Então primeiramente boa tarde a todos e a todas eu sou Ana Catarina Estou como coordenadora Geral de incorporação científica e imunizações aice que é a coordenação responsável pela revisão do nosso manual de normas e procedimentos estou aqui hoje como diretora substituta eh substituindo Éder que não pode estar presente mas que nesse momento nós estamos iniciando esse webinar do lançamento do sego do manual De normas e procedimentos pra gente é uma grande satisfação ter esse momento é um manual bastante esperado a primeira publicação que se teve no Brasil de normas e orientações técnicas para os vacinadores
para todo mundo que trabalha com vacina ela surgiu em 1977 e ao longo do tempo ela foi sofrendo atualizações e em 2014 nós unificamos o manual de normas e de procedimentos porque antes nós tínhamos um manual de normas Patrícia vai explicar isso melhor Para vocês depois e um de procedimentos e e em 2014 nós unificamos então estamos nesse momento na segunda edição A primeira foi em 2014 então a vacinação ele é ela é dinâmica Então precisamos estar o tempo todo atualizando os manuais esse manual ele passou um tempo para sua atualização mas a ideia é
que a partir desta versão nós passamos a ter uma atualização mais mais rápida então A ideia é que a atualização ela só surja de fato para aquela parte que necessite Então já agora no segundo semestre nós vamos precisar incorporar a vacina vip com a mudança no calendário avaliar as orientações para covid-19 como também a as orientações pra vacina da dengue e outras que surgirem da rede de frio que surgir surgirem do ex Av de qualquer outra alteração e pensar sempre como um modo dinâmico mesmo precisamos de fato divulgar ele Mas claro que sempre ele vai
estar passando por novas atualizações Então eu Queria agradecer a todos os colaboradores que participaram desde colaboradores externos como a equipe do dpni que participou dessa revisão como também em especial a Patrícia e a Estefânia são duas pessoas duas técnicas da equipe da cgis que tiveram um trabalho gigante depois da revisão dos colaboradores que é fazer esse manual tornar-se eh publicável Então isso é muito trabalhoso vocês não t ideia então elas merecem um agradecimento especial Que não foi fácil mas elas já estão prontas e aptas para as próximas revisões Então isso é bem importante eh Patrícia
vai fazer essa fala mas também fazer um agradecimento em memória Núbia que foi a diretora de imunizações do Estado de São Paulo Então esse manual ele vem com dedicação a ela né uma das grandes coordenadoras que nós tivemos no país e que faleceu o ano passado mas esse manual vem em homenagem a ela e eu quero agradecer aos meus colegas Coordenadores o jer Taíssa pela disponibilidade não é fácil juntar todo mundo uma tarde toda porque a nossa nosso trabalho é bem dinâmico e Que bom que vocês estão aqui presentees agradeço muito de coração a Carol
que é membro da equipe da Cice minha querida amiga Evely que sempre tá disponível e disposta a colaborar com o programa nacional de imunizações então quero desejar a todos um excelente webinário tenho certeza que ele terá a lotação Máxima porque tá todo mundo na expectativa e agradecer a todos os os envolvidos tanto os que estão aqui como os que estão em nos estados e municípios então e para os que não conseguirem participar é importante que vocês divulguem n vai estar disponível no YouTube Então essa tarde Será uma tarde pra gente trazer um pouco pouco das
mudanças do no manual então a Taíssa vai falar da questão da cadeia de frio Jader dos erros em imunização A Evelyn vai Trazer uma uma parte que a gente gosta muito né a gente se conheceu na discussão dessa temática que são as técnicas de administração de vacina e a Carol que sempre é excelente na sua na sua aula de bases imunológicas então assim Desejo a todos um excelente evento Stefan e Patrícia está com você Patrícia comande agora então um excelente evento a todos obrigada Ana obrigada a todos é um prazer enorme estar aqui com vocês
ah Considerando toda a expectativa que tínhamos em relação ao lançamento desse manual e por ter tido oportunidade também de participar da equipe de organização e de revisão desse documento Então para mim assim é um orgulho enorme e pros votos de felicidade porque o momento Finalmente chegou vou compartilhar rapidamente com vocês a aqui bom então dando continuidade eu vou estar contextualizando para vocês como que se deu eh esse processo de revisão Da segunda edição do manual de normas e procedimentos tá aqui eu trago um pouco do contexto histórico né uma contextualização histórica das edições anteriores em
relação ao manual de normas e procedimentos então chamamos atenção que o primeiro manual orientando sobre as ações de vacinação no Brasil ele é edição de 1977 o mesmo ano do primeiro calendário Nacional de imunizações só que ele não era específico apenas para as ações de Imunização era o manual de vigilância epidemiológica e imunizações normas e instruções Ah era uma publicação da Funasa apenas em 84 nós tivemos Sim a primeira edição do manual mas também não manual com temos hoje né de normas e procedimentos Ele ainda era fragmentado como bem colocado pela Ana Catarina então foi
primeira versão do manual de normas dois anos após é que tivemos Então a primeira edição do manual de procedimentos para vacinação na década De 90 93 94 houve então uma atualização dessas normativas mantendo ainda como exemplares eh separados tanto manual de normas quanto de procedimentos bom então dando continuidade Ah então vocês não viram eu vou retomar né esse aqui é um slide onde a gente traz uma contextualização histórica sobre as publicações dos manuais de normas e procedimentos do PNI a primeira edição dela não foi o manual específico para imunização era um manual Conjunto manual de
normas de vigilância epidemiológica e imunizações normas e instruções essa foi uma publicação de 77 né e apenas em 84 é que nós tivemos uma edição eh a primeira edição do manual de normas tanto mas ainda não contemplava a questão dos procedimentos apenas normas do anos depois aí sim houve a publicação do manual de procedimentos ah em na década de 90 né em 93 94 houve então a atualização desses manuais mas mantendo como exemplares eh Individualizados já em 2001 embora eles mantivessem separados o manual de normas de vacinação e o manual de procedimentos para vacinação houve
uma grande eh implementação de conteúdo que foi ampliar a a lei das atualizações ampliar o foco também do planejamento e o e o a avaliação monitoramento das ações de vacinação apenas em 2014 houve a unificação desses dois manuais Como já colocado pela Ana Catarina então a gente teve a primeira publicação do manual de Normas e procedimentos E hoje nós estamos aqui com o lançamento da segunda edição que a gente pode observar a que há uma média né de temporalidade de 10 anos para as atualizações desses manuais aqui eu trago para vocês um pouco em relação
ao cronograma de revisão então uma a primeira edição de 2014 ela iniciou o processo de revisão em 2018 o PNI ainda era contemplado como uma Coordenação Geral e não um departamento como é hoje então a Coordenação Geral do Programa nacional de imunizações começou o processo de atualização pela equipe técnica do programa e também convidados externos gestores estaduais e alguns especialistas por vários motivos esse processo ele foi interrompido e apenas em março de 2022 houve então a retomada desse processo de revisão de março de 22 a setembro de 22 ah Considerando o dinamismo né das ações
que envolve a vacinação várias atualizações precisaram ser feitas então houve um aprimoramento Do documento com parte da equipe técnica do PNI e quando identificou-se que o material já estava consistente já tinha uma primeira versão Aí sim houve o convite alguns especialistas alguns coordenadores estaduais e especialistas de vacinação para que a gente pudesse montar um grupo de revisores externos o objetivo era que essas pessoas fazer uma uma publicação coletiva né com o aliar a percepção de várias pessoas envolvidas na área então começou esse trabalho Houve de 12 a 16 de Setembro uma semana de imersão aqui
em Brasília onde os nossos convidados vieram para Brasília e juntos nós ficamos ali uma semana no processo de revisão Ah o objetivo de convidar esses revisores externos era de aprimorar o conteúdo do manual e também validar esse conteúdo juntamente com o programa nacional de imunizações as considerações feitas nesse período foi dado o intervalo de 30 dias para que a equipe técnica do PNI pudesse fazer as Atualizações né necessárias cumprir os encaminhamentos dados e em outubro de 10 a 14 14 novamente em Brasília tivemos mais uma semana de imersão no processo de revisão deste manual a
partir daí Ah outros ajustes foram feitos de acordo com a necessidade Considerando o dinamismo incorporação de outras vacinas alteração de esquema de público alvo e apenas em outubro de 23 conseguimos então dar início ao processo e fluxo de publicação Quando a gente fala do fluxo de publicação ele envolve desde a submissão de uma primeira versão para revisão a equipe responsável no Ministério da Saúde o processo de editoração de diagramação enfim e em Julho de 2024 estamos aqui para então lançarmos o manual de normas e procedimentos segunda edição todo esse processo de revisão o objetivo maior
é sempre proporcionar proporcionar né a disseminação de informações adequadas para todas as Esferas do SUS visando sempre uma vacinação segura para a população brasileira no tocante a estrutura do manual trazendo várias mudanças a primeira edição ela é abordada por partes em Cinco partes e já essa segunda versão ela é organizada em 13 capítulos né alguns Capítulos com conteúdos já abordados na versão anterior e apenas aprimorados atualizados e outros conteúdos que foram então agregados Nessa segunda edição a o capítulo de estrutura organizacional do PNI e a gente traza um pouco sobre o processo histórico do programa
e as responsabilidades das esferas de gestão já no planejamento das ações de imunização há um capítulo ele foi acrescentado é algo novo para esse manual onde o foco dele está na definição da vacinação da população que mora em locais de difícil acesso bem como as estratégias de vacinação para Essa população específica Ah aborda-se também sobre a análise e avaliação dos dados a importância da qualificação do dado o sistema de informação propriamente dito um outro capítulo que é agregado nessa segunda edição é de educação e saúde e mobilização e adesão à população às ações de imunização
e o foco aqui é trazer as estratégias de mobilização e de comunicação social para que a população possa aderir às ações de vacinação Segurança do Paciente nas Ações de imunização também é um capítulo que traz como ah novo para dentro dessa nova missão do manual há uma atualização das bases imunológicas e imunização um outro capítulo sobre os aspectos técnicos e administrativas e aqui a gente aborda toda a questão da equipe das responsabilidades as funções de cada um e a organização do serviços né da de funcionamento das salas de vacinação o a parte de atendimento ao
usuário n salas de imunização a gente Traz desde os procedimentos que antecedem a ação de vacinação propriamente dita o acol ento a escuta qualificada e a o procedimento propriamente dito uma grande inovação também a atualização dos procedimentos e técnicos para administração de mos biológicos né ah a gente traz aqui algumas novas alternativas de locais e técnicas de administração e como novidade também a técnica de administração de seo pela vi endovenosa Que também não era contemplado na edição anterior referência glossar edição também tinha mas como apenas a gente introduz neste Nessa versão naa segunda edição a
questão de base conceitual que muitas nomenclaturas né e siglas nós utilizamos mas elas não estavam descritas em nenhuma normativa do PNI tá então em termos de estrutura do manual são esses 13 capítulos destacados aí em vermeir as inovações em termos de conteúdo e os outros aspectos Eles foram Atualizados bom Como já dito Ah há um dinamismo nas ações de imunização e vocês puderam ver uma morosidade em relação ao processo de publicação foram 11 meses e 17 dias entre a entrega para o fluxo de publicação e a gente consegui publicar esse manual neste intervalo várias atualizações
aconteceram muitas novidades mas infelizmente não foi possível incorporar nessa segunda edição visto que a gente precisaria retornar Todo um fluxo E aí por uma decisão da gestão que eu acho que foi muito sábia nesse sentido vamos publicar o manual como nós eh informamos né como encaminhamos para o diagramação editoração e já pensando numa revisão futura onde esses aspectos que foram eh que aconteceram que foram incorporados a partir da data pudessem ser atualizados A exemplo das atualizações e diversas atualizações que houve eram sistemas de informação as Atualizações de método de cálculo e cobertura vacinal não que
esses conteúdos não sejam abordados mas atualizações deles infelizmente ficaram fora do manual incorporação de novas vacinas e aí a gente destaca a questão da covid né um capítulo específico da específico da vacinação do Viajante a questão da intercambialidade Esse foi um trabalho muito bacana desenvolvido pela Coordenação Geral de corporação científica e imunização né pela equipe Técnica en capabilidade das vacinas então quando a gente aborda no manual para cada mundo biol lógico a gente fala sobre intercambiabilidade vai ser muito interessante que na próxima edição a gente consiga contemplar um capítulo específico já publici esse material publicado
pela equipe e também a questão do fluxo de incorporação das vacinas porque o manual hoje Ele traz o fluxo de incorporação genérico de incorporação Tecnologias do SUS por meio da Politec Mas hoje o departamento do programa nacional de imunizações especificamente na coordenação de eh Geral de incorporação íf uma definição de fluxo de incorporação das vacinas pelo PNI e para evitar uma maior morosidade como aconteceu dessa vez a pretensão é que as atualizações elas aconteçam por faos então a gente não precisaria voltar todo o documento e a gente vai fazer atualização então o capítulo Essa é
a pretensão de atualização futura em Relação a esse manual neste slide eu trago aqui uma demonstração de que esse processo foi um processo ar lado com eh com a colaboração né e com a comparticipação de outros atores então agradeço imensamente A Equipe técnica do departamento do programa nacional de imunizações que foram as pessoas responsáveis pela organização e estruturação do documento e também a equipe técnica externa de revisão nessa Foto linda a Maira Ficou separadinho ali não sei se a Maira está com a gente mas ela estava gestante no início desse processo de revisão e já
nas últimas reuniões ela não conseguia mais vi jar para participar das reuniões presenciais mas uma pessoa que nos apoiou muito nesse processo também e a essa equipe Eu agradeço muito porque eles trouxeram um grande aprimoramento para a versão apresentada pelo programa e também contribuindo paraa validação desse Conteúdo de uma maneira coletiva Então são gestores estaduais ali da minha chefe né Ana Catarina que ela participou do processo incial do revisão de revisão do manual como coordenadora Estadual de imunização de Pernambuco e hoje tá aqui para lançar enquanto diretora substituta bom assim é um grande pesar né
que a gente coloca esse slide mas em todas as outras edições do manual ah durante esses 50 anos do PNI muitas foram as pessoas que colaboraram muito No aprimoramento na qualificação das ações de vacinação no nosso país a exemplo Dr Reinaldo dentre outros e que já tiveram outras normativas do PNI que foram dedicadas a ele então essa segunda edição a gente traz uma dedicação especial a nossa estimada e querida dout Núbia Virgínia né como Ana Catarina já colocou ela ser à frente da coordenação de iniciação do Estado de São Paulo por muito tempo em agosto
de 2023 ela nos deixou Então fica aqui a nosso Agradecimento a dedicatória desse manual em reconhecimento a toda a atuação da Núbia na qualificação das ações de vacinação do país finalizo a minha apresenta então dizend para vocês que ter resgatado o processo histórico dessas revisões manuais e ter participado ativamente do processo ela permitiu evidenciar o quanto que já foi feito em termos de normativa das ações de vacinação e imunização no país e também chamando Atenção para o muito que ainda a de se fazer então é isso agradeço imensamente a atenção de vocês e vamos dar
continuidade então às outras apresentações muito obrigada dando continuidade então nós convidamos a d Ana Carolina Becel a a Ana Carolina Ela vai estar abordando pra gente sobre bases imunológicas e imunização Ela é médica infectologista Doutora em ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo assessora Técnica do programa nacional de imunizações e atualmente coordenadora do ambulatório de eventos supostamente atribuídos à vacinação e imunização eh e imunização imunocomprometidos no serviço de imunologia Clínica e alergia do Hospital das Clínicas de São Paulo Ana muito obrigada pela sua disponibilidade pela sua participação Você tem 20 minutos para
fazer sua explanação quando tiver faltando cinco vou sinalizar para você para você se organizar Na Continuidade da sua fala muito obrigada fique à vontade Olá a todos muito obrigada Patrícia pela introdução eh para mim é uma honra enorme tá nesse momento que acho que é de fato um momento é um Marco é um momento histórico e um momento de celebração Então eu queria parabenizar o PNI hoje aqui em nome da Ana Catarina como diretora substituta parabenizar você Estefânia por toda essa tarefa árdua aí de fazer essa revisão juntar todas as Pessoas e trazer um documento
mais atualizado e que seja factível para paraas novas realidades né imunização a gente vai ter que caminhar assim né eu eu entendo daqui para diante Então são muitas mudanças Então parabéns e para toda a equipe Sem dúvida nenhuma pro coordenadores para toda a equipe que esteve envolvida eh com essa revisão Então parabéns para mim na verdade é É uma honra est aqui tá então eu agradeço muito o convite principalmente para Falar de algo que é da minha área E aí eu acho que E aí você colocou assim ela é infectologista eu sou tão infect eu
sou imunologista Tá mas eu sou tão infectologista e pediatra porque eu acabo permeando tanto nesses ambientes que eu já eu já eu já falo que eu faço parte dessas equipes mas para mim é É uma honra falar de um assunto que é o meu dia a dia e que para quem tá eh mais na ponta ou para Quem viu isso lá na faculdade ou eventualmente num Curso e nunca mais retomou eh a questão das bases imunológicas parece um assunto muito áo então eu vou tentar trazer pra gente aqui um pouquinho nessa nesse nesse momento agora
alguns relembrar alguns conceitos mais básicos porque aí antes da vacinação vem o conceito da imunização porque eu acho que isso fortalece né o nosso entendimento porque eu tenho que fazer um o reforço na hora certa porque eu não posso atrasar as doses porque a via de Administração é Importante porque conhecer as vacinas é importante pro meu dia a dia e aí eu vou tentar trazer um pouquinho isso eh para todos aqui longe de mim esgotar Eh vamos lá esgotar esse assunto né Vocês podem eh consultar no manual eu vou deixar algumas referências aqui para quem
se interessar mais pro o assunto então vamos falar um pouquinho sobre a questão das bases imunológicas né então eh acho relevante a gente trazer aqui Isso tá no manual só para lembrar um pouco do conceito de vacinação que é o que a gente tá discutindo aqui sobre esse ato de vacinar eh e aí as normas para que isso aconteça da melhor maneira possível mas porque eu preciso antes eh disso entender que esse ato tem que funcionar de uma maneira correta para que eu tenha o meu objetivo de imunizar que é de adquirir essa proteção imunológica
para uma doença e aí de um modo geral aqui a gente tá falando PR as Doenças infecciosas né então esse ato de vacinar se traduz na vacinação por si mesmo que aí é o ato e a imunização é tudo que envolve Na verdade essa proteção que a gente vai dar para esse indivíduo pra comunidade E aí eu gosto de trazer aqui eu trago o mapa do sistema imunológico nessa confusão aqui de quadrinhos de células e tal e todo mundo Olha ass ai meu Deus como é que eu organizo esse raciocínio como é que eu organizo
essas essa essa ideia em Relação à resposta o sistema imunológico então basicamente né Eu gosto de de dividir de uma maneira mais didática a resposta imunológica né e aqui eu tenho a partir do momento que eu tenho aqui essa exposição né com antígeno um um agente infeccioso A OU A vacina que é essa esse meu antígeno eu tenho uma Resposta imune e hoje a gente divide a Resposta imune entre Resposta imune adaptativa e a resposta imun n Nat e aí começando pela resposta imun inata né Que é aquela que a gente já nasce com ela
que aquela que vai nos proteger inicialmente ali logo no primeiro contato eh com esse agente infeccioso Então as barreiras epiteliais a própria mucosa a secreção algumas células importantes como os fagócitos complemento outras células que estão ali logo no começo eu não preciso de eh eu não preciso ter uma memória para essas células Elas já estão prontas ali para atuar nesse contato inicial no entanto Essa resposta ela vai ser só ali no começo ela não vai me garantir essa proteção duradora e aí por isso que eu tenho então Eh A partir dessa Resposta imune natata eu
a gente tem o que a gente chama de Resposta imune adaptativa que a gente valoriza muito quando a gente vai falar de resposta imunológica de proteção que é a resposta imunológica que vai se traduzir na produção dos anticorpos né que é o que a gente conhece melhor assim pra medida da Imunidade mas não só a produção dos anticorpos que é imunidade humoral eh mas também eh o desenvolvimento de células que são importantes pra proteção mas também pra duração da resposta e aí eu tenho a importância dos linfócitos B dos linfócitos t e aí a gente
tem o RP que é o CD4 O citotóxico que é o cd8 que são fundamentais para essa Resposta imune às vacinas então a interação entre a resposta imun inata e adaptativa é o que vai levar na verdade a essa proteção Final que vai se traduzir na resposta e aquelas figurinhas clássicas de livro de de imunologia não tem como mas é é bem didático pra gente pensar no tempo de resposta né e eu falei isso para vocês então quando eu penso numa Resposta imune nata né as barreiras os tecidos e algumas células o complemento isso é
logo no comecinho em horas depois que eu fiz uma vacina eh ou que o indivíduo entrou em contato com o agente infeccioso eu já tenho aqui Essas Barreiras e esses componentes para me proteger mas muitas vezes essa Resposta imune inata não vai ser suficiente então eu vou precisar dessa Resposta imune adaptativa basicamente dividida Eh aí poros linfócitos aí eu tenho os linfócitos B que vão culminar aí na produção dos anticorpos que é o que eu tanto quero para neutralizar eh esse patógeno mas também super importante os linfócitos T que esses linfócitos T principalmente o CD4
eh eles vão ser Importantes para para garantir uma uma ativação melhor do sistema imunológico e também essa memória e isso vai acontecer Depois de alguns dias então a gente sabe né eu tomei uma vacina eu não tenho uma produção de anticorpo logo no segundo terceiro dia eu espero aí que eu tenha uma produção de IgG por exemplo que é importante para me proteger por volta de duas semanas né Essa produção já começa antes começa IGM que é logo a de início ali da resposta aguda e depois eu vou Produzir essa IgG que vai ser um
pouquinho mais depois então por isso que a gente tem é que sempre que pensar na imunização de um indivíduo Olha você não tá protegido no dia seguinte nem aí para essa para essa proteção e aqui também é importante a gente diferenciar a os tipos de imunidade que a gente pode adquirir então eu tenho a imunidade ativa e a imunidade passiva que é essa imunidade ativa né o nome de já diz ativa o meu sistema imunológico ele tem Que trabalhar para produzir essas células de defesa e esses anticorpos que vão ser tão importantes na hora que
eu entrar em contato com um patógeno com um vírus uma bactéria então uma vacina por exemplo é uma imunidade ativa eu tô dando para aquele indivíduo um antígeno um pedacinho ali e aí é o pedacinho da influenza é a Spy da vacina covid-19 ou a um pedacinho da cápsula de um pneumococo eu tô dando aquilo ali para aquele indivíduo para que o meu meu Sistema imunológico reconheça aquele agente como um estranho só que no caso das vacinas a gente tem isso de modo controlado eu tenho uma Resposta imune contra aquele agente que é estranho mas
isso não vai causar infecção na maioria dos indivíduos então e aí eu vou falar um pouquinho mais paraa frente também dos tipos de vacina e aí com isso isso vai demorar alguns dias e depois desse Desafio o meu sistema imunológico trabalhou meus linfócitos trabalharam Produziram células eh de memória os anticorpos pronto eu tô aqui com a minha imunidade pronta já para quando entrar em contato com com de verdade né com um patógeno Ah vou entrar em contato com sarampo mas se eu tô vacinado antes essas células do sistema imunológico Elas já estão prontas ali e
também com os anticorpos neutralizantes para que os para que o o vírus do sarampa ele seja neutralizado rapidamente quando ele encontrar em contato com o indivíduo se Essa imunidade de de mucosa ou ou imunidade nata não der conta e aí o Bom dessa imunidade ativa que isso também vai acontecer com infecção o ruim de acontecer com infecção que a gente não quer é que a gente não tem controle sobre a infecção então às vezes a pessoa fala assim ah não eu prefiro ter infecção do que tomar vacina que aí eu já fico protegido a gente
não controla o grau da infecção Então eu não sei se eu vou ter infecção leve se eu vou ter Infecção Grave Se eu vou ter complicação então é melhor que eu tenha imunidade por uma vacina e o bom é que a ela é específica e leva a memória o que que é levar a memória a gente vai falar também um pouquinho mais paraa frente eh quando eu entrar em contato Depois de alguns anos e aí vai depender do de qual patógeno eu tô falando Mas daqui alguns anos quando entrar em contato com aquele agente infeccioso
meu sistema imunológico vai lembrar eu já tenho as Minhas células prontas para me proteger e ele é específico se eu tomo uma vacina para sarampa eu vou proteger contra o sarampo eu não vou me proteger contra outro outro patógeno tá e a imunidade Pass ia ela é super importante também principalmente naquelas situações e em que o indivíduo ele tá suscetível ele não tá protegido por algum motivo ou porque não existe imunização ou porque ele não teve doença ou porque não deu tempo ainda eh ele ele desenvolver essa Essa imunidade ativa e aconteceu um acidente por
exemplo E aí ele tétano ou foi exposto ao vírus de hepatite B ou uma criança e Eu Preciso administrar soro rapidamente que nada mais é os anticorpos prontos então em algumas alguns minutos ou horas eu já tenho esses anticorpos neutralizando aí esse esse antígeno ou essa toxina Então essa é a vantagem do soro E aí eu tenho que ser rápido para para que isso Gere uma outra maneira de Gente ter imunidade passiva e a gente conhece bem É a imunidade eh materna são os anticorpos que a mãe passa pro bebê principalmente no último trimestre da
gestação né Principalmente os anticorpos IgG então por isso que é importante a que a grávida receba por exemplo vacina de pertusis né num determinado período de gestação porque eu vou passar essa imunidade passiva pro bebê até que ele possa ser vacinado e Produza sua própria imunidade o ruim entre aspas da Imunidade passiva ela é específica né para cada para de um modo geral Eu tenho um soro para cada doença ou anticorpos específicos para cada doença mas isso não leva à memória imunológica né esses anticorpos são eliminados dentro de algum dias e poucas semanas esses anticorpos
já vão ser eliminados uma ressalva aqui quando a gente fala de imunização eh imunidade passiva são aquelas pessoas que recebem imunoglobulina padrão Ou Standard que é Imunoglobulina que é um pul de anticorpos de doadores saudáveis aquelas pessoas que TM deficiência imunológica ou que que vão precisar receber esses anticorpos como reposição aí a gente esse indivíduo vai ter todos os os anticorpos ali com uma frequência a cada três quro semanas mais ou menos e ele vai vai perder é uma situação específica tá então é importante a gente relembrar esse conceito e aí outro conceito que eu
gosto de lembrar bastante Principalmente Nos dias de hoje é a memória imunológica Então existe essa memória imunológica existe então é a capacidade do sistema imune de reconhecer rápidamente e especificamente aquele patógeno aquele vírus aquela bactéria logo que ele entre em contato isso pode acontecer por infecção ou por vacinação o ideal é sempre que essa imunidade que essa memória seja por vacinação Então eu preciso de vacinas que sejam capazes de induzir uma memória imunológica mais Duradoura então o sonho da gente é que a gente tomasse uma dose de uma vacina e que essa memória que essa
proteção durasse muitos anos mas isso não é bem assim porque isso depende da idade é de administração das vacinas Depende de qual vacina eu tô falando de qual patógeno eu tô falando então essa memória imunológica por exemplo para antígenos virais né febre amarela por exemplo é uma memória que a gente sabe que é uma memória mais duradoura o Indivíduo vai ter anos aí essa e essa proteção para vacinas pneumocócicas por exemplo A criança precisa tomar uma quantidade de doses aí esquemas de três ou quatro doses no intervalo aí até de 2 anos 3 anos de
idade mais ou menos para garantir uma proteção e uma memória imunológica um pouquinho melhor mas a gente sabe que lá na frente pode ser que isso caia então isso vai depender e essa memória imunológica ela é composta tanto pelas células T quanto as células b Então Existe células no sistema imune adaptativo eh tem memória tanto em t quanto em b e essas células de memória ess essas células elas foram super super importantes Principalmente nos conceitos que a gente tem em relação à proteção contra covid-19 então o que que a gente viu em relação a covid-19
eh mesmo paraas novas variantes o que eh reduz eh o risco de doença grave e complicações e morte é a Resposta imune Celular os anticorpos são super importantes pro começo ali da infecção para bloquear essa infecção impedir que o indivíduo fique doente e tenha infecção mas quem vai impedir o agravamento são essas células do sistema imunológico então isso é importante que todo mundo aea ali combinado E aí por isso que eu gosto dessa figurinha Também aqui só para relembrar que eu tenho essas fases da Resposta imune desde a apresentação do antígeno essas células Do sistema
imunológico os anticorpos são produzidos isso leva um tempo depois que aquela infecção foi controlada essa célula se contrai os anticorpos vão ficar lá em uma menor quantidade mas eu tenho um pul ali de células de memória que vão ficar guardadinhas nos órgãos linfoides secundários para essa nov no exposição acontecer tá E aí eu quero trazer um conceito também interessante para vocês é a Resposta imune T dependente né dependente ou não de Células T que é a resposta que não depende dos linfócitos T de um modo geral a gente depende bastante dos linfócitos t tá do
CD4 então quando entra né olha ten um antígeno que é uma vacina eu tenho uma célula ali que é a célula apresentadora do antígeno que vai falar pro linfócito olha eu ten um antígeno novo quem vai reconhecer esse linfócito T eh quem vai reconhecer essa vacina nova esse linfócito T de um modo geral e esse linfócito acaba estimulando O b e o T só que para alguns patógenos então por exemplo pros pros pro pneu mococo eh eu não preciso necessariamente passar pelos linfócitos T ele pode fazer um bypass direto pros linfócitos B pros linfócitos B
produzirem imunoglobulina anticorpo contra aquele polissacarídio no entanto essa resposta T independente não depende do linfócito T ele passou direto pro linfócito B ela não produz de uma maneira eh importante memória imunológica e esses anticorpos têm uma Vida mais curta Além disso essa resposta ela não é tão completa e tão forte então para crianças pequenininhas crianças menos de 2 anos de idade em que eu não tenho uma uma maturidade do sistema imunológico ainda adequada principalmente pros linfócitos B não adianta ficar fazendo vacina polissacarídica pura então por exemplo pneumo 23 em criança de menos 2 anos de
idade não tem essa recomendação porque a resposta provavelmente não vai ser Adequada então a gente já vai fazer em pessoas mais velhas então o que que é interessante paraa criança pequena fazer vacinas que sejam T dependentes e que eu tenh um estímulo eh que essa Resposta imune passe primeiro pelos linfócitos t que é essa figura laranja aqui e aí com isso eh os pesquisadores foram vendo o quê Olha eu posso pegar esse polissacarídeo aí do pneumococo da vacina pneumocócica e colocar alguma substância e fazer um conjugado eu posso Botar um toxoide tetânico colocar alguma proteína
junto para que esse combinado do polissacarídeo com essa com essa outra proteína que eu tô colocando aí estimule não só o linfócito b mas também esse linfócito T porque eu sei que essa resposta vai ser mais duradora mais robusta e ela vai ser interessante para crianças pequenas e aí por isso então que a gente faz as vacinas conjugadas nas no primeiro ano de vida Especialmente porque a Resposta imune Vai ser melhor tá então isso é um conceito importante e é importante não confundir vacinas conjugadas com vacinas combinadas vacinas conjugadas Eu tenho um pató Eu tenho
um agente como pneumococo que eu dei o exemplo com a conjugação de um tox de algo que vai conseguir estimular esse linfócito T as combinadas é associação de várias vacinas de vários antígenos Então a gente tem um monte de exemplo né vacina pentavalente vacina exa poliovírus Tríplice são vacinas combinadas para cada eh antígeno para Sarampo para cachumba para rubéola para varicela eu tenho uma resposta imunológica específica mas a gente conseguiu né os pesquisadores conseguiram desenvolver numa só ulação é esses três antígenos e isso não eh impacta negativamente no sistema imunológico isso não prejudica o nosso
sistema imunológico a receber muitas vacinas sobrecarrega o sistema Imunológico não por quê a gente é exposto a milhares de antígenos todos os dias e o nosso sistema imunológico dá conta desses milhares de antígenos então não há esse prejuízo em relação à combinação de vacinas desde que E aí isso por lá nos estudos pré-clínicos eh foi se desenhado porque eventualmente um antígeno pode interferir na resposta imunológica do outro mas o que foi estudado O que foi combinado tá tudo certo para essa resposta Tá gente todo mundo fazendo cara de paisagem eu não consigo ver vocês todos
aí fora né Mas vamos lá e aqui eu gosto dessa referência assim se vocês quiserem se aprofundar no assunto essa referência é super legal porque ela traz todos esses conceitos básicos e umas figuras bem bem bonitas eh pra gente entender melhor E aí é o dia a dia né nosso dia a dia olha eu tenho uma vacina atenuada bom Quais são as vacinas atenuadas eu tenho as vacinas Inativadas ou não vivas eh de um modo geral a gente chama vacinas vivas e não vivas né para facilitar o nosso dia a dia aí principalmente quando a
gente fala olha vacina não vi vacina viva eu não posso dar em pessoas que têm são comprometidas mas as inativadas de um modo geral eu posso isso é uma maneira mais simples que a gente tem de diferenciar mas lembrar que essas não vivas elas podem ser as inativadas como vacina influenza por exemplo como Coronavac ela pode ser um toxoide ela pode ser uma vacina de subunidade proteica ela pode ser uma vacina conjugada como eu dei o exemplo da pneumocócica pode ser uma vacina de Vetor viral como a vacina eh não replicante por exemplo uma vacina
da astrazenica pode uma vacina de RNA mensageiro como a gente teve oportunidade eh de de acompanhar aí a vacinação para covid-19 com as vacinas de RNA mensageiro Então hoje já existem Várias plataformas e tipos de vacina de acordo eh com os patógenos e com as doenças puxa Ana seria muito mais fácil Se a gente tivesse uma plataforma para tudo a gente entenderia muito de uma maneira mais simples só que não é bem assim né muitas vezes uma plataforma não funciona bem para garantir a proteção para aquele tipo de infecção E aí por isso que todas
essas plataformas vem sendo estudadas e aprimoradas eh ao longo do tempo tá E aqui só um quadrinho Mais didático assim né tô lá no dia a dia como é que eu vejo mais ou menos de uma maneira rápida algumas vacinas desse quadrinho é uma referência internacional então algumas vacinas a gente não tem aqui mas de um modo geral né o entendimento mais básico então vacinas atenuadas de microorganismos atenuados são BCG cachumba dengue febre amarela a gente tinha no passado do Brasil não no SUS mas uma vacina zóster atenuada hoje a gente tem uma recombinante que
é Não Viva e por aí vai tá E aí a gente tem essas inativadas e hoje uma grande parte das vacinas são vacinas inativadas especialmente no primeiro ano de vida no primeiro ano de vida eh hoje a gente tem BCG febre amarela ali Aos 9 meses e alguns eh Estados uma estratégia de fazer a dose zero de sarampa aos se meses mas de um modo geral até o primeiro ano de vida as crianças recebem eh mais as vacinas inativadas tá então isso aqui é pra gente relembrar E aí uma Outra coisa importante que eu preciso
entender também nessa resposta vacinal que eu quero né eu entendi lá na frente então que eu tenho uma vacina essa vacina vai desencadear toda aquela cascata de resposta imunológica com produção de anticorpo eh com a imunidade celular com essa memória imunológica mas não basta eu ter uma boa vacina para um bom antígeno eu preciso entender Quem é esse vacinado e quais as condições desse vacinado porque a resposta vacinal ela Pode ser diferente de acordo com a idade então bebês prematuros pessoas mais velhas então eu dei o exemplo da vacina pneumocócica pura para um bebê eh
pequeno porque a resposta não vai ser muito boa para um idoso eh eu talvez tenha que fazer mais doses de reforço né E aí vocês estão acompanhando agora eh a essas doses adicionais de vacinas covid-19 por quê Porque o idoso perde a resposta imunológica ele perde essa memória mais rápido por causa do Fenômeno da imunossenescência do envelhecimento do sistema imunológico então isso tudo vai interferir numa resposta melhor ou pior a vacinação né lembrar da gestação tanto pensando na proteção materna porque a mãe pode ser mais vulnerável a algumas doenças por todas as mudanças eh que
acontecem no período da gestação mas principalmente lembrar daquela transmissão daquela imunidade passiva que é a transferência de anticorpos maternos então a Estratégia de vacinação materna muitas vezes vai passar para que a gente tenha um benefício paraa criança pequena até se meses de idade especificamente Então a gente tem que lembrar disso condições como imunossupressão por doença ou por uso de medicamento Então hoje cada vez tá mais complexo na sala de vacina a gente entender quem são essas condições clínicas porque a gente chega a remédio que a gente nem sabe o que é imunobiológico que a gente
nunca ouviu Falar nem que se se faz imunossupressão se não faz imunossupressão então cada vez mais a gente vai ter que ir se apropriando eh desses conceitos para achar as melhores alternativas para dar melhor proteção para quem vem paraa ponta ali procurar a gente para se vacinar eh se eu tive infecção prévia é uma coisa importante nessa resposta nessa proteção ou se eu ter uma idose anterior isso também vai ser importante para uma maior proteção no futuro os Calendários de acordo com a idade com a população Qual é o cenário epidemiológico o que que circula
no meu país né olha a gente teve uma ação de vacinação importante no passado e isso fez reduzir os casos eh de sarampo eh ou de pneumococo com determinados sorotipos E isso tem a ver com esse calendário que foi adotado naquele momento e para qual população e aí isso pode mudar ao longo do tempo porque isso eh envolve Qual o cenário epidemiológico atual para esta População e aí uma coisa muito importante quando a gente fala de vacinação e de ato a via de inoculação de administração apresentação da vacina os intervalos cumprir as as regras em
relação aos intervalos as doses de reforço a via adequada se um estudo com uma vacina foi feito que a melhor resposta imunológica e mais segura foi com uma vacina por via intramuscular se eu fizer em uma outra via No mínimo a outra via não foi Estudada e eu não sei qual será a resposta imunológica para aquela outra via que nem foi estudada então por isso que a atenção né E aí bem interessante falar de Segurança do paciente de tudo isso quando a gente fala eh do ato de vacinação porque isso vai influenciar na resposta que
eu preciso tá E aí o papel importante dos adjuvantes os adjuvantes nunca tiveram tão na moda né como agora justamente para tentar melhorar a Resposta imune eh Para algumas situações específicas e para para idosos por exemplo para algumas vacinas E aí esses adjuvantes podem eventualmente trazer mais reação local por exemplo então é interessante a gente entender por exemplo as vacinas que tem ou não tem adjuvante tá eu trouxe esse quadril que esse quadro tá lá no manual bem eh interessante vocês vão consultar enfim para entender também esses intervalos recomendados entre doses de vacinas com antígenos
Diferentes então quando a gente fala assim ah olha eh a vacina eu não posso fazer duas vacinas vacina de febre amarela e tríplice viral numa criança pequena na primo vacinação por exemplo ideal é fazer o intervalo aí de 30 dias tudo isso tem um motivo tá tem um motivo ou em relação à proteção ou a eficácia daquela vacina ou em relação a segurança então é importante que a gente Observe esses intervalos eh de um modo geral Vacinas inativadas com vacinas inativadas ou vacinas inativadas com vacinas atenuadas a gente não tem nenhuma questão em relação ao
intervalo pode ser administrada no mesmo momento ou em qualquer intervalo só que quando a gente fala de vacina atenuada e vacina noá daí a gente tem algumas regrinhas como tá descrito aqui no quadro eh em relação à Tríplice ou tetra por exemplo e febre amarela nos primos vacinados menores de 2 anos que aí eu tenho um Intervalo de 30 dias e por aí vai às vezes esses intervalos eles vão ser temporários vamos ser só para uma observação da farmacovigilância por exemplo olha é uma vacina nova eu quero ver se vamos fazer ela separada das outras
ou porque aconteceu algum evento adverso e eu quero fazê el por um tempo até a gente entender melhor esses eventos adversos e depois essa Pode ser que essa regra mude E aí por isso que às vezes essas recomendações podem mudar Luz de evidências novas tá E aí lembra aquele começo lá que eu coloquei o mapa aquela bagunça né embora o sistema imune seja complexo como uma figura de metrô por exemplo com várias interligações existe essa integração de isso acontece ao mesmo tempo mas é de uma maneira organizada isso toda essa desde o início da resposta
eh até o final até o objetivo que eu quero gerando essa resposta imunológica Isso vai acontecer de uma maneira organizada de uma porém De maneiras diferentes Dependendo de qual doença eu tô falando tá então existe toda uma lógica pros esquemas pros calendários pros intervalos se pro imuno comprometido eu faço mais doses se pro indivíduo saudável faço menos doses tá bom qual o objetivo final de entender tudo isso e de que o meu processo de vacinação seja o mais adequado possível com o conhecimento que a gente tem hoje é eficácia né gente aí eu gosto dessa
figura que é uma figura antiga que a Gente tem de literatura mostrando que claramente todo aquele esforço que a gente teve de compreender a resposta imunológicas vacinas ter vacinas fazer um programa fazer operacionalização e a vacina acontecer resulta nessa criança aqui a minha direita que é na eficácia da vacina e é na efetividade que é o que a gente quer tá obrigada pela atenção de vocês qualquer dúvida eu fico à disposição muito obrigada Carol como Sempre é muito satisfatório ouvir a sua apresentação uma aula maravilhosa e vários comentários aí no no chat né ISO especialmente
solicitando a apresentação Então já Informo a todos que apresentações serão disponibilizadas posteriormente tá gente eh dando continuidade então convidamos a Taíssa Neiva victer a a thí vai estar apresentando sobre pontuando a cadeia de frio na salas de vacinação a thí biomédica mestre pela Universidade de Brasília coordenadora Geral de gestão de insumos e rede de frio do programa nacional de urbanizações cientista de dados pós-graduada em gestão de saúde pública pela Universidade Cândido mes assim o currículo de vocês é enorme então eu tentei fazer uma cinta ao máximo de cada um para que eu conseguisse aqui não
tomar tanto tempo por favor Taísa fique à vontade Você tem 20 minutos também pra sua explanação perfeito muito obrigada Patrícia muito obrigada Estefânia muito obrigada Ana Catarina pela condução pela liderança queria parabenizar a equipe de vocês que conduziram a liderança desse desse processo é um Marco histórico Então eu estou imensamente feliz por fazer parte por estar aqui e ver isso acontecendo eh eu tô muito satisfeita acho que profissionalmente é uma realização muito obrigada pela honra de estar aqui dividir esse webinário com tantas pessoas né tão qualificadas como Vocês também é um prazer Ah muito obrigada
parabenizar pelo conteúdo pela altíssima qualidade científica que a gente tem mas também pensando na ponta né algo que seja traduzível que seja de fácil compreensão porque esse o objetivo do nosso desse trabalho é que que os profissionais de saúde de todas as esferas do nosso PNI possam ter acesso de qualidade informação correta e diretrizes corretas no momento correto muito obrigada e por fim eh aproveitar Para parabenizar sobre a homenagem com a Dra Nub eu acho que nada mais justo e nada mais altura dela né esse momento Então parabéns mesmo vou compartilhar minha tela Eu já
falei a gente tá muito feliz de que a Coordenação Geral de gestão de insumo e rede frio possa ter contribuído nesse documento Então as orientações que a gente colocou e contribuiu nesse nesse nessa publicação são as diretrizes Gerais de boas práticas e manejo dos insumos dentro da Sala de vacina Ah nós contribuímos nesse manual especificamente nestes Capítulos em que eu elenquei H foram vários o que eu que eu gostei muito e que a gente pode de forma breve eh explanar e explorar então a importância de uma de um bom manejo e de uma boa manutenção
de uma cadeia de frio é justamente garante que os imunobiológicos E que seus acessórios seus insumos eh complementares sejam forneçam uma vacinação segura paraa Nossa população então A Ideia é deixar a integridade preservar a integridade desses produtos ao máximo né Nós temos diversos imunobiológicos dentro do nosso calendário cada um deles de acordo com sua plataforma de produção e de acordo com seus com a sua com a sua tecnologia de produção pode ter e exigir aspectos diferentes dentro do aspectos diferentes de conservação e transporte então é importante que que as diretrizes e as bulas sejam sempre
eh vistas revistas Lidas e principalmente capacitar né nossas equipes pela aut rotatividade que faz parte culturalmente e social do nosso SUS então esses são os capítulos em que nós contribuímos e os quais eu vou explicar de forma breve e tranquila para vocês nos próximos minutos um um conceito novo que nós estamos desenvolvendo e que nós amad os principalmente nessa gestão então Desde o ano passado a gente vem conduzindo é a ideia de cadeia de suprimento ou seja o Supply chain do PNI do nosso programa nacional de imunizações ã pela pelos processos de trabalho é natural
que a gente costuma eu tenho a tendência de segmentar os processos de trabalho por áreas ou caixinhas mas em relação a cadeia de suprimento a gente vem fazendo o exercício de colocar ele como um todo afinal de contas cadeia de suprimento é um processo né o processo Logístico então a gente tem e o que nós estamos apresentando para vocês é o Conceito que nós estamos colocando dentro do PNI é que toda a cadeia ela é interligada Ela é projetada né então a gente perpassa pelo planejamento pela aquisição pelo controle de qualidade autorização Distribuição e o
inverso também Então na verdade ele é uma roda né ele não tem um começo e e um fim ele HI perpassa como um todo então isso é muito importante que esse novo conceito ou que essa mentalidade seja passada para os nossos técnicos e paraos nossos Espectadores os nossos profissionais da rede então sempre pensem na na na cadeia como um todo tá então a gente vai desde o complexo econômico Industrial eh desde a produção até entrega ao Ministério a entrega ao estado então isso tudo tem sido pensado e as políticas e normativas que nós estamos fazendo
enquanto dpni sobre a liderança do Dr Ed e da dorana Catarina é justamente com essa perspectiva em cadeia de frio bom essa é uma figurinha que nós Que está lá no manual que tá tá nessa publicação e e nós colocamos esses eh dessa maneira visual para facilitar a consulta porque esse é o objetivo desse manual que o profissional tem acesso à informação qualificada de forma rápida e compreensível então esse esse é o nosso objetivo Ah então retomando aqui como a d Ana Carolina também colocou alguns conceitos básicos eem que os imunobiológicos são produtos termolábeis então
a A então esses são produtos que Eles são degradados né a sua composição é degradada e causada por AL as temperaturas isso ocasiona a perda do imunobiológico e que as vacinas com sai de alumínio não devem ser congeladas porque isso já tem evidência de que faz com que aquele produto perca a sua potência então a gente não vai atingir o nosso objetivo que é que é fornecer né ou provocar a imunidade de do do do indivíduo né do cidadão então tem algumas observações são importantes mas Que estão todas dentro do do manual outro outro aspecto
muito importante que eu gostaria de colocar para vocês e que faz parte da rotina né do profissional que tá que tá fazendo o manejo dos imunobiológicos e seus insumos dentro da rede de frio na sala de vacinação que é a última instância da da cadeia de frio é que pode sim ocorrer uma suspeita de desvio de qualidade então em qualquer suspeita devem ser realizados esses esses próximos passos que eu vou falar o Primeiro deles é suspeita de um desvio é segregar a aquele produto e ou o produto ou lote todo aquele quantitativo identificar o imunobiológico
fisicamente de que eh ele foi que ele está sobre suspeita de desvio de qualidade que é excursão de temperatura quando a gente fala de cadeia de frio manter esse produto segregado né e armazenado na temperatura recomendada por bull ou seja mesmo que haja uma suspeita até a confirmação porque a gente vai eh tem Umas etapas subsequentes que a gente vai entrar um pouquinho nessa análise dessa excursão ou seja até que a gente temha Esse resultado é importante que seja armazenado na temperatura de Bula por caso essa análise dê um resultado satisfatório esse produto e poderá
ser utilizado então ele foi mantido na na na temperatura adequada recomendada em bula Além disso né uma vez armazenado e segregado é necessário comunicar a ocorrência ao responsável técnico das da Da unidade de saúde em que aquela sala de vacinação está localizada então é preciso ter esse esse processo com muita Transparência com muita tranquilidade e que faz parte do inerente ao processo de vacinação mas o quão melhor a gente tiver esse processo eh treinado e os nossos técnicos capacitados menos eles irão ocorrer e por fim registrar essa ocorrência da excussão de temperatura no formulário disponibilizado
pelo programa nacional de imunizações tá tá no site do Ministério nós podemos compartilhar aqui também no chat o link específico com todas as orientações nós temos uma nota técnica que orienta os estados e municípios de de como fazer essa análise da excussão e tudo aquilo e os casos que não estão contemplados dentro da da da nota técnica eles devem ser preenchidos no formulário enviados ao Ministério da Saúde outro aspecto muito importante dentro do da cadeia de frio dentro de uma sala de vacinação são os Equipamentos corretos para conservação eh infelizmente no Brasil nós Ainda temos
eh o Os relatos e e as confirmações de que muitas células de vacina ainda Poss entos que não são adequados para armazenamento de de imunobiológicos e de vacinas Mais especificamente então aqui é uma oportunidade para reforçar a importância de se quando for eh se houver oportunidade ou tão logo for for possível quem ainda tiver geladeira Doméstica trocar por câmaras refrigeradas que são produtos e equipamentos que que armazenam as vacinas de temperatura de 2 a o nós recomendamos que o a câmara refrigerada Sera adquirida para utilização na sala de vacina tem o registro na Anvisa assim
como o freezer científico também nós temos algumas vacinas que tem um outro tipo de faixa de temperatura que é o congelado que é de menos 15 a men2 como a foto do slide também demonstra esses Freezers para utilização em sala de vacina e armazenamento de mundo biológicos devem possuir registro não visa essa é a legislação Essa é a RDC isso é lei isso é obrigatório então a gente precisa eh se atentar principalmente os gestores de sala de vacina que podem apoiar nesse processo e qualquer dúvida sobre onde encontrar eh a lista dos equipamentos registrados pela
an Visa qualquer dúvida relacionado aos fabricantes aos equipamentos Disponíveis no país podem entrar em contato conosco no e-mail que eu vou falar já no no final da apresentação e a gente e a nossa equipe tá à disposição para tirar todas as dúvidas e orientar como localizar o equipamento correto assim como fazer o descritivo desses equipamentos pros processos de aquisição de vocês então nós estamos totalmente disponíveis para apoiar nos processos de aquisição outro outro tópico importante além do do Da câmara né também são os equipamentos e as ferramentas que nos auxiliam a Verificar como está sendo
a A Conservação desses imunobiológicos então existem diversas formas de registro de temperatura podem ser eletrônicos ou manuais claro que o a gente sempre recomenda aquilo que que a ferramenta mais tecnológica que vá dar mais facilidade no dia a dia do operador mas que se eh a depender da situação a existem ferramentas manuais que são Úteis elas são importantes e que se bem utilizadas também vão servir pro pro propósito então nós temos algum alguns registros né de forma nós temos equipamentos que são digitais então eles realizam monitoramento por sistema eletrônico eh assim como impressora registrador gráfico
supervisório ou datalogger que é o que a gente hoje mais recomenda ã para pras áreas e serviços que que tem essa possibilidade o registro manual que é um preenchimento Diário do controle de temperatura impresso próprio formulário ou dentro do protocolo operacional padrão estabelecido pela Unidade ã outro outro aspecto muito importante é o armazenamento desses registros então é muito importante que você que esses registros sejam e se forem físicos mais ainda né que esses registos têm que ser guardados e organizados e de rápida e fácil consulta porque no num numa eventual eh suspeita de desvio de
Qualidade que é excursão de temperatura esses registros precisarão ser consultados para A análise desse desse dessa ocorrência então ter os dados confiáveis dentro do protocolo operacional padrão é muito importante o o ministério também está à disposição para apoiar os as salas de vacina os municípios os estados em relação a como fazer isso da melhor maneira e o tempo de armazenamento também desses registros eles devem ser mantidos por pelo menos 2 Anos após a sua geração considerando que nós temos algumas vacinas que tem um prazo de validade grande e que nem sempre eh são são vacinas
ou produtos ou soros enfim que nem sempre a gente utiliza na rotina Então são produtos que ficam armazenados ali durante um longo período de tempo tá outra outra recomendação que nós colocamos e aproveitar essa oportunidade para trazer esse assunto é a a o incentivo as boas práticas na cadeia de Frio né dentro da sala de imunização Então as boas práticas são um conjunto de ações que asseguram a qualidade de imuno biológico por meio do controle adequado dos processos de trabalho e das atividades nas atividades de recebimento armazenagem conservação manuseio Distribuição e transporte então a operação
logística são muitos processos de trabalho e as boas práticas é fazer com que cada processo de trabalho desse seja feito da melhor maneira possível de Acordo com as orientações técnicos e científicas do ministério e como eu já comentei o procedimento ou protocolo operacional padrão ele trata dos processos que já foram validados detalhados por escrito e fornece instruções para a realização dessas operações dentro da cadeia de frio Considerando o valor Planetário e o valor social que nós temos atribuídos aos imunobiológicos é muito importante que isso seja feito da melhor maneira Possível eh quando uma unidade de
saúde uma sala de vacina tem um Pop bem estabelecido Você sempre tem é mais fácil de manter a sua equipe capacitada é mais fácil de capacitar novos colaboradores porque aquele processo é é quase automático que a gente brinca que uma hora a gente faz tantas vezes isso repetitivamente que isso fica automático garante o o bom Arm amazenamento e recebimento dos imunobiológicos perfeito então a gente recomenda que tenham pelo Menos três tipos de protocolos operar no mínimo três tipos de protocolos operacionais padrão para a sala de vacina em relação a manejo de cadeia de frio outro
aspecto também muito importante aí eu vou dar o exemplo recente que nós nós tivemos no nosso país é enfim com dimensões continentais eh as mudanças climáticas estão aqui nos mostrando que que é uma é uma realidade que isso pode se impactar como a gente vive no nosso ambiente e pensando no Nosso serviço de saúde pensando na na na armazenagem no transporte dos imunobiológicos num país tão grande como o nosso com com muita diversidade social política econômica Ah um um bom plano de contingência é essencial o nós recomendamos que cada estado tenha os seus planos de
contingência relacionados à rede de frio hoje é assim que que a nossa rede está organizada Então você Existe algum profissional que esteja nos assistindo ou se existe algum município Que esteja nos assistindo o sala o profissional que não tenha conhecimento do Qual é o plano de contingência de rede frio da sua unidade sugiro que procurem as instâncias superiores as secretarias municipais de saúde Assim como as secretarias Estaduais de saúde para receber esse documento porque na no no caso na ocorrência de alguma Fatalidade ou eh uma eventualidade o plano de contingência garante né por meio meio
de eh o plano de contingência Ele deve prever os meios e identificação precoce de intercorrências que desencadeiam na agilidade e providências a serem adotadas e eu vou dar aqui o exemplo das enchentes recentes no Rio Grande do Sul em que as perdas que houveram de mundo biológicos foram muito baixas porque eles tinham um plano de contingência que que que funciona bem que estava bem aliado os profissionais estavam capacitados então ah é é fundamental que um plano de contingência Eh adequado e atualizado eh seja de conhecimento de todos os profissionais daquele território seja ele qual nível
da cadeia de frio ele estiver então um um bom plano de contingência eh tem que ter o seu póp atualizado equipe periodicamente treinada as orientações relativas a não abertura de equipamento de armazenamento Então como manter aquele equipamento que está fechado durante o seu manejo dentro do seu plano de contingência Quais são os Equipamentos adequados para o transporte de emergência lista de contatos de quem deve ser acionado quem tá de plantão como que a equipe se organiza para para fazer essa movimentação dos imunobiológicos no caso de de alguma ocorrência eh e manter os itens para suporte
nas situações emergenciais então equipamento de backup de de reserva e ou caixas térmicas para as primeiras ações né além de baterias e grupos geradores ã porque não só acidentes naturais podem Acontecer mas como falha de um equipamento falha numa câmara frigorífica que é um que é uma situação um pouco maior eh Existem algumas regiões no país principalmente a região norte que que convivem com muita instabilidade energética ou seja estão suscetíveis a queda de energia com em maior número do que outras regiões do país então cada território vai saber identificar de forma mais precoce o que
pode acontecer e o que deve ser feito em Cada uma dessas situações outro aspecto que às vezes não parece ser eh importante né mas é muito importante a gente vai aproveitar para destacar aqui que é a limpeza da sala de vacinação a limpeza faz parte das boas práticas e faz parte do bom manejo então a limpeza e a desinfecção das superfícies em serviço de saúde são muito eficazes nas medidas de controle para romper as cadeias epidemiológicas De infecção além de conservar o patrimônio Claro aquela estrutura física também tem a finalidade de preparar o ambiente para
as atividades da maneira mais correta então a gente recomenda enquanto Ministério da Saúde a limpeza recorrente da sala de vacinação de forma diária com a finalidade de limpar e organizar o ambiente repor os materiais de consumo diário e recolher os resíduos que também é um é um um aspecto muito importante e realização de uma limpeza Terminal que ela é mais completa inclui todas as superfícies horizontais e verticais internas e externas da sala e dos equipamentos Imobiliários que que estão ali dentro da sala de vacinação um um alerta importante é que não se deve varrer o
chão a fim de evitar a dispersão do pó e a contaminação do ambiente sempre com uma limpeza úmida a limpeza dos equipamentos de armazenamento também são importantes isso a gente gostaria de aproveitar Oportunidade para para para alertar e para relembrar que às vezes pode parecer que não mas a limpeza dos equipamentos é fundamental para garantir que eles continuem em funcionamento em pleno funcionamento e assim atingindo seus objetivos então a limpeza deve ocorrer para prevenir a proliferação de microorganismos minimizando o risco de contaminação dos produtos e conservação dos equipamentos após qualquer intervenção realizada na Câmara Refrigerada
assim como manutenções preventivas ou corretivas como exemplo um checklist Deve ser precedido pela equipe para verificar e se se certificar da adequada conexão ou alimentação do equipamento em tensão adequada se ele está na tomada adequada na tensão adequada o ajuste e verificação dos parâmetros de controle a temperatura mínima e máxima e as de controle os set points que nós chamamos dessa maneira Ah se certificado do adequado funcionamento Dos controles audiovisuais ou seja se aquele equipamento está funcionando adequadamente eh novamente verificação e avaliação da temperatura do equipamento até a completa estabiliz a todas as orientações estão
no manual dos Fabricantes desse desses equipamentos a realização dos registros em intervalos pré-definidos até estabilização por no mínimo 48 horas após ou de acordo com o que o fabricante determinar ou recomendar como eu comentei a questão Dos dos resíduos também são muito importantes eh então o gerenciamento e o manejo dos resíduos resultantes das atividades de vacinação devem estar em conformidade com as definições estabelecidas pela RDC danva número 222 de 18 Então essa aqui é a classificação a gente eh todos esses informações também estão no manual então a gente sugere que visualmente essas informações estejam disponíveis
aos profissionais eh de forma Visual na sala de vacinação ou Na sala de apoio ou no corredor da da unidade de saúde além disso a gente aproveita para relembrar os cuidados na contenção de resíduos da vacina BCG Principalmente as medidas de segurança são relacionadas à manipulação da vacina BCG são baseadas na classificação de risco da portaria 2349 de 2017 então todo acidente ou incidente com a vacina BCG requer Cuidados específicos que preservem a segurança para os profissionais a População e o meio ambiente esses cuidados assim como o procedimento de limpeza devem estar descritos no pop
disponível aos profissionais capacitados considerando né todas as pessoas que estiveram ali naquele momento do do acidente ou incidente as superfícies e bancadas em que a vacina esteve em contato ou o líquido pode ter em contato e o ambiente que ali se encontra eh que se encontrava esse produto todos essas orientações estão Dentro do manual de de normas e procedimentos para vacinação de forma mais objetivas pensando dentro da sala de vacina mas essa como eu comentei a sala de vacina é a última instância da cadeia de frio que tem cinco principais instâncias do nosso país então
o detalhamento da cadeia de suprimento ele vai vir no novo manual da rede de frio que é uma continuidade né pós atualização deste manual Então o próximo manual a ser atualizado é o da rede de Frio em que a gente vai eh organizar orientar e normatizar todas a as esferas as instâncias e os protocolos Então nós vamos desenvolver um programa de capacitação continuada em rede de frio em que a sala de vacina também está contemplada promover a capacitação Nacional das boas práticas em gestão e vamos também elaborar vídeos curtos com esse conteúdo e disponibilizar no
site para que esse conteúdo chegue ao maior número de profissionais possível o Manual está previsto para novembro de 2024 Então mas eh mais detalhes mais mais robustez sobre algumas orientações vão estar dispostos no nosso novo manual Eu agradeço muito como eu falei a oportunidade É uma honra estar aqui neste momento nesse Marco histórico e poder contribuir com todo com toda a nossa equipe com toda a nossa expertise e com todas as as as diretrizes e atualizações científicas mais atualizad possível de acordo com o que a gente tem No nosso país na nossa região e no
mundo muito obrigada obrigada Ana Obrigada equipe Patrícia muito obrigada muito obrigada Taísa agradecemos imensamente a participação e reitero aqui Taíssa que foi fundamental a participação da sua equipe no processo de revisão desse manual foi uma coordenação que atuou ativamente participando das reuniões entregando atualizando enfim e foi um prazer enorme e agora ansiosos né Na expectativa aí do manual atualização da Rede de frio ah é um compromisso do do nosso departamento manter as nossas normativas atualizadas a gente tem nem sempre a o tempo né A questão cronológica o que a gente gostaria mas em setembro de
23 nós lançamos a revisão do manual dos Cris né do cro de referências de mundos especiais Estamos fazendo o lançamento de normas e o final do ano aí final do ano já na expectativa do lançamento da revisão do manual da rede de frio muito obrigada Obrigada então dando continuidade nós convidamos o Jader pcio né o Jader vai palestrar sobre as recomendações referentes à notificação investigação e condutas preventivas frente à ocorrência de erros de imunização ho Jader é enfermeiro Doutor em Medicina Tropical pela UnB e atua como Coordenador Geral de farmacovigilância do programa nacional de imunizações
por favor Jad fique à vontade Você tem 20 minutos para sua explanação Obrigado Patrícia é um prazer estar aqui com vocês nessa tarde para o lançamento da segunda edição do manual de normas e procedimentos para vacinação e em nome da Teresa que eu vi ali na foto da reunião durante o o processo de atualização né do do do manual eu queria estender os meus parabéns a todos os eh colaboradores que participaram desse processo a Teresa é a coordenadora da rede de frio e imunização aqui do Distrito Federal então vou falar sobre as recomendações referentes à
notificação investigação e condutas preventivas frente à ocorrência de erros de imunização no âmbito da segurança da vacinação e antes de entrar no conteúdo da apresentação eu que gostaria de divulgar para vocês eh a nota técnica que nós publicamos recentemente que traz orientações gerais sobre a vigilância dos erros de imunização é uma nota técnica é importante então tem aqui Um QR Code que vocês podem apontar a câmera e e vai ser direcionado para essa nota técnica e é importante eh considerar eh o conjunto né das normas e dos documentos técnicos que são produzidos e divulgados pelo
PNI porque eles são complementares Então essa nota técnica traz orientações gerais sobre essa vigilância e vocês vão encontrar no manual as recomendações específicas para cada vacina porque existem par particularidades eh para cada uma Delas Então essa apresentação está dividida nestes tópicos e eu vou começar falando rapidamente sobre a farmacovigilância de vacinas com ênfase na vigilância que fazemos de erros de imunização como vocês sabem a farmacovigilância é um conjunto de ações e atividades que tem o objetivo de detectar investigar compreender a avaliar prevenir e comunicar qualquer problema ou situação relacionada à segurança das Vacinas Então vou
começar a apresentação com algumas definições que serão importantes é pra gente poder compreender melhor como é que é a farmacovigilância de vacinas no contexto dos erros de imunização que são eventos evitáveis e não intencionais causados pelo uso inadequado de uma vacina ou e biológico eh só para confirmar a apresentação tá passando normalmente vocês estão vendo minha Tela que alguém aqui comentou que não estava vendo tá tudo bem então vou continuar eh então erro de imunização é um evento evitável e não intencional causado uso inadequado de uma vacina e ou imunobiológico que possa comprometer a eficácia
ou segurança dessa vacina que é diferente do erro programático que é um desvio do cumprimento das diretrizes e procedimentos estabelecidos pelo Programa nacional de imunização que podem ocorrer em qualquer estágio do ciclo de vacinação desde a distribuição até o descarte de seus resíduos mas que não vai comprometer a a sua eficácia ou segurança e aqui a gente pode dar um exemplo para que isso fique mais claro qual essa diferença de erro de imunização e erro programático a a vacina eh dengue atenuada como vocês sabem foi aprovada pela ANVISA para uso no país em pessoas de
4 a 59 anos de Idade contudo devido a disponibilidade né de vacinas o programa nacional de imunizações introduziu a vacinação contra dengue para um público alvo específico prioritário considerando vários aspectos incluindo a disponibilidade de doses que eram crianças de 10 a 14 anos contudo uma vacina de uma pessoa fora dessa faixa etária mas dentro ainda da recomendada pela Anvisa é um erro programático mas não é um erro de imunização porque não Aumentaria em tese a o risco né para eventos adversos e nem para eh a ineficácia daquela vacina isso é muito importante porque vai diferenciar
o papel da vigilância na conduta né do erro de de imunização em relação ao erro programático e ainda tem o uso of Label de vacinas e de medicamentos em geral que é quando o médico prescreve uma vacina fora da recomendação de bola por diversos motivos pode ser uma avaliação do Risco Benefício ou eh o objetivo é sempre o benefício maior né então quando há uma prescrição e médica fora do recomendado em bu a gente fala que é um uso of Label e não é um erro de imunização isso é importante eh para fins de vigilância
porque o erro de imunização ele pode aumentar o risco para a ocorrência de eventos adversos que no Brasil e na região das Américas nós falamos eventos supostamente atribuíveis à vacinação ou imunização Conhecidos como esav e é qualquer ocorrência médica indesejada ou não intencional após a vacinação não possuindo necessariamente uma relação causal com o uso da vacina ou outro imunobiológico e isso pode ser sinais sintomas doenças síndromes achados laboratoriais anormais qualquer coisa que aconteça após o período né após a vacinação dentro de um período de aproximadamente 30 dias e que não foi intencional deve ser notificado
como um Esave porque a gente precisa fazer uma investigação para estabelecer a a causal daquele evento com a vacina é importante também diferenciar O que é um esave grave que são eventos que vão requerer hospitalização ou a prolongação de uma já existente pode causar disfunção significativa ou incapacidade aumenta o risco de morte vai exigindo intervenções imediatas eh que resulte anomalia congênita ou provoque abortamento óbito fetal ou Ocasione o óbito propriamente dito é importante ter em mente essa definição de esave grave Porque existe uma diferença eh para a tomada de decisão no âmbito da vigilância os
zaves Graves Eles são de notificação compulsória imediata Desde 2005 no brasil fazendo parte da lista Nacional de notificação compulsória no âmbito do Sistema Nacional de Vigilância epidemiológica Então o que é de notificação no país eh os zaves não Graves que inclui os erros de imunização então erro de imunização independentemente do de dele estar associado ou não a um EAV ele deve ser notificado por conta do risco que a pessoa tem para ocorrência de EAV os zaves não graves eh oriundos dos erros de imunização devem ser notificados em até 24 horas e o esave grave que
ocorreu que não tá associado a um erro de imunização também é notificação compulsória e essa Notificação deve ocorrer em até 24 horas a notificação ela é realizada pelo nível local então o Serviços de Saúde sendo que qualquer profissional de saúde seja de serviço público ou privado ele pode notificar o caso ele deve fazer a notificação desses casos a esfera Municipal a partir da notificação do caso tem eh o compromisso né dentro do sistema de fazer a investigação destes casos notificados sendo que o esave grave a Investigação deve ter início em até 48 horas e se
for um erro de imunização que ainda não tem eh que não apresentou né um esave decorrente deste erro eh deve-se fazer o seu monitoramento ou acompanhamento pelos próximos 30 dias aproximadamente eu vou falar mais disso depois que é para detecção oportuna de qualquer evento adverso que possa ocorrer associado a este erro e a esfera estadual e federal realiza dão apoio né esfera Municipal e Ao nível local nestes processos e realizam classificação de causalidade podendo os casos serem discutidos nos comitês eh de farmacovigilância seja no nível nacional ou na Esfera Estadual a partir da notificação desses
casos né do erro de imunização ou de um esave decorrente de um erro de imunização é importante a gente conhecer as etapas de investigação então no momento que a Gente faz essa notificação a gente deve coletar o máximo possível de informações sobre aquele evento mas a investigação subsequente ela vai aprofundar essas informações que vão permitir a gente compreender melhor o que aconteceu para fazer o quê para gerar ações que vão mitigar o risco ou prevenir a ocorrência de novos casos Então aqui tem uma divisão didática né de como se dá esse processo mas a gente
sabe que na prática essas esses Passos vão ocorrer às vezes Simultaneamente então passo a investigar o o indivíduo então coletar informações sobre antecedentes comorbidades histórico vacinal incluindo a se houve eventos adversos nas vacinas administradas anteriormente registro de atendimentos médicos anteriores histórico familiar dados sociodemográficos que vão permitir a caracterização do indivíduo depois o passo B é a investigação sobre a vacina e o processo De vacinação e essa etapa ela é fundamental quando há erros de imunização ou quando há um conglomerado Ou seja quando mais de um caso tem uma exposição em comum e que pode ser
por exemplo o lote da vacina ou até mesmo a uma sala de vacinação ou um vacinador Então a gente vai precisar coletar dados sobre o l sobre a vacina sobre a dose o local e a via de administração onde foi que se deu a vacinação se foi numa sala de vacina a vacinação extramuro às vezes É importante saber o às vezes não na verdade é importante saber também o horário da vacinação Em que momento que se foi a exposição e se foi no início né do turno ou no final do turno é isso também é
muito importante sobre as condições de desvio de qualidade de excursão de temperatura todas esses dados são importantes neste espaço B no Passo C nós vamos investigar eh o evento propriamente dito quando houver né quando for apenas o erro de Imunização pula-se a etapa Mas se tiver um esave associado ao erro é importante coletar Quais são os sinais os sintomas dados de prontuário médico de exames complementares que vão permitir a gente ter o estabelecimento de um diagnóstico para aquele evento e fazer depois uma avaliação de causalidade eh também é importante saber se aquele erro de imunização
ou evento aconteceu em outras pessoas porque a gente pode estar diante ali de um Conglomerado ou de um surto e a gente precisa intervir rapidamente para evitar que novos casos aconteçam então é preciso saber se ocorreram eventos da mesma região do mesmo local de vacinação com o mesmo lote o mesmo frasco o mesmo Ponto de distribuição de vacinas todas essas informações coletadas durante a notificação e investigação do caso devem ser registradas no sistema de informações eus notifica no módulo esav que é um Sistema que tá disponível online onde qualquer profissional de saúde seja de serviço
público ou privado pode fazer o seu cadastro no govbr e acessar para fazer o a notificação e o registro dos casos é importante que os profissionais de saúde se cadastrem aqui no essus notifica antes mesmo de atender uma suspeita deav porque quando isso acontecer ele já vai estar cadastrado e esse processo vai ser mais rápido então é importante a gente levar essa Informação e divulgar para os profissionais de saúde dos serviços de saúde né que vão atender possíveis casos de esave que eles estejam cadastrados no nosso sistema de informações a partir dos dados registrados da
notificação e da investigação no sistema notifica a esfera estadual e Federal vão fazer avaliação de causalidade para os zaves não para erros de imunização o erro de imunização é o erro né um evento que ele Por si só eh é uma situação que não precisa de uma análise de causalidade agora um esave que decorre daquele erro ou de qualquer outro motivo Ele vai né Se for um esave grave principalmente ele vai necessitar de uma avaliação de causalidade E para isso a gente vai precisar de informa ões coletadas de qualidade então por isso que é fundamental
aquelas etapas anteriores da notificação e da investigação para permitir a avaliação de causalidade E no Caso dos zaves Associados aos erros de imunização a gente tem uma definição de caso específica para estabelecer a causalidade então quando há um esave eh cuja reação está relacionada ao erro de imunização após uma investigação completa e detalhada eh com o método né que é bem estabelecido está no nosso manual de vigilância e é um método recomendado pela OMS pela organização Panamericana de saúde a gente pode chegar nessa classificação e dizer que Aquele evento está associado ao erro de imunização
que é quando uma reação causada por evento evitável no intencional causado pelo uso inadequado de uma vacina ou imunobiológico comprometeu a sua efic sua segurança Ou seja é aquele evento que sem o erro não teria acontecido a partir destes dados coletados no âmbito da farmacovigilância a gente pode fazer o monitoramento e avaliação da segurança da vacinação Identificando quem é que está sob risco de né ocorrer um esave e permitindo com isso avaliação e benefício avaliação do benefício e risco da vacinação e a recomendação de medidas de Prevenção ou mitigação deste risco e as nossas publicações
são disponibilizadas no site do Ministério da Saúde Então sempre que tiver lá um manual um boletim com informações sobre monitoramento da segurança da vacinação vai ter também algo específico sobre a vigilância dos Erros de imunização Então nesse sentido vou falar rapidamente eh de como ocorre eh como se dá D nessa vigilância desses erros de imunização pensando na farmacovigilância né no monitoramento da segurança da vacinação então vocês vão observar que no sistema exus notifica existe alguns tipos de erro de vacinação que são aqueles que estão sujeito ao monitoramento da segurança então a gente Pode classificar esses
tipos em três são erros de administração erros na prescrição de vacinas ou não adesão às recomendações para uso e erros no manuseio da vacina então aqui em erro de administração nós temos administração de vacina incorreta via incorreta de vacinação formulação inadequada de vacina administrada eh entre outros tipos que vocês podem ver detalhadamente a definição e o manejo de cada uma delas Na nota técnica aqui eh por meio deste CR code ou entrando no nosso site do Ministério da Saúde vocês vão encontrar também a nota técnica que foi também inclusive distribuída eh para todos os serviços
do SUS quando vai fazer a notificação então de um erro de imunização lá no isus notifica vocês vão ver nesta tela que é possível escolher entre a notificação de um evento adverso um esav ou um erro de imunização quando seleciona aqui o erro De imunização ele vai habilitar para você escolher Qual é o tipo de erro então por isso é importante conhecer Qual é a definição de cada tipo destes erros porque são muitos então tem uma lista aqui com vários tipos de erros e na dúvida é importante sempre se orientar por meio da nota técnica
que vai trazer a definição e a conduta geral Lembrando que as condutas específicas por vacinas imunobiológicos serão encontradas no manual de normas e Procedimentos e jadre E se for um esave né eu vou notificar um esave e durante a investigação eu descubro que foi por um erro de imunização eu vou ter que fazer duas notificações uma para isave e outra para erro na verdade não porque existe um campo onde você pode definir eh que a classificação daquele zave foi devido a um erro de imunização e a partir daí eh segue a investigação né até a
sua conclusão e o que dev o que devemos Fazer após notificar um erro de imunização bom a gente sabe que os erros de imunização são eventos evitáveis e indesejados Então nós não queremos ter erros eh neste processo de imunização né a gente espera que isso não aconteça né a pessoa tá buscando uma vacina para se prevenir de uma doença e não quer sair da sala de vacinação com o problema então a gente quer sempre evitar que isso aconteça mas se acontecer a pessoa deve ser orientada Eh e ficar observando se ela vai desenvolver algum evento
adverso após a ocorrência deste erro nos próximos 30 dias e se isso acontecer é importante que ela esteja orientada a buscar o serviço de saúde para notificar este erro e para buscar eh o melhor atendimento né e ter um diagnóstico ali e uma conduta sobre aquele evento Então o manej adequado desses erros requer uma resposta rápida e eficaz Por parte dos Profissionais de Saúde das autoridades competentes eh dependendo da natureza do erro né a gente sabe que podem ser necessárias medidas corretivas nunca medidas punitivas o objetivo da vigilância dos erros de imunização não é punir
o profissional de saúde e sim a gente ter recomendações eh assertivas baseadas nos principais erros que estão ocorrendo eh entre as pessoas vacinadas Então essas medidas incluem a revisão dos procedimentos né a Taísa comentou a Elaboração dos Pops isso é muito importante então quando a gente tem né procedimentos operacionais padrões conhecidos por todos eles devem ser eh executados né mas se ocorrer algum erro a gente precisa rever às vezes aqueles procedimentos para evitar que o novo erro aconteça o monitoramento do paciente como eu falei administração de doses adicionais ou outras intervenções médicas dependendo do erro
porque a gente vai ter às vezes condutas que Inclu a revacinação ou não e algumas situações a gente pode ter até o encaminhamento da pessoa para atendimento de urgência ou emergência né Eh posso dar como exemplo eh vocês devem Recordar que aconteceu no passado eh a vacinação da vop por via intramuscular o que não é recomendada né então um erro ali que poderia colocar ali em risco e precisava de um atendimento talvez urgente e quando é gestante gestantes expostas a Vacinas contraindicadas né então gestantes expostas inadvertidamente uma vacina que ela não deveria ser imunizada Ela
deve ser monitorada durante todo o período de gestação e após o desfecho da gestação se a criança nascida viva ela vai ter que ser acompanhada ali até os primeiros seis meses de vida porque algumas situações podem ser detectadas naquele período então a notificação daquele erro terá e que ser mantida né e a investigação será concluída apenas Após esse período de acompanhamento e as lactantes também expostas a vacinas inadvertidamente quando ela é contraindicada os bebês que estão em amamentação deverão ser acompanhados por até 30 dias depois da vacinação dependendo da plataforma porque algumas vacinas podem eh
transmitir o vírus né vivo inativado pelo eh pelo aleitamento materno né o atenuado e por aleitamento materno e o que devo fazer para prevenir E mitigar o risco de erros de imunização então capacitação contínua e permanente dos Profissionais de Saúde implementação de sistemas de verificação dupla e Barreiras de segurança monitoramento regular de cadeia de frio e da qualidade de vacinas porque esses desvios eles podem levar à ineficácia da vacinação e promoção da cientização sobre a importância da vacinação e notificação de esav então para finalizar eu quero apresentar alguns dados do monitoramento Eh dos erros de
vacinação eh no Brasil especificamente para covid-19 a gente teve Neste período mais de 550 milhões de doses administradas né aqui a gente tem um fluxo que traz informações tanto do eus notifica quanto do vac vida que é o sistema de informações que foi utilizado especificamente pelo Estado de São Paulo para vacinas covid-19 e a gente teve aí eh 70.0 293 erros de imunização notificados Neste período para vacinas Covid-19 que dá uma taxa de notificação de 13 casos eh por 100000 doses administradas destes 70.000 casos de erros apenas 95 desenvolveram algum esave que foi associado ao
erro o que dá um uma incidência de 0,02 casos por 100.000 doses eh administradas aqui nesse mapa a gente tem a taxa de notificação por 100000 doses administradas por Unidade da Federação e aqui eu queria destacar que eh os estados que apresentam maior taxa De notificação não significa necessariamente que lá o risco para ocorrência de erros é maior e que isso seria um problema na verdade eu interpreto este este mapa eh como esses estados TM uma vigilância né e os profissionais estão na verdade aceitando o nosso sistema de vigilância e fazendo a notificação do erro
permitindo que a gente faça o monitoramento da segurança da vacinação e recomendar medidas a partir desses resultados então por Exemplo nós temos aqui os principais erros relacionados à vacina covid-19 onde nós tivemos a maior taxa de notificação Para administração de vacina incorreta depois utilização de vacina vencida e aqui esse vencimento ele pode ser tanto o vencimento do frasco né do lote quanto vencimento por tempo de exposição após a Constituição da vacina né administração de vacina para idade inadequado dose inadequada de vacina administrada entre outros com menor Incidência então para finalizar a confiança nas vacinas e
na vacinação é crucial pro sucesso do PNI a gente sabe que quando as pessoas Confiam eh nas vacinas na vacinação elas se vacinam e do contrário não né a gente tem hesitação vacinal a notificação investigação e prevenção dos erros e dos zaves são fundamentais para assegurar a segurança e efetividade do programa a participação ativa e consciente dos Profissionais de Saúde é Essencial nesse processo Porque permite que a gente tenha a notificação a investigação e o monitoramento da segurança das vacinas a educação e a capacitação então contínua desses profissionais contribuem para promover as melhores práticas para
vacinação segura e todos os envolvidos devem trabalhar em conjunto né esferas eh Desde da esfera Federal até o serviço e os profissionais de saúde para garantir o ambiente de vacinação seguro e Fortalecer a confiança na vacinação e nesse sentido eu quero deixar aqui a recomendação e a divulgação do nosso curso EAD de vigilância de deav com ênfase na notificação investigação e no uso dos notifica que traz também conteúdo sobre erros de imunização e aqui tem um qrcode onde vocês podem acessar e fazer o curso que é virtual é online e gratuito tá disponível na plataforma
da unasus e é uma parceria do ministério com a opas e a f CR e quero Encerrar eh deixando aqui meu agradecimento a toda a equipe da Coordenação Geral de farmacovigilância mas em especial ao Paulo Henrique que é o ponto focal paraa vigilância dos erros de imunização e que me ajudou na elaboração dessa apresentação é isso fico aqui à disposição paraa discussão e as próximas e o que for necessário muito obrigada J agradeço imensamente aí a sua participação e a Brilhante apresentação que você você fez obrigada a toda a Equipe a equipe de farmacovigilância também
contribuiu ativamente no processo de revisão do manual né apoiando aí o processo de construção Obrigada dando continuidade Então nós vamos convidar agora a EV plo paraa nossa última eh palestra explanação a EV vai apresentar sobre as atualizações os procedimentos e técnicas para administração de imunobiológicos a EV enfermeira mestre Ciências da Saúde pela Escola de Enfermagem da USP e Atualmente como Presidente da Sociedade Brasileira de imunizações Regional São Paulo EV por favor fique à vontade você tem o seu tempo de apresentação obrigada Patrícia obrigada a todos que estão aqui obrigada a todos que contribuíram para esse
manual que foi tão esperado estão me ouvindo interromper só esqueci de destacar EV foi uma das revisoras externas desse manual e que muito contribuiu na construção Dele foi um enorme prazer poder participar disso tudo eu eu fico muito emocionada porque foi muito esperado né e eu lembro do manual antigo que foi uma grande Bíblia para mim não saía debaixo do meu braço porque me acompanhou durante uma atuação importante da minha história e eu agradeço muito poder estar aqui com vocês hoje compartilhando esse lançamento desse dessa segunda edição e eu espero poder contribuir um pouco mais
com esta aula de hoje com todos que Estão aqui presente que nós estamos com público bem grande Acabei de olhar aqui no no YouTube então eu vou compartilhar minha tela PTI Eu gostaria que você confirmasse para mim se ela está sendo compartilhada e eu vou passar um slide para você me dizer se ele passou perfeito passou passou Tá ótimo então bom então vamos lá eu acho que esse um é um tema bastante importante assim como os outros né é um tema que envolve eh habilidade do profissional e Esse profissional precisa estar muito bem íntimo com
tudo isso que a gente vai trazer aqui ou tá trazendo desde o início desta web né então o meu tema é a atualização dos procedimentos e técnicas para administração de imunobiológicos vacinas sou toros e imunoglobulinas o que a gente trouxe aqui é algo que vai eh destacar o que a gente trouxe de mais diferente do que a gente já havia eh disseminado com primeiro manual então Aqui a gente selecionou algumas questões que tem um pouco mais de diferença do que a gente já realizava antes então eu inicio falando sobre os procedimentos preliminares que eu acho
que envolve né uma questão crucial que é a gente entender essas especificidades de cada vacina porque cada uma delas tem uma composição uma apresentação precisam ser administradas em vias anatômicas né corretas para que esse imuno biológico seja de Fato né Eh bem utilizado pelo nosso sistema imune ou seja bem visto pelo nosso sistema imune E além disso considerar né o número de doses daquele determinado esquema para que a gente possa proteger o indivíduo muitas pessoas perguntam pra gente o tempo todo né ai quantas eh uma dose só quanto que eu protejo né O importante é
a gente saber que a gente vai proteger o indivíduo se ele estiver com o seu esquema completo para aquela idade né isso é importante E aí esse o Nosso foco né além de garantir os intervalos entre as doses né Eu acho que isso foi bem discutido já aqui além da idade e Conservação desses imunobiológicos que também foi tratado aqui na nossa web além de garantir o uso né A gestão desse estoque para que vacinas dentro do prazo de validade sejam utilizadas e que também sejam utilizadas dentro do prazo de validade após a reconstituição esses procedimentos
envolvem aspectos que são Fundamentais para que a gente possa garantir a qu da vacinação né E também garantir que a gente estará induzindo a melhor né Resposta imune para cada indivíduo e a gente eh traz aqui pro manual também uma uma questão que é fundamental é importante que são as medidas de redução de dor durante a administração de vacinas a gente sabe que esta é uma causa direta da não adesão à vacinação por medo né medo dos Pais em relação a d Que a criança vai sentir ou mesmo os adultos que hesitam a vacina por
conta do medo da dor e também o medo dos próprios eventos adversos em relação à vacina em relação à dor a gente tem diversas estratégias que nós podemos utilizar durante os procedimentos mas para isso o profissional ele precisa estar sensibilizado e o profissional também precisa estar capacitado para compreender dessas quais são as melhores Estratégias né a gente tem aí um contexto de vacinação eh eh gigantesco no nosso país com diversas realidades Mas a gente não pode deixar né de olhar para esta questão da dor no momento da vacinação porque ela é estruturante no processo de
adesão à vacinação é um grande cuidado e ela inicia-se pela postura né do profissional não tem a PR né responda sempre as perguntas com uma linguagem eh eh que seja acessível com uma linguagem neutra e é sempre Importante que a gente reconheça o esforço daquela pessoa que chegou até ali principalmente se é uma pessoa mais ansiosa né que chega ali com medo então acolha acolha aquele medo porque o que a gente tem aí na literatura é que pessoas com muito medo foram pessoas traumatizadas em sua infância e geralmente foram traumatizadas durante a visita aos Serviços
de Saúde e quando é que uma criança visita o serviço de saúde durante a sua infância para Vacinação então nós somos Chaves nessa nesse processo nós somos pessoas que vão eh olhar para esse momento acolher que vai para além da redução da dor daquele momento e sim para acolher uma pessoa que foi traumatizada em na sua infância e para que a gente não Reforce esse trauma o longo da ao longo da vida destas pessoas Então pergunte né se ela tá bem se ela tá se sentindo com medo porque também é o momento de você identificar
se é uma pessoa que pode ter Um risco de síncope por exemplo para que você faça esse acolhimento da maneira mais adequada possível e evitar que esta pessoa uma queda e complicações maiores daquele atendimento então é um momento essencial e que vai ali da nossa postura da nossa abertura e da nossa disponibilidade e tem uma questão importante né sobre o preparo onde é que nós estamos preparando estas vacinas tem adultos que querem ver que querem ler o frasco mostra se ele quer ver se ele Quer se ele tá interessado mostra isso inclusive é uma prática
que deveria ser rotineira para que a gente mostre pros adultos olha esta é sua vacina ela tá dentro do prazo de validade E aí algumas pessoas falam né para mim Evelyn Mas isso é uma outra realidade eu costumo dizer que não esta é a é a realidade que eu quero viver independente do serviço que a gente frequente Essa é a é a realidade que eu quero entregar também para as pessoas Então quando for criança Tente não mostrar tente não mostrar o preparo a agulha por Porque isso pode gerar medo insegurança E aí a gente acabar
desencadeando também né crises aí coletivas Além disso uma estratégia importante que nós não não podemos deixar de lado que é a participação dos pais a participação dos pais ela precisa começar a ser estimulada participação dos pais em falar sobre vacinas como um ato de amor Um ato de cuidado ainda na educação lá na casa lá na casa da criança e não falar sobre vacinas apenas na porta da sala de vacina tratar a vacinação como um ato importante da vida daquela criança e isso se inicia principalmente lá quando essa mulher pode estar gestante lá durante a
gestação a gente começar a falar sobre como eles podem conduzir este tema durante a criação dessa criança né estimulando que essa criança brinque vacinando os teus Brinquedos protegendo os teus brinquedos para que se crie ali né esta cultura de que vacina também é um cuidado porque nós estamos falando com pais que também foram traumatizados na sua infância e e é necessário trabalhar este tema ainda né que a criança esteja ali no seu ambiente mais seguro que é a tua casa e é estimular né que a gente possa estimular através de orientações né com técnicas de
distração que os pais possam utilizar de técnicas de distração de Encorajamento da criança vamos lá né eu eu eu eu acredito em você você pode chorar mas não tem problema né Você pode sentir dor não tem problema eu vou estar aqui com você vou até o final com você vou segurar na tua mão estarei aqui né isso gente é um discurso que precisa fazer parte né Além de estar ali disposto enquanto vacinador para tirar todas as dúvidas daquele pai daquela família E também estar disponível para os cuidados após a vacinação é Importante que nós estejamos
em acesso com essas pessoas né tenhamos eh facilidade para que eles possam entrar em contrato com a gente Além disso incluir né a o posicionamento das crianças e dos adultos também então os adultos os adolescentes adultos jovens vacinar sentado né vacina ele sentado com tranquilidade e a criança o ideal é que esteja no colo no colo do seu cuidador no colo de quem tá ali com ela principalmente né a gente já viu na Literatura que vacinações na maca geram mais ansiedade e medo na criança utilize de distrações naquele momento né então você pode orientar aquele
aquele acompanhante né aquele responsável que pode ser a mãe pode ser um cuidador a interagir com a criança cantando uma música favorita distrair ela conversar com ela porque assim você também está tirando o foco daquele cuidador do procedimento que você vai realizar não se esqueça que esse é um cuidador Traumatizado que também tá levando medo para aquele ambiente e quando ele se conecta com o teu filho ou com a pessoa que ele está acompanhando esse medo vai se dissipando e a distração acontece e principalmente porque quando a gente vai vacinar uma criança que o cuidador
está com foco lá na agulha que você tá na mão esse cuidador pode até soltar a criança no momento da vacinação por ele tem o quê uma sensação de de reflexo como se a agulha fosse ser penetrada nele então Ele acaba soltando a criança por isso é importante que você esteja ali envolvendo aquele cuidador ou os pais daquela criança nesse processo orientar sempre que estes cuidadores levem a criança com o seu brinquedo Favorito porque ela também tem um um uma relação com aquele brinquedo como algo que possa ter um afeto um ambiente seguro ela ela
torna torna um ambiente mais seguro Só pelo fato de est com o brinquedo que ela gosta e aí é legal o vacinador também Envolver essa criança levando essa essa criança para olha vamos lá vacinar primeiro o seu o seu né o seu amigo depois a gente vacina você você vai ver como vai ser importante vocês dois estarem protegidos mais uma vez eu gostaria de destacar que este né é o serviço de vacinação que eu quero viver e que as pessoas também possam ter acesso E aí Além disso né para que a gente possa trabalhar o
manejo da dor o que a gente tem na literatura é que a Gente quando utiliza vacinas menos doloridas primeiro a gente também ajuda na redução de dor por quê a criança vai ter primeiro o reflexo da primeira experiência então quando a gente inicia pelas vacinas orais por exemplo a vacina de Rota vírus é uma vacina que tem uma composição mais Açucarada e vai ajudar essa criança no seu relaxamento por conta desta composição também E aí quando a gente for para as injetáveis se você tiver uma penta e uma Vipe para Administrar inicia pela Vipe porque
a Vipe é menos dolorida do que a penta e esta criança vai ter o reflexo da dor da Vipe E aí ela vai manter esta referência de dor sentindo então aí menos dor e sempre importante cuidar né de qual vacina é mais dolorida para que a gente possa iniciar pelas menos doloridas primeiro e vocês podem observar gente que o que eu tô trazendo aqui como estratégia de manejo de dor são estratégias que a gente deixou aqui no Manual porque são estratégias que existem evidências de que funcionam e vocês vão perceber ao longo da minha apresentação
que não envolve o uso de nenhum dispositivo tá envolve apenas atitude e conhecimento do profissional Ok a amamentação é colocado como uma estratégia muito importante e com alta evidência que funciona então trazer essa criança essa mãe para esse contexto da amamentação é legal funciona e essa criança vai ter Uma experiência de vacinação muito muito muito boa é legal fazer com que esta mãe esteja aberta claro porque às vezes a mãe está insegura para para para colocar o bebê para amamentar porque ela tem medo que o bebê engasgue e não existe a possibilidade desse bebê engasgar
se ele tiver realmente sendo amamentado ou seja se ele realmente estiver com a pega feita e aí não é você colocar o bebê para mamar E já vir com a agulha você tem que deixar esse esse bebê sendo amamentado por de TRS a 5 minutos porque aí ele já sugou ele já teve a liberação dos hormônios de relaxamento que eu quero que é isso que eu quero quero que ele relaxe e essa estratégia da amamentação vai acionar estes hormônios fazendo com que o bebê esteja muito confortável no colo da mãe reduzindo de maneira muito importante
esta dor tá então amamentação é algo também muito importante Além Disso não aspiração ou seja não fazer aquela tração do êmbolo da seringa antes de injetar o conteúdo porque quando a gente realiza esta técnica que muitas pessoas que estão aqui quando estiveram na sua formação aprenderam a fazer a aspiração né ela não é mais recomendada principalmente pro uso em vacinas porque ela gera mais dor na criança e ao longo dos anos essa técnica foi sendo estudada e concluíram que na na na história da da das aplicações sempre que um Profissional realizava não realizava ela da
maneira correta de acordo com a técnica correta de aspiração E aí acabou que ela saiu da rotina das aplicações para que a gente possa trabalhar redução de dor e porque já era um procedimento que não era bem executado OK seguindo então para um passo importante o controle das infecções principalmente no momento do preparo né e nas administrações de vacinas não banalizar a higienização das mãos sempre Que possível né fazer com água e sabão e quando e na sua ausência utilizar o Álcool a 70 que também pode ser utilizado em contextos onde eh eh a gente
não tem acesso à água e o sabão os adornos eles não podem ser utilizados isso é algo que a gente gostaria de destacar as unhas precisam estar curtas adornos envolve tá gente aliança de casamento qualquer anel eh pulseiras relógios né e também eh as unhas eh os alongamentos de gel as unhas postiças Isso não pode ser utilizado pelo por um profissional de saúde porque potencializa a contaminação da vacina que você tá preparando existem alguns estudos mostrando né o quanto isso impactou na contaminação tanto de medicamentos quanto de vacinas as luvas para realização das vacinas elas
não são necessárias a gente só utiliza luvas caso o vacinador esteja com alguma lesão exposta então muitas Pessoas falam Ah eu quero que você coloque a luva para me vacinar então a gente precisa orientar esta pessoa que as luvas são equipamentos de proteção individual para proteger o vacinador né e não a pessoa que vai ser vacinada porque elas acabam também quando mal utilizadas contaminando aquela aquela vacina e principalmente por quê o profissional que utilizar precisa fazer a troca destas luvas a cada procedimento não dá para ele ir lá pegar na geladeira Preparar a vacina voltar
a pegar na geladeira ou na caixa térmica Porque a gente já acabou contaminando tudo tá a limpeza da pele mantém o que a gente já utilizava antes mas é algo que gera muita dúvida até hoje né precisa ser feita se tiver presença de sujidade e se tiver presença de sujidade se possível lava com água e sabão né ah não não é possível porque tá num momento aí que a gente não consegue então utilize se você for utilizar o Álcool a 70 que você faça A técnica correta né que é a fricção por 30 segundos no
movimento único né e aguardar secar por 30 segundos mas grande parte das pessoas pessas acabam eh esquecendo dessa técnica e que ela é essencial para que você realmente possa fazer a limpeza deste local Nunca deixe né os os as agulhas trans fixadas a aqui né no botoque aqui na na na na borracha da da dos frascos multidoses mesmo que você deixa aqui uma seringa conectada gente isso potencializa contaminação Isso não pode ser utilizada Ok e também eu quero chamar atenção pro uso dos eh das Embalagens né dos nossos insumos a abertura correta de um insumo
não é essa não é você rasgando a embalagem e sim abrindo essa embalagem pela lapela porque quando a gente rasga a embalagem de um insumo como esse que é estéril nós acabamos contaminando este material este insumo e comprometendo então a a integridade da vacina que nós estamos preparando Além disso tudo que eu estou Trazendo aqui nós precisamos gar tiros certos da vacinação Segura que se resumem pelo menos 12 né a pessoa correta garantir o intervalo correto entre as doses né quando a gente tem um intervalo menor do que o intervalo recomendado como a gente pode
ver na na na aula inicial de bases imunológicas a gente pode comprometer a Resposta imune daquela vacina pegar a vacina correta do refrigerador então é necessário estabelecer estratégias para que a gente Reduza o erro de vacina e para que e uma dica em relação à forma de evitar este erro de pegar a vacina correta é você organizar o teu refrigerador sempre da mesma forma que ele esteja organizado em que aquela vacina sempre esteja naquele local e além disso usar identificações né com letras legíveis para que você não erre no momento em que você vai pegar
ali a vacina naquele refrigerador os diluentes eles não são intercambiáveis então não po Posso trocar diluentes de Vacinas eu preciso utilizar o diluente dela não posso intercambiar tá bom então Ah quebrou um diluente eh no no meio do caminho cuidado né verifica se você tem outro disponível mas T usar sempre o diluente que está disponível pelo laboratório ou de acordo com as recomendações que são feitas pelo programa o preparo correto quando eu falo de preparo sempre eh me remete novamente as questões de Biossegurança então Garanta um preparo que esteja livre de contaminação a Dose Certa
os frascos multidose né a gente tem que aspirar cada dose cada cada volume Então na hora de preparar cada dose gente observa se você tá preparando a quantidade de volume indicada né Então olha o insumo que você tá trabalh olhando a gente teve um grande desafio né com a diluição das vacinas de covid de repente eu tava tendo que diluir uma vacina em 1.8 ml de diluente Isso acabou Dando um um um susto na gente né porque a gente tava acostumado lá aspirar o 0,5 ml ou 1 ml para diluir ou cinco então isso assustou
um pouco isso é para que a gente possa estar Atento que a gente precisa conhecer o insumo que a gente trabalha e que o volume da dose é importante para garantir que esse sistema seja estimulado de maneira adequada a via correta a via que é determinada para cada vacina vai também interferir na Resposta imune então uma Vacina que ela é intramuscular ela precisa ser administrada no músculo Porque se ela ficar no tecido de gordura pode ser que ela não faça uma Resposta imune da forma que o hom eu gostaria então é necessário né Estar atento
também a qual é a vacina que eu tô preparando Qual é a via que ela tem que ser administrada Ok além das orientações corretas as orientações corretas envolve a gente orientar o que que aquela pessoa Pode esperar é o momento também que a gente vai orientar sobre aquela pessoa esperar os 15 minutos necessários após a vacinação para que a gente possa monitorar eventos né imediatos e também evitar que essa pessoa tenha uma síncope lá fora e acabe tendo uma mais complicações por conta disso apresentar sempre que possível a vacina pra pessoa que vai ser vacinada
mostra lá o frasco né e repete com ela o nome da vacina Isso é uma dupla checagem que também Ajuda evitar erro de vacinação porque a gente às vezes está tão mecânico vai lá no refrigerador pega o frasco mas pega um frasco diferente da vacina que você deveria pegar hora que você mostra pra pessoa pra pessoa e ela vai ler ela vai te ajudar a identificar que você tá pegando a vacina errada Além disso faça o registro correto desta vacina né com relação ao cartão registrar no cartão no sistema que vacina é que que laboratório
é o Lote dela além de registrar também na abertura daquele frasco a data de validade e a hora de validade de acordo com a característica daquela vacina né eu costumo dizer que precisa anotar a data que ela tá vencendo e o horário que ela tá vencendo porque às vezes a gente anota né o horário que você abriu ou a data que você abriu só que aí a pessoa que vai usar ela se perde nesse prazo e aí acaba se perdendo também a segurança dessa vacina então é legal anotar o dia Que ela vence e a
hora que ela vence porque é mais fácil da gente conseguir pensar né a gente não precisa pensar muito porque sabe que tá ali a data que a gente pode utilizar Garanta o descarte correto principalmente do material pérfuro cortante das vacinas que que vão precisar né de um destino adequado além de garantir a observação dos zaves pós vacinação né imediatos ou tardios garantir que esse monitoramento seja realizado E aí eu trouxe aqui esse slide Que eu acho que a maior parte das pessoas que estão aqui tem muita afinidade com preparo de vacinas multidoses né então só
queria destacar aqui em relação ao registro da da da da validade da vacina tem que est registrado aqui a hora que ela vai vencer ou a data que ela tá vencendo para que a gente não corra o risco de fazer uma vacina que já está ali potencialmente contaminada em um indivíduo sempre homogeneizar todas as Vacinas que você preparar tá uma questão importante em relação aos frascos multidose é o local onde a gente faz a punção do diafragma ou do botoque né as vacinas multidose o ideal é que você faça essa perfuração nas laterais do botoque
porque o centro dele é mais fininho e quanto mais agulhadas a gente fizer ali mas eh mais vai abrir aquela borracha e a hora que você for fazer o preparo ou o ajuste da dose esta vacina vai vai eh extravazar para fora do Botoque E do mesmo jeito que ela sai ela vai entrar e a gente vai acabar eh contaminando ainda mais este frasco então fiquem atentos a esta questão Tá certo as vacinas monodoses são vacinas tranquilas de serem Preparadas é uma questão né lembrar da homogeneização lembrar da troca da agulha da troca da agulha
não da do ajuste da agulha na seringa porque geralmente a gente deixa né esta agulha bem conectada bem ajustada mas o que que tem de erro nisso É que quando o vacinador vai tirar a tampa dessa agulha ele tenta fazer o movimento giratório e a hora que ele faz esse movimento para tirar a tampa da agulha el afa essa conexão e essa Vina essa vacina acaba extravasando né E se extravazar uma quantidade importante nós precisamos revacinar esta pessoa imediatamente uma outra questão também que a gente traz pro manual é a bolha de ar que tem
dentro destas vacinas que já vem prontas só para conectar a agulha Que é aquela bolinha de ar aquela bolinha de ar ela não precisa ser removida porque ela vai ajudar a impulsionar o conteúdo da vacina por todo o percurso do da da seringa além de de eh passar por todo o percurso daquele lugar daquele volume morto e também da agulha depositando todo o conteúdo vacinal no músculo ou no tecido aí a eh adiposo daquele indivíduo se ficar uma bolinha de ar naquele músculo não tem problema nenhum gente essa bolinha de ar Vai ajudar a evitar
que esta vacina reflua pro tecido de gordura e aumente a intensidade da reação local entrando especificamente nas vias né as vias orais eu acho que é uma a a vacina oral né que a gente mais vai utilizar a partir de então é a vacina eh de Rota vírus tá eh então a vacina de Rota vírus uma vacina que tolera bem o calor Então ela pode ser administrada com calma a gente não precisa ter pressa né então não pode eh administrar essa Vacina fazendo esguicho né porque isso vai bater na garganta da Criança e vai retornar
um um uma uma dúvida bastante eh eh presente é se se se essa mãe pode vacinar antes se essa mãe pode amamentar antes da criança receber a vacina oral não tem nenhum problema a mãe amamentar não é isso que vai aumentar a o regurgitamento da criança tá então não faz sentido a gente orientar isso tá pode amamentar antes e também pode amamentar depois ok o que eu gostaria de Destacar não precisa repetir a dose da vacina se essa criança regurgitar cuspir vumitar então é importante que você Oriente essa mãe antes de fazer a vacina Oriente
ela olha mãe se a criança vomitar a gente vai já ter colocado essa criança em contato com a vacina pela mucosa oral ela já vai ser absorvida a partir desse contato e a gente não vai precisar repetir essa vacina um cuidado importante com relação à administração da vacina oral é ver se Essa criança não tá com nariz entupido porque se essa criança tiver com nariz entupido a chance dela engasgar com a vacina também é grande então é melhor você primeiro desentupir ajudar a mãe a desentupir esse nariz e depois fazer a vacina oral isso vai
evitar né que essa criança acabe aí tendo dificuldades para fazer a ingesta deste líquido né dessa quantidade de vacinas que a gente precisa realizar Ok a vacina intradérmica a gente tem alguma Novidade não né em relação à técnica de administração não só lembrar que a gente utiliza como rotina no Brasil né a inserção inferior do deltoide direito então é bem nesta marquinha que muita gente também tem dúvida então é bem nessa marquinha aqui que vocês estão vendo em destaque o bisel precisa ser introduzido sempre voltado para cima paralelamente à pele e as seringas que a
gente utiliza considerando a vacina que nós temos disponível hoje no Programa Nacional de imunizações eu preciso estar atenta ao volume né crianças eh menores de 1 ano de idade eu utilizo 0,05 ml e maiores de 1 ano de idade 0,1 ml isso precisa Estar atento porque as reações da vacina BCG por exemplo que a gente utiliza essa técnica intradérmica ela está intimamente ligada à quantidade de antígeno que a gente deposita ali então se eu depositar uma quantidade muito maior Eu posso também ter reações mais intensas além de garantia técnica Correta porque eu vou introduzir esta
vacina na camada mais superficial da pele Então eu preciso ter habilidade porque se eu introduzir ela né muito profunda eu também posso desencadear eventos adversos e aqui uma uma uma sequência de fotos da técnica para vocês né então o bisel introduzido paralelamente à pele a gente introduz ele até desaparecer esse bisel nós introduzimos esse conteúdo vacinal lentamente porque eu estou destacando Aquele aquela pele né da do do tecido de baixo então é lento é devagarinho a gente sente resistência Eu costumo dizer que quanto mais resistência a gente sente melhor foi a Peg Então vai devagar
terminou de injetar não tira diretamente essa agulha tenta segurar ali uns 10 segundinhos pra gente não refluir vacina tá E aí é importante que a gente Oriente esta mãe com relação a o que pode acontecer depois em relação a cicatrização para ela não colocar Medicamentos para ela não utilizar nenhum curativo Ok seguimos então para vias de administração subcutânea O que que a gente tem aqui que pode ser uma uma novidade em relação à angulação a gente utiliza angulação de 45º para qualquer idade tá por qu eh quando a gente utiliza o ângulo de 90º para
fazer por exemplo numa criança a gente pode ter a chance de fazer intramuscular e não subcutâneo então os Os últimos estudos em relação a injeções subcutâneas colocam esta questão dos 45 gra para qualquer idade porque aí você garante que esta vacina vai ser realmente administrada no tecido subcutâneo então o procedimento é fazer né a pinça do local mas é importante fazer essa pinça adequadamente saber que você não pode apertar muito porque eu já vi inclusive acidentes com material pér foro cortante porque o vacinador apertou muito a prega e E aí a hora que ele foi
Colocar a agulha transfixou a pele e pegou no dedo dele então esta prega né é uma prega gorda Eu costumo dizer que é uma uma prega mais gordinha não Aspire antes de injetar quando a gente aspira antes de injetar no subcutâneo Existe uma grande chance de fazer eh hematomas no local então não faça a aspiração a gente não precisa aspirar nem para subcutâneo nem para intramuscular logo de depois que você inj tá né também lentamente né no Movimento único movimento firme n é É desejado que seja eh 10 segundos por ml então se eu tiver
administrando ali 0,5 que seja em 5 segundos com tranquilidade e em seguida após a retirada da agulha faça a compressão do local que é para evitar também que a gente tenha hematomas nesse local quais são os lugares que a gente pode utilizar Então como vocês podem ver né a face posterior do braço e a própria raiz da coxa aqui eh do vasto lateral é aquela gordurinha Que a gente tem aqui nesta região então a gente pode utilizar esses dois locais para fazer vacinas subcutâneas e para que a gente possa fazer as intramusculares né que que
é importante pensar Fazer uma avaliação Qual que é a idade da pessoa essa pessoa já pode receber naqueles determin terminados lugares o local que eu vou administrar eh eh eh eu tenho habilidade para fazer e também avaliar a massa muscular do indivíduo tá para que que a gente avalia A massa muscular para escolher a agulha correta tá então a escolha da agulha é de acordo com a massa muscular do indivíduo O que que a gente tem percebido né Eh e também tem sido relatado em alguns estudos que o nosso corpo ele tem aumentado Então a
gente tem ficado mais gordo a população tá ficando mais gorda só que a gente não tá aumentando o tamanho da agulha e aí o que que acontece quando a gente não não aumenta o tamanho da agulha mais reação Local mais chances de fazer aquela vacina no na via errada então nós também temos que avaliar e adequar as agulhas que a gente tem no serviço Além disso né eu vou escolher o local de aplicação de acordo com a idade e de acordo com a segurança e a habilidade daquele profissional Aqui nós temos uma tabela que também
tá lá no manual Considerando volume de acordo com o local de aplicação e a idade Tá bom então vocês vão ter acesso aqui a esta tabela e Também eh seguir aqui alguns critérios e alguns cuidados para administração intramuscular então não aspirar tá bom não realizar a prega pro intramuscular porque quando a gente realiza prega pro intramuscular eu vou aumentar a distância para chegar naquele músculo quando eu aumento a distância para chegar naquele músculo eu tenho o risco de fazer aquela vacina na via errada era para ela entrar no músculo mas ela Acabou ficando no tecido
de gordura então além de não precisar fazer aquela prega que a gente fazia Eu também preciso escolher agulhas mais longas a técnica é algo que vai ajudar a gente a evitar que esta vacina seja feita no tecido de gordura porque a gente diminuir essa distância para chegar no tecido muscular tá E ainda vai ajudar a evitar que esta vacina que foi depositada no músculo reflua pro tecido de gordura e desencadeie mais reações Locais e é algo que a gente tem que se preocupar porque as pessoas também estão preocupadas com as reações e a gente pode
evitar com um uma técnica adequada vamos entrando então para as delimitações o que a gente trouxe pro manual são delimitações focadas em Marcos anatômicos que é o que grande parte da literatura tem eh mostrado paraa gente que são as melhores estratégias para delimitações né que vão ajudar a gente a delimitar melhor os Locais e também evitar erros e foi isso que também a gente acabou trazendo pro manual considerando do vasto lateral da coxa O que que a gente tem como marco anatômico para seguir pra gente conseguir delimitar melhor dois Marcos o côndilo lateral do fêmur
que é este este ossinho que a gente tem aqui na lateral do joelho ligando até o trocânter tá então eu traço uma linha imaginária ligando esses dois pontos tá o condilo lateral e o trocanter Vou Traçar uma linha imaginária ligando um ponto ao out outro e vou realizar a administração na porção média do músculo vasto lateral da coxa acima logo acima desta linha imaginária entre o côndilo lateral do joelho e o trocânter então o local de aplicação a gente se tiver olhando paraa criança e ter esses dois Marcos como referência a gente já vai conseguir
olhar e determinar exatamente o local que a gente administra Tá bom então aqui não é nessa né na na parte Frontal da perna é no músculo lateral idealmente né trazendo ali fazendo ali a tração do tecido pra gente garantir a técnica em Z e lembrar que o ângulo é de 90º perpendicular ao tecido Tá bom então esta agulha vai entrar perpendicular é na direção do próprio fêmur ali tá bom Ela não é reta no sentido né de fazer ela aqui para para para como seguindo essa seta Como se eu tivesse seguindo essa seta isso tá
incorreto porque ela Tá tem que ser perpendicular ao ossinho tá bom ao fêmur se eu tiver que fazer duas vacinas no vasto lateral eu vou dar uma distância de cerca de 2 cm entre uma aplicação e outra evitar fazer duas vacinas muito patogênicas naquele local para que a gente né Garanta também ali uma vigilância pós né Eh para que a gente possa vigiar melhor o evento que acontecer e entrando pro deltoide a gente também tem algumas aí diferenças de indicação considerando também as Melhores estratégias de delimitação deste músculo Lembrando que este músculo na literatura é
considerado um músculo de maior risco porque que a gente tem um nervo que sai da base do crânio vai passar aqui bem na inserção do músculo deltóide então ele passa muito próximo do local onde a gente precisa administrar esse nervo Radial é o nervo responsável por Erguermos o braço a gente mexer A mão por isso ele é tão perigoso tá E aí a literatura estabelece Uma forma segura e fácil de fazer a sua delimitação também a partir de dois Marcos anatômicos que é o acrômio identificar onde é o acrômio e a inserção deste músculo o
local de aplicação deste músculo é na maior proeminência dele entre estes dois Marcos anatômicos que é o acrômio e u e a inserção do deltóide então quando a gente passa a mão nele né a gente sente que esta região aqui dá uma saltada porque ali é a maior proeminência e a Dica né que esses estudos trazem é que ele vai estar bem na direção da prega axilar então o ideal é que você sempre olhe a prega axilar para você ter como referência onde é que você vai fazer a inserção dessa agulha Porque se ela tiver
muito acima ela vai estar muito próxima da articulação e tem maior dor ou muito abaixo tendo o risco de fazer uma punção desse nervo e que se a gente fizer essa punção a gente pode né Eh causar aí um dano importante fazendo com Que essa pessoa tenha uma sequela para sempre de não erguer o braço de não mexer A mão e aí é importante que a gente reflita em relação a este local né as pessoas que chegam pra gente ai eu não tô conseguindo erguer meu braço a gente precisa rever se a gente realmente tá
aplicando no local correto Por quê a maior parte das vacinas que a gente aplica intramuscular são vacinas que vão desencadear processos inflamatórios Intensos para fazer a Resposta imune acontecer então Ou seja eu vou aplicar algo que vai inflamar ali só que se eu aplico ela muito próxima do nervo Radial esse nervo vai inflamar também e aí o que que vai acontecer esta pessoa vai ter dificuldade para quê para erguer esse braço então Observe isso né porque se tiver muitas pessoas falando ai mas eu tô com dificuldade melhora a tua técnica para que você possa garantir
uma melhor aplicação nesse local tá bom E aí A gente tem uma um outro local também que a gente trouxe como destaque também pro manual ele já ela lá no manual anterior já estava como uma uma via alternativa que poderia ser utilizada né que é o ventroglúteo o local inog glúteo mas também conhecida como técnica de hostetter rochester cada um chama de uma forma tá então a gente utilizou também para descrever a técnica aqui o que foi eleito como melhor delimitação e mais segura que inclusive é esse esse estudo Aqui brasileiro e que internacionalmente avaliando
as técnicas de delimitação de ventroglúteo elegeu como uma uma melhor forma de se delimitar e a gente trouxe para dentro do manual também que é eh ter também dois Marcos importantes deixa deixa eu voltar aqui que vai ficar mais fácil para vocês entenderem o primeiro Marco desta desta delimitação é o trocanter que fica nessa região então eu vou posicionar a minha região tenar que é esse gordinho da minha mão em cima do Meu trocânter então eu vou sempre Localizar onde é que está este trocânter né que geralmente vai estar aqui nesta região vou posicionar essa
região tenar em cima do meu trocanter meu trocanter para ter a dica ele vai tá sempre na direção da sínfise púbica tá gente Então olha pra sínfise púbica da pessoa e vem traçando uma linha que você vai encontrar o trocânter ali e ali você vai posicionar a tua região penar tá a tua mão vai ficar numa posição em que seu Indicador vai se posicionar na linha média do indivíduo né E você vai abrir o com o dedo médio se alongando ao longo da cristela o local para aplicação é no centro desse vértice e a dica
que ele dá é que o local de aplicação vai sempre estar na direção da prega interglútea então delimitou né ao longo do processo gente quanto mais vocês treinarem quanto mais vocês estudarem os Marcos anatômicos quanto você vocês menos imaginarem Vocês já vão estar fazendo Sem precisar pôr a mão tá bom então olhando vocês vão conseguir identificar os Marcos anatômicos ter aí a prega interglútea como referência E aí quando você tiver do lado da do lado direito da pessoa você vai vai ter o apoio da sua mão esquerda para delimitar se você tiver do lado esquerdo
você vai ter o apoio da sua mão direita para delimitar para posicionar e encontrar o local que você precisa aplicar como vocês podem ver nessa segunda foto a mão não Dominante tá fazendo a tração da pele para manter ali ela tracionada para fazer a técnica in Z em um ângulo de 90º esta agulha vai ser inserida para que esta vacina alcance de fato esta esta estrutura muscular esta via pode ser utilizada né em crianças de qualquer idade tá eu acabei esquecendo de falar o deltoide ele é indicado para crianças de 2 a 3 anos para
cima então a maior parte da literatura fala em dois e 3 anos tá evitar o uso em menores desta idade e Aqui a delimitação em crianças tá em crianças é um pouco diferente o Marco anatômico é o mesmo eu vou localizar trocanter dela também tá tá só que o que vai em cima do trocanter esse vértice do meu dedo indicador e o dedo médio então eu vou posicionar o vértice da minha mão sempre também né Se eu tiver do lado direito da criança eu vou pôr a minha mão esquerda e se eu tiver do lado
esquerdo eu vou eu vou delimitar com a minha mão direita Ok então eu vou Colocar em cima do trocânter da criança o vértice do meu dedo indicador e Médio Vou estender o meu dedo médio ao longo ali da Crista e vou fazer a punção no centro deste triângulo eu trouxe algumas outras fotos para mostrar um pouco melhor para vocês porque também tem a dica da prega interglútea e aqui vocês podem ver a prega né então aqui eu também tô posicionando o vértice do meu indicador médio como vocês podem ver nessa perninha aqui né Onde tá
o Opa Desculpa onde tá o trocanter dessa criança né Aqui tá o femor dela certo então o trocanter tá exatamente aqui vou posicionar o vértice da do da minha mão que tá tá fazendo ali a delimitação né vou encontrar o local que eu vou aplicar e vou ter como referência quem também a prega interglútea como vocês podem ver aqui eu tô com o dedo indicador apontando pro local onde eu vou aplicar e ela vai estar também na direção da prega interglútea esta posição que vocês Estão vendo aqui né é um bebê recém-nascido essa é uma
posição Canguru Eleita também como uma forma de garantir uma vacinação né Muito mais tranquila e uma melhor experiência pro bebê porque também reduz dor quando esse bebê tá em contato direto com a mãe ele tava dentro desse dessa tipoia ou desse sling a gente não mexeu com ele ele tava sendo amamentado ele ou ali e a gente fez a vacina ali no ventroglúteo Ok gente só Para esclarecer um pouco mais sobre esta técnica Ok a região dorsoglútea também utilizada para algumas situações né imunoglobulinas Principalmente soros também precisa delimitar adequadamente né vamos dividir então este glúteo
em quatro quadrantes a partir também da prega interglútea e nós vamos administrar no quadrante superior e externo esta né delimitação é importante porque a gente vê profissionais com muita dúvida em relação a essa Delimitação acabam fazendo nesta região e essa região aqui do glúteo é onde a gente tem a maior porção de gordura além de ter um nervinho que sai aqui ó bem aqui que é o nervo ciático também um nervo importante perigoso caso a gente faça a punção dele tá então Então esta delimitação também é importante depois vocês vão ter acesso ao manual com
a descrição da técnica do passo a passo bonitinho para vocês e aqui uma uma uma foto também para mostrar a via Endovenosa que a gente trouxe para dentro do manual utilizada para administração de alguns soros geralmente feita em ambiente hospitalar e excepcionalmente em alguns locais né onde a gente não tem assistência mas temos aí o suporte pro atendimento de de Emergências porque a gente tem maiores riscos aí principalmente de anafilaxias quando a gente utiliza estes soros e é por isso que a gente precisa ter a presença do médico bom encerro aqui a Minha apresentação Fico
à disposição pra gente continuar a discussão bom muito obrigada EV pela excelente aula né sempre uma um prazer ouvir as suas apresentações a gente aprende muito com a tranquilidade e a leveza com que você faz a sua a sua exposição né só mesmo agradecer a todos vocês Bom pessoal Estamos indo para pro encerramento então do nosso webinário a nossa colega Estefânia né monitorando o chat então algumas perguntas foram Surgindo Ela já foi respondendo em tempo oportuno tá eh neste momento eu abro a fala pros palestrantes para que vocês possam fazer as considerações finais eh antes
eu só quero reiterar o agradecimento a todo o público que participou desse webinário tá nós ficamos aí a 811 pessoas participando e houve uma participação ativa no chat também muitos elogios e agradecimentos às aulas né às palestras eh também solicitação das apresentações aí eu peço Gentilmente eu falei que eles vão solicitar informamos o e-mail da coordenação de imunização né da Coordenação Geral de corporação científica para que seja encaminhada a solicitação das apresentações E aí a gente vai est atendendo de acordo com com a demanda que fori solicitada via e-mail reitero o agradecimento a toda a
equipe técnica do departamento do programa nacional de imunizações pela parceria pela A contribuição que aconteceu durante todo o processo de revisão de construção desse documento então assim a nossa eterna gratidão e a equipe de revisores externos também né a Maira desin a EV dein a Josiane coordenadora Estadual de imunizações de Minas Gerais a sandala pelo Estado de Sergipe a Teresa do DF quando como o o Jad já mencionou a Fernanda também do GDF que participou ativamente essa revisão o colega Ernesto que eh fez parte do programa nacional de Imunização à frente dos Lis durante muito
tempo hoje não está mais com a gente mas deixou aí o seu legado a sua contribuição a lí coordenadora do Estado de São Paulo de imunização e a minha chefe né Ana Catarina que estava como coordenadora de Pernambuco e agora a na Coordenação Geral da incorporação científica então muito obrigada mesmo a participação de todos vocês e do público tua fala então por favor Evely Eu agradeço muito né a esse Empenho ficamos bastante tempo empenhadas em em trazer o que tinha de melhor e de mais atualizado né o tempo todo a gente tava revisando eu quero
agradecer vocês pelo pelo carinho também a minha pessoa Por me por me permitir fazer parte de tudo isso destas atualizações e estamos à disposição né Para apoiar as pessoas que tiverem dúvidas com as novas atualizações também e eu quero dizer pros vacinadores que aproveitem muito deste conteúdo Eu Costumo dizer que o vacinador ele precisa ter acesso a este manual o tempo todo porque ele responde a muitas dúvidas e muitas dúvidas que muitos vacinadores têm né vacinadores que estão a tempo né no à frente de uma sala de vacina muitas dúvidas eles elas estão respondidas nesse
manual então assim que você estiver né com ele em mãos devorem esse manual né devorem ele façam os grifos necessários eu tenho certeza que ele vai te trazer informações vai te Trazer segurança para que você possa estar aí à frente das salas de vacinas do país né e com certeza melhorar a Adesão de vacinação da nossa população muito obrigada Evely Ana Carolina eu na verdade gostaria mesmo de parabenizar mais uma vez viu Patrícia todo esse empenho esses forço parabenizar toda a equipe que conseguiu entregar esse resultado de tão tamanha qualidade e e agradecer o oportunidade
de ver vocês de ouvir a Evelyn Jader thí Assim Acho que a gente revisita vários conceitos eu tava Eu tinha me esquecido de algumas coisas eu falei Nossa que bom que eu tô assistindo então é uma oportunidade acho que para todos nós né e eu espero que realmente quem tá aí quem faz a vacinação acontecer Aproveite esse material e claro gente vai ter muita dúvida e a gente tá muito à disposição sempre à disposição para esclarecer essas dúvidas ao longo do tempo porque é é um treinamento contínuo Então mais uma vez parabéns e muito obrigada
pela oportunidade obrigada Ana Raíssa Patrícia equipe muito obrigada novamente pelo convite pela honra de dividir essa tarde com vocês eu concordo com a Carol imensamente vários conceitos que no dia a dia a gente não lida tão diretamente a gente esquece mas foi foi uma tarde de passear pela imunização né quando a gente vai ler desde o mecanismo Imunológico até o o o serviço na prática comigo e com o jadre e a Evely ali no na parte final né de de aplicação é incrível a gente perpassar por todo o caminho e que bom que a gente
teve essa oportunidade porque imunização inspira e motiva eu acho que quando a gente se coloca junto como como programa e visita o programa traz muito Val agregado para esse momento parabéns por todos os os Consultores externos Internos a nossa equipe pelo esforço e material incrível e eu concordo com a Evelyn profissionais inclusive da nossa da aqui da esfera Federal tá devorem esse conteúdo tudo é importante tudo faz parte tudo impacta Em algum momento e alguma lógica do do nosso trabalho pra gente otimizar os nossos nossos procedimentos e o nosso objetivo final muito obrigada novamente Parabéns
Obrigada Taísa por favor já Obrigado Patrícia pela sua moderação e a Os organizadores do webinário que foi realmente muito bom produtivo parabenizar os palestrantes pelas ótimas aulas também aprendi muito e e isso mostra como que se dá a integração do nosso programa nacional de imunizações apesar de ter diversas coordenações né nós trabalhamos de forma integrada dentro do ciclo de imunização Com todas essas áreas envolvidas então o manual ele reflete isso também trazendo todos estes Aspectos igual a Taísa falou e a gente fica aqui à disposição nós da farmacovigilância de vacinas eh trabalhamos eh de forma
bem atuante com os estados né e dando este Apoio aos municípios também na resposta a dúvidas e aceitamos sugestões sempre pensando na melhoria dos processos e do nosso sistema eh de vigilância então Obrigado e boa tarde a todos vocês muito obrigada jer eh gostaria de agradecer também imensamente a equipe de Apoio audiovisual né paraa realização do seminário e de maneira especial quero destacar aqui uma gratidão enorme ao Fred né ao Frederico e a Sabrina por todo o apoio que foi dado a gente no decorrer desse processo de editoração de diagramação porque foram Idas e vindas
muita paciência e uma dedicação enorme da parte deles Ah não foi no tempo que a gente gostaria mas não faltou o empenho e o apoio do Frederico e da Sabrina nesse processo então eu ser uma gratidão Enorme a vocês que permitiram né e contribuíram muito para que esse momento chegasse eh passo a palavra a Ana Catarina Nossa diretora substituta para que possa fazer essas considerações finais Ana e já encerrar aí o webinário e dizendo nós estávamos com 811 pessoas assistindo então assim é um número significativo para uma sexta-feira né uma tarde inteira e a gente
vê como que é difícil se ausentar aí da salas de vacina para estar presente então assim Muito obrigada Ana com as suas palavras e depois você já pode encerrar sim primeiramente agradecer novamente a todos que aqui estão pela disponibilidade eu acho que é um momento bem importante são 10 anos a gente aguardando essa lançamento então Ass sim de fato eu agradecer aos meus colegas que passaram a tarde aqui a Taísa e Jader que não é fácil para eles estarem aqui a Carol né E a e Evelyn assim eu só tenho agradecer A vocês foram excelentes
apresentações todo mundo gostou bastante vi alguns feedbacks já e as pessoas falando da importância desse momento e como foi bom a gente ter esse momento agora então como foi bom o departamento tá aqui em conjunto E que a gente pudesse passar para vocês né as nossas recomendações do nosso manual o manual de normas e procedimento ele é não só uma recomendação para o SUS mas ele é uma recomendação para o país para todo Serviço de vacinação Independente de onde ele esteja na rede pública na rede privada Então eu só tenho agradecer pelo momento e que
de fato a gente possa cada vez mais pulverizar essas informações o ele vai ficar disponível no YouTube então que para quem não pode vocês divulgarem isso o manual já está no site do Ministério da Saúde Tá Patrícia então ele já está no mundo então assim eu digo isso com muita felicidade porque eu acompanhei bem de perto tud isso que Aconteceu então assim que bom que a gente conseguiu E que bom e que com isso traga mais empenho de todos para que a gente consiga mais do que eles fizeram que já foi muito a essas que
essas atualizações elas sejam de uma forma mais recorrente como aí eu pego a fala do Jader né Vocês já aqui estão vendo a a integração de todo o departamento de imunizações então todo departamento ele tá envolvido hoje o programa ele é um departamento então tornou-se gigante Cada coordenação dessa antes era uma coordenação e agora nós temos quatro Então como integrar tudo isso né e a gente nesse seminário a gente pode passar isso para vocês então assim muito obrigada muito obrigada a todos pela disponibilidade Patrícia Estefânia muito obrigada pela elas fizeram com muito empenho para que
isso funcionasse da melhor maneira possível E obrigada a todos os palestrantes e um até breve vamos fazer mais momentos assim e para Os os municípios que estão aí executando as ações de vacinação eu tenho a certeza que esse manual irá contribuir bastante para que a gente tenha de fato uma vacinação Segura nas unidades básicas de saúde e uma conservação adequada do imunobiológico A aura maravilhosa eu não me canço de dizer da Carol eu sou suspeita mas de imunologia que aí todo mundo passa a entender de fato porque que é tão importante vacinar e claro Jader
brilhantemente falando sobre os Av E os erros né que é tão importante hoje Evelyn não tenho nem o que dizer né a aula de técnicas de administração como sempre brilhante então assim a todo muito obrigada e disseminem tanto o webinar como também o manual e o programa nacional de imunizações o departamento está à disposição de todos vocês muito obrigada E vamos fazer uma vacinação cada vez mais forte e eficiente nas salas de vacinação Então até breve muito obrigada Ana e dizendo Que a Ana já disse né já está anual manual o link já foi compartilhado
aí no chat do YouTube então todos já TM conhecimento do link para acesso não posso deixar também ser uma gfa enorme e não fazer menção aqui a Nágela e foi toda uma articulação viu Catarina da Estefana com a nagela falou assim posso soltar não prepara sobe manda o link liberou o link vamos pôr no chat conclui o webinário as pessoas já possam acessar então n o nosso agradecimento também por Toda a sua agilidade e parceria aí um abraço a todos muito obrigada um bom final de tarde obrigada T Tchau pessoal parabéns