Eu tenho um papelzinho que eu deixo no meu computador escrito gravar a reunião que aí ele amassa aí eu tiro ele não coloco de novo aí Eu esqueço toda vez aí hoje tava sem Que bom que a Duda lembrou Boa noite Sheila a gente tá começando agora deixa eu só alterar aqui para mim conseguir ver todo mundo então o nosso útimo o encontro foi no dia 6 a gente estava avaliando a Emily uma aluna do do neus Pazeto e a gente precisa continuar a avaliação dela né Eh eu também enviei lá no grupo vocês chegaram
a dar uma olhada nos textos sim não tá bom eu suspeitei eu mandei muito em cima da hora né demorei para conseguir achar um texto sobre ação construída que nos ajudasse aqui na discussão percebi que são poucas as publicações que tem sobre isso e achei mais coisas em outros idiomas assim mas que até para mim eu ia depender de mais tempo para conseguir ler estudar então preferi mandar aqueles para ser um pontapé inicial E aí penso que se a gente conseguir ler paraa semana que vem para pro próximo encontro a gente consegue já começar a
discutir eh também acho que no final a gente pode falar um pouquinho do cronograma aqui dos nossos encontros porque penso que a gente pode terminar em meados de Novembro assim final de dezembro início de dezembro terminar as discussões E aí a gente precisa ver quais serão os próximos passos aqui também Tudo bem então vamos continuar a avaliação que a gente tava fazendo acho que eu vou mandar acho que a gente pode rever a história principalmente porque a Mel tá aqui e a Inês também a gente revê um pouquinho e aí vê a gravação novamente e
começa as análises tudo bem vou projetar o livro A gente retomar a história [Música] tá aparecendo né sim compliquei pera aí quero aumentar a tela porque acho que tá muito pequeno para vocês Tava grande Isa tava tava de novo [Música] tá ótimo Isa [Música] cada vez que eu vejo essa história me aparece uma coisa nova no cenário vou tá agora o vídeo da Emily dela contando a narrativa [Música] m k [Música] [Música] a m todo mundo sorrindo ele é muito fofinho projetar o instrumento E aí se precisar a gente volta na narrativa depois conforme a
gente for [Música] avaliando a gente parou no indicador expressão epistêmica então podemos começar aqui por ele Isa esse tá pequeno a a projeção sabe ficou a tela tá bem Menorzinha do que por exemplo tava nos vídeos sim mas ó se eu aumento dá para você melhor é fica melhor para acompanhar que Eu dividi a tela para mim conseguir ver vocês tá tá ótimo vamos lá expressão epistêmica a dimensão é a estrutura textual o nível é a capacidade de formulação de estados mentais e perspectiva expressão epistêmica predicados cognitivos então pensar acreditar duvidar ação construída na expressão
faal e corporal zero não se observa o uso de recursos linguísticos nem gestuais que expressam estados epistêmicos um se expressa de forma pontual o uso de recursos linguísticos ou gestuais que expressam estados epistêmicos dois em geral se expressam estados epistêmicos ao longo da história fundamentalmente através da perspectiva dos personagens e TR a de estados epistêmicos é equilibrada em relação à história e se diferencia a perspectiva do narrador e dos personagens que vocês pensam na história vocês identificaram momentos em que ela usa o pensar acreditar o duvidar que faz referência ao estado do menino ou de
outros personagens ela faz acho que da perspectiva do menino né ela fala ela faz o não sei o que o menino não sabe né Ele não sabe acho que tem também um traço desse eu não sei se se é uma um esse predicado cognitivo mas ela quando ele se depara com outros animais ele a da perspectiva do menino ele faz esse não é outro que é outro [Música] uhum indica um pensamento do menino indica que o menino tá pensando não é esse quem eu tô procurando é outro que eu tô procurando sim não sei Fim
da história eu tive a impressão na hora que cai que o menino cai na água e eles estão ali procurando o sapo e ela tá fazendo aquele diálogo com o cachorro eu tive a impressão que ela faz uma menção de um pensar que ela fica fazendo assim vários momentos ela faz assim eh não é esse vamos procurar mais e aí ela faz algo aqui na cabeça tive a impressão não sei se pode ser eu acho tal vez que fala Duda o número dois é o o dois é do até até tem essa questão do não
sei dela ela faz como porque não é um Não sei acho que a gente é acostumado com esse né também mas ela sempre faz Uhum Então eu acho que traz também essa questão de tipo como se ela ele ela mostra ao longo da história que ele pensa que tava em algum lugar não aqui não pensou aqui aqui não pensou aqui aqui não me dá eu tenho esse entendimento também então tem acho que a gente tem acho que essa é uma uma possibilidade de leitura também pelo que ela faz sabe porque a gente percebe que sempre
nesses momentos ela en ela procurou em determinado momento depois vai para outro momento né a gente entende como não sei mas tipo assim eu entendi também como se fosse pensei que estava aqui mas aqui não estava Sim eu também tive essa impressão Então acho que também aí acho que não é não chega não é um um porque não é pontual ela faz isso ao longo da história né E ela usa bastante ação construída depois com a leitura dos Tex T vocês vão ver ela faz bastante essa troca de corpo né então Primeiro ela é o
menino depois ela é o cachorro e aí ela fica se virando e usando a combinação da expressão facial e corporal eu concordo com dois mas al eu também concordo com dois vocês tem alguma dúvida sobre esse indicador algum comentário esse indicador eu tive bastante dificuldade no início para entendê-lo conseguir avaliar assim não acho que ele é dos mais fáceis Tudo bem então vamos pro próximo a dimensão é fluxo da informação e estrutura da sentença o nvel é a capacidade de estruturar a informação então estrutura básica da sentença declarativo interrogativo e imperativo e o componente não
manual sobrancelhas franzir ou posição neutra cabeça elevação avanço movimento tensão velocidade entre outros zero assinal as estruturas das sentenças básicas sem produzir o componente manual de forma precisa um segue a estruturas de sentenças básicas sem produzir de forma sistemática O componente manual dois em geral recorre a estruturas de sentenças básicas produzindo de forma precisa O componente manual e não manual e três recorre a estrutura de sentenças básicas produzindo de forma precisa o componente manual e não manual quais momentos da história ela faz o declarativo o interrogativo imperativo acho que o declarativo é bem claro né
Mas e o interrogativo o imperativo o interrogativo tá bem Tem vários que ela fala onde tá né onde tá ela Traz esse interrogativo que eu consigo lembrar agora ela faz o qu também em alguns momentos o Ana e assim né ela faz também E aí o imperativo na hora que ela briga com o cachorro é tanto na hora que onde ela pega ele aqui e fica bravo e na hora que dele fica quietinho né isso mesmo eu acho acho que é bem Rico a narrativa dela Ela traz todas as Onde poderia usar na história ela
usa acho bem interessante vocês acham que qual pontuação eu fico entre dois e três é eu acho que poderia ser um três porque não é em geral né ela usa em diversos momentos da história e ela e a ela tem também né Toda uma questão eh carregada de expressão e também dos movimentos do corpo que tudo que tá falando né ela levanta a sobrancelha ela franze ela tem todas essas posturas então também assim é ela é de forma precisa essa entonação dela tanto no manual como no manual eu acho que é bem eu acho que
pode ser três sim para ela também acho eu concordo com três eu acho ela muito expressiva né ela usa todos esses elementos mesmo né ela faz com que você fixe atenção nela e você consiga perceber todos toda a ação que tá acontecendo sim então três mesmo concordo estruturas negativas sinais manuais e elementos não manuais zero expressa A negação com formas básicas mas não combina o componente manual e não manual um recorre a estruturas negativas básicas e Ou nem sempre combina o componente manual e não manual de forma precisa dois recorre a estruturas negativas e as
produz de forma precisa O componente manual e não manual e três recorre a estruturas negativas variadas e produzindo de forma precisa O componente manual e não manual acho que não é zero nenhum hum aqui Eu também acho que ela ela ela é variada o jeito que ela apresenta as negativas até aquele do não sei do jeito que ela faz mas ela faz não tem ela Ela traz eu eu acho que é variado Não sei não sei se tem algum algum outros ela ela eu percebi que ela não faz por exemplo um vazio é verdade isso
é verdade ou aquele é não faz então seria Tipo dois né porque daí para apr para ser mais variada ela teria que apresentar outros do tipo eu entendo que ela varia em vários momentos da história ela faz as estruturas negativas mas ela faz sempre numa combinação básica ali do manual e não manual o sinal e a expressão facial o não tem não encontrou mas ela não faz um sumiu ela faz um sumi começo [Música] né no começo da história que eu me lembro também é uma expressão negativa o sapo sumiu né Eu acho que ela
faz isso né sapo sumiu não é não é Mas de fato tem a questão do vazio do pote que é um que é um momento que a gente sabe que que ela poderia trazer trazer uma uma negativa ali né do tipo de não falar de tipo não tem né mas dizer que tipo o pote está vazio né olhou pro pote estava vazio não tinha nada ela não faz nada né do tipo ou do tipo é acho que eu vi mais variado pensando na em aumentar né as estratégias que ela poderia usar numa narrativa assim exatamente
só por isso então um dois vocabulário capacidade de expressão precisa e variada utilizando o vocabulário comum vocabulário comum e próprio da história eu vou ler o dois e o três tá o dois o vocabulário comum é adequado ao contexto e o três faz uso do vocabulário de maneira precisa e com variação nas categorias até tinha fui ver qual que é a minha observação aqui que a importância não é que haja muito léxico mas mecanismo para se fazer compreender né contexto de avaliação se vocês tivessem avaliando qual pontuação daria a Duda disse Um Dois a mariles
ia falar é eu fiquei na dúvida mesmo porque eh nos nos lugares comuns onde a gente esbarra né que é aquela parte do onde aparece o veado que é de difícil sinalização aquilo ou coisas cujo sinal não é muito claro por exemplo aia lá são sinais que não né a gente não tem um sinal Claro o o bichinho roedor Zinho lá que aparece é um Castor é um ratinho é não sei que então assim esses sinais que né que a gente emperra na hora de ela manda bem né ela usa o uhor né para ser
uma coisa mais genérica achei acho legal ela faz a árvore e faz o a pia também muito bonitinha a mente Então acho que ela dá conta do recado mas eu concordo que Talvez possa ser um dois no sentido de que sempre tem para onde avançar né Concordo eu acho interessante an que no começo das avaliações a gente sempre aqui no grupo A gente sempre dava pontuações mais altas então às vezes er um a gente falava não mas é dois por causa disso e disso e disso e agora a gente já avança um pouco nas análises
e a gente tá analisando uma narrativa que tem mais mais coisa né pra gente avaliar mais estratégias e tal e aí a gente fala não poderia ser um três mas vamos pensar no dois pensando nisso e naquilo Então acho interessante que a gente avançou e ento permite que a gente refine esse olhar assim nas nossas avaliações cotidianas né acho bem legal é que tem os critérios agora que fazem com que a gente Observe né Isa porque assim se você vê a expressão dela é fantástica né mas se você for ver critério por critério realmente tem
aspectos que ela pode melhorar né no caso do vocabulário né ela tem bastante né ela consegue eh descrever eu ia falar até o que a marilis falou mas por exemplo veado aquele roedor Zinho especificamente ela não fez assim o certo né Eu também não sei qual que é o sinal certo mas assim não tá excelente né Tá ótima mas ainda não tá excelente sim é ela a gente compreende totalmente a narrativa dela né Isso importa muito então vamos avançar predicados verbais capacidade de referir-se a situações ações estados e processos construções com classificadores ão os verbos
de localização e movimento verbos predicativo descritivo entre outros zero se expressa gestualmente faz uso limitado ou impreciso de construções com classificadores de maneira não usual um recorre a construções com classificadores mas com imprecisões dois faz uso de construções com classificadores de forma precisa e o três faz uso de construções com classificadores de maneira precisa e variada que vocês pensam eu tô relembrando os classificadores que Ela utiliza na história o pote né ela faz o pote né ela faz o pote PTE né bonitinha o sapo entrando dentro do pote né ela ela faz as a árvore
os buracos na árvore também é bem legal essa essa construção que ela faz dos buracos porque ela não faz assim da árvore né que a gente a gente já vê bastante né narrativas então a gente vê que às vezes eles fazem que vai olhar no buraco mas ela põe do jeito que é o buraco que tá no desenho assim ela faz esse mais porque é um Contorno que não é não é redondo né é uma elipse isso ela assim ó ela faz aquilo achei que fica bom é e a pedra também porque ela não faz
só pedra ela coloca pedra uma Pedra Grande ele meio ela tenta fazer também explica também a a a madeira né ela faz a árvore aí ela e põe naquele momento ela também tem uma coisa tipo sabe ela explica aquele momento também mas mas eu não sei se a gente ainda pode dizer que é de forma criativa ão de forma criativa porque por exemplo a comia é um momento que poderia ter aparecido um classificador e ela não faz o classificador da Comia né Uhum não sei só PR gente pensar sobre os tipo assim momentos que os
classificadores poderiam aparecer que seriam momentos de excelência Para para que aparecesse um classificador e ela não faz esse esse do ela faz que tem abelha mas ela não faz o a comeia uhum atizar assim eu acho pra gente pensar é bom ela ela ela é boa apresenta os classificadores mas acho que eu deixaria num dois assim é é eu acho que esse do formato do buraco é bem criativo nunca tinha visto em outra narrativa Então acho que foi bem legal eu acho que ela tem essa percepção de que ela precisa usar dessas estratégias para fazer
com que o interlocutor compreenda mas ela não usa essas estratégias em todos os momentos que ela poderia utilizar então na abelha por exemplo eh ia fazer mais ia ela ia se fazer melhor compreendida mas ela não fez essa esse uso então eu também concordo que poderia ser um dois por esse motivo todo mundo concorda a gente tá cansada nesse fim de semestre né nessa sexta-feira eu entendo vamos lá continua na mesma dimensão e no mesmo nível agora é o aspecto gramatical então morfologia verbal aspectuais construções verbais e marcadores de aspecto vocês lembram desse que é
o o aspecto perfectivo e continuativo então zero não faz uso de recursos para expressar aspecto um faz algum uso de perfectivo ou continuativo com imprecisões o dois faz uso de alguns recursos como aspecto continuativo ou perfectivo e o TR u recursos aspectuais variados e de maneira precisa não lembro desse não não lembra do indicador Não eu não lembro dela usar perfeito ela usa continuativo né continuativo parece que ela usa porque ela faz ela faz esse continuativo do procurar porque esse seria o sinal de procurar mas ela faz esse movimento procurando então é continuativo esse Eu
lembro que ela faz o perfectivo eu não lembro que acho que a gente tem sempre exemplo do perfectivo que é do cair né Isa sim uhum seria um cair por exemplo se quando ele C caísse caísse assim sabe com um efeito aí seria perfeit um outro momento que o perfectivo é quando o cachorro cai com o vidro na cabeça e o vidro se estilhaça no chão e aí tem que fazer esse eh esse esse estralar do vidro como é que foi né se foi brusco ou se foi calminho assim então você lembrou agora Débora não
sei se a Débora tava aqui no dia que a gente eu acho que eu voltei é então o continuativo do jeito que a gente tá dizendo aqui né É quando a ação se estende no tempo então ela marca esse aspecto mais gradual mais durativo então procurar é um procurar intenso você procura muito e não acha então ela faz às vezes ela pode usar o serrar dos olhos abaixar um pouquinho a sobrancelha para marcar esse procurar que dura no tempo uhum ver aqui tem mais exemplos pode ser usado também no acordar quando o menino acorda e
ele acorda lentamente ele não acorda assim assustado então ele vai acordando devagar Uhum E o perfectivo é quando a ação acaba ela se estende no tempo mas ela tem uma finalização rápida então No Cair então ele tá caindo caindo mas ele chega no chão e é um C brusco né ou quando o menino se assusta com o Castor também eu ia fala do susto que do olhar que também olha termina tudo bem Débora acho que o assustar ela né ela faz vários momentos duas vezes né com o roedor e com a coruja ela é eu
acho que poderia um dois né faz uso de alguns recursos não não identifico imprecisão ela usa tanto continuativo quanto perfectivo concordo com dois ISO gestualidade capacidade de usar elementos não verbais e transmitir emoções posição do corpo gestos e olhar então a direção do Olhar posição e orientação do corpo no espaço gestos manuais não linguísticos expressão corporal e facial não linguística eu vou ler o dois e o três em geral não são exibidas posições nem são produzidos movimentos indicadores de desconforto nervosismo e insegurança e ou uso oportuno de estratégias para veiculados em geral não observam comportamentos
que funcionam como muletas tiques entre outros três sua posição corporal transmite segurança não adota posições nem são produzidos movimentos indicadores de desconforto nervos min ins segurança entre outros não são observados comportamentos que funcionam como muleta tiques entre outros ela não me parece nervosa é eu também ia dizer que nesse caso três porque ela não tem ela tá bem tranquila é bem segura concordo ela tem uma postura tranquila né né até tanto para se movimentar e tudo e e o olhar que ela busca que ela busca do interlocutor dela é é de uma pessoa que tá
muito segura e segura do que tá fazendo assim também eu acho que pode ser três concordo acho que esse não deixa dúvidas né E ela tem toda a narrativa na cabeça dela né tudo é muito claro né então ela vai numa sequência né ela consegue contar toda a história Então ela realmente ela mostra muito segurança mesmo articulação e przód capacidade de produção em função da expressão Clara do conteúdo entonação contornos de movimento manual e não manual acento prosódico e pausas nas diferentes construções focos interrogativos entre outras a entonação e as pausas são pouco ou Nada
marcadas Produzindo um discurso confuso a produção é monótona e não variada ou pouco natural um a entonação está marcada de forma inconsistente ou não está equilibrada ao longo do texto Produzindo ocasionalmente um discurso monótono e ou artificial ou pouco natural dois a entonação está bem marcada criando um discurso natural que favorece a compreensão da mensagem e o três a entonação está bem marcada criando um discurso natural que favorece a compreensão e contribui para que se mantenha o interesse Esse é o se três a gente só avalia aqui nos encontros a gente só avaliou mais zero
um à vezes um dois e aí chega um três a gente fica recios né É mas diferença entre o dois e o três é ela conseguir capturar o interesse do interesse de quem tá assistindo né isso eu acho que em alguma medida ela consegue sim eu concordo tava todo mundo sorrindo a hora que acabou o víde eu ia dizer isso eu acho que eu acho que rola Porque de fato é mais difícil a gente ver assim alguém que consegue manter uma narrativa de aluno que consegue manter essa essa entonação ao longo da história de uma
maneira que interesse e engaje quem tá assistindo assim é eu até acho que ela poderia ser mais mais devagar sabe porque em alguns momentos eu acho que ela é um pouco rápida mas tem um um tem um indicador para ver isso né mas aqui aí pensando nisso eu acho que pode ser três pode melhorar pode mas mas ela ela cumpre a função da do que tá escrito no três aí tava todo mundo sorrindo e gostando da menina da narrativa dela é e a entonação a gente tava sorrindo também porque a gente a gente acaba sendo
tendenciosa um pouquinho a gente adora elas entendeu a gente tá com saudade dela a gente adora ela ela é uma fofa é Nossa aluna Mas você são do fã clube isso fia não pode ir com nós não e ela saiu já na escola né já já se formou e eu acho que ela tem continuidade né ela não para então não gera em você uma uma expectativa não você vai acompanhando acompanhando acompanhando tudo é muito natural flui de forma bem gostosa né a narrativa dela eu acho que esse aqui é aquele que a Duda disse sobre
o a velocidade ó produção dos articuladores el prosódicos e paralinguísticos volume extensão do movimento e uso do espaço velocidade e Ritmo a extensão eu vouer o dois e o três tá a extensão do movimento uso do espaço a velocidade e o ritmo são claros e adequados à atividade e ao contexto e o três a extensão do movimento uso do espaço a velocidade e o ritmo são adequados ao contexto e contribui para manter a atensão o um seria monótono ou muito rápido ou muito lento Acho que não é o é o caso dela mas aí por
exemplo nesse eu acho que poderia ser dois porque por exemplo se a gente põe numa num eh talvez alguém com menos fluência que para vai assistir a narrativa dela fique mais assim nossa mas pera aí parece que eu já perdi o que ela falou então eu acho que então poderia por exemplo daria dois para ela e aí pensaria pensaria por qu dois né E aí trabalharia com ela para que ela fizesse apesar do dois não não ter essa questão do muito rápido ou do muito lento mas trabalhar com ela que ela fizesse uma narrativa um
pouco mais mais L mais mais calma né talvez É nesse sentido mesmo de que ela perde a atenção de quem né que nem você falou uma pessoa com menos repertório uma criança com pouco repertório perderia a atenção porque na hora que ela acelera as informações [Música] e no sentido também que mesmo que aqui no dois não tá escrito sobre a velocidade se é muito rápido ou muito lento a gente sempre tem que lembrar da dimensão né então a dimensão é a capacidade de produção em função da expressão Clara do conteúdo percebo que ali no começo
da história ela é mais rápida e aí talvez a o conteúdo não fique tão claro pro interlocutor concordo com doisa concorda tinha dito o três o três no anterior mas esse daí tudo bem O dois Tudo bem então vamos lá é o último já ó articulação dos parâmetros formadores do sinal então configuração da mão orientação da mão lugar de articulação movimento e expressão facial um existem ocasionalmente imprecisões na produção dos valores dos parâmetros e ou simplifica substituindo por mais básicos o dois em geral a produção dos valores dos parâmetros de Formação é correta e o
três a produção dos valores dos parâmetros de Formação é correta e [Música] precisa eu acho que é correto e preciso pontapé né acho que ela em nenhum sinal identific o que a configuração de mão tá errada ou a orientação o lugar de articulação Acho que até nos sinais que ela não não sabia né dos animais que ela não sabia ela fez uma boa estratégia ali para narrar e para ser claro pro interlocutor concordam concordo Isa eu não tô vendo vocês se vocês estão sinalizando para mim eu não tava vendo é tá todo mundo fazendo r
Ah então é por isso tô vendo que tá um eui eu tenho que aumentar minha tela então todo mundo fazendo joia para vocês a sorrindo concordando o fã clube está feliz porque coiado três também tá tudo certo isso então a gente tem um tempinho e eu penso que a gente pode começar a ver uma narrativa de adulto que a gente tinha pensado em ver eh acho que a gente pode primeiro começar vendo e pontuando assim o que que a gente acha sem olhar o instrumento eh tentando lembrar dos indicadores E aí a gente vai conversando
pode ser pode ser vou pegar ela aqui aessa narrativa ela foi coletada pelo Google Meet foi em contexto de pandemia então vocês vão ver que o enquadramento tá um pouquinho [Música] diferente pronto [Música] ch ah m [Música] [Música] m C E aí comentários percepções acho que essa contribui bastante para que a gente Mantenha o interesse né é ele amplia muito né os significados então Eh contada por ele a história vira uma fábula os animais todos são humanizados e conversam com menino né porque a única demonstração que as que a maior parte das Crianças chama atenção
eh não vou começar de novo eu acho que o que chama atenção da maior parte das crianças é a afetividade do sapinho né o sapinho aconchegadinhos assim né então né dá um um caráter Mais mais mas os outros animais não têm tanto caráter humanizado o sapinho é o era o único que tinha né e o sapinho lá no final você acho que o sapinho é o único bicho que tem uma uma uma humanização assim porque já no começo ele tem aquela cara desperto saindo assim né diferente dos outros animais mas na narração dele todos eles
né interagem com o menino conversam né Eh o menino fala com o bicho o bicho responde isso é um é uma é um plus que ele põe na narrativa dele muito bonito e isso tá no livro né Essa interação do menino com os personagens tem no livro em todos os os Episódios mas nem sempre aparece na narrativa das Crianças mesmo Enquanto vocês assistiam vocês pensaram em algum indicador algum tempo que às vezes a gente não consegue ver nas narrativas das Crianças mas vocês conseguiram identificar na narrativa dele eu acho que todas as sentenças negativas que
vocês deram de exemplo o ele fez né Exatamente é e o classificador né de não usar o de cachorro mas né de identificar lindo né o rabinho é ele usa muito o classificador né elee faz só sinal de sapo né ele incorpora um sapo né aqui um movimento né do sapo na na narrativa da Emily ela usou o sinal do sapo mas ela não incorpora o personagem ele não você vê ele eh realmente representando um sapo né Fantástico uso de classificadores na hora que ele faz né o porte de vibro é perfeito descritivo mesmo né
ele usa o classificador totalmente descritivo né aora cenas né ele constrói bastante as cenas da história antes de contar ele situa muito bem o que tem o que na como se ele ele monta um cenário para contar depois né O que vai acontecer ali que eu acho que é o que que nem a Mar fala né ele ele é ele ele traz a dele fica muito mais explicativa ele insere muito são tantos elementos que contribui paraa compreensão que fica muito mais rico e muito fácil de entender também né a história dele os classificadores são muito
ricos até na no momento de construção da do cenário para contar a história a os momentos tipo de perfectivo e continuativo como as ações são estendidas no no no tempo durante a história dele a gente consegue ver isso muito nitidamente no dele muito muito muito mesmo que acho que eu fiquei com isso na cabeça assim que que a gente tava tava falando que acho que foi uma dúvida que hoje a gente não lembrava muito bem o que que era né e acho que aí a gente consegue ver né os momentos até o momento que ele
olha que não tá ali né como ele faz com que aquele momento perdure que aquele espanto Aquele olhar que se perpetua naquele momento né nca deu o sapo né então acho que a gente consegue ver essas todos esses aspectos na narrativa deles e todos os outros também né mas acho que para ressaltar um seria acho que esse do como que estende no momento e ele mantém diálogo também né com os personagens né Na hora que ele lá entra no buraco da coruja Que que você tá fazendo aqui né eu curioso tal então você vê até
esse diálogo mesmo entre os personagens né na hora que cai na água né ele faz M encenação caindo na água mexendo a água muito legal é limando mesmo ele traz a humanização de todos os animais assim a Mares fala que é muito mais do sapo que eu acho que tem de fato ali tem um sapo muito mais assim traz aquela Fofura do daquela coisa né Principalmente da hora família ali né e mas o mas todos eles porque a coruja ficou brava Ei não tá aqui não né e do tipo que que você tá olhando ei
s sou curioso que que você tá olhando aqui dentro do meu buraco né qual é que é né acho que ela traz isso também de tipo é a a a coruja como como mais brava né que se impõe o o servo também né do tipo que que ele tava que que ele veio grudar na minha galhada né tanto que depois que ele consegue derrubar ele dá aquela esnobada né Eu acho que é muito legal ele traz em todos eles a inocência do cachorro está muito também trabalhada né aquela coisa né de aquela coisa de cachorro
um bichinho muito inocente e tudo mais né que ele faz ass do tipo ele ele ele fica bravo com cachorro cachorro Ai desculpa né mas aquela Inocência de eu acho que ele traz essa humanização em todos os os bichinhos né exato Unos mais bravos outros dóceis e tal assim ele dá vida para todo mundo de Fato né como se fosse humano como se fosse uma fábula como a Mar diz vida e som né porque chamando né o sapo ou mesmo o barulho do cachorro né É É isso que ia falar essa parte ficou fantástica né
aparecia que a gente via ecoando assim do menino gritando e depois o jeito do do cachorro gritar também que é de outro jeito gente eu falei que coisa incrível queria ver mais vezes esse esse homem é Muito legal essa narrativa essas narrativas de adultos foram coletadas na tese da Aline que é aquela tese que eu mandei para vocês indicando algumas páginas para vocês lerem e essa foi uma das narrativas que foi coletada intencionalmente sem fazer o recrutamento dos participantes né então ela tinha um escopo de participantes que queriam que queriam gravar narrativa só que ela
não tava conseguindo identificar Entre esses surdos adultos exemplos pro descritor TRS E aí ela falou eu vou ter que ir atrás de alguém que eu já conheço sair da dessa metodologia de pesquisa né de ser alguém que você não conhece mas eu vou ter que ir atrás de alguém que eu já conheço que eu sei que vai me dar elementos para mim fazer a exemplificação do descritor três então ele foi pincelado assim né foi Uhum Então foi à tua É acho que ele traz elementos bem legais e e muito nos nas nossas análises lá do
grupo de pesquisa a gente parte às vezes dos exemplos dessa narrativa para pensar em outras possibilidades outros exemplos que a gente às vezes não consegue identificar na história tudo bem eh eu queria perguntar se vocês querem fazer a avaliação dessa narrativa nos próximos encontros eh O que que vocês pensam né Vocês querem fazer a avaliação dessa narrativa querem continuar avaliando algum outro estudante que vocês pensam eu é assim e Isa eu tenho muita dúvida sobre o documento eu tenho muita dúvida sobre a Libras porque né tô começando a entrar assim nesse mundo real é recente
aí assim eh como eu também sou professor não sei as meninas mas eu sou professor eu dou libras Uhum Então eu tenho muita dificuldade assim para saber se o que falta por exemplo tem alguns vídeos que eu gra ve de algumas coisas eles contando narrativa da vida deles aí eu mostrei com min professora sorda ela falou Ai falta isso falta aquilo eh eh faz assim faz assado ela me dá bastante dicas mas eu gostaria assim de vocês que tem mais experiência e tudo se vocês pudessem me dar um feedback por exemplo de um vídeo de
alguma criança explicando aí é pequenininho o vídeo acho que não dá nemum minuto é pequenininho da gente discuti ó falta isso aí eu vou entender o que que falta tá aí como eu eu quero que a criança desenvolva isso como aí a gente sei lá um mecanismo para poder ajudá-lo a desenvolver isso né O que ele precisa é bem curtinho o vídeo acho que essa discussão não vai hoje não né mas essa discussão duraria assim 20 minutos menos até E você já tem essa narrativa gravada é isso tenho uhum tá por mim eu só um
ou dois vocês concordarem é eu acho bem legal mas com relação a esse que a gente acabou de assistir a gente já sabe que ele tá no três no descritor então a gente podia passar rapidinho mas assim talvez nos ajude passando de de item por item para entender melhor porque agora a gente tem essa possibilidade de saber qual é o o o objetivo né assim qual quais são as é leg acho bana passar mesmo ele é legal porque é importante porque eu acho que ele ficou como modelo né Uhum a gente vai ver enxergar nele
item por item aí vai ajudar a gente a visualizar cada item uhum eh Isa você falou que você ia passar pra gente o cronograma dos encontros né Eh como pra gente ter uma noção de como a gente otimizar né esses próximos encontros para ter assim a maior quantidade de discussões né de orientações pra gente poder conduzir aí né Uhum eu concordo com a maril é é um o outro vídeo né do surdo adulto ele é perfeito né então não sei será que valeria a pena a gente não perder tempo com ele mas ver um outro
vídeo onde talvez tivessem mais elementos pra gente discutir que que vocês acham fala Duda acho que a Maria eles falou no sentido de de da gente ver ele sim né de passar não vai não vai demorar muito porque ele já a gente já sabe que ele ele é top mas a gente ele vai ajudar a gente ver outras coisas no instrumento é É nesse sentido não foi que você falou inicialmente a gente conseguir enxergar nele a Quais são as expectativas que a gente tem que enxergar na criança e aí então ele passa ser o parâmetro
aí a gente talvez tenha mais facilidade até de quando a Sheila trouxer o o material dela a gente tá com um olhar mais refinado porque a gente enxergou cada item é tá com mais clareza é porque esse era o objetivo inicial né de trazer uma contribuição de um adulto porque a gente avaliou muitas crianças que se encaixam no zero e no um foi mais Ensino Fundamental um que a gente avaliou e nem sempre a gente conseguia pontuar ver esses exemplos Então acho que o três que o a narrativa dele seria interessante por isso Duda fala
antes de eu continuar eh e nesse sentido de se a gente avalia o dele ou não de fato se a gente olhar a gente sabe que ele vai pontuar em três ele é uma narrativa de é um exemplo de narrativa de excelência né E ali que que traz diversos elementos de acho que de como o que que a gente espera né da O que que a gente espera de uma narrativa de um aluno né que seja que se aproxime que traga elementos ricos né Não que seja igual a dele mas que tenha que traga a
riqueza des elementos que ele traz né que que formam a língua eu acho que analisar o vídeo dele talvez a gente como a gente assistiu se a gente assistiu um outro vídeo de qualquer outra criança a gente sempre vai lembrar do vídeo dele a gente sempre vai lembrar então você lá a hora que a gente passar a primeira vez a gente falar é mas no como que ele fez como que ele fez então de qualquer forma a gente sempre se apoia no que a gente lembrou de ver sabe do que a gente viu então eu
não sei é que como a Cristina falou talvez da gente não ficar se debruçando tanto tempo em cima desse vídeo de avaliar ele e ter ele agora em mente né talvez ai como no próximo encontro a gente vai avaliar outra narrativa Mas a gente pode assistir a dele primeiro corrido de novo como nós vimos hoje pra gente ter fresco na na memória o exemplo né de Quantos elementos ele traz de dos elementos que estão pres presentes na narrativa dele e a gente faz a narrativa do do do de aluno eu acho que talvez seja um
modo de aproveitar mais tempo assim como a Cristina falou o da Sheila acho que é interessante também mas eu só não entendi se seria uma narrativa eh uma narrativa dessas da dos seus alunos com da da pesquisa ou é seria outra história é é uma narrativa dele contando o cotidiano dele porque assim eu acho que é interessante a gente usar Talvez pensar nisso Sheila aí acho que a Isa vai saber falar pra gente se se se seria adequado ou não mas por exemplo quando a gente quando se escolhe aquela história é porque aquela história vai
dar elementos suficientes para que apresente Tod aquelas características entendeu que estão na língua então pode ser que a gente assista uma narrativa de um aluno falando qualquer outra coisa mas ele não tinha tantos elementos para contar que pudesse aparecer aí pode ser que naquele momento fala assim zero na outra Ah nesse aqui zero mas tipo assim aquela aquele O que foi proposto para ele não deu elemento suficiente para que ele explorasse aquela enfim opinião minha assim sabe que a gente porque eu acho que até para no sentido do tipo assim para para que você às
vezes não olhe depois aquilo e fala assim Nossa mas tá então ficou muito ruim não é que ficou muito ruim porque a gente se apresenta uma história para que ele tenha elementos suficientes para que apresente tudo aquilo é nesse sentido assim que eu que eu penso tá E aí talvez uma uma sugestão fosse que você escolhesse algum aluno seu que tá junto com você que fez a que teve a coleta de dados com ele e você escolher entre eles um para para ver como que ele tá sabe uhum sugestão tá não sei aí a gente
vai decidindo aí Sheila esse seu aluno Você se lembra se ele fez a coleta da da eu não lembro ser o Luca o Luca tava frise no dia na coleta qual ano que ele é do ano passado essa coleta desse ano Acho que ele tava esse ano não acompanhei só acompanhei o ano passado mas o Luca tava o ano passado ele não entrou esse ano ele entrou esse anoa não é desse ano ele tava eu acho que ele tava sim quarto ano tá eu queria propor então eu posso procurar ver se tem a narrativa dele
e aí se tiver a gente pode analisar ela com o instrumento Porque de fato isso que a Duda disse é é real né sentido é não a narrativa que você coletou não segue o método proposto para avaliar com Esse instrumento mas a gente poderia por exemplo E aí deixo aberto para vocês me disserem O que vocês acham E a Sheila também pra gente ver E aí aqui as professoras podem te ajudar sem o uso do instrumento sabe te ajudar pontuando o que o que elas acham sobre essa narrativa como que elas trabalhariam com o aluno
na escola porque eu acho que é uma dificuldade compartilhada entre todas as aqui e você viu no grupo uma oportunidade de Olha eu tenho um desafio com essa criança e eu preciso de algum auxílio né então acho que nesse sentido a gente poderia sim mas sem o uso do instrumento E aí se ele tiver a narrativa coletada com o instrumento a gente avalia com o instrumento tá bomas concordarem eh assim na na vai ser da sexta daqui 15 dias né próximo encontro eh se ele não se você me falar para se ele tem ou não
dá para você me confirmar porque se ele não tiver eu posso fazer com ele aí a colher esse esse material tá porque aí você tem como me mandar esse livro em PDF não tenho como te mandar e aí assim é é uma atividade sua com ele como se uma atividade da escola né já não é mais uma atividade aqui da pesquisa mas também eh a gente marcou já para tornar no Neusa para fazer a terceira coleta vai ser em na primeira semana de dezembro se eu não me engano então a gente vai coletar para analisar
posteriormente né Eu só não sei se esse grupo aqui ainda vai tá funcionando se a gente vai ainda tá aqui porque ainda preciso desse diso com a professora Cristina Mas então se eu não tiver eu te falo e aí você pode coletar como uma atividade sua tá bom pode ser eh eu já vejo entre hoje e a amanhã e amanhã eu te dou esse retorno tá aí se ele não tiver eu eu eu colho se ele tiver a gente já usa o que tem meso combinado eh sobre a narrativa do desse adulto que a gente
viu eu penso que a gente como consenso né já que algumas querem avaliar outras não pens que a gente poderia fazer uma avaliação rápida como a gente já sabe já viu a gente passa um instrumento só no descritor dois e três mais rapidinho assim em um encontro e vamos pontuando para refinar mesmo olhar acho que que não é uma perda né Acho que nunca é perca de tempo is tá tá desligado seu microfone amarid seu microfone tá desligada marilis acho que ela não me ouviu a gente não precisaria nem eh ir pro pro 1 do
e trê só a a explicação é aquela primeira coluna que explica e a gente tenta identificar na na na narração dele aquele elemento isso só para clarear só para Acho ótimo e aí a gente também pode ir tirando as dúvidas por exemplo porque tem dúvidas ainda sobre o instrumento então a gente lê o indicador e fala ah eu não entendo o que que isso significa pode ser acho que vai dar mais discussão do que a gente tá achando que vai dar sobre cronograma que a Cristina me perguntou eu não eu acabei não fazendo o cronograma
dessa segunda etapa muito porque também não faz mais parte da minha coleta de dados eh Então foi uma coisa mais livre aqui como um grupo de estudos né mas acho que a gente agora tá se programando então então acho que no próximo encontro a gente pode fazer começar com essa análise do André desse adulto surdo a gente vai analisando E aí eh a gente vê se vai Vai ser necessário um ou ou dois encontros e no próximo depois que a gente terminar essa análise do adulto a gente faz essa análise da Sheila tudo bem E
aí também tem aquele material que eu indiquei lá no grupo que se vocês quiserem ler dar uma olhada a gente pode discutir que é sobre ação construída e discurso direto e em vários indicadores aparece o que é ação construída e eu percebo que nem sempre a nossa avaliação foca na ação construída porque talvez a gente não tenha esse conceito ainda muito bem nítido na nossa cabeça né então talvez se a gente ler estudar um pouquinho o conceito a gente consegue e pontuar mais essa parte na avaliação Tudo bem então eu posso rascunhar isso Cristina num
documento e aí eu mando lá que acho que é melhor pra gente se organizar ótimo sobre datas do dos nossos encontros a gente tá fazendo quinzenalmente no dia 11 que seria o nosso próximo encontro eu não vou poder porque eu vou est em Florianópolis apresentando um trabalho eu vou est retornando da viagem no caso então vou chegar morta não vou ter tempo de preparar aí eu queria propor se a gente faz na semana que vem no dia 4 para não ficar duas semanas sem fazer então a gente poderia fazer no dia 4 e depois no
dia 18 e aí pular o dia 11 pode ser vocês concordam tudo bem Uhum Então a gente se encontra na próxima semana não Daqui 15 dias na próxima semana dia 4 tá no dia 11 não tem e depois a gente se encontra no dia 18 Uhum E aí pra gente se organizar também eu penso que a gente vai fazer mais três quatro encontros e pensar em finalizar e talvez E aí V proposições futuras assim se a gente retorna que a gente faz porque também tem a minha pesquisa que eu preciso dar uma maior atenção agora
que eu tô em fase de chegar perto da qualificação então pensando mais nisso tudo bem comb tá ótimo essa Combinado então tá bom gente acho que a gente finaliza por aqui e aí esses combinados que a gente fez eu mando lá no grupo por escrito que eu sei que é muita coisa aí a gente pode consultar depois que tá escrito fica mais fácil Tudo bem então obrigada gente Bom descanso Até semana que V noite boa noite pau ou sábado e domingo