usando aqui são do eh do do sítio aqui do MASP né E quando possível quando essa informação Tá disponível eu também eh indico aqui quem foi fotógrafo bom histórias como perspectiva curatorial passou assim a ser um mote
do museu né E que Tem trabalhado de forma recorrente com temáticas eh de forma anual né anualmente uma temática e h essa perspectiva de uma revisão histórica muito alinhada né com as revisões eh de uma história geral cuja Matriz é absolutamente europeia ou Norte--americana depois de um certo período né então dar voz ao ao a grupos silenciados eh ou invisibilizados de maneira que eh os públicos né esses frequentadores do museu TM a possibilidade exatamente de contrapor de justapor e de confrontar narrativas né então importante alguns lembretes primeiro toda exposição é histórica todo museu é histórico
ainda que ele seja de arte contemporânea Sempre de algo que já aconteceu né e que passa por um processo aqui de transformação em algo diferente daquilo eh da própria vida essas Exposições históricas têm exatamente como ideia né esse essa esse confronto entre narrativas a partir de questões contemporâneas né questões de território questões raciais questões de gênero eh nessas Exposições geralmente a gente vê obras mas também documentos que Ajudam a estabelecer esses confrontos né que chamam atenção para alguns elementos eh que permitam pensarmos a na exposição como um confronto eh São Exposições que pedem pela representatividade
né artistas indígenas curadores indígenas artistas negros curadores negros etc Ah bom as Exposições conforme são trabalhadas aqui no Masp elas são acompanhadas como desde o início acontece no museu por uma série de outros eventos de Publicações de cursos de seminários né Em geral os seminários são anteriores à própria exposição para eh a discussão daquela temática né Numa pesquisa bastante densa eu diria bom essas histórias aqui no Masp elas passam exatamente por essa aqui são algumas tá E algumas até que ainda estão acontecendo Então histórias da infância da sexualidade afro-atlânticas das mulheres feministas da dança brasileiras
Indígenas histórias da diversidade histórias brasileiras e e eu gostaria de lembrar a primeira exposição nesse sentido foi uma exposição que ocupou eh o Masp e o Tomi otac também né eh histórias mestiças né onde esse exercício do confronto também era muito Evidente né Depois o museu tomou para si então o desenvolvimento desse projeto aqui uma imagem do histórias feministas com esse trabalho da Carla Zani não sei se vocês lembram né é um Uma série de eh peças eh destruídas em museus né então mais a a a obra era um um audioguia né que falava da
obra eh destruída ou atacada exatamente dentro do contexto aqui do feminismo eh de um feminismo eh mais agressivo que considerava a arte né como um veículo aqui de de estereótipos aqui uma um outro exemplo histórias da loucura que são os desenhos do Juqueri acontecido em 2015 né quer dizer são Exposições lá do início onde Essa ideia da de histórias vai se consolidando e eh histórias da infância que eu vou mostrar aqui algumas imagens que estão no site do museu mas eu eu queria também comentar algumas situações né Eh acho que é importante também dizer que
da presença da professora lía schwarz nesse instante né como como curadora adjunta do campo desse Campo específico de histórias né uma uma autora Exatamente pesquisadora da Universidade que que traz né Essa questão eh de forma muito elaborada né que vai est aqui principalmente nessas primeiras versões do histórias está presente né bom eu queria rapidamente ler esse trecho né que tá ligado a histórias eh da infância a exposição se insere num projeto do Má de friccionar diversos diferentes acervos desrespeitando hierarquia e territórios entre eles Nesse sentido histórias da infância são também histórias descolonizadoras e assumem um
sentido político a um entendimento de que as histórias que podemos contar não são apenas aquelas das classes dominantes ou da cultura europeia e suas Convenções visuais assim histórias da infância integra um programa Mais amplo de Exposições sobre diferentes histórias múltiplas diversas e plurais para além das Narrativas tradicionais E aí tem os exemplos né são outras histórias que incluem grupos vozes e imagens que foram reprimidas ou marginalizadas nas quais se inserem as crianças e sua maneira de ver o mundo aqui Não Por um acaso a altura média das obras expostas foi rebaixada até 30 cm em
relação à convenção do eixo de visão do espectador nos museus buscando uma relação mais próxim pra do olhar e do corpo da criança vocês vejam que interessante né Essa essa premissa a ideia de que eh uma exposição que fala de Infância deveria ser adequada do ponto de vista do Design expositivo para as crianças né E essa presença é uma constante aqui nessa exposição parece alguma coisa assim quase Ah tá baixou Mas de fato há uma espécie de normativa né Eh de que obras devem ficar a sua metade né a 1,65 m de altura na altura
da Visão ISO significa que algumas Etnias não vão visualizar as obras na altura da visão e que a adolescentes e crianças também não vão essa normativa idealiza um tipo de visitante que certamente ignora as diferenças você e eu acho que isso é uma questão aqui muito importante e eu já ouvi muita gente eh bem crítica achar que isso é menos importante né mas uma exposição não não se constitui só das obras mostradas né uma coleção não são só as obras mas também as formas pelas quais Essas obras são exibidas que de que maneira consideramos os
visitantes idealizados ou reais se é que eles são considerados muitas vezes não são né então esse posicionamento eh me parece bastante importante porque também é um posicionamento eh pouco comum até depois de toda essa discussão sobre descolonização né Eh sobre eh lugar de fala enfim eh poucos museus estão empenhados num projeto né tão Sistemático e consistente como esse e aqui né imagens Então dessa relação mais [Música] aproximada aqui tem textos que não vou ler agora né mas vai falar exatamente da grafia né da abertura um pouco reforçando uma tradição eh do próprio museo Além disso
uma coisa bem importante ligada à representatividade né Eh a amostra também expôs né desenhos feitos por Crianças no museu durante os anos 1970 e os mais recentes eu vou mostrar de pois a parede onde essas esse material foi exposto e e lembrando né que o Masp vai ter um dos primeiros ateliês voltados para eh infância né quase que junto ali da inauguração aqui vistas da expulsão imensa inclusive e aqui no fundo né aqui o o o segundo subsolo no primeiro subsolo toda essa parte ali que é essa espécie de mesanino Para para o segundo subsolo
era eh exibia os desenhos produzidos por crianças no contexto do museu aqui quero voltar também bem rapidamente eh paraa questão eh da outra exposição né porque a gente tá falando eu falei daquela exposição inaugural a mão do povo brasileiro e a exposição de playgrounds num outro contexto que é também de histórias né que é de uma certa não sei se essa palavra está muito Correta eu acho que ela não comporta Porque de fato acontece aqui né mas num contexto de reencenação de exões né eh Há um uma certa recorrência Talvez nos últimos 20 anos eh
de Exposições que são eh remontadas para as novas gerações que não puderam obviamente visitar original né como uma forma de recuperação uma forma de estudar novas relações ou por mzes só também para laudar né Determinadas Produções então a gente vê eh reencena de de performances pelo Moma performances históricas ou a reencenação numa Bienal de benea da exposição chamada w attitudes Become form que é uma uma espécie de eh eh exposição inaugural de um de de um novo modelo né do campo artístico e eu diria aqui né que há um exercício do museu de fazer essa
revisitação de Exposições históricas então a exposição da mão do Povo brasileiro de 69 foi revisada e num certo sentido reencena em 2016 né ela foi praticamente aqui eu não lembro se vocês lembram das notícias naquele momento ela foi recuperada de Fato né houve assim uma pesquisa intensa para descobrir aonde estavam as peças que participaram da exposição para isso o Masp fez este catálogo comparativo com muita informação e muita reflexão sobre essa espécie de Trânsito entre temporalidades diferentes mas faz também uma recuperação dessa temática do popular no próprio Museu então eu vou mostrar aqui para vocês
algumas páginas do catálogo né que apontam Exatamente olha lá pro início aquela exposição de arte eh Popular Pernambucana né que eu falei logo no início do da cronologia Oi alguém quer falar alguma coisa não eh Então essa essa poção revisitada ali Com imagens mostrando um longo percurso deste interesse do museu a partir dos documentos que ele Guarda né E E se esses documentos são acessíveis lá no centro de pesquisa né aqui em 59 mas aí não são só iniciativas do museu mas com apoio do museu ou com essa interferência né de de lina bobat né
né uma ação que se desenvolve a partir do museu Mas tem uma especificidade então aqui eh Bahia no Ibirapuera né é uma uma exposição Eh de 59 feita nesse espaço que hoje em dia é ocupado pelo Man né ele era um um uma espécie de extensão eh da Bienal né ele num instante vai servir até como depósito mas em 59 Há Uma Breve reforma e é uma exposição muito inovadora vocês podem ver tanto o livro do lator raca quanto a tese do pintado vão se deter bastante nessa exposição porque ela trabalha com uma espécie de
cenografia muito específica que ativa Eh por exemplo ou Fato né Eh dentro da própria exposição a partir de elementos que ela coleta ainda na Bahia em 63 a exposição Nordeste no solar do unão também de novo né essa conexão vocês sabem durante o período que ali bobagem está na Bahia Exposições didáticas do MASP São levadas para lá e toda a série das banhistas do dg também eh vão ser expostas ali nos diferentes espaços do museu diferentes espaços que o museu ca durante aquele período a mão Do do povo brasileiro que ela organiza assim como a
exposição baiano e mirap puera com Martim Gonçalves nesse período da Bahia em 75 eh outra exposição chamada repasso também organizado por ela organizada por ela depois Carrancas do São Francisco no museu aí com outra figura né Gisela magalh organizando a exposição em 2016 dentro dessa nova perspectiva de direção artística a exposição à mão do Povo brasileiro que utiliza exatamente as referências fotográficas e outros elementos ali eh documentais né para tentar reconstruir e faz isso fez isso de uma forma muito aproximada não sei se vocês puderam ver essas Exposições né mas na comparação com os documentos
que temos ela é muito aproximada eh à exposição original que inaugura o museu e obviamente é uma exposição sobre a produção de Cultura Eh Popular né quer dizer com essa designação eh tão perseguida Ali pela Lina bobard né como um grande projeto tem um que assim de vitrine das Covas né Então essa é uma outra estratégia que o museu eh utiliza né para repensar histórias porque com isso eh a a ideia de 69 ela é localizada num contexto atual dentro de Problema n atuais né da sociedade atual aqui já finalizando paraa gente poder ainda conversar
um pouquinho né o histórias indígenas também não sei eh Quem de vocês pode eh visitar essa exposição muito interessante feita em parceria com museus da Noruega né quer dizer a ideia de histórias indígenas de diversos territórios eh e ocupava ali dois andares né com diversas perspectivas né de Diversos povos nessa exposição eh manteve-se a pintura feita pelo grupo mau que foi a exposição anterior dentro do ano dedicado a histórias indígenas né então a rampa foi pintada pela primeira vez teve que se pedir autorização porque é o edifício at tombado né Eh mas ele foi pintado
depois repintado agora na cor original eh aproximado aqui né do espaço que mostrava havia uma divisão Assim territorial né dos diversos grupos representados eu queria finalizar eh com uma informação lá do começo né Eh quando a gente olha para histórias indígenas né pensamos talvez na pauta eh contemporânea né na questão exatamente dos povos originários não só do Brasil né Essa perspectiva eh também né das relações em redes desses grupos e o protagonismo uma discussão sobre eh exatamente a terra eh mas vejam que Interessante né esse esse eh essas perspectivas tão intensas aqui ampliadas ão da
Ordem do dia elas a gente encontra Eco né como algumas vezes eu eu até apontei nós encontramos Eco disso eh no início da da proposta do museu exatamente da perspectiva de ampliação do que poderia ser considerado coleção obra arte eh eh cultura material dentro desse Museu né Nós vamos encontrar iniciativas como por exemplo eh voltadas para para Produções Industriais né para produção ali de audiovisual eh nós vamos encontrar iniciativas que estão desde sempre né Eh dentro da história do museu como um exemplo eu trago aqui um material de 1949 eh não dá para ler muito
bem mas eu posso talvez posso tirar uma uma fotografia mais aproximada e enviar para vocês é um recorte de jornal sobre a exposição de arte indígena promovida pelo museu né nesse nesse instante Obviamente a questão da representatividade ela não tá na jogada né No lugar de fala Óbvio que não porém há um exercício aqui exatamente de eh ampliar a perspectiva que o próprio museu com a sua coleção trazia né uma coleção europeia né uma uma discussão ali de maneira a a ter outras perspectivas de novo não com a abordagem atual né mas que permitissem eh
a esses eh visitantes supostamente aqui sendo Educados né Eh pelos projetos educacionais propostos pelo pelo museu eh também fizessem um exercício crítico e um exercício talvez nesse instante mais focado Nas questões de apreciação da visualidade né Eh nos diversos grupos a partir da produção de diversos grupos eh mas eh bastante importante não é e que acredito que que o museu nos dias atuais Exatamente olha para essa história tentando Eh criar essas esses atritos né Essas dar relevo essas contradições né E ao mesmo tempo ã estabele ser uma conexão né com esse passado são 21 horas
e eu tenho que sair [Música] Gilson eu peço desculpa gente porque eu que a a minha luz acabou né e eu atrasei aqui mas esse é o último slide quero saber se vocês têm pergunta Gilson eu vou mandar mais material você fica tranquilo e qualquer coisa vocês podem Falar também com MASP escola alguma questão alguma solicitação e eu me proponho aqui a responder tá bom muito obrigada viu Gilson bom gente o chat tá aberto para questões que eu possa responder Claro Obrigada Gilson nada nenhuma questão vamos fazer chamada oral então para animar o Che eu
tenho uma dúvida Podes falar Safira nome lindo po pode Falar ou pode falar ou pode escrever vocês estão me ouvindo uhum certo eh gente muito prazer meha Safira eh eu fiquei com uma dúvida em relação ao que que se faz com os materiais que são utilizados para fazer expansão temporária por exemplo eu Visitei a expansão temporária que teve de história de LGBT que ia a mais tá E no subsolo tinha uma uma parede feita de tijolo e aí fiquei pensando o que que você faz depois ou principalmente com Não sei se utilizar bastante drywall né
E se retira se é guardado se é doado para outro Museu tá olha depende da instituição vou responder já tem outras perguntas aqui mas eu vou responder essa tua assim de maneira éem objetiva Safira depende da instituição por exemplo eu já fiz exposição em instituição que quando tinha a exposição Eles guardavam os materiais por exemplo de paredes de painéis para Poder reaproveitar novamente eu acho que isso acontece com uma certa Constância né porque você não vai jogar fora aquo mas às vezes você depende também de ter lugar adequado para guardar você precisa ter espaço para
guardar né esse material de construção você tá perguntando dos painéis né em relação às obras elas são devolvidas tem obras que são destruídas porque elas foram construídas para Aquela exposição e elas não vão poder ficar lá e ao mesmo tempo não tem como guardá-las né algumas construções mesmo tem tem obras que são construídas com tijolos eu lembro de alguma coisa na que era isso a Bienal eh bancou né uma construção com tijolo concreto etc e quando acabou a exposição não tinha como levar acho que não tinha galeria enfim aquilo foi desmontado e Ficou ali eh
para instituição decidir o que ia fazer com Ela não sei se respondi a questão respondeu sim muito obrigada Mas é isso né quer dizer é é uma uma lógica assim de Economia né que eu acho que perpassa né Obrigada viu Safira eu vou responder aqui algumas questões o Bira perguntou como levar essa linguagem de Exposição para outras cidades eu não sei se eu entendi tua pergunta de qualquer forma historicamente o Masp vai apoiar Ou melhor o ass chatobrian vai apoiar ali Nos anos 50 60 a Constituição de museus regionais há uma coisa que chama Museu
Regional São vários museus que se juntam em ações e e e aí o Masp levava pequenas Exposições para isso eu não sei se é isso que você tava perguntando né de levar out ah e tem um projeto que não é do MASP mas é um projeto da Lina bobard com o professor Walter Zanini também nos anos 60 de fazer um trem expositivo de fazer Exposições num trem Com adequação para isso e ex trem viajaria pelo interior Mas isso não foi realizado mas é um projeto que existe e eu acho que tem dado sobre isso num
livro sobre o Walter janin aí Manuela muito grata aí tem exemplos de Exposição com eh no Mac da USP tem uma pesquisadora chamada Renata Santana a Renata Santana durante alguns anos ela tá no museu desde os anos 90 se eu não me engano durante vários anos ela se dedicou não sei se ela ainda se dedica a Fazer livros para criança sobre arte do museu daquele Museu e ela fazia Exposições também com vernissagem Tipo sábado de manhã né numa época que não era esse o costume e com coisas para as crianças específico para as crianças não
me lembro de ter essa questão de baixar as obras tá de baixar na parede né mas eu sei que ela se dedica a isso viu Vamos lá gente que o chat tá fervido e eu tô atrasada aqui Exposição o acero de obras da Lina ficou parte no Má e no mandí Olha o acervo das coisas da Lina bobard o que eu conheço tem grande parte no centro de pesquisa do MASP mas na casa de vidro no no Instituto B muita coisa da Lina bobard lá no manda Bahia Acho que nem tanto porque aina bobard saiu
do M da Bahia numa circunstância um pouco eh não muito favorável né porque foi no Período da ditadura e o museu foi ocupado por uma exposição militar e ela pediu demissão eh então não acredito que coisas ficaram preservadas lá mas essa informação eu também não tenho tá Até onde eu sei tudo que eu vejo vem dessas duas fontes ou do escritório que ela tinha com alguns jovens arquitetos né o material que eles TM outro Museu na época da sua criação Marina que eu saiba os cavaletes dela do Proposto por ela foram usados no Masp hoje
em dia eles se repetem né como na Bienal de Veneza cujo Eh curador chefe foi o diretor do museu diretor artístico do museu né ele ele utilizou tem um outro Museu eu não tô lembrada agora onde fora do Brasil né Europa que usa ã ou usou ou fez uma exposição com Cavaleiros mas no mesmo período ali dela é absolutamente inovador sugiro que você dê uma olhada No livro que eu mandei para vocês do Dian Carlo Latorraca porque ele foi fundo nessa história tá não sei se eu te respondi tá Marina alguma coisa no espaço da
7 de Abril Que eu saiba não que eu saiba não Inclusive tem aquilo o espaço da 7 de Abril era dos Diários Associados era o edifício dos do do negócio Empresarial do assan né e não sei acho que não sei se a Maioria de vocês sab disso eh Mas neste mesmo Edifício alguns andares eram ocupados pelo Man de São Paulo antes de ter S ficava tudo no mesmo prédio os dois competidores imagina o clima tá mas eu vou eu vou dar quer dizer MASP 7 de Abril não tem nada não tá tudo aqui no Masp
da paulista natalinha vai pesquisar mais Depois você me conta do quê vivia muito grata Douglas sobre a altura das obras nas Exposições pode falar sim Douglas por favor ou escreve não eu prometo que eu vou ser bem em breve e rapidinho é por causa da abando né Douglas é não por causa do adiantada das horas né cansadinho eu ia comentar Eu trabalho em escola vi toora foi educador e nas exposições de de fim de ano que as crianças produziram os desenhos as enfim toda a produção artística e pedagógica a exposição também segue muito essa Linguagem
de pôr na parede aí tem uma disputa horrenda para quem vai ocupar qual parede a parede de destaque qual parede da escola as obras vão ser coladas e também apesar de todo o mobiliário ser o mobiliário que as crianças usam adaptado na exposição esse mobiliário pega assim os mobiliários de adulto entre mil aspas né um adulto idealizado e coloca tudo em cima Então as crianças não conseguem ver a própria a própria produção então assim é muito Curioso como Às vezes a gente tá pensando no museu ou numa instituição que faz mostras mas como Tem um
impacto mesmo na educação e na maneira como a gente mostra aquilo que que a gente quer mostrar né então tem muito a ver tem muita importância esse debate não é super importante porque tem a ver com a questão de lugar de fala né tem a ver com a questão de lugar de fala porque você faz uma exposição que supostamente tá nessa Temática mas de verdade você você tá excluindo né o o o o o a pessoa que seria mais importante ali né isso eu acho que é uma questão alguém até perguntou aqui eh falando do
da questão da temática dos anos 80 90 que é o momento mesmo né quem foi que perguntou a o iPhone da lija perguntou né falou que depois perdeu a relevância Será que essa exposição tinha a ver com isso né a exposição lá de 69 eu acho que tem sim nesse momento essa essa ampliação de possibilidade sabe de de de sair um pouco né do estabelecido para explorar outras possibilidades e aí a questão lúdica é bastante importante agora você ver uma coisa eu são coisas diferentes né Quem que falou agora gente tô amigo quem foi que
falou agora como nome é bom eh essa olha uma coisa eu fazer exposição para a criança né exposição sobre a criança né e eu também Possibilitar que a criança escolha como e o que vai mostrar Gente vou mandar o material para vocês de uma [Música] uma de uma ação acontecida no moderna M na Estocolmo Estocolmo que foi uma uma coisa chamada o modelo durante algum tempo só podi entrar nessa ação dentro do Museu pessoas com menos de 18 anos foi izado roupa outros materiais e e tinha lá uma Construção e as Crianças ocuparam o espaço
e e foi uma coisa eu vou mandar para vocês se eu não me engano há um catálogo sobre isso é um é um é uma coisa assim de isso acontece no fim dos anos 60 é é típico desse período né esse tipo de experimentação mas eh as crianças ocupam o museu de fato e é uma coisa tão fora do daquilo que que o museu poderia fazer que há uma interdição assim os bombeiros interditam dizendo que tinha perigo de pegar fogo Mas há muita discussão se não foi uma coisa política né Eh e uma tentativa exatamente
de censurar o processo olha como é grave essa situação né eh bom gente tô tentando responder não visitou o prédio do MASP do prédio as pessoas grande chance de seguir os projetos fogr Ah isso eu não sei te responder Juliana porque eu sei que tem uma preparação gigantesca eh para ocupação desse novo Edifício mesmo mass escola tem algumas eh situações ali Mas eu não tenho a informação né do partido eh artístico institucional sobre o que vai acontecer ali viu é a pergunta de 1 milhão de dólares né ah Douglas Obrigada viu gente se vocês não
têm mais questão ou se vocês estão elaborando a questão ou se vocês vão olhar direito esses slides e vão fazer vocês podem passar pro pra equipe do MASP escola que eles passam para mim eu respondo ou tento responder o Carlos já apareceu ali muito Grata Carlos isso Ó complementando a até o que a estava falando né sobre o prédio eh que ela disse ali deu um gapz inho para m escola agora com a abertura do novo pred a gente vai ter um andar com três salas de aulas uma estrutura agora PR os cursos presenciais de
modo hí híbrido e também várias outras atividades que podem acontecer eh o PR também vai ser inteiro composto por Exposições tanto sobre o próprio MASP quanto do próprio Eixo curatorial desse ano que vai est vai ser histórias da ecologia então fiquem atenta aí nas redes logo mais saem todas essas informações e e bom Caso vocês tenham dúvidas sobre a aula aqui da mirt vocês podem encaminhar pro escola @m.br que a gente faz essa mediação entre as perguntas dúvidas questionamentos e assim por diante bom mirtz muito obrigado pela aula de hoje acredito tenho certeza de que
todo mundo Gostou muito de todas as trocas e a gente se vê então na próxima quinta-feira paraa aula do professor Cléber todo mundo aqui presente e qualquer questão só avisar tá bom muito obrigado gente muito obrigado mirs eu agradeço vocês a equipe e todo mundo que teve a paciência aqui de me aguardar me me perdoa viu gente foi Foi duro mas consegui voltar Muito obrigada tchau tchau gente boa noite