O diabo entra na sua casa? Sim. Não sei.
Porque ele tá ao nosso derredor. O diabo entra na sua casa? Não.
O correto é o diabo não entrar na sua casa, porque na sua casa tem dois anjos acampados que Deus coloca para blindar o seu lar. Sim ou não? Certo.
Certo. Que que você faz? Você convida ele para entrar.
Quando você convida, que que o anjo pode fazer? Nada. Nossa, que forte.
Então, ele não entra até você convidar e aí você convida diversas maneiras. [Música] Bem-vindos ao Mentorcast. Aqui você aprende tudo sobre gestão das suas emoções, autoconhecimento e gestão de pessoas.
Eu sou Cleiton Pinheiro, estou aqui com a equipe da LF Gestão, do meu lado direito, dona Ariele. Oi, gente. Ao seu lado, senhor Mateus.
E aí, pessoal, tudo bem com vocês? E lá no banquinho, dona Bruna. Olá.
Olha só que interessante. Olha o que eu vou fazer com você aqui. Dia 14 de junho tem o poder do básico.
Que que é o poder do básico? É um treinamento que eu vou realizar. Calma, eu sei que você já ouviu porque todo início de vídeo eu estou falando sobre isso, só que existem muitos erros básicos, então assim, eu não consigo te passar todos somente um dia.
Então, hoje, o episódio de hoje eu vou trazer erros básicos para você já entender o que seria o treinamento do dia 14, só para você ter uma noção do do dos erros básicos que você está cometendo na vida sem você perceber. Então, hoje o nosso tema é erros básicos com pessoas. Muito bom.
Tema de hoje, erros básicos com pessoas. E por quê? Porque no dia 14 de junho nós temos o treinamento O Poder do Básico.
Neste treinamento você vai poder identificar quais são os erros que você está cometendo, que você não identifica por você achar que aquilo é muito simples, aquilo é básico e é justamente o o que está impedindo você de viver coisas extraordinárias, é o que está impedindo você de mudar de nível, é o que está impedindo você de ir para a próxima fase. Assim como eu vou trazer aqui, ó, erros básicos que nós cometemos com pessoas, lá eu vou falar de erros básicos na vida espiritual, erros básicos na sua vida profissional, erros básicos na sua vida pessoal, erros básicos na sua vida emocional, na sua vida espiritual. Então lá eu vou falar sobre as áreas aqui.
Eu vou falar de um de um assunto específico e eu tenho certeza que o de hoje já vai te ajudar bastante, já vai clarear bastante a sua mente. Mas independente do que você vai aprender hoje aqui, dia 14 de junho, você precisa estar. Na descrição do vídeo você tem um link onde você vai clicar e você vai escolher o ingresso se você quer ficar lá no VIP, onde eu vou estar junto com o pessoal do VIP, quer ficar no bronze, quer ficar no prata, você escolhe.
O o preço é acessível, todo mundo tem condições. O importante é que você esteja. Outra coisa importante é a curtida.
Deixa sua curtida e faz a sua inscrição. E fez sentido o que nós estamos falando, coloca o emojo da ampulheta, que é o nosso emoji oficial. Então, recados importantes aqui para você.
Esse emoji aqui que você tem aí na no seu é o o Mateus, ele dá um jeito, ele tá aqui assim para mim, ó. Ele tá acenando, ele tá dando um jeito, ele precisa, entendeu? Então, enfim.
Ele conseguiu, ele apareceu, gente. Vamos lá. Erros básicos que nós cometemos com pessoas.
Não contrate Mateus. O primeiro e mais importante. Ele aprendeu na prática, tá?
Não contrate, Mateus. Vermelho. Brincadeira, gente.
Mas vamos lá. Erros básicos que nós cometemos. O primeiro erro que eu quero trazer aqui para vocês, confiar nas pessoas antes de conhecer.
E por que que eu coloquei esse aqui como primeiro? Porque esse talvez seja um dos maiores maiores desafios que você enfrenta, mas também seja um dos maiores erros que você comete, porque você tem um hábito de confiar nas pessoas antes mesmo de conhecer. E por que que eu confio nas pessoas antes de conhecer, Cleiton?
Porque depende da maneira como a pessoa me acessa. Então, exemplo, se eu sou uma pessoa emocionalmente carente, então isso quer dizer que a pessoa, a, se ela der atenção, se ela for uma pessoa educada, se ela, se eu me sentir acolhida por ela, ela vai me acessar. Se a minha necessidade de aceitação ela é acima do normal, isso quer dizer que todo mundo que der atenção para mim vai me acessar.
Uma vez que a pessoa te acessou, você confia. Uma vez que a pessoa te acessou, você compartilha informações. Uma vez que a pessoa te acessou, você compartilha sonhos, ideias.
É como se fossem os melhores amigos. Só que você cometeu um erro básico, você ainda não a conhecia suficiente para ter feito isso. Aí, olha que interessante.
Com o passar do tempo, essa pessoa te decepciona. E aí o que acontece? Você simplesmente fica chateada, se frustra com essa pessoa, deixa de falar com ela e o pior, ainda carrega uma mágua no coração.
E tudo começou onde? um erro básico que você cometeu. Quantas pessoas você carrega no seu coração que você já deveria ter perdoado e você não perdoou?
Quantas pessoas você carrega no seu coração que você já deveria ter desculpado e não desculpou? E simplesmente por quê? Porque você confiou na pessoa antes de conhecer.
Você errou. Você cometeu um erro básico e não percebeu. E agora você está sofrendo por isso.
Agora o seu coração está pesado. Agora o seu coração tem mágoa. Olha só.
Olha a importância do que é básico. Você cometeu um erro básico e as consequências vieram paraa sua vida. Por isso, esteja atento aos erros básicos que você está cometendo.
Cuidado com as pessoas que você anda confiando sem antes conhecer. Começamos bem. Muito bem.
Cleiton, uma dúvida. Eh, como que você, quais são os critérios que você tem quando tá conhecendo uma pessoa? O que que você observa?
Porque eu já cometi esse erro de acabar expondo que não era para expor. Enfim, eu observo muitos detalhes. Sim.
Quais detalhes, Cleito? Principais detalhes que eu observo nas pessoas, a maneira como elas tratam outras pessoas. Eu não observo tanto a maneira como a pessoa me trata, porque eh como eu já tenho um uma certa experiência, porque eu observo pessoas há muito tempo, então eu já estabeleço limites e isso para mim não é um desafio.
Eu gosto de observar como as pessoas tratam outras pessoas, entendeu? Sim. Então, exemplo, ah, o Mateus me trata bem.
Não, não, não. Quero saber como ele trata Ariele. Uhum.
Boa. Eu quero saber como ele trata a dona Antônia. Uhum.
Eu quero saber como ele trata a Lília. Sim. Porque ali eu consigo fazer a leitura de quem ele é.
Eu quero saber como ele se comporta quando alguém fala não para ele. Porque quando eu falo não para ele, ele se comporta bem. Mas quando a Bruna fala não para ele, o que que ele faz?
Ele escuta. Outra coisa, ele consegue respeitar o espaço das pessoas. Tô dando um exemplo aqui só.
Você quer saber realmente quem é uma pessoa? É muito simples. Observe como ela trata as outras pessoas.
Sabe qual é o erro básico que você comete? Você observa como ela te trata. E aí, porque ela te trata bem?
Você acha que ela é uma pessoa boa? Não, não. Se você quer conhecer uma pessoa, observe como ela trata as outras pessoas, principalmente as pessoas que não agregam nada na vida dela, principalmente as pessoas que estão em níveis abaixo dela.
Porque a maneira como ela trata as outras pessoas revela muito do que ela carrega no coração e revela muito de quem ela é. Quando alguém fala não para ela, como ela se comporta? Porque às vezes, pelo cargo que você ocupa ou porque ela tem interesse em você, ela te trata bem.
Quando você fala não, ela não fala nada. Mas quando é alguém que ela acha que tá abaixo dela, ela se transforma e você nunca nem imaginou que ela falaria daquele jeito. Então ali revela um pouco de quem ela é.
Quer conhecer as pessoas? Observe a maneira como ela trata as outras pessoas, porque só observar a maneira como ela te trata é um erro básico. Muito bom.
Muito bom. Cleiton. A gente tá aqui falando sobre acessos, né, das pessoas que nós damos às pessoas, só que eu queria voltar um pouco mais na raiz.
Como que a gente faz para, porque isso é algo básico e nós sabemos que nós devemos impor limites. Mas como que eu faço para todo momento não esquecer de praticar o básico? Porque muitas vezes acontece de poxa, quando eu vi eu já fiz, já errei e era algo básico.
Como que eu faço para todo momento não esquecer do que é básico? Andar no piloto automático e não prestar atenção no que está fazendo. Erro básico?
Sim. Tá a resposta. Cuida rápido.
É isso. Rápido. Eu ando no piloto automático.
Eu não me concentro. Eu não estou nos ambientes. Eu tô na ansiedade.
Eu tô aqui, já tô pensando em outra coisa. Eu tô fazendo isso aqui, já tô pensando aquilo ali. Vai errar, entendeu?
Então, eh, exemplo, toda a volta que você deu, pera aí, pera aí, pera aí, Cleiton, como é que eu faço para estar presente nos ambientes hoje? Se concentre. Eu estou aqui com vocês.
Eu estou com vocês. Você tá falando, eu tô prestando atenção em você. As pessoas não.
Você tá falando, eu tô olhando no celular, eu tô prestando atenção nela. Eu tô olhando para ela, para ele. É isso.
Quando viu já falou, é aí quando nossa, cometi esse erro e não percebi. Claro, você não tá presente em nenhum lugar. Nossa, você nunca tá presente em nenhum lugar.
Você tá presente de corpo e a sua mente tá em outro lugar. É por isso que você erra, é por isso que você comete erros básicos, principalmente com pessoas, entendeu? Da mesma maneira que você não é verdadeiro com as pessoas, você não consegue identificar que não é verdadeiro com você, entendeu?
Por uma pessoa que ela é verdadeira, uma pessoa que ela se concentra quando ela está com você, uma pessoa que ela realmente se dedica a você ali numa conversa, ela percebe se você não está ali. Mas por que que você não percebe quando alguém faz isso com você? Porque você também faz isso com as pessoas, esse é o problema.
Sim. Então quer dizer que aquilo que é básico para de fato surtir efeito tem que ser feito de forma consciente, porque senão você acaba errando porque entra automático. Olha só, aquilo que é básico para ser feito de maneira eficiente precisa ter o resultado.
Como assim? O que é o básico? Tudo aquilo que você tem que fazer para que algo aconteça.
Uhum. Então, exemplo, se eu conversar com uma pessoa de maneira superficial, eu vou me conectar a ela? Não, não.
Então, não fiz o básico, porque qual era a intenção conectar, entendeu? Para ter amizade com uma pessoa, o que que você precisa? Ser verdadeiro, falar a verdade, ser transparente.
Então, isso quer dizer que isso é básico. Se eu não fizer, eu não vou ter o resultado, que é o quê? Ter amizade com a pessoa.
Sim. Entendeu? Então, exemplo, para você ter uma confiança, adquirir a confiança de uma pessoa, que que você tem que ser?
Honesta. Uhum. Transparente, entendeu?
Uma série de comportamentos para que com o tempo ela confie em você. Então, o que que é básico? Então, Cleiton Básico é tudo aquilo que eu tenho que fazer para adquirir um resultado.
Se eu não estou adquirindo resultado, sinal que eu não estou fazendo básico. Tá com as tá com as finanças em ordem? Não, então tá cometendo erro básico.
Uau! Ficou bem mais claro. Ficou mais claro agora.
Tá bom. Posso gastar mais do que ganho, sim ou não? Não.
Não. Se eu gastar mais do que eu ganho, o que vai acontecer com a minha vida financeira? Vai ficar devendo.
Devendo. Qual é o erro básico que eu estou cometendo? Gastando mais do que eu ganho.
Para gastar, a primeira coisa que eu tenho que fazer é o quê? Calcular o gasto. Não.
Para você gastar, qual é a primeira coisa que você tem que fazer? Comprar desenfiadamente. Se planejar.
Não, para você gastar, a primeira coisa tem que fazer é ganhar. Ah, sim. Ah, é verdade.
Pera aí. Você já ganhou? Você já ganhou?
Não, mas você já gastou. Erro básico. Ah, porque olha só, se para que o básico, o que que é básico?
Tudo aquilo que precisa ser feito para que outra coisa aconteça. Para eu gastar, eu preciso ganhar. Eu não ganhei, já gastei.
Erro básico. Tá contando com dinheiro que nem criou na Não, não, eu nem ganhei ainda, mas eu já gastei um cartão de crédito. É crédito.
Aumentou o limite. Putz, aumentou meu salário. A pessoa entende isso.
Então, talvez agora ficou claro para você. Não, Cleiton, mas se for olhar assim, pera aí. Então, eu tô cometendo uma série de erros.
Mas gente, há quanto tempo eu tô falando que você tem que vir pro treinamento? Porque existe uma série de erros básicos que nós cometemos na vida e por isso que as coisas não acontecem. Por isso que você não vive extraordinário.
Eu peguei nas finanças só para pegar na dor, porque de finanças pega na dor de todo mundo. Sim. Pera aí.
Para eu poder gastar, primeiro eu tenho que ganhar. Eu nem ganhei e já gastei. Esse é o primeiro erro básico.
Segundo erro básico. Eu não posso gastar mais do que eu ganho. Não, mas eu gasto porque pela fé eu espiritualizo e ponho na conta de Deus já deu certo.
Não. Erro básico. Sim.
Entendeu? Então, quando você entende isso, então então Cleita, agora entendendo sobre o que é o básico, que até então você tá falando desse treinamento, eu não não tinha entendido, é isso. Outra coisa, esse treinamento de 2025 não é o igual de 2024.
Ah, não, do ano passado eu participei. Não, não, não. Eu vou trazer outras coisas porque é muito erro básico cometido.
Eu não vou repetir os do ano passado, entendeu? Então, eh, por isso que eu consigo gravar aqui, vou gravar esse episódio da semana que vem. Vou trazer mais erros básicos aqui, só para você entender de maneira gratuita aqui, ó.
Você tá ganhando erros básicos que você tá cometendo. Agora, você quer ainda um nível mais aprofundado, você vem no dia 14. É, você tá sendo esclarecedor só essa parte, imagina o que tem por vir no dia 14.
Agora, olha lá, segundo ponto, segundo erro básico que eu cometo com as pessoas, acreditar que elas gostam de você. Nossa, que leito. É, não gostam.
Tô até triste agora. Ser mais depressivo. Não, não é para ser depressivo, não.
É aprender a fazer a leitura certa. Pera aí. Você gosta da Ariele?
Gosto. Por quê? Bom, porque é um mandamento bíblico.
É brincadeira. Ela contribui com o meu trabalho. Eu gosto da pessoa da Ariel.
Então, mas é isso, ó. Pera aí. Por que que o Por que que o Mateus tem que gostar da Ariele?
Onde tá escrito você tem que gostar dela? Não, nenhum lugar. Não tem que Não tá escrito, você tem que gostar dela.
Tá escrito. Você tem que amar ela. Piorou.
Piorou pro seu lado, meu amigo. Só que para você amar ela, você tem que primeiro se amar. É que aí é o mandamento bíblico.
Acreditar que as pessoas gostam. Não falei amar, falei gostar. Amar é diferente, porque amar é outro nível que é mais difícil ainda.
Porque para você amar o próo, você tem que amar a ti mesmo, que é o que Jesus nos ensina. Mas esa aí, o que que é do que que eu estou falando? Porque você trabalha com a pessoa, você acredita que aquelas pessoas gostam de você e de fato elas têm uma consideração por você ou elas têm interesse em algo que você tem, ou elas até têm uma afinidade com você, mas não necessariamente todas gostam de você.
Tem pessoas que te toleram. Nossa, para quem é carente, para quem tem necessidade de aceitação. E por que que eu coloquei esse ponto?
Porque a maioria das pessoas tm necessidade de aceitação. Por isso que elas sofrem quando elas descobrem que as pessoas não gostam dela como ela imaginava. Então é, então ninguém gostar de mim, não, não é isso.
É a expectativa que eu gero. Porque olha só, eh, você gosta da Ariele? Sim, mas qual é a expectativa dela de se gostar?
Gosta até que ponto? Exemplo, se ela precisar de algo, até até onde você vai ajudar ela? Uhum.
O quanto você está disposto a abrir mão de algumas coisas para para fazer por ela. Aí é o nível do que você gosta. Então, olha só, você gosta dela, mas da dependendo da expectativa dela, não vai ser atendida, ela vai se frustrar.
Eu gosto de vocês aqui, ó, mas existe um limite. Sim. Gosto de vocês até aqui.
Daqui para cá, pera aí, eu não posso. Agora vamos supor, vamos, vamos, vamos pegar pessoas, então vamos lá. Nós somos aqui uma equipe, então vem até aqui.
Se eu colocar minha família, vai vir até aqui? Não. O gostar já vai um pouco além.
Sim. Entendeu? Sim.
Então, é nesse sentido. O problema é que você acha que as pessoas gostam de você até aqui. Não, tem gente que gosta de você até aqui.
Tem gente que gosta até aqui, até aqui. E cada nível desse é o esforço que ela vai fazer quando você precisar dela, entendeu? Por isso que você sempre fala, tipo, nas reuniões que a empresa não é uma família.
Não é uma família. Sim. O Mateus ele gosta da Ariele como colega de trabalho.
Sim. Então isso quer dizer que se no trabalho você precisar da minha ajuda, Ariele, conta comigo. Mas pode ser que você na vida financeira precisa do Mateus e ele vai falar: "Não vou te prestar dinheiro".
Aí você vai falar assim: "Eu achei que você gostava de mim. Não misture as coisas. Ele gosta de você no ambiente de trabalho até aqui, ó.
Sim. Dinheiro já vai ter para gostar, para poder emprestar dinheiro, tem que gostar até aqui. Não, ele não não passou nessa fase ainda.
Sim. Então existem níveis de gostar das pessoas. Então por isso que eu já trouxe o impacto.
Acreditar que todo mundo gosta de você, que é o quê? Achar que todo mundo gosta muito de você. Não.
Alguns t consideração, outros têm afinidade, outros gostam, outros te amam, outros são mais chegados do que irmão, como a Bíblia diz. Mas não misture as coisas. Sabe qual é o problema?
O problema é que as pessoas acham que todo mundo gosta muito dela. Deixa eu te contar um segredo. As pessoas gostam de você, mas não no nível que você acha.
Existem pessoas que têm uma consideração por você. Existem pessoas que têm gratidão pela sua vida. Existem pessoas que honram a sua vida.
Existe pessoas que gostam muito e existem aqueles que são até mais chegados do que irmão, como a Bíblia diz. Agora, você achar que todo mundo gosta muito de você é um erro básico que você tá cometendo relacionado a pessoas. E por isso que você se frustra quando você pede ou gera expectativa ou espera algo de algumas pessoas e aquilo não acontece porque você meio que categoriza tudo.
Todo mundo que chega e fala: "Nossa, eu gosto de você. Você acha que é gostar muito? " Não.
Às vezes o gostar é gostar no ambiente de trabalho. Se você precisar de mim lá no trabalho, eu vou te ajudar. Mas precisar de dinheiro, não, que aí já é um outro nível.
Então, aprenda a fazer a leitura correta e pare de cometer esse erro básico, que é achar que todo mundo gosta muito de você e que a qualquer momento o que você pedir as pessoas vão fazer, elas não vão. Eu às vezes até tipo dentro do trabalho gosto de você até você começar a atrapalhar meu trabalho, você interferir meu resultado. Então, tá vendo como já diminuiu, já não gostou ainda, já não gosta tanto.
Sim, é o erro básico. Verdade. Então, no caso, o básico que eu preciso fazer é não gerar expectativa que ele vai gostar.
Não, não gerar. É só entender. Mateus é colega de trabalho.
Entendi. Mateus entrou na sua vida faz quanto tempo? Dois anos.
Do anos? Sim. Tem gente que tá a 10 e não tem.
Você ainda não considera como um amigo. É verdade. E aí um que tá do anos, às vezes você coloca ele aqui no nível como se só por quê?
Por causa da convivência, entendeu? Sim. Por se ver todos os dias.
Porque você vê todos os dias. Mas espera aí, Mateus de repente vai para um outro local, vai a gente vai pra filial dos Estados Unidos. Pronto, Ariel ficou aqui, tá?
Será que a amizade continua? Hum, é, provavelmente não. Caraca, é isso que eu tô falando.
Expose de ao vivo, tá, gente? Não é que a amizade não continua, ela continua num nível menor. Vou falar de vez em quando, vou falar de trabalho, mas não é aquela coisa.
E aí, Mateus? Vamos sair. Eu vou te dar um exemplo.
Quantas vezes vocês marcaram de sair juntos no final de semana? Um exemplo. Nunca saíram.
Então, olha só, isso mostra que a amizade é até aqui. Sim. Exemplo, você saiu com seu namorado, ele saiu com a namorada dele.
Não, nunca saíram. Quantas vezes o Mateus chamou você para almoçar na casa dele no domingo? Nunca.
Nunca chamou dele. Então, olha só que interessante. Isso.
Quer dizer que, ó, é até aqui. Porque para chamar para almoçar na minha casa, tem que ser até aqui. Sim.
Quem eu gosto aqui, eu levo pra minha casa. Quem eu gosto até aqui, eu não levo pra minha casa. Sim.
Isso aqui é erro básico. Pronto. Acho que esse ponto de casa é muito importante.
Como eu sei a pessoa que eu devo levar pra minha casa? Tipo assim, ela tá apta na minha intimidade, por exemplo. Tá bom.
Vamos lá. Leve em consideração que a sua casa ela precisa ser um lar. Sim.
Pra sua casa celular, quem precisa habitar lá dentro? Deus. Deus.
Jesus precisa ser o centro, Espírito Santo. Deus precisa habitar lá. Sim.
Ok. Se você não tiver um cuidado em quem você vai levar na sua casa, o que pode acontecer dentro do seu lar? Entendeu?
Então você é mais ou menos isso. Pera aí. Essa pessoa que eu vou levar na minha casa, ela vai ter acesso à minha intimidade, que é minha casa.
Ela vai ter acesso ao meu lar. Ela vai se alegrar com o que ela vai ver ou ela pode ter inveja do que ela vai ver? Ou ela pode ter um sentimento de alegria, mas porque ela percebeu que ela é melhor do que eu, porque ela acha que ela é melhor do que eu.
Então esse é o filtro. Parti, mais essa pessoa que eu vou levar na minha casa, ela vai se alegrar quando ela entrar na minha casa com o que eu tenho, que não pode ser muito e pode ser pouco, entendeu? Eu já tive situações de casas mais simples e as pessoas e levar pessoas e a pessoa se alegrar.
Poxa, que legal. Por quê? Porque é o lar.
Sim, o lar não tem a ver com eh a TV de 60 polegadas ou não ter TV. O lá tem a ver com a comunhão, com o amor que existe naquela família. Sim.
E uma pessoa que ela gosta de você e ela entra no seu lar, ela se alegra independente do que ela está vendo. Existem pessoas que quando ela entra, primeira coisa que ela olha é isso aqui, ó. É material.
Nossa, que legal. Nossa, TV grande. Nosso sofá confortável, nossa, parede bonita.
Ó, são coisas diferentes. É aí onde você filtra quem você vai levar na sua casa. Entendi.
Só que de maneira estratégica, às vezes você tem que levar pessoas na sua casa também, porque você quer se conectar por uma série de coisas. Sim. Eu levo na minha casa, eu levo na minha sala, vou levar no meu quarto?
Não, porque o quarto é intimidade. Aí na intimidade aí que você vai pensar no amigo, sim. Entendeu?
Mas pense nisso. Essa pessoa que eu vou levar na minha casa, primeiro, qual é o julgamento que ela vai fazer? Segundo, quanto ela vai se alegrar.
Terceiro, o que ela pode deixar na minha casa? Quais são os sentimentos que ela pode deixar aqui? Uau!
Quando ela sair, ela vai fazer uma oração. Ou quando ela sair, ela vai sair falando o que ela viu. Ou ela pode deixar lá um sentimento de inveja.
Nossa, isso é muito forte. É forte, mas as pessoas não pensam. Sim.
Uhum. E aí o que ela faz? Lá para dentro de casa.
Qualquer pessoa. Olha só. Olha só que interessante.
O diabo entra na sua casa? Sim. Não sei.
Porque ele tá ao nosso derredor. O diabo entra na sua casa? Não, em nome de Jesus não.
O correto é o diabo não entrar na sua casa, porque na sua casa tem dois anjos acampados que Deus coloca para blindar o seu lar. Sim ou não? Sim.
Ou a sua oração não é: "Senhor, blinda a minha casa, blinda o meu lar". Então quer dizer que o diabo não entra na sua casa? Porque se ele chegar lá tem dois anos que falar que você não entra, certo?
Certo. Que que você faz? Você convida ele para entrar.
Quando você convida, que que o anjo pode fazer? Nada. Porque a gente deu legalidade.
Nossa, que forte, entendeu? Então ele não entra até você convidar e aí você convida diversas maneiras, através de uma pessoa ou algo que você levou para dentro da sua casa que deu legalidade. É isso.
Ah, Cleit, eu não acredito. Muito simples. É só você olhar.
De repente você tem fase que tá aquela tranquilidade, tá aquela paz. Tem semanas que o negócio desanda, é um brigando com o outro, é aquele ambiente pesado, você não tem vontade de voltar para casa, tem algo errado, gente. Sim, porque uma casa em que Deus habita, ali você tem comunhão, você tem amor, você tem paz.
Se o negócio desandou, pode ter certeza. O diabo entrou porque alguém convidou, alguém deu legalidade. Sozinho ele não entra, mas quando permite ele entrar, aí sim.
Muito forte isso. Então, quando você entende isso, você para de cometer esses erros. Sim.
Entendeu? Então, por isso que a nossa casa, quando a gente fala de pessoas, não dá para levar qualquer um. Ah, mas eu gosto muito da pessoa.
Vai almoçar fora, vai jantar fora, não dá para levar qualquer pessoa. Até você realmente conhecer a pessoa, conhecer a intenção da pessoa, saber, Cliit, já levou pessoas que você se arrependeu na sua casa? Já.
E aí? Não levei mais. Pronto.
Identificou, foi. Identifiquei, tá tudo bem, entendeu? Então assim, eu eu eu pelo menos eu tenho muito critério nisso.
Isso não quer dizer que eu não goste das outras pessoas, não é isso. É porque a nossa casa, o nosso lar, exemplo, quem tem lar sabe, cara, ali é onde você e eh vai recarregar suas baterias. Ali onde você tem intimidade com Deus.
Claro, eu tenho intimidade com Deus em outros locais também, mas é tipo assim, é um lugar especial, você tem que levar pessoas certas ali, tem que ter a ver também com a vulnerabilidade que a gente carrega no lar de se ficar mais exposto. Claro, com certeza. Você é exemplo, não é o tema de hoje e nem vamos entrar aqui, mas objetos consagrados que você levou para dentro da sua casa.
Pronto, ali já desandou tudo. Por isso você tem que tomar muito cuidado com o que você ganha. Por isso que você tem que orar em algumas coisas, mas não é o tema de hoje.
Mas eh sim, a vulnerabilidade emocional. Sim. Quando que eu erro, Cleiton?
Porque por que que estou eu cometo esses erros básicos que você está falando aí? Porque eu sou uma pessoa vulnerável emocionalmente, entendeu? Então, para agradar as pessoas eu levo na minha casa.
Algo que eu achei interessante é que a gente começou com ah, erros básicos, tal, e a gente foi desenvolvendo esse episódio e a gente entrou num num assunto muito assim pesado e forte, né, que a gente precisa se preocupar. Então assim, a importância de você se atentar a fazer o básico para não errar, porque se você erra no básico, uma coisa puxa outra e você tá errando em tanta coisa aqui. Eu tô pegando leve, filha, porque no dia 14 eu vou pegar pesado.
Se prepar, eu já tô doido aqui. Aqui eu podia ter acabado. Aqui eu tô trazendo leve, mas lá no dia 14, porque a pessoa vai passar o dia comigo e treinamento, quem já participou de treinamento comigo sabe, treinamento eu pego pesado.
Verdade. Lá eu vou falar algumas coisas aqui. Tá gravando, você tem que ter todo um cuidado lá.
Não, vou ter que te explicar por quê? Porque você pagou justamente para aprender. Então e dia 14 é mais profundo aí no que eu vou explicar, entendeu?
Então é importante outro erro básico que as pessoas cometem, esperar algo em troca das pessoas. Por que que a gente faz isso, Cleiton? Quando que você faz isso?
A pergunta não é por a pergunta é quando que eu espero algo em troca? Quando eu tenho interesse na pessoa? Não, quando o que eu fiz por ela foi por interesse e não foi por coração.
Entendi. Muito verdade. Toda vez que você faz algo por alguém, por interesse, você espera algo em troca.
Toda vez que você faz de coração, você não espera nada em troca, porque você sabe que a recompensa não vem da pessoa, vem da lei da semeadora, vem de Deus. Nossa, muito então, esperar algo em troca de algumas pessoas é um erro básico que você comete. E o erro básico foi não ter feito de coração.
O erro básico não foi ter ajudado a pessoa. O erro básico foi não ter feito de coração. E por você não fez de coração, você tá esperando algo em troca dela e ela nunca vai te dar.
E aí você vai falar pr as pessoas, engraçado, quando precisou, ajudei, ó, nunca me ajudou. Quando você faz de coração, você sabe que a recompensa não vem da pessoa, ela vem do Senhor. Porque é a lei da semeadura.
Quando você faz de coração, quem te recompensa é Deus, é o Pai. Sim. E ele te recompensa com muito mais do que você imaginou.
Só que você talvez nem lembre que aquela recompensa veio porque você um dia ajudou aquela pessoa. Mas você pode ter certeza de uma coisa, pessoas que de coração tem o hábito de ajudar pessoas nunca ficam na mão. Deus sempre manda os amigos a ajudá-la quando ela precisa.
Cle, e aqueles que não fazem de coração, mas tem um hábito de ajudar, eles ficam sem? Não, porque a lei da semeadura é imutável. Se eu só posso colher o que eu plantei, então aí agora você bugou minha cabeça, porque se eu só posso colher o que eu plantei, eu ajudei, mesmo não sendo de coração, eu vou colher.
A colheita é 30, 60 ou 100. Jesus fala o que determina a colheita que você vai ter, a qualidade da semente que foi contado. Qualidade da semente.
Então quanto mais eu faço de coração, maior chance de eu colher 100 vezes mais. Quanto mais eu faço por interesse, maior a chance de eu colher 30 vezes mais. É que eu fiquei pensando na questão da reciprocidade também tem isso nos relacionamentos ou no independente, eh, tipo, se eu fiquei magoado por por porque a outra pessoa não foi recíproca comigo, isso tá errado também ou não?
Eu fiquei magoado porque a pessoa não foi não foi recíproca comigo. O que que você semeou? A mágoa.
O que que você vai colher? Mágoa. Mas tem como eu converter isso rapidamente serística?
Não tem quando você identificar e falar assim: "Poxa, é verdade, eu fiz aquilo ali por interesse. " Mas eu falei para ela que eu fiz de coração e tanto que ela falou assim: "Não, depois eu vou te pagar". Você falou assim: "Não, não precisa não.
Não precisa se preocupar". Ela não, de alguma maneira eu vou te ajudar. Você não, não precisa.
Você falou para ela que não precisava. E por que que agora você tá chateado? Porque ela não retribuiu.
É verdade. Só um tap. Entendeu?
Bom, então muitas vezes é você mesmo que fala a pessoa: "Não, tá tudo certo, não precisa se preocupar, não precisa se preocupar, não, pera aí, precisa sim, depois me devolve porque eu eu fiz por interesse, então eu quero de volta assumir que você foi é erro, erro, erros básicos da vida. Não falar a verdade. Nossa, maior, um dos maiores erros básicos que a gente comete na vida, não falar a verdade.
O que que é falar a verdade? é falar o que você realmente sente, é falar o que você realmente quer. Você ajudou uma pessoa e fala assim: "Não, não precisa não, fica tranquilo, não precisa se preocupar".
Ué, mas se você quer aquilo de volta, por que que você falou que ela não precisa se preocupar? Então fala para ela: "Sim, quando você tiver oportunidade, você me devolve". Esse é um erro básico.
Nós não somos verdadeiros conosco. Sim. E isso consequentemente você não é verdadeiro com as pessoas.
Aí por isso que fica aquela coisa assim, ah, fulano é falso. Não, não é que fulano é falso, é que na realidade você gerou uma expectativa ou a pessoa te falou algo que você sabe que não foi verdadeiro porque ela não foi verdadeira com ela. Sim, é muito difícil ser verdadeiro com você.
É muito difícil você admitir que você quer algumas coisas. Exemplo, é muito difícil uma pessoa admitir que ela quer se tornar alguém relevante. É difícil uma pessoa admitir que ela quer ter sucesso.
É difícil uma pessoa admitir que ela quer ser famosa. Pode ver. Você é difícil você encontrar pessoas e falar assim: "Eu quero ser famosa na vida".
Sim, é verdade. Verdade. A maioria tá lá na internet postando todo dia.
Não, eu não quero ser famoso não. E tá fazendo o que na internet? Tô postando todo dia se você não quer ser famoso?
Mostrando tudo. Seja verdadeiro, porque não tem nada de errado. Se ela se ela falar que ela quer ser famosa, olha, é um sonho dela.
Que legal, parabéns. Entendeu? Só que existe uma diferença entre fama e relevância.
São duas coisas diferentes. Tem pessoas que são famosas, mas não são relevantes. Sim.
São duas coisas diferentes, entendeu? Então eu acho que ser verdadeiro consigo mesmo é o primeiro passo para você fazer o que é básico, para você alcançar realmente o que você precisa. Parar de contar histórias, parar de querer agradar as pessoas no sentido de contar uma historinha bonita, sendo que aquela pessoa não é você, sendo que você não tá sendo verdadeiro.
E é só questão de tempo, a pessoa vai descobrir quem realmente você é. Sim. Sim.
Foi esclarecedor esse ponto. É igual aquela pessoa, tipo assim, Ariele, toma um pedaço no meu lanche. Aí você fala: "Não, não precisa não, não quero".
Aí depois sai falando: "Nossa, o Mateus nem me ofereceu nada". Nada a ver o que eu falei. Nada a ver mesmo.
Tava com uma crença. Alguém fez isso com você? Alguém fez isso.
Ficou a vontade de comer alguma coisa e a pessoa não ofereceu. E ele tá bom, deixa ver. Porque se a pessoa ofereceu, ele tá com gatinho.
Quem foi que negou pro Mateus? Do nada, expliquei errado. Do nada, desculpa o eu vou cortar essa parte do desculpa, foi o refrigerante, não vai cortar não.
Foi refrigerante. Desculpa, gente. Vamos lá.
Último ponto pra gente poder encerrar sobre coisas básicas, que a Bruna tá quase tendo treco aí. Último ponto pra gente encerrar sobre erros básicos sobre pessoas. Julgar sem conhecer história.
E aqui nós somos campeões de fazer isso. Sim. Julgar as pessoas sem conhecer história.
Tanto é que isso é nosso, é natural. Você julga. Não vou com a cara de fulano.
Isso ali, ó, deve est mentindo. Isso aí tá deve est enrolado com coisa errada, não sei o quê. A gente julga.
Sim. Sem conhecer a história. Pode ver, ó.
Toda vez que você conhece a história de uma pessoa, o conceito sobre ela muda. É verdade. Geralmente quando você conhece a história de uma pessoa, a primeira coisa que muda, aquilo que era normal você passa a admirar.
Como assim? Ou aquilo que você não gostava, você passa a admirar. Então, exemplo, uma pessoa que você não tem afinidade, você não tem conexão, é uma pessoa normal para você.
Se você conhecer a história dela e você descobrir que na história dela ela passou por muita coisa difícil e a história dela é muito triste, olha só, aquilo que era normal agora você passa a admirar. Aquilo que era normal agora você passa a se inspirar. Porque você pensa assim: "Poxa, você passou por tudo isso e chegou aqui, caramba, você é uma inspiração para mim, porque eu por muito menos já ia desistir.
" Nossa, verdade. Eu por muito menos eu tava reclamando. Eu por muito menos eu tava querendo entregar os pontos.
e você passou por isso, está aqui, muda, entendeu? Então, eh eh esse é o ponto. Nós precisamos julgar menos, porque julgar é automático.
Não tem como, não tem como falar, não julga as pessoas, não é, é automático. Julgue o mínimo possível e não se esqueça do que Jesus ensina. Com a mesma régua que você julga, você será julgado.
Então, no caso, por ser algo natural, eu olho uma pessoa que eu não conheço, eu vou acabar julgando. É, no caso, eu julguei já criar consciência de não, você precisa conhecer história. Qual é o julgamento que eu tenho que me preocupar?
O julgamento negativo. Sim. Ah, essa pessoa deve ser isso.
Nossa, pessoa é amargurada. Nossa, a pessoa é é grossa. Ah, é ignorante.
Não, calma. Vai conhecer a história. Uhum.
Entendeu? Eh, tem uma série que saiu na Netflix Adolescência, que a gente já comentou aqui. Sim.
É o pai do menino. Então, para quem olha o pai do menino pode falar assim: "Não, ele é uma pessoa pacata". Mas para quem já viu algumas situações, fala assim: "Não, ele é uma pessoa ignorante".
Até o final da história, quando ele fala assim: "Meu pai me batia muito, eu apanhava muito". E você vê ali a a mágoa dele porque ele apanhava do pai. Aí quando você vê o jeito dele, a expressão corporal, ele contando que ele apanhava, você fica com dó, você fala: "Caraca, meu, olha só, por isso que às vezes ele é explosivo, por isso que ele tacou o negócio no na nas pessoas, entendeu?
" Sim. Então, quando você conhece a história, a visão muda, seria desmistificar talvez aquela frase do a primeira impressão é a que fica. É mais ou menos isso.
E é difícil. A primeira impressão é que fica. E mudar a primeira impressão é difícil.
Sim. Mas deixa eu te falar uma coisa, nós temos o hábito, isso é nosso, de julgar as pessoas. E olha só que interessante, porque nós julgamos, muitas vezes nós perdemos oportunidades, deixamos de nos conectar com pessoas que seriam importantes na nossa vida ou o principal, deixamos de ajudar pessoas que precisam da nossa ajuda.
Mas por que que nós julgamos? Porque isso é natural nosso. Agora, olha só que interessante.
Quando você conhece a história de uma pessoa, pode ver, o julgamento muda. Uma pessoa que às vezes você nem tinha afinidade, você passa a admirar quando você descobre que ela passou por uma série de coisas difíceis na vida dela. Mas deixa eu te falar, de onde vem esse julgamento?
Por que que nós não nos interessamos em conhecer a história das pessoas? Porque na realidade nem a nossa história a gente conhece. Uau!
O autoconhecimento é algo que poucas pessoas têm acesso. Nós não nos preocupamos em conhecer a nossa história. Então, se eu não tenho interesse nem na minha história, por isso que eu não quero saber na história das pessoas.
Só que quando eu conheço a história das pessoas, o meu olhar para elas muda. E se eu te der um, puder te dar um conselho agora, comece a olhar para a sua história, porque talvez o seu olhar para o seu passado vai mudar. E aquilo que você tinha vergonha, pode ser que você passe a se orgulhar.
Esse é um dos erros básicos que você está cometendo na sua vida sem você perceber. Isso foi muito bom. Dúvidas?
Apenas apenas os nossos inscritos. Foi muito forte o episódio de hoje. Vocês quase não falaram não.
Quem perguntou? Eu falei. É que a gente apanha no básico, né?
A gente não sabe, mas a gente apanha no básico. Eu perguntei. E sem palavras.
É que errar É que errar no básico dá vergonha. Exatamente. Pode ver.
Quando você erra, não que é básico, você fica com vergonha. Fala, caraca, isso aqui é muito básico. Como é que eu não pensei nisso?
Era é por isso que eu me concentro. Eu estudo gestão emocional no Cleiton e eu descubro que eu cometo erros básicos ainda, entendeu? Sim.
E aí eu fico, eu fico com vergonha, falo: "Caramba, como é que eu pude fazer isso? Meu Deus, eu nessa altura do campeonato, Sim, mas também faz parte. Não fico me remoendo, remoendo, sofrendo, não.
Vamos lá. Sim. A pergunta da Teresa foi até de um exemplo que você já usou e usou aqui hoje também da régua.
Então, eu não entendi essa pergunta. Se eu perdoar e não conviver com a pessoa, Deus vai me perdoar e não se aproximar de mim? É isso ou eu estou enganada?
Olha, o que Jesus diz é o seguinte: com a mesma medida que você eh usar com as pessoas, é a medida que ele vai usar com você. É mais ou menos isso. Então, a maneira como você julgar as pessoas é a maneira que Deus vai julgar você.
Ponto. Ponto. Então, assim, é como se, ah, eu perdoei, mas eu não quero conviver.
Deus pode fazer isso comigo? Ué, o que a Bíblia tá falando é que ele vai usar a mesma régua que você usou com as pessoas. Posso afirmar que ele não vai querer conviver com você?
Pode ser que não. Porque a misericórdia dele, o amor que ele tem por você, sim. Graça.
É, é. Supere. Mas o que Jesus tá falando é o seguinte: "Olha, qual é a régua que você tá usando?
Fica tranquilo. É o que Deus vai usar com você no dia que ele for te julgar. Posso dar um conselho para ela?
Na dúvida, perdoa de coração, porque perdoar de coração ela vai conseguir conviver. Mas enquanto ela não perdoar de coração, ela não consegue conviver. Perdoar de coração, perdoei de coração, consigo viver, consigo.
Mas sem perdoar de coração não consigo. Se fosse assim, nem existia mais casamento, porque a pessoa que a gente mais tem que perdoar é o nosso cônjuge, entendeu? Pode ver, muitos casamentos são arruinados.
Por quê? Porque eh houveram situações em que deveria existir o perdão de coração e não houve perdão de coração, houve só o perdão da boca para fora. Por isso que o casal vive brigando, porque o perdão de coração, quando ele realmente acontece, o casal consegue continuar convivendo junto, entendeu?
Eu, se eu fosse ela na dúvida, aprendi a perdoar logo de coração, porque é melhor, né? É melhor, é melhor, entendeu? Sim.
Eu acredito que o episódio de hoje mexeu com você, até porque esse episódio ele foi feito especialmente para você entender sobre a importância do básico. E por que que eu fiz esse episódio? Porque dia 14 de junho nós temos o poder do básico.
Talvez você esteja até assistindo esse episódio depois do dia 14 de junho, não tem problema. Mas se foi depois e você não teve oportunidade de estar no poder do básico, então eu te convido a participar da Imersão Evolution, porque a Imersão Evolution é tão impactante, é na realidade até mais impactante do que o poder do básico, porque são três dias. Se, olha só, se aqui em 40 minutos você ficou impactado, imagine um dia inteiro de treinamento.
Agora imagine três dias você fechado em uma imersão comigo. Então, imersão evolution lá você vai entender mais sobre a gestão emocional, gestão de pessoas e gestão estratégica. Na descrição tem um link onde você vai preencher os dados e você vai ser você vai para uma pré-análise, se você for aprovado, aí sim você é encaminhado pro especialista para você poder participar.
Mas o que é importante? coloca os seus dados para você participar da Imersão Evolution. Dúvidas, meninas?
Não. Então, olha só, agora eu quero pedir para você compartilhar esse vídeo com o máximo de pessoas, porque do mesmo jeito que ele te ajudou, vai ajudar muita gente. E quando você compartilha, o canal cresce, o nosso objetivo é chegar a 1 milhão de inscritos.
Contamos com a sua ajuda. Deus abençoe a todos e até o próximo episódio. Что?
[Música] Ah.