O presidente Lula está em Aracruz, no Espírito Santo, e participa agora da sexta teia nacional dos pontos de cultura. Esse evento reúne grupos culturais populares e povos tradicionais de todo o país. E o presidente vai fazer entregas e anunciar medidas para a área cultural. Vamos então acompanhar ao vivo. Nós estamos acompanhando a participação do presidente Lula na sexta teia Nacional dos pontos de cultura em Ara Cruz, no Espírito Santo. Esse evento não era realizado há 12 anos e reúne grupos de cultura popular e povos tradicionais. A programação vai ter vai até o dia 24 de
maio e prevê apresentações artísticas, debates, oficinas, feira e o quinto fórum nacional dos pontos de cultura. Durante essa cerimônia que nós vamos acompanhar, serão assinados decretos e também portarias para ajudar a área Cultural do Brasil. O presidente Lula também vai distribuir placas de identificação aos mais de 800 pontos de cultura representados. Posteriormente, essas placas serão enviadas a todas as mais de 16.000 pontos certificados em todo o país. Vai começar em instantes a participação do presidente Lula na sexta teia nacional dos pontos de cultura em Aracruz, no Espírito Santo. >> Pode continuar. Fica atrás dele. >>
Obrigado pela presença de todos e de todas. >> Vocês devem ter percebido esse som, esse batuque está embalando o nosso ato, né? As mãos talentosas por trás desses tambores são de Aguida David do Jeeg, acompanhado pelos guerreiros tupiniquins. Agora teremos um momento de muito festejo. Representações do Cultura Viva de cada região, de cada estado do nosso país, prepararam seus lindos estandartes para apresentar neste dia histórico. >> Para começar, que entrem os estandartes da região sul. Eles representam Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Alguém viu? Agora teremos os estandartes da região Centro Oeste, que
representam o Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Agora vamos receber os estandartes. do norte que representam Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. E agora que entrem os estandartes que representam o Nordeste, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. F. Ah. Que lindo, gente, que lindo. E que entrem agora os estandartes do Sudeste, que representam São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Cultura viva é isso, é ancestralidade e diversidade. é o presente criando o futuro. Senhoras e senhores, eu convido todos e
Todas faltou Esses são os standartes do Rio de São Paulo. prosegue E agora convido todos e todas a ficarem em posição de respeito para a execução do hino nacional interpretado pela cantora Lued Luna. Ô, sobe todas as nações, salve o povo originário, sobe tudo. Guam do Ipirangas margens clácidas De um povo heróico brado retumbante. E o sol da liberdade em raios fúidos brilhou no céu da pátria nesse instante. E o penhor dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte. Em teu seio, ó liberdade, desafio o nosso peito à própria morte. Ó pátria amada idolatrada, salve salve.
Crasinho, um som intenso, um raio vivido de amor e de esperança. A terra desce. Sempre teu formoso céu, risonho e límpido. A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza. És bela, és forte, impavoso. E o teu futuro espelho essa grandeza terra dourada, entre outras mil és tu o Brasil. Ó pátria amada, dos filhos deste sol és mãe gentil, pátria amada Brasil. Salve o povo originários, Salve o Brasil, salve a natureza, >> salve os cabáculos. Deitado eternamente em beplêndido, ao som do mar e a luz do céu profundo. Ó Brasil florão da América, iluminando o
sol do novo mundo do que a terra mais garrida. Teu risonhos lindos campos tem mais flores. Nossos bosques Tem mais vida. Nossa vida no teu seio. Mais amores. Ó pátria amada, idolatrada. Salve, salve. Brasil de amor eterno, seja símbolo. Labaru que sentas estrelado. E digo verde louro dessa flâmula. Paz no futuro e glória no passado. Mas serves a justiça, clava forte. Verás que um filho teu não foge a luta, nem teme quem te adora, a própria morte ter adorada, Entre outras milas. Ó pátria amada dos filhos deste sol. Gentil patri amada Brasil. Muito obrigado, Lued.
Agora vamos assistir a um vídeo sobre os avanços históricos do Cultura Viva. >> Imagine o Brasil como um corpo. O Brasil como um corpo. Um corpo que busca equilíbrio e harmonia. Há mais de 20 anos, o Estado brasileiro decidiu massagear pontos vitais da sociedade Brasileira para liberar energias culturais represadas. Como na sabedoria milenar chinesa, em que a energia do corpo encontra o equilíbrio quando pontos estratégicos são ativados, o Brasil começou a estimular seus próprios pontos vitais: comunidades, coletivos, mestres e mestras, artistas e agentes culturais que mantinham vivo aquilo que temos de mais bonito. A cultura
viva chegou para reconhecer e fortalecer iniciativas comunitárias. Uma política Que não levou a cultura a lugar nenhum, porque a cultura já estava lá. Desde então, cada ponto de cultura ativado fez circular novas energias. E assim a cultura viva se espalhou pelo país, descendo uma grande rede. Vieram então tempos difíceis, anos em que tentaram desfazer aquilo que havia sido construído ponto a ponto. Mas quem conhece a força da cultura sabe. O que nasce do povo não desaparece. Eu sou cultura viva. >> Nós somos cultura viva. >> A cultura viva resistiu. Resistiu porque estava enraizado nos territórios
e seguia pulsando em cada comunidade. O que era resistência voltou a florescer. O que eram 4000 pontos e pontões de cultura cadastrados, hoje já ultrapassa a marca 16.000. Um salto imenso do tamanho da cultura brasileira. E quando o Brasil ativa seus pontos de cultura, o país reconhece a si mesmo. A teia é o encontro do Brasil consigo próprio. Sejam bem-vindos e bem-vindas à sexta teia nacional. Recebemos agora a senora Márcia Rolemberg, secretária de cidadania e diversidade cultural do Ministério da Cultura e o senhor Fabrício Noronha, secretário de cultura do Espírito Santo, para uma saudação. Salve
salve Ah, é >> pequeno ajuste. Obrigado, Ricardo. É, exatamente. >> Salve, salve. >> São muitas emoções, são 22 anos de conquista de uma política que amplia direitos culturais no Brasil. Tive a honra de estar na quinta teia em Natal e tenho a honra de estar aqui na sexta teia 12 anos depois. Presidente, este é um momento muito de realização de muitas pessoas. Delegações de todos os estados foram eleitas para eleger a nova Comissão Nacional de Pontes de Cultura, a qual quero uma salva de palmas, que é parceira nessa gestão compartilhada, que é uma política que
inova. Queria dizer que essa sexta teia nacional dos pontos de cultura pela justiça climática tem um uma pauta muito importante de defesa da vida, das águas, das florestas, dos saberes que sustentam o clima e o futuro. Precisamos de uma transição energética e de uma transição Ética. Queria agradecer a nossa rede de 16.200 pontos de cultura. Nós quadruplicamos em 3 anos a nossa rede e estamos fazendo parcerias com vários ministérios. Eu queria saudar aqui todos os os ministérios, os ministros presentes, os parlamentares, deputada Jandira, em nome dela todos. E queria dizer, eh, presidente que há muito
os o esperávamos, né? Queria agradecer a presença também da primeira dama, saudar a sua luta, sua liderança no Enfrentamento do feminicídio. Estamos contigo. Toda essa rede está contigo nessa luta. Queria também, sou uma ativista do SUS e vejo aqui o embrião de um sistema nacional de cultura que efetiva direitos, uma parceria entre os estados, os municípios e a ministra Margarete Menezes. tá agregando uma dimensão de território, de fazer com que os direitos culturais estejam em todo o Brasil. E aí, por isso estamos aqui, temos Importantes entregas, o tempo é curto, eu não vou me estender,
mas eu queria agradecer imensamente a comissão organizadora do nosso evento, ao IFS, ao a Secretaria de Cultura, ao Renato Crazas Grande, que no início topou essa parada, o nosso querido governador. Queria agradecer a prefeitura, ao IFS, a universidade, a todas as aldeias, a todas as redes de ponto de cultura. Quando chegamos aqui, eram seis, oito pontos de cultura. Hoje são 46. Estamos Formando 52 agentes com aqui localmente. Temos mais de 200 agentes presentes. Queria saudar os agentes, saudar os pontões. A rede de pontões é uma estrutura muito importante. Queria dizer que a gente tem entregas
importantes. Saudar minha equipe, João Pontes. Estamos aí fortalecendo essa política. Saudão, porque estamos aí construindo a política nacional de culturas tradicionais populares. Saudar Kina porque estamos aí lutando por um plano nacional de culturas indígenas e é isso, defender direitos eh e estar aqui nesse município, um município muito importante que abriga as as etnias tupiriquins e Guarani. Queria saudar ao programa Hibercultura que está aqui. São 14 países que participam e essa América Latina está unida pelos pontos de cultura. Temos 5.000 pontos de cultura na América Latina, além do Brasil. Eh, estivemos participando de de várias Ocasiões,
apresentando essa política. Gente, é para lembrar de todo mundo, mas eu gostaria de saudar a todos, dizer que o nosso coração é grande e que o mais importante é a entrega que essa teia faz, as pontes que ela cria, o fortalecimento dos pontões e pontos de cultura e a gestão participativa, porque esta é a grande, o grande DNA dessa política. Um salve aos mestres e mestras. Um salve a todo esse Brasil que está presente. Um salve a Ara Cruz. Agradecemos a prefeitura, ministra Márcio Tavares, Sistema Mink, Castos Rebeca, minha equipe também Cibélia Avelino. Um grande
amor por vocês todos. Muito obrigado. >> Obrigado, Márcia. Bom dia, Ara Cruz. Ih, gente, primeiro dar as boas-vindas para cada uma e cada um de vocês que veio do Brasil inteiro aqui nesse espaço, nesse encontro tão Importante. Saudar o nosso presidente, nossa primeira dama, nossa ministra Margarete Menezes. Em nome deles saudar todas as autoridades aqui do palco. É uma alegria pro Espírito Santo receber esse encontro. É uma alegria pro governo do estado ser parceiro do Ministério da Cultura nessa empreitada. A gente tá muito, muito feliz de receber essa teia aqui. Quero agradecer a ministra Margarete
pela escolha, agradecer a minha minha equipe da Secretaria da Cultura que tá empenhada aí todos esses dias. agradecer o Sesc que muito bem nos recebe. Quero saudar os irmãos Tupiniquim, Guarani que tão ali, que tiveram aqui no palco. A gente tá no território indígena. Quero pedir licença pros nossos tchais, Marcelo, Bruno, Jcelino, Bárbara, em nome dessas lideranças, uma um agradecimento de toda a teia que nos orgulha muito. O Espírito Santo é uma potência na cultura. O Brasil precisa Descobrir mais, conhecer mais o nosso estado, um território potente, diverso. Falo também em nome do Fórum Nacional
de Secretários, uma saudação especial a secretárias e secretários estaduais presentes. Estamos junto, ministra, na construção, na reconstrução, no fortalecimento, na correção de rota e na expansão do Cultura Viva. Nós nós lançamos hoje também os editais aqui do Espírito Santo e agora além de pontos e pontões também a bolsa para mestras e Mestres. A gente tá muito feliz, é um passo muito importante da política e hoje a gente lança aqui também esse esse momento. Obrigado, gente. Valeu. Boa teia. Viva a teia. Vamos que vamos. Uh. Obrigado, secretária e secretário. Agora ouviremos o cineasta Marcelo Guarani sobre
sua experiência com o Cultura Viva. Espírito Santo, entenderam? Bom dia a todos. Eh, quero saudar todo mundo. Bom dia a todos. Bom dia, presidente. Bom dia, primeira dama. Bom dia, senhores autoridade. Essa é a língua milenar que eu falo todos os dias e a minha comunidade fala. Eu tô um pouquinho meio nervoso, mas eh eu acho que isso é normal, né? E então eu falei agradecendo com poucas palavras, né? esse momento muito importante para nós, paraa nossa cultura, inclusive a colocação do nosso Povo aqui do Espírito Santo aqui participando dessa teia e a gente como
amplintião, né? E aqui no Espírito Santo a gente tem duas etnias que lutaram juntos, né? E aí também eu vim eh aceitei essa proposta de falar um pouquinho aqui e agradecer pessoalmente aqui o nosso presidente Lula, né, que foi através dele que houve a demarcação das nossas terras aqui no Espírito Santo. Foi uma luta muito grande, muito difícil juntamente Com o povo Tupininquim, os Barani com com o povo Tupinquim. Graças a Deus, hoje nós estamos trabalhando bastante, inclusive consertando o que foi destruído, trabalhando com reflorestamento. A nossa aldeia Nova Esperança, por exemplo, é uma da
das aldeias que está aí trabalhando bastante essa questão da do reflorestamento. É muito importante, né? Eu vou falar rápido aqui. E essa nossa participação em tudo isso aqui também é importante, Né? que o governo do estado, eh, a secretaria da cultura, né, a todos, né, essa equipe toda, todo esse movimento todo, reconhecendo os direitos, né, reconhecendo as cultura viva. Isso é muito importante para nós. Eh, e também já que estamos falando sobre o clima, né, que é o justiça climático, é muito importante que o governo estadual, federal eh nos coloque mesmo assim nessa participação dessa
dessas leis, né, que são colocad, né, e que também reconhece Os nossos direitos nessa questão eh da da preservação da natureza, da preservação da língua, da preservação de todas as coisas que a gente tem trabalhado muito para preservar. E eu só tenho que agradecer. Eu não tenho muitas palavras assim na hora do nervosismo a gente não consegue falar muita coisa, né? Só tenho que agradecer por agora vamos ter um momento muito especial que é a entrega dos Certificados para os agentes de cultura viva. São pessoas que com bolsas e reconhecimento mantém viva a transmissão de
saberes. Para representar essa imensidão de pessoas, chamo os agentes de cultura Ainá Dias, Sara Wter, Ana Paz, João Pedro, Andria dos Passos e Henrique Miranda para receberem os certificados pelas mãos do presidente Lula e da ministra Margarete Menezes. Viva Viva. Juventude prova. Você está acompanhando a entrega de certificados para alguns agentes do Cultura. viva. São pessoas que com bolsas e reconhecimento mantém viva a tradição dos saberes. O presidente Lula está homenageando essas pessoas em nome de todos os agentes do Cultura Viva. Estamos acompanhando a participação do presidente Lula na sexta teia nacional dos pontos de
cultura em Aracruz, no Espírito Santo. Esse evento não era realizado há 12 anos e reúne grupos de cultura popular e povos tradicionais. Essa teia marca um momento histórico para o Cultura Viva. Há 22 anos, sob a liderança do presidente Lula, o Brasil criou uma política de estado que reconhece a cultura produzida em cada território, do Pampa à Floresta Amazônica, do Recâncavo ao Serrado e Pantanal. Nos últimos tr anos, após um período de devastação da cultura, essa política foi retomada e intensificada com investimento histórico de quase 1 bilhão deais. >> E o pai Jeová, representantes da
Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. Hoje, nesta teia nacional, saudamos com orgulho, esperança, a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e toda a delegação Que representa a força viva dos mais de 16.000 pontos de cultura espalhados em todos os territórios. Somos a voz da periferia, dos quilombos, das aldeias, das comunidades tradicionais, dos mestres e mestres da cultura, da juventude, das mulheres, dos povos originários e todos aqueles que fazem parte da cultura, desse instrumento de transformação social. A nossa presença aqui não é apenas simbólica, é fruto de uma caminhada Coletiva de de construída pela resistência a
participação popular e o compromisso com a democracia cultural. Cada ponto que representa o território produz afeto, memória, identidade, pertencimento, o futuro. Somos uma grande rede que mantém a alma viva do povo brasileiro. Saudamos o presidente, nosso presidente Inácio Lula da Silva, nossa primeira dama Margarete Menez, em particular, saudamos a nossa grande Márcia Rolemberg, que nos uniu Pela cultura viva por esse estado. Cultura não é favor. Cultura é um, não é um projeto passageiro. Cultura viva é um direito, participação social, é gestão compartilhada e reconhecimento. É o nosso protagonismo que essa teia seja o grande encontro
de articulação dos nossos caminhos. Viva a nossa cultura viva. Viva todos os nossos territórios, todas nossas populações. Viva o povo brasileiro. Viva a política, cultura. Viva a política do povo, do Povo do Brasil. uma política que é do que vem da base comunitária. Nós somos a única política da base comunitária nesse país que temos lei, temos legitimidades. Viva o povo brasileiro. Bom dia a todos e todas e todes. Saúdo o nosso presidente Lula, a primeira dama Janza Lula e a nossa ministra Margarete Menezes. Em nome da nossa ministra, saúdo todas as autoridades presentes. Nosso tempo
é pouco, então temos que ser rápido. E não Posso deixar de saudar os nossos mestres e mestras da cultura, os nossos ponto ponto ponteiros e ponteiras da cultura, o CMPDC que muito lutou para construir essa grande festa junto com o SCDC. Então é uma gratidão estar aqui, presidente. Nós agradecemos em nome de toda a cultura nacional desses Brasis que aqui se encontr em um só Brasil, de todas as cores, de todas as raças, de todos os Sutaques aqui no Espírito e do Santo se encontrando nessa terra brasileira, terra de ancestralidade, terra dos nossos parentes indígenas.
que aqui se contam presente. Essa é uma grande festa que temos realmente que festejar e agradecer, presidente, o que o senhor faz pela cultura e o que tem feito junto à nossa ministra e toda essa equipe. O senhor quando toma conta do Brasil é Como toma conta de sua casa, dos seus filhos, porque é um pai que se preocupa com a saúde dos filhos, um pai que se preocupa com a educação dos filhos, um pai que se preocupa com a fome, um pai que se preocupa com a cultura e a cultura alimenta, a cultura salva,
a cultura educa. cultura >> a cultura salva. Então, é um grande pai dessa nação que representa para todos nós e jamais deixará de representar para Todos nós essa grande, esse grande pai da nação brasileira. Nós agradecemos de coração e saudamos a nossa ancestralidade. Saudamos todos os nossos miques, orixás e voduns, a Zambia, a Pongre, para que dê o nosso presidente Lula cada vez mais forças, saúde, paz, caminhos abertos, caminhos iluminados para que o inimigo jamais possa lhe destruir. Porque se destruir o senhor está destruindo o Brasil. E nós somos essa frente que estaremos. A cultura
é à frente de guerra do nosso presidente. Meu muito obrigado. O Ministério da Cultura está ampliando a presença da cultura nos territórios brasileiros com 90 unidades dos Móve Céus, 65 financiados pelo novo PAC e 25 diretamente pelo Ministério da Cultura. Agora convidamos ao palco o prefeito de Tramandaí, Joarez Marques, a prefeita de João Câmara, a Ise Bezerra, e o prefeito de promissão Hamilton Foz, para receberem os movéus das mãos do nosso presidente Luís Inácio Lula da Silva e da ministra da cultura, Margarete Menezes. Os movéus funcionam como biblioteca, estúdio audiovisual, recursos tecnológicos, oficinas e cinema
ao ar livre, levando infraestrutura cultural a localidades historicamente desassistidas. Isso é cultura viva em movimento. É política pública que sai do papel e vai para a estrada, encontrando cada comunidade, cada território, cada saber que resiste e cria. Agora temos um momento muito especial. Durante nossa teia de cultura, foram entregues 3.000 placas que simbolizam o reconhecimento institucional ao trabalho de mais de 16.000 pontos de cultura certificados desde 2024. Vocês podem levantar a placa, por favor? Esse mar de placas é uma amostra de como essa política é viva. E quem mais defendeu essa política acreditando no povo
brasileiro, na força, na beleza, na potência da nossa identidade, foi o nosso presidente Lula. Ao criar uma das políticas de cultura mais importante, o Cultura Viva, a maior da América Latina, o presidente deu uma resposta a um mundo que sempre nomeou como cultura apenas o que estava na academia, apenas os clássicos. Mas nós Sabemos, cultura também é isso aqui. Agora vamos receber a nossa querida ministra da cultura, Margarete Menezes. >> Obrigado, gente. vai falar. >> Muito obrigada. Muito obrigada. estarmos juntos aqui nesse momento é é algo pra gente guardar no nosso coração quentinho. Quero quero
agradecer a toda essa força viva da cultura viva que esses pontos e pontos de cultura Mantiveramse fortes e unidos em toda a travessia desses 12 anos que não havia não havia a teia, né? Mas a teia estava lá tecendo a cada momento, a cada ano, a cada dificuldade, essa fortaleza que é, aprovando e comprovando a força da cultura brasileira que está em todos os lugares desse país. Parabéns, parabéns por manter essa cultura viva. Muito obrigado. E assim que eu quero começar agradecendo a cada um e agradecer Principalmente, principalmente a esse, a esse homem que é
para nós, para nós que somos sensíveis à fraternidade, somos sensíveis à vida, somos sensíveis a entender a qualidade que é esse país, a grandeza que é esse país, por toda a sua diversidade de vida em todas as dimensões, né? agradecer a essa pessoa que gosta de cuidar de gente, que é o presidente Luís Inácio Luna da Silva. Todas as vezes que o presidente Lula e graças a Deus, graças a Deus nós temos por mais uma vez ele nessa no poder no Brasil, ele salva gente, salva nós, salva mulheres, pessoas indígenas, abre possibilidades da gente ter
mais esperança, da gente construir junto uma proposta de Brasil mais fraterna, mais igual. É isso que a gente tá vendo aqui nesse momento, nessa sexta teia feita de tantas pessoas, de tantas cabeças, de tantos corações. Por isso, presidente Lula, eu quero dizer ao senhor, o senhor ainda não fez o Ministério do Namoro, mas o Ministério do Amor já existe, que é o Ministério da Cultura, que ama o senhor, que ama o senhor. E eu quero aproveitar também e estender essa saudação à nossa querida primeira dama Janja, que tem feito aí uma dando uma dedicação muito
grande também de amor, de amor à vida, um trabalho importante para nós, falando uma coisa que nós mulheres Sabemos o quanto custa, que é a dor da gente não ter liberdade ainda, de não ter respeito ainda a nossa presença, a nossa, a nossa presença física da gente ainda ter ser, né, tão violentadas em vários aspectos, né, né, moral, intelectual, fisicamente, abaixa o feminicídio. E Jan já tem falado disso de uma maneira muito importante. Eu quero até, Presidente, vou vou vou fazer o seguinte, eu quero vou quebrar o protocolo aqui, vou pedir a a primeira dama,
fala aqui umas coisas pra gente um pouco, depois, por favor, vem cá. Vou fazer isso a pedido dele. Ele já tinha, ele já tinha, ele cantou essa bola. Chama a Jan já então, ó. fala pra gente um pouco, >> Magete, por favor. Oi, gente. É sempre muito, eu fico muito alegre quando a gente vem nos eventos de cultura, porque a gente sente uma energia muito boa, muito diferente, Margarete. Isso aqui, né, energiza a gente para essa batalha grande que a gente tem pela frente eh até o final do ano. O, em 2022, quando o presidente
chamou o Márcio Tavares e a mim, é, que estávamos ali no na campanha e falou assim: "Em todos os eventos, eh, que eu fizer de campanha, eu quero ter um Evento de cultura, né, Márcio?" E assim a gente fez. E hoje vendo esse resultado aqui, Márcio, me enche de uma alegria muito grande, muito grande. Foram 4 anos, quase 3 anos e meio aí de reconstrução do setor cultural. E isso, essa reconstrução tem um pedacinho do esforço de cada um de vocês. A gente só conseguiu chegar onde chegou hoje, porque cada um, né, continuou seguindo e
abraçou isso e hoje a gente chega aqui. Eu sei que a Maga me chamou aqui pra Gente falar um pouquinho sobre a questão do feminicídio e a gente tá no momento, né, de tanta alegria aqui. Mas a mensagem que eu queria dizer para vocês é que nós, as mulheres que estamos lá nos nos pontos de cultura, que vivenciamos, né, às vezes as a dura realidade do nosso cotidiano no nosso territórios, nas nossas comunidades, eh, com relação à violência contra a mulher, né? A gente precisa falar muito sobre isso. Acho que lá nos pontos de Cultura,
além de ser, né, Magrete, o lugar onde a gente vai falar de música, ter aula, eh falar de literatura, de arte, a gente também precisa transformar corações e mentes dos nossos companheiros, dos nossos filhos, dos nossos pais. A gente precisa falar que a nossa vida, Margarete, importa, que a nossa vida vale muito e a gente precisa, talvez a cultura, o presidente Lula tem falado muito que a Gente precisa transformar a cultura machista da nossa sociedade e talvez a própria cultura, o que vocês fazem nos territórios possa ser um braço importante pra gente dar esse passo
decisivo de transformar a nossa realidade hoje essa triste realidade que a gente vive no Brasil, né? Mostrar aos nossos filhos que aquilo que eles vêm na na internet eh não pode acontecer. Não deixem eles tomarem a pírula vermelha, porque a realidade que, né, os Redpill Falam lá na internet não é a realidade que nós acreditamos, não é o Brasil que nós queremos. Nós queremos nós, mulheres vivas junto dos homens caminhando para um Brasil em desenvolvimento. Então, o que eu posso pedir para vocês é trabalhem isso nos pontos de cultura, falem com os meninos. A gente
precisa resgatar uma parte da juventude, né, que tá um pouco eh contaminada por esse discurso de ódio. A cultura pode ser uma boa porta de saída para esse mundo de Ódio que hoje eles têm sido contaminados. Eu não acredito, eu não acredito num país em que um grupo de meninos de 12, 13 anos, né, comete um estupro coletivo. Isso eles só podem estar aprendendo nas telas dos celulares em que eh colocam a mulher nesse lugar de submissão e subjgação. Então, eh vamos trabalhar isso lá nos pontos de cultura. é uma porta de entrada importante e
é uma porta de entrada de acolhimento também, Gente, para mulheres vítima de violência. É uma porta importante de entrada. Então, fiquem fiquem atentos aos sinais, ao a a quando uma menina, principalmente uma menina, uma adolescente, chega e dá algum sinal, tá bom? É isso, gente. Viva a cultura. Cultura viva. Mulheres vivas. Um beijo. Obrigada, Margarete. >> É isso aí. Cultura viva, mulheres viva. Maravilha. Quero saudar aqui, vou fazer uma saudação rápida também, que é muita Gente, mas quero saudar em nome os ministros aqui presentes, né? Leonardo Baquini e o ministro Adriano Maçuda, ministro eh Leonardo,
ministro da educação e ministro Adriano, ministro da saúde. Assim também saudando a todas as equipes de ministros aqui presentes. Ministro tanto da saúde como da educação são ministérios que o ministro, o Ministério da Cultura tem ações conjuntas e é uma maravilha. também o senador, saudando todos os Senadores presentes, senador Fabiano Contaratro, que é um senador daqui da terra, e saudando assim também todos os senadores que são amigos da cultura, porque a gente tem gente, graças a Deus, naquele congresso que é amigo da cultura. E falando disso, quero saudar a querida deputada Jandira Fegali, que é
uma amiga da cultura, a deputada Jaqueline Rocha, deputada federal. Hélder Salomão, deputado federal, Irani Lopes, deputado estadual, também Saudando todos os deputados federais e estaduais aqui presentes. Vou saudar em nome do prefeito, vice-prefeito Carlos Vieira, todos os prefeitos e prefeitas aqui presentes, saudar os prefeitos e prefeitos que representaram aqui, os que vão receber Movic Céus, né? Nós já estamos com mais de 100 malvos pelo Brasil inteiro nesse momento, trazendo mais e aí cada vez mais a gente ter teremos esse equipamento que é um equipamento para chegar em municípios Pequenos, trazendo biblioteca, trazendo eh acesso, né,
para as crianças, pros jovens, de lugares que nunca teve nada de cultura. O Movicu está chegando primeiro, mas o Ministério da Cultura também está fazendo os céus da cultura em vários municípios, em vários lugares onde existia um deserto de equipamento cultural. Nós estamos trabalhando nesse sentido. Saudar o querido Márcio Tavares, secretário executivo do Ministério da Cultura, em nome de quem Eu saúdo todos os secretários e secretárias do Ministério da Cultura, saudar a secretária Márcia Rolemberg, secretária dessa política maravilhosa, secretária de cidadania, diversidade e cultural do Ministério da Cultura. Assim saudando também a equipe dos servidores
e servidoras da cultura que participaram nesse trabalho dessa cadê vocês aí? O pessoal do Ministério da Cultura presente, receba essa salva de palmas. Levanta aí o pessoal do Ministério da Cultura trabalhado nessa ação maravilhosa. A sexta teia, 12 anos sem teia. E a gente tá fazendo essa teia o Ministério da Cultura Unido, o sistema MIC Unido. E eu quero saudar também em nome dos das das vinculadas ao ao Ministério da Cultura, eu vou saudar o presidente da Fundação Cultural, o Palmares, que tá aqui presente, João Jorge. Assim também saudando o Ibran, o IFAN, a Funart
que estão aqui presentes Também. Certo? Deixa eu ver. Tô correndo aqui para dar tempo para falar que a gente, né, precisa falar. Saudar também os os IFS, né, Adriana Barcelos e Eustácio de Castro, reitor, reitores aí dessas desses institutos que são parceiros. Não tire não, meu filho, desse negócio aqui. Eu gosto, eu gosto, cantora gosta de pedestal, de tudo. Deixa depois eu tiro. É porque eu não tinha visto ainda. Facilita. Agora sim. agora aqui. E bom, Agora vou partir pro vou partir para eu fazer o discurso. Eu vou tentar não falar, mas é porque é
importante esses discursos assim nesses momentos, sabe gente? São 12 anos sem teia. E eu quero saudar também os grupos aqui que receberam a gente, os povos originários, né, que são os donos dessa terra. Muito obrigada, muito obrigada por tanta colaboração com o Brasil, com a sociedade, por tanta colaboração pelo que o Brasil é hoje. Os povos Originários acolheram, os povos africanos, os africanos que vieram para cá sofreram, foram acolhidos nessa terra. Sim, ensinaram a nós a muitas coisas pra gente poder sobreviver. E as outras coisas, outros legados que vêm disso. Nós temos pertencimentos da cultura
indígena de todas as nações, impregnado em todas as expressões culturais desse Brasil, queiram ou não queiram admitir. Então, muito obrigado, irmãos. Muito obrigada, parêntese. Esse momento simbólico e carregado de de significados, como disse o poeta, um galo sozinho não tce o amanhã. Estamos aqui, presidente, juntos tecendo um evento dessa magnitude depois de do inato de 12 anos da última teia. Em junho desse ano, a nossa política nacional, cultura viva completa 22 anos com cerca de 16.000 pontos e pontões de culturas cadastrados. Mesmo com a extinção do Ministério da Cultura e o desmonte nas políticas culturais
Governo, do governo passado, os pontos e pontões sempre mantiveram-se firmes, ativos e cheios de vida. Quero mais uma vez, presidente, agradecer também a sua confiança, confiança que o senhor depositou em mim, na equipe do Ministério da Cultura, pra gente reconstruir esse ministério e reconstruir essas políticas culturais como política de estado, duradoras, inclusivas e democráticas. Saudar e celebrar a a realização dessa Teia que traz como tema central pontos de cultura pela justiça climática. Aqui eu faço uma reverência a esse solo sagrado que nos recebe pela primeira vez e a teia realizada em território indígena, o que
nos conecta diretamente com a discussão sobre as culturas ancestrais e o manejo sustentável do meio ambiente. Nesse mesmo lugar, estamos instaurando o GT que vai tratar do Plano Nacional de Culturas Indígenas, uma importante Entrega que faremos e que está sendo construída coletivamente com as organizações indígenas, com o Ministério dos Povos Indígenas, a fim de que as políticas culturais alcancem da melhor forma aqueles que mantém a floresta em pé, que preservam nossos biomas e que combatem o dia a dia, o desastre climático. A TEIA é a materialização de um compromisso nosso com o potencial social e
popular como elemento estruturante de nossas políticas Públicas e do país que queremos. >> Ah, é foto. >> Esse presidente é pop demais, né? O presidente é figura internacional, tá? Como eu havia mencionado, estamos celebrando 22 anos da política nacional cultura viva, uma política que nasceu da gestão no ministro Gilberto Gil no primeiro mandato do presidente Lula. É isso aí. Do entendimento de que é dever do Estado valorizar, promover o acontecimento Cultural que está na nossa Constituição, né? E porque não é o ministério que faz a cultura, quem faz a cultura é o povo, né? E
o que a gente faz é criar políticas para fortalecer esse essa produção cultural maravilhosa que tem em todo o lugar do Brasil. A cultura viva é uma política democrática por natureza. Ela trata o Brasil do tamanho que ele é, um país imenso continental e diverso. É na diversidade que está nossa maior riqueza, nosso Maior, nossa maior potência. Uma rede que movimenta a economia, que gera emprego e renda, que promove transformação social e emancipação humana. São 3 milhões de pessoas impactadas, envolvidas nas atividades, presidente, por esses pontos e pontões de cultura que temos distribuídos no Brasil.
Com a reforma do Ministério da Cultura, abraçamos a missão de nacionalizar e democratizar as políticas culturais. Por meio da política nacional Audir Blan, conseguimos fortalecer o pacto federativo e garantir o maior e mais capilarizado investimento direto na da cultura em cultura na história do nosso país. E é por isso, presidente, que eu vou assim fazer um apelo ao senhor que nós estamos lutando para isso. Precisamos manter a a política a Dir Blan, porque ela é que fortalece esse acontecimento. É por ela que a gente fortalece os pontos e pontões de cultura, porque a Gente tem
a política, tem as pessoas, mas estava faltando o investimento. E foi através com a política audiblanca que a gente tá conseguindo fazer acontecer. Tem mais pessoas escrevendo suas histórias nas suas cidades, tem mais gente trabalhando pela cultura brasileira e trabalhar pela cultura brasileira é salvar vidas. Isso aí eu posso dizer que eu sou testemunha, sou testemunha viva disso, presidente. Foi através de uma ação de Cultura na minha escola, foi que eu conheci a possibilidade de me profissionalizar como artista. E é por isso que eu tô aqui. Não é um investimento. O senhor sempre fala isso.
E a gente precisa que cada gestor, cada prefeito, cada, sabe, governador entenda que investir em cultura, investir em gente, é você sabe, tá dando ali ferramentas para as pessoas se desenvolverem. Não é gasto, é investimento. Investimento que retorna Pro Brasil, positivamente pro Brasil. Hoje já somos 16.000 pontos de potões de culturas cadastrados dentro e fora do Brasil. E nessa minha ida, gente, a gente acabou de voltar da China e nós tivemos lá e eh deputada Jandira, o primeiro ponto de cultura da China, tá? Então isso mostra a potência dessa política, né? E também nós temos
hoje uma plataforma onde os estados e municípios divulgam tudo que está sendo realizado com os recursos tanto da Paulo Gustavo como da Audir Blan, um cadastro nacional de pontos e pontões de cultura onde está toda a nossa rede. Então o presidente sempre dizia que a gente tinha um problema de não saber para onde tava indo esse esse investimento da política Audir Blan, da política Paulo Gustavo. E hoje o Ministério da Cultura tem, nosso querido senador com barato, um lugar onde os secretários de cultura municipais, estaduais informam o que é que eles fizeram que tanto com
a Política Paulo Gustavo como também com a política Audir Blan, que o que que foi lançado pelo Brasil. Então hoje as pessoas podem consultar na rede do Ministério da Cultura e saber o que é que está sendo feito com esses investimentos da política Audir Blanque. A gente tá dando o resultado, a gente tá mostrando o Brasil. Nessa gestão foram tem torno de 400 milhões sendo aplicados por ano na produção cultural de base comunitária. Temos o dever de fazer uma Comparação com a gestão anterior, que investiu na cultura viva apenas R milhõesais, né? E nós investimos
nada menos do que 967 milhões, um aumento de mais de 48.000%. A gestão anterior certificou 373 pontos de cultura. Nós já certificamos 11.833 em apenas 3 anos e meio. Presidente, nós temos 100 iniciativas fomentadas na gestão interior anterior e nós passamos na sua gestão, nessa gestão, para 23.121 iniciativas fomentadas até agora. Então, É uma é uma distância gigante do que encontramos além dos desmontes do Ministério da Cultura. Não havia, né? E o que estamos entregando, de onde nós estamos partindo agora? Nós queremos continuar. Nós queremos continuar porque o Brasil merece. Bom, nós vamos também hoje
aqui também no momento importante, fazer alguns anúncios, né, com a presença do nosso Presidente. Estamos aqui hoje também para anunciar e assinar a portaria que regulamenta a rede nacional de mestres e mestras de Cultura Tradicional e Popular, a portaria que regulamenta o programa de festejos populares do Brasil, o decreto de renovação do Conselho Nacional das Políticas Culturais e o decreto que cria a política nacional de culturas tradicionais populares do Brasil. Esses instrumentos são fundamentais para nós, presidente. Então assim, eu não vou me alongar muito mais que a gente quer ouvir a voz desse presidente, mas
eu quero me dá um pouquinho de água aí, por favor. A boca seca aqui. Só um golinho. Olha, presidente, eu pedi esse golinho de água que eu vou cantar uma música pro senhor. Não vou deixar passar essa oportunidade. Não sabe por quê? Eu sei que o presidente Lula tem uma música que ele Adora. Ele tem várias, né? Mas porque uma vez ele tentou cantar essa música, cantou um pedacinho, aí eu pesquei, né? Eu não ensaiei não, viu? Vou cantar aqui agora e esse pessoal vai me vai me ajudar. É aquela música que o Jair Rodrigues
gravou, chamada disparada, viu? Eu vou cantar aqui a capela e quem for, quem souber vai cantando, pega a letra, pega a letra aí, vai cantando comigo. Vou começar aqui. Prepare seu coração pras coisas que eu vou contar. Eu venho lá do sertão. Eu venho lá do sertão. Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar. Aprendi a dizer não ver a morte sem chorar, mas a morte o destino tudo. A morte o destino tudo estava fora de lugar e eu vivo para consertar. Da boiada já fui boi, Mas um dia me montei. Não por
um motivo meu, ou de quem comigo houvesse, que qualquer querer tivesse. Por necessidade do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu. Boi muito tempo, laço firme, braço forte, muito gado, muita gente. Pela vida segurei, seguia como num sonho que boiadeir um rei. Então não pude fingir. Valente lugar tenente de dono de gado e Gente, porque gado a gente marca, tange ferra, engorda e mata. Mas com gente é diferente. Se você não concordar, não posso me desculpar. Não canto para enganar. Vou pegar minha viola, vou deixar você de lado. Vou cantar em outro lugar. Da boiada
já fui boi, boiadeiro já fui rei. Não por mim, nem por ninguém que junto comigo houvesse, que quisesse o que pudesse. Por qualquer coisa de seu, por qualquer coisa de seu, querei mais Longe que eu. Mas o mundo foi rodando nas labas do meu cavalo. No daqui um dia montei, agora sou cavaleiro. Braço firme, braço forte no reino que não tem rei. Viva o nosso presidente Lula. A gente te ama, presidente. É isso aí, gente. Viva a cultura. Viva. Viva a teia. Tamo junto. Uh, isso aí. E maravilhosa. >> Estamos junto. E para dar seguimento
ao nosso ato, eu convido a ministra Margarete a assinar a portaria que regulamenta a Rede Nacional de Mestras e Mestres das Culturas Tradicionais e Populares. A sabedoria dos nossos mestres e mestras finalmente ganha uma casa na rede do estado. Em seguida, a ministra Margarete assina a portaria que regulamenta o programa Festejos Popular. do Brasil. >> Este programa cria fomento para as nossas festas tradicionais e populares calendarizadas em todo o Brasil, de São João ao Carnaval, do boiumbá à folia de reis, a cultura que move o povo e a economia. Agora tem o reconhecimento e o
fomento que merece. Obrigado, ministra. >> Já foi, né? >> Vamos voltar ali no CP agora. Agora aqui Pode continuar decretos imediatamente anuncia os decretos. Os decretos fal presidente aqui, ó. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui. >> Estamos acompanhando ao vivo do Espírito Santo a participação do presidente Lula na sexta teia nacional dos pontos de cultura. Vamos acompanhar >> agora. O presidente Lula assina o decreto que reestrutura o Conselho Nacional de Política Cultural, o CNPC. Tem outro aqui em cima. Agora falar >> agora o Conselho Nacional de Política Cultural volta a ser de fato o
espaço da sociedade no coração das decisões da cultura. Agora vai, vai. Agora, nosso querido presidente Luís Inácio Lula da Silva assina o decreto Que cria a política nacional para as culturas tradicionais e populares. Pela primeira vez, o Brasil terá uma política nacional dedicada exclusivamente à valorização e proteção das nossas culturas tradicionais e populares. >> Aí agora é chamar o presente. Então agora vamos ouvir com muito carinho o nosso presidente Luís Inácio Lula da Silva. Ei, som Do brasileiro. Lula do povo brasileiro. Lulau do povo brasileiro. Lulau do povo brasileiro. Cara chato. >> Você e a
Janja. Pronto. Deixa tomar um fôlego aqui porque nós vamos ter muitas coisas para conversar. Eu trouxe um discurso por escrito que tem 5 minutos, porque eu Aprendi quando eu viajo para participar de uma reunião do G20 com os 20 mais importantes países do mundo, ou nos bricks ou no G7. Você acredita que eu viajo 24 horas de avião para falar 4 minutos? O o Trump também, o Putin também, o CPI também. A gente não fala mais que 4 minutos, porque todo mundo se acha muito Importante. Se todo mundo quiser falar de improviso, vai demorar um
ano na reunião. Então é muito cuidadoso isso. Eu aprendi então a selecionar melhor as coisas para tentar falar o menos possível, com a maior precisão possível e com a maior capacidade de entendimento possível. Eu queria sinceramente cumprimentar a minha querida companheira Janja, Cumprimentar minha querida companheira Margarete Menezes, cumprimentar o meu ministro da educação, o novo ministro, levanta para todo mundo saber que é o novo ministro da educação, o Leonardo Marquini. Queria cumprimentar o comperadirano Maçuda, que é o ministro da saúde substituto, porque o Padilha estava em Bruxelas. E eu quero aqui, Maçuda, dar os parabéns
ao Ministério da Saúde, porque o que vocês estão fazendo no Brasil nesses últimos 3 anos, eu acho que não foi feito nos outros 50 anos. Parabéns pelo trabalho que vocês estão fazendo. Quero cumprimentar o nosso querido companheiro senador Fabiano Contarato, companheiro brilhante do Espírito Santo no Senado, a deputada e os deputados federais Jaqueline Rocha, a nossa compra Jandira Fegali, a nossa compeira Carol Dartora e o companheiro Hélder Salomão. Quero cumprimentar o companheiro Márcio Tavares, secretário executivo do Ministério da Cultura, a Bárbara Oliveira, secretário executivo do Ministério da Igualdade Racial, a Marta Rolemberg, secretária de Cidadania,
Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, o João Jorge, presidente da Fundação Palmares. Quero cumprimentar os deputados estaduais Camila Valadão, Irine Lopes e João Ker. Quero cumprimentar o Fabrício Noronha, secretário de cultura do estado do Espírito Santo, a prefeita e os prefeitos, a I Tan Souza, de João Câmara, Rio Grande do Norte, Joar Marques de Tramandaí, Rio Grande do Sul e o Hamilto Tom Luiz Foz de Promissão São Paulo. Quero cumprimentar o Carlos Alberto Loureiro, vice-presidente de Ara Cruz, e os agentes de cultura da cultura viva, Henrique Martins, Andira Luía do Passo, João Pedro Tupinambá, Ana
Rute Paz e a Iná Dias. Quero cumprimentar também os representantes e a representante da Comissão Nacional do Ponte de Cultura, Alício Monteiro Lima e Pai Geová Alves. O discurso é curto, mas a nominata é longa. E eu queria dizer para vocês o seguinte antes de ler o meu discurso. Não sei se vocês percebe que algo novo está acontecendo nesse país. Eu aprendi desde pequeno uma frase que a minha mãe divia que a verdade tarda, mas não falha. Vocês, vocês que são da área cultural desse país, vocês sabem quantas ofensas, artistas, mulheres e homens receberam porque
iam buscar um dinheirinho na lei juanê. E muitas vezes o Ministério da Cultura dava autorização para que o ministro fizesse, para que o artista fizesse a captação dos recursos e dependendo da cor do artista, ele não conseguia o recurso, embora tivesse autorização do Ministério da Cultura. E todo mundo era muito criticado, todo mundo era xincalhado. Aliás, a cultura como toda era chincalhada. Agora acontece que como a verdade não falha, Nós nunca fomos atrás da lei Daniel Vocaro para financiar nenhum artista brasileiro. E ainda vai aparecer muito mais coisa, porque nós estamos convencido que o período
da mentira, o período das ofensas, O período da violência, o perito da incivilidade precisa acabar no nosso país. Se vocês imaginarem Que não faz muito tempo a gente não tinha Ministério da Cultura, aliás, esse país sempre teve confusão com a cultura, Margarete, porque uma hora tava a cultura ligada ao Ministério do Esporte, outra hora da cultura ligada ao Ministério da Educação. Somente nós é que tivemos a coragem de dizer: "Cultura é cultura, educação é educação, esporte é esporte e a cultura merece ter a sua pasta". E eles acabaram, Não acabaram apenas com a cultura, acabaram
com o trabalho, acabaram com o Ministério da Igualdade Racial, com o Ministério dos Direitos Humanos, com o Ministério das Mulheres. Eles foram acabando com tudo, porque era preciso transferir as coisas, porque o presidente não sabia fazer outra coisa, a não ser o gabinete do ódio fazendo mentiras todo santo dia. Nós precisamos ter em conta, e eu sei que muitas vezes as pessoas se queixam Que faltas coisas para fazer e sempre vai faltar, porque quanto mais a gente fizer, mais vocês vão sentir o desejo de conquistar mais. E quanto mais vocês sentirem desejo de conquistar mais,
mais nós vamos ter que aprender a fazer novas coisas. Então, não incomoda as pessoas reivindicarem, não incomoda as pessoas brigarem, não incomoda as pessoas cobrarem. O que incomoda de verdade é a gente não ter competência de fazer tudo que a sociedade brasileira precisa e Tudo que a cultura merece nesse país. A educação nos ensina, mas a cultura nos faz revolucionário. A cultura dá um passo a quem? Porque a cultura, no mesmo instante, ela move milhões de neurônios na nossa cabeça. E é por isso que muita gente nunca gostou de cultura. É por isso que muitas
vezes as determinadas pessoas que governam esse país não quer saber de investimento na Cultura, não quer saber de investimento na cultura popular, não quer em teatro, não quer em cinema, não quer nada. Ou seja, porque os artistas são pornográficos. Os artistas falam muita coisa que ele adora falar, mas quer fingir que não gosta. Porque, lamentavelmente, a cultura política do país é assim. Você tem que passar a ideia de uma seriedade que ninguém é. >> Você tem que passar a ideia de que você é o que você não é. Quem imaginava, quem imaginava que aquele menino
que parecia ser a pessoa mais santa da família Bolsonaro, tivesse pegando 159 milhões de dólares para fazer um filme do pai. Ninguém imaginava. E isso é apenas o que a gente sabe agora. Então, o que nós temos que ter em conta É o seguinte. Vocês aprenderam nesses últimos meses uma coisa que a gente não pode esquecer. Destruir é muito fácil, construir é muito difícil. Quantos anos os palestinos levaram para construir as suas casinhas lá em Gaza? Quantos anos e em poucas horas o Netaniarro destruiu e matou milhões, ou melhor, milhares de Mulheres e crianças. Porque
destruir é fácil. Quanto tempo nós levamos para construir as coisas nesse país >> e quão pouco tempo foi necessário para eles destruirem grande parte das coisas que nós fizemos. Quando nós chegamos nesse país, no governo, nós encontramos um país de terra arrasada. A Margarete sabe como é que tava o ministro da ministério da cultura. Eu, nossos companheiros sabem como é que tava o Ministério da educação, como é que tava o ministério da saúde, como é que tava todas as coisas, porque eles resolveram destruir em nome não sei do que resolveram destruir e nós resolvemos construir
outra vez. Mas nós agora temos que ter em conta o seguinte. Tem gente que pergunta o seguinte: "Ah, vai ter eleição nesse ano? Ô Lula, você vai ser candidato?" Não é o Lula que tem que ser candidato, são vocês que tem que ser candidato. Não é uma pessoa que tá em jogo. O que tá em jogo é a democracia desse país. >> O que tá em jogo é a civilidade nesse país. O que tá em jogo é o jeito da gente educar nossas crianças nesse país. O que tá em jogo é a gente educar o
respeito às mulheres nesse país, porque a gente não vai consertar, a gente não vai vencer a luta quando contra o feminicídio apenas fazendo lei. A gente vai vencer a luta contra o feminicídio, educando melhor os homens desse país a partir do momento que ele vai para uma creche, é a educação que vai mostrar que nós somos iguais. É educação que vai mostrar que tratar mulher ou menina é crime. É educação que vai nos mostrar que o menino de 3 anos não é melhor do que a menina de 3 anos, porque eles são iguais. Isso a
gente aprende em casa e aprende na escola. É esse país que nós temos que criar. Se a gente quiser continuar sonhando em criar uma humanidade mais civilizada, mais fraterna, mais solidária, tem gente que acha que eu sou contra a internet. Eu não sou bobo de ser contra internet. A internet é uma coisa que veio para revolucionar o que eu sou contra é que o ser humanos está perdendo o controle dos algoritmos e tá virando algoritmo. É isso que eu sou contra. Não é nós que estamos dominando os algoritmos, são eles que estão dominando nós. E
vocês sabem disso. Vocês que passam o dia inteiro no celular passando o dedinho para cima e para baixo, para cima e para baixo. Eu não sei para que saber tanta notícia. A nossa cabeça não tem capacidade de processar tudo que a gente recebe. É preciso ser mais seletivo e saber distinguir o que é verdade do que é mentira. É preciso saber distinguir, porque agora na campanha eleitoral vai ter inteligência artificial. A inteligência artificial é um bem muito grande paraa humanidade na questão da saúde, na questão da educação, na questão da saúde, da questão da engenharia,
da questão de fabricação de produto. Mas a inteligência artificial não poderia servir pra política, porque na política você não pode comprar mentira ou votar em mentira ou votar em Coisa abstrata. Você tá votando em alguém que vai governar o seu país, que vai governar a sua cidade, que vai governar o seu estado. É por isso que vocês têm que ser candidato. Quando alguém falar mal de um candidato que você vai votar, não me acredite. Você fala: "Eu não é o que eles estão falando, porque eu sou ele. Eu sou ele. >> Porque se não for
assim, a gente não conserta esse país. E a questão da cultura é coisa prioritária. Por isso, eu quero dar os parabéns a minha querida inibida no começo, Margarete Menezes. Inibida. Tinha vergonha de falar bom dia. Hoje ela tá cantando até disparada, emocionada e me emocionando. E eu vou eu vou contar para vocês a história da música disparada. Eu ia ter uma reunião do ministério. Eu levantei de mãe e falei pra Janja: "Eu tô com vontade de assustar os ministros. Eu tô pensando em chegar lá todos os ministros reunidos, porque tem uma sala chamado sala suprema,
assim que a minha burocracia trata. Sala suprema é a sala de reunião ministerial. Eu falei pra gente, eu tô pensando em chegar na reunião muito sério, pegar o microfone e começar assim. Preparem o seu coração para as coisas que eu vou contar. Eu venho lá do sertão ontem. Eu acho que muitos ministros ia tremer, Ia, sabe, ia dar até dor de barriga nos ministros. Que desgraçado que esse Lula tá dizendo. Prepara o coração. Só pode ter uma coisa ruim. E aí eu resolvi não fazer porque se tivesse um infarto na reunião ministerial eu seria responsabilizado.
Então eu falei: "Não vou fazer". Mas eu achei muito engraçado porque eu eu acho essa música uma das obras primas que esse país conseguiu produzir dentre tantas obras Primas. Portanto, queridas e queridos, vocês t que saber de uma coisa. Vocês têm que saber de uma coisa. Esse país depende única e exclusivamente do que nós quisermos fazer. Esse país é muito grande. >> Esse país precisa resolver o seu problema da educação. E eu pretendo apresentar um programa de educação pra gente resolver em 10 anos Acabar com atraso na educação desse país. Esse país tem que resolver
o seu problema de segurança. Não é possível um país com 18, um país com 16.800 18 km de fronteira seca, um país com 8000 km de fronteira marítima, um país com a maior floresta tropical do mundo, um país com 12% da água doce do planeta, um país que tem tanto minério de ferro, tanto ouro, tanto minerais críticos, tantas terras raras que a gente nem sabe o que a gente tem, ficar Desguardecido como está. Qualquer um que quiser invadir aqui, vem invade, porque a gente não tem a segurança necessária, porque nunca pensamos nisso. Mas agora, depois
que o Trump disse que a Genelândia é dele, depois que ele disse que o Canadá é dele, depois que ele disse que o canal do Panamá é dele, quem é que ele não vai dizer que a Amazônia é dele? >> Quem é que diz? Então é o seguinte, nós vamos ter que Cuidar, nós vamos ter que assumir a responsabilidade de cuidar desse país, porque se a gente não cuidar, daqui a pouco vem um maluco que quer tomar esse país. Ah, não foi assim a guerra do Paraguai. Um dia Sol achou que era grande, invadiu Corumbá,
invadiu o Uruguai, invadiu a Argentina de uma só vez. Não, o Brasil precisa se guarnecer. E a gente vai. Então, presta atenção numa coisa, gente. Nós temos que assumir a responsabilidade de definir o tipo de país que a gente quer que o Brasil seja daqui paraa frente. A gente já provou que é grande. A gente tá, eu fui agora o mês passado, dia 22 de abril, eu fui na feira de Hannover. é a maior feira industrial do mundo. E sabe o que eu fui fazer lá? Eu fui provar que o nosso combustível é melhor do
que o deles e fui provar que a mistura de 30% de Etanol na gasolina e a mistura de 15% de biodísel no óleo diesel transforma o nosso combustível que emite 67% menos CO2. do que o combustível dele. E fui testar, fui testar num caminhão alemão, fui testar com tecla alemão e ainda exigi que ele fizesse a tradução dos números em alemão, que era pra gente poder traduzir e saber que não era um brasileiro que tava inventando. Pois bem, o presidente Trump, O presidente Trump, >> ele acha que ele pode governar o mundo por Twitter. E
quando ele fez a taxação no Brasil, eu aprendi muito na minha vida, nas minhas greves dos anos 78, 79, 80. E eu não tomo decisão rápido, eu sempre conto até 10. Eu se tiver com 39º de febre, não tomo decisão. Não adianta me ligar para me contar uma desgraça meia-noite que eu Não vou dar importância, não vou fazer nada. Eu vou fazer quando eu tiver sereno. Eu resolvi dizer pro Trump, porque o Trump toda vez que ele fala, fala: "Não, porque eu tenho o maior navio do mundo, eu tenho o maior avião do mundo, eu
tenho o melhor exército do mundo, eu tenho melhor do mundo." Eu falei pelo cara, não adianta você ter falar para mim, eu não quero guerra com você, eu sei que eu não tenho. O que eu quero Fazer a guerra com você é de narrativa. Eu quero provar que você tá errado e que o Brasil tá certo. Eu quero provar com números. Quando ele disse que era deficitário com o Brasil, quando ele disse que era deficitário, eu fui provar que nos últimos 15 anos eles tiveram super conosco de 415 bilhões de dólares. Nós é que deveríamos
estar nervosos, não ele. Aí ele falou que queria combater o Crime organizado, delegado contarato. Eu falei: "É comigo mesmo. Se quiser combater o crime organizado, me entrega os brasileiros que estão roubando lá. Brasileiro que roubou aqui tá morando em Miami. Me entregue. Inclusive aquele Ricardo Magro, aquele cara da Refit, que é o fortificador de combustível nesse país, o maior devedor, sabe, do dinheiro público nesse país. Nós prendemos 250 milhões de litro de gasolina no navio dele, demo para Petrobras. Ele tá nos Estados Unidos morando, tava em Miami. Eu entreguei pro Trump, sabe, o endereço da
casa e o nome dele. Quer combater o crime organizado? Me entrega logo isso aí, porque a nossa Polícia Federal tá preparada, quer combater o crime organizado. É importante saber que a Polícia Federal brasileira já aprende muitas armas. Aprende muitas armas. Sabe de onde vem? Dos Estados Unidos. Então é o seguinte, a gente não tem que Ter medo de quem fala grosso, a gente tem que ter medo de quem fala sério. E eu aprendi, meu filho, a dona Lindu, mulher que nasceu e morreu analfabeta, meu filho, nunca baixe a cabeça. Se você baixar a cabeça, eles
colocam uma cangaia e nunca mais você com sol consegue levantar a cabeça. E é assim que eu aprendi a fazer o Brasil ser respeitado no mundo. E é por isso, E é por isso que eu tenho orgulho. Sabe por que que eu tenho orgulho? Porque não tem presidente no mundo que tenha vocês como eu tenho. Não tenho. Olha, há uma coisa engraçada, há uma coisa engraçada na minha vida que é o seguinte. Eu fui para uma reunião do G20. A primeira vez eu fui Eviã no G7. Eu tinha seis meses de presidência. Cheguei Lá, tava
o Bush, tava lá o presidente da China, o presidente do Japão, o presidente da Inglaterra, da França. Eu não falo uma palavra em inglês. A love you. Eu aprendi agora para falar pra janja, sabe? Não é isso falo. Eu nem espanhol falo, eu falo cucaquela, sabe? Então, então eu fiquei pensando, o que que eu vou fazer nessa sala com esse monte de gente que eu nem conheço, tudo gente famosa, Giraque da franta. Eu falei pra não fala uma palavra, não entendo uma palavra. E aí eu fiquei pensando, o Sérgio Ferreira, que era o meu interpret
tava comigo, falou: "Lula, você vai entrar, você vai colocar o aparelho no ouvido, se você espirrar, eu espirro por você. Se você, qualquer coisa que você fizer, eu eu vou traduzir. Aí eu fiquei olhando, parecia um aquário. Eu fiquei olhando, eu tô aqui com vocês, olhando para vocês. A impressão que eu tenho é Que eu conheço todos vocês. A impressão que eu tenho. Mas lá eu comecei a pensar, eu comecei a pensar todas essas figuras importantes, quem é deles que já trabalhou 25 anos no chão de fábrica? Ninguém. Quem é deles que já ficou desempregado
2 anos e meio? Ninguém. Quem é dele que já gatou bituca de cigarro na porta da padaria porque não tem dinheiro para Comprar cigarro? Ninguém. Quem é dele que já foi almoçar e não tinha nem ovo na mamita para comer? Ninguém. Quem é deles que já morou em rua, que enchiu 1, me de água dentro de casa, que acordou meia-noite com rato barato e febre boiando para tirar minha mãe e levantar a cama? Ninguém. Quem é deles que já tá já já passou fome? Ninguém. Eu falei, sabe de uma coisa? É eles que tem que
aprender comigo e não eu que tenho que aprender com eles. É eu Que tenho que ensinar para eles. E isso isso me deu isso me deu muita respeitabilidade, porque eu sei da onde eu vim, sei aonde eu tô e sei para onde eu vou votar. Eu não tenho, não tenho na minha vida nenhuma ilusão. Nenhuma ilusão. Então, deixa eu falar para vocês uma coisa, gente. Vocês não têm noção do profundo respeito e da profunda admiração Que eu tenho pela obstinação de vocês de fazerem o que vocês acreditam que é importante para vocês e pro país.
E há uma diferença entre a chamada cultura popular é que nós precisamos levar ela para grande público. Sabe que nem quando eu criei o bolso atletas? Veja uma coisa, 90% dos atletas que foram pras olimpíadas no Paris recebe bolsa do governo. Aquela menina que gou medalha de ouro, aquela Ginástica que abrilhantou o mundo, ela recebe bolsa atleta. Por que que nós criamos o bolsa atleta? Porque tem gente que quer fazer atletismo no Brasil e não tem dinheiro para comprar um tênis, não tem dinheiro para comprar uma roupa para correr, sabe? Então assim, quando o cara
fica famoso, o Bradesco aparece, o Itaú aparece, todo mundo aparece, mas quando o cara tá comendo de pão que o diabo Amassou, não aparece ninguém. Não aparece ninguém. Então esse é o papel do Estado. O papel do Estado é garantir que todos ten a mesma oportunidade. E é isso que a gente tem que divulgar e falar para as pessoas. É isso que nós temos que aprender a falar todo santo dia. Eu digo pros dirigentes sindicais, vai na porta de fábrica pedir aumento de salário. Vai. A primeira coisa que você tem que falar é O seguinte:
"Seu filho da mãe, não bata na mulher". O bispo vai rezar a missa, vai antes de falar um monte de coisa, fala: "Não bata na mulher, o pastor vai fazer o seu culto antes de falar um monte de coisa. Não bata na mulher, sabe? Nós temos que falar todo santo dia, sabe? O o o o deputado abriu a boca. Diga isso. A gente vai conversar, dar aula na escola. Começa a aula dizendo isso porque nós temos que criar uma Consciência de que é anormal. A violência contra a mulher é anormal. Não é uma coisa normal.
E isso só vai mudar quando a gente transformar essa violência numa questão política. Ontem completou 100 dias do crime do pacto contra o feminicídio. 100 dias. Eu disse ontem no meu discurso, depois que nós criamos o pacto envolvendo a Suprema Corte, a Câmara e o Senado e a presidente da República, sabe? a gente já tá coordenando. Depois que nós fizemos isso, em 100 dias, nós já fizemos mais leis, mais decreto e mais medidas preventivas do que em toda a história desse país. Em apenas 100 dias já criamos todas as condições. Agora não basta fazer a
lei ou criar decreto ou criar toloseleira de ouro, cor de rosa, qualquer jeito. Não basta. É preciso o estado estar atento e as Coisas são difíceis. Eu posso contar uma dificuldade para vocês, uma coisa engraçada. Eu tô com discurso ali para ler. Eu não tô falando de cultura ainda, não. Você acha que eu sou bobo? Eu tô com o microfone na mão. Todos vocês aí olhando para mim. Eu vou aproveitar, vou falar aqui, mas deixa, >> deixa eu contar um drama para vocês. Um Drama na minha vida é que muitas vezes as pessoas pensam que
é fácil. Essa semana, semana passada, na quinta-feira, eu queria anunciar uma coisa bombástica nesse país. Eu ia fazer uma mensagem. Nós temos 2500 telefones roubados, cadastrado, 2 milhões e meio de telefones celurais que já está cadastrado no governo. A gente já tem o Número do chassis do telefone. A gente já sabe de quem é o telefone, quem era o dono do telefone. Ele tá roubado. Então eu ia passar uma mensagem simples assim. Você está com telefone roubado. Você, se foi você que roubou, devolva que não vai ter problema nenhum. Mas se você comprou, devolva também,
senão você vai ser indiciado. Procura a delegacia e devolva. Não é simples, não é? Eu fiquei pensando se desses 2 milhões e meio 2 milhões foi pessoa que comprou baratinho, porque ninguém aguenta, ninguém resiste a uma feira do Paraguai, ninguém resista a uma shoping, né? Ninguém resiste. Seja coisa é baratinho, todo mundo. Então tem especialista que rouba celular que vale cinco vende por dois. O cara que compra acha que o maior Esperto do mundo, consegui comprar o celular por 2000. Ele vendeu para mim porque eu sou bonito. Aí era simples eu fazer isso, ele devolver.
Eu perguntei: "Mas esse cara comprou esse telefone?" Ele comprou. Ele vai ficar me agradecendo porque eu tomei o celular dele. Se ele perdeu R000 R$ 2.000, R$ 3.000, quem é que vai devolver o dinheiro que ele pagou? Então, veja o meu drama. Eu que poderia ter feito uma coisa em 10 segundos, falar com 2 milhões e meio de telefone e mandar devolver. Eu pensei: "Pera aí, tem muita gente que tá com esse telefone que comprou na boa fé. Como é que eu vou fazer?" Sabe uma pessoa que comprou por R$ 2.000, R$ 2.500, sabe? Entrega
o seu telefone sem receber nada. Só para vocês saberem que uma coisa que parecia fácil se tornou difícil quando a Gente coloca você, cidadão ou cidadã em primeiro lugar, porque o benefício não é para mim, é para ele. Se eu tirar o telefone dele, eu tenho que oferecer alguma coisa para ele. Se for o ladrão, tem que ser preso. Mas e se não for o ladrão? Se for você, meu compre, que tá com a mão no queixo aí, que passou ali, viu um cara vendendo um celular barato, falou: "Me dá isso aqui 2000, tá bom?
Vou levar na maior boa fé". Ô, você do cavanhaca, Foi você? Eu não quero prender você, eu quero que você devolva o celular, mas não quer lhe dar um prejuízo também. Então, essa é a minha agonia. Só para vocês saberem que não é simples tomar decisão. Essa é a minha agonia. Eu tô tentando encontrar uma fórmula de apertar o botão vermelho e falar com 2 milhões e meio de ser lá roubado. Eu só quero prejudicar quem roubou, só quero prejudicar a loja que compra e Vende, mas eu não quero prejudicar a pessoa que inocenta, por
necessidade comprou. Então isso me faz ser um pouco mais humano do que apenas um policial. E nós vamos encontrar uma solução. Se vocês tiverem ideia, me ajude, porque nós precisamos devolver o telefone celular que foi roubado. Bem, agora, meus amigos e minhas amigas, eu estou participando da sexta teia nacional dos pontos de cultura. Ponto de cultura pela justiça climática. É uma alegria imensa ver de perto a força e a resistência dessa teia tecida a tantas mãos, essa teia tecida com tanto esmero pelos nossos ancestrais, pelos mestres e pelas mestras da cultura popular que vieram depois.
e por todas e todos vocês que acrescento mais e mais fios a esse novelo de tantas linhas e tantas cores. Uma teia que reverencia o passado, abraça o presente e aponta para o futuro Do Brasil que estamos tecendo juntos todos os dias, fio por fio. Meus amigos e minhas amigas, esse encontro coroa uma caminhada que começou há mais de 20 anos. Em 2003, quando assumimos a presidenta pela primeira vez, queríamos espalhar casas de cultura pelo Brasil todo. Ou então ministros da cultura, nosso querido Gilberto Gil, sugeriu um passo adiante. Aí eu vou contar uma história
para o discurso e vou contar uma História. tinha um sonho de fazer uma casa da cultura em cada cidade, mas uma coisa grande que tivesse lugar para molecada estudar, sala para computador, lugar para dançar, até um botecozinho para tomar uma água, sabe que tivesse. Eu queria fazer naquele tempo, a Petrobai se dispôs a fazer 50. Aí a gente foi atrás do Lelé. O Lelé, o cara que foi do Hospital Saracubicheque, Um arquiteto da Bahia. Aí ficamos brigando muito tempo. O Lelé não, a a o o Hospital Sara não autorizava o projeto do Lelé, que era
uma construção pré-moldada. E aí nós não conseguimos fazer a Casa da Cultura. Aí o Gilberto Gil fez um tchó. Você sabe o que é tchó? Eu vou contar para vocês do tchó. Um cidadão tava andando na rua, achou uma mola de caminhão, uma mola grande. Ele teve a ideia de fazer uma espada. Ele foi num ferreiro, falou: "Ferreiro, você faz essa espada para mim com essa mola aqui?" O ferreiro pegou a mola, olhou, falou: "Dá para fazer uma espada? Quando fica pronto? Amanhã vou trabalhar a noite inteira. Pode vir amanhã. Dia seguinte, no final da
tarde, o cidadão foi bucar espada. Chegou lá, o cara não tinha feito a espada. Eu falei: "Olha, não deu para fazer a espada porque eu esquentei o ferro Demais, esquentou demais e eu bati demais e ficou pequeno. Não dá para fazer espada, dá para fazer um facão aí, então faz um facão para mim." Aí o cara vou no outro dia buscar o facão. Chegou logo fal também não dá para fazer um facão porque eu também esquentei demais, bati demais na na bigórnia, sabe? O ferro diminuiu, não vai dar. Dá para fazer uma peixeira. O cara
era pernambucano como eu. Então a peixeira tá boa. Fazer uma peixeira Fiada. Aí vamos ficar no outro dia. Chegou no outro dia, o cara, vida, não dá para fazer a peixeira também porque eu coloquei no fogo, esquentou demais, eu bati demais, sabe? Dá para fazer um punhal, Aí o cara falou: "Então faz o punhal no outro dia o cara foi procurar o punhal. não dá para fazer o punhal porque esquetei demais, bati demais e o aço ficou pequeno. Sabe o que Que dá para fazer? Então um canivete. Então faz o canivete. Olha, era para fazer
uma espada, já tá no canivete. E aí no outro dia o cara foi buscar o canivete. Falou: "Putza, vida, não dá para fazer o canivete porque eu bati demais, bati demais e tentei demais". O cara falou: "O que que dá para fazer?" Então ele falou: "Um tchó". O cara não sabia o que era tchó. Aí o cara foi lá, colocou o pedacinho de ferro que tinha na no fogo, ficou bem Vermelho, quente. Falou: "Quer saber o que é um chó?" Chegou no balde d'água, jogou, fez. Então eu falei pro Gilberto Dil que os pontos de
cultura era o chor que eu queria fazer. Eu queria fazer uma espada com as casas de cultura e nós fizemos tchó. Qual é a minha vantagem do tchó? que cada de cultura seria 50 ou 100. Os chó já são 16.000 chor que pode virar 50.000, que pode virar 60.000. E nós estamos provando que o pequeno tchó vale mais do que uma grande espada e tá num sucesso extraordinário envolvendo gente, gerando cultura por todo esse país. Vou voltar ao discurso. Portanto, aqui uma ideia simples, como toda ideia genial, transformar locais já existentes consagrados pelas comunidades em
pontos de cultura, pontos e pontões. E eles cresceram e se multiplicaram. Quando assumimos a presidência em 2023, havia pouco mais de 4.000 pontos de Cultura sem dinheiro para funcionar. Pequenos em expressão numérica, mas gigantes na capacidade de resistir ao desmonte promovido pelo governo anterior. Em apenas 3 anos e meio do governo, tecemos juntos essa imensa teia. 16.000 pontos em pontões em cultura espalhado por mais de 2200 municípios do Brasil. 16.000 pontos de luz pulsando nas periferias, favelas, assentamentos rurais, quilombos e territórios indígenas. 16.000 pontos de Representações culturais que vão da matriz africana ao hip hop
e depois expressões contemporâneas e demais expressões contemporâneas. Companheiras e companheiros, em outubro de 2025, após 14 anos de luta, aprovamos na Câmara da dos Deputados e deputadas a lei de mestras e mestres da cultura tradicional e populares. Quando aprovada pelo Senado, essa lei vai garantir reconhecimento ao filho financeiro e apoio aos detentores De conhecimentos legados por nossos antepassados. No fim do no fim de março, oficializamos a inclusão das mestras e mestres das culturas tradicionais e populares na classificação brasileira de ocupações. Essa é uma justa e legítima demanda histórica dos movimentos sociais e representa mais um
passo na proteção e validação formal das pessoas que mantém vivas as raízes da identidade cultural brasileira. Queridas amigas e queridos amigos, Companheiros e companheiras, cada centavo investido na cultura retorna em identidade, entidade, autoestima e memória. Retorna também a oportunidade de trabalho e geração de renda. O investimento em cultura movimenta uma indústria potente, estimula a economia, transforma vidas e cidades. Para existir em sua plenitude, todo país precisa de uma alma. A alma do povo brasileiro é a cultura que ele é capaz de produzir, apesar de todas as adversidades. Uma Cultura viva, diversa e criativa que pulsa
em cada canto desse país. No asalto, no morro, nas periferias, no campo, nas comunidades quilombolas, nas aldeias indígenas, em cada canto dessa nossa menciidão territorial, assim como a alma, a cultura também. Por mais que tente matá-la, ela resiste e renasce ainda mais viva. O governo anterior tentou destruí-la, desacreditou seus mecanismos de financiamento. Foram 4 anos de repetidos atentados Contra a cultura. Artistas foram criminalizados, leis de fomento foram cortadas e ainda assim a cultura sobreviveu. Sobreviveu graças a cada uma e a cada um de vocês, artistas, trabalhadores e fazedores de cultura. Nós, brasileiros e brasileiras somos
admirados no mundo inteiro pela nossa cultura, pela nossa extraordinária capacidade de transformar a essência brasileira em música, literatura, teatro, dança, cinema, arte visuais. Por Isso, a cultura será sempre prioridade no nosso governo e constará sempre com políticas públic e contará sempre com políticas públicas capaz de ajudá-la a exercer todo o seu potencial simbólico e econômico. A cultura ilumina a escuridão, ajuda a atravessar os tempos mais sombrios. Ela ilumina o caminho que devemos seguir. A cultura, a cultura existe graças à resiliência de cada uma e de cada um de vocês, porque São vocês que levantam todo
o santo dia com propósito preservar e fortalecer a legítima identidade brasileira. rumo a um país mais desenvolvido, mais humanista, mais generoso, mais inclusive e mais feliz. Por isso, meus companheiros, viva a cultura brasileira, viva os pontos de cultura e viva o povo brasileiro. Um abraço e um beijo no coração de cada um de vocês e continue ajudando a fazer desse país um país mais justo, mais democrático e com melhor Qualidade de vida. Um beijo no coração de cada homem e de cada mulher envolvido na cultura brasileira. >> O nosso muito obrigado a todas e todos
pela presença. Pedimos a todos que permaneçam em seus lugares até a partida do presidente da República e desejamos uma excelente teia a todos. Que a cultura viva se >> isso aí. Acompanhamos ao vivo a participação do presidente Lula na sexta teia nacional dos pontos de cultura em Ara Cruz, no Espírito Santo. O evento que volta a ser realizado após 12 anos reúne agentes de cultura, povos tradicionais e representantes da sociedade civil, com a realização do Fórum Nacional dos Pontos de Cultura. Durante o evento, o presidente anunciou a entrega de mais de 90 unidades do Mó
CELs, que são equipamentos culturais, itinerantes adaptados com biblioteca, estúdio audiovisual, recursos tecnológicos, oficinas e cinema ao ar Livre. A ministra da cultura, Margarete Menezes, destacou a importância da lei Aldir Blan para financiar o setor cultural no Brasil. A cultura viva é uma política democrática por natureza. Ela trata o Brasil do tamanho que ele é, um país imenso continental e diverso. É na diversidade que está nossa maior riqueza, nosso maior, nossa maior potência. Uma rede que movimenta a economia, que Gera emprego e renda, que promove transformação social e emancipação humana. São 3 milhões de pessoas impactadas,
envolvidas nas atividades, presidente, por esses pontos e pontores de cultura que temos distribuídos no Brasil. Com a reforma do Ministério da Cultura, abraçamos a missão de nacionalizar e democratizar as políticas culturais. Por meio da política nacional Aldir Blan, conseguimos fortalecer o pacto federativo e garantir o maior e Mais capilarizado investimento direto na da cultura na em cultura na história do nosso país. >> Olha, durante este evento, o presidente Lula assinou o decreto que cria a política nacional para as culturas tradicionais e populares e o decreto que reestrutura o Conselho Nacional de Política Cultural. O presidente
Lula exaltou o papel da cultura na educação e na formação da população e afirmou que sempre vai haver investimento do governo Do Brasil nesse setor. >> Cada centavo investido na cultura retorna em identidade, entidade, autoestima e memória. Retorna também a oportunidade de trabalho e geração de renda. O investimento em cultura movimenta uma indústria potente, estimula a economia, transforma vidas e cidades. Para existir em sua plenitude, todo país precisa de uma alma. A alma do povo brasileiro é a cultura que ele é capaz de produzir, apesar de todas as Adversidades. Uma cultura viva, diversa e criativa
que pulsa em cada canto desse país. >> É isso, nós ficamos por aqui. Você continue ligado no canal GOV para acompanhar outras informações do governo do Brasil. Até a próxima. Ciao ser o primeiro a saber? O canal GOV é bom para você. Reduzimos o desmatamento na Amazônia em 50% no último ano.