Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos todos os dias aqui para vocês de segunda a sexta-feira. Bom, se por um acaso você caiu de para-quedas aqui, eh, eu também conto relatos mais curtos no meu TikTok, no meu Instagram e essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso você tiver aí algum relato para me enviar, os relatos devem ser enviados pro e-mail, que já fica aqui embaixo na descrição do vídeo também. Bom, gente, eh, como vocês sabem, eu não gosto de
enrolar na introdução, então, já vamos para os relatos de hoje. Mas antes, não se esqueça de se inscrever no canal, caso você ainda não seja inscrito, de curtir esse vídeo agora no início, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui no canal e rpar o vídeo, né, se tiver aparecendo aí essa opção para você. E bom, gente, agora sim, eh, sem mais conversa fiada, vamos ao que interessa, que são os relatos de hoje, que eu sei que vocês estão com eh estão não, né? Eu sei que vocês estavam com saudades, então eu separei vários relatos,
inclusive acho que eu me empolguei porque eu separei muito relato e acredito que esta coletânia, esse vídeo vai dar mais de uma hora de duração, mas eu sei que vocês gostam, né? e que muita gente tava precisando de um vídeo aí para fazer a faxina, para poder trabalhar. Então, eu acho que vocês vão gostar de um vídeo longo hoje depois de tantos dias sem postar aqui. Ah, e até aproveitando para falar, né, gente, eh, sempre que eu sumir assim do nada, ficar uns dois, três dias sem postar vídeo, eu sempre aviso aqui na comunidade do
do YouTube ou então lá no meu Instagram se aconteceu alguma coisa e tals. Então, eu tinha deixado avisado aqui na comunidade, tá? Eu não avisei lá no no Instagram porque eu fiquei sem celular. Meu celular eh entrou água, ele queimou alguma coisa lá e ficou vários dias no conserto, mas já voltou, já tá tudo certo. Então lá no Instagram eu acabei realmente não avisando, mas eu avisei aqui na comunidade. Eu sei que acho que o YouTube não notifica também, você que tem que ir lá, tem que entrar na comunidade, então eu sei que fica um
pouco mais difícil de ver, mas aí sempre que eu sumi, né, por aqui e tals, eu sempre deixo avisado lá na comunidade o que que aconteceu, quando que os vídeos volta. Então, sempre que acontecer isso, vocês dão uma olhadinha na comunidade, tá? Que eu sempre deixo avisado, tudo certinho. E aí eu tinha deixado avisado, tá? Que eu tinha, eu estava me mudando, aí por conta disso não ia ter vídeos. Mas agora sim, chega de conversa fiada e vamos pros relatos, gente. E bom, gente, o primeiro relato se chama A criatura no canavial. Então, vamos lá,
vamos ver, né, do que se trata. Mas eu já imagino uma criatura no canavial. A gente tenho pavor. Eu tenho pavor de canavial. Sério, é canavial e milharal. Eu tenho pavô. Bom, mas vamos lá. Eh, olá Leandra, tudo bem? Eh, sempre apreciei muito ouvir os relatos que você compartilha e por essa razão eu decidi enviar uns do eh um dos meus relatos. E bom, esse é um relato real e ele aconteceu comigo. Para que você se sinta confortável durante a leitura, eu revisei a gramática e a ortografia. Muito obrigada, tá? Eu me lembro perfeitamente daquela
tarde. Eu tinha entre 7 e 8 anos de idade. Eu e meus irmãos costumávamos passar o dia na casa da minha avó, um sítio que existe até hoje e que por si só já guarda histórias demais para um lugar só. Pode ser antigo, simples, mas todo mundo que passou por ali tem algo para contar. Minha mãe nos deixava na casa da minha avó para ir trabalhar. Afinal, éramos muito pequenos. Eu tinha os meus 7, 8 anos e os meus irmãos eram ainda menores. Éramos escadinha, entre aspas, sabe? 8, 7 e 6 anos. No sítio dos
meus avós havia um canavial enorme e nós adorávamos brincar ali, mesmo sabendo que depois ficaríamos cheios de coceira. da coceira mesmo, ó. É canav, é folha de cana, de milho e de bambu. Aqueles bambus amarelos, sabe, gente? Nossa, do bambu amarelo, pelo amor de Deus, tem os pelinhos, nossa senhora, aquilo coa muito. Mas enfim, as folhas da cana pinicavam a pele, mas isso nunca foi motivo suficiente para nos afastar. Aquele lugar tinha algo que nos atraía. As canas não eram tão fechadas, sabe? Então, havia caminhos retos entre elas e era perfeito para brincarmos naquele dia.
Como em tantos outros, estávamos prontos para ir brincar quando meu avô avisou com a voz firme de sempre: "Ó, não é para ficar brincando até tarde, tá? Quando o sol começar a sumir, vocês voltam para casa". Nossos avós eram muito rígidos com isso. Não podíamos ficar brincando no entardecer. E naquele momento em que o céu, perdão, né, que é naquele momento, né, em que o céu começa a ficar alaranjado e tudo parece ganhar um tom diferente, eles não e eles não deixavam nem que ficássemos na frente da casa, sabe? Mesmo com a luz acesa, tinha
que entrar para dentro de casa. E para nos assustar, eles diziam que o curiango iria nos pegar. E na nossa cabeça de criança, o curiango era algum bicho da mata. sabe, é algo perigoso. Só que só depois de adultos descobrimos que se tratava apenas de uma coruja. Mas bom, naquela tarde específica, fomos brincar como sempre, felizes, correndo, rindo e entramos no canavial e começamos a brincar de pique esconde. Era fácil, sabe, se esconder por ali entre as folhas, pois eram altas. E o tempo passou tão rápido que nem vimos. Brincamos tanto que não percebemos o
sol baixando. Foi então que ouvimos a voz do nosso avô distante, sabe, nos chamando para voltar. Eu chamei os meus irmãos e eles saíram correndo e eu fui logo atrás. ou pelo menos eu achei que estava logo atrás deles. Em algum momento, sem entender como, eu me perdi. Eu não sei explicar exatamente o que aconteceu, mas eu só sei que o caminho de volta simplesmente não aparecia. Eu comecei a andar mais rápido, sabe, tentando encontrar a saída antes que o meu avô chamasse de novo. Mas quanto mais eu andava, mais perdida eu ficava. Foi então
que algo mudou, o som do ambiente desapareceu, o barulho das folhas, dos insetos, tudo ficou estranho, ficou distante. E eu me lembro claramente de tentar ouvir a voz dos meus irmãos e do meu avô ou qualquer coisa, mas eu não ouvia nada. E foi nesse silêncio pesado que eu senti um cheiro horrível, algo como carniça, um animal morto misturado com alguma coisa que com alguma coisa queimada. E era um cheiro forte, tá? Um cheiro forte, enjoativo, que era impossível de ignorar. E foi quando eu vi. Bem na minha frente havia algo que à primeira vista
parecia um cachorro, mas não era. Era assim grande demais para ser só um cachorro. Estava sentado de costas para mim, como se estivesse comendo alguma coisa. Lembro dos pelos ralos meio acinzentados a ponto de dar para ver a pele por debaixo dos pelos. Sabe? Lembro que meu coração disparou. Eu não reconhecia aquele animal. E na minha mente de criança era um cachorro gigante, mas algo nele estava errado. Eu fiquei paralisada de medo, até que de repente ele começou a farejar o ar. levantou a cabeça lentamente, como se estivesse procurando algo. E foi então que eu
consegui ver melhor o rosto dele. E a imagem ficou marcada em mim. Os olhos eram amarelados, estranhos, assustadores, de uma forma que eu não sei explicar direito. Eu só sei que era horrível. Meu coração parecia bater tão forte que eu achava que ele podia me ouvir. Até que com muito cuidado e muito medo, eu comecei a andar para trás, bem devagar, sabe? Me escondendo atrás de algumas folhas. O medo era tanto que as lágrimas começaram a cair e eu só queria sair dali. Foi nesse momento que eu ouvi a voz do meu avô me chamando.
E logo em seguida os cachorros que sempre acompanhavam o meu avô entraram no canavial, latindo-o completamente desesperados. E eles foram direto naquela coisa. A criatura então se levantou e correu para dentro do canavial, sumindo ali entre as folhas, como se nunca tivesse estado ali. Assim que eu ouvi o meu avô mais perto, eu corri na direção da voz dele, encontrei a saída e logo depois encontrei o meu avô, que começou a me perguntar por que eu não tinha voltado com os meus irmãos. E foi aí que eu expliquei que tinha me perdido e não consegui
achar o caminho. Ele parecia confuso, afinal sempre brincávamos ali, mas percebeu o quanto eu estava assustada, então só voltamos para casa. Quando chegamos, eu perguntei aos meus irmãos porque eles não tinham me esperado. E eles disseram que acharam que eu estava correndo logo atrás deles e só perceberam que eu não tinha voltado quando já estavam em casa. E foi então que o meu avô saiu para me procurar. Meus avós me perguntaram, né, porque que eu estava daquele jeito. E foi aí que eu contei que eu tinha visto um cachorro gigante. Eles trocaram olhares meio desconfiados
e apenas reforçaram. Não avisamos mais de uma vez que é para voltar cedo? Então, bom, eu só sei que nunca mais vou esquecer daquela tarde. Foi horrível. E hoje já adulta, sei que não fui a única a ter experiências assustadoras naquele sítio. Eu sei muito bem o que eu vi e aquilo com certeza não era só um cachorro. E esse foi o meu relato. Muito obrigada, Lilica. Um grande beijo. Em breve voltarei para contar mais. Ó, um beijo, tá? Muito obrigada por ter enviado. Isso mesmo. Se tiver mais relatos, pode mandar aqui pro canal, tá
bom? E aí, gente, eu fico pensando assim, né? Se os avós avisavam, ó, não volta tarde, não volta depois, depois, né, que o sol se põe, é porque eles sabiam de alguma coisa. É aquela frase, eles estavam sabendo de alguma coisa que vocês não estavam. Então, sempre que algum alguém mais velho, alguém mais experiente naquele lugar ali falar isso, gente, é bom respeitar. ainda mais assim canvial. Gente, eu não sei por, né? Mas tem algumas plantações que tem umas coisas, né, meio estranhas. Foi inclusive por isso que eu fiz essa coletânia, porque a gente tem
muito relato. Igual eh vocês vão ver, né, no decorrer aí do vídeo que são muitos relatos. E não é porque, tipo assim, ah, eu me empolguei também, mas é porque são muitos relatos, tipo, muito mesmo. Aí eu vou meio que assim, nossa, gente, é muito relato, não posso deixar isso aqui de fora, aí eu vou selecionando. Então, até dá para fazer outros vídeos iguais a esse, porque tem muito relato é implantação, né? Então assim, alguma coisa tem implantações muito grandes, assim, não sei. Então, quem tiver assistindo o vídeo, se souber explicar aí mais ou menos
por que implantações tem tantas aparições, eu vou ficar grata e eu vou gostar muito de ler nos comentários, porque realmente é um negócio que eu fiquei muito assim curiosa, porque eu estava separando, tava procurando o relato para um tipo de coletânea e aí eu comecei a reparar que tinha assim, eu acho que foi coletânia de interior pra coletânia de interior. Aí eu fiquei, gente, mas tem muito, muitos relatos, implantações, eu acho que sai uma coletânea parte disso aqui. E aí eu comecei a a procurar e realmente tem muita coisa. Então algo de errado tem com
plantações muito grandes assim. E não é só tipo uma plantação específica, né? Vocês vão ver no decorrer do do vídeo, tem de várias coisas, então alguma coisa tem. Mas bom, ó, um beijo, tá? Muito obrigada. E eu acho que não era um cachorro, eu acho que era um lobisomem, né? Mas não sei. Bom, o próximo, deixa eu só ver um negócio aqui, gente, porque eu não tô entendendo o título. Hum. Ah, tá. Eu acho não, acho que tá certo. Bom, o nosso próximo relato se chama Ônibus fantasma e a bola de fogo. Olá, Lili. Esse
é o segundo relato que eu te envio. Meu nome verdadeiro está no e-mail, mas você pode me chamar de Emily. Essa história, ela aconteceu com o meu noivo e eu estou escrevendo sobre a perspectiva dele. Já troquei os nomes das pessoas e das cidades, conforme ele me contou. O outro relato que eu enviei e não passei, eh, eu não revisei e foi com alguns erros, mas este aqui eu caprichei, então vamos lá. Aí ela só reforçou mais uma vez que o relato vai ser contado na percepção do noivo dela. Então é como se fosse ele
contando. Bom, vamos lá. Eu estava em uma festa com um amigo, o Guto, que é da Umbanda, mas morre de medo de espíritos. E também estava ali com a gente mais dois amigos, eh, mais dois amigos dele que eram de Santa Catarina, no caso, acho que são amigos do Guto. Ficamos na festa até de madrugada, mais ou menos até umas 23 da manhã. Os meninos acabaram perdendo o ônibus de volta para casa. Então, o Guto virou para mim e perguntou se não poderíamos dar uma carona para eles. Eu não os conhecia, então fiquei meio resistente
em levar. Mas o Guto me garantiu que os caras eram de confiança e que não teria perigo. E eu também tinha um taco de beisebol que tava escondido no carro. Também tinha um soco inglês e uma faca ali na cintura. Então assim, se acontecesse algo, eu sabia que eu tinha como me defender. Então dei a carona. Pegamos a pista sentido Santa Clara. Não se via nada na estrada. Estávamos apenas nós e a luz do farol do carro. Até que um dos caras disse: "Ei, querem fazer uma coisa da hora?" Eu, resistente disse que deveríamos continuar
na pista principal, porém o Guto concordou com eles eu, por mais que estivesse resistente, queria ver onde isso iria dar. Então, pegamos um caminho alternativo e seguimos. Quando do nada vemos o farol de um ônibus atrás de nós. Eu dei passagem, mas ele continuava colado na traseira. Os meninos ficavam lá rachando o bico de tanto riuto, cagão como sempre, começou a ficar com medo. Eu já estava um pouco cansado daquilo e meio que disse: "Gente, que [ __ ] é essa, né? Tô dando passagem, o ônibus não quer passar". Até que um dos meninos respondeu:
"Bom, bem-vindos a Santa Clara, né, que o nome da cidade tá trocado, né? De repente a cidade é conhecida por coisas sobrenaturais". Quando eu tive a oportunidade, eu joguei o carro no acostamento e apaguei os faróis. O ônibus que estava colado em nós também encostou e apagou as luzes. Os meninos que estavam ali no carro continuaram rindo e disseram que ali naquela região aconteciam muitas coisas daquele tipo. Nesse momento eu já meio que me perguntava se aqueles rapazes realmente estavam vivos, sabe? Por achar graça daquela situação. Depois de um tempo ali parado, eu disse que
já ia voltar para a pista principal. e logo em seguida deixar os meninos no ponto combinado. Porém, eles insistiram que deveríamos continuar naquela pista, pois seria legal. Só que assim, eu já estava farto, mas mesmo assim eu resolvi continuar. Em um determinado momento, já ali na estrada, estávamos passando próximo a um canavial. Era uma pista simples, mão dupla, e não tinha nada em volta. era apenas a cana. Até que de repente uma luz muito forte invadiu o carro, acompanhada de um barulho estrondoso que vinha do céu. Nisso vimos uma bola de fogo meio que passando
ali por nós. Era como um avião, só que voando muito baixo e vimos aquilo entrar no canavial. Eu arregalei os olhos e disse tipo assim: "Já chega, eu não aguento mais isso". E os meninos ainda riam como duas hienas. Porém, o Guto estava tremendo, pálido e com muito medo. Seguimos viagem e nada mais aconteceu. Lembro que deixamos os meninos num local específico e voltamos para a nossa cidade. E pasmem a ela. Eu sempre quis dizer isso. A distância entre as duas cidades é de cerca de uns 60 km. Mas parecia que tínhamos andado um eh
mas parecia, né, que tínhamos andado uns 200 km. Eu e Guto nunca mais falamos sobre isso e nem conversamos, né, depois com esses tais rapazes. E bom, Lili, esse foi o relato do meu noivo. Ele já viajou muito e tem outras histórias que posso trazer aqui. E eu confio nele, pois ele nunca relatou assombrações e é bem cético em relação a isso. Bom, um beijo para você e para os gatinhos e desculpa pelo relato longo e muito aché em sua vida, ó. Um beijo, tá? Muito obrigada. que nada, o relato nem foi tão longo assim,
eh, tá num tamanho OK, não foi, não foi um relato longo, mas eu também não ligo quando tem relatos longos, tá? E bom, gente, eu acho que aqui foi tipo duas aparições, né? Foi a questão do ônibus, que tipo veio só para assustar e foi embora, e a questão da bola de fogo que sumiu no milharal. Mas gente, estranho, né? Eu realmente achei meio peculiar a a reação dos dois rapazes, né? E eu até entendo o seu namorado ter pensado que talvez eles eram, sei lá, eh, fantasmas, mas se bem que o Guto conhecia, então
não eram fantasma. Mas eu entendi a desconfiança do seu noivo. Porque assim, gente, por mais que a gente seja assim acostumada a ver coisas sobrenaturais, quando a gente vê, a gente se assusta, né, não é? E assim, todo médium que eu conheço, até pessoas assim que incorpora entidades t medo de assombração. Então, eh, sei lá, achei a, como que eu vou dizer? Achei a forma como eles reagiram assim, bem peculiar. Então, sei lá, né? Vai saber. Não sei se de repente eles estavam bêbados, né? Ou sei lá, usaram alguma coisinha ali. Então, enfim, não sei.
Mas que é uma reação, que é uma reação estranha. É, mas enfim, ó. Um beijo, tá? Muito obrigada. E se você tiver mais relato e seu namorado tiver, pode mandar aqui pro canal, tá bom? E bom, gente, o próximo relato se chama O milharal. Oi, Li. Eh, meu amigo gostaria de contar o que aconteceu com a família dele. Então, eu revelarei o nome dele. Eh, ah, tá. Eu acho que é não revelarei o nome dele e nem o nome do local onde eh onde ocorreu. E eu também não vou usar nenhum nome no decorrer do
relato, enfim, para não revelar a identidade, tudo OK. E vai ser como se fosse o amigo dele contando, tá gente? Bom, eh, peço respeito a Leandra e compreensão, pois ela somente conta o que é enviar. Ah, tá, entendi o que o que ele quis dizer. Ó, peço respeito a Leandra e compreensão, pois ela somente conta o que é enviado e não é obrigada a denunciar nada. Eu já tô pensando assim, gente, o que que vem pela frente, né, para ele ter escrevido isso no início do relato. Mas vamos lá. Bom, meu primo era fascinado pelo
interior e comprou uma fazenda onde morava sozinho, totalmente isolado. Estrada de chão, eh, sinal de celular assim, quase zero, era bem isolado mesmo. A casa era velha, madeira rangendo, chão afundando em alguns lugares e portas que batiam sozinhas. E ao redor era só milho alto, sabe? daqueles tipo fechado que parece esconder qualquer coisa que você não deveria ver. No começo, eram pequenos sinais, passos arrastados, rangidos de tábuas, barulho de respiração quando não havia ninguém. Ele tentava ignorar, achava que era coisa da cabeça dele. Mas então começaram as vozes, chamavam o nome dele, sabe? essas vozes
imitavam pessoas que ele conhecia. Às vezes essas vozes choravam, às vezes gritavam e ele dizia que sentia alguém respirando atrás dele, mesmo quando ele estava olhando e não tinha ninguém, mas ele sentia a respiração. Ele até parou de dormir, começou a beber, emagreceu muito rápido e dizia que algo crescia entre o milho. Eh, e dizia que algo crescia entre o milho durante a noite. E era algo que não era humano, mas que podia andar como gente, algo que estudava os movimentos dele, esperando o momento certo. Uma noite, por volta das 3 da manhã, ele me
ligou chorando, a voz trêmula, quase sem ar. Disse que o cheiro mudou. Ele não sentia mais aquele cheiro de terra normal da fazenda. Era um cheiro de ferro, sangue velho e carne apodrecendo. Ele disse que viu a tal coisa do milharal se erguer ali no meio do milho. Ela ficou parada, era enorme, negra e olhos que pareciam buracos, só olhando. Ele começou a gritar comigo pelo telefone, mas aparentemente o celular caiu da mão dele e foi assim que nunca mais ouviu-se nada do outro lado. Eu confesso que achei exagero, pois a família sabia da situação
dele, porém achavam que ele estava mentindo. E agora vemos que talvez tudo poderia ter sido diferente se tivessem acreditado nele. No dia seguinte, um vizinho de uma outra fazenda passava ali pela estrada de terra e ouviu alguns gritos curtos, meio que desesperados. E esses gritos estavam vindo da direção da fazenda dele. Então ele decidiu chamar a polícia dele, no caso do rapaz, né, gente? Bom, quando a polícia chegou, a casa era um cenário de pesadelo. Era sangue espalhado pelo chão nas paredes. Os móveis estavam todos virados. A porta do quarto estava quebrada pelo lado de
dentro e haviam pedaços de pele que estavam presos na madeira, tudo indicando luta, terror e algo que não era humano, mas não havia nenhum corpo. A perícia seguiu o rastro pelo milharal, pois o milho estava bem esmagado, abrindo ali caminhos tortos. encontraram mais sangue nessa trilha, sinais de que alguém ou algo tinha sido levado, arrastado com uma força absurda. Um policial até comentou que aquilo não parecia humano, eh, não parecia humano, pois nenhum animal faria aquilo e nenhuma pessoa teria força para tanto. Na segunda noite de buscas, dois policiais entraram mais fundo no milharal. O
resto ali, o restante, né, da polícia ficou meio que no limite, acompanhando, acompanhando pelo caminho principal mesmo. Até que de repente ouviram eh ouviram-se uns gritos. Eles correram, mas chegaram tarde demais. Um dos policiais estava morto. O pescoço estava aberto, mas não não era uma abertura de faca, eh, e também nenhuma mordida, mas sim esmagado. E o outro estava em choque, coberto de sangue, tremendo e repetindo algumas palavras desconexas, como sabe, não era humano, não é humano, enfim, coisas do tipo. e o corpo do meu primo nunca foi encontrado. O do policial foi enterrado rapidamente
e o caso ficou oficialmente como desaparecimento seguido de morte por causa desconhecida. A polícia nunca mais voltou àquela fazenda. Hoje quem passa perto desse milharal, principalmente durante a noite, sente cheiro de ferro, que é tipo cheiro de sangue, né? vê algumas sombras se mexendo ali entre o milho e ouve passos arrastados. Às vezes alguém parece respirar perto de você, mas não há ninguém lá. Alguns dizem ouvir risadas, outros choros e alguns até dizem escutar gritos chamando pelo próprio nome. E sim, a fazenda ainda está lá. Segundo os vizinhos, ela está à venda novamente, mas o
dono que vendeu a fazenda para o meu primo se recusou várias vezes a falar com a minha família sobre o local. Bom, Leandra, o interior não é vazio. Ele esconde coisas que não são humanas, coisas que observam, esperam e se alimentam do medo. Fazem 7 anos que o meu primo desapareceu. São 7 anos de dor e arrependimento. Eu agradeço a oportunidade e desejo todo o sucesso para você. E que Deus continue te abençoando sempre, ó. Um beijo, tá? Muito obrigada. É, gente, tem lugar, tem lugar que é sinistro mesmo. Tem lugar que eu nutrisco nutrisco
entrar também, não. Igual eu acho que de todos os tipos de plantação, milharal é o que eu mais tenho medo. Eu acredito que é porque eu já vi coisa em milharal. Não sei se eu já, eu acho que eu já comentei isso aqui com vocês, mas antigamente eh, os padrinhos da minha irmã mais nova moravam numa fazenda e aí eh sabe, tipo assim, gente, lá era muito, é até hoje, né? Porque ela ainda existe, só que era uma fazenda muito muito grande, porque eh eu nem sei o nome dessa fazenda, mas se eu soubesse também
eu não ia falar, né? Mas é tipo assim, eles não eram eles não eram caseiros do lugar. Eh, sabe aquelas fazendas que são tão, tão, mas tão grande que as pessoas que trabalham nas fazend na fazenda, elas moram nesse nos lugares, né, na fazenda. Então assim, era um lugar que tinha várias casas espalhadas, mas era muito, muito grande mesmo. Eu mesma nunca cheguei a conhecer ela toda de tão grande que era. E só para vocês terem uma noção, esse eh esse tio e tia eh eh minha, né, meu, né, nosso, enfim, eles moraram em várias
casas diferentes nessa mesma fazenda. Então ela era muito, muito, muito grande. E aí o tio da minha irã, eh, o padrinho da minha irmã, né, meu tio, ele trabalhava no escritório e eu não lembro agora se a minha tia trabalhava em alguma coisa lá. Não lembro agora, né? Mas eu eu sei que ele trabalhava no escritório da fazenda e aí quando a gente ia para lá, a gente podia ir no milharal. Só que assim, gente, era plantação para exportação, sabe? Então, imagina o tamanho, gente. Era muito, muito, muito grande. Eu acho que se uma pessoa
se perde ali, não tem só um helicóptero para sobrevoar, para ver se de cima vê a pessoa, porque realmente era gigantesco. E aí uma foi inclusive a última vez que a gente foi, que eu lembro assim de ter ido pegar, eh, pegar milho e eu vi, não é que eu vi, primeiro eu senti o negócio correndo, eu escutei o barulho do negócio correndo atrás de mim. Não era ninguém assim, não era ninguém que tava com a gente. E aí eu vi, cara, o negócio correndo pela plantação. Só que, gente, não era um ser humano, não,
não tinha como ser. e pelas características não era um ser humano. Então assim, por isso eu super acredito nesses relatos de de plantação. E é por isso que eu tenho muito medo de plantação de milho, porque gente, juro, nesse dia eu fiquei completamente apavorada e eu saí gritando e a minha sorte é que eu não tava tão longe da saída, né, da onde o meu pai parou o caminhão assim para poder pegar o milho e eu fiquei completamente apavorada. Então, por isso que eu tenho muito medo de plantação de milho e eu super acredito nesses
relatos por conta disso, porque eu já vi. Agora, por que que tem esses seres em plantações? Boa pergunta. Mas enfim, ó, um beijo, tá? Muito obrigada. E vamos para o próximo eh próximo relato que se chama o Espantalho, relato do meu avô. Eh, deixa eu só ver um negócio aqui. Hum, eu acho que esse relato, enfim, vamos continuando aqui. Oi, Lilica, obrigada pela oportunidade de ler o meu relato. Te admiro muito e adoro ouvir os seus relatos lavando louça. Eh, lavando louça, trabalhando e até treinando. Enfim, chega de enrolação e vou pro relato. E não
se preocupa com os erros ortográficos, pois o relato já foi passado no chat de PT. Bom, meu avô era fazendeiro, um homem de poucas palavras, homem sério e muito trabalhador. E essa história ele contava num tom tão sério que a gente gelava. Ele tinha uma plantação de milho e tomates e para espantar os pássaros colocava um espantalho velho lá no meio. Sabe aquelas aqueles de fazenda na roça? Lembro que a roupa era de saco, chapéu de palha e roupas velhas. Todo dia de manhã, o meu avô ia lá checar a plantação, né, molhar e colher.
E todo dia o espantalho estava em uma posição diferente, um dia de frente, no outro dia de lado, no outro dia de costas. E ele achava que era a ventania que movia ali, né, o bagulho e acabava deixando isso para lá. Mas teve um dia que ele foi lá e o espantalho estava simplesmente ajoelhado no chão e com a cara enterrada na terra. Sei lá, parecia que estava rezando ou procurando alguma coisa. Meu avô ficou puto e disse: "Mas, mas que vento é esse que ajoelha o espantalho, hein?" "Troço estranho, pensou ele. Levantou o boneco,
amarrou ele forte ali num poste de madeira e voltou para casa. No outro dia de manhã, ele foi lá de novo e o espantalho tava lá amarrado no poste, mas a cabeça dele estava virada para trás, para trás, olhando diretamente para a casa do meu avô, onde a família dormia. Meu avô não pensou duas vezes, pegou o facão e cortou a cabeça do espantalho, eh, cortou, né, a cabeça do espantalho ali fora e queimou tudo. Ele nunca mais colocou um espantalho na fazenda dele. E ele, e, minha mãe, dizia com os olhos arregalados que na
noite que ele queimou a palha do espantalho, ele ouviu gritos humanos vindo do milharal, enquanto o fogo queimava o boneco. E é isso, Lilica. Obrigada por ler o meu relato. Espero que quando esteja lendo ele já tinha Ah, tá. É, espero que quando esteja lendo ele você já tenha lido um outro relato meu. Obrigada e te admiro muito. Eu acho que vai ser lido na mesma coletânea, por isso que na antes de ler o relato eu falei: "Ué, gente, porque eu vi o nome do relato, eh, o nome do e-mail". Então, eu acho que eu
li o o relato, os dois relatos dela na mesma coletânia. Mas, ó, um beijo, tá? Muito obrigada. Ai, gente, eu tenho pavor de espantar. Olha, pelo amor de Deus. E eu acho que aquilo não espanta passarinho, não espanta nada, não. Aquilo só serve para aterrorizar e apurrinhar a mente da gente mesmo. Nossa, eu morro de medo. Ai, não tem necessidade de espantalho não, gente. Até porque eu já vi passarinho pousando naquilo. Então, assim, não tem como. Aquilo não espanta nada não. Mas enfim, ó, um beijo, muito obrigada. E vamos para o próximo que se chama
A luz que caminhava sobre a mata. Oi, oi, Lilica. Meu nome é Isabela e não tem problema algum em falar. Gosto muito da maneira que você conta os relatos sempre com muito carinho e respeito. Então, decidi enviar o meu, ou melhor, do meu pai. Eu vou contar um pouco, né, para dar um contexto. Meu pai morava no interior de São Paulo e nessa época ele morava perto do centro da cidade. Ele morava com seus pais e seu irmão, eh, e seus irmãos, totalizando ali sete pessoas. Eles moravam em uma casa que era em uma subida,
sabe? Então, dava eh dava de ter ali uma boa visão sobre a cidade e os arredores. Meu pai não lembra ao certo quando foi a primeira vez que ele viu aquela luz, mas ela sempre esteve lá. De acordo com ele, todo dia quando começava a escurecer, ele e todos da casa viam uma luz num morro que era próximo à cidade, mas não era uma tipo uma luz como um poste ou qualquer coisa do tipo. Era uma luz que caminhava. Era como se uma pessoa, sei lá, estivesse caminhando sem parar para cima e para baixo ali
daquele morro. E a luz não cessava em momento algum. Por muitos anos, enquanto ele morou naquela casa, ele via a luz todos os dias. Meu pai sempre tentava entender e tentar descobrir, sabe, o que era aquela luz, mas ninguém sabia dizer o que era, pois não morava ninguém por lá. E também tem aquela questão, né? Por que uma pessoa iria subir naquele morro todos os dias? Não fazia sentido. E por que ficava andando de cima para baixo, sabe? Nunca teve explicação alguma. E não era apenas um delírio coletivo, não, tá? Sabe, entre o meu pai
e a sua família, não era não, porque várias pessoas relatavam ver também. E eu acredito nas palavras do meu pai porque sei que ele não mentiria sobre isso. E eu cresci ouvindo essa história e eu fiquei extremamente fascinada e cheia de curiosidade para ver aquela luz. Foi então que em 2023 ou 2024, pois eu não me lembro ao certo, nós viajamos para lá para visitar a minha tia e sua família. E desde o primeiro dia eu falei com meu pai que eu queria ver aquela luz, não por duvidar do meu pai, mas sabe por querer
ver com os meus próprios olhos. E no primeiro dia a gente foi até um campinho de futebol que tinha como ver melhor aquele morro. Mas sem sucesso, não conseguimos ver nada de lá, pois agora depois de 40 anos ou mais, né, querendo ou não, já existiam muitas casas e acaba que essas casas tapa ali a visão do local. Mas de acordo com a minha tia, que ainda mora lá, a luz continua aparecendo. E olha, confesso que eu fiquei um pouco decepcionado de não conseguir ver a luz, mas na próxima viagem para lá eu vou dar
a vida para ver essa luz misteriosa. Bom, esse foi um dos muitos relatos que o meu pai tem sobre coisas sobrenaturais, inclusive tem um relato sobre outra luz que eu irei contar aqui mesmo. Ah, tá. Agora que eu entendi, que eu lembrei, eh, esse relato é porque eu tô assim, gente, mas cadê a plantação? E acredito que vocês devem estar se perguntando a mesma coisa. É porque sabe quando a pessoa ela vai numail só e manda vários relatos, foi isso aqui. E aí se eu não lesse ele ia ficar perdido, entendeu? Porque aí depois quando
eu fosse selecionar em um outro momento, mesmo que esse primeiro relato se encaixasse em uma outra coletânea, como eu ia ver lá que ele tinha sido enviado pro meu e-mail, eu ia descartar porque eu ia pensar: "Pô, já li". Só que aí o relato que vai ter sobre plantação é o segundo. Inclusive, gente, até aproveito para pedir isso a vocês. Quando vocês forem mandar relato, eh, ah, eu tenho vários relatos para mandar. Manda aí e-mailos separados, porque quando vem assim pode correr o risco de eu usar um relato para alguma coletânia e eu acabar descartando
o outro, entendeu? Esse aqui eu não fiz isso porque era bem curtinho, mas nossa, tem muitos relatos assim no meu e-mail. Eu até tenho que ver uma forma de separar isso para não perder relato, mas aí já aproveito, né, para pedir isso, d dar dá esse pequeno aviso. Quando vocês tiverem eh mais de um relato, mandem e-mail separado, tá bom? Mas aí teve esse relato extra aí para vocês e agora sim, esse próximo é sobre uma plantação assombrada. Então vamos lá. Bom, eh, então agora, né, tem um um relato sobre uma outra luz que eu
irei contar aqui mesmo. Bom, meu pai se mudou, né, lá de São Paulo para o Mato Grosso, onde vive até hoje. E, enfim, aqui ele construiu a sua família e um dia ele conseguiu uma ótima proposta de emprego para trabalhar em uma fazenda em sorriso. Não tem problema em dizer, pois não moramos eh nós não moramos mais lá. E existem muitas fazendas nessa região que tem um alto foco em agrícola. Então o nome da fazenda é não é uma região, pera aí, nessa região que tem pera aí, é o nome do lugar é sorriso, não
é a fazenda que se chama sorriso. Então, bom, ele se mudou para lá, então, e ele exercia eh lá ele eh trabalhava como operador de máquinas agrícolas. Então ele passava 15 dias na fazenda e depois ficava uma semana em casa e em seguida voltava para a fazenda novamente. Ele trabalhava às vezes de dia ou às vezes de noite, dependia ali do que ele precisava fazer, sabe? Mas desde que ele se lembra também aparecia uma luz na mata que era próximo das plantações ali da fazenda. Quando começava a escurecer, logo aparecia essa luz dentro da mata.
Ele diz que era como se fosse uma pessoa levando consigo uma tocha. E logo que ele viu essa luz, ele contou isso aos seus colegas. E como a fazenda era nova, todos os trabalhadores eram novos também. E era a primeira, era a primeira vez que cada um iria ver essa luz, sabe? era algo novo. Então assim, querendo ou não, por ser algo novo que outra pessoa, né, outras pessoas não tinham avistado antes, muitos acabaram zombando do meu pai, falando que ele tava vendo coisas. Mas logo em seguida, eh, mas logo em seguida, quando cada um
passou pelo turno ali da tardezinha ou da noite, eles acabaram vendo a luz também. Meu pai conta que a luz não fazia nada. Ela só conseguia, ela só seguia ali pela mata e nunca fez nada a ninguém. Mas todas as vezes que ele trabalhava à noite, por volta ali das 22 horas, ele via aquela luz. Ele conta que dava um certo arrepio e aquele medo do desconhecido, sabe? Mas com o passar do tempo, ele já estava ficando meio que acostumado com a luz. Pois como ele trabalhava com uma certa frequência à noite, ele via ela,
né, com frequência. Mas bom, sabendo ou não da luz, era inevitável não ficar com medo, eh, não ficar com medo. Então, muitas noites, quando ele estava trabalhando ali com um trator sem cabine e precisava descer do trator para baixar as grades, era assim um terror completo, pois dava muito medo de daquela luz, né, aparecer ali perto. Inclusive ele conta que em uma certa parte ele não sabe ao certo porque de noite é tudo muito diferente de como é de dia. Mas em uma certa parte onde era a plantação, às vezes ele meio que passava para
virar o trator e o farol iluminava. E aí ele via uma capelinha, sabe? capelinha essa que tinha três cruzes. Então, penso eu que talvez alguma família possa ter morrido ali em algum acidente ou algo do tipo, sabe? Nunca vamos saber, mas é uma teoria. Mais recentemente, ele me contou outra coisa que aconteceu naquela época. Um dia ele e uns colegas estavam ali naquela plantação esperando alguém vir buscar eles, pois já estava escurecendo. Foi então que os colegas do meu pai começaram a perguntar e duvidando sobre a luz que o meu pai dizia ver. E então,
de repente, quando eles olham, a luz estava lá. E eu acho que eram três ou quatro colegas e eles decidiram ir atrás da luz e perguntaram, né, pro meu pai: "Vamos, seu Zé?" E logo meu pai respondeu: "Vou nada, quero nada com essa luz não, meu filho. Vou não." E bom, depois e aí, né, o pai, não, perdão, gente, o pai dela meio que respondeu, tipo, não vou, não vou, não tem por ir. Até porque depois os caras passa para vir buscar a gente e e não tem ninguém aqui, eles não vem ninguém, eles vão
embora e aí vai acontecer o quê? A gente vai ter que ir embora a pé. Então, não vou não. Então, assim, no final das contas, os colegas foram e ele ficou. E os homens, eh, os homens, né, foram correndo, gente, atrás da luz. Mas depois de um tempo, voltaram e contaram pro meu pai que até certo ponto eles estavam vendo a luz, mas depois ela sumiu. E eles encontraram um pedaço de madeira meio acesa ali no meio da mata. E meu pai logo, né, replicou: "Choveu a tarde inteira." como essa madeira foi acesa, não tem
nem como. E ficou aquele mistério. Depois passaram lá, né, a, acredito que a carona buscaram eles e eles foram para o alojamento. E depois de algum tempo, ele disse que um homem que morava ali próximo à fazenda veio conversar com ele, que havia tido um sonho em que um padre jesuíta dizia que havia ouro enterrado naquele local e que era para ser repartido entre ele e meu pai. e mostrou certinho como chegar ao local onde estava enterrado o tal ouro. E assim, meu pai, desconfiado do jeito que é, ficou extremamente desconfiado, mas eles marcaram de
ir lá. Eu acho que o padre disse que tinha que ir de noite. Então eles foram à noite. O homem disse que o padre contou que ali perto havia uma árvore que se entrelaçava entre uma a outra e que próximo ali estaria o tal ouro. Meu pai disse que logo que eles entraram mata dentro, eles conseguiram localizar essa árvore. E de acordo com o sonho, era para eles esperarem a luz aparecer e seguir ela. Eles ficaram mais de uma hora e nada da luz. Meu pai conta que ele estava torcendo para a luz não aparecer,
porque ele estava com muito medo. E pasme, a luz não apareceu e eles acabaram indo embora. Meu pai diz que depois disso nunca mais deu certo de marcar com um homem para eles voltarem lá. E alguns anos depois, o meu pai acabou pedindo demissão por outros motivos e mudou de cidade. Mas de acordo com amigos que ele tem lá, a luz continua aparecendo lá até hoje. Esse foi o relato li. Perdão se ficou algo meio desconexo, mas eu dei o meu máximo. Em breve estarei mandando outros relatos vividos por meu pai e outros. E gostaria
de saber o que você e seus inscritos acham que poderia ser. Gosto demais dos seus vídeos e um beijo, Lilica. Ó, um beijo, tá? Muito obrigada. Eu sei que não faz tão assim, eh, não faz muito, eh, como que eu vou dizer? O primeiro, né, relato que ela mandou não faz parte da coletânia, mas eu queria comentar que assim, eh, esses tipos de luz e morro, gente, isso acontece tanto, tanto, tanto. Eu lembro que lá na chácara lá da onde a minha mãe mora, a gente em um determinado período a gente via isso num morro
também, só que assim, nunca descobrimos o que que era. E eu acho isso muito muito muito bizarro, muito mesmo. Eu tenho certeza que se você juntar um grupo de pessoa para ir lá ver, a luz não aparece. E sobre o negócio do ouro, reza a lenda de que você não pode ir atrás, não tá? Principalmente em duas pessoas, porque é muito comum, tem um negócio assim, me corrijam se eu tiver errada, mas tem uma parada dessa lenda que se o ouro tá lá, não é bom desenterrar, não. Dizem que a pessoa pode acabar ficando doida.
Diz que dizem é que quando você vai em duas pessoas, uma acaba matando a outra. Tem uns tem uns trem assim, né? Não é bom ir atrás disso não, mas enfim, ó, um beijo, tá? Muito obrigada. E se tiver mais relatos, é óbvio, pode mandar para cá. E bom, o próximo e último dessa coletânea se chama O que Vivi ainda me arrepia até hoje. Oi, Leandra, tudo bem? Me chamo Camila. É, pode falar o meu nome sem problema. Faz pouco tempo que eu acompanho o canal. Já tinha visto algumas coisas suas no TikTok, mas depois
que te vi no podcast do Daniel, comecei a te acompanhar de verdade e desde então não perco mais nenhum vídeo. Eli, minha experiência com o sobrenatural começou quando eu tinha apenas 11 anos. Hoje tenho 22 e algumas coisas ainda me arrepiam só de lembrar. Primeiro relato. Eu morava no interior e o ônibus escolar me deixava na vila e de lá eu andava mais ou menos 1 km até a minha casa. Minha mãe sempre ia me buscar, mas nesse dia ela estava na cidade e como era tranquilo, eu fui sozinha, pois logo meu pai chegaria. No
caminho havia uma árvore bem grande e logo à frente uma igreja. Quando eu estava perto da árvore, eu senti como se alguém estivesse andando atrás de mim. Eu olhei, não vi nada, então continuei. Ao lado tinha uma plantação de soja e de um lado era a soja e do outro a árvore. Leandra, a soja deitava como se alguém estivesse pisando, mas não tinha ninguém e nem ventava. Quando eu parava, aquilo também parava. Comecei a correr e eu sentia que algo corria comigo. Quando eu olhava ao meu lado, a soja continuava se mexendo e só parou
depois que eu cheguei perto da igreja que tinha ali. Continuei andando com o coração quase que na boca, mas não aconteceu mais nada. Depois eu contei ao meu pai o que tinha acontecido e ele me disse que debaixo daquela árvore tinham assassinado um rapaz e que muitos contavam que coisas estranhas aconteciam ali. Quem passava de moto, por exemplo, dizia sentir como se alguém montasse em cima da moto. Depois desse dia, eu nunca mais passei por ali sozinha. E bom, agora vamos pro segundo relato que, né, foi enviado pela mesma pessoa. Esse foi na quaresma. Eu
tinha 15 anos. e estudava à noite. Cheguei em casa e fui brincar com as minhas duas cachorrinhas. Elas eram dog alemão e eram enormes. E o pai delas ficava preso por ser um cão bravo. Mas com a gente ele era manso e aí à noite ele era solto. Era por volta de 1 da manhã quando eu comecei a ouvir algo correndo ao redor da casa e se jogando contra a porta da sala. A pancada era muito forte e eu pensei que eram as cachorras brincando, mas aí eu ouvi elas latindo e depois chorando. Aquilo continuava
correndo e parecia até que estava batendo nelas, sabe? Era essa a sensação que dava. Meu pai levantou correndo, pegou a espingarda e foi ver o que estava acontecendo. Mas lá fora não tinha nada, só as cachorrinhas encolhidas e morrendo de medo e o pai delas dentro da casinha. Quando amanheceu, vimos pegadas enormes e até hoje eu não sei o que era. Mas, sinceramente, o que mais se encaixa é um lobisomem. Bom, Li, esses são só metade dos relatos que já aconteceram comigo. Tenho muitos outros. Quem sabe eu volto para contar mais algum. Um beijo para
você e para todos os inscritos do canal, ó. Um beijo, tá? Muito obrigada. E se tiver mais relatos, pode mandar sim aqui pro canal. Eh, esse relato, gente, foi assim, eh, bem parecido, né, com a situação, no caso, foi bem parecida com a do penúltimo relato. Eh, tipo, a mesma pessoa mandou dois relatos em um mesmo e-mail. Aí para não perder, né? Porque depois fica marcado como enviado pro e-mail que eu uso para leitura, então para não perder. Aí eu li os dois relatos, né? Mas aí no caso, esse aqui só o primeiro que era
envolvendo plantações. Eu achei bem interessante o primeiro relato dela, então por isso eh eu quis colocar o primeiro e o segundo junto, tá bom? Mas de qualquer forma, olha, um beijo, tá? Muito obrigada. E mais uma vez, se tiver mais relatos, pode mandar aqui pro canal. E bom, gente, esses foram os relatos de hoje. Eu espero muito que vocês tenham gostado, eh, muito mesmo. Eu sei que vocês estão acostumados a ter mais vídeos ao longo dos dias, mas conforme, né, eu for me ajeitando melhor aqui no apartamento novo, eh, sabe, for colocando cada coisa em
seu lugar, eu volto com a frequência de antes. Hoje mesmo, inclusive, eu fiquei desde 9 da manhã, eh, que foi quando eu iniciei a gravação e eu estou terminando agora 4:30 e é um vídeo de tipo, não sei quantos minutos que vai dar, mas eu acho que vai dar tipo uma hora de vídeo mais ou menos, eu acho, ou quase isso. Mas é porque tem que parar toda hora para receber um profissional que tá fazendo isso, outro profissional que tá fazendo aquilo e receber mercadoria, porque muitas coisas era e no outro apartamento que eu morava,
né? Muitas coisas era do outro apartamento. Então, como a gente se mudou, eu tive que comprar várias coisas novas. Aí vai chegando aos poucos, né? Inclusive eu tô sem geladeira, que era a única compra que não podia atrasar. E adivinem só? É a que atrasou. Era para ter entregue eh ter sido entregue acho que sexta-feira. sexta ou sábado e hoje é segunda não entregaram. Eu também estou sem Wi-Fi e eu vou ter que usar o meu celular como roteador para poder subir esse vídeo pro editor e eu espero muito que eu consiga subir rápido. Mas
enfim, gente, é isso. Espero muito que vocês tenham gostado desse vídeo e é isso, ó. Um grande beijo. Tchau tchau. E eu vejo vocês amanhã nos próximos relatos, no próximo vídeo.