Conhecer quem consome uma marca ou um produto é importante para que a gente consiga dialogar e oferecer aquilo que o indivíduo precisa. Afinal, nosso papel como marketing é entender os anseios do consumidor e oferecer aquilo que ele precisa, e não oferecer aquilo que o consumidor não tem interesse. Nesse cenário, é frequente ouvirmos os termos "persona" e "público-alvo".
Persona, principalmente, com a expansão do marketing digital. Existem diferenças entre esses dois conceitos que precisamos compreender. O público-alvo diz respeito a informações mais generalizadas sobre algum indivíduo ou algum grupo.
Aqui, temos um exemplo: [Leitura da tela] Essas são características sobre o público-alvo que vão auxiliar na estratégia de comunicação de venda. Nós temos também a análise da persona, que vai identificar características muito particulares e comportamentais sobre o indivíduo. Como esse exemplo que você pode ver na sua tela.
[Leitura da tela] Percebemos que aqui nós temos muitas informações particulares desses indivíduos e a identificação da persona, dos indivíduos que compõem essas características, é fundamental para o oferecimento de conteúdo personalizado para o Pedro Paulo, que tem interesse em viagens e tem interesse em estudar fora do país. Esse é um exemplo clássico de diferenças entre um público-alvo e a persona. Mas como construir uma persona, como definir estrategicamente as informações?
Como reconhecer as informações das personas de uma marca? É importante estabelecer várias pesquisas, vários diálogos com o consumidor, para compreender suas características principais, os seus momentos de interação com a marca e os estágios da jornada de compra em que ele se encontra. Fazendo isso, a marca conseguirá compreender todas as características e definir as personas para criar diálogos assertivos.