que ela só liga através, ela só obedece através do chamado Alexa. Se você tiver trocando ideia, é mude, coloca no canal X, ela não vai entender. Uhum.
Mas não sei, cara. Quem garante? Não sei.
É, não, não põe minha mão no fogo, não. Sim, total, cara. Vamos lá, Edgar.
Queria que a gente caminhasse para, sei lá, dicas práticas aí que você pode dar pro dono de empresa de contabilidade, se é que há alguma coisa que ele pode fazer ou se também se não há, não há. Mas ele pode tomar por si próprio alguns cuidados no seu escritório e talvez você pode ajudar isso dando algumas dicas ou não. Cara, não tem muito que esse cara sozinho possa fazer ou até não sei.
Me conta aí o que que você acha que você pode dizer para esse cara que às vezes quer ali fazer algum movimento. Pode fazer ele mesmo alguma coisa. Boa, cara.
Eu sou empresário, eu posso contratar uma contabilidade digital como a Contabilizei, por exemplo. Sim, posso, mas eu tenho que saber o que que eu tô contratando. Que eu tô contratando e o que eu votei com ele.
Minha contabilidade vai est 100% redonda? Muito provavelmente não. Uhum.
Mesma coisa. O contador, eu posso fazer por conta? Pode, mas cara, é algo extremamente técnico.
É uma profissão hoje. É enorme, cara. A gente tá fazendo junto lá.
É arquivo para termo. Eu nem acho que seja possível você fazer da com a profundidade que a liga comply faz. Eh, acho que seria bem difícil.
É difícil, cara. Mas assim, o que que ela precisa se preocupar? Eh, primeiro, existem relatórios obrigatórios que a empresa precisa ter, que ela que não vai conseguir fazer sozinho.
É, mas ao mesmo tempo, acho que a parte de organização também, algumas coisas os caras são muito desorganizados. Eu imagino que você deve sofrer lá, você pede uma informação, o cara não tem. Então isso já é um bom princípio, pelo menos o cara se organizar em dados para que isso seja um pouco facilitado, né?
Organização e processo, cara, desenha o processinho, faz um processo bem feito que isso vai te facilitar não só na sua rotina do dia a dia, mas também para adequar a empresa à lei, né? Se a gente tivesse numa palestra agora e pedisse para levantar a mão quem tem processo da empresa desenhada, eu tenho certeza que a menor parte vai levantar. Pouquíssimos.
O processo até existe, mas tá na cabeça de cada um. na cabe cada um faz, cada um faz do seu jeito. Então assim, ter os os processos desenhados é um ponto importantíssimo.
Agora precisa se preocupar com o quê? Contratos com os clientes, tá? Também não é toda empresa que tem todos os contratos formalizados.
E é, e eu não digo nem contrato de prestação do serviço, eu tô dizendo com a parte de proteção de dados. Ah, entendi. Contrato de prestação do serviço, eu parto do princípio que, cara, a gente nem discute isso, é obrigação do cara, mas você tem ciência que nem todo mundo tá aí, certo?
Isso aí é fato. Só que assim, você precisa ter uma preocupação com os contratos, com os seus clientes. Só que ao mesmo tempo eu falo, cara, não adianta você imputar uma cláusula ali sobre proteção de dados com várias obrigações paraa contabilidade que você não vai conseguir cumprir.
Então, se você não tá adequado, é melhor você nem ter essa cláusula. Sim. Mas as pessoas colocam ali para trazer uma proteção, mas às vezes é um tiro no pé.
você precisa ter termos com seus com seus colaboradores e aí pelo menos três, digamos. Legal. Eh, um, o seu colaborador se comprometendo em tratar como confidenciais os dados aos quais ele tiver acesso no exercício da função.
Muito bom. Outro, ele dando ciência de que os termos dele serão tratados durante toda a vigência do contrário do trabalho e uma carta de desligamento que eu costumo falar que é o colaborador dando ciência de que os dados serão tratados mesmo após o a rescisão do contrato. Ele precisa se preocupar com políticas e aí políticas de segurança da informação.
Eh, o que a empresa faz para evitar um vazamento de dados, por exemplo, e um plano de respostas a incidente de segurança. O que a empresa faz caso esse vazamento ocorra? Uhum.
Precisa ter uma política de descarte, porque é pra das contabilidades guardar aquele documento por anos e anos e anos. A gente sabe que tem documentos que você precisa guardar durante 30 anos, por exemplo, mas um dos pontos da RGPD é justamente eh a temporalidade, né? Então o período que a empresa ela pode ou não armazenar aquele dado.
Então ela precisa ter uma política de descarte muito bem definida. Política de privacidade para site, cara, não é copiar e colar do coleguinha. Não pode, cara, porque cada contabilidade, cada empresa tem a sua peculiaridade.
Então, precisa criar uma política de privacidade decente. É que mais? Vamos lá.
Eh, cuidado com os fornecedores, porque você, como tomador de serviço, contabilidade, por exemplo, da Moonflag, a Monfleg, a gente sabe que ela é uma empresa que eh preza pelos dados pessoais, são tratados dentro da empresa, é uma empresa que garante essa segurança. Só que existem inúmeros outros prestadores de serviço, softwares, por exemplo, que não estão adequados. E você como tomador de serviço, você passa a ser responsável solidário por tudo que acontecer dentro dele.
Cara, sabe uma coisa que eu ia te falar que acho que é um incremento aí? O que eu tenho notado de mercado tá também dentro de uma área específica que é a área de legalização. Muitas empresas de contabilidade estão quarterizando legal, departamento legal, paralegal, societário, como quiser chamar, né?
Como você disse, cara, legalização é é fogo, porque o cara vai abrir uma empresa, tem que mandar RG, CPF, tudo autenticado, comprovante de res. Muitas vezes você tem um dado de uma criança que a criança parte e sócio criança ou adolescente, sócio de uma empresa muitas vezes até, né? E aí você não tem esse departamento seu in house dentro da sua casa, dentro do seu escritório e você vai mandar isso para uma outra pessoa, tipo assim, que são dados super sensíveis de um cliente, você vai mandar para ele abrir empresa e depois ele vai ver para você.
Isso tá rolando muito. Muitos clientes, eu converso, muitos caras troca deck estão quarterizando. É legal o paralegal.
E às vezes é um cara que você conhece, que é um frila que presta serviço para você para mais uns cinco escritórios e é isso. Não, e aí o e a responsabilidade, né? Ela recai sobre o escritório, mas é uma situação delicada, né, cara?
total, muito. Então você precisa ter, como você garante nesse caso, primeiro você fazendo uma análise do do da do fornecedor, mas principalmente contratualmente. Contratualmente, exatamente.
Você tem um contrato muito bem definido, né? Não é um copia e cola. Então assim, tudo que eu nós na compag a gente não faz nada, é modelo.
Uhum. Tudo é de acordo com a sua realidade. Então, fornecedores, cara, você precisa ter muito cuidado ao escolher seus fornecedores, aplicar treinamento pros colaboradores, tá?
E aí treinamento que eu digo, não necessariamente você precisa sentar numa sala e botar todo mundo ali reunido, cara. Começa a fomentar essa cultura de proteção de dados, eh, não só no ambiente de trabalho, mas no ambiente pessoal do próprio colaborador. Sim.
Então, ter essa preocupação é muito é muito importante, cara. É algo extremamente complexo, né? É um projeto que ele tem começo, tem meio, mas não tem fim.
É um ciclo PDCA. Quanto a empresa existir tratar dados pessoais, você precisa estar adequado e precisa acompanhar isso. Eu ia perguntar isso para você.
Quando você olha pro pro futuro do Brasil, você olha pra frente com a qual é a sua perspectiva de LGPD, né? O que que deve acontecer nos próximos anos no seu olhar, né? Porque esse é um assunto que ele ele começou muito forte.
Não sei se você claro vai lembrar. Eu lembro que ele veio tipo assim, caramba, ferrou, temos todo mundo que se adequar e beleza. Hoje ele existe, é presente e ele vem se intensificando, talvez, ou até se consolidando como uma pauta, eu acho que se consolidando, é é uma pauta que toda empresa tem que tratar.
Então eu acho que hoje é você fala de LGPD, não é estranho para nenhum empresário. No início é uma coisa nova. E pra frente, que que você enxerga que deve acontecer com esse tema?
Cara, eu acho que vai ter um momento significativo de judicialização. A galera vai começar a entrar com ação judicial, tá? Cara, é difícil falar isso porque eu também sou brasileiro, mas o brasileiro, não a maioria, mas uma parte considerável, onde vê uma oportunidade de ganhar dinheiro, ele vai.
Uhum. Então assim, cara, a LGPD ela é, digamos, o novo código de Defesa do Consumidor. Lá atrás, em 1990, quando ele entrou em vigor, nós ainda, eu tinha acabado de nascer, você também nem tinha nem era nascido, eu acho.
Eh, o código, o código de defesa do consumidor, ele era uma legislação que todo mundo falava: "Ah, isso aqui não vai pegar". Entendi. E hoje é a lei que mais judicializa, cara.
A maioria das eh maior parte das ações judiciais estão fundamentadas no CDC. Sim. E eu acho que a LGPD talvez não na mesma proporção, mas ela vai para esse mesmo caminho, cara, porque a partir do momento que o cara vê que ele pode ganhar um dinheirinho ali fácil, né?
Os mal intencionados, muitas vezes, outros não, outros estão entrando com ação por razão, de fato, eles vão entrar. Isso vai ser um problema para as empresas, né? porque se você não tiver adequado, você vai sofrer condenação.
Enfim, eh, vai ter uma intensificação na questão de regulamentação, mais normas eh legislativas, mais normas administrativas da própria NPD. Uhum. A própria regulamentação da inteligência artificial vai vir e vai trazer certamente coisas relacionadas à proteção de dados.
Sim. E eu acho que é uma tendência, cara. Não é uma tendência, é uma realidade.
Na realidade já é uma realidade. As empresas realidade sérias se preocupam mesmo. Uhum.
Tem ganhos sim financeiros, porque hoje se se você não tiver adequado, você pode perder cliente e você pode conquistar clientes numa numa eh numa concorrência. Uhum. Então é uma realidade, as empresas precisam, é uma nova lei.
Eu eu tô dando risada porque, cara, eu ganho dinheiro com isso. Sim. O empresário pode não tá gostando, mas cara, é obrigação, não interessa.
Essa obrigação você precisa fazer. Eh, e é isso.