Fala pessoal, bom tá falando aqui com vocês novamente. E na aula de hoje falar só um pouquinho, né, a respeito de basicamente um conjunto que eu considero mínimo do que você precisa saber para que você possa entrar no mercado, né, entrar no mercado de trabalho como um profissional Linux, tá? algumas habilidades que eu considero importantes para que quando você se depare com ambientes, né, de de diversos aí que Você vai encontrar nas empresas, que você tem aquele conhecimento para desempenhar aquele cargo de forma mais confortável, de forma mais tranquila para você. Se você não me
conhece, sou Wagner Fonseca, especialista Linux. E se você também quer se tornar um especialista Linux, que é um dos profissionais mais requisitados e bem pagos do mercado de TI, se você quer ser alguém que é respeitado pelo que sabe, alguém que realmente entende o que tá Fazendo, cola comigo, chega junto que com certeza você vai chegar lá. Eu vou dar alô pra galera aqui, já lembrei de separar o chat do outro lado, que geralmente eu me esqueço, tal. Então, só para tentar contextualizar, né? Eh, independente de entrevistas, tá? entrevistas às vezes, né, são de um
jeito, são do outro, nem sempre refletem a realidade do trabalho, mas você tá querendo começar, tá, numa empresa, você Começou e você eh eh tem algumas coisas que eu vou dizer para que você, né, se concentre, que você dê ênfase, que você desenvolva mais rápido, que vão te ajudar ali nesse período principalmente, né, de funcionário novo, que vai lidar com muita coisa. Quando você já tem cargos, digamos assim, de mais eh eh de mais tempo, mais qualificação na empresa, você vai acabar desempenhando outras funções. Mas quem tá entrando, Quem tá nos cargos iniciais, então seu
analista e eh eh júnior, eu tô começando agora na empresa como pleno, tal, não vou falar no cargo assim de já de de de senior, não, especialista, não, tá? Então, como é que você, o que que você vai se deparar, né, e como é que você que tipo de habilidade, né, você geralmente deve ter para facilitar o seu trabalho ali. Dá um alô já para vocês aí, pessoal já tá falando. Taran Sim, aqui choveu, do mundo cair, pareceu que ficou de noite no meio da tarde, mas agora pelo menos tá mais tranquilo, menos mal. Então,
quando você tá entrando, né, quando você tá começando num num num ambiente de de tecnologia que use Linux, você não vai ser o cara responsável de, a não ser que a empresa não tenha nenhuma nenhuma pessoa para fazer, então você começou porque não tem ninguém, Você vai ter que se virar com isso. Mas, digamos, um ambiente normal, onde já tem alguém lá ou alguma equipe lá e você tá chegando. Então você não vai lidar diretamente com o os casos mais escabrosos, digamos assim. Mas o que você vai lidar vai eh precisar de um certo grau
de conhecimento bem sólido em algumas áreas que vão te ajudar ali. Vou descontar o instalador de sistema, tá? Só porque você não vai ser contratado para ficar Instalando um monte de Linux nos desktops e nas máquinas, tá? Isso pode acontecer, mas alguém já fez, eu tenho uma imagem pronta. Os servidores já tão no num numa virtualização interna ou numa virtualização em nuvem, né? O que vai ser mais fácil, dependendo do virtualizador que você configurou, seja ele num KVM, seja ele num proxmox, você pode até fazer instalações desassistidas. você já configurou lá para ele já fazer
um um ambiente Semipronto e já te entregar a máquina com o usuário. Então, dessa forma, eu não não me importo com isso, apesar de que eu ensino aqui no canal a instalar, porque você tem que entender o que que você tá fazendo, tá? E até para você instalar na sua máquina em outros ambientes, mas nesses ambientes maiores você já tem alguém ou um padrão já feito. Então, o que que você vai se deparar? Geralmente você vai se deparar para cuidar, tá, de alguns serviços e Servidores, às vezes não os mais críticos da empresa, digamos assim,
mas você vai se deparar para cuidar de alguns serviços e servidores que para você entender melhor, para você facilitar ali o que você vai fazer, alguns conhecimentos vão fazer um diferencial muito grande. Deixa eu pegar aqui. Aqui, ó. Então, então assim, o que que eu preciso saber, Wagner? O que que eu o que e onde eu vou utilizar isso? Aí para começar a história? Para começar a história, você vai lidar com tipos de arquivo. Aí você vai falar: "Não, mas isso é é bom para É, qualquer criança do CA sabe isso, não sei quê". Não
é bem assim não, gafanhoto, porque tem muita gente que ainda não entende bem a questão de tipos de arquivo. Por que isso é importante? É para bater o olho e entender, por exemplo, que determinado tipo de arquivo só deve existir em determinados locais do sistema, como são os arquivos especiais que mapeiam dispositivos serais e dispositivos de bloco. É entender o que é um arquivo de pipe, um arquivo de socket e que eles estão ligados a processos cuja comunicação está acontecendo na máquina, às vezes internamente, às vezes para fora, tá? é Entender um link, bater o
olho, eu sei que o link está funcionando ou não está funcionando, tá? Então, os tipos de arquivo é algo que você tem que estar tão tranquilo de olhar, não é? você nem parar para pensar, você vai olhar e já tem que identificar o que que é, porque isso vai te ajudar, por exemplo, a entender um ambiente onde alguma coisa pode estar fora do lugar devido. Pode ser por um motivo justo em termos, né? Aquele programa específico que roda ali, que não deve ser um programa padrão do Linux, às vezes não é, às vezes é um
programa de terceiros, porque se for do Linux, geralmente ele coloca as coisas no lugar certo. Ele cria aquelas estruturas por um motivo específico da aplicação ou porque a aplicação foi feita de forma genérica e não se integra bem com os Linux em geral, tá? ou porque ela foi criada para que ela Possa usar seus próprios recursos de forma não privilegiada, por exemplo. Então, ela não vai usar arquivos especiais do sistema que tem eh eh pertencimento ao root. Mas esses são casos muito específicos. Eu vou ser sincero, acho que eu só vi uma vez na vida,
muitos anos atrás, uma ou duas vezes, alguns aplicativos que faziam isso, criavam coisas fora de onde se deve criar, como dispositivos, por exemplo, que todo mundo sabe que é no Barra dev. Ó, FHS tem que saber. Então você bateu o olho, você identificou algumas coisas ali que não estão bem como você espera que estivesse. Primeira coisa, então entender os tipos de arquivo é o primeiro passo para você já olhar pro sistema que e entender o que que tá acontecendo ali, quem é quem ali daquela aplicação, tá? Depois, não estou dizendo aqui na ordem de aprendizado,
tá? Eu tô dizendo na ordem Que você vai chegar num sistema, até porque o aprendizado, até como eu costumo ensinar aqui, ele tem uns passos entre esses caras. Mas na hora que você chegar no sistema, eu cheguei ali hoje, eu quero, eu vou ser responsável pela manutenção desse cara, eu tô começando na empresa, o que que eu vou olhar nas máquinas para tentar achar coisas que devem estar ou possíveis problemas que podem estar lá? Usuários e grupos. Eu preciso entender Bem as estruturas de usuários e grupos, inclusive grupos que controlam, que são gerenciados por usuários
comuns, se for o caso da sua empresa. Eh, entender plenamente a questão de quem deve a quem deve pertencer as coisas e como analisar as contas e senhas do sistema para ver se elas estão mais ou menos dentro de um padrão, né? Eu já já até falei aqui em em aulas anteriores a respeito de lugares onde o cara criava contas Secundárias de rout, né? Ele alterava a identificação principal do usuário, a UID, user identification para ser igual a do Rot. E aí contas que ninguém ligava, que ninguém se importava, ele mantinha para acessar ilegalmente aquelas
máquinas. Então entender bem a estrutura de usuários e grupos, tá? Então você vai chegar, você vai olhar como é que estão os usuários do sistema, Como é que estão os grupos do sistema, se os grupos normais estão lá como devem estar, se os usuários normais estão lá como devem estar. Tô falando de usuários e grupos do sistema, tá? São algumas estruturas que o sistema precisa ter, que qualquer Linux que você tiver vai criar uma uma meia dose ali de usuários e grupos padrão, tá? Vou você foi foi muito foi muito mesquinho. Uma dúia pelo menos
de usuários e grupos padrão. Eh, vê se as Contas de usuário respeitam o padrão, né? Então, vou começar a olhar para isso aí. Eu passando por isso aí, é lógico que algo que eu vou ter que ter um conhecimento sério para poder dar atenção permissões e atributos. Se esse cara for um servidor de arquivo, NFS ou samba, SIP, né? Samba não é servidor de arquivo. O comon internet faz antigamente era era o euro Euro era o SMB, agora é o SIPS. NFS ou CPS servidor web, tá? Seja ele qual for. Servidor web, seja ele qual
for, ou até um servidor de de FTP, eu tenho que ter muito muita atenção, tá? para identificar possíveis permissões que vão deixar coisas que não deviam acontecer ali, tá? Então, tem que entender se a hierarquia dos diretórios está correta, Se as permissões especiais que definem, né, e heranças de permissão e e de e de propriedades estão corretas. Se os atributos especiais que alguns sistemas de arquivos, existem atributos que existem todos os sistemas de arquivos, existem atributos que existem um ou outro sistema de arquivo, se elas fazem sentido estarem ali, aquele atributo tá ali ou não.
Então você tem que ter um conhecimento, Tá? eh eh sólido para que quando você olhe para essas estruturas, eu falei assim, não é só isso, mas os caras que você vai mais da atenção, quem for file server, né, seja de qual sistema for, sistema de de compartilhamento de arquivo NFS ou simples, se for servidor web e até de FTP, ainda tem muito FTP funcionando, tá? Só para deixar claro para vocês, nem todo mundo vive de Dropbox, Go Drive, on drive, SharePoint, não. Se as permissões e atributos fazem sentido dentro daqueles contextos, tá? Se não tem
coisas a menos, o que é muito difícil, e você não tem coisas a mais, deixando vulnerável para certas certos usos diretórios que não poderiam ser, entendeu? Então, quando você tá olhando, então você pode ver que tudo tudo que eu tô falando por enquanto, tudo que eu tô falando por enquanto se resume é um conhecimento muito básico de estruturas do sistema, Mas isso já vai fazer com que você olhe para cada máquina, né? você vai estar lá, olhe para cada máquina com uma visão mais específica do que que você quer achar, do que pode ou não
estar bom ou não estar ali. Então, entender essa estrutura de permissões e atributos, entender. Opa, colou ali, colou ali. Eita! Agora sim entender, tá? Os sistemas de arquivos. E basicamente eu vou colocar logo aqui embaixo arranjos. Cara, opa, isso aqui pode causar muita dor de cabeça, tá? A ranger hidev, tá? Até botar aqui isso aqui, tá? Os sistemas de arquivos e arranjos. Por que que você tem que entender bem isso aí? Porque quando eu chegar na máquina, eu vou me deparar com algumas coisas já prontas. E eu vou ter que Entender, por exemplo, um o
cara fez esse arranjo aqui com um sistema de arquivos que não combina com ele se eu quiser modificar. Geralmente crescer é tudo OK, mas às vezes tem gente que quer diminuir e eu já vi casos. E aí dá conflito com o sistema de arquivos que pode dar problema. Um caso comum é LVM BTRFS. Na redução, a expansão é moleza. Na redução pode ocorrer eh eh perda de dados, pode ocorrer, tá? Sei Lá, um caso a cada 500, a cada 1.000, 10.000, Não sei, mas pode ocorrer. Isso é relatado nas próprias FACs do sistema de arquivos.
Então é algo que eles não recomendam. Se for usar, não diminua. Faça por sua conta e risco, se for diminuir. Então você entender as particularidades de cada sistema de arquivo que você pode estar utilizando em servidores Linux, tá? Para entender se o que eu for colocar em cima, né? O Sistema de arquivo é só e é só uma base arrumadinha, os dados são o que importam. O que eu vou colocar em cima se isso combina com aquele cara? Ah, não, vai falou uma vez que é tudo eu só uso legal, amigão. Mas, por exemplo, digamos
que você tem um sistema muito, muito grande em termos de quantidade de arquivos, tá? Os sistemas de arquivos, tá? Tem Limites. Até o Zafil System tem limite, tá? Que é muito grande, que a gente não vai conseguir estourar tão cedo, mas tudo tem. E aí você quer criar lá. E por acaso a aplicação que você usa, ela cria milhares e milhares e milhares e milhões de arquivos por diretório. Por diretório. Digamos que você tá criando um sistema de armazenamento De dados de multa. Dados de multa, tá? Eh, então cada multa emitida, ela vai ficar, por
exemplo, num diretório, Jan de janeiro. Você é de uma cidade média de 100 120.000 habitantes. Tranquilão, irmão. Você é de São Paulo, capital. Quantos milhões de pessoas no mês recebem multas? Aí tô falando de imagem, não tô falando do tipo, não. Pode ser com imagem, pode ser um arquivo binário, Pode ser um ask, não importa. Tô falando quantidade, quantos milhões de multas, né, são emitidas por mês ali. Sistemas de arquivos tem limites. um XFS, por exemplo, que é mais do que consolidado no Linux, foi criado pela, se não me engano, pela antiga SGI e tal,
o JFS, né, que era a a da S também, eh, parceira da SAN, ele, o JFS foi é mais ou menos igual ao XFS, foi criado pela IBM, mas acabou que ficou no caminho, Era tão bom quanto. O XFS sobreviveu, o Riser morreu, uns ficam, uns vão e segue a vida. Então, digamos que você montou, tá, um arranjo grandão ou um disco gigante, não importa, formatou com ST. Pra sua cidade pequena de 100, 200, 500.000 habitantes, 1 milhão de habitantes, deu rodou bonito. Aí você vendeu o seu sistema para São Paulo, fez o mesmo sistema
lá, eles começaram a ter problema para recuperar as multas do Diretório. O aplicativo que foi ler multa tava tendo problema porque lá foram milhões e milhões e milhões de multas no mês. Ou você tenta subdividir por semana, né? E mesmo assim em São Paulo você vai ter milhões e milhões e milhões. Ou você teria que ter escolhido um sistema de arquivos e você vai olhar e o cara escolher o sistema de arquivo errado. Você vai tentar ver com a equipe como mudar isso. Por exemplo, um XFS que suporta Até 16 milhões de arquivos por diretório.
16 milhões de arquivos por diretório. É arquivo para é arquivo para caramba. Então, entender os sistemas de arquivos e arranjos, eu trato como um conhecimento só. Quando eu me especifico em um, eu vou estudar muito o outro também, tá? Eles estão sempre ali relacionados. Uma hora eu vou dar mais atenção a esse Cara, mas o outro vai est embaixo. Uma hora eu vou dar mais atenção a esse cara, mas o outro vai est embaixo. Eles vão estar sempre ligados. Então, a escolha de cada sistema de arquivo tem uma particularidade. Cada sistema de arquivo tem uma
forma de tratar a gravação em disco. Sistemas mais antigos que foram evoluindo melhoraram muito, diferente de sistemas novos que já foram criados pensando em demandas novas. O BTRFS tem Extremas eh eh eh qualidades novas que os outros incorporaram em algum momento, mas não completamente, porque eles dependem de de estruturas que não existiam. Eles têm compatibilidade, depende de estruturas que não existiam 10, 15, 20 anos atrás. O ZFS é uma coisa diferente, né? Tem o Open ZFS, Open ZFS para Linux, que não é o ZFS, tem o BTRFS, que é um sistema de arquivo que evolui,
que melhora cada vez mais, porque a a ideia dele é se tornar Tão estável e compatível com todas as funções que um ZFS faz e tal, que trabalham, por exemplo, esses dois com call, com a vaca, né? Trabalham com a vaquinha, que é o famoso copon, né? que é uma forma de lidar com dados que basicamente eles economizam espaço porque vem dados que tem vem blocos, né, que tem a mesma sequência de zeros e uns. Então, em vez De eu pegar 10, 20 arquivos diferentes, que tem conteúdos zeros e uns, binários iguais, e eu fazer
10 blocos daqueles mesmos zeros e uns iguais, eu faço um bloco e aponto os outros para lá, mais ou menos numa belezinha lógica parecida com um conceito mais geral de deduplicação. Pode ser, pode ser considerado sim. E aí quando eu crio alguma mudança num daqueles outros arquivos que apontava para aquele bloquinho cujos dados ele Usava igualzinho, mas agora ele mudou e os dados que ele usa não vão ser igual a esse bloco, ele cria um novo bloco e aponta aquela alteração, né, novo bloco. E aí ele copia enquanto ele escreve ali, né, o famoso copon.
Basicamente essa lógica. Se for diferente do bloco que eu aponto, eu crio um novo com dado novo e mapeio pro arquivo que eu quero. Então são bichos diferentes se a gente analisar para quem eles foram criados. Sestes FS, Basicamente só existe as testes FS dessa geração. Os outros morreram, né? Aí ZFS, né? BTRFS, o B3 File System ou Better File System, que outros chamas, ou butter file System, né, manteiga em inglês, né, que eles uns gostam de falar, são de uma geração diferente. Então, eu tenho que entender quem e por, quem ele é, o que
ele faz e por que eu usaria ou não usaria naquele determinado ambiente que eu cheguei. Então eu cheguei num Ambiente e olhei, falei: "Puta que pariu, tem um um BTRFS em cima de um LVM e os caras querem que diminua isso porque eles têm eles mudam toda hora o tamanho dos discos. Você tem, digamos, você é maluco lá, é, você vai ter que lidar com isso. Ou, né, em algum momento possível você chegar e conversar com o pessoal, falar: "Olha, melhor que a gente, nesse caso, né, tire o que tá lá, reformate e coloque novamente
no intuito de Com as mudanças que vocês gostam de fazer de redução, redução, redução, a gente minimize os riscos de perda de dados. Mas como é que você vai explicar isso se eu não sei direito o que que esses caras são? Deixa eu dar alô para meus amigos. Eu tô me empolgando aqui, esqueci de dar boa noite. Sou mal educado. Cláudio Miranda, boa noite. Ô RCK neural, boa noite, Wagner. Sou o Miqueias do outro canal. Ô, malucos fica mudando de nome toda semana. Me complica, me complica. O Musas eu conheço o RCK na não. Valeu.
Boa noite aí, Washington de Maria. Boa noite, Caior, Rio Grande do Norte. Show de bola. Eu tô assistindo aqui do Mato Grosso. Show de bola, mas agora estou configurando OpenCloud, o bot que a internet tá falando. O se eu já tenho testado, estudado sobre ele? Não, ainda não. Eu tô muito ainda lidando com algumas coisas de lhama, tá? e e usando Lama 2, né, que é uma que é um que é um um motorzinho de A e usando um um o GPT Forol, que é um programinha pequeno para tentar indexar meus documentos aqui, todo o
material que eu já escrevi para facilitar a minha vida. Então não tô mexendo com isso aí não. William, boa noite. André Gonciarenco, boa noite. Luiz CX, boa noite. Não, Cil, boa noite. Joet Serra, falei, tá sumindo, hein? Marcos Zenela, boa noite. El Brandão, Marreira, boa noite. Maior chuva, raios, não esquece de ligar o Nobreak. Nobreak tá ligado aqui, mas não quer dizer que ele vai aguentar muito tempo, né? Já, acho que já é terceira ou quarta bateria que eu troco desse cara por causa de flutuação de energia. Já, já, já, já deu uma zica com
dois circuitos meus aí desse de de no break. Inclusive, esse é um aparelho diferente. Vamos ver se ele Melhora. MR VIP, boa noite. Carlos Dan. Fernando Xavier, boa noite. Ran Oliveira, boa noite. Mestre, comecei a estudar Linux para valer faz umas duas semanas. Tô usando obsidian para anotar os comandos. Se no saber de qual todos os comandos tem alguma técnica? Não. Lá. Ah lá. Volta aqui. Eu sempre falo aqui, esquece saber de có. Esquece saber de có. Isso não existe. Eu não sei. Um monte. Tem algumas coisas que eu sei porque eu usei tanto. É
o famoso apertar parafuso. Você passa a vida toda apertando parafuso. O mesmo parafuso, né? Você vai saber aqui o de coque tempo, o filme Tempos modernos do Charlie Chaplin. Eu sei que vocês não tm idade para saber, mas vai lá e vê lá e tal, que ele é um funcionário que apertava porcas com a chave, né, com a chave de boca. E ele ficou tão mecânico naquilo que ele apertando tudo com a chave de boca. Você Vai repetir tanto alguma coisa que aquilo vai ficar natural para você. Mas eu sempre recomendo que você olhe pro
estudo da seguinte forma, três, três pilares. Eu vou pegar um comando e quero saber o seguinte, o que que esse cara faz, tá? Para que que ele serve? O que que ele faz? Que que ele serve? Qual a utilidade dele? Como ele faz? O que ele diz que faz? O que ele promete que faz? Como Ele lista? Mas como que ele lista, ele edita, ele mostra, ele altera, ele copia, ele o como é que ele faz aquilo que ele promete que ele faz ou aquela aplicação, aquele serviço, como é que ele faz o que ele
promete? Então, comanda ou serviço, né? O que que ele é, o que que ele funciona, para que que ele serve, como ele faz aquilo que ele promete que faz. E terceiro pilar, que que eu ganho com isso? O resultado dele serve para quê? Qual a Vantagem que me traz? o trabalho dele, o que ele faz, o que ele apresenta, o que ele gera, o que ele compila, o que ele altera, o que eu ganho com isso? Então, se eu olho para um comando, eu aprendi sobre o LS, sobre o CD, sobre o LDAP, sobre o
fil, sobre o EP table, né, sobre o aprendi sobre tudo nessa mesma forma. Eu não lembro os detalhes, as opções certinhas do Squid. Squid - K o Q parce - K o Q reconfigure. Squid men eu não lembro a opção -1 - D - B - L - R - S é maiúsculo - H - S minúsculo. Do LS eu não lembro, mas tem o MAN. Você não vai pegar um computador que você vai e eh eh eh escrever no papel e ele e o comando vai ter que chegar para você estar de frente para
ele, você vai digitar, você pode consultar. Então, nada de saber de có, tá? Porque eu acho que você vai ter um conhecimento estático. Você decorou 100 comandos Linux e as 10 principais opção de cada Uma. Você fez um minemônico lá, aqueles mapas mentais, decorou. Você vai ter um conhecimento estático que não vai te levar pro próximo passo, que é para que que eu sei essa merda e quando e quando eu vou usar isso? Então assim, não se preocupa com essa parte aí de de de saber de cor, não sei que não, tá? Se preocupa em
entender cada coisa que você aprender, em vez de decorar 100 comandos, aprende 10, mas aprende bem dessa forma aqui. Aí depois você vai Sentir tão confortável com eles que você vai aprender mais 10 e mais. E você não vai saber as opções todas, não vai, mas você vai saber consultar, você não vai saber pesquisar, você tem o mando do sistema, que é a melhor fonte de informação sobre as coisas que do sistema. Desculpa, você tem um um um Google para consultar, você tem a porcaria de um de uma IA qualquer dessas milhares que já existem
hoje para consultar. Para que que você vai se Preocupar em saber de có? Se na década de 90, antes da internet, a gente não precisava saber de có, porque tinha o Mã, o info, para que que hoje em dia eu vou saber? Então se preocupa com isso não, tá? Se preocupa em aprender dessa forma que eu tô falando, isso vai te ajudar bastante. Elinal, boa noite amigos mestre, quase não tô conseguindo chegar a tempo, mas pode crer que sempre confira as aulas que permanecem online. Muito obrigado Pelo conhecimento. Fala, meu camarada, um abraço, hein? Se
possível, manda abraço para minha sobrinha, sempre que possível assistir as aulas comigo. Hoje já faz 10 anos. Qual o nome dela aí, rapaz? Bota o nome dela aí. Bota o nome dela aí que eu vou vou mandar um parabéns para ela aqui, pô. E do jeito que tá, se ela continuar me assistindo, daqui a pouco, ela ela ela tira a própria certificação dela. Helena Luía. Helena Luía, olha, seu tio Vai te dar um presententão hoje que ele já falou para mim. Meus parabéns, feliz aniversário para você, tá? Eh, muitas felicidades e aproveita aqui, aprende com
titio Wagner e no futuro você dá uma surra no seu tio de tanto Linux que você vai saber que ele nem que ele nem vai conseguir disputar com você. Rutsec, e aí professor, beleza? Boa noite para geral. Boa noite, Maurício Cotinho. Landro, boa noite. O canal Tech V deixou de existir? Não, Bem da semana passada para cá eu não acessei, mas que eu saiba não, tá? Que eu saiba não. Fala aí, Parati. Fala aí, Léo Parati. Bem, tá no nome, né, Léo? [risadas] Roberto é verdade, meu amigo. Tô aqui tentando renderizar uns vídeos, mas tá.
O importante que tá aí, né, Carlos? Nunca instalar nada como instalar uma config de arc Links para se familiarizar com a Clear. Melhor coisa é o Cle. Depois de um tempo, você mesmo Tendo ferramentas gráficas, você prefere ser mais específico com a linha de comando. É para arrebentar mesmo, para ela ver que o tio é um cara legal, que tá estudando para caramba, para poder dar muitos presentes legais para ela. Só no ar que são mais de 6.000 comandos. Analizo tudo com uso de inteligência artificial. Imagina se eu tiver que aprender 6.000 coisas. A a
mente humana é um HD e HD limitado. A é é HD a disco, Não é SSD, tá? Pelo menos não é a minha. Baixa RPM e com espaço limitado. Eu vou ter que esquecer a infância, esquecer o o segundo grau. Eu gosto das coisas que eu estudei, pô. até esquecer os primeiros anos de faculdade, tem que esquecer para abrir espaço para novas coisas. Então não, né? Vamos, vamos deixar as coisas como devem ser, né? Aprender de uma forma que você entenda o que aquilo é como aquilo é útil para você no seu dia a dia,
não decorando Somente, é muito melhor. Particularmente é o que eu uso e o que tem me facilitado a saber as coisas até hoje. Luci, no meu HD tá mais antigo big food da MHB. Cara, aqueles aqueles de 5 1/4, tamanho 5/4, né? Aqueles HDzão. Bons tempos, bons tempos, caríssimos, caríssimos, mas bons tempos. Voltando aqui, então, entendi, eu sei essa relação. Então, quando eu bater um olho num sistema, eu já vou saber identificar possíveis Problemas ou não, tá? Já vou saber identificar possíveis problemas ou não. Lá vem ele de novo falando de protocolo de rei. Toda
a hora ele fala disso. Você queria o quê? num mundo em que rede é tudo que a empresa precisa. Quando eu falo em protocolos de rede, é para que você entenda, por exemplo, o principal funcionamento das comunicações que devem existir num determinado servidor. Então, por exemplo, é eu chegar num servidor e bater o olho. Aqui não vai ter na máquina que eu tenho. Não vai ter. Ela tá purinha. É um VM que eu tenho aqui. Vamos, vamos pegar alguém grande. Vamos pegar alguém que dá trabalho. Aí sim o negócio fica bonito, né? Então é eu
chegar aqui num cara desse, num comando desse e começar a ler aqui, ó. Só rapidinho aqui. Então, processo UDP, porta tal, banco de dados, velho. Na porta UDP, mas banco de dados. Ah, não, pera aí. está falando localmente, então provavelmente é uma comunicação do admin dele com o próprio serviço para poder gerenciar a carregamento ou não dos bancos. Por quem esse cara aqui cronid ah não, eles é o Dmon local, então se ele funciona para interno ou funciona para fora, tá? Se é um serviço que eu deveria ou não ter para fora, se é um
serviço que eu tenho que mantê-lo aberto ou não para dentro da infraestrutura, tá? Então é entender os tipos de protocolo e o que tá associados a ele. Então quanto mais sobre protocolo, não só de transporte, porque eu tenho que entender se eu preciso que seja TCP ou não, se eu preciso que seja o DP ou não, tá? Também de aplicação, preciso Entender a parte da aplicação dele. Eu preciso entender a gestão de sockets que vão ser relacionados às portas que ele vai ou não vai usar, tá? Então, quando eu chego num local, eu preciso entender,
esse cara tem tudo que tá aberto aqui realmente necessário pro porque ele faz, porque ele não deixa de fazer? Ou será que há alguém aqui rodando, abrindo recursos que não seriam necessários nessa Máquina? Então eu não tô dizendo para você entender as nuances de como o SSH funciona para se comunicar. Eu estou dizendo, tá? Mas não nesse primeiro momento. Você vai ter que aprender como SSH usa para se comunicar, como é que é a lógica da do funcionamento de chaves assimétricas, como é que ele combina, como é que faz o difielman durante aquele processo inicial
ali para para trocar as primeiras partes da da da Comunicação, como é que funciona a troca de chaves assimétricas, como é que ele valida. Isso é ótimo saber, é ótimo mesmo pro S pro pro pro SSH, pro HTTPS, pro SMTPS. É legal saber, mas você tá começando, né isso? Não tô falando que você que tá começando na carreira aí que tá entrando, então digamos que você ainda não teve tempo de adquirir esse conhecimento, mas você tem que entender essas relações de comunicação, quais protocolos são Usados para isso ou para aquilo. O próprio fato de quando
você fizer isso aqui, ó, eh, trace rout, o que que eu tô usando para dar esse trace rout? Ah, vai, geralmente é é MP, tá? Qual? Como assim? Qual? Existe um monte de CMP, amigão. Um monte. Só o ping e o pong, que é o ICMP chamado e request, que é o ping perguntando. E o Pong, que é o SMP chamado E reply. São dois. Pô, professor, não faz aqui, ó, três round não tá, não quer dizer que a partir de um determinado ponto, o roteador não consegue. É o que eu falei, você pesquisa, você
lembra? Não lembro, você pesquisa. O roteador não consegue a partir dali receber uma resposta daquele daquele tipo de protocolo que ele tá utilizando ali, tá? Se você performar um trace hout men t maiúsculo, tá? Você pode chamar ele aqui, ó, algum lugar aqui, né? Que é a opção de usar TCP. Você pode usar o ICM forçando, né, um ICMP específico. Você pode forçar para que ele pesquise isso através de portas, o que pode bypassar certas restrições de router. Então eu tenho que entender os Protocolos de comunicação, os protocolos de transporte, eu tenho que entender os
protocolos de aplicação, porque eu vou estar olhando em algum momento os logs desse cara aqui, ó, do servidor de e-mail. Eu vou estar olhando em algum momento os logs desse cara aqui, ó, do servidor web. E vai ter algumas coisas ali que eu tenho que entender. Olha, ué, por que que o cara tá colocando isso aqui? Por Que que tem um post com X não sei o qu, não sei o qu, não sei o qu, X não sei o qu, não sei o qu, não sei o quê, com get para barra etc/, o cara tá
tentando através do servidor web inserir códigos de exploração chamado shell codes, né, que são interpretados pelo servidor como se comandos fossem tal, ou ele se o servidor tiver mal configurado cai, tá? Mas hoje em dia é é menos eh intenso do que era antigamente Tipo de ataque ou ele tá tentando usar o servidor que não foi configurado isoladamente para pegar dados de fora do diretório das páginas. Não tô falando de docada não. Tá falando do servidor que às vezes tá configurado para ler o sistema de arquivos. Às vezes o cara coloca eh eh programas, a
página de um lado ou programas de que executam de integração com web server e outras coisas, coloca em outro lugar. Aí ele acaba que em vez De linkar esses caras de uma forma, ele abre para ele pro pro web ler o sistema de arquivo para chegar no outro diretório. Só que ele esquece que se ele abriu pro sistema de arquivo, ele abriu para todo o sistema de arquivos. Então, entender rede, tá? Protocolos de rede e aí vai comunicação, protocolos de transporte, protocolos de aplicação, entender como eles funcionam, principalmente a lógica de funcionamento Deles e a
que recursos eles geralmente estão associados, tá? Os meandros, os detalhes intrínsecos do funcionamento deles, eu particularmente acho que vocês têm que saber, mas pode ser mais tarde, pode aprender depois, tá? E aí também depois que eu vi isso, vi protocolos de rede, vi não sei que tal, eu vou começar. É impossível, é impossível administrar um servidor sem saber ler log. Impossível, tá? Impossível administrar um servidor sem saber ler log. Ó, não é não é daqui. Pô, mas como é que você sabe que foi errado não é daqui? Para começar, eu não tenho ninguém. Basicamente eu
e mais um ou dois que acessamos esse cara. Aí eu venho aqui, ó. Ah, não tá instalado aqui nessa máquina. Geralmente eu jogo para mim e faço isso, mas vou instalar ali. Ué, Google Cloud. Hum, essa máquina tá no E só para começar a história. Google Cloud. Então, esse maluco aqui tentou tentou acessar SSH, foi bloqueado por causa da chave, tá? E vindo do Google Cloud. E aí eu pergunto, tem alguém que mexe nesse servidor em Texto, que é um servidor de uma aplicação web que é acessado por todo mundo no planeta, tá? Mas tem
alguém nesse servidor em texto que deveria mexer vindo do Google Cloud? Ninguém. Ninguém. Ó o outro aqui, ó. E vai embora. Tem pouco, tá? Isso aqui é nada. Isso aqui é nada. Tá. Deixa eu ver aqui, ó. pegar aqui todos que tão, pegar todos connection cloud SSH. Então, Ó, É porque alguns não tm préout, mas todos eles têm col code. Vou trocar aqui, vou botar tirar essa frase aqui, porque essas duas linhas são a mesma coisa, então eu não quero. Beleza? Ó, então tá aqui, ó. Então, ó, ó. Nenhum, nenhum desses caras é eu, porque
eu sou esse aqui no momento. Acabei de acessar, pô. Eu sou esse aqui No momento. E foi acad, ó. Acepted. Então, então ler logs tem que tá no sangue. Olhar para alguma coisa num log, olhar para alguma coisa num log. Você não vai conseguir isso no começo? Não, não vou. Mas olhav para alguma coisa, hum, por que que isso aqui tá dando isso? Por que que tá reclamando? Esse tipo de mensagem aqui geralmente, né, é uma mensagem de nível mais urgente. Por que que tá Dando? Vou começar a olhar que que tá acontecendo, o que
que não tá. Então, com o tempo, você vai começar a olhar, vai começar a ler isso aqui e vai começar a achar coisas que destoam. Talvez você use um. Acho que aqui não tem. Não, deixa eu ver aqui se vocês é pra paginação dele. O CCZ ele dá uma dá uma uma cororidazinha de leve nos logs. Ó, ele joga a saídazinha em HTML, ó. Ele dá uma uma uma limpada ali nos loges. CC uma uma desculpa uma uma grifada ali nos loges. É, o problema dele que ele tem que ir até o final. Vou pegar
só as últimas linhas, tá? Eh, ta fã tem menos fã tail - n 100. Eita! Eita! Cadê? Tem que pegar um log menor que exatamente a a graça dele é essa aqui, ó. ele pegar os dados e colorir tudo para facilitar a identificação. Posso até tirar certos recursos, limitar certos recursos, mas como eu ten um arquivo muito grande, que tem muito tempo que não não é tratado, ele vai ver aqui, ó, IP tudo mais, tá tudo aqui, mas em Alguns casos facilit o ideal seria jogar isso para analisar, né, ele colorido assim, grifado num HTML.
Então assim, mas você pode jogar e pegar informações ali. Vou pegar ele puro só para ver. Então assim, ler o log, identificar possíveis coisas que não devem estar ali ou que se estão ali, tem que ser claro para você. Isso aqui não me, eu não sei o que que é, mas isso aqui não me parece natural, não me parece normal. Vou investigar o que esse cara é. Ó, 2780. Esse IP eu tenho, eu não sei exatamente todos os IPs que o Brasil usa, mas eu tenho certeza que isso aqui não é daqui. Então você começa
a olhar, tá, para poder entender não é configuração, pô. Ó, erro na renovação, tá? O primeiro de fevereiro, ó. Erro na renovação. Vou dar uma olhada. Tá acontecendo um problema. O certificado não, não, não carregou por Algum motivo. Acesso ao grafano. Erro do handshake. Ó, plugin. O cliente tá tentando acessar HTTP, um cara que é HTTPS. Vou ver sem, vou ver quem é esse cara. É um IP possível Brasil. O que que ele tá fazendo? Por que você tá errando? Você não sabe que que https que é tudo com certificado aqui? Então, ler os logs,
entender que tipo, é isso que eu falo no causa da aplicação lá, No coisa da aplicação. Eu vou vou vou no erro primeiro. Ah, beleza. Que bom, que bom. Não tem nenhum erro no coisa da aplicação. É entender, tá? O que que esse cara tá fazendo, pô? Por que que esse maluco aqui tá pegando isso aqui? Eu vou olhar. Isso aqui existe no meu servidor? É para existir ou não? É para existir no meu servidor? Isso aqui existe no meu servidor? É para Existir, não é? Para existir. É get é pegar. Ah, post é enviar
no no contexto, né? é enviar, inclusive para preencher formulários ou enviar comandos. É o tal do Shell Code, pode acontecer. Então eu tenho que olhar para esse cara aqui e começar a tentar entender o que que tá acontecendo, tá? Eu tenho que ler os logs e ver. Ele está com saúde, ele está funcionando como deve funcionar. Então, ler logs é assim. Por que que veio depois? Porque se isso, isso, isso, isso, isso não tiverem bons, isso aqui vai ser desperdiçado, porque você não vai saber relacionar com o resto do que devia estar funcionando. Se você
não entende disso aqui, isso aqui vai ser grego arcaico para você, porque você vai ver as coisas, mas não vai entender a relação entre aquela comunicação e um possível erro, uma possível falha. Então você vai ter aí que entender esses esses conhecimentos para que aqui faça sentido. Cléb Socal, boa noite. Boa noite, pessoal. dar uma recapitulada sobre esse assunto. Cheguei agora 10 m da subida do Monte Evereste. Mas é só um passo depois do outro, amigão. Você chega lá para log pipe chargut d les head. É depende do tamanho do log, tá? Eu nem sei
quanto tá o tamanho daquele log. Eu Nem parei para olhar, mas geralmente não vale a pena olhar com cat, não. É lógico. É te ou menos F para acompanhar o mais recente ou joga ele para um outro lugar para analisar. Se você tiver um programa de análise, um C, aí mais fácil. Mas se não tiver, você vai fazer por etapas. Esquentou, cara. Ô, ô, ô, Miqueas, isso não é nada, velho. Eu já deparei máquina com um log, Foi um problema. Deu um problema no serviço, tá? Eu no servidor de meio, deu uma merda que que
começou a a a disparar mensagens internas para contas e começou a encher, encher, encher e disparar, disparar. Cara, tinha 2 GB de log. Eu tive que quebrar em uma porrada de arquivo de 50 m. e começar a catar pedaço por pedaço com grap para começar a achar onde ocorreu o problema até achar conta que iniciou o Problema. uma mensagem que tava zoada, né? Não sei se se ele pegou alguma coisa, essa mensagem começou a se replicar para todo mundo. Só que por algum motivo o o o bloqueio de saída bloqueou acima de X 200 mensagens
por dia daquela conta para fora do domínio, mas para dentro do domínio tava. Pô, foi um inferno, pô. Então eu já peguei log muito grande, mas Ls - log tá, ele em si é pequenininho. Aquilo nem é grande 3 me nem é grande coisa, tá? É nós live Everest do Lenx. Isso aí [risadas] fiz o teste aqui. CCZ. Isso. Ele joga para uma saída que depois a gente pode paginar. Pode ser também. Isso aí. Boa. Jorbert. Felipe Santos, você usou o cat para ver log? Se for um arquivo muito Não, nunca use o cat para
ler log. A não ser que você saiba o tamanho dele, ele seja relativamente pequeno. Eu só peguei aqui para mostrar as coisas subindo ali, tá? Para combinar com com outros comandos, tá? Mas não, não usa, não. Vai travar o servidor. Vai travar o próprio VI. Não abra com VI se o log for grande. É que ainda bem que eu não tenho aqui. O maior que eu tenho é 16 MB. Então olha só, vi no sislog, que é o log da semana passada já no rotacionamento. Aí ó, rapidinho. Foi instantâneo. Faz isso com 200 MB, faz
isso com 500. faz isso. Você não olhou o tamanho, o log é 1 gig, então não não use não use catovi para ver log sem antes saber o log para em princípio, se você puder, filtre com grap ou vamos ver o que tá acontecendo agora. Tá, eu vou ver o que tá acontecendo agora. ou Tá? Agora é isso que eu vou fazer. Ó que bonito, ó. O Palo Auto Networks, né? Mandando um scanzinho aqui, um scan de atividade no meu servidor, vindo daqui, ó. Pan Palo Auto Networks mesmo, a rede própria Palo Auto Networks lá,
ó, que fica em Santa Clara, na Califórnia. Então, por que a rede daqueles queridos fabricantes do Fire Palo Alto estão me escaneando? Hum, tem que saber. Cross, boa noite. Fala aí, Cross. Beleza. Tô quebrando a cabeça com CD. É, [risadas] até você entender como você vai tratar os momentos de cada ciclo. Ele o é um ciclo, então não tem começo e fim. Mentira, ele tem começo e fim, tá? Só para lembrar isso, só que você repete, ele é igual o dia. O dia tem começo e fim. Você não concorda que você tem 0 hor 1
minuto e você vai até 23:59, Mas no outro dia repete. Nem sempre é igual. Tem os finais de semana, tem os dias de semana, tem o dia da pizza, tem o dia do do do miojo, tem o dia do hambúrguer. Então são ciclos, né? Ele vai ter começo e fim. Você tem que entender cada momento dele para saber o que que você vai eh eh como é que você vai tratar essa integração. Lucas, fala aí. Boa noite. Então, tá vendo? Brincadeirinha de Lelog E descubro que por algum motivo, né? Aí tá aqui, ó. Se eu
quiser ler a documentação, por que que eles escaneiam redes? Por que que eles escaneiam redes, blá blá blá, tal? Nós continuamente, continuamente, ah, pera aí, continuamente escaneamos a internet para monitorar nossos clientes, tá? Para ver se eles estão sofrendo algum ataque ou descobrir, né, eh eh ameaças que possam estar emergindo, que possam estar surgindo. Nosso scan está dentro das regras de compliance da CFAa, tá? Você pode marcar os nossos rends como não malicioso em seus sistemas e aí você vai poder, você vai parar de ficar recebendo alertas, ou seja, nós vamos te escanear sempre e
você calha a boca. >> [risadas] >> Não é isso que tá escrito, mas só então Log, ler log, entender log. E aí depois, né, vão vir o conhecimento dos serviços. Mas quando você tá começando essa essa linha de raciocínio aqui, né, que você vai ampliando ela, nem todos quando eu ensino, lógico, tá mais ou menos um pouco parecido com a forma que eu ensino, só que tem muito conhecimento entre um e outro, muito conhecimento entre um e outro que eu não venho Mencionar aqui, tá? Mas isso aqui eu considero como um conhecimento que você tem
que ter muito bem fundamentado na hora de você começar nesse novo emprego aí, nessa nova carreira aí que você tá entrando, nessa vaga inicial aí que você tá pegando, tá? Como um profissional Linux. Isso vai te dar a capacidade de olhar para um ambiente e rapidamente identificar pontos fortes e fracos. Porque a questão não é quanto, não é se você vai entender ou não de um jeito ou você foi contratado para isso, não foi? De um jeito ou de outro você vai ter que entender. A questão é fazer isso no menor tempo possível, que te
libere tempo para fazer o quê? Pensar, planejar e executar as possíveis correções que você talvez tenha que fazer. talvez você tem que fazer ali. Então, como é que você vai eh eh Agilizar o seu trabalho, facilitar a sua vida? Se você não tem essa linha de de de skills, né, bem fundamentadas para que você identifique nessa lógica que eu porque eu não tô começando, não, cheguei no servidor, tem que olhar logo o log. É legal se você tiver numa crise. Se não tiver, você vai vendo dos problemas menores aos problemas maiores. Com isso, você vai
conseguir, pô, fazer até prioridade. O que que eu tenho que Matar logo? O que que eu posso segurar a onda? Porque se eu der prioridade logo aos logs, talvez eu esqueço pequenos problemas de permissão de atributo, sistema de arquivo de arranjo, de tipo de arquivo que tá fora, de usuário que não devia est ali ou com direitos que não deviam ter. Cross, mestre, atualmente tô utilizando Rx Log. Tem alguma outra prática de verificar log diário nesse caso? Não. Assim, a não ser assim, quando você Está começando, eu a não ser a não ser você tenha
400 máquinas para olhar, aí não vai rolar, tá? Mas você entrou numa empresa agora, digamos que tem 10, digo, tem uns 10, 20 servidores. Eu recomendo você fazer isso aí olhando ali. Se você não tem um CEN, né, um sistema de de de identificação de gerenciamento, você pode usar programas como logw, tá? Cadê aqui? Você pode usar programas como logw. Tem outras, tá? Não uso não. Só t Ele é bem simpleszinho de fazer. Ele lêu os logs diariamente ou em mais do que uma vez por dia, depende do quanto você configurar isso, e te manda
um resumo. Ele tem uma inteligênciazinha que te dá um resumo dali, inclusive dos problemas. já diminui o seu trabalho de ter que tá olhando ali direto. Lucas Sant professor já utilizou, teve contato com Greylog? Já, já utilizei Greylog um tempo atrás, sim. Como hoje eu utilizo muito ASO, eu tenho menos mexido com essas ferramentas individuais de análise, tá? Mas é uma excelente ferramenta. O log Watch. Eu falo que ele é bem simpleszinho e rápido de fazer, de mexer, tá? Mas tem o Greylog também. Márcia, não conhecia. você logo esse treinamento. Precisa mesmo. Mas eh se
você tem muita coisa para olhar, você Vai vai eh eh eh utilizar de ferramentas, tá? Mas assim, para você chegou num ambiente que é relativamente pequeno, 40, 20 máquinas é pequeno. 20 máquinas é pequeno, 40 para cima já começa a achar uns ambiente. Eu te recomendo a se familiarizar com os com as máquinas, tá? Vai você e olha os logs também, porque quando você olhar os logs, você vai olhar também outras coisas. Você não vai olhar só o conteúdo dos logs, você Vai dar uma olhada para ver como é que tá o rotacionamento desses caras.
Tem um bom rotacionamento? Não tem. Tenho logs muito grandes aqui? Não tenho. Tenho arquivos que são extremamente pesados ou não tenho? Aí cheguei aqui. Isso aqui são são os logs do se estender, tá? novembro, janeiro, novembro, dezembro, janeiro. É, ele tem uma rotaçãozinha, mas é muita coisa. Digamos que não, eu já salvei o que tinha que Salvar, não me interessa. Ou eu mudo nas configurações dele, geralmente eu boto 500 meg a 1 GB na configuração dele, mas digamos que agora eu quero limpar, tá? Tá com 1 gig e meio. Digamos que agora eu quero limpar.
Ele vai 200 MB, velho. Então eu vou olhar esses caras para ver se tá certinho. Não tá. O que sobrou foram esses arquivos aqui. Então eu vou olhar também para eu me Familiarizar com as máquinas. se tem algum ajuste que eu poderia fazer melhor, se tem alguma coisa que eu poderia salvar em outro local para liberar espaço aqui. Falei, a não ser que seja muito, muito grande, pô, são 100 máquinas, mas que são 400 máquinas. Aí você vai ter que contar com ferramentas mesmo e ter sorte de nenhuma configuração de alguma máquina der errado, porque
alguém anterior a você Não olhou para esses detalhes antes de fazer. Como esse programa consegue identificar os dados usando o IP? Eh, Felipe, que programa? Logw. Não, não, não, não, não entendi qual o programa. Se log. Fala aí, fala aí, fala aí. Cross, sempre que monta um AVM me preocupo muito com particionamento, que Se for mal feito vai dar problema. Eu eu falo isso 1500 vezes aqui. Eu eu perdi a conta de quantas aulas eu falo sobre particionamento de servidores, é uma coisa e desktop é outras. Eu sempre explico importância dos diretórios. Então, por quê?
Porque eu quero que vocês comecem tudo de uma forma que mais à frente vocês não vão ter dor de cabeça, porque eu tive dor de cabeça muito. Então, se eu puder evitar que vocês tenham dor de cabeça que eu Tive, melhor ainda. Acho que era um servidor web. Hum. Cross, agora que aprendi a parcionar usando LVM só, cara. Muito bom, muito bom. LVM bem usado, bem usado. Resolve n problemas e permite crescimento, né? O que é legal também. Momento de necessidade mais HD aumenta. Limpando backup de dois em dois dias necessidade. Caraca. [risadas] É, então
viu o planejamento, planejou, mais fácil depois. Não planejou é ter Que olhar a máquina todo dia, fazer script para limpar coisas o tempo todo. Deixa eu ver aqui, cara. Ah, o juiz, Felipe, é isso? É o ruiz que você tá falando. Se for o ruí, se for o ruiz, tá? Ele lê a base de dados de IP, tá? Que é público, a não ser que você faça múltiplas consultas. Se eu começar a fazer consulta aqui de uma porrada de IP, Os o o registro BR no Brasil, o ICAN, o Goldy, os caras que t o
registro de quem é dono do IP, o ruiz é feito para site, tá? Principalmente ruiz www muito W. Tá, basicamente ele fez quem é esse site, quem é o dono desse site? El Google você sabe que é do Google, tá? Eh, mas ele também lê isso aqui, ó. Ó, o Ruiz do Registro BR aceita que você faça a pesquisa por domínio, registros, contatos, tickets, provider, IP e ASNs, Tá? Se eu fizer consultas sucessivas, eu posso ser travado ali, tá bom? Ele pode me bloquear e dizer que eu fiquei no tempo, porque eu tô bombardeando o
cara, né? Um ataque, não é um ataque quando você tem alguém pedindo muitas coisas consecutivamente num curto período de tempo. Mas eu posso fazer isso com outros locais também, tá? E quando ele e ele sabe cada registro pelo tipo do IP, então quando ele Consulta o ruí, ele vai lá no banco de dados e consegue descobrir um IP também. Cadê? Consegue descobrir um IP também. Então eu eu posso não saber quem tá usando esse IP agora, tá? Pode ser que esse cara seja, no caso com barra24, não é? Tá, mas ele podia ser um provedor
de internet e um subbloco dele, 1/27, por exemplo, 1/28, podia est com um cliente, mas eu vou saber pelo menos quem é o detentor principal daquele bloco de IP. E aí Nisso eu descubro qual é o país, qual é a cidade, qual é o estado, qual é a cidade. Deixa eu pegar aqui no CS log. Deixa eu pegar aqui no Silog que tinha IP aqui, ó. Ó, vou pegar esse cara aqui, ó. Olha o IP começa com cinco. Country, Netherlands, né? Não é isso, NL? Eu acho que é NL. É, é, é, é, é Netherlands
aqui, ó. Isso, Ó. Bflex recebeu database, NL, tal, admin, status, assigned. Quem é o contato desse cara? Linkam. Bá, nível 23. O contato, a pessoa que está como contato desse faixa de IP aqui, ó, ela tá em Hong Kong. O IP não é de Hong Kong, tá? O IP é de NL, que se eu não me engano, é a sigla para pr pra Netherlands, mas o contato é de Hong Kong. Então, se for isso, é o que ele o que ele tá o que Ele disse, foi isso que você tava perguntando, o juiz ele consegue
porque ele sabe quem é o responsável de cada tipo de de domínio de registro, ele consulta nos bancos de dados, tá? E te traz a resposta pública daquilo ali. Algumas coisas a pessoa quando registra um site ou um um IP, ela pode pedir para ocultar, podia pedir para ocultar isso, podia pedir para ocultar isso aqui, tá? Mas o contato tem que ter ali, o e-mail de contato tem que ter ali, tá? Então assim, se for o ruí, é, esse é o caso, tá? O abuse PDB também é bom. Fala aí, Bob. Abuse IPDB, tá vendo?
Pode outras ferramentas, mas se for o caso que você perguntou, como é que ele descobre, o ruiz é é assim. São banco de dados públicos, tá? São bancos de dados públicos. E aí é fácil para criar ferramentas para poder ler isso aí que com ela às vezes vai pegar que você Nunca viu, não conhece. Que que você vai fazer? você vai começar a a a descobrir, pô, isso aqui é Holanda, esse aqui é da China, esse aqui é da Taiwan, esse aqui é do do do da Indonésia, esse aqui é de não sei da onde.
Aí você vai para, pô, são países que não tinha que falar com o meu serviço, com o meu servidor. É uma aplicação que só só é para para pessoas do Brasil, por exemplo, ou que só funciona para para ter só tem que funcionar para território nacional. E aí Você vai poder tomar sua decisão do que você vai fazer daí paraa frente. Então, pessoal, voltando aqui, eu considero, né, para quem tá entrando, quem tá começando, quem tá chegando aí e quer e eh eh desempenhar bem, que essas são as habilidades que você já tem que ter
assim muito bem fundamentadas, tá? Como eu falei, existem formas de melhorar todas elas, mas pelo menos no nível que eu falei, se você tiver com elas bem fundamentadas, vai facilitar a sua vida. Vai facilitar ali o seu trabalho, principalmente, principalmente se você um ambiente que está já pronto, porque alguém já fez e aí você vai ter que entender. Então, eu acho que você entende mais fácil cada servidor olhando dentro daquilo ali que eu passei. MR VIPs, boas dicas. É, cara. É, é, é, é, é. Algumas delas são de pancadas que eu levei porque eu não
não quando tava começando, né, não tinha Esse tipo de orientação, então às vezes ficava perdido procurando coisa, lendo um monte de coisa, procurando b e acaba que eu perdia tempo com coisas que não não me dariam informações importantes naquele momento que eu tava entrando nos ambientes. Dessa forma fica mais fácil para que você possa identificar a necessidade de cada serviço, de cada servidor e rapidamente procurar para ver se tá ou não dentro de algo que você já conhece Como algo correto ou pelo menos aceitor nem tá bom, mas pelo menos tá aceitável. Que tiver abaixo
de aceitável, você vai ter que correr atrás rápido porque vai te dar o problema. Beleza, pessoal? Espero que tenha sido esclarecedor, tá? Aí, like, ó. Senta o dedo no like, ó. Esqueça. Eu eu não sou um bom propagandista. Senta o dedo no like, compartilha o vídeo, né? Mostra aí, ó. Tá vendo? Faz igual o Billy. O Billy trouxe a sobrinha para aprender Linux. Ela senta para ver os vídeos com ele. Ela tá aprendendo o Linux e daqui a pouco ela vai arrumar uma vaga melhor do que a dele. E olha que só, ela só tá
com 10 anos, hein? Imagina com [risadas] Imagina quando chegar com com uns 20 anos, ela não vai já vai ser chefe dele já. Ele tá dando mole. Fica ficar ficar jogando PS4 e a sobrinha só estudando Linux aqui comigo. [risadas] Feliz aniversário. Tá luo abuso DB. Reparei que tem pouc professor Tem algum material para mexer no fil do docker com IPTB? Às vezes parece que não consigo ter tempo para ajustar a rede no Docker. Não tem tanta autonomia não, tá? O ideal para você mexer com ele vai ser através dos comandos, tá? do do do
C groups. Vai usar o NF7 lá, igual eu fiz na, dá uma olhada na aula lá que eu fiz a a junção das placas, tal, aí você vai ser melhor com ele. Cross, cheguei tarde. Vou receber bom mesmo. É Brando, Melhorei. Falei meu camarada, melhorei. Reparou, troquei o óculos, comprei um de campo amplo. Agora eu consigo ler sem ficar assim, ó. Eu consigo ler lá Netname e tal, assim, sem ficar assim. Melhorou bastante, bastante mesmo. Inclusive a a lente ela é maior porque os últimos meses tava os últimos dois meses eu tava tendo muito problema
para enxergar mesmo. Até até aqui no no nível normal do coisa tava tendo problema para enxergar. Eu mudei mesmo. É é um investimento, né? Bem mais caro, mas fez diferença. Inclusive vocês notaram. Obrigado por ter anotado. Alguém notou? Obrigado, hein. [risadas] Amém. Isso aí, Billy. André Goncel. Professor, quando vai abrir o curso de mim? Caras, em breve. Em breve. Eu ainda tô tô cuidando dos primeiros passos da turma, tá? Que eu abri no ano passado. Então, mas em breve eu vou abrir outra. Os caras já estão entrando num ritmo bom. Valeu, Lucas. Valeu, mestre Reural.
Já dei o like nessa outra conta. Isso aí, aproveita, ó. O que fica trocando de conta, dá o like também na conta nova. Pessoal, obrigadão pela participação aí, entendeu? Então, sempre, eu gosto que vocês tragam dúvidas, tragam perguntas mesmo, entendeu? O que que vocês estão vendo que eu tô passando aqui? Pô, mas isso não faz sentido. Faz sentido. Ó, um já pegou o CCZE, já viu, ó, faz assim, assim, assado, tem um tempo que eu não Mexo com ele, faz assim, assim assado, que já vai dar o resultado, que eu tava errando aqui, porque ele
jogava depois pro HTML. E aí vocês vão ter eh eh essa interação, eu vou estar sempre trazendo aqui essas coisas, né? Eh, obrigado. Óculos é investimento mesmo. É, é. Eu, cara, eu fui reparar, eu tava, o meu já tinha quase do anos, quase dois anos que eu tava com o mesmo ro. Não é à toa que eu não tava mais, Não tava mais funcionando. Mas eu nem me atentei disso. Minha moleque falou: "Cara, já". Ela falou: "Já troquei de óculos e você ainda tá com o mesmo". Eu falei: "Você tem certeza?" Ela tem [risadas] certas
coisas. Eu eu dependo muito dela para dizer. É igual igual para dizer que eu tô com cabelo de mendigo, ela também é boa nisso, né? Mas uma parte eu resolvi, a outra foi resolver também. Valeu, Pessoal, obrigado pela participação aí. Obrigado pela pela troca de ideias. Um parabéns aí de novo para você, Luía. Valeu, pessoal. Abraço. Até a próxima.