E aí E aí E aí oi oi aspecto funil e quer que achou Maia Kaká Simaria Kaká fala a língua aí a ter em conta que ele é um dos 6.200 integrantes da Tribo funiô de Pernambuco a única no nordeste brasileiro que ainda mantém a língua viva a manutenção da língua e hoje ela depende muito no próprio povo né Nós funil nós somos um povo muito reservado né Para as outras pessoas né Por exemplo rituais nossa nossa parte é espiritual ela só pode ser vista por nós a gente não apresenta para as pessoas né a
única parte que a gente apresentação danças e cânticos que as pessoas podem apreciar nossos velhos nos sempre nos passaram que o nosso segredo não pode ser descoberto nunca porque quando um homem descobre seu segredo ele fica fragilizado ele conta ainda que o iate é uma língua oral do tronco macro-jê um dos mais antigos do Brasil junto com sup as crianças funiô aprendem no dia a dia da Aldeia com os mais velhos e também na escola onde ainda é ensinado o português e o português ele chegou como complemento o complemento no sentido de que de abrir
a nossa mente para nós entender o outro lado o outro lado da sociedade que só assim a gente vai poder se preservar mais antropólogos alemão francês tem vários livros históricos que eles fizeram sobre nós que eles não conseguem decifrar é dão de Realmente nós somos porque a nossa língua não tem familiares nenhuma com as línguas indígenas faladas no Brasil o grande desafio é fazer com que haja uma propagação da cultura da língua das histórias dos mais velhos para os mais jovens e é nisso que por exemplo a maioria dos projetos se voltam no sentido de
gravar fazer os próprios jovens de gravarem os rituais gravarem as narrativas isso tudo é Um Desafio porque com a entrada das novas tecnologias internet a o língua portuguesa em vagem em aldeias e muitos jovens não querem mais aprender a própria língua Aline participa de iniciativas do Museu do índio no Rio de Janeiro para apurar e armazenar dados de várias tribos do país trabalhos com uma publicação de livros didáticos indígenas para alfabetização em aldeias uma delas aqui no museu por exemplo é a produção de três gramáticas pedagógicas que estão sendo produzidas em wapichana a equipe AMG
karajá que estão sendo produzidas atualmente Então já em fase final é uma proposta inovadora porque é uma gramática pezzato mente voltada para o ensino de língua indígena que não há nenhum registro a senha e em língua portuguesa e nem no Brasil mínimo indígenas de uma cê tá tu pare e a no mame aí Mara miskito Maia também no Rio cineastas e artistas contemporâneos resgataram 15 idiomas de tribos da América Latina para uma grande instalação sonora coletiva onde todos tão diferentes se misturam alguns já estão extintos caso do chá Rua do Uruguai ao babo babo e
do céu clima da Patagônia Argentina e é o nome da mostra é uma referência à lenda do papagaio que o naturalista Alexander bom Hubble adquiriu da tribo indígena Caribe na selva do Orinoco pássaro porém falava a língua de outra tribo que for esse terminada a mais por é poucas pessoas sabem mas existe ainda 550 idiomas entre o México EA terra do fogo na é isso só são quinze por cento dos idiomas que existiam no ano 1500 quando o comprimento foi descoberto a só o Brasil tem mais de 150 idiomas vários deles envia de extensão o
Brasil fez a bastante esforço nos últimos dez quinze anos a estabelecer algumas terras indígenas no Amazonas Roraima em em Rondônia é a mais mesmo assim esse universo dos idiomas no Brasil a praticamente desconhecida muito difícil você poder estudar Guarani por exemplo Gente oitenta por cento das línguas indígenas que existiam nas Américas já desapareceram então assim é complicado a gente não tem mais o que fazer em relação a essas que já foram mas a importância é entender que é um direito dos povos indígenas manterem a sua língua sua cultura seus hábitos Então é assim fundamental documentário
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