[música] [música] [música] [música] เ เฮ [música] [música] >> [música] [música] [música] >> เฮ [música] เฮ [música] [música] เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] >> Era uma vez o passeio inesperado de Pingo por Samanta Ladeira. Pingo era um patinho, o mais novo dentre os cinco Irmãos. Um dia ele estava parceando com a mamãe e seus irmãos, mas ele viu uma borboleta azul tão linda e cintilante que Pingo se distraiu com a borboleta e errou o caminho. Ele foi por outro caminho e adentrou
um portão todo colorido da escola Jardim das Flores. Pingo entrou no pátio da escola e ficou lá no cantinho bico tremendo. Os olhos lacrimejavam e escorriam lágrimas e o barulho das crianças parecia trovão Pro pingo. Ele estava ali no cantinho em sofrimento. A professora Ana percebeu que no pátio tinha esse patinho. Foi até ele, acalmou, acolheu e sussurrou: "Vai dar tudo certo, patinho. Enquanto nós estaremos buscando a sua família, as crianças vão cuidar de você. A professora Ana estipulou um calendário do cuidado junto com as crianças, porque Pingo não poderia ficar sozinho ali na escola
quando as aulas encerrassem no Final do dia. Ai, as crianças ficaram tão empolgadas em poder cuidar do pingo que elas organizaram uma mochila. Elas viraram monitoras desse cuidado. Dentro da mochilinha do Pingo, elas colocaram tudo que o Pingo precisaria para ficar calmo e tranquilo e com seus pertences pessoais. Então, dentro da mochila, elas colocaram uma almofadinha pro Pingo dormir. A elas colocaram também uma toalhinha pro Pingo colocar ali o seu pratinho de refeições. Pente pro Pingo se pentear. Ah! Outras coisas também. Olha, um sabonete pro Pingo tomar o seu banho. Um pratinho comida, água. Ai,
as crianças estavam cuidando com maior carinho. A água as crianças iriam colocar em casa. Então, Pingo com a sua mochila começou. Cada dia ia com uma criança. Na segunda com o Lucas, na terça com a Valentina, na quarta com a Ana, na quinta com o Gabriel. Pingo estava tão feliz que já não Chorava mais. Acalmou o choro e Pingo até deixava suas marquinhas coloridas nas folhas, pintando e aproveitando o dia com as crianças. E você quer também cuidar do nosso pingo? Quer pegar a mochilinha dele e ter esses cuidados? Passar um tempinho junto com o
Pingo de cuidados especiais? Yes! [risadas] Bora lá pro nosso minicurso, primeira aula. E eu já começo com história, minha gente. Eu amo contar histórias. Vocês Gostam de contar histórias? Para finalizar, a historinha divertida que acabamos de ouvir. Vai servir, vai servir pra nossa vida. Quem quiser pode aplaudir. Gostaram? Quem gostou, deixa palminhas aqui no chat para mim, por favor, que eu quero ver se você gostou, se você aprovou a minha história. Essa é uma história minha, né, de autoria. Aí eu fiquei nervosa aqui porque no papel aqui eu escrevi outras coisas também, mas na hora
da gente contar vem toda uma Emoção, né? Ainda mais porque estamos ao vivo. Ai, obrigada pela sua presença, obrigada pela sua participação aqui. Deixa eu ver. Ih, ai, a Maria já bateu as palminhas aqui. Deixa eu ver quem mais. Nossa, que beleza, gente. A Érica, um beijão. A Fátima y que alegria vocês gostaram. Fico muito feliz que tenham aprovado a nossa história do Pingo. Decidi contar porque a gente pode, de repente, contar essa história pras crianças e elas poderão levar o pingo aí Para casa. É bacana combinar com as famílias, não é verdade? Se você
tiver essa oportunidade de até apresentar essa história na reunião de pais aí para explicar que as crianças estarão levando e elas poderão no dia seguinte contar como que foi esse momento de levar o pingo, de cuidar do pingo. Pode ser uma imagem, pode ser um bichinho de pelúcia, o que que você tem aí. E se você quiser esse nosso material, esse é o material exclusivo que tá indo pro clube da Educação infantil. Nós fizemos com maior carinho. Então, tem o pingo, tem as todas, né, as coisinhas que dá para colocar aqui dentro da mochilinha, tem
a mochilinha, tá tudo você, eu coloquei aqui, eu plastifiquei, mas dá também para passar aquele durex largo, né? Dá para passar o durex e aí ele fica mais resistente porque as crianças podem levar, as crianças podem fazer as atividades junto com o pingo. Ai, é muito gostoso, né? Quando a gente Compartilha cuidados, criança e animais de estimação, tanto é tão bom. E aqui dá pra gente abordar várias coisas. Pingo fez a sua mochila, né? Preparou a sua bagagem. E você, o que você levaria na sua mochila? O que você está trazendo com a gente aqui
nesse nosso minicurso, nessa jornada, na sua bagagem? Então, já me conta aqui quanto quantos anos você tem de educação, quantos anos atuando na educação infantil, se você tá começando agora, qual a sua bagagem, nos conte, Né? Eu gosto muito de saber hoje, agora eu não vou conseguir acompanhar o chat, mas o que que eu faço? Eu vou ler na íntegra amanhã cedo. Quero muito. Amo os comentários de vocês. Sou eu que respondo pessoalmente, viu, minha gente, minhas amadas, meus amados. Então vocês podem ir colocando aqui até suas dúvidas, o que que você achou, né, o
que você tá achando do nosso conteúdo, porque eu leio tudo e amanhã eu inicio a aula respondendo o chat, tá bom? Então, Fique à vontade. Conosco não há enrosco. Estamos entre amigas e amigos da educação infantil por uma educação melhor, mais fortalecida, mais sustentável, mais equilibrada, mais saudável, não é verdade? Então, muito obrigada pela sua presença mais uma vez. E eu já quero colocar na tela as atrações desse nosso minicurso. Você estará nessa jornada linda junto comigo. Eu sou a Samanta. Muito prazer. Quem tá chegando agora, se você já me Conhece também, coloque no chat.
Se você já me conhece, de onde você me conhece. Amo saber disso. Se é das redes, se você já trabalhou comigo, se é aqui da minha cidade, né? É importante isso, eu saber de onde que você me conhece. As atrações do nosso minicurso. Nessa primeira aula, eu quero trazer alguns erros, mas também os acertos, tá bom? Como que a gente, quais os três principais erros que atrapalham a adaptação e o acolhimento logo no início do volta às aulas? Quais São esses erros? Será, minha gente? Ai, eu acho que você vai se surpreender com eles. Vamos
ver. Na segunda aula, vamos falar sobre a organização dos espaços. Como que eu organizo, o que que eu coloco, se eu uso cartaz, quais os elementos, quais os materiais, quais os materiais mais potentes, de onde eu tiro tudo isso. Vamos falar a respeito amanhã. Na última aula, ah, eu vou passar atividades de adaptação que funcionam de verdade. Um guia prático Para você tornar as suas aulas encantadoras e potentes, combinado? Essas três aulas dessa jornada linda, você no final vai receber um certificado de participação. Nós fizemos tudo com muito carinho e muito capricho para você. Então
vai ter certificado. Na última aula eu vou falar inclusive a data que estaremos liberando esse certificado lá no grupo de WhatsApp, OK? Então em cada aula eu vou passar códigos. Então durante a aula eu vou Passando códigos e vocês vão anotar no caderno de vocês. Por quê? Quando vocês clicarem no link para baixar o certificado, vai pedir a senha e a senha serão os códigos das aulas. Então, não pule a aula, participe junto comigo, tire todas as suas distrações, deixa esse tempinho reservado para você. Vi que tem uma amada aqui, eu acho que é a
Mônica, não me lembro direito, ela perguntou: "Gente, que alguém sabe quanto tempo de aula o nosso Certificado? Ele tem uma carga horária, né, de 20, 30 horas, uma coisa assim. >> Vou confirmar, >> a gente vai confirmar aqui a carga horária do nosso certificado. Então, as aulas elas acontecem de 1 hora, 1 hora30, OK? 20 horas, 20 horas o nosso certificado de participação. Então, para ter acesso a esse certificado, você precisa assistir a aula na íntegra, entre 1 hora, 1 hora meia e realizar as Tarefinhas. Então, eu coloco as tarefinhas lá no nosso grupo de
WhatsApp. Samanta, eu fiz a inscrição. Olha que beleza, gente. Já estamos com Oi, ai, yes, você está aqui juntinho comigo. Muito bom, né? Eu fico muito feliz. E o like, estão deixando o like? O like é importante porque o YouTube entende que é um conteúdo relevante e encaminha para mais pessoas e mais professores de repente estejam precisando dessas ideias, dessas Sugestões. Então isso é importante, essa sua participação. Minicurso certificado. Anota os códigos no seu caderno, porque a gente não passa código para ninguém. Tem a carga horária, eu preciso que você compra as tarefas. Então, quando
eu coloco lá para você dar conferir um vídeo, um whels, porque tudo isso vai complementar tanto a carga horária quanto o conhecimento, não é? A gente vai Compartilhando ideias, sugestões, porque não é fácil. O nosso trabalho de educação infantil é um desafio enorme, não é verdade? Mas estamos aqui juntas, firmes e fortes para vencer esses desafios, superar esses obstáculos e alcançar o nosso objetivo. Então, três encontros especiais e eu preciso que você participe sempre no ao vivo, que no ao vivo é toda essa emoção, né, minha gente, toda essa emoção. Quem sou eu? Quem sou
eu que estou aqui? E que de Repente tem algumas amadas que estão me conhecendo agora. Tem muitas amadas que já me conhecem. há um bom tempo aí nessa jornada. Então, eu sou a Samanta, estarei juntinho com vocês. Sou mestra em educação pela PUC Campinas na linha formação de professores. Sou pedagoga, psicopedagoga, fiz o magistério, também atuo na empresa Falco Educação e Tecnologia e atuei atuo há 28 anos na área da educação, em especial nas escolas públicas. Então, eu já trabalhei Como monitora estagiária, já trabalhei como professora em sala de aula no chão da escola, já
trabalhei como diretora de creche e trabalhei também na supervisão de ensino, tudo por concurso público. aqui na minha cidade foi concurso. Então, prestei os concursos, atuei em especial na escola pública e passei muito pelo período de adaptação e acolhimento das crianças enquanto monitora, enquanto professora, diretora e supervisora no apoio das escolas. Então, eu ia pra escola mesmo quando supervisora, porque, gente, início de ano a escola precisa de braço para carregar, braço para colher, não é verdade? é choro, ansiedade dos professores, dos funcionários, das famílias, das crianças. Tudo é muito novo. Por mais que eu vi
muitos comentários das amadas aqui colocando assim: "Sá, eh, eh, as crianças, eu já conheço as crianças, mas eu tô ansiosa", claro, a gente fica preocupado, nós Queremos fazer um bom trabalho, a gente quer deixar marcas positivas. E por que que eu decidi fazer esse minicurso volta às aulas desse período? Eu não quero atrapalhar as férias de vocês de jeito nenhum. Na verdade, eu quero estar no apoio. Por eu até anotei aqui, quem se planeja de forma antecipada evita a sobrecarga. Quem se planeja de forma antecipada evita sobrecarga. e eu tô aqui para ampliar as suas
possibilidades. Então eu decidi fazer porque a eu passei por várias situações e uma que me deixou uma marca muito profunda foi que eu tava na supervisão de ensino e eu fui para uma escola ajudar nesse período e quando eu cheguei a a diretora ainda não tinha chego, estavam as auxiliares recolhendo as crianças, né? Então elas recolhiam as crianças e levavam até uma sala grande, mas as crianças estavam ali assim, elas iam colocando as crianças ali, uma olhando para ver se as crianças não Machucavam, iam colocando as crianças ali, iam até a família pegava e as
crianças naquele choro e aquela sala virou só choro. E eu ali, né, naquela angústia, eu perguntei para uma das auxiliares: "E vocês organizaram os cantinhos? Tem algum espaço onde a gente possa dividir as crianças?" delas falaram assim: "Não, nós não organizamos os cantinhos. A gente não organizou o cantinho. Cantinho não, não, Mas a gente fez um painel de boas-vindas". E eu fiquei tão frustrada porque assim, eu já tinha, faz tempo que eu faço esse trabalho aqui nas redes e eu achei que elas tinham acompanhado, mas elas não tinham acompanhado. E eu sei que vocês convidaram
suas amigas, seus amigos para participarem aqui junto com a gente. Eu sei que vocês devem ter ouvido assim: "Eu não, eu vou participar no meu momento de descanso, não é férias. Deus, Deus nos livre". Eu acredito que você tenha ouvido falar disso, né? Infelizmente, muitos pensam assim, mas a gente pode estar descansando, pode estar produzindo, pode estar criando, já pensando, imaginando caminhos mais possíveis, não deixar essa sobrecarga ali pra hora, não é verdade? Muitas, milhares de professoras, professores já fizeram esse minicurso junto com a gente aqui e já conseguiram uma adaptação e um acolhimento mais
tranquilo, mais Saudável, né, mais acolhedor pras crianças e pras famílias. Então, por isso eu decidi trazer aqui para vocês esse conteúdo, né? Trabalhar aqui junto com vocês possibilidades para que a gente faça isso de forma tranquila. Nesse meio, a hora que eu vi isso acontecendo, eu já convidei uma das funcionárias para que a gente pudesse dividir as crianças. Peguei alguns cobertores e fiquei comecei a brincar, gente, até de carrinho assim. Nossa, as Crianças já ficaram curiosas, já começaram a fazer fila e minha coluna já [risadas] aí já comecei brincar com algumas coisas que eu comecei
a a ver ali possibilidades e nos organizar ali naquele momento para que as crianças se acalmassem. Então a gente trabalha muito aqui com a questão do uau, né? O que é que a gente pode tirar ali? Qual a cartinha do bolso que eu posso tirar ali no momento de Choro, de angústia, em que eu mude o foco do choro para curiosidade? Como que eu posso fazer isso, hein? Então, hoje nós estaremos trabalhando muitas possibilidades aqui com você. A infância é o chão que pisamos a vida inteira. Nossa, como é forte isso, né? Liufit, eu trouxe
essa frase porque você é tão importante na vida das crianças, na vida das famílias. A infância é o chão que pisamos a vida inteira. Tudo que acontece, ai, mas os bebês acontece que Os bebês eles nem lembram. Realmente eles não vão lembrar, mas fica aqui, olha, no subconsciente. Então, todas as aprendizagens que virão, nós acabamos fazendo um link do que nós vimos, das experiências que vivenciamos, de como tudo aconteceu. Então, nós não lembramos de quem nos amamentou na nossa mãe, né? como que nos amamentou, como que foi o nosso desfraude, como que foi o nosso
acolhimento ali. A gente não lembra disso tudo, mas algumas Informações ficaram registradas ali e a gente recorre automaticamente, sem perceber, nós recorremos a essas informações. Estamos todos conectados. Quando a gente pensa também, né? Ah, não tem problema, eu fiz isso com aquela criança, com aquele bebê. Ai, não tem problema. Ai, eu vou fazer de qualquer jeito. Não, estamos todos conectados. Eu tenho uma amiga que ela passou por um momento muito difícil de saúde. Eu sempre conto Essa história aqui, me marcou também profundamente. E ela tava ali no momento de angústia, né? Um câncer de mama
grave. E ela tava sentadinha ali naquele banco gelado de hospital e o médico veio até ela quando chegou a vez a hora dela ser atendida. E o médico chegou, ela foi olhando assim no sapato, foi levantando, o médico virou e falou: "Oi, professora. Oi, professora. Oi, professora. Professor, você deixa marcas, Pode ser no médico, no engenheiro, no pedreiro, no construtor que vai fazer a sua casa, na cabeleireira que vai cuidar do seu cabelo ali, não é verdade? Então, nós queremos adultos mais saudáveis, mais equilibrados, não queremos um motorista mais cauteloso, quando de repente a gente
estiver passando por uma mobilidade reduzida. Nós queremos um atendimento mais humanizado. Tão estranho, né? Até a gente estava Comentando sobre isso. Atendimento humanizado. Não deveria ser todo atendimento humanizado. Mas Edgar Mohan fala que o maior, o objetivo da educação é humanizar a humanizar a humanidade, é nos tornar mais humanos, mais sensíveis, mais empáticos. Então eu quis trazer essa frase da Lia Luft, porque é verdade, minha gente, a infância é o chão que pisamos a vida toda. Tá aqui a Lia Luft. Para quem quiser saber mais, coloquei no materialzinho um pouquinho Da trajetória da Maria Luft,
mas esse material, Lia Luft, ai, desculpa, [risadas] esse material vai para vocês. Nós fizemos de presente para vocês. Então, os slides nós estaremos colocando no grupo de WhatsApp. entrou no grupo de WhatsApp, se você fez a sua inscrição e não entrou pro grupo, entre, faz de novo a sua inscrição. Se você tentou fazer a sua inscrição e o e-mail deu errado, às vezes acontece, é porque de repente você Recebeu um e-mail meu e você ali, o sistema entendeu que você não teve interesse, aí ele bloqueia. Não é culpa minha, não é culpa da minha equipe,
não temos como alterar o sistema. É o sistema, é a internet. Pode ver quem aí me segue no Instagram, de repente se você passa o meu conteúdo, ele entende que você não teve interesse, ele deixa de entregar. É, acontece muito isso. Existem pessoas que eu gosto muito, que eu já fiz até Live, por exemplo, Marcos Ross, eu não vejo o conteúdo dele, devo ter passado algum conteúdo, o sistema deixa de entregar, aí eu volto no perfil dele para aí o sistema começa a entregar novamente. Interessante isso, né? Mas acontece. Então, coloca outro e-mail, pega o
e-mail de uma filha, de um filho, do marido, da esposa, pega o e-mail de um amigo, de uma amiga, coloca lá, fala: "Olha, eu me cadastrei aqui no minicurso da Samanta, vou usar o seu e-mail, né? Eu gosto de contar, né? Qual que é o seu e-mail?" [risadas] Pede aí o e-mail de alguém ou faz um novo e tenta novamente. Eu vou pedir pro Fernandinho colocar aí no link, OK? Pra inscrição. Ali a Lufit. Ela afirma, ela não escrevia exclusivamente sobre mulheres, mas sobre tudo que as assombra. O que é que mais te assombra no
volta às aulas? Eu quero que você coloque aqui. Estamos entre amigas, amigos, né? Aqui Tá o melhor público, minha gente. Aqui tá um público selecionado. Você foi selecionada pelo sistema. Estamos entre os melhores. Então, já me coloque aqui o que é que te assombra. né? Na mudança. Aí eu fico assombrada no volto às aulas, em especial com os meus filhos. Como que vai ser, né? O Francisco, ele tá indo pro segundo ano. É a mesma turminha, mas uma professora diferente. Então a gente fica, né? Ai ai Ai ai ai, como que vai ser? Quem que
é a professora? Isso é normal, isso é natural. O medo faz parte. O importante é o que nós vamos fazer com isso que nós estamos sentindo agora. Então eu quero muito que você me coloque, porque durante esses dias eu vou adaptando os materiais para aquilo que mais te assombra, para aquilo que você mais quer saber a respeito desses assuntos. Agora vamos para os erros. Ai ai ai. Apontar erro é fácil, né? Quero ver mostrar Caminhos. E é isso que a gente vai fazer aqui. Nós apontamos aqui. A gente mata a cobra e mostra o pau.
E pode falar isso. [risadas] Nossa, é bem antigo isso, né? Faz tempo que eu não via. Bom, mas aqui a gente fala sobre o erro, mas a gente mostra alguns caminhos potentes também, combinado? Vamos fazer isso. Então, o erro número um, a gente foca no bebê, na criança, na atividade, mas de repente a gente deixa um pouco a Família. E a família é um ponto chave. Qual é a concepção que nós temos de criança? Qual é a concepção que nós temos dos bebês? Qual a nossa concepção? Quem é essa criança? Quem que é? É sujeito
histórico de direitos, que nas atividades cotidianas, né, no dia a dia, interage, brinca, participa, questiona, fantasia. Qual que é a nossa concepção? Eu gosto muito de trazer as diretrizes Curriculares nacionais para educação infantil, falando um pouquinho dessa concepção. E qual que é a nossa concepção de bebês? Nós sabemos mais sobre os bebês por quem? É pela família. Então, às vezes a gente até fica assim, não, mas o problema não são as crianças, o problema são os pais. Realmente eles podem ser o problema, mas também podem ser a solução De muitas coisas. as famílias, a entrega,
né, como eu vi nessa escola, essa entrega forçada quebra daquela daquele vínculo. Aquilo pode marcar uma um bebê, uma criança. Muitos professores na tentativa de ajudar, às vezes sem saber, né, professores, auxiliares, vi que tem muitas auxiliares, agentes, monitoras participando aqui junto com a gente Também. Às vezes a gente quer ajudar, tirar aquele bebê, aquela criança pra pessoa sair logo. Então a gente acaba incentivando que essa criança seja retirada do colo e levada para dentro da sala. Muitas vezes enquanto o pai e a mãe fogem sem dizer tchau. Eu nunca fiz isso aqui com os
meus filhos e nunca incentivei isso com as minhas famílias, sabe? Ai, se esconde ali, mãe. De Repente você vai embora ali sem dizer um tchau. Então, a gente tem que tomar muito cuidado com esse momento. Por que que isso compromete? O cérebro do bebê ou da criança. O cérebro do bebê é a maior máquina de aprender do mundo. O cuidador desaparece sem aviso. O que que é que para ele acontece? Gera um estress tóxico. A criança sente que foi abandonada. Hum. Hum, num lugar perigoso, porque ela não conhece. E o nosso pensamento automaticamente a gente
já suspeita de perigo. Perigo. Já vem um alarme aqui para nós. Pode ver quando acontece alguma coisa, não sei vocês, com a família de vocês, alguém que eu não vi, né? Não chegou ainda. O que que a gente automaticamente pensa? Ai, será que aconteceu alguma coisa? A gente tá sempre preparado num sistema de alerta pro perigo. Isso aumenta os níveis de cortisol e faz com que ela passe o dia em estado de alerta, dificultando qualquer aprendizado ou socialização. Então, tirar do colo causa ali uma quebra de vínculo, uma entrega forçada. sempre coloque pra família, né?
Se possível colocar do colo do colo pro chão. E a gente pode utilizar de algumas estratégias. Eu tenho aqui uma caixinha, uma caixinha do coração corajoso. Olha, uma caixinha do coração corajoso. Quem aí tem um coração corajoso? Quem é corajosa? Já me conte aqui. Eu sou corajosa, minha gente. Quando eu coloco alguma coisa na minha cabeça, eu vou atrás, eu vou em busca. Eu sempre estudei muito, muito, mas eu abri mão de algumas coisas por conta das minhas filhas. Então, por exemplo, o meu mestrado eu demorei um pouquinho para fazer, porque na minha cidade era
muito difícil. Não tem, não Tem na minha cidade. E aí eu fui fazer lá em Campinas, mas eu ia de ônibus, demorava 4 horas, eu parava em seis rodoviárias. Então às vezes tinha rodoviária assim, tinha saidinha, né? Teve uma saidinha e eu parei numa rodoviária tão escura, tão perigosa, que um uma pessoa que tava eh um um presidiário, né, que tinha saído do presídio da saidinha, ele virou pros amigos dele e falou: "Gente, olha só que perigo isso daqui de ladrão". Daí ele Virou e brincou. Ele falou: "Ah, esqueci. O ladrão sou eu." Olha e
eu atrás dele. Aí, então, quem é que eu sou corajosa. Você é corajoso? Você é corajosa? Enfrenta os desafios. E aí, apresente pra criança. Olha, essa daqui é a caixinha do coração corajoso. Cada, né? Eu troco. A gente faz uma troca. Aqui nós temos corações corajosos. Olha o meu coração corajoso para você. O que que é esse coração? É um giz. É um giz de lousa. [risadas] É um riscante. Claro que tem que tomar cuidado com os bebês. Veja se você tem uma forma maior. Eu fiz numa forminha aqui pequenininha, mas pr as crianças pequenas,
bem pequenas, dependendo da idade, é tranquilo. Então esse coração corajoso é o primeiro, é a primeira lembrança que a criança já vai trazer aqui. Olha o meu coração aqui. Olha, é um giz. Então, de repente você pode chamar a atenção pro seu coração, colocar na mão Da criança e pedir para ela já ir guardando na caixinha dela. Essa caixinha vai acompanhar essa criança, esse bebê no seu dia. Aqui pode colocar os pertences pessoais, pode colocar aquilo que é mais significativo de dentro da escola para você, de repente fazer um passeio, uma caçar os tesouros. Eu
coloquei essa sugestão no vídeo do volta às aulas, né? Aqui também eu coloquei nesse kit do coração corajoso, eu coloquei aqui um Recadinho paraas famílias. Tudo que a gente conseguir ir informando as famílias durante esse período é extremamente vantajoso, valioso. Então eu coloquei um recadinho aqui. Assunto: Um lugar de afeto e segurança. Como preparamos a nossa escola para o seu filho? Para sua criança, queridas famílias, sabemos que o início das aulas é um momento de grandes emoções, tanto para as crianças quanto para os pais. Para Tornar essa transição mais suave, estruturamos as nossas salas com
base nos estudos mais recitos sobre a neurociência. [risadas] O choro é natural, mas pode ser minimizado quando o ambiente oferece segurança e estímulos certos. Por isso, criamos quatro cantinhos estratégicos para acolher o sistema emocional dos nossos pequenos. Daí eu coloquei aqui um refúgio do aconchego que eu vou falar Mais amanhã. A estação da curiosidade, o canto do movimento e o atelier de expressões com carinho. Daí eu eu, né, explico rapidamente com uma linguagem simples também. Então, tem aqui essa cartinha pros pais de como que você vai organizar essa semana. E tem aqui também um outro
folhetinho que ficou tão bacana. Vocês viram lá na aula, eu expliquei. Aqui eu já coloco até sobre ajustes de horário do sono. Então aqui eu já vou um pouquinho além, sabe? Para que todos possamos nos organizar e tornar esse momento mais tranquilo e especial. Então esse da caixinha do coração valente, coração corajoso, é o kit do meu momento especial. Estamos vivendo um momento especial, não é verdade? Ai, eu fiz até o painel de fotos, vocês viram? Pega o painel de fotos para mim do meu momento especial. Olha como que ficou o giz aqui. Ficou bem
forte. Olha que bonito. Então, para qu, né? A gente pode Brincar ali junto com as famílias, o bebê, a criança. Eu fiz o painel de fotos, mas sabe do meu momento especial. Mas assim, não é rigidez, rigorosidade, não tem que tirar foto, tira de forma descontraída para marcar esse momento. De repente, até quando o bebê tá ali tranquilo, tá ali tranquilo brincando, né? você vai tirar uma fotinha. Então eu coloquei ali, olha, meu momento especial. Ai, é um momento importante para todos, para todos. É o nosso trabalho que é tão importante pro sustento da nossa
família, pro nosso sustento, pras nossas conquistas. Você conquistou esse lugar que é o sonho de muitas professoras. Muita gente, muita gente sonha em poder ter a sua turminha e você tem, né? Então, essas algumas das sugestões, assim, a dica, a adaptação, ela deve ser gradual. O ideal é que a criança veja até o professor conversando com os pais. Uma conversa sua com a família vai fazer diferença para essa criança. Ela vai criando conexão e segurança. Puxa, eu tô vendo minha professora com a minha mãe, com o meu pai sorrindo. Se torna você para ela um
adulto confiável pela validação dos pais. O estabelecimento de vínculos com as famílias, por meio dos recados, dos informativos, das conversas, das validações, irão auxiliar na confiança e Assim facilitar a adaptação de todos. conversa e informação. Eu vou trazer três aspectos fundamentais sobre a adaptação, em especial dos bebês. A separação mãe e bebê e suas consequências, as mudanças na dinâmica institucional, os principais procedimentos que marcam esse período. Observe que esses três aspectos destacados que tá nesse livro aqui, eu tenho esse livro aqui, deixa eu ver se eu acho bem rapidinho. Eu deveria, deveria ter separado, né?
Amanhã eu mostro aqui. Eu tenho bastante ali que eu uso como referência. Amanhã eu já trago aqui para vocês verem. Estão relacionados com os erros. Esses três aspectos sobre adaptação estão relacionados aos erros. A importância da mãe, da família e algumas dessas estratégias que eu coloquei aqui. As mudanças na dinâmica institucional. É um período diferente, um período diferente. E quais os Procedimentos que a gente vai realizar vão marcar esse período? Então, tudo que eu vou trazendo aqui tá embasado na legislação vigente, em estudos feitos a respeito do desenvolvimento humano, todo o material que eu vou
elaborando, os recursos, nada é feito assim, ai porque eu acho, porque eu acredito, porque não, é claro que eu acredito muito forte em tudo isso. Eu acredito porque a neurociência mostra esse caminho, porque os estudos sobre o Desenvolvimento humano mostram esses caminhos. Então eu quis trazer aqui esse trecho desse livro para justificar porque que eu coloquei esses três erros. Então esses são os três aspectos. O segundo erro que tá dentro daquele aspecto é priorizar a rotina rígida no lugar do acolhimento. Então quando eu priorizo a rotina, não, agora é hora de tal coisa, tal coisa,
tal coisa. Por isso que eu queria muito que as famílias participassem desse Minicurso, que todos da escola participassem desse minicurso, porque quando eu era professora, até o parque virava briga entre nós ali, porque todo mundo queria pro parque. Puxa, como é bom levar as crianças pro parque, como é bom escorregar, como é bom balançar. Até eu fiz o vídeo, vocês viram o Wils eu fazendo e lá no [risadas] Eu gosto da bagunça. Eu fiz o lá, daí uma professora contribuiu, ela falou: "Ah, eu levo pro parque, as crianças balançam, escorregam". É claro, o movimento muda
o foco do choro, mas infelizmente tem escolas que elas não conseguem essa organização. São 200 crianças, um parque. Como que vai ficar 200 crianças dentro daquele parque? Se alguém se machuca, olha o risco, porque tem criança que tá indo pela primeira vez. O ano passado retrasado, um menino caiu do escorregador lá de cima e foi Traumatismo craniano. Essa criança chegou falecer. Então assim, tem que tomar muito cuidado. Estão indo pela primeira vez, alguns estão empolgadíssimos, nunca foram. Quero aproveitar assim até o limite. Outros estão com medo, outros vão chorar, outros vão rir, outros vão falar.
Não é assim? Quem aqui já passou por isso sabe bem do que eu tô falando. Então, toma cuidado com essa rotina, com essa rigidez. O importante é a adaptação. O importante é a conversa, o diálogo e os acordos feitos com as famílias para que tudo dê certo, para que as marcas sejam positivas. Aqui eu coloquei tentar implementar horários rígidos de lanche, sono, atividades logo na primeira semana, tratando o grupo como se fosse uma massa homogênea. Eles vão entrar na rotina, mas não vai ser de cara no primeiro dia. Nossa, quantas vezes aconteceu? Primeira Vez do
bebê, daqui a pouco o bersário todo escuro, todo mundo dormindo. E ele nunca dormiu aquele horário. Ele nunca dormiu 10 horas da manhã, 11 horas da manhã. Ele tinha outra rotina em casa. Então essa rotina ela vai precisa ser leve e adaptada. O erro focar na organização burocrática da sala antes de estabelecer esse vínculo afetivo, né? A gente fica ali na organização da Sala. Por isso é importante conversar com toda a equipe. Vai ter uma sujeirinha aqui, uma sujeira ali, vai ter um uma baguncinha aqui, vai ter uma baguncinha ali. Não é verdade? As coisas
não vão acontecer. É, são crianças, são bebês, não tem robô. Por que compromete? Bebês e crianças têm ritmos biológicos diferentes. Forçar um bebê a dormir no horário da escola quando ele ainda está em sofrimento pela Separação gera um trauma sensorial. A criança passa a associar a escola a um lugar de privação e desconforto físico. Eu já vi muitos bebês que acabam dormindo, fazendo, [risadas] não é? Então, muito cuidado nessa hora. O que é que a gente precisa fazer ali? A dica. Na primeira semana, a rotina é o acolhimento. O planejamento deve ser flexível o suficiente
para que o professor possa dar colo, se possível Individualizado a quem precisa, mesmo que isso atrai um pouquinho a atividade coletiva. Às vezes tem aquela criança, né, são quantos? E a gente acalma um, o outro começa a chorar, acalma o outro, o outro começa a chorar. Puxa conversar com a equipe. Quanto mais colo puderem dar, é melhor. E observa muito as famílias, né? A escola ali ela vira uma extensão. Por isso a gente fala do objeto de Apego. Nós vamos falar sobre tudo isso. Quando um bebê ou uma criança pequena balbucia, gesticula ou chora e
um adulto responde adequadamente com contato visual, palavras ou carinho, porque às vezes fica aquele ali, a gente vai tá cansando, a gente vai cansando, não quer nem olhar mais para aquela bebê, aquela criança. O que que foi, Fernandinho? É isso que acontece. [risadas] Em muitos casos é isso, não é assim que Acontece? >> Eu era uma criança muito chorona. >> É, >> eu era, eu era. Fui até. Mas >> eu também era. Acho que é normal. >> Você também era. É, sua mãe falava [risadas] contava que eu era também. >> É. E você foi uma
criança chorona? Já me conte aqui. Vocês foram crianças choronas, bebês? [risadas] Suas mães, seus pais falavam sobre isso para você? >> Já que você me chamou aí. >> Ah, precisa do código, né? Não, mas antes do código, antes do código, >> eu quero pôr uma hashtag. Posso? >> Pode. >> Olha só, primeiro minicurso do ano. Primeiro curso do ano. [risadas] >> Para de mostrar. Hã? Primeiro minicurso do ano. Vamos colocar #stou com a Samanta ladeira. >> Ah, legal. Estou com a Samanta ladeira. Pode pôr ou #stou com a Samanta ou #stou Com açá. Olha, pega
para mim, por favor. Pode colocar aqui. Yes. Yes. Bom, aqui, ó, o no cérebro da criança são construídas e fortalecidas conexões neurais que apoiam o desenvolvimento de habilidades sociais e de comunicação. Então, eu trouxe um pouquinho da Dra. Mariana Webel no livro Cérebro da Criança. [risadas] Amanhã eu mostro, mas tá aqui, ó, esse livro aqui, junto com o do Winicot. Amo, amo de paixão. Esses livros, né, é, os Que eu estou usando no material estão nas referências, OK? Então, nas referências bibliográficas estão os livros que a gente vai mostrando aqui, falando um pouquinho sobre ele.
Então, como é importante o contato visual, as palavras ou o carinho. A criança percebe, o bebê percebe que você está ali atentar ele, que você está ali juntinho com ele. Tem uma amiga, eu contei até essa história, tem uma amiga minha que ela é, né? É, Ela era adolescente quando eu era criança e ela falou que eu caí e aí eu cheguei perto da minha mãe, eu tinha caído e minha mãe não acolheu naquela queda. Eu tive uma infância muito difícil. A minha mãe perdeu minha guarda, eu fui criada com a minha madrasta, mas eu
ficava alguns dias com a minha mãe final de semana e e realmente ela não dava muita atenção ali, ela não. E eu caí, eu não fui acolhida por ela. E minha amiga falou Que o que eu senti, ela falou: "Olha, dava para ver no seu rosto aquilo que você tava sentindo". E é verdade não, gente. E a criança se adapta a isso. Quando o Francisco era pequenininho, ele foi para uma escola e eu observei a entrada de uma bebezinha. Ela tinha 2 anos, uma menina 2 anos, criança bem pequena. Ela tinha dois anos. Ela entrou
assim sofrendo, chorando com a mochilinha. Quando ela chegou na sala, Que ela foi guardar a mochilinha, na primeira semana, ela colocou a mochilinha assim e limpou, enxugou os olhos e ficou sentadinho. Ela mesma, ela mesma. Nossa, não, para mim foi tão, alguns podem falar: "Nossa, que bom, ela aprendeu a se acalmar". Mas que adulto será esse, né? Que o que que ficou para ela? Olha, eu não posso contar com ninguém, eu conto Comigo mesma. Isso vai gerando consequências na vida adulta. Às vezes a gente fala assim: "Nossa, mas eu sou uma adulta tão, né, eu
não tenho problema nenhum." Daí tem um ansiolítico, tem [risadas] algumas coisas, algumas questões, não é? antidepressivo. Puxa, como é bom ser acolhido, não é verdade? Vamos para o primeiro código da aula de hoje, caderno caneta. Anote para mim, por favor. O primeiro código desse nosso encontro é a letra V. V de volta Às aulas. V de vencedora. Não coloque no chat, por favor. Não coloque, porque às vezes as pessoas acabam entrando, vem no chat e sai da aula e não, não sai da aula porque vai ter mais um código. Fica aqui junto comigo. >> V
minúsculo, tá? V de volta de vencedora. Vencedora de vitoriosa. Vitoriosa. Vitorioso. Você é? Tenho certeza disso. Último erro. Último erro do encontro. No primeiro dia não precisa Organizar propostas, atividades, é somente acolher. Esse erro foi uma pessoa que colocou em uma das publias que eu coloquei lá incentivando, né? Ai, venho participar comigo de volta as aulas, [risadas] eu faço a bagunça boa, né? Ou com elefante. E a pessoa colocou assim: "Não, não precisa de atividade, não precisa de nada, não precisa, é só acolher". Gente, tem escola que vai funcionar por 4 horas mesmo na Adaptação.
Tem escola por 2 horas, meia hora que seja essa criança sem nada para ela fazer, porque você não vai conseguir ficar com os 24 no colo. Você não vai conseguir. Eu sentava para fazer a roda no chão. Eu gosto muito do chão. As crianças subiam em cima de mim. Não dá certo. Você fica tanto tempo sem ter nada. Você vai precisar de alguns recursos. Você vai precisar de algumas propostas que trabalha a imaginação, que trabalha A curiosidade. Você vai precisar da hora da história. Você vai precisar. Puxa essa história que eu comecei a aula. Se
você perdeu a história, depois você volte. Eu comecei a história do Pingo, um patinho que se perdeu da família e acabou entrando numa escola e as crianças montaram uma mochilinha para ele. Você pode já criar aqui o calendário, né? Eu tinha até, como que eu coloquei aqui no meu na história? O Calendário do cuidado, o monitor do pingo. Você já pode organizar esse calendário com as crianças fazendo sorteio com os nomes. Já dá para organizar ali, porque a criança leva para casa, puxa que alegria, ela levou o Pingo. No outro dia ela volta, traz todo
mundo, ela conta como foi esse momento com o Pingo. Depois é outra criança que vai com o Pingo. Mas Samanta vai voltar amassado, vai voltar sujo, vai voltar sem coisas Aqui na mochilinha. Não tem problema, gente. É papel. Você pode verificar um espaço para você imprimir, pode recortar de revista, pode recortar imagem, plastificar com o seu durex largo. É, é papel, é papel feito pra criança perder mesmo, para se voltar. Ótimo. Eu trabalhei em comunidades muito carentes, com pais que todo mundo falavam que eram muito difíceis, mas eu consegui fazer um trabalho incrível de conscientização
junto com eles e eu conseguia fazer esse Trabalho de ir e voltar. Você pode colocar num saquinho, numa pasta, né? Esse pode ser, de repente, o primeiro projeto de leitura que você faça com as crianças. Eu tenho a história prontinha aqui, até já contei que a gente vai colocar lá no clube da educação infantil, tem a história prontinha, mas eu não li para vocês, eu contei do meu jeito, né? Às vezes a gente muda alguma coisa, às vezes a gente muda outra e tá tudo bem. O importante é que eu tenho alguma coisa para chamar
atenção. Eu tenho alguma coisa porque aqui a criança vai se sentir responsável pelo pingo. É para ela cuidar. Eu vou trabalhar com a imaginação dela, com o cuidado dela. Quem cuida de animais também cuida muito bem de seres humanos. É sobre cuidado, sobre afeto, sobre acolhimento, né? Então, o erro, ai não precisa de nada não, não. Vamos colocar lá uma música, ai vamos deixar as Crianças ali livres, livres. Ai, coloca algumas coisas lá, alguns brinquedos. Não, a gente coloca, joga alguns brinquedos, de repente brinquedo quebrado, de repente brinquedo, ela não quer. Ela não quer porque
não despertou nela a curiosidade pode ver. Às vezes você dá um brinquedo caríssimo pra criança, ela quer brincar com a caixa. Não é assim? você dá, ela quer brincar com a embalagem. Então, a gente pode aqui Separar propostas que ativem mais a curiosidade, a pesquisa. Mude do choro pro efeito uau. Propostas que envolvam a imaginação, a curiosidade, a construção, o sensorial. O sensorial auxiliam na mudança de foco, sentimento de pertencimento, aumentam a autoestima, possibilitam as interações e fortalecem vínculos. Eu coloquei, né, na primeira semana, no primeiro dia, e tem um vídeo aqui no canal, vi
que muitas de vocês Participaram, colocaram lá nos comentários. Eu amei ver os comentários de vocês. Me ajudou muito na elaboração do material da aula de hoje. E aí vocês viram, coloquei lá a sugestão com massinha. Puxa, Samanta, mas você colocou a massinha?Onde você colocou os materiais que estavam aqui mesmo? Vou usar. Você falou da massinha e você colocou plaquinhas de massinha, né? De repente pode fazer isso, pode algumas imagens na educação infantil, não pode. Como é que funciona? Posso colocar? Não posso colocar quais são as melhores propostas, porque nós queremos iniciar da forma correta. Nós
queremos iniciar já com sucesso, garantindo os direitos das nossas crianças. E nós colocamos ali algumas plaquinhas assim onde eles possam construir em cima, eles possam escolher ai a cozinha da minha casa, a vou fazer o quarto, ai eu vou fazer um jardim, ai, né? O que que eles querem? Como que eles querem fazer? Quais as Propostas que eles querem? como que eles querem trabalhar. Pensando nisso, nessas atividades, nós construímos alguns kits até de propostas. Nós fizemos um que é aqui, o do o ano passado nós já trabalhamos com esse kit e eu atualizei, tá bom?
Eu atualizei muitas das possibilidades. Então a gente fez um um convite pra criança ser um astronauta, entrar numa nave espacial. Gente, a Acrilex, que é uma empresa assim fortíssima, não foi? O ano passado, ela não fez aquele giz de cera de foguetinho. Pega o giz de cera do foguetinho para mim, por favor. Eu tenho giz de cera do foguetinho. É tanta coisa, né, que se a gente aí eu coloquei aqui prontos, né? Prontos para as novas aventuras. um astronauta. Dá até pra gente levar uma caixa, uma caixa de papelão grande, que as crianças possam decorar
o giz de cera Do foguetim, que as crianças possam decorar, construir ali um foguete para que a gente possa fazer uma aventura, entrar nesse foguete e descobrir novos planetas. Que gostoso, né? Olha lá como que nós fizemos aqui. Então aqui pro foguete. Ai tem até o crachá. O crachá é extremamente importante. Qual é o nome? Senão a gente fica, ô menino, ô menina. E não chama pelo nome, pela identidade. Qual é o nome? Dá até Para fazer a brincadeira. Eu tenho um nome e você também tem o seu. Quero saber se o seu nome é
parecido com o meu. O meu é Samanta. Muito prazer. Muito prazer. Muito prazer. Agora sou sua amiga. Que legal te conhecer, fazer a brincadeira com o nome. Samanta. Mas eu não vou usar esse crachá. Coloca com fita crepe. Às vezes você conhece a criança, mas o outro professor, alguém lá da escola, não conhece. E essa criança tá andando ali, já vai. Rodrigo, Vem aqui, né, Rodrigo, vem para cá. Quem que é sua professora? Qual sala você está? Pode ajudar. Chamando sempre pelo nome. Então, aqui nessa viagem nós temos os crachás. Esse crachá você vai escrever
o nome da criança e aqui ela pode você pode colocar a foto dela ou ela pode fazer o desenho dela. Bom, aí fica seu critério. Junto com o o foguete, eu fiz também, eu retomei o recadinho pras famílias. Então, a gente tem tipo uma cartilha pras famílias. A Gente acha tão importante essa comunicação com as famílias, como que a gente pode se organizar junto com eles. Então, tem assim o lembretinho paraas famílias. Eu posso tanto trabalhar na reunião de pais, ai masta, na reunião de pais eu não consegui fazer reunião. Nunca consegui fazer reunião com
os pais. Aqui na minha cidade, na prefeitura não era assim. Não tinha reunião antes da do início das aulas. Eu já entrava nas Aulas com as crianças, com as famílias, conhecendo todo mundo ali no dia. Então, no dia eu posso estar entregando um recadinho. Atenção, mamãe, esse é um recadinho especial para você. Estamos prontos para novas aventuras. [risadas] Já brinca com essa mãe, ela já sente ali a ludicidade, né? E aqui nós temos o plano de aula completinho e editável para que você veja quais as possibilidades que eu coloquei. Eu Coloco os objetivos da base
da BNCC, os campos de experiências, eu coloco os procedimentos, como que você pode estar fazendo ali. Eu coloquei a poesia do elefantinho aqui, mas você pode colocar a do patinho. Coloquei até a avaliação, tá? Então aqui tá tudo um kit completinho do astronauta. Tem o painel de fotos que você pode fazer essa brincadeira e tudo aqui para você fazer com as crianças. Samanta, eu não gostei da ideia do astronauta. Nós fizemos Também o dos caçadores de tesouros. A mesma coisa eu reformulei os caçadores porque além de caçadores também podem ser superheróis, não podem? Claro que
podem. São os super amigos. Então, são os caçadores e os super amigos. Tá aqui o recadinho pras famílias que eu reformulei. Tem o modelo de crachá também que você vai escrever o nome da criança ali com uma caneta, né, grossa ali, porque às vezes você coloca, mas surge um aluno novo. Então, eu achei Mais fácil. E aí ou a foto ou o desenho, a criança mesmo pode estar fazendo e tem o plano de aula, o planejamento completinho, editável. Para quem tanto, Samanta? Eu tenho pros bebês, paraas crianças bem pequenas e crianças pequenas. O dos bebês
eu sempre tomo muito cuidado. E essa é a caixinha onde eles podem estar guardando os tesouros que eles encontrarem pela escola. Às vezes encontrou uma flor, uma folha, uma pedra, uma semente ou você separou Ali na escola alguns alguns presentinhos para as crianças que vão fazer a diferença nesse primeiro dia. Uma lembrancinha. algo que traga ali, né, que possibilite a criatividade, como nós fizemos o o riscante de giz de lousa. Então, tem o kit do astronauta, do caçador de tesouros, tem o kit também do Safari, tem o kit do Safari, amanhã eu mostro do Safari
para vocês darem uma olhadinha, mas pode isso. Eu posso trabalhar com Tema, eu posso trabalhar com imagens, né, Samanta? Você fez algumas imagens, a gente pode? Olha, olha as imagens aqui. Eu posso? O que que a BNCC diz? Parte do trabalho do educador é refletir, selecionar, organizar, planejar, mediar e monitorar o conjunto das práticas e interações, garantindo a pluralidade de situações que promovam o desenvolvimento pleno das crianças. pluralidade de situações. Isso que a Beniss traz para nós. Porque se eu fecho, gente, ai eu tenho aqui, eu vou mostrar para vocês. Eu tenho aqui caixinhas, eu
até fiz, amanhã eu vou colocar no Wheels o que é que eu tenho na minha caixinha, quais os materiais custo zero. Então, tem uma marcenaria aqui pertinho na rua aqui de casa. E aí eu fui lá e pedi para ela, pedi retalhos de madeira. Então as madeiras elas estão até encapadinhas assim porque é resto, é retalho, Custo zero. Eu lixei e higienizei, né, para que a gente possa trabalhar com as crianças. Então tá aqui, ó, tudo lixadinho e organizado. Tem vários, tem muitos, mas eu não posso só trabalhar com esse tipo de material. Eu não
posso só trabalhar com as flores e folhas. Eu devo trabalhar, mas eu não posso ficar só nesse tipo de situação. Então, por que que a gente traz muitas propostas diferentes aqui para vocês? Sempre com Um recurso, sempre com uma imagem, porque tem criança que precisa da previsibilidade, do conforto. Eu tenho uma pessoa na equipe que trabalha junto com a gente, que já atuou em sala de aula. e que é autista nível um. Então, tudo que é relacionado a imagens, a construção de recursos, é essa pessoa que ela pensa e faz. Porque ela fala sobre isso.
Eu sempre fui uma criança que eu não queria me sujar inteira com a Tinta, não. Eu sabe, ela queria, ela queria, ela ia muito nas imagens. Amanhã eu vou mostrar também as pecs que a gente trabalha com as crianças com autismo, porque ela precisava dessa previsibilidade. A previsibilidade traz conforto, traz segurança. Então a BNCC entendendo isso, já fala pra gente que precisa de uma pluralidade de situações. O que que eu vejo que geralmente acontece muito as crianças que mais precisam e que estão na escola pública, de repente assume uma pedagogia que é só envolvendo panelas,
areia, terra. Será que elas já não t muito disso em casa? Colheres, será que elas já, esse material, será que elas já não têm em casa? O que que elas precisam para atender os direitos de aprendizagem e desenvolvimento? Então, qual é o meu papel aqui com vocês nessa jornada, durante esses três dias? Eu vou mostrar uma pluralidade de situações para vocês, porque a gente trabalha com a abordagem do desenho universal para aprendizagem. Quem não conhece essa abordagem ainda e quiser saber mais, é muito bacana, porque são múltiplos meios de apresentação, de representação e de engajamento.
Vamos pensar assim junto comigo. Você que tá aqui, já tá acabando a aula, a Gente vai fazer um exercício de refletir. Imagine só se eu fosse uma, a gente gosta muito desses MasterChef aqui em casa, eu sou uma MasterChef e agora eu vou fechar um cardápio que eu entendo que tem todas as vitaminas, sais minerais e nutrientes. E vai ser só esse cardápio. Então a gente vai se alimentar de lasanha, de brócolis, não sei o que, arroz, feijão e e vai ser só isso. Eu vou garantir tudo que a gente precisa para sobreviver. Eu vou
respeitar a Região e a localidade? Vou respeitar sua região? Será que tem na sua região esse material, esse alimento? Será que a gente não vai enjoar de comer só isso? Pense comigo, você é chefe de cozinha e você vai fechar apenas uma linha de alimentação. Você não vai ficar na dúvida se eu tô realmente garantindo tudo que o meu organismo precisa. Por isso que aqui não tem fanatismo, aqui tem evidências científicas. Aqui a gente caminha nesse sentido de evidências científicas. Porque se eu falo assim: "Ah, não, na minha sala só vou trabalhar com tons pastéis
de marrom, então coloco tudo marrom, cesta de vime, tudo." E a cultura da minha criança? Nossa, a família dela é tão colorida, gosta de cores vibrantes e a cultura dela eu tô desconsiderando. Olha como é sério isso. Muito sério, né? Porque infelizmente eu vejo muito disso. Quando eu comecei ali no canal que ainda tava forte a história da Régio Emília, aquela cidadezinha no interior da Itália que foi devastada pela guerra, Loris Malaguzi, né? Começou com essa pedagogia envolvendo muito forte a questão da família. E eu fiquei assim, nossa, interessante, né? Fui estudar, pesquisar, me formar.
Até estudei muito sobre até paraa minha pesquisa de mestrado. A PUC ela é muito rigorosa, é bem complicado assim, não Foi fácil, mas deu tudo certo. Até o meu, a minha dissertação agora vai sair um artigo científico publicado graças. E a gente fala muito sobre natureza, educação infantil e sustentabilidade e natureza. E aí, mas calma aí, Itália, será que é a nossa realidade? Será que até o clima é parecido? As crianças italianas se parecem com as crianças no nosso Brasil. E tem tanta coisa tão linda no nosso Brasil pra gente pesquisar, minha gente. Eu trago
até na pesquisa as crianças indígenas. Olha, é uma riqueza tão grande de cultura brasileira, não é? Então, a gente precisa pensar muito bem nessa pluralidade de situações, porque assim a gente trabalha com uma educação antiracista, até na escolha dos livros. Na escolha dos livros. Nunca tive nem curiosidade de visitar, porque é a nossa realidade, são as nossas crianças, a nossa cultura. A nossa cultura é belíssima. Existem contribuições significativas no nosso país e a abordagem Remil está dentro da BNCC, porque as contribuições italianas lá na Itália são os campos de experiências, elas estão presentes. Mas a
BNCC toma esse cuidado, essa delicadeza de dizer para nós que nós precisamos de uma pluralidade de situações, porque de repente eu tô dando para que as crianças que mais precisam De pluralidade de situações estão em meios, em meio a panelas, a colheres, areia, terra. Claro, tudo isso é fundamental e necessário, mas tem outras coisas também que a gente pode ir incluindo e respeitando o gosto. Do que que elas mais gostaram? O que chamam mais atenção, porque elas é que vão mostrando o caminho para nós. Mas se elas não tiverem acesso, como eu vou saber se
elas gostaram disso ou não? Não é? E a gente vai falar mais sobre, Hein? No decorrer desse encontro. Eu quero falar um pouquinho sobre o choro, porque o choro, gente, é uma coisa que é importante, necessária, nem sempre significa tristeza. Até os dois anos. Quando a criança chora, pode ser fome, frio, dor, calor, perigo, ambiente desconhecido, ausência da mãe ou do cuidador que ele está habituado. É uma forma de comunicação. Pode ser até a questão do sono. Então, são várias situações. E como é Que a gente pode transformar esse momento de medo, de choro, de
explosão, raiva, tristeza, ansiedade, possibilitando uma adaptação de acolhimento de acordo com os estudos? algumas estratégias chave que eu quero trazer para você. Nomear o que estão sentindo. Então, como é que as crianças vão nomear o que elas estão sentindo? Esse livro aqui, o cérebro da criança, tá? Ele diz aqui, ó, de fato, uma pesquisa demonstrou que dar um nome ou Rotular o que sentimos literalmente acalma a atividade dos circuitos emocionais no hemisfério direito. Acalma, nomear. Mas Samanta, como é que vai nomear se a criança nem sabe o que ela tá sentindo? Aí nós temos aqui,
a gente tem vários recursos, por isso que a gente traz é uma pluralidade de situações. Esse é novo, novíssimo. Olha o e-book do Volta às aulas, minha gente. Eu fiz o e-book também. Aqui eu vou abordando mais de forma ampliada e Aprofundada com você. Tá muito gostoso de ler, tá grande. Eu preciso de [risadas] E aí aqui a gente propõe os exercícios. Aqui eu trago o dos bebês, o das crianças, é mais aprofundado. Eu trago até aqui a sugestão da família. Olha o cronograma da primeira semana de descobertas. Tá maravilhoso esse ebook. Esse e-book, junto
com todos esses materiais que eu estou mostrando, eles fazem parte do clube da educação Infantil. Até eu queria muito agradecer as alunas do clube que estão participando aqui nesse ao vivo junto com a gente. Muito obrigada. Vocês possibilitam esse nosso trabalho e chegar esse conteúdo gratuito até você. Aqui nós temos um um rol de de jogos e recursos que você pode até colocar no cantinho aí para você brincar com as crianças. Tem Torre dos Sentimentos que nós fizemos de rolinho de papel higiênico e recorte de papelão. As crianças vão montar do jeito que elas quiserem.
Tem jogo da memória. Como é importante trabalhar com jogo da memória, né? Quem achou, quem não achou, eu amo. Sempre trabalhei com o jogo da memória, com Francisco, com as minhas crianças. Sempre tive muitos jogos, porque o jogo ele é imprescindível, trabalha a frustração, trabalha a concentração, o foco. Não dá tempo de ficar chorando. Você tá ali jogando, você quer ganhar, você quer. Não é Verdade? Então tá aqui, ó. Você quer prestar atenção. É normal sentir tristeza. É normal. É normal sentir cansaço, sono, é tudo normal. Olha o jogo do quebra-cabeça. Então aqui a criança
vai entendendo, né? Vai nomeando o que ela está sentindo. E aqui eu fiz um jogo da velha. Esse jogo é novo. Olha o jogo da velha. Mas ficou uma gracinha, gente. Então tá aqui as tampinhas. Tem todos os sentimentos também. Olha quantas tampinhas tem. As crianças Escolhem com qual elas querem jogar e elas vão montando aqui o jogo da memória. Eu quero muito, eu gosto muito de fazer isso, de dar um jogo de presente. Qual o jogo que vocês querem? Aí vou vamos criar um >> uma enquete bem rapidinho aí, >> só que vocês precisam
estar no ao vivo amanhã junto comigo, hein? É um combinado. Então, o jogo da memória, o quebra-cabeça. Qual jogo vocês querem? O da memória, o quebra-cabeça ou o jogo da velha? Já me contem aí qual o jogo que vocês querem. Eu vou dar de presente. Mas atenção, precisa estar ao vivo amanhã juntinho comigo. A gente precisa manter esse mesmo número de mais de 2.000 pessoas. Qual jogo em PDF que receber no grupo? O jogo da memória quebra a cabeça ou o jogo da velha? >> Isso. Isso. >> Enquete no ar. >> Enquete no ar. Então
a gente votem aqui qual vocês querem e aí se vocês estiverem no ao vivo amanhã na quinta-feira eu envio no grupo de presente para vocês. Amanhã eu vou colocar os slides e vou disponibilizar o molde do elefante. Já vou deixar lá também que eu vi que muitas amadas quiseram o molde e não estava não conseguiram baixar na descrição do vídeo. Então a gente coloca Também, combinado? nomear o que estão sentindo. Então, por meio dos jogos, da brincadeira, do lúdico, as crianças vão nomeando. Posso tirar foto das crianças com as expressões? Posso. Nós fizemos até um
dado aqui, cara de quê? Com as nossas expressões, mas montar um jogo com as expressões das crianças ficou mais difícil. Nós ficamos aqui tentando articular porque é muita coisa, por exemplo, no jogo da velha, nossa, são Vários. E aí para você colocar de todas as crianças fica bem complicado. E se deixar uma criança de fora não dá, né gente? Então o do ursinho é muito bacana. A gente tem também o chapéu do ursinho. Amanhã eu mostro melhor o kit do ursinho. Envolver e despertar a curiosidade. Tem até uma o efeito au que eu coloquei para
vocês e o Wills e indiquei para vocês assistirem. Mas sabe aquele o que é que você tem aí dentro da bolsa ou Dentro do seu show do seu do seu bolso? Aqui eu fiz saquinhos sensoriais. Você pode fazer com tinta, você pode fazer com Então, o que que eu coloquei aqui? A tinta e a bolinha em gel. Sabe essa bolinha que vende em casa de jardinagem? Aqui tem uma loja chamada Minimoney. Sabe essas lojas populares? tem essa bolinha aqui para vender. Então, eu coloquei pouca água, coloquei a tinta aqui, eu usei um guache neon e
a bolinha foi crescendo, ela vai inchando dentro Do saquinho, né? Então, ela ficou assim, olha. São dois saquinhos aqui para não ter perigo de estourar. Então aqui eu tenho dois saquinhos, tá bom? Para ficar bem seguro. Então eu tô lá no meu bolso, um bebê começou a chorar. Eu chamo atenção, gente. Para mim isso aqui acalma muito. Até o barulho do saquinho ele é traz conforto. Sabe aquele SMR que falo? Não sei. É até o barulho do saquinho e apertar as bolinhas. Eu tava tão ansiosa antes de Começar a aula aqui com vocês que eu
fiquei aqui, olha. [risadas] E foi uma delícia. Então, de repente você tem algumas eh cartas na manga [risadas] para despertar a curiosidade. Tá chorando. Olha o que eu tenho aqui. Aperte um pouquinho para você ver. Se a criança não se interessou, vem com outra curiosidade, né? Mover para não perder. Ai, brincar de correr, de assoprar bolhas de sabão. Você tá em movimento. [risadas] Ai, eu vou ficar a aula inteira aqui. Mover para não perder. Deixar as emoções das nuvens passarem. Examinar e conectar. Isso é importante. Examine. Tenha muita calma. É, a sua calma vai fazer
toda a diferença, a sua postura vai fazer toda a diferença. E quando você se sentir muito nervosa e sobrecarregada, peça ajuda. Peça ajuda. Eu pedi ajuda até pra diretora, gente. Eu falava: "Vai, você não pode ficar um Pouquinho só com a minha sala? Eu vou no banheiro, eu preciso tomar uma água." Peça ajuda, peça ajuda, né? É importante. Somos todos seres humanos e a gente se cansa. pede ajuda, conexão. Vou falar também a, eu vou fazer o seguinte, tem o material aqui da agenda escolar. Nós fizemos a agenda e a agenda como comunicação entre as
famílias. Ah, eu quero mostrar aqui a agenda para vocês. Então, a gente fez um modelinho de capa de agenda, tendo o astronauta, Tendo os caçadores, tendo na agenda eu coloco, né, o nome, o que que a criança mais gosta de fazer. a gente já vai coletando informações. A agenda é um meio de comunicação fantástico, mas não é só informação, é de comunicação com a família. Família, me conte aqui o que que ele mais gosta de fazer, como que ele se acalma. Então, meu nome, o que mais gosto de fazer? Como me acalmo? Brinquedo favorito, cor
predileta, a cor pra gente pôr aqui. Olha, a cor tão importante, né? brinquedo favorito pra gente criar um cantinho do aconchego. As informações que as famílias forem colocando aqui servirão de base para você se organizar de uma forma mais tranquila. E se a criança tem alergia, eu coloquei também porque olha, já pensou a gente usar um material onde a criança seja alérgica? Por exemplo, eu gosto muito de trabalhar com flores, folhas e minha filha é alérgica a >> lavanda. >> Lavanda. lavanda, incha, incha. O apoio e o estabelecimento de vínculos com as famílias são fundamentais
para o sucesso do período de adaptação. Eu finalizo o material de hoje. Amanhã vou enviar para vocês no grupo de WhatsApp e eu quero terminar com o sorteio de um livro. E não saiam ainda porque eu quero falar o último código. Tem o último código. Esse livro é tão especial. Você vai colocando no sorteador para mim, por favor, quem tá concorrendo? Todos vocês que se inscreveram. Todos os que se inscreveram, nós já buscamos aqui os nomes e colocamos. Estamos colocando no sorteador. O medo pode ser paralisante e nos impedir de vivenciar experiências incríveis e de
nos tornar aquilo que nascemos para ser. Este livro traz a jornada da Pel, uma jovem pipa que não conseguia voar, embora o voo fizesse Parte de sua essência. Embarque com a Pipoapel nesta linda história cheia de desafios e descobertas. Um livro especial pro volta às aulas, super indico, até para trabalhar com as famílias. No clube a gente também tem um trabalho com esse livro aqui, com a escritora Paloma Blanca. Nós fizemos uma live com ela, tem ali a condução de como você pode fazer a dobradura. Ai, tá lindo. Como que você pode trabalhar com as
famílias? Até na Reunião de pais dá para fazer a leitura do livro. É bem bacana. Sorteador na tela. Bora lá. Quem será que vai receber em casa, minha gente? Eu amo sortear livros para vocês. Bora, quem será? 5 4 3 2 1. Tirar a tampa aqui. Lá, ó. BLS Lima. BLS Lima. >> Olha que alegria. E se você não for sorteada, não fique triste. Amanhã tem mais. Quem sabe você, além de participar dessa nossa jornada linda, ainda recebe Um livro em casa. Quero pedir também, vamos fazer um print pro Instagram. O meu Instagram está aí
na tela. O Fernandinho vai colocar para nós o Instagram na tela e eu vou fazer uma pose aqui. [risadas] Chama atenção, né? As pessoas vão querer saber o que será que é isso daqui e vão participar junto com você. Olha lá o print. Coloque nos seus stories que você participou desse nosso evento. Mostra Que você é interessada, que você é pesquisadora, que você luta, vai atrás e aproveita. Eu coloquei a fotinho da aula de hoje. Você vai me contar o que que você achou dessa aula, se ficou faltando alguma coisa, qual o outro erro que
você encontrou. Eu apontei três aqui com base nos estudos, em especial da Cibelle Hortes, Sisele Hortes do livro e da legislação vigente no nosso país, da BNCC. Então eu trouxe um pouquinho disso tudo para você hoje. Amanhã tem muito Mais. Como organizar os ambientes? Coloca alfabeto, tira alfabeto, coloca cartaz, não coloca cartaz, não deixa nenhuma imagem que como que eu organizo organizo o espaço? Segundo Loris Malaguzi, é o terceiro educador. Então participe junto com a gente porque o encontro de amanhã vai tá incrível. Último código, pega a sua caneta, anote aí, por favor. É o
número seis. Seis. Fiquei pensando aqui, 2026, né? O número seis é seis esse ano, gente. Seis. Estaremos juntas. Se você não me segue, me siga aqui. Se inscreva no canal. e acompanha o nosso trabalho. >> Quem ganhou é o jogo da memória. >> O jogo da memória. Yes. Então, amanhã vocês estarão ao vivo aqui junto com a gente. É um é um é um combinado, é um compromisso firmado, não comigo, nem com a minha equipe, mas com você, com o seu crescimento, com seu fortalecimento, ok? Então me conte lá no Insta o que você mais
gostou, o que que ficou Faltando. Sua opinião é de extrema importância para que a gente organize o material adequado, encaixado para você. Muito obrigada pela sua presença aqui. Nossa, amei esse nosso encontro. Estarei te esperando no mesmo horário, nesse mesmo canal. Um forte abraço. Fique bem, fique com Deus. Uma boa noite, bom descanso. Durma bem. E yes, a você, a minha, a nossa gratidão. [música] [música] Ah. [música] >> [música] >> Ah. [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> เ >> [música] [música] [música] [música] [música] >> Ah. [música] >> [música] [música] [música]
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