O presidente Lula embarcou hoje de manhã para o Brasil depois de uma agenda intensa aqui em Pequim. Foram reuniões com empresários, investidores, com mais de 30 líderes do Fórum da Celáque, a cúpula da comunidade de estados latino-americanos e caribenshos, além de bilaterais e acordos em memorandos com o governo chinês. Antes de deixar Pequim, Lula fez um balanço da viagem à China.
Acompanhe na reportagem. O presidente Lula disse que a viagem à China foi positiva e que a relação com o país asiático é estratégica com ampliação do comércio e dos investimentos. Eu regreto para o Brasil muito mais otimista do que eu cheguei aqui.
Mais otimista com a possibilidade de paz, mais otimista com a possibilidade de crescimento econômico, mais otimista com a possibilidade de mais investimento chinês no Brasil. E é extremamente importante a gente analisar o crescimento da relação do Brasil com a China. Ou seja, em 2003, quando eu tomei posse na presidência da República, a gente tinha 6 bilhões 600 milhões de fluxo de balança comercial.
Hoje nós temos o privilégio de dizer que nós temos 160 bilhões com viés de alta, sabe, na nossa fluxo comercial. Há jornalistas. Lula defendeu reformas nas instituições globais, disse não ter medo de competir no mercado chinês com os Estados Unidos e criticou a guerra tarifária.
Tentar acabar com a coesão que o multilateralismo permitiu na questão comercial é no mínimo um equívoco que está se cometendo. E por isso o Brasil está defendendo com muita força o multilateralismo, fortalecer o multilateralismo e lutar contra o protecionismo. É, não é possível porque dos anos 80 até outro dia, sabe, a globalização era palavra chave, sabe?
O livro comércio era palavra chave. De repente alguém acha que tem o direito de taxar tudo e todo mundo sem pedir licença, sabe? como se fosse dono do mundo.
E o mundo não é obrigado a aceitar essas coisas. E finalmente, parece que ontem já houve um avanço. Os Estados Unidos já sentou com a China e a taxação já não está tão pesada como era.
Já deu uma grande flexibilizada, uma demonstração de que nós temos que defender a nossa soberania. O presidente também falou sobre os investimentos chineses nos países sul-americanos e carimbensos. e destacou a força do sul global.
Ele disse estar otimista com a possibilidade de um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia. E é com muito otimismo que eu vi a proposta do Putin, que eu vi a aceitação da proposta do Putin pelo Zerensk e que o presidente Sigiping e eu colocamos o resultado disso numa nota e divulgamos isso parabenizando tanto a proposta do Putin quanto a aceitação do Zerenc na possibilidade de que eles se juntem em Istambul e possa começar de verdade ao invés de trocar tiros, trocar palavra. E aí morrerá menos gente, se destruirá menos patrimônio, morrerá menos criança e quem sabe a gente possa viver com mais tranquilidade.