Oi, gente, boa noite. Tudo bem? Como vocês estão? Bem-vindas, bem-vindos à nossa última aula, não, né? O nosso último encontro. fica muito melhor. Como você já sabe, prazer inenarrável te ter aqui. Uma alegria ter você comigo e poder estar fazendo parte dessa construção junto com você, com a sua casa, com a sua família. Muito feliz por todos os testemunhos, tudo que as pessoas já comentaram, eh tudo que foi dito, ver pessoas conseguindo se conectar com seus filhos e mais do que isso, né? conhecer melhor o coração, conhecer melhor o que se passa na mente. É
muito gratificante poder fazer parte disso. Então, a gente vai começar agora e como sempre quero te convidar a orar aqui comigo. Se você puder fechar os seus olhos. Pai, obrigado pela sua bondade, pela sua graça e pelo seu favor. Obrigado por mais uma noite. Obrigado por mais um encontro, na verdade o sétimo e último encontro. Aqui passamos praticamente 7 horas compartilhando, aprendendo, mas foram horas sem fim, Senhor, da sua bondade expressa na vida de cada pai, na vida de cada mãe, em cada família, entre o coração de um filho adolescente, uma filha jovem com a
sua mãe, filhos que estavam tão distantes, tão longes, parecendo tão destruídos e quebrados e voltando a dar ouvidos, voltando a abrir espaço, voltando a permitir que a voz entre em seus corações. Agora que o teu espírito venha de fato construir uma ponte, que nessa noite, nesse pino que está sendo arrancado dessa bomba, haja expressão da sua graça, haja compreensão do seu favor, haja mais compreensão do seu propósito eterno, haja a verdade fluindo aqui no nosso meio. Haja a vida de Deus nos tocando, nos possuindo, nos impactando, Pai. Em nome de Jesus. Em nome de Jesus.
Amém. Amém. E amém. Hoje eu quero falar sobre é um dos é um dos capítulos do meu livro e é sobre o início do discipulado, o início da conexão. Então, eh, bom, é mais fácil eu compartilhar aqui e a gente vai falando. Deixa eu já colocar aqui para apresentar Espírito Santo. Vamos lá. Muito bom. Deixa eu minimizar aqui. Então, vamos para mais uma aula, né? A ideia dessa aula é falar sobre o discipulado começa hoje. E essa aula é feita para você, pai, para você, mãe, que tem essa frase dentro de si. Quero que meus
filhos amem a Deus, não apenas frequentem a igreja, né? Isso é um desejo profundo que deve gritar no nosso interior, que em algum momento da nossa vida grita aqui dentro, né? de querer que os seus filhos eles amem a Deus e não sejam mais um número de BGE, não sejam mais praticantes de um rito religioso, mas tem uma paixão, um amor maduro desenvolvido pelo Senhor. E a gente já vai ler esse versículo que está em Jó, capítulo 14. Mas eu quero te fazer uma pergunta, né? Eh, eu queria que você respondesse com sinceridade, porque talvez
o seu desafio, no começo desse desafio, dessa jornada, era um e agora tá sendo outro. Então, eu vou te perguntar aqui, qual é o maior desafio que você enfrenta ao tentar ajudar seus filhos, eh, jovens, adolescentes a crescerem na fé? Eh, se você quiser colocar aqui nos comentários, eu vou ler uma ou duas eh dessas mensagens, mas qual é o maior desafio que você enfrenta a ajudar seus filhos a se desenvolverem, a crescerem na fé? seu maior desafio. Eh, muito interessante a gente pensar que despolar jovens é como caminhar em um campo minado. E essa
vai ser a metáfora da nossa noite. Um relacionamento com um jovem, com o adolescente, com uma criança que tá na puberdade, é como você andar num campo midado, onde um passo errado pode causar uma explosão relacional e pode gerar muitas perdas depois de muitas tentativas. Eh, mas é possível desarmar essa mina. E é sobre essa esse desarmar de mina que eu vou conversar com você agora. Vamos lá. H, maior desafio, eu mesma destruir minha justiça própria. Deus gosta de sinceridade, irmã. Aleluia. Ah, ter convicção e constância na fé. Eu acho que eu mesma não consigo
despertar para saírem das telas em jogos. Aí não há espaço. Ã, ter seu relacionamento individual com Deus, apesar de ainda com 10 anos. Muito bom. Eh, deixa eu voltar a compartilhar aqui. Então, o texto que nós vamos ler tá em Jó, capítulo 14, versículo 7 a 8. Jó 14, versículo 7 e 8. E eu quero que você decore esse versículo, se possível. Deixa eu colocar aqui que é um versículo que mexe muito com a minha vida. Jó 14 versículo 7 e versículo 8. Porque a esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará e
não cessarão seus rebentos. A esperança para a árvore, que ainda que esteja apodrecida na terra e o seu cão, seu tronco morra no pó, ela brotará ao cheiro das águas e lançará ramos como uma planta nova. Olha só, versículo 8. Eu tava lendo, desculpa, a versão, mudei de versão aqui, um leve toque de TDH, mas ó, se a árvore envelhecer na terra sua raiz e não e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará e dará ramos como planta nova. Basicamente o que Jó está falando aqui é a esperança para a árvore
cortada, que é o cheiro das águas. volta a brotar, mas aos nossos olhos parece ser impossível uma árvore voltar a brotar, né? Depois que a árvore foi cortada, menos que ela seja enxertada na terra de novo. Mas o que a palavra de Deus tá falando é que mesmo uma árvore cortada, se ela estiver num ambiente onde está tendo muitas águas fluindo, e eu gosto de fazer esse paralelo porque a palavra de Deus diz que a voz do Senhor é como uma voz de muitas águas. Então, um ambiente onde nós estamos ouvindo o Senhor, onde a
presença de Deus a manifesta, onde a voz de Deus a manifesta, essa voz que é como de muitas águas, o cheiro dessas muitas águas pode fazer com que qualquer árvore cortada volte a brotar. Então, independente da sua estação, é isso que eu quero começar te dizendo, eu quero reforçar a esperança de de renovação, renovação de esperança, renovação de fé. renovação de ânimo, mesmo após muitos conflitos e muitas falhas, porque a árvore pode estar cortada aí, mas o cheiro das muitas águas ela volta a brotar. E nós sabemos que isso que estamos fazendo nesses dias nada
mais é que abrindo espaço para que você ouça melhor a voz de Deus, que é como uma voz de muitas águas, e aumente o fluxo dessas muitas águas na sua casa. Então eu quero falar com você sobre a metáfora da mina terrestre, mas para isso eu preciso que você imagine um cenário comigo. Imagina que você está andando perto de canons. E como eu sou gaúcha, é muito é comum a gente ver canons no Rio Grande do Sul. Então tem duas montanhas lindas, um cenário lindo, só que você precisa atravessar o outro lado da montanha, você
precisa ir para o outro lado da montanha, pro outro canon. Só que quando você olha para baixo, não tem nada. tem apenas um caminho e ao olhar para baixo você vai ver riacho, você vai ver muita altitude. Só que tem um lugar que você pode chegar ali perto que você consegue pegar matériapra para fazer com que uma ponte se conecte até o outro lado para você passar. Contudo, esse lugar onde tem essa matéria prima está como cheio de mina, está como um campo minado. E esse campo minado, você vai ter que tomar muito cuidado para
chegar perto dele. É como se você fosse andar sobre os ovos, porque qualquer movimento errado seu, ele pode fazer com que a mina exploda. E se essa mina explodir, dependendo de quão grave for essa explosão, você não vai conseguir mais ter acesso a essa ponte. Então, lidar com jovens e adolescentes é como caminhar em um terreno com minas escondidas, um passo errado, como talvez falta de de empatia, como imposição, como falta de integridade. E quando eu falo integridade, eh, a base da palavra integridade é ser um, ser único. Ou seja, o ato de ser um
na sua casa, na sua igreja, nas na rua, com seus amigos, com seu marido, com seu filho, com a sua esposa, eh, no trabalho, sabe? O ato de ser um, eles olham pra gente, não vem uma completude, uma integridade, eles vão fazer essa mina explodir. A ponte, por sua vez, representa o caminho para um relacionamento profundo, onde construímos um acesso ao coração de jovens, de adolescentes, de crianças na puberdade para construir ali eh uma vida que ame ao Senhor e que se derrame a Deus com autenticidade. Então, eh o que que isso tem a ver
com esse discipulado familiar? O que isso tem a ver com conexão com os meus filhos? É porque esse discipulado de formar Deus na vida de alguém começa em casa, mas exige muitos cuidados para não explodir a mina com atitudes que afastam essa juventude da fé, como uma rigidez excessiva, falta de diálogo, como falta de ouvir com coração e com verdade o que se passa no coração. Falta de compreensão, falta de entender os seus dias e a luta dos dias. Por exemplo, alguns de nós estamos lutando com a questão da impureza sexual, como nós lutávamos há
10 anos atrás. E como nós lutávamos 10 anos atrás? lutávamos apenas dizendo: "Ó, é pr é pecado. Você não pode fazer isso. Você não pode ter relações sexuais com a sua namorada antes do casamento. E se você for pensar e trazer a sua memória como era em 2015, 2014, 2013, quando um jovem ele caía em pecado sexual antes do casamento, era era muito diferente de como que é hoje." Por quê? Porque esse jovem caí em pecado, ele queria aceitar Jesus de novo. A era tão forte o peso dentro dele que ele pensava: "Meu Deus do
céu, eu vou ir pro inferno, preciso me reconciliar com Jesus, eu preciso ir lá na frente do apelo novamente, porque eu caí". E hoje você vê que sexo ele não deixa, antes do casamento não deixa de ser pecado. Amém? Ainda continua sendo pecado. Mas qual que é a questão? Parece que os jovens eles não têm mais o mesmo peso de meu Deus do céu, olha o que eu fiz, olha que destruição eu causei o motivo ele é único. Não é que sexo deixou de ser pecado, é que agora além de pecado se tornou algo ideológico.
E como todo o cenário envolta atrás deles, todo o pano de fundo, toda a sociedade, toda a cultura, os livros, os romances, as séries, as conversas tratam o sexo como algo ideológico e normal, acaba acontecendo que na mente deles isso deixa de ser meramente pecado e se torna algo ideológico. E aí eles pensam: "Ah, não, mas eu simplesmente tive uma relação sexual aqui, eu simplesmente caí aqui". Então, a gente está lutando com armas que antes funcionavam e antes a gente dava armas de medo, de olha só, você vai fazer o seu chamado morrer, olha só,
você vai pro inferno, olha só, você vai desagradar a Deus e nada disso funciona mais. Porque como virou algo ideológico, ideologia é quebrado com consciência. E nós precisamos gerar uma consciência, uma cultura de pureza para mostrar para eles que Deus não está privando eles de ser feliz, mas está protegendo eles para que eles não sejam escravos e como migalhas relacionais e emocionais para desfrutar da vontade de Deus que é boa, é agradável, é perfeita. Então, muitas vezes o que faz a gente explodir é a mina. Não é simplesmente ser religioso, não é simplesmente eh ser
duro, mas é não dar ouvidos, é não compreender as verdades ocultas do coração dessa juventude e não olhar para o tempo que estamos vivendo e discernir esse tempo para darmos uma resposta correta nele. Porque quem não discerne o tempo que está inserido não consegue dar uma resposta relevante para esse tempo. Vamos lá. E como gerar essa cultura? Toda cultura ela é gerada com tempo. Nenhuma cultura se gera da manhã pro dia. É um tempo, é um processo indo para essa verdade, encarnando essa verdade, virando uma referência, uma carta viva para poder ser lido e à
medida que essa cultura ela fortemente estabelecida, a cultura das trevas por si só vai caindo. Sabe aquele ditado? Se você vê um prédio torto, não fique julgando o prédio torto. Construa um prédio reto do lado, porque o seu prédio reto construído vai ser uma denúncia de que um prédio torto foi construído. Então, uma pergunta que a gente precisa fazer é: você já sentiu que pisou em uma mina ao tentar e acessar o coração dos seus filhos? E se você já pisou, como que foi isso? Como que foi essa sensação de pisar numa mina e ver
algo explodindo na hora de tentar acessar o seu cismo? Eu tenho um exemplo aqui de como eh teve uma pessoa próxima a nossa, tem uma filha adolescente e a filha começou: "Ah, mãe, eu quero cachorro, eu quero muito cachorro, eu quero muito cachorro". E a mãe falou: "Não, não vai ter cachorro. Você mal arruma sua cama, vai ser mais um trabalho para mim, para que que eu vou tirar o cachorro? Aí no mesmo dia elas estão andando de carro, do nada passam e ter um cachorrinho abandonado na rua assim, bonitinho, sabe? E a menina começa
a falar: "Mãe, esse cachorro vai morrer, vamos pegar ele, vamos levar para casa. Vai ser atropelado". E a mãe fala: "Não, menina, você não vai ter cachorro porque você não arruma nem a sua cama". E a menina começa a chorar, espernear e fala: "Você não se importa com o meu sentimento. Você não se importa com o que passa no meu coração, você não se importa comigo". E a mãe ficou paralisada, tipo assim: "Meu Deus do céu, eu fui tão má assim por não querer um cachorro". Mas a verdade é que esse grito não era o
grito do cachorro, era um grito entalado que veio para fora de tantas outras coisas que agora o cachorrinho foi apenas a gota que faltava pro pro copo transbordar. A gente precisa estar muito atento a isso, muito atento. Principalmente nos dias de hoje, onde os nossos adolescentes eles têm o mundo na palma das suas mãos. Então isso aqui eles têm o mundo todo aqui, eles acessam qualquer informação, eles ouvem informações diferentes das que a gente fala aqui com seu ar na mão. E muitas vezes nós não temos as informações suficientes para vencer os argumentos deles. Então
a gente não sabe dizer porque a esquerda é mal. A gente só sabe repetir o que a gente viu em grupos de WhatsApp. A gente não sabe dizer porque que feminismo não é bíblico. A gente não sabe dizer porque quem o o veganismo não é uma coisa apoiada biblicamente. A gente não sabe dizer porque que patriarcado é o modelo de Deus. A gente não sabe discorrer com relação a à disforia de gênero, a relacionamentos homoafetivos. A gente ainda acha que Jesus salva as pessoas para transformar as pessoas em heterossexuais e não em discípulos. Então eles
estão olhando para nós e pensando, olha só, há um problema com relação à homossexualidade, mas eles aceitam casais heterossexuais divorciados frutos de uma traição. Um cara que tá no seu terceiro casamento com a sua terceira amante diferente, tá tudo bem ele tocar na igreja? Por que que tal coisa não está tudo bem? A gente não tem as respostas para isso, mas aqui eles estão ouvindo muitas coisas, dando respostas para eles que muitas vezes a gente não sabe dar. E é por isso que a gente precisa se atentar e dar ler esse mundo para dar uma
resposta correta para esse tempo, a fim de sermos efetivos em Deus, naquilo que Deus está fazendo. E certamente o que Deus está fazendo é salvando essa geração para impactar e reformar toda a terra através delas. Então, já que a gente já entendeu o nosso cenário de campo minado, vamos avançar aqui que eu quero falar sobre três tipos de pais. Então, eh, a gente precisa identificar que tipo de pais nós somos. Número um, são os pais que tentam demais, ou seja, fazem de tudo. Vão atrás de psicólogos, coaches, eventos da igreja, conferências, seminários, mas sentem que
nada funciona. Tem um esforço excessivo que pode até mesmo sufocar. Podem ser controladores ou ansiosos, impondo a fé sem ouvir os seus filhos, porque no fundo tem medo que o filho vá pro inferno, tem medo que o filho se desvie, tem medo que a filha eh fique bêbada e entre num como alcoólico, porque lembra das coisas ruins que fez na sua própria juventude, mas por conta do medo, age no medo e não no amor. E por isso acaba sendo duro demais, sendo incoerente, muitas vezes sendo impossível em impondo uma fé sem ouvir o coração dos
seus filhos. E há um desafio nisso, porque precisamos lidar com frustrações por não ver resultado. Temos um risco de explodir a mina com uma pressão excessiva e acabar perdendo o pequeno acesso que temos no coração dos nossos filhos. Contudo, esse tipo de pai tem muita paixão, mas precisa canalizar essa paixão com empatia e paciência. E aí nós temos um segundo tipo de pais. São pais que desistiram, ou seja, abandonaram a responsabilidade espiritual. Então, depois de muitas explosões, muitos conflitos, muita rebeldia, de muito tentarem se frustrar, de tentar se repaginar, se atualizar e ainda se sentir
falando grego e debaixo de pressão junto com os pratos que estão sendo que estão girando no ar, seja a empresa, seja o trabalho, seja a rotina exaustiva, seja filhos menores, eles acabam olhando para dentro de si, dizendo que não tem jeito. E o que que acontece? perde esperança e com a perca da esperança tem uma desconexão relacional. Contudo, Deus oferece para nós renovação, igual esse texto que a gente leu. Eles podem recomeçar com pequenos passos, porque a esperança pra árvore cortada, que é o cheiro das muitas águas, volta a brotar. E aí tem o terceiro
tipo de pais, que são os pais que não sabem por onde começar. Eles ainda não tentaram demais, não desistiram, mas olham e falam: "Cara, por onde eu começo? O que que eu faço? Como que eu posso fazer? Qual que é? Será que agora eu começo a jogar videogame também? Será que agora eu vou me vestir só com as roupas do time de futebol que ele gosta? Será que agora eu vou permitir que a minha filha vai em todas as baladas? O o que que eu faço?" Sabe? Só que esse tipo de pai muitas vezes quer
discipular, mas se sente perdido, sem habilidade, sem experiência, com muita insegurança e falta de direção. E a verdade é que esse pai precisa aprender que ele não precisa ser especialista. Ela não precisa ser especialista, mas precisa estar conectada num lugar de compreensão, de aprendizado, mas também dá a voz pro Espírito Santo que habita dentro dela. Esse espírito que guia, esse espírito que sabe trazida, que direciona. Eu quero ler essa passagem de Primeira Coríntios, capítulo 2 com você. Primeira Coríntios 2, versículo 9 ao 12 fala: "Mas como está escrito, nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem
jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Mas Deus, Deus nulo revelou pelo espírito, porque o espírito a todas as coisas perscruta até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas do homem senão o próprio espírito que nele está? Assim também as coisas de Deus ninguém as conhece senão o espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo e sim o espírito que vem de Deus para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente. O que que o apóstolo Paulo
tá dizendo aqui? Que quem conhece o espírito do homem a não ser o espírito de Deus que habita dentro do homem. E quem conhece o o profundo de Deus, a não ser o espírito de Deus que nele habita e que pasme habita em nós também. Então, a questão é, existe um espírito que habita dentro do seu filho, que habita dentro da sua filha, dentro do seu cônjuge, dentro de você, que conhece o mais profundo do interior deles. E sabe de uma coisa? Ele quer nos revelar essas coisas. Então, dentro de tudo isso, é o que
que nos impede de avançar, sabe? É, é, é muita, é muito pertinente essa pergunta. O que nos impede de avançar? Eu quero que você responda isso. Se você quiser colocar nos comentários, amém. Se não, responda, eh, escreve aí no papel. Vejo que tá tem gente aí anotando. Eh, escreva no teu celular o que te impede de avançar nesse caminho de construção de ponte. Porque independente se você é um pai que tentou demais, se você é uma mãe que já desistiu, se você é uma mãe que não sabe por onde começar, independente da estação, todos, todos,
todos tem um desejo profundo de que seus filhos amem a Deus. E essa ponte geracional, essa ponte relacional é o caminho para que isso se torne uma realidade. Então, cinco passos como plano de ação para você desarmar as minas, para você desarmar essas bombas que estão prestes a explodir a qualquer momento. Eu quero apresentar esse plano prático baseado no capítulo 4 do meu livro e adaptado pra questão do discipulado, dessa construção relacional, dessa conexão, desse coração e aliança. Porque discipulado aqui é, e eu não quero que você pense discipulado na na ótica de uma igreja
celular, uma igreja que anda num estilo de estratégia como MDA, como células, como multiplicação. Aquele negócio que você vai e você ouve do seu discipulador ou você é uma discipuladora e tem já três perguntas prontas para um café que você toma com discípulo. Não é esse tipo de discipulado. Quando eu falo discipulado, eu tô falando da formação da vida de Deus no interior. Esse discipulado que começa pelo espírito no se discipulando, passa pela família, passa pela igreja, mas não tem uma fórmula. Aqui eu vou te dar cinco passos que vão te ajudar a desarmar as
minas que podem explodir, mas mesmo assim é o Espírito Santo. Mesmo que você entre paraa minha comunidade, mesmo que você faça parte de uma igreja local saudável, mesmo que você tenha todo o dinheiro do mundo, é o Espírito Santo que vai pegar todos esse todas essas eh matérias primas que você vai adquirindo e vai formando e você e te guiando em toda boa obra. Então, para essa construção, para pro desarmamento da mina terrestre, para desarmar uma mina terrestre, você precisa de cuidado, estratégia e dependência de Deus. Então, agora eu vou te passar os cinco prazos.
O primeiro deles é: reconheça que existe uma mina, reconheça que existe uma bomba. Reconheça que você não tá num lugar que você já venceu essa guerra. Você precisa estar cauteloso, tomando cuidado. Então, Provérbios 15:1 e 15 diz assim: "O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apacenta de estultícia. Todos os dias do aflito são maus, mas a alegria do coração é banquete contínuo. Então essa palavra estutícia aqui, ela é loucura. Imagina a boca do insensato se apacenta de loucura. Imagina, você não pode ser um insensato. Você não pode ser uma insensata.
Você é um sábio, uma sábia mulher de Deus. Então, eh, você precisa reconhecer a mina, você precisa identificar os sinais de desconexão espiritual ou relacional, isolamento, falta de interesse na fé, frases como: "Você não me entende", não tem nada a ver. Isso é puro legalismo, isso é religiosidade. Ah, Deus ele é amor, ele se importa com a verdade do meu coração. Deus se importa com que eu esteja feliz. E se algo me faz feliz, é isso que Deus quer para mim. Sabe essas mentiras. E o que que você vai fazer? Você vai observar mudanças no
comportamento e notar esses padrões. Como por exemplo, minha filha parou de orar, meu filho não quer mais ir pra igreja. Meus filhos não se interessam por ler a Bíblia. Meus filhos não oram mais na refeição. Meus filhos eh estão querendo em shows seculares, sabe? Vai anotando e comece orar direcionadamente sobre esses sinais. Quer ver? Exemplo, quando um pai nota que sua filha se isola pós discussões sobre igreja, ele começa a orar e depois de um tempo orando começa a perguntar sobre seus interesses sem forçar. Começa a perguntar sobre o que que tá interessando, qual que
é a meta de vida, qual que é o sonho. Essa é uma pergunta muito boa. Pergunte qual que é o seu sonho. Na verdade, deixa eu perguntar para você, qual que é o seu sonho? O que que você sonha? Qual que é o sonho da sua vida? O que que te motiva? Viram a quando eu conheço alguém que eu não conheço, quando eu sou apresentado uma pessoa e eu tenho que conversar com ela, do nada eu salto essa pergunta, olho nos olhos da pessoa e falo: "Qual que é o seu sonho?" E é engraçado que
as pessoas elas ficam, sabe, desconcertadas, porque geralmente elas não sabem dizer qual que é o sonho delas. Aí algumas pessoas falam: "Ah, meu sonho é casar e ter filho olho e fala: "Cara, que sonho pequeno, né? Porque se você, seu sonho é casar e ter filho, depois você tiver filho, acabou o sonho. O que que você vai fazer? Você vai ter filho com 25 anos de idade e o resto da tua vida, sabe qual que é o teu sonho? A gente precisa orar e tentar compreender o coração desses jovens adolescentes. A segunda mina, ou seja,
a segunda, não é a segunda mina, desculpa, a segunda forma de você desarmar a mina, o segundo passo, então, primeiro é reconhecer que a mina existe. O segundo passo é comunicação empática. Então, o que que é a comunicação empática? Basicamente, é você aprender a ouvir antes de falar. Por isso que Deus nos deu dois ouvidinhos e uma boca, né, pra gente ouvir mais e falar menos. Então, ouça sem julgar, valide sentimentos e mostre interesse genuíno, porque isso constrói confiança para falar sobre fé. Às vezes o filho chega assim e fala: "Mãe, eu não quero ir
na igreja, eu quero ir para para uma batinê". Não existe mais batinê na minha época existia. Para você ver como eu tô ficando velho. Mas aí o filho chega nisso e a mãe já se desespera. O quê? Você quer ir para uma batinê? Você vai ficar drogado, as pessoas vão te oferecer drogas, você vai beber muita bebida alcoólica, você vai ir pro inferno. Eu não te criei para você ir pro inferno. Meu Deus, filho, eu te levei a vida toda pra igreja. E o que que é isso? O que que tá falando? Tá acontecendo com
você? Deve ser culpa do João, deve ser culpa do Antônio, da Antonela, da Maria. E e sabe, respira fundo, ouça sem surtar. Porque às vezes existe uma maldade na nossa cabeça que nem se passa na cabeça deles. Ah, mas eu me importo com meu filho, mas o mundo é mau. Mas sabe, é seu filho. Você não pode criar um filho para ser um gato miado. A Bíblia diz que as portas do inferno não prevalecem como contra a igreja. Os nossos jovens, os nossos adolescentes, a Bíblia diz que eles são fortes, já venceram o maligno. Eles
precisam ser as pessoas que vão perturbar essa terra. O evangelho que eles vão receber e o encontro com Deus e com a presença de Deus, vai fazer eles terem uma convicção de fé tão forte que o inferno vai estremecer. Eles serão enviados pra faculdade como missionários, serão enviados pra escola como missionários. Mas a gente fica olhando para eles assim: "Ai, que coitadinho, o inferno, o demônio vai vir pegar ele, vai usurpar a fé dele." Isso só é uma verdade se a gente não colocar fé lá dentro. E provavelmente não colocamos. Então, para isso, a gente
precisa ter uma comunicação empática. A gente precisa entender o que se passa no coração, o que se passa na mente, o que tá levando ele ou ela a ter esse tipo de pensamento, mesmo que seja apenas uma noia passageira. E como que a gente faz isso? É ser intencional em estabelecer momentos regulares para conversa, como um jantar em família, uma volta no parque, sair para comprar uma roupa, sair para tomar um café. E enquanto as palavras vêm para fora, evite interromper. Isso aqui é um saco. Jovem adolescente detesta que eles sejam interrompidos porque ele vai
tentar uma, duas, três vezes, na terceira vez vai colocar um X na sua costas e vai dizer: "Eu não posso falar paraa minha mãe, falar com o meu pai, porque ele não presta atenção no que eu falo e ele não se importa com o que eu falo." Então ele vai falar alguma coisa, no meio da coisa já para, porque o adulto pensa assim: "Ai, meu Deus, eu tô perdendo tempo, eu tenho muita coisa para fazer". Aí ele fala uma coisa e já lembra de um exemplo de algo que aconteceu, algo que viu, algo que estudou,
algo e já corta ali. Não, cara, ouve, escute, deixa ele, ela entender e ver que você tá se importando com o que está dito. Olha, a palavra de Deus diz em Provérbios, capítulo 25, versículo 11 ao 13, como maçãs de ouro em bandeja de prata, assim a palavra dita a só tempo. Como pendentes e joias de ouro puro, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento. Como o frescor de neve no tempo da ceifa, assim é o mensageiro fiel para os que o enviam, porque refrigera a alma dos seus senhores. Então, com maçã de
ouro em bandeja de prata, é a palavra dita no seu tempo. Não é no tempo que você quer dizer, é no tempo exato que ela precisa ser dita, recheada de sabedoria, amor e graça. Então, qual que é o cenário ideal? É ser um pai, é ser uma mãe que ouve pacientemente as dúvidas, as noias, as loucuras de seus filhos sobre Deus, sem tentar corrigir imediatamente, ganhando espaço para compartilhar sua fé depois para acessar de fato o coração. Terceiro ponto para desarmar a mina é encontrar pontos de conexão. O que que é isso? Eh, identificar interesses
em comum, música, esporte, fé, série, filme, jogos, jogos de videogame. É aprender talvez a se interessar por LOL, por Free Fire, não sei, mas é ter pontos de interesses em comuns para construir um veículo antes de abordar temas espirituais. Nos Estados Unidos, muitas universidades estão a adotando a prática do pré do encontro pré-culto. Ou seja, antes de convidar alguém para ir para um culto, leva para um churrasco, leva para uma sorveteria, leva para uma cafeteria, tem conversas tranquilas, se tem uma abertura, dá uma inserção rápida sobre Deus, mas cria confiança para depois levar as pessoas
pra igreja. Sabe essa geração, os estudos apontam que eles vem fé diferente da gente. A gente vê espiritualidade indo pro culto, orando, jejuando. Para eles não. Para eles espiritualidade, eles se conectam com algo transcendental, indo fazer uma ação social, entregar comida pros pobres, é cuidar do órfão, cuidar da viúva. Então, a forma deles verem espiritualidade é diferente. Se a gente não usar a forma que eles vêm para satisfazer isso e depois trazer eles paraa verdadeira espiritualidade, a gente sempre vai ficar cansado de falar, porque eles não vão entender, porque não comunica com eles. Vai ser
você achando que tá falando grego, porque você fala, fala, fala e ninguém te entende e você ainda acha que é o dono da razão. Então, participe das atividades que o adolescente ou jovem gosta, mostrando que você valoriza quem ele é, quem ela é. Use esses momentos para falar sobre fé, sabe como a fé impactou a sua vida. Mas depois de já ter feito o passo dois, de ter uma comunicação empática, de ter acesso ao coração, sabe? Use com sabedoria os momentos, porque a verdade sem amor, ao invés de curar, ela mata. Então, um líder joga
videogame com um adolescente durante a conversa, compartilha com como a fé ou ajuda a lidar com os desafios. Às vezes a gente tá tão focado em tirar as pessoas do videogame, deixa ele jogar videogame. Talvez é a fuga do mundo dele, do mundo chato que ele tá vendo, mas aos poucos vai trazendo para você. Não tenta, meu Deus, agora ninguém vai jogar videogame. Aí tu tira o videogame, não coloca nada no lugar para encher o coração dele, para encher o coração dela, sabe? Vamos ir aos poucos. Reconheça a mina, tenha uma comunicação encontra os pontos
de de conexão, desculpa os interesses em comuns para construir pontes e depois invista tempo de qualidade. E aqui é onde você vai desarmar o guardal, vai desarmar a bomba no tempo de qualidade. Presença intencional e significativa. Então nós precisamos mostrar aos jovens que eles são prioridade, dedicando tempo intencional, mesmo em atividade simples, sabe? Conversar sem mexer no celular, deixar o celular virado para baixo enquanto conversa, mostrar que o tempo com eles é mais importante do que o tédio que te obriga a ir ver um story, a ver uma notícia, a ver alguma coisa. Planeje momentos
como passeio, jantar em família. esteja 100% presente e sem distração. Então, sabe, eu já falei esse exemplo aqui em outra aula, eu jogando videogame com meu pai, o quanto isso me marcou, o quanto eu gosto de box hoje, porque o meu pai tirou uma uma fatia da vida dele para treinar box comigo, mesmo que foram poucos meses. Como eu gosto do nosso time de futebol, porque a gente assistia jogos juntos e viu ele ser campeão mundial em 2006 juntos. Isso cria memórias marcantes. Então, é como o a mãe levar sua filha pra cafeteria sem agenda,
apenas para conversar sobre a vida, plantando sementes de amor, sementes de fé. E o quinto ponto, o quinto passo para desarmar a mina, conheça segundo o espírito. Isso aqui é muito importante. Conhecer segundo o espírito é respeitar a individualidade. Segunda Coríntios, capítulo 5, versículo 14 ao 17, fala: "Pois o amor de Cristo nos constrange julgando nós isso. Um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. Assim que nós daqui em diante a ninguém
conhecemos segundo a carne. E se antes conhecemos Cristo segundo a carne, já agora não conhecemos desse modo. E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura, as coisas antigas já passaram, eis que se fizeram novas. Entenda quando Paulo ele tá falando no versículo 16, a ninguém conheçamos segundo a carne, ele tá dando uma brecha aqui pra gente entender. Se nós não conhecemos segundo a carne, nós devemos conhecer então segundo o espírito. Porque na visão de Deus existe apenas duas formas, ou segundo a carne, ou segundo o espírito, ou segundo aquilo que é carnal ou
segundo aquilo que é espiritual. Então, reconheça a unicidade desse seu filho, dessa sua filha. E talvez para fazer isso, você vai ter que matar dentro de você a filha ideal, matar dentro de você o filho ideal, para que o filho real possa brilhar aos seus olhos e você possa desfrutar deles. Então, o que que é conhecer segundo o espírito? É conhecer o que Deus criou sobre esse jovem e sobre esse adolescente. É conhecer o que Deus falou sobre esse jovem e sobre esse adolescente. Se você ler Salmos, capítulo 139, você vai ver que vai tá
escrito assim, ó: "Quando eu estava sendo tecido no ventre da minha mãe, o Senhor já tinha escrito e determinado todos os meus dias no meu livro, mesmo antes de que nenhum deles existissem". Ou seja, Deus escreveu dias sobre os seus filhos. Deus escreveu uma história sobre esses filhos. E talvez não é uma história que você idealizou, mas é uma história real que você conhece a partir do espírito e que você conhece em Deus. Então você precisa aprender a conhecer segundo o espírito, aceitando as perspectivas dos seus filhos e confiando no plano de Deus para eles.
Então você precisa orar para entender o livro de Deus sobre esse jovem, sobre essa adolescente. Salmo 139 verso 16. mostre apoio mesmo em discordâncias, mantendo limites claros. Então, é muito interessante que todo libertador em algum momento vai ser confundido com o rebelde. Êxodo capítulo 2. Moisés tinha um ímpeto para ser um libertador. Capítulo 2 ou três. Então, o que que acontece? Quando ele sai da casa de faraó, ele vê um egípcio maltratando um hebreu. O que que ele faz? Ele vai lá, mata o egípcio e enterra o egípcio na areia. No outro dia ele vê
dois hebreus brigando, ele chega e fala: "Cara, vocês são do mesmo povo, vocês vão ficar discutindo". Os judeus olham para ele e falam: "Ué, você vai matar gente igual você fez ontem à noite, matou aquele cara e ele foge pro deserto por conta disso com medo." O que que isso quer dizer? que sempre um libertador em algum momento vai ser confundido com o rebelde, porque não tem maturidade para lidar com o ímpeto de libertação, o ímpeto de construção que há dentro dele, que há dentro dela. E para isso nós precisamos orar para aprender a manter
essa chama acesa, para aprender a direcionar ele ou ela para viver tudo aquilo que Deus falou sobre eles. Então, é isso que Paulo fala. conheça os outros segundo o espírito, não segundo a carne. Exemplo, eh, uma mãe que aceita que seu filho tem dúvida sobre a igreja, sobre Jesus, mas ora e em Deus busca experiências, busca encontros, busca palavras, encoraja os seus filhos a buscar Deus em seu próprio ritmo. Então, é a gente entrar num lugar de dependência do espírito, dependência do Senhor para dar uma resposta concernente de acordo com o espírito e uma uma
resposta que é validada pelo Espírito de Deus, que é validada pela palavra do Senhor, pela unção do Espírito Santo. Então, eu volto a dizer, a verdade sem amor, ao invés de curar, ela mata. Então, esses são cinco passos. para um plano de ação. E esse plano de ação você não vai completar em uma semana, não vai completar em um mês. Talvez esse plano de ação você vai demorar um, dois anos para completar, mas deixa eu falar, vai valer a pena. Então, o primeiro é reconheça a mina. Segundo, uma comunicação empática. Terceiro passo, encontrar pontos de
conexão. Quarto passos, invista tempo de qualidade. E quinto, conheça segundo o espírito e não segundo os seus olhos. E aqui eu encerro dizendo que o sucesso no discipulado é o relacionamento restaurado. Então é importante a gente lembrar de dessa metáfora da mina, que há um caminho a ser trilhado para acessar essa ponte. Há um caminho para ser trilhado, para acessar essa ponte que conecta você do seu filho. Contudo, existem muitas minas ali no meio e para isso você vai precisar desarmar essas minas. E como que você desarma essas minas? Cinco passos bem claros. Só que
eu destaco que essa ponte, esse discipulado, esse acesso é um processo, não é? uma solução instantânea. E eu, para terminar, eu quero ler um livro aqui na um livro, um um versículo aqui na palavra de Deus. Primeira Coríntios, capítulo 2, versículo 9, que diz assim: "Mas como está escrito, nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Mas Deus no revelou pelo espírito, porque o espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. Porque qual dos homens sabe as coisas
do homem senão o seu próprio espírito que nele está? Assim também as coisas de Deus ninguém as conhece o espírito de Deus. Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o espírito que vem de Deus, para que para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente. A gente já leu esse versículo, mas eu quero te lembrar que o Espírito Santo capacita você independente do seu tipo. Se você hoje é uma mãe que tentou demais, se você hoje é uma mãe que já desistiu, se você é uma mãe que não sabe
por onde começar, há um espírito habitando dentro de você, dentro dos seus filhos e dentro de Deus. Então, o objetivo nosso é ajudar os nossos jovens e adolescentes a amarem a Deus autenticamente. E isso começa com pequenos passos em casa. Então, eu quero te chamar para uma ação. Eu quero te desafiar primeiro a comprometer-se com o primeiro passo escolhido na atividade da prática ali, na exemplo que eu te dei. O primeiro passo para desarmar a bomba que é reconhecer a mina. Estude seu filho, estude a sua filha, não entre em desespero, mas reconheça e comece
a orar sobre isso. Segundo ponto é você vai precisar de apoio, seja em uma igreja bíblica, seja em uma plataforma online de ensino, seja em uma mentoria para pais e adolescentes, você vai precisar de apoio. uma comunidade intercessora, como sabe, eu sugiro de não tentar desarmar a mina sozinho, porque se você tentar desarmar a mina sozinho, a chance de isso explodir é muito grande. Então, não desarme a mina sozinho, busque apoio de comunidade, porque discipulado é uma jornada comunitária. Peça ajuda quando for necessário, não tenha medo de ser vulnerável. E lembre-se do amor, porque a
verdade sem amor, ao invés dela curar, ela vai matar. E uma coisa que você não quer é ver o seu relacionamento com a sua filha, com seu filho, morrer. Eu sei que você sabe que tem que tem mais de Deus sobre a sua casa, tem mais de Deus sobre a sua família e você tá no caminho certo, porque de alguma forma você tá abrindo mão de muitas coisas para est aqui ouvindo, estudando e aprendendo, mas eu acredito que você vai precisar se reunir com outras mães, porque isso é só o começo, uma ponta de um
iceberg vai ser muito desafiador, desarmar as minas, mas com certeza nós conseguiremos. Então aqui eu encerro o desafio corações e aliança. A o intuito desse desafio é te dar ferramentas para você dar os primeiros passos em direção ao coração dos seus filhos e viver esse desafio, esse esse relacionamento em aliança, porque o relacionamento de pai e mãe com seus filhos é uma aliança, assim como de marido e mulher é uma aliança. É isso. Eu quero orar para que o Senhor te dê graça, favor e te visite com espírito de sabedoria e revelação. Te conecte com
as pessoas que vão te auxiliar nessa jornada. É lógico que eu falei, eu vou colocar no grupo eh alguns exemplos de planos de ação para vocês usarem durante 30 dias. Não teremos mais live nesse nesse tempo. Essa aqui é a última reunião. Nós também eu vou mandar alguns áudios no grupo no passar dos dias para te encorajar. Mas lembra que sempre vai valer a pena. Eu não sei se você se recorda quando eu falei aqui sobre a minha indignação de orar por um cara cadeirante, ele não levantar da cadeira de rodas. E Deus falou para
mim que se eu tivesse orado 500 vezes e em nenhuma delas tivesse havido cura, mas na vez 501 ele se levantasse daquela cadeira de roda, será que não teria valido a pena se eu orasse 999 vezes por uma mulher que não pode engravidar e nada tivesse acontecido e na milésima vez ela tivesse sua madre aberta e engravidasse, será que não teria valido a pena? Eu quero te dizer que não importa o quanto você tente, apenas não desista. Continue nadando, porque sempre vai valer a pena. Eu tenho certeza que hoje o meu pai lembra do dia
que eu cheguei bêbado em casa e ele abriu aquele portão e começou a chorar. E hoje ele vê que valeu a pena. Porque Isaías 53 diz que Jesus verá o fruto do seu penoso trabalho, se alegrará. Eu e você também certamente veremos o fruto do nosso penoso trabalho e nos alegraremos. Obrigado pela sua presença até aqui para as pessoas que vão entrar na comunidade, nessa mentoria anual para paz de jovens adolescentes, de construtores de ponte, eu vou te ver lá dentro da comunidade, eu vou mandar mais informações ali no nosso grupo. Mas você que esteve
aqui até hoje, muito, muito obrigado pela confiança, por me ouvir, por abrir o seu coração, por confiar naquilo que eu carrego. Que Deus te abençoe. Eu vou orar agora, Pai. Obrigado, Senhor. Obrigado por esse tempo. Obrigado pela graça. Obrigado por cada revelação, por cada palavra. Obrigado pela sua presença infindável. Eu oro agora que as escamas dos olhos caiam, que a culpa seja absorvida pelo pelo seu amor, que a condenação vá embora. que aquilo que deixa essa mãe cansada, essa mãe oprimida, seja a rotina da maternidade, seja a rotina, Senhor, dos filhos pequenos, seja a falta
de propósito, seja olhar para as contas bancárias e se sentir culpada porque talvez não tá trabalhando, seja estar trabalhando e se sentir culpada porque não está vendo, dando mais tempo como gostaria paraos seus filhos, eu não sei, mas eu sei que o seu amor, ele absorve toda a condenação, ele absorve todo o medo e Nós temos uma convicção de que ao orar coisas acontecem. Foi assim com Elias lá em Primeira Reis 18, Senhor. O quando tava tudo seco e ele tava orando e nada acontecia e por sete vezes o seu moço foi. Até que uma
hora ele voltou dizendo que via uma pequena nuvem do tamanho da mão do homem e aquilo certamente era um sinal de uma chuva. E e se moveu na convicção disso, na convicção do seu tino profético. Eu oro a guça o tino profético de cada irmã. de cada irmão, aguça a sua voz dentro deles e que eles tenham convicção de que o Senhor não os trouxe aqui para eles morrerem à beira do caminho, de que independente dos erros no processo, sempre há uma possibilidade de restaurar. Foi assim que o seu povo, quando se desviou de ti,
fugiu da tua presença, quando fez coisas abomináveis aos seus olhos e mesmo com destruição, o Senhor veio e salvou o teu povo. O Senhor restaurou o templo. O Senhor tirou o povo do deserto. O Senhor tirou o povo do Egito. O Senhor sustentou o povo no deserto. Porque o Senhor é um bom Deus. O Senhor é um bom pai. E eu não sei qual é o deserto que essa irmã vive, que esse irmão vive, mas eu tenho certeza que há uma provisão para eles. Há um maná do céu, há um pão do céu para eles
nessa estação. E é o Senhor quem vai colocar tudo em ordem. Conecte eles às pessoas que precisam ser conectadas. Gera, Senhor, um ímpeto no interior e uma consciência de que eles precisam agir agora para que seus filhos não se percam, em nome de Jesus. Amém. Amém. E amém. Deus te abençoe e eu espero por você do lado de cá na nossa mentoria.